\\\___ Manual Completo do /
Vestibulando
\t
-
___	L
1
4
1
Lngua
Portuguesa	II
Ingls	229
Espanhol	271
Histria do Brasil	31 5
Historia Geral	395
Geografia	483
Questes de
Concursos
Pblicos	617
'1/4
'7
Manual complelo do vestibulando. - So Paulo
DCL, 2003.
Vrios autores.
Obra em 2 v.
Bib
ISBN 85-7338772-6 (obra completa)
ISBN 85-7338-771-8 (vi)
1. Livros-texto 2. Universidades e escolas superiores
Exames veslibulares.
03-0642	CDD-378.
ndices para catlogo sistemtico:
1. Exames vestibulares Livros-texto: Ensino supericr 378.1664
2. Vestibulares: Livros-lex Ensino superior
378.1664
(c) Copyright (2003)
Todos os direitos desta edio reservados 
DCL - Difuso Cuilural do Livro Ltda.
flua Manuel Finto de Carvalho, 80- Bairro do Limo
CEP 02712-120 - So FaulofSF
http://www.editoradcl.com.br
E-mail: dcl@editoradcl.com.br
Dados Internacionais de Catalogao na Publicao (CIP) (Cmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)
-i
1
Sumrio
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
Lngua Portuguesa
Bloco 1 - Fonoloqia
Ficha
Fonema 12
Ficha 2
S 16
Ficha 3
Ortografia 17
Questes deVestibulares 23
Bloco 2- Monologia 30
Ficha 1
Estrutura das Palavras 30
Ficha 2
Formao de Palavras 33
Ficha 3
Classes de Palavras 35
Questes deVestibulares 52
Bloco 3-Sintaxe 60
Ficha 1
Anlise Sinttica 60
Ficha 2
Anlise Sinttica da Orao 60
Ficha 3
Anlise Sinttica dc Perodo 67
Ficha 4
Pontuao 73
Ficha 5
Crase 74
Ficha 6
Regncia 76
Ficha 7
Concordncia 81
Ficha 8
Colocao Pronominal 85
Questes deVestibulares 87
Bl0 106
J	Ficha 1
Introduo 106
Ficha 2
Literatura Portuguesa 108
Ficha 3
Literatura Brasileira Questes de Vestibulares
Bloco 5-Redao
Ficha 1
DsTiposdefledao
Ficha 2
As Pareesde urna Redao
Ficha 3
Montando a Redao
Ficha 4
Para Iniciar a Redao
Ficha 5
A Redao nos Vestibulares
Ficha 6
Correspondncia Comercial e Oticial
Questes de Vestibulares
Bloco 6- Anlise de Texto
Ficha 
Tipos de Textos
Ficha 2
Texto Literrio e Texto No-Literrio
Ficha 3
Nveis de l.eilura de um Texto ou
Inteteco 219
Ficha 4
Partes do Texto e sua Integrao 220
Ficha 5
Temase 220
Ficha 6
Segmentao do Texto ou Encadeamento ... 220
Ficha 7
Coesotcoerncia 221
Ficha 8
Discurso Diretoe 221
Ficha 9
Rguras de Linguagem 222
Questes de Veslibulares 224
Sumrio . 5
136
160
196
196
201
202
205
206
207
212
218
218
219
12
1
1
Bloco 1 - O Verbo To De.
Ficha 1
O Alfabeto da Lngua Inglesa
Ficha 2
Artigo
Ficha 3
OVerboTo De
Questes de Vestibulares
Bloco 2-Pronomes e Subsianlivos
Ficha 1
Pronomes Pessoais
Ficha 2
This/That
Ficha 3
Substantivos
Ficha 4
Singulare Plural
Quesles de Vestibulares
Bloco 3-Tempos Verbais
Ficha 7
O Verbo Auxiliar Do e o Simple Present
Ficha 2
Simple Pasl
Ficha 3
Present Perfeot
Ficha 4
Fulure
Ficha 5
Presenl Continuous
Questes de Vestibulares
Bloco 4-Preposio
Ficha 1
Preposies de Espao
Ficha 2
Tliere is/There are! How Many
Questes de Vestibulares
Bloco 5-Horas e Nmeros
Ficha 1
Dizendo as Horas em Ingls
230
230
230
231
233
235
235
235
236
236
238
240
240
240
241
242
242
244
247
247
247
249
250
250
Ficha 2
Os Nmeros
Ficha 3
Advrbios
Ficha 4
Ocaso Genilivo (ou Possessivo)
Ficha 5
Direc Speecli and Indireel Speech
Questes de Vestibulares
Bloco 6- Descrevendo o Corpo
Ficha 1
PartesdoCorpo
Ficha 2
As Partes do Corpo e seus Adjetivos
Ficha 3
l
Quesles de Veslibulares
Bloco 7- Question Words
Ficha 1
Who, Why,What
Ficha 2
How
Ficha 3
Muoh, Many, Litt Few
Ficha 4
Some,Any
Ficha 5
Verbos Modais: Can
Questes de Vestibulares
Bloco 8- Verbos Irregulares e Falsos Cognalos
Ficha 1
Verbos Irregulares
Ficha 2
Falsos Cognalos
Ficha 3
Would
Ficha 4
Fazendo Comparaes
Questes de Vestibulares
na
Ingls
6 . Sumeio
Bloco 1 - Fundamentos Gramaticales .
Ficha 1
El Altabeto - Pronunciaoin - Acentuacin
Ficha 2
Artculos
Ficha 3
Sustantivos
Ficha 4
Adjetivos
Ficha 5
Pronombres
Ficha 6
Adverbios, Preposiciones, Con
Ficha 7
Verbos
Espanhol
272
272
273
274
274
276
278
279
Bloco 2 - Elementos Bsicos de
Conversacin 291
Ficha 1
Saludos 291
Ficha 2
La Famlia 292
Ficha 3
Localizndose 293
Ficha 4
Pais - Gentilicios 293
Ficha 5
Dias dela Semana, Meses. Estaciones
dei Ato 293
Ficha 6
LasHoraselasFechas 294
Ficha 7
Falsos Amigos 295
Glosario 296
Questes deVestibulares 298
Cincias Humanas e suas Tecnologias
Histria do Brasil
Bloco 1 -Brasil-Colnia
Ficha 1
Formao do Povo Brasileiro
Ficha 2
Colonizao do Brasil
Ficha 3
A Economia do Brasil-Colnia
Ficha 4
A Interiorizao da Colnia
Ficha 5
Movimentos Nativistas
Ficha 6
Movimentos Eniancipacionistas
Ficha 7
A Famlia Real no Brasil e o Governo de
D.JotoVl
Questes de Vestibulares
316
316
316
319
321
322
324
325
327
Bloco 2-O Brasil Imperial 344
Ficha 1
O Primeiro Reinado 344
Ficha 2
Perodo Regencial 345
Ficha 3
Segundo Reinado 347
Ficha 4
A Crise Monrquica e a Proclamao da
Repblica 351
Questes de Vestibulares 353
Bloco 3- Repblica Velha (1889-1930) .. 362
Ficha 1
Repblica da Espada 362
Ficha 2
Repblica das Oligarquias (1894-1930) 362
Ficha 3
Conflitos da Repblica Velha 365
Sumrio 7
Ficha 4
A Economia na Repblica Velha
Questes de Veslibutares
Bloco 4-A poca de Vargas (1930-1945)
Ficha 1
O Declnio das Oligarquias e a Revoluo
de 30
Ficha 2
O Governo Provisrio
Ficha 3
Governo Constitucional
Ficha 4
O Estado Novo
Questes de Vestibulares
BlocoS-A Redemocratizao e o Populismo (1945-1954)
Ficha 1
Governo Dutra
Ficha 2
O Retomo de Getlio Vargas
Ficha 3
JK e o Plano de Metas
Bloco 1- Introduo  Histria
Ficha 1
Conceito e Diviso da Histria
Ficha 2
QCaleiidrio
Questes de Veslibutares
Bloco 2-Pr-Histria
Ficha 1
A Evoluo
Ficha 2
Diviso da Pr-Histria
Questes de Vestibutares
Bloco 3-civilizaes do Oriente Mdio
Ficha 1
Egito
Ficha 2
Mesopotmia
8 - Sumrio
Ficha 4
367 Jnio Quadrosea Crise do Populismo
369 Ficha 5
JooGoularteoGolpeMititar Questes de Vestibulares
374
Bloco Regime Militar
Ficha 1
374	Os Presidentes Generais
Ficha 2
374	OsAtos Institucionais
Questes de Vestibulares
374
Bloco 7-A Nova Repblica
375	Ficha 1
376	Governo de Transio Democrtica
Ficha 2
Governo de Fernando Coilor de Meio
380	Ficha 3
Governo de Itamar Franco
38Q	Ficha 4
Q Governo de Fernando Henrique	Cardoso
38Q	Ficha 5
Q Governo de Luiz Incio Lula da Silva
381	Questes de Vestibulares
Histria Geral
398 Ficha 3
Otmprio Persa 396 Ficha 4
Ds Ficha 5
396 QsHebreus
397 QuestesdeVestibulares
399 Bloco4-As Civilizaesclssicas Ficha 1
399 Grcia Ficha 2
OrigemdeRoma
Questes de Vestibulares
402 Bloco 5-Idade Mdia
Ficha 1	-
O Imprio Bizantino e aCivilizaoArabe 402 Ficha 2
O Desmembramento daEuropa 402 Questes de Vestibutares
Bloco 6- Idade Moderna . 429
Bloco a-Os Conflitos Mundiais
459
Ficha 1
Mercanlilismo
Ficha 2
Expanso Martimo-Comercial
Ficha 3
ORenascimento
Ficha 4
ARetorn
Ficha 5
OAbso
Questes de Veslibulares
Blo;o 7-Queda do Antigo Regime
Ficha 1
O Iluminismo
Ficha 2
A Independncia dos Estados Unidos
Ficha 3
A Revoluo Francesa
Ficha 4
O Imprio Napolenico
Ficha 5
A Independncia da Amrica Latina
Ficha 6
A Revoluo Industrial
Ficha 7
O Imperialismo do Sculo XIX
Ficha 8
As Revolues Liberais do Sculo XIX Ficha 9
Unificaes Europias
Ficha 10
A Guerra de Secesso Americana
Questes de Vestibulares
Bloco 1 - Espao, Terra, gua e Ar
Ficha 1
OUniversoeaTerra
Ficha 2
Meios de Orientao
Ficha 3
Coordenadas Geogrficas
Ficha 4
Movimenlos da Terra
429
429
431
432
434
436
443
443
444
444
445
446
446
450
451
452
452
454
Ficha 1
A Primeira Guerra Mundial (1914-1918) .... 459
Ficha 2
ARevo 460
Ficha 3
O Penado En Guerras 461
Ficha 4
A Segunda Guerra Mundial 462
Questes deVeslibulares 464
Bloco 9-0 Mundo no Ps-Guerra 461
Ficha 1
ACriaodaONU 467
Ficha 2
A Guerra Fria: O Conflito Leste-Oeste 467
Ficha3 -
A Questo Arabe-lsraelense 470
Ficha 4
Amrica Latina e a Queda do Mundo
Socialista 470
Questes deVeslibulares 473
Bloco 10-Conflitos da Nossa Era 471
Ficha 1
A Guerra dos Blcs (1999) 477
Ficha 2
Guerra da Independncia do Timor Leste ...	478
Ficha 3
Conflitos entre Indiae Paquisto 478
Ficha 4
Con na Chechnia 479
Ficha 5
Conflitos da Nossa Era 479
QuestesdeVes 481
Geografia
484	Ficha 5
Cartogratia
484	Ficha 6
485	ALilosfena
Ficha 7
486	Geomorfologia
Ficha 8
487	Minerao 491
Sumrio . 9
-
488
489
490
1
-i
E
1'
Ficha 9	Ficha 5
Hidrografia 492	Amrica
Ficha lO	Ficha 6
Atmos
Ficha I	-
O Clima	Questoes de Vestibulares
Ficha 72
Biostera Bloco 4-Quadro Geral do Brasil
Ouesles de Vestibulares	Ficha 1
Brasil Fisico
Bloco 2-Geopoltica 509	Ficha 2
Ficha 1	Brasil Humano
GlobaLizao 509	Ficha 3
Ficha 2	Brasil Econmico
A Nova Ordem Mundial 512	Ficha 4
Ficha 3	Diviso Regional do Brasil
Populaes 514	Ficha 5
Questes deVestibulares 517	Regio Norte
Ficha 6
Bloco 3-Os Continentes 530	Regio Nordeste.
Ficha 1	Ficha 7
Europa 530	Regio Centro-Oeste
Asia	Ficha 8
Ficha 3	Regiao Sudeste
Oceania	Ficha 9
Ficha 4	Regio Sul
frica 541	Questes de Vestibulares
Questes de Concursos Pblicas
rortugus 618 Ingls
Bibliografia 640
I Sumrio
Fabiana Rossi Mioto
Suzana Carpegiani
Reqina Aparecida
/
Unguiageas, Cdigos e suas Tecnologias
Bloco . Fonologia
Fonologia  a cincia que estuda os fonemas de uma lngua,
introduflo
Os pensamentos e idias humanos so transmiti dos por meio de palavras, que podem ser chama das de signos lingusticos.
Os signos lingsticos so formados pelas idias que transmitem e pelos sons que os compem.
As idias transmitidas pelo signo lirigistico so chamadas de sigruilicado.
Os sons componentes de um signo lingistico so chamados de signficante.
Exemplos:
- lpis (signo lingistico)
/i/Ial/p/fi//sJ (significante)
cilindro de gratite envolvido em madeira, usado para escrevera desenhac (signiticado)
- jacar (signo lingslico)
/i//aJ/c/ ta (signilicante)
animal selvagem, pertencenle ao filo dos rpleis. (signiticado
Articulaes da Lngua
Uma lngua possui dois niveis de articulao:
Ficha 1 Fonema
1 - Primeira Articulao
A primeira articulao diz respeito  con en vocbulos para a formao de um ei lgico.
Ex.: bicicleta Mariana de anda rua na.
*leste caso, os signos so todos reconhec sua combinao no resulta na compreenso safem. Isso porque existem regras para cor! de palavras, para que se tenha um enuncia preensiael (essas regras so estudadas pela
Assim, quando temos uma combinao co' vocbulos e a formao de enunciados l lamas em primeira articulao da lingua,
Ex.: Mariana anda de bicicleta na rua,
2 - Segunda Articulao
A segunda arliculao da lngua diz respeit' binao enlre os sons de cada signo.
Na emisso sonora da linguagem verbal, distinguir diversos sons diferentes, ou dive dades de som. Essas unidades de som so das de tonemas. Os fonemas tm carter (distinguem sons diferentes).
Ex,: entre as palavras tio e rio, de sgnficadoe tes, a distino se lazpelos lonemas/t/el,
Tio Rio
fonemas - unidades de som distintivas
- Conceito.
Fonemas so os elementos sonoros mais simples das palavras. So categorias de sons que garantem a distino entre diversos vocbulos.
Ex.: GATO MATO
Essas duas palavras so diterenciadas pelos tonemas/g/e/m/.
Obs.: o fonema  uma unidade sonora e  tr entre barras oblquas. Ex.: lsl.
li - Representao dos fonemas:
Os fonemas so represenlados graficamer
letras.
O conjunto das letras torma o alfabeto.
12 Podogus
to h uma correspondncia exata entre o nmero de fonemas ep de leiras no vocabulrio portugus.
5 letras
Ex.:	na palavra malha h	(m-a-l-h-a)
4 fonemas
irni/aii 1h 1/ai.
Sletras
na palavra macho h 1 4 fonemas
im/iai/ch//o/
Na Lingua Portuguesa lemos 33 fonemas e 23 re presentaes grficas (letras) desses fonemas. Essa falta de identidade entre os fonemas e as formas de represent-los na escrita leva a inmeras peculiari fades, tais como:
 uma s letra pode representar mais de um fonema. Ex.: xito, xadrez, mximo, txi.
 um s fonema pode ser representado por mais de uma letra.
Ex.:! :1 - desejo, exato, zebra.
 um s fonema pode ser representado por um
dgralo (grupo de 2 letras).
Ex.: cachorro, colher, apanhar, assado, garra.
 a letra X pode representar 2 fonemas:! ks/ e/es.
Ex,: sexo, fixar, trax, hexgono.
 o El inicial das palavras no representa nenhum fonema,
Ex.: 'hora' possui somente 3 fonemas: /o-r-a 1.
-as letras Me N, no seguidas de vogal, no repre sentam nenhum fonema. So apenas sinais de nasa lizao da vogal anterior.
Ex.: santa (4 fonemas) is--t-a 1.
-h certos fonemas que no so representados gra ficamente.
Ex.: cantavam /cantavw/.
I - Classificao dos fonemas:
Os fonemas podem ser:
1) Vogais: so fonemas que so articulados com a passagem totalmente livre do ar pela cavidade bucal. So a base da siaba. No existe silaba sem vogal.
Ex.: h-bi-fo / co-mi-da / ca-sa.
Linguagens, Cdigos o suas ThCIIIIIgiaS
Classificao das Vogais
quano  zona de articulao:
 anteriores: , , i (lngua em direo ao palato - cu da boca).
Ex.: medo, p, pico.
- mdia: a (lngua em repouso).
Ex.: gato. mala.
 posteriores : , , u (lngua em direo ao vu palatino
Ex.: roda, sonda, tufo.
quanto ao timbre (eleito acstico resultado de maior ou menor abertura da cavidade bucal):
- abertas: a, ,  (maior abertura).
Ex.: casa, p, b ote.
- fechadas: , , u, ou nasais tnicas (menor aber tura).
Ex.: pNo, boca, cubo, vida.
 reduzidas:a, e, o-finais Monas (ou nasais Monas). Ex.: casa, pele, lobo,
t quanto ao papel das cavdades bucal e nasal:
orais:/a /, f!, / /,/ /, / /,/ u / (a corrente de ar escapa pela boca).
Exs.:
/a! = pata f= medo
/f= perna
/i/=vista
/J=forno
fi= morna
fui = veludo.
nasais://,/e!,/ i/,/f,/uf(acorrentedearescapa pela boca e pelas fossas nasais).
Exs.:
/(= irm, rampa, antes, cantor
//= tempo, vento
' 't	.0, -e,--
Podug 13
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
= ruim, ainda
/  / = compe, sombra, ona
/ u/= tumba, imundo,
t quanto  intensidade:
 tnicas: vogal em que recai o acento tnico da patavra.
Ex.: ndio, casa (vogal emitida com maior fora).  tona: vogal sem acentuao.
Ex.: av, casa (vogal emitida com menorfora).
li) Consoantes: so fonemas nos quais, durante a articulao, o ar encontra obstculos  sua saida. pois a cavidade bucal encontra-se total ou parcial mentefechada. Soassilbicos (no podem formar uma slaba sem auxilio de vogal).
Classificao das Consoantes quanto ao modo de articulao:
 oclusivas: a corrente de ar encontra obstculo total na boca  sua passagem e 'explode".
 constritivas: a corrente de ar encontra obstculo parcial na boca e produz um som contnuo; o ar escapa com ruido.
 fricativas: produz um rudo de frico.
 vibrantes: "vibram" a lngua.
 laterais: o ar escapa pelos lados da lngua.
 nasais: som anasalado (parece sair pelo nariz). quanto ao ponto de articulao:
bilabiais: encontro dos dos lbios (inferior e su perior).
 lbio dentais: encontro do lbio inferior e dos den tes superiores.
 linguo dentais: contato entre a lngua e os dentes superiores.
 alveolares: aproximao da lngua e dos alvolos dentais,
 palalais: lngua e palato (cu da boca).
-velares: lngua e vu palatino.
li - Portuguis
I Semivogais so os fonemas l/y/e uM mam uma slaba com uma outra vogi assilbicos.
Ol,s.: em certos casos,as letras e e o tamb representar uma semivogal.
Ex.: pe-/p////y/ po-/p////w/
Passemivogas. osfonemas l/y/e u/w/ F com uma vogal, para formar uma s slab
Obs.: os fonemas 1 e e lambm podem apare vogais.
Ex.: na palavra sorriso, o i  vogal. na palavra gio, o i  semivogal. na palavra suio o u  vogal. na palavra gua, o u  semivogal.
IV - Encontros Voclicos Encontros voclicos so agrupameneot gais e semivogas, sem que haja consoai tre elas.
Existem trs tipos de encontros voclicot gos, trlongos e hiatos.
1 - Ditongos: quando h o encontro, numa slaba, de:
vogal + semivogai ou semivogal + vog Ex.: pai, muito, rei.
Os ditongos podem ser:
 crescentes: ditongo em que a semivogal ve da vogal.
Ex.: guia, qual, mgoa, glria, mandioca. decrescentes: ditongo em que a vogal vem! semivogal.
Ex.: me, cu, caule.
 oras: podem ter pronncia fechada (meu ouaberta (idia, ri).
-nasais: tm pronncia sempre fechada (ml
1
bitougos orais decrescelItes JayI
/awi
/ey/ ei /y(=i / ew / eu /wfrou /iw/ /oy/ /y/=
/0w / ou
/uy/
Ditongos nasais decrescentes
/yt= e, i	me, cibra
/w/ o, am	mo, ve)am
/&y ,em, en	vem, benzintio
/y/=	pe
/uyI= til	muito.
2 llltoftgos: quando h o encontro:
semivogal + vogal + semivogal
Podem ser, de acordo com a natureza da vogal, orais ou nasais.
Tritongos oram	Exemplos
/wayf uai	Uruguai
/ wey / =o ei	averigei
/wyw/ iu	redargiu
/WOW/=, Vou	enxaguou
tritojigos ,iasais Exemplos
/ ww / uo, uam	saguo, enxguam
Jwey/=	erixagem, ningum
/voe/ =,ue	sagues.
Obs.: u com trema (ii)  sempre semivogal.
tngiaagens, Cdigos e suas Tecnologias
3 Ilialo: seqncia de duas vogais em slabas di fere ntes.
Ex,:
pais	pa-s
cime ci-li-me sada ua sa--da ruim w-irn.
V- Encontros Consonantas Encontro consonantal  uma seqncia de fonemas consonantais num mesmo vocbulo.
 o agrupamento de duas ou mais consoanles numa palavra. Pode ocorrer na mesma slaba ou em sla bas diferentes.
Ex.: trave, lesta.
t o encontro consonaneal pode ser:
 perfeito: quando os fonemas so inseparveis (per manecem na mesma slaba).
Ex.: pra-la, Bra-sil, A-eMa-ti-co
 imperfeito: quando os fonemas so separveis (aparecem em slabas diferentes).
Ex.: ad-vo-ga-do, rt-mo, pac-to
Obs.: m e n em final de slaba no representam fonemas (so sinais de nasalizao), portanto no h encontro consonantal em palavras como: tampa (tpa), venda (veda).
Em palavras como sexo, taxi, crucifixo, que tm x com valor dei os / ocorre encontro consonantal (pois este vale para o fonema e no para a letra).
VI - Dgrafos
Grupo de duas letras que representam um s fonema.
S os dgratos que representam consoante so:
 separveis na diviso silbica: rr, , no (antes de e ou i), s (antes de a ou o), xc (antes de e ou ).
Ex.:	rr -	car-ro, ca-chor-ro
ss =	ps-sa-ro, as-sa-do
sc	ps-ci-na, des-c-da,
des-cer, crescer
r
Ir
pai
ma
sei
ciis meu cu viu boi ri vou azuis.
Portugus ' IS
E-
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
s des-a, cres-a, cres-o, des-o
xc ex-te-der, fx-ce-o,
ex-tkta-do, ex-ei-lar
inseparveis na diviso silbica: cl 1h, eh, gu (an tes de e ou i), qu (antes de e ou i).
Ex,: oh cha-to, cha-ve
1h -lha, pa-IIaa
nh ga-uiho, ni-nho
gu guer-ra, guer-ri-lhei-ro
qu le-que, che-que, qui-lo
Obs.: em palavras como lingia, freqentemente, escorregare exclamao, em que as duas letras so pronunciadas, no ocorre dgrafo.
Ficha . Silaba
t dgrafos voclicos
Dgrafos que representam vogais nasai em, lia, cm / um, aut f eut, lit , on /
Ex. :am = tampa, rampa em tem;
im limpo, limbo om tomi
um , tumba, jejum an santa
en lento, venda in tingir,
on ronda, tonto un nunc
Obs.: em final de palavras (falam /talw, batey) am e em no so dgrafos , ma ditongo nasal, pois representam dois tor ferentes.
- Classjficao das palavras quanto ao nmero de slabas:
Slaba  um fonema ou grupo de fonemas emitidos num s impulso de voz.
Ex,: na palavra resumir (re-su-mir) h 3 slabas.
Separamos as slabas porsoletrao.
Ex.: a-mi-go, som-bra, sol, a-pa-ga-dor.
t quantoaonmeeo desabas,as palavraspodem ser
 monossilbicas: com apenas 1 slaba,
Ex.: som, eu, cu, lhe,
 dissilbicas: possuem 2 slabas.
Ex.: amor (a-mor), para (pa-ra), beijo (bei-jo),
 trissilbicas: possuem 3 slabas.
Ex.: catun (ca-iu-n), Teresa (Te-re-sa), escola (es-co-la).
 polissilbicas: possuem 4 silabas ou maist
Ex.: consoante (con-so-an-te), determinar (de-ter mi-nar), perfeitamente (per-fei-ta-men-te).
I - Tonicidade:
Em cada palavra de duas ou mais silabas existe sempre uma que se destaca com maior intensida
16 Porluagu
de:  a silaba tnica, na qual recai o acen (que nem sempre corresponde aos acen cos', A,'),
O acento tnico  a intensidade maiorou 1 um fonema. Pode ser:
 principal: encontra-se na emisso mais fo lavra. E a slaba tnica.
Ex.: fechado, cidade.
 secundrio: representa a slaba subtnic lavras derivadas e tem intensidade mais In
Ex.: amavelmente, pezinho.
t as slabas, de acordo com o acento lnic ser classificadas em:
 tnicas: emisso + torte da palavra (silab est o acento tnico).
tonas:
 pretnica: antes da slaba tnica, se
tnico.
tnico.
postnica: aps a slaba tnica, se
1
I - Classificao das palavras quanto  silaba tnica:
De acordo com a posio da slaba tnica, as pala vras so classificadas em:
1 Oxtonas: palavras em que a slaba tnica  a altimaslaba. Ex,: material, sabi, jcar, guaran, saci. 2- Paroxtonas: palavras em que a slaba tnica  a penltima slaba. Ex.: poderosa, carro, pedra, pata ora, firo.
3- Proparoxtonas: palavras em Que a slaba tQnica
 a antepenltima slaba. Ex.: slido, ltima,
proparoxtona, mdico, ngulo.
t as palavras monosslabas, contorme a intensida de com que so proferidas, podem ser:
flcha 3 Ortografia
Uaguagens, Cdigos a suas Tecnologias tonas - vocbulos proteridos fracamente (no
possuem autonomia lontica).
Ex.: me, te, si, da, a, o.
 tnicas - vocbulos proteridos tortemente (com autonomia fonrica).
Ex.: ns, sol, , cu.
Obs.: alguns vocbulos homgrafos (de mesma grafia) podem ser tonos ou tnicos, dependendo de seu uso na frase.
Ex,: Isto para eu comer, O tempo no p
t	o
Nesses casos, o vocbulo tnico ser acentuado,
Algumas palavras dissilabas tambm so tonas, como  ocaso de: uma (artigo), para (preposio), pelo, pela (contrao: poro, poria), como e por que (conjunes).
- Orientaes ortogrficas gerais:
O alfabeto da lngua portuguesa  tormado por 23 letras:
As letras k, w, e y no fazem parte do alfabeto porte guis e so usadas nos seguintes casos:
 em abreviaturas, simbolos e palavras estrangeiras.
Ex.:	k potssio	kw quilowatt
kg =	yd =,jarda
- em derivados portugueses de nomes estrangeiros. Ex.: Icantismo, darwinismo, wagneriano, byroniano. k, w, y, so substituidos nos seguintes casos:
 o k  substitudo por qu (antes de e e i) e por (antes de qualquer letra, com exceo de e i). Ex.: caqui, faquir
- em palavras portuguesas ou aportuguesadas, ow substitui-se poria ou v.
Ex.: visigodo, sanduche,
o y substitui-se por
Usos Gerais
'1) Uso da letra h: esta letra no  exatamente uma consoante, mas um smbolo, que, em funo da tradio, continua a ser usada nos seguintes casos:
a) no incio de algumas palavras: hotel, haver, heli cptero.
b) no tinat de algumas interjeies: oh!, ah!, eh!, i o) no interior da palavra, quando faz parte do oh, do 1h, e do nh: chaveiro, tilhote, farinha, chuva, ilha, ninho. d) em palavras compostas separadas por hfen: pr- histrico, anti-harmnico.
PorluguSs - 17
:.subtflicas' intensidade mais traca (acento tnico secundrio).
Ex,:FA - CIL- subtnica pretnica
(tona)
MEt	- TE
tnica	postnica
(tona)
Que sabes? Para qj voci quer convid-lo?
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
2) liso da letra x:
a) com som de ch: no incio e no interiordas palavras.
Ex.: xale, peixe, xadrez, caixote.
h) com som de cs: no meio e no fim das palavras.
Ex.: complexo, trax, crucifixo, sexo,
c) com som dez (no prefixo exo ou em ex seguido de vogal).
Ex.: exotrmico, exame.
d) com som de ss. Ex.: mximo, prximo.
e) com som de s (em final de slaba). Ex,: texto, pretexto.
3) liso da letra):
a) palavras de origem rabe, africana ou amerndia. Ex.: canjica, cafajeste.
b) palavras derivadas de outras que tm j,
Ex.: laranjinha (laranja), enrijecer (rijo).
c) formas verbais com infinitivo em -jar. Ex.: bocejar, bocejei, bocejou.
d) em final -ajo.
Ex,: ultraje, traje, laje.
4) Uso da leita g:
a) em substantivos terminados em -gem.
Ex.: coragem, vertigem.
b) palavras terminadas em -g
Ex.: gio, pedgio.
c) verbos em -gerou -gir. Ex.: ranger, fugir
I - Emprego das iniciais maisculas:
tem incio de perodos, versos ou citaes diretas.
18 Portugus
 perodo Mariana levou o pacote at a caf no sabia o que havia dentro.
 verso ts meus olhos, de tanto a olhare Impregnaram-na da minha humanidade (Bandeira, Manuel. Gesso in Ritmo Disso/o
citao direta Afirmou o delegado:
O acidente foi causado por motivo desconh
tem substantivos prprios:
 antropnimos (nomes de pessoas): Joo, Paulo,
 topnimos (nomes de lugares): Amrica, 1 bia, Brasil.
 cognomes: Alexandre, o Grande.
 alcunhas: Tiradentes,
-pseudnimos: Stanislaw Ponte Preta, Italo
 comunidades religiosas e polticas: Igreja, 5
 nomes sagrados e relativos  religio: Deus,
-entidades mitolgicas: Baco, Jpiter,
 entidades astronmicas: Via Lctea, Marte.
t em nomes de vias e lugares pblicos:
Praa Ramos de Azevedo, Rua Quinze de Novi
tem nomes de eras histricas e datas impor
Renascimento, Idade Mdia, Natal.
tem nomes de:
aries: Pintura.
disciplinas: Matemtica, Geografia.
cincias: Fsica, Biologia.
 instituies de ensino: Colgio Rio Branco.
-instituies prolissionais: Ordem dos Advo do Brasil.
 instituies polticas: Partido Social Democr
 instituies militares: Escola Superior de Si
tem nomes de altos cargos, dignidades ou
Presidente da Repblica, Papa, General.
 livros: Memrias Pstumas de Brs Cubas.
jornais: O Estado de So Paulo.
 revistas: Manchete.
e demais criaes do intelecto humano (arte ou cincia).
t nos pontos cardeais (que indiquem regio):
Leste, Centro-Sul.
tem nomes de leis, decretos, atos (correspondn ciaclicial):
Decreto-Lei no 548, Declarao dos Direitos 1-lumanos,
em pronomes de tratamento:
V. Ex! (Vossa Excelncia).
t em correspondncia (quando se deseja realar as palavras):
prezado Diretor.
t em nomes comuns persoriilicados ou indivi dualizados:
o Poeta (Cames), ACigarra e a Formiga.
I - Diviso Silbica 1) No se separam:
a) ditongos e tritongos.
Ex,: -gua (ditongo), Pa-ra-gual (Iritongo).
b) os dgrafos ch, 1h, eh. qu, gu.
Ex,: a-cha-do, ca-lha-ma-O, la-ri-nha, e-qui-va-ler, sa-guo.
c) os grupos consonnticos:
consoante + i re-fle-xo;
consoante + r en-fra-que-cer.
Obs.: se as duas consoantes forem pronunciadas separadamente. as letras que as representam tam bm devem ser separadas na diviso silbica:
Ex.: ah-so-lu-to, ab-rup-to, sub-Io-car.
d) encontros consonantais iniciais. Ex.: psi-co-l-gi-co, pnewm-ti-cO, gno'mo.
a) as vogais dos hiatos. Ex.: ru-im, co-nr-de-na-o, ru--do.
b) os dgrafos, ir. ss, sc, s, xc, is. Ex.: par-rei-ra, ps.sa-ro,des-ci'da. cres-a, ex-ce'o.
c) as vogais idnticas.
Ex.: ca-a-tin-ga, co-o-pe-rar.
d) as letras cc e c. Ex.: oc-ci-pi4al. in-te-Iec-o.
Nota:
1. Consoante no seguida de vogal fica na slaba anterior.
Ex.: sub-me-ti-do . epi-lep
2. Nos prefixos bis, cis, des, dis e trans, o 5:
no se separa quando a silaba comea por con
soante.
Ex.: bis-coi-to, cis-can-do, des-li-gar, dls-tra-o, trans-por-te.
 separa-se quando a silaba seguinte comea por
vogal.
Ex.: bi-sa-v, ci-san-di-no , de-ses-pe-ra-do, di-sen te-ti-a, tran-sa-ttn-ti-cO.
3. No prefixo ex, o r
 no se separa quando a silaba seguinte comea por consoante.
Ex.: ex-po-en-te.
 separa-se quando a slaba seguinte comea por
vogal.
Ex.: -xo-do.
4. Os prefixos sub e inter seguem as mesmas
normas.
Ex.: sub-ma-ri-no, in-te-ra-o.
Portugus - IS
'4	7,
 :-
t em ttulos de:
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
2) Separam-se:
Linguagens, Cdigos asnas Tecnologias
5. Nos vocbulos com 3 vogais juntas (sendo a do meio a semivogal i) forma-se um ditongo entre as 2 primeiras letras.
Ex,: prai-a, ji-a.
IV - Emprego do hfen
O hfen  empregado em palavras compostas, em que os elementos dessas palavras mantm sua inde pendncia, mas o conjunto forma com perfeio uma unidade de sentido.
t em palavras compostas em que os elementos (com sua acentuao prpria) constituem uma uni dade semntica.
Ex,: couve-flor, gua-de-colnia, arco-ris,
Obs.: tambm nas formas reduzidas como: bel-prazer.
t em formas verbais com pronomes enclticos ou mesocllicos:
Ex.: ama-lo (amas lo), am-lo (amar+ lo), dir-se-ia,
ei-lo,
tem vocbulos formados por prefixos como anglo, grego, histrico, nfero, latino pstero, lusitano etc.(lormas adjetivas).
Ex.: anglo-saxo, grego-romano, latine-ameri
cano.
t em vocbulos formados par sufixos como au, guaa, mirim (formas adjetivas).
Ex.: capim-ao. mogi-gliau, anaj-mirim.
t em vocbulos formados pelos seguintes prefixos:
 quando as palavras seguintes so comeadas por
vogal,H,R,S
auto auto-relevo
contra contra-reforma extra extra-oficial infra infra-heptico intra intra-ocular neo neo-realista proto =. proto-revotucionrio semi semi-reta pseudo pseudo-revelao ultra ultra-sensvel
20 PinluguS
EXCEO: extraordinrio (palavra j cor pelo uso).
seguidos de palavras iniciadas por H - R
ante ante-histrico
anti anti-higinico
sobre sobre-saia
 seguidos de palavras comeadas p0
RouS.
sivel,
supra supra-axilar, supra-renal, su
seguidos de palavras comeadas por 9
super super-homem, super-requ
seguidos de palavras comeadas por R.
ab ab-rogar
ad ad-renal
ob ob-reptcio
sob sob-roda
sub sub-reino
seguidos de palavras comeadas por vos
pan pan-americano
mal mal-educado
bem (quando a palavra seguinte tem au na lngua),
bem bem-aventurado
sem sem-cerimnia
sota/soto soto-ministro
vice vice-presidente
ex ex-marido
ps ps-cirurgia
pr pr-histria
pr pr-socialismo
Olis.: somente quando o prefixo tem acento Caso contrrio eemos: preanunciar, procnsul.
t
V - Acentuao Grfica
Para voc acentuar corretamente, ser bom rever a classificao das palavras quanto  slaba tnica, assim como os conceitos de ditongo e hiato.
1) Acentuao das proparoxtonas
Todas as palavras proparoxtonas recebem acento grlico.
Ex.: dlmata, pntano, lcool, libi, xodo.
2) Acentuao das paroxtonas
So acentuadas as paroxitonas terminadas em:
is: dndi, lpis, ris, irl.
u, l viras, bnus.
1, s: im, rls.
um, luis: lbum, mdiuns,
ditongo: histria, trgua, Lcia.
r, 1, II, 1: fmur, trax, plen, amvel.
 ps: biceps, frceps.
om: rdom.
 na, 00$: eltron. cticris,
Obs.: no se acentuam palavras paroxlonas termi nadas em ens. Ex.: homens, hifens. E tambm nos prelixos paroxtonos terminados em i ou r .Ex,: anti- higinico, super-homem.
3) Acentuao das oxtonas
So acentuadas as palavras oxitonas terminadas em:
a: maracuj, anans
e: paj, cals
o: domin, palets
em ou ens: armazm, vintns.
No caso das trs vogais (a, e, o), recebem acentuao quando seguidas ou no de s.
4) Acentuao dos mnnossilabos
Monossilabos tnicos terminados em a, e, o, segui- dos ou no de s, tambm so acentuados.
Ex.:l,ls ,p,ps,d, ps.
5) Acentuao de ditongos e dos hiatos
 ditongos: ditongos de pronncia aberta recebem acento agudo na vogal.
Ex.: heri, cu, chapu.
hiatos:
'coloca-se acento circunflexo na primeira letra dos seguintes hiatos: o e em
Ex.: o vavo, enjo
em = (em, crem
 coloca-se acento agudo nas vogais i eu tnicas dos hiatos (quando sozinhas na silaba ou untas com a letra s e sem serem precedidas de vogal idntica)
Ex.: Jun-di-a-, sa-i-da, He-lo--sa.
Nota:
 no se acentuam 1 ou u que formam hiato quando seguidos, na mesma silaba, deI, m, n, r ou
Ex.: Ra-ul, ru-im, a-ia-da, ra-iz, con-tri-bu-ir-mos.
 no se acentuam i ou u dos ditongos tnicos iu e ul, quando precedidos por vogal.
Ex.: contribuiu.
no se acentuam hiatos seguidos do dgrafo nh.
Ex.: ra-l-nha.
6) Acentuao dos verbos fl e vk
Os verbos ter e vir recebem o acento circunl na terceira pessoa do plural do presente do indicativo.
Osverbos que derivam de tere vir (deter, interviretc.) recebem o acento agudo na terceira pessoa do sin gular do presente do indicativo e acento circunflexo na terceira pessoa do plural.
1) Trema
Usa-se o trema na letra o dos grupos que, gui, que, qui em que ou  pronunciado alonamenle (u como semivogal).
Ex.: lingla, Ireqente, tranqilo.
Nas palavras em que ou no  pronunciado, e temos os digrafos que qu, no se usa o trema.
Ex.: sangue, quilo.
Linguagens, Cdigos e suas tecnologias
i	' '1 '
Portugus 21
lainguagens, Cdigos e suas Tecnologias
Qbs.:quando, nosgrupos guie, gui, que, qui, autor	 pra (terceira pessoa do singular do vert
tnico, receber acento agudo.	para (preposio).
Ex: averige, abliqe.
por (verbo)
8) Acento diferencial	por (preposio).
Foi abolido nas letras e e o, com exceo de pde	 plo (s) (substanlivo)
(pretrito perleito) e pode (presente do indicativo),	pelo (contrao da preposio por + artk
As seguintes palavras tambm levam o acento dite-
rencial:	pla (subs e forma do verbo pelar
-	pela (contrao de preposio + artigo a
 coa (s) (do verbo coar)
coa (s) (contrao da preposio com +	 plo (subslanlivo)/ plo (substantivo)
artigo ou pronome a).	polo (conlraao da prepos + artigo)
22 Portngus
Linguagens, Cdigos e ousas Tecnologias
Bloco . Questes de Vestibulares
Fich 1
1. (E. IIAVAL-R,J) Assinale a srie que apresenta erro na diviso s de um de seus vocbulos:
a) rt-mi-co, a-bs-ti-ve
b) cons-ci-In-cia, der-ra-dei-ra
c) oc-ci-pi-tal, pre-en-cher
d) i-a, subs-cre-ver
e) rit-mo, res-ci-so
2. (UNISANTOS-SP) Assinale a alternativa em que a diviso silbica est incorreta:
a) M-rio
b) cons-tru--do
e) e-gip-cio
3. (UPIIP-SP) Feita a diviso silbica das palavras:
1) psi-qui-a-lra
2) suc-o
3) pneu-m
Consideramos que est (esto) correia(s):
a) apenas a palavra n 1
b) apenas a palavra n' 2.
e) apenas a palavra n' 3.
) todas as palavras,
e)n.d,a.
4. (ITA-SP) Dadas as palavras:
1) des-a-le o-lo
2) sub-es-li-mar
3) Irans-tor-no
Constatamos que a separao silbica est correta:
a) apenas em n 1.
1) apenas em n 2.
c) apenas em n 3,
) em todas as palavras.
e)n.d.a.
5. (UNIFENAS-MG)Assinale a alternativa que iden tifica os encontros voclicos e consonantais presentes nos trs grupos de palavras abaixo, na mesma ordem de ocorrncia em cada um deles. Os trs grupos apresentam os mesmos encontros voclicos e censonanta pela ordem.
1) poema, reino, pobre, no, chave
I realize, perdeu, escrev-lo, esto, que
I dia, mais, contempla, ento, lhe
a) ditongo crescente, ditongo crescente, encontra consonantal. ditongo decrescente, digralo
b) ditongo crescente, ditongo decrescente, encon tro consonantal, digrafo, encontro consonantal
e) ditongo decrescente, hiato, dgrato, ditongo de crescente. encontro consonanlal
d) hiato, ditongo crescente, encontro consonantal, ditongo decrescente, dgrafo
e) hiato, ditongo decrescente, encontro consonantal, ditongo decrescente, dgrato
6. (PIJC-SP) Indique a alternativa em que constata mos, em todas as palavras, a semivogal
a) cativos, minada, livros, tirarem
b) oiro, queimar, capoeiras, cheiroso
c) virgens, decidir, brilharem, servir
d) esmeril, trtil, cinza, ainda
e) livros, brilharem, oiro, capoeiras
7. (PUC-SP) Assinale a alternativa que apresenta tritongo, hiate, ditongo crescente e dgrafo:
a) quais, sade, perdoe, lcool
b) cruis, mauzinho, quais, psique
o) quo, mais, mandi, quieto
d) agei, caos, mgoa, chato
e) ceda.
d) Ma-ria e) ab-rup-to
Portugus - 23

Linguagens. Cdigos e suas Tecnologias
8. (OnB-DFJ Marque a opo em que todas as palavras apresentam um digralo:
a) fixo, auxlio, txico, exame
b) enxergar, luxo, bucho, olho
c) bicho, passo, carro, banho
d) choque, sintaxe, unha, coxa
9. (FASP-SP) Indique a alternativa cuja seqiin cia de vocbulos apresenta, na mesma ordem, o seguinte: ditongo, hiato, hiato, ditongo:
a) jamais, Deus, luar, dai
h) jias, fluir, jesuta, fogaru
c) dio, saguo, leal, poeira
d) quais, Jugiu, caiu, histria
10. (EASP-SP) Assinale a alternativa que apre senta os elementos que compem o trltongo:
a) vogal + semivogal + vogal
b) vogal + vogal  vogal
c) semivogal + vogal + vogal
d) semivogal + vogal + sernivogal
11. (ACAFE-SC) Assinale a alternativa em que h somente palavras com ditongos orais:
a) acordou, estaes, distrado b) coordenar, Cambori, cidado
c) falei, familia, capites
d) jamais, atribui, defendeis e) comprimiu, vieram, averigem
12. (UCS-RS) A alternativa em que, nas trs pa lavras, b um ditongo decrescente :
a) gua, srie, memria
b) balaio, veraneio, cincia
c) corao, razo, pacincia
d) apio, gratuito, fluido
e) j ia, vu,  rea
13. (ACAFE-SC) Assinale, na seqUncia abaixo,
a alternativa em que todas as palavras possuem
dgratos:
a) histrias, impossveL mscaras
b) senhor, disse, achado
e) passarinhas, ergueu, piedade
d) errante, abelhas, janela
e) homem, caverna, velhacos
24 . Portugus
14. (VESC A nica alternativa que ap palavra com encontro consonantal e di
c) carrinhas
15. Assinale a alternativa em que toda gais em negrito possuem timbre abert
a) fecho (verbo), bole, austero, casa
b) possa, belsos, bondoso, coeso
c) monitor, corpos, choferes, acerto (subsf
d) caroos, ibero, cateter, ovos
e) fecho (subst.), polens, sesta, suor
15. (UJ Nas palavras abstrato observa-se lima seq'ncla de:
a) dgrafo, digrafo e ditongo decrescente b) encontro consonaratal, digrafo e ditongc
cente
a) encontro consonantal, encontro consona
tongo decrescente
d) digrato, encontro consonantal e hiato
e) encontro consonanlal. dgrafo e hiato
17. (UEMA) "Ela queria saber por ode dara, o que fizera, o que ia pela cida nada dizia de si mesma, fechada no seu mistrio."
Marque a afirmao correta.
a) queria- possui cincotonemas, um digiBfo, b) andara - ra  a desinncia modo tem pretrito imperfeito do indicativo.
c) fizera -verbo regular da 2E conjugao riante na vogal a do radical do verbo fazer d) ia - forma verbal monosslaba do pret perfeito do indicativo.
e) prprio e mst na regra tuao dos hiatos,
18. (UEL-PR) H um hiato no segointe vc
a) feito d) transformou
b) usurio e) tocais
e) grau
a) graciosa
b) prognosticava
d) cadeirini
e) Irabathax
j
r
ID. (IMES-SP) Assinale a alternativa em que a
palavra no tem as suas slabas corretamente
separadas:	-
e) psi-co-lo-gia
d) ca-a-tin-ga
20. (UCS-RS) A alternativa em que todas as pala vras apresentam separao correta de slabas :
a) ex-ce-o, cre-sc-nien-to, pro-fes-sor
) ns-tru-o, ex-ci-tar, eu-ro-pe-u
cj ex-ce-len-Ie, a-vi-o, me-lo
d) pers-pe-cti-va, am-b-guo, trans-por-te
e) til-mo, dig-no, ap-to
21. (PUC-3P) Nas palavras enquanto, queimar, folhas, hbil e grossa, constatamos a seguinte seqUncia de letras e fonemas:
a) 8-7,7-6, 6-5, 5 -4, 6 -5
) 7-6, 6-5, 5-5, 5-5, 5-5
c)8-5, 7-5,6-4,5 -4,5-4
) 8-6, 7-6,6-6, 5-4, 6-5
e) 8-5,7-6, 6-5, 5-5, 5-5
22- (PUC-SP) Indique a alternativa em que todas as palavras tm a mesma classificao no que se refere ao nmero de siiabas:
a) enchiam, saiam, dormiu, noite
b) leita, primeiro, crescei, rasteiras
o) relido, saudade, ainda, sade
) eram, roupa, sua, surgiam
e)dia, sentia, ouviam, loura
Ficha 3
23. (IIFCE) Marque as opes em que figura corretamente a separao silbica das pala vras apresentadas e scme os nmercs corres pondentes s proposies verdadeiras:
1) De-mais; ma-ior; di-zi-a; ve-e-mn-cia
2) De-mais; mai-or di-zi-a; ve-e-mn-cia
4) Cre-scia; o-cor-re-ra; de-pois; che-ios
8) Cres-cia; o-cor-re-ra; de-pois; chei-os
IS) Ma-ci-os; des-ci-a; sa-i-am; ob-ser-va-do-ras
32) Ma-cios; de'sci-a; po-is; ob-ser-va-do-ras
24. {ITA-SP) Dadas as palavras:
1) tung-st-nio
2) bis-a-v
3) du-e-lo
constatamos que a separao silbica est correta:
a) apenas em 1
d) em eodas as palavras b) apenas em 2
e)n.d.a,
e) apenas em 3
26. (ACAFE-SC) Assinale a alternativa em que h erro na partio de s
a) en-Irar, es-con-der, bis-a-v, bis-ne-to
b) -da-de, co-o-pe-rar, es-t-ma-go, r-gua
c) des-cen-der, car-ra-da, pos-so, a-tra-vs
d) des-to-ar, tran-sa-ma-z-ni-co, ra-p, on-tem
e) pre-des-ti-nar, ex-tra, e-xer-c-cio, dan-ar
26. {tIHIFENAS-MC)Assinale a alternativa em que todas as palavras prescindem de acentuao grfica, se forem seguidas as regras da graia lita normativa atual:
a) at, lho-de'boi, le
b) lho-de-boi, pde, j
prlo, aqule, capla
) at, j, d
e) le, s, ningum
27. (Ii. ALFEPIAS-MG) A mesma regra de acen tuao que vale para rpida vale tambm para:
a) mutvel, estaramos, vrgula, admissveis
b) vrgula, simblica, smbolo, hiergli(os
e) ortogrfico, colgios, egipcios, lngua
ci) bsicos, dilicil, colgios, lngua
e) portugus, ingls, simbolos, lngua
t
Ficha 2
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
Portugus - as
Linguageas, Cdigos. suas Tecnologias
28. (ACAFE-SO) Assinale a alternativa incorreta:
a) Esfago, rgo e alilo so palavras acentuadas
graficamente.
b) Bbado, blsamo e binculo so proparoxtonas.
c) Exausto arroio e ofcio so palavras trissilabas,
d) Lei e tua apresentam ditongo e hiato, respecliva
mente,
e) Caminho apresenta sete letras e seis fonemas.
29. (CEFET-PR) Observando a grafia e acentua o, indique a alteraativa em que todas as pa lavras esto corretas:
a) privilgio, espontneo, ressurreio
b) m-criao, abstrao, exilao
c) macio, sisudez, classissismo
d) acessor, sargela, senzala
e) incurso, propeno, mixto
30. (FIJVEST) Assinale a alternativa em que texto est acentuado corretamente:
a) A principio, metia-me grandes sustos, Achava que Virgilia era a perfeio mesma, um conjunto de qua lidades slidas e finas, amorvel, elegante, austera, um modlo,
b) A princpio, metia-me grandes sustos, Achava que Virglia era a perfeio mesma, um conjunto de qua lidades slidas e finas, amorvel, elegante, austera, um modelo,
c) A principio, metia-me grandes sustos, Achava que Virgilia era a perfeio mesma, um conjunto de qua lidades solidas e finas, amoravel, elegante, austera, um modlo.
d) A princpio, metia-me grandes sustos, Achava que Virgilia era a perfeio mesma, um conjunto de qua lidades slidas e finas, amorvel, elegante, austera, um modelo,
e) A princpio, metia-me grandes sustos. Achava que Virgilia era a perfeio mesma, um conjunto de qua lidades slidas e finas, amoravel, elegante, austera, um modelo,
31. (ITA-SP) Assinale a alternativa em que todas as palavras podem estar corretas quanto  acen tuao grfica:
a) seco, sozinhas, rcorde, contens, rebos, ptos
b) pra, pr, vm, cas, prov&m, contm
c) plos, plo, pras, pde, argem, avaros
d) plo, intervm, tm, itens, renem, corri
e) vem, averigem, pde, esfincter, heroina, pospr
26 ' Portugus
e::
32. (ITA-SP) Assinale a alternativa cuj uras devem ser graficamente acentuai pectivamente, pelas mesmas regras apazigue. paranoico, texteis, inlerim:
a) Adail, enxague, heroico, orfo, homogr
b) ruidos, averiguem, caraccizinhos, fosseis.
c) juizes, frequente, bachareis, benos,
d) substituidas, arguem, escarceu, nevoa,
e) baus, apaziguemos, onomatopeico, alcoo
33. (PUC-SP) Assinale a srie em que vocbulos esto escritos de acordo normas vigentes de acentuao grfi'
a) item, juzes, juri, crtex, mago
b) Lus, vrus, eletron, hitens, espirito
c) espontneo, txi, rbrica, bno, apaz
d) atravs, intuito, lbuns, varlola, sauna
e) dolar, zeb, ritmo, atra-lo, bangal
34. (PUC-SP) Assinale a alternativa pondente  frase em que no h neni de ortografia e acentuao.
a) Embora quisesse pr o caso em discuse tou muito ao percebero constrangimento' b)  exceo do representante do corpo puzeram-se a favor da proposta do ex-reitor seus ex-discpulos,
c) Atraz de tanta segurana, estava a ocult ressentimento que remoia a anos,
d) De tanto remexer na memria o que lhe'  compreenso, j no sabia mais o qu vida quele amontoado de lembranas, e) Arrependia-se sempre da rispidez com qi bia, pois no precisava ser advinho para dali h instantes choraria por ela.
35. (PIJC-SP) Assinale a alternativa pondente  frase em que no h nenh de ortografia e acentnao.
a) Estavam estranhando no seu geito, e no amo por que de tanta controvrsia se ela nunciara  favor da nova tese.
b) O trabalho supunha anlise minuciosa itens, o que justificava a exigncia de ma para sua execuo e de mais material  di:
dos pesquizadores.
c) Obrigado  fazer o que ningum quiz, e humilhado, mas de repente suspos que, ai difcil tarefa, poderia alcanar notoriedade.
1
) Pressentiu que eles no tinham percebido a ex- lenso do problema que apontara, e pde comprD uarsua impresso quando se referiram quilo que dissera, sem dar o devido peso a suas palavras.
e Hora aqui, hora ali, corria atrs de suas preto. ses, sem nenhum excrpulo de tirar vantagem do que quer que fOsse.
$.)FBV-EJ) Assinale a alternativa que compte' la corretamente as frases:
((adaqual faz como melhor lhe (
11)0 que () estes frascos?
li!) Neste momecrio os tericos (*) os conceitos.
l Eles ( casa do necessrio.
o)convm, contm, revem, provem b)convm, contm, revem, provm o)500vnl, contm, revm, provm ) convm, contm, revem, provem e)convm, contm, revem, provem
37.(ITA) Assinale a seqncia sem erro de acen liao:
u) pra (verbo), plo (subst.), averigUe, urutu t)para (verbo), pelo (subst.), averigUe, urutu c) pra (verbo), plo (subst.), averigUe, urutu ) pra (verbo), pelo (subst.), averigUe, urut e) para (verbo), pelo (subst.), averigue, urutu
39. (tIMSP) Assinale a nica alternativa em que nenhuma palavra  acentuada graficamente:
a) bonus, tenis, aquele. virus
b) repolho, cavalo, onix, grau
5) juiz, saudade, assim, flores
) levedo, carater, condor, ontem
e) caju, virus, fiqueI, ecloga
39. (E. CARLOS CIIAOAS'SP) Por favor, (*) com esse (), pais precisamos de (*)
a) para, rudo, tranqilidade
b) para, ruido, tranquilidade
e) para, ruido, tranquilidade
d) pra, rudo, tranqilidade
e) pra, rudo, tranqilidade
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
40. (PUC-SP) A ltima rei orma ortogrfica aba- riu o acento grfico da slaba subtnica e o atento diferencial de timbre. Por Isso, no h erro de acentuao na alternativa:
a) surpresa, pelo (contrao), sozinho
b) surpresa, pelo (contrao), sOzinho
o) surprsa, plo (verbo), sozinho
d) surpresa, plo (substantivo), sOzinho
e) n.d.a.
41. (PUC-SP) Assinale a alternativa de vocbulo corretamente acentuado:
a) hfen b) item
c) tens d) ritmo
e) n.d.a.
42. (CESGRANRIO) Assinale a opo em que os vocbulos obedecem  mesma regra de acen tuao grfica:
a)ters/limpida
b) necessrio/vers
c) d-lhes / neoessric
d) incndio /tambm
e) extraordinrio / incndio
43. (litilfOR-CE) A proposta, considerada pela maioria como... de., contrrios ao interesse geral, foI...
a) esteriso - previlgios - rejeitada
b) extenso - previlgios - re
c) extenso - privilgios - rejeitada
d) esteno -privilgios - regeitada
e) exteno - privilgios - rejeitada
44. (UNIFOR-CE) Era.., que se... tudo que havia sido.., na festa.
a) impressindivel - contabilizasse - dispenddo
b) imprecndvel - contabilizasse - dispendido
c) imprecindvel - contabilisasse - despendido
d) imprescindvel - contabilisasse - dispendido
e) imprescindvel - contabilizasse - despendido
Portugus - 27

Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
45. A opo correta qee contm, respectiva- mente, palavras semelhantes a confessava, bracos ner :
a) ressiso. ateno, isceles
b) disspulo, caarola, adolescente
c) assenso, berso, resciso
d) endossava. chourio, exceo
e) desassossego, espao, discpulo
(UEL-PR) Nas questes 46 e 47, assinale a letra correspondente  alternativa que preenche corretamente as lacunas da frase apresentada.
46. Dias..., vi o programa de computador,,, por eles e constatei que... muitas novidades.
a) atraz- utilizado-inctui d)atraz-uvlisado-inclue
b) atrs - utilisado - inclui e)atrs-uhhizado -inclue
c) atrs- utilizado - inclui
47. O... fel provocado pelo.., de doces que
comeu.
a) enjo - excea
b) enjoo - excesso
c) enjoo - exceo
48. (VUNESP) Assinale a alternativa em que to das as palavras devem ser acentuadas grafIta- mente:
a) movei, cascavel, sntese, semaforo, odor
b) avaro, austero, gratuito, ruido, eter
c) graudo, femur, geleia, interim, Mano
d) ureter, carater, fluido, miseria, aparelho
e) coroa, flor, urutu, amendoim, grau
49. (UNIFAP) No trecho: "Parece-me que a agu lha no disse nada, mas um alfinete, de cabe a grande e no menor experincia, murmurava  pobre agulha - Anda, aprende, tola. Cansas te em abrir caminho para ela o ela  que vai gozar da vida enquanto a ficas na caixinha de costura. Faze como eu, que no abro caminho a ningum"
As palavras assinaladas so, respectivamente:
a) proparoxtona, paroxtona, oxtona
b) paroxtona, oxtona, oxtona
c) paroxtona, monosslaba tnica, oxtona
Justifique sua resposta, por meio das regras de acentuao.
28 'Portugus
50. (UCPR) Quanto  acentuao:
1) vo, pessoa, amndoa, garoa
2) guarani, urubu, lbuns, lpis
3) caracteres, cadver, acar, raiz
4) desdm, trofu, ba, jr
5) jovem, nuvem, den, rto
a) esto corretas 1 e 4
b) esto corretas 2 e 3
c) est correta somente a 3
d) todas esto corretas
e) nenhuma est correta
51. (SUPF'RS) A opo em que nem palavras sublinhadas esto corretamei toadas:
a) Espera-se um grandenflm dores de excelente desempenho,
b) Eu me com as grandes aes nam deste verdadeiro n de olimismo.
c) Na oportunidade, agradeceram g empresa Mereceu  promoo. d) O menu constou de caldo verde, baoalh e vinhos porlupueses e) Os que viajam com crianas de siQ P0 citar um moiss, para maior conforto do l
52. (PUC-MG) Existe um erro de acentua fica em:
a) Ele se pua de medo pela palavra dita a mente.
b) Eu acho que ela tem um qu de misteri c) Pelo sim, pelo no, eu diria que o plo era preto.
d) O por-do-sol poraquelas bandas era di melho melanclico.
e) O rio corre para o mar e  l que ele pn
53. (ESAM-RN) Somente numa das sri xo, todas as palavras esto acentuada lamente. Assinale essa alternativa.
a) nctar, arguio, peru b) sto, im, cnon
c) contribuinte, averiguo, tnis
d) ritmo, anus, dend
e) jibia, contribu, relem
d) enjo- escesso e) enjo - excesso
54. (MAU-SP) Assinale aalteraativa em que pelo acnes um vocbulo no seja acentuado grati semente:
a Parabens, hiten, sotas b)tenix, esp voce, volatil l)aneis, rubrica, tenis, urubu d)thacna-la, biceps, rape. sauva
55. (AMAN) Das palavras abaixo, uma admite dias tormas de lustiticar o acento grtico, por enquadrar-se em duas regras de acentuao
I a)combustivel	d) pases
est	e) veculos
trs
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
56- (FMEDJON-SP) Identitique a alternativa em
que todas as palavras devem ser acentuadas
graticamente	-
a) filantropo, ureter, gratuito, jiboia, fenur
b) uno, luti garoa, espelho, juiz
c) sada, plausivel, cafeina, quadrurnaflo, Nelsbn
d) cardaco, leitoa, mel, coroa, leretro -
e) raz, saude, capataz, juiz, miosotis
51. (lIFLA-MO) Por que beber usque?" Das palavras abaixo, a que segue a mesma regra de acentuao de usque e por isso deve ser acentuada:
a) centopia	d) ruido
b) coquetis	e) heris
c) relgios
Linguageais, Cdigos e suas Tecnologias
_________ Bloco . Morfologia
Morfologia  o estuda da palavra ou vocbulo.
As palavras (ou vocbulos) podem ser divididas em unidades menores.
Ex.: menina menin-a
menininha menin-inh-a
Lembre-se:
Existem algumas palavras que no pod didas, pois no comportam unidades
Ex.: sol, mar.
A anlise mrfica segmenta a palavraer mrficos, que so as formas minimas de significado (menor parte a que se uma palavra, sem que ela perca o seu
flchal' Estrutura das Palavras
- Mortema
 a menor unidade de significao que constilui um vocbulo, ou os elementos do vocbulo.
Ex.: a palavra garotlnlias  constituda por 4 morfemas:
garot	-
o
lnh
o
a
o
5
o
base	indicao de	ndicao de	ndi de
signLlado grou diminuir gnero teminirio nmero pinrul
Pode ser livre ou preso (se for usado independente ou dependentemente no enunciado). Apresenta uma significao externa (noes do nosso mun do, em geral) e uma significao interna (noes gramaticais). Para reconhecer um morlema, neces sita-se aprender:
t significao.
t forma fontica: uma s forma fontica pode re presentar mais de um morfema, assim como um s morfema pode ter mais de umaforma fontica.
I - Radicais, prefixos e sufixos
Observe os seguintes vocbulos: mar, alunas, livrinho, conter, guarda-chuva. Eles se apresen tam sob diferentes formas estruturais. Os voc bulos devem ser reduzidos a formas menores, que so:
1) Radical: o radical  a parte invarivel que d a base de significao de um grupo de palavras per tencentes auma mesmafamiia.
Obt: as palavras pertencentes a uma m e que possuem o mesmo radical si cogiiatas.
Ex.: ferro, ferreiro, ferradura
O radical  o ncleo do vocbulo, significao externa,
Ex.: em mar, o radical  mar em alunas, o radical  aluo- em livrinhos, o radical  livr
o elemento comum e irredutivel de ur palavras,
Ex.: comida, conie comilo
2) Afixos: elementos acrescentados i que mudam o sentido delas (formam vras). So de dois tipos:
 prefixos: so formas presas  esquer bulas, que aparecem atrelados a vert zer) e adjetivos (des-leal). Os prefixos aclasse gramatical das palavras.
Ex.: In - feliz, des -leal
 sufixos: formas presas  direita das podem mudaraciasse gramatical dei. prximos ao radical que os prefixos.
So de trs tipos:
 nominais: formam substantivos e ac
Ex,: mento arma + mento ar vel deseja + vel = dese
30 - Poflnagu.
J verbais:
Ex.: -ejar desejar
-izar	realizar
-ecer - envelhecer
adverbiais s existe um
Ex.: -mente fiel 4' mente = fielmente
li- Vogais temticas e tiesinliciaS
lj Vogal temtica; vogal que se une ao radical para armar o lema da palavra. Tema  a parte do vocbu lupronta para receber uma desinncia ou um sufixo.
E Ex.:lratalha
Avogal temtica  que torna possvel a ligao entre ndical e desinncia.
Segundo Evanildo Bechara, as vogais podem ser:
 verbais: unem-se aos radicais de verbos. A vogal temtica verbal caracteriza cada uma das conjuga _es verbais, Podem ser de:
+ p conjugao	am-a-r
segunda conjugao	com-e-r
-terceira conjugao
dorm-i-r
OS.: A, E. 1 so vogais temticas,
 Avogal temtica da primeira conjugao aparece cam trs realizaes (variantes):
A (ai
la!
lei- na primeira pessoa do pre trito perfeito do
indicativo
/ 0/-na terceira pessoa
Ex.: am - A, am - E - i, am - (1-
 A vogal temtica da segunda conjugao aparece com duas realizaes (variantes):
lei
li'
Ex.: vend-E-ram, vendi-do
WngIIaIefls+ CMigas e suas TecnolOgias
 Avogal temtica da terceira conjugao apresenta variantes somente na grafia:
(j}
Ex,: partes, partis, parte, parti, partimos
 nominais: em portugus so: -a, 0, Q (ateno:
no contundir -a e-o com as desinncias de g
nero).
Important
As vogais temticas so Monas.
Ex.: terr-o, caro-a
Quando avogal for tnica, no  temtica.
Ex.: caf-zinllO
Caf  o radical, portanto a palavra  atemtica (no tem vogal temtica).
Palavras terminadas por consoantes tambm so atemticas e seu plural se d por variantes.
Ex.: mar/mares
2) DeSiIlnciaS so os elemenlos terminais de pala vras variveis. Indicam:
a) em nomes:
- gnero: masculino e feminino (forma binria)
Ex,: menino / menina
Tipos de forimO do gnero feminino:
 heteronmia: asformas do masculino e do femini no so completamente diferentes.
Ex.: bode/cabra, boi/vaca, homem/mulher.cachor ro/ cadela
 derivao: forma-se o masculino ou o feminino por meio de um sufixo,
Ex.: galo 1 galinha, imperador / imperatriz, conde i cond essa
flexo: masculino em o e feminino em a,
Ex.: noivo i noiva, menino 1 menina, garoto i garota
o e no est associado  noo de masculino,  vogal temtica.
Ex.:
mestr/e -vogal temtica
mestr / a - desmnncia do feminino
Portugus - 31
to
-
r
Linguagens. Cdigos e suas Tecnologias
Nesses casos a desinncia do gnero masculina  ausente.
autor/o - desinncia do masculino ausente autor! a - desinncia do teminino
 nmero: singulare plural. Respectivamente carac terizados pela ausncia e/ou presena do -5.
Ex.:	bancol- singular
-	banco/a - plural
Algumas regras de formao do plural:
 palavras terminadas em -r, -z, -s fazem plural em -es:
mar (singular)
pilar (singular)
embaixador (singular)
raiz (singular)
juiz (singular)
matriz (singular)
pas (singular)
=0
=0
=0
=0
=
=0
=0
mares (plural)
pilares (plural)
embaixadores (plural)
raizes (plural)
juizes (plural)
matrizes (plural)
palses (plural)
Obs.: palavras no oxilonas terminadas em -s so invariveis. Ex.: culos, lpis, nibus.
palavras terminadas eml fazem plural emis:
papis (plural)
papel (singular)
jornal (singular)	jornais (plural)
lcool (singular) =0 lcoois (plural)
 palavras termioadas emil fazem plural em:
-is: se ou for tnico
funil (singular)
canil (singular)
fuzil (singular)
-eis: se o ii for tono projtil (singular) rptil (singular)
 palavras termioadas em
-aos
mo (singular) rgo (singular)
=0
funis (plural)
canis (plural)
fuzis(plurat)
projteis (plural) r pie is (plu ral)
-o fazem plural em:
mos (plural) rgos (plural)
=0
-ae
po (singular)
co (singular)
escrivo (singular)
-oes
corao (singular)
eleio (singular)
multido (singular)
=0
=0
=0
palavras terminadas por
em -s
=0
=0
=0
=0
=0
pes ces 1 escriv
corai elei multic
vogais
parede (singular) menina (singular) jabuti (singular) garoto (singular) urubu (singular) b) em verbos:
- modo - tempo:
modo: indicativo, subjuntivo, muniu participio.
tempo: presente, pretrito (perteito, mais-que-perfeito), futuro (do presei trito).
Ex.: -va: (imperfeito do indicativo dai andava
-ra: (tono) (mais-que-perfeito
partira
-r: (luturo do subiuntivo) partir
-ria: (futuro do pretrito do indic
- nmero - pessoa:
nmero: singular ou plural.
pessoa: primeira, segunda ou terceir,
Obs.:vertambm ocapitulo"VERBOl
- presente do indicativo
Ex.: SINGULAR
1-' pessoa => - o
2" pessoa	-
3-' pessoa	- a
pL
1' pessu
? pess
3 pessc
paredi menir abuti:
garot urubu
Ex,:
32 Portugus
Linguagens. Cdigos e suas Tecnologias
Apndice
cagnalos
Alguns exemplos de vocbulos cognalos (de radi ca casam):
da raiz latina loqui (= falar), temos:
locutor (aquele que tala)
locutrio (lugar em que se lala)
locuo (ato delatar
loquaz (falador) etc.
- da palavra nocere (= prejudicar, causar dano), asas:
nocivo (que causa dano)
nocividade (qualidade de causar dano)
inocncia (ato de no causar dano)
Radicais Gregos
t.Pdmeiro elemento da composio
srnrtno
ar livro falso rpido estrangeiro
2. Segundo elemento da composio
FORMA
SENTIDO
cabea lugar onde se guarda
EXEMPLOS
aeronave bibliografia pseudnimo taquicardia xenofobia
EXEMPLOS
microcfalo biblioteca
Radicais Latinos
1. Primeiro elemento da composio
FORMA	SENTIDO	EXEMPLOS
ambi-	ambos	ambidestro
bis-,bi- duas vezes bisav pluri- muitos/vdos pturitorme
2. Segundo elemento da composio
FORMA	SENTIDO	EXEMPLOS
-cida	que mata	suicida
-voro	que come	carnvoro
Prefixos Gregos
FORMA
an-(a-)
hiper-
Prefixos Latinos
FORMA
ante des
SENTIDO
privao!
negaco posio superior! excesso
SENTIDO
anterioridade separao!
ao contrria
EXEMPLOS
anarquia
hipertenso
EXEMPLOS
antebrao desfazer
LEIA COM ATENO:
Existem alguns pretixos latinos e gregos que se po dem corresponder no sentido.
Ex..
PREFIXO LAflNO amb semi-
PREFIXO GREGO
anti taemi
SENTIDO
ambivalncia metade
Ficha 2 * Formao de Palavras
Processos de fonnao de palavras:
Existem trs tipos de patavras, do ponto de vista da tctmac:
a) palavras primitivas: palavra simples, que no re sulta de nenhuma mudana de outra palavra da Lin tua Pcrtuguesa.
Eu.: menino, bonito, borracha
b) palavras derivadas: patavra simples, que  forma da de outra (primitiva).
Ex.: meninice, bontteza, borracharia
c) palavras compostas: palavra que tem mais de um radicat.
Ex.: couve-flor, aguardente, lana-perfume
Poatuguis 33
1
Linguagens. Cdigos e suas Tecnologias
Em portugus temos dois tipos bsicos de proces- Ex.: mato (motocicleta)	cine (cine
sos de tormao de palavras:	pneu (pneumtico)	porn (pc
quilo (quilograma)	Z (Jos)
1) Derivao:
extra (extraordinrio)	zo (zool
 pretixal: acrescenta-se um prefixo.
auto (automvel)	Seu (sent
Ex.: com-por, de-ter	-
Garagu (Garaguatatuba)
 sutixal: acrescenta-se uni sutixo,
abreviatura: reduo na gratia das pala
Ex.: crem-oso. livra-ria	tando-se  letra inicial ou s letras iniciai
- parassinttica: acrescenta-se um sufixo e um preti-	podendo aparecer a letra linal).
xo, simultaneamente,	Ex.: p. ou pg. (pgina), Av. (avenida),
Ex,: em-pobre-cer, a-noi'te-cer	(senhor), Sra. (senhora), Ex. (exemplo,
 regressiva: cai um elemento da palavra
Ateno: no confunda abreviatura com
Ex.: lutar	luta (substantivo de lutar)	cues substantivas tormadas pelas inicia
embarcar embarque (substanfvo de embarcar) de uma entidade ou de uma instituio).
danar	dana (substantivo de danar)	Ex.: FUNAI, PTB, ONU etc.
Outros tipos de derivao:	2) Composio:
 hibridismo: formao de palavras com elementos	porjustaposio: sem acidentes fontic
de linguas diterentes,	elementos perceptiveis.
Ex.: tele/viso (latim + grego)	Ex,: passatempo, couve-tior, guarda-rou
socio/logia (latim t grego)
por aglutinao: no se distinguem os
auto/mvel (grego + latim)	torniadores do vocbulo.
banan/al (africano + latim)
Ex.: aguardente, planalto, fidalgo
reporb'agem (ingls + latim)
Florian/polis (portugus + grego)	3) Derivao Imprpria:
alcatlide (rabe + grego)	A nova palavra  tormada sem causar alt
primeira, consistindo esse processo na a
 onomatopia: palavra que procura reproduzir classe gramatical da palavra.
(aproximadamente) certos ruidos da natureza.
Ex.: A cala da garota estava velha Ex.: tique-taque, zumzum, cocoroc
o
A onomatopia acorre somente em trs classes de	adjeth
palavras:
A velha bateu  porta dos vizi
 substantivos: bem-te-vi, ptngue-pongue, teco-teco,
o
 verbos: miar, cacarejar, ciciar, cricrilar, uivar, urrar,	substantivo
 interjeies: pumba! zape! catapimba!
Tambm ocorre derivao imprpria
 abreviao (ou reduo): reduo de uma palavra	mudana de classificao dentro da pr
(at o limite permitido paracompreenso),	goria gramatical,
34 Portugus
4
Ficha 3' Classes de Palavras
Lingngens, Cdi e suas Tecnologias
Substantivo
1
tomegue designa os seres (pessoas, animais, cai Vlaseslados qualidades, aes).
Ex.: pessoas: Maria, Jos, Antnio animais: acar, cachorro, gato vegelais: laranjeira, violela, babosa tapares: So Paulo, ndia, sia coisas: cadeira, caderno, mesa eslados: prazer, estupidez qualidade: beleza, maldade, crueldade a(tes: entrada, chegada, cansao
II Classific ao Ossabslantivos podem ser:
 prprios: designam um nico individuo. O subs tanlivo prprio designa individualmente os seres, sem referncia a suas qualidades.
Ex,: Paulo, Brasil, Maria etc,
 comuns: designam o ser dentro de um conjunto de mesmaespcie. Os substantvos comuns determinam aseraclersticas dos seres designados, pois no  qual quercoisa que pode receber um nome especifico.
Ex.: canela (delermina todos os objetos cilindricos com carga de tinia que so utilizados para escrever).
 coletivos: designam um conjunto de elemenlos de mesma naltjreza.
Es.: cardume (conjunto de peixes) alcatia (conjunto de lobos)
biblioteca (conjunto de livros) etc.
Os subs colelivos usualmente designam con orles:
'e pessoas (associao, multido, clientela, clube, comitiva, turma etc.).
'de animais (bando, de aves: colmia, de abelhas:
rebanho, de cabras: matilha, de ces etc.).
 de coisas (aparelho, de janlar: arquiplago, de ilhas:
feixe, de lenha: herbrio, de plantas etc.).
 concretos: desjgnam o prprio ser, em sua inde pendncia.
Ex.: cachorro, menino, casa, rvore etc.
 abstratos: designam aes, estados ou qualidades dos seres.
Ex,: abrao, cansao, feiura (considereessas quali dades, estados e aes como independentes dos seres).
II - Flexo
1-De Gnero:
 masculino: so masculinos os substantivos com os quais usamos os artigos masculinos o/limo.
Ex.: o menino, o aluno, o jogo, um mdico, um juiz, um touro
 feminino: so lemininos os substantivos com os quais usamos os artigos femininos a/ uma. Ex.: a mulher, a me, a aluna, uma senhora, umavaca A regra geral deline que o gnero masculino  mar cado pela desinncia De o gnero feminino  marca do pela desinncia a.
Ex.: aluno masculino, aluna teminino
Entretanto, algumas palavras tm seu gnero defini do por sua terminao.
Eis alguns casos:
a) substantivos masculinos terminados em o ia zem o feminino:
 em 5: irmo(m)/irm(t)
guardio (m) / guardi (1)
'em ana: solteiro (m) / solteirona (1)
em oa: patro (m) (patroa (t)
b) substantivos masculinos terminados em orfazem oleminino em a.
Ex.:
doutor (m) / doutora jt)
aulor(m)/autora (f)
escritor (m) (escritora (f)
Portugus ' 35

5
-
1
Linguagens, Cdigos e suas Tecuotogias
o) substantivos masculinos terminados em e fazem
o feminino em a.
Ex.: parente (m) / parenta (ti
Entretanto, atguns substantivos masculinos termi nados em e no variam no teminino (ctiente, doente, ouvinte, estudante etc.).
Nesses casos a oposio se faz por meio do uso dos artigos.
Ex.:
oinocente (m) /a inocente (f) um estudante (m) / uma estudante (t)
d) substantivos masculinos termitiadosem es, lou zfazem o feminino em a.
Ex.: trancs (m) !francesa (1)
oficial (m) / oficiata (t)
zagal (m) /zagala (f)
juiz (m) / juiza (t)
portugus (m) / portuguesa (f)
e) substantivos masculinos terminados ema fazem
o feminino em a:
Ex.: menino (m) / menina (1) garoto (m) / garota (t)
Obs.: sero sempre femininos os substanttvos ter minados pelos sutixos:
isa papa (m) / papisa (t), poeta (m) / poetisa (t)
esa principe (m) / princesa (f). baro (m) /
baronesa (t)
essa conde (m) / condessa (t), visconde (mj /
viscondessa (1)
Existem ainda os seguintes tipos de substantivos, segunda o gnero:
 sobrecomum: designatanto seres do sexo mascu lino quanto do feminino, sem que haja oposio gra matical entre masculino e feminino,
Ex.: acriana (menino ou menina), acriatura, a pes soa, avitima
 comum-de-dois: uma s forma designa os dois sexos de pessoas (a oposio masculino/feminino se faz pelo uso do artigo).
Ex.: o pianista (m), a pianista (1), um doente (m), urna doente (f)
36 Portugus
 epiceno: uma s forma designa os dc de animais (a oposio se taz pelo uso vos macho e ltmea). Ex.: cobra macho (t tmea (1), jacar macho (m), jacar fmea
 heternimo: substatitivos dilerentes pari dos sexos.
Ex.: genro (m) / nora (t), pai (m ) / me (t}. cr gua(t), marido (m)!esposa(l)
2 De Nmero:
O nmero dos substantivos em portugu nido:
pela ausncia da desinncia s pela presena da desinncia
Ex.:	cavalo (singular)! cavalos (ptu
menino (singular)! meninos
pata (singular)! patas (plural)
A formao do plural dos substanlivos gus ocorre de vrias maneiras:
a) substantivos terminados em vogal o oral fazem o plural em s.
Ex.: aluna! alunas, espada! espadas, lei b) substantivos terminados em o tazei
em:
'dos:	corao
leo
limo
es:	po
escrivo
co
coraes lees limes
pes
escrive:
ces
 os:	cristo	"	cristos
irmo	irmos
gro	gros
Obs.: alguns substantivos admifem m plural.
Ex,: aldeo (s)	aldeos,
aldees
(substantivos lerrainados em rn trocam o eu por n. a pIa tal.
c:jovem (s)	jovens (p)
l) subs terminados em e fazem o plural em ou es.
:a:	abdomerus, abdmenes
Fsxtslantivos terminados em r, sou z fazem plural cru es.
mulheres (p)
deuses (p)
razes (p)
colheres (p)
=	meses(p)
ru	juizes (p)
)sutstantivos terminados em a so invariveis no F plural.
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
j) plural dos subslantivos lerminados em -zinho:
acrescenta-se o sufixo plural ao substantivo (tam bm no plural), suprindo o s final do substantivo.
Ex coraoziraho (s)	coraes - + zinlios
coraezinhos (p)
leozinho (s)	lees - s zinhos =
leezinhos
1) substantivos que s aparecem na forma plural.
Ex.: lrias, culos, npcias, trevas, anais, arredores
rn) plural dos subsfantivos composlos:
 em que somente o ltimo elemento varia.
 nos compostas por aglulirtao:
Ex.:	madressilva(s)	madressilvas (p)
girassol (s)	girassis (p)
 nas compostos com as termas adjetivas gro, gr e bel.
Ex.:	gro-prior s)	gro-priores (p)
gr-cruz (s)	gr-cruzes (p)
os torax (P)	bel-prazer (s)	bel (p)
'nos compostos formados porvertuos ou palavras invariveis * subs ou adjetivos.
Ex.:	beija-t (s)	bei)a-flores (p)
vice-rei(s)	-	vice-reis(p)
alIo-talanle (s)	alto-falantes (p)
em compostos onomatopicos (palavras que imi tam sons da natureza).
Ex.:	uique-taque (s)	tique-laques (p)
reco-reco (s)	=x	reco-recos (p)
Ex.:	ofrar(s)	=
F q)subsfantivos terminados em 1:
cam final ii, fazem o plural em is (nas palavras xnlsaas) ou eis (nas no oxitonas).
Eu.:	funil(s)	funis (p)
lssIl (s)	fsseis (p)
com final ai. ol, til, Irocam 01 paris.
Ex.:	carnaval (s)	carnavais (p)
lcool (s)	=	lcoois (p)
paul(s)	=,	pauis(p)
 tam final ei, trecam oi por ls.
Ex,:	nivei (s)	,	nveis (p)
paslel(s	pastls(p)
h) plural com metafonia: alguns substantivos al lama acento tnico fechado para o aberto no plural. Eu,: miolo (5) (fechado) miolos (p) (aberto)
ovo (s) (techado) m ovos (p) (aberto)
i) plural cem deslocamento da slabatnica: a slaba ttuica se desloca na passagem para o plural.
Ex: carter(s)	caracteres (p3
 em que somente o pdmeiro elemenfo varia.
 nos compostos em que h preposio.
Ex.: p-de-moleque (s) = ps-de-moleque (p)
 nos composfos de dois substantivos, onde o se gundo exprime a finalidade.
Ex.: saldo-familia salrios-fanoilia
papel-moeda (s)	papis-moeda (p)
 em que ambos os elementos variam. So os subs fanlivos cornposfostormados por:
 dois substantivos:
Ex.: carta-bilhete (s)
=, cartas-bilhetes (p)
Portugus 37

Linguagens. Cdigos 8 suas Tecnologias

. um substantivo e um adjetivo:
Ex.: amor-perfeito (s) => amores-perfeitos (p) guarda-noturno (s) => guardas-noturnos (p)

o alguns substantivos admitem mais de um plural. Ex.: fruta-po	=> frutas-po ou fruta-pes
padre-nosso => padre-nossos ou padres	nossos

3. De grau:
Os graus do substantivo podem ser:
o normal: boca, copo, co.
o aumentativo: bocarra, boca enorme, corpanzil, corpao, canzarro.

o diminutivo: boquinha, corpinho, corpete, cozinho. A gradao dos substantivos pode ocorrer de duas maneiras:
a) processo sinttico: pelo emprego de sufixos apropriados.
Ex.: chapu =>

chapelo (grau aumentativo) chapeuzinho (grau diminutivo) ramo => ramalho (grau aumentativo)
	ramalhete (grau diminutivo)

b) processoanalitico: pelo emprego de um adjetivo qualificado (grande, pequeno, imenso) ao substantivo.
Ex.:	carro grande (aumentativo analtico)
carro pequeno (diminutivo analtico) amor imenso (aumentativo analtico)
	p minsculo (diminutivo analtico)
Dbs.: os substantivos, em seus graus diminutivo ou analtico, podem ser tambm usados com sentidos de:
o desdm, desprezo. Ex.: padreco,livreco, coisinha etc. o afetividade (principalmente os sufixos diminutivos). Ex.: mezinha, queridinho, amorzinho, gatinha etc.

:> principais sufixos aumentativos:

-aa: barcaa (barca) -ao: unhao (unha) -alho: dramalho (drama)

38 . Portugus

-anzil: corpanzil (corpo) -o: chaveiro (chave) -aru: fogaru (fogo) -arra: bocarra (boca) -arro: bicharro (bicho) -astro: poetastro (poeta) -zio: balzio (bala) -orra: cabeorra (cabea) -az: pratarraz (prato) oua: dentua (dente)

:> principais sufixos diminutivos:

a) regulares:
-inho(a): patinho, gatinha, cabecinha -zinho(a): homenzinho, florzinha, cafezinho

b) irregulares:
-ola: chacarola (chcara), igrejola (igreja) -eta: caixeta (caixa), chapeleta (chapu) -eco: baileco (baile), livreco (livro) -ote: frangote (frango), rapazote (rapaz) -ete: farolete (farol), filete (fio)

c) eruditos:
-culo: habitculo (habitao) -ulo: vulo (ovo)
-iculo: versculo (verso) -sculo: corpsculo (corpo) -culo: fasciculo (feixe) -nculo: porcincula (poro)

Adjetivo

I. Conceito
Palavras que designam qualidades, condies ou E tados de um ser.

Ex.: mar imenso menina bonita camisa verde
	O O O O O O
	subst. adjetivo subst. adjetivo subst. adjeti


Obs.: o adjetivo modifica o substantivo ou qualquer palavra com o mesmo valor deste. Ex.: massa crua.
O adjetivo pode ser substantivado (tomar a posio de um substantivo).
Ex.: Os maus podem ser punidos.

Alm do adjetivo pode ocorrer a locuo adjetiva, que  formada por preposio + substantivo ou preposio + advrbio, com valor de adjetivo.

Ex.: homem corajoso = homem @. coraoem

 o adjetivo
 
	o
	locuo adjetiva
(preposio + substantivo!

patas traseiras = patas@. trs 	O O

adjetivo

   locuo adjetiva (preposio + advrbio)
   
li-Classificao
Os adjetivos podem ser:
. simples
. compostos

. os adjetivos simples tm uma s palavra:
Ex.: ruim, espanhol, fraco, amoroso, leal, esperto, inteligente
. os adjetivos compostos tm duas palavras:
Ex.: azul-marinho, branco-gelo, vermelho-sangue

Adjetivos Ptrios: adjetivos que se referem a pases, cidades, continentes, regies, estados etc.

Ex.:

Brasil => brasileiro

Braslia => brasiliense, brasiliano, candango Alemanha => alemo, germnico

s

Filipinas => filipino ndia => hindu, indiano Equador => equatoriano

vo

111- Flexo
Os adjetivos flexionam-se em gnero, nmero e grau.

Linguagens. Cdigos e suas Tecnologias

1) De gnero:
Como os substantivos, os adjetivos apresentam os gneros masculino e feminino.
Ex.:	homem corajoso (m)/mulhercorajosa (I)
        garoto esperto (m) / garota esperta (I)
        Alguns adjetivos apresentam somente uma forma que acompanha substantivos masculinos e femininos (geralmente so terminados por: a, e,l, m, r, s e z). So chamados de adjetivos uniformes.
Ex.: exame breve / orava 	O	O	O

breve O

subst. masculino adjetivo

subst. feminino

adjetivo

aluno O

iovem O

aluna
iovem
O
O

subst. feminino
adjetivo
oarota
aleore
O

O
subst. feminino
adjetivo

subst. masculino adjetivo

oaroto O

aleGre O

subst. masculino adjetivo
Outras adjetivos apresentam duas formas, uma que acompanha o masculino e outra que acompanha o feminino. So chamados de adjetivos bilormes e flexionam-se como os substantivos.

francs (m)/Irancesa (I)
trabalhador (m) / trabalhadora (I)
cru (m) / crua (I)
europeu (m) / europia (I)
belo (m)/bela(l)
bonito (m) / bonita (I)
2) De nmero:
O adjetivo tem o mesmo nmero do substantivo que acompanha.
Ex:.	mulher bondosa (singular) /
mulheres bondosas (plural)
menino espanhol (singular) / meninos espanhis (plural)
Nos adjetivos compostos, s o ltimo varia.
Ex.:	nacionalidades luso-brasileiras (plural)
     O
adjetivo composto

Ex.:

meninos mal-educados (plural) O
	adjetivo composto

Portugus, 39

11

11

1I II

II

11

II

II

ti

"II


Linguagens, Cildigos e suas Tecnologias

Obs.: exceto nos vocbulos: surdo-mudo (surdosmudos). verde-claro (verdes-claros) etc.
Ex.: surdo-mudo _ surdos-mudos
surda-muda _ surdas-mudas

Obs.: se o ltimo elemento do adjetivo composto for um substantivo. nenhum elemento varia:
Ex.: colchas amarelo-canrio I calas cor-de-_
	O	O	O
	adjetivo substantivo	substantivo
adj. + subst. ou cor-de + subst. = invariveis

3) De grau
O grau do adjetivo designa maior ou menor intensidade de uma qualidade atribuda a um substantivo. Assim. como nos substantivos. o grau pode serformado por dois processos:

a) sinttico: juntando ao adjetivo sufixos de intensificao.
Ex.: faclimo. chatssimo. belissimo, espertissimo

b) analtico: juntando aos adjetivos palavras que denotam intensificao.
Ex.: mais fcil. muito bonito. muito fcil
H dois tipos de grau do adjetivo:

a) comparativo: indica intensidade maior ou menor de uma qualidade atribuida a um substantivo. Compara a mesma qualidade entre dois seres. Pode ser:
o de igualdade: A garota  to bonita quanto a irm. o de superioridade: A garota  mais bonita (do) que a irm.

o de inferioridade: A garota  menos bonita (do) que a irm.

GRAU NORMAL bom

COMPARATIVO DE SUPERIORIDADE melhor

mau pequeno grande

pior menor

maior

40 . Portugus

b) superlativo: indica uma qualidade de um sul tantivo em grau intenso. Pode ser:
o absoluto: quando a qualidade atribuda ao sul tantivo  apresentada sem comparao com out seres. Pode ser apresentada sob as formas:
. sinttica: A vida  belissima.
Principais sufixos usados:
.ssimo: riquissimo, belissimo, habilissimo. ama simo. dulcissimo.
-imo: faclimo, aglimo, doclimo. humlimo. -rimo: macrrimo. celrrimo. celebrrimo. asprril pauprrimo.librrimo.

. analitica: A vida  muito bela.
Advrbios usados: muito, demais. extremame bastante.
o relativo: quando a qualidade  ressaltada em r o ou comparao com outros seres.

Ex.: Ela  a mais bela dentre as irms.

Pode ser:
. de superioridade: Maria  a mais inteligente de to . de inferioridade: Maria  a menos rpida de to

Exemplos de locues adjetivas:
Locues adjetivas	Adjetivos
de acar	"	sacarino
de guia	"	aquilino
de anjo	"	angelical
de anel	anular
de astro	sideral
de bispo	"... episcopal
de boca	oral. bucal
de cabea	,	ceflico
de cabelo	"	capilar
de calor	" trmico
de campo	" campestre. rur;
	agreste
de carta	epistolar
de chumbo	plmbeo
de chuva	".. pluvial
de circo	"	circense


I'

	de corao	cardaco
	de correio	postal
	de dana, coreografia	coreogrfico
	de dedo	digital
	de dinheiro	pecunirio
	de direito	juridico
	de ensino	didtico
	de erva	herbreo
	de fbrica	fabrl
	de ferro	frreo, sidrico
	de fgado	heptico
	de gado	pecurio
	de gato, ona	felino
	de gelo	glacial
	de guerra	blico
	de homem	viril
	de Igreja	eclesistico
	de ilba	insular
	de inverno	hibernar
	de irmo	fraterno, fraternal
                       (prpria de)
de lago	Iacustre
	de leo	Ieonino
de limo, laranja	ctrico, ctreo
de lobo	Iupino
de lua	Iunar
de me	maternal, (prprio
                       de), materno
de mar	martimo, marinho,
                        equreo
de marfim	ebrneo, ebreo
de mestre	magistral
de moeda	numismtico,
                        monetrio
de monge, mosteiro	monacal, monstico
de convento	convntico,
                        conventual
de nariz	nasal
de neve	nveo
de norte	"	setentrional, boreal
de olhos	ocular, oftlmico,
tico, ptico

1

s. s.

  Linguagens. Cdigos e suas Tecnologias
de ouvido	auricular, tico
de paraso	paradisaco
de pedra	ptreo,litide (com
                         aspecto de pedra)
                         de pele, epiderme	cutneo,
                         epidrmico
de clula, cela	celular
de pomba	columbino
de porco	porcino, suno
de prata	argnteo, argentino,
                         argrico
de prosa	prosaico
de raposa	vulpino
de rim	renal
de rio """""""""""""""""'" fluvial
de rocha, rochedo	rupestre
de romance	romanesco
de seda	srico
de soro	seroso
de tarde	vespertino,
                         crespuscular
de terra	trreo, telrico,
                         terreno, terrestre
                         de terremoto	ssmico
de trax """""""""""""""'" torcico
de touro	taurino
de tmulo	tumular
de umbigo	umbilical
de urso	ursino
de velho, velhice	senil
de vero, estio	estival
de vbora	viperino
de vidro	vtreo, hialino
de vinagre	actico
de violeta	violceo
de virilha	inguinal
de voz	vocal, fnico
de sul	austral, meridional
sem cheiro	inodoro
sem movimento	inerte, imvel
sem sabor	inspido, insosso
sem sal	insosso, insulso

Portugus. 41


Linguagens. Cdigos e suas Tecnologias

Artigo

1 - Conceito e Classificao
Artigo  o nome que se d s palavras (o, a, os, as e um, uma, uns, umas) que se antepem aos substantivos, O artigo determina ou indetermina o substantivo, Desse ponto de vista, classificamse em:

. artigos definidos: designam um ser ou objeto determinado, conhecido.

Conheo toda a cidade.
A vizinha de Carlos  bonita.
. artigos indefinidos: designam um ser ou objeto qualquer dentre outros.

Ex.:

Ex.:

Comprarei um livro. Uma mulher foi assaltada.

11 . Emprego dos artigos
Usa-se o artigo associado ao substantivo, sendo que o artigo nunca aparece depois do substantivo.
O artigo lIexiona-se em:

1) Gnero:

. masculino: o, os, um, uns => para substantivos masculinos.
Ex.: o garoto, os garotos, um boi, uns bois

. feminino: a, as, uma, umas => para substantivos femininos.
Ex.: a menina, as meninas, uma r, umas rs

2) Nmero:

. singular: o, a, um, uma => para substantivos singulares.
Ex.: o papel, a bolsa, um co, uma vaca

. plural: os, as, uns, umas => para substantivos plurais.
Ex.: os trabalhadores, as operrias, uns alunos, umas garotas

42 . Portugus

Numeral

I. Conceito e Classificao
Numeral  a classe de palavras que d nome nmeros.
Os numerais so classificados em:

. numerais cardinais: so os nmeros que ex mem a quantidade em si mesma ou a quantic certa de seres ou objetos.
Ex.: um, dois, trs, quatro etc.

. numerais ordinais: so os nmeros que indic, ordem dos seres ou dos objetos dentro de uma s Ex.: primeiro, segundo, terceiro, quarto etc.

. numerais multiplicativos: so os nmeros qu dicam uma multiplicao.
Ex.: dobro (ou duplo), triplo, qudruplo, quintuplc

. numerais fracionrios: so os nmeros que i cam propores (diviso).
Ex.: meio (ou metade), tero, quarto, quinto, I avos etc.
Obs.: H certos numerais, chamados de coleti que exprimem um conjunto de seres ou objel indicam um nmero exato. Ex.: novena, dezena cada, dzia, centena, cento, milhar.

11. Flexo 1) Cardinais:
. os numerais cardinais um e dois variam em _ ro (um / uma, dois / duas), assim como as centl a partir de duzentos (duzentos / duzentas, trezE /trezentas, quatrocentos / quatrocentas etc.).
 
. milho, bilho etc. variam em nmero. Ex.: milho / milhes, bilho / bilhes . ambos (= os dois) varia em gnero. Ex.: ambos / ambas

2) Ordinais:
. os numerais ordinais variam em gnero e nr Ex.: primeiro / primeira => primeiros / primeira


3) Multiplicativos:

. os numerais multiplicativos, dplice, trplice etc., variam em nmero.
Ex.: dpiices, trplices etc.

. os numerais multiplicativos usados com o valor de adjetivo so flexionados em gnero e nmero. Ex.: Comeu dois sanduches triplos.

41 Fracionrios:
. o numeral tracionrio meio concorda em gnero
com a palavra a que se retere. Ex.: Duas horas e meia. Um ano e meio.

5) Coletivos:
. todos os numerais coletivos so flexionados em
nmero.
Ex.: uma dcada / duas dcadas.

Pronome

I.Conceito
Pronome  o nome que indica uma das trs pessoas de um ato de fala, que so:

,

'1'pessoa (pessoa que tala): eu (me, mim, meu etc.). '2' pessoa (pessoa com quem se fala): tu (te, ti, teu etc.).
'3'pessoa (pessoa de quem se fala): ele / ela (se, si, seu/suaetc.).
Obs.: o pronome apenas indca a pessoa, sem lhe dar nome ou qualidade.

s, IS

o pronome denomina-se substantivo quando representa o substantivo.
Ex.: Marcelo estava feliz / Ele estava feliz.

  o substantivo
  
  o pronome
  
o.

Ex.: AQuilo no foi correto (certa coisa).
	O
pronome substantivo

  Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
  O pronome  adjetivo quando acompanha um substantivo.
Ex.: _ cachorro ficou doente. O

pronome adjetivo
No gostei da atitude de minha me. O

pronome adjetivo

11 . Classificao dos pronomes
1) Pronome Pessoal:
Indica uma das trs pessoas do discurso. Subdivide-se em:
a) pronome pessoal do caso reto: aquele que na frase tem a funo do sujeito. So os seguintes:

_	1,pessoa:eu
Singular	2' pessoa: tu
	3' pessoa: ele / ela

    _l' pessoa: ns Plural	2' pessoa: vs
                     3' pessoa: eles / elas b) pronome pessoal do caso oblquo: aquele que na frase tem a funo de complemento. Podem ser: . tonos (sem preposio e desprovidos de acento tnico):
                     
_	1'pessoa:me
Singular	2' pessoa: te
	3' pessoa: lhe, o, a, se

_	l' pessoa: nos
Plural	2' pessoa: vos
                        3' pessoa: Ihes, os, as, se
. tnicos (com preposio): marcados com acento tnico:

_	l' pessoa: mim
Singular	2' pessoa: ti
	3' pessoa: ele, ela, si

_1'pessoa:ns 2' pessoa: vs 3' pessoa: eles, elas, si

Plural

Portugus' 43


linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
Ubs.: Se a preposio for com, os pronomes obl quos tnicos aparecem nas formas comigo, conti go, consigo etc,
2) Pronome Possessivo:
So os pronomes que indicam posse de um ser ou objeto, para as pessoas do ato de fala.
pessoa: meu, minha, meus, minhas
Singular	2 pessoa: teu, tua, teus, tuas
3 pessoa: seu, sua, seus, suas
1 pessoa: nosso, nossa, nossos, nossas
Plural	2 pessoa: vosso, vossa, vossos, vossas
3u pessoa: seu, sua, seus, suas
Obs.: o pronome possessivo concorda em gnero e nmero com o objeto ao qual se refere,
Qbs.: O uso do pronome de 3a pessoa causa ambi gidade.
Ex.: Cana ligou para sua me.
(a me de Carta ou a me de quem fala?)
Para evitar a ambiguidade, usa-se a lorma dele IdeIa / deles / de las.
Ex.: Carta ligou para a me dela.
3) Pronome Demonstiativo:
So os pronomes que indicam a posio de um ser (no tempo, no espao ou no discurso) em relao pessoa do discurso. So os seguintes:
 este, esta, estes, estas, isto: proximidade do serem relac  pessoa que fala (phmeira pessoa).
Ex.:
Esta mesa est quebrada.
Isto no est certo.
Este garoto  inteligente.
 esse, essa, esses, essas, isso: proximi ser em relao  pessoa com quem se fala pessoa), ou um certo distanciamento da pee fala (primeira pessoa).
Ex.:	Esse edificio  muito alto.
Isso no est no lugar certo.
Essa blusa  colorida demais,
 aquele, aquela, aqueles, aquelas, aquil midade do obieto em relao  pessoa de i fala (terceira pessoa) ou distanciamento da que lala.
Ex.:
Aquela nuvem  a mais bela de 1
Aqueles dados estavam correto:
O que  aquilo?
Dbs: tambm funcionam como prcnomes trativos:
 o, a, os, as, com valor de aquilo, aquela, isto etc.
Ex,: No se faz o que se escreve.
(No se faz aquilo que se escreve).
 tal: com valorde aquele, aquela, este, esta, es Ex,: Tal acontecimento foi marcante. (aquel
 este, estes, esta, estas, isto: tambm tempo pfesente em relao  pessoa que relacionam com o advrbio aqui:
Ex,: Reste dia aguardo o resultado do exar tempo presente
Este aqui  o resultado do exame?
* esse, esses, essa, essas, isso: indicam 1 ou futuro pouco distantes e apontam o que bou de dizer,
Ex,: Essa nossa prxima conversa ser defir futuro
Essas coisas que falei me envergonhar algo que se acabou de dizer
 aquele, aqueles, aquela. aquelas. aquih Iam um afastamento temporat ou poca rem lacionam-se com os advrbios f ou ali.
Ex.: Aquela poca sim era boa! poca L esto aqueles sujeitos esquisitos. ad
Ex.: Recolhi meu livro,
Seus irmos sairam,
o
singular, masculino
Levaremos oosaas cestas,
o
plural. fxmir inc
o
plural, masculino Miofla me gostou.
o
singular, tem ia ir a
44 . Portugus
Linguagens. Cdigos a suas Tecnologias
4 Pronome Indefinido:
Sto os pronomes que indicam um elemento den tro de um conjunto (ou todo o conjunto), mas que no se define. Pertencem  terceira pessoa: algum, algum, ningum, nenhum, tudo, todo, nada, mais, anexos, certo, outro, outrem, vrios, quanto, muito,
1 Peuco
Ex.: Nenhum dos garotos assumiu a culpa do aci dente.
Todo membro do sindicato votou na eleio, Certa tarde ela esteve no musef. Algum contou o segredo a ela.
lhe.: Muito e pouco so pronomes indefinidos quando acompanham substantivos (caso contrrio so advrbios de intensidade).
Ex,: Os trabalhadores honestos ganham pouco di- cheiro.
Os alunos fizeram muitas perguntas.
Sj Pronome Relativo:
 o pronome que estabelece uma ligao entre duas nges, recuperando na segunda orao um ele mento da primeira orao. So estes:
- qte, o qual, a qual, os quais, as quais, cujo, cuja,
E. cujas, quanto, quanta, quantos, quantas, quem, onde.
Ex.: Encontrei o rapaz que se casou com Marina. O enconero para o qual o convidei no aoon
A pessoa de quem falei no  correta. A casa onde nasci foi demolida.
6 Pronome Interrogativo:
 o pronome que se usa para estabelecer uma ora o interrogativa direta ou indireta.
 quanto, quem, qual, que.
Ex.: Quem estava na festa com seu irmo? (direta)
Gostaria de saber quem estava na testa com seu irreo. (indireta)
Quanto dinheiro ete ganhou?
Qual  o seu nome?
II . Flexes
Os verbos se t em:
pessoa e nmero:
As tormas verbais exprimem as trs pessoas do dis curso, no singular e no plural.
la pessoa
Singular	2 pessoa
3 pessoa
t modo:
Existem trs modos do verbo:
 indicativo: refere-se a latos reais, certos. Ex.: amo, amas, ama etc.
 subjuntivo: exprime dvida, incerteza, um fato pos sivel.
Ex,: talvez ame, se amasse elo.
 imperativo: indica uma ordem, convite, pedido ou conselho.
Ex.: amai, no saia, tique etc.
t tempo:
Existem trs tempos do verbo:
 presente: aes contemporneas ao momento da tala.
Ex.: Marcelo est fazendo as taretas. Assisto ao filme.
Verbo
- Conceito
Verbo  o vocbulo que indica:
ao:
'estado:
Ex.: A menina comprou um doce,
fenmeno:
Ex.: O pai estava contente.
Ex.: Choveu o dia inteiro,
eu amo tu amas eta/ele ama
Plural
E 1' pessoa
2 pessoa
3u pessoa
ns amamos
vs amais elas/eles amam
Portugus . 45
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
pretrito: indica aes acontecidas no passado, em passiva: quando a pessoa a que o verbe
relao ao momento da fala. Subdivide-se em:  paciente da ao verbal (recebe a ao).
pretrito irnperteito: indica aao como anteriorao	EX,:	A menina foi chamada peta lia.
momento atual, mas ainda no concluida.	(Menina  paciente da ao verbal
Ex.:	O soprano cantava muito bem.	A roupa foi feita no alfaiate.
A menina falava demais.	(Roupa  paciente da ao verbal.
A voz passiva pode ser:
 pretrito perfeito: indica uma ao j concluida no
passado.	 analitica: tormada pelos verbos ser, esta
Ex.: O soprano cantou muito bem,	mais particpio do verbo da ao.
Adrianasaiu ontem.	Ex.: O quadro  pintado com rapidez pe
 pretrito mais-que-perfeito: indica uma ao ante	1.)
nor a outra ao tambm passada,	verbo ser + participo de 'malar
Ex.: Quando cheguei ao teatro, o soprano j cantaa.	 pronominal: formada pelo verbo mais
Fui  casa de Ana, mas ela j saira.	obliquo se (pronome apassivador).
Obs.: a voz passiva pronominal s pode.
 futuro: indica aes ainda no realizadas. Subdivi'	na terceira pessoa.
de-se em:
Ex.:	Vende- se material usado.
 futuro do presente: indica uma ao que ainda vai	o o
acontecer, em relao ao presente,	verbo o pronome apausivador
Ex,: Os alunos faro a prova amanh.	 reflexiva: indica que a pessoa  agente e p.
Iremos ao clube,	ao verbal, ao mesmo tempo. A voz refle
mada pelo verbo seguido de pronome obli
 futuro do pretrito: indica uma ao posterior em	soa igual).
relao a outra ao j passada.
Ex.: Ela se enfeita com prazer para o
Ex.: Os alunos fariam a prova, se o prolessortives
se vindo.	Tu te magoaste com a estupidez
Ele faria falta se no tivesse ido.
I - Conjugao
t voz:	Conjugar um verbo  apresent-lo em tod
A voz indica a qual pessoa se refere a ao. Pode	formas, nas diversas pessoas, nmeros
ser:	modos e vozes.
 ativa: quando a pessoa a que se refere  o agente da Em porlugus. existem trs conjugaes, zadas pelas vogais temticas.
ao verbal (aquele que pratica a ao).
1' coajugao: vogal temtica a: talar cai
Ex.: Ns compramos a casa.
 2' conjugao: vogattemtica e: comer,ve
Eles comem depressa.
 Se conjugao: vogal temtica i: parlic sei
Obs.: a palavra ns  o agente da ao verbal com
pramos. A palavra eles  a palavra da ao verbal	Oh.: pr  um verbo da 2' conjugao
comem.	sua vogal temtica (poer).
46 Portugus
.. ..
IfClassificao dos verbos
t)iegatlar:  aquele cuja radical no se altera, e cujas terminaes seguem o modelo da conjugao a que pertencem.
ts,auha-se o radical de um verba tirando as termi naes ar, er ou ir do infinitivo.
Lv.:	cant-ar	vend-er darm-r
t	o
radical	radical	radical
1)liregular:  o verbo no qual o radical no se man Mm regular au em que as terminaes no seguem vrnadelo de sua con)ugao.
En.: verbo ouvir (no presente do indicativo).
Tu ouves Ele/Eta ouve
Ns ouvimos
3) Anmalo: aquele que possui mais de um radical ta coil
verba ser.
sou, era, fui, sers etc,
4) Defectivo:  aquele que no possui todas as tor cias na conjugao.
En.: verbo abolir (no presente do indicativo).
Ns abotimos
Eles/Elas abolem
5 Auxiliar  aquele que, sem possuir uno sentido prprio, acompanha outro verbo, formando uma aMdadedesigniticao. Nesse caso, ocorre numa lo cao verbal,
Ex.: Anoite
auxiliar + principal	iccuusie,zxerbai
 principais verbos auxiliares so:
ser, estar, ficar, haver, continuar, ter, ir, vir, comear,
fins.: flexiana-se o verbo auxiliar, O verbo principal aparece no infinitivo, no gerndio ou no particpio passado.
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
6) Abundantes: so os verbos que apresentam duas ou mais formas equivalentes.
Ex.: aceitado - aceito
A abundncia acontece principalmente na parlici pio, em queaparece uma forma regular (com a termi nao 'do), que  usada na voz ativa (com os auxi liares ter ou haver), e uma forma irregular usada na voz passiva (com os auxiliares ser ou estar).
verbo auxiliar * lorfflaieciS,r
A vela foi !M aps a missa,
o o
vvrbo auxiliar + forma irregular
V - Formas rixotnicas e arrizotnicas
1)Rizotnica:
So os verbos que tm a slaba tnica no radical,
So rizotnicas:
lo, 2 3 pessoas do singular e 3u pessoa do plural dc:
presente do indicativo
presente do subjuntivo
imperativo
Ex.: canta, cantas, canta
2) Arrizotnica:
So os verbos cu(a silaba tnica no est no radical, mas sim na desinncia,
Ex.: queria, vendido, cantamos
VI - Formas nominais do verbo
O infinitivo, o gerndio e o particpio so chamados de formas nominais porque podem ser utilizados como nomes.
1) Infinitivo: formado por:
radical + vogal temtica  desinncia e
Ex.: cant-a-r
O infinitivo pode ser usado como substantivo.
Ex.: Sofrer  aprender,
Portugus 47
1
o
Ex.:
O padre tinha z) o beb.
Eu ouo
o
o
Vs ouvis
Eles/Elas ouvem
Eu (no h)
Tu abotis
Ele/Eta abole
Vs abotis
o
Linguagens, Cdigos e soas Tecnologias
2) Gerndio: dormado por:	+ de intensidade: Ela estava muito cansada
radical + vogal temtica + destnncia -rido.	 de afirmao: Etes realmente gostaram
Ex.: corr-e-ndo	 de negao: No saia sem agasatho.
O gerndio pode ter as funes de adjetivo ou de Principais advrbios:
advrbio.
de afirmao: sim, certamente, realmente,
Ex.: Anoitecendo, ele chegar (advrbio) rm (assim
que anoitecer)	 de dvida: acaso, talvez, porventura, qui
velmente, possivelmente.
3) Particpio: formado por:
radical + vogal temtica + desinncia -do	'de lugar. abaixo, acima, adiante, ai, atem, a:
l, defronte, dentro, detrs,junto, longe, ondi
(partcipio passado).
Ex.: com-i-do	'de modo: assim, bem, depressa, devagar,
thor, pior, e quase todos os terminados er
O particpio pode ser usado como adjetivo.	(rapidamente, velozmente, ategreme nte,
Ex.: casa vendida! gua fervida	mente etc.).
O	O	 de negao: no, absolutamente, tampo
(adjetivo)	ladietivct
 de intensidade: bastante, muito, pouco. mais, meio, menos, tanto, to, quase, qua
Advrbio
 de tempo: agora, ainda, amanh, anteor
tem, antes, breve, cedo, depois, ento, hoje
- Conceito	togo, nunca, j. tarde, diariamente etc.
Advrbios so vocbulos que denotano circunstn
cia (de modo, tempo, lugar, dvida etc.) a um:	' Emprego
verbo	O advrbio pode se prender a nomes ou
adjetivo	e, devido a isso, pode ser um advrbio nc
pronominal.
outro advrbio
1) Advrbios Nominais: geralmente forma
Ex.:	flezava ardorosamente.
("ardorosamente" modifica o verbo)	adjetivo + sufixo -ir
Ex.: agradavelmente (= de modo agradvi Tinha urna beleza muito arrebatadora.
("muito" modifica o adjetivo)	2) Advrbios Pronominais: podem ser:
No entendia muito bem as explicaes.	. relativos: onde, em que, quando, como 1
("muito" modifica o advrbio)	Esses advrbios tiguram como ligao e
oraes.
li-Classificao
demonstrativos: aqui, l, c, ai.
De acordo com a circunstncia que denota, o advr
bio pode ser	' indefinidos: que, muito, pouco.
 de modo: O garoto olhou tristemente (= de modo	- interrogativos: onde?, quando?, como? e
triste) para o pai.
Nota: Grau dos Advrbios
 de lugar: Aqui est a casa sobre a qual falei.
Alguns advrbios podem ser flexionados
'de tempo: Ontem sa com meus amigos.	adjetivos (principalmente os advrbios
 de dvida: Talvez eles venham para o jogo. sendo usados no comparativo e no supe 48' Portugus
Linguagens. Cdigos a suas Tecnologias
 excluso: menos, s, somente.
 designao: eis.
 situao: ento, mas, se.
 realce: mas, e que,  porque. retiticao: isto , alis etc.
Preposin
- Conceito e Classificao
Preposio  uma palavra invarivel, que liga pala vras entre si, estabelecendo uma subordinao da segunda pela primeira.
A preposio pode ser:
 essencial: palavra que s tem funo de prepo siaO.
Ex.: a, de. para, por, com, sem, sob, entre.
 acidental: patavm que assume outras funes, alm da de preposio. Ex.: conforme, visto, como, lora, mediante etc.
li - Combinao e Contrao A preposio pode combinar-se com palavras de
outras classes gramaticais:
 com artigo definido:
Masculino: a+o = ao; a+os = aos;
em+O = no; em4os = rios
de+o = do; de+os dos
para+O = pro; para+os = pros
Feminino: aa = ; aias = s
em+a = na; em+as = nas
de = da; detas = das
para+a = pra; paratas pras
* com artigo indetinido:
em+um = uum; em-iuns = nuns em+uma = numa; em+umas numas de+um = dum; de+uns = duns de+uma = duma; de+umas = dumas
 comparativo
I * de igualdade:
Era to magro como o amigo.
 de interioridade:
Era menos magro que o amigo.
'de superioridade:
(analtico) Era mais magro que o amigo. (sinttico) Era melhor que o amigo.
 superlativo
superlativo absoluto
 analtico:
Correu o mais rpido possvel.
,sintticO:
Ccrreu rapidamente.
'diminutivo (com valor de superlativo):
Correu rapidiiiho at a padaria.
IV. Locues Adverbiais e Palavras Denotativas Locuo Adverbial  uma expresso formada por preposio + substantivo e que tem tuno de odvrbio.
Ex,: Ele executava a tareia em silncio.
o o
cilericiOsameri	prep. + subst
Outras locues adverbiais
core certeza
ctm honestidade
 direita
 esquerda
 tca
 vontade
a cavalo
a p
em geral
utite
 iarde
passo a passo em domicilio ao vivo em breve de vez em quando pela manh por ora de tempos em tempos
Palavras Denotativas: so palavras semelhantes aos
advrbios, mas que no podem ser ctassiticadas
como tal, Indicam circunstncias de:
 explicao: por exemplo, isto , a saber,
 incluso: inclusive, tambm, at.
Pottugios
 49
t.inguageus, Cdigos e suas Tecnologias
'com pronome demonstrativo:
 preposio + preposio. Ex, Foi at ao museu conferir a exposio.
Algumas Locues Prepositivas
por causa de ao lado de em virtude de a pes a r de abaixo de ao redor de
acerca de a par de atravs de por trs de junto a em torno de
ai-aquela = quela; ai- aquelas = quelas ai-aquele = quele; a = queles ai-aquilo = quilo
dei-aquela = daquela; dei-aquelas = daquelas de = daquele; dei-aqueles = daqueles dei-essa = dessa; dei-essas = dessas dei-esse = desse; dei-esses = desses dei-isso = disso
de+esta = desta, dei-estas = destas dei-este = deste; dei-estes = destes dei-isto disto
em = naquele, emi-aqueles = naqueles erni-aquela = naquela; emi-aquelas = naquelas em = naquilo
ern+esse = nesse; em nesses em+essa = nessa; emi-essas nessas em-i-isso = nisso
erni-este neste, emi-esles = nestes emi-esla = nesta; em = nestas eri = nisto
Conjuno
- Conceito Palavra invarivel o raes.
que
estabelece relae:
l
As conjunes so classificadas em:
1) Coordenativas: ligam palavras ou cra mesma funo. Podem ser:
com pronome pessoal:
 aditivas: exprimem uma adio vae, nem.
Ex,: No gostava da filha uni da me.
dei-ela = dela; dei-elas = delas dei-ele dele; dei-eles = deles emi-ele = nele; emi-eles = neles enn+elas = nela; em = nelas
com advrbio:
 adversativas: exprimem urna oposio. traste
mas, contudo, porm.
Ex.: Tomou os remdios, m conlinuasentind{
dei-ai = dai dei-aqui = daqui de+ali = dali
 alternativas: indicam uma alternncia ou...ou, ora...ora.
Ex.: Ora sentia amor, ora dio.
I - Locuo Prepositiva
 conclusiva: indicam uma concluso portanto, logo.
Ex.: Estudou muito; logo ser aprovada.
Grupo de palavras com funo de preposio:
 advrbio + preposio a, de ou com, Ex,: Saiu atrs do namorado.
50 ' Po.tugas
 explicativa: exprimem urna justificao va que, porque, pois.
Ex.: No tinha muitas amigas. porque era lher desagradvel.
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
2) Subordinativas: ligam uma orao subordinada  orao principal. Podem ser:
integrantes: estabelecem uma orao subordinada substantiva
- que, se,
Ex.: No sei se uma boa escolha.
causais: exprimem uma causa
m porque, visto que, que, como (= porque), j que.
Ex.: No fez a lio porque estava doente.
'comparativas: indicam uma comparao
assim como, que, como, qual.
EL: O garoto era inteligente como o irmo.
 concessivas: indicam uma concesso
ainda que, embora, apesar de que.
Ex.: Ainda que viessem lesta, no seriam recebidos, cordicionais: exprimem uma condio
se, caso, uma vez que.
Ex.:Seelativesse ouvido a me, no estada agora em m situao.
conformativas: exprimem urna conformidade
conforme, segundo, como.
Ex.: Fez ludo conforme havamos combinado.
 consecutivas: indicam uma conseqncia, con secutividade
mque (antecedido portal, tamanho, to, tanto). Ex,: Erato exigente que nunca conseguiu ser feliz.
finais: indicam uma finalidade
xa a fim de que, para que, que, porque (= para que).
Ex,: Levou o garoto ao mdico para que lesse exa minado.
 proporcionais: exprimem uma proporo  proporo que,  medida que, quanto mais, quanto menos.
Ex.: Quanto mais o repreendiam, mais ele se com- podava mal.
lemporais: exprimem uma temporahdade enquanto, quando, logo que, antes que, primeiro que, depois que, assim que, desde que, apenas, mal, cada vez, at que.
Ex.: Depois que ela mentiu, ningum mais a res peitou.
Oba.: locuo conjunttva  um grupo de palavras com o mesmovalorde uma conjuno. Ex.: assim que, logo que, assim como etc,
Interjeio
 Conceito
Interjeies so palavras usadas para a expresso dos estados emocionais,
I - Classificao
As interjeies podem exprimir satisfao, insatisfa o, admirao, dor (fsica), assim como podem constituir um modo de chamar a ateno de um interlocutor.
So palavras como:
AIf (tentativa de estabelecer comunicao)
Oh! (exprime admirao)
Ai! (dor)
Oba! (satisfao)
Ah! (alivio) elo.
Portugus - 51
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
58. (E BELAS ARTES-SP) Assinale a alternativa que pode substituir a expresso gritada, de acordo com a formao das palavras:
"Dizem que o carioca tem averso ao trabalho. Isso no  verdade.
o) xenofobia d) dendrofobia
a) nosofobia b) ergolobia
59. (UNIFENAS-MO) Assinale a alternativa que con tm a correspondncia correta entre o compos to de origem grega e o seu significado.
a) anarquia = falta de cabea
b) aristocracia = governo dos plebeus o) teocracia = governo de religiosos
d) oligarquia = governo de um pequeno grupo
e) plutocracia = governo exercido por estrangeiros 60. (PUC-SP)0 vocbulo ostentando apresenta em sua estrutura os seguintes elementos mrficos:
a) o radical ostenta e o pretixo ndo.
b) o radical ostent-, a vogal temtica -0,0 tema os. tenta e a desinncia -ndo.
c) o prefixo os-, o radical tent-, a vogal temtica -a e a desinncia -ndo.
d) o radical ostenta,o temaostent- e a desinncia-OdO e) o radical -ndo, o lema ostent- e a vogal temtica -a.
61. (FUVEST-SP) Assinalar a alternativa que re gistra a palavra que tem o sufixo fornoador de advrbio.
a) desesperana
b) pessimismo
c) empobrecimento
52.
"nove ngulos" - "governo de poucos" - "som agradvel" - "dor de cabea
Escolha a alternativa cujas palavras Iraduzem os sig nificados apresentados acima.
a) pentgono, plutocracia, eutania, mialgia b) enegono, oligarquia, eulania, cefalalgia o) nonangular, democracia, cacolonia, dispnia d) enegono, aristocracia, sinfonia, cefatalgia e) hendecgono, monarquia, sonoplastia, cefalia
63. (ITA-SP) Considere as seguintes palavras, prefixos so de origem grega: difano, endrn epiderme, anfibio.
Qual alternativa apresenta palavras culos preti origem latina, correspondem, quanto ao si do, aos de origem grega?
a) translcido, ingerir, sobrepor, ambivalno b) disseminar, intramuscular, superficial, ambi o) disjungir, emigrar, superviso, bilinge d) transalpino, enclausurar, superclio, amb e) percorrer, imergir, epopia, arnbivalncia
64. (PUC-SP) Sabendo-se que prefixo morfema que se antepe ao radical, alt sua significao, assinale a alternativa qu senta as quatro palavras iniciadas por um 1 a) perfazer, decifrar, disparidade, reposio b) retido, disscnncia, divindade, insatisfa c) discorrer, entrever, perguntar, reler
d) inamovivel, bisav, comprimento, desca e) surpresa, asmtico, esbravejar, anulao
65. (UFRJ) Assinale a alternativa cujo pre
tem o sentido de posteridade.
a) sublinhar	d) sub)acl
b)	subseqente	e) submin
o)	subdesenvolvido
66. (UMESPI Dentre as alternativas abai, nale aquela em que ocorrem dois prefi do Idia de negao.
a) impune, acfalo	d) importar
b)	pressupor, ambguo	e) ilegal, re
c)	anarquia, decair
61. (UFSC) Assinale a alternativa em qi mento mrfico em destaque est corre analisado.
a) menina (-a) - desinncia nominal de g' b) vendeste (-e-) - vogal de ligao
c) gasmetro (-o-) -vogal temtica de segi jugao
d) amassem (-sse-) -desinncia de segt soa do plural
e) cantarieis (-is) - desinncia do imperfei' juritivo
52 - Portugus
Bloco	 Questes de Vestibulares
Ficha 1
d) extremamente e) sociedade
69. jUFPEL-RS) Os vocbulos da primeira coluna possuem prefixos latinos; os da segunda, prefi xosgregos. A alternativa em que os dois prefixos tio se correspondem semaroticamente :
a) subdesenvolvimento! sintonia b) ambidestro! anfbio
o) previsto! programa d) infiel /anniico e) transparente / dilogo
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
69. (UNIFOR-CE) Assinale a alternativa em que os prefixos, sendo um de origem latina e outro de origem grega, apresentam o mesmo signifi cado.
a) intramuscular - endovenoso
d) disslabo - hemisfrio
b) superfcie - hiptese
e) adjetivo - sublinhar
o) contrapor - infeliz
70. (LtFU-MC) A palavra sambistatem o mesmo pro cesso de formao da palavra:
a) pista
d) persista
e)tstadista
11.(UFF-RJ)O vocbulo catedral, do ponto de vis ta de sua formao, :
a) primitivo
b) ctmposto por aglutinao
a) derivado sufixal d)parassinttico e) derivado regressivo de catedrtico
12. UPIIFENAS-MO) O infinitivo correspondente torna verbat negrejava est formado por:
a)denivao imprpria b)denivac parassinttica o) derivao sufixal d) derivao regressiva
e) composio
73. (UFPE) Quanto  formao de palavras:
a) preconceito  formao prefixal.
b) pluralismo e fragilidade so tormaes sufixais. o) Incontroverso, individual e interna so forma das com o prefixo latino in, com sentido de negao. d) ampliao, repelncia, preparao e chiada oia so substantivos formados a partir de formas verbais.
e) em fragilizar, modernizar e democratizar o su fixo -bar torma verbos a partir de adjetivos.
74. (UFCE) Complete os espaos abaixo com o
substantivo que corresponde ao verbo destaca do nas passagens:
1) ... acendeu neta o desejo... A (*) do desejo.
2) ... e repetia puxando-me... A () do chamado.
3) ... um gesto que eu no descrevo A )) do gesto.
Marque a alternativa que completa correta mente os espaos acima:
a) aceno - repetiso - descrio
b) acenso - repetio - descreo
o) aceno - repetio - discrio
d) acenso -. repetisso - descriso
e) acenso - repetio -. descrio
75. (UNIFENAS-MO) Assinale a alternativa que con tm, pela ordem, o nome do processo de forma o das seguintes palavras: ataque. tributria e expatriar.
a) pretixao, sufixao, derivao imprpria
b) derivao imprpria, sufixao, parassntese
o) pretixao, derivao imprpria, parassintese
d) derivao regressiva, sutixao, prefixao e sutixao
e) derivao regressiva, sufixao, parassintese
76. (ESALQ-SP) So palavras formadas por pre fixao:
a) luminoso, traternidade b) liberdade, sonhador o) conselheiro, queimado d) linguagem, escravido e) percurso, ingrato
Portugus - 53
II
Linguagens, Codigos e suas Tecnologias
11. (PIJC-SP) As palavras azuladas, esbranquiadas, bons-dias e lavagem foram formadas, respecti vamente, pelos processos de:
a) derivao parassinttica, derivao prefixal e sufixal, composio poraglutinao, derivao prefixal e sufixal b) derivao sufixal, derivao parassinttica, com posio por ustaposio, derivao sufixal
c) derivao parassintttca, derivao parassinltica, composio por aglutinao, derivao sufixal d) derivao pretixal e sufixal, derivao prefixal, com posio porjustaposio, derivao parassinttica e) derivao sufixal, derivao imprpria, composi o porjustaposio, derivao sufixal
18. (ACAFESC) Quanto  formao de palavras,
aponte o exemplo que no corresponde  afir mao.
a) infeUz- derivao prefixal
b) inutilmente- derivao prefixal e sufixal
c) couve-flor - composio por justaposio
d) planalto - composio por aglutinao
e) semideus - composio por aglulinao
19. (CEFET-PR) Em qual das alternativas no h relao entre as duas colunas quanto ao pro cesso de formao das seguintes palavras:
a) magoado	derivao sufixal
b) obscuro	derivao prefixal
c) infernal	derivao prefixal e sufixal
d) aterrador	derivao prefixal e sufixal
e) descampado	derivao parassinttica
80. (FIIVEST) Foram tormadas pelo mesmo pro cesso as seguintes palavras:
a) vendavais, nautrgios, polmicas
b) descompem, desempregados, desejava c) estendendo, escritrio, esprito
d) quietao, sabonete, nadador e) religio, irmo, solido
81. (VUNESP) As palavras perda, corredor e saca- rolhas so formadas, respectivamente, por:
a) derivao regressiva, derivao sufixal, composi o por juslaposio
b) derivao regressiva, derivao sufixal, derivao
parassinttica
o) composio poraglunao,dertvao parassinttica, derivao regressiva
54 . Portugus
d) derivao parassintlica, composio por ju posio, composio por aglulinao
e) composio por justaposio, composio aglutinao, derivao prefixal
82. (CESCRANRIO) Assinale a opo em que o cesso de formao de palavras est indevidan, caracterizado.
a) vagalume - compcsio d) baunilha- sutix
c) cruzeiro - sulixao
e) palmeira-sutix
83. (FUVEST) Assinale a alternativa em que
das palavras no  formada por pretixac
a) readquirir, predestinado, propor
b) irregular, amoral, demover
c) remeter, conter, anlegozar
d) irrestrilo, antipoda, prever
e) dever, deter, antever
84. (PUC'SP) Assinale a classificao errar
processo de formao indicado.
a) o porqu - converso ou derivao impr
b) desleal - derivao prefixal
c) impedimento- derivao parassinttica
d) anoitecer - derivao parassinttica
e) borboleta - primitivo
85. (UFPR) A formao do vochulo dest a
na expresso 'o canto das sereias" :
a) composio por justaposio
b) derivao regressiva
c) derivao sufixal
d) palavra primit iva
e) derivao pretixat
8L(PUC-RJ) Relacione osslunlmosnasdm lenas abaixo e assinale a resposta correta.
1) translcido	( ) contmveneno
2) antidoto	( ) metamorfose
3) transformao	( ) difano
4) adversrio	( )antltese
5) oposio	( ) antagonista
d) 1,4,5,2,3 e) 4,3,1,5,2
b) irritao-sutixao
a)1,
b) 2,3,4,5, 1
o) 2, 3, 1, 5,4
Linguagens. Cdigos e suas Tecnologias
li, (UFGO) Assinale a alternativa que corresponde atirmao correia sobre o processo de formao das palavras em negrito nas expresses abaixo:
ltima novidade da revista Caras." rordam as ltimas informaes da revista Capri cho ou Carcia.
a) derivao prefixal	d) composio
b)derivao sufixal	e) hibridismo
c) derivao imprpria
tB. (UFPA) No perodo: "Embora vivesse num arra nha-cdu, eraum desarmado.", as palavras em des taque so formadas, respectivamente, por:
a)satixao. iustaposio e aglutinao
b)aglutinao, juslaposio e parassntese
FichaS
c) parassinlese, justaposio e sutixao
d) prefixao, aglutinao e parassinlese
e) aglutinao, justaposio e prelixao
89. (IJFLA-MC) '1..) o casal que passara o dia procu rando um quarto na grande cidade indiferente."
A palavra gritada exemplifica o seguinte processo de formao de palavras:
a) hibridismo
b) derivao regressiva
c) sutixao
d) derivao imprpria
e) prefixao
96. (UCSAI'BAJ "O diminutivo  uma maneira ao mesma tempo afetuosa e precavida de usar a lInguagem. Afetuosa porque geralmente o usa mos para designar o que  agradvel, aquelas coisas to afveis que se deixam diminuir sem perder o sentido. E precavida porque tambm o usamos para desarmar certas palavras que, por sua torna original, so ameaadoras demais." (Luis Fernando Verssimo, Diminutivos)
A alternativa inteiramente de acordo com a de finin da autor sobre dminutivos :
ajO iogurlinho que vale por um bi
bj Ser bretinho  sorrir dos homens e rir intermina velmeate das mulheres.
c) Gosto muito de te ver, Leozinho, 1) Essa menininha  terrivel!
e) Vamcs bater um papinho.
91. (FUVEST) Assinale a alternativa em que a cor relao de tempos e modos verbais no  ade quada ao contexto,
a) Ainda aparecer no Congresso algum disposto aapresentar um projeto que lixe conseqncias para aqueles que enganem a sociedade.
b) Tudo leva a crer que nesses cruzamentos de cul taras a situao das reas coloniais apresente um corvivo de extremos.
e) No h dvida de que, nos traumas sociais, os sujeitos da cultura popular sofrem abalos graves.
d) More algum nos bairros pobres da periferia de uma cidade grande e ver no que resultou essa con dio do migrante.
e) A sua conduta ser de inconformismo e violncia, at que um dia certas condies poderiam recons tituir sua vidalami
92. (UFES) Conta Rubem Braga o conselho que
um amigo lhe deu certa vez:
"Olhe, Rubem, faa como eu, no tope parada
com a gramtica"
Trotando Rubem por tu e respeitando o padro culto, o amigo deveria dizer:
a) Olhai, Rubeni, tazcomo eu, noentrentea gramtica, b) Olhai, Rubem, laze como eu, no te vs atemorizar com agramtica.
c) Olha, l taas como eu, cuide de seguir a gramtica.
d) Olhe, Rubem,laas coma eu, evitatugir  gramtica, e) Olha, Rubem, faz como eu, no desafies agramtica. (UNIFOR-CE) Preencher as lacunas corretas das quesWes 93 a 96.
93. Entre. e--. tique bem olaro:. pala
paz-
a) mim -ti- estorcemo-nas
b) eu-ti - rios eslorcemos
c) mim-tu- estorcemo-nos
d) eu - tu - nos esforcemos
e) eu - ti - esforcemos-nos
Portugus - 55
hinguageuis, Cdigos e suas l'ecualogias
94. V. Sa. ... apor ... assinatura no documento
que ... foi encaminhado.
a) deveis - vossa - vos d) deveis - sua - lhe
b) deve - sua - lhe
c) deve-vossa-lhe
e)deve-vossa-vos
95. Algumas agremiaes do bairro realizavam
vrias atividades
a) politicas-partidria
b) pollticos-partidrias
e) polticas-partidrias
96. Embora ... as opinies, poucos discutem as
solues que ... da diretoria.
a) diverjam - proviram d) diverjam - provieram
b) divirjam - proviram e) divirjam -provieram
c) divirjam - proveram
97. (UNIFOR-CE) A ningum  permitido o aces so a esse pavimento, sem prvia autorizao. As palavras em destaque classificam-se, respectiva- mente, como:
a) artigo detinido, pronome possessivo e advrbio b) artigo definido, pronome demonstrativo e adjetivo
c) preposio, pronome demonstrativo e advrbio
d) preposio, pronome possessivo e adjetivo
e) preposio, pronome demonstrativo e adjetivo
98. (PUCC-SP) A frase em que o verbo est incor retamente conjugado :
a) Se voc o ver antes de mim, conduza-o ao salo nobre,
b) Eles se mantiveram catados praticamente durante todo o julgamento,
e) Espero que caibamos todos naquele espao to restrito.
d) O aparelho mal regulado no midireito os cereais, e) At que enfim reouvemos tudo o que havfamos perdido indevidamente.
99. (PUC..SP) A frase "Eles tinham sido aleitados pelo supervisor" est corretamente transposta para a voz ativa em:
a) O supervsor os alertou.
b) Eles tinham de ser aleitados pelo supervisor.
c) Pelo supervisoreles foram alertados,
d) O supervsor os tinha alertado.
e) O supervisor teria alertado a todos eles.
56 -Portugus
100. (PUC-SP) Pessoas ligadas ao jornalisi que os excessos s sero evitados quar pblico no mais se... com matrias que ex a vida intima das pessoas e os fotg rato:
mais ... seus impulsos profissionais ao dirj privacidade.
a) crm -entre -sobrepuserem
b) crem -entreter - sobreporem e) crm - entreter - sobrepo
d) crm -entreter- sobrepuserem
e) crem - entretiver - sobrepuserem
101. (UFPE) Observe o dilogo:
- Estou pensando...
- No pensa muito! Voc vai comigo naquela 1
Transcreva a fala do 2 personagem, corri
Os erros gramaticais.
102. (UFMS) Reescreva o texto, substittoii forma verbal "tero" pelo futuro do pretrit zendo, em seguida, as adaptaes neceso nas outras formas em negrito:
"S tero acesso os que apresentarem ate de pobreza ou cujos pais receberem apenas lrio minimo."
103. (IIFGO) Faa a juno dos enunciados xo, usando o nico pronome relativo que, caso, ao concordar com o seu antecedente pensa o uso da preposio:
- O vestibular poderser modificado.
- Os personagens principais so os alun 2 grau.
104. (UEMA) A opo que est carreta "
ciassiticao dos verbos em negrito :
a) "Houve um silncio longo" - verbo defec b) "Ariana cerrou os olhos" - verbo irregul
e)"... a Matu era sua,..," - verbo regular d)"... no assistindo a ele,,." - verbo prono e) "... abrindo-lhe a porta" -verbo abundan
d) politico-partidrias e) poltica-partidrias
Linguagens. Cdigos e suas Tecnologias
 105. Assinale a alternativa em que o imperativo
 lxi empregado corretamente:
111. (UECE) Copie do texto o substantivo qoe o pronome aqueles est subrtituindo.
Nu tato medicamento Ior do alcance das cnian as. Fica ate nto.
b) Oua as palavras de teu pai. Ele sabe o que diz. S heI aos seus sonhos.
d)Na permite que usem tuas idias. 1 ejtejais amigas de vossos irmos.
"No h na cidade exangue nem pedreiros, nem carapinas; estes fizeram-se remendes; aqueles, meros demolidores..."
lg. (QEMA)"... Era aquele chorar de Miguel um Carpir triste e...
Nesse periodo, chorar :
a) palavra adjetivada	d) palavra substantivada
e) expresso conotativa
c) verbo irregular
112. (UFES) O nico tem cuja palavra em negrito pertence  mesma classe da destacada em "(...) apareceu um bem-te-vi caprichoso, muito moo demo (..j" :
a) O homem gasta muito dinheiro para exterminar os pssaros.
107. (UEL'PR) Esses dois setoresno se .. mais com a verba obtida; se vocs tambm no ... as despesas, teremos srios problemas.
aj mantm - contiverem bj maatm - conterem
a) mantm - conterem
d) mantm - contiverem
e) manteem - contiverem
b) H muito passarinho para uma s more. c) Passado muito tempo, ouvi um bem-te-vi cantar, ri) O bem-te-vi deviaestar numa gaiola muitoeleqante. e) As crianas responderam com muito acerto. 113. (PIJC-MG) O nome em destaque funciona, respectivamente, como substaotivo, adjetivo e advrbio em:
a) A rapidez de seu discurso me confundiu. No seu discurso, ele pronunciava rpido as palavras.
100. (UIIAMA Preencha os espaos, t es verbos indicados nos parnteses no presente do subjuntivo. Respeite as novatas de cexcord
Contundiu-me porque seu discurso parecia rpido. b) Afutilidade caracteriza-se pelo zelo demasiado ao pouco importante.
O demasiado no nos pertence. Preocupa-se demasiado com questes fteis.
Paraque se (construir) uma nova educao, recessrio que aescola se (adequar)  rea Ildadesocial, que seus objetivos (propor) uma cava viso de mundo, que suas aes no (impedir) a liberdade de pensar, mas (tavore ner) o desenvolvimento do senso critico,
c) A monotonia marcava a paisagem.
109. (ESPM-SP) D os adjetivos equivalentes s expresses em negrito, respectivanlente:
a) Programa da tarde
1) Ciclo da vida
O cenrio montono nos entediava. Naquela paisagem, eu os ouviafatar montono. d) O barato nos pode sair muito caro, Pagou barato pelo objeto, mas se arrependeu. O preo barato pode ser ilusrio.
e) Ohomems no encontra companhiaem si mesmo. o s  aquele que no se encontrou.
O homem encontra companhia s em si mesmo.
e) Representante dos aliemos
110. (UMC-$P) A que classe gramatical perten cem as palavras gritadas?
114. (IJNITAU-SP) Escolha a alternativa em que a palavra em negrito for advrbio:
'Eleestava em casa; olhando distraidamente os dis cos sobre a estante de seu quarto.
a) O meia-direita torceu o p.
b) O meio no lhe era favorvel para estudar.
c) Encontravam-se meio preocupados com os re sultados.
d) Era meIo-dia e meia quando saiu de casa.
v
Portugus - 57
L
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
115. ((JCSAL-BA) Assinale a letra que corresponde  alternativa que preenche corretamente os es paos pontilhados da frase apresentada. As ... vestiam casacos ... e exibiam ... coloridos. a) poria-bandeiras - furtas-cores-- chapuzinhos b) portas-bandeira - fu - chapizinhos o) porta-bandeiras - furta-cores - cl d) porias-bandeiras - faria-cores-- chapisinhos e) portas-bandeira - furtas-cores - chapeusinhos liS. (CESCRANRIO) Assinale o par de vocbulos que formam o plural como rfo e mata-borro, respectivamente:
a) cristo / guarda-roupa b) questo / abaixo-assinado o) alemo/beija-flor cl) tabelio / sexta-feira e) cidado / salrio-lamlia
117. (UEM-PR)
1) Ele deixou os livros aqui para ... entreg-los a voc.
I Esttudo acabado entrevoci e ... -
II Toda a responsabilidade recair sobre ... e ele.
IV) Paulo, poderamos falar
V) Ouerem falar ... mesmos.
As lacunas acima devem ser completadas, pela ordem, com os pronomes:
a) eu - mim - mim - com voc - com vs
b) eu - mim - eu - consigo - convosco
c) mim - eu - mim com voc - convosco
d) mim -mim - mim - com voc - com vs
e) eu - eu - mim - consigo - com vs
118. (FEI-SP) Assinale a alternativa que comple ta, corretamente, as lacunas:
Era para ... falar ... ontem, mas no ... localizei em parte alguma.
a) mim - consigo - o
cl) mim - contigo - te
b) eu - com ele lhe
e) eu - com ele - o
c) mim - consigo - lhe
119. (FAFEOD.MG) Ocorre desvio das normas gra malicais na frase:
a) No h divergncias enire eu e ele. b) Ela trouxe um presente para mim. c) Este livro  para eu ler em um dia. d) A mim me parece que tudo vai mudar. e) Entregou a mim a encomenda solicitada,
58 Portugus
120. (ITA-SP)
1) Ela comprou um livro para mim ler.
2) Nada h entre mim e ti.
3) Alvimar, gostaria de falar consigo,
Verificamos que est (esto) correta(s)
a) apenas a sentena n 1.
b) apenas a sentena n 2.
c) apenas a sentena n 3.
d) apenas as sentenas o" 1 e 2.
e) todas as sentenas.
121. (PUC-RS) Jovem, leia um pouco ma levar pela preguia.
a) te deixe b)te deixa
c) te deixes
e) se deixe
122. (VCPE-RS) A forma verbal em negril modo indicativo em:
a) "Conversa com ele, pois s assim te en b) 'Entendei que no lhe mostraram a dos tempos."
c) "Era preciso que conhecssemos tor convenincias."
d) "Nem os olhos nem o gesto linham po ma, naquele momento,"
e) "Se ele recusar, voltar o receio de lhe te porta,"
123. (UCS'RS) Assinale a alternativa qu dia corretamente as lacunas. No os bens que recebeste; ... sempre que de se . .. aos pouc os.
a) esquea / lembre /constri
b) esquece / lembra / constri
c) esquea / lembra / constri
d) esqueas / lembra / constri
e) esqueas! lembre / constri
124. (URN) Selecione a alternativa que e corretamente as lacunas da frase apree
que isso ... falta, ... grande estoque de m;
a) Sabendo - iria fazer - compramos
b) Soubssemos - fizesse - comprssem
c) Sabendo - fazendo - iriamos comprar
d) Sabiamos - fosse fazer - compraremos
e) Saberiamos - lesse fazer- amos comp
d) se deixa
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
125. (FATEC-SP) Indique a alternativa em que o verba em negrito est Incorretamente conjugado iv no perodo 1, ou rio perodo II, ou em ambos. a) verbo deter
t)taerndetm injustamente a um, deter injustamente e muitos.
II)Quem detivesse injustamente a um, deteria injusta mente a muitos.
bjverbo intervir
tjuem intervm na discusso de um probtema, inter virtambm na sua sotuo.
tI interviesse na discusso de um probtema, ioteneJa tambm na sua sotuo.
e) verbo requerer
1) Quem requer a sua aposentadoria, requerer preocupado.
I Quem requeresse a sua aposentadoria, requereria preocupado,
d) verbo mediar
t) Quem media um titigio, mediar com iseno de v tt) Quem mediasse um titgio, mediana com iseno de nimo, e) verbo dispor t) Quem se dispe  tuta, dispor-se- com ooragem.
Quem se dispusesse  tuta, dispor-se-ia com co-
ragem.
126. (CESGRANRIO) Assinale a forma verbal que pode substituir sem alterao fundamental de sentido a que aparece gritada em: "Seu pai, o segundo Venceslau, capito-mor da vila, pos suia larga fortuna em gados, terras, ouro, escra vos--. {ora um rico e um mando
a) tinha sido	d) ter sido
b) tem sido	e) tendo sido,
c) teria sido
60.b	61.d	62.b	63.a	64.a	65.b
68.a	69.a	70.e	11.c	72.c	7La
76.e	11.b	18.e	79.c	80.d	81-a
64.c	85.b	86.c	81.c	88.b	89.e
9Le	91.e	92e	93.a	94.b	95.d	9Le	91
98. a	99. d	100. e	101. No pense muito! Venha comigo queta toja!
102. S teriam acesso os que apresentassem atestado de pobreza ou cujos pais recebessem
apenas o satrio mnimo.
103-O vestibu!ar, cujos personagens principais so os alunos do 2' grau, poder ser moditicado,
'y..
104. e	105. a
-impeam-tavoream
106-
109. vespertino -vital - discente
101. d	106. const-ua-tenha adequado- proponham
113. e	114.
121. e	122.
li rreposlo
115-
123-
116- a
124. a
lii. pedreiros
117- a
125. d
112. d
118. e
126. a
119. a 120.
PostuguM- 59
linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
- Conceito
A Sintaxe estuda as relaes entre as palavras nas frases.
A anlise sintlica tem como objetivo examinar a esirulura de organizao dos enunciados, com base na decomposio das elementos que consti tuem a frase,
Importantes definies para uso na anlise sinttica:
frase:
 qualquer enunciado que possua significado, sen do constituda de uma ou mais palavras. Pode ter ou no verbos.
Ex.:	Quietos! (frase sem verbo)
As crianas choraram. (frase com verbo)
Obs.: quando atrase no possui verbo, chama-se
somente frase.
Ex.: Que saudadesl
Quando atrase possui verbo(s), chama-se orao.
Ex.: O padre acalmou os nimos.
t orao:
 uma frase que possui verbo (ou locuo verbal).
A orao contm:
uma forma verbal s.
Ex.: O menino chegou apressado.
duas ou mais formas verbais que constituem uma locuo verbal.
Obs.: locuo verbal = dois ou mais verb valorde um s verbo.
Ex.: Poderiam tervindo mais rpido. locuo verbal = verbo auxiliar + verbo pr
Ex.: Vou comprar.	Estou estu
ti	ti	t
auxiliar + principal auxiliar +
penado:
 um enunciado formado por uma (pero
pies) ou mais oraes (periodo compostc
 a frase organizada em oraes.
o periodo pode ser:
 simples: quando  formado por uma s
Ex.: As estradas estavam cheias no feriado Nesse caso, a nica orao do perodo  de orao absoluta.
 composto: quando  formado por duas oraes.
Ex.: Ana colocou o casaco, pegou a bois sem pressa.
Para ser analisado, o perodo deve ser divi oraes: para identificar uma orao deven ficar o verbo que a compe.
(1 orao = 1 verbo, 2 oraes = 2 verbi Ex.: Marianasoirgiu em casa depois da hor; nada, ieitoti uma bronca do pai e trancou-si quarto.
ti
3 oraes, pois h 3 verbos no perod
Analise Sinttica da Orao
- Termos Essenciais da Orao
Termos que so a base da orao. So eles:
60  Pmfl.gus
Usujeito:
Termo da orao (pessoa ou coisa) sobre afirmada (ou negada) uma ao. um estadi qualidade.
Ficha i Anlise Sintfica
r
de sujeitos:
suieito simples: possui somente um ncleo (que pede ser singular ou plural).
Ex.: Maria toiteira.
Os gatos fizeram barulho durante toda a noite.
Os rapazes foram ao baile.
Ela sabia de toda a verdade.
sujeito composto: possui dois ou mais ncleos (que podem estar no singular ou no plural).
Ex,: Mine eTeresavo casar na Igreja de Santa Rita. Eu e Juca brigamos.
Os carros e caminhes congestionam o trAn site daquele bairro.
k Cies e gatos fugiram juntos do incndio.
stjeito determinado: quando  identificvel. Pode sersirnpfes (Ele foi  feira.) ou composto (Joo e .Msla so irmos).
sujeito deterroinadc simples
Ex.: Ela & bonita.
llsvamcs ao teatro.
 sujeito determinado composto Ex.: RaIaeI e Mrcia so amigos antigos.
Eu e eles iremos viajar
Os pobres e as,lcos sofrem de mates fisicos iguais.
sejei1oitdeterminado: quando no  identificvel. Ex,: Quebraram a vidraa.
O sujeito indeterminado ocorre em dois casos:
'verbo na 3a pessoa do plural, sem referncia a ne oliva sujeito expresso,
Ex.: Alugaram a casa da esquina.
'verbo na 3 pessoa do singular ndice de indeter mieao do sujeito (se).
Ex.: Precisa-se de empregada.
sejeito inexistente: quando o elemento a que se refere o predicado no existe,
Ex.: Faz dois meses que ela vialou.
O ssjeito inexistente aparece em oraes com ver bos impessoais, tomo fazer, haver (com sentido de
Linguagens. Cdigos e suas Tecnologias
acontecimento ou tempo), ser (com sentido de es pao), chover, nevar, trovoar.
Ex.: Haver uma reunio neste salo no prximo sbado.
H muito tempo estou com essa idia na cabea.
Faz dois dias que Jorge no vai  escota.
So 3 1cm de praia ininterrupta, Neva o dia inteiro em Baritoche, Trovejou muito  noite,
Obs.: as oraes com sujeito inexistente denominam' se oraes sem sujeito,
t sujeito oculto ou elptico: ocorre quando o sujei l  omitido (por elipse), mas  identificvel pela desinncia verbal.
Ex,: Infelizmente tomata o nibus errado.
o
desLrlxncia verbal da 1  pessoa do plural: ns
Naquela manh, no acertojo alvo.
o
desinnciu verbal da 1 ' pessoa do singular: eu
2) Predicado:
Termo da orao que afirma algo sobre o sujeito (ao, qualidade ou estado).
O predicado  uma afirmao (ou negao) que se faz sobre o sureito; portanto,  tudo que, numa ora o, no  o sujeito.
Exemplo:
Uoj_arnjnhodegvrnad atrocetou dez cessoas
num ponto de nibus
o
qpredicado)
Bica: Para separar sujeito e predicado numa orao, pergunte:
- Quem + verbo?
a resposta ser o sujeito, e o restante da orao ser o predicado.
Ex,: Tobias comeu toda a tona de morango.
(stiieieo)
o
predicado)
Portuguis SI
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
Quem comeu?
ft: Tobias sujeito
comeu toda a torta de morango = predicado
Obs.: O predicado caracteriza-se por possuir um
verbo.
Tipos de predicado:
t predicado nominal: quando o elemento principal do predicado  um nome.
O predicado nominal  formado por um verbo de
ligao e um predicativo. (Predicativo: atribuio que
o verbo de ligao d ao sujeito ou ao objeto - direto
ou indireto.)
Ex.: fl
o ou
sujeito	verb,	pred.
de Iig.	do sul.
Os alunos acharam a orotessora estranha
o	o	o o
suieitc verbo abjeto direto predicativo do objeto
Existem dois tipos de predicativo:
 predicativo do sujeito: refere-se ao sujeito da ora o.  usado:
a) com verbo de ligao (em predicados nominais):
Ex.: O cachorro elaiza jj predicado nominal
o o o
sefeito verbo predicativo de ligao do sujeito
 an predicado nominal
o o o
sujeito verb. pred.
de h do suL
b) com verbo transitivo ou intransitivo (predicados verbo-nominais):
Ex.: Os homens pgr assustados. predicado verbo-nominal
v,l.
Lrn lembrou-se anoustiada da predicado verbo-nominal
sujeito	verbo	predicativo
transitivo	do sujeito
 predicativo do objeto: refere-se ao ob ou indireto) da orao. Usado com verb direto ou indireto.
Ex.: O diretorachou a oerente descuidac
o o o suitito verbo obieto
transitivo direto
dirtto
E um Droorama interessa
o o	o	o
sufeito verbc	objeto	predicat
transitivo	indireto	do obje
indireto
prodicado verbal: quando o elemeni do predicado  um verbo.
Ex.: O garoto chorou.
No predicado verbal o ncleo  um verb ou intransitivo
Verbos transitivos: verbos que necessi complemento (objeto) para lhes assegu nificado completo. Podem ser diretos, ii diretos e indiretos, ao mesmo tempo,
 verbo transitivo direto (V.T.Oj: verbo
zam um complemento, sem auxilio de
O complemento desse tipo de verbo
objeto direto.
Ex.: Mrio no gQ educaco
o o
v.T.D. cbi. dir.
 verbo transitivo indireto (VI verbc zam um complemento, com auxilio de pri complemento desse tipo de verbo cham indireto.
Ex.: hme,
o
v.T.l.
o
obj. ind.
o
o
o
o
predicae do obie
o
o
sujeito
o
predicativo
do sujeito
62
/
Linpageiis. Cdij e suas Tecnologias
oerbotransitivo direto e indireto ('eI.T.D.I.): verbos sentido no completo que exigem, ao mesmo tem os objetos direto e indireto,
Ex.: goig( gp,corrido a meus gal
O	ti	O
verbo objeto direto ob5eto indireto eroroitivo (s/ prop.) (ai prep.) direto e indireto
-verbos intransitivos (VI. verbos que possuem aaisentdo completo e no rneces de comple mentes (objetos).
Ex.: asiriaoas choravam
O	O
sujeito	verto intransitivo
Madaxa ava -
e)	O	O
sof	vi.	adjarto
adverbial
de intensidade
tbs.: otermo demais no complementa o verbo, apenas intensifica a ao de ralar
opredicado verbo-nominal: quando, alm de uma orago, se exprime tambm urna qualidade ou um estado,
Ex.: A professora begQp
O	1.)
verbo nome
cbegoa atrasada = predicado verbo-nominal.
Obs.: cio caso de predicado verbo-nominal o pre dica referir-se:
ao sujeito, chamando-se predicativo do sujeito (no exemplo dado, atrasada  predicativo do sujeito).
ao verto, chamando-se objeto.
O predicado verbo-nominal, que possui um ncleo verbal e outra nominal, pode ser formado por:
b) verbo transitivo + objeto (direto ou indireto) + predicativo do sujeito
Ex.: Q gre satisfeito o trabalho
O	O	O
suieioo	V.T.O. predicativo	obloto
do sujeito	direto
a) verbo intransitivo 1- predicativo do sujeito
Ex.: Os meninos dormiam ljEtioos.
I - Termos Integrantes da Orao
Termos integrantes so aqueles que completam o significado de um nome (que pode serem subs tantivo, um adjetiva ou um advrbio) ou de um verbo,
Na Lngua Portuguesa existem trs tipos de termos integrantes:
1) Complementos Verbais:
Verbos transitivos exigem complementos para que possam terum sentido completo. Esse complemen to chama-se objeto- Pode ser:
-objeto direto (0.0.): complemento jdoverbo) que no  acompanhado obrigatoriamente de prepo
sio.
O trabalhador co j
O	O
O
suieito	'	0.0.
-objeto indireto (01): complemento (doverbo) acom panhado de preposio obrigatria.
O
1)
sujeira
o
o
vI. predicativo do sujeito
Ex.: As rianpas ngQnjfaxanj um cozinho
O
sujeito
4)
'
O
0.0.
a) verbo transitivo + objeto (direto ou indireto) + Ex,: R obedeS aQ$.Qal
predicativo do Objeto	O	O
Ex.tsameO)o sj g.flgjlLo endividado
o
rejeite	'	abjeto	predicativo
direto	do objeto
sujeito	Vil.	0,0.
e,	o	o	o	Os esoectadores gostaram ggjllrn
O
sujeito
e-)
O
Vil.	0.1,
Podu
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
2) Complemento Nominal:
Termo da orao que completa o sentido do nome ao qual se liga, com o auxlio de uma preposio. Pode ser um substantivo, um adjetivo ou um advrbio.
Ex.: A noiva tinha o de amor
4)
substantivo complemento nominal
Todos estavam indit aa&
0	O
adjutivo complemento nominal
Ela saiu indeoendentemenl de seu consentimento
3) Agente da Passiva:
O
complemento nominal
Termo da orao que indica o ser que pratica a.ao do verbo na voz ativa, com auxilio de preposio (por ou de).
Ex.: Judite amava o rapaz. (voz ativa)
O rapaz era amado uor
venho na agente voz passiva da pasoiva
Avcz passiva  formada por:
sujeito paciente + verbo auxiliar + verbo principal + agente da passiva
Ex,: Os motores f preparados pelos mecnicos
Ols.: o agente da passiva pode transformar-se em sujeito na voz ativa.
Ex.: Os mecnicos prepararam os motores.
A voz passiva pode ser
a) voz passiva analtica: formada por verbo auxiliar (ser! estar) + verbo principal no particpio passado.
Ex.: O exrcito  sustentado oelaptria
0	0	O	O
suieleo
verto	principal	agente da
aexiliar (particpio passado passiva ser da sestertar)
b) voz passiva sinltica (ou pronominal):
porverbo principal (V.T.O.) + pronome apa (ou partcula apassivadora) se.
Ex.: Aluga - paa para temporada.
000
V.tO. pron. sul. apasn. paciente
Construiu e um edifcio
O	O	O
v.to.	pror.	sei.
apaso. paciente
I - Termos Acessrios da Ora
So lermos que no precisam aparecer ne mente para que a orao tenha um sentido i
Existemtrslipcs de termos acessrios em
1) Adjunto Adnominal:
Termo associado ao nome (com ou sem o) que lhe atribui uma caracteristica.
r
Ex.: A bondosa senhora chamou os neti
00
o lanta
O
adianto adnomioal de jantar
O adjunto adnominal modifica o signilic substantivo ou de um pronome. adnominal pode ser: um adjetivo, um adjetiva, um pronome (possessivo, i interrogativo, demonstrativo), um arti numeral.
Ex.: vaia iioz
O O
adi. ada. sabor.
Coraoem d
O	O
oubs	adi. adn,
(los, ad].)
O
O
a dvd o b lo
O
O
ad adeominain de aenhrra
O
O
O
adianta adee de netat
stitito
O
O
venho	verbo
anxiliar	principal
agente
da passiva
64 Portugias
Linguagens. Cdigos e suas Tecnologias
o o
adj.ado. subot. (pena, pesa.)
Os carros passavam mp)damnte.
Ngbffl fl
o o
udj. adu. subst. pren. indel.)
o
adjunto adverbial de modo
O adjunto adverbial pode ser representado por:
 um advrbio
Ex,: Renata mpgfl nervosamente s perguntas.
o o
uma locuo adverbial
verbo adjunto adverbial de modo
Ex.: Luciano s
o o
verbo adjunto adverbial de companhia
O adjunto adverbial expressa idias de:
modo:
o	o
.adj2dn.	subst.
(pror. inter.)
pa
o	o
adj.adn. subta.
pior. demos.)
fi	ayiQ
o o
nd). adn. tabso.
(are. dat.)
o o
ad]. uda tabst.
alt. dat.)
(
o o
ad). adn. subas,
aiS. Ind.)
o o
ad]. udo. subtt.
(ad. ind.)
- b
o O
ad]. ado. com.) subst.
Ex.:Comeuapibdamente.
o
adj. adv, de modo
tempo:
o
Ex.: Ontem os dois amigos conversaram na aula.
ad]. adv. de tempo
lugar:
Ex.: Os capangas esto aidade.
P
Em
lo
ao
(o,
um
1
O
Agia) estaremos seguros.
o o
adj. udo, sobat.
(num.)
adj. adv. de lugar
O
ad]. adv. de lugar
2)AdjufltO Adverbial:
 causa:
Ex.: Experimentaram os doces PQLQIp!a
o
Termo associado a um verbo, ou adjetivo ou advr bio, que pode ser um advrbio ou uma locuo ad aerbial, e que d uma circunstncia ao verbo (lugar, modo, intensidade etc.).
adi. adv. de causa
Ex.: Os trabalhadores pararam para o almo.co
Fa: Carolina voltou da teslarnujo tarde.
o
o
adj. adv. da tiaalidade
adjonto adverbial de intensidade
Este homem vive para o trabalho.
o
ad]. adv. de finalidade
Portugus 65
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
 dvida:
Ex.: hiy jagoste desta msica.
o
adi. ad de dvida
negao:
Ex.: Nao gostei daquela mulherzinha.
adi. ad',. de negato No desejo mal a ningum.
adj. ad de negao
 intensidade:
Ex.: A noiva o ama g
o
adi. ad',. de i
 meio:
Ex.: regaremos nosso dinheiro nem que sejagugolia.
companhia:
Ex.: Minhas colegas viajaram 
* afirmao:
o
o
adf. ad',. de mero
adi. ad',. de companhia
Ex.: Com certeza na estava errada.
o
adj. ad',. de afirmao
Sem duvida ela e muito bonita.
o
adj. ad',. de afirmao
 assunto:
Ex.: O professorfalavarng(ernfia.
3) Aposto:
O
adj. ad',. de associo
Termo associado a um nome, que o explica desen volve ou resume. Geralmente vem colocado enfre vir- guias (au depois de uma virgula, dois-pontos ou travesso).
Exemplo:
Jos, dono ria fazenda, no estava cont'
o
aposto
sua produo de arroz.
O aposto pode ser'
exp quando explica o nome.
Ex.: Fernando Henrique Cardoso, presi Brasil,  formado em sociologia.
 enumerativo: quando enumera (dese nome e a ele equivale.
Ex.: Os homens esperam do casamento:
m e roupa lavada.
 resumidor: quando sintetiza o nome.
Ex.: No carnaval, bida. alegria, conhi so, 1
distributivo:
Ex.: Joo e redro so bons alunos, aquei temtIca e este em portugus.
 aposto de orao: quando se refere a orao.
Ex.: Luisa mal comia, sint de sua triste:
especificativo: quando resfringe o ser,
Ex.:
Apndice
Oceano Atlntico
Vale do Paraba
Vocativo:termo que no taz parte da ora esse motivo, vem sempre isolado. S erve mar, invocar ou nomear o ser. Vem sempr por vrgulas (pausa). rode ser precedid interjeio.
Ex.: , 4 por que tanto sofrimenf
o o
interj. vocafivo
Ei g pode me trazer uma o
o o
interj. vocoeivo
o
o
66 Podugus
Linguagens Cdigos e suas Tecnologias
Aarlise sinttica do perodo procura estabelecer as reLabes sintticas entre as oraes que o formam. Existem dcis tipos de perodo:
1) Perodo Simples: formado por apenas uma ora o, chamada de absoluta.
Ex.: s trabalhadores lizeram a repnio no galpo da
o
orao absoluta / perodo simples
Obs.: Perodo Frase
thd
o
perodo simples / orao absoluta
Ospoliciais persealiram os ladres.
o
perodo simples / orao absoluta
2) Perodo Composto: formado por duas ou mais araes.
perodo composto
No perodo composto aparecem trs tipos de ora fes:
orao principal
orao coordenada
orao subordinada
a) orao principal:  a orao que detm a idia principal do perodo, no desempenhando nenhu ma funo sinttica em relao s outras oraes.
b) orao coordenada: coloca-se ao lado da ora o principal, mas no desempenha nenhuma fun o sinttica em relao a ela.
o) orao subordinada: tem Juno snttica (de sujeito, objeto direto, objeto ndireto, adjunto
adverbial, adjunto adnominal, complemento nomI nal, agente da passiva ou aposto) em relao  ora o principal.
Assim, de acordo com a natureza das oraes que o compem, o perodo pode ser:
composto por coordenao
 composto por subordinao
Perodo Composto por Coordenao
o perodo composto por coordenao  formado por oraes independentes umas das outras que simplesmente se justapeni, ou que se ligam umas s outras (por meio de uma conjuno coorde nativa), sem funo sinttica. (So oraes autno mas, cada uma com seu sentido prprio.)
Ex,: aa sistiua lilme, Su Su.
o
1.	orao +	z' orao  orao=
perodo composto por ccordenao
o perodo acima possui trs orates coordenadas.
As oraes coordenadas podem ser:
1) oraes Coordenadas Assindticas: oraes que no so introduzidas por uma conjuno 000r- denativa (so justapostas). No lugar do conectivo oracional pode aparecer vrgula, ponto-e-vrgula ou dois-pontos.
Ex.:sacnti
o	O
orao coordenada	orao coordenada
assiedtica	assindtica
Obs.: nesse caso, no h orao principal.
ritu,
o
s
o
o
Fjcha 3 Anlise Sinttica do Perodo
o
1. orao +
o
o
a orao +	3 orao-
orao
coordenada as sind tica
cra
coordes ad a assindfca
orao
coordenada assind tica
Portugus - 61
&kg'uageiis, CI e suas Tecno
orao	conf uno	orao
coordenada	coordeeativa coordenada
asnindtica	sindtica
Srgio gritou g	chorou,	mas	sofreu  loa
o	o
e,
conjuno orato aditiva coordonativa sindtica aditiva
Toms no tez a tarefa neni procurou lar-la
Orao ccrj.
coord. adversativa ansird.
Principais conjunes adversativas:
mas
porm
todavia
entretanto
o) allernativa: expressa idias alternadas.
Ex.:EIes iro viaiar  rqueira, qt
t	o	o
orao coordenada	orao	orao
assindlica	coordenada	coordenada
sinddlica	sindtica
alternativa	alternativa
a quer... quer = conjunes atternalivas vezes sente-se feliz! outm ez sente-se
ou...(ou)
quer.. quer
d) conclusiva: a segunda orao coordenad pressa uma concluso (lgica) da primeira.
Ex.: F esto famintos! devem alimenla
orao coordenada	conia000	orao
assirdaica
conclusiva coorde nada
sindd nica
conclusiva
O miro-leo est em extino; devemos
proteg-la
2) Oraes Coordenadas Sindticas: oraes introduzidas por conjuno 00
(conectivos oracionais),
o
Ex.: u,vjdu,,ontinua a mesma
o
o
contudo
 no entanto
e,
seno
ainda assim
coord.
asaind.
orao	cOei orao	coni.	orao
o
cocrd. coord, ccord. siedlica
coo cd
sind tica
e acordo com a conjuno que a inicia, a orao
coordenada sindtica pode ser:
a) aditiva: expressa a idia de soma, adio.
Ex.: Edaar tomou o remdio e depois se dtitou
l
orao coordenada ao cio d tica
o
e-,
ti
orao coordenada niadtica alternativa
o
o
e)
orao coordenada nirdtica alternativa
o rao coordenado acnLadnica
uvas
o
umas vezes..outras vezes = conjunes alt
conte ao adilina
orao
coordenada aindnica aditiva
petidas)
Principais conjunes allernalivas: (aparece
Prntipais coinf unes e locues aditivas:
umas... outras
nem fr e no)
 tambm
no s... mas tambm
 quando...quando
 Canto.., quanto
 assim.., como
b) adversativa; expressa a idia de contrariedade, ad versidade.
Ex.: Jon Sorcou-se muito o no foi compreendido
o
o
o
o
trao coordenada aouind tica
o
o
corje ao adversativa sindlica
fugi, ainda assim
o rao coordenada adversativa
o
no me liberlei.
4-)
o
o
orao coord. oinddlica dversatiea
orao coordenada aaninddtica
orao coorde sirdlica ooncli
pois conjuno conclusiva
66 Porlugos
Principais conjunes e locues conclusivas:
 conseqentemente
de modo que
pois (aps o verbo)	 em vista disso
e) exptcaliva: a segunda orao coordenada expri ore ama explicao sobre a primeira.
Ex: hQNO E as ruas esto molhadas
c	ti	o
orao	conjuno	orao coordenada
coordenada explicativa	sirdtica explicativa
assindtica
jp gargue a comida no est pronta
o	o
ara coordenada	orao coordenada
assindtiva	sindtica explicativa
porque o conjuno explicativa
Pr conjunes e Iocues explicativas
 pois (antes do verbo)
  porque Que
istoe
Perodo Composto por Subordinao
O perodo composto por subordinao  formado por uma orao principal (que contm a principal informao e no possui funo sinttica) e uma orao a eta ligada e que completa seu sentido (ora o subordinada).
Obs.: num perodo composto formado por mais de duas traes, estabelecem-se relaes sinfticas entre as prprias oraes subordinadas (uma desempenha determinada tvno sinttica em relao  outra).
Exemplo:
Mariana nos disse Que se emocionou Qfl
No exemplo acima:
linguagens. Cdigos e suas tecnologias
a 2 orao  subordinada em relao  1',
a 3' orao  subordinada em relao  2'.
As oraos subordinadas podem exercer (em rela o a uma outra orao) a funo sinttica de subs tantivo, adietivo ou advrbio.
De acordo com a tuno sinttioa desempenhada, a orao subordinada pode ser:
 substantiva
adjetiva
adverbial
Obs.: 01' => Orao Principal
i fraes Subordinadas Substantivas
Exercem a funo de um substantivo, que pode ser:
sujeito, objeto direto, objeto indireto, predicativo, complemento nominal, aposto ou agente da pas siva (em relao a um termo da orao principal ou prpria orao principal).
Normalmente introduzidas pela conjuno inteQran te que (ou se), classiticam-se de acordo com a tun o sintlica que desempenham.
a) subjetiva: possui a tuno sinttica de sujeito da orao principal.
Ex.: Parece certo
o
o
OP	oeaau subordinada sebsuantiva subjetiva
- (Perece certa aaauaxQcQ_Qe&uj
o
sele itc
b) objetiva direta: possui a funo sinttoa de objeto direto do verbo da 01'
 ptdanto
 par isso
+ logo
por conseguinte
 porquanto
 demais
* ademais
 pois bem
o
orao
Ex.: Todosos seusamioos desejam ouevoc osadmire
o
o
20 oraao
oP
o
o
3 orao
orao aebvrdirada substantiva objetiva direta
- fTados os auras aaaregoa desejam rauaradxaaxaaaj
o
objeto direto
Portugos . 59
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
o) objetiva indireta: possui a funo sinttica de ob-	g) agente da passiva: possui a funo sinta
jeto indireto do verbo da DE.	agente da passiva da DE.
Ex.: Ele  admirado gg o cercam
Ex.: Q.paLno se oounha g.gliftiesasea	e.,
o	O	OP	orao subordinada
OP	orao subordinada	0 agente da pose
substantiva obietiva indireta	(Efe 4 admira do atlo..00rjnto.)
0
(0 pai no se opunha jlU	agente de passiva
O
obieto indireto	2) Oraes Subordinadas Adjetiva
Exercem a funo de adjunto adnominal de
d) completiva nominal: possui a funo sintlica de	moda orao (luncionam como um adjetivo
complemento nominal de um dos lermos da DE	introduzidas por uni pronome relativo (geral
que, o qual, quem, cujo etc.).
Ex.: Muitas pessoas tinham medo de Que o avio ms	As oraes subordinadas adjetivas podem si
o O	tritivas ou explicativas.
DE orao subordinada
sebstantiva	a) restritiva: orao que reslrirtge ou delimita
completivo nominal	tido do termo ao qual se refere.
(Moitas pessoas tini iam mando _g	Ex.: Arnslihnr ggiajrai tiapibm traida
o	o	o
OP	orao	OP
complemento nominal	subordinada
adjetiva restritiva
e) predicatita: possuia funosinttica de predicativo (A mulher QaidQ& la,ndm trada.
do sujeito da DE.	o
adjetivo
Ex,:flsjQ&ra gpn	____
fl2criu jj gtr talho venceu o Grande 1
O	O
O	O
OP	orao subordinada	oraao subordinada
substantiva predicativa	adjetiva restritiva
= (Meu desejo era L5JLtil	(0 carro a venceu o Grande PMm
o	O
predicativo	toc. ad).
f) apositiva: possui a luno sintlica de aposto de b) explioativas: oraes que acrescentam um
um dos termos da DE	lidade ao termo a que se relerem, mas que
restringe. Sua funo  de reforo e no  ab
mente necessria para a compreenso do se
Ex.: 0 linha uma orande	vooid:
reconciliassem	Ex.: sejpenioio, Qunterrvel
O	O	o 1) O
CP	orao subordinada	oP	orao	DE
substantiva apositiva	subordinada
adjetiva explicativa
=(torgeeinha upa grande eontade:a mccotifincodosceis,
Obs.: A orao subordinada adjetiva explicat
aposto	rece sempre isolada da DP por vrgulas.
70 Portugus
3) Oraes Subordinadas Adverbiais
Exercem a funo de adjunto adverbial de uns termo da orao principal, expressando idias (circuns findas a esse termo. Ligam-se  QP por meio de conjunes subordinativas.
De acordo com a circunstncia que confere  01', a orao subordinada adverbial pode ser:
a) causal: expressa a causa da afirmao contida na 01'
Ex,: Os namorados ferminarani o relacionamento
o
op
DQXQlJLOO conseguiam sDnlender.
o
craio subordinada adverbial causal
Principais conjunes subordinativas causais:
4 porque	 como porque)
'que	-	' uma vez que
b) condicional: expressa uma condio ou uma l pfese para a ocorrncia da 01'. Ex.:
o	o
n subcrdiuada	OP
adverbial condicional
Principais conjunes subordinativas a n d leio nais:
 conlanto que
 a menos que
c) concessiva: expressa cama idia de oposio  01'
Ex.: Sueli veio trabalhar a
t	o
OP	orao subordinada
adverbial concessiva
Principais conjunes stubordinativas
concessivas:
'embora
 ainda que
 apesar de que
I.ingouagens. Cdigos e suas Tecnologias
d) conformativa: expressa uma idla de conformidade
entre as oraes.
Ex.: umi conforme havia combinado
o	o
OP	orao subordinada
adverbial conformativa
Principais conjunes subordinativas
confo
 conforme	 como (= conforme)
 consoante	 segundo
e) temporal: expressa uma circunstncia de lempo em relao OP.
Ex.aniviaou	adivorciou.
o	o
01'	orao subordinada adverbial oernvporal
Principais conjunes subordinalivas
teniporais:
1) final: expressa a finalidade da ocorrncia da 01' Ex.: agggvid nci uumc rro a de oue todos viajassem
orao subordinada adverbial final
Principais conjunes subordinativas finais:
'afimdeque	paraque
 que	 porque (= para que)
q) consecutiva: expressa a conseqncia da ocor rncia da 01'.
Ex.: Helena sentia tanto medo ajaqflgrgt.
oraa subordinada adverbial consecutiva
 quando
 assim que
 enquanto
 logo que
 desde que
'todas as vezes que
 depois que
 sempre que
 se 'ano ser que
o
oP
o
 mesmo que
 se bem que
e
O
oP
o
Portugus 71
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
Principais conjunes sijbordinativas consecutivas:
Ex.: Chorava fl
o e
OP	orao subordinada adverbial comparativa
Principais conjunes s comparativas:
do que
tanto (quanto)
(tanto) como
&	armaisd'nheiro.
o	o
orao subordinada substantiva subjetiva reduzida de infinitivo
3LLflanairia.oaa ajoparbola
OP	orao subordinada adjetiva
reduzida de infinitivo
2) Gerndio: geralmente oraes adverbiais.
Ex,: Nada ver ficando ai
01'	orao subordinada
adverbial condicional
reduzida de guredia
3) Particpio: oraes adjetivas e adverbiais (nu substantivas).
Ex.: O ra esqueceu das mgoas efiap dou
ao passo que
Apndice
Oraes subordinadas reduzidas
So as oraes que se apresentam com o verbo no infinitivo, gerndio ou particpio (lormas nominais). No se iniciam nem por conjunes subordinativas nem por pronomes relativos:
1) Intinitivo: so geralmente oraes adverbiais e substantivas, raramente so adjetivas.
Ex.: jeinj g os morangos
01'
orao subordinada adverbial final reduzida de infinit
orao coordeuad sindtica aditiva
ouando ele tinha a felicidade de fazer aloo a conte
o
o
orao subordinada substantiva
conipleniva namioai reduzida de infinitivo
aoiga ou de lhe satisfazer as fanfasia
o
orao coordenada siindeica alternanisa
de modo que
que (antecedido por to, tal, tanto etc.)
de forma que
o
duas oraes.
h) comparativa: expressa uma comparao entre as
o
o
que
o
tal(qual)
o
(to) quo
i) proporcional: expressa um fato proporcional ocorrncia da OP.
vam da casa
Ex.:.A chuva aurneMa medida que se dislancia
o
o
oP
01'
o
o
orao subordinada adverbial proporcional
Oras suboedin; adverbial cans
reduzida de pnrtic
ou
, pressionado pelo padro, trabalhou no teria
o	o	o
Principais conjunes subordinativas proporcionais:
 medida que
orao subordinada adjetiva reduzida de parinipio
quanto mais
 proporo que
014.: moes coordenadas notm formas reduzin
quanto menos
Perodo Misto
 um periodo composto por coordenao e por bordinao (constitudo de duas ou mais oraee em que aparecem a orao principal, oraes cc
denudas (independentes) e oraes subordinac
Ex.: O namorado da jovem a djveiti e isso aont
o
oP
o
o
orao subordinada adverbial temporal
o
72 Ponta
r -
Ficha 4- Pontuao
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
Emprego dos Sinais de Pontuao
J) Vrgula: indicao de urna pequena pausa, em que a voz fica em suspenso, para logo depois reto mar a continuao do perodo. Usa-se a vrgula:
a) no interior de urna orao, para destacar:
conjunes
Ex.:Chovia muito, a cidade, entretanto, no eslava
alagada.
adjuntos adverbiais
Ex.:Os rapazes estiveram, com certeza, passando lrias aqui.
apostos
Ex.: Erundina, candidata a prefeita, far um comcio
no domingo.
expresses explicativas (isto , por exemplo, quer dizer, ou melhor etc.).
Ex.: Mariana dizia a verdade, isto , parecia dizer a verdade.
um adjunto adverbial no incio da Irase
Ex.: Aqui, todos gostam de cinema.
vocativos
Ex-: Vamps, Maria, estou com pressal
b) entre oraes:
para separar oraes subordinadas adverbiais
(principalmente quando aparecem antes da OP).
Ex.: fm se iz, Luj estava sempre
e)
orao subordinada adverbial co
 para separaroraes adverbiais reduzidas (quan do aparecem antes da OP),
Ex,:Terminadaalesta ggjju.
o	o
rrao srbordinada OP advtrbial temporal reduzida de partinipio
para isolar oraes subordinadas adjetivas expli
cativas.
Ex,: Afl	liz, fl
esses delalhes
OP orao subordinada adjetiva explicativa
-para separar oraes coordenadas assindticas.
Ex.: Joo pulou, a menina gritou, todos olharam,
o) em datas e endereos:
Ex,: So Paulo, lede janeiro de 1996.
Rua Senador Queiroz, 1,275.
d) em elipses (omisso de um termo j declarado).
Ex.: Alguns acreditavam na amizade; outros, no di-
nheiro,
2) Ponto: indica pausa maior que a da vrgula, mar cando o hm de uma orao.
Ex,: "Deolindo no quis ouvir mais nada. A velha
Incia, um tanto arrependida, ainda lhe deu avisos
de prudncia, mas ele no os escutou e foi andando
(...)" (Machado do Assis)
3) Ponto-o-vrgula: indica uma pausa um pouquinho maior que a da vrgula, servindo para separar oraes com relao de sentido, deixando- as num mesmo perodo.
Ex.: 'Tnhamos falado de viagens; eu conte a vida do serto cearense (..,)" ( Machado de Assis)
uma citao:
Ex.:"Loo no primeiro dia ficara muito surpreendi do quando Ju lhe disse: 'Est com um sujeitol Um rapaz novo que j c esteve onteml" (Ea de
Ou eir s)
 uma explicao ou desenvolvimento de uma idia.
Ex,: Avio cai em So Paulo: 98 mortos.
- , ,v 'e:.
o
o
o
oP
o	4) Dois-pontos: usados para introduzir
oP
Pariugus .73
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
 lala direta de uma personagem (precedem o tra vesso).
Ex.: "Uma mulher chegou-se para mim, e toda cheia de brandura:
- Que menino bonitinho! Onde est a sua me, meu filho?" (Jos Lins do Rego)
5) Reticncias: indicam uma interrupo da frase. So usadas para:
 deixar o sentido datrase em aberto, para uma inter pretao pessoal de quem l.
Ex,: 'Era um belo homem e, se ele ler isto, no me leve a mal. Recordaes de menino..," (Lima Barreto)
 para expressar surpresa ou hesitao,
EK: "Est clara que deve ver seu primo, receb-lo,,." (Ea de Queirs)
em citaes de outros autores, que no esto com pletas (quando citamos somente a parte do penado que nas interessa).
Ex,:"Era de alta estatura; linha as mos delicadas; a perna gil e nervosa (,.,)" (Jos de Alencar)
6) Ponto de Interrogao: indica uma pergunua di reta e utilizado aps atrase (ou palavra).
Ex.: Ouem?Voc sabia disso?
7) Ponto de exclamao: indica surpresa, alegria, espanto. E utilizado aps atrase (ou palavra).
Ex,:"Ai, Santo Deus l" (Ea de Queirs)
"Olha a cheia! Olha a cheiat" (Jos Lins do Rego)
8) Aspas: indicam o destaque de uma parte do texto.
So usadas para'
 indicar uma citao de outro autor.
Ex,: Segundo Evanildo Bechara: "(..) as aspas so empregadas para dar a certa expresso um sentido particular..)"
flchaS Crase
 chamar a ateno para palavras ou expressi
desejamos destacar,
Ex.: Lcia no era mais uma "garolinha"; j c
trinta anos.
 indicar expresses estrangeiras ou girias.
Ex.: Mrio  um "cowboy" do asfalto.
Dbs.: Se num trecho entre aspas for necessri
novamente aspas, utiliza-se as aspas sim pies
Ex.: "quela hora Luiza acordava. E sentando-se bruscamente na cama:
- ' hoje!', foi o seu primeiro pensamentu (Ea de Oueir'
9) Travesso: usado para indicar a faia direta personagem ou para realar e destacar um eiet dentro de uma frase (geralmente o aposto).
Ex,:	"- Mas, onde esteve voc, Jaime
- Onde estive?
- Sim; Onde voc esteve?
- Estive no xadrez,"
(Uma Barreto
"S ele falava, contava histrias - o ltimo que os 'macacos' lhe deram em Cachoeira de
- numa faia de ttaro, querendo lazer-se de engraado." (Jos Lins do Rego)
10) Parnteses: usados para isolar uma pa texto (comentrio, reflexo ou explicao) Ex.:"Na igreja no meio de outras damas, na saic fada no sof (o estalado que forrava este mv sim come o papei de paredetoram sempre es para fazer sobressair a tez de dona Camila (Machado de Assis)
Obs.: Em caso de citaes, o nome do aut bibliografia tambm aparecero entre parru
- Conceito
Crase  a contrao ou fuso do artigo definido a com a preposio a,
p.,pai 1iao
\ /
fie.: Assistiram a a pesa.
'.1
fias.: Para distingui-ia, usa-se o acento grave
A crase pode resultar datuso:
de preposio a + artigo feminino de
Ex,: Fui  feira,
14 ' Portugus
Q de preposio a + pronome demonstrativo alas aquela/aquelas).
Ex: Suas propostas eram idnticas s dos outros polticos.
de preposio a + vogal a inicial dos pronomes demonstrativos aquele/aqueles, aquela/aquelas. aquilo.
Ex.: No sabia mais se era quele homem que se reteria.
I - Crase da preposio a com os artigos alas
Esse tipo de crase ocorrer quando:
c verbo regente exigir a preposio a.
Ex.: Dirigir-se a..., assistir a..., referir-se a...
o termo regido aceitar o artigo definido femLninO.
Ex.: a montanha, a pea, a menina.
Parasaber se a palavra aceita ou no o artigo, empre gue as combinaes da ou na antes da palavra. Se for pcssivet empregar.  sinat de que a patavra aceita o artigo.
Ex Estou na praia .acetta o artigo (a praia).
Vim da frica aceita o artigo (a trica).
Se s tor possvel empregar as preposies em ou de, a palavra no aceita o artigo.
Ex.: Estou em Belo Horizonte , no aceita o artigo.
Vim de Florianpolis no aceita o artigo.
Nunca ocorre crase antes de palavras que no acei tam o artigo a como, por exemplo, antes de:
.masculino: Andei a cavato.
 verbo: Estou pronto a discorrersObre este assunto.
 pronome de tratamento: Dirijo-me a V. Sa. com
prazer.
Obs.: Exceto quando se trata de senhora, senhorita e dona (esta tem de estar especificada.)
Ex.: Dirijo-me  senhorita com prazer.
Linguagens. Cdigos e suas Tecnologias
pronomes: No faltou a qualquer reunio.
palavras repetidas: Os bandidos estavam cara a
cara.
- nomes de cidades: Fui a Santos.
Obs.: se o nome da cidade estiver especiticado 000r- rercrase.
Ex.: Fui  Santos histrica.
 quando o a anteceder um nome plural: Fui aluga res exticos.
Otis.: no caso de a no plural (igual a artigo), ocorrer a crase.
Ex,: Fui s cidades extiras da (ndia,
I - Crase da preposiO a com pronomes demonstrativos
Sempre que o verbo exigir preposio a e vier se guido dos pronomes demonstrativos aquele/aque les, aquela/aquelas ou aquilo, ocorrer crase.
Ex.: Reteria-me a aquele garoto
Releria-me quele garoto.
Voc deveria aspirar a aquela carreira.
 Voc deveria aspirar quela carreira.
Obs.: a crase da preposio a como pronome de monstrativo alas (com o valor de aquela/aquelas) ocorre sempre antes do pronome relativo que ou da preposio de. (Igual ao masculino: se ocorrer ao que/aos que no masculino, no teminino ocorre-
r crase.)
Ex.: Era um desejo igual ao que voc tinha. Era uma vontade igual  que voc tinha.
I - Outros casos de crase
1) Casos obrigatrios de crase:
a) na indicao de nmero de horas,
Ex.: Sairemos s doze horas.
b) na expresso " moda de" (com a palavra moda expticitaOu oculta).
Ex.: Sapatos  (moda) Luis XV.
1
Jt '
prnpxxiOa
Ex.: Referiu-se a
artigo
1
a menina.
1
Portugus "75
Linguagens. Cdigos e suas Tecnologias
o) em expresses adverbias femininas.
Ex: tarde (tempo),  esquerda (lugar),  mo (ins trumento)
d) em locues conjuntivas e prepositivas lemininas. Ex.:  beira de...,  fora de....  medida que...
2) Casos facultativos de crase:
a) antes de nomes prprios femininas (pessoas).
Ex.: No me reteria a () Lcia.
b) antes de pronomes possessivos femininos. Ex: Dirija-se a () sua cidade.
o) aps a preposio at (se o nome aceilar o artigo a, pode ou no ocorrer a crase).
Ex.: Fui at a igreja. Fui at  igreja.
3) Casos especiais de crase:
a) antes da palavra casa (residncia, lar).
Ficha 6- Regncia
 somente selar determinada por um adjunto adr minal, aceita o artigo e ocorre a crase.
Ex.: Dirigi-me  casa de minha av
e
adju neo adncminal
b) antes da palavra terra (no sentido de cho, te
1 im
 somente se vierdelerminada poradjunlo adnomir aceita o artigo e ocorre a crase.
Ex.: A carga do navio voltou  terra de iigtnn.
te
adjunto ade omin
o) anles de pronomes relativas.
ocorrer a crase anlts das pronomes relatiu a qual/as quais (somente se o masculino corresp( dente lor ao qual/aos quais).
Ex:. Esta  a placa  qual me releria,
(Esle  o anncio ao qual me releria masculin
Estas so as senhoras s quais me referia. (Estes so os senhores aos quais me releria m:
culina.)
Regncia  um mecanismo que regula as rela es entre um verbo ou um nome e seus comple mentos.
- Regncia Verbal
A regncia verbal ocorre quando o termo regente  um verbo.
Ex.: Obedecemos
termo regente termo regido (verbo) (complemento)
De acordo com sua predicao, o verbo pode ou no ter um complemento.
 verbas intransitivos: no possuem nem comple mento, nem pronome oblquo.
Ex.: Os pssaros cantam,
76 - Portugus
verbos transitivos:
 diretos
- possuem complementos sem preposio
- pronomes oblquos: o, a, os, as
Ex.: Ela comprou a bolsa. Eia comprou-a.
indiretos
- possuem oomplementos com preposio
- pronomes oblquos: lhe, lhes
Ex.: Ele obedeceu ao pai. Ele obtdeoeu-lhe.
 direto e indireto
- possu um complemento com e outro sem posio.
1
o
o
Linguagens, Cixligos a suas tecnologias
 pronomes oblquos: o. a. os, as, lhe e lhes.
Ex.: JUo entregou o bilhete ao irmo. Jlio entregou-lhe o bilhete.
Jlio entregou-O ao irmo.
d) com sentido de morar, residir intransitivo (usa se a preposio em).
Ex.: M jgnaas (se em Brasifia
o o
VI.
adj. adv. de lugar
 verbos de ligao: no possuem complemento nem pronomes oblquos.
Ex.: Etegina est cansada.
A regncia verbal carreta  produto do uso. Existem diferenas entre o uso populare uso culto de alguns verbos.
Vejamos alguns verbos que possuem alterao de significados de acordo com a regncia:
3) Visar
a) com sentido de mirar, apontararma transitivo direto.
Ex.: O policial ?afiQQ 05 ladrt
o ei
V.1'.D.	0.6.
1) Aspirar
b) com sentido de passar violo, darvisto eransilivo
direto.
Ex.: flnaAllndega.
o
o
a) com sentido de sorver ou respirar o ar transi tivo direto.
Ex.: flfltanh.
o
V.T.0	00.
b) com sentido de desejar, almejar transitivo in direto (com preposio a).
Ex.: sS	elhormnrado.
0,0.
O
V.T.I.
o
Z
0.
a) com sentido de ver :.transitivo indireto (com pre posio a).
Ex.: ei fl
o	o
V	0.1.
b) com sentido de caber, competir utransitivo indi reto (com preposio a).
Ex.: Esse direito no asion iS
o
V.T.O.
c) com sentido de ler em vista transitivo indirelo (corri preposio a).
Ex.: Seus pais visarnao
o	o
Vil.	0.1.
4) Chamar
a) com sentido de convocar transitivo direto.
Ex.: Joana chamava g (11h e para o lanche.
o o
V.T.O. 0.0.
b) com sentido de denominar, cognominar, apelidar
= transitivo direto ou transitivo indireto. Ouando transitivo direto, admite:
 objeto direto i- predicativo do objeto (com ousem preposio de).
Ex.: Chamou uzaog g medrosa
O	O	O
0.0. prep. predicativo do objeto
Chamou g medrosa
O	O
0.0. predirauvo do objeto
o o
V	0.1.
c) com sentido de prestar assistncia transitivo direto.
Ex.:Ogovernofloa g
o
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
 objeto indireto (com preposio a) mais predicativo do objeto (0Dm ousem preposio de).
Ex.: Chamei a &JZfl dx o
Chameia IIZCn QQ
o
o.'.
5) Custar
o
predicativo do ob(eto
a) com sentido de ser diflcil, ser custoso transitivo indireto (com preposio a).
Ex.: A mentira gjZIa s crian
V.T.l.
o
b) com sentido de acarretar =, transitivo direto e in
direto.
Ex.: 0 trabalho siaxiL go homem o tempo livre de
6) Proceder
a) com sentido de ter procedncia, ter fundamento intransitivo.
Ex.: Esses argumentos no procedem
b) com sentido de provir de algum lugar intransitivo (usado com preposio de antes do ad- unto adverbial).
Ex,: Os imigrantes procediam de Roma
1) Querer
o
o
VI. adjento adverbial
a) com sentido de desejar transitivo direto.
Ex.: Qggm umfl
o
V.T.D,	0.0.
78 Porfogus
b) com sentido de gostar. estimar=o transit'r indireto (com preposio a).
Ex.: Q muito bem  stallba
8) Precisar
a) com sentido deter necessidade transitivo dire to ou transitivo indireto.
Ex,: Eles pj mais aiuda
o
0.0.
Eles orecisam de mais aiuda
v	0.1.
(d preferncia a eoea forma)
b) com sentido de marcar com preciso transitivc direto.
Ex.: Este relgio no presia i_bora direito.
o O
V.T.0. 0.0.
Verbos com mesmo significado e mais de uma regncia
1) Esquecer / Lembrar
a) quando no pronominal,  transitivo direto.
Ex.: Jussara sguxsxv g.asjdxntx terrvel.
o	O
b) quando pronominal. transitivo indireto (prepc sio de).
Ex,: Ana no se esotuxogu do ex-marido
O	O
e verbo pronominal  o verbo que vem acompo nhado de um pronome obliquo de mesma pessc que o sujeito (o pronome no tem funo de objeto
c)  transitivo indireto quando tem como sujeito un coisa e como objeto uma pessoa.
Ex.: t.embraram-flax os estranhos dias
o o
0.1. pessoa) se]eito (coisa(
o	o	o
0.1. prep. predicativo do obieto
o
V
o
0,1.
o
V.T.o.
O
o
o
o
O
O
v.r.o.i.	0,1.
O
0.
O
v.l.
v.t.o.
0.0.
V.tl,
0.1.
o
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
d) Lembrar pode ser transitivo direto e indireto. Ex.:AprO$essOra lentar g
o
flno.
o
o.'.
V.T.0.I.
0.0.
2) Informar/AViSar/C0mUn3nb0 Aconselhar
So transitivos diretos e indiretos e admitem duas construes
a) lima pessoa como objeto direto e uma coisa como ubjeto indireto (preposiO de ou sobre). Ex :ms floroet.
o	O
V.T.D.l.	o.O.lpessca)	0.!. (coisa)
b) Uma pessoa como objeto indireto e uma coisa como objeto direto.
Ex.: Informei pn. p.daito no elevador.
o
o
o.l.(pessoa) O.o.(colsa)
3) Necessitar! Precisar
Como sentido de ter necessidade, pode ser:
a) transitivo direta
Ex.:
o	O
V.10.	0.0.
b) transitivo indireto
Ex.: sito ass tem o.
O	O
v.	0.1.
4) Pagar / Perdoar
a) transitivo direto quando o objeto  uma coisa. Ex.:
o	O
v.T.0.	0.0.
flr& ato.
ti	O
V.T.D.	0.0.
Obs.: o uso de preposio em indica lugar dentro do qual ocorre a ao.
Ex.: Fui o carro de meu pai...
2) Implicar: no uso oculto, usa-se sem preposio (transitivo direto).
Ex,: Este erro jmpEcou imjt!Qnc.
O	O
V,T.0.
Este erro implicou mutIla bronca. (uso popular incorreto)
3) Obedecer / Desobedecer
No uso culto, so transitivos indiretos (preposio a).
Ex.:	fl
o
V.T.I.
As pessoas no obedecem a leis de trnsito. (uso popular incorreto)
b) transitivo indireto (preposio a) quando o objeto  pessoa.
Ex.: la siros.
o
O
V.T.l.
0.1.
i minso.
O
O
v.tl.
0.1.
retos.
01,5.: estes verbos tambm podem ser d e md,
Ex.: flrei aS minoo,
O	O	O
v.to.i.	0.0.
o.
O
Verbos com regncias diferentes no uso culto e no uso popular
Alguns verbos ocorrem no uso popular com uma regncia considerada incorreta pela Gramtica.
1) Chegai/Ir/Vir (verbos indicadores de mo.
So todos usados com a preposio a.
Ex.: Cheguei vilarejo. (uso culto) Cheguei no vilarejo. (uso popular incorreto)
Fui ao cinema. (uso culto)
Fui 02 cinema. (uso popular incorreto)
0.0.
o
O
PortuguS 19
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
Ex.: Muitos preferem a teteviso ao teatro
o	o	o
V.T.D.t.	0.0.	0.1.
(a coisa mais apreciada aparece como objeto direto e a coisa menos apreciada aparece como objeta indireto).
Obs.: pode-se omitir o abjeto indireta.
5) Simpatizar / Antipatizar
So transitivos indiretas.
No usa cutto, no so pronominais. Ex.: Simpatizo com sua esposa
t	o
v.tl.	a.
No me simpatizo com eta. (uso poputar incorreto)
6) Namorar
No uso cutto,  transitivD direto.
Ex.: Eu oamorg Eatgg. o o V.tD, 0.0.
Eu namoro com ete. (uso poputar incorreto)
I - Regncia Nominal
Os nomes admitem mais de uma regncia, e muitas vezes o sentido de uma frase pode ser mudado pela simptes troca de uma preposio. Entretanto, h menos prabtemas com retao  regncia nomi nat, pois no existem tantas diferenas entre a nor ma cttta e poputar.
Alguns exemptos de nomes cam suas respectivas preposies:
80- Portugus
PREPOSIO
(ali prepasibes)
acessivel a
acesso a, para
acondicionado a, em
agradecido a, por
alertada de, sobre, contra
para
alheio a,de
nimo de,para
ansioso de, par, para
apto a, para
ascenso a, para
assiduo em
capaz de, para
colaborao com, em, para
composto de
conscincia de, sobre
constante em, de
contemparneo a, de
curioso a, para, de, por
datado a,de,em
deputado por
desempenho em
desrespeito a, de, com, para
com, por
encaixado em
nfase em, sobre
escasso de, em
estmulo a, para, de
estranho a, de, para
falvel de, em
frtil de, em
fixado em
hbil em, para
habituado a, com
medo a,de
nocivo a, para
obcecada em, poc para
4) Preferir
No uso culto,  transitivo direto e indireto (usa-se com a preposio a).
NOME
Ex.: Pretira lealro.
o
o-o.
Prefiro mais vinho do que cerveja. (uso popular , incorreto)
Linguagens, Cdigos e suas Tecnoto
obediente	. a
paralelo a, com, entre
pavor a,de peculiar a, de p a pretervel a presente a,em
Ficha 1' Concordncia
residente em
senador por
silo (=situado) em, eni(e
situado em, en
subseqente a
sucetivel a, de
nico a, em
- Conceito
Concordncia relere-se ao mecanismo pelo qual as palavras se acomodam (concordam) umas s outras,
I - Concordncia Verbal
Regra geral:
O verbo concorda com o sujeito em pessoa e n mero.
Ex.: Lal gg de sorvete.
e) O sul, simples verbo
 p. sing.) (1  p. sina.)
Dias.: quando o sujeito  composto, o verbo vai para o plural.
Ex,:Mrjoa,tB seI n irms.
o	o
sujeito (elas)	verbo
(3' p. plural) (3' p. plural)
1) Sujeito simples
a) constitudo por substantivo coletivo
verbo no singular.
Etc: O cardume p3 por ns no mar.
b) constitudo por um substantivo coletivo seguido de palavra que o especitica
verbo no singular ou no plural.
Ex.: Um grupo de trabalhadores palma (pa o Irnsilo.
o) constinuido por uma expresso de quanlidade aproximada
verbo r plural.
Ex.: Cerca de quinhentas pessoas assistiram ao stiow.
d) constitudo por uma expresso que indica uma
parte de um todo
verbo no singular ou no plural (optativo).
Ex.: Grande parte das alunas no toi (foram)  lesta,
e) constitudo pelo pronome relativo que
.verbo concorda como termo antecedente do pro nome.
Ex.: Jlio que nos i este restaurante.
Wis.: se o pronome relativo vier precedido das ex presses um dos ou um dos, substantivo ver bo na 3' pessoa do plural.
Ex.: Jos  um dos que oanharam o prmio. Ele  um dos alunos que entregaram a prova. fl constitudo pelo pronome relativo quem =a verbo na 3' pessoa do singular (ou concordar coro o pronome pessoal = sujeito da orao anterior). Ex.: Era ele quem queria desligar o rdio.
g) constitudo pela expresso mais de um, subs tantivo
verbo no singular.
Ex.: Mais de iam animal dol tendo na caada.
Poetugus 81
Linguagens, Cdigos o suas Tecnologias
h) constitudo pelas expresses quais de, quantos de, alguns de, vrios de etc.
verbo na 3 pessoa do plural (ou concordando com o pronome).
Ex.: Alguns de vocs taJar ocupados nas frias. Ohs.: se a expresso estiverno singular, o verbo tam bm fica no singular.
Ex.: Uni de ns etar ocupado.
i) constitudo por nomes de lugar ou ttulos de obras nas formas plurais
oa verbo no singular.
Ex.: Abrolhos  um paraso ecolgico. Se o nome vier acompanhado de artigo plural oa verbo vai para o plural.
Ex.: Os Estados Unidos so um pas rico.
2) Sujeito composto
a) quando vem aps averbo, geralmente este con corda com o termo mais prximo.
Ex.: Amedrontou-nos a raiva e a impacincia do
rapaa.
b) se os ncleos do sujeito composto representam uma gradao
o verbo fica no singulac
Ex.: A ternura, o amor, a paixo d rboc a tran qilidade.
c) quando os ncleos do sujeito composto so si nnimos
verbo no singular.
Ex.: O temor e o medo que senda no era suficiente.
d) se os ncleos do sujeito composto esto resumi dos num pronome indefinido (ningum, nenhum, tudo, nada ele-)
verbo no singular.
Ex.: Medo, apreenso, temor, nada o segiararia.
e) quando os ncleos do sujeito esto ligados por ou ou nem
verbo no plural (quando a ao  atribuida a to dos os ncleos).
Ex,: Lgrimas ou sorrisos o mocjgnavam do mes mo modo,
82 Portugus
Se a ao s pode seratribuda a um dos ncleos oa verbo no singular.
Ex: A minha felicidade ou infelicidade s dependa de voc,
f) sujeito lormado por um ou outro, ou nem um nem outro
verbo no singular.
Ex,: Nem lan nem outro iar a salvo.
g) sujeito formado pela locuo um e outro verbo no singular ou plural (oplalivo). Ex.: Um e outro pacienta difculla (dificultam o trata mento,
h) sujeito ligado pelos conectivos: assim.., como, no s,,, mas tambm, tanto,,. tomo etc.
- verbo no plural.
Ex.: Tanto o marido como a esposa enfrentam pro blemas no trabalho.
i) quando os ncleos do sujeito so unidos por tom verbo no singular ou no plural (optativo).
Ex,: O padre com seus discpulos enfrentou (co flm a opinio pblica.
j) quando os ncleos dc sujeito so representados por pronomes pessoais do caso relo =,verbo no plural
 Eu e tu ns Eu, tu e ele(s) = ns
 Eu e ele(s) = ns
Ex,: Etkmagairm&,eiliga iremos  festa.
Ns
Tu e ele(s) = vs
Ex.: Tu e Joo cantais a msica nova,
Vs
3) Tipos especiais de concordncia
Verbo ser
Concorda com o predicativo:
quando o sujeito  um dos pronomes isto, isso aquilo, tudo, o.
Ex,: Isto  incrvel,
Tudo eram dificuldades naquela cidade,
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
 quando o sujeito  formado de uma expresso de sentido coletivo.
Ex.: A maior parte dos alunos eram jovens.
 Quando O sujeito for substantivo comum singular (e o predicativo estiver no plural).
Ex.: A sua casa eram tflolos vazados e telhas.
 quando o predicativo  pronome pessoal.
Ex.: O marido desta mulher s tu.
 em traes que indicam tempo ou distncia (im pessoais).
Ex.: So seis horas de viagem.
Eram 9 de dezembro de 1957.
Concorda com o sujeito:
 quando este  representado por nome de pessoa ou pronome pessoal.
Ex.: Jutiana era a irm mais velha. Eles so amigos h anos.
 fica no singular quando o sujeito  representado por uma expresso numrica (idia de conjunlo).
Ex.: Oito dias  pouco tempo para se viajarpor tantos lugares.
 concorda com o sujeito quando a frase se inicia por pronomes interrogativos (que, quem).
Ex.: Quem  essa garota?
Oue lotices so estas?
Verbos bater / soar / dar
 concordam com o nmero de horas, quando so empregados para representar as horas do dia.
Ex.: Bateram trs horas no relgio da forre.
 quando aparece um sujeito exp a concor dncia  leita normalmente,
Ex.: O relgio do quarto bateu cinco horas.
Verbo haver
Concorda de modo regular:
 quando usado como auxiliarde um verbo pessoal.
Ex.: Eu hei de vencer esta batalha.
 quando usado com sentido de "comportar-se" ou de "ajustar as contas".
Ex.: Elas se houveram de modo corretssimo na dis cusso.
Os inimigos de minha cidade se havero comigo. Concorda com a lerceira pessoa do singular:
quando  impessoal (no possui sujeito) existir. Ex.: M doze cadeiras nesta sala.
 quando  empregado com sentido temporal.
Ex.: Ii vrios dias que ele viajou.
 quando empregado numa locuo verbal.
Ex.: Deveria haver mtodos mais eficientes de com bateras drogas.
Verbo existir
Concorda sempre com seu sujeito (mesmu numa locuo verbal),
Ex.: Existem muitas pessoas sem moradia. Deveriam existir mais moradias.
Verbo fazer
Usado na terceira pessoa do singular (quando  im pessoal)
 quando tem sentido temporal.
Ex,: Faz dias que no o veio.
 quando se refere a fenmenos atmosfricos.
Ex.: Fez frio ontem,
 quando faz parte de uma locuo verbal, Ex,: Deve fazer tempos que ele sumiu,
Verbo parecer
Seguido de infinitivo, pode ter duas formas:
parecer varivel + infinitivo invarivel,
Ex.: Muitos jovens pareciam acreditar naquelas pa
lavras.
parecer invarivel  infinitivo varivel.
Ex.: Muitos jovens parecia acreditarem.
Expresso 'haja vista"
 invarivel (seguida ou no de preposio).
Ex.: Haja vista as esquisilices da menina. Haja vista aos acontecimentos mais estranhos.
 varivet (sem preposio).
Ex,: Hajam vista os conselhos de sua av,
Dbs: haja vislo = forma incorreta.
Portugus '83
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
I - Concordncia Nominal
Os adjetivos seguem as seguintes regras:
1)0 adjetivo concorda como substantivo a que se
refere.
Ex.: flor cheirosa! flores cheirosas camisa azul! camisas azuis
2) Quando o adjetivo se refere a vrios substantivos. a concordncia varia.
a) adjetivo antes dos substantivos
o adjetivo concorda em gnero e nmero com o substantivo mais prximo.
Ex.: Achei cheios os potes e as tigelas. Achei cheia a tigela e os potes. Achei cheias as tigelas e os potes.
adjetivo vai para o plural quando os substantivos so nomes de pessoas ou de parentesco.
Ex.: Estavam interessadoso pai e a me.
b) adjetivo depois dos substantivos:
 substantivos de mesmo gnero no singular adjetivo no mesmo gnero e no singular.
Ex.: Josias esqueceu a cala e a meia verde.
 substantivos de gneros diferentes e no singular adjetivo concorda com o termo mais prximo. Ex.: Tais perdeu a bolsa e o bluso importado.
-substantivos de gnero e nmero diferentes =adjetivo concorda em gnere vai para o plural.
Ex.: Luciana comprou umas camisetas e um tnis importados.
 substantivos de gneros dilerentes no plural
adjetivo concorda com o substantivo mais prxi moe fica no plural.
Ex.: Encontrei lpis e mochilas antigas.
 substantivos de gnero e nmero dilerentes
adjetivo no masculino plural.
Ex.: Encontrei uma blusa e uns sapatos antigos.
3) Expresses formadas pelo verbo ser, adjetivo.
substantivo no acompanhado de expressc modificadora
adjetivo no mascutino singular.
Ex.: Laranjada  bom para a sade.
 substantivo acompanhado de artigo ou qualque outra expresso que o delermine. = concorda com o substantivo. Ex.: Esta marmelada  boa demais.
4) O adjetivo concorda em gnero e nmero com e pronome pessoal ao qual se liga.
Ex.: Eu o encontrei muito distrado.
5) Em expresses lormadas por pronome indefini
do (nada, algo, muito, tanto etc.) + preposio d
+ adjetivo.
o adjetivo tica no masculino singular
Ex.: Fernando no dizia nada de bom.
6) Palavras adjetivas como anexo, obrigado, mes
mo, prprio, incluso, leso e quite concordam con
os substantivos (ou pronomes) aos quais se refererr
Ex.: Eles mesmos concordaram com a deciso.
7) A palavra s (=sozinho) tem luno adjetiva. concorda com o nome a que se retere.
Ex.: Ns estvamos ss na casa. Ele ficou s.
8) A palavra bastante s  flexionada quando ter
valor de adjetivo.
Ex.: Enviaram-nos bastantes curriculos.
Obs.: como advrbio, no  flexionada.
Ex,: Eles correram bastante.
o
advrbio do intensidade
9) A palavra meio, com valor de adjetivo, concord com o nome a que se refere.
Ex.: Juca guardou meio pozinho.
Helena tomou meia taa de vinho.
10) As palavras alerta e menos so advrbios =v so sempre invariveis,
Ex.: Recebemos cada vez menos elogios. O co deve estar sempre alerta.
04- Porlugub
IV - Silepse ou Concordncia Ideo
Este lipo especial de concordncia aparece quando averbo deixa de concordar como sujeito expresso
F Colocao Pronominal
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias no enunciado e concorda com um elemento irnpl cito na menle de quem lata.
Ex.: Os jornalistas no devemos ser inconvenientes. (silepse de pessoa ns)
- Conceito
A colocao pronominal (pronomes oblquos to nos) est ligada  harmonia da frase.
Os pronomes obliquos tonos so os seguintes:
(eu) me	(ns) nos
(lu)te	(vs)vos
(ele/ela) se/o/a/lhe	(eles/elas) selos/as/lhes
t - Regras Gerais
Os pronomes obliquos lonos assumem Irs posi es em relao ao verbo:
1) Prclise: quando aparecem antes do verbo.
a) prclise poralrao-usa-se aprclise quando over bo vem anteoedidodassegtdnlesparbculasanraflvas:
"pronomes demonstrativos Ex.: Isso me preocupa.
 palavras ou expresses negativas Ex.: No se preocupe com isso. 'advrbios
Ex.: Aqui se usam essas regras.
 pronomes relalivos
Ex.: Os homens que me deram este papel fugiram.
 pronomes indefinidos
Ex.: Poucos se lembraram do acontecido,
 conjunes subordinalivas e coordenativas (no s...mas tambm, guer...quer,j..,j, ou.,,ou, ora-ora, Outras como e, mas, porm, todavia, contudo e por tanto no atraem pronome).
Ex.: Fui porque me convidaram.
b) tipos de frases que exigem prclise:
frases inerrogalivas
Ex.: Quem me chamou?
 frases exclamativas
Ex.: auanto lhe cuslou esse sacrificio!
 frases optativas (frases que exprimem desejos): uso
optativo
Ex.: Jesus nos livre e guarde.
o) formas verbais que exigem prnlise:
 gerndio antecedido por preposio ou por negao)
Ex.: No me comprometendo, ludo estar bem.
- infinitivo pessoal (precedido de preposio)
Ex.: Por se acharem perfeitos, ficaram desleixados.
2) Mesclise: quando aparecem na meio do verba, Usa-se a mesclise com futuro do presente e futuro do pretrito (quando o verbo novem precedido de particula atrativa).
Ex.: P-lo-ei no carro. (futuro do presenle)
Am-la-ia, se ela tivesse permilido. (futuro do
prerfro)
No caso de atrao, usa-se a prclise.
Ex.: No o encontrarei esta noite. No o encontrarei mais,
Obs.: com futuro do presente ou futuro do pretrito nunca se usa nclise,
3J nctise: quando aparecem depois do verbo. a) nose inicia afrase com pronome oblquo Mono. Ex.: "Vo-se os anis, ficam os dedos,"
1
- --e r
s
Portugus OS
Linguagens. Cdigos e suas Tecnologias
b) havendo pausa antes do verbo. Usa-se com maior treqinciaa nclise.
Ex,: Quando sua esposa chegar, vou-me retirar, c) usa-se nctise com as seguintes formas verbais:
 imperativo afirmativo (no antecedido por pa!avra atrativa).
Ex.: Dem-me essa carta agora!
 gerndio (no precedido de preposio em. nem de palavra atrativa).
Ex.: Convencendo-lhe, fico mais tranqilo.
 infinitivo impessoal.
Ex.: No me culpe por desejar-te.
Obs.: em caso de infinitivo impessoal precedido de preposio ou de palavra atrativa, pode ocorrertan to prclise como nclise.
I - Colocao dos Pronomes
Oblquos Atonos em Locues
Verbais
1) Com locues em que o verbo principal ocorre no infinitivo ou no gerndio:
 quando a locuo verbal no  precedida de par ticula atrativa, coloca-se o pronome depois do verbo auxiliar ou do verbo principal.
Ex.: Devo calar-me. Devo me calar.
 quando houver partcula alrativa de locuo, colo ca-se o pronome oblquo anles do verbo auxiliar ou depois do verbo principal.
Ex.: No me devo catar. No devo calar-me.
Obs.: no caso de gerndio, s pode aparecer antes do auxiliar.
2) Com locues em que o verbo principal ocorre no particpio:
'quando a locuo verbal vem antecedida por par lcula atrativa. o pronome aparece antes do verbo auxiliar.
Ex.: No me tinham enlendido.
 quando a locuo no  precedida de partcula afra tiva, o pronome aparece depois do verbo auxiliar.
Ex.: Haviam-me compreendido.
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Woco  questes de Vesftbulases
}'Icba a
121. (OS EC-SP)
Ouviram do Ipiranga as margens plcidas De um povo herico obrado retumbante
Para se entender um pensamento, o uso da or dem direta, muitas vezes,  fundamental. Colo que os dois primeiros versos nesta ordem: sujei to, verbo e complemento.
128. (MACK-SPJ E "Abandona elemento Indesejvel!", o sujeito :
d) inexistente e) elemento indesejvel
129. (IJFMS) "Reconhecemos o tato histrico da abolio, porm denunciamos o resultado his trico desta ao (..4"
D a funo sinttica do termo:
o resultado histrico desta ao. 130. (FMII-SP) Nesta passagem do poema:
"E algum amor Talvez possa espantar j
Os termos grifados exercem, respectivamente, a fun ode:
a) sujeito e objeto direto
b) sujeito e sujeito
c) objeto direto e objeto indireto
d) sujeito e objeto indireto
e) objeto direto e sujeito
131. (F. BELAS ARrES-SPJ Na orao "As moe das, ningum s viu", a palavra gritada tem fun o sinttica de:
a) objeto indireto
b) objeto direto pleonstico
c) objeto direto preposicionado
d) objeto indireto pleonstico e) adjunto adnominal
132. (UNAMA) Qual das expresses em negrito se classifica como complemento nominal?
a) "... antena do mundo que precisa de fantasia"
b) "O Shopping Center a fbrica de novidades..."
o) "Os atores de novelas so robs programados..."
d) "Mas estamos ss, na solido das salas de estar."
e)'... visam atender os coraes carentes de indiv duos perdidos na tome de comprar o mundo,"
133. IUCGO)D a funoslnttica do termognlta do em: 'Estou farto do lirismo comedido". (Ma nuel Bandeiraj
134. (VFPA) Numere a coluna 5 de acordo com os cdigos da coluna A e, a seguir, assinale a alternativa que corresponde  seqncia cor reta quanto  funo sinttica dos termos des tacados.
1) O&flir000moo'osksa,sreij
Vaziesloramaq
Oou
F eram seus arumentos.
Consideroividosasaaposiao.
135. (MACK-SP) Com respeito aos termos grita- dos no trecho abaixo, assinale a alternativa in correta.
" filmes de apo no gQiigfggs aas prateleiras pnejradas,daslocadoras."
a) os filmes de ao = sujeito simples
b) constituem =verbo transitivo direto
c) novidade = ncleo do objeto direto
d) empoeiradas = adjunto adnominal
e) das locadoras adjunto adverbial de lugar
Portugus - 81
a) 1-3-2-2-3 b) 3-2-1-2-3
cj 3-3- 1 -2-2
_____________	_____________	1
ri
.L
aj oculto b) me e) indeterminado
Coluna A
Coluna 3
1)adkdoadnoioioal
2) predicafivo do sajeio
3) predicaivo do objeto
d) 1-2-3-3-2
e) 3-1-2-2-3
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136. (FUA) Nos versos:
Meu canto de morte,
Guerreiros, ouvi:
Sou filho das selvas,
Nas selvas cresci."
Ateno sinttica dos termos destacados s est errada em:
a) "de morte": complemento nominal
b) "Guerreiros": vocativo
c) "Nas selvas": adjunto adverbial
d) "Meu canto de morte": objeta direto
e) 'filho das selvas": predicativo
131. (IIM'SP) Assinale a alternativa correta.
A frase cujas palavras gritailaS so, respectiva- mente, vocativo e aposto :
a) Paulo disse que Jos, treinador do time, est desanimado.
b) Joana, minha prima, est doente.
c) Mauro, telefone-me assim que Teresa chegar
d) Maria, meu vizinho Joo comprou uma televiso,
e) Jlio, espero Marina, com ansiedade, no avio
das 8 horas.
138. (FES-VALE 00 SAPUCAI) Classifique o pre dicado da orao:
O gato de porcelana virou um monte de cacos.
139. (UnA-MO) Em: "0 craque nasce feito", classifique o predicado e assinale a alternati' va correta:
a) Verbal - verbo intransitivo
b) Nominal - verbo de ligao
o) Verbo-nominal - verbo intransitivo
d) Verbal -verbo transitivo direto
e) Verbal -verbo transitivo indireto
flcha 3
140. (IIEPG-PR) O perodo que contm orao su bordinada substantiva subjetiva:
a) J no sei o que fazer.
b) Tenho medo de que voc escorregue.
o) Querem que todos colaboremos.
d) A verdade  que voc precisa mudar.
e) Di-me que o maltratem assim.
141. (UEL-PR) Entre os perodos abaixo, assinale aquele em que h uma orao subordinada subs tantiva completiva nominal.
a) Fugira e o resultado era aquele: perder Maria Paula. b) Confessei mais de uma vez que no tinha juizo feito sobre Maria pauta.
c) Era gostoso sentir ovento que vinha dos eucaliptos. d) O. Francisquinha ficou com medo de que o major Lus de Oliveira viesse a saber das fraquezas do marido.
e) Falava-se que botavam o senhor de engenho nas bebidas e tomavam-lhe todo o cobre.
142. (FESASP) Nas frases:
'Suponho que tudo esteja bem." "Nunca soube se era verdade ou no."
93 . Portugus
As palavras que e se so:
a) conjunes
o) pronomes relativos
b) preposies
d) advrbios
143. (IIPF-RS) A opo em que a orao subori nada expressa a causa do que se afirma na pri cipal:
a) A falta de atendimento mdico-hospitalar no m rural  de dimenses tais que os agricultores am am com o boicote da sua produo agricola. b) Como no foi dada soluo  falta de atendime mdico-hospitalar no meio rural, os agriculto promoveram o boicote da sua produo agrico
c) Os agricultores ameaam com o boicote da produo agrcola, para que seja dada soluo  de atendimento mdico-hospitalar no meio rur;
d) Os agricultores promovero um boicote da produo agrcola caso no seja dada soluo ' de atendimento mdico-hospitalar no meio rur
e) Se no for dada soluo  falta de atendim' mdico-hospitalar, OS agricultores promoveri boicote da sua produo agrcola.
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144. (UEV-MG) Na frase "veado aquela figura to mansa, senti uma pena e uma ternura to since las que lurei nunca a magoar em nada' a parte gritada marca uma:
a) condio b) causa  concesso
145. (UFSM-COPERVES-RS) Assinale a alternativa que expressa, respectivan,ente, a idia correta ela orao subordinada, observando a conjun o inicial.
1) Ainda que seus argumentotossem legais, ele no convenceu os urados.
II Logo que nos dirigimos a ele, constatamos seu entusiasmo pela profisso.
I Urna vez que desaparea a causa, cessar o efeito.
a) finalidade, causa, conseq&ncia
b) concesso, tempo, condio
c) concesso, concluso, tempo
d) finalidade, condio, conseqincia
e) concesso, concluso, condio
146. (FMU4P) No perodo"... pea caixa debai xo do brao, dirige-se para o lavabo social, des peja todo o seu contedo no vaso sanitrio, puxa a corrente de descarga--.", encontramos:
a) quatro orades coordenadas: duas assindticas e duas sindticas aditivas
b) quatro oraes absolutas
c) quatro oraes coordenadas assindticas d) uma orao principal e trs oraes subordinadas e) duas oraes subordinadas e duas oraes coor denadas sindticas adversativas
147, (UFV-MC) Observe o perodo abaixo:
"No chores, meu filho, No chores que a vida E luta renhida."
Assinale a alternativa ccrreta quanto  classifica o das oraes:
a) duas oraes coordenadas e unia subordinada causal
b) duas oraes coordenadas assindticas e uma coordenada sindtica
c) trs oraes principais
d) uma orao principal e duas subordinadas e) uma orao coordenada, uma principal e uma subordinada causal
149. (FEI-SP) Em: "Geoo durante a madrugada,
a orao
destacada :
a) subordinada adverbial causal
b) subordinada adverbial consecutiva
c) coordenada sindtica explicativa
d) coordenada sindtica conclusiva
e) subordinada adverbial concessiva
149. (UEMA) "Orosseira e estpida ambio  a que leva o homem a trocar a paz segura do lar pela suposta fortuna." Temos, respectivamente:
a) orao principal, adjetiva restritiva e objetiva indi reta reduzida de infinitivo
b) orao substantiva subjetiva, adjetiva restritiva e principal
c) orao principal, substantiva predicativae reduzi da de infinitivo
d) orao principal, substantiva completiva nominal e objetiva indireta reduzida de particpio
e) orao principal, substantiva objetiva indireta e completiva nominal reduzida de infinitivo
150. (IIEL-PR) fttgglnsttqoersglida iggp, corremos o risco de perdermos o cliente. A orao gritada expressa idia de:
a) contradio	d) explicao
b) hiptese	e) conseqncia
c) causa
151. (tIEL-PRJ Assinale, dentre as ataes em negrito, a que  subordinada adverbial causal. a) As bandeiras gue a Multido agitava marcavam o caminho percorrido pelo heri,
b) Para chegar ao ponto mais alto da carreira, no mediu esforos.
c) Caso ele tenha n dito isso, devemos pedir expticaes,
d) Como tinham opinies bastante diferentes, aca baram por brigar.
e) E bastante sincero, portanto merece respeito.
152. (UEMA) "...Posso dizer  minha boa amiga
Ariana o qn&fasjdi5 no romance de
Jos de Alentar...
A orao destacada :
a) subordinada objetiva indireta
b) subordinada objetiva direta
c) subordinada adjetiva restritiva
d) subordinada adjetiva explicativa
e) subordinada substantiva subjetiva
d) proporo e) conseqncia
Portiegut- 89
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153. (EUVEST)
Conheci que (1) Madalena era boa em demasia... A culpa foi desta vida agreste que (2) me deu uma alma agreste.
Procuro recordar o que (3) dizamos.
Ter realmente piado a coruja? Ser a resma que (4) piava h dois anos7
Esqueo que (5) eles me deixaram e que (5) esta casa est quase deserta.
Nas frases anteriores, o qu aparece seis vezes; em trs delas  prenome relativo, quais?
a) 1-2-4
b)2-4--6
o) 3-4-5
154. (FUVEST) leia as frases abaixo e assinale a que est correta.
a) Ajovem que eu lhe falei  poucovai ser entrevistada. b) Ajovecn que a pouco foi entrevistada  aquela que eu lhe falei.
c) A jovem de cuja eu lhe falei h pouco  aquela que foi entrevistada.
d) A jovem que h pouco tol entrevistada  aquela de que eu lhe falei.
e) A jovem que h pouco foi entrevistada  aquela que eu lhe falei.
155. (PUC-SP) No perodo:
"E h poetas mopes que pensam que  o arrelieI", a partcula que introduz, respectivamente, oraes:
a) subordinada substantiva completiva nominal e subordinada substantiva objetiva direta
b) subordinada substantiva objetiva direta e subor dinada substantiva predicativa
e) subordinada adjetiva restritiva e subordinada adjetiva explicativa
d) subordinada substantiva predicatva e subordi nada substantiva objetiva direta
e) subordinada adjetiva restritiva e subordinada substantiva objetiva direta
156. (PIJC-SP) Em relao ao perodo:
"E, entrando na sala, voltou sem demora com uma caixinha quadrada de tolha-de-flandres, que trazia com toda a reverncia e cujo tampo abriu cuidadosamente",  incorreto afirmar que:
a) h duas oraes subordinadas adjetivas b) h uma orao subordinada adverbial
90' Portugus
c) a partcula que introduz uma orao subordim
substantiva -
d) uma das oraes  reduzida de gerndio
e) a ltima orao  subordinada adjetiva
15?. (IIA-SP) Em qual dos perodos abaixo h u' orao subordinada adverbial que expressa id de concesso?
a) Diz-se que a obra de arte  aberta; possibilita, tanto, vrias leituras.
b) Pode criticar, desde que fundamente sua crit em argumentos.
o) Tamanhas so as exigncias da pesquisa cien ca, que muitos desistem de realiz-la.
d) Os animais devem ser adestrados, ao passo os seres humanos devem ser educados, visto possuem a faculdade de inteligncia.
e) No obstante haja concludo dois cursos su dores,  incapaz de redigir uma carta.
158. (VIINESP) Das alternativas abaixo, aper em uma no se considera um tato natural violetas murcharem, por receberem muita gi Assinale-a.
a) Como as violetas foram muito molhadas, m charam,
b) Desde que as violetas sejam muito molhad murcham.
cj As violetas foram muito molhadas, de modo murcharam.
d) Embora as violetas tivessem sido muito moi das, murcharam,
e) As violetas foram to molhadas, que murchara
159. (VUNESP) .. a esposa estar, h multo te po, longe de casa, o marido no sente sua f ta, .. se rodeia de amigos, - -. comemorar liberdade.
Observando a coerncia na indicao das cunslncias, assinalar a alternativa que peei che adequadamente as colunas:
a) em razo de;  proporo que; para
b) apesarde;j qcee;afim de
c) na hiptese de; desde que; por d) no obstante; quando; sem
e) no caso de; conforme; de modo a
d)2-3--4
e)2'-
160. (ESAI1-SP) Na frase:
,ecoihi-me pouco depois e deitei-me.' (Monteiro Lobato)
A orao destacada :
a) coordenada sindtica explicativa
b) subordinada adverbial causal
cj subordinada adverbial conformativa
d) subordinada adjetiva explicativa
e) subordinada adverbial final
161. (PIJC-SPJ 'Nunca chegar ao tine, ggjgI deiunsaueande" A orao destacada :
a) subordinada adverbial causal
b) subordinada adverbial concessiva
c) subordinada adverbial condicional
d) subordinada adverbial consecutiva
e) subordinada adverbial comparativa
162. (MACK'SPJ Assinale o penado em que a ora' o destacada exerce a funo de complemen to nominal.
a) Estou certa de que voc nunca me compreen der.
bj Nunca precisei de que voc defendesse os meus interesses.
c) De tanto gritar, voc acabar ficando rouca. dj Informei-a deque  conquistei novasaanizades. e) Lembre-se de que, com esse gnio, voc fica- r sozinha,
163. (UFPF-RSj A seguir, h trs perodos com uma orao em destaque em cada um deles, A opo em que aparece a funo sinltica de
cada uma dessas oraes :
UA notcia de que voltarias mais tarde deixou teus pais intranqilos.
li) Ningum se ops a que manifestasse livremente suas idias.
II Quero saberse ainda tens simpatia por aquelas pessoas.
a) complemento nominal, complemento nominal, sujeito
bj complemento nominal, objeto indireto, adjunto adverbial de condio
c) complemento nominal, objeto indireto, objeto direto d) objeto indireto, complemento nominal, adjunto adverbial de condio
e) objeto indireto, objeto indireto, objeto direto
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164. (FESP) "Convm qieg,jgdpjecncentre A orao gritada :
a) subordinada subs subjetiva
b) subordinada substantiva objetiva direta
c) subordinada substantiva completiva nominal
d) subordinada substantiva subjetiva direta
e) subordinada substantiva objetiva indireta
(FUVESI) Nas questes 165 a 167, dentre as eraes destacadas, indique qual desempe nha a mesma funo slnttica que a da frase matriz;
165. "O viainlio Pires de Meto mandou saberse eu queria barganhar a pele da ona." (J. Cndido de Carvalho)
a) "A comadre viu que o vento lhe ia tornando absolutamente contrrio.' (M. Antnio de Almeida)
b) "Dizia-se que os feiticeiros iam celebrar ali os seus sortIlgIos em noite de So Joo (Frnklin 'Tvora)
c) " evidente que ningum pode condenar o governo por gastar dinheiro com sade pblica," (Jorna! da Tarde)
166. "Atinal me convenci de que tudo aquilo eram toiices.' (Graciliano Ramos)
a) " quase certo que Juninhe poder ter uma chance no lugar de Oscar." (Jorna! da rarde) b) "Vocs podem achar graa, mas no se esque am de que o cearense  um sujeito fino, prti co." (Mrio Palnirio)
c) " pouco provvel que a economia brasileira caminhe para uma recesso em 1981." Folha de S.Paolc)
161, "No h dvida de que Carter conseguiu um bom negcio." (Jornal da Tarde)
a) "Parecia que Marina queria esfolar-se." (Graciliano Ramos)
b) "A frase de White  o reconhecimento implicito de que unta revoluo  de lato necessria em EI Salvador.' (Folha de S. Pa
c) "Os poetas da minha terra so pretos que vivem em torres de ametista." (Murilo Mendesj
Portugu* - St
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168. (PUC-SP) Assinale o perodo em que a ora o destacada  apositiva:
a) No me disseram onde moravas.
b) A rua onde moras  muito movimentada.
c) S me interessa saber uma coisa: onde moras.
d) Morarei onde moras.
e) n.d,a.
169. (MACK-SP) No perodo:
"Sabe-se que ,Jac props a Labo que lhe desse lodosos filhos das cabras (,..)", a alternativa que contm anlise correIa das oraes, na Seqn cia em que vm no perodo, :
a) principal; subordinada substantiva subjetiva: su bordinada substantiva objetiva direta.
b) coordenada stndtira aditiva; subordinada subs tantiva objetiva direta; subordinada substantiva
apositiva.
e) absoluta; subordinada substantiva objetiva direta; subordinada substantiva objetiva direta
d) principal; subordinada substantiva subjetiva; bordinada substantiva objetiva indireta.
e) coordenada assindtica; subordinada substant subjetiva; subordinada stbstantiva tbjeliva direta.
170. (UftIHtO Classiftque as oraes de com o cdigo:
a) substantiva objetiva indireta
b) substantiva completiva nominal
Aqui ningum duvidade que amarmota ex te. (RacheI de Oueiroz)
II ( ) "Estava convencido de que todos os habita tes da cidade eram ruins. (Graciliano Ramos) til ( ) "Fabiano tinha a certeza de que no se at bana to cedo. (Graoiliano Ramos)
IV ( ) Essas ocorrncias servem para preveni populao de que nunca estamos seguros grandes centros urbanos."
V ( ) "O lazer no deve estar restrito  idia de se possa viajar  praia ou ao campo durante trtas' (Folha de S.Paulo)
Ficha 4	_______
a (UFMG? Assinale a frase era que rido seres peitou o uso adequado das vrgulas.
a) Batista, cabea de drea do Internacional  um dos melhores especialistas dessa posio no mundo. b) "J rezei, Irm, e no adiantou nadal" (Lygia Fagundes Tet
o) Altos tunciondrios municipais comentaram a mu dana do administrador de Pinheiros, Hlio Fidlis.
d) "A tuga fizeram eles, senhor e escrava, a p por maus caminhos, atravessando os sertes." (,fllvsio Azevedo)
e) "Primeira comoo da minha juventude, que doce que me doslel" (Machado de Assis)
172. (UFES) Assinale a opo em que est corre tamente indicada a ordem dos sinais de pontua o que devem preencher as lacunas da irase abaixo.
Nossavida-vizinho-esllodanumerada-e recontie go que ela s pode ser tolertel quando um nmero no incomoda outro nmero- mas o respeita-fican do dentro dos limites de seus algarismos.
92' Porluguss
a) dois-pontos, virgula, ponto-e-virguta, ponto, rg b) vrgula, virgula, ponto-e-vrgula, ponto, ponto vrgula
c) vrgula, virgula, ponto-e-vrgula, vrgula, vrgt
d) vrgula, vrgula, ponto, vrgula, ponto
e) virguta, vrgula, dois-pontos, dois-pontos, vrg
113. (VUNES "Os colegas- o equilibrista, aq, les dois que conversavam em voz baixa, tot entim - sabiam de sua histria e no haviam p parado a mnima homenagem."
Na frase anterior, o travesso  empregado ia
a) destacar o aposto e deixar claro o nexo entr sujeto e o predicado.
b) indicar mudana de interlocutor,
c) indicar a coordenao entre os diterentes nci do sujeito composto.
d) assinalar uma retificao do que se disse anter mente, no inicio da frase.
e) realar ironicamente o valorsignificativo da vra colegas.
r
a) 1) "A Volkswagen do Brasil est concedendo l rias coletivas, de vinte dias a !uncionrios desuas fbricas. (Fo de S.Paufo)
2) Avolkswagen do Brasil est concedendo l rias coletivas de vinte dias a funcionrios de suas tb ricas.
b) 1) ",Aacademia derles etincias Cinematogr ficas de Hollywood adiou para hoje  noite! a ce rimnia da entrega dos prmios Oscar ( (Fo de 5 Pa
2) A academia de Artes e Cincias Cinematogrti cas de Flollywood, adiou para hoje  noite a ceri mnia de entrega dos prmios Oscar
e) 1) ""A entidade internacional promove a cada dois anos, um congresso". (Folha de 5 Pavio) 2) A entidade internacional promove, a cada dois anos, um congresso.
d) ) "Os soldados da Policia Militar da Bahia, voltam hoje aos quarudis". (Jornal da Tarde)
2) Os soldados da Policia Militar da Bahia voltam hoje aos quartis.
175. (PUC-SP) Assinale a letra que corresponde ao texto de pontuao carreta:
a) Aquela moa, se constitui num verdadeiro fen meno: no obstante as poucas veces em que apare ceu erre pblico.
Trata-se realmente, de uma inteligncia admirvel. Portanto merece respeito.
b) Ao longo dos ltimos seis meses, o povo acom panhou com vivo interesse, o debate sucessdrio e seguiu pelos mais variados meios de comunicao, as dezenas de trabalhos sobre a campanha eleitoral, c) Perguntou-me, com ar brincalho:- Aque devo, senhorita a honra de tal sorriso? E antes mesmo que eu pudesse responder afastou-Se com passos vaga rosos.
d) O senhor adquiriu a propriedade, tem portanto, o direito de exigir toda a documentao em ordem; concordou o vendedor, sem entretanto, lazer o mmi mo gesto para atender o homem que esbravejava diante dele,
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o) Joana percebeu que as crianas estavam certas. Se, com tanta obstinao, elas defendiam o empre gado, ela  que devia estar fazendo um papel ridcu lo. Resolveu, pois, esquecer o assunto, at o dia se guinte, pelo menos.
'176. jUFPR) Hoje, a maioria dos cientistas acre dita que os dinossauros foram vitimas do frio: o clima mudou e os grandes rpteis no resistiram a temperaturas muito baixas," O autor usou dois- pontos no texto acima:
a) para enunciar uma citao,
b) para enunciar uma explicao.
o) para separar oraes da mesma natureza que tm
uma certa extenso.
d) para isolar uma orao intercalada.
e) para separar uma orao reduzida.
177. (FIJVEST) Assinale a alternativa em que o penedo proposto est corretamente pontuado:
a) Neste ponoo viva amiga,  natural que lhe per guntes, a propsito da Inglaterra como  que se explica, avieria eleitoral de Gladslone.
b) Neste ponto, viva amiga,  natural que lhe per guntes, a propsiro da Inglaterra, como  que se explica a vitria de Gladslone.
c) Neste ponto, viva amiga  natural que, lhe per guntes a propsito da Inglaterra, como  que se explica a vitria eleitoral, de Gladsrone?
d) Nesteponto, viva amiga,  natural, que lhe per guntes a propsito da Inglaterra, como  que, se explica avitria eleitoral de Gladstone.
e) Neste ponto viva amiga,  natural que lhe per guntes a propsito da Inglaterra como , que se explica, a vitria eleitoral de Gladslone?
118. (VFV-MO)Assinale aalternatlva correia qojan to  pontuao:
a) "O sculo XIX, principalmentea segunda metade  um perodo dilicil de ser caracterizado, pela varie dade de fatores que intervm na configurao da poca. Para compreend-lo  necessrio examinar, alguns de seus traos principais,"
b) "O sculo XIX principalmente a segunda metade, um perodo ditfcil de ser caracterizado pela varie dade de lalores, que intervm na conligurao da poca, Para compreend-lo  necessrio examinar alguns de seus traos principais."
4
174. (PtIC-SP) As frases que seguem so todas extradas de jornais. Sua pontuao foi altera da, de modo que ocorresse algum desvio do uso da vrgula. Assinale a alternativa em que a se gunda frase no corrige adequadamente a pri meira-
Port . 93

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c) O sculo XIX, principalmente, a segunda metade  uni perodo difcil de ser caracterizado pela varie dade de fatores, que intervm na configurao da poca. Paracompreend-lo.  necessrio examinar alguns de seus traos principais."
d) O sculo XIX, principalmenle a segunda metade,  um perodo dificil de ser caracterizado pela varieda de de fatores, que intervm na configurao dapo ca, Para compreend-lo  necessrio examinar, al guns de seus traos p rinerpais."
e) O sculo XIX, principalmente asegunda metade,  um periodo diticil de ser caracterizado, pela varieda de delatores que intervm na configurao da po ca. Para compreend-lo,  necessrio examinar al guns de seus traos principais."
179. (PUC-SP) O texto corretamente pontuado :
a) Em alguns solos onde a umidade em excesso contribui, para a formao de abundante reserva orgnica, a drenagem pode ser uma causa de de composio acelerada da matria orgnica j que, o rebaixamento do lenol de gua livre, permite maior arejamento do solo intensiticando, por conseguinte os processos de decomposio.
b) Em alguns solos onde a umidade, em excesso, contribui para a formao, de abundante reserva orgnica, a drenagem pode ser, uma causa de de composio acelerada, de matria orgnica,  que o rebaixamento do lenol de gua livre permite maior arejamento, do solo, intensificando por conseguin te os processos, de decomposio.
c) Em alguns solos, onde a umidade em excesso contribui para a formao de abundante reserva de matria orgnica a drenagem pode ser uma causa de decomposio, acelerada de matria or gnica j que o rebaixamento do lenol de gua livre permite, maior arejamento do solo in tensificando par conseguinte, os processos de decomposio.
d) Em alguns solos, onde a umidade em excesso contribui para a formao de abundante reserva de matria orgnica, a drenagem pode ser uma causa de decomposio acelerada de matria or gnica, j que o rebaixamento do lenol de gua livre permite maior arejamento do solo, intensifi cando, por conseguinte, os processos de decom posio.
e) Em alguns solos onde a umidade em excesso contribui para aformao de abundante reserva de
malria orgnica, a drenagem pode ser uma caus de decomposio acelerada de matria orgnica, que o rebaixamento do lenol de gua livre permil maior arejamento do solo, intensificando, por cor seguinte, os processos de decomposro.
180. (IJFPE) Leia com ateno:
Mas age que nem criana. Caiu aqui, levanta ac l (1). Enfim, corre (2). E pula, e grita, e chora, cansa (3). E pena, porm (4): o tempo no volt. rapaz (5).
Assinale a alternativa que no justifica o empri go da vrgula, de acordo com o texto.
a) Situao ( a virgula  usada para separar or. es coordenadas assindticas.
b) Situao (2): a vrgula  usada para separaradv bio deslocado,
c) Situao (3): a virgula  usada para separar conjuno "e", repetida, dando idia de mobi dade.
d) Situao (4): avrgula  usada para separar a cc juno deslocada.
e) Situao (5): a vrgula  usada para isolar aposto.
181. (UPF-RS) Assinale a opo cuja frase apr senta a pontuao mais adequada:
a) Ao ser abordado pelos jornalistas, o candida pediu que no fosse incomodado e, dirigindo-se reprter da televiso, ameaou: "Se voc me film eu chamo a policia"
b) Ao ser abordado pelos jornaflstas, o candida pediu que no fosse incomodado e, dirigindo-se reprter da televiso ameaou: Se voc me filmar, chamo a policia'
c) Ao ser abordado pelos jornalistas, o candida pediu que no fosse incomodado; e dirigindo-se reprter dateleviso ameaou: Se voc me filmar, chamo a polcia"
d) Ao ser abordado petos jornalistas, o candida pediu, que no fosse incomodado e, dirigindo- ao reprter da televiso, ameaou: "Se voc me mar, eu chamo a policia"
e) Ao ser abordado pelos jornalistas, o candida pediu que no fosse incomodado e, dirigindo-se reprter da televiso, ameaou: "Se voc me film eu chamo a polcia".
94 . Portusgus
.
IS (CTAJ Assinalar a alternativa em que a sen tena no est devidamente pontuada
ajo ar poluido, das grandes cidades como So Paulo, oonlinua corroerido a vida das pessoas; embora, mui tas pessoas o tenham percebido, balgumas dcadas. t)Jtaquina tinha um belo perfil: o que lhe faltava em queixo, tinha-o em nariz...
o) O corpo, por ser sombra,  transitrio e vai-se; a alma, por ser luz,  permanente e lica,
1) Deixo o meu imprio ao mais digno", disse Ale xandre, ao morrer.
e) J no serei to s, nem irs to sozinha: h de tirar comigo uma saudade tua, hs de levar contigo urna saudade minha.
183. (FATEC-SP) Assinale a alternativa que con tenha a correta soluo de pontuao.
a) O medo que tive, no passei a ningum, atinal por que apavor-los?
bj O respeito que lhe devotam repousaem duas razes, ao menos: de um lado, sua carismticatigum; de outro, a sabedoria de suas palavras, sempre encorajadoras. e) O conjunto de opes apresentadas em seu traba lho, amplia consideravelmente, o que existe, hoje, no mercado disponivel sobre o assunto.
) Falar em computadores,  atualmente moda, da qual dilicitmente podemos fugir, em reunies so ciais, de trabalho, e outras quaisquer.
e) Contada por outro, a anedota, na certa no teriaa setor graa; ele entretanto fez-nos arrebentar de rir, por seus modos exagerados, caricatos.
184. FUVEST) Leia atentamente o texto abaixo.
Humildade
"Tanto que fazert
Livros que no se taem, cartas que no se escrevem linguas que no se aprendem, amor que no se d, tudo quanto se esquece.
Amigos entre adeuses. crianas chorando na tempestade, cidados assinando papts, papis, papis,.. at o fim do mundo assinando papis. E os pssaros detrs de grades de chuvas, e os mortos em redoma de cnfora. (E uma cano to bela!) Tanto que tazert
E fizemos apenas isto. E nunca soubemos quem ramos nem para qu."
(Cecilia Meiretes)
linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
Considere as seguintes afirmaes sobre o uso das reticncias em cidados assinando papis, papis, papis.
1) Foram elas utilizadas como corte de umafrase para nela ser intercalada uma outra.
I Foram elas utilizadas como recurso de expresso. I Foram elas utilizadas para intensificara reiterao do termo papis.
a) Apenas as afirmaes e ti esto corretas.
b) Apenas as afirmaes 1 e I esto corretas.
c) Apenas as afirmaes I e tIl esto corretas.
d) Apenas a afirmao 1 est correta.
e) Apenas a afirmao II est correta.
185. AssInale a alternativa em que no ocorre erro de pontuao:
a) franqilo e alegre o menino, ainda que sobrecar regado disps-se, a trabalhar pelos pobres.
b) Tranqilo e alegre, o menino, ainda que sobre carregado, disps'se a trabalhar pelos pobres. c) Tranqilo, e alegre o menino, ainda que sobrecar regado disps-se a trabalhar, pelos pobres.
d) Tranqilo e alegre, o menino ainda que, sobrecar regado. disps-se a trabalhar pelos pobres.
e) Tranqilo e alegre, o menino ainda que sobrecar regado disps-se, a trabalhar, pelos pobres,
186. A alternativa corretamente pontuada :
a) Se nosso velho sonho se concretizar, dentro em breve o rio, hoje sem vida, voltar a ter peixes. b) Se, nosso velho sonho se concretizar, dentro em breve orlo, hoje, sem vida voltar a ler peixes. c) Se nosso velho sonho se concretizar, dentro em breve o rio, hoje, sem vida voltar a ter peixes. d) Se nosso velho sonho, se concretizar dentro em breve, orlo hoje sem vida voltar a ter peixes, e) Se nosso velho sonho se concretizar dentro em breve o rio hoje sem vida, voltar a ter peixes.
187. (VEMA) A opo que apresenta o perodo corretamente pontuado :
a) - A Malu, se vier mesmo a So Luis vai ver que eu em nosso sobrado sem ter dado avolta ao mundo tenho aqui: o meu canto bem arranjado e que no faz m figura.
b) - A Malu se vier mesmo a So Luis, vai ver que eu, em nosso sobrado, sem ter dado a volta ao mundo lenho aqui o meu canto bem arranjado e que no faz m figura.
Portugus 98
hinguagens, Cdigos e suas Tecnologias
 c) - A Malu se vier mesmo a So Luis, vai ver que eu em nosso sobrado, sem ter dado a volta ao mundo, tenho aqui o meu canto bem arranjado e que no faz m figura.
d) -A Malu, se vier mesmo a So Luis vai ver que eu, em nosso sobrado sem ter dado avolta ao mundo tenho aqui: o meu canto bem arranjado e, que no faz mtigura.
e) - AMatu.sevier mesmo aSo Luis,vaiverqueeu, em nosso sobrado, sem ter dado avoltaao mundo, tenho aqui o meu canto bem arranjado, e que notazmflgura.
188. (UNIFOR-CE) Leia com ateno as frases abaixo, pontuadas de duas maneiras diferentes.
1) Maria, a moa que espervamos chegou. Maria, a moa que espervamos, chegou. ti) Devido  ausncia de chuvas, dever haver queda na saira de cereais, afirmam especialistas. Devido  ausncia de chuvas, dever haver queda na satra de cereais - afirmam especialistas.
til) A merenda, que era distribuda aos poucas, foi reforada.
A merenda que era distribuda, aos poucos foi re forada.
Com a mudana na pontuao, houve alterao de sentido em:
d) 1 e I somente. e) 1,11 e I
189. A frase pontuada de maneira incorreta :
a) Apesar do trio, os dados mostram que desde a semana passada no houve aumento de casos de doenas respiratrias.
b) Apesar do frio, os dados mostram que, desde semana passada. no houve aumento de casos doenas respiratrias.
o) Os dados mostram que desde a semana passad apesar do frio, no houve aumento de casos doenas respiratrias.
d) Os dados mostram que desde a semana passar no houve aumento de casos de doenas respiraf rias apesar do frio.
e) Apesar do trio, os dados mostram que no hou aumento de casos de doenas respiratrias, desd' semana passada.
190. Leia com ateno as frases abaixa, pontt das de duas maneiras diferentes.
1) Os tuncionrios da secretaria com quem entrei E contato viro amanh.
Os tuncionrios da secretaria, com quem entrei E contato, viro amanh.
I Na ltimahora resolveram desmarcara comp misso.
Na Oltima hora, resolveram desmarcar o comp
missO.
I No sei se foi eta ou a filha que recebeu o recai
No sei se foi ela, ou a filha, que recebeu o recar
Com a mudana da pontuao, houve mudar de sentido:
flcha 5
191. (UEL.PR) Preencha as lacunas com a alter nativa correta:
Daqui ... pouco ele dir por que no chegou tempo de entregar... moas o material que enco mendaram.
a) h - a - quelas
b) a -  - quelas
c)--aquelas
d) h--aquelas
e) a - a - quelas
96- Portugus
192. (PUCC-SP) O acento grave indica corre mente a ocorrncia de crase em:
a) O fotgrafo que chegou  intluenciar Fellini E com 72 anos.
b) Chegando  praias famosas durante o vero ei peu, jornalistas tm muito afotogratar.
c) No que diz respeito  eles, os papa razzi, o pb est bastante hostil.
d) Dirigindo-se queles que acusavam os jorm tas, pediu-lhes serenidade.
e) Uma das testemunhas estava  duzentos me do local do acidente.
a) 1, somente.
b) I somente,
o) I somente.
a) somente em 1.
b) somente em ti.
o) somente em te I
d) somente em li e e)eml, IletIl.
Linguagens, Cdigos e suas tecnologias
193. (IJFPE) O sinal indicativo da crase  obriga trio lia alternativa:
a) "Ficava horas a ouvir msica." b) 'Abrao a causa at as ltimas conseqilncias."
c) "Convidou-me para uma visita a sua casa." ) 'A partir do momento em que resolveu, tirou decididamente exigente.
e) "A noite, no largo Bonsucesso, haver mais dois comcios."
194- {FUVEST) Assinale a alternativa em que a crase  obrigatria:
a) Reteria-se a V. Exa.
b) O trem partia as nove da noite.
e) Este ano muitos brasileiros iro a Roma.
) No tenho tempo de ir a casa para almoar.
e) Foi a ela que deste a noticia.
195. (UMEDJIJN-SP) identifique a alternativa eia que a acento Indicativo de crase 101 empregada corretamente:
a) A poluio ainda no chegou totalmente  Minas Gerais.
) Ho irei ao dnema,  menos que chova, e) Chegamos ao local cia prova  uma em ponto. ) Ningum vai  Roma  p.
e)  noite a gente ia passear  cavalo.
196. (USU-RJ) Assinale a opo que preenche corretamente as lacunas:
cinco minutos teletonararn paravoc e voltaro a ligar daqui .., meia hora, isto , ,.. quatro horas,"
d) h - a - s e) h-  - as
19'?. (FOC'SP) Indique a alternativa que preen che corretamente as lacunas:
"Pergunte... ela, no.,.mim, que se devetarnanha confuso."
193. (ITA-SP) Assinale a opo correta quanto  regncia:
"Paradoxalmente, a reduo das Foras Armadas iraquianas propores interiores.., necessrias.,. preservao do equilbrio.,, naes vizinhas no 
dese}vel, sobretudo ,.. luz dos acontecimentos re centes, que atestam quanto  pequena a resistncia desses pases ,.. tentaes criadas .,. vcuo militar."
a) a - s - na - ante s -  - pelas - no
b) em - s -  - com as -  - s - pelo
c) em -. quelas - pela - nas - pela - em - pelo
d)  - das -  - das - - com as - do
e) s - s-para a- ante as- com as - s- por
199. (USF-SP) 'Estou ... espera de uma pessoa, quem poderei pedir intormaes ... respeito deste processo." A alternativa que preenche correta mente as lacunas :
200, )IIEL-PR) 'Dia ... dia me conveno de que s ... medida que se cresce  que se aprende viver." A alternativa que preenche corretamen te as lacunas :
c)  -  - 
201. jUEL'PR) "Referindo-se ,.. quesibes contro vertidas, o diretor manifestou ... pessoas pre sentes seu desejo de que o assunto tosse trata do mais .. claras." A alternativa que preenche corretamente as lacunas :
d) -as-s e) a - as - s
202, (OSEC) "Ainda ontem, ... hora marcada, lo- rum entregues .. coordenadcria os textos des t ... correes." A alternativa que preen che corretamente as lacunas :
a) a- a - a
b)-a--
c) a -  - a
203. (IJNIMEP)"... partir de agora, peo licen a .,. Vossa Senhoria para dirigir-me ... pessoa que me criticou - . - alguns dias." A alternativa qoe preenche corretamente as lacunas :
d) A - a - a - a
e) A - - - a
'e
a)  -  - a
b) a -  - 
c)-a-a
) -a-
e) a - a - 
a)  -  - a
b) a - a - a
d)a--a
e) a - a - 
I
a)  - a - s
) - - as
o) h - h - as
a)a-s--s b)  - as - as c) a - s - as
a) a-a-a b) -a-a e) --a
) -- e) a-a-
d)--a
e)  -  - 
a) A - a -  - h ia) A -  - a - h c) A - - - h
Portugus '97
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
204. (F. TABAJARA) O uso da crase em 'graas  minha estrel&" :
205. (FASP) Indique a alternativa que completa corretamente o texto abaixo.
Nopodiaaliar-se ...turmaeir...festa, pois,... vsperas da competio, que ... muito esperava, corivinha ,.. ela que seguisse ... recomendao do tcnico ... quem muito devia, face ... sua dedicao e competncia,
a)//s/h/a/a/ a/
b) /a/as/ / /a / a / a
c) a/a/s/a/a // /a
d) a / /s / h /  / /a/
206. (PUC'RS) Atrase em que deve ser utilizado o acento Indicativo de crase :
a) O vestibutando deve dar valor a manifestaes culturais.
b) O estudante dedica-se a uma leitura intormaliva. c) O candidato a uma vaga na Universidade estuda a toda hora.
d) Ovestibulando destina um longotempo a reviso de seus conhecimentos.
e) O estudante solicita esclarecimentos a pessoas versadas no assunto em questo.
Ficha 5
207. (ESPM) Que nome se d  fuso de dua vogais da mesma natureza, assinaladas com ur atenta grave?
208. (UFSC) Marque as atirmativas verdadeira quanto ao emprego da crase:
a) A atividade que ora realizas  semelhante  qu realizei em 1989.
b) infelizmente, os preos continuam subir. c) A tardinha, todos vo apreciar o prdo-sol na ilb da magia.
d) As vezes no podemos ser honestos porque n
deixam,
e) O pintor,  cuja tela te referes, fez uma exposio galeria de artes da UFSC.
t) O sujeito recorreu  repartio e a ela se apegc como a uma tbua de salvao.
209. (F.E.S. VALE 00 SAPUCA) Em que situa h erro quanto  crase?
a) O rapaz cortou o cabelo  mililar.
b) Refiro-me jovem que o acompanha.
c) Graas  Deus tudo correu bem.
d) s duas horas temos um compromisso.
e) Fez tudo s pressas e saiu.
2111. (UEL-PR) Assinale a alternativa correta:
No quero ..., mas soube ... o documento ... voc contava no chegar em tempo.
a) inquietar-lhe-que-deque b)inqutetar- qual c) inquiet-lo-que- com que d) inquietar-lhe-deque-comque e)inquieta-lo-deque-oqual
211. Assinale a alternativa gramaticalmente correta que apresenta regncia idntica  do verbo destacado na trase "Os pulmes aspiram e expelena sempre o mesmo ar e o mesmo p". (Alusio Azevedo)
a) Aspirando  tragrncia com tora, ele espirrou imediatamente.
98' Portugus
b) A que tipo de ar se aspira nesta cidade to tu Ida?
c) A que aspiras? A uma promoo nestes dias tfceis?
d) De ervas cheirosas aspirava o aroma e se sen inundada de paz.
e) Aspiro como todo cidado uma sociedade m justa e traterna.
212. (IINIFOR-CE) "0 menino, ... mritos at buimos a vitria, mostra-se contente." A ternativa que preenche corretamente a 1 cuna :
d) para cujos e) cujos os
a) optativo b) obrigatrio
c) incorreto
d) aleatrio
a) de cujos
b) em cujos
c) a cujos
213. (UNIFOR-CE) "No nos passa despercebi do ... ele seja propenso ... grandes aes." A alternativa que preenche corretamente as la cunas :
c) de que - a
d) por que - para
e) que-por
214. (UNIFOR-CE) "0 aluno no se rendeu ... pa lavras do mestre .. tantotempo dirigitfas ... v rias turmas." A alternativa que preenche corre tamente as lacunas :
c) s - a - 
215. (PUCC-SPj "0 ponto capital do projeto,
- j me referi e .. no podemos nos esque cer, est sendo estudado por um jurista, parecer tantas pessoas se beneficiaro." A alternativa que preenche corretamente as la cunas :
a) o qual - que - cujo
b) que - a que - cujo
c) a cujo - pelo qual - de que o
d) de que - o qual - do qual
e) a que - do qual - de cujo
216. (IJSF'SP) Selecione a alternativa que preenche corretamente as lacunas da frase apresentada;
Ela contava com .,. datamlia para seus ... na escola.
a) compreenso - deslises
b) compreenso - deslizes
o) compreeno - deslizes
d) compreeno - deslises
e) comprenso - deslises
217. (IJSF-SP) "A concede alguns ... a seus usurios O." A alternativa que preenche corre tamente as lacunas :
a) enpreza - privilgios - exclusivos
b) empreza - previlgios - esclusivos
c) empreza - privilgios - esclusivos
d) empresa - previlgios - esclusivos
e) empresa - privilgios - exclusivos
Linguagens. Cdigos e suas Tecnologias
218. (FACESP) Assinale a alternativa que preen che corretamente os espaos:
Eles .. as atividades de .. por .. de verba.
a) paralizaram - pesquisa - escasss
b) paralizoram - pesquisa - escassez
o) paralisaram - pesquiza - escassez
d) paralisaram - pesquisa - escasss
e) paralisaram-pesquisa - escassez
219. (FACESP) "Quando a .., cobriu toda a ... da tua, s se .., as guas barrentas subindo cada vez mais-" A alternativa que preenche correta mente as lacunas :
a) enxurrada-extenso -enxergavam
) enxurrada - exteno - enchergavaru
o) enchurrada - extenso - enxergavam
d) enoburrada- extenso - enchergavam
e) enxurrada- exteno - enxergavam
220. (UII Assinale a alternativa em que todas as palavras esto corretamente gratadas:
a) explndido -Ilexa- beringela - mausolu
b) abrazar - pag - pteo - desliza
c) berinjela - xadrs - esplndido - exceo
d) cozinheira - expletivo - empreza - proeza
e) privilgio - berinjela - jazido- tiecha
221- (UIIIMEP-SP) ". soube que tinha ida.., no vestibular, o.. - alono comeou a falar.. - da Fa culdade," A alternativa que preenche correta mente as lacunas :
a) mal - mal - mal - mal
b) mal - mal - mau - mal
o) mal - mal - mau- mau
d) mau - mau - mal - mau e) mau - mal - mau - mal
222. (FESP-PR) "0 merecido.., realizado na oca sio do ., emocionou o ., ms
Preencha as lacunas com as palavras adequadas:
a) pleito, concerto, eminente
b) preito, conserto, iminente
o) preito, concerto, eminente
d) pleito, conserto, eminente
e) preito, concerto, iminente
a) que - a b) em que - para
a) s - h -  b) as - a - a
d) s-h-a
e) as - a - 
-7
Portngias '99
L Cdigos e suas Tecnologias

223. (FESP) Complete as lacunas com as alterna tivas de cada tem e depois assinale a alternativa que contenha a seriao de nmeros correta:
1) Vov Felicia, a quem tanto amvamos, morreu no
seu .., aniversrio.
1) octogsimo 2) octagsimo
li) Os grevistas.., aumento real de 15% ontem. 3) reivindicaram 4) reinvidicaram
III) Use.., nos lerimentos para melhor cicatrizao. 5) mentiolate 6) merliolate
c) 1,3,5
d) 2,4,5
e)1,3,6
224. (UFV-MG) Assinale a alternativa correta, con siderando que  direita de cada palavra h um sinnimo:
a) emergir = mergulhar imergir = virtona
b) emigrar entrar (no pais) imigrar = sair (do pas)
c) delatar = expandir dilatar = denunciar
d) deferir = diferenar diferir = conceder
e) despensa = cmodo dispensa = desobrigao
225. (UFRN) Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas do trecho abaixo:
'O ,,. do ch efe de ga bin ete no teve a ... de oten der o do prdio".
a) acessor-intenso- assensorista
b) ascessor - inteno - acensorista
c) asseor-intenso--ascensorista
d) assessor - inteno - ascensorista
e) assessor - intenso- assensorista
226. (VERS) "A equipe fiscal conseguiu um raro: ... tina valiosa coleo de peles ... em um tanque, em pleno Menino Deus.' A alternativa que preenche corretamente as lacunas :
a) fragrante -aprendeu -emersas
b) fragrante - apreendeu - imersas
c) flagrante - apreendeu - imersas
d) tlag rante - aprendeu - emersas
e) fragrante -apreendeu - imersas
227. (UFRS) "A manifestao do Ministro foice tundente: ... dar ... aos ...? " A alternativa qi preenche corretamente os espaos :
a) Por que - subsidios - privilegiados
b) Por que - subsdios - previlegiados
c) Porque - subisidios - privilegiados
d) Por que - subisdios - privilegiados
e) Porque - subsdios - previ
228. (PUC-RJ) Assinale a alternativa correta pa completar o enunciado abaixo:
"O diretor resolveu afinal ,,, o pedido do tuncion e permitir que ele entrasse em licena,'
d) indeferir e) indefirir
229. (UFJF-M6) H emprego(s) Indevido(s) dei
a) hmido, hbito, hstia, herbvoro, heptico
b) hispnico, haurir, hodierno, hrnia, hebreu
c) herege, honradez, harm, hormnio, hemisf
d) hesitar, super-homem, sobre-humano, haste. hil
e) heterogneo, honorrio, habiitar, hlice, homic
230. (UFMS) "Caiu de ... e traturou o A alti nativa que preenche coretamente as lacunas
d) ma geito -feri e) mau jeito-fen
231. (UNIMEP-SP) "Este  o empresrio ... lhe lei e ... homenagem se faz esta festa." A atteri t que preenche corretamente as lacunas a) que - de qual d) de que- em b) sobre que - de cuja e) do qual cuja c) sobre qual - por cuja
232. (FaC-SP) "A situao ... aspiras no  co pativel ... tuas posses." A alternativa que pra che corretamente os espaos :
d) que - com e)que-de
233. (UNIMEP) "Telefonei a Joo e ... no tatt se  festa." A alternativa que preenche corre mente a lacuna :
a) pedi-o para que	ri) pedi-lhe de que
b) pedi-o que	e) pedi  ele para q
c) pedi-lhe que
a) 1,4.6 b) 2,4,6
a) defirir
b) diferir
c) deterir
a) mau jeito-fmur
b) mal jeito -temur
c) mau geito -fmur
a) que-de b)aque-de
c) a que - tom
100 Portugus
0=
234. (SO MARCOS) Assinale a alternativa em que
e sentido  dtreita no corresponde  regncia 
esquerda:
a) Assistir-lhe um direito - competir-lhe um direita
b) Chegar a casa - atingir a casa
o) Custava-me contrari-lo-era-me ddicil contrari-lo
) Mpiraro perfume -desejaro perfume ardentemente
e) Isto custa pouco - isto tem pouco valor
linguagens, Cdigos e suas tecnologias
235. (tISJT.SP) Quanto  regncia verbal, todas as alternativas esto corretas, exceto:
a) Paguei  funcionria os salrios atrasados.
b) Preferimos isto quilo.
o) Assistimos  lamentvt cena.
d) Informei-o que muitos no se haviam decidido.
e) Obedecemos, quase sempre, aos regulamentos.
Ficha 7
236. (OSEC-SP} "Nesse projeto ... prioridade a crianas que o pai e a me A alternativa que preenche corretamente os espaos :
a) sero dadas -abandonaram
) ser dado -abandonaram
c) ser dado - abandonou
) ser dada - abandonaram
e) sero dadas - abandonou
237. (FATEC-SP) Indiqne a alternativa em que h errt quanto  parte destacada.
a) Vo haver problemas, logo falaremos com ele. b) Pensar e agir no  a mesma coisa.
c) Umatrase, uma palavra, uma sitaba, um muxoxo, iam som j me perturbava.
) Eu com ele somos o que lhe resta.
e) Eles eram uns ingratos. Chamaram-nos assim e eles no se importaram.
238. (USF "Quando chegou  reunio, ele j trazia ... as indicates de novos investimentos
pela diretoria." A alternativa que preenche corretamente as lacunas :
a) relacionadas - solicitadas
b) relacionados - solicitados
c) relacionado - solicitado
) relacionados - solicitadas
e) relacionadas - solicitado
239. (PLJC-SP) Assinale a alternativa correspon denle  trase em que a concordncia verbal e nominal est correta.
a) Deixou confiante os investidores a perspectiva de que logo estariam concludos o estudo dos planos de governo.
) Emocionadas, elas mesmo se puseram a agrade cer as homenagens que os alunos lhes prestava.
o) Ainda que decorridos tantos anos, no devero haver dificuldades para a localizao dos documen tos no Ministrio do Trabalho.
d) Meio confusas, elas repetiram a cena quantas ve zes se fizeram necessrio.
e) Enviamos anexos ao oficio os formulrios que o chefe das autarquias dever preencher.
240. (FACESP/FECAP anos que eu no via um pio como esse, igual aos que .., no interior e que atualmente no ... mais." A alternativa qoe preenche corretamente os espaos :
a) Faz - haviam - existe
b) Fazem - haviam - existem
o) Faz - havia - existem
d) Fazem - havia - existe
e) Fazem - haviam - existe
241. (UNIBE-MG) Assinale a correta:
meses que ... os resultados do concurso sobre poesia .., muitos ganhadores e prmios."
a) Faz - sairam - houve
b) Fazem - sairam - houveram
o) Fazem - saiu - houveram
d) Fazem - saiu-houve
e) Faz - saiu - houve
242. (UEL-PR) Assinale a correta:
as mudanas na escota,.., a surgir condies para a melhoria do ensino,"
a) Consolidadas- comearam b) Consolidadas - comeou
c) Consolidado - comearam
d) Consolidada - comeou e) Consotidado - comeou
Portugus. 101
a) tornaram-nas - habilidosas
b) tornaram-na-- habilidosa
c) tornou-as - habilidosas
ri) tomou-a- habilidosa
e) tornaram-na - habilidosas
a) recusou - (oram elaborado
b) recusou- foi elaborado
c) recusou - foi elaboradas
d) recusaram -foram elaboradas
e) recusaram - foi elaborado
(b)
(a)
s cenas a que assistimos. Sem erro.
(c)	(d)	(e)
FichaS
IO Portugus
248. (PUCC-SP) A frase em que a concardnc nominal est incorreta :
a) So urgentes as medidas preventivas, por is deve ser refeita, imediatamente, a anlise de priortd des do setor.
b) Julgo inadiveis, sempre o digo, as pesquisas nes rea, mas penso ser inadequada, por ora, a obseR o de espcies l razoavelmente oonbecidas. o) Embora inoluso no preo, no se vem os valor tarifrios repassado aos governos estadual e teder d) O recibo e a nota fiscal, remeta-os ao meu escril rio, pois quero analisar um e outro. e) Meio constrangida pelos abaixo-assinado corretamente incluidos no processo, a direlora departamento foi obrigada a rever seu despacho (IJEI-PR) Nas questes 249 a 251, preencha lacunas com a alternativa correta. 249. 'As convocaes atrasaram em vrias es, ... par atos dias a discusso do assunto
a) motivos pelas quais se adiou
b) motivo pelo qual se adiou
c) motivos pelos quais se adiaram
d) motivo peto qual se adiaram
e) molivo pelo qual se adiaram 250. "Considerando .., as suas faltas, pediu-l explicaes, que no a) injustificvel -foi dadas b) injustificveis - foram dado
c) injustilicvel - foram dadas
(b)	d) injustiticveis foram dadas
e) injustificveis - foi dado
251. "Como se no ... os avisos dirios na dia prova ... cartazes por todo lado; por Isso, rec maes no
a) bastassem - havia - devem ser aoeitas b) bastassem - haviam - devem ser aceitas c) bastasse - havia- deve ser aceito d) bastasse - haviam - devem ser aceito e) bastasse - haviam - deve ser aceito
b) Recomend-la-ei - atrevo-me - a aguardar
c) Pecomend-la-ei me aorevo -aguard-la
d) Recomendarei-a - atrevo-nie - aguard-la
e) Recomendarei-a - atrevo-me - a aguardar
I.ingusagens. Cdigos e suas tecnologias
243. (UEI.-PR) "0 esforo de ladas essas pessoas
e a vontade de vencer ... extremamente ... nes te trabalho.' Assinale a correta:
244. (UE "Quase 20% das pessoas entrevis tadas... -se a responder s questes que ... pela equipe." Assinale a correta:
245. (UEL.PR muito ... os itens que ... num supermercado" Assinale a correta:
a) So-variados-existe d)  -variado -existe
h) So -variados - existem e) E - variado - existem
r) E -variados - existe
Instrues para as questes de nmeros 246 e 247.
Os perodos abaixo apresentam quatro segmentos destacados, que podem estar corretos ou conter um erro. Assinale a letra que corresponde ao segmento incon-eto. Se no houvererro, assinale aalternativa(e).
246. Devem existir boas propostas decorrente da
(a)
sesso realizadaemlion ao diretor Sem eno.
(e)	(d)	(e)
241. Preferimos o perdo ao castigo, por mais
.	-	t
que se eriliquem as aliludes lornadas em relao
252. (UEL-PR) "..., mas no ... a pedir nrgncia na sua contratao; devemos ... com pacin cia." Assinale a alternativa correta:
a) A recomendarei - me atrevo - a aguardar
qr
253.4 frase em que a colocao pronominal est adequada  norma culta :
a) Me empresta seu lpis?
) Seu livro esl aqui; eu no coloquei-o na estante porque no sei seu lugar.
c) Eu lhe recomendaria esse livro se voc gostasse de contas tantsticos.
d) Guardarei-lhe o lugar at que ele chegue. e) Tentei o avisar do perigo, mas ele nem conside rou-me as palavras.
254. (UEL-PR) Assinale a alternativa que comple ta a frase:
Mesmo que ... reparos, poucos ... da catstrofe acor rida na cidade.
a) faam-se - se esquecero
b) se taam - esquecer-se-o
c) faam-se - esquecero-se
d) taam-se - esquecer-se-o
e) se faam - se esquecero
255. (FE.S VALE SAPUCA) Assinale a alternativa em que a colooao pronomiaal est perfeita:
a) Med licena, pontavor.
b) Vejo-o aps a prova, encontre-me no ptio.
o) Tenha vis com freqncia.
d) Convidarei-te para atesta.
e) to aborream-me, garotas,
256. fVUHESP) Verifique os enunciados a seguir;
1) Se aventurou pela mata, afastando-se do acampa mento.
li) No insista, pois nada mais lhe direi.
I Muitos foram-se para o estrangeira, em busca de emprego
IV) Jamais te expanhas ao perigo.
Os enunciados em que a colocao pronomInal est correta so:
251- (FMU-SP) Assinale a alternativa correia quan to  colocao pronominal.
a) Pensei que veria-a ontem.
ia) Precisarei lhe contar toda a verdade.
c) Ele encontraivi-se comigo amanh.
d) Nada perturba-o mais que o barulho dos carros. e) No o encontrei naquefa festa.
Linguagens. Cdigos e suas Tecnologias
258. (FACESP/FECAP) Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas:
Ningum .... sem que
a) ausentou-se - lhe avisasse
b) ausentou-se - avisasse-lhe
c) ausentou-se - avisasse-o
d) se ausentou - o avisasse
e) se ausentou -avisasse-lhe
259. (IJNIBE-MO) Assinale a alternativa que com pleta o perodo:
anos que no... veio e s daqui... uro ms poderei... -
a) Fazem-a-lhe-abraar d) Faz-lhe-h-abra
b) Faz-lhe-te-abraar	e) Faz-a-a-abra-la
c) Fazem-a-abra-la
260. (CEAC) A mesma frase foi escrita, a seguir, de seis maneiras diferentes. Escolha a alternati va que contm as frases com erros gramaticais.
) A selva rangia e dir-se-ia que estava prestes a
destruir-se.
2) A selva rangia e dir-se-ia que estava prestes a
se destruir,
3) A selva rangia e se diria que estava prestes a
destruir-se.
4) A selva rangia e se diria que estava prestes a
se destruir.
5) A selva raragia e diria-se que estava presees a
se destruir,
6) A selva rangia e diria-se que estava prestes a
destruir-se.
As frases erradas so:
261. (IJFSC) Observe os perodos abaixo:
1) Nunca soubemos quem roubava-nas nas me didas.
I Pouco se sabe a respeito de novas fontes energticas, til) Nada chegavaa impression-lo najuventude.
IV) Falaria-me tudo, se eu fizesse presso.
V) Dar-lhe-emos novas oportunidades,
V Eles apressaram-se a convidar-nos para a festa.
Po - lO
-
a te II
a) 2,4,6
b)llIelV c) te I
b) 1,2
c) 3. 4
d) IlelV e) te IV
d) 5, 6
e) 1,3.6
Linguagens, Cdigos e suas I'ecnolcgias
A alternativa em que os perodos esto corretos, 266. (UFCO) Coloque adequadamente, nos espa quanto  colocao dos pronomes oblquos to- 905 Vazios, o pronome contido entre parnte
nos, :	ses. Se houver mais de uma possibilidade, ete
a) 1, IV, V,Vl	d)Il,lli,V,Vt	tue as duas.
b) 1,1	e) iii, i	a) No ... posso ... lalar ... do que sinto. (lhe)
o) III, iv,vi	b) Naquele momento, ... iam ... aproximando alguns
desconhecidos, (se)
262. (VIOSA) Todas as frases esto corretas	o) Ainda a tempo quero .., antecipar ... que no
quanto  colocao dos pronomes oblquos to-	participo do teu ponto de vista. (te)
nos, exceto:	d) Havia algumas pessoas que ... estavam ... prole-
a) Em se tratando de caso urgente, nada o retinha	gendo (o)
em casa,	e) H tempo eu .,. havia ,,. dito ... o contrrio, (lhe)
b) Os alunos tinham preparado-se para a grande	Assinale a alternativa incorreta.
prova.
c) Se o tivesse encontrado, eu lhe teria dito tudo,	a) lhe-O-lhe
b) 0 - se
d) No porto de entrada da cidade, lia-se, em letras	o) 0 - te -te
garrafais, numa placa de bronze: estranhos, alas-	d) o-
tem-se!	e) lhe-lhe-O
e) Logo que me lormar. colocar-me-ei  disposio
da empresa.	261. {roC'sP) "Os esboos que ... esto em ar
dem; . aluda hoje, conforme A alternativ1
263. (SIA. CASA) H um erro de colocao pro
nominal em:	que preenche corretamente os espaos :
a)	'Sempre a quis como namorada,"	a) enviaram-me - devolv-los-ei - lhes prometi
b) enviaram-me - os devolverei - lhes prometi
b) "Os soldados no lhe obedeceram as ordens."	o) enviaram-me - os devolverei - prometi-lhes
o) "Todos me disseram o mesmo,"	d) me enviaram - os devolverei - prometi-lhes
d) "Recusei a idia que apresentaram-me."	e) me enviaram - devolv-los-ei - lhe prometi
e) "Quando a cumprimentaram, ela desmaiou."
268. (UNICASTEIM) O pronome pessoal oblqu
264. (F. CARLOS CHAOAS-SP) "Quando .. as pro- tono est bem colocado em um s dos peno
vas, ,.. imediatamente." A alternativa que pre'	dos. Qual?
enche corretamente os espaos :
a) Ningum falou-nos, outrora, com tanta proprie
a) lhes entregarem / corrijam-as	dade e delicadeza.
b) lhes entregarem / corrijam	b) Segundo deliberou-se na sesso, espero qu
o) lhes entregarem/corrijam-nas	todos apresentem-se na hora conveniente.
d) entregarem-lhes/corrijam-as	c) Quando sentiu-se em dificuldades, pediu ajuda
e) entregarem-lhes / as corrijam	d) Se apresentar-lhe os psames,ta discretament'
e) Isto no me diz respeitol - respondeu-me ele, ali
265. (UNITAO-SP) Em: " uma dor canalha que te	ladamente,
dilacera", o pronome tono te est proclftico ao
verbo:	269. (FASP) Assinale a alternativa cujo empreg
do pronome est incorreto.
a) por causa da conjuno integrante que
b) por causa do pronome relativo que	a) Jamais te esquecerei,
c) por causa da expresso dor canalha	b) Avisar-lhe-ei, se encontr-lo.
d) a afirmao que encabea o teste est errada, pois	c) Em se tratando de problema de sade,  precie
acudir logo.
o pronome tono te no est proclitico ao verbo, e
sim mesoctitico,	d) Agitando-se destaforma, ador no passa.
104 Portugus
270. (UECE) Como em "que ele se levantasse', o
pronome oblqua tono, conforme a gramtica, est colocado corretamente, na opo:
a) A espingarda de Fabiano no havia partida-se.
b) Contaremos-lhes os problemas da seca do Brasil.
c} Os encontraram bem perto do rio seco.
) Ningum o estava maltratando na Iazenda.
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
L
4
RESPOSTAS
127. As margens plcidas do lpiranga ouviram obrado retumbante de um povo herico.
128. a	129. Obietodireto.
133. Complemento nominal
138. Predicado nominal. 139.
146.
153.
160.
167.
174. b
131. a
188. d
195. c
202. d
209.
216.
223. e
230. a
231. a
244.
251. a
258. d
265. b
144. e
151.
158.
165. a
172. c
179. e
186. a
193. e
2110.
207. crase
214.
221.
228.
235.
242. a
249. b
256.
263. d
270. 
145. b
152. c
159. b
156. b
173. a
180. e
181. e
194. b
201. a
208. ao,
215. e
222. c
229. a
236. d
243. a
250. d
257. e
264. c
130. a
134.
140. e
141.
154. d
161. b
168. c
175. e
182. a
189. d
196. d
203. a
210. o
217. e
224. e
231. d
238. a
245. b
252. o
259. e
266. d
det
131. b
135. e
141. d
148.
155. e
162. a
169. a
176. b
183. b
190. a
197. a
204. a
211. d
218. e
225. d
232. o
239. e
246.
253. o
260. d
261. e
132. e
138. a
142. a
149. a
158. c
163. c
170. a, b, b, a
177. b
I
191. e
198. b
205. a
212. o
219. a
226.
233. c
240. o
247. e
254. e
261. d
268. e
137. d
143. b
150.
157. e
164. a eb 171.a
176. e
185. b
192. d
199.
208. 
213. a
220. e
227. a
234. 
241. a
248. c
255. b
282. b
269. b
Pottuguis l

Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
___	Bloco $ Literatura ;0]
Ficha 1 Introduo
Literatura  aforrna de expressar par escrito todo oprocesso histrica-social do momento, com mui- los efeitos especiais.
Escritores buscam transmitir no texto sua viso da realidade com muita emoo.
Uma coisa  escrever como poeta, outra como historiador: o poeta pode contar ou cantar co!' sas, no como foram, mas.00mo deveriam ter sido, enquanto o historiadordeve relat-las no como deveriam ter sido, mas como foram, sem acrescentar ou subtrair da verdade o que quer que Seja.
(Miguel de Cenrantes - Dom Quixote de La Mancha)
A forma de escrever um texto no possui regras t'xas, o autor manipulaas palavras de torma a ex plorar a intelectualidade das leitores, que podem dar diferentes interpretaes, dependendo de sua formao cultural.
O escritor, quanto ao contedo e estrutura, pode variara gnero. Alguns autores classificam em trs ou quatro os gneros literrios, que por sua vez se subdividem tambm contorme o teor,
LriCO
Essa palavra vem da grego 'lira", que era um ins- trumeteo musical de cordas muito usado durante a Idade Mdia, quando o poeta-escritor contava ou cantava suas obras ao som desse instrumento.
Nesse tipo de gnero vigoraa exaltao do "eu", na qual o autor fala do amor, da saudade, da morte, da solido, despertando o lado emocional do leitor.
Esse gnero manitesta-se por meio da poesia (ou poema) e da prosa. Os poemas dividem-se quanto ao teore estrutura em:
Ode: poesia de exaltao.
Elegia: tala de fatos tristes,
Idlio: poesias pastoris.
 Stira: poesia que ridiculariza caracteristicas dc comportamento humano.
 Soneto: composio de 14 versos distribuidos em 2 quartetos e 2 tercetos, ricaem mtrica.
 Cano: pequeno poema, popular, simples, de teorvarado.
Acalanto: canto destinado a embalar o sono.
Acrstico: as letras iniciais tormando o nome de uma pessoa compem um verso.
Dramtico
 a encenao de um eexto. O autor escreve em pro sa ou verso acontecimentos do momento ou com portamentos sociais para que o pblico! especta dor seja sensibilizado e retliea. Os atores represen tam pessoas comuns ou heris e seus feitos, cefl rios e sons,
Oentre esse gnero temos:
 Tragdia: descreve aes humanas que geram medo ou piedade, levando o espectador a retietir sobre seus atos,
 Comdia:  a criao de um texto critico que leva
o espectador a rir pelo rdiculo das aes cometi das pelo homem na sociedade.
 Faesaum texto menordo que acomdia, mas muitc parecido no seu teor. Um nmero menorde atores en cenam ou oartcaturam costumes da sociedade.
 Auto: um texto tambm pequeno, mas de ounhc religioso, no qual os atores representam entid ade$ simblicas (abipocrisia, a virtude, a avarezaetc.)
pico
Nesse gnero, o autor descreve, na epopia, fato:
histricos hericos realizados pelos seres hu ma nos. E sempre um tema grandioso que retrata a vid:
de um povo,
106 Portugos
Linguagens. Cdigos e suas Tecnologias
Narrativa
Nesse tipa de literatura, o autor pode ser um simples narrador da histria au um narrador-personagem. Nesse gnero a escritor conta uma histria de fico em que h personagens que atuam em tocai e tempo determinados.
As termas da narrativa so:
* Romance:  uma trama que se desenvolve de acor do com a nlase dada pelo escritor: policial, aventurei rn, de ccmportamentos psicolgicos ou sociais elo.
 Novela: uma narrao mais curta, seriada num toco de ateno apenas.
 CoMo: uma narrativa ainda mais breve que ano- veia, porm no seriada e tambm com um toco de ateno apenas.
Estilos Literrios, Escolas Literrias
ou Escolas de poca
A literatura, como conjunto de obras de valor no do cumental. reflete e revela, de modo no explcito, os valores, costumes e realizaes de um determinado periodo histrico,  medida que os homens que es creveram essas obras viveram esses determinados perodos. Em outras palavras, o escdtor um obser vador de seu tempo, e o seu texto  o testemunho dessaobservao. Comoa Histria, a Literatura (mci mamente ligada  primeira) sofreu (e sofre) mudan as: de valores, de opinies, de talos. E esses diteren lesestgios determinam diferentes caractersticas,
lesa o que, em Uteratura, chamamos de Escolas Lite rdas: um perodo (dentro da histria) com determina das caractetisdcas prprias do ponto de vista esttico (tormal)edoponlo de vista do contedo (pensamentos e Jias), que tansmitem as idias ou pensamentos mais importantes de um determinado perodo histrico,
Caracterizao Geral das Escolas
Cumpre lembrar que essa linha peridica  sim plesmente uma conveno para facilitar a com preenso. Cs perioos no so precisos, so ape nas convenes.
Portanto, no podemos achar que, porexemplo, no ano de 1825 se iniciou o Romantismo porque al gum poeta declarou "A partir de hoje, inicia-se o no mantismol" e pronto.
Nada disso. Todo movimento literrio  fruto de uma evoluo lenta e gradual e  influenciado pelo movimento anterior e por tendncias novas; por tanto, os movimentos literrios no aparecem iso lados uns dos outros, mas interligam-se, s vezes de modo to intenso que no podemos distingui los. Por isso, devemos ler sempre em mente dois conceitos bem delinidos, para compreendermos a literatura:
(c) um movimento literrio  sempre ele mesmo, mais o movimenlo anterior, mais o movimento posterior
t cada perodo literrio  iniluenciado e regido pe las caractersticas (polticas, econmicas, sociais, filosficas, religiosas, geogrticas, morais etc.) con temporneas a ele.
Assim, a viso de mundo de cada perodo  diterente da nossa viso de hoje, Cumpre ao leitor pesquisar e informar-se a respeito da posio histrica de cada perodo literrio, para no obter apenas uma viso parcial do valor da obra que analisa.
Nunca se esquea de que o homem medieval no pensava e no vivia como ns: assim como o ho mem renascentista no pensava e no vivia como o homem medieval (e nem como ns), e assim por diante.
Po - 107
5.
.1
linguagens. Cdigos e suas Tecnologias
Ficha a Literatura Portuguesa
Escolas Literrias
Didaticamente, as escolas literrias portuguesas so divididas da seguinte forma:
Predomnio da Subjetividade ou emoo
-
(1198)	(1580)	(0825)	(1196)
Tro'	Bsnoc,,	Romsc,,'.,o Si,.boII,n.o
Pr poca literria da Literatura Portuguesa. O texto potico mais antigo datado dessa poca, de 1198, que marca o inicio do Trovadorismo,  de autoria do trovador Paio Soares de Taveirs, que o dedicou  dona Maria Pais Ribeiro, amante de O. Sancho .0 texto chama-se "Cantiga da Ri beirinha",
O idioma utilizado nessapocaera o galego-portugus
(derivao de um dialeto latino, o romano). O texto
escrito era menos comum que o ttxlo oral, e dai vem
a imporlncia da poesia, que versificava e ritmava a
tala, produzindo canes (cantigas) ou trovas,
Poesia Trovadoresca
Nessaelapa os textos ou cantigas tomm subdivididos em 2 grupos:
Poesia Lrica
Cantigas de Amor: de origem provenal (Provena, regio do sul da Frana, in as cantigas de amorem Portugal pela imigrao de colonosfrance ses, pelo comrcio, lutas contra os mouros etc.).
O trovador declara seu amor a uma dama, uma mu lher inatingvel, e chega a pensar na morte para mi-
I08 Portugus
nimizar a dor e a sofrimento que essa paixo lhe tra isso geralmente acontece num pa
Cantigas de Amigo: so mais antigas do que as amor. Porm, no eram escritas e s depois foras transtorniadas em texto. So poemas que falam sentimento teminino (mas que so escritos por Eu mens) e de uma mulher que sotre pela sepa rat do amado e se angustia por no saber se ele vol ouse arrumou outra amante, O ambiente da histr  o campo.
Poesia Satrica
Falam de costumes e comportamentos dapoca.
Cantigas de Escrnio: textos com duplo sentid irnicos, mas que no revelam a quem se referem
Cantigas de Maldizer: revela o ser que  ironizar pelo comportamento inadequado, num texto co vocabulrio obsceno e/ou ertico.
Os autores principais dessas obras so:
0. Dinis (Rei de Portugal)
 Paio Soares de Taveirs
Marlim Codax
t
Trovadorismo
Predomnio da Objetividade ou razo
 Aires Nunes de Santiago	Nasceu em 1261 e morreu uro 1325. Rei de Portu
 Joo Garcia de Guilhade	gal, loi um dos maiores trovadores de sua poca.
Escreveu cerca de 138 cantigas, que se encontram
D. Afonso Mendes de Beteiros	distribuidas no Cancioneiro da Vat,cana e no
Cancioneiro da Biblioteca Nacional, Amante da
 Joo Zorso	cultura, foi protetor de muitos poetas. Escreveu
cantigas de amor, de amigo e maldizer Fundou a As poesias trovadorescas encontram-se reuni- Universidade de Lisboa, em 1290. Sua produo
das em colees chamadas cancioneiros. So trs exemplilicada aseguir:
os cancioneiros importantes da Literatura Portu guesa:
Cantiga de Amor:
 Cancioneiro da Ajuda: possui cerca de 340 can-	En gran coyta, senhor,
ligas,	que peyor que rnorf',
 Cancioneiro da Vaticana: com aproximadamente	t4VO, per ba f,
1.205 cantigas, inclusive a obra completa deU. Dinis	e poio voss'amor
(o Rei Trovador)	esta coj,ta sofreu
por vs, senhor; que eu
 Cancioneiro da Biblioteca Nacional: com 1.647	Vypolo meu pram mal,
cantigas,	e melhor mi ser
de morrer por vs j
A primeira obra conhecida da Literatura Portugue-	e, pois me Deus non vai,
sa  acantiga de autoria de Paio Soares de Taveirs	esta cciyta sofreu
denominada "Cantiga da Ribeirinha", dedicada 	por vs, senhor; que eu
Dona Maria Pais Ribeiro, amante deU. Sanctio 1. 	poio meu gran mal vi,
uma cantiga de amor, na qual o trovador confessa	e mi vaI morrer
seu amor pela senhora, lamentando que elalheseja	na tal coyta sofrer
inacessivet:
poys por meu mal as"
esta coyta sofreu
Cantiga da Ribeirinha	por vs, senhor, que eu
No mundo non me sei parelha,	vypurgram mal de mi,
mentre me for como me vai,	poys tem coytad'and'eu.
caj moiro por vs-'ea,!
mia senhor branca e vermelha,
Cantiga de Escrnio:
queredes que vos retraia
quando vos eu vi en saia!	dona Boi' anda mal desbe ratado
Mau dia me levantei,	e anda trisf'e faz muif'aguisado,
que vos enton non vi leal	na perdeu quant' avia guaando
e o que 1h! leixou a madre sua:
E. mia senhor, ds aquel dia 'ai!	urapaz, que era seu criado,
me foi a mi mui mal,	levou-lh'o rocin e leixou-lh'a mua,
e vs, filha de don Paai	Se ela mua quisesse levar
Moniz, e ben vos semelha	a doan Bole o ro leixar,
d'haver eu por vs guarvaia,	non lhi pesam tanta meu cuidar
pois eu, mia senhor; d'alfaia	neo ar semelhava cousa tao crua;
nunca de vs houve nen hei	mais o rapaz por 1h! fazer pesar;
valia Tua correa,	levou-lho roda e leixo-lh'a mua,
Porlugus lO
r '' "	' "	'T "V
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
A que! rapaz, que lh'o rocin levou,
se liii levass'a mua que (Ai ficou
a Joan Bolo, como se queixou, non se queixar'. andando pela rua,' mais o rapaz, por 'na! que 1h! cuidou,
levou-lho mcm a mua.
Prosa Trovadoresca
representada pelas novelas de cavalaria, livros de linhagens, hagiogratias e cronices
Os livros de linhagens eram uma espcie de rvore genealgica em que constavam listas de nomes de lamilias fidalgas.
As hagiogralias e os cronices, textos que eram escri tos em latim, possuem pouco valor, pois, na verdade, tm mais carter historiogrtico que literrto,
As novelas de cavalaria, originrias da Frana, eram o resultado da prosilicao de canes com temas picos (canes de gesta).
Basicamente, tratavam das aventuras e feitos dos cavaleiros medievais, muito influenciadas pela bis triado Hei Artur,
Embora importante, a prosa trovadoresca no so bressai tanto quanto a poesia.
Humanismo
 poca do Humanismo (aproximadamente de 1418
a 1527), cultivaram-se a historiogralia, a prosa dou trinrta, o teatro, a poesia e as novelas de cavalaria.
O Humanismo foi um movimento ideolgico de tran sio que modificou o pensamento medieval, pre parando-a para avinda do Renascimento ou Clas sicismo.
Essa mudana consistiu principalmente navaloriza to do homem (antropocentrismo) em oposio ao teocentrismo cultivado duranle toda a Idade Mdia, o que causou uma radical transformao no modo de pensar,
Os principais autores dessa poca so:
na Historiogratia:	Ferno Lopes
flui de Pina
na Prosa Doutrinria: D. Duarte
na Poesia: Garcia de Resende
no Teatro: Gil Vicente
H istoriog rol ia Ferno Lopes
Guarda-mor da Torre do Tombo, posto ao qual nomeado por 0. Duarte em 1 4t 8, escreveu a crn dos reis portugueses da primeira dinastia, De sL obras, podemos conhecer apenas trs:
Crnica d'El-Rei a Pedro
Crnica d'El-Rei O. Fernando
Crnica d'El-Rei a Joo!
Crnica da D. Pedro
Em trs cousas, assi na da me nte, ad mos, pela morpa rte, que el-Rei O. Pedro de Por gal gastava seu tempo. A saberem fazer justi e desembargos do Reino,- em monte e caa, que era moi querenoso; e em danas e fesi segundo aquele tempo, em que tomava gran sabor que adur  agora para ser cddo. E era danas eram a som de umas longas que enf usavam, sem curando de ootro instrumento, p toque oaihouvesse; e se alguem vez lho querh tanger logo se enfadava dele e dizia que o d semao demo, e que lhe chamassem os trombeirC Ora deixemosos jogos e festas que el-Rei orc nava por desenfadamento, nas quais, de dia de noite, andava danando por mui grande pao; mas vede se era bemsa boroso jogo. Vin el-Rei embatisdeAlmada para Lisboa, e saa no a receber os cidados, e todos os d mesteres, com danas e trebelhos, segun ento usavam, e ete saia dos batis, e metia- na dana com eles, e assim ia at o pao,
Paraimentesse foi bomsa bor fazia Rei em Lisboa uma noite na cama, e no lhe nha sono para dormir E fez os moos quantos dormiam no pao; e mandou charm Joo Mateus e Loureno Patos, que trouxesst as trombas de prata. E fez acender tochas, meteu-se pela vila em dana com os outros,
Rui de Pina
Vivendo entre os anos de 1440 e 1522, toi croni la-mor do Reino de Portugal. Escreveu nove cr nicas, das quais somente duas seriam de suapr pria autoria (as demais foram copiadas das obr de outros autores):
HO Purtugus
L.inyuagens. Cdigos e suas Tecrnilogias
D. Joo II, filho de Afonso V, reinou entre 1481 e 1495 Denominado o 'Principe Perteito", dele conta Flui de Pina que subido ao trono com 26 anos (nas ceu em 1455 e faleceu em 1495), tratou logo de consolidar o poder rgio em sua mos e revolver as questes internas, sobretudo no que se toca s fi nanas. A seguir, cuidou de estimular a empresa dos descobrimentos em Africa. O trecho que se transcre ve foi extraido do penltimo captulo da crnica, intitulado 'Feies, virludes, costumes e manhas de d'El-Rei D. Joo", e parece resumir, pelo retrato do monarca, o que havia sido seu reinado:
Crnica de O. Joo
Foi el-Rei O. Joo homem de corpo, mais pra ride que pequeno, mui bem feito, e em todos seus menbros mui proporcionado; teve o rosto mais comprido, que redondo, e de barba em boa convenincia povoado. Teve os cabelos da cabea castanhos, e corredios; e porm em idade de trinta e sete anos, na cabea, e na barba era j mui co, de que mostrava receber grande contentamento, pola rnuta autoridade que a sua Dignidade Real suas cs acrescentavam: e os olhos de perfeita vista, e s vezes mostrava nos brancos deles umas veias, e mgoas de San gue, com que nas coosas de sanha, quando era dela tocado, lhe faziam o aspecto mni temero so- E porm nas cousas de honra, prazer, e gasalhado, mui alegre, e de mui real, e excelen te graa: onarizteve umpooco comprido, e der ribado algum tanto sem fealdade, Era em todo mui alvo, salvo no rosto que era corado em boa maneira. Eat idade de trinta anos toi mui enxu todas carnes, e depois foi ne las mais revolto. Foi prncipe de maravilhoso engenho, e snbida agu deza, e mui mstico pera tdalas cousas; e a con fiana grande que disso tinha, muitas vezes lhe
fazia confiar mais de sen saber e creio conse Ibos de outrem menos do que devia, Foi de mui viva, e esperta memria, e teve ojuizo claro, epro fundo: e porm suas sentenas, e talas que in ventava, e dizia, tinham sempre na inveno mais de verdade, agudeza, e autoridade, que de doura, nem elegncia nas palavras, cuja pronunciao foi vagarosa, entoada algum tan to pelos narizes, que lhe tirava algnma graa.
Foi rei de mui alto, esforado e sofrido corao, que lhe fazia suspirar por grandes, e estranhas empresas; polo qual conquanto seu corpo pes soalmente em seus remos andasse polos bem regercnmo fazia, pormseu esprito sempre an dara fora deles, com desejo de os acrescentar.
Prosa Doutrinria
D. Duarte
Nasceu em 1391 e morreu em 1438. Filho de O. Joo, subiu ao trono em 1433. Suas obras so:
Leal Conselheiro
livro da Ensinana de Bem Cavalgar Toda Sela
Aprosa doutrinria de O. Duarte tem como ob)etivos exaltar as virtudes e chamar a ateno para os peca- dos. Sua obra  na verdade um tratado moral voltado para a educao da aristocracia. Leia a seguir um trecho de Leal Conselheiro, no qual o autorse refere saudade.
Leal Conselhe
Ea saudade no descende de cada uma destas partes, mas  um sentido do corao que vem da sensualidade, e no da razo, e fazsentir s vezes os sentidos da tristeza e do nojo. E outros vm daquelas consas que a homem praz que se jam, e alguns com tal lembrana que traz prazer e no pena. E em casos certos se mistnram com to grande nojo, que faz ficar em tristeza. E pera entenderisto, no cumpre lerperoutros livros, ca poucos acharo que dele falem, mas cada um vendo oque escrevo, consilre e julgarse falo certo.
Pera maior declarao ponho disto exemplos. Se alguma pessoa por meu seivio e mandado de mim se pane, e dela sinto saudade, certo  que de tal partida no hei sanha, nojo, pesar desprazer nem aborrecimento, ca praz me de ser e pesar-me-ia seno fosse. Eporalgu mas vezes vem tal saudade, que faz chorar e suspirar como se fosse de nojo. Eporm me pa rece este nome de saudade to prprio, que o Latim nem outra linguagem que eu saiba no  pera tal sentido semelhante. De se haver algu nus vezes com prazer, e outras com nojo ou tris teza, isto se faz, segundo me parece, por quan ta saudade propriamente he sentido que o cora o filha por se acharpartido da presena de
 Crnica de Afonso V
 Crnica de O. Joo li
Portugus til
I.tuguageus, Cdigos o suas 'Tecnologias
alguma pessoa, ou pessoas que muito per afei o muito folgou. Digo afeio e deleitao, por que so sentimentos que ao corao pertencem, donde verdadeiramente nasce a saudade mais que da razo nem do siso. E quando nos vemalgu ma lembrana dalgumtempoem que muito folga mos, no geral, mas que traga rijo sentido, e por conhecermos o estado em que somos ser tanto melhor, no desejamos tornar a ele por leixar o que possumos, tal lembra menlo nos tazprazer. E a mingua do desejo per juzo determinado da ra zo nos tira tanto aquele sentido, que faza sau dade, que mais sentimos a tolgana por nos lem brar o que passamos, que a pena da mngua de tempo ou pessoa. E aquesta saudade  sentida com prazer mais que com nojo nem tristeza.
Poesia
Carda de Resende
Nasceu em meados de 1470 e morreu em 1536. Or ganizou O Cancioneiro Geral, em torno de 1516. Escreveu as seguintes obras:
Miscelnea (1554)
 Vida e Feitos de O. Joo II
Colaborou tambm n'O Cancioneiro Geral, escre vendo as Trovas  morte de O. tns de Castro":
Eu era moa, menina, por nome dona Ins
de Castro, e de tal doutrina e virtudes, que era dma de meu mal ser o revs. Vivia sem me lembrar que paixo podia dar nem d-la ningum a mim:
foi-me o prncipe olhar, por seu nojo e minha fim! Comeou-me a deseja trabalhou por me servi fortuna foi ordenar
dous coraes conformar e a vontade vir
Conheceu-me, conheci-o, quis-me bem e eu a ele,
perdeu-me, tambm perdi-o, nunca at  morte foi trio o bem que, triste, pus nele.
Dei-lhe minha liberdade, no senti perda de fama,- pus nele minha verdade, quis fazer sua vontade, sendo mui fremosa dama.
Nasceu em 1465 e morreu entre 1536 e 1540. ti ciou, em 1502, a sua obra de teatro como Monl go do Vaqueiro, dectamado na cmara da rainha Maria de Casteta.
Seu teatro  de carter ctaramente popular. Escrev 46 peas, dentre as quais se destacam:
 Farsa de Ins Pereira
 Auto da F
 Auto da ndia
- Auto da Lusitnia
 Trilogia das Barcas
A poesia na poca do Humanismo distinguiu-se do Trovadorismo graas a uma modernizao corporada por eta, ou seja, a admisso de flo recursos estitsticos, novas tormas poticas e vos temas, que a afastaram do tormatismo tro' doresco.
o texto O Velho da Horta enquadra-se no Hun nismo titerrio.
Atarsa O Velho da Horta contaahistria de umve que, passeando um dia por sua horta, encontra u moa que viera buscar hortatias como seu hor to. O vetho, encantado com a beleza da moa, ei mora-se deta. Por intermdio de uma alcovitem vetho tenta obter sucesso, mas s consegue gas todo o seu dinheiro. No fim, a alcoviteira  pres aoitada, e a moa se casa com outro homem.
O Velho daHorta
Figuras: um Velho, uma Moa, um Parvo (criL do Velho), a Mulher do Velho, Branca Gil, ii Mocinha, um Alcaide, Beleguins.
A seguinte farsa  oseuargumento que umhoir honrado e muito rico, j velho, tinha uma horta andando uma manh porela espa se
Teatro
Gil Vicente
112 - Portugus
o seu horielo fora, veio urro moa de muito bom parecer buscar hortalia, e o velho em tanta a neira se namorou dela que, per via de uma alcovi teira, gastou toda a sua fazenda. A alcoviteira foi aoita da, e a moa casou honra da me nte. Foi apre sentada ao moi serenssimo Rei Dom Manuel, o pdnieiro deste nome. Era do Senhor de 1512,
l cena: Entra o velho pela horta, rezando,
Paternoster criador, gol es in coe/is poderoso, sanctificetur, Senhor, nomen tuam vencedor, nos cus e terra, piedoso. Advenia t a tua graa, regnum tuum sem mais guerra:
vol untas tua se faa scut in coe/o ei in terra,
Panem nostrom, que comemos, quotidianom teu . Escus-lo no podemos; inda que o no merecemos, tu da nobis, hodie. Dimitte nobis, Senhor; debita nostra, errores, sicut ot nos, por leu amor, dimittimus qualquer error aos nossos devedores.
Et ne nos, Deus, te pedimos, indocas, per nenhum modo in tentationem: camos porque fracos nos sentimos, formados de triste lodo. Sed libera nossa fraqueza, nos a inalo nesta vida. Amm, por tua grandeza, e nos livre tua alteza da tristeza sem medida
2 Cena: Entra a Moa na horta e dii'
Vel. Senhora, benza-vos Deus.
Mo.	Deus vos mantenha, Senhor
Vel.	Onde se criou tal flor?
Eu diria que nos cus.
Mo.	Mas no cho.
Vel.	Pois damas se acharo
que no so vosso sapato!
Mo. Ai! como isso  to vo, e como as lisonjas so
de barato!
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
Que buscais vs c, donzela, senhora, meu corao? Vinha ao vosso hortelo, por cheiros pera a panela. Ea isso
vindes vs, meu paraso, minha senhora, e no a aI? Vistes vs! Segundo isso. nenhum velho no tem siso natural.
 meus olhinhos garridos! minha rosa, meu arminho! Onde  o vosso ratinho? No tem os cheiros colhidos? To depressa vindes vs, minha condessa, meu amor; meu corao! Jesus! Jesus! que cousa  essa? E que prtica to avessa da razo!
Falai, falai d'outra maneira!
Renascimento (ou Classicismo)
Entre os anos de 1450 e 1600 surgiu na Europa um movimento chamado Renascimento, que tinha por base a valorizao da Antiguidade Clssica (greco- romana). Da advm o nome Renascimento.
O Renascimento, fundamentado nos conceitos de antiguidade, humanidade e universalidade, apoia va-se na razo, na valorizao do homem e na busca de novas terras (leia-se navegao) para instaurar sua nova viso de mundo,
Em Portugal, o Renascimento iniciou-se em 1527. ano em que S de Miranda retornou da Itlia e divul gou as idias renascentistas.
o Renascimento possibilitou o exerccio da poesia, da historiogratia, da literatura de viagens, da novelstica, da prosa doulrinria e do teatro clssico.
O maior autor portugus desse perodo  Luis Vaz de Cames, destacando-se ainda:
S de Miranda
Antnio Ferreira (teatro)
Diogo Bernardes e Cristvo Falco (poesia)
-Joo de Barros e Damio de Sis (historicgratia)
Ferno Mendes Pinto (literatura de viagens)
Vel.
Mo.
Vel.
Vel,
Mo.
Ve
Mo.
Vel,
Mo.
Portugus 113
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
Bernadim Ribeiro
-Francisco de Moraes
Gonalo Fernandes Truncoso (novela)
Frei knadorArraise Saniuel Usque (prosadoubinda)
O Renascimento terminou aproximadamente em
1580, ano da morte de Games, e ano em que Portu gal caiu sob o domnio espanhol.
Lus Vaz de Cam os
Nascido provavelmente em Lisboa, em 1 524 (no se sabe ao certo), morreu em ISSO. Estudou em Coimbra, travando conlato com escritores da Antiguidade Cls sica, De famlia fidalga, Ireqentou a Corte al 1549, quando partiu para Ceuta, para servir como soldado.
Perdeu uma vista numa das batalhas de que partici pou, Em seu regresso a Usboa, em 1552, feriu um servidor do Pao, Gonalo Borges, sendo preso por isso.Foi tiberlado mediantea promessa de servircomo milhar no Oriente. Partindo para a ndia, em 1553, tor nou-se "o provedor dos deluntos e ausentes". Numa viagem aoa, nautragou naloz do rio Mecon, onde, diz a lenda, salvou os manuscritos de Os Lusadas, deixando morrer sua companheira Dinamene. Viveu ainda em Mlaga e nas ilhas da Malsia.
Voltando para Usboa, em 1569, publicou Os Lusadas, em 1572, Empobrecido, morreu na mis ria. Escreveu poesia lirica, pica e clssica (da qual Os Lusadas  o exemplo mais lamoso), alm de teatro (popular e clssico).
Soneto
Tant o de meu estado me acho incerto,
Que em vivo ardor tremendo estou de trio; Sem causa, justamente choro e rio;
O mundo todo abarco e nada aperto.
 tudo quanto sinto um desconcerto; Da alma um fogo me sai, da vista um rio;
Agora espero, agora desconfio, Agora desva rio, agora acerto.
Estando em terra, chego ao Cu voando; Numa hora acho mi/anos, e  de jeito
Que em mil anos no posso achar uma hora,
Se me pergunta algum porque assim ando, Respondo que no sei; porm suspeito
Que s porque vos vi, minha Senhora.
Os Lusadas
Os Lusadas  uma obra que tala sobre a histria Portugal, desde os primrdios, passando pela viag deVascodaGama ndia,ato reinadode D,Sebast
Inicia-se com a 'Proposio", que expe o assu sobre o qual se vai falar
As armas e os bares assinalados, Que da Ocidental praia Lusitana,
Por mares nunca dantes nave gados. Passaram ainda alm da Taprobana, Em perigos e guerras esforados, Mais do que prometia a fora humana,
E entre gente remota edificaram Novo Reino, que tanto sublimaram;
E tambm as memdrias gloriosas
Daqueles Reis que foram dilatando
AF, o Imprio, e as terras viciosas
De Africa e de Asia andaram devastando; E aqueles que por obras valerosas
Se vo da lei da Morte libertando:
Cantando espalharei por toda parte.
Se a tanto me ajudar o engenho e arte.
Depois h a "Invocao" s ninfas do Teto:
E vs, Tgides minhas, pois criado Tendes em mi um novo engenho ardente Se sempre, em verso humilde, celebradc
Foi de mv' vosso rio alegremente, Dai-me agora um som alto e sublima do,
Um estilo grandiloco e corrente, Por que de vossas guas Febo ordene Que no tenham enveja s de Kipocrene
Dai-me hua fria grande e sonorosa, E no de agreste avena ou frauta ruda,
Mas de tuba canora e belicosa, Que opeitoacende ea corao gesto mud Dai-me igual canto aos feitos da famosa Gente vossa, que a Marte fanto ajuda:
Que se espalhe e se cante no Universo, Se to sublime preo cabe em verso,
E vs,  bem nascida segurana Da Lusitana antiga liberdade,
En'o menos certssima esperana
Da aumento da pequena Cristandade; Vs, o novo temor da Maura lana, Maravilha fatal da nossa idade,
Dada ao mundo por Deus (que todo o mero Pera do mundo a Deus dar parte grande);
114 - Portugus
-.4
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
A 'Narrao" lala dos grandes leitos dos heris por tugueses, ao passo que o 'Epilogo" remete  deca dncia pela qual passava o pas:
A mais, Musa, no mais, que a Lira tenho Destemperada e a voz enrouquecida, E no do canto, oras de ver que venho Cantar a gente surda e endurecida,
O favor com que mais se acende o engenho No nos d a Ptria, no, que est metida
No gosto da cobia e na rudeza
Duma austera, apagada e vil tristeza,
S de Miranda
Francisco S de Miranda nasceu em 1481 e morreu em 1558. Escreveu poesia clssica, teatro e 'trovas" maneira antiga. Foi o introdutor do Classicismo em Portugal.
Soneto
O Sol  grande, caem coa calma as aves, do tempo em tal sazo, que sdi ser fn'a,' esta gua que d'alto cai acordar-m'-ia do sono no, mas de cuidados graves.
cousas, todas vs, todas modaves, qual  tal corao q'em vds confia? Passam os tempos vai dia trs dia,
incertos muito mais que ao vento as naves.
Eu vira j aqui sombras, vira flores, vi tantas guas, vi tanta verdura, as aves todas cantavam d'amores.
Tudo  seco e mudo; e, de mistura,
tambm mudando-meu fiz doutras cores:
e tudo o mais renova, isto  sem cura!
Barroco
O Barroco iniciou-se em Portugal aproximadamen te em 1580, quando Cames morreu, e o pais per deu sua autonomia, passando aestar sob dominio espanhol.
O periodo caracterizou-se por ser um somatrio de duas vertentes literrias: Renascimento e Idade M dia. Em outras palavras, a produo literria barroca abandonou parcialmente o classicismo renascen tisua e voltou-se para o espiritualismo medieval.
Nesse sentido, o Barroco foi um periodo extrema mente ambiguo, pois, ao mesmo tempo em que pos suia um embasamento racional (renascentista), re produzialilosofias crists (medievais).
Essas mudanas foram influenciadas por latos que mudaram a concepo de mundo dos homens: a fundao da Companhia de Jesus (1540). o Conci tio de Trento (1545) e a Contra-Reforma.
o Darroco mi a sintese da tenuativa de unir o homem renascentista com a tradio religiosa medieval. O homem barroco trazia consigo a dualidade resul tante da fuso desses contrastes.
Na produo literria, o ret desse conturbado periodo apareceu tanto no aspecto formal quanto no contedo,
Do ponto de vista da terma, temos o Cultismo (cul to da forma). Caracterizou-se pelo uso exagerado de frases requintadas. Trata-se de textos rebusca dos e exagerados, com larga utilizao de metfo ras, antiteses, hiprboles, perifrases e inverses na ordem das frases. Do ponto de vista do conte do, temos o Conceptismo (jogo de conceitos). O Conceptismo aludia ao uso de expresses indecisas, de concluses paradoxais, frases ambiguas e lingua gem no-clara (caracteristicas que podem ser explicadas pela ambigidade do periodo).
O maior nome da poca  o do Padre Antnio Vieira, grande orador e epistolgrato porlugus. Destacam- se tambm:
- Padre Manuel Bernardes
- Rodrigues Lobo
 0. Francisco Manuel de Meio
O Barroco chegou aofim com a fundao da Arcdia Lusitana, em 1756, que deu inicio ao Arcadismo,
Padre Antnio Vieira
Nasceu em 1608, em Lisboa, e morreu em 1697, Veio para o Brasil em 1614, onde estudou no Col gio Jesuitico da Bahia, Ordenou-se padre em 1634, dedicando-se  catequese dos indigenas. Em 1661, retornando a Portugal, foi preso por conta de suas idias sebastianistas, Confinado numa casa jesuitica, ficou impedido de pregar. Solto, seguiu para Roma,
Pertugus lI
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
e tornou-se orador oficia! do Salo da Rainha Cristina da Sucia. Retornando ao Brasil, dedicou-se ao apri moramento de seus sermes e obras. Foi um dos maiores pregadores do periodo Barroco, graas  sua grande cultura e eloqncia.
Dentre suas abras, as de maior destaque so:
 Histria do Futuro: 1718
 Esperaoas de Portugal: 1856-1857
o texto "Sermo de Sento Antnio"d um sermo em que Vieira recrimina as pessoas que o ouvem por suas ms-vidas, comparando-as aos peixes.
Sermo ele Santo Antnio
Antes porm que vos vades, assim como ouvistes os vossos louvores, ouvi tambm agora as vos sas repreenses. Servi-vos-o de contuso, j que oo seja de emenda. A primeira coisa que me clesedifica, peixes, de vs,  que vos comeis uns aos outros. Grande escndalo  este, 'nas a circunstncia o fazainda maior No s vos comeis uns aos outros, seno que os grandes comemos pequenos. Se fora pelo contrrio era menos mal. Se os pequenos comeram os grandes, bastara um grande para muitos pequenos; mas como os grandes comem os pequenos, no bastam cem pequenos, nem mil, para um s grande. Olhai como estranha isto Santo Agostinho: Hormines pravis, praeversisque cupiditatibus tacti sunt veluti pisces se devorantes. homens, comsuas ms e perversas cobias. vma ser como os peixes que se comem uns aos outros. To alheia coisa , no s da razo, mas da naesona. natureza, que sendo todos criados no mesmo elemento, todos cidados da mesma ptria, e todos finalmente irmos, vivais de vos comer Sto. Agostinho, que pregava aos homens, para encarecer a fealda de deste escndalo, mostrou-lho nos peixes; e eu, que prego aos peixes, para que vejais quo feio e abominvel d, quero que o vejais nos ho mens. Olhai, peixes, l do mar para a terra. No, no: no  isso o que vos digo. Vs virais os olhos para os matose para oserto? Para c, para c; para a cidade  que haveis de olhar Cuidais que s os tapula se comem uns aos outros, muito maior aougue  o de c, muito mais se comem os brancos. Vedes vs todo aquele ulr vedes
todo aquele andar vedes aqoele concorrer praas e cruzar as ruas: vedes aquele subi descer as caladas, vedes aquele entrar e sem quietao nemsossego? Pois tudo aquili andarem buscando os homens como ho comer; e como se ho de comer
Nasceu em 1644, em Lisboa, e morreu em 17 louco. Fez parte da Congregao do Oratrio 5. Filipe Nri. no qual escreveu toda a sua obr:
 Nova Floresta (em cinco volumes: datados
1706, 1708. 1711, 1726 e 1728)
 Po Partido em Pequeninos (1694)
-Luze Galor(1696)
Exerccios Espirituais (170?)
 ltimos Fins do Homem(1726)
Armas da Castidade (173?)
 Sermese Prticas (1771) Estmulo Prtico para seguirobeme tugiro
(1730)
De estilo mais simples, Bernardes procuratalar to ao leitor, procurando tormar um bom crist tambm um bom cidado,
O trecho a seguir encontra-se no Sermo: Que
perdio de muitas almas  cousa no se pre
a Palavra Divina sincera e evangelicamante,
 um sermo que lata sobre a arte de pregar. ti
trando as coisas que corrompem a palavra de 0'
Bernardes enumera as possveis causas da perd
de muitos homens:
Ainda que as matrias que o pregador esc, para tratarno plpito fossemboas eproveit (como no podemos negar que s vezes todavia o estilo com que se tratam  to as. do, to sumido em descries, to estotad. lumes retricos, to pendurado de corres, dncias de palavras e perodos, que no po srio e espiritual do assunto lograra sua ei cia; e, parando os eoteodimantos dos oovint vero respiandor falso que lhe mostram, fica vontades frias e secas, semcaloralgumou:
de devoo. Nem o pregador lha pode pt porque, como o dito estilo vai todo embar
Sermes(15 volumes): 16791690,1710-1718 Padre Manuel Bernardes
liS Portugus
na felicidade da meradria e sujeito aos seus nau- [ enquanto o espiritoatende a este leme. no pode desocupar-se para as operaes da vontade ten,orosa, nem receber as luzes que o Anjo do Senhorali subministra.
Francisco Rodrigues Lobo
Nasceu por volta de 1580 e morreu em 1622. De senvolveu a poesia (inclusive a pica), a novela, a prosa dculrinria. Deslaca-se na sua poesia a am bigidade barroca; de um lado, percebe-se a in lluncia camoniana e. de outro, um estito con ceplisla de poesia.
 Um poela que, como poucos, soube evoluir dentro de deis estilos dilerenles (Classicismo e Barroco).
SotwW
Fermosos olhos, quem ver-vos pretende
A vista dera em preo, se vos vira,
Que inda que por perder-vos a sentira, A perda de no ver-vos no se entende;
A graa dessa luz no na compreende Quem, qual ao Sol, a vs seus olhos vira, Que o cego Amor, que cego deles tira, Com vossos prdprios raios a defende.
No pode a vista humana conhecer Qual seja a vossa cor; que a luz forosa No consente mostrar fanfa beleza;
Se eu, que em vendo-a ceguei, pode ainda ver; Uma cor vi, porm, cor to fermosa Que me no pareceu da natureza.
Arcadismo
Iniciado em 1756, com alundao da Arcdia Lu silana, o Arcadismo foi um perodo de oposio ao Barroco; deixou-se de lado a excenlricidade verbal barroca, para voltar-se  valorizao do cls sico racional.
O Arcadismo valorizava a Natureza e a ideatzava come o lugar onde a felicidade seria possivel. Con Irariamenle ao Barroco, o Arcadismo no  religio so, pois tem preferncia pelo uso de enlidades mis licas e pags.
Do ponlo de vista polilico-social, o Arcadismo com preende o periodo de ascenso da burguesia, vislo que, com o advento das monarquias, a economia se
Linguagens. Cdigos e suas Tecnologias
desenvolveu muito propiciando o surgimento de uma nova "classe" social detentora de riquezas,
Em outras palavras, o lorlalecimento poltico levou ao lortalecimenlo econmico, que produziu uma nova ordem social, rica (que entra em conflito com a aristocracia) e desejosa de tornar-se poderosa. O ponto culminante desse processo foi a Revoluo Francesa (1789).
O Arcadismo  um perodo ambguo (pois representa umafase de Iransio) e pode apresentardois tipos de textos: neoclssico (quando imila os antigos) ou pr romnlico (evidenciando o movimento que explodiria no sculo seguinte, o Romantismo). Otexto neoclssico possui um cunho mais racional, enquanlo o texto pr romnlico evidencia mais o lado emocional,
Uma caractedzao mais precisa do Arcadismo pode ser delinida pelos seguinles principios, seguidos e dilundidos entre os poelas rcades:
 Locais ainoenus:
o campo visto como lugar ideal.
Au,ea gnedioaitas:
vida simples.
batuta b-uncat:
literalmente, corlar as coisas inteis (ataque direto contra o Barroco).
O liuminismo (conjunto de valores inlelectuais basea dos no racionalismo) foi a mola propulsora do Arcadismo.
Com a publicao do poema "Cames", de Almeida Garrett, em 1825, chegou ao "fim" o perodo arcdico.
Os principais aulores rcades loram:
 na prosa: Luis Antnio Verney,
 oa poesia: Filinlo Elisio, Correia Garo, Nicolau Tolentino e o maior de todos os poetas, Bocage.
Lus Antnio Verney
Nasceu em 1713, em Lisboa, e morreu em 1792. Formado em Artes e Teologia pela Universidade de Evora, estudou tambm em Roma, cidade onde la leceu, Tencionava tscrever uma grande obra, uma espcie de enciclopdia pedaggioa, que contives se o embasamento para a compreenso de uma nova mentalidade: a arcdica, Sua obra permane ceu inacabada em luno de seu falecimento,
)
L
ai
1
Portugus 117
Linguagens. Cdigos e suas Tecnologias
porm o que deixou loi suficiente para se atestar sua inteligncia e qualidade de pensamentos.
Escreveu:
 t/erdadeiro Mtodo de Estudar (1746)
 De Ortographia Latina Iibersing/aris(1
ApparatusadPhllosOPhiamel Theologiam(1
 De Re Logica (1751)
De P Metaphysica (1753)
 Gramtica Latina (1758)
De Pc Physica (1769)
Verdadeiro Mtodo de Estada,
Tenho ainda outra coisa que advertir; que tambm  efeito de mau engenho, e so aqueles ditos que chamam agudos, e jogos de palavras, que se acham freqentssinlamente nos poetas. Ver VS pessoas que cuidam dizer graas e coi sas engenhosas, e dizem inspidas ridicularias. Outros servem-se de uma paiavra com umc, que, posta comum 1, significa coisa diferente; e daqui formam uma cara minhola a que chamam enge nho, e ficam mui satisfeitos da sua grandeza. O piorest em que h homens que escreveram so bre a agudeza e quiseram ensinar isto aos leito res. l h anos um livrinho pequeno de um Espa nhol, que cuido era Gracin, e se intitulava Trata do dela Agudeza. Lembro-me que oautor; no prd logo, desejava ao livro a boa fortuna de cair em mos de quem o entendesse. Pelos meus peca- dos, eu fui um dos que no se cansaram de entend-lo; porque logo entendi que o livro no merecia que se lesse. Quererensinara dizergra as e agudezas  o mesmo que querer ensinar a mudara natureza: quemno  prdprio para estas coisas, no as pode aprender. As graas, pela maior parte, tm beleza respectiva: em boca de uns, tm graa; na dos outros no. A agudeza, quando no  pura,  o mesmo. Pela maior parte, as que passam com este nome no merecem este ttulo: so me ros jogos de palavras, que agradam infinitamente aos ignorantes. Neste particular; a verdadeira regra  esta: se o conceito, traduzido em outra lngua, conserva a mesma fora, pode se chamar pensame nto ou agudo ou engenhoso, segundo as circunstncias; se a perde, pronun cie VE livremente que  uma ridicularia, e que sd pode ter lugar entre gente que gosta daquilo.
Filnto Effsio
Pseudnimo do Padre Francisco Manuel do Nasc mento, que nasceu em 1734, em Lisboa, e morre em 1819.
Sob o pseudnimo de Nicenu liderou o grupo Ribeira das Naus, que se opunha  Arcdia Lusitan.
Foi perseguido pela Inquisio, mas conseguiu ti gir para a Frana, onde publicou seus poemas, qi lotam reunidos entre 1817 e 1819 em 2 volumi denominados Obras Completas, publicadas pust riormente em 22 volumes.
Sonetos
J vem a primavera desfraldando
Pelos ares as roupas perfuma das,
E os rios vo, nas guas jaspeadas,
Os frondferos troncos retratando.
Vo-se as neves dos montes debruando Em tortuosas serpes argentadas; Pelas veigas, o gado, alcatifadas, A esmeraldina felpa vai tosando.
Riem-se os cus, revestem-se as campinar E a Natureza as melindrosas cores Esmera na pintura das boninas.
Ah! Se assim como brotam novas flores, Se te moa todo o orbe,.. das runas Dos zelos renascessem meus amores?
Correia Garo
Nasceu em 1724 e morreu em 1772. Formou-si Direito em Coimbra
Ingressou na Arcdia Lusitanaem 1756. Autc Obras Poticas (1778, obra pstuma), escr ainda duas comdias e duas tragdias para o tro. Exerceu muita inlluncia sobre a Artdh silana, ao restabelecer as turmas clssica expresso.
Cantata de lUdo J no roxo Oriente, branqueado, As prenhes velas da troiana frota Entre as vagas azuis do mar dourado Sobre as asas do vento se escondia!m
A misrrima rido
lis . Portugus
Pelos paos reais vaga viu/ando,
Cos eu,vos olhos inda em vo procura
O fugitivo Enias. S e,'mas ruas, s desertas praas .4 recente Caflago lhe apresenta. Com medonho fragor na praia nua Fremem de noite as solitrias ondas,'
E nas douradas grimpas
Das cpulas soberbas
Piam noturnas agoureiras aves (...)
Nicolau To!en fino
Nasceu em 1740. em Lisbga, e morreu em 1811, Tentou formar-se em Direito, mas no pde concluir o curso. Formou-se em Retrica, mas acabou em pregando-se como oficial da Secretaria dos Negci os do Reino. Publicou:
Obras Poticas (1801)	2 volumes
Em 1828, publicaram as ObrasPstumas, que, por sua vez, receberam o acrscimo de composies inditas, sendo publicadas em 1861 com o titulo de Obras Completas. Dono de uma veia irnica aguadissima, impregnou sua obra comum humor tino e sutil.
A un, leigo Arrbido Vesgo Despedido da Mesa de S.C.P. Silva, por Tomar
a Melhor Pra da mesa
O vesgo monstro que coa gente ralha E de manh a todos atravessa, A cuja hirsuta srdida cabea
Nunca chegou ju/zo, nem trava/lia; Que os gzeos olhos pela mesa espalha Por verse h n,a is comer que tire) ou pea,
Entrando nele com tal fome e pressa Qual faminto fri so em branda palha; Por Crimes de afta gula e pouco siso, De mesa bem sen,ida, mas severa, Foi um dia lanado de improviso. Hoje chorando o seu perdo espera:
Perderam dois glutes o paraso, Oanfigo por ma, este por pra.
Bocage
Manuel Maria Garbosa du Bocage nasceu em 1765, em Setbal. Sob o pseudnimo de Elmano Sadino, atuou na Nova Arcdia. Seguiu carreira militar em
Linguagens. Cdigos e suas Tecnojogias
Goa e Damo, desertando em seguida, paratevar uma vida bomia em Lisboa. Preso por ordem do Santo Olcio, cumpriu apenano Limoeiro. Liberto, ingres sou no Mosteiro de So Bento da Sade e da Com gregao de 5. Filipe Neri, onde produziu seus me lhores trabalhos, Morreu em 1805, arrependido de sua vida devassa, consagrando-se como um dos melhores poetas portugueses. Produziu poesia liri co e sal sendo os sonetos as suas melhores composies. Publicou:
 Vrias Tradues
 Pena de Tal/o
 Rmas(1791, 1799, 1804,1813, 1842) pubiica das em seis volumes, sendo os dois ltimos pstu mos. As Rimas contm 375 sonetos, dos quais 306 com uemas como o amor e a moral e 69 sonetos satricos.
A obra de Bocage evoluiu atravs do perodo do Arcadismo, pois apresenta tanto poemas claramente neoclssicos como poemas que podem ser consi derados pr-romnticos. Alguns poemas trabalham com uma ordem de raciocnio lgico, de inspirao clssica. Outros tematzam a problemtica do sculo XVIII, que era a oposio entre a razo e o corao.
Bocage  um poeta que possui conscincia da pro funda ambigidade de sua poesia (ntluncia da pr pria ambigidade do perodo). Sua obra, mais liga da ao fim do Arcadismo, enquadra-se melhor no pr- romantismo, pois j anunciava uma nova poca que eslava por iniciar. Bocagesimbolza a expresso da multiplicidade que caracterizou o sculo XVIII.
Poemas Escolhidos
J se afastou de ns o lnvemo agreste Envolto nos seus midos vapores; A frtil Primavera, a rrte das flores,
O prado ameno de bonloas veste.
Varrendo os ares, o sutil Nordeste
c torna azuis; asaves de mil cores Adejam entre Zfiros e Amores, E toma o fresco Tejo a cor celeste,
Vem,  Man'lia, vem lograr comigo Destes alegres campos a beleza, Destas copadas vores o abrigo.
Deixa louvar da corte a v grandeza:
Quanto me agrada mais estar contigo
Notando as perfeies da Nalurezal
1
PorIugus lt
Linguagens. Cdigos atuas Tecnologias
Olha, Manha, as flautas dos pastores. Que bem que soam, como esto cadentes! Olha o re/o a sorri r-se Olha, no sentes Os Zfiros brincar por entre as flores?
V como ali, beijando-se, os Amores Incitam nossos sculos ardentes!
Ei-Ias de planta em planta as inocentes, As vagas borboletas de mil cores!
Naquele arbusto o rouxinol susp Ora nas folhas a abelhinha pra. Ora nos ares, sussurrando, gira:
Que alegre campo! Que manh to clara! Mas ah! tudo o que 's, se eu no te vira, Mais tristeza que a morte me causara.
Romantismo
Foi introduzido em Portugal por Almeida Garrett, em 1825, com a publicao de seu poema Games.
 O movimento mais revolucionrio da histria da literatura, pois representou um rompimento brusco no uso dos aspectos formais e estruturais.
Acompanhando as mudanas polticas, econmi cas e sociais (geradas pelas mudanas advindas da Revoluo Francesa),atiteratura rompeu com todas as regras formais que atravessaram sculos: uso de rima e mtrica, uso de formas poticas estabelecidas, como o soneto, a ode, a cano etc.
Agora, o que vale  o subjetivismo do autor. No h modelos aserem seguidos. Com a abolio das re gras, abre-se espao para a demonstrao da emo o, sem que esta se submeta  razo.
O artista romntico  na verdade um idealista, pois deseja um mundo melhor para os homens. Como tem conscincia de sua limitao, o homem romn tico esquiva-se, procurando escapar desse choque entre o ideal e a realidade.
Desse modo, o Romantismo caracteriza-se pela tendncia ao escapismo, pela subjetividade e pelo sonho, pelo sentimentalismo, pelo lirismo, pelo amor  natu reza, pelo nacionalismo, pela itogicidade.
O Romantismo durou aproximadamente quarenta anos. Nesse perodo, podemos dizer que teve trs fases diferentes:
de 1825 a 1838:ainda com intluncias neoct
sicas.
Nesse perodo, destacam-se:
Almeida Garrett;
Alexandre t-erculauo e
Castilho,
 de 1838a 1860: ultra-romantismo, fase em qui valores romnticos atingiram seu apogeu.
Representado por:
Camilo Castelo Branco e
Soares de Passos.
de 1860a 1865:tase de transio parao Realisi
Representada por:
Jlio Dinis
e
Joo de Deus.
O Romanhismo chegou ao fim com a instatac reforma realista, por volta de 1865.
Almeida Garrelt
Nasceu em 1799, no Porto, e morreu em 1854. o introdutor do Romantismo em Portugal, com a blicao do poema Games. Advogado, poitk jornalista, Joo Bahista Leito de Almeida Carreti um homem dinmlco e adquiriu fama de escand so por suas idias liberais, que o foraram a se e na Inglaterra, onde conheceu o Romantismo. Oa produziu poesia, teatro, prosa de fico e prosa i trinria. Publicou:
Poesia
Teatro
 Oflelralode Vnus(1821)
 Games (1825)
D. Branca (1826)
 Adoz!nda (1828)
 Urica de Joo Mnimo (1829)
 Romanceiro (1 843-1 851)
 riores sem Fruto (1845)
 Folhas Cadas (1853)
 Gato (t822)
 Mrope (1841)
120 Posttgus
EsT Inferno de Amar
Este inferno de amar- como eu amo!
Quem mo ps aqui n'alma... quem foi?
Esta chama que alenta e consome,
Que  a vida - e que a vida destri - Gomo  que se veio a atear,
Quando-ai quando se h de ela apagar?
Eu no sei, no me lembra: o passado,
A outra vida que dantes vivi
Era um sonho talvez.. - toi um sonho - Em que paz to se rena a dormi!
G que doce era aquele sonhar...
Quem me veio, ai de mim! despertar?
S me lembra que um dia formoso
Eupassei...dava o Sol tanta luz!
E os meus olhos, que vagos giravam,
Em seus olhos ardentes os pus.
Que fez ela? eu que fiz? - No no sei;
Mas nessa hora a viver comecei...
Can CS
Ganto primeiro
Terra, e terra da Ptria! Debuxada Se v pulando a mgica alegria
Nos sembiantes de todos. J contentes, Um se afigura surpreender o amigo,
Outro  esposa fiel cair nos braos;
Este da velha me, que h tanto o chora
Aquele ousa de pensar se o pai enfermo
Na descarnada mo rugosa e seca
sculo filial lhe  dado ainda
Liliguagens, Cdigos e soas Tecnologias
Respeitoso imprimir - ouse a ternura, Se o amor de filho sobre a laje avara Se ir quebrar de glido sepulcro,
Que emsua ausncia - to longa! 11w roubasse; Qual da amada, que sempre foi constante,
- Qu sempre, ao menos. lha pintou de longe A namorada idia - perto agora, Gornea de temer que tal distncia, Separao tamanha e to comprida.
Novo amante mais perto... -Mas quemsabe? Talvez.. Eesse talvez de esperana Sempre querida, sempre lisonjeira.
De que a idia da Ptria o despertara.
Frei Lus de Sousa
Primeiro Ato
Cena 1
Madalena est s na cmara, sentada jun to  banca; com um livro sobre o colo, medita sobre o que estava lendo.
Cena 2
Entra Teimo Pais, o criado, e osdoisconver sam sobre Maria. Falam tambm do primeiro marido de Madalena, O. Joo de Portugal, e do que aconteceu a ele.
Cena
Entra Maria; os trs conversant Ao final da cena sai Teimo.
Cena 4
FicamMadalena e Maria; conversamsobre o pai de Maria e esta se queixa por no ser um filho homem, com capacidade para levar os ne gcios do pai adiante.
Cena 5
Cena 6
Entra Miranda, um dos criados, avisando que Manuel de Sonsa chegou.
Cena 1
Entra Manuel de Sonsa, com vrios criados, a quem d ordens. Depois, conta a Madalena, Maria e Jorge que vai deixara casa, e que eles devem ir para a antiga casa de Madalena Saem Jorge e Maria.
A
-A
/
1
 Um Auto de Gil Vicente (1842)
O. Filipa de Vilhena (1846)
 Q de Santarm(l
 Frei Luis de Sousa (1844) Prosa de Fico
 O Arco de Santana (1 845-1 55Q)
 Viagens na Minha Terra (1846)
Peosa Dootrinria	-
 Qu Educa o (1629)
 Portugal na Balana da Europa (IBSQ)
Ghega Jorge, cunhado de Madalena, tra zendo de Usboa noticias para Manuel de Sonsa, sobre a vinda dos governadores de Portugaipara a,sua casa.
Portugus 121
1
1
Linguagens. Cdigos e suas Tecnologias
Cena 8
Madalena e Manuel conversam sobre os planos. Madalena conta ao marido que no pode suportara idia de voltara viver naque la casa,
Cena 9
Entram Miranda e outros criados, e tam bm TeImo, que diz que os governadores che garam. Manuel chama Jorge e Maria e apressa a todos.
Cena lO
Jorge e Maria entram. Manuel pede a Teimo e Jorge que acompanhe as mulheres. Saem to dos, exceto Manuel, Miranda e os criados.
Cena 11
Manuel recusa-se a receber os governado res e dzisso aos criados. Depois, ateia fogo na
casa.
Cena 12
Voltam todos para acudir Madalena, que pede que lhe salvem o retrato de Manuel, mas no  possvel. Todos fogem.
(resumo das 12 primeiras cenas do primeiro ato de Frei Lus de Sousa.)
Alexandre Herculano
Nasceu em 1810, em Lisboa, e morreu em 1877. Sua obra tem um carter histrico e litoslico, na quat desenvolveu poesias, romances, contos e historiogratias. Suas obras so:
Historiograf ia
Histria de Portugal (1846-1853)
 Histdria da Origem e Estabelecimento da Inquisio em Portugal (1854-1859)
Romance
Euroo, o Presbtero (1844)
O Monge de Cisler(
 O6obo(1866)
Conto
Lendas e Narrativas (1851)
Ensaio
Opscolos (1873-1908)
Eurico, o Presbite,o
.4 aventura das armas muulmanas tU chegado ao apogeu, e a sua declinao co ava, finalmente. Ena verdade, a ira celeste tra os Godos parecia deverestarsatisfeita. Os da Espanha era como uma ara imensa, onde chamas das cidades inoendadas serviam de ti sagrado para consumiraos milhares as vtimas manas. Osilncio do desalento reinava por t parte, e os Cristos viam com aparente ind rena os seus vencedores poluirem as ltir oousas que, at sem esperana, ainda defej uma nao conquistada: as mulheres e os U plos. Teodomiro pagava bem caro oprocedirri to que o desejo de salvar os seus sditos o m ra a seguir Opacto feito por ele com os ra, no tardoua serpor mil modos violado, e o ilu guerreiro teve de se arrepender; mas j debal por haverdeposto a espada aos ps dos inth em vez de pelejar at  morte pela liberda Fora isto o que Pelgio preferia, e a vitria roou o seu confiar no esforo dos verdade. Godos e na piedade de Deus,
que tm lido a histria daquela poca bem que a batalha das Cangas de Onis foi oprir ro elo dessa cadeia de combates que, prolonc do-se atravs de quase oito sculos, tez recu, Coro para as praias de Africa e restituir ao E gelho esta boa terra de Espanha, terra, mais nenhuma, de mrtires. Ah batalha de juntc Auseba foram vingados os valentes que pert ram nas margens do Crissus,' porque mais de mil sarracenos viram pela ltima vez a luz do naquelas tristes solides. Mas, nesse dia de p o, esta devia abrangerassim os infiis, com que lhe haviam vendido a ptria e que ainr nham disputar a seus irmos a dura liberdad que goza vam nas brenhas intratveis das AsttA
Camilo Castelo Branco
Nasceu em 1825, em Lisboa, e suicidou-se 1890. Diptomado em Quimica e Botnica, tent carreira de Medicina, mas abandonou o curso metade. Teve umavida repleta de aventuras a rosas, que se refletem em sua obra. Cu ttt'n poesia, o teatro, a historiograf ia, a critica titer:
a polmica, as memrias e a novela, da qua parte sua grande obra-prima, Amor de Perd. (1862). Dentresuaexlensa obra, destacam-se:
122 Portugus
-H	A
A
Romance
4 Corja (1880)
Eusbio Macrio (1879)
'ABrasileira de Prazins(1882)
 Vulces de lago (1886)
Poesia
Nas Trevas (1890)
Novela
A Doida do Caudal (1867)
Onde est a Eelicidade?(1856)
 Amor de Perdio (1856)
'Amor de .%Iva po (1884)
Amor de Perdio
Esta mansido do fidalgo, cujo natural era bravio, rema sua explicaono projetor/e casar em breve a filha comseu primo BaltasarCoutinho. de Castro-Daire, senho, de casa, e igualmente nobre da mesa prospia, Cuidava o velho, pre sunoso conhecedor do corao das mulheres. que a brandura seria o mais seguro expediente para levar a filha ao esquecimento daquele pueril amora Simo. Era mxima sua que o amor, aos quinze anos, carece de consistncia ofidal go, mas o erro existia. As excees tm sido o ludbrio dos mais assisados pensadores, tanto no especulativo como no experimental. No era muito que Tadeu de Albuquerque fosse engana doemcoisasde amore corao de mulher; cujas variantes so tantas e to caprichosas, que eu no sei se alguma mxima pode ser-nos guia, a no ser esta: Em cada mulher; quatro mulheres incompreensveis, pensando alternadamente como se ho de desmentir umas s outras". Isto  o mais seguro; mas no  infa livel, A/est Tere sa que parece ser nca em sL Dir-se- que as trs da conta, que diz a sentena, no podem coexistir com a quatia aos quinze anos? ram bm o penso assim, posto que a fixidez, a cons cincia daquele amor; funda em causa inde pendente do corao:  porque Teresa no vai  sociedade, no tem um altar em cada noite na sala, no provou o incenso doutros gals, nem teve ainda uma hora de comparar de que h um
himgiaageiis, Cdigos e suas Tecnologias
corao para cada homem, e uma s mocidade para cada molhe, Qoemn,e diza mim que Teresa teria emsi as quatro mulheres da mxima, se o vapor de quatro incensrios lhe estonteasse o esprito? No  fcil, nem precisu decidir. Eva a ao conto,
Acerca de Simo Botelho, nunca diante de sua filha Tadeu de Albuquerque proteriu pala vra, nem antes nem depois do disparate do corregedor Oque ele tezlogo foi chamara Viseu, o sobrinho de Casfro-Daire, preveni-lo do seu desgnio, para que ele, em face de Teresa, pro cedesse como coo vinha a um enamorado de feio. e mutuamente se apaixonassem e pro metessem auspicioso futuro au casamenio.
Porparte de BaltasarCoutinho a paixo in flamou-se to depressa quanto o corao de Te resa se congelou de terror e repugnncia. Omor gado de Castro-Daire, atribuindo a frieza de sua pn'ma  modstia, inocncia e acanhamento, li sonjeou-se do virginal melindre daquela alma, e saboreou de antemo oprazerde uma lenta, mas segura conquista. Verdade  que Baltasar nun ca se explicara de modo que Teresa lhe desse resposta decisiva. Um dia, porm, instigado por seu tio, afoitou-se o ditoso noivo a falarassim melanclica menina.
- E tempo de lhe abrir o corao, prima. Est bem disposta a ouvir-me?
- Eu estou sempre bem disposta a ouvi-lo, primo Baltasar
O desdm aborrecido desta resposta aba lou algum tanto as convices do fidalgo, res peito  inocncia, modstia e acanhamento de sua prima. Ainda assim, quis ele no momento persuadir-se que a boa vontade no poderia ex primir-se doutro modo) e continuou:
- Os nossos coraes penso eu que es to unidos; agora  preciso que as nossas ca sas se unam.
Teresa empalideceu, e baixou os olhos,
-Acaso lhe d'ria eualguma coisa desagra dvel? -prosseguiusaltasar; rebatido pela des figurao de Teresa,
- Dize-me o que  impossvel fazer-se - respondeu ela sem luivao. - Oprimo enga na-se: os nossos coraes no esto unidos. Sou muito sua amiga) mas nunca pensei em ser sua esposa, nem me lembro que o primo pen sasse em tal.
Pontugios. 123
'
Linguagens. Cdigos e suas Tecnologias
- Quer dizer que se aborrece, prima Tere sa ? - atalhou, corrido, o morgado.
- No senhor; senhor j lhe disse que o estimava muito, e por isso mesmo no devo ser esposa dum amigo a quem no posso amar A infelicidade no seria s minha...
- Muito bem.. - Posso eu saber - tornou com refalsado sorriso oprimo - quem  que me disputa o corao de minha prima?
- Que lucra em o saber?
- Lucra saber pelo menos, que a minha prima ama outro homem.,. E exato?
- ri.
a seu pai?
-No desobedeo; o corao  mais fone que a submissa vontade duma filha. Desobede ceria, se casasse contra a vontade de meu pai; mas eu no disse ao primo Baltasar que casava; disse-lhe uoica mente que amava,
- Sabe a prima que eu estou espantado do seu modo de falarl,.. Que pensaria que os seus dezesseis anos estavam to abundantes de pa la vrasL . -
- No so s pala vms, primo - retorquiu Teresa comgra vi da de -so sentimentos que me recema sua estima, porserem verdadeiros. Se lhe eumentisse, ficada maisbemvista demeuprirno?
-Mia pdo'n Teresa; fezbememdizera verda de, e dea dizeremtudo, Ora olhe; noduvida decla rar quem  o ditoso mortal da sua preferncia?
-Que lhe faz saberisso?
-Muito, prima: todos temosa nossa vaida de, e eu folgaria muito de me ver vencido por quem tivesse merecimento que eu no tenho aos seus olhos. Tem a bondade de me dizer o seu segredo, como o diria a seu primo Baltasar; se o tivesse em conta de seu amigo ntimo?
Jlio funis
Nasceu em 1839, no Podo, e morreu em 1871. Mdi co, foi vitimado ainda cedo pela tuberculose. Jlio Di nis  o pseudnimo de Joaquim Guilherme Comes Coelho. Seus romances retratam ambientes rurais.
Asaldeias retratadas so verdadeiras; seu texto  exato e simples, o que talvez explique o fato de Jlio Dinis ser considerado o grande precursor do 6ealismo em Portugal.
Obra:
Poesia
Poesias (1873-1674)
Teatro
 Teatro Indito (1946-1947) -3 volumes
Conto
Seres da Provncia (1870)
Romance
A Morgadinha dos Canaviais (1868)
 Uma Famlia Inglesa (1868)
 Os Fidalgos da Casa Mourisca (1872)
A Morgadinha dos Canaviais
Ao romper da manh, quando a consci cia principia, poucoa pouco, a acudiraos Udos, at ento tomados pelo torporde ums profundo, Henrique de Souselas sonhava-se modamente sentado em uma cadeira de Cados, disposto a assistir ao desempenho uma pera favorita.
Moviam-se os arcos nas cordas dos violi, violoncelose contra baixos;sopra vam, a plena br os tocadores dos instrumentos de vento; agita descon'postamente os braos os ruidosos tio leiros; dedos amestrados faziam vibraras corda. harpa; a batuta do mestre fendia airosa me nt ares, e contudo no chegava aos ouvidos l'lendque, de toda esta riqueza de instrumeotag n'ais do que uma nota nica, arrastada, conti, plangente, baixando e subindo na escala dos e sem formular uno s frase musical.
Era de desesperar um diletante como torcia-se na cadeira, inclinava convenienten te a cabea, fazia das mos cometas acsth e sempre o mesmo resultado!
Este violento estado de ateno, este foro do sensrio, principiou nele a obra do pertar; principiou pois pelos ouvidos, mas se transmitiu a todos os outros rgos.
Antes de dar a si prprio conta do que aquele som, e quase esquecido ainda do 1. em que estava l-ienn'que abriu os olhos.
- E com tamanha paixo que desobedece As Pupilas do Senhor Reitor(1867)
124 Portugus
r
A luz do dia penetrava j pelas [ mal vedadas das janelas e espalhava no aposento u tnue claridade,
Veio ento a Henrique a conscincia do lu gar em que estava, e uma alegria profunda lhe dilatou o corao.
O leitor se ainda no padeceu de insnias, de pesadelos, ou de sons febris, no avalia por certo o contentamento ntimo que se apossa das desgraadas vtimas desses demnios noturnos, quando por exceo eles as deixam em paz, e lhes respeitam o sono de urna noite completa. Acordar s aos raios da aurora  um dos mais inefveis prazeres a que eles aspiram na vida.
Penetra-lhes ento os membros um inslito vigor; a arca do peito expande-se-lhes mais li vres, e as sombras do esprito dissipam-se-lhes com aquele claro matinal.
Foi o que sucedeu a Henrique. Pela primei ra vez, depois de muitos meses, dormira de um sono a noite inteira,
Sentia-se com isso to bom, to vigoroso, to contente que teve vontade de cantar.
Realismo
O Realismo foi instaurado em Portugal com a "Ques Ito Coimbr, em 1 865.
Asegunda metade do sculo XIX assistiu a um grande desenvolvimento cientilioo em todos os campos (biotogia, fisica, matemtica, filosofia, poltica). O empirismo (filosofia que baseia suas verdades nos resultados das experincias concretas) levou ao auge do progresso cientitico.
Baseados nessas idias, os autores realistas passa ram a agir como cientistas: eram observadores da realidade e deveriam relat-la fielmente, sem interfe rir com sua subjetividade naquilo que descreviam.
O Realismo foi um perodo literrio inspirado nas leis naturais e que teve o compromisso de retratar a vida em sua verdade. A realidade  explicada pelas leis naturais.
KotaO Naturaligiio no  umaescota literda, mas sim umadaceta do Realismo, quetem como base umavisto patotgica do homem, O Naturalismo  amomt e repre senta o Realismo levado s ltimas conseqncias.
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
o Parnasianismo  o Realismo em forma de poesia. Trata-se de uma poesia voltada para molivos clssi cos, que apresenta perfeio formal e na qual o con ceito em si  a prpria beleza do poema.
o Realismo dispersou-se por volta de 1890, quando surgiu a esttica simbolista, mas nunca deixou de ser atuante, pelo menos at 1915, pois, em vrias obras posteriores a 1890, ainda podemos encon trar caractersticas realistas.
Os autores portugueses de maior destaque no Rea lismo so:
na poesia: Guerra Junqueiro
na prosa:
Cesrio Verde
Somes Leal
Cesrio Verde
Antero de Quental
Ea de Queirs
Fialho de Almeida
Ramalho Ortgo
Nasceu em 1855, em Lisboa, e morreu em 1886. Dono de uma sensibilidade requinada, enquadrou  sua poesia temas quotidianos que nunca ha viam sido trabalhados at ento, como o povo e o trabalho.
Sua obra foi reunida por Silva Pinto num volume intitulado O D'uro de Cesn'o Verde, um ano aps suaprecoce morte.
I
Ao Gs
E saio. A noite pesa, esmaga. Nos
Passeios de lajedo arrastam-se as impuras. O moles hospitais! Sai das embocaduras Um sopro que arrepia os ombros quase nus,
Cercam-me as lojas, tpidas. Eu penso
Vercirios laterais, ver filas de capelas, Com santos e fiis, andores, ramos, velas, Em uma catedral de um comprimento imenso.
As burguesinhas do Catolicismo
Resvalam pelo cho minado pelos canos; E lembram-me, ao chorar doente dos pianos,
As freiras que os jejuns matavam de
histerismo.
Portugua 125
Lii.guagens, Cdigos e suas T.ciiotogias
Num cuteleiro, de avental, ao torno.
Um forjador maneja um malho, rubramente:
E de uma padaria exala-se, inda quente. Um cheiro salutar e honesto a po no torno.
E eu que medito um livro que exacerbe, Quisera que o real e a anlise mo dessem;
Casas de confeces e modas resplandecem; Pelas vitnnes olha um ratoneiro imberbe.
Longas descidas! No podpr pintar Com vemos magistrais, salubres e sinceros, A esguia difuso dos vossos reverberos.
E a vossa palidez romntica e lunar!
Que grande cobra, a lbrica pessoa. Que espartilhada escolhe uns xales com de buxo! Sua excelncia atrai, magntica, entre luxo, Que ao longo dos balces de mogoo se amontoa.
E aquela velha, de bands! Por vezes,
A sua trame imita um leqoe antigo, aberto, Nas barras verti cais, a duas tintas, Perto,
Escamam,  vitdria, os seus
mecklemburgueses.
Desdobram-se tecidos estrangeiros; Plantas ornamentais secam oos mostradores; Flocos de p de arroz pairam sutocadores, E em nuvens de cetins requebram-se os caixeiros,
Mas tudo cansa! Apagam-se nas frentes
Os candelabros, como estrelas, pouco a pouco; De solido regouga um cauteleiro rouco;
Tornam-se mauso!os as armaes fulgentes.
"D da misria!.., Compaixo de mim!..."
E, nas esquinas, calvo, eterno, sem repouso, Pede-me sempre esmola um homenzinho idoso,
Meu velho protessor nas aulas de Latim!
Antero de Quenta!
Nasceu em 1842, em Ponta Delgada, Aores, e taleceu em 1891.Formado em Direito, con tou sua formao tradicionalista (catlica) com as idias realistas que circulavam no meio acad mico portugus. Foi uma espcie de guia e ltder de sua gerao, participando da polmica "Ques to CoimbrA" (1865) e das 'Conferncias do Cas sino Lisbonense" (1871). Socialista convicto desde a poca da faculdade, desiludiu-se com a doutrina e com a vida e, deprimido, com um pessimismo acentuado, suicidou-se em sua terra natal.
Oceano Fica
(A A. de Are vedo Castelo Branco)
Junto do ma que erguia gravemente
A trgica voz rouca, enquanto o vento
Passava como o vo dum pensamento
Que busca e hesita, inquieto e intermitente
Junto do mar sentei-me tristemeote,
olhando o cu pesado e nevoento,
E interroguei. cismando, esse lamento
Que saia das cousas, vagamente...
Que inquieto desejo vos tortura,
Seres elementares, fora obscura?
Em volta de que idia gra vitais?
Mas na imensa extenso, onde se esconde
O Inconsciente imortal, s me responde
Um bramido, um queixume, e nada mais.
Ea de Que/rs
Jos Maria Ea de Queirs nasceu em 1845 e rm em 1900. Advogado, iniciou sua carreira como e tor, publicando uma srie de folhetins, que, posti mente, Juram reunidos no volume Prosas Brt (1905). Integrou o grupo do 'Cenculo", em 1 e participou das conferncias do Cassino Usbom
Exerceu carreira diplomtica, o que lhe permita balhar em diversos lugares diterentes,
Sua obra examina a sociedade burguesa po rtug sob vrios aspectos: a tamflia, a religio, a pol destrinchando os costumes e criticando as impi es de uma sociedade hipcrita e mesquinha
Pode-se dizer que sua produo literria divic em trs fases distintas: a primeira ortodoxarr realista, que procura acima de tudo criticaras dade. Asegundatase assume umaposturamai peranosa e positiva, ainda que critica. A ltima j influenciada pelo Simbolismo, procura retor pessimismo realista, mas com valores diterentr
Suas obras so:
 Odes Modernas (1865)
 Primaveras Romnticas (1871)
 Sonetos Completos (1886)
 Raios de Extinta Luz(1892)
Prosas(1923. 1926 e 1931) trs volume
126 - Portugus
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
Suas obras so:
 OMisti rio da Estrada de Sintra (1871)
 OCrime do Padre Arnaro(1875)
 O
OMandarim(1879)
A
OsMaias(
 A (lustre Casa de Ramires (1900)
ACorrespondncia de Fradique Mendes(l900)
 4 Cidade e as Serras (1901)
ACapital(
O Primo Basilio
Juliana lisoojeava sempre a cozinheira: de pendia dela: Joana dava-lhe caldinlios s horas de debilidade, ou], quando ela estava mais adoentada, fazia-lhe um bife s escondidas da senhora. Juliana tinha um grande medo de cair em fraqueza ", e a cada momento precisava to mala 'sustncia ". Decerto, como feia e soltei rona detestava aquele "escndalo do carpintei ro'; mas protegia-o, porque ele valia muitos re galos aos seus fracos de gulosa.
- Fosse eul - repetiu - dava-lhe o me lhor da panela! Se a gente ia ter escrpulos por causa dosamos, boa! Olha quem! Vem uma pes soa a morrer e  como se fosse um co.
Simbolismo
Sargido na Frana. O Simbolismo foi um movimento de reao contra o Realismo, pois procurou comba leraobsusso cientilicisla dos realistas, por meio da retomada do subjetivismo edo espiritualismo (bani dos da literatura pelo objetivismo realista).
O Simbolismo tem como principal caracterstica o predomnio do sonho. Para os autores sixnnbolistas, avida deveria ser retratada como algo misterioso e inexplicvel. Dai advm o uso de uma linguagem im precisae obscura, que caractedza a atmosfera de so uhx efaxtasia que ponteia a literatura simbolista.
A produo literria simbolista, intluenciada pela psicanlise de Sigmund Freud, v o homem como un ser regido pelo seu inconsciente, pelo sonho.
o sonho  matria para a produo literria e a in teno  sugerir, e no somente descrever. A larga utilizao do smbolo d nome ao periodo, Os te mas so misticos, espirituais. Abusa-se da sinestesia (sensaes produzidas pelos diversos rgos sen soriais), das aliteraes (repetio de letras ou sila bas numa mesma orao) e das assonncias (apro ximao tnica entre as vogais tnicas das pala vras), tornando os textos poticos simbolistas pro fundamente musicais.
O Simbolismo em Portugal liga-se s atividades das revistas Os lnsubmissose Bomia Nova, fun dadas por estudantes de Coimbra, entre eles Eu gnio de Castro, que, ao publicar um volume de versos intilulado Oaristos, instaurou essa nova esttica em Portugal. O movimento simbolisla du rou aproximadamente at 1915, quando se ini ciou o Modernismo.
Os nomes de maiordestaque no Simbolismo portu gus so:
Eugnio de Castro
Antnio Nobre
Camilo Pessanha
-Augusto Gil
- Al Lopes Vieira
Anlnio Patrcio
 Manuel Laranjeira (poesia)
Raul Brando (prosa)
-Jlio Dantas (teatro)
Eugnio de Castro
Nasceu em 1869 e morreu em 1944, Seu primeiro livro foi Oaristos (1 890), que introduziu a esttica simbolisla em Portugal, Fundador do Simbolismo porlugus,loi professor da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra e liderou o grupo Os Insubmissos (1889). Produziu, entre outras:
 Horas(l891)
 Interldio (1894)
 Silva (1894)
Portugus - 12
-
Linguagens. Cdigos e sujas Tecnologias
 Belkiss (1894)	Soam suaves, sonolentos,
Sonolentos e suaves,
 Tirsias(1895)	Em suaves,
 Sagramor(1395)	Suaves, lentos lamentos
 Salom e Outros Poemas (1896)	De acentos
Graves,
 Constana (1900)	Suaves,,,
 Canes Desta Negra Vida (1922)
Esmaece na messe o rumor da queimes
 ltimos Versos (1938)	- No ouves este ai que esniaece e
[
Um Sonho  um noivo a quem fugiu a Flor de olti
[
Ata messe, que enlourece, estremece a	E chora a sua morta, absorto,  flor
[	[
O Sol, o celestial girassol, esmorece...
E as cantilenas de serenos sons amenos
Fogem fluidas, fluindo  fina flor dos fenos...	Antnio Nobre
.45 estrelas em seus halos	Nasceu em 1867 e morreu precocemente, dei
Brilhamcom brilhos sinistros...	culose, em 1900. Por conta de sua doena, 5w
Cornamusas e crt ai os,	 impregnada de dor e sofrimento. Escreveu:
Cito/as, citaras, sistros,
Soam suaves, sonolentos,	S (1892)
Sonolentos e suaves,	 Despedidas (1902)
Em suaves,
 Primeiros Versos(1921)
Suaves, lentos lamentos
De acentos	Soneto
Graves,	 Virgens que passais, ao Sol-poente
Suaves...	Pelas estradas ermas, a cantar!
Flor! enquanto na messe estremece a Eu quero ouvir uma cano ardente,
[ Que me transporte ao meu perdido La E o Sol, o celestial girassol esmorece, Cantai-me, nessa voz onipotente, Deixa!ry3s estes sons tamserenus e amenos, O Sol que tomba, aureolando o Mar, Fujamos, Ftor! flor destes floridos fenos... A fartura da seara reluzente,
Soam vesperais as Vsperas...	O vinho, a Graa, a formosura, o luar
Uns com brilhos de alabastros,	Cantai! cantai as lmpidas cantigas!
Outros louros como nsperas,	Das runas do meu Lar desenterrat
No cu pardo ardem os astros...	Todas aquelas iluses antigas
Como aqui se est bem! Alm treme a	Que eu vi morrer num sonho, como um
[	suaves e frescas raparigas,
- No sentes um gemer dolente que
Adormecei-me nessa voz... Cantail
[
Sao os amantes delirantes que em amenos Camilo Pessanha
Beijos se beijam, Flor!  flor dos frescos
[	Nasceu em 1867 e morreu em 1926. Escrev
As estrelas sem seus halos	primeiro poema, 'Lbrica", em 1885. Forma
Brilham com brilhos sinistros...	Direito, atuou como prolessor em Macau, na
Coma musas e crtalos,	Viciou-se em pio no Oriente. Produziu poe
Ctolas, citaras, sistros,	lemas psicolgicos, de grande graduao si
128 Portugus
- --

Linguagens, Cdigos e suas tecaologias
Seu nico livro  Clepsidra (1920), embora possua urna obra pslunia, China (1944), que rene arti gos referenles  curtura chinesa.
Soneto
 meu cora o, torna para trs. Onde vais a correr, desatinado?
Meus olhos iocendidos que o pecado Queimou... Voltai horas de paz
Vergam da neve, os olmos dos caminhos. A cinza arrefeceu sobre o bra sido. Noites da serra, o casebre transido, -.
- Cismei, meus olhos, como dois velhinhos...
Extintas primaveras evocai-as:
- J vai tiorir o pomar das macieiras. Hemos de enfeitar os chapus de maias.
Sossegai, esfriai, olhos febris.
- E hemos de ir cantar nas derradeiras
Ladainhas... Doces vozes senis.,,
Antnio Patrcio
Acompanhava-a outra que mal vi fisgado pelo estranho do seu tipo. Toda a noite, feroz- mente, a encarcerei no meu binculo e e/a- ex) bindo atitudes de indiferena noma galeria int,'mina, nem sequer teve o arde ver-me.
Aborrecia 'se com complacncia, olhando sem fitar cumprindo com resignao esse des tino de, sobre uma platia do Porto, num barra co de Folies-Brejeiras, esf olhara can'ca exao gue e lambedora das suas mos de raa.
No meu grupo faziam-se hipteses. Cocotte? Canonetista? Talvez seja essa que se estria amanh.
Todos a achavam imensamente estranha e alguma coisa feia.
Quando  sada ela passou, compondu um arabstracto e um passo ondeante de serpe nte fantasma, excitado e burro, disse no sei que frase escbria e ouvi, numa voz de seda que ran ge, esta coisa /usra:imbcile!
Deixei de irao teatro. Achei a vida toda to imbecil como eu.
Nasceu em 1878 e morreu em 1930. Estudou male mtica e medicina e exerceu a carreira diplomtica.
Suas obras so:
 Oceano (1905) poesia
 OFim(1909) prDsae verso
Sero Inquieto (1910) contos
Pedro o Cru (1 910) drama
 Dinis e Isabel "conlo de vitral em cinco atos ' ( 191 9)
 O. Joo e a Mscara "fbula trgica"(l 924)
Poesias (1942)
Sero Inquieta Suze"
Oc olhos eram claros, cinzento de gua em nvoa; a mscara alongava-se num fucinhif o so nmbulo;narizi000rreoto, quase grosseiro;boca grande, acolhedora, de oomissuras em pontos de interrogao; e o menfo perdia-se na nuvem de tule de um/ao, esparso na gola impecvel de um costume lailleur azul.
Tinha muito de Sarah em nova: a cabea de uma ,mdona quatrocenlona em que vivesse a alma de Montmartre.
Raul Brando
Nasceu em 1867 e morreu em 1930. Escreveu em prosa potica, cantando a dor dos humildes, num estilo de rara beleza. Publicou:
Romance
 Histria de um Palhao: Vida e Ol rio de lC Mau rcio (1896)
 A Farsa (1903)
 OsPobres(1906)
 OPobre de Pedir(l 931)
Teatro
 Oeeboe a Sombra (1923)
 ORei Imaginrio (1923)
 000idoe a Morte (1923)
O A vej o (19 29)
[ obras de literatura de viagens, memrias e historiografia.
Os Pobres
De que precisam os poetas para fazer uma obra degnio?De dor.
Portugus 129
Linguagens, CdSgos e suas Tecnologias
O sofrimento cria. Lembram-se das figuras de mrmore, para sempre debruadas sobre os lmulosantigos?Oluar que vempela roscea to cando-as d-lhes uma vida de sonho, f-/as todas de palha: estremecem, levantam vo, dir-se-ia. Pois a dor; tio a fio, como o lua d vida a o sonho.
Para se criar precisosofrec Hoje e sempre s a dor que d vida s coisas inanimadas. Com um escopro e om tronco inerte faz-se uma obra admirvel, se o escultorsotreu. Mais: com pala vras, com sons perdidos, com imaterialidades, consegue-se esfe milagre: fazerrir fazersonhar, auancarlgri,nasa outras criaturas. Comas sim- pies e secas letras doabeced rio, umdesgraa do com gnio metido numa gua -f una da, edifica uma coisa eterna, uma construo maisslida e mais bela do que se fosse arrancar os materiais ao corao das montanhas.
Oque  ento a dor, milagre extraordinrio, que consegue dar vida s fragas? O qoe esse assombroso fluido, que se comunica, alma ar rancada da prpria alma e que se pode repadir como po? Nunca houve sob o sol criatura que sofresse da verdadeira dor cujo sofrimento no consolasse ou salvasse, At as mais humildes. como jvnres que ainda depois de mirradas vo aquecer e alumiar os pobres.
A dor d a vida e no  a prpria vida: cria, redime, obra prodigios e nada h que se comu nique, que convena, que torne os homens ir mos, como ela . - - Para onde vo pois todos es ses gritos, unidos num s grito?
Jlio flautas
Nasceu em 1876 e morreu em 1962. Formou-se em medicIna, mas exerceu as carreiras de deputado, di plomata, prolessor e ministro de Estado, Produziu poesia, fico, ensaios cronisticos e teatro, no qual se destacou como um dos autores portugueses mais
tidos e traduzidos no estrangeiro.
Suas obras so:
A Severa (1901)
A Ceia dos Cardeais (1902)
Pao de Veiros (1903)
Um Sero nas Lai-an/efras (19043
Rosas de Todo o Ano (1907)
130 Podugus
 DReposteiro Verde(1912)
 Sror Mariana (1915)
Carlota Joaquina (1919)
 Frei Antnio das Chagas (1947)
A Ceia dos Cardeais
Cardeal Rufo, acercando-se tambm do Cardeal Gonzaga
Em que pensa, cardeal?
Cardeal Gonzaga, coma quem acorda, os ol cheios de brilho, a expresso transfigurada.
Em como  diferente o amor em Portugal
Nem frase sutil, nem o duelo sangrento...
E o amor cora g o.  o amor sentimento. Uma lgrima... Um beijo,,. Uns sinos a toca) Um pa/zinho que ajoelha e que se vai casa To simples ludo! Amor; que de rosas se intk Em sendo triste canta, em sendo alegre chc Da mor simplicidade, o amor delicadeza. - Ai, como sabe amar, a gente portugoesa Tecer de Sol um beijo, e, desde tenra idad Ir nesse beijo unindo o amor com a amizad
Numa ternura casta e numa estima s, Sem saber destinguir entre a noiva e a irm Fazer vibrara amor era cordas mister/osa Como se em comunho se entendessem as me Come se todo o a/flor fosse um amor someni. A, como  diterente! Ai, como  diferente
Cardeal Au/o
Tambm Vossa Eminncia amou? Cardeal Gonzaga
Tambm! Tambm!
Pode-se l viver sem ter ama do a lgo ml Sem sentir dentro d'alma - ah, pod-la se,
- Uma saodade em flor; a chorar e a rir. Se amei! Se amei - Eu tinha uns quinze ai
apenas.
Ela, treze. Um amar de crianas pequena. Pombas brancas revoando ao abrir da manh
Era minha priminha. Era quase uma irm Bonita no seria... Ah, no. -. Talvez no fos Mas que profundo olhar e que expresso)
doce 1
Cha mova-lhe eu, a rir; a minha mulherzinha Ns brincava mos tanto! Eu sentia-a to mi,
Toda a gente dizia em pleno povoado:
I.iaguageus. Cdigot e suas Tecuologias
fllo h noiva melhor para o senhor morgado.
Nem em capela antiga h santa mais
santinha E eu rezava, baixinho: E minha! E
minha!  minha!
Quanta vez, quanta vez, cansados de brincar; Fiei vamos a olhar um para o outro, a olha,; Todos cheios de Sol, ofegantes ainda...
Modernismo
Iniciou-se, propriamente, em 1915, com a pubcao da revista Qrpheu. organizad por jovens escritores insatisfeitos com os mtodos e formas literrios, e que propunham 'o inconformismo e a deilicao to ato potico" (Jorge Miguel).
O Modemismo pode sersubdividido em vrias fases:
de 1915 a 1927
influncias futuristas e baseado na revista Orpheo.
'de 1927 a 1940
baseado na revista Presena, que propunhauma con lintiidade e uma renovao do pensamento rfico,
'de 194031947
neo-realismo, com uma literatura socialmente em penhada.
 Florbela Espanca
Aquilino Ribeiro
Jos Rgio
Miguel Jorge
Antnio Bolto
 Irene Lisboa
Ferreira de Castro
 Manuel da Fonseca
Jos Saramago
 Lidia de Castro
O Modernismo, porsua quase contemporaneidade, abrange uma gama muito grande de autores e, por esse motivo, seria praticamente impossivel eXp los todos aqui com a devida considerao que cada um deles merece. Desse modo, selecionamos ape nas trs autores, com obras bastante significativas dentro da Literatura Portuguesa moderna, para exempliticar o que se tem produzido na terra de Cames desde 1915 at hoje.
Fernando Pessoa
'de 1947 a 1914
surrealismo.
"de 1974 at hoje
perodo contemporneo, aps a revoluo que deu fim ao regime salazarista, com destaque princjpal- mente para a prosa.
Os modernistas no tinham um objetivo concreto, tom um programa esttico estabelecido. A inteno era a de derrubaras formas adlsticas convencionais pelo escndalo.
Alguns dos autores mais importantes do Modemis mc em Portugal:
"Fernando Pessoa
MMio de S Carneiro
Almada Negreiros
Nasceu em 1888, em Lisboa, e faleceu em 1935. Foi criado na frica do Sul, onde fez os cursos primrio e secundrio. De volta a Portugal, chegou a cursar a Faculdade de Letras de Lisboa, mas abandonou o curso, indo trabalhar como correspondente comer cial. Liderou o grupo da revista G'pheue colaborou em vrias outras revistas, como Centauro, ,4thena, Confennporoea e Presena.
Pessoa  considemdo o maior poeta portugus, depois de Cames. Desenvolveu o processo de "heteronma"de sua personalidade, criando trs outros escritores diferentes dele mesmo e entre si: Alberto Caieiro, Ricardo Reis e Alvaro de Cam pos, Os trs possuem, inclusive, urna complexa biografia e histria de vida. O estilo de cada heternimo  diferente do estilo do prprio Fernando Pessoa, tambm chamado Fernando Pessoa -ele mesmo.
Sua obra  composta dos seguintes livros:
Pertugs .131
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
Poesia
 Mensagem (1934)
 Poesias de Fernando Pessoa (1942)
 Poesias de Alvaro de Campas (1944)
 Poemas de 'l Caieiro (1946)
 Wesde Ricardo Reis (1946)
 Poemas Ora mticos(1952)
 Poesias Inditas (1 955-1956)
 Quadras ao Gosto Popular (1965)
 Antinous (1918)
 35Sonnets(1918)
 Inscriptions (1920): esses opsculos de poemas ingleses toram reunidos sob o nome de Eoglish Poems.
Prosa
 Pginas de Doutrina Esttica (1946)
 A Nova Poesia Portuguesa (1944)
 Anlise da Vida Mental Portuguesa (1966)
 Apologia do Paganismo (1966)
 Pginas (ntimas(1966)
 Auto-Interpretao (1966)
 Pginas de Esttica (1966)
 Teoria e Crtica iiter ria (1966)
 Textos Filosficos(1963) dois volumes
Fernando Pessoa - ele mesmo
O Menino Da Sua Me
No plaino abandonado Que a morna brisa aquece, De balas traspassado
Duas, de lado a lado - Jaz mono, e arrefece,
Raia-lhe a farda o sangue.
De braos estendidos,
Alvo, louro, exangue,
Fita com olhar langue
E cego os cus perdidos.
132 - Portugns
To jovem! que jovem era!
(Agora que idade tem?)
Filho nico, a me lhe dera
Um noma e o mantivera.'
"Dmeninoda sua me".
Caiu-lhe da algibeira
A cigarreira breve,
Dera-lhe a me. Est inteira
E boa a cigarreira.
Ele  que j no serve.
De outra algibeira, alada
Ponta a roar o solo,
A brancura embaiohada
De um leno... Deu-lho a criada
Velha que o trouxe ao colo.
L longe, em casa, h a prece:
'Que volte cedo, e beml"
(Malhas que o Imprio tecel)
Jaz mono, e apodrece,
O menino da sua me.
Rica,'da Reis
12-6	1914
Venha sentar-te comigo, D'dia,  beira Sossegadarnente fitemos o seu curso e,
Que a vida passa, e no estamos de
(enlaa
(Enlacemos as mos.)
Depois pensemos, crianasadultas, que
Passa e no fica, nada deixa e nunca te
Vaipara ummarn,vitolonge, para opdc Mais longe que os deuses,
Desenlacemos as mos, porque no [ cansaml
Quer gozemos, quer no gozemos, pas
(comc
Mais vale saber passar sUenciosame E sem desassossegos grand
Sem amores, nem dios, nem paixe
[
Neminvejas que do movi mento dema
(ol
Nemcuidados. porque se osfivesse ori
[ co,
Esempre iria teraomac
[
Linguagens. Cdigos e suas Tecuotogias
A,rerno-nos tranqilan pensando que po [
Se quisssemos, trocar beijos e abraos e
[
Irias que mais vale estarmossentadosaoP [ do outro
Ou vindo correr o rio e vendo-o.
Colhamos flores, pega tu nelas e deixa-as No coto, e que o seu perfume suavize o mo [ - Este momento em que sossega da me nte no
[ em nada,
Pagos inocentes da decadncia.
,4omenos, se forsombra antes, lembrar-te-s [ mim depois
Sem que a minha lembrana te arda ou te fim [ te mova,
Porque nunca enlaamos as mos, nem nos [
Nem fomos mais do que crianas.
Ese antes do que eu levares o bolo ao bar [ sombrio,
Eu na da terei que sofre raolernbra r-me de ti. Ser-me-s suave  memria lembrando-te
[ beira-rio,
Pag triste e com flores no regao.
16- I - 1914
Acima da verdade esto os deuses,
A nossa cincia  uma falhada cpia
Qu certeza com que eles
Sabem que h no Universo.
Tudo  tudo, e mais alto esto os deuses,
No pertence  cincia conhec-los,
Mas adorar devemos
Seus vultos como s flores,
Porque visiveis  nossa alta vista,
So to reais como reais as flores
E no seu calmo Olimpo
So outra Natureza,
19- 1 - 1930
Nunca a alheia vontade, inda que grata, compras por prpria. Manda no que fazes,
Nem de ti mesmo servo.
Ningum te d quem s. Nada te mude. Teu intimo destino involuntrio cumpre alto, S teu filho.
Sou um guardador de rebanhos,
O rebanho  os meus pensamentos
Eos meus pensamentos so todossensaes.
Penso com os olhos e com os ouvidos
Eoomas mIose os ps
E como nariz e a boca.
Pensar uma flor v-la e cheir-la E comer um fruto  saber-lhe o sentido.
Porisso quando num dia de calor
Me sinto triste de goz-lo tanto,
E me deito ao comprido na erva,
E fecho os olhos quentes,
Sinto todo meu corpo deitado na realidade,
Sei a verdade e sou feliz.
Ol, guardador de rebanhos, Ai beira da estrada, Que te diz o venfo que passa?
Que  vento, e que passa,
E que j passou antes,
E que passar depois.
Ea tio que te diz?
Muita cousa mais do que isso,
Fala-me de muitas outras cousas
Da memrias e de saudades
E de coosas que nunca foram.
Nunca ouviste passar o vento.
O vento s fala do vento.
O que lhe ouviste foi mentira,
E a mentira est em ti.
!varo de Campos
No: no quero nada. J disse que no quero nada.
ho me venham com oonolusbesl A nica concluso  morrer
No me tmgam estticas! No me falem em moral!
Tirem-me daqui a meta fisica!
No me apregoem sistemas completos,
No me enfileirem conquistas
Das cincias (das cincias, Qeus meu, das [
Alberto Caleiro
PortugoS 133
&inquagens, Cdigos e s Tecnologias
- Dias cincias, rias alies, da civilizao (moderna!
Que mal fiz eu aos deuses todos?
Se tm a verdade, guardem-na!
Sou um tdcnrco, 'reis lenho tcnica s dentro
(da tcnica.
Fora disso sou dodo, com todo o direito a s-lo. Com todo o direito a s-Io, ouviram?
No me macem, por amor de Deusl
Queriam-me casado, ftil, quotidiano e tribu fivel?
Queriam-me o contrrio disto, o contrrio de (qualquer coisa?
So eu tosse outra pessoa, fazia -lhes, a todot
(a vontade.
Assim, corno sou, tenham pacincia!
Vo para o diabo sem mim,
Ou deixem-me ir sozinho para o dia bol
Para que havemos de ir/untos?
No me peguem no braol
No gosto que me peguem no brao. Quero [ sozinho.
J disse que sou sozinho!
Ah, que maada quererem que au se/a da (companhial
 cu azul-o mesmo da minha infncia
- Eterna verdade vazia e perfeita! fi macio Te/o ancestral e mudo, Pequena verdade onde o cu se ret Omgoa revisitada, lisboa de outrora de hoje! Nada me dais, nada me tirais, nada sois que
[ me sinta.
Deixem-me em paz! No tardo, que eu nunca
(tardo...
Eenquanto tarda o Abismo e o Silncio quero
Almas/a Neptelros
(estar sozinho!
Nasceu em 1893, em Lisboa, e taleceu em 1970. inte grou o grupo de O,pheu, pois era contrrio a qual quer manifestao de academicismo. Tentou colocar Portugal no mesmo nvel das demais naes euro plas, divulgando correntes estticas como o Futuris mo e o Cubismo. Estudando artes plsticas, visitou Paris e a Espanha. Foi um dos maiores divulgadores culturais das vanguardas em Portugal. Transitou
entre a poesia, o romance, o teatro, alm de trabalha como crtico de arte, pintor e desenhsta. Considerad um gnio, possua um carter incomum e um espritr criador incansvel. Sua extensa obra  tcrmada pelar seguintes pubticaes:
OMonho (1913)
 lJs outros (1914)
-23, 2
 Manifesto Anti-Da ntas e por Extenso (1915)
 K4, OQuadrado Azul (1917)
- titoral(
'A Engomadeira (1917) Inveno do Dia Claro (1921)
 Pierrot e Arlequim (1924)
 Deseja-se Mulher (1928)
- 5.0.5. (1929)
 Portugal, Direo nica (1932)
 Elogio de Ingenuidade (1936)
- Nome de Guerra (1938)
 Mito -Alegoria - Smbolo (1948)
 Drpheu (1 965).
Mame de Cegue
't/
s Vezes O Dia Comea  Noite
Chamam-se clubes a umas casas aberta toda noite e nas quaisa razo mais forte  ojogc
Destas casas saem grossas quantiaa extraordinariamente superiores s corresponder tes licenas e impostos, o que justific momentaneamente a tolerncia dos poderes civh transformados por este tacto em benfeitores misria pblica. Isto  apenas para dizer gim cor por estas casas tanto dinheiro que d por vezes iluso da abundncia e do bem-estar Urras vez ganha a banca, e outras vezes os pontos, de moe que o azar e a fortuna esto senq,re nestas casa
Quem inveolou o jogo talvezacredita asa e milagres, mas pensava seguramente nos qe acre ditam em milagres,
As expresses mais desastradas da nos humanidade ficam em redor de uma mesa jogo. A esperana est toda no verde do pano mesa. O turno iguala tudo, e ntidos s os nrr ros. Trs dzias e uni zero.
t34 Portug
Jos Saramago
Nasceu em 1 922, em Azinhaga. Iniciou a carreira literria publicando poesias, crnicas, teatro, ro mances e contos. Mas 101 a partir o 1980. com o
romance Levantado do Cho, que se firmou como um dos maiores nomes da Literatura Portuguesa contempornea. Em 1998, tornou-se o primeiro
autor em lngua portuguesa a receber o prmio Nobel. Escreveu:
Obras: Os poemas possveis (1966), Prova veh mente alegria (1970). O ano o'e 1993 (1975), poesia; Deste mundo e do outro (1971 ), A baga gem do viajante (1973), As opinies que o O. L. teve (1974), & apontamentos p976), Viagem a Portugal (1981), crnica;  noite (1979), Que farei
 com este livro? (1980), A segunda vida de Fran cisco de Assis (1987), In Nomine Dei (1993), tea tro; Objecto quase (1978), Potica dos cinco senlidos(1979). conto; Terra do pecado (1947), Manual de pintura e caligratia (1977), Leva nta do do cho (1980), Memorial do convento (1932), O ano da morte de Ricardo Reis (1984), A jangada de pedra (1986), Histria do cerco de Lisboa (1989), Cevangelho segundo Jesus Cris te (1991). Ensaio sobre a cegueira (1995). To dos os nomes (1997), romance.
O Ano da Morta de Ricardo Reis
Obesouro tem um som mais rouco, ou foi a memria que se transviou desde ento. O pa jem leva nta seu globo apagado, afinal emFran a tambm havia pajeos assim, no chegar a saber-se, de certeza certa, donde este veio, o tempo no deu para tudo. Ao cimo da escada aparece o Pimenta, vai para descer julgando que  um cliente com bagagem, ento  espe ra, ainda no reconheceu quem sobe, pode-se ter esquecido, so tantas as caras que entram e saem da vida de um mandarete de hotel, e h o contrelciz, devemos sempre contar com o contraluz nestas ocasies, mas agora est to perto, mesmo vindo de de cabea baixa, que se acabamas dvidas, E o senhordoutor reis, como est, senhor doutor, Bons dias, Pimenta, aque la criada, como  que ela se chama, a Ldia,
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
est, Ah, no, senhor doutor, no est, saiu e ainda no voltou, acho que o irmo estava metido na revolta, ainda bem no tinha Pimen ta acabado a ltima palavra apareceu Salvador no patamac fez-se de novas. Oh, senhor dou tor, que grande alegria v-lo porc, e o Pimenta disse o que ele/ sabia, O senhor doutor queria falarcoma Lidia, Ah, a Lidia no est, mas se eu puder ser til, Queria apenas saber o que se passou com o irmo, coitada da rapariga, ela tinha-me falado de um irmo que estava na man',iha de guerra, vim s para ajudarem algu ma coisa, como mdico, Compreendo, senhor doutor, masa Lidia no est, saiuassim que co mearam os tiros e no voltou, e Salvador sor ria, sempre sorri quando d informaes,  um bom gerente, digamo-lo pela ltima vez, mes mo tendo razes de queixa deste antigo hspe de que ia para a cama com a criada, e se calhar ainda vai, agora aparece-me aqui feito inocen te, se e julga que me engana, muito engana do est, Sabe aonde  que ela ter ido, pergun tou Ricardo Reis, Andar por ai, capaz de estar no ministrio da Marinha, ou em casa da me, ouna policia, que este caso deve meterpotcia,  mais do que certo, mas tique o senhor doutor descansado que eu digo-lhe que o senhor dou tor esteve c, ela depois procura-o, e o Salva dor tornava a sorrir, como quem acaba de ar mar um taa e j v a caa presa pelo jarrete, mas Ricardo Reis respondeu, Sim, eta que me procure, tem aqui a minha morada, e escreveu num papel a intil indicao. Salvador desfez o sorriso, despeitado pela resposta pronta, no se chegou a saber que palavras iria dizer, do segundo andar desciam dois espanhis emaca lora da conversa, um deles perguntou, Seflor Salvador, losha levado eldiablo a losman'neros, Si don Camilo, los ha levado ei diablo, Bueno, entonces es hora de decir arriba Espaiia viva Portugal, Arriba, don Camilo, e o Pimenta acres centou, por conta da ptria, Viva, Ricardo Reis desceu a escada, o besouro zumbiu, em tem pos tinha havido aqui uma sineea, mas os hs pedes de ento protestaram, diziam que pare cia porto de cemifrio,
Portugus 135
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
flcha a Literatura Brasileira
A Literatura Brasileiraesleve sempre atreladaao de senvolvimento da Literatura Portuguesa, pelo sim ples tato de que o Brasil toi colnia de Portugal des de o seu descobrimento, no sculo XVI, e permane ceu sob a influnciaportug uesa at o final do sculo XIX, poca da Proclamao da Repblica.
Entretanto,  errado pensarque poresse motivoa Utera tara Braseim perteitaident'dadeoom a Portuguesa; muitas vezes se diferenciou da literatura da Metrpole, adquirindo contornos (e mritos) prprios, De modo geral, a Literatura Brasileiraacompanhou o auge e o deotinio dos diversos estitos literrios, de
A produo literria brasileira no sculo XVI resu miu-se  literatura de viagem e  literatura jesutica de carter missionrio.
A literatura de viagem diz respeito s cartas e textos (no-literrios) que proouravam descrever as recm- descobertas terras da colnia.
O objetivo desses textos era o de intormar a Corte portuguesa sobre as caracteristicas da terra e os costumes dos habitantes nativos (indios). Por esse motivo, essa literatura  chamada de inlormativa e possui um carter mais documental que literrio.
Nesse tipo de literatura se destacam os autores;
Pero Vaz de Caminha
Pero de Ma Gndavo
A I ratura jesu l ca  f ruto da tarefa dos pad res jesu itas, enviados por Portugal ao Brasil com o objetivo de catequizar os ndios e instalar o ensino pblico na
13$ Portugus
acordo (aproximadamente) com o desenvolvi to desses estilos em Portugal. Cumpre le mbrr era a Metrpole que trazia as novas (e velhas dnrias literrias para o Brasil. Devemos lembrar que, por ler sido descober mente em 1500, o Brasil no conheceu as tendi literrias do Trovadorismo e do Renascimento. Assim, podemos estabelecer da seguinte forrr daticamente) os perodos literrios no Brasil; Obs.: as datas do grfico so meramente retereu no determinam um ano exato paraolim de um p e o inicio de outro. As tendncias coexistem entrE
colnia (as primeiras misses datam de 1549). 1 periodo, os jesuilas produziram poemas, peas te e textos informativos com finalidade catequfica.
Destacam-se aqui;
Padre Manuel da Nbrega
Padre Jos de Anctiiela
Padre Manuel da Nbrega
Autor de Dilogo sobre a Converso do O obra em que tala sobre a catequese dos indk
Carta aos seus superiores sobre sua viagem e chegada  Bahia
-. - por urna parte, como corrido, de, me, com to poucos segadores, em to seara; e, por outra, no cabia mais do
Sculo XVI
porque via, com os meus olhos. campo estendi do em que fartasse o meu corao. Alegrava-me coma esperana que havia de convert-oa Deus; entristecia -me com a lembrana dos que j se lhes representavam perdidos.
Chegamos a esta Bahia a 29 do rrvis de maro de 1549. Andamos na viagem oito se nas. Achamos a terra de paz e quarenta ou cincoenta moradores. Receberam-nos com gran de alegria e acha rnos uma maneira de Igreja, jus to, da qual, logo nos apresentamos em urras ca sas, a pardela, que no pouca consolao, para ns, para dizermos missa e confessarmos...
Padre Jos de .4nch! eta
Padre jesuta, que veio ao Brasil com o objetivo de catequizar os ndios. Merece destaque sua obra potica no catequtica. Escrita em latim (corno o seu poema maislamaso, 'Poema Virgerm Maria"), espanhol e portugus, dentre os quais esto 'Do Sanlissimo Sacramento" e "A Santa Ins". Anchieta foi o primeiro poeta "brasileiro" e sua obra tem um valor histrico muito grande,
Carta sobre o Brasil
Havendo eu e quatro irmos saido da cida de do Salvador, que tambm  chamada Bahia de Todos os Santos, depois de fazermos duzen tos e quarenta milhas, por mar tranqilo e feio do vento, chegamos a uns bancos de areia - (que, estendendo-se para o mar, na distncia de noventa milhas de todas as partes, por um curso reto, por um grande precipcio, tornam a navegao difcil) - onde, abaixan do-se a cada passo o meteoro, passamos o dia e, reparada a quilha, descansamos em estrei tos canais estrincheirados pormontes de areia, por onde se costuma navegar. No dia seguinte, reunidos, felizmente, portodos, A tarde, asma- pinheiros, julgando-se j livres do perigo, tranqilizaram-se e no pensaram mais em tal, quando, de repente, sem ningum esperar; o ferre salta fora do eixo e quebra-se o navio. Veio, ao mesmo tempo, uma tempestade seguida de ventos e de aguaceiros, que nos atirou para perigosos estreitos. Onavio era arrastado, sul cando areias e, por causa de freqentes sota-
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
vancos, temamos se fizesse todo empedaos, porquanto, levados para um lu prximo e in clinando-se a nave para outro lado, expostas as reliquias dos Santos, que conosco trazamos para implorar o socorro Divino, voltamos e lan' ando s ondas o Cordeiro de Deus, aplacada a tempestade, camos em um pego mais fundu, onde, deitada a ncora, e colocado o leme em seu lugar prprio, com peqoeno trabalho e coro grande admirao de todos ns, espervamos ficar tranqilos at o romper da aurora,
Barroco (1601-1768)
Introduzido no Brasil pelos portugueses, loi um estilo apenas absorvido, pois nofoi desenvolvido dentro do Brasil, pelo simples lato de que nessa poca ainda no havia uma produo cultural significanle no Pais. Refletindo a literatura portu guesa, no pode ser considerado como um pero do de produo literria genuinamente nacional, salvo raras excees.
Caracteriza-se por expressar a solido e o sentimen to de agonia de um homem dividido entre a razo e a f, por meio de elementos que priorizam o no objelivo. o inconsistente, o no-palpvel.
H na produo literria barroca uma larga utilizao deliguras de linguagem como a metfora, a antitese, o paradoxo e a sinestesia.
A linguagem  rebuscadae ambgua, de modo que represente a contradio e as tentativas de se conci liar duas vertenles to diferentes e contraditrias como o teocentrismo (herana medieval) e o antropocentrismo (herana renascentista).
No Brasil, destacam-se os seguintes autores:
 Gregrio de Matos
 Padre Antnio Vieira (ver em Literatura Portu guesa)
Gregrio r Matos
Gregrio de Matos Guerra nasceu em 1633, em Sal vador, Baha, e taleceu em 1696. Formou-se advo gado pela Universidade de Coimbra. Foi tesoureiro da catedral e vigrio-geral da diocese, na Bahia.
Portugus - 137
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linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
Considerado o melhor poeta barroco brasileiro, sua obra possui poesias urinas, religiosas e satiricas. Por causa dessa ltima. foi forado a exilar-se em Angola e ganhou o apelido de Boca do Interno",
Sua obra foi publicada postumamente, somente em 1822.
A Jesus Crucificado!
Meu Deus, que estais pendente de um madeiro, Em cuja lei protesto de viver,
Em cuja santa lei hei de morrer;
Animoso, constante, tirme e ioteiro:
Neste lance, por ser o derradeiro, Pois vejo a minha vida anoitecer. E, meu Jesus, a obra de se ver
A brandura de um Pai, manso Cordeiro,
Mui grande  vosso amore o meu delito; Porm, pode ter um tim todo o pecar; E as no o vosso amor; que  infinito.
Esta razo me obriga a confiar Que, por mais que pequei, neste conflito Espero em vosso amor de me salvar
Arcadismo (1768 -1836)
Influenciada pelo grande desenvolvimento cientiti co do incio do sculo XVIII, a viso de mundo do homem passa a ser mais racional, O Iluminismo de' termina que a razo e a ciincia so as chaves para a compreenso do mundo.
Desse modo, o estilo barroco torna-se superado como expresso de pensamento, pois no espelha mais a realidade do homem.
O Arcadismo surge em cena como uma reao con tra o exagero barroco, visando a um estilo mais sim' pies e objetivo de literatura,
No Brasil, o deslocamento do centro econmico para a regio de Minas Gerais, em funo da atividade mineradora, permite o aparecimento de um grupo de intelectuais que comea a produzir uma literatura que se pode considerar como brasileira, dirigida a um pblico brasileiro,
Influenciada pelo liuminismo, aliteratura rcade (tam bm chamada de neoclssica, pois procura imitar os escritores clssicos) imitava arleratura renascentista, racional e objetiva, valorizando o homem, a razo, a
138 Portugus
compreenso do universo, a logicidade de pe mento e a natureza.
Esta, tomada como modelo ideal, deveria ser ii da, pois era considerada como a prpria pede
Por isso, os traos caracleristicos que a Liter. rcade apresenta so o bucolismo (vida pasto exaltao da natureza, o equilibrio, a universali (temas comuns a todosos homens), o predor da lgica, a presena de entidades minolgicat
Destacam-se, lesse periodo:
Toms Antnio Gonzaga
Cludio Manuel da Costa
Silva Alvarenga
Alvarenga Peixoto
Basilio da Gama
Frei Jos de Santa Rita Duro
Toms Antnio Gonzaga
Nasceu em 1744, no Porto (Portugal), e falece 18W. Filho de pai brasileiro, veio para caos de idade. Formado em Direito, erabalhou com' gistrado em Vila Rica (Minas Gerais). Envolveu' Inconfidncia Mineira, tato que o torou a exi em Moambique.
Suas cbras so:
 Cartas Chilenas 0972)
Marlia de Di'rceu(t 789)
Toms Antnio Gonzaga mostrou-se um auto ramente rcade, pois trabalhou com todos o mentos arcdicos caracleristicos: campos, p:
natureza idealizada etc.
Da priso envia  Mar,'lia os seguintes
versos
Tu, Manilha, se ouvires,
Que, aote teu rosto aflito,
O meu nome se ultraja, Co'o suposto delito,
Dize, severa, assim, em meu abono
- No toma as armas contra o cetrojt
Alma digna de um trono!
Cludio Manuel da Cosia
tasceu em 1 729, em Mariana, Minas Gerais. Formou-se advogado na Universidade de Coimbra. E considerado o instaurado; do Arcadismo no Bra sil, com a publicao de Obras Poticas (1768). Escreveu sob o pseudnimo rcade de Glauceste Satrnio. Escreveu tambm um poema pico sobre adescoberta de ouro em Minas Gerais, que se intitula Vila Rica. Foi preso por participar da Inconfidncia Mineira, e suicidou-se na priso
Silva Alvarenga
Manuel mAcio da Silva Alvarenga nasceu em 1749, em Ouro Prelo, Minas Gerais, e faleceu em 1814, Formou-se em Direilo em Coimbra (Portugal) e exer ceu as carreiras de advogado e prolessor. Sob o pseu dnimo rcade de Alcino Palmireno, escreveu O Desertore Glaura.
Alvarenga Peixoto
Autor de obra pequena e sem grande impor lncia, produziu boa poesia, Suas composies mais interessantes so as que falam sobre o colonialismo,
Esses homens de vrios acidentes,
Parados e pretos, tintos e tostados,
So os escravos duros e valentes
Aos penosos sen,ios costurnao'os.
E/es mudam aos rios es correntes,
Rasgam as serras, tendo sempre armados
De pesada alavanca o duro malho
fortes braos feitos no trabalho.
Basilio da Gama
Jos Bastlio da Gama nasceu em 1 740, em Minas Gerais, e faleceu em 1795. Fez parte da Arcdia Ro mana, sob o pseudnimo de Termindo Sipilio. Foi preso no Brasil por suspeita de ligao com a Com panhia de Jesus e enviado a Angola, Um epitalmio (vemos que celebram bodas e npcias)  filha do Marqus de Pombal salvou-o do degredo.
Suaobra mais signilicativa o poemapico Otiraguai.
O Unigesai (troo
Um frio corre pelas veias
De Caitutu, Que deixa os seus no campo,'
l4.eguagens, Cdigos sacas Tecnologias
E a irm, por entre as sombras do an.'oredo, Busca coa vista e teme encontr-la! Entram, enfim, na mais remota e interna Parte do antigo bosque, escuro e negro,
Onde, ao p de orna lapa, cavernosa, Cobre uma rouca fonle, Que murmura,
Curva latada de jasmins e rosas!
Este lugardeliciosue triste,
Cansada de viver; tinha escolhido,
Para morrera msera Lindia!
L, reclinada, como que dormfa,
Na branda selva e oas mimosas flores?
Tinha a face na mo e a mo no trooco
De um tnebre cipreste, que espalhava Melanclica sombra, Mais de perto
Descobrem que se enrola em seu corpo Verde serpente, lhe passeia e cinge Pescoo e braos e lhe lambe o seio, Fogem de ir ver; assim sobressaltados, E param, cheios de temor; ao longe; E nem se atrevema cham-la e temem Que desperte assustada e irrite o monstro
E tuja e apresse no fugir a morte?
Frei Jos de Santa Rita Daro
Nasceu em 1722, em Cata Preta, Minas Gerais, date teu em 1784. Ingressou na Ordem de Santo Agos tinho, em Portugal, onde estudou Teologia e Filoso' lia. Escreveu Da ra mura (1781), poema pico que fala sobre o descobrimento da Bahia.
Romantismo (1636-1881)
O periodo literrio conhecido como Romantismo as socia-se  ascenso da burguesia como classe do minante, aps a Revoluo Francesa,
No Romantismo temos como valores torrentes o cristianismo medieval, avalorizao daenioo edo corao, avalorizao da individualidade e a liberta o das normas.
Com os progressos politicos, sociais e econmicos proporcionados pela Revoluo Francesa, e a bur guesia ascendente ocupando o lugar da aristocra cia, vemos uma crescente valorizao da iniciativa e da capacidade criadora de cada individuo. E o pe rododa individualidade, da originalidade, O Roman tismo  o perodo t centrado no "eu".
Portugti* 139
Linguagens. Cdigos e suas Tecnologias
No Brasil, o Romantismo coincide como processo de independncia politica; por isso assume aqui um carter nacionalista, de valorizao do patrimnio cultural brasileiro.
O processo de independncia permitiu a ascenso da burguesia lambm no Pas, graas ao desenvol vimento econmico do perodo. etransformou o Rio de Janeiro em uma grande capital cultural, que colo cava o Brasil em contato com os grandes centros europeus, facilitando o crescimenlo e aprimoramento da literatura. Vale lembrar que o desenvolvimento da imprensa, a fundao de cursos jurdicos de nvel superior e a divulgao dos ideais do liberalismo pela Maonaria contriburam muito para o aprimo ramenlo da produo literria nacional.
O Ramantismotem como principais caractersticas o subjetivismo, o idealtsmo, a liberdade de criao, o sentimentalismo, a valorizao do amor, o naciona lismo, a religiosidade, aevaso (tentativa de fuga), o mal-do-sculo (gosto pelo sofrimento e pela melan colta, causado por um sentimtnto de desajuste em relao ao mundo), a valorizao do indio (india nismo, que est vinculado ao nacionalismo) e do sertanejo (sertanismo).
Desse modo, a produo de cada autor pode ser en caixada dentro de uma determinadavertente, de acor do com o aspecto abordado com maior evidncia.
Poesia
-poesia indianista: buscava representar o tpico homem brasileiro (ndio);
 poesia mal-do-sculo: caracterizada pelo pessimismo extremado;
 poesia social: retratava os problemas sociais pro duzidos pela decadncia da monarquia, pela cam panha republicana e pela crise abolicionista;
-poesia lrica-amorosa: dedicada ao amor.
No terreno da poesia, destacam-se os seguintes es critores: Gonalves Dias, Alvares de Azevedo, Castro Alves, Gonalves de Magalhes, Junqueira Freire, Casimiro de Abreu, FagundesVarela.
Prosa
 romance urbano (ou romance de costumes): cr tica aos costumes da sociedade;
140 - Por
- romance indianista: nacionalidade, volta-sei a poca do descobrimento;
 romance regionalista: procurava caracttriz; cultura de uma determinada regio;
-romance histrico: tinha como pano de lundr acontecimentos histricos brasileiros,
Na prosa, merecem destaque:
Jos de Alencar
- Joaquim Manuel de Macedo
Manuel Antnio de Almeida
-Bernardo Guimares
- Franklin Tvora
- Visconde de Taunay
Gonalves Dias
Antnio Gonalves Dias nasceu em t823, em Ca> Maranho, e faleceu em 1864, no naufrgio do vio Vilie de Boulogne. Estudou Direito em COimi mas no chegou a se formar; trabalhau na impre carioca, participando tambm de vrias ativida culturais e cientficas.
 considerado o primeira grande poeta nado Escreveu prosa, teatro, historiogratia, mas o que se destaca em sua obra  a poesia, tanto a indian quanto a lrico-amorosa.
Otras:
Poesia
Primeiros Cantos (1846)
 Segundos Cantos (1848)
- Sextilhas de Frei Anio (t848)
- ltimos Canfos(1851)
Os Ti miras (1 857)
Teatro
-Leonor de Mendona (1847)
 Beatriz Cena! (1843)
i - F
lvares de Azevedo
Manuel Antnio Alvares de Azevedo nasceu em 1831, em So Paulo, e faleceu em 1852. Estudou Direilo em So Paulo e morreu quando cursava o quarto ano da taculdade. Segundo a lenda, teve urna vida bomia e pemerlida (inspirada na vida do poeta Lord Byron). Sua obra  ponteada pelo pessimismo ca racteristico do Romantismo,
Se eu morresse amanh, viria ao menos
Fechar meus olhos minha triste irm;
Minha me de saudades morreria
Se eu morresse amanh)
Quanta glria pressinto em meu futuro! Que aurora de poMr e que manh! Eu perdera chorando essas coroas
Se eu morresse amanh!
Que sol! que cu! que doce n'alva Acorda a natureza mais lou!
ido me batera tanto a/nor no peito
Se eu morresse amanh!
Mas essa dor da vida que devora
A nsia de glria, o dolorido af...
A dor no peito emudecera ao menos
Se eu morresse amanh!
lvares de Azevedo escreveu:
Poesia
Lira dos Vinte Anos (1853)
Ocotide Lopc(I868)
Prosa
Noite na Taverna (1855)
Livro do Fra Qondic rio
Teatro
Mac rio (1855)
Castro Alves
Antnio Frederico Castro Atues nasceu em 1847, em Curralinho (atual Castro Alves), Bahia, e laleceu em 1871, Estudcu Direito no Recife e em So Paulo, sem concluiro curso, Revolucionrio, destacou-se como uro dos maiores poetas romnticos brasileiros, Teve
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
uma vida bomia, cheia de aventuras. Morreu aos 24 anos, de tuberculose.
Sua poesia tem uro carter social, de denncia das desigualdades. Destaca-se tambm sua poesia liri co-amo rosa
Obras:
O soldo povo
O sol, do espao Briarci gigante, pra escalar a montanha do infinito, banha em sangue as capinas do levante. Ento em meio dos Searas-o Egito humilde curva a fronte e um grito errante vai despertara Esfinge de granito. O povo  como o sol! Da treva escura rompe um dia o'a destra iluminada, como o lzaro, estala a sepultura! Oh! temei-os da turba esfarrapada, que salva o bero  gerao futura, que vinga a campa  gerao passada,
Poesia
 Espumas Flutuantes (1870)
 .4 Cachoeira de Paulo Afonso (1876) Os Esc ra vos (1883)
Teatro
 Gonzaga ou a Revoluo de Minas (1875)
Gonalves de Magalhes
Nasceu em 1811, no Rio de.Jarreiroefaleceuem 1882. Foi mdico, protessore diplomata. Iniciou o Rornan tismo no Brasil. como livro Suspiros Poticos e Seu dades (1835), que, apesar de conter os germes do iderio romntico, ainda se prendia ao Arcadismo.
Jura queira Freire
Lusjos Junqueira Freira nasceu em 1332, em Salva dor, Bahia, e faleceu em 1855, Estudou Humanidades em Salvador, ingressando depois na ordem benedibna do Mosteiro de So Bento de Salvador. Abandonou o hbito um ano depois e passou a produzirpoesias de meditao religiosa e filosfica, Suaobra demonstrao conflito entre l e razo e foi influenciada pelo mal-do sculo, de herana byroniana. Escreveu:
Inspiraes cio Claustro (1855)
Portugus. 141
Linguageus. Cdigos e suas Tecnologias
Casimiro de Abreu
Casimiro Jos Marques de Abreu nasceu em 1839, em Barra de So Joo (Filo de Janeiro), e faleceu em 1860. Alm da literatura, desenvolveu atividades de comrcio. Sua obra fala de Deus, da morte e da natu reza. Morreu de tuberculose. Escreveu:
Poesia
- Primaveras (1859)
Camese ojau (1856)
Fagundes VareJa
Luis Nicolau Fauundes Vareta nasceu em 1841, em Rio Claro (Rio de Janeiro) e faleceu em 1875. Estu dou Direito em So Paulo e uo Recife, sem concluir o curso- Levou uma vida bomia. Sua poesia teve inspirao byroniana e, posteriormente, apresentou traos de denncia social. Suas obras o:
 Noturoas(l863)
 O Estandarte Auriverde (1863)
 Vozes da Amrica (1864)
 Cantos Meridionais (1869)
Cantos Religiosos (1878)
Jos de Alencar
Jos Martiniano de Atencar nasceu em 1 829. em Mecejana (Cear), e faleceu em 1877. Estudou Direito em So Pauto e Olinda. Trabalhou co mo redator-chefe do Dirio do Rio de Janeiro, como deputado (pelo Cear) e como ministro da Justia.
 o maior escritor do Romanlismo brasileiro. Sua obra abordou todos os aspectos da literatura romntica: o indianismo, o romance histrico, oro mance regionalista e o romance urbano.
Senhora
Um mascate de quinquilharias arreara na calada a caixa que trazia a tiracolo, e sentado no cho, comas costas apoiadas ao muro, fazia suas contas e dava balano  mercadoria. Ou madrugara com inteno de estender o giro, ou apanhado pela noite longe de casa, a passara em alguma estalagem, e ia agora recolhendo se, o que parecia mais provvel.
Na tampa emborcada da caixa, viam-se sos de cadaros, pregados vrios objetos, atrairam especialmente a ateno de Seixa
Fez ele um movimento para diante, c se quisesse chamar o mascate. Retraiu-se rim com certo vexame; dir-se-ia que estive praticaruma leviandade, da qual o advertira tempo sua razo.
Gomo quer que fosse, ao cabo de algi hesitao, venceu a primeira repugnncia, no ao pelo do ato que ia praticar Lanoupi arredores um olhar perscrutadnr e, verifica que a rua estava deserta, estendeu o brao da grade e bateu no ombro voltando-se.
-Chiva... exclamou omascate voltando
No viu as feies de Seixas que se afas da grade, e escondia-se por trs da folhagem; percebeu uma nota de dois mil-ris que t lhe acima da cabea, e tinha para ele deo meis encanto do que a fisionomia do fregu:
Obras:
Romance Urbano
 Cinco Minutos (1856)
 A Viuvinha (1860)
 Lucola (1862)
 Diva (1864)
 A Pata da Gazela (1870)
 Sonhos d'Ouro (1872)
 Senhora (1875)
 Encarnao (1893)
Romance Regionalista
 OGachn (1870)
O Tronco do 1$ (1871)
 Til
 OSertanejo(1875)
Romance Histrico
 As Minas de Prata (1865)
 A Guerra dos Mascates (1873)
Romance IndianIsta
 OGuarani
 lracema (1865)
 Ubirajara (1874)
142 - Portugus
Lin Cdigos e suas Tecnologias
Nasceu em 1820. em ltaborai (Rio de Janeiro), eta F leceu em 1652. Formou-se mdico pela Faculdade
do Rio de Janeiro, mas trabalhou como professorde Ilislriado Brasil. Escreveu fico urbana, iniciando esse estilo no Brasil com A Moreninha.
A Morenint,a
Um moo e uma moa. porm, andavam como se costuma dizer, solteiros; cem vezes dela se aproximava o sujeito; masa bela, quan tomaisperfoa via, saltava, corria, voava como um beija-flor, como uma abelha, ou melhor, como uma doidnha; eram eles dona Ca rol/na e Augusto.
Augusto passeava sd, contra vontade; dona Carolina porassim o querer
Augusto viu de repente todos os braos engajados. Duas senhoras, a Quemse dirigiu, tingiram no ouvi-lo ouse desculparam. O in constante no lhes (azia conta, o que riam, tornando-se difceis. v-lo requestando- as; porque, desde o programa de Augusto, cada uma delas entendeu l consigo que se ria grande glria, para qualquer, prendercom Inquebrveis oadeias aquele capoeira de amor e que o melhor meio de isto conseguir era fingir desprez-lo e mostrar no fazer conta com ele- Exatamente intentavam bat (opor me/o dessa ttica poderosa, com que quase sempre se triunfa da mulher, isto , pouco a pouco.
Suas obras so:
Romance
A Moreninha (1644)
OMoo LoIro (1545)
 Cais Amores(1848)
A Luneta Mgica (1869)
Teatro
OCego
 OFantasm,a Branco (1856)
O da Califrnia (1858)
Manuel Antz5nio de Almeida
Nasceuem 1831, noRiodeJaneiro, elaleceuem 1861, no naufrgio do vapor Hermes, ocorrido no litoral fluminense. Estudou Medicina e Belas Artes e lraba lhou no Correio Mercantil, como redator e revisor. Sua nica obra, Memriasde umsargenro de Mil cias (1852),  considerada um livro de transio do Romantismo para o Realismo.
Bernardo Guimares
Nasceu em 1825, em Ouro Preto (Minas Gerais) e faleceu em 1884. Foi advogado, professor e jorna lista. Relratou os costumes do homem sertane(o, e por isso  considerado o pioneiro do regionalismo brasileiro. Escreveu;
 O Ermito de Muqom(1865)
 Oseminarista (1872)
A Escrava Isaura (1875)
FrBnkJ/n Tvora
Nasceu em 1842, no Cear, e faleceu em 1888. Con siderado o fundador do regionalismo do Norte, re gistrou os costumes dos homens do Nordeste bra sileiro. Publicou;
OCabeleira(1876)
 OMatuto(1878)
Visconde de Tannay
Atiredo d'Escragnolie Taunay nasceu em 1843, no Rio de Janeiro, e faleceu em 1899. Militar, participou da Guerra do Paraguai e de diversas outras ativida des militares. Escreveu:
A Retirada da Laguna (1871)
 Inoctncia (1872)
Realismo 1 Naturalismo / Parnasianismo
(1881-1902)
Com a evoluo da cincia na segunda metade do sculo XIX, as tendncias espiritualistas do perodo romntico foram substitudas por umaviso cieniflica
Joaquim Manuel de Macedo
PortugaS 143
Linguagens. Cdigos e suas tecnologias
e materialista do mundo, A influncia de filsotos, bilogos, fsicos e polticos determinaria uma nova forma de pensar; que, na Literatura, se caracterizou como uma tentativa de sertiel  realidade. A literatura realista queria ser objetiva, cientifica; descrevera rea lidade minuciosamente, de modo impessoal, como um cientista que analisa o objeto de seu estudo.
o Realismo foi muito influenciado pelo Positivismo (corrente filosfica baseada no mtodo das cin cias naturais) de Augusto Comte, que explicava os tenmenos (sociais e psiquioos) por intermdio da cincia.
No Brasil, o desenvolvimento da lavoura cateeira, a abolio da escravido, a imigrao e a publicao dos primeiros jornais contriburam para a acolhida do pensamento positivista por parte da burguesia.
Grupos literrios formados em torno desse tipo de pensamento utilizavam jornais e revistas para divul gar suas idias.
As obras realistas eram pensadas como instrumen tos de denncia e combate, na medida em que traba lhavam com temas sociais, procurando denunciar as desigualdades sociais.
As caractersticas mais importantes do Realismoso:
 aatitudecientiticadoartistaemrelaorealidade;
objetividade;
 personagens retratadas a partirde comportamen tos exteriores (tendncia naturalista) ou interiores (tendncia realista);
 tidelidade  realidade;
preferncia pela descrio;
linguagem simples;
detalhismo
foco narrativo em seu prprio tempo e espao his
trico.
Obs.: O Naturalismo  uma tendncia radicalizada do Realismo, que condiciona o homem ao meio am biente que o cerca. Para um escritor naturalista, o homem submete-se s foras biolgicas ou sociais e age de adordo com elas.
Dentro do Realismo de tendncia realista, destacam os escritores:
Machado de Assis
Rau Pompia
No Realismo de tendncia naturalista, destacam-se
Aluisio Azevedo
 Ingls de Souza
Machado de Assis
Joaquim Maria Machado de Assis nasceu em 1 S no Rio de Janeiro, e faleceu em 1 908. De orige modesta, comeou a trabalhar como tipgrato. Pc teriormente, tornou-se revisor, redator e colaboi dor do Correio Mercantil.
Iniciou sua produo literria com crnicas e obr de teatro e atingiu o posto de maior escritor brasi ro com os romances da segunda tase de sua oh Participou da tundao da Academia Brasileira Letras, em 1896.
Memrias Postun de Brs Cubas
Ocorre-me uma reflexoimoral, que  ao na mo tempo uma correo de estilo. Cuido haverdi nocapituloXlV qoe Mame/a morria deamorespi Xavier LI/o morria, vi via. Vivernoa mesma co que morrer; assim o afirmam todos os joallieii desse mundo, gente muito vista na gramtica. fie joalheiros, que se ria doamorse no fossemos v sos dixes e fiados? Um tero ou um quinto dou versa! comrcio dos coraes. Esta  a refle imoral, porque no se entende bem o que eu que dizer Oque eu quero dizer que a mais bela te do mundo no fica menos bela, se a cingir diadema de pedras finas; nem menos bela, o menos amada. Marcela, porexemplo, que em la bonita, Marcela amou-me...
Suas obras so:
Poesia
 Crislidas(
 Falenas (1870)
 Americanas (1875)
Poesias Completas (190t)
LEMBRE-SE: Todo escritor naturalista  realista, mas nem todo escritor realista  naturalista.
144 - Portugus
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
Romance
 Ressureio (1864)
A Mo e a Luva (1874)
 Helena (1876)
lai Gare/a (1878)
Memrias Pstumas de Prs Cubas (1881)
 Quincas Barba (1891)
 Dom Casmurro (1900)
 Esa e Jao (1904)
Memorial de Aires (1908)
Machado de Assis escreveu tambm uma srie not vel de contos e crnicas, alm de peas de teatro.
Dom Casmurro
CAPTULO XIV-A INSCRIO
Tudo o que oontei no fim do outro captulo foi obra de um instante. O que se lhe seguiu foi ainda mais rpido. Dei um pulo e, antes que ela raspasse o muro, li estes dois nomes, abertos ao prego, e assim dispostos:
BENTO
CAPITOLINA
Voltei-me para ela; Capitu tinha os olhos no cho. Ergueu-os logo, deva ga e tioamosa olhar um para o outro.,. Confisso de criana, tu va lias bem duas ou trs pginas, mas quero ser poupado. Em verdade, no talamos nada; o muro falou porns. No nos movemos, as mos  que se estenderam pouoo a pouco, todas quatro, pegando-se, apertando-se, fundindo-se. No marquei a hora exata daquete gesto. Devia t-la marcado; sinto a talta de uma nota escrita na quela mesma noite, e que eu poria aqui com os erros de ortografia que trouxesse, mas no tra da nenhum, tal era a diferena entre o estudan te e o adolescente. Conhecia as regras do es crever, semsuspeltaras do amar; tinha orgias do latim e era virgem de mulheres.
No soltamos as mos, nem elas se deixa ramcairde cansadas oude esquecidas. Os olhos fitavam-se e destitavam-se e, depois de vaga rem ao perto, tornavam a meter-se uns pelos outros... Padre futuro, estava assim diante dela
como de umaltar, sendo uma daslacesa Epsto la e a outra o Evangelho. A boca podia ser o c - lice, os lbios a patena. Faltava dizer a missa nova, por um latim que ningum aprende, e  a lngua catlica dos homens. No me tenhas por sacn'lego, leitora minha devota: a limpeza da in teno lava o que puder haver menos curial no estilo. Estvamos ali como cu em ns. As mos unindo os nervos, faziam das duas criaturas uma s, mas uma s criatura ser fica. Os olhos con tinua rama dizercoisas infinitas, as palavras de boca  que nem tentavam sair, tornavam ao co rao caladas como vinham..
Raul Ponipia
Raul O'vila Pompia nasceu em 1863, em Angra dos Reis (Rio de Janeiro), e suicidou-se em 1895. Foi advogado, jornalista e participou da campa nha abolicionista. Foi ativista da causa republica na. Escreveu:
 Uma Tragdia no Amazonas (1880)
- OAteneu (1 888)
O Ateneu
No Fim do Piquenique
Sustou-se em toda a linha o furor gastron micodos rapazes. Fica mosa onvi surpresos Mur mura ramas brisas; as fontes correram: tomaram a palavra os sabis; surgiram palmeiras emrepu xo; houve revoadas de judtis, de beija-flores: to das essas coisas de que se alimentam versos co muns e de que morre  fome os versefadores. Sbito, no melhordas quadras, exatamente quan do o poeta apostrofava adia sereno e o sol, com parando a alegria dos discpulos como brilho dos prados e a presena do Mestre, como astro su premo, mal dosimprovisos pr vi os! Desata-se das nuvens espessa das uma carga d'gua diluvial, nica, sobre o banquete, sobre o poeta, sobre a miserada apstrofe de culpa.
Venncio no se perturbou. Abriu um guar da-chuva para no ser inteiramente desmenti do pelas goteiras e continuou, na guarita, a falar entusiasticamente ao sol,  limpidez do azul.
No querendo desprestigiar o estimvel su balterno, Aristarco fingia acre ditarno improvIso,
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Portugus - 145
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
e, indiferente, deixava Cairo aguaceiro. As abas do chapu de palha murchavam-lhe ao redor da Cabea, O roda que branco desengomava-se em pregas vertcais gotejantes.
Para os rapazes a Chuva foi novo sinal de desordem, Deixou-se o poeta Coma sua inspira io arrebatadora de bom tempo,' recomeou a investida aos pratos.
Alusio Aze vedo
Aluisio Tancredo Gonalves Azevedo nasceu em 1857, em So Luis (Maranho) e faleceu em 1913.
Seu romance OMulato (1881)  considerado o pri meiro romance naturalista do Brasil. Aluisio Azevedo autorde obras romnticas e realista-naluralistas.
O Cortio
O Despertar do Cortio
Eramcinco horas da manh e o cortio acor dava, abrindo, no os olhos, naasa sua infinida de de portas e janelas alinhadas,
Um acordar alegre e fado de quem dormiu de uma assentada sete horas de chumbo. Como que se sentiam ainda na indolncia de neblina as derradeiras notas da ltima guitarra da noite an tecedente, dissolvendo-se  luz loura e tenra da aurora que nem om suspiro de saudade perdido em terra alheia.
A roupa lavada, que ficara de vspera nos coradouros, umedecia o ar e punha-lhe um far tum acre de sabo ordinrio. As pedras do cho, esbranquiadas no lugar da lavagem e em al guns pontos azulados pelo anil, mostravam uma palidez grisalha e triste, feita de acumulaes de espumas secas.
Entretanto, das podas surgiam cabeas cnngestionadas de sono; ouviram-se amplos bo cejos, fortes como o marulhar das ondas; pigar reava-se grosso pnrtoda a parte; come avamas xcaras a tilintar; o cheiro quente do caf aque cia, suplantando todos os outros; trocavam-se de janela para janela as primeiras palavras, os bons-dias; reatavam-se conversas interrompidas  noite; a pequenada c tora traqunava j, e l de dentro das casas vinham choros abafados de crianas que ainda no andam, No contuso ru mor que se formava, destacavam-se risos, sons de vozes que altercavam, sem se saber onde,
grasnar de marrecos, cantar de galos, cac jarde galinhas. De alguns quartos, saammu res que vinham pendurar c fora, na parech gaiola do papagaio, e os louros,  se malha dos donos, cumprimentavam-se ruidosame  luz nova do dia,
Baa pouco, em volta das bicas era um zum crescente; uma aglomerao tumultuosa machos e fmeas. Uns, aps outros, lavava cara, incumodamente, debaixodoto de gua escorria da altura de uns cinco palmos. (...)
O rumor crescia, condensando-se; o zumde todos os dias acentuava-se;f se de. cavam vozes dispersas, mas um s rudo pacto que enchia todo o cortio. Comeava fazercompras na venda; ensan'lhavam-se dis ses e rezingas; ouviam-se gargalhadas e gas; j se no falava, gritava-se.
Suas obras so:
Romnticas
 Uma Lgrima de Mulher(l880)
Mistriosda lijuca ou Ei r udo/a deAmores(lE
A Condessa Vsper(1882)
 Filomena Borges (1884)
A Mortalha de Alzira (1894)
Naturalistas
OMuiato(
 Casa de Penso (1884)
 O Coruja (1885)
 O/-lomem(l887)
 OCortio(t890)
 OLivrode uma Sogra (1895)
Parnasianismo (1882 - 1693)
O Parnasianismo , na poesia, o corresponden flealismo na prosa.
Poesia de oposio ao estilo romntico, o Pam; nismo buscava a perfeio formal e habathava te universais,
As poesias parnasianas cultuavam a forma, va zando o vocabuldo correto, a clareza verbal.; mas perfeitas, a metr'if icao e o ritmo.
146 - Portugus
t
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
Era uma poesia de cunho descrilivista, que detalha-	Protegeis os desgraados,
na objetos e utilizava motivos clssicos. Os poetas	dos de toda a afeio:
parnasianos desprezavam ostemas individuais e ia-	e sereis abenoados
ziam a "arte pelaarte", o que justiicavasua impassibi-	por um pedao de po...
idade e frieza no poetar, concentrando suas aten
es na forma.	Raimundo Correia
Os poetas parnasianos de maior destaque so:
Raimundo da Mota Azevedo Correia nasceu em
 Otavo Bilac	-	1859, e faleceu em 191 1. Formado em Direito em
 Raimundo Correia	So Paulo, trabafliou como juiz em Minas Gerais e
 Alberto de Oliveira	no Rio de Janeiro, Tambm participou da fundao
da Academia Brasileira de Letras,
Olavo Bilac	Escreveu:
Otavo Brs Marfins dos Guimares Bilac nasceu em	Sinfonias (1883)
1865. no Rio de Janeiro, e faleceu em 1918. Estu-	 Versos e Verses (1887)
dou Medicina e Direito, mas trabalhou como jorna
lista, Fundou a Academia Brasileira de Letras, com	AIelu/as(
outros escritores, em 1896. Autor da leira do Hino 	 Poesias (1898)
Bandeira,  considerado "o Principe dos poetas	A Pombas
brasileiros", Suas obras so:
Vai-se a primeira pomba despertada...
 Poesias (1888)	Vai-se outra tunis... n'ais outra.., enfiem dezenas
 Sagres (1898)	de pombas vo-se dos pombais, apenas
 Poesias Infantis (1904)	raia sangunea e fresca madrugada.
E  tarde qoarrdo a rgida nortada
 Tarde (1919)	sopra, aos pombais, de novo, elas, serenas,
ruflando as asas, sacudindo as penas,
Os pobres	voltam todas em bando e em revoada..,
Ai vem pelos caminhos,	Tambm dos coraes onde abotoam
descalos, de ps no cho,	Os sonhos, um por um, clebres voam,
os pobres que andam sozinhos,	como voam as pombas dos pombais;
implorando compaixo.	no azul da adolescncia as asas soltam,
Vivem sem cama e sem teto,	fogem.. Mas aos pombais as pombas voltam,
na fome e na solido:	e eles aos coraes no voltam mais!
pedem um pouco de afeto,
pedem um pouco de p o.	Arnerft de Oliveira
So timidos? So covardes?
Tm pe Tm confuso?	Mtnio Mariano Alberto de Oliveira nasceu em 1857,
Parai quando os encontrardes,	em Saquarema (Rio deJaneiro), etateceu em 1937.
e dai'lhes a vossa mo!	Participou da fundao da Academia Brasileira de
Guiai-lhes os tristes passos!	Letras. Foi professor e exerceu diversos cargos p
Dai-lhes, sem hesita o	blicos ligados ao ensino. Publicou:
o apoio de vossos braos,
metade de vosso po!	Canes Romnticas (1878)
No receeis que, algom dia,	 Meridionais (1884)
vosassalte a ingratido:
o prG mio est na alegria	Sonetos e Poemas (1885)
que tereis no corao.	 Versos e Rimas (1895)
Poxtugus- (47
__ 4
Linguagens. UoWgos e suas recnoIog
Simbolismo (1893 - 1902)
Paralelamenle ao RealismolParnasianismo, desen volveu-se no Brasil um outro estilo literrio, o Sim' bolisrno.
A principio chamado de Decadentismo, o Simbolis mo procurava evidenciar a prolunda insatisfao popular ocasionada pela agitao poltica e social do final do sculo XIX O Simbolismo denunciava a decadncia dos valores desse periodo.
Os escritos simbolistas eram absolutamente contr rios s idias positivas e cientiticistas dos realistas. O Simbolismo  anti-realista. Os simbolistas desejavam criar uma arte distanciada, que apenas sugerisse e expressasse as idias por meio do carter simblico das palavras.
Desse modo, o Simbolismo tem como principais ca ractersticas o espiritualismo, o misticismo, o subje tivismo, a expresso imprecisa e vagada realidade, a associao de idias (proximidade das idias por purasugesto). Nesse sentido, as obras simbolistas tendem a enlatizar o sonho e a fantasia, a sugesto, o mistrio, a itogicidade.
A poesia simbolistaaproxima-se muito da msica. Os escritores mais representativos do Simbolismo brasileiro so:
Cruz e Souza
Alphonsus de Guimaraens
Cruz e Sausa
Joo da Cruze Sousa nasceu em 1861, em Nossa Senhora do Desterro, atual Florianpolis (Santa Catarina), e faleceu em 1898, Filho de escravos alforriados, recebeu educao retinada e trabalhou como jornalista e professor no Rio de Janeiro, onde ingressou na vidatiternia, junto ao grupo simbotis ta que atuava na Folha Popular.
Escreveu:
Sroquis (1893)
 Faris (1900)
 ltimos Sooetos(1905)
Sorriso Interior
O ser que  ser e que jamais vacila
Nas guerras imortais entra sem susto,
Leva consigo este braso augusto
Do grande amor da grande f tranqila.
Os abismos carnais da triste argila
Ele os vence sem nsias e sem custo..
Fica sereno, numsorriso justo,
Enquanto tudo em derredor oscila.
Ondas interiores de grandeza
Do-lhe esta glria em frente Natur
Esse esplendor todo esse largo eflvi
Oser que  ser transforma tudo em flor
E para ironizar as prprias dores
Canta porentre as guas do Dilvio!
A!phoasus de Guimaraens
Afonso Flenriques da Costa Guimares nasce
1870, em Ouro Preto (Minas Gerais), e falece
1921 . Formado em Direito, toi jornalista e poeta
poesia tem feies mistico-religiosas.
Suas obras so:
Septenrio das Dotes de Nossa Senhora (1
 Cmara Ardente (1889)
 Dona Mistica (1899)
Kyriale (1902)
Solar da Morte
- Este solar meu! Este castelo
A meus avs pertence - disse e, quer
Eu mirei-a, cunjado como um velho,
Mas sem sombra de horror e nem de o
Mos no montante de ao, talvez bel
Ficasse por momentos,,, Sei que ced
Nesta agonia lenta em que me engel!
Tombarei como tolha do arvoredo.,,
E ela, agitando no aros braos branc
Caminhou para mim, sublime e foste.,
Fogos-ftuos traziam-lhe nos flancos
Vi que estava no reino dos defuntos.
- Se este solar teu, disse-me a moo
Repousa em paz, que dormiremos jur
Pr-Modernsmo (1002-1922)
O inicio do sculo XX prometiaser brilhante, cincia se desenvolvia sem parar e proporck progresso e contorto. A Primeira Guerra Mund'ra trou os planos e o otimismo da humanidade. perodo comearam a surgir na Europa tendi artisticas chamadasvanguardas, que eram mov tos culturais, artisticos e cientificos pioneiros.
148 Portugus

Nu Brasil, era a poca da polilica r caf-com Rebelies (como a Revolta da Chibata), movimentos grevistas, a Guerra de Canudos e o cangao no Nor deste sacudiam o Pais. Havia uma nilida diviso entre a classe dominanle (aristocracia) e a classe mdia (profissionais liberais, comerciantes, funcionrios pblicos). Esse distanciamento se fazia senlir tam bm no terreno das artes, no qual a elite seguia as tendncias europias, e o povo, as maniteslaes puputares.
Essas desigualdades sociais comearam a provocar uma grande inquietao na populao, o que culmi naria num ansioso desejo de se retratar a sociedade esta desigualdade, Sente assim, o Pr-Modernismo desponta como cnn movimento que tuncionaria como alavanca do Modernismo. E encarado pelos criticos como a lite ratura de um periodo de transio, e como tal possui um carter ambguo; de um lado, vinculado ao pas sado e, do outro, com olhos no futuro. Basicamente, o Pr-Modernismo abrangeu a conti ruidade das produes literrias de carter crtico. Principalmente na prosa, os autores procuravam tra balhar com temas de denncia social, buscando apontar as talhas de uma sociedade dividida. Na poesia, o modelo ainda  o parnasiano (com exce bp do poeta Augusto dos Anjos, que transita entoe c e o Simbolismo).
Aprosa pr-modernista apresenta como tema a rea lidade da vida brasileira e seus problemas, por meio da anlise da situao de diversas personagens lipi canleute brasileiras: o caipira, o sertanejo, represen tantes da classe mdia etc.
Destacam-se, nesse periodo:
Prosa
Lima Barreto
Eucltdes da Cunha
Graa Aranha
'Monteiro Lobato
Na poesia, o j referido poeta Augusto dos Anjos  o nico que detm alguma importncia.
Lima Ba(TEW
Afonso Henrtques de Lima Barreto nasceu em 1881, no Rio de Janeiro, e faleceu em 1922. Procurou for mar-se em Engenharia, mas abandonou o curso por
binguagens, Cdigos e suas Tecno
ler de trabalhar para sustentar a famtlia, Foi jornalista e trabalhou na Secretaria da Guerra.
Escreveu:
Romance
Recordaes do Escrivo lsaas Caminha (1909)
 Triste Fim de Policarpo Quaresma (1915)
 Vida e Morte de M.J. Gonzaga de S (1919)
Clara dos An/os(I920)
Contos
 Histrias e Sonhos (1920)
Fuclides da Cunha
Euclides Rodrigues Pimenta da Cunha nasceu em 1866, em Canfagalo (Rio de Janeiro) e faleceu, as sassinado, em 1909, Realizou a cobertura jornalistica da Guerra de Canudos, em 1897, que o inspirou a escrever sua obra mais conhecida, Os Sertes (1902). Participou do inmeras manifestaes arts ticas ecufturaisno Brasil eloieleitoparaaAcademia Brasileira de Letras, em 1903.
Obras:
 Os Sertes (1902)
 PeruversusBofvia (1907)
 Contrastes e Confrontos (1907)
  Margem da Histria (1909)
Canudos (Dirio de uma Expedio) (1939)
Soldado hasepulto
Oco! poente desatava, longa, a sua sombra pelo cho, e protegido por ela - braos larga mente abertos, lace volvida para os cus - um soldado descansava.
Descansava.., havia trs meses. Morrera no assalto de 18 de julho. A coro nha da mannlicher estrondada, o cinturo e o bon jogados a unia banda, e a farda em tiras, diziam que sacumbira emiuta corpo a corpo com adversrio possante. Cara, certo, derreando-se  violenta pancada que lhe sulcara a fronte, manchada de unia escara preta.
E, ao enterrar-se, dias depois, os monos, n o fora percebido.
No compartilha, por isto, a vala comum de menos de um cvado de fundo em que eram
Por(ugous 149
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
jogados, formando pela ltima vez/untososcom panheiros abatidos na batalha. O destino que o removera do lar desprotegido fizera-lhe afinal uma concesso: livrara-o da promiscuidade l gubre de um fosso repugnante; e deixam-o ali h meses - braos largamente abertos, rosto vol tado para os cus, para os sis ardentes, para os luares claros, para as estrelas fulgurantes.. -
Monte ira Lobato
Jos Bento Monteiro Lobato nasceu em 1882, em Taubat (So Paulo) e faleceu em 1948. Formou-se em Direitoelrabalhou como promotorno interiordo Estado de Sc Paulo. Iniciou o movimento editorial brasileiro, fundando a Editora Monteiro Lobato e Cia. Foi rduo defensor dos interesses nacionais e che gou a liderar uma campanha em favor da explorao do petrleo em territrio nacional. Suas obras mais importantes so:
 lirups (1918)
 Cidades Modas (1919)
Obs.: na Literatura Intantil, destacam-se as obras am bientadas no 'Sitio do Pica-Pau Amarelo".
Augusto dos Anjos
Augusto Rodrigues Carvalho dos An)os nasceu em
1884. na Paraiba, e taleceu em 1914. Formou-se em
Direito, mas toi protessorde Literatura. Escreveu:
Poesia
'Eu (1902)
Obs.: foi lanada, em 1920. a obra pstuma Eu e outras poesias.
Modernismo (1 922-1 980)
Movimento mais revolucionrio de toda a literatura brasileira, o Modernismo procurou romper com to das as regras existentes at ento na arte. lntluenciados pelos movimentos de vanguarda euro peus, que procuravam estabelecer uma neva viso e interpretao da realidade, alguns jovens artistas or ganizaram um movimento de renovao cultural, co nhecido como Semana de Arte Moderna, que foi rea lizado em 1922, causando grande alvoroo no meio artistico e estabelecendo uma nova torma de pensa mento dentro do panorama cultural.
O objetivo dos modernistas de 1922 era analisar o
Brasit e cdlicaras velhas e superadas estruturas exis tentes aqui, criando uma arte tipicamente brasileira.
O Modernismo costuma ser dividido em trts fases,
cada uma com seus prprios traos marcantes:
1) 1 fase: (1922-1930)- modernismo radical.
2) 2 fase: (1930-1945)- regionalistas.
3)34 fase: (1945 -1980)- ps-modernistas.
A l'fasedo Modernismo consideradaa mais radi caldo periodo. Foi a fase da divulgao das novas idias e centrava-se em tomo dos vrios grupos mo dernistas que toram formados.
As revistas e manifestos organizados poresses grupos eram o veiculo de divulgao do movimento. Dentrr eles, os mais importantes torarn:
-as revistas: Klaxon, A Revista e Festa.
-os manifestos: "Pau-Brasil', "Manitesto Nhenguai Verde-Amarelo", "Manifesto Regionalista" e "Mani testo de Antropofagia'
As principais caractersticas da produo literria des se momento so:
Na poesia:
'verso livre:
livre associao de idias;
 valorizao do cotidiano;
 irreverncia e humor;
 aproximao coro a prosa (uso de linguager simples);
 nacionalismo.
l prosa:
4 linguagem simples;
 utilizao de perodos curtos (o que a aproxtmau da poesia).
Nessa primeira fase do Modernismo, destacam-s os seguintes autores:
 Manuel Bandeira
 Mrio de Andrade
 Oswald de Andrade
 Alcntara Machado
 Cassiano Ricardo
 Guilherme de Almeida
150 Poituguis
A segunda fase do Modernismo, mais amadurecida
e equilibrada, apresentou uma grande aceitao por
parte do pblico.
Na poesia, que ampliou os temas da primeira fase,
acrescentando a eles tendncias sociais e polticas,
bem como religiosas ou misticas, deslacam'se:
 Carlos Drummond de ,4ndnado
 Murito Mendes
 Jorge de Lima
 Ce
 Vinicius de Moraes
Na prosa, temos o desenvolvimento dcs chamados romances regionalistas, em que os autores tentavam retratar a realidade brasileira nas mais diversas re gies do Pals.
Podemos agrupar os escritores de maior destaque na prosa de acordo com as regies entocadas em suas obras:
Nordeste:  Graciliano Ramos
 Jos Lins do Rego
 Raquel de Oueiro2
 Jos Amrico de Almeida
 Jorge Amado
 Cornlio Pena
 Octvio de Faria
 Cyro dos Anjos
 rico Verissimo
 Dionlio Machado
A terteiiB fase Modernista caracterizou-se pormos trar vrias tendncias diversificadas na prosa e uma poesia voltada para um maior rigor formal, apoiada nas regras de versificao que tinham sido abando nadas na primeira fase do Modernismo,
A prosa subdivide-se em trs tendncias de escrita:
a) prosa de abordagem psicolgica, que se caracteri za por tentar analisar profunda e cornplexamente o homem, Os principais autores dessa tendOncia so:
 dance Lispector
 Lygia Fagundes TelIes
 Carlos Heitor Cony
Antnio Olavo Pereira
Lingooageois, Cdigos e suas Tecnologias
b) prosa urbana, que procurava retratar o homem dentro da sociedade, O principal autor dessa ten dncia :
Dalton Trevisan
c) prosa regionalista, que, diferentemente da prosa
regionalista anterior, ren a temtica e a lingua gem. Principais autores:
 Joo Guimares Rosa
 Mrio Palmrio
 1-lerberto Saies
 Bernardo lis
Na poesia, a autodenominada 'Gerao de 45" rejeita va os valores modernistas da primeirafase, procuran do apoiar-se no rigor formal e nas regras e principios de versitcao. Poresse motivo, esse grupo de poetas  tambm chamado de "neoparnasiano".
O escritor de maior destaque dessa dase :
Joo Cabrat de Meio Neto
Manuel Bandeira
Manuel Carneiro de Sousa Bandeira Filho nasceu em 1881. no Recife (Pernambuco) e faleceu em 1968, Abandonou o curso da Escola Potitcnica, em So Paulo, por causa da tuberculose. Iniciou como sim bolista, mas, ao entrar em contato com os modernis tas paulistas, diversificou sua obra e, lomando um outro caminho, tornou-se um dos melhores poetas brasileiros. Sua obra  bastante extensa:
Poesia
 Cinza das Horas (1917)
 Cai-na vai (1919)
 Ritmo asso/uto (1924)
 Libertinagem (1930)
 Estre da Manh (1936)
 Lira dos Cinquent'anos (1944)
 Se/o Se/o (1948)
 Mato do Malungo (1948)
 Opus 10(1952)
 Estrela da Tarde (1963)
 Estrela da Vida Inteira (1966)
Portugus' 151
j
4
Sudeste:
Sul:
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
Prosa
 Crnicas da Provncia do Brasil (1931)
 Guia do Ouro Preto (1938)
 Itinerrio de Pasrgada (1954)
 Andorinha, andorinha (t966)
Eu vi unia rosa
Eu vi uma rosa
-. lima rosa branca - Sozinha no galho.
No galho? Sozinha
No jardim, na rua.
Sozinha no mundo. Em torno, no entanto. Ao sol de meio-dia, Toda a natureza Em formas e cores E sons esp
Tudo isso era excesso. A graa essencial. Mistrio inefvel
- Sobrenatural - Da vida e do mundo,
Estava ali na rosa
Sozinha no galho.
Sozinha no tempo.
To pura e modesta,
To perto do cho,
To longe na gidria
Da mstica altura,
Dir-se-ia que ouvisse
Do arcanjo invisvel
As palavras santas De outra Anunciao.
Mrio de Andrade
MriD flaul Moraes de Andrade nasceu em 1893, em So Paulo, elaleceu em 1945, Foi critico de arte. Seu primeiro livro  H uma gota de sangue em cada poema (1917). Organizou e participou da Semana de Arte Moderna (1922) e publicou Paollcia Des vairada (1922), o primeiro livro de poemas do Mo dernismo. Suas obras so:
Poesia
 H orna gota de sangue em cada poema (1917)
 Pao Desvairada (1922)
 Losango Cqui (1926)
 Cl do Jabuti (1927)
 Retrate de Males (1930)
 Poesias 0941)
 Lira Paulistana (1946)
 OCarroda Misria (1946)
Prosa - contos
 Primeiro Andar(l 926)
 Belazarte (1934)
 Contos Novos (1946)
Prosa - romance
 Amar, Verbo Intransitivo(192
 Macunama (1928)
Mquiaa ver
BDGZ Reminton.
Pra todas as cartas da gente.
Eco mecnicO
De sentimentos rpidos batidos.
Pressa, muita pressa. Duma feita surfipiaram a rrquina-de-escret
[ meu ma
Isso tambm entra na poesia
Porque ele no tinha dinheiro pra conprar oui
Igualdade maquinal,
Amor din tristeza...
E os sorrisos da ironia
Pra todas as cartas da gente...
Os malvolos e os presidentes da Repblica
Escrevendo com a mesma letra... Igualdade
Liberdade
Fraternit, point.
Unificao de todas as mos...
Todos os amores
Comeando por uns AA que se parecem..
O marido que engana a mulher,
A mulher que engana o marido,
Os amantes os filhos os namorados..
152  Portugus
1
Poesias completas "Pesatries.
"S'tuao difcil.
Querido amigoS.. (E os5O mil-ris) Subscrevo-me
Linguagees, Cdigos e suas tec.tologias
Ea assinatura manuscrita. (,..)
adm
obg'"
Oswad de Andrade
rica, Riqueza vegetal. O minrio. A cozinha. O vatap, o ouro e a dana.
Toda histria bandeirante e a histria comer cial doBrasil. alado doutor, o lado citaes, olado autores conhecidos, Comovente. Rui Garbosa: um carlota na Seneglimbia, Tudo revertendo em rique za. A riqueza dos bailes e das frases feitas. Negras de jquei Odaliscas no Catumbi Falar difciL
alado doutor Fatalidade do primeiro branco aportado e doroinando politicamente asselvas sel vagens. O bacharel. Alo podemos deixar de ser doidos, Doutores. Pas de dores ao&airnas, ba dou tores annimos, O Imprio foi assim. Eruditamos tudo. Esquecemos o gavio de penacho.
(Trecho do "Manifesto da Poesia Pau-Brasil", lana do por Oswald de Andrade no Correio da Manh, em 18 de maro de 1924.)
Jos Osvvald de Sousa Andrade nasceu em 1890, em So Paulo e faleceu em 1953. Formou-se em Direito, De tamilia abastada, viajou muito  Europa, de onde trouxe os movimentos de vanguarda. Furi dou o (ornal 0 Pirralbo, onde comeou a produzir literatura. Idealizou o "Manifesto Pau-Brasil" e o Mo vimenlo Antropfago.
Escreveu:
Poesia
Alcntara Machado
Pau-Brasit(
 Forneiro Caderno de Poesia do Aluno Dswaidde Andrade (1927)
Romance
Antnio Castilho de Alcntara Machado d'oliveira
nasceuem 1901, em So Paulo, e taleceuem 1935.
Formou-se advogado e trabalhou como orrialista.
Tomou contato com o movimento modernista em
1925, Escreveu apenas duas obras:
 Os Condenados (1922)
Contos
Memrias Sentimentais de Joo Mirannar(1924)
 Estrela deAbsinto(1927)
Serafim Ponte Grande (1933)
 Grs, Bexiga e Barra Funda (1927)
Romance
 Marco Zero 1-A Revoluo Melanclica (1943)
 Marco Zero li - Cho (1946)
Teatro
Mana Maria (1936)- inacabado
VIas.: esses contos e o romance foram reunidos no livro Novelas Paulistanas, em 1961.
 OBomeme o Cavalo (1934)
 A Morta (1937
Cassiana Ricardo
ORei da Vela (1937)
Manifesto da Poesia Pau-Brasil
Cassiano Ricardo Leite nasceu em 1895, em So Jos dos Campos (So Pauto), e faleceu em 1975. Foi um dos lideres do Movimento Verde-Amarelo. Publicou:
 Dentro da Noite (1915)
 A Frauta de P(1917)
A poesia existe nos fatos. Os casebres de aatro e de ocre nos verdes da Favela, sob o azu cabralino, so fatos estticos. O Carnaval no Rio  oacontecimentoreiigiosoda raa. Pau- brasil. Wagner sobmerge ante os cordes de Botafogo. Brbaro e nosso. A turma o toica
 Vamos Caar Papagaios (1926)
 Martim-Cerer (1928)
 O Sangue das floras (1943)
 Um Dia depois do Outro (1947)
 Jeremias sem Chotar(1 963)
 Os Sobreviventes (1971)
Portu 153
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
Carlos Orummond de Aridrade
Carlos Drummond de nasceu em 1902, em Itabira (Minas Gerais), e faleceu em 1 987. Formado em Farmcia, no exerceu a profiss Trabalhou como jornalisla em Minas Gerais e no Rio de Janeiro, Dono de extensa e densa obra potica, escreveu:
Poesia
 Alguma Poesia (1930)
 Brejo dasA
- Sentimento do Mundo (194W
 Poesias (1942)
 ARosa doPovo(1945)
 Poesia at Agora (1948)
-Claro Enigma (1951)
 Viola de Bolso (1952)
 Fazendeiro do Ar e Poesia at Agora (1953)
- Viola de Bolso Novamente Encordoada (1955)
- Poemas (1959)
 A Vida Passada a Umpo (1959)
- Liode Coisas(l962)
- Versiprosa (1967)
- Boilempo (1968)
 Menino Antigo (1973)
 As Impurezas do Branco (1973)
 Discurso da Primavera e Outras Sombras(1978)
- A Paixo Medida (1980)
 Corpo (1984)
- Amar se Aprende Amando (1985)
Prosa
 Confisses de Minas(l 944)-ensaios e crnicas
- Contos de Aprendiz(1951)
- Passeios na Ilha (1952)- ensaios e crnicas
- Fala, Amendoeira (1957)- crnicas
 A Bolsa e a Vida (1962)- crnicas e poemas
- Cadeira de Balano (1970)- crnicas e poemas
- OPoderUltrajante e Mais 79 Textos emProsa e
verso (1972)- crnicas
- Boca de Lva (1984)- crnicas
- Oobse,vadorno escritdrio (1985)
 Tempo Vida Poesia (1986)
154 Portugus
Aparo
fim inseto cava
cava semalarme perfumando a terra sem achar escape. Que fazer exausto, em pas bloqueado,
enlace de noite
raiz e minrio? Eis que o labirinto
(oh razo, mistrio) presto se desata:
em verde, sozinha, antieuclidiana,
uma orqudea forma-se.
Murilo Mendes
Murilo Monleiro Mendes nasceu em 1901, eu de Fora (Minas Gerais), e faleceu em 1975. Es Direito, sem chegar a lerminar o curso. Trabalh diversas reas profissionais, das quais se des carreira de professorde Lileratuira Brasileira em;
Escreveu:
Poesia
- Poemas (1930)
- Histria doBrasil(1932)
- Tempo e Eternidade (1935) em cotabc
com Jorge de Lima
- A Poesia emPnico(1938)
- OVisionrio
 As Meta morfoses (1944)
- Mondo Enigma (1945)
- Poesia Liberdade (1947)
- Janela do Caos (1949)
- Contemplao de Ouro Preto (1954)
- Poesias (1959)
- Siciliana (1959)
- Tempo Espanhol (1959)
 Poliedro (1962)
 Convergncia (1970)
Prosa
- ODiscpulo de Enaads(1944)
- A Idade do Serrote (1968)
1
i
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
Cecilia Meireles
Nasceu em 1901, no Rio de Janeiro, e faleceu em
1955. Professora, recebeu o prmio da Academia
Brasileira de Letras por seu livro Viagem.
Escreveu:
Poesia
Espectros (1919)
Saladas para EIRei (1925)
 Via
 Vaga Msica (1942)
 Mar Absoluto (1945)
 Retrato Natural (1949)
 Amor em Leonoreta (1952)
Doze Noturnos da Holanda e OAeronauta (1952)
 Romanceiro da Inconfidncia (1953)
Pequeno Oratrio de Santa Clara (1955)
Pistria, Cemit rio MilitarBrasileiro (1955)
Noturno
Brumoso navio o que me carrega por um marabstrato. Que insigne alvedrio prende  idia cega teu vago retrato?
Graciliano Ramos
Nasceu em 1892, em Quebrngulo (Alagoas) e la- teceu em 1953. Trabalhou como revisorde ornais no Rio de Janeiro, Elegeu-se prefeito em Palmeira dos ndios (Alagoas). Tinha ligaes com o Partido Comunista Brasileiro, o que ocasionou sua priso, em 1936.
Suas obras so:
Romance
Caets (l933)
So Bernardo (1934)
 Angstia (1936)
 Vidas Secas(1938)
Co
 Insnia (1947)
Intncia (1945)
 Memrias do Crcere (1953)
 Viagem( - obra pstuma
Crnicas
 Unhas Tortas(1962)
Literatura Infantil
Histrias de Alexandre (1944)
Histrias Incompletas (1946)
Jos Lins do Rego
Nasceu em 1901, em Pilar (Paraba) e faleceu em 1957. Formou-se em Direito, exercendo o cargo de promotorpblico. Fez parte da Academia Brasileira de Letras. Foi criado num engenho, fato que influen ciou toda a sua obra. Escreveu:
Romance
 Menino de Engenho (1932)
 Doidinho (1933)
 Sang (1934)
 OMuleque Ricardo(1935)
 Usina (1936)
 Pureza (1937)
 Riacho Doce (1937)
 Pedra Bonita (1938)
 gua -Me (1941)
 Fogo Mono (1943)
 Eurdice (1947)
 Cangaceiros (1953)
Menino de Engenho
Estas histrias do meu av me prendiam a ateno de um modo bem diferente daquelas da velha Tutonha. No apelavam para a minha ima gina o, para o fantstico. No tinham a solu o milagrosa das outras. Puros talos diversos, mas que se gravavam na minha memria como
Pertugus 155
 Nunca mais,.. e Poemas dos Poemas (1923)	 Vaventes de Alagoas (1962)- obras pstumas
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
incidentes que eu tivesse assistido. Era uma obra de cronista bulindo de realidade.
A histria inteira da famlia saa nestes se res de depois da ceia, O av do velho Jos Paulino viera de Pasmado, comum irmo padre. para So Miguel. Fundara ali pelas vrzeas e caa tingas do Paraba uma grande prole de senhores de engenho. Espalhara sangue de branco por entre os caboclos daquelas redondezas. Poristo a gente do Taipu falava de branquidade com a boca cheia.
Hoje em dia est todo virando camum bembe, dizia o meu av. -Esse negcio de fa mlia j no  dote pra moa casar
Ele tinha o orgulho da casta, a nica vaida de daquele santo que plantava cana.
Jos Amrico de Almeida
Nasceu em 1887, em Areia (Paraba), e faleceu em 1980. Formou-se em Direito, no Recife. Exerceu a atividade juridicae pblica (toi procurador-geral do Estado, deputado federal, ministro e seuador). Pu blicou os seguinles romances:
 Reflexes de um Cabra (1922)
 A Paraba e seus Problemas (1923)
 A Bagaceira (1928)
 OBoqueiro(
 Antes que Eu me Esquea (1976)
A Bagaceira
O ocaso profuso avermelhava meio cu. O sol informe, como uma gema de ovo estoirada, parecia dissolver-se na mancha crepuscular
Era uma queimada no horizonf e, como se a grande brasa se tivesse desfeito na labareda fugaz,
Mas esse quadro tropical no poderia durar:
era belodemaispara se deixarverpormuifoten'po. ELcio ficou tocaiando as primeiras sombras
do lusco-fusco, como o fumo desse incndio. Ainda com dia, a misria obumbrava todo o
stio. A luz era um luxo da casa-grande, Cada rancho obscuro - quieto, como uma
moita.
E a hora prematura do silncio e da treva antecipava as funes da noite, os conchegos prolficos da raa dos deserdados.
Um bruxulein barato no fundo da biboc retira ntes que, perdida na amplido do lat diu, ficava menor; semelhando um ninho c modificava -1 hesa impresso da vida. No d vam de ver to cedo, como os outros...
Valentim ressonava na pele de tapua
rico Verssimo
Nasceu em 1905, em Cruz AlIa (Rio Grande do e la em 1975. Trabalhou em diversas reas, destaque para seu cargo de protesscr de Liter:
Brasileira nos Estados Unidos.
Suas obras so:
Romance
Clarissa (1933)
 Caminhos Cruzados (1935)
 Msica ao longe (1935) Um LugaraoSol (1936)
 Olhai os UriosdoCampo(1938)
 Saga (1940)
 aResto  Silncio (1942)
 O Tempo e o Vento: 1. O Continente (1948) li ORetrato(1951)
IA OArquiplago (196
 O Senhor Embaixador(1965)
 OPrisioneiro (1967)
 lnctdente em Anta res (1971)
Literatura Infantil
 AsAventurasdoAvio Vermetho(1936)
 Trs Porquinhos Pobres (1936)
 As Aventuras de Tibicuera (1937)
 OLirso com Msica na Barriga (1938)
 A Vida do Elefante Bastio (1939)
Contos e Novelas
 Fantoches (1932)
 Noite (1954)
Memrias
 Soto de Clarineta t(1973)
Soto de Clarineta 11(1975)
156- Portugus
::
Linguagens. Cdigos e suas Tecnologias
Ana Terra
Anus depois. sempre que pensava nas coi sas acontecidas nos dias que se seguiram  en trada de Pedro naquela casa, Ana Terra nunca chegava a lembrar-se da maneira como aquele forasteiro conseguira conquistara confiana de seupala ponto de fazer que o velho consentisse na sua permanncia na estncia. Porque Maneco Terra, apesar de todos os seus senti mentos de hospitalidade, estava decidido a mandar Pedro Mi,ssioneiro embora, logo que o risse em condies de deixar a cama. Resolvem at dar-lhe umcavato, pois no seria fus largar an vivente sozinho e a p por aqueles desertos.
F-lodormirnogalpoa primeira noite. Ou rapte o dia seguinte Antnio e Rondo toramie var-lhe comida fazer-lhes novos curativos. A fe rida sarava com uma rapidez to grande que Antnio no pde deixar de exclamar
- Vosmec tem sangue bom, mool
leigo Amado
Jorge Amada ia Faria nasceu em 1913, em ltabuna, Bahia, taleceu em 2001. Formou-se era Direito e tra balhou como jornalista. E o brasileiro mais lido e traduzido no exterior. Suas obras so:
Romance
OPasdoCarnaval(1931)
Suor (1934)
iobiab (1935)
MarMorto (1936)
Capites de Areia (1937)
 Terras do Sem-Fim (1942)
 850 Jorge dos Ilhus (1944)
Seara Vermelha (1946)
 Os Subterrneos da Liberdade:
1. Os speros Tempos
II. Agonia da Noite
I ALuze oTn&(1952)
Gabriela, Cravo e Canela (1958)
A Morte e a Morte de Duincas Berro D'gua (1959)
Dona Flora seus Dois Maridos(1967)
 Tenda dos Milagres (1970)
 Teresa Batista Cansada de Guerra (1973)
 Tiela do Agreste (1977)
'Farda, Fardoe Camisola de Oonror(l9?9)
 Tocaia Grande, a Face Obscura (1984)
 O Sumio da Santa (1985)
A Descoberta da Amrica Pelos Turcos (1994)
Novela
 l Velhos Marinheiros(1961)
 Os Pastores da Noite (1964)
Biografia
ABCde CastroAlves 1941)
 Vida de Luis Carlos Prestes; o Cavaleiro da Espe rana (1945)
Teatro
 Oamorde Castro Alves, reeditado como Oamordo So (1947)
A morte e a morte de Quintas Berro DA gila
O conselho de famlia no durou muito tem po. Discutiram na mesa de um restaurante na Baixa do Sapateiro. Pela rua movimentada pas sava a multido, lacre e apressada. Bem em frente, um cinema. O cadver ficara entregue aoscuidadosde uma empresa funerria, prop ria dade de um amigo do tio Eduardo. Vinte porcen to de abatimento.
Tio Eduardo explicava.
- Caro mesmo  o caixo. Eos automveis, se for acompanhamento grande. Lima fortuna. Hoje no se pode nem morrer
Ali por perto haviam comprado uma roupa nova, preta (a fazenda no era grande coisa, mas, como dizia Eduardo, para ser comida pelos ver mes estava al boa demais um par de sapatos tambm pretos, camisa branca, gravata, par de meias. Coecas no eram necessrias. Eduardo anotava num caderninho cada despesa teita. Mestre na economia, seu armazm prosperava.
Nas mos hbeis dos especialistas da agn cia funerria, QuincasBerroO'Agoa ia voltando a
Pofliipi,s IS?
Linguagens. Cdigos e suas tecnologiau
ser Joaquim Soares ia Cunha, enquanto os pa rentes comiam peixada no restaurante e discu tiam sobre o enterro. Discusso mesmo s houve em torno de um detalhe: de onde sair o caixo,
Claricelispector
Nasceu em 1925. na Ucrnia (ex'IJRSS) e faleceu em 1977. Veio ainda criana para o Brasil e viveu no Recife e no Rio de Janeiro. Casou-se comum diplo mata e viveu em diversos paises. Cultivou o romance psicolgico. Escreveu:
Romance
 Perto do corao selvagem (1944)
O Lustre (1946)
 A Cidade Sitiada (1949)
A Ma no Escuro (1961)
APaixoSegunc'oS. H (1964)
 th,ua Apre ndiza gemou Douro dos Prazeres (1969)
gua Viva (1973)
A Hora da Estrela (1977)
Contos
 Alguns Contos (1952)
 Laos de Famlia (1960)
 A Legio Estrangeira (1964) Felicidade Clandestina (1971)
Imitao da Rosa (1973)
Literatura Infanti
 O Mistrio do Coelho Pensante (1967)
* A Mulher que Matou os Peixes (1969)
A lida Intima de Laura
 Quase de Verdade
Laos de Famlia
Feliz Aniversrio
A famlia foi pouco a pouco chegando, que vieram de Olaria estavam muito bem vesti dos porque a visita significava ao mesmo tempo umpasseioa Copacabaoa. A nora de olaria apa receu de azul-marinho, com enfeites de paets e um drapejado disfarando a barriga sem cinta. O mando no veio por razes dbvas: no queria
ver os irmos Mas mandara sua mulher pari nem todos os laos fossem cortados - e vinha como seu melhorvestidopara mostra no precisava de nenhum deles, acompan dos trs filhos: duas meninas j de peito nae do, infantilizadas em babados cor-de-te anguas engomadas e o menino acovan pelo terno novo e pela gravata.
Tendo - a filha com quema aniv riante morava - disposto cadeiras unid iongo das paredes, como numa festa em qi vai danar, a nora de Olaria, depois de cuj mentarcom cara fechada aos de casa, abob se numa das cadeiras e emudeceu, a boc, bico, nianfendo sua posio de ultrajada. para nodeixarde vir", dissera eia aZilda, seguida sentara-se ofendida. .4 duas moe) de cor-de-rosa e o menino, amarelos e de lo penteado, no sabiam bem que atitude e ficaram de p ao lado da me, itnpression com seu vestido azul-marinho e com os pai
Depois veio a nora de Ipanema com netos e a bab. O marido viria depois. E 0/da - a nica mulher entre os seis irmo mens e a nica que, estava decidido/ 1 anos, tinha espao e tempo para alojara ar saniante -, e como ,Zlida estava na cozir ultimar com a empregada os croquetes e duches, ficaram: a nora de Olaria emperti com seus filhos de corao inquieto ao la nora de Ipanema na fila aposta das cadeira gindo ocupar-se com o beb para no enca concunhada de Olaria; a bab ociosa e unif zada, com a boca aberta.
E cabeceira da mesa grande a aoiv dante que fazia hoje oitenta e nove anos
Guimares Rosa
Joo Guimares Rosa nasceu em 1906, em C burgo (Minas Gerais) etaleceu em 1967. Fora- em Medicina e lrabalhou corno diplomala, E maiores escritores brasileiros. Realiza um tu ling apurado, utilizando neologismos presses coloquiais datala do homem sertai
Escreveu:
 Sagarana (1946)
 Grande Serto: Veredas (1956)
158 . Portugus
'pdmeirasEstrias(1962)
Tutamia: Terceiras Estrias(1957) Estas Estrias (1969)
 Ave, Palavra (1970)- Pstumo
Corpode Baile(1 956)-aparece a partir da terceira edio em trs vo (Martueizo e Miguilim: No Urubuquaqu, no Pinhm: Noites do Serto)
Prinefras Es li/rias Famigerado
Foi de certa feita - o evento. Quem pode esperar coisa to sem ps nem cabea? Eu es tava emcasa, o arraial sendo de todo tranqilo. Parou-me  porta o tropel. Cheguei  janela.
Um grupo de cavaleiros. Isto , vendo me lhor: um cavaleiro rente, [  minha porta, equiparado, exato; e, embolados, de banda, trs homens a cavalo. Tudo, num relance, l Tomei-me nos nervos. Qcavaleiro esse- o oh-homem-oh - corta cara de nenhum amigo. Sei o que  influncia de fisionomia. Sa ira e viera, aquele homem, para morreremguer ra, Saudou-me seco, culto pesadarnente. Seu cavalo era alto, um alazo; bemarreado, ferra do, suado. E concebi grande dvida.
Nenhum se apeava. Us outros, tristes trs, ria/me ha viam olhado, nemolhassempara nada. Sernelhavam a gente receosa, tropa desba rata da, sopitados, constrangidos - coa gidos, sim. isso porisso, que o ca valeiro solerte tinha carde reg-los: a meio gesto, desprezivo, Intimara-os de pegarem o lugar onde agora se encostavam.
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
Joo Cabra! de Meio Neto
Nasceu em 1920, no Recite (Pernambuco) e faleceu em 1999. Oiplomata, foi membro da Academia Bra sileira de Letras. E o mais importante poeta das lti mas dcadas. Sua obra trabalha com a construo da poesia.
Escreveu:
 Pedra do Sono (1942)
 O Engenheiro (1945)
 Psicologia da Composio (1947)
OCo sem Plunses(1950)
O (1954)
Morte e Vida Severioa (1956)
Paisagens com Fionras (1956)
 Urna Faca s LA mi na (1956)
 Terceira Feira (1961)- rene Quaderna; Dois Parlamet,tos e Serial
 A Educao pela Pedra (1975)
Museu de Todo (1975)
 Auto do Frade (1984)
 Agrestes (1985)
 Crime na Calie Ralator (1987)
 Primeiros Poemas (1990)
 Sevilha Andando (1990)
.4
271. (FUVEST)
1) "Porque no merecia o que lograva,
Deixei, como ignorante, o bem que tinha,
Vim sem considerar aonde vinha,
Deixei sem atender o que deixava,"
I "Se aflauta mal cadente
Entoa agora o verso harmonioso,
Sabei, me comunica este saudoso
Influxo a der veemente;
No o gnio suave,
Que ouviste j no acento agudo e grave."
III) "Da delirante embriaguez de bardo
Sonhos em que afoguei o ardor da vida,
Ardente orvalho de febris pranteios,
Que lucro  alma descrida?"
Cada estrofe, a seu modo, trabatha o tema de um bem, de um amor almejado e passado ou perdido. Avaliando atentamente os recursos poticos utili zados em cada uma delas, podemos dizer que os movimentos literriosa que pertencem 1,11 e I so respectivaiiiente
a) Barraco, Arcadismo, Romantismo
b) Barroco, Romantismo, Parnasianisrno
e) Romantismo, Parnasianismo, Simbolismo
d) Romantismo, Simbolismo, Modernismo
e) Parnasianismo, Simbolismo, Modernismo
272- (FIQIUJFIAM-SP) O poeta slmboltsta tem outra viso da natureza e do mundo. Para ele, o que importa :
a) a impassibilidade, o rigor formal, a busca da perfeio.
b) a valorizao do gosto burgus, o nacionalismo, a tradio.
e) a realidade social, o combate ao idealismo, o racionalismo.
d) o elemento pitoresco, o final inesperado, a cari-
catura.
e) a analogia profunda entre a realidade aparente e a realidade oculta das coisas, a sugesto, a musicalidade.
213. (UCSAL-BA)  possvel caracterizar o rom ce naturalista porvriostraos, entre os qua! tato de que, nele:
a) as aes dos homens so consideradas result les dt um compromisso moral entre o ser hum e as toras espirituais, que transcendem a matr tendem ao eterno.
b) h preferncia portemas sociais e psicolgk visto que o objetivo maior dessa corrente titerri; anlise percuciente das causas e conseqncias fatos histricos,
c) se observa uma inteno consciente do esci no sentido de imprimir  narrao um cu animista, necessrio para explicar a relao ent homem e a natureza.
d) a narrao exalta o homem metatisico, em op o ao homem animal, cujas aes e inlen eschtoranatisae condena, na medidaem que de de uma conduta tica.
e) o escritor evita julgar aes e personagens de ponto de vista tico ou moral, pois seu intuito por e analisar cientificamente a realidade.
274. (FUVEST) "A identificao da natureza sotrimento humano, atragdia perene do ao te rejeitado, o jovem andarilho condenado  errante em sua curta eternidade, a solidi artista. E, enfim, a resignao e a reconcilia
- ressentidas um pouco, por certo."
O texto acima enumera preferncias temt e concepes existenciais dos poeta&
d) simbotislas e) parnasiano
275. (PUC-SP) Lela, com ateno, as declara seguintes.
1) Seus traos de relevo; o gosto pela descric da, concepes tradicionalistas sobre metro, nt rima e, no fundo, o ideal da impessoalidade partilha com os realistas do tempo.
I A Arte  o reflexo de todo o luxo que caractt escultura e a pintura das igrejas.
Linguagens. Cdigos e suas Tecnologias
Blocos . Questes de Vestibulares
fleba 4	_____	____________________________
a) barrocos
b) arcdicos
e) romnticos
160' Portugus
III) Os poetas recebem o nome de nefelibatas', ou seja, "os que vivem nas nuvens". Revaloriza-se a sonho.
l\O Oheri, ao contrrio da concepo dos tniculentos heris medievais e antigos,  o pastor pacato e hora rado, respirando a brisa balsmica dos campos e vivendo tranqilos idilios.
Tais declaraOes referem-se, respectivameri te, s correntes estticas:
a) barrcca; pr-modernista; romntica e simbo!ista, b)pr-modernista; simbolista; romntica e par
nasiana.	-
c) parnasiana; romntica; simbotista e pr-moder nista.
) arcidica; romntica; pr-modernista e barroca, e) parnasiana; barroca; simbotista e arcdica.
276. (VUNESPI Assinale a alternativa em que se caracteriza a esttica simbolista:
a) Culto do contraste, que ope elementos como o amor e o sotrimento, vida e morte, razo e l, numa tentativa de conciliar plos antagnicos.
b) Busca do equilibrio e da simplicidade dos mode los greco-romanos, por meio, sobretudo, de uma lin simples, porm nobre.
e) Cubo do sentimento nativista, que lez do homem primitivo e sua civilizao um simbolo de depen dncia espiritual, poltica, social e literria,
) Explorao de ecos, assonncias, aliteraes, numatentativa de valorizar a sonoridade da lingua gem, aproximando-a da msica.
e) Preocupao com a perteiolormal. sobretudo como vocabulrio carregado de termos cientiticos, o que revela a objetividade do poeta.
211. (IJSF-SP) Pode-se entender o Naloiralismo corno uma particularizao do Realismo que:
a) se volta para a natureza a fim de analisar-lhe os processos cclicos de renovao.
) pretende expressar com naturalidade a vida sim ples dos homens rsticos nas comunidades pri rnitvas.
c) detende a arte pela arte,, isto , desvinculada de compromissos com a realidade social.
) analisa as perverses sexuais, condenando-as em nome da moral religiosa.
e) estabelece um nexo de causa e efeito entre alguns tatores sociolgicos e biolgicos e a conduta dos persona
Linguagens. Cdigos e suas tecnologias
278- (FCMSC-SP)
1)" Musa! um gesto sequer de dor ou de sincero luto jamais te ateie ocndido semblante! fiante de J, conserva o mesmo orgulho; e diante de um morto, o mesmo olhar e sobrecenho austero."
II) "Brancuras imortais da Lua Nova, trios de nostalgia e sonolncia.., Sonhos brancos da Lua e viva essncia dos fantasmas notvagos da Cova."
Contomne atestam, respectivamente, os excertos, o--- pregou, em seu programa, a impassibilidade, ao passo que o-. marcou a poesia com as impres ses mais deiisamente subjetivas, atingindo files mo as profundidades do inconsciente.
a) BarrocoJArcadismo
b)Arcadismo) Romantismo
c) Romantismo! Parnasianismo
d) Parnasianismo! Simbolismo
e) Simbolismo) Modernismo
279. (IIME-SP) Assinale a alternativa incorreta sobre a prosa naturalista.
a) As personagens expressam a dependncia do homem para com as leis naturais.
b) O estilo caracteriza-se por um descritivismo in tenso, capaz de retletirumavisualizao pictricados ambientes,
c) Os tipos so muito bem delimitados, tisicae mo ralmente, compondo verdadeiras representaes caricaturais,
d) Tem como objetivo maior aprotundar a dimenso psicolgica das personagens.
e) O comportamento das personagens e sua movi mentao no espao determinam'lhe a condio narrativa.
280. (FEI-SP) "Desnudam-se as mazelas da rida pblica e os contrastes da vida ntima; e buscam' se para ambas causas naturals(raa, clima, tem peraimento) ou culturais (meio e educao), que Iloes reduzem de muito a rea de liberdade, O escritor tomar a srio as suas peesonageris e se sentir no dever de descobrlr'lbes a verdade, se sentido positivista de dissecar os mveis do seu comportamento," Altredo Bac
O texto refere-se ao:
a) Romantismo
b) Realismo
c) Simbolismo
d) Parnasianismo e) Modernismo
Portugus - 161
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
281.(CEFET-MC
"O... se tingir de..., no romance e no conto, sempre que fizer personagens e enredos se submeterem ao destina cega das 'leis naturais' que a cincia da po ca julgava ter codificado; ouse dir., na poesia, medida que se esgotar no lavor do verso tecnica mente perfeito."
No texto acima, preenchem-se as lacunas, respettivamente, com:
a) Realismo
b) Romantismo / Naturalismo / Parnasianismo
o) Realismo / Naturalismo / Simbolismo
d) Romantismo! Modernismo / Parnasianismo
e) Romantismo / Modernismo / Simbolismo
282. (VMC-SP) Sobre o Reatisnio, pode-se afirmar:
1) O Realismo e o Naturalismo so introduzidas em
1881 com as obras Mam rias pstumas de Brs
Cobase O mulata,
tt) No Realismo h predominio da vida concreta e exterior sobre a vida interior e abstrata. -
111)0 melhordaproduo realista est na poesia,
a) So corretas as afirmaes II e I
b) Apenas a afirmao II  correta.
c) As trs afirmaes so corretas.
d) So corretas as afirmaes 1 e li.
e) As trs afirmaes so incorretas.
283. (ITA-SP) Observe as atirniaes seguintes.
1) O eu-romntico, objetivamente incapaz de resolver os conflitos coma sociedade, lana-se  evaso. No tempo, recriando a Idade Mdia Gtica e embruxada. No espao, fugindo para ermas paragens ou para o Oriente extico.
II) A natureza romntica expressiva. Ao contrrio da natureza rcade, decorativa. Eta significa e revela. Prefere-se a noite ao dia, pois sob a luz do sol o real impe-se ao individuo, mas  na treva que latejam as foras inconsctentes da alma: sonho e imaginao.
III) No romantismo, aepopia, expresso herica j em crise no sculo XVIII,  substituida pelo poema politico e pelo romance histrico, livre das peias de organizao interna que marcavam a narrativa em verso. Renascem, poroutro lado, formas medievais de estrofao e d-se o mximo relevo aos metros livres, decadncia popular, as redondilhas maiores e menores, que passam a competir com o nobre decassilabo,
162 . Portugus
Esto corretas:
a) todas.
b) apenas a 1.
c) apenasa 1 ea II.
284. (F. CARLOS CHACAS-BA)
" bela a noite, quando grave estende
Sobre a terra dormente o negro manto
De brilhantes estrelas recamado;
Mas nessa escurido, nesse silncio
Que ele consigo traz, h um qu de horrivel
Oue espanta e destspera e geme n'alma;
Um qu de triste que nos lembra a mortel"
Os vemos acima:
a) ilustram a caracteristica romntica da proje do estado de espirito do poeta nos eleme ntor natu reza.
b) exemplificam a caracteristica romntioa dor simismo, mal-do-sculo, que v na natureza a nelando, capaz de matar o poeta.
c) exploram a caracteristica romntica do sentini talismo amoroso, que v em tudo a tragdia do ar no correspondido.
d) apontam a caracteristica romntica do na nalismo, que valoriza a paisagem de nossa terrc e) apresentam a caracteristica romntica do critivismo, capaz de valorizao exagerada da tu reza.
285. (UNIP-SP) Assinale a caracterstica no-a; cvel  poesia romntica:
a) O artista goza de tiberdade na metrificao e distribuio ritmica.
b) O impotlante  oculto da forma, a arte pela ar' c) A poesia  primordialmente pessoal, intimist amorosa.
d) Enfatiza-se a auto-expresso, o subjetivismc individua
e) A tinguagem do poeta  a mesma do povo: si pies, espontnea.
286. (UFV-MG) Assinale a alternativa falsa.
a) O Romantismo, como estilo, no  modelado individualidade do autor; a forma predomina se pre sobre o contedo,
b) O Romantismo  um movimento de expresr universal, inspirado nos modelos medievais eu licado pela prevalncia de caractersticas comun todos os escritores da poca.
d) apenas a leal e)apenasa tea II
1
Uliguagens. Cdigos e suas I'ecnohogias
c) 0 Romantismo, como Estilo de Epoca, consis ia, basicamente, num lenmeno esttico-literrio, desenvolvido em oposio ao intelectualismo e  tradio racionalista e clssica do sculo XVIII. ) ORoman ou melhor, o esprito romntico, pode ser sintetizado numa nica qualidade: a imaginao. Pode-se creditar imaginao a capacidade extraordi nda dos romnticos de cdarem mundos imagtnrlos. e) 0 Romantismo caracterizou-se por um complexo de caractersticas como o subjetivismo, o ilogismo. a serso de mistrio, o exagero, oculto da natureza e o escapismc.
281. (FMABC-SP) Assinale a alternativa em que se encontram trs caractersticas do movimen te literrio ao qual se d o nome de Romantisilto. a)PredominiO da razo, perfeio daforma, imitao dos antigos gregos e romanos.
b) Reao anticlssica, busca de temas nacionais, sentimentalismo e imaginao.
c) Anseio de liberdade criadora, busca de verdades absolutas e universais, arte pela arte.
d) Desejo de expressar a realidade objetiva, erotis mo, viso materialista do universo.
e) Preterncia portemas medievais, rebuscamento de contedo e deforma, tentativa de expressar a realida de inconsciente.
288- (FAII-SP) O indianismo de nossos poetas romnticos :
a) uma terma de apresentar o indio em toda a sua realidade objetiva: o ndio como elemento tnico da tutura raa brasileira.
b) um meio de reconstruir o grave perigo que o n dio representava durante a instalao da capitanta de So Vicente.
o) um modelo francs seguido no Brastt: uma ne cessidade de exotismo que em nada difere do mode lo europeu.
d) um meio de eternIzar liricamente a aceitao, pelo ndio, da nova civilizao que se instalava-
e) uma forma de apresentar o ndio como motivo esttico; idealizao com simpatia e piedade; exaltao da bravura, do heroismo e de todas as qualidades morais superiores 289. (UME-SP) Entende-se por literatura rcade:
a) a linha europia de produo lterria com ln guaqem rebuscada.
b) a linha europia de produo literria que volta aos padres clssicos.
c) a produo de poesia lrico-amorosa da gerao byroniana.
d) a produo de poesia [ nacional com retrica aprimorada.
e) a linha europia que prega a "arte pela arte".
290. (F. CARLOS CHAGAS-BA)
"A cincia e o racionalismo constttuem as 'luzes' com que se costuma caracterizar o sculo, Razo que 'ilu mina', que i que esclarece os homens, que os conduz ao progresso. Dai as palavras 'ltuminisrno' e 'Ilustrao', que caracterizam as manifestaes cul turais do momento, o conjunto de tendncias carac tersticas do sculo."
O texto refere-se:
a) ao sculo XVI, correspondente ao florescimento da literatura intormativa no Brasil.
b) ao sculo XVII, momento em que se cultiva a Itte ratura barroca.
c) ao sculo XVIII, poca que se identifica com o Neoclassicismo.
d) s primeras dcadas do sculo XIX, quando se instaura o Realismo na literatura brasileira.
e)  ltima dcada do sculo xtx, correspondente  vigncia da literatura simbolista.
291. (CESESP-PE)
1)0 momento ideolgico, na literaturado Setecentos, traduz a critica da burguesia culta aos abusos da nobreza e do clero."
I "O momento potico, na literatura do Setecentos, nasce de um encontro, embora ainda amaneirado, com a natureza e os afetos comuns do homem." III 'Faamos, sim, laamos, doce amada, los nos sos breves dias mais ditosos". A caracterstica que est presente nesses versos  o carpe dieni("gozar a vida").
a) S a proposio 1  correta.
b) S a proposio tt  correta,
c) S a proposio III  correta.
d) So corretas as proposies te II.
e) Todas as proposies so corretas.
292. (FUVEST)
'Por fim, acentua o polimorfsmo cultural dessa poca o lato de se desenrolarem acontecimentos historicamente relevantes, como a Inconfidncia Mineira e a trans da corte de D. Joo VI para o Rio de Janeiro." (Massaud Moiss)
Prntugus 163
linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
A poca histrica a que se refere o crtico  a do:
d) Realismo e) Romantismo
293. (IJFPA) lia poca da independncia do Bra sil, quando nosso pas precisava auto-afirmar se como nao, entrou em vigncia entre ns um estilo de poca que, pelos ideais de liberda de que professava por meio de sua ideologia, se prestava admiravelmente a expressar esses anseios nacionalistas. Tal estilo foi:
a) o Barroco	d) o Modernismo
b) o Arcadismo	e) o Neoclassicismo
c) o Romantismo
294. (USF-SP)
'Que s terra, homem, e em terra hs de tornar-te.
Te lembra hoje Deus por sua Igreja;
De p te fez espelho, em que se veja
A vil matdria, de que quis formar-te."
Conforme sugere o excedo acima, o poeta barroco no raro expressa:
a) o medo de ser infeliz; uma imensa angstia em face da vida, a que no consegue dar sentido; a desiluso diante da falncia de valores terrenos e divinos,
b) a conscincia de que o mundo terreno  efmero e vo; o sentimento de nulidade diante do poder
divino.
c) a percepo de que no hsaidas para o homem; a certeza de que o aguardam o inferno e a desgraa espiritual.
d) a necessidade de ser piedoso e caritativo, paralela  vontade de fruir at as ltimas conseqncias o lado material da vida,
e) a revolta contra os aspectos fatais que os deuses imprimem a seu destino e vida na terra.
295. (VEPA) A gnese da nossa formao liter ria se encontra no sculo XVI. Dela fazem parte:
a) as obras produzidas pelos degredados que eram obrigados a se instalar no Brasil.
b) os escritos que os donatrios das capitanias he reditrias faziam ao rei de Portugal.
c) os relatas dos cronistas viajantes. d) as produes arcdicas.
e) as poesias de Gregrio de Matos.
296. (FUVEST) Entende-se por literatura infor tiva no Brasil:
a) o conjunto de relatos de viajantes e mission europeus sabre a natureza e o homem brast b) a histria dos jesutas que aqui estiveram nos lo XVI.
c) as obras escritas com atinalidade de cateques indigena.
d) os poemas do Padre Jos de Anchieta. e) ossonetos de Gregrio de Matos.
291. (FUVEST) Assinale a alternativa incorret
O Barroco surgiu tomo reao aos ideais da
de Mdia e  valorizao demasiada da Anti
dade clssica, apresentando:
a) a fuso do teocentrismo com o antropoce ntris b) predominio do equilibrio em todas as tor arlisticas.
c) estilo rebuscado como manifestao de aIlg d) predominio de forma, cor e riqueza, em detrim do contedo.
e) a fuso do pecado com o perdo.
298. (tICPR) Suspiros poticos e saudades, m,iaspswmas de Brs Cubos, O mulato respectivamente, obras qoe marcam, no 1 sil, a introduo dos seguintes movimentos rrios:
a) Romantismo, Simbolismo, Modernismo
b) Romantismo, Realismo, Naturalismo
c) Realismo, Simbolismo, Naturalismo
d) Realismo, Modernismo, Parnasianismo
e) Modernismo, Parnasianismo, Simbolismo
299. (FIUBE.MG) A poesia modernista, sobre a da primeira fase (1922-1928):
a) utiliza-se de vocabulrio sempre vago e amb que apreenda estados de esprito subjetiv ind ei in ive is
b) faz uma sintese dos pressupostos poticoe norteavam a linguagem parnasiano'simbolistc c) incentiva a pesquisa formal com base nas quistas parnasianas, a ela anteriores,
d) enriquece e dinamizaalinguagem, inspiranc na sintaxe clssica.
e) confere ao nvel coloquial da fala brasileira tegoriade valor literrio.
1
a) Simbolismo
b) Arcadismo
c) Parnasianismo
164 - Portugus
3i0. (UFMS) Ondas as afirniaoes:
(Ligado ao movimento daContra-Reforrna, o Bar roca, expressando a angstia do homem dividido entre os anseios espirituais e os apelos terrenos resentou como uma das caracteristicas ouso cons ante da anttese e a linguagem rebuscada.
II) O Arcadismo, que expressa uma viso mais seosualisla da existncia, prope uma volta  nalure 'taeumcontalo maiorcom avidasimples do campo.
- sse disoandamento entre a poesia e a realidade deu jte,no entanto, um carterarni(iciat.
#//,nquanto a potico do Parnasianismo se situa na conlluncia do culto datorma com a objetividade no tratamento da temtica, a do Simbolismo, que enfatiza o subjetivismo e a introspeco, despreza a palavra exala, descrio objetiva e explora o poderdesuges to da linguagem.
a) Todas esto corretas. d) te III esto corretas, b)Tcdas esto incorretas, e) 1 e III esto corretas. e) te II esto correras,
3ff (PUC-BS)
iloiva de Sacans, Arte maldita, Mago Fruto letal e proibido, Scnmbula do alm, do Indelinido Das pncfcndas paixes, Dor Infinita"
A lInguagem do poema situa-o no:
a) Romantismo
b) Parnasianismo
e) Impressionismo
302. (IgME-SP) a gosto pela expresso dos senti arestos, dos sonhos e das emoes que agitam seu mundo interior, numa atitude individualista e profundamente pessoal, marcou os autores do:
d) movimento barroco e) movimento naturalista
303. (UrrA) A liberdade de inspirao, pregada pelos romnticos, correspondia tambm  liber dade formal - esta peculiaridade possibilitou a mistura dos gneros literrios e o conseqente abandono da hierarquia clssica que os presi dia. Como conseqncia, no Brasil:
a) obserta-se um detrimento da poesia emiavor da prosa.
b) registra-se o abandono total do soneto.
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
c) verifica-se a interpenetrao dos gneros, o que muito enriqueceu os j existentes, possibilitando o aparecinienfo de novos,
d) ampliou-se o alcance da poesia, o que j no se pode dizer quanto ao romance e ao teatro, e) usou-se, quase abusivamente, overso livre, o que muito contribuiu para o desenvolvimento de nossa poesia.
304, (IICP-PR) A poesia modernista revela:
a) ritmo psicolgico.
b) cotidianismo.
o) sintaxe e pontuao revolucionrias.
d) Esto corretas as afirmaes a e c.
e) Esto corretas as atirmaes a, la e c.
305. lUnil- t caracterstica fundamental do o direito permanente de pesquisa esttica.
Para o( ), porm, impera a sugesto, pois- como afirmava um de seus prceres - nomear uru objeto  suprimir trs quartas partes do prazer de adivinh-lo.
Enquanto o ( )v a sociedade sempre em transfor mao, algo em que a personagem atua, o ( concebe a mesma sociedade como pronta, ra zo por que a sua personagem nada faz para modific-la, influenciados que esto os autores pela doutrina detcrenrinista. Por sua vez, o ( 3 mostra preferncia pelos aspectos sombrios como a noite, as runas e, justamente porque deseja fugir da realidade, sua menfe se povoa de Idealismo, de sonho; O em esprito marca damente nacionalista.
Finalmente, a frieza, o impassibilismo, a perfei o e a rigidez formal, aliados aos temas descri tivas, caracterizam o (1-
Preencha os parnteses rua texto, ros convenientes:
(1) Arcadismo/rcade
(2) Barroco
(3) Classicismo / clssico
(4) Modernismo fmodernista
(5) Naturalismo / naturalista
(6) Parnasianismo / parnasiano
(7) Realismo / realista
(8) Romantismo! romntico
(9) Simbolismo/simbolista
( No consoa na lista
com os nriue
d) Simbolismo e) Modernismo
a) movimento realista bj movimento rcade o) movimento romntico
Po.tugtas - 165
Linguagens. Cdigos e suas Tecnologias
A seqUncia correta obtida :
a)4,9,7,5,8,6.	c)6,8,2,7,5,4.
b) 10,6, 1,3, 9, 8.	d) 8,10,5,4,6,8.
306. (IJFPR) Com relao  poesia do modernis mo brasileiro,  correto afirmar que (observao:
h mais de uma alternativa correta):
a) a ruptura como passado foi total, como prova a obra de Mrio de Andrade.
b) elevou o nivet coloquial da tala brasileira  catego ria litertia.
c) a pesquisa esttica foi intensificada.
d) a ruptura com o passado foi apenas parcial. per manecendo a mesma essncia cultural, enriquecida e dinamizada.
e) o poeta recusa as foras subconscientes na cria o potica.
f) raa, meio e momento histrico foram enfatizados como fatores determinantes do carter brasileiro.
307. (UFV-M0)Assinale aalternativa em que h uma caracterstica que no corresponde ao Modemis moem sua primeira fase (a de So Paulo, 1922). a) Ruptura radicaleaudaciosa em reiaos posies estticas do passado, quebra total da rotina literria. b) Cartertu,bu devaJores. o) Exattao exagerada de fatores como mocidade e tem po; o novo, nestafase, foi erigido como um vatorem si. d) Movimento de inquietao e de insatisfao; os no vos se lanaram  luta em nome da originalidade, da liberdade de pesquisa esttica e do direito de errar". e) Apesar de toda a radicalidade do grupo,  unni me a preooupao dos modernistas com o purismo da linguagem.
308. (VFPA) Os personagens reatistas-naturalistas tm seus destinos marcados pelo determinismo ldentttica-se esse detem,inismo:
a) pela preocupao dos autores em criar persona gens perfeitos, sem defeitos fsicos ou morais.
flcha 2
b) pelas toras atvicas e/ou sociais que condi nam a conduta dessas criaturas.
c) por serfruto, especificamente, da imaginao fantasia dos autores.
d) por se notar a preocupao dos autores de v rem para o passado ou para o futuro ao criarem pe rs o o age ns.
e) por represtntarem a tentativa dos autores na nais de reabilitar uma faculdade perdida do hon o senso do mistrio.
As questes 309 e 310 reterem-se ao segu texto:
Profisso de f
'Torce, aprimora, alteia, lima
A frase; e, enfim,
No verso de ouro engasta a rima,
Gomo um rubim.
Quero que a estrofe cristalina,
O oh rada ao jeito
Do ourives, saia da oficina
Sem um efeito."
(Olavo Bilac, Poesias)
309. (FUVESI) Nos vemos anteriores, a ativit potica  comparada ao lavor do ourives que, para o autor:
a) a poesia  preciosa como um rubi.
b) o poeta  um burilador.
o) na poesia no pode faltar a rima,
d) o poeta no se assemelha a um arteso.
e) o poeta emprega a chave de ouro.
310. (FUVEST) Pode'se inferir do texto que, Olavo Bilac, o ideal da forma literria :
a) a libertao b) a isometria c) a estrotao d)arima
e) a perfeio
311. (UNIR-RO) Si relao  poesia trovadoresca, pode-se dizer que:
a) a cantiga de amigo, expresso do amor masculi no, tem sua origem na Pentnsula Ibrica.
b) a produo potica dos trovadores encontra-se reunida no Cancioneiro da Vaticana.
c) alm dapoesia Itcados trovadores,tambm se tacam ascantigas deescrnio e as can de mal
d) O. Oinis,o reitrovador, compos:caridgasdeamor tgas de amigo, canfigas de escrnio, canfigas de mal e) As cantigas de amor possuem vrias esp como: barcarola, marinha, alha, serena, pastoi cantiga de romaria.
168 - Po.tugus
312. (FIIVEST) Caracteriza o teatro de Gil Vicente:
a) a revolta contra o Cristiansmo. b) a obra escrita em prosa.
o) a elaborao requintada dos quadros e cenrios aprestnlados.
d)apreooupao com o Homem e com a Religio. e) a busca de conceitos universais.
313. (FUVEST) Na L de Cames:
a) a metro usado para a composio dos sonetos  a redondilha maior.
b) eacontram-se sonetos, odes, stiras e autos. c) cantar a Ptria  o centro das preocupaes. d) eccontra-se uma fonte de inspirao de muitos poetas brasileiros do sculo XX.
e) amulher vista em seus aspectostisicos, despo jada de espiritualidade.
314. (FUVESTJ
"No mais, Musa, no mais, que a Lira lenho destemperada e a voz enrouquecida. E no do canto, mas de ver que venho Cantar a gente surda e endurecida. O favor com que mais se acende o engenho No nos d a Ptria, no, que est metida No gosto da cobia e na rudeza
De uma austera, apagada e vil tristeza."
Os versas anteriores pertencem a que parte de
Os Lusadas?
a) Proposio
5) Invocao
cj Oedicatdria
d) Narrao
e) Eplogo
31$. (FLJVEST) respeito do Padre Antnlo Vieira, pode-se afirmar:
a) Embora vivesse no Brasil, por sua formao lusi tana, no se ocupou de problemas locais.
b) Procuravaadaquaros textos biblicos s reatdades de que tralasu.
o) Dada sua espiritualidade, demonstrava desinte resse por assuntos mundanos,
d) Em funo de seu zelo com Deus, utilizava-O para justficartodos os acontecimentos polticos e sociais. e) Mostrou-se tmido diante dos interesses dos po derosos.
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
3t6. (FUVEST) E em arte aos de Minerva se no rendem / Teus alvos, curtos dedos melindrosos'
Indique a caracterstica presente nos verses acima, de autoria de Bocage.
a) uso de pseudnimos.
b) rompimento com os clssicos.
c) recurso  mitologia greco-romana.
d) predominncia de subjetivismo,
e) tema pastoril.
317. fF0 VESI) Bocage toic
a) o poeta mais representativo do Arcadismo em Portugal.
b) o poeta mais representativo do Arcadismo no Brasil. o) um poetapr-romntico.
d) o escritor-chave para a compreenso do Barroco, e) um cronista medieval.
3 (UNIP-SP) Ele  considerado una dos trs maiores sonetistas da lngua portuguesa, ao lado de Cames e .4ntero de Quental. Sua poe sia lrica, extremamente pessoal,  marcada par taro rebelde libertarismo emocional, s vezes violento, as vezes calmo. Sua vasta obra poti ca apresenta dois aspectos fundamentais: o sa trico e o lirico; mas  na lrico que e poeta se realiza plenamente e tica tamoso. Foi, sem dvida, o maior poeta do sculo XVIII portu gus. Seu pseudnimo arcde  Elmano Sa dino. Trata-se de:
a) Cruz e Silva	d) Almeida Garrett
b) Domingos Caldas Garbosa	e) Bocage
c) Filinto Elsio
319. (FUVESI) O medievalismo, a valorizao do passado ptrio, a recriao de lendas tradicio nais ibricas constituiram um aspecto importan te dos programas estticos de:
a) Almeida Garreti e A Herculano b) Guerra Junqueiro e Jlio Dm15
o) Barbosa du Bocage e Antnio Vieira d) Ea de Queirs e Joo de Deus e) Antero de Ouental e Cesrio Verde
320. (MACK-SP) Assinale a alternativa incorreta sobre a obra de Camilo Castelo Branco.
a) Em Amorde perdio, os sentimentos se subme tem aos preconceitos e se pem em luta com as con venes sociais,
b) A queda dumar uma narrativa de carter sat rico e humorstico.
Portugus 167
Linguagens. Cdigos e suas Tecnologias
c)  uma das obras mais frteis da literatura portu guesa, pois nela encontramos poesia, teatro, critica literria, ensaios, niemrtas, novelas e romances. d) A pequena-burguesia do Porto  enfoque comum em sua novelstica,
e) Apega-se exclusivamente ao real, sem se trans portar para o dominio imaginrio,
321. (FUVEST) Ao criticar Oprimo Basilio, Ma chado de Assis afirmou: 1---) a Luisa  uncar ter negativo, e no meio da ao ideada pelo autor,  antes um ttere que uma pessoa mo ral". Ttere  um boneco mecnico, acionado por cordis controlados por um manipulador. Nesse sentido, as personagens que, principal mente, manipulam Lujsa, determinando-lhe o modo de agir, so:
a) Basilio e Juliana b) Jorge e Justina
c) Jorge, Conselheiro Accio e Juliana
d) Basilio, Leopoldina e Conselheiro Accio e) Jorge e Leopoldina
322. (VUNESP) Leia com ateno:
'Ele soube, com efeito, continuando e metodizando o trabalho de Barrete, reaproveitara linguagem cor rente, orientar-se no sentido dos seus ritmos e da sua sintaxe, tirar partido do seu vocabulrio habi tual, torn-la apta a exprimir uma intencionalidade ideolgica e esttica mais rica do que aquela em que anteriormente fora utilizada." (Oscar Lopes e A. Jos Saraiva)
A apreciao anterior diz respeito ao maior pro sador realista da literatura portuguesa- A alter nativa que a indica :
d) Ea de OtJeirs e) Fialho de Almeida
323. (FUVEST) O romance Oprimo Basilio investe contra a famlia burguesa. Desse modo, na clas sificao da obra de seu autor,  apontado como pertencente  mesma fase literria de:
a) .4 lusrre casa de Ramirese Os Maias b) AilustrecasadeParrirese OcflrrudoPadreAotlrO c) Os Maias e A correspondtlcia de Era dique
Mendes
d) Ocrime do Padre An7aro e A cidade easserras e) O crime do Padre Arraro e Os Maias
324. (FEI-SP) Marque a alternativa correta, acordo com o contedo do texto que segue "Nomear um objeto  suprimir trs quartos do i zer de fruio do poema, que deriva da satisfar adivinhar, pouco a pouco, portanto, sugerir, evc
-isso  que encantaa imaginao.'' (MaIlarm
As afirmaes dizem respeito ao:
a) Barroco
b) Arcadismo
o) Romantismo
a) Realismo
b) Simbolismo c) Naturalismo
d) Parnasianisi e) Simbolismo
325. (UNIP-SP) A negao do Positivismo, do
terialismo e das estticas neles fundamenta
a criao potica como fruto do inconscie
da intuio, da sugesto, da associao dei
gens e idias; o ton vago, Impreciso, nebul
o uso acentuado de sinestesias e inte
musicalidade so caractersticas do:
d) Romantism
e) Parnasianisr
326. (COVEST'PE) A musicalidade  caractei ca do Simbolismo- Para consegui-ia, os p usam vrios recursos, um deles  a aliter; (que consiste na repetio de fonemas par; gerir um som). Assinale a alternativa em que recurso no foi empregado:
a) "Pedro pedreiro penseiro esperando o trem b) "Cada pingo de Maria ensopava o meu domin c) "Toda gente homenagela Januria na anelo d) "As palavras transcendem o significado..." e)"... At o mar faz mar cheia para chegar.,."
327. (FUVEST) Encontre a alternativa em qi erro na correlao esttica / caracterstic;
328. (FUVEST) Na Farsa de lnsPereira, Gil Vi( a) retoma a anlise do amor do velho apaixo desenvolvida em O velho da horta.
b) mostra a humilhao da jovem que no escolherseu marido, tema de vrias peas desse c) denuncia a revolta da jovem confinada aos os domsticos, o que contere atualidade 
a) Alexandre Herculano
b) Camilo Castelo Branco
c) Antero de Ouental
a) Romantismo / sentimentalismo
b) Naturalismo / determinismo
c) Parnasianismo / descritivismo
d) Simbolismo/materialismo
e) Modernismo 1 nacionalismo
168 - Portugus
LinguageuIS Cdigos e suas Tecnologias
1) conta a histria de uma jovem que assassina o marido para se livrar dos maustratos.
e) aponta, quando Lianor narra as aes do clrigo, uma soluo religiosa para a decadncia moral de seu tempo.
329. (FUVEST) O bifrontisnio do homem, santo e pecador; a impulso pessoal pievalecendo sobre normas ditadas por modelos; o culto do contras te; a riqueza de pormenores - so traos colos tantes de que movimento literrio? Em que s- ruia predominou?
330. (UNIP-SP) Seu teatro caracteriza-se, antes de tudo, por ser primitivo, rudimentar e popular, multo embora tenha surgido e se tenha desen volvido no ambiente da corte, para servir de en tretenimento nos animados seres oferecidos pela rei. Entre suas obras, destacamse Monlo go do vaqueiro, Floresta de enganos, O velho da horta, Quem tem tarelos? Trata-se de:
a) Martins rena	d) Artur Azevedo
b) Jos de Alancar	e) S de Miranda
e) Gil Vicente
331. (FUVEST) Aponte a alternativa correta em re lapo a Gil Vicente:
a) Comps peas de carter sacro e satirico.
b) lntrcduziu a lrica trovadoresca em Portugal.
c) Escreveu a novela Amadis de Gaula. ) S escreveu peas em portugus. e) Representa o nieltiordo teatro clssico portugus.
332. (UME-SP) Assinale a alternativa em que se encolilra uma afirmao incorreta sobre a obra de Gil Vice nte.
a) Sofre influncia de Juan dei Encna, principalmente uo teatro pastoril de sua primeiratase.
b) Seus personagens representam tipos de umavasta galeriade estratos da sociedade portuguesadapoca. e) Por viver em pleno Renascimento, apega-se aos valores greco-romanos, desprezando 05 princpios da Idade Mdia.
d) lira dos maiores valores de sua obra  ter con trabalanado uma stira contundente com o pen samento cristo.
e) Suas obras-primas, comoa Farsa de Inspereira, so escritas naterceiratase desua carteira, perodo de maturidade intelectual.
333. (UME-SPj Assinale a alternativa incorreta a respeito da obra de Gil Vicente.
a) Embora servisse para o entretenimento da corte, seu teatro caracteriza-se por ser primitivo, mdimentar e popular.
b) Algumas de suas peas tm carter misto, de os cilante classificao, como o Auto dos quatro tempos. c) Apresenta-se como trao de unio entre a Idade Mdiaea Renascena.
d) Ao lado da stira, encontram-se elevados valores cristos.
e) Aprotundale nosvalores clssicos, seguindo ri gidamente os padres do ieatro grego.
334. (FIESL-SP) Em Os Lusadas, Cames:
a) narra as viagens de Vasco da Gama s ndias. b) tem por objetivo criticar a ambio dos navegantes portugueses que abandonam a ptria  merc dos ini migos para buscar ouro e giriaem terras distantes. c) afasta-se dos modelos clssicos, criando a epopia lusitana, um gnero inteiramente original na poca. d) lamenta que, apesar de ler dominado os mares e descoberto novas terras, Portugal acabe subjugado pela Espanha.
e) tem como objetivo elogiar a bravura dos por tugueses e o faz por meio da narrao dos episdios mais valorosos da colonizao brasileira,
335. Aponte a alternativa incorreta em relao a Os Lusadas, de Cames:
a)  um poema pico, composto de lO cantos e 1102 estrofes.
b) Nadedicatria,o poeta oterece o poemaao jovem rei D. Sebastio.
o) A narrao  a parte mais extensa do poema, na qual o poeta narra episdios da histria nacional e incidentes ocorridos naviagem de Vasco da Gama.
d) O eplogo  dedicado s nintas do rio Tejo, as Tgides, protetaras dos portugueses.
e) Na proposio, o poeta resume o assunto a ser tratado; comea com o famoso verso: "As armas e os bares assinalados".
"Converte-se-me a carne em terradura; Em penedos as ossos se fizeram; Estes membros que vs a esta figura ror estas longas guas se estenderam. Enfim, minhagrandissima estatura Neste remoto cabo converteram Os deuses; e. por mais dobradas mgoas, Me anda Ttis cercando destas guas."
Portugus - 169

Linguagens, Cdigos a suas Tecnologias
336. (ESAN-SP) Tem-se a figura do Gigante Ada mastor criada pelo poeta;
a) portugus. Lus de Games, em Os Lusadas. b) brasileiro, Basio da Gama, em Oflragiiai. e) portugus, Padre Antnio Vieira, em Sermo da sexagsima.
d) brasileiro, Mrio de Andrade, em Macuna,r,a. e) n,d.a.
337. (PUCSP) Pode-se afirmar que Man de Vir wu e as Canfas chilenas so, respectivamente:
a) altas expresses do lirismo amoroso e da stira
poltica, na lileralura do sculoXVLll.
b) exemplos da poesia biogrfica e da literatura epislolarcultivadas no sculo XVII.
o) exemplos do lirismo amorcso e da poesia de com bale, cultivados sobretudo pelos poetas romnticos da chamada "lerceira gerao".
d) altas expresses do lirismo e da stira da nessa poesia barroca.
e) expresses menores da prosa e da poesia de nosso Arcadismo, cultivadas no interior das Academias. 338. (F. CARLOS CIIAGAS4A) Assinale oferto que, pela linguagem e pelas idias, pode ser conside rado como representante da corrente barroca. a) 'Brando e meigo sorriso se deslizava em seus lbios; os negros caracis de suas belas madeixas
Ficha 3
brincavam, merc do Ztiro, sobre suas faces.., e tambm suspirava."
b) 'Estiadas amveis iluminavam instantes de sobre ruas molhadas de pipilos nos arbustos' squares. Mas a abbada de garoa desabava quarteires."
c) 'Os sinos repicavam numa impacincia ale! Padre Antnio continuou a caminhar lentame pensando que cem vezes estivera a cair, cedenc fatalidade da herana e  inftuncia do meio qi arrastavam para o pecado."
d) "De sbito, porm, as lancinantes incertezas brumosas noites pesadas de tanta agonia, dei lo pavor de morte, desfaziam-se, desaparec completamente como os tinues vapores de letargo..."
e) "Ah Peixes, quantas invejas vos tenho a e natural irregularidade! A vossa bruteza  mel que o meu alvedrio. Eu falo, mas vs no ofenc a Deus com as palavras: eu lembro'me, mas' no otendeis a Deus com a memria: eu discoi mas vs no ofendeis a Deus com o entendim to: eu quero, mas vs no ofendeis a Deus col vontade."
339. (PIJC-RS) A Carta de Pero Vaz de Caminha:
a) relata o primeiro contato dos portugueses com populaes no-europias.
b) expe a atitude compreensiva dos portugueses diante da barbrie dos indios.
o) descreve as habitaes indigenas, a organizao social tribal e os mecanismos de comando dela. d) revela a extenso e fertilidade daterra, seus produ tos naturais como ouro, prata e especiarias. e) mostrao indigena brasileiro alternadamente como selvagem e como inocente,
340. (PUC-SPJ
'Que falta nesta cidade? Verdade.
Oue mais porsua desonra? Honra,
Falta mais que se lhe ponha? Vergonha.
O demo a viverse exponha,
Por mais que afama a exalta,
Numa cidade onde falta
Verdade, honra, vergonha."
170 Porlugus
Pode-se reconhecer nos versos acima, Gregrio de Matos:
a) o carter de jogo verbal prprio do estilo barro
a servio de uma critica, em tom de stira, do p moral da cidade da Bahia,
b) o carter de jogo verbal prprio da poesia giosa do sculo XVI, sustentando piedosa lamenta pela falta de f do gentio.
o) o estilo pedaggico da poesia neoclssica, meio da qual o poeta se investe das funes de autntico moralizador,
d) o carter de jogo verbal prprio do estilo barro aservio da expresso hrica do arrependimentc poeta pecador.
e) o estilo pedaggico da poesia neoclssica, tentando em tom lirico as reflexes do poeta so
o perfil moral da cidade da Bahia.
4
Liaguagens. Cdigos e suas Tecnologias
341. (FEBASP-SP)
"Basta, senhor, que eu, porque roubo em uma bar ca, sou ladro, e vs, porque roubais em uma arma da, sois imperador? Assim . O roubarpouco cul pa, o roubar muito  grandeza: o roubar com pouco poder taz os piratas, o roubar com muito, os Alexandres,.. O ladro que furta para comer, no vai nem leva ao interno: os que no s vo, mas que levam, de que eu trato. so os outros - ladres de malorcalibre e de mais allaeslera... Os outros ladres roubam um homem, estes roubam cidades e remos; os outros tuntam debaixo de seu risco, estes, sem temornem perigo; os outrosseturtam, so enforca dos, estes furtam e enforcam." (Vieira, Serm do bom ladro)
Em relao ao estilo empregado por Vieira neste trecho, pode-se afirmar:
a) O autor recorre ao oultismo da linguagem com o intuito de convencer o ouvinte e por isso cria um jogo de imagens.
b) Vieira recorre ao preciosismo da linguagem, isto , por meio de fatos corriqueiros, cotidianos. pro cura converter o ouvinte.
c) Padre Vieira emprega, principalmente, o conoeptismo, ou seja, o predomnio das idias da lgica e do raciocnio,
d) O pregador procura ensinar preceitos reUgiosos ao ouvinte, o que era prtica comum entre os escri tores Qongcicos.
342. (PIJC-SP) Sobre cultismo e conceptismo, os
dois aspectos construtivos do Barroco, assinale
a nica alternativa incorreta.
a) O cultismo opera por meio de analogias senso- riais, valorizando a identifioao dos seres por me ltoras, O conceptismo valoriza a atitude intelectual, a argumentao.
b) Cultismo e conceptismo so partes construtivas do Barroco que no se excluem. E possivet localizar no mesmo autor e at no mesmo texto os dois ele mentos,
c) Ocultismo  perceptvel no rebuscamento da lin guagem, pelo abuso no emprego de figuras se mnticas, sintticas e sonoras, O conoeptismo va lenta a atitude intelectual, o que se concretiza no discurso pelo emprego de sofismas, silogismos, paradoxos.
d) O oultismo na Espanha, Portugal e Brasil  tam bm conhecido como Gongorismo e seu mais ar dente detensor, entre ns, foi o Padre Antnio Vieira, que, no Sermo da Sexagsima, prope a prima zia da palavra sobre a idia.
e) Os mtodos cultistas mais seguidas por nossos poetastoram os de Gngora e Marini, e o conoeplismo de Ouevedo foi o que maiores influncias deixou em Gregrio de Matos.
343. (PVC-SP)
"Acaso so estes os stios formosos, aonde passava os anos gostosos? So estes os prados, aonde brincava, enquanto pastava o manso rebanho, que Alceu me deixou?"
Os versos de Toms Antnio Gonzaga so expres sia de um momento esttico em que o poeta:
a) buscava aexpresso para o sentimento religioso associado natureza, revestindo freqentemente o poema do tom solene da meditao.
b) tentava exprimir a insatistao do mundo con temporneo, dava gmnde nfasevida sentimental, tor nando o corao a medida mais exata de suaexistncia. c) buscava a "naturalidade". O que havia de mais sim ples, mais "natural", que a vida dos pastores e a con templao direta da natureza?
d) tinha predileo pelo soneto, exercitando a pre ciso descritiva e dissertativa, o jogo intelectual, a tamosa "chave de ouro"
e) acentuava a busca da elegncia e do requinte dor- mal, perdendo-se na mincia descritiva dos objetos raros: vasos, taas, leques.
344. (LJFPA) A pastora Marlia, contorme nos 
apresentada nas liras de Toms Antnio Gonzaga, carece de unidade de enfoques; por Isso  muito difcil precisar, por exemplo, seu tipo fsico. Essa Impreciso da pastora:
a)  suficiente para seu autor ser apontado como pr-romntico.
b)  fundamental para situar o leitor dentro do drama amoroso do autor,
c) reflete o carter genrico e impessoal que a poesia neoclissica deveria assumir.
i1.	-
PortuguS - l7t
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
d)  responsvel pela atmoslera de mistrio, essen cial para a poesia neoclssica.
e) mostra a inteno do autor em no revelar o objelo do seu amor.
345. (VUNESP) H no Arcadismo brasileiro uma obra satrica de forma epistolar que suscitou dvi das de autoria durante mais de um sculo. As sinale abaixo a alternativa que apresente o nome correto dessa obra e seu autor mais provvel.
a) Oreipo da estupidez e Francisco de Meio Franco
b) Viola de Gerenoe Domingos Caldas Garbosa c) O desertor e Manuel Incio da Silva Alvarenga d) Cartas chilepase Toms Antnio Gonzaga
e) Os Bruzundangas e Lima Barreto
346. (LJME-SP) Sobre o poema O Uraguai,  corre io atimiar que:
a) o heri do poema  Diogo lvares, responsvel pela primeira ao colonizadora na Bahia.
b) o indio Cacambo, ao saber da morte de sua ama da, Lindia, suicida-se.
c) escrito em plena vigncia do Barroco, filiou-se corrente cultista,
d) os jesuiias aparecem como viles, enganadores dos indios.
e) segue a estrutura pica camoniana, com vemos decassilabos e estrofes em oitava rima.
347. (UFPE)
tanto a busca da simplicidade formal quanto a da clareza e eiiccia das idias se ligam ao grande valor dado  natureza, como base da harmonia e da sabe doria. Dai o apreo pela conveno pastoral, isto , pelos gneros buclicos quevisam representar a ino cncia e a sadia rusticidade pelos costumes rurais, sobretudo dos pastores." (A. Candido & A. Castelio)
Esse excedo relaciona-se a um determinado
estilo literrio. Assinale, ento, o autor que no pertence ao estilo em questo.
a) Toms Antnio Gonzaga
b) Cludio M. da Costa
c) Santa Rita Duro
d) Manuel Botelho de Oliveira
e) Basilio da Gama
348- (VUNESP)
'Quem v girara serpe dairm no casto seio, 1 Pas ma, e de ira e temorao mesmo tempo cheio! Resolve,
espera, teme, vacila, gela e cora, Consultaoseu amor
e o seu dever ignora. IVoa afrapadaseta da mo, que
no se engana;! Mas ai, que ia no vives, o misel indiana!"
Nesses versos de Silva Alvarenga, poeia rca e ilustrado, faz-se aluso ao episdio de uma ob em que a herona morre- Assinale a aliernaii' correia em que se mencionam o nome da her [ (1), o titulo da obra (2) e o nome da autor (Z
a) (1) Moema; (2) Caramurg (3) Santa Rita Dur
b) (1) Marab; (2) Mara b; (3) Gonalves Dias
c) (1) Lindo (2) OUraguai; (3) Basilio da Gam
d) (1) Iracema; (2) fraterna; (3) Jos de Alencar
e) (1) Manha: (2) Man de Q'rcetr (3) Toms
Gonzaga
349- (UFMC)
"Apenas, Doroteu, o nosso chefe
As rdeas manejou do seu govemo,
Fingir nos intentou que tinha uma alma
Amante da virtude. Assim toi Nero-"
O trecho acima pertence a:
a) Obras, de Cludio M. da Cosia
b) Man de Dirceu, de Toms A. Gonzaga
c) Canas chilenas, de Toms A. Gonzaga
d) Poesias satnicas, de Gregrio de Matos
e) O lirauai, de Basilio da Gama
350. (UnS-DE) Marque a opo que identifica anti obra e escola a que pertence o seguinie trecho
"Inda conserva o plido semblante Um no sei qu de magoado e triste, Que os coraes mais duros enternece. Tanto era bela no seu rosto a monteI"
a) Gonalves Dias! 1-Juca P mal Romantismo
b) Castro Alvesl Vozes d'Afnica!Romanlismo
c) Santa Rita Duro! CaramurulArcadismo
d) Basilio da Gama! OUraguai!Arcadismo
e) n.d.a.
351. (UFS)
"Que diversas que so, Manha, as horas Que passo na masmorra imunda, e ieia, Dessas horas felizes j passadas Na tua ptria aldeia!"
Esses versos de Ma de Dirceu caracteriza
a) a primeira parta da obra, o namoro.
b) a felicidade da tutura fami!ia.
c) a segunda parte da obra, a cadeia.
d) o sonho de reazar a Incontidncia.
e) o sonho de um iuiuro feliz ao lado da amada
i72 - Portugus
352. (ESAN-SP) Assinale a alternativa correta
quanto a autores e obras neoclssicas ou
a rc  d loas:
a) Vi/a fUsa (1839), poema pico que trata da des coberta do ouro em Minas Gerais e a tundao de Vila Rica.
Autoria: Cludio Manuel da Gosta.
b) Minha bela Manha, tudo passa:
A sorte deste mundo  mal segura:
Se vem depois dos males a ventura.
Vem depois dos prazeres a desgraa.'
Fragmento de Mar de Oirceu (1792).
Autoria: Toms Antnio Gonzaga.
o) Frei Santa Rita Duro, a exemplo de Os Lusadas, de Games, compe Cara mvru(1781). em dez can tos, em oitava rima, observando as unidades tradici onais: proposio, invocao, dedicatria, narrativa e eplogo.
d) OUraguai(17G9)  poema pico escrito por Ba silio da Gama. Rompe o modelo carnoniano, pois est dividido em cinco cantos, com estrotao livre e versos brancos.
e) Todas so corretas.
353. (CESGRANRIO) O prprio Romantismo produziu uma literatura em desacordo com certas tnicas do movimento. Por meio da ironia, autores ro mnticos revelam irreverncia muitas vezes feroz.
Assinale a opo em que o autor se mantm dentro dos preceitos mais conhecidos da escola romntica, tais como a glorificao do ideal e do sublime e o desapego ao mundo material.
a) "Dos prazeres do amor as pnimctas,! De meu pai entre os braos gozei: / E de amor as extremas deli cias / Deu-me um tilho, que dele gerei." (Bernardo Guimares)
b) "Gomo dormial Que profundo sono JTinha na mo o ferro do engomado.., / Gomo roncava mavio sae pura!.,. / Quase ca na rua desmaiadot" (Altares de Azevedo)
o) "(Damas da nobreza:) / - No precisa aprend/ Quem tem pretos p'herd / E escrivo p'escrev: / Basta t / Burra d'ouro e cas." (Sousnd nade) d) "Porque Deus ps em meu peito/Um tesouro de harmonia:! Deu-me a sina de seus anios, / Deu-me o dom da poesia," (Junqueira Freire)
e) "Nem hde neg-lo -no h doce lira! Nem san gue de poeta ou alma virgem / Que valha o talism que no oiro vibral" (Alvares de Azevedo)
Linguagens, CdIgos e suas Tecnologias
354, (F. CARLOS CHAGAS-BA "Nem cinco sis eram passados que de vs nos partramos, quando a mais temerosa desdita pesou sobre ns. Por uma bela noite dos idos de maio do ano transiato, per damos a mutraquit; que outrem gratara muraquit, e alguns doutos, ciosos de etimo logias esdrxulas, ortografam muyrakitan e at mesmo muraquit, no sorriais!"
Nesse fragmento da "Carta pras Icamiabas", em Macunafina, de Mrio de Andrade, encontramos:
a) uma pardia do estilo clssico lusitano.
b) um elogio  eloqncia dos parnasianos. o) avalorizao da linguagem utilizada pela esttica do sculo XVIII.
d) uma apologia do estilo pretensioso e da oratria vazia de contedo,
e) umastira aos romances indianistas do sculo XIX.
355. (UMC-SP)O culto do contraste, pessimismo, acumulao de elementos, niilismo temtico, tendocta para a descrio e preferncia pelos aspectos cruis, dolorosos, sangrentos e repug nantes, so caractersticas do:
356. (FUVEST)
e) Romantismo
"Nasce o Sol, e no dura mais que um dia, Depois da luz, se segue a noite escura, Em tristes sombras morre atormosura, Em contnuas tristezas a alegria."
tia estrofe acima, de um soneto de Gregrio de Matos Guerra, a principal caracterstica do Barroco :
a) o culto da Natureza
b) a utilizao de rimas alternadas
c) a forte presena de antteses
d) oculto do amor corts
e) o uso de aliteraes
357. (FUVEST)
'J da morte o palor me cobre o rosto, Nos lbios meus o atento destaleoe,
Surda agonia o corao fenece,
E devora meu ser mortal desgostoI"
a) Barroco
b) Realismo o) Rococ
d) Naturalismo
Portugus- 173
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
Nesse fragmento, pertencente a um poema de Alvares de Azevedo, notam-se as caractersticas de qual ten dncia romntica?
a) Mat-do-scu!o
b) Bucotismo
c) Poesia condoreira
358. (UFPE)A respeito de 1-Juca Pirama", o belo poema de Conatves Otas, podemos afirmar:
a) Trata-se de um poema lrico, em que no se perce bem momentos de intensa dramaticidade. ti) No h multiplicidade de ritmos e metros, caracterizando sua monotonia format.
c) Trata-se de um poema tntensamente autobiogrtico. ) Desenvolve o forte amor platnico de Lindia. e) Trata-se de um poemeto pico, em que o india nismo  exaltado.
359. (VUNESP)
l?
ali!
sabi.. -
pap...
man,.,
sof.. -
sinh...
c?
bahl"
O poema acima, do poeta contemporneo Jos Paulo Paes, alude parodisticamente ao poema:
a) Voz do poeta, de Fagundes Varela
b) As pombas, de Raimundo Correia
c) Circulo vicioso, de Machado de Assis
d) Cano do exlio, de Qonatves Dias
e) Meus oito anos, de Casimiro de Abreu 360. (UCP-PR) O desejo de morrer e a sentimentalidade doentia so caractersticas da poesia do autor de Lira dos vinte anos. Tra ta-se de:
361. (P
) Casimiro de Abreu e) Alvares de 4zevedo
"Era a virgem do mar! na escuma Iria
Pela mar das guas embatadal
Era um anjo entre nuvens d'alvorada
Que em sonhos se banhava e se esquecia!"
362. (UFPA) Os poemas de lvares de Azevei desenvolvem atmosferas variadas que vo do 1 rismo mais ingnuo ao erotismo, com toques Ironia, tristeza, zombaria, sensualidade, tdio humor- Essas caractersticas demonstram:
a) a carga de brasilidade do seu autor.
b) a preocupao do autorcom osdestinos deseu pa
c) os aspectos neoclsscos que ainda persistem n
versos desse autor.
d) o ultra-romantismo, marcante nesse autor.
e) o aspecto social de seus versos.
363. (FIUBE-MO) Na poesia lrico-amorosa de Ca tro Alves, observa-se:
a) uma posio platnica em relao ao amor, soL o qual versifica em linguagem racional e contida. b) a idealizao da mulher, cantada constantemer como obleto inacessvel ao poeta.
c) a preocupao de ocultar, por meio do excesso figuras de linguagem, os mais recnditos desej do poeta.
d) uma renovao em relao  de seus antecesson pela expresso ousada dos impulsos erticos. e) a mesma timidez revelada nos devaneios liric dos poetas da gerao byroniana.
364. (ITA-SP)
'A moaagitou ento afronte com uma vibrao alti'
- Mas o senhor no me abandonou pelo amor Adelaide e sim pelo seu dote, um mesquinho dote trinta contosl [ Desprezasse-me embora, mas descesse da altura em que o havia colocado denl da minha alma. Eu tinha um dolo; o senhor abate ode seu pedestal, e atirou-o no p. Essa degrada do homem a quem eu adorava, eis o seu crime,'
O excedo acima  do romance - - -, cujas persor gens principais so - -- e - -
a) Memrias de umsargento de milciasi Lusr e Leonardo
ti) A escrava Isaura e lvaro c) Senhora /Aurlia e Fernando d) A Moreninha /Carolina e Augusto e) Mem rias pstumas de BrsCubas narrador (Brs Cubas)
A estrofe demonstra que a mulher aparece Ir qentemente na poesia de Alvares de Azevei como figura:
d) Nacionalismo	a) sensual	d) natural
e) Indianismo	b) concreta	e) inacessvel
c) prxima
a) Gonalves Dias ti) Castro Alves c) Gonalves de Magalhes
174 - Portugus
365. (FEI'SP)
"Astuao de... relativamente Literatura Brasileira lem braa de Gil na Literatura Portuguesa: seu teatro parece to espontneo quanto o do dramaturgo gui nhentista. 4 pea Juiz de paz na roa pode serconsi dotada, por isso, o nosso Moodi opa rio vaqoelro' fio lraqnaenf o acima, o critico Massanil Moiss camelita o grande expoente do teatro tomnti co brasileiro, que :
a) Gorrafves Dias
b) Gonalves de Magafhes c) Marfins Pena
366. (CEETEPS-SP) leia, com ateno, os trechos seguintes, que caracterizam as diferentes preocupaes temticas de Jas de Atencar:
1) Procuralocalizar a corte; retrata a vida burguesa da poca, utilizando histrias de amor como assunto das narrativas.
II) Foi umadas solues encontradas peloescritorbra sileiro para repedraqui a proposta europia de voltaao passadaAdc4tizaoindigenarepresentouileratiamente
o aspecto mais autntico de nossa nacionalidade. I Pretende trazer  tona figuras histricas ou at figuras lendrias, situando-as em seu tempo e mo mento reais,
IV) Retrata diferentes partes do pais, localizando seus
hbitos, costumes, linguagem e tradies; sempre em oposio aos valores urbanos da corte,
Tais caractersticas referem-se, respectivamen te, aos romances:
a) histricos, indianistas, urbanos e regionalistas. b) regionalistas, histdricos, indianistas e urbanos. c indianistas, histricos, regionalistas e urbanos. d) cirbanos, indianistas. regionalistas e histricos, e) urbanos, indianistas, histricos e regionalistas.
36T. (UESCar-SP} Na obra narrativa de Jos de Mencar, nota-se:
a) que suas personagens so marcadas porprofun da estrutura psicolgica.
b) um anseio de evaso no tempo e no espao ani mado por acentuado egotismo.
c) um grande menosprezo pefo colonizador branco e pela nobreza portuguesa.
d) menos preciso e nienorparticipao emotiva no ato de escrever.
e) um total desligamento entre a realidade humana e
a paisagem, que aparece apenas como cenrio,
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
369. (CEETEPS-SP) Jos de Alencar faz criticas s relaes humanas na sociedade carioca da sua poca, preocupada apenas cern a ostenta o e o stalus que s o dinheiro confere. Em trs romances, o autor retrata perfis de mulheres que, embora se defrontem com os homens, em plano de igualdade, so, no final, redimidas ou domi nadas pelo amor- Trata-se de:
a) A escrava Isaura, lracerna, D. Cuidinha doPoo
b) laiA Garcia, Viuvinha, Inocncia
c) Diva, Ludo Senhora
d) Luzia-Homem, A Mar As asas de umanjo
e) A pata da gazela, Sonhos d'ouro, Leonor de
Mendona
369. (UFPA) Marque a nica alternativa certa a respeito de Bonalves Dias e de Martins Pena.
a) Escreveram peas de teatro rigorosamente de acor do com as leis do teatro clssico.
b) Deixaram-nos excelentes poemas lricos.
c) Escreveram peas teatrais em que se constata in Iluncia do Romantismo,
d) Tiveram seus dramas histricos representados, na poca, com grande sucesso,
e) Evitaram em suas peas de teatro o uso de lin guagem simples e direta.
370. (UFPB) Qual das informaes sobre Jos de Alencar correta?
a) Alencar inaugurou a fico brasileira com a pu blicao de sua obra Cinco minutos.
b) Afencar foi um romancista que soube conciliar um romantismo exacerbado com certas reminis cncias do Arcadismo, manifestadas, principalmen te, na linguagem clssica.
c) Alencar, apesar de todo o idealismo romntico, conseguiu, nas obras Ludo e Senhora, captar e denunciar certos aspectos profundos, recalcados, da realidade social e individual, em que podemos detectar um pr-realismo ainda inseguro.
d) A obra de Alencar, objetivando atingir a Histria do Brasil e a sntese de suas origens, volta-se exclusiva- mente para assuntos indgenas e regionalistas, sem incurses pelo mmance urbano.
e) O indianismo de Jos de Alencar baseou-se em dados reais e pesquisa antropofgica, apresentan do, por isso, uma imagem do ndio brasileiro sem formao ou idealismo,
Portugus - 175
d) Dias Gomes e) ArturAzevedo
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
371. (PUC-RS) A vida carioca na poca de...  ie tratada com vivacidade, de maneira intencional mente..., numa linguagem...,em Memrias de c sargentvdenolifdas, de Manuel Ajitnio de Almeida.
a) Mem de S/ histrica/desalinhada
b) Duarte Coelho / biogrtica/ retrica
e) O. Maria 1/tolhetinesca/pedante
d) D.Joo VI/humorstica/simples
e) O. Pedro 1/sentimental/popular
372. (FUVEST)
"O primeiro cearense, ainda no bero, emigrava da terra da ptria. Havia ai a predestinao de uma raa7' Eis ai uma reflexo sob a torma de pergunta que o autor,,.., faz a si mesmo - com toda proprie dade, e por motivos que podemos interpretar como pessoais-, ao finalizar o romance...
Assinale a alternativa que completa os espaos.
a) Jos Lins do nego / Menino de engenho
b) Jos de Alencar / lracerna
c) Graciliano Ramos / Sao Bernardo
d) Aluisio Azevedo / Omulato
e) Graciliano Ramos / Vidas secas
373. (FUVEST) Sobre o romance indianista de Jos de Alencar, pode-se atimiar que:
a) analisa as reaes psicolgicas da personagem como um eteito das indluncias sociais.
b)  um composto resultante de tormas originais do conto.
o) dtorma ao heri amalgamando-a vidadanatureza. d) representa contestao politica ao dominio por tugus.
e) mantm-se preso aos modelos legados pelos clssicos.
374. (FVVEST)
1) Autor que levava no palco a sociedade portuguesa da primeira metade do sculo XVI, vivenciando, na expresso de Antnio Jos Saraiva, o reflexo da crise.
II) Atuou na linha do teatro de costumes, associou o burlesco e o cmico em dramas e comdias ao retratar tiagrantes da vida brasileira.
Os enunciados referem-se, respectivamenle, aos teatrlogo&
a) Camilo Castelo Branco e Jos deAlencar
b) Machado de Assis e Miguel Torga c) Gil Vicente e Nlson Rodrigues d) Gil Vicente e Martins Pena e) Camilo Castelo Branco e Nlson Rodnigues
l Portugus
375. (UME-SP) "Alencar retrata a sociedade cano cada poca, o Rio do I Reinado, apontando ai guns aspectos negativos da vida urbana e do costumes burgueses. Seus romances giram en torno de intrigas de amor, desigualdades econ micas, mas tudo com tinal teliz, em que o amo sempre vence."
Assinale a alternativa que condiz com a afirma o acima:
a) romance histrico - Minas de prata
b) romance urhano -
Til
o) romanoe regional - Cinco minutos
d) romance histrico - O tronco do ip e) romance urbano - Senhora
376. (FIJVEST)
"Era este um homem em propores infinitesimais baixinho, maglnho, de caninhaestreitae chupada, excessivamente calvo; usava culos, tinha preten ses de latinisla, e dava bolos nos discpulos pardo c aquela palha. O barbeiro entrou acompanhadc pelo afilhado, que ficou um pouco escabriado  visto do aspecto da escola, que nuncatinha imaginado:
(Manuel Antnio de Almeida, Merndrias de um Sargento de Mil/cias)
Observando-se, nesse trecho, os elementoe descritivos, o vocabulrio e, especialmente, lgica da exposio, verifica-se que a posio dc narrador diante dos fatos narrados caracteriza se pela atitude:
a) critica, em que os costumes so analisados e sub metidos a ulganiento.
b) lirico-satirica, apontando para um uizo mora pressuposto.
o) cmico-irnica, com absteno de juzo mora delinitivo.
d) analitica, em que o narrador onisciente prioriz seu atastamento do narrado.
e) imitativa ou de identificao, que suprime a dis tncia entre o narrador e o narrado.
377. (UCSAL-BA) "O pior  que era coxa. Uns olho to lcidos, uma boca to fresca, uma composlur to senhoril; e coxal Esse contraste faria suspeito que a natureza  s vezes um imenso escrnio. Pc que bonita, se coxa? Por que coxa, se bonita? Tal er a pergunta que eu vinha fazendo a mim mesmo a
voltar para casa, de noite, sem atinar com a soluo do enigma.'
Assinale a alternativa cujas propostas, preenchendo as lacunas da frase seguinte, com pletariam uma anlise adequada do texto apre sentado iniciatmente.
No exoerto transcrito, o oarrador, que  o protagonista da loistria, questiona-se por que se sente dividido: ele percebe o mundo de um onda..., mas aspiraria a que ele tosse organiza do de acordo com princpios... -
a) romntico 1 modernos	d) moderno! realistas
b) realista! modernos	e) romntico / realistas
e) reatstaf romnticos
fFUVEST) As questes 378 e 379 referem-se ao seguinte texto.
'Este ltimo capitulo  todo de negativas. No al cancei a celebridade do emplasto, no fui minis tro, no tui cailta, no conheci o casamento. Ver dade  que, ao lado dessas faltas, coube-me a boa tortuna de no comprar o po como suor do meu rosto. Mais; no padeci a morte de'Dr Picida, nem asemidemncia do Quincas Barba, Somada umas coisas e outras, qualquer pessoa imaginaria que no houve mingua nem sobra, e conse guintemente que sai quite com a vida- E imaginar mal; porque, ao chegara este outro lado do mis trio, achei-me com um pequeno saldo, que  a derradeira negativa deste captulo de negativas:
No tive filhos, no transmiti a nenhuma criatura o legado de nossa misria,"
378. Trata-se do trecloo final de Memrias psfoa mas de Brs Cubas, de Machado de Assis. Levan do Isso em considerao, examine a expresso "ao chegar a este outro lado do mistrio". Com ela, o narrador:
a) refere-se ao mistrio da semidemncia do Quincas Borba, cuja causa nunca pde compreender.
b) alude ao tato de no ter conseguido tornar-se mi nistro, embora tivesse condies para tanto.
t) alude ao prprio passado, pois s agora percebe como a sua vida foi intil e negativa.
d) retere-se ao mistrio da marte, pelo qual ele j passou.
e) refere-se ao mistrio do casamento e da paterni dade, que ele no conheceu.
Linguagens. Cdigos e suas Tecnologias
379. O texto evidencia, com clareza, pelo menos uma das caractersticas principais de Machado deAssis
a) o pessimismo ingnuo dos escritores realistas e naturabstas do sculo XIX.
b) a linguagem rebuscada, de tal modo ambgua, que quase prejudica a compreenso do sentido, c) um pessimismo irnico, distarado sob a apa rncia de contormidade inditerente.
d) o gosto pela frase lapidar, carregada de expres ses inusitadas.
e) a capacidade de sintetizar, em apenas um par- grato, todo o enredo do romance,
380. (ITA-SP) "Tinha-me lembrado a detinio que Jos Dias dera dela, 'olho de cigana oblqua e dissimulada'. Eu no satia o que era obtiqua, mas dissimulada sabia, e queria verse se podiam cha mar assim.
(...) deixou-se titar e examinar. S me perguntara o que era, se nunca os vira; eu nada achei extraordi nrio; a cor e a doura eram minhas conhecidas. A demora da contemplao creio que lhe deu outra idia do meu intento; imaginou que era um pretexto para mir-los mais de perto, com os meus olhos iongos, constantes, entiados neies
o excerto acima taz parte do romance..., cuja personagem feminina ...
a) Memrias pstumas de OrAs Cubas!Virgtia b) Dona Flor e seus dois maridos! Dona Flor c)L
d) Ocort!o! Rita Baiana e) n/?ora / Aurtia
381. (tJSF'SP) Machado de Assis, na sua obra de tico narrativa:
a) comeou romntico e corno tal se manteve na idealizao com que descreve as personagens de suas obras.
b) condenou o romantismo e introduziu no Brasil o realismo, que s trocou pelo naturalismo.
c) invesligou com profundidade o homem univer sal, nas personagens cotidianas, indo alm da critica  sociedade.
d) centrou suas criticas na sociedade de sua poca, por isso est hoje ultrapassado: o homem moderno no pode ver-se em suas personagens.
e) norteou-se pelos princpios do naturalismo, res saltando sempre os fatores biolgicos do com portamento humano.
Portioguas 171
Linguagens. Cdigos e suas Tecnologias
382. (UFSCAR-SP) O que sobressai na atividade criadora de Machado de Assis :
a) a minuciosa busca de solues aperfeioadoras, o que s se conseguiu aps inmeros e continuados exercidos,
b) a grande capacidade de inspirao, uma vez que a quantidade de romances que escreveu foi facilitada pela improvisao.
c) o equilibrio entre o improvisador. o inspirado e o artisla, que  demonstrado pelas obras de valor de sigual, que ocorrem no decorrer de sua produo literria.
d) a sinceridade com que manifesta, por linguagem desprovida de mettoras em cada romance que es creveu, as vrias fases de sua biogralia.
e) ter iniciado a carreira escrevendo romances rea listas, convertendo-se, maistarde, ao Naluralismo.
383. (AEEA-GO)
"Algum tempo hesitei se deviaabrirestas memrias pelo principio ou pelo fim, islo , se poria em pri meiro lugar o meu nascimento ou a minha morte, Suposto o uso vulgar seja comear pelo nascimen to, adotei diterenle mtodo: a primeira que eu no sou propriamente um autor defunto, mas um de- Junto autor, para quem a campa foi outro bero; a segunda  que o escrito ficaria assim mais galante e mais novo,"
O autor desse trecho :
c)JosdeA
384. (UME-SP) Sobre o romance Mem rias ps mas de ms Co no  correto afirmar que:
a)  uma obra inovadora no processo narrativo, que introduz o Realismo no Brasil.
b) Brs Cubas atua como defunto-narrador, capaz de alterar a seqncia do tempo cronolgico. c) o memorialismo exacerbado acaba por conferir  obra um carter de crnica.
d) constitui um romance de critica ao Romantismo, deixando entrever muitaironiaem vrios momentos da narrativa,
e) revela critica intensa aos valores da sociedade e ao prprio pblico leitor da poca.
178 Portugus
385. (IJCP-PR) Capitu  uma das mais ben construidas personagens da literatura brasilei ra. Quem a criou e em que obra?
a) Machado de Assis, Dom Casmurro b) Jos de Alencar, Oguarani
c) Machado de Assis, Qalieoista d) Jos de .4lencar, Til
e) Jos de Alencar, Senhora
386. (UME-SP) Assinale a alternativa correta so bre o romance O Ateneu, de Raul Pompia. a) O romance se realiza pelo processo memorialist; do narrador, permeado por uma profunda visc critica.
b) Trata-se de uma crnica de saudades, em que narrador revela, a cada instante, vontade de voltar.
c) OAteneu representa uma apologiaaos colgiot internos como forma ideal para a formao do ado lescente.
d) Apesar datentativa de atingirum estilo realista,; obra mantm uma estrutura romntica aos molder de Jos de Atencar.
e) Todas as personagens do romance buscam iden tificar-se como diretor do Ateneu.
387. (FUVEST) "E naquela terra encharcada e fume gante, naquela umidade quente e lodosa, comeou minhooar, ali mesmo, daquele lameiro, a multiplicai se como larvas no esterco."
O fragmento d'o Cortio, romance de Alusio Aze vedo, apresenta uma caracterstica tundamen tal do Naturalismo. Qual?
a) Uma compreenso psicolgica do Homem.
b) Uma compreenso biolgica do Mundo.
c) Uma concepo idealista do Universo,
d) Uma concepo religiosa da Vida.
e) Uma viso sentimental da Natureza.
388. (UFRGS-RS) Assinale a alternativa em que est incorreta a relao autor-obra--personagem. a) Manuel Antnio de Almeida - Memrias de ti sargento de milcias - leonardo
b) Joaquim Manuel de Macedo - A Moreninha Carolina
c) Raul Pompia - OAteneu-Car d) Jos de Alencar- O Guarani e)Aluisio Azevedo - OCodio-Joo Romo
a) Machado de Assis b) Oswald de Andrade
d) Rachei de Queiroz e) n.d,a,
389. (UFPA) A ao do determinismo do meio por meio da figura de Amncio, estudante interiorano que entra em contato com a cidade do Rio de Janeiro, totakaente deseducado para tal, nos  contada no seguinte romance de Alusio Azevedo:
e) Casa de Penso
390. (PUC-RS) O Ateneu, de Raul Pompla, praticamente no tem enredo; compe-se de uma tessitura em que se acumulam situaes, experincias, reflexos de caracteres e intenes selecionados e comunicados do ponto de vista subjetivo do narrador-personagem. Essas carac tersticas permitem vincular a obra ao:
d) Impressionismo e) Modernismo
391. (UFRGS-RS)No romance O cortio, deAluisio Azevedo, a sintonia com os ideais naturalistas  acentuada pela seguinte caracterstica bsica da histria.
a) O personagem sobrepe-se ao ambiente.
b) O coletivo sobrepe-se ao individual,
c) O psicolgico sobrepe-se ao social.
d) O trabalho scbrepe-se ao capital.
e) A fora sobrepe-se  razo.
392. (UERCS) 'No tive filhos, no transmiti a nenhu ma criatura o legado de nossa misria"
O texto acima :
a) o final do testamento de Ouincas Borba, que faz de Rubio seu herdeiro, sob a condio de que cuide de seu cachorro.
b) um comentrio de Benlinho, o protagonista de Com Casmurro, cujo temperamento azedo e me lanclico lhe valeu o apelido.
e) a concluso pessimista do Dr. Bacamarte, ao final do cento QAlienista, aps dedicar suavida ao estu do da "patologia cerebral"
d) o desabafo do 'defunto-autor" das Memrias Pstumas de Brs Cubas, ao tinat da narraliva.
e) areflexo do Conselheiro Aires ao encerrara nar rativa do drama de Flora, em Esa e Jac.
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
393. (UFMU) "A concretizao do abstrato  uma tcnica da ironia machadiana." Todas as alter nativas exemplificam essa afirmao, exceto:
a) "A alma de Rubio bracejava debaixo desse agua ceiro de palavras; mas, estava num beco sem saida por um lado nem por outro. Tudo muralhas. Nenhu ma porta aberta, nenhum corredor, e a chuva a cair." b) "V desapontamento. Misturem-lhe o pesar da separao, no esqueam a clera que o primeiro trovejou surdamenle, e nem taltar quem ache que a alma deste homem  uma colcha de retalhos. Pode ser; moralmente as colchas inteirias so to raras!" c) "No esquea dizer que Rubio tomou a si dizer uma missa por alma do finado, embora soubesse ou pressentisse que ele no era catlico. Ouincas Borba no dizia pulhices a respeito de padres, nem desconceituava doutrinas catlicas; mas no falava nem da Igreja, nem dos padres."
d) "A outra que ri  a alma de Rubio, escutai a can tiga alegre, brilhante, com que ela desce o morro, dizendo as cousas mais intimas s estrelas, espcie de rapsdia teita por uma linguagem que ningum nunca alfabetou, por ser impossvel achar um sinal que lhe exprima os vocbulos,"
e) "Tdio por dentro e por fora, Nada em que espairasse a vista e descansasse a alma, Sofia meteu a almaem um caixo de cedro, encerrou o cedro no caixo de chumbo do dia, e deixou-se estar sincera- mente defunta,"
394. (VIJNESP) O trecho abaixo pertence a cle bre romance de Machado de Assis.
"Rubio, logo que chegou a Barbacena e comeou
a subir a rujaque ora se chama de Tiradentes, excla mou parando:
- Ao vencedor, as batatas! Tinha-asesquecido de todo, afdrmulae aalegoria, De repente, como se as slabas houvessem ficado no ar, intactas, aguardando algum que as pudesse entender, uniu-as, recomps afrmula, e proferiu-a com a mesma nfase daquele dia em que a tomou por lei da vida e da verdade, No se lembrava intei ramente da alegoria; mas a palavra deu-lhe o sentido vago da luta e da vitria,"
Conto se pde ler, o personagem do romance exprime uma frmula, mas no se lembra da alegoria com que tal frmula se relaciona. Por sua vez, ambas, frmula e alegoria, articulam se com um "sistema filosfico" de aotoria de
a) OMulato
b) Uma Lgrima de Mulher
d) O'Coruja
e) OCo
a) Romantismo
b) Realismo
e) Naturalismo
Portugus - 179
Linguagens, Cdigos a suas Tecnologias
outro personagem machadiaflo, exposto, o sis tema, pela primeira vez noutro romance.
Considere:
1)0 romance em que est o trecho acima transcrito. II) 0 romance em que a frmula e sua alegoria esto claramente expressas.
I Osistemafilosfico ilustradocom a alegoriaesin tetizado na frmula,
IV) O personagem-autor desse sistema filosfico. V) O romance em que o personagem-autor exprimiu pela primeira vez esse sistema.
Assinale, a seguir, a correlao correta:
a) 1) Ouiocas Borda I Ou Borda; III) O Humanitisma; IV) Quincas Borba; V) MemriasPs rumas de Brs Cobas,
b) 1) MemriasPstumasdeBrsCubas: I Ou/ocas Borba; 111)0 Humanifsmo; IV) Ouincas Borba; Dom Casmurro.
c) 1) Dom Casmurro; li) Memrias Pstumas de BrsCubas; 111)0 1-tunlanitismo; IV) Ouincas Borba; V) Dom Casmurro.
d) 1) OuincasBorba; II) MemriasPstumasdeflrs Cubas; 111)0 Humanitismo; IV) Quincas Sonha; V) Memrias Pstorrrs de Brs Cobas,
e) 1) Ou/ocas Borba; II) Dom Casmurro; II 0 Humanitismo; IV) Rubio; V) OuiocasBorba,
(FGV-SP) Com base no texto, responda s ques tes 395 a 397.
Era necessrio, para dourar a famlia, buscar outra origem, que no cheirasse  tanoaria e apenas s patacas, Dai o duplo expediente do pai de Brs Cu bas para fugir ao fabricante de subas. Primeiro, deslocou a origem dos Cubas para o licenciado Luis Cubas, que 'primou no Estado e foi um dos amigos particulares do vice-rei Conde da Cunha'; segundo, atribuiu o apelido Cubas a uma jornada da Africa, onde um cavaleiro teria arrebatado trezentas cubas aos mouros-" (Raymundo Faoro, Machado de ,Assis: a pirmide e o trapzio)
395. Depreende-se do texto que:
a) o pai de Brs Cubas no gostava de apelidos, pre ferindo os nomes prprios.
b) o duplo expediente dificultava a fuga do pai de Brs Cubas das patacas e dos tonis.
c) o pai de Brs Cubas transportou afamilia para a Africa, a fim de enobrec-la,
d) a famlia de Cubas procurava esconder suas razer na burocracia do Estado e na Atrica.
e) o pai de Brs Cubas usou de artifcios para valo rizar socialmente sua famlia.
396. O texto associa:
a) pataca vulgaridade e cavalaria distino.
b) pataca a apelido e cavalaria a nome de famlia.
c) burocracia a expediente e pataca a prestigio.
d) mouros  vulgaridade e pataca  distino.
e) parentesco no Estado  desambio por patacas
397. (FGV-SP) No texto, o termo tanoaria refere-si s atividades:
a) de ourives, exercidas pelo pai de Brs Cubas,
b) dos mouros,
c) do licenciado Luis Cubas, no Estado.
d) de fabricantes de barris.
e) dos fabricantes de patacas na frica.
398. (FUVESfl A narrao dos acontecimento:
com que o leitor se defronta no romance Doa Casmurro, de Machado de Assis, se faz em pr meira pessoa, portanto, do ponta de vista da per sonagem Bentinho. Seria, pois, correto dizer qur ela se apresenta:
a) fiel aos fatos e perfeitamente adequada  realidade b) viciada pela perspectiva unilateral assumida pel narrador.
c) perturbada pela interternoia de Capitu, que acab por guiar o narrador.
d) isenta de quaisquer formas de interferncia poi visa verdade.
e) indecisa entre o relato dos latos e a impossibili dade de orden-los.
399. (FIJVEST} Assinalar a alternativa qu transcreve a passagem do romance Quinta Borba, de Machado de Assis:
a) "Era o Quincas Borba, o gracioso menino de ou tro tempo, o meu companheiro de colgio, to intt ligente e abastado, Quincas Borbal'
b) "Saberia Rubio que o nosso Quincas Borbas trz aia aquele grozinho de sandice, que um mdio sups achar-lhe? Seguramente, no; tinha-o pc homem esquisito."
o) "Era tarde para mandar o camarote a Esoobar;'sa mas voltei no fim do primeiro ato. Encontrei Escob;  porta do corredor."
1
180 - Poituguis
d) "Sim, alamparinha ia moriendo, masainda podia dar luz ao regresso de Paulo, Quando Flora o viu entrar e ajoelhar-se outra vez, ao p do irmo, e ambos dividirem entre si as mos dela, mansos e cordalos, licou longamente atnita,"
e) "Tristo e Fidlia desceram hoje e Aguiar os foi buscar  Prainha. Dali vieram almoar ao Flamengo, onde D, Carmo esperava os recm-casados e os abraou cheia de corao,"
400. (IIERJ) No ltimo captulo de Dom Casmurro, diz o narrador do romance ao seu leitor
se te lembras bem da Capitu menina, hs de reco nhecer que uma estava dentro da outra, como a fruta dentro da casca,"
Das frases acerca da Capitu menina, expressas a seguir, assinale a alternativa que, de acordo com o ponto de vista do narrador, poderia servir para confirmar a afirmao citada.
a) 'Calava sapatos de duraque, rasos e velhos, a que eia mesma dera alguns pontos,"
b) "Capitu chamava-me s vezes bonito, moceto, uma flor; outras pegava-me nas mos para contar- me os dedos,"
o) "Capi foi ao muro, e, com o prego, disfara- damente, apagou os nossos nomts escritos."
d) "Lia os nossos romances, folfieava os nossos li- voos de gravuras, querendo saber das runas, das pessoas, das campanhas, o nome, a histria, o lugar."
401. (FUVEST) Assinalar a afiitnao correta ares- peito de O Ateneu, romance de Raul Pon,pia.
a) Romance de formao que avalia a experincia colegial, por meio de Srgio, alter-ego do autor,
b) Romance romntico que explora as relaes pes soais de adolescentes no colgio, acenando para o homossexualismo latente.
e) Romance natirali rebata a tirania do diretor do colgio e o matemalismo de sua mulher para com os alunos,
d) Romance realista que apresenta um padro de excelncia da escola brasileira do final do imprio, e) Romance da escola do Brasil no final do imprio, cuja falncia vem assinalada pelo incndio do pr dio, no final da narrativa.
402. (IJNIP-SP) Analise o seguinte fragmento e responda:
"A primeira que se ps a lavar foi a Leandra, por alcunha a Machona, portuguesa feroz,
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
berradora, pulsos cabeludas e grossos,,," (Afu sio Azevedo)
Descrio de personagens pela acentuao de caracteres biolgicos e raciais  caracterstica do:
a) Romantismo
b) Realismo
c) Modernismo
403. (FEl-SP) Escolha a alternativa que preen cha corretamente, na ordem apresentada, as lacunas da frase seguinte.
"O Simbolismo se ope ao ,,, aproximando-se do no que diz respeito  presena do subjetivismo e da emoo, segundo se observa, por exemplo, em c lebre ,.,, autorde Broquis.
a) (1) Realismo! (2) Romantismo /(3) Cruz e Sousa b)(1)Naturalismo!(2)Modemismo/(3)Gonalves Dias c) (1) Arcadismo! (2) Romantismo! (3) Castro Alves d) (1) Romantismo! (2) Barroco /(3) Manuel Ban deira
e) (1) Naturalismo!(2) Modernismo/(3) Olavo Bilac
404. (FEMP-PA) Seus poemas sugerem um clima de mistrio, por meio de uma linguagem rica em adjetivos semanficamente vagos e impreolsos. Trata-se de..., que escreveu,., e, como poeta, est vinoulado aO... -
a) Vinicius de Moraes / Sonetos e baladas! Mo dernismo
b) tvares de Azevedo / A lira dos vinte anos! Ro mantismo
c) Cruz e Sonsa! Faris/Simbolismo
d) Olavo Bilac / O caador de esmeraldas
Parnasianismo
e) Ceclia Meireles! Vaga msica/Modernismo
405. (FUVEST)
1) 'Longe do estril turbilho da rua,
Beneditino, escreve! No aconchego
Do claustro, na pacincia e no sossego,
Trabalha, e teima, e sofre, e sua!"
li) " Formas alvas, brancas, Formas claras
De luares, de neves, de neblinas!
 Formas vagas, tinidas, cristalinas...
Incensos dos turibulos das aras,,,"
Portugus 181

d) Impressionismo e) Naturalismo
rW
Linguagens. Cdigos e suas Tecnologias
As estrofes da pgina anterior so, respecti vamente, dos poetas:
a) Manuel Bandeira e atava Bilac b) Vinicius de Moraes e Fagundas Varela
c) Olavo Bilac e Cruze Sousa d) Cruz e Sousa e Castro Atves e) Castro Alves e Alpbonsus de Guimaraens
406. (PUC-RS) A crtica constata, nas metforas simbolistas de Cruz e Sonsa, a obsesso pela cor:
d) azul e) roxa
a) branca
b) negra
c) rubra
407. {UFSCa-SPJ A nfase na seleo de voca bulrio potico, com o objetivo de transferir ao poema o mximo de correspondnc sensorial,  uma caracterstica de:
a) Romantismo, sobretudo na obra de Castro Alves. b) Barroco, principalmente em Gregrio de Matos. c) Simbolismo, representado pelas obras de Cruze Sousae Alphansus de Guimaraens.
d) Pamasianismo, representado pela obra de Alberto de Oliveira.
e) Pr-Modernismo, principalmenteem ,iorgede Lima.
408. fIIFBO) Aponte a alternativa correta. a) EmCnjzesousa,atormaguardaoapurOpamasiano. b)A poesia de Cruze Sousa 4 predominantemente oti mistae superficial.
o) Em Cruz e Sousa, encontramos poesia desleixada, sem apuro formal,
d) O Simbolismo tem seu incioem 1393, com a pu blicao de duas obras de Alphonsus de Guimaraens. e) Cruz e Sousa, devido a sua forte espiritualidade, nunca abordou a angstia sexual,
409. (PUC-SP) Cruz e Sonsa e Alphonsus de Calma meus so poetas identificados com um movimen to artstico cujas caractersticas so:
a) o jogo de contrastes, o tema datugacidade davida e fortes inverses sintticas.
b) a busca da transcendncia, a preponderncia do simbolo entre astiguras e o cultivo de um vocabulrio ligado s sensaes.
c) a espontaneidade coloquial, os temas do coti diano e o verso livre.
d) o perteccionismo formalista, a recuperao dos ideais clssicos e vocabulrio precioso.
e) o jogo dos sentimentos exacerbados, o alarga mento da subjetividade e a nfase na adjetivao.
182 -Porlugus
410. IUNIFICADO-RS)
"Nasce a manh, a luz tem cheiro.. Ei-la que assom, Pelo ar sutil... Tem cheiro a luz, a manh nasce... Oh sonora audio colorida do aroma!"
A linguagem potica, em todas as pocas, foi e simblica; o Simbolismo recebeu esse nome po levar essa tendncia ao paroxisnio.
Os versos anteriores atestam essa exubern tia, pela fuso de imagensauditivas, olfativa e visuais, constituindo rico exemplo de:
c) antitese
411. (UFMT) "Se para este poeta so essenciais o elementos da mitologia clssica e as operaes linguagem que tratam o verso como uma pea ourivesaria. paraeste outro importam as projee do esprito, as paisagens etreas e os sentimento absolutos,"
O trecho acima est se referindo, respecti
vamente, a:
a) Casimiro de Abreu e Basilio da Gama
b) Alphonsus de Guimaraens e Augusto dos Anjo
c) Olavo Bilac e Cruz e Sousa
d) Cruz e Sousa e Alphonsus de Guimaraens
412. (FEI-SP) Rejeitando os Ideais romntico! retomam a tradio clssica, deteridem o prh cplo da "arte pela arte" e supervalorzam a 1h guageni preciosa.
O texto acima retere-se a poetas:
c) simbo listas
413. (l Alpbonsus de Cuimaraens  poeta Identificado com um perodo literrio cuj caractersticas so:
a) mitologia pag e busca da natureza. b) simbologia matemticae musical, o) anlise social de grupos humanos marginali dos e valorizao do coletivo.
d) exaltao da natureza ptria e do ndio.
e) misticismo, amor e morte.
a) eufemismo b) sinestesia
d) polissndeto e) paradoxo
a) pamasi&nos
b) naturalistas
d) rcades e) modernistas
1
414. (UEMG) Augusto dos Anjos  autor de um nico livro, Eu, editado pela primeira vez em 1912. Considerando a produo literria desse poeta, pode-se dizer que:
a) mi recebidasem restries no meio literrio de sua poca, alcanando destaque na histria das formas literrias brasileiras.
b) rtvela uma militncia potitico-ideolgica que o coloca entre os principais poetas brasileiros de veio socialista.
e) moi elogiada entusiasticamente pela critica de sua poca, entretanto no representou um sucesso de pblico.
) traduz a sua subjetividade pessimista em relao ao homem e ao cosmo, por meio de um vocabulrio tcnico-cientifico.
e) anuncia o ParnasianismO, em virtude das suas irovaes tcnico-cientficas e de sua temtica psi canaltica.
415. (UNAERP) Relacione a manifestao liter ria brasileira como momento histrico, cientfi co e social correspondente:
1) Naturalismo ll)Arcadismo III Romantismo i Modernismo
A) incontidncia Mineira.
B) Importantes conquistas na cincia e na tecnologia,
favorecendo osetor industrial, aformao de Capitais e
a produo de manufaturados.
6) Vinda da familia real para o Brasil.
0) Positivismo, determinismo, dat'winismo.
a) ID- lIA -1116- 1VB d) 10-116 - l - IVB
b) IA- 116-1 - IVD e) 6- ID- I -IVA
c) 18-116- luA- IVD
416. (FAP-MS) Assinale a alternativa que eslabe lece uma pertelta correlao entre as colunas.
d) 6, 4. 5, 7, 1. 2. 3 e) 5,6,4.7.1,2,3
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
411. (VUNESP Leia os ursos que seguem:
Como quem esmigalha protozorios Meti todos os dedos mercenrios..,
Na conscincia daquela multido...
E. em vez de achara luz que os cus inflama,
Somente achei molculas de lama
E a mosca alegre da putrefao!"
Esses versos apresentam em conjunto
caractersticas rotativas a ritmo, mtrica, voca bulrio, sintaxe e figuras de tinguagem, tornan do possvel a identificao de um estilo mescla do de dois estilos artsticos diferentes. Esse es tilo foi marca inconfundvel de um autor brasilei roque os crticos em geral consideram de difcit enquadramento histrico-literrio.
Tendo em vista tais informaes, assinale a alter nattva correta-
a) O autor Machado de Assis e os estilos mesclados so Realismo e Modernismo.
b) O autorJosdeA!encardaltimafase e oseslilos mesclados so Romantismo e Realismo.
c) O autor  Augusto dos Anjos e os estilos mes clados so Simbolismo e Naturalismo.
d) O autor  Castro Alves e os estilos mesclados so Romantismo e Realismo.
e) O autor Sousndrade e os estilos mesclados so Romantismo e Modernismo.
418. (UFRGS-RS) Lima Barrete  um autor que se caracteriza por criar tipos:
a) rsticos, ligados ao campo. b) arislocratas, ligados ao campo. o) aristocratas, ligados  cidade. d) burgueses, ligados  cidade. e) populares. ligados ao subrbio.
419. (PIIC-RS) Na figura de.., Monteiro Lobato criou o simbolo do brasileiro abandonado ao seu atraso e misria pelos poderes pblicos.
a) O Cabeleira	d) Biau Nunes
b) Jeca Tatu	e) Augusto Matraga
o) Joo Miramar
420. (PUC-I1S)A obra pr-modernista de Euclides
da Cunha situa-se entre a... e a-.- -
a) Histria- Psicologia d) Arte-Filosofia
b) Geografia - Economia e) Teologia-Geologia
c) Literatura- Sociologia
Coluna 1
(11 peeta ramntica daprimeiralase
12) poeta am byroniano
l3lpoeta ram candoteim
14 Ice eta p ato asiafla
lei poeta uimbolista
l remunciata pre.modumitta !flaotorde
Caiena 2
1 )LimaBarreta
I olaoe
1 ls
1 )Fuclidendacunta
ca Magalhen I iaans de Wevedo
1 I
a) 3, 4, 6, 7, 1, 2, 5
) 6, 1. 7. 3, 5, 2. 4
cl7. 1,4.3,2, 5.6
Pontiigos- 183
linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
42q. (FAtIS-SP Criador da literatura inlantil lora sueira. Criticado por seu agnosticismo, pois era influenciado pelo evolucionismo, positivismo e materialismo de fins dc sculo passado.
d) Jo s de An eh e ta e) Jos Uns do Rego
422. (PVt-flS)
"Triste a escutar, pancada por pancada.
A sucessividade dos segundos,
Ouo em sons subterrneos, do orbe oriundos,
O choro da energia abandonada."
A crtica reconhece na poesia de Augusto dos Anjos, como exemplifica a estrofe, a torte pre seaa de uma dimenso:
d) esttica e) metafisica
423. (VUNESPj Volume contendo doze histrias tiradas do serto paulista, toi citado por Rui Bar bosa, em discurso no Senado, apontando o per sonagem Jeca Tatu como o prottipo do campo ns brasileiro.
Aponte o autor e sua obra:
a) Monteiro Lobato - tlrups
b) Lima Barreto - Cemitrio dos vivos
e) Monteiro Lobato - Cidades mortas
d) Coelho Neto - Fogo-ftuo
e) Euclides da Cunha- Contrastes a confrontos
424. (UFAIJ TrIsW fim dePolicarpo Quaresma, de Lima Barreto, :
a) um livro de memdas em que a personagem-ttu lo, por meio de um artitico narrativo, conta as atribulaes de sua vida at a hora da morte. b) a histria de um visionrio e nacionalistatantico que busca, ingenuamente, resolversozinho os ma les sociais de seu tempo.
e) uma autobiogratia em que o autor, sob a capa da personagem-ttulo, expe sua insatisfao em rela o  burocracia carioca.
d) o relato das aventuras de um nacionalista ing nuo e tantico que lidera um grupo de oposio no incio dos tempos republicanos.
e) o retrato davida e morte de um humilde burocrata, conformado, a contragosto, com a realidade social de seu tempo.
184 - Pottogus
425. (UFRGS-RSj Uma atitude comum caract za a postura literria de autores pr-moder tas, a exemplo de Lima Barreto, Graa Arar Monteiro Lobato e Euclides da Cunha. Pode ser definida como:
a) a necessidade de superar, em termos de um grama definido, as estticas romnticas e reatist b) a pretenso de dar um carter detinitivamente sileiro  nossa literatura, que jutgavam por der europeizada.
e) uma preocupao com o estudo e com a oh vago da realidade brasileira.
d) a necessidade de fazer crttca social, j que o atismo havia sido ineficaz nessa matria.
e) o aproveitamento esttico do que havia de me na herana literria brasileira, desde suas prime manifestaes.
426. (GSEC-SP)
Obra pr-enodernista eivada de intonaes leis cas e cientificas, primeira grande interpreta' realidade brasileira, que, buscando cornpreend meio spero em que vivia o jaguno nordestino, rurociava uma campanha militar que irovestia co o tanatisono religioso advindo da misria e do ai dono do homem do serto.
Trata-se de:
a) O sertanejo, de Jos de Alencar
b) Pelo serto, de Atcnso Arinos
e) Os sertes, de Puctides da Cunha
d) Grande Serto: Veredas, de Guimares Ros
e) Serto, de Coelho Neto
427. (FATEC-SP) Assinale a alternativa incorr
a) Nos primeiros vinte anos do sculo XX, a pri o literria brasileira  marcada por diversida abrangendo, ao mesmo tempo, obras que que nam a realidade social e obras voltadas para o gares-comuns herdados de autores anteriores
b) Pode-se afirmar que um dos traos moderni Euclides da Cunha  o compromisso com os btemas de seu tempo.
e) A importncia da obra de Lima Barreto situa- plano do contedo, a partir do qual se revel. carter polmico; a linguagem descuidada, pe revela pouca conscincia esfrica, em virtude formao literria precria.
a) Manteiro Lobato
b) Jorge de Lima
e) Rui Barbosa
a) niilista
b) patolgica
e) csmica
e) Graa Aranha faz parte do conjunto mais signifi cativo de escritores do Pr-Modernismo. Nos anos anteriores Semana de Arte Moderna. GraaAranha interveio alavor da renovao artstica a que se pro punham os escritores modernLslas.
428. (PUCRS)
"O que eu adoro em tua natureza.
No  o profundo instinto maternal
Em teu flanco aberto como uma ferida.
Nem lua pureza- Nem tua impureza.
O que eu adoro em ti - lastima-me e consola-me!
O que eu adoro em ti,  a vida."
A estrofe acima  um exemplo do trao de... e de... que existe na obra de Manuel Bandeira.
a) rebeldia - dio pela vida
b) melancolia - indiferena pelo mundo
o) ternura - paixo pela existncia
d) saudade - medo do cotidiano
e) amargura- conformismo como destino
429. (FMABC-SP) De Manuel Bandeira,  vlido dizer que:
a) foi um poeta lipico do periodo crepusoular anterior ao Modernismo.
b) voltou-se sobretudo para o mundo interior, pro curando captar, com sua sensibilidade delicada, as nuanas da sombra, do indefinido, da morte, c) foi um dos grandes agitadores da literatura bra sileira e, em sua obra, salientam-se experincias se mnticas que fazem dele um precursor da poesia concreta
d) soube conciliar a notao intimista com o registro do mundo exterior, e sua obra potica abrange des de poemas de tom parnasiano at experincias concretislas.
e) exaltou a cidade natal, lei a apologia da preguia criadora, valorizou os mitos amaznicos.
como uma de suas caractersticas mais marcantes:
a) Clan do Jabutie Libertinagem, singeleza formal. b) Regata de rnalese Oritmo di sso! i o, virtuosisrno rilmicO.
o) A cinza das ho rase Carnaval, ardente e contido sopro ertico.
d) Losango cquie Matu do malungo, expresso do nacional.
e) Oritmo dissoliitoe Libertinagem, incorporao do prosaico.
431. (FCMSC4P)
3 de maio
Aprendi com meu filho de dez anos
Que a poesia  a descoberta
Das coisas que eu nunca vi.
(Oswald de Andrade)
As cinco alternativas apresentam afirmaes extradas do Manifesto da Poesia Pau as sinale a que est relacionada com o poema '3 de maio".
a) "S no se inventou uma mquina de tazerversos
-  havia o poeta parnasiano."
contra a morbidez romntica - pelo equilibrio gemetro e pelo acabamento tcnico."
o) "Nenhuma frmula para a contempornea ex presso do mundo. Ver com os olhos livres." d) "A poesia Pau-Brasil  uma sala de jantar domingueira, com passarinhos cantando na mata resumida das gaiolas..."
e) "Temosabase duplae presente_000reslaeaescob."
432. (FCMSCSP)
Movimentos:
Objetivos:
1) Resposta ao oonservadorisnlo manifestado pelo
movimento da Anta.
2) Revatorizao do primitivo, por meio de uma arte
que redescobrisse o Brasil,
3) Proposio de uma estrutura nacionalista,
A associao correta :
d) 1-3; 11-1; 111-2. e) n.d.a.
Lingueagelis, Cdigos e suas Tecnologias
d) O estilo parnasiaflo permanece iniluenciando au tores e caracterizando boa parte da obra potica es crita durante o periodo pr-modernista.
I
1
1) Pau-Brasil II Antropofagia
II) Verde-Amarelo
430. (vONESP) Embora tenha publicado dois li vros de poesia caracterizadamente modernista, Manuel Bandeira manteve sempre muita inde pendncia em relao s diversas correntes li terrias. Assinale a alternativa que apresenta os ttulos corretos de suas obras modernistas, bem
a) 1 -2; 11-3; 111-1.
b) 1-3; 11-2; 111-1.
c) 1-1; 11-2; 111-3.
Portugus' 185
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
433. (CESCRANRIO) As barreiras entre os gneros literrios tornaram-se tnues no Modernismo, que,  procura de uma expresso nota, trouxe prosa caractersticas da poesia e vice-versa, ou, algumas vezes, alternou numa mesma obra po esIa e prosa de tico.
Um texto que espelha semelhante situao :
a) Memrias sentimentais de Joo Miramar
b) So Bernardo
o) Toste fim de PoUcarpo Quaresma
d) O auto da compadecida
e) Lio de coisas
434. (IJFPA) Oswald de Andrade, para sistemati zar os princpios da corrente Pao-Brasil, do nos so Modernismo:
a) aproveitou-se exclusivamente das idias dadatstas. b) aproveitou-se de aspectos para os quais Pera Vez de Caminha chama a ateno em sua Cana sebre o descobrimento do Brasil.
c) aproveitou-se das sugestes temticas que se depreendem das stiras de Gregrio de Matos Guerra. d) valeu-se de princpios da tradio potica par nasiana.
e) aproveitou a sugesto romntica de libertar a ima ginao e atanlasia.
435. (PUC-RS)
"O fazendeiro criara filhos
Escravos, escravas
Nos terreiros de pitangas e jabuticabas
Mas um dia trocou
O ouro da carne preca e musculosa
As gabirobas e os coqueiros
Os mon)olos e os bois
Por terras Imaginrias
Onde nasceria a lavoura verde do caf."
Esse poema de Oswald de Andrade exemplifica o movimente nativista - - - - O poeta, por meio de uma poesia reduzida ao - buscou uma interpreta o de seu pas.
a) Anlrop lago - visual
b) Verde-Amarelo - simblico
c) Terra Roxa e Outras Terras - discursivo
d) Anta- concreto
e) Pau-Brasil - essencial
(66 - Portugu
436. {FUVEST) O Romantismo est para o Moder nismo, assim como:
a) Inocncia est para A carne.
b) A escrava Isaura est para A escrava que ajo Isaura,
c) A escrava Isaura est para Ocortio.
d) Memrias pstumas de Brs Cubasest para Me md rias do crcere.
e) A Moreninha es! para Dom Casmurro.
437. (FPA-SP) Passando de maneira brusca do primitivo solene  crnica jocosa e  pardia, Mrio de Andrade logou sabiamente com nveis de conscincia e de comunicao diversos, jus tilicando plenamente o titulo de rapsdia, mais que romance",  obra que se trata de:
a) A escrava que no  Isaura
b) Macunaima
c) Paulicfa desvairada
d) Losango cqui
e) O empalha dor de passa rinhos
438- (FMU-SP) O tema da ptria distante foi reto mado por muitos poetas. Um deles, Oswaid de Andrade, do Modernismo.
So caracteristicas do Modernismo:
a) linguagem coloquial; valorizao do nacional; torr irnico; liberao absoluta da forma,
b) nacionalismo; tom irnico; linguagem retrica liberdade de composio.
c) saudosismo; crtica social; verde-amare!ismo; re gras rigidas de composio.
d) linguagem retrica; saudosismo; nacienatisrnc regras rigidas de composio.
e) linguagem retrica; liberdade de composic cientificismo; tom irnico.
439. (UNAERP)
A mulber que passa
Meu Deus, eu quero a mulher que passa.
Seu dorso frio  um campo de unos
Tem sete cores nos seus cabelos
Sete esperanas na boca fresca!
Oh! Como s linda, mulher que passas
Que me sacias e suplicias
Dentro das noites, dentro dos dias!
Teus sentimentos so poesia
Teus sofrimentos, melancolia.
Teus plos leves so relva boa
Fresca e macia.
s
Teus belas braos so cisnes mansos
Longe das vozes da venbania.
Meu Deus, eu quero a mulher que passa!
Como le adoro, mulher que pssas
Que vens e passas, que me sacias
Deulro das noites, den dos dias!
Por que me faltas, se te procuro?
Por que me odeias quando le juro
Que te perdia se me encontravas
E soe encontrava se te perdias?
Por que no vo!las, mulher querida
Sempre perdida, nunca encontrada?
Pcr que no voltas  minha vida
Para o que sofro no ser desgraa?
Meu Deus, eu quero a mulher que passa!
Eu quero-a agora, sem mais demora
A minha amada mulher que passa!
No santo nome do teu martrio
Do teu martirio que nunca cessa
Meu Deus, eu quero, quero depressa
A minha amada mulher que passa!
Que fica e passa, que pacifica
Que  tanto pura como devassa
Que bia leve como a cortia
Etem razes como afumaa. Viricius de Moraus. Antologia potica. So Paulo:
Companhia das Letras, 1992, p,
A figura da mulher como musa, fonte de iuspita o do poeta,  som trao de permanncia na lite ratura brasileira. Seguem-se abaixo trechos de poemas escritos por diferentes autores, em dis tintos perodos literrios, sobre o sentimento que a musa inspiradora provoca no poeta. Aponte a duica opo cuja imagem da mulher se distancia por completo da observada no texto.
a) Anjo no nome, Anglica na cara! / Isso  ser flor,
e Anjo juntamente: / Ser Mglicatlor, e Anjoflorente,
/ Em quem, seno em vs, se uniformara" (Gregrio
de Matos).
b) "Ai Nse amada! se este meu tormento,! Se estes meus sentidissimos gemidos! L no teu peito, l nos teus ouvidos / Achar pudessem brando acoli lo" (Cludio Manuel da Costa).
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
d) "A primeira vez que vi Teresa! Achei que ela tinha pernas estpidas / Achei tambm que a cara parecia uma perna" (Manuel Bandeira).
e) "E  noite, ai! como em mal sotreado anseio,! Por eta, ainda velada, a misteriosa / Mulher, que nem conheo, aflito chamo!" (Albertode Qliveira). 440. (FAAP-SP) No  difcil definir o tema da ida para Pasrgada:
a) busca dos prazeres libidinosos b) evaso espacial e temporal
c) volta  intancia
d) amor  civilizao e) apego ao poder
441. (FAAP-SP) Voltaire afirmava que "quem qui ser fundar alguma coisa de grande deve come ar por ser completamente b Bandeira nega este mundo chato e mofino, percorrendo vastides da fantasia, ainda que seja para cair na loucura, especialmente em:
a) "Joana a Louca de Espanha Vem a ser contraparente Da nora que nunca tive" b)"... tarei ginstica Andarei de bicicleta"
c) "Montarei em burro brabo Subirei no pau-de-sebo"
d) "Tem teletone automtico Tem alcalide  vontade"
e) "Tem prostitutas bonitas Para a gente namorar" 442. (FAAP-SPj Nesta estrofe, o poeta, devidamen te refugiado no mgico Eden imaginrio, projeta uma srie de aes insigniticante que compem o cotidiano de um menino sadio. E o retorno psi colgico  infncia - marca de Iam tempo feliz e de liberdade. A estrofe comea assim:
a) "Vou-me embora pra Pasrgada L sou amigo do rei"
b) Vou-me embora pra Pasrgada Aqui eu no sou feliz
o) "E como farei ginstica Andarei de bicicleta"
d) "Em Pasrgada tem tudo  outra civilizao"
e) "E quando eu estiver mais triste Mas triste de no ter jeito"
-I
e) "Se uma lgrima as plpebras me imunda, / Se um suspiro nos seios treme ainda! E pela virgem que sonhei,,, que nunca! Aos lbios me encostou a face linda!" (Alvares de Azevedo)
Portugus - 187
linguagens. Cdigos e suas Tecnologias
443. (UFMC) Excelente sonetista,  um dos pou cos representantes da poesia sensual, ertica, com fortes imagens.
"Essa mulher  um mundol - uma cadela, Talvez... -mas na moldura de uma cama, Nunca mulher nenhumatoito belal"
a) Oswald de Andrade
b) Carlos Drummond de Andrade
e) Jorge de Lima d) Murito Mendes
e) Vinicius de Moraes
444. (Unb-DF) Poeta que tala com humor e iro nia da mediocridade da 'vida besta" que pre side o cotidiano e cuja obra (A rosa do povo, Claro enigma)  marcada por vigoroso esprito de sntese e pelo sentido trgico da existn cia. Trata-se de:
a) Vinicius de Moraes
b) Carlos Drummond de Andrade
d) Mrio de Andrade
e) Cecilia Meireles
445. (F. CARLOS CI
1) Moderno e verstil, Vinicius de Moraes compe, com mestria, tanto letras para canes poputares como poemas dentro dos mais estritos padres clssicos.
I Cecla Meireles caracterizou sua poesia pela cons tante sugesto de sombra, identificao e ausncia; mas soube tambm incorporar a matria histrica, em uma de suas mais importantes abras,
I A Mo,-enioha narra, em linguagem presa ao mo delo lusitana, a histria de um amor impossivel entre um jovem da aristocracia imperial do Brasil e uma
Assinale a alternativa carreta.
a) S a proposio 1  correta.
b) S a proposio ti  correta. c) S a proposio iii  correta.
d) So carretas as proposies 1 e I
e) So corretas as proposies I e I
188 - Portugus
446. (FUVEST) Leia atentamente o texto.
Dados biogrficos
Mas que dizer do poeta numa prova escolar? Que ele  meio paleta e no sabe rimar?
Que veio de Itabira, terra longe e terrosa? E que seu verso vira, de vez em quando, prosa?
Que encontrou no caminho uma pedra e, estacando, muito riso escarninho o foi logo cercando?"
Es*es "dados biogrticos" so do poeta:
a) Jorge de Lima
b) Manuel Bandeira
c) Joo Cabral de Meto Neto
d) Carlos Drummond de Andrade
e) Quilherme de Almeida
447. (PUC-RS)
"No taas versos sobre acontecimentos. No h criao nem morte perante a poesia, Diante dela, a vida  um sol esttico, No aquece nem ilumina."
Uma das constantes na obra potica de Cal Drummond de Andrade, como se verilica nos' sos acima, :
a) a louvao do homem social.
b) o negativismo destrutivo.
c) a violao e desintegrao da palavra.
d) o questionamento da prpria poesia,
e) o pessimismo lirico,
448. (PUC-RS) O livro de Cecilia Meirelesquei ca os tempos do ouro" denomina-se:
a) Romaoceiro da Incontidncia
b) Balada para e/-Rei
c) Vaga msica
d) Retraio natural
e) Romance de Santa Clara
Trata-se de:
c) Olavo Bitac
mestia.

-	1
449. (CESESP-PE)
'Mundo mundo vasto mundo, se eu me chamasse Raimundo seria uma rima, no seria un soluo. Mundo mundo vasto mundo, mais vasto  meu corao."
Nessa estrofe, o poeta:
a) deixa claro que desejaria mudar de nome. bj declara que seu nome  sonoro porcausa da rima. c)atrmaquea questo central noonomeesima sua origem.
d) tem dvida quanto ao tamanho do seu corao. e) sugere que a atividade potica no consiste ape nas em "fazer rimas'
450. (IJCP-PR) A poesia modernista revela:
a) nacionalismo critico.
b) valorizao do popular.
o) torsos livres.
) Esto corretas as afirmaes a e o.
e) Esto corretas as afirmaes a, b e o.
451. (UME-SP)  incorreto afirmar sobre a obra de Carlos Drummond de Actdrade que:
a) seu posicionamento indMdualista o afasta da pro blemtica do homem comum, do dia-a-dia.
6) urna de suas temricas  a reflexo em torno da prpria poesia.
c) a lembrana de Itabira, sua terra natal, aparece em pode de sua obra,
) ocorre-lhe, muitas vezes, a mostragem de uma angstia proveniente de acreditar que no h sada para a protiemtica existencial,
e) a ironia madura  uma das caractersticas mais marcantes de sua poesia.
452. (IJFPA) Os escritores.., e... paetioiparam ativamente do 1' momento da fico modernis ta. E da autoria do segundo o romance...
a) Mrio deMdrade, OswalddeAndrade; liladunaima b) Manuel Bandeira, Jorge Amado; D Flore seus dois maridos
o) Oswald de Andrade, Mrio de Andrade; Amar, verbo intransitivo
d) Graciliano Ramos, Jos Lins do Rego; Menino de engenho
e)Mrio de Andrade, Manuel Bandeira; Itinerrio de Pasrgada
Linguagens, Cdigos e suas Tecnole
453. (VUNESP "E estas trs partes correspondem ainda ao movimento ritmico da sonata: um ale gro inicial que  a zanga destabocada de mestre Jos Amaro, um andante central que  o mais re pousado Lula de Holanda na sua pasmaceira cheia de interioridade no dita, e finalmente o presto brilhante e genial do Capilo Vitorino Carneiro da Cunha.
O trecho faz parte de uma ap redao critica feita por Mrio de Andrade a respeito de um romance de autor nordestino. O romance e autor analisa dos so:
a) Fogo morto e Jos Lins do Rego.
b) So emardoe Graciliano Ramos.
o) A bagaceira e Jos Amrico de Almeida.
d) Vidas secase Gracitiano Ramos.
e) Usina e Jos Lins do Rego.
454. (FU VEST) Assinale a alternativa em que am bos os romances citados evocam o mundo do internato e seus problemas.
a) OAteneu- 00/dinho
la) Casa de penso - &temd rias sentimentais de Joo Miramar
o) Memrias pstumas de Brs Cubos - Int adia d) Menino de engenho O Ateneu
e) OCorr -A Normalista
455. (UCPR)
"Graciliano Ramos escreveu um romance cujo per sonagem principal, lutando por riqueza e posio social, deixa-se contaminar pela agressividade que caracteriza o meio social em que vive. Aprofundando se, portanto, na sondagem da personalidade do pro tagonista, o autor logrou tambm uma viso critica da sociedade que determinou a maneira de ser do personagem. Segundo um crtico literrio, "o 'heri'  sempre um problema; no aceita o mundo, nem os outros, nem a si mesmo. Sofrendo pelas distncias que o separam da placenlatamiliar ou grupal, introjeta o conflito numa condula de extrema dureza que  a sua nica mscara possvel."
A obra em questo :
a) Insnia
l Infncia
t) Angstia
d) Vidas secas
e) So Bernardo
/
Portugus. 189
Linguagens. Cdigos e suas Tecnologias
456 (FUVEST) So obras do mesmo autor de vi das Secas;
a) Jubiab, Mar Morto
b) Usina, Fogo Morto
e) 00111117ff, Caminho de pedras
d) Angstia, So Bernardo
e) A bagaceira, Coiteiros
451. (FOVEST) Assinale a seqncia de roman ces em que tm relevo, respectivamente, os seguintes temas: cime doentio - colonizao do Brasil - problemas de um adolescente.
a) A More ninha - Ubrajara -Angstia
b) Fogo Morto-Chapa do doBugre - Vidassecas
e) So Bernardo - Ogoarani - Doidinho
d} O cortio - CAt - Ovincas Boroa
e) Casa de penso - Terras do sem-fim-Senhora
458. (UN1FOB-CE}' perleita a adequao da tcnica literria  realidade expressa. Eabiano, sua mulher, seus filhos rodam num mbilo exguo, sem saida nem variedade. Dai a construo por fragmentos, quadras quase destacados, em que os fatos se arran jam sem se integrarem, sugerindo um mundo que no se compreende e se capta apenas por manifes taes isoladas,'
O texto acima analisa a relao entre a estrutura narrativa e o tema tratado em:
a) Vidas secas, Craciliano Ramos
b) Sagaraoa, Guimares Rosa
o) Laos de famlia, dance Lispector
d) Menino de engenho, Jos Lins do Rego
e) A vida real, Fernando Sabino
459. (EIIVEST)  correto afirmar que no poema dramtico Morte e vida severina, de Joo Cabral de Meio Neto:
a) asucesso de frustraes vividas por Severinotaz dele um exemplo tpico de heri moderno, cuja tragicidade se expressa na rejeio  cultura a que pertence.
b) a cena inicial e a final dialogam de modo a indicar que, no retorno terra de origem, o reliranteestar munido das convices religiosas que adquiriu com o mestre carpina.
c) o destino que as ciganas prevem parao recdm nascido d o mesmo que Severino  cumprira ao longo de sua vida, marcada pela seca, pela falta de trabalho e pela retirada.
d) o poeta buscou exprimir um aspecto da vida deslina no eslilo dos aulos medievais, valendo da retrica e da moralidade religiosa que oscar terizavain.
e) o 'auto de Natal' acaba por definir-se no e lamente num senlido religioso, mas enquanto conhecimento da tora afirmativa e renovadora esta na prpria natureza,
460,(PUC-RS)
Entre a paisagem / (fluia) Ide homens plantador lama;/de casas de lama! plantadas em ilhas/coa! ladas na lama; / paisagem de anfbios / de Iam lama. /Como o rio,! aqueles homens/so como sem plumas. / Um oosem plumas/ mais/que co saqueado; f mais que um co assassinadt
As estrofes anteriores so exemplos do tn de... e de... que existe no poema de Joo Cal de Meio Neto.
a) rebeldia, dio pela sociedade
b) melancolia, indiferena peto mundo
o) ternura, paixo pela existncia
d) compaixo, solidariedade ao homem
e) saudade, medo do cotidiano
461, (IFA-SPJ "A preocupao com a constru poesia, encarada como fruto do trabalho pacier lcido,  uma constante em sua obra, que tam trata, com raro senso de equilbrio, de proble sociais. Em uma delas, enveredando pela poes fundo histrico, trata do destino trgico de frei C ca, condenado  morte em 1825 por sua partir o na Contederao do Equador,"
As informaes acima reterem-se a:
a) Toms Antonio Gonzaga
b) Jorge de Lima
c) Cludio Manuel da Costa
d) CecIlia Meireles
e) Joo Cabral de Meio Neto
462. (UFPAJ Assinale a alternativa incorreta a) O romance regionalista de 1930, contormese observar em So Bernardo, de Cradliano Ran resultado do amadurecimento de toda uma rincia de fico regional que remonta a Fr; Tvora, no sculo anterior,
b) Apesar de ser o resultado de toda uma exp cia, observa-se que So Bernardo, por exe ainda explora demasiadamente o pitoresco, ei
190 'Poetugus
ator local, pois seu autor rnuilo se preocupava com a vivncia lelrica da regio - o leilor lem a impres so de que o aulor um verdadeiro turista extasiado com latos de sua prpria terra,
a) Em 1944, Guimares Rosa estria na fico na cional com seu livro de contos, Sagarana, do qual (azparte 'A hora evez de Augusto Matraga".Jd nes se livro se anunciam qualidades que mais tarde se- 4am amadurecidas em obras posteriores, tais como:
ariginalidade, profundidade e tora criadora,
4) As qualidades de escritor apresentadas por Gui oiares Rosa fazem a ligaodelinilivaenlre o regio nal e o universal na fico brasileira - isso, aliado ao uso de uma linguagem lirica prpria, faz com que esse autcrseja considerado como pertencente tase estelicista da fico nacional,
e) Carlos Drummond de Andrade pode ser consi derada um poela pblico, vale dizer,  um poeta da emoo coletiva que expressa titerariamente a emoo.
483. (HNIP-SP) Sobre 6uimares Rosa podemos afirmar que:
a) foi autor regionalista, seguindo a linha do regio nalismo romnlico.
b) inovou sobretudo nos temas, explorando tipos indilos.
e) esrreveu obra politica de conteslao  sociedade de consumo,
4) sua obra se revela intimista com raizes surrealistas. e) inovou sobretudo o aspecto lingistico, revelando trabalho crialivo na explorao do potencial da lingua.
464. jPIJC'RS)
'0 lpis, o esquadro, o papel;
o desenho, o projeto, o nmero:
o engenheiro pensa o mundo juslo,
mundo que nenhum vu encobre,"
Aestrole acima ilustra a assertiva de que a poesia de Joo Cabrai de Meio Neto revela um rigor.., e a preocupao Com O...
a) tcnico - problema social
b) semntico -lazer potico
a) eslilslico - ambiente regional
4) formal - momenlo politico
e) mtrico - conflito esttico
Linguagens, Cdigos e suas ?ecnologias
465. (PUC-RS) A partir do livro de estria,,.,, uma
das caractersticas do estilo de dance Lispector
 a adjetivao...
a) Olustre - pictrica b) A ma no escuro - preciosa c) A cidade sitiada-coloquial d) Perto do corao se -surpreendente e) A legio estrangeira -popular 466. )VFPR) A obra Lkane seflu,: yeredas de Buimares Rosa:
a) continua o regionalismo dos fins do sculo pas sado, sem grandes inovaes.
b) exprime problemas humanos, em esfilo prprio, baseado na contribuio lingistica regional. c) descreve tipos de vrias regies do Brasil, na ten tadva de documentar a realidade brasileira, d) fixa os lipos regionais, com preciso cienfifica. e) idealiza o fipo sertanejo, continuando a tradio de Alencar.
461. (FIIVEST)
"Diadorim me chamou, fomos caminhando, no meio da queleldia do povo. Mesmo eu vi o Hernogenes:
ele se amargou engulindo de boca fechada. - 'Diadorim' - eu disse - 'esse Hermgenes est em verde, nas portas da inve)a,..' Mas Diadorim por certo no me ouviu bem, pelo que comeou dizendo: - Deus  servido,.,
No texto acima h elementos que permitem identificar o romance do qual foi extrado. Q ro maroce :
a) e sertes.
b) Grande se veredas.
c) O coronel e o lobisomem.
d) O quinze.
e) Vidas secas.
466. (FUVEST) As aes do romance acima referi' do se passam:
a) nos sertes do Cear.
b) no serto da Bahia.
c) no interior de Pernambuco.
d) nos sertes de Minas Gerais,
e) no interiordo Estado do Rio de Janeiro,
469. (tJME'SPJ Este "auto de Natal pernam bucano, longo poema equilibrado entro rigor formal e temtica, conta o roteiro de um homem do Agreste que vai em demanda do liforal e topa
Ponfugus' 191
Linguagens. Cdigos e soas Tecnologias
eco cada parada com a morte, presena anni ma e coletiva, at que no ltimo pouso lhe chega a nova do nascimento de um menino, signo de que algo resiste  constante negao da exis tncia" (Alfredo Bosi, Histria coo eisa da II terabi ra brasileira, p. 52 trata-se de:
Romance de cunho psicolgico, que narra a vida da personagem principal dentro de um internato.
Obra de cunho social, escrita em linguagem cui dada que reflete a influncia de Machado de Assis.
Romance de carter urbano, que retraia aspectos da sociedade da poca, tendo, como exemplo, o casamento convencional.
Obra-prima de seu autor, que focaliza a vida do engenho e sua decadncia,
flcmancede tenso transfigurada, em que oautor procura constituir unia outra realidade, de carter universal, sem esquecer, porni, os problemas do homem da regio, Sua linguagem  original.
471. (FUVEST)
d) 2,3,4, 5, 1 e) 1,3,2,5,4
'0 romance  narrado na primeira pessoa, em monlogo ininterruptD, por Riobaldo, vetho fa zendeiro do norte de Minas, antigo jaguno, que conta a sua vida e as suas angstias. Primeiro bandido, depois chefe de bando, a sua tareia principal  vingar a morte do grande chete Joca Ramiro, assassinado  traio, Para isso estabe lece um pacto como diabo, que no sabe se foi realmente feito, mas que depois o atormenta pelo resto da vida, numa dvida insanvel." (A, Candido & J. A, Casteuo)
O autor do romance a que se refere o texto acha:
 tambm o de:
a) Chapado do Bugre d) Saga rapa
b) Ogarioxpeiro e) Ocoronele olobison'er
c) Vifa dosconfins
472. (CESESP-PE) A partir de 1945, segundo ur critrio histrico, as tendncias da literator:
brasileira estruturam-se, configurando um qua dro diferente daquele advindo de 1922 (Seman:
de Arte Moderna). Dentre as opes apresenta das, quais as que definem a nova tendncia?
1) Anarquismo esttico, justificado pela Segund
Guerra Mundial.
2) Preocupao existencial e metafsica que se aliav
ao protesto s circunstncias histricas.
3) Volta ao metro e  rima tradicionais, ao lado
novas invenes do verso.
4) Busca de originalidade a qualquer preo.
473. (IIFRCS-RSJ O romance de dance Lispectn a) filia-se  fico romntica do sculo XIX, ao cri heronas idealizadas e mitificara figura da mulher b) define-se como Vteraturateniinista por excelnci ao propor uma viso da mulher oprimida num ur verso masculino.
c) prende-se  crilica de costumes, ao analisar co grande senso de humor uma sociedade urbana e transformao.
d) explora at as ltimas conseqncias, utilizan' embora a temtica urbana, a linha do roman neonaturalista da gerao de 30.
e) renova, define e intensifica atendncia introspecti de determinada corrente de fico da segunda gei o moderna.
474. (tIFMtl) Sobre o adjetivo severina, da expri so "Morte e vida severina" que intitula a pea Joo Cabrat de Meio Neto, todas as afirmatin esto certas, exceto:
a) Refere-se aos migrantes nordestinos que, rei tados, lutam contra o sistema latifundirio que oi me o campons.
b) Pode ser sinnimo de vida rida, estril, care de bens materiais e de afetividade,
c) Designa a vida e a morte dos retirantes que as escorraa do serto e o latifndio escorraa da te
a) Pai Joo
b) Evocao do Recife
c) Brasil d) Morre e vida sove rina
470. (VFPA) Sobre o aspecto das obras literrias:
Coluna A
(1) Grande serto: veredas
(2) Senhora
(3) Vidas secas
(4) OAfeneu
(5) Fogo morto
Coluna 6
a) 1, 2 b) 2,3
c) 3, 4 d) 4, 1
e) 4, 2
a) 5,4, 1,3,2
b) 4,3,2, 5,
c) 3, t,4, 2,5
192 - Portugus
d) Qualifica a existncia negada, a vida daqueles se res marginalizados determinada pela morte.
e) Dnome  vida de homens annimos, que se re petem tisica e espiritualmente, sem condies coo colas da mudana.
475.(PUC-SP) Joo Cabral de Meio Neto  o poeta do Modernismo que se salienta porem constan te cembat e ao sentimentalismo. 'Eu engenlwi' no da poesia." Busca conciso e preciso nos seus poemas. No entanto, num terreno oposto faz poesia de participao. Um poema seu, di vulgado como pea teatral, justamente realiza unia anlise social do homem nordestino, porm sem arroubos sentimentais.
O poema em causa :
Texto para as questes de 476 a 479.
- Escuta, Miguilim, uma coisa voc me per doa? Eu tive inveja de voc, porque o Papaco-o Pato lala Miguitim me dumbeijim...e no apren fer talarmeu nome..."O Dito estava com jeito: as pernas duras, dobradas nos joelhos, a cabea dura na ruca, s para cima ele olhava. O pior era que o norte do p ainda estava doente, mesmo pondo cataplasma doiamuito demorado. Mas o papagaio tinta de aprender afalaro nome do Dicol -'"Rosa, Rosa, voc ensina Papacc-o-Pacoa chamaralto o nome do Dito?" -"Eu ) pelejei, Miguitim, porque o Dito mesmo me pediu. Mas ele no quer falar, no tala nenhum,tem certos nomes assim eles teimam de no entender (c3uimares Rosa)
binguagens, Cdigos e suas Tecnologias
d) a Rosa tinha inveja do Miguilim porque o papa gaio falava o nome dele,
e) o Oito e a Miguilim pediram  Rosa que ensinasse o papagaio a lala; o nome do Dito,
418. (FUVEST) O texto reproduz uma cena de con vcio familiar, em que se evidencia:
a) aindi Miguilim.
b) o remorso do Dita, c) a docilidade do Papaco-o-Paco.
d) a preguia da Rosa. e) a insensibilidade do autor, 479. (FUVEST) O pensamento expresso na frase
'Mas o papagaio tinha de aprender a falar o nome
do Ottot" deve ser atribuido a:
d) Miguitm
e) uma personagem no nomeada
a) Rosa
b) Dito
c) Papaco-o-Paco
(PUC-SP) As questes de4SO a 488 reterem-se ao texto abaixo:
Jos
que ama, protesta?
e agora, Jos?
Est sem mulher,
est sem discurso,
est sem carinho,
j no pode beber,
j no pode fumar,
cuspir j no pode,
a noite esfriou,
o dia no veio,
o bonde no veio,
o riso no veio,
no veio a utopia
e tudo acabou
e tudo fugiu
e tudo motou,
e agora, Jos?
E agora, Jos? sua doce palavra, seu instante de febre, sua gula e jejum, sua biblioteca, sua lavra de ouro, seu terno de vidro, sua incoerncia, seu dio - e agora?
Com a chave na mo
_	_ .- j
a) Inveno de Odeu
) Morte e vida severina
c) ,Jerernfas sem chorar
d) Brejo dasaoms e) n.d.a.
E agora, Jos?
A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
e agora. Jos?
e agora, voc?
voc que  sem nome, que zomba dos outros, voc que taz versas,
476. (FUVEST) Os diminutivos e a pontuao, no texto de Gulmaries Rosa, contribuem para criar Uma linguagem:
a) descuidada b) lgica
c) erudita
quer abrir a poda, no existe porta; quermorrerno mar, mas o mar secou; quer ir para Minas, Minas no h mais, Jos, e agora?
d) afetiva
e) enxuta
417. (FIJVEST) De acordo 0Dm O texto:
aj a Rosa pelejou para ensinar o papagaio a falar o nome dela,
b) o papagaio no conseguia falar nome algum por que estava doente.
c) o Dito tinha jeito para ensinara papagaio a falar.
Sevoc gritasse, se voc gemesse, se voc tocasse a v a vie neo se, se voc dormisse, se voc Cansasse, se voc morresse,,. Mas voc no morre, voc  duro, Josl Sozinho no escuro
Portugus- 193
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
qual bicho-do sem teogonia, sem parede nua para se encostar, sem cavalo prelo
480. Jos teria, segundo o poeta, possibilidades de alterar seu destino. Essas possibilidades es to sugeridas:
c) na3 4 e6 estrofes.
d) na4 e estrofes.
e)n,d.a.
481. S no  linguagem figurada:
a) 'sua incoerncia, seu dio"
b) 'seu instante de tebre" e) "seu terno de vidro
d) "sua lavra de ouro"
e) n.d,a.
482. flas possibilidades sugeridas pelo poeta para que Jos mudasse seu destino, a mais ex tremada est aontida no verso:
a) "se voc tocasse a valsa vienense" d) 'quer ir para Minas"
b) "se voc morresse" e) n,d,a.
e) "Jos, para onde?"
483. Para o poeta, Jos s no :
a) algum realizado e atuante,
b) um solitario,
c) um joo-ningum frustrado, d) algum sem ob)etivo e desesperanado.
e) n,d,a,
484. Jos  umabandonado. Essa idlaest bem traduzida:
a) na 4 estrote,
b) na 9 estrofe.
c) no 1 2 1 3 e 142 vemos da 22 estrote e nos sete primeiros da 54 estrofe.
d) no S e 9 versos da 12 estrofe.
e) n,d,a.
485. "A noite esfriou"  um verso repetido. Coi isso, o poeta deseja:
a) deixar bem claro Que Jos foi abandonado po que fazia Inc.
b) traduzir a idia de que Jos sentiu frio porqi anoileceu.
c) exprimir que, aps o trmino da lesta, a fenipi raturacaira.
d) intensificar o sentimento de abandono, tomai do-o um sofrimento quase rtsico.
e)nd.a.
486. 0 verso que exprime concisamente que Jo:
 "ningum" :
d) "que zomba dos outrc e)n.d.a.
487.0 verso que expressa essencialmente a idi de um Jos sem norte :
d) "e tudo tug e) n.d,a.
488. Assinale a atinaativafalsa a respeito dote) a) Jos  algum bem individualizado e aefe O C se dirige com afetividade,
b) O ritmo dos sete primeiros versos da 9 esttc danante.
c) "Sem teogonia" signitica "sem deuses", 'sem do", 'sem religio"
d) Os versos so em redondilha menor porqu ritmo se ajusta perteitamente  intimidade, singi e espontaneidade das idias.
e)n,d
489. (UFMS) A versatilidade de Carlos Drumt de Andrade manitesta-se:
a) em sua poesia, ligada aos valores eternos d mcm, porm isenta do sentimento cotidiano. b) em seuscontos, descti mineira, tiliados  corrente regionalista moderr e) em sua obra teatral, que retoma temas ligad barroco mineiro,
d) em sua poesia, marcada pela valorizao mano e por um trao constante de ironia,
1
194 - Portugus
que fuja a galope, voc marcha, Jos? Jos, pata onde?
(Carlos Orummond de And rade)
a) na 52 e 5 estrofes. b) na e3
a) "voc que taz tensos"
b) "a testa acabou"
c) "voc que  sem nome"
a) 'Jos, para onde?"
b) "sozinho no escuro"
c) "mas voc no motre"
RESPOSTAS
Linguagens, Cdigos e suas Tecuologias
c
274.
281.
288.
295.
302.
309.
316.
323.
c
a
e
c
e
c e
275. e
282.
289. b
296. a
303.
310. e
311.
324. e
216. d
283. a
290. e
297. b
304. e
311. c
318. e
325. b
277. e
284. a
291. e
298. b
305. a
312. d
319. a
326. d
traos apontados so tpicos do Barroco, movimento liter embora tivesse tido incio no sculo XVI e se estendido at
211. a	212. e
278. d	219. d
285. b	286. a
292. b	293. e
299. e	300. a
306.a,b,	307.e
313. d	314. e
320. e	321. a
321. d	328. e
rio que predominou no
osculo )&III.
335. d	336. a
342. d	343.
349.c	35td
356. c	357. a
363. d	364. c
370. c	371. d
377. e	318.
334. e	385. a
391. b	392. d
398. b	399.
405. e	406. a
412. a	413. e
419. b	420. c
426. c	427. e
433. a	434.
440.b	441.a
447.d	44La
454. a	465. e
461. e	462.
468. d	469. d
415. b	476. d
492. b	483. a
489. d
273. e
280. b
287. b
294. b
301. d
308. b
315. b
322. d
329. Os sculo XVII,
330. c
337. a
34&c
351. e
358. e
365.
372. b
379.
386. a
393.
400. e
401. e
414. d
421. a
428. d
435. e
442. e
449. e
456. d
463. e
470. b
477. e
484. e
331. a
338. e
34td
352. e
359.
366. e
373.
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415. a
422. e
429. d
436. b
443. e
450. e
457.
464. a
471. d
478.
425.
332.
339. e
346. d
353.
360. e
357.
374.
381.
398.
395. e
402. e
409. b
416.
423. a
430. e
437.
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451. a
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465.
472. b
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34ta
347.
354. a
361. e
368.
375. e
382. a
389.
396. a
403. a
410.
417.
424.
431.
438. a
445.
452.
459. e
465.
473. e
420. d
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411.e
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425.
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439.
446. d
453. a
460. cl
467.
474. a
421. a
488. a
Poitugus 195
		
Liiiguagens Cdigos e suas TecnoIogas
Introduo
fledao  um conjunto de palavras escritas por meio das quais expressamos pensamentos, opinies, emoes. Escrever bem  transtormar um amontoa do de letras e sinais num conjunto coeso, coerente e convincente de idias. "Texto" vem do lafrn textum (trama, tecido), portanto texto  uma trama de pala vras bem combinadas, To importante quanto atata, o texto escrito tem uma pequena e crucial diferena:
enquanto no discurso oral estamos em contato dire to com o interlocutor e podemos explicar o pensa mento em detalhes, e reexplicar, se necessrio, o tex to escrito tem de ser muito bem redigido e bem pen sado, ou ser ininleligivet.
Normalmente, ao lermos um texto, no temos o autor ao lado para esclarecer dvidas. A conclu so a que chegamos  que compreender um texto no  algo inteiramente pessoal, mas que depen de muito das regras do bem escrever e da clareza do texto.
Escrever com clareza  uma das ret ras mais funda mentais da redao.
Muitas pessoas contonevri escreNeu bem com uso de palavras difceis, perodos e frases comp cados e "grandes" e "metafsicos" pensamentc Nada mais falso. Escrever bem  produzir um te> em que as partes estejam bem articuladas entres que provoque uma reao no leitor, Escrever  uma arte e, mesmo que voc no que
ser um mestre, deve faz-to bem. E como escre bem? Escrevendo, e muito.., alm de ler muito, tai bn,, para conhecer diversos tipos de escrita, pensamento. Obras dos grandes escritores, rev tas, jornais, toda forma de texto impresso pode uma contribuio  formao de suas idias, Portanto, escreva, sempre e muito, Isto lar cres' o seu potencial de expressividade.
So trs os tipos de redao que so trabathad' propostos em vestibulares e concursos: Narra Descrioe Dissertao.
Cada tipo possui suas caracteristicas prprias. Neste mduloabordamos os aspectos mais imp tantes a respeito de cada tipo, como elabor corretamente, exemplificando com textos de gr des autores do nosso idioma.
i Os Tipos de Redao
Descrio
Descrever  representar por meio de palavras um ob jeto ou uma imagem. Consiste em trazer para o leitor, como setossem vivos, coisas, seres, situaes ou pes soas. E evocar aquilo que se v, sente, ou criar e que  percebido e imaginado. A descrio no  uma c piafria, mas o enriquecimento do que se viu ou ima ginou. O mais importante na descho no o nmero de detalhes, mas atora do que  transmifldo.
A descrio  esttica, no possui ao.
Por se ocupar de seres, objetos ou sensaes, o substantivo e o adjetivo tm destacado lugar na descrio.
lima redao descritiva  tanto mais interessante ao leitor quanto mais intensa  a impresso provocada nele, e nada mais eficiente que o substantivo (que
nomeia os seres) e o adjetivo (que os qualifica) reproduzir a impresso causada pela coisa desci Oautor captaa realidade permeio dossentdos e, ut do os recursos da linguagem, auransmite, enriquec ao leitor. Os adjetivos so muito importantes visto uma boa caracterizao tundameritat.
A descrio  atemporat e ao mesmo tempo e a O verbo  capitulo  parte na descrio: o ver conjugados so quase totalmente desprezados uso dastormas nominais  grande, alm dos ver de ligao. Issofaz da descrio um tipo muito er dat de redao.
Tipos de Descrio
Descrio Denotativa
Denotativo  tudo aquilo que  objetivo, direto, uso defiguras de linguagem. A descrio denot;
 Redao	____
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faz uso da palavra no sentido literal. Exemplos cls sicos so as descries dos livrDs didticos.
Descrio Conotativa
Ccnctativa a descrio literria propriamente dita, que faz usos criativos das palavras. A conotao visa a retratar uma realidade que estada alm da realidade que os sentidos percebem. Dado, por exemplo, um objeto a ser descrito, como uma cadeira, o autor da redao pode descrev-la lisicamente: sua cor, textu ra, formato etc., lazendo uma descrio denotativa. Ou ento descreveria as reaes psicolgicas da cadeira aos diferentes tipos de pessoas que sentas sem sobre ela, fazendo uma descrio conotativa.
A boa descrio  aquela que tem vida, e que  real e pormenorizada. E aquela que tem corpo, relevo e na qual todos detalhes se subordinem  impresso que se quer passar.
A linguagem descritiva exige termos fortes, precisos, que transmitam com exatidc as idias e sensaes que surgiram na mente de quem descreve. As des cries da natureza, pcr exemplo. devem traduzir a core a viso, os espaos sem limites e imprecisos de medo que possam ser divisados por quem l.
Exemplos de Descrio
1. Oplanalto centra! do Brasil desce, no litoral do sul, em escarpas inteirias, altas e abruptas. Assoberba os mares; e desata-se emchapades ni vela dos pelos visos das cordil beiras martimas, distendidas do Rio Grande a Minas.
(Euctides da Cunha)
2. Sala de prdio novo no ptio do torci. Orna mentaes "Liberty" na sua clara tonalidade preterida, que funde o verde-mar em rosa -pli do. Duas grandes janelas por onde se perspecti va a baixa e um largo trecho do do. .4 parede do sul cortada portrsarcosenvidraados que do para uma espcie de estufa rescendente.
'te ixei ra Go me s)
3. lracema, a virgem dos lbios de mel, que tinha os cabelos mais negros que a asa da grana e mais longos que seu talhe de palmeira. (...)
Mais rpida que a ema selvagem... Op gr cii e nu, mal roando, alisava apenas a verde pelcia que vestia a terra com as pn'meiras guas.
Um dia, aopino do sol, ela repousava emumcla roda floresta. Banhava-lhe o corpo a sombra da olticica. mais fresca do que o orvalho da noite. Os ramos da accia silvestre esparzam flores sobre os midos cabelos. Escondidos na tolha- gemes pssaros ameigavam o canto. (...)
Diante dela e tcdoa contempl-la, est umgue reiro estranho, se  guerreiro e no algum mau esprito da floresta, Tem nas faces o branco das areias que bordam e ma nos olhos o azul triste das guas profundas. Ignotas armas e tecidos ignntos cobrem-lhe o corpo.
(Jos de Alencar)
Narraflo
Narrar  contar, relatar episdios e acontecimentos. A narrao  o oposto da descrio, pois  essencial- mente dinmica. Predoniinam nela os verbos. O cen tro da narrao  o que aconteceu,  o fato, o evento. A narrativa  a essncia da fico. Os elementos da narrativa so identificados respondendo s seguin tes perguntas:
1) Quem participa dos acontecimentos?
(Oue personagens?)
2) O que acontece?
(Qual  o enredo?)
3) Onde, quando e em que circunsfncias acontece?
(O tugare asituao)
Portanto, a narrativa  composta por elementos como o acontecimento a ser narrado, o(a) protago nista, o(a) antagonista ao () protagonista, a ma neira como se desenrolou o acontecimento, o tem- poda ao, o local onde o acontecimento se pas sou, o motivo do acontecimento e a conseqncia ou resultado produzido.
Na redao narrativa o tato  o ncleo, e o verbo, o elemento maisvalioso do texto, Na narrao  impor tante que a situao centralize e envolva as persona gens. Deve haver um enredo, ou se(a, um conflito central. A narrao ordena e distingue os fatos. A criatividade  dado fundamental da narrao.
A narrao  eminentemente temporal e espacial. En volve a ao, aquilo que produz a personagem, agen te do processo narrativo. A narrao  constituida por
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Exemplos de Narrao
(Machado de Assis)
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As formas de Narrar
Tipos de toco narrativo
 Narrador-personagem
 Narrador-observador
Narrador onisciente
um fio condutor que leva a uma situao limite! cha mada de climax' ou n! O sucesso da narrativa de pende! entre outras coisas! do grau de suspense criado, bem como do desfecha surpreendente.
A relao entre emissore receptor realiza-se medi.
o chamado discurso! recurso usado pela narro
para etetivar o ponto de vista ou foco narrativo.
Quando o narrador participa do enredo, diz-se um narrador-personagem ou participante. Isto ct titui o foco narrativo da pessoa
Levanto-me, procuro uma vela, qe a luz va gar-se. No tenho sono. Deitar-me, rolar no. cho at a madrugada,  uma tortura, Pre ficar sentado, conclundo isto, Amanh no rei com que me entreter. Ponho a vela no castial, risco um fsfo, acendo-a.
(Graciliano Ramos)
1. Quando cheguei hoje  cidade, eram duas ho ras, e ia a sair do bonde, chegou-se a ele a bela Fidlia, comseu gracioso e austero meio-luto de viva, Vinha de compras, naturalmente, Cumprimentamo-nos, dei-lhe a mo para subir Perguntou-me pela mana, eupelo tio, ambos por ns, e ainda houve tempo de trocar esta meia dzia de palavras, Ela:
-Ainda agora?
-A minha preguia de aposentado no me permi tiu sair mais cedo, disse eu rindo, e afastei-me. O bonde partiu. Na esquina estava no menos que o dr Osrio sem olhos, porque eta os levava arrastados no bonde em que ia; foi o que eucon clui da cegueira com que no me viu passar por ele, . - Ai, requinte de estilo!
Entrei nesta dvida - se teriam estado juntos na rua ou na tola a que eta veio, ou no banco, ou no inferno, que tambm  lugar de namorados,  cer toque de namorados viciosos, de mal pelverso. Achei que no, e compreendi que ele, se acaso a cumprimentou na rua, no ousou falar-lhe, apenas a acompanhou de longe, at que a viu meter-se no bonde e partir, Tambm achei outra coisa;  que a paixo antiga e recusada no estava morta nele, ou revivia com a vista nova pessoa, No, ele  bom, e o prprio Aguiarafirma que os dois se merecem. la nessas conjeturas, em direo  Escola Poli tcnica, e vi-o passar por mim, cabisbaixo, no sei se triste ou alegre; no pude ver-lhe a cara,
 o narrador que faz de intermedirio entre o ar
tecimento e o leitor. Seu toco narrativo 
35 pessoa:
Disps os manos nas esperas, botou fogo no 1 que e ficou tambm amoitado esperando sasse algum viado mateiro pra ele caar Po, no tinha nenhum via do l e quando queim acabou jacar saiu?Pois nem viado mateiro, viado catingueiro, saram s dois ratos chan cados. Ento o heri caou os ratos chamuo dos, comeu-os e sem chamar os manos vo pra penso, (Mrio de Andrade)
2. Da, deu um sutil trovo. Trovejou-se, outro. As tanajuras revoaram. Bateu opri melro tor de chu va, Cortamos paus, folhagens de coqueiros, au mentamos o rancho. E viera, uns campeiros, re verogadoda Taperaflh, norenovame. Levaram asnovilhas em quadra de produzir (..jsdiasde chovercheio f oramse emendando. (..)Asgaras  que pra ziamde gritar; ogarcejo delas, e o soc boi range cincerros, e o soc latindo sucinto, (Guimares Rosa)
Narrador onisciente  aquele que domina das personagens, ete conhece suas abes antec damente. Ctadce Lispector  talvez o maiordesta da Literatura Brasileira nesse tipo de narrao, cc no tragmento a seguir:
Ata rua vazia as pedras vibra vamde calor-a ca ga da menina flamejava, Sentada nos degraut sua casa, ela suportava, Ningum na rua, s pessoa esperando inutilmente no ponto de de. E como seno bastasse seu olhar submisz
paciente, o soluo a interrompia de momento a momento, aba/ando o queixo que se apoiava com panheiro na roto... Ab rua deserta nenhum sioal de bonde. Numa terra de morenos, ser ruiva era urna revolta involuntria.
Se num dia futuro sua marca ia faz-la erguer insolente uma cabea de mulher?
Por enquanto ela estava sentada num degrau faisca nte da poda, s duas horas, O que a salvara era urna bolsa velha de seoho,a, comala partida. Segurava-a com um amor conjugal j habitua do, apertando-a contra os joelhos.
Tipos de Discurso
Discurso Direto
Consiste no dilogo. O autor d voz  personagem, que  chamada a dizer as prprias palavras. Normal' mente precedida por dois pontos e travesso.
Ele alargoo os braos, tristemente:
-A natureza da gente  qoe nem borracha.., Havendo preciso, que jeito? D pra tudo...
Ela lembroo:
Olhe, todo dia, voc ou a comadre apaream poraqui, e oque ns junta nos, emvezde sedar aos outros, guarda-se s pra voc. E eu vou ver se arranjo alguma coisa que lhe sinta... Assim unia veodinha de gua, hein, Me Ncia?
(Raquelde
Discurso Indireto
tio discurso indireto o autortransmite indiretamente a tala da personagem, sem usar as palavras exalas dela:
"Um dos vizinhos disse-lhe serem as autoridades do Cachoeira,"
(Graa Aranha)
Discurso Indireto Livre
uso dos tipos anteriores de discurso, aproxima narrador e personagem, dando a impresso de que so um s, por meio do chamado monlogo interior:
Que vontade de voar lhe veio agoral Correu outra vez com a respirao presa. J nem podia mais. Estava desanimado, Que pena/Houve ummomen to em que esteve quase... quase! Retirou as asas e estraalhou-as. S tinham be leza. Entretanto, qualquer urubu.., que raiva!.. - (A. til. Machada)
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Dissertao
Dissertao consiste em desenvolver um ponto doutri nrio, um lema, um assunto qualquer portanto, disser tar  expor idias em tomo de um problema qualquer
Dissertar  expor um assunto, esclarecer fatos, ver dades ou suposies que o envolvem, ao mesmo tempo em que se tomam posies e se defendem principios.
As caracterislicas da boa dissertao so a anlise objetiva de um assunto, a seqncia lgica de idias e a clareza e coerncia na exposio delas.
A dissertao tambm  conhecida como redao expositiva,
Exige seleo e ret de idias, alm de um pla no de desenvolvimento.
Mesmo uma pessoa criativa e inteligente v-se em dificuldade se no gastou alguns momentos pla nejando o que e como vai escrever, Tem muitas idias, mas no consegue organiz-las. Um plano de trabalho transforma essa dificuldade em prazer de produzir texto.
Aps relietir bem sobre o tema da redao, deve-se estabelecera ordem dos pensamentos e estabelecera seqncia e importncia destes.
Algum conhecimento do assunto tratado, boa cul tura e o principal, domnio das estruturas sintticas mais complexas, alm de conheceras oraes re duzidas de intinitivo, gerndio e participio, sofun damentais.
A dissertao  o tipo de redao mais solicitado na grande maioria dos vestibulares e concursos do Bra sil. No entanto, a redao mais praticada pelos estu dantes, do primrio ao colegial,  a narrao. Desde cedo tomos (somos) estimulados a contar sobre nossas frias, viagens, excurses, acontecimentos,., discutir assuntos, criticar situaes e a realidade, propor solues para os problemas que afligem o mundo estiveram e hoje esto muito distantes da realidade dos jovens. Atualmente a juventude no participa, no sente e discute, quase nunca entende, e por isso no escreve.
A dissertao divide-se em trs partes:
 Introduo - parte em que se apresenta o assunto
a ser tratado, onde o leilorser apresentado e prepa rado para ele.
r -
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 Concluso -  o fechamento do texto, parte dele na qual a idiaexposta na introduo  retomada e toma se uma posio a respeito dela, comprovando o ponto de vista defendido.
O nmero de linhas que  pedido para uma disser tao varia, mas a maioriaticaentre 20 ou 30.
Exemplo de Dissertao:
a constituio que define as tarefas do Sena do. Entre e/as est a de processare/ulgaropre sidente e o vice, ministros de Estado, de tribu nais superiores, o procurador-geral da Repbli oa e o advogado-geral da Unio em casos de cri mesde responsabilidade. Foi o que fizeram os SI senadores noimpeachment de Fernando Colior Tambm cabe ao Senado autorizar emprstimos externos e emisso de ttulos de i! vida da Unio, dos Estados, municpios e do Distrito Federal. Outra tarefa do Senado  votar propostas que digam respeito  poltica externa brasileira, tais como o restabelecimento ou rompimento de re (aes diplomticas e acordos de divida exter na, Por fim, os senadores devem-aprovaras es colhas do Executivo para integrantes de tribu nais superiores, presidentes e diretores do Ban co Central, o procurador-geral da Repblica e embaixadores, As apre vaespara eodos esses cargos devemser
por voto secreto, depois de sesses pblicas (ou secretas, no caso de embaixadores) de argio. Eoprdprio Senado que fixa a durao dos proces sos de escolha, Ao determinar o voto secreto, a inteno dos constituintes de 1958 foi a de evitar presses sobre os senadores, As sessespblicasse des tinama que os brasileiros tonoemconhecimento do que pensam os indicados para os cargos e quais as suas capacitaes. E a ausncia de pra zopressupe que os senadores possamargir a fundo os postulantes a cargos. Tudo muito sensato, na Constituio, Na prtica,  tudo diferente. As indicaes de embaixadores so sempre r pidas. Ala se mana passada, oSenado foi de oma rapidez mpar: aprovoua toque de caixa onome de um novo integrante do Supremo Tribunal
 Desenvolvimento - Trata-se do desdobramento do assunlo, ou seja,  onde a validade da proposta contida na introduo  demonstrada,
Objetividade e Subjetividade
Federal, No houve argio alguma, ner debate, nenhuma pergunta. Em algumas h nomeou-se um juiz do Supremo sem que se besse nada de seu pensamento jurdico. esses procedimentos cleres, o Senado m to-imola, abdica de suas tarefas constitucic para se tornar um mero carimbo do Execo Quem perde com a pressa e a supedictali dos senadores  o Brasil, que v indicadas attos cargos da Repbtica pessoas que n sabe se so talhadas para as funes que ro desempenhar (Revista Veja. 2/11/94)
Ao tratar porescrito de um tema, podemos esc de forma objetiva ou subjetiva.
Objetiva - quando a exposio e tralameni assunto  impessoal, feita se um Fado estrilamente lgioo, por meio de idias e um pra namento que possam ser aceitos pela maiorh pessoas. A finalidade principal da redao obje instruir e/ou convencer o leitor. Apesar das id do modo de anlise serem pessoais, ouso eco o so feitos de uro modo no-particular.
Os vertos em 3 pessoa e/ou 1 do plural imp na redao objetiva.
 Subjetiva -predornina a viso particular dar sas e do mundo. Oautorsegue seu modo de en a realidade. Para tanto, o tema deve estar prxir subjetividade. A redao subjetiva deve serevit quanto possvel, visto que se aproxima mui narrao e seus subtipos.
O primeiro objelivo que o autor deve persegi teitura da redao sub jetiva  angariara simpa leitor para com o assunto exposto, pois se essencialmente em suas opinies, expondo ur confessional, marcado porsentimentalismo. O verbo na 1 pessoa do impera nem de redao.
A perteio seria um texto que conjugasse o modelos, descrevendo num tom altamente ii soaI idias bastanle emolivas e pessoais, que sem o leitor e o fizesse se sentir bem prximo! o autor sentiu, Finalmente, cumpre nofar que dificilmente
o, narrao e dissertao esto em estadr
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 possvel e normal que um texto misture caracte risticas delas, como uma dissertao em que en contramos breves narraes. Isto  absolutamen te aceitvel, desde que as particularidades de cada tipo de texto sejam conservadas, para permitir sua identificao.
Texto objetivo:
A famlia do conselheiro compunha-se de duas pessoas: um filho, o Dr. Estcio, e uma irm, 0. lirsula, Contava esta cinqenta e poucos anos:
era solteira; vivera sempre com o irmo (...). Est cio tinha vinte e sete anos, e era formado em matemticas, O conselheiro tentara encarreir-lo na poltica, depois na diplomacia; mas nenhum desses projetos teve comeo de execuo.
(Machado de Assis)
Texto subjetivo:
Pois ali est, no meio da noite, a Lua.  mesmo um lago de prata, com vagas sombras cinzentas
- sombras de rvores, de barcos, de aves aqu ticas,,
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
O cu est muito lmpido, e  puro o brilho das estrelas, Mas em breve se produzir o eclipse, E ento, pouco a pouco, o luminoso contomo va sendo perturbado pela escurido. A Terra, esta nos sa misteriosa morada, vai projetando sua forma naquele redondo espelho. Multo lenta mente sobe a mancha negra sobre aquela cintilante claridade. Emesmo umdiagode trevas que vacalrna mente bebendo aquela gua to clara; devorando, pta la por ptala, aquela flor tranqila.
E o globo da Lua, num dado momento, parece roxo, sangneo, como um vaso de sangue. Que singularmeramorfose, e que triste smbolo! Ali vemos a Terra, melancolicamente reproduzida na apagada limpidez da Lua. Ali estamos, com estas lutas, estes males, ambies, cleras. sangue. Ali estamos projetadosl Epoderamos pensar um momento, na sombra amarga que somos. Sombra imensa, Mancha sangnea. (Por que insistimos emserassim?)
Ah! -mas o eclipse passa. Recupera-se a Lua, mais brilhante do que nunca. Parece at purificada.
(Brilharemos umdia tambmcomomaiorbrilho? Perderemos para sempre este peso de treva?) (Cecilia Meireles)
Ficha 2' As Partes de uma Redao
Estrutura
O que toi exposto sobre as partes da dissertao  igualmente vlido para qualquer redao exigida em concursos pblicos e vestibulares. Portanto, a es' trutura clssica da redao em vestibular  introdu o, desenvolvimento e concluso,
 Introduo -. Alm do que j toi dito, cumpre acrescentar que a introduo deve despertar ocre resse do leitor pelo assunto, sendo, portanto, obje tiva e atraente. Pode apresentar-se de diversos mo dos: uma declarao, uma citao, um questiona' mente etc, Deve-se evitar divagaes, pois tendem a ser obscuras.
A introduo deve ser breve, constituida de no m ximo um ou dois periodos.
 Desenvolvimento- Como Moi exposto,  o desdo bramento da redao, ou seja,  o corpo do texto, sua
parte principal. No desenvolvimento, o autor mostra suas idias, sua originalidadee habilidade paratratar com as palavras. O desenvolvimento  o debate das idias apresentadas. E sempre a parte mais extensa da redao e resutia na parte mais confusa quando o trabalho de ordenao das idias no toi realizado. No  necessrio (e geralmente no  possvel) usar de muitas idias, o importante  clareza na sua expo sio. Oexcesso deargumentoscansao leito atrair uma praga muito'comum nas redaes: peno- dos longos, maantes e mal-arranjados entre si. Os bons manuais de redao recomendam que o desen volvimento tome cerca de 70% de todo o texto.
 Concluso - Dissemos que a concluso  o fecha mento do texto. E isso e mais: deve ser um fim ele gante para o texto, no deve ser abrupta. A conclu so resume tudo que foi apresentado anteriormente e toma uma posio sobre o problema apresenta do, Eta  o posicionamento do autor ante o tema
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Linguagens. Cdigos e suas Tecnologias
proposto na introduo, levando em conla o que toi apresentado no desenvolvimento. Tal como a intro duo, a concluso no deve ser longa, tendo tam bm somente um pargrafo de extenso, mas po dendo englobar mais de um periodo.
Em contas e crnicas, a concluso pode ser impre vistae totalmente desligada do que se apresentou at ento. Mas, ateno: em disserlaes isso no cons titui recurso, mas erro grave,
A seguir temos um exemplo de dissertao e anlise de suas respectivas partes, acompanhadas de co merilrios:
A P AZ E A GUER RA
H ide ol ogias que pressupem seja o homem um ser naturalmente inclinado  guerra, essencial- mente agressivo. Seo idias fundamentadas na teoria da evoluo, nos conceitos de luta pela existncia, em que o mais forte ocupa as altas posies econmicas e polticas.
No entanto, estas concepes so completamente contt das  tendncia evolucionria humana, que retrocede no sd at a evoluo em nvel animal, custa mbmao n'ais baixonvelde luta animal. fiem mesmo os carnvoros se alimentam uns dos outros, como o homem con-pet,'tivo devora os n'vais. Ate nhum futuro evolucioodo espera o homem que segue este caminho. A lufa competitiva no delirar sobre vi tentes. Mesmo que se limite a uma guerra econmica, s pode acabar em contenda social, em cdses de desemprego, emapuros financeiros e num fracasso q,nnto  utilizao dos recursos do mondo da maneira mais completa e eficiente.
Fora de uma atitude mtua de colaborao social e da produo voltada e planejada para o consu mo, noh soluopara tais dificuldades. Enquan to se mantiverem as condies atuais, o homem sentirse- agressivo, estar preparado para asse gurar seu prpdo berre-estar  custa do prximo, Esta, contudo, no  a natureza do homem, e sim a natureza do homem em nvel subumano. Se o
FichaS Montando a Redao
colocarmos em condies de trabalho realmente hunaenas, tendo em vista o bem comum, sua na tureza tomar-se- mais humana, mais cooperati va, e seu futuro estar assegurado. Se fracassar mos neste propsito, seu futuro ser a guerra e a destruio. John Lewis - Ohomem e a evoluo)
Note-se que o tema  desenvolvido a partir de uma idia-ncleo expressa no trecho: No entanto (... baixo nivel de luta animal". A idia-ncleo traduz pensamento do autoren, face do tema, alm de dis' cordar da idia apresentada nadisousso. Nos pa rgratos seguintes, o autor confirma e justifica no principies de sua tese, usando o recurso dos exem p105 para reforar a idia defendida e apresentai solues. Prximo ao tim do texto, o autor faz urr retorno s idias da introduo, e no fim propria mente dito (ltimo pargrafo), ele sintetizaa idia- ncleo e encerra o texto de terma enttica e taxativa
Dualidades da Boa Redao
Unidade, Coerncia e nfase
O texto A Paz e a Guerra tambm sen'e para desta' carmos trs qualidades fundamentais para um borr texto escrito: unidade, coerncia e nfase.
A unidade se apia no tato de que o autor se fixoc somente numa idia no decorrer da argumentao as idias se sucedem de forma lgica, sempre com pletando a idia-ncleo. No h redundncias neo pormenores desnecessrios.
A coerncia consiste na associao e cc,qMa corre ao das idias apresentadas dentro de cada par grato e de cada pargrafo a outro, E a organizah do pensamento, refletida pelas palavras que expres sam e unem as idias, A nfase  o tato da idia-ncleo estar em destaqu
(ocupa todo um pargrafo) e aparecer retoradaer outros pargrafos (terceiro e quarto), alm do deste que na concluso. A nfase  conseguida por mei do uso de expresses altamente expressivas, com "homem competitivo devora os rivais", 'nv subumano", "a guerra e a destruio", e outras.
A Esttica
Um visual desleixado pode anular por completo o valor do contedo da redao. Portanto, o cuidado
com a esttica da redao  indispensvel. O impac causado pelo visual pode despertar o interesse pe texto, ou motivar desprezo. Preste muita ateno a elementos que compem a esttica de um text
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Abaixo, os principais aspectos no que diz respeito  esttica:
1. Normalmente o ttulo tem todas as palavras em maisculas, com exceo de palavras pouco expres sivas (artigo, preposio, conjuno) ou apenas a primeira palavra, seja qual tor sua categoria,  escrita em maiscula:
Festa naAldeiaGlobal
O Mundo Co daTV Brasileira
ou
Festa na aldeia global
O mundo co na lv brasileira
Tambm podemos escrever o ttulo inteiramente em maiscuas:
 FESTA NA ALDEIA GLOBAL
OMUND cAo DA TV BRAS
fflis.: o titulo  colocado apenas nastolhas de reda o em que ele no esteja previamente gratado, ou nas tolhas em que haja rumerao prvia. A linha do titulo e duas ou trs linhas deixadas em branco antes do pargrafo no so contadas como parte da reda o, pois o comeo da redao  na linha um do primeiro pargrato.
2. Use ponto finat no titulo somente se o mesmo tor trase ou citao.
3. Entre o titulo e o texto devem ser deixadas duas ou trs linhas de espao.
4. Os pargrafos devem adentrara tinha dois cent metros e iniciarem-se sempre  mesma altura:Tal or ganizao  fundamental para uma boa redao, pois a paragrafao marca a diviso do texto nas trs par tes obrigatrias de um texto dissertativo.
O nmero de pargrafos varia segundo a extenso
da redat. Numa dissertao o mnimo obrigatrio
 de trs pargratos; o mximo depende da quan tidade de linhas pedidas. Uma extenso recomend vel para um pargrafo  de cinco tinhas.
5. Separe as idias distintas em pargratos distintos, preservando a conexo. As idias mais prximas entre si devem tirar no mesmo pargrafo.
Toda vez que a tinha de raciocnio mudar, ou seja, sempre que se passa a uma idia que no tenha
Linguagens. Cdigos e suas Tecnologias
relao muito direta com a anterior, deve-se iniciar novo pargrafo.
6. Apenas o primeiro pargrafo pode serconstitui da de um s perodo; os demais devem ser compos tos de vrios perodos.
7. No rasure a redao. Uma redao cora rabis cos e rasuras dar ao avaliador uma primeira im presso negativa que nem mesmo um timo con tedo apagar.
A imensa maioria dos vestibutares oferece oportu nidade e meios para se fazer um rascunho da reda o: portanto, a rasura na verso definitiva  imper dovel. Ou o candidato no faz rascunho (falta ain da mais grave) ou no sabe sequer fazer uma cpia.
8. A letra  tundanental, importantssima! Uma boa caligrafia desperta simpatia e interesse pela leitu ra. A legibilidade  item a que todos vestibulares tazem reterncia. Alguns ainda especificam o tipo de letra.
Uma redao ilegvel  pura e simplesmente elimina da. E letrafeia  falta grave. Um texto bem construdo, convincente, repleto de estilo elegante e argumentos bem escolhidos de nada vaie se no pode ser lido. A sada para a letra feia  a letra deforma ou t treino de caligrafia (e nada de pensar que caderno de caligrafia  apenas para crianas).
No vestibular o nmero de redaes  de vrios mi lhares e para a sua redao se destacar da profuso de textos udos, ela dever conter: clareza, conciso, originalidade, etegnca, harmonia.
O texto bern escrito  aquele que une com preciso criatividade anlise rigorosae linguagem adequada. No bastater uma idiabrithante,  precisoexpress-la com acerto. Estilo correto de redao  aquele que apresentatodos os elementosj citados antedormenfe. Outros elementos importantes na boa redao sero descritos e detalhados a seguir.
Correo
Por correto chamamos o texto que segue as normas da Gramtica, que nada niais  que o conjunto de normas que ensinam a escrever corretamente. To das aquelas regras chatas" dos livros de Gramtica devem ser assimiladas...
H erros que pesam mais que outros na avaliao de um texto. So erros que deixam o avaliador comple tamente indisposto quanto aotexto. Quais so, ento, os erros capitais numa redao? Vejamos:
Porluguas - 203
Liagutagens, Cdigos e suas Tecnologias
1. Concordncia: Sujeito no plural e verbo no sin guiar, num texto escrito,  coisa muita grave. Pro cure o sujeito de cada verbo e veia se eles se correspondem. Tenha especial cuidado com a par ticula SE verbos impessoais (HAVER, FAZER) etc, O mtodo mais seguro para cometerem-se erros de concordncia  abusar do periodo longo, ou utili zar ordem inversa, Ponha no papel idias simples e em penados curtos.
2. Regncia: Tome cuidado com os verbos de re gncia mais complicada. Se no estiver seguro so bre a regncia de um verbo, substitua-o por outro de sentido semelhante,
O problema de regncia mais comum em textos  o uso das formas obliquas O e Lhe, que so regidas pelas seguintes regras:
 O s  usado para objeto direto, com verbo Iran sitivo direto,
 Lhe  usado para objeto indireto ou tendo valor de possessivo,
3. Colocao: No  dos tpicos em que se exige mais, mas os exageros so condenveis. Portanto, jamais, no texto escrito, laa uso do to brasileiro h bito de iniciar orao com obliquo tono:
Me disseram que voc se atrasou.
Te vejo por ai!
 No, nunca, que, porque, quando, enquanto, se, para que etc, sempre exigem oblquo antes do verbo!
 Obliquo depois do particpio tambm  falta grave:
Vocs tinham se desgastado muito.
 No coloque pronome obliquo depois de qual quer pontuao, principalmente virgula.
4. Grafia: Erro ortogrfico no  aceitvel, principal mente em palavras de uso corriqueiro. Escrever, por exemplo, "exepicional", 'iscola", "vz", carril"  algo sem comentrios,..
Se lNer dvida sobre como se escreve uma palavra, use um sinnimo! E ateno especial aos acentos.
Clareza
A clareza consiste em expressar uma idia do modo mais compreensvel possvel. Quem escreve deve ser
entendido do melhor e mais rpido modo possive Para obter clareza, siga esses procedimentos:
1. Medite sobre o lena; Antes de iniciar a escriu pense sobre o tema, junte as idias que ocorrererr organize-as. E comece a escrever quando souber que vai escrever. E fcil perceber ento a importnci do rascunho.
2. Use frases curtas: os perodos longos sempr resultam conluscs.
3. Empregue palavras precisas: empregue a pa lavra que encerra exatamente o significado qu voc procura. Evite bancar o esnobe,  muito PC rig oso.
4. Evite ao mximo a ambigidade: ambigtdad a possibilidade demais de um sentido.
Ex.: Carlos encontrou sua irm em Santos,
A irm de quem? de Carlos ou do ouvinte, No como saber de quem a garcta citada  irm. Portant temos uma ambigidade, que  defeito em reda
Conc [
Conciso  a qualidade de expressar um tato, um opinio, um sentimento, com o meno,sqJmero pot svel de frases e palavras. Devemos usar apenas a palavras indispensveis  compreenso do que qut remos transmitir.
Novamente o rascunho se faz necessrio. Primeii escrevemos livremente, sem grandes preccupa com a conciso, Logo depois submetemos o rasci nho a uma rigorcsa limpeza do que  desnecess rio, ou seja, que no acrescente algo ao texto; porr cuidado! O excesso de conciso resulta em obsc ridade e Ialta de harmonia,
No texto a seguir o que est em negrito podes retirado sem prejuzo da integridade do texto, fase do com que ganhe vigor:
"H algumas ocasies em que  melhorftcarcala do que lalar besteira, Eu posso contar um caso i cenle que me aconteceu h pouco. Eu sa de ca rumo ao bar para beber alguma coisa. Perceb vocsque no tinha nada planejado, apenas que beber um pouso e ficara obseniaros habitantes noite, os bomios. Foi ento que algo Ictatmei inesperado aconteceu..."
204 Portugus
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
Originalidade
Este  um quesito realmente complicado. Originali dade  apresentar os fatos de modo original, criati vo, sem recorrera recursos e processos desgasta dos. E como se consegue ser original? O que  dito ou pensado que j no o foi antes? Originalidade
exige muita criatividade e habilidade e muito co nhecimento do que  usado para talar/escrever so bre um tema. Assim, exigir originalidade de um vestibulando no  possivel, o que pode ser exigi' do  que fuja do lugar-comum e das frases e idias prontas, a todo momento repelidas pelos meios de comunicao
O mximo que se pode exigirnuma redao de ves tibular escrever corretamente.
Elegncia
Por elegnoia, num vestibular, entendemos limpeza, letra legivel e pargratos ordenados. Isso  o sufi ciente para uma redao ser considerada elegante.
Ficha 4 Para Iniciar a Redao
O inicio da redao, para a maioria dos alunos,  tarefa das mais complicadas, por vezes parece im possvel de ser realizada. No  raro um sentimento de pavor, diante da folha de papel em branco. As orientaes at aqui apresentadas, aliadas a treino constante, so sudicientes para diminuir essa inibi o. Para tornar esse tormento" ainda mais dcil, temos algumas sugestes para iniciar um texto:
 Dados retrospectivos
Ex.:As pmeiras manfestaesde comunicao huma na, nas eras mais primitivas, foram traduzidas por sons que expressavam dor, alegria, espanto. Mais tarde...
 Citao
Ex.: A partir das palavras de podemos afirmar que
 Cena descritiva
Ex.: Editcios altissimos e cinzentos cobrem a metr pole. Cinzas tambm so as nuvens que quase dia riamente cobrem o cu e despejam uma torrente que logo traz caos  cidade: Uma insuportvel sintonia de buzinas inunda o ar. E mais um dia em So Paulo.
 Pergunta
Ex.: Ser o futebol brasileiro realmente o melhor do mundo, se os melhores jogadores do pais no dis putam os campeonatos locais, pois partem para os clubes europeus assim que possivel?
Dado geogrfico
Ex.: Em Cricima, no Sul de Santa Catarina, oito mil homens vivem umaaventura todos os dias. Aaven fura do carvo. So os mineiros, homens que quase nunca vem o sol.
 Dados estatislicos
Ex.: Numa tipicacidade brasileira, que tenha, diga mos,... habitantes, cerca de.,. no possuem escolari dade completa at o 22 grau, o que denota o desprestgio do ensino perante a classe dirigente.
Narrativa
Ex.: Em Abril dei 964 toi deposto o presidente Joo Ooulart e dado incio  ditadura militar, que gover nou o pais durante mais de vinte anos.
 Linguagem figurada
Ex.: O jornaleiro, filho das madrugadas frias do Sul, quebra o gelo das manhs gachas com sua voz cortante e queixosa como o minuano nos pampas.
 Frase declarativa
Ex.: Diante da complexidade da realidadeatual, o artista sente-se muitas vezes incapaz de conseguir capt-la.
 Idias contrastantes
Ex.: Enquanto nos restaurantes caros pessoas ele gantes gastam at duzentos reais numa redeio que segue cozinhas renomadas, os marginais da socie dade morrem de fome nas ruas.
Um recurso muito til para se obter a conciso  a etipse, que consiste na omisso de palavras que so taci Imente e ntend idas.
Ex.:
Voc no sabe ler?
N o sabe te r?
Ns batemos. No havia ningum na casa.
Batemos. No havia ningum na casa,
Portugus . 205
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
Seja qual for o recurso usado na introduo da dissertao, o importante  que aparea o tema, o ponto de vista, uma referncia ao assunto do qual a redao trata. Portanto  plenamente aceitvel que o titulo aparea novamente na introduo.
A concluso  simples: para vencera obstculo da introduo basta que nela seja expresso o tema da redao.
Quanto ao desenvolvimento do tema, podemos usar citao, dados estatstico; justificativas, exem plos ou comparaes.
Tratando-se de assunto polmico, deve-se exami nar todos os prs e contras que o envolvem, coo cluindo com uma frase que expresse sua posi sobre ele.
A concluso deve ser enftica. Pode conter um idia humor(stica, surpreendente, laxativa, suges tiva. E o tema jamais pode ser abandonado er meio  discusso dos aspectos que a ele se Iigarr Uma boa forma de se concluir  sintetizar o assun to nos termos em que foi proposto ou questiona do na introduo.
FichaS" A Redao nos Vestibulares
Pontos importantes
Texto-base
Quando o vestibular fornece o texto-base, como apoio ao candidato, pode tambm fornecer o tema (ttulo ou assunto) ou no. Neste caso a redao ser feita partindo-se da interpretao do texto-base, de onde sertirada a idia central para aleitura do texto. Geralmente esse tipo de redao pede que o candi dato d um titulo a ela.
Por vezes o vestibular fornece apenas o tema da
redao.
Ttu
A redao deve conter titulo somente se for solicitado. Coloque o titulo/tema na folha da verso definitiva somente se este no estiver impresso.
Temp o
Quando as instrues no especificam tempo  parte para a redao, significa que suafeitura est inserida no tempo total, portanto no desperdice tempo e procure ao menos rascunhar a redao primeiro.
Prosa
Faa sempre a redao em prosa. Versos, mesmo que sem rima, no so bem-vistos nem aconselhveis.
Tipo
O melhor tipo de redao para vestibular  a disser tao. S a deixe de lado se as instruesforemex plicitas neste sentido.
Erros mais freqentes
Tal como os candidatos, os professores e avaliado res tambm experimentam puro desespero diant da redao de vestibular. Os professores e avalia dores sofrem porque diante deles est um texto qual fica evidente tudo que faltou durarflbo ensin fundamental e, principalmente, seus deplorvei substitutos: texto catico, pargratos quilomtrtco! frases e expresses feitas colhidas da linguagel estereolipada e vazia das EMs e programas de T' muitos, mas muitos erros de portugus. Abaixo e to alguns erros muito comuns em qualquer vesi bular do Brasil:
"A grande parte esto revoltados."
"Mais de uma pessoa estavam  espera."
- Erro de concordncla (suieito no singular e ve bo no plural).
"Isto  para mim fazer"
"Entre eu e ela."
- Os pronomes eu e mim esto trocados,
"H cinco anos atrs."
- Atrs  redundante, poiso verbo haver j ind tempo transcorrido.
"Se eu ver", "Seu eu dispor de tempo", "Se 1 vermos,
- A conjugao dos verbos est errada. O corre o futuro do subjuntivo (vir, dispuser, virmos).
206. Postugus
7
Conceo, excuro, exceo, redaso
Ficha 6 Correspondncia Comercial e Oficial
Neste bloco trataremos da correspondncia escrita comercial e oficial, ou seja, da correspondncia que trata de assuntos diversos da correspondnoia fa miliar ou social. Correspondncia oficial trata de as suntos do servio pblico, sendo geralmente Irocada entre rgos governamenlais. A correspon
Requerimento
.lrrg de Albuquerque Uns, fui, j nirio pblico lotado a Assemb Legislatna deste Es ado, soltei o, sidente na Rua Jorge Cceitto n 343 apto 45, nesta Capital, portador da Cl rr 456 999-O CPF n' 235 588 876 vem mui r speitesamerite reque rer a VExa que lhe conceda licena para tratamenlo de sade de tres meses con orme lhe tacuila a lei
Nestes te mos,
Pede deferimento
Porto Alegre, 8 de abn de 1998,
Jorge de Atbuquerque Lu
Recibo
Recebemos de Luis Antnio Agostinho da Silva, cern CPF 554 978 700-12, a quantia de AS 45000 (quatrocentos e cinquenta reais r C ente a servios de manuieno e t ca de componenien dei ices de sua residncia
Santos, 23 de maio de 3996
Borba & Silva Servinn Gerais
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
"Eia leve menas sorte do que ns,"
- Tais erros de miografia, envolvendo ss, se  so	- Trata-se de exagero de concordncia. (O adjetivo
muito comuns,	menos ruo concorda como sera que se refere.)
dncia comercial aquela que trata de negcios. trocada entre empresas, indstrias ou prestadoras de servio. Em ambas deve imperar a clareza, a correo e a esttica, para que o destinatrio no tenha dvi das sobre o assunto tratado, valores, objetivos etc,
Excelentssino Senhor Goveenador do Estado
r
rlh
Portuguis 207
Linguagens, Cdigos e suas tecnelogias
Mo-de-obra: AS 3000, 00
Reteno de IR: AS 366, 00
Lquido a receber: AS 2.634, 00
Recebi de Tecelagens Unsuaruma, inscrita no CNPJJ M sob os' 34.656.333/120-78, a quantia de R$ 2.634,00 (dois mil seiscentos e trinta e quatro reais), referente a servios de manuteno es, maquinrio desta empresa.
Londrina, 15 de dezembro de 1998.
Carlos de Sotia Forte
CPFrr 666.667.122-01
R. Anibeuvas, 877 ap. 165
N
Circular
56.999.789/2221-98
SOCIEDADE ESPORTIVA UNI%S DE SAJITO ANDRE
CNPJ:
Au. Dos Estados, 1.977 02356 001 - Santo Andru - SP Ementa Apresentaao de Elenco ,Ssnhsres associados.
Comunicamss a lodos os sooios que em 2 de abril de 1995 s 8 (oito) horas da noite ro salso nobre ser realinada a apresentaao do elenco coneraiado por esta agrern'aao para a disputa da terceira divisao dia Campeonato Paulista de Fatebol
1'
Marcos Roseaelatt
Presidentd
Ata
MFVSRS
.Aeu da nona reenis fisca da Condon,imo Siries.
Ao vinte e d isdias de ao lo de 1998, as 19 horas, uns nigenda conu cao, reon e CD elho Fiscal do Condomnio Sirius para examinar, aprova ou uso aprovar as contas de tulho
Aps ou exames dos documentos os conseltielrou aprovaram ao cartas, digo, as contas. Sem mala a tratar, o presid 5 encer ou a reunio. E para con tar, eu Mrcio Aclara. 1 vi t esta ata, que, aps aprovada, ser assinada por mim, pela presidente e pelos conselheiros
Saia Paulo 22 de agosto de 1998
Cond Mrcio Anis o
21 Podugus
Edital
cONDOMN DO EDIFCIO PdVEN(
EDITALN3/97
Convocao para Assemblia-Geral Ordinria
Pelo preserte Edital, ficam os senhores condminos do Edificio Rivesdeli convocadas para a Assemblia Geral Ordinria a realizar se no salto de festas do Edificio a 4 de abril de 1999 aa2O h em primeira corvocao ou as OOhOOon em segunda e ultima corvocaao com qealqeer numero de presenas
Consrane da ordem do dia:
1. Prestao de costas da administrao.
2. Eleio de sndico. vict-slndico e conselheiros fiscais.
3 Ourros assuntos de interesse geral
Vitoria 25 do agosto de 1998
Andr Sassilvs
Carta Comercial
PEDIDO DE REPRESENTAO
MameI Represeintaoes Leda
Raa Sete de Abril 445 3. ardar
01044-000 - So Paulo SP
 Irdustria de Laticinios Tabatara 5 &
A Vesceslau Brs 450
06034 011 -SaoPaelo-SP
Senhor Presidente
Estabelecida nesta cidade h mais de vista anos com escritrio de representaoes desfruto boas retaoes comemcoio eras soda a regiao metropolitana Assim algo me apta a represersear essa industria coma certeza de incrementar a venda de seus produtos
Para melhor avatiaao escamiraho lhe citrnct,lum vi e relaao das empresas por mim repre sentadas rias quais podem ser obtidas infsrmaoes sobre minhas atividades e desempenho
Ageardasdo qualquer decisao subscrevo me
Respeitosa mente
Mrcia Garota Sousa Lima
REPRESENTANTE COMERCIAL
MGSLIAC
Po.tiugus 209
GOVERNO DO ESTADO DE SANTA CATARINA
Secretaria de Administraso
Setor Leste - Etorianpotiu
Oticio 78/98. FtortarpoLLs, 30 de atho da 1999.
Ementa: encontro de educadores
Senhor Dtreear
Comunicamos a V Se qae a Escota Eutadaal Jutio Verne Co' ,nctu,da na relaao de participa
eec do )( Encontro de Educadores e Pedag090u, a realizar-Se de loa 13 da outubro, ataca cidade.
Para tanto solicitamos que ce indicados at 7 de neaembro cinco representantes densa
Escota para participarem do Encontro
Sem maia nnbncrevemo nou
talo Sr Fernando Toledo
CD Diretor da Escola Estadual Jatio Veraa
Mi. Tolkien, 466, 34090 800 - Ftorianopoliu - SC
cwts :
CO4ITMTO SXtALGIV1L
a e ent e ai. tace a	.	.	bra itei o. casado, maior, do comercio,
residente e dom tiliado r ata cidade de Estado
a	. . . . porlador da Identidade R 6 ri ...	. , se
de . .	... expedida pelo tnstiieeo de tdernitioato de
- .	. , brasileiro. solteiro, maior, em pres o, residenne e
domiciliado neatn cidade de . . E nada d port ar da Identidade
R.6. ri. - .	.	- srie	- expedida peto Servia de Identifi
cao de - . . - ob as cl a ias e condieu egainaes Primei
A sociedade civil ticar sob a denominao de -	'	. -	e
r ana cede matriz na rra n nesta cidade de
Estado d
Se
A presente aociedadeuer como explorao o ramo de
eec
da	de..
2W . Purtiagus
Assinatura dos contratadas Assinatura daa neatemanhas
Caaia Holanl bra Coordenador
Contrato
Procurao
I.inguagens, Cdigos e suas tecnologias
Por este instrumento particular de proc a aao eu, Marcondes de 5 uza Filho porlador da Carteira e Iden i ade a' 12 898 576-9 CPF a 123768 999-98, es' deele na Rua Alexandre Herculano. is' 676, neata cidade nomeio e con lituo minha bastante procuradora a Sra Anota Amlia Berna casada residente nesta cidade, portadora da Carteira dei en id de ti 20867 111-7, para o um de retirar, ro Banco Estadual de So Paulo. meus ruadimeneos relativos ao FGTS. e tando, para ia lim. auix rizada a assinar recibos e dacuranuneos e a p raeicar iodos os ato neceaarios ao heI desenaipeaho deste mandato
So Paulo, 6 de Junho de 1996
Marcondea de Souza Filho
Curriculum Vitae
Ceuuci.ue Viee
- Dados Pessoais - Ilome Adr,ana dos Pasoos Martina Foneea de A
Seco: oeminino -
Idade: 24 anos
Naturalidade: Jalai do Sul, MS
Estado Civil: aoteira
Endereo Ataaal: Av Zankeller, 400. Mandaqu Suo Paulo - SP
Telefone; (Oxxll) 00000000
- Escolaridade - l grau. Escola Municipal de 1 grau Loureno Filho 'o auto SP
21 grau: Escola Catadual de 1' e2 grau Mao Filho, So Pa lo, SP
31 grau: Faculdade Santo Amaro, curso de Comunicao Social, Sao Paulo, SP
- c -
Dalilagratia curso conctuldo no SENAI e So Paulo
Computao curso cancluldo no SENA de San P ulo
Dom doa aplicativos Word, Excel O Lotus e Windows 311 e 95
In cursaado o ano no Instituto Cutiarai Reino Unid . 'o Paulo, SP
- Experincia profissional - Auxiliar de escrdrio no Banco Unido do Comrcio por Ires anos
Secretria do eocr,t rio de advocaci Ponte & Mendea par um ano
Estagi ia de Comanica'o e Re a na 1 te mundo Pubi cidade deade abrit
- Prelea,sSs salarial - a combinar.
Oh,: Di ponivel para viaaen
Portugus 211
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
BIeco . questes de Vestibulafes
490. (UFMT) Os textos abaixa, de lontes diversas, apresentam opinies, lalas, dados sobre aspectos realidade social, econmica e cultural vivida pela criana brasileira.
Leia-os alentamente.
[ "Cliea suad a e veloz do batente / e traz semI um presente pra me encabular tasca corrente
ouro, se mao / que haia pescoo pra enfiar. 1 trouxe uma bolsa j com ludo dentro: / chave,
dernela, tero e patu, / um leno e ema penca documentas/ pra finalmente eu me identif / aI. olha ai, o meu guri,.
ceico auarque. At.MANAOUE. 9
[ criana no deve perrniiiir que descias dic prevaleam deitando espao pana eeplorao.
( crueldade e oprenobe. A criana deve ap der desde cedo qee ningum loca seu corpo nem expresso vontade" 'afirma a professora resida Ar dos Saibo. qee orientou a pesquisa "O Lado Ds. da violncia Domstica: Abuso Sexual Incesseos
(eeniiiuon Dourade, 'Pee5uias pede maia o decui A suzeru, 22/a
04. "A criana deve beneficiar-se de proteo e cdl e dispor de oportunidades e serniaoo nasci
dos por lei oe por outros nicos, a tini de desenvolver-se fisica, mental, m 1. espirateal ciaimenle de modo sadio e normal, em candr' liberdade e dignidade. Na adoo de leis com obietivo, a conaideras tu ndareenlul deve ser eeresoe se perior da criara." lamino 2 da oecrAnAQAo 005 OIRSiTOS ou cei aprovado pela Aseembinio narai da cm ter 20/ar
Os textos udos devem servir de base para a sua produo texluaf. Re sobre o que eles dizem.
PROPOSTA:
Produza um texto verbal que expresse sua reflexo sobr
212 Portugus
realidade apresentada.
E:
491. (UFPR) Na Mostra Comemorativa dos 20 Anos de Anistia no Brasil, foi apresentada a charge abaixo. A partir de sua leitura, escreva um texto, de at 10 linhas, que compare os dois perodos da histria recente do Brasil contra- postos na charge, localizando os contrastes ex plorados pelo humorista.
ANISTIA
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ASAIXQ A ViTAcILJIZA
Do DoL
492. (UFBA) TEMA
A Identidade tultural no Brasil  uma questo polmica, sobretudo no que se refere  lngua portuguesa.
Leia, a seguir, alguns textos sobre o assunto, refletindo sobre o seu contedo, sem contudo copi-los como parte de sna Redao.
1. A Nao  uma resultante de agentes histricos, O indio, o negro, o espadachim, o jesuta, o tropoiro, o poeta, o fazendeiro, o poltico, o holands, o portu gus, o trancs, os rios, as montanhas, a minerao, a pecuria, a agricultura, o sol, as lguas imensas, o Cruzeiro do Sul, o caf, a literatura francesa, as pol ticas inglesa e americana, os oito milhes de quil metros quadrados...
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
Temos de aceitar todos esses fatores, ou destruir a Nacionalidade, pelo estabelecimento de distines, pelo desmembramento nuclear da idia que dela formamos.
Como aceitar todos esses fatores? No concedendo predominncia a nenhum.
MANIFESTO NHENGAU
11.0 contato entre culturas produz efeitos tambm no vocabulrio das linguas.
Atente para o falo de que os emprstimos lingitislicos s fazem sentido quando so necessrios. E o que ocorre quando surgem novos produtos ou proces sos lecnolgicos. (...) So condenveis abusos de estrangeirismos decorrentes de afetao de compor tamento ou de subservincia cultural. A imprensa e a publicidade muitas vezes no resistem  tentao de utilizar a denominao estrangeira de torma apelativa, como em expresses do tipo os teens (por adolescentes) ou trigh technologysystem(sistema de alta uecnologia).
PASOUALE & I
III. Umasaudvel epidemiatomou contada impren sa brasileira. Os jornais publicam sees de valoriza o da lngua portuguesa.
A concluso  que se deve cuidar dessa matria de forma inteligente, sem patriotadas. mas com ob etividade, no sentido de valorizar o idioma de Machado de Assis e de Fernando Pessoa. Se a nossa ptria  a lngua portuguesa, por que no cuidar bem dela?
ARNALDO NISKFER
IV. Ouso desnecessrio, abusivo ou enganoso de palavra ou expresso estrangeiras sertratado como lesivo ao patrimnio cultural brasileiro.
Mais que uma lei, queremos criar um Movimento Nacional de Defesa da Lngua Portuguesa. Sem xe nofobia, mas com altivez e brio, possvel proteger o idioma contra o corrosivo bilingOismo que o des figura e infunde nos brasileiros a deprimente iluso de que a tingua portuguesa  leia, limitada e vaga.
-a
Portugus - 213
Uoguagens. Gdigos e suas Tecno
Apesar das regras por vezes tortuosas,  bela, prdi ga e precisa, dotada de recursos lxicos suficientes para acompanhar as descobertas, invenes e mu danas que transformam o mundo. Como indagou o professor Niskier, por que no cuidar bem dela?'
V. Gosto de sentir a minha lr,gua roar A lngua de Lus de Carnes
Gosto do Pessoa na pessoa
Da rosa no Rosa
E sei que a poesia est para a prosa
Assim como o amor est para a amizade
E quero h de negar que esta lhe  superior
E deixa os portugais morrerem  mngua Minha ptria  minha lngua"
CAEFANOVELOSO
A partir 'ia anlise desses fragmentos, pro duza um texto dissertativo sobre o tema:
BRASIL: IDENTIDADE CULTURAL E
PRESERVAO DO IDIOMA NACIONAL.
493. (Mack-SP) FAA UMA OISSERTAO ATINTA
COM, NO MXIMO, VINTEUNRAS, DESENVOtVEI&OO
UM TEMA COMUM Aos DOIS TEXTOS.
TEXTO 1
O possvel  aquilo oriado pela nossa prpria ao,
 o que vem exstncia graas ao nosso agir, No
entanto, no surge como "rvore milagrosa" e sim
como aquilo que as circunstncias abriram para a
nossa ao.
TEXTO II
A liberdade no se encontra na iluso do "posso tudo", nem no conformismo do "nada posso".
Marilena Chau
494. (PUC-R5 TEMA
Em maio de 1999, a revista poca realizou uma pesquisa nacional para verificar o que o povo brasileiro pensa de si mesmo. Reproduzimos abaixo uma das questes e as respectivas respostas, que podero auxili-lo na elaborao de seu texto.
214 - Poitugus
Selecione os traos que, na sua opinio, me" caracterizam o modo de ser e agir do brasileli mostrando como eles influem (positiva ou ne tlvamente sobre nossa vida.
495. (FLIV-SP) Redija um texto a partir das idl apresentadas. D um ttulo
TEMA:
"Em meados deste ano o alual prefeito Paulo Santa de Camaragibe, recebeu o prmio Prefeito Crian concedido pela Unicef e pela Fundao Abrinq 20 municpios brasileiros com projetos m bem-sucedidos na assistncia a cr as e adol centes. A implantao do atendimen o dentrio miciliar lez da cidade modelo de sade bucal; o
lelo de ateno mdico-psicolgica a meninas re ziu, de modo drstico, a gravidez infantil; a le Dao, que permite o pagamento de dvidas ao i ncipio em doaes de imveis ou servios infra-estrutura comunitria, fez de maus devedi cidados empenhados em participar do bem-e de sua cidade; espcies nativas da mata atlntic to sendo cultivadas em um viveiro florestal; 5 do oramento  destinado ao incentivo da cultt do esporte e, por ltimo, e o mais importante, ai de tem a menor taxa de mortalidade inlantil do deste (5,6 por 1000, inferior de So Paulo) ei das crianas com idade de 7 a 14 anos esto
cola, Tudo isso, pasmem, no impediu a prefe
de pagar a seus funcionrios um salrie mmm R$ 163,00 -acima da mdia da maioria do pa
As conseqncias de experincias lelizes come so maiores do que imaginamos,"
(JURANOIR rRElRc cc
rotaa de So Pauta - 28Il
1
p,c Que d'se, d,o ,,nc,i%s m,lb,r d,e,,,e , p, br,siIels
ueu,t,dm H
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59% TAlA eu
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75% TSIe
99% Tkernu
73% l,
70% ee
60% pS9dflt,O
26% i,,5
711% fgdsu
71% Amalolei,
70% Iodo,,,,
Linguagens, CcEgas e suas Tecnologias
496. (U Faa sua redao procurando convencer um bebedor inveterado dos malefcios do lcool.
Observaes:
1-Fazer um texto expositivo ou argumentativo;
2-D um ttulo a sua redao;
3- No copie trechos dos textos motivadores.
Leia os trechos abaixo:
'0 Brasil sofre no paradoxo das drogas legali zadas, Maconha  crime, mas cigarros podem ser lacilmente comprados no supermercado. Tranqilizanles precisam de receita mdica, em bora qualquer um possa relaxar com o lcool na festinha de balizado. Alcoot e turno so ven didos e consumidos no Brasil com facilidades e banidos nos pases desenvolvidos, O efeito dessa liberalidade  devaslador. As drogas le gais viciam, causam doenas, separam familias e constituem graves problemas sociais e de sade pblica,"
Ia Superiateressaate, setenbro de 1998.
1
497. (UFPA) CONVITE
"Ahl Moa, esta cidade da Bahia  mltipla e desiguat, Sua beleza eterna, slida como em nenhuma cidade brasileira, nascendo do pas sado, rebentando em pitoresco no cais, nas maoumbas, nas feiras, nos becos e nas ladei ras, sua beleza to poderosa que se v, apalpa e cheira, sua beleza de mulher sensual, es conde um mundo de misria e de dor, Moa, eu te mostrarei o pitoresco mas le mostrarei tambm a dor,
Vem e serei teu cicerone- Juntos comeremos no Mercado sobre o mar o vatap apimentado e a doce cocada de rapadura, Serei teu cicerone, Mas no te levarei, apenas, aos bair ros ricos, de casas modernas e confortveis, a Barra, Graa, Vitriae Nazar, Iremos nos pio res bondes do mundo para a Estrada da Li berdade, onde descobrirs a misria oriental se repetindo naqueles casebres do Japo e da China, te levarei aos cortios infames,
Esse  bem um estranho guia, moa. Com ele no vers apenas a casca amarela e linda da laranja. Vers igualmente os gomos podres que repugnam ao paladar. Porque assim  a Bahia, mistura de beleza e sofrimento, de far tura e fome, de risos lacres e de lgrimas doloridas,
Quando a viola gemer nas mos do seresteiro, nascido na Bahia e cheio da sua poesia, no reflitas sequer. Moa, a Bahia te espera e eu serei teu guia pelas ruas e pelos seus mistrios. Teus olhos se enchero de pitoresco, teus ouvidos ouviro histrias que s os baianos sabem contar, teus ps pisa ro sobre o mrmore das igrejas, tuas mos tocaro o ouro de So Francisco, teu cora o pulsar mais rpido ao bater dos atabaques. Mas, moa, estremecers tambm muitas vezes e teu corao se apertar de angstia ante a procisso fnebre dos tuberculosos na cidade de methorclima e de melhor percentagem de tsioos do Brasil. A beleza habita nesta cidade misteriosa, moa, mas ela tem uma companheira inseparvel que  a tome,
Se s apenas uma turista vida de novas paisagens, de novidades para virilizar um
Portugus ' 215
"Beberpode seragradvel sem prejudicar a sa de. 0 primeiro efeito  o bem-estar. Um drinque entorna alegria, desinibio, segurana. O l cool  uma substncia que ultrapassa facilmente as membranas celulares e em minutos embarca todos os rgos e tecidos. Mesmo o crebro, protegido por filtros bioqumicos,  imediata mente invadido."
Ia Superineeressaate, seterntra de 1995.
O Brasil est gastando cerca de IJS$ 61,2 bilhes porano com problemas de bebidas alcolicas - internaes hospitatares, tratamento de doen as e assistncia a acidentados no trnsito. Esse  o balano do Hospital das Clnicas de So Pau lo. Outros nmeros:
.Cada brasileiro consome em mdia porano 35 litros de cerveja contra 20 litros do leite.
60% dos leitos de ortopedia esto ocupados por vtimas de acidentes causados por lcool.
O alcoolismo  responsvel por 80% das internaes psiquitricas.
Ia Istot. 6 de outubro do 1999.
Linguagens, Cdigos e suas tecnologias
corao gasto de emoes, viajante de po bre aventura rica, ento no queiras esse guia. Mas se queres ver tudo, na nsia de aprender e melhorar, se queres realmente conhecer a Bahia, ento, vem comigo e te mostrarei as ruas e os mistrios da cidade do Salvador, e sairs daqui ceda de que este mundo est errada e que  preciso refaz-lo para melhor. Porque no  justo que tanta misria caiba em tanta beleza. Um diavoltars, talvez, e ento teremos reformada o mundo e s a alegria, e a sade e atadura cabero na beleza imortal da Bahia.
Se amas a humanidade e desejas ver a Bahia com olhas de amor e compreenso, ento serei teu guia. Riremos)untos ejuntos nos revoltaremos. Qualquer catlogo oficial, ou de simples cavao, te dir quanto custou o Elevador Lacerda, a idade exala da Catedral, a nmero certo das milagres do Senhor do Bontim. Mas eu te direi muito mais. Junta como pitoresco e a poesia te direi da dor e da misria.
Vem, a Bahiate espera.  umafestae tambm um funeral, O seresteiro canta seu chamada. Vou mandar que batam os atabaques e os saveiros partam em sua busca no mar. Sero a doce brisa e os ventos e as palmas dos co queiros que le saudaro das praias.
Vem, a Bahia te esperar
(Trecho do prelcio que Jorge Amado fez ao seu lTvrc B de Todos os Santos, em t968.l
REDAO:
Assim como o escritor baiano, ESCREVA UM
TEXTO CONVIDANDO ALGUM PARAVISITAR
A CIDADE ONDE VDC NASCEU.
O convidado pode ser uma pessoa real ou imaginria. Evidentemente, ele no conhe ce sua cidade. Procure mostr-la com objetividade, mas, tambm, com sensibili dade. Seja um guia CRITICO, SEM HUMORADO e at mesnio IRNICO, mas NUNCA PESSIMIS TA. Afinal voc quer que seu convidado co nhea sua cidade e goste dela.
Sua redao deve ser em prosa e ter, na mximo, 30 linhas.
498. (UFMS)
O marciana Ara j se tornou personagem cor cido do pblico-leitor da revista Veja pelo hbito de questionar os usos e costumes ferrqueos, como na dilogo a seguir:
Ara e os economistas
Are, o marciano, quer saber o que lazem os ec nomistas. Por exemplo, lazem economia?
-Claro que no, Arc. Fazer economia qualqu uni pode fazer. Basta gastar menos... Os econ mistas se dedicam a importantes estudos sob a conjuntura econmica de um pas, at mundo: produo, consumo, arrecada dficits e supervits, entende?
 No. Isso tudo serve para qu? Poe exei
pio, melhora a vida da populao?
- r difcil, bem, marciano? Eu disse 'imparte
tes estudos', entendeu? Por exemplo, tazc previses sobre o lutura da economia..,
+ - e acertam?
- Nunca, Mas no  isso que interessa. Ao es dar os rnovmmenlos da economia, eles elabon tendncias paraotuturo...
 - Entendi. Estudam o que j aconteci para prevef o que no vai acontecer.. - D culpe a insistncia, mas isso serve para qi
'Arc  marciano e invisivel, vem regularmen
Terra - inclusive ao Brasil - para ver se va pena Marre investir aqui. Porenquanco, eles
(Veia, 28/7/99, p. 36)
Tomando por base o trecho abaixo, retira uma reportagem publicada no mesmo
da revista Veja (2811/99, p. 45-7), e asan criatividade, estabelea um dllogu Mc, analisando a situao apresentada
Qual  a chance de um estudante ingressar nur disputado numa universidade pblica? 5 ele no de escola particular, achance de passar no' lar  uma em nove. Se estudou em colgio & no, a possibilidade  bem menor: uma em ID forma de dizer a mesma coisa: 75% dos car
218 - Porlugus
ao vestibular de medicina da Universidade de So Paulo, USP, so oriundos da escola pblica, mas eles s conseguem ocupar 20% das vagas,
A escola pblica de ensino tundamentat e mdio torma trs vezes mais alunos do que a escola parli cular, mas ele rece uma qual idade de ensino notadamente interior e fica com a mincria das vagas nas boas taculdades. Resultado: quem tem dinheiro no bolso e gastou com a educao do tilho conse que matricul-lo na universidade pblica, que  de
graa e melhor que a taculdade particular.
499. (FLIVEST)
Recentemente, o Deputado Federal Atdo Rebelo (PC do R-SP}, visando proteger a identidade cul tural da lngua portuguesa, apresentou um pro jeto de lei que prev sanes contra o emprego abusivo de estrangeirismos. Mais que isso, de clarou o Deputado, interessa-lhe incentivar a criao de um Movimenta Nacional de Defesa da Lngua Portuguesa".
Leia alguns dos argumentos que ele apresenta para justificar o projeto, bem como os textos subseqentes, relacionados ao mesmo eema.
"A Histria nos ensina que wm das formas de do minao de um povo sobre outro se d pela in'qoo si o da lngua. ( estanuosa assistira uma verdadeira descaracterizaoda Ungua Portugue sa, tal a invaso indiscriminada e desnecessria de estrangeirismos-comohotding, recatl, tranchise; cottee-break, seIl-service -(.1 Eissovem000rren- do com voracidade e rapidez to espantosas que no  exagero supor que estamos na iminncia de conproroeter, quem sabe at truncar; a comuni cao oral e escrita com o nosso homem simples do campo, noateito s palavras e expresses im portadas, emgeral do ingls no,te-arnericano, que dominam o nosso cotidiano (..j"
"Como explicar esse fenmeno indesejvel, ameaador de um dos elementos mais vitais do
A
Linguagens, Cdigos e soas Tecnologias
nosso patdmnio cultural -a lngua materna-, que vem ocorrendo com intensidade crescente ao longo dos ltimos loa 20 anos? (..)"
"Parece-me que  chegado o momento de rom per com tamanha complacncia cultural, e, as sim, conscientizara nao deque  precisoagir em prol da lngua ptria, mas sem xenotobismo ou intnlerncia de nenhuma espcie. (.)" (Dep. Fed. Aldo Rebelo, 1999)
"Na realidade, o problema do emprstimo lingsticu no se resolve comatitudes reacion rias, como estabelecer barreiras ou cordes de isolamento  entrada de palavras e expresses de outros idiomas. Resolve-se com o dinamismo cultural, com o gnio inventivo do povo. Povo que no toda cultura dispensa-se de criarpalavras coto energia irradiadora e tem de conformar-se, quei ram ou no queiram os seus gramticos,  condi o de mero usurio de criaes alheias.
tCelso Cunha, 1968)
"Um pas como a Alemanha, menos vulnervel  influncia da colonizao da lngua inglesa, discu te hoje uma reforma ortogrfica para 'germanizar' expresses estrangeiras, o que j  regra na Fran a. O risco de se cair no nacionalismo tosco e na xenofobia  evidente. No  precisei porm agir coma Policarpo Quaresma, personagem de Lima Barreto, que queria transformar o tupi em lngua oficial do Brasil para recuperaro instinto de nacio nalidade. No Brasil de hoje/ seria umavanoseas pessoas passassema usar; entre outros exemplos, a palavra 'entre vez de delivery."
(Folha de oPaulo, 20/10/98)
Levando em conta as idias presentes nos trs textos, redija uma DISSERTAAO EM PROSA, ex pondo o que voc pensa sobre essa iniciativa do Deputado e as questes que ela envolve,
Apresente argumentos que dem susteutao ao ponto de vista que voc adotou.
Portugus - 217

				Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
Blocos Anlise de Texto
Introduo
A importncia da anlise de texto tem exigido de nossosvestibulandos maior conhecimento na es trutura e desenvolvimento do texto. Dessa forma, levaremos o aluno a tomar conhecimento bsico de como se proceder para uma anlise adequada, Deve-se partir da idia de que o texto no  um aglo merado de frases, e que desse modo no se pode isolarlrase alguma e nem lentar conderir- lhe o sig nidicado, O texto est sempre inserido em um con texto e a boa leitura (interpretao), ocorrer com o conhecimento de mundo do aluno.
Esse retatoserve paraalert-lo a respeito dostipos de leitura que pode apresentar um texto e o signifi cado distinto que umafrase pode representarfora de um contexto lingistioo.
flchn i- Tipos de Textos
Para exempliticar o que foi dito observe esse pe queno texto:
- " O professor no compareceu s aulas ho)e:"
Atravs desse exemplo, pode- se imaginar dois signiticados completamente diferentes:
- O primeiro significado nos leva a crec que, por motivo de doena ou fora maior o professor ficou ausente da escola,
- O segundo significado pode nos dar a ente nder que, o professor esteve ausente da escota, por mo tivo de viagem ou passeio.
Para finalizar esta primeira considerao, convm entatizar que toda leitura, para no ser equivocada, deve necessariamente levar em conta o contexto,
A seguir cada processo que auxilie a analisar um texto serestudado individualmente,
Os tipos de diferentes textos formam-se conforme sua argumentao, ou seja, como o tema ser tra balhado. Dessaforma, identifica-se:
 Narra a:um texto narrativo relata as mudanas progressivas de estado, que vo se processando no decorrer do tempo. No texto narrativo sempre ocorrer o elemento temporal de anterioridade e de posterioridade. Exemplificando:" No ano que nas ci, em ISSO, ascoisas com minhafamliano anda vam bem, Meu pai desempregado batalhava para manter-nos. Como passar do tempo csfilhos cres ceram e passaram a fazer parte das solues para o problema. Hoje, afamtiafortalecidae com muitas experincias de vida venceu as dificuldades."
 flesaio; o tipo de texto que se relata as carac tersticas da pessoa, objeto ou situao quatque no momento esttico do tempo, isto , no momento em que h uma viso ou percepo do fato. Pode-se relacionara descrio com afotografia, poiso ato de fotografar e registrar aquele momento  semelhante ao ato de produzir um texto descritivo, Ambos regis tmm o momento sem progresso temporat.
 Oissfla:um texto dissertativo analisa, inter preta e explica os dados da realidade, Esse tipo de
texto normalmente  utilizado para dados estat isti cos e citaes jurdicas, cientificas, polticas eec.
Pode-se desenvolver o texto dissertativo utilizando diversas tcnicas, como:
Enumerao: em um texto o autor enumera as aes gradativamente e explica cada item de seu seg mento, Exempt -"Para o aluno sentr-se mo tivado no estudo, a escola deve oferecer condies favorveis, como um prdio amplo e espaoso para criar um contorto tisico; atividades constantes e diversificadas para quebrar a monotonia; relaciona mento amistoso entre diretoria, professores e alunos paraproporcionar um clima favorvel..,"
 Caos Wconseqiinc!a; o autor utiliza argumen tos, ou melhor, defende os argumentos com causx e conseqncia. Exemplificando: "Grande parte da populao no confia nos pclticos, pois amaioria vive discutindo meios que os favorecem e esque cem do povo,"
 Exempllfl nome diz, o autor utiliza exemplos para defender seu ponto de vista.
 Confroetwutitiza duas idias para defendera idia central,
218 - Portugus
Ocorrem quatro critrios:
 Oposio temporal ou elementos lingtsticos de nomtnados demarcadores: b vrios recursos lingisticos para marcar a oposio de tempo em um texto: formas verbais (presente - pretrito - futu ro), advrbios de tempo e ad(untos adverbiais. To dos esses elementos demostram as mudanas de correntes do tempo.
 Oposio espacial: os elementos lingisticos que servem basicamente para exercer essa funo so os adjuntos adverbiais de lugar (c, aqui, acol, etc) e os substantivos que denominar espao (S.Paulo, Ptda,..)
fletia Coeso e Coerncia
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
 Oposio entre personagens: num texto, os per sonagens no so apenas seres humanos, mas todo tipo de seres que praticam ou sofrem uma dada ao (agressor X ootaborador; defensor X vitima etc.)
 Oposio temtica: levando em conta as di ferenas temticas,  possvel destacar, no texto, bolses ou blooos distintos e com isso, chegar a uma diviso de seus componentes. Como o nome diz, essa oposio trabalha para mostrar os confrontos existentes em um texto. (liberda de X escravido; riqueza X pobreza; euforia X depresso etc-)
So tatores de imporlncia na interpretao ou reda o de um texto.
Coerncia
'Seu texto no est coerente", Esse  um termo muito freqente quando os profes sores corrigem um texto ou uma redao dos alunos. Para se obter uma coerncia no texto  preciso amarr lo. Destaforma, um texto ooerente  um conjunto har mnico ou uma unidade de sentido, em que todas as partesse encaixam de maneira complementar, de modo que no haja destoantes, nada tique contraditrio ou nada ilgico. Exemplificando: Se no inicio do texto foi determinado que um personagem seria alto, forte e audacioso, em outro momento jamais ele poder ser descrito contraditoriamente, ou se)a, baixo, magro e medroso. Se isso ocorreu, houve nessa troca de ele mentos uma incoerncia.
Coeso
A coeso  diferenciada da coerncia, pois essa (a coerncia) diz respeito a unidade de sentido, enquan to a coeso diz respeito a ligao, conexo e ou re lao existentes entre as palavras, frases ou expres ses no texto. Em vista disso, essas relaes de sen qido so manifestados atravs de oonectivos ou ele mentos de coeso,
So vrios os conectivos, num texto, que ajudam a coeso, como:
- as preposies: a, de, para, com, por etc.
- as conjunes: que, para que, quando, embora, mas etc.
- os pronomes: ele, eta, seu, este, essa, aquele etc,
- os advrbios: aqui, l, ai, c etc,
Ficha e Discurso Direto e Indireto
Discurso direto
- a fala das personagens  anuncia da por verbos caracteristicos.
- a tala das personagens aparece nitidamente separada com aspas, dois pontos etc,
- os pronomes pessoais demons trativos,tempos verbais, adverbiais de lugar e tempo so usados em relao  pessoa no momento da fala.
Discurso indireto
- a tala das personagens constitui
orao subordinada objetiva direta
e portanto, separada da fala e as par'
ticulas que e se.
- pronomes pessoais, tem pos verbais e advrbios de lugar e tem po so usados em relao ao narrador no momento que se fala e ao espao em que est.
Portugus .221
Num texto, as persona gens falam, conversam entre si, expem idias, Quando o narrador conta o que elas disseram, inse re na narrativa uma fala, dessa forma, esquemati zou-se as marcas dos dis cursos direto e indireto.
- .
Linguageus, Cdigos e suas Tecnologias
Ficha 9' Figuras de Linguagem
A linguagem estrutura-se em dois planos -do con tedo e da expresso. Atravs das estruturas bsi cas, pode-se utilizar alguns recursos tnicos, sint tiros e semnticos, que auxiliam a construo ou elaborao do texto.
A seguir selecionou-se os recursos tnicos mais ex plorados:
Aliterao: ocorre a repetio dosmesmosfonenias ou tonemas semelhantes.
Ex,: "Boi bem bravo, bate baixo, bota baba.,."
Assonncia: ocorre a repetio de vogais e de silabas semelhantes, mas no necessariamente idnticas.
Ex.: " formas alvas, brancas, formas claras..."
Rima: a coincidncia de sons no tinal de versos diferentes, ou tambm no interior dos versos,
Ex.: "Que farinha de Surui Pinga de Parati
Fumo de Baependi
Ritmo: est ligado ao compasso regular ou melhor, numa seqncia regular de intervalos ou no,
Ex,: "J ruge ao vento o pejo.
Esforcem-se os leques dos verdes palmares
Voileiam, rebramam, dondejam nos ares
At que tascadas baqueiam no cho."
Abaixo, os recursos sinteticos mais explorados e uti lizados na tingua portuguesa:
Elipse: omisso de um termo facilmente subenten dido,
Ex,: "Na sala, apenas quatro ou cinco convidados", (omisso do verbo haver)
Pleonasmo: reforo estilstico da expresso, Con siste na repetio de uma Idia anteriormente sugertda ou na repetio de um termo j expresso.
Ex,: "A mim, ensinou-me tudo,"
Hiprbole ou Inverso: inverso da ordem natural das palavras na frase ou da frase no periodo.
Ex,:	"Ouviram do Ipiranga as margens plcidas
De um povo herico o brado retumbante
222- Portugus
Anfora: repetio da mesma palavra no comeo cada um dos membros da frase,
Ex.: "...guadeoceano gtadepranto,...gua
tente
Potissndeto: repetio expressiva do conectivo,
Ex.: "trabalha e teima e lima e sotre, e sua Quiasmo ore Converso: repetio simtrica, cc os termos invertidos.
Ex,: 'Cheguei, chegaste, Vinhas tatigada. E triste, e triste e fatigada eu vinha,"
A seguir, selecionamos os recursos semnticos m explorados na lingua portuguesa,
Metfora: comparao mental ou abreviada, pre tecendo a relao de semelhana.
Ex,: "Meu corao  um balde despejado angstia."
Hiprbole: afirmao exagerada com finalidade e pressiva,
Ex.: 'O leito dos rios fartou-se E Inundou de gua doce
Aamargura do mar."
Prosopopla: atribuio de aes, qualidades, se timentos ou person'rI icao a seres inanimados.
Ex.: "O tempo passou najanelaes Carolina no v,
Sinestesia: interpretao de planos sensoria Como na metfora, relaciona elementos de univ sos diferentes. Exemplo: "Um grIto spero revele todo o seu medo.
Obs,: O grito est relacionado ao auditivo e sps relacionado ao ttil.
Metonmia / sIndoque: relao de conttgide entre os elementos escolhidos, os quais apresent certa interdependncia,
Ex: "o bonde passa cheio de pernas- pernas br; cas, pretas, amarelas.,"
Aattese: contraposio de uma palavra ou fras outra de sentido oposto,
Ex,: "Eu que sou cego, mas s poo luzes.,,"
A
Linguagens, Cdigos a suas Tecnologias
Eufemismo: substiluio de uma palavraou expres- Catacrue: consiste no emprego de uma palavra so desagradvel ou spera poroutra mais amena, fora de seu significado real: entretanlo, dado o uso
conlinuo, no  mais percebido.
Ex.: "Querida ao p do leito derradeiro
Em que descansas dessa longa vida Ex.: Esquenle o leo e doure dois dentes de alho. Aqui venho e virei, pobre querida..." Eles embarcaram no avio das 6 horas,
Lilote: alirniao de algo pela negao do contrrio. Dessa forma, o estudante ter condies de reconhe Ex.: "Foi chamado s pre mas o pai  no vivia..." cere analisar um texto sem muitas dificuldades.
1
Linguagens. Cdigos e suas Tecnologias
Bloco 4 . Questes de Vestibulares
500. (Fuvesl/FCV) Texto 1:
"Talvez o esporte haja nascido de uma sublimao da guerra. Tanto melhor para os homens de boa vonla de. A guerra s se faz com morte, E o esporte exige o mximo da vida. Guerra s traz euloria nacional ou tragdia. Esporte Iraz riqueza de emoes.
Se bem que ele no seja mais to santo, dada a violncia, como tambm no seja mais puro, dado o poder do dinheiro. Isso explica porque, em con dies normais, nenhuma seleo de basquete vena a seleo americana. Os americanos tm sob o basquele um imprio leito para funcionar. Mas no futebol no adiantam os imprios. Hungria, Holanda e Camares no linham grande Iradio, e assombraram o mundo. Nada impede que um time da Africa venha a ser o furor da capa. A voca o lutebolistica  a que menos depende de estru tu ras e investimenlos. Ela nasce casualmente. O dinheiro compra o craque ,mas no tazo craque, O que faz o craque  o azar, o destino, E raro ver mos urna encestada casual no basquete. No fute bol, melade dos go acidente (A.M. flodrigues, O Estado de S.Pau!o, 14.5.94, C.2)
1) O texto acima  temtico ou figurativo?
2) Retire do texto algumas palavras que justifi que sua resposta, referente  1' questo.
501. (Euvest) Texto Ii:
A ponta do nariz
"Nariz, conscincia sem remorso, tu me valeste mui to na vida... J meditaste alguma vez no destino d nariz, amado leitor? A explicao dc doutor Panglos  que o nariz foi criado para uso dos culos, - e tr explicao confesso que at certo tempo me parece definitiva; mas veio um dia, em que, estando a rumi nar esse e outros pontos obscuros de filosofia, atinE com a nica, verdadeira e definitiva explicao.
Com efeito, bastou-me atentar no costume do taqui Sabe o leitor que o faquir gasta longas horas a olha para a ponta do nariz, com o fim nico de ver a tu celeste. Ouando ele finca os olhos na ponta da na riz, perde o sentimento das cousas externat embeleza-se no invisvel, apreende o impalpve desvencilha-se da terra, dissolve-se, eteriza-sE Essa sublimao do ser pela ponta do nariz  fenmeno mais excelso do esprito, e a faculdad de a obter no pertence ao faquir somente:  un versal. Cada homem tem necessidade e poder contemplar o seu prprio nariz, para o fim de ver luz celeste, e tal contemplao, cujo eleito  a su bordinao do universo a um nariz somente, conE titui o equilibrio das sociedades. Se os narizes contemplassem exclusivamente uns aos outros, gnero humano no chegaria a durar dois sculo:
extinguia-se com as primeiras tribos." ( Machad de Assis, Memrias pstumas de Bn Cubas)
1) Do ponto de vista da composio,  correi afirmar que o capitulo "A ponta do nariz":
a)  predominantemente dissertativo, servindo a referncias ao faquir, como ponto de argumenfa b)  predominantemente descritivo, com a suspet so do curso da histria dando lugar  construi do cenrio.
c) Equilibra em harmonia narrao e descrio medida que faz avanar a histria.
d)  predominantemente narrativo, visto que narrador evoca acontecimentos.
e) Equilibra narrao e dissertao, com o uso discurso indireto livre para registraras reflexes qi os acontecimentos provocam no narrador,
3) Localize no texto argumentos "contra a guerra" e 'contra o esporte"
4) Para lazer uma leitura mais profunda do texto, quais os conceitos que se fundamentam?
5) Qual das alternativas abaixo considera-se cor reta em relao as hipteses iioterpretativas:
a) O preparo prvio de cada jogador, mais do que sorte, decide seu xito ou fracasso.
b) Os grandes investimentos que tm sidofeitos pelos paises ftcos mostram que esse  o caminho para o sucesso.
c) Bastaria prover-se de uma infra-estrutura podero sa para garantiro sucesso numa copa.
d) No  a combinao de circunstncias favorveis que faz eciodiro talento. e) O talento futebolstico programado ou previsivel.
nao
depende
224 'Portugus
de nada

2) Sobre o narrador do captulo "A ponta do na riz", podemos afirmar que:
a)  uma personagem plana, pois apresenta apenas uma viso superficial dalilosotia do mundo.
b)  submisso e procura estabelecer uma relao amistosa com o leitor.
c)  um narrador observador onisciente neutro, pois narra de fora e objetivamente,
d)  uma personagem contraditria e estrica, Man tm uma relao tensa com o leitor,
502. (Fuvest) Texto I
"Os principais problemas da agricultura brasileira reterem-se muito mais  diversidade dos impactos causados pelo carter truncado da modernizao, da que  persistncia de segmentos que dela teriam ficado imunes. Se hoje existem milhes de estabele cimentos agrcolas marginalizados, isso se deve muito mais  natureza do prprio processo de mo dernizao do que  sua suposta falta de abrangn eta" (Folha de  Paulo, 13/94 02)
1) Segundo o texto:
a) O processo de modernizao deve lornar-se mais abrangente paraimplementar a agricultura.
b) Osproblemas da agricultura resultam do impacto causado pela modernizao progressiva do setor.
c) Os problemas da agricultura resultam da inadequao do processo de modernizao do setor. d) Segmentos do setoragricola recusam-se a adotar processos de modernizao.
2) No trecho " persistncia de segmentos que dela teriam ticado munes", a expresso "te riam ticado" exprime:
a) O desejo de que esse tato no tenha ocorrido,
b) A certeza de que a imunidade  modernizao 
prpria de estabelecimentos agricolas.
c) A hiptese de que esse tato tenha ocorrido.
d) A certeza de que esse lato realmente no acorreu,
503- (Fuvest) Texto IV:
Filosofia das epittios
'Sa, afastando-me dos gnjpos, e tingindo ler os epittios. E, alis, gosto dos epitfios; eles so entre a gente civilizada, uma expresso daquele pio e se ereto egosmo que induz o homem aarrancar morte um farrapo ao menos da sombra que passou. Dai vem, talvez, atristeza inconsolvel dos que sabem os
Liugiaagens, Cdigos e suas Tecnologias
seus mortos na vala comum; parece-lhes que a podri do annima os alcanaa eles mesmos." (Machado de Assis, Memrias Pstumas de Bis Gubas)
Do pontodevistada composio,  correto afirmar que:
a)  predominantemente disserlativo, servindo os dados do enredo e do ambiente como tundo para digresso
b)  predorninanfemente descritivo, com a suspen so do curso da histria dando lugar  construo do cenrio,
e) Equilibra em harmonia narrao e descrio  medida que taz avanar a histria.
d) E predominantemente narrativo, visto que o narrador evoca os acontecimentos que marcaram sua saida, 504. (PIIC-RS) A concluso do texto a seguir :
"Portanto, parece mesmo que a crnica  um gnero menor"
Qual  a introduo? E o desenvolvimento? H apenas dois argumentos no desenvolvimento. Aponte-os.
"A crnica no  um gnero maior. No se imagina uma literatura leita de grandes cronistas, que th dessem o brilho universal dos grandes romancis tas, dramaturgos e poetas. Nem se pensaria em atri buir o Prmio Nobel aum cronista, por melhor que fosse. Portanto, parece mesmo que a crnica um gnero menor" (Antonio Candido)
505. (UFMS) Nas questes a seguir, apresentamos alguns segmentos de discurso separados por pon to final. Retire o ponto final e estabelea entro eles otipo de relao que Ibe parecer compatvel, usan do para isso os elementos de coeso adequados:
a) O soto do Nordeste  muito seco e aparentemente rido. Quando caem as chuvas, imediatamente brota a vegetao.
b) Uma seca desoladora assolou a regio sul, prin cipal celeiro do pais. Vai faltar alimento e os preos vo disparar
e) O trnsito em So Paulo ficou completamente pa ralisado dia IS, das 14 s 18 horas. Fortssimas chuvas inundaram a cidade,
506. (VEL-Pa) Classifique astiguras de linguagem:
a) A intncia  um passeio colorido a um paraso inconsciente.
b) Raposa sagaz, o velho general venceu o adver srio perspicazmente.
Portugus - 225
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Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
c) Roma exportou a civilizao ocidental.
d) Sonhando com a riqueza, ele nadavano dinheiro, e) Quem ama  como o avarento que, tendo muito,  escravo, e no senhor.
1) Meu corao... bate leliz quando te v...
g) "Fundas vermelhides de velhas chagas Em sangue, abertas, escorrendo em rios." (C. Sousa). h) Feminina e vaidosa, o tempo parou para que ela passasse momentaneamente eterna.
i) Velho que est, j no enxerga nada.
i) A leitura envolvia-o tanto que, ao ler Shakespeare. julgava-se Romeu, ao ler Cervantes era o prprio Dom Quixote, lc) Ofereceram-lhe um champanhe ao que preferiu
um prlo.
1) "Vem, que eu te quero Iraco, Vem, que eu te quero tolo, Vem, que eu te quero todo meu m) "E hoje, quando do sol a claridade Forra o meu bacarro, sinto saudade..."
n) "Vi uma estrela to atua Vi uma estrela to fria Vi uma estrela luzindo Na minhavida vazia," (M. flandeira)
o) "De tudo, ao meu amor serei a)enlo
Antes, e com tal zelo, e sempre e tanto..." (V. Moraes). p) As flores do campo da minha inlncia, no as terei etc mamenne.
q) "Dos etreos turibulos de neve Claro incenso aromal lquido e leve, Ondas nevoantes de vises levanta," (C. e Sousa) r) "E,perto, o crepitar estrepitoso e vago Do incndio, que lavrarae inda rugia ativo, Era como o ttrnorde um prantoconvutsivo ." (O. Bilao)
507. (UnB-DF) Classifique as figuras a seguir de acordo com o cdigo:
(1) Hiprbole
(4) Personificao
(2) Antitese
(5) Eufemismo
(3) Lilote
a - ( ) "Diante de coisaro doida conservemos-nos serenos."
'Cada minuto de vida nunca  mais,  sem pre menos."
"Ser  apenas uma lace do no ser, e no do ser
226 - Portugus
- ( ) "Rugia a procela - nem ele escutava! Mil raios choviam - nem ele os filou! Com a destra apontando bem longe a cidadi "Aps largo tempo sombrio falou!" "Esto todos deitados, dormindo profune
" beira do negro poo debruo-me; e nele vejo, agora que no sou moo, um passarinho e um desejo." (C. Drummo de Andrade)
e -, ( ) As rvores so imbecis: se despem justamt te quando comea o inverno.
1-1) "Os amigos que me restam so de data recen nodos os antigos lotam estudar a geologia dos cal pos santos." (M. Assis)
- ( ) 'Adalar, porm, desse dia, no leve maissar Ano e meio, ou dois anos depois, morria do corar
-. ( ) A me lhe disse um milho de vezes, mas no a ouvia.
Cada um leva consigo uma alma de cotar e uma alma de heri,
- ( ) Por faltar verdade, sofreu muito,
- ( ) "Quando a chuva cessava e um vento
Fino franzia alarde tmida e lavada,
Eu saia a brincar, pela calada,
Nos meus tempos felizes de menino." (O.
Almeida)
508. (CESGRANRIO) Classifique as figuras a sef
de acordo tom o cdigo:
(1) Aliterao	(2) Onomatopia
(3) Paronomsia
a - ( ) "Osilndo  to largo, to longo,  to lento
- ( )'... e zombas desta gelada calma v de sr e de alma em que me pranteio, branco, brinco, bi co, triste blau." (6. Drummond de Andrade) o- ( ) "- Eh, boi-vaca! Tohou! Tohoul Tcboul... Ei! E
- ( ) "No planalfo batia um sino perguntando: ele no vem? ele no ven Um outro sino de voz grossa respondia. ri E no, dizendo "naao"e repefindo "n no." (6. Ricardo)
e-( ) "Nova
Ve la a vida
No seu violo vivida
E por um violo levada." (6. Meireles)
mente,"
d-(
r
"Fria, frouxa, fluente claridade flutua, como as brumas de um letargc." (Cruz e Sousa)
- ( ) "O impacto e eletrocutada a primeira silaba do adeus.
S ficou deus na engrenagem." (O. flicardo)
509. (FMIJ-SP) Quando voc afirma que enterrou
"no dedo um alfinete", que embarcou "no trem"
e que serrou "os ps da mesa", recorre a uma
figura de linguagem denominada:
c) pardia
d) alegoria
e) catacrese
510. (UNITAU-SP) No sintagma: 'Uma palavra bran ca e fria", encontramos a figura denominada:
c) onomatopia
d) anfonomsia
511. (UM-SP) "Os adultos possuem poder de de ciso; os jovens, Incertezas e conflitos."
Na segunda orao do perodo acima, ocorreu a omisso do verbo possuir, modificando a estrutura sinttica dafrase.
Tal desvio constitui uma figura de construo, reco nhecida como:
512. (MACK-SP)
"No vers separar ao hbil negro do pesado esmeril a grassa areia..."
Lingnnageas, Cdigos e suas Tecnologias
Os dois versos consfroem-se explorando uma fi gura de eslilo chamada:
d) pleonasmo
e) polissindelo
513. (MACK-SP) No perodo: "Sustentar com o suor de teu rosto uma vida mal reconhecida", h uma figura de linguagem denominada:
c) catacrese
d) anlonomsia
e) alegoria
514. (MACK-SP) Introduzindo o tom saudosisla que percorrer todo o poema, vemos nos ver sos a seguir, logo no iuocio do texto, uma figura que se ergue graas ao conflito de duas vises antagnicas:
'Saio do hotel com quatro olhos,
- Dois do presente Dois do passado."
Essatigura de linguagem recebe o nome de:
d) anttese e) hiprbato
515. (FMU-SP) No perodo: "A mim ensinou-me tudo. Ensinou-me a olhar para as cousas. qual  a figura de linguagem existente?
d) neologismo e) arcaismo
a) hiprbalo
b) prosopopia c) hiprbole
a) metonmia b) anttese
a) metonimia
b) metfora
a) sinestesia b) eufemismo
a) zeugma b) assindeto
a) metonmia
b) catacrese
c) hiprbole
c)elipse
d) hiprbato
a) anfora
b) pleonasmo
c) aliterao
as
500.	1) Temtico - pois o astur comenta hipteses.
2) Vida, o esposle, a geerra, tragdia, riqueza, emoaes, morte. sublimatc etc.
3) S se faz com a morte - S traz eragdia
J no  mais to santo lviolncia) - J no  to puro (dinheiro).
4) Casuatidadt X programao.
5) e
5a1.1 2=e	502.1-c 2=:
503. a (Machado de Assis no 2 perodo deixa a narrao e passa a dissertar sobre os epitfios e a merte)
504. Introduo - A crnica no  um gnero maior. Desenvolvimento - Nc se imagina.., fosse.
1
505. a) mas ) dessa forma c) devido s
506. a) mettors; b) metfora: c) metonmia: d)
h) anttese: i) lilole: i) melonilshia: k) metonmia:
p) pleonasmo: q) sinestesia: r) oncmatopia
507. a) 2 b) 1 c) 5 d) 3 e) 4 1) 5 o) 3 h) 1 i) 2
SOo.a)1	b)1.3	c)2	d)2	e)1	1)1	g)3
\\N. e	510. a	511. a	512. a
hiprbole: e) anttese: 1) prosopopia: g) hiprbole:
1) anfora: m) hiprbato: n) anfora: o) polsssndeto
i) 5 1) 4
513.
514.d	515.b
Porlugus ' 227

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Linguagens, Cdigos e
suas Tecnologias
1
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-4-
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Caio Alexandre Bezarias
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
Bloco . O Verbo To De
Ficha z. O Alfabeto da Lngua Inglesa
A lngua ing utiliza o mesmo alfabeto da lngua portuguesa. No entanto, a pronncia das leiras  bas tante diferente.
Vejamos o alfabeto e sua pronncia:
A-ei	J-dji
Ficha 2 Aflige
Soletrando
Em ingls, soletrar uma palavra  to spell.
airplape (ei-ai4r-pi-l-ei-nn-i), car(si-ei-r), teacher(ti-i-ei-si-ich-i-r).
Agora pratique, soletrando as letras que comper seu nome completo.
O artigo, em ingls, divide-se nas mesmas catego rias em que  dividido no portugus, definido (the) e indefinido (a, an), e o uso de cada tipo  bastante semelhante: usamos o indefinido quando no par ticularizamos ou no conhecemos anteriormente o ser nomeado, e usamos o definido quando o ser  individualizado, particularizado no discurso. Veta ao lado alguns exemplos e comparaes.
O artigo definido fi  equivalente a todo o con unto de artigos definidos do portugus (o, a, os, as)- Como o prprio termo gramatical sugere, o artigo definido particulariza, especifica, indivi dualiza.os substantivos e adjetivos a ele direta menfe relacionados, Na maioria dos casos, o ar-
230 lugls
tigo definido  utilizado parafazer meno aal previamenle mencionado ou suficientemente m nhecido.
Ex,: The airport is crowded. (O aeroporto est lotadc
Importanie: no se usa, em ingls falado ou escrit artigo definido antes de nomes de pessoas, exce quando o nome de uma pessoa torna-se neme 1 uma empresa ou de um estabelecimento qualqul como, por exemplo, 'The Trump Tower', 'TI McDonalds ou ainda quando queremos nos rei rira umafamilia, utilizando seu sobrenome comul "The Smiths", "The Flintsiones',
S - s
T - li
W - dbliu
X - ks
B-bi
C-si
D-'di
E-i
U-i
V - vi
Y- ui Z - zdd
K-ki
L - l
M - mm
N-nn
F -eU
G-dl
O - u
Ex,:
P-pi
ll-ich
- ai
O-kiu
fl - r
Por que o artigo indefinido possui duas formas (a' an)? Simples: uma forma  usada diante de substan tivos ou adjetivos que comeam por consoante (car, book, pendi, men, child), por h aspirada (house,
Linguageus, Cdigos e suas Tecnologias
heart, hotel) e vogal com som de i (uniform), e a outra diante de palavras que comeam com vogal (egg, apple, elephant) e palavras que comeam com consoante, mas cuja pronncia a ignora (heir).
Ficha 3' O Verbo To Be
O verbo fo be  dos mais importantes do ingls, e o primeiro que devemos aprender a conjugar, dada a freqncia com que  utilizado. E importante ressal lar que o verbo to be contm o significado dos ver bos ser e estar do portugus.
Present Tense - (Tempo) Presente
Aftirmative Form - Forma Afirmativa
1 are - Eu sou ou estou
Vou are - Voc  ou est
Heis-Eteouest
Sue is - Ela  ou est
It is-Ele (ela)ouest-pamcoisas, animais,objetos
We are - Ns somos ou estamos
Vou are - Vocs so ou esto
Tliey are - Eles (elas) so ou esto
Negao
 feita colocando-se a palavra not aps o verbo:
Vou are not a student. - Voc no  estudante. 1 am not a teacher. - Eu no sou professor.
In .231
No se usa
Water is an inipartant natural resource.
Agua  um importante recurso natural.
(sentido genrico, no admite artigo)
Cari is a very arrogant guy.
CarI  um Cara muito arrogante.
(nunca se utiliza artigo definido diante de nomes
de pessoas)
__________	Artigo Definido
Usa-se
The water in the bottle is fresh.
A gua na garrafa est fresca.
(indica-se qual gua est fresca, precisa do artigo)
She isthe most beautifut gIrI in the coltege.
Ela  a garota mais bonita da faculdade.
(indica qual  a garota mais bonita)
III goto the United Kingdom next riidnth.
Eu irei para o Reino Unido no ms que vem.
(o artigo  obrigatrio porque indica o pas)
lhe Watson are very palite and pleasant Os Watson sao muito gentis eagradaveis (nao se usa diante de sobrenomes)
Id like to have water.
Eu gostaria de beber gua.
(riao se coloca artigo diante de substantivos in
contveis)
Usa-se
Mysister and my trother are two cool peop
Meu irmo e minha irm so duas pessoas legais.
(no se usa artigo definido diante de possessivos)
Artigo Indefinido
A gir was here o hour ago.
Uma garota esteve aqui h uma hora.
(no especifica qual garota) lIs necessary to eat aR egg per day. E necessrio comer um ovo por dia (nao e especiticado qual ovo que tipo)
No se tesa
_______________________________________________ ___________________________________________ _________________________________________________________
I.inguagellS. Cdigos e suas Tecnologias
Interrogao
Coloca-Se O verbo conjugado  frente do sujeito da orao:
Is tie American? - Ele  americano?
Are we friends? - Ns somos amigos?
Contrao
lia linguagem oral  pralicamente ter a contrao do verbo t be com o pronome. Essa contrao tam bm  bastante comum ria esorila intormal:
Afirmao
1 am 'tu
Vou are = Vou're
She is = She's
l-leis=He's
We are =We're
They are = They're
Negao
1 am not = l'm not
Vou are nol = Vou aren't
She is not = Sue isn't
Fie is foi = Me Isn't
We are not We are
They are not = They aren't
Forma das contraes
- contraction ot am
- 're = contractiori ol are
isie't = coritraction ot is aol
aren't = coniraction ol are not
Exemplos:
A ive
1 t!!	a student,
Vou are 1	tromltaiy.
Fie	S	('sj	ltalian.
She
is ('s	lime for class.
students.
are	('re)	trem italy.
232 Ingls
LI!IIII am not ('m n a student. are not (a trom Italy.
Fie	isnot	(lsn't)	Itaflan,
L
L!. is not  time ter clasn
students.
Vou are noe (aren't) trom Ilaly.
They Itaflan.
Interrogative and Negative
{7en't (Are) you (nol	adoctor?
he	(not)	trom Brazil
lsnt	Qs) _ Brazilian
(nol)	lime for clae
Aren't	(Are) we	inte
you	(not)	doctors?
ltiey	trom Brazil
1
Interrogative
Negative
Linguagens. Cdigos e suas Tecnologias
Bloco 'Questes de Vestibulares
d) The lthelthe/the e)Thellhelthe/...
b)alanlnoarlicle
d) anlalna arficle
c)...lan
8. (ITA-SP) ... coffee is the national dririk ei
Brazi ... Coca-Cola is the national driok of
United States.
a) The/the/... 1...
1. (UFV-MC) Use lhe appropriate artlcle{s) lo com plete tbe foliowing sentence:
Brazil ]s b}g cauntrg.
a)The/a	b)An/
d)An/the	e).../a
2. (PUC-SP) Iam... American lIke any alter.
a) the	b) such	o) an	d) sarne	e) so
3. (FUVEST) Transcreva colocando um artigo, sempre que necessrio. ln..beginning...religionplayed...imporlantparlin
historya ,.. Brazil.
9. (FMU-SP) We read ... long article aboul llnited Kingdom.
a) lhe/a d)a/...
10. (MACK-SP) ... first car second-band.
b).../...
e) a/the
c).
bouoght was
a) AI.., d)The/...
4. (FMU-SP) On my last vacation 1 visited Eng ... USA and ... Bahamas.
a) no article / no arlicle/ lhe
b) no article / no arlicle / no article o) no arlicle lthe / lhe d)noarticle/ala e)lhe/die
5.(FMU-SP)Ilook .. excitingtrip. ... tripwaslo Japan.
a) a lhe
d) an /The
b) Thela e).../A
c)A/a
b)the/A
e) a / A
c)an/A
11. (U0F) Entering ... university should be exciling experiente for... young nian or woman.
a)an/an/an	b)a/an/a
c)alanlan	d)anlanla
12. (FMU-SPJ The hoys hrought ... ewe,
European bird and ... mi
a) a / a no articte
o) an / an / a
e) no article lan lan
13. (UFMC) Rewrite the senlence, keeping itas it is o' adding an article.
Some people lave .,, beauty above everything else.
b)Noart
e) A/a
o)The/a
6. (FMU-SP) ... death of ... friend ei mine made me sad. a)A/the
d) The/the
1. (FMU-SP) ... French and ... Italian languages are nol difllcult tor persons who speak Spanish.
a)Thelnoarticle/a b)A/a/lhe
o) The lthe / no arlicle d)A/the/the e)The/lhe/the
14. (PIJC-RS) Madc ha ... excellent idea. ... new way to make a lot ci money!
a) a/The d)an/The
b)the/A
e) a/A
c)an/A
Ingls -233
Linguagens. Cdigos e suas Tecnologias
15. (PUC-RS) ... train service ia Japan is excellent.
a) Ao	c Some a
b)The	e)None
e) Any no!
16. (UNAMA) - Plenty D ... mm and ... sun are na ceSSaty.
a)	dy..Ja
b)a/a	e)a/lhe
11. (VFV-MG) - ... giri ai ,.. back oi ... room eating ... sandwich.
a)The/the/the/a
b) No artic Ia / the / lhe e)A/a/a/noafl
ci) The / no article / na artiele Ia e)A/no article/!hel!he
t
r
OS
1.e	2.e
7.c	8.c
13. Some people
15.b	16.0
3.The/.../an/the/...	4.c	5.d	G.c
9.e iO. 11 .b 12.a ova beauty above everything elsa. 14.0
17.a
234V Ingls
Linguagens, Cdigos e suas Tecuotogias
___Bloco . Pronomes e Substantivos
Ficha i' Pronomes Pessoais
O pronome  uma palavra que se emprega em lu gar do nome para evitara sua repetio e concor da em gnero e nmero com o substantivo que representa. Os pronomes pessoais so os que de signam as pessoas: quem tala (1' pessoa), com quem se tala (2' pessoa) e sobre quem ou o que se tala (34 pessoa).
We-ns
You -vocs (vs)
Tbey - eles, elas, para animais e gnero neutro
l'm not Brazilialo. l'm Freuicli. - Eu no sou brasi leiro. Sou francs.
Obs.: para tacilitar o aprendizado no considera mos tu e vs, que sero traduzidos como voc e vocs.
1 sempre se escreve com letra maiscula mesmo quando vem no meio da frase.
Repare que you vale tanto para o singular quanto para o plural. Outros elementos da frase indicam se o sujeito  singular ou plural.
Tambm dependemos datrase para saber qual o g nero de ttiey, se masculino ou feminino.
Also, teo e either
Todas as palavras acma so equivalentes a tam bm" em portugus. So utilizadas, portanto, para acrescentarmos informaes irase. Vejamos as re gras gerais de utilizao de cada palavra.
Also:  sempre utilizado no comeo de uma sen tena no-negativa. Em geral, vem sempre antes do verbo principal, a no ser quando se traia do verbo "to be"; nesse caso, 'atso' aparece aps o verbo.
Ex.: Rita is also a singer. (Rita  tambm umacanton.)
They are also coming trom London, (Eles tambm esto vindo de Londres.)
 Too:  sempre ubitizado no final de uma sentena no-negativa.
Ex.: l'm gong to Sydney too. (Eu estou indo para Sydney tambm.)
Is Ringo Stara 'Beatle'too? (Ringostar um 'Beatle tambm?)
 Either:  sempre utilizado no final de uma senten a negativa.
Ex.: We aren't teaving the bar either, (Ns tambm no estamos deixando o bar.)
Chris isn't a good student. She isn't a good iriend elther, (Chris no  uma boa aluna. Etatambm no uma boa amiga.)
Vejamos um exemplo para diferenciar os usos de
100" e "either"
Iam American. Fie is American, too.
t'm not Mexican. 1-te isn't Mexican elther
flcha 2 This / That
Quando queremos nos referir a algo ou algum que est a certa distncia de ns, geratmenie utilizamos as palavras tltis and that. Em portugus, this estaria prximo de 'este(a)', 'isto', 'esse(a)', 'isso': enquanto that estaria prximo de 'aquele(a)', 'aquilo'. This e that geralmente so utilizados quando estamos
indicando, apontanto ou tocando a pessoa ou o ob jeto referido.
 Tliat: o objeto ou a pessoa referida est relativa mente distante quando indicamos ou apontamos:
significa aquele, aquela, aquilo.
So os seguintes:
- eu
You - voc (tu)
I
Sbe- ela
It-ete, ela (animais, objetos, seres e neutro)
Ingls -235
hinguageus, Cdigos e suas Tecnologias
 This: o objeto ou a pessoa referidaest relativamente prxima quando indicamos ou tocamos; significa este, esta, isto, esse, essa, isso.
Exemplos:
Tliaf is a cor.
This is a restaurant and that is a drugslore.
cha 3 Substantivos
O substanlivo  a classe gramatical que nomeia os seres. Os substantivos do ingls possuem caracte rislicas em comum com os substantivos da lingua portuguesa. Entre elas, destacamos aforniao do plural e a diviso em prdprios e comuns. Os subs' tanlivos possuem trs gneros em ingls: masculi no, femInino e neutro (il), Substanlivos comuns so aqueles que do nome a
todos os seres de uma classe ou categoria.
Ex.:	cor	carro
guilar	guitarra
wolt	lobo
Cada um dos substantivos anteriores nomeia lo dos os seres que reconhecemos como sendo da categoria.
J os substantivos prprios se aplicam a um ser, pessoa tu objeto, que  individualizado por esse nome prprio.
Ex.:
Flelen An ria
John
flchn 4- Singular e Plural
/1.'
Formao do Plural
Regras
 Em geral, o plural em ingls forma-se com a adio de -S s formas de singular.
 Substantivos terminados em -5, -SS, -SH, -CI -X,
-O e -Zformam o plural pela adio de ES.
 Substantivos terminados em -CH com som [ re cebem 5.
 Substantivos terminados em -Y precedido de vo gal recebem 5.
 Substantivos terminados em -Y precedido de con soante perdem o -Y e acrescentam -lES,  exceo dos nomes de pessoas - Mary -. Marys.
 Aos substantivos de origem estrangeira ou abre viados terminados em O, acrescenta-se 5.
Excees (palavras estrangeiras).
 As formas irregulares apresentam diversas for maes para o plural (a mais comum  a troca de vogais).
 Treze substantivos trocam o -F ou -FE por -VES para a formao do plural.
Singular	Plural
e
book giri cigarette watch brusfr
Traduo	Singular	Plural
A

a
books	livro
giris	menina
cigareties	cigarro
watches	relgio
brushes	escova
kiss	kisses
beliel di chiei handkerchief roof
bel leis clifts chiefs liandkerchiefs roofs
Traduo
Crena penhasco chefe leno telhado
tox lo paz
236 - Ingls
toxes	raposa
lopazes
beijo	gult	gulfs	golfo
topzio
woman
man	men	homem
Women
mulher
Linguagens, Cdigos suas Tecnologias
Singular	Plural	Traduo	Singular	Plural	Traduo
conch	conchs	concha	foot	teet	p
monarch	monarchs	monarca	looth	leeth	dente
stomach	stomachs	estmago	goose	geese	ganso
ox	oxen	boi	mouse	mica	camundongo
boy	boys	menino	louse	lice	piolho
loy	toys	brinquedo	child	children	criana
play	plays	pea	calf	ca	bezerro
baby	babies	beb	elt	elves	duende
flues	mosca	ha	halves	metade
stoiy	stories	estiia
leaf	leaves	folha
cuckoo	cuckoos	cuco
life	uives	vida
bamboo	bamboos	bambu
knife	knives	faca
radio radios rdio
loaf	loaves	po
negro negroes negro
hero heroes heri se selves ego potato potaloes batata sheat sheaves feixe plano pianos piano shell shelves prateleira pholo photos foto thiet thieves ladro dynamo dynamos dnamo wite wives esposa kilo duos quilo wolf wolves lobo
Linguagens. Cdigos e suas Tecnologias
18. (FUVEST) Assinale a alternativa que preen che corTetamente as lacunas. Boys have big and giris have small
a) toots - Duns b)teet-ones c)teet-one d) teets - mies e) boI - one
la. (CESCEM-SPJ lhe baby already has tive
a)Ioothes	b)teeths	c)tooths
d)taoth e)teelh
20- (CESCEM-SP} My old aun lias never been
married se now she is a -. -
a) bachelor b) spinsler
d) widow
21. {CESCEM-SP) 1 saw . and twa .. taday.
a) lions - sheep b) lions - sheeps
c) hen-sheep d) hen-sheep
e) None of above alternatives apples.
22. (U Escolha a plueraJ correto de:
mather-ln-law. policeman, key.
a) mothers-in-law, policemen, keys
b) molher-in-laws, policemeii, heis
c) mothers-iri-law, policenians, keys
d) mothers-in-law, policemen, Ides
e) molher-ins-law, poticemans, Ides
23. (MAU
a) Qual  o singular de media?
b) Qual  o plural de theosy?
24. (MAIJA-SP) lhe plural .1 Iouse and mouse Is:
a)	ouses - mouses	b) lice - mice
c)	ice - niouses	d) ouses - mu
e)	a and b are correct
25. (MAU-SP) lhe little .. e ln that
a) toxes - boxes b) tox - box
c) toxen - box e) toxen - boxen
238-Inglis
d) taxes - box
26. (MAII-SP) Five
South America.
a) thousand
c) thousands
e) Ali are correct.
27. (FUVEST) Reescreva no p
Have you mel lhe doctoy's wibe?
Bloco  Questes de Vestibulares
packages were sen
b) Ihousand ol d) thousands ol
e)wife
o) widower
28. (FAAP-SP) Reescreva no plural as frases seguem:
a) Ttle compuler is doing many jobs.
b) The computer pertorms no magic.
29. (FCV The !ask o? lransmuling buril nature mus not be contused with the task m
a) it	b) their	c) him	d) her	e) 1h
30. (CEAU-FGV) A friend aI .. told us about 1 meeting.
a)we	b) 1	o) me	d) niysell	e)rr
31. (FUVEST) Reescreva completando com pronomes possessivos correspondentes as presses em destaque.
It is 32. UNAMAJ Art is long life ... short.
a) be	b) is	o) are	d) will	e) wel
a) This is my b
It is
b) The house belongs to John and Mary.
33. (PUC-$P) In bis lhe .. no lis.
a) there are b)lhereis
c) there tias d) there have
e)Ihere
34. (ITA-SP)She ... made a cake for... birtbday.
a) herself; here	d) himself; his
b) hersel; ter	e) himself; ter
c) yourself; his
35. (CESCEA-SP) He went to Enyland by
a) herselt	e) his	e)yourself
b) himself	d) him
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
36. (UEMA) Escolha a forma masculina correta de 'spinster", "nice", "waitress".
a) spinsl, mice, wailer
b) bachelor, nephew, wailer
e) widow, cous husband
d) spinster, he-niece, man-servani
e) widower, mouse, man
21 .a
22.a
Ingls 239
RESPOSTAS:
l8.b	19.e	20.b
24.b	25.d	26.a
21. Haveyou met lhe doctors' wives? computers perforni nomagic.
29.a	30.e	31 a) mine/ b) lheirs
35.b	36.b
23.a) medium / b) lhe vories
28.a) The oompulers are doinQ manyjobs./ b) The
34.b
32 .b
33.a
Linguagens. Cdigos e suas Tecnologias
Blocos . Tempos Verbais
Ficha i O Verbo Auxiliar Do e o Simple Present
Em ingls, o tempo verbal ulilizado para dizermos que algo estacontecendo no momento em que la- lamas, ou para nomearmos uma ao habitual, roti neira,  o Simple Present (presenle simples). O nome j indica suas caractersticas:  simples (na forma afirmativa no necessita de verbos auxiliares, muito comuns no ingls) e silua aao no momento pre sente. A conjugao do verbo no Simple Present  bastante simples: basta escrever/falara verbo sem a partcula to. H modificaes apenas nas terceiras pessoas do singular: awaioria dos verbos recebes no fim; os verbos lerminados em o recebem es e alguns verbos terminados em y trocam esle por les. Veja alguns exemplos:
He plays soccer every Saturdayatternoon.
Ele joga futebol todo sbado  tarde,
She goes to London tonight,
Ela vai para Londres esta noite.
The eagle files high in lhe siry.
A guia voa alto no cu.
E as formas interrogativa e negativa, como so cons trudas? Ambas fazem uso de um dos mais freqen tes verbos auxiliares da lingua inglesa, o do. Verbos auxiliares so aqueles que permitem a formao de lempas verbais mais complexos, ficando na frase prximos ao pronome pessoal e ao verbo principal.
Como os demais verbos auxiliares do ingls, do no lem traduo exata, no entanto, do, alm de auxiliar, tambm significafazer.
Forma interrogativa
 construda da seguinte forma: coloca-se o verbo auxiliar do antes do sujeilo da frase, no incio desta.
Ficha 2 Simple Past
Nas terceiras pessoas do singular, o da recebe e
Alguns exemplos:
Do you like rock'n'roli?
Voc gosla de rock'n'roll?
Does she live near here?
Eia mora perto daqui?
Do they understand French?
Eles entendem francs?
Does she playthe guitar?
Ela tora guilarra?
Forma negativa
Construmos a torma negativa do seguinte mod sujeito (contrao de do not) + verbo principal complementos, Nas terceiras pessoas do singular. verbo do recebe es. A forma contrada  mais mum (doesn't). Alguns exemplos:
We don't have mcney to buy a new car.
No temos dinheiro para comprar um carro novc
Vou doift speak French.
Voc no faia francs.
She doesii't like me.
Ela no gosia de mim.
1 don't cace aboul this,
Eu no me importo com isto.
E a forma interrogativa negativa? Muito simpk
usamos a forma contrada do auxiliar e a colocam
no inicio da irase:
Oon'i you ike fish and chips?
Voc no gosia de peixe e batatas fritas?
Doesn't she speakJapanese?
Eia no fala japons?
Simple Past  o tempo verbal que expressa aes ocorridas num passado determinado (quase sempre) e quej se encerraram. Temo adjetivo simples por ser
240 Ingls
uma estrutura simples, que no usa verbo auxil nas frases afirmativas e utiliza o  conhecido do (p. sado: did) nasfrases interrogativas e negativas.
.
So bastante comuns no Simpte Past nomes que indicam o tempo em que a ao ocorreu. Alguns dos mais freqentes so yesterday, tast weeWnight, dias da semana etc.
O verbos do ingls, quanto  conjugao no passa do, dividem-se em regulares e irregutares. Os pri meiros, que so maioria, recebem cd. Os verbos regulares terminados em yo trocam por i. Os irregu tares dividem-se em diversas categorias. No BlocoS, voc encontrar uma tista com os verbos irregutares mais usados. suas conjugaes no passado e no particpio e a traduo. Agora, veja alguns exemplos do uso do Simpte Past:
flcha 3- PreseM Perteci
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
My girllriend went to Dublin lastweek.
Minha namorada foi para Dublin semana passada.
We studied a lot.
Ns estudamos muito.
John and 1 played ennis last Saturday.
John e eu jogamos tnis no ltimo sbado.
A estrutura em frases interrogativas e negativas 
muito semelhante ao Simple Present:
Where did she stay tast night?
Onde ela esteve ontem  noite?
Maria dtdn'ttke this movie.
Maria no gostou desse filme.
Present Perfect  uma estrutura verbal caracteristica da lingua inglesa. Este tempo verbal refere-se a aes que iniciaram-se no passado e que conti nuam at o momento presente e aos resultados que uma ao no passado causou no presente at o momento da lala, ou seja, estabelece uma relao entre o passado e o presente.
O Present Perfect tambm  muito utilizado quan do dames uma informao nova ou relatamos um acontecimento recente e tambm quando a ao aconteceu no passado mas este no  determina do, ou seja, no h palavras que indicam tempo (yesterday, /ast night. agoetc.).
H algumas palavras que esto associadas ao
Present Perfect, como already, ever. never ejost.
Cada uma delas tem um signilicado dentro dessa
estrutura, que sero demonstrados nos exemplos.
Formamos o Present Perfect utilizando havelhas mais o past participle (particpio passado) do cha mado main verb (verbo principal), que  o verbo que expressaaao. Has utilizado paraalerceira pes soa do singular. O past participle dos verbos regula res lormado do mesmo modo que o past simple:
acrescenta-se cd no um do verbo. Quanto aos ver bos irregulares, no mdulo 8, voc encontrar uma lista com o participio passado de alguns dos princi pais verbos do ingls.
Alorma interrogativa obtidacolocando-se o auxi liar da vel das no incio da trase. J a lorma negativa obtemos colocando not aps o auxiliar (as contra es haven'te hasn't so muito usadas).
Resumindo, as estruturas do Preseni Perlect so:
Present Perfectsimple: havelhas+ past participle do main verb
leterrogative lorm: da velhas no inicio
Negativo torm: da vel das + notou haven'tlhasn't
Vejamos alguns exemplos:
She lias already dono the homework. Ela j f ez a lio de casa.
1 have already liad lunch. Eu j almoei.
Already significa j, e  usado apenas no meio da Irase.
1 haven't been there yet. Eu ainda no estive l.
Have you had lunch yet? Voc j almoou?
Yet significa aindae j. sendo usado no fim dalrase.
Have you ever been to London?
Voc  esteve em Londres?
No, 1 never have been to London, No, eu nunca estive em Londres.
Ilave you ever seen a comet? Voc j viu um cometa?
Ever no signilica literalmente j, como aparenta, mas sim alguma vez voc j viuldez...", sendo usa do quando queremos saber se a pessoa com quem
Ingls . 24!
Linguagens. Cdigos e suas tecnologias
latamos j viu algo, visitou determinado tugar, i determinada coisa etc.
1 trave sew him (ust now. Eu o vi agora h pouco. 1 trave (ris! heard lhe news. Eu acabei de ouviras noticias.
Just usado quando falamos de algo que aconte ceu imediatamente antes do prprio ato de contar o ocorrido, poucos minutos antes.
flcha4' Future
l've lived here ali my hte,
Eu tenho vivido aqui por toda minha rida.
t've uvorked in rny present ob for two years.
Eu trabalha neste emprego h dois anos.
Note que os dais exemplos acima exemplificam perfeio duas situaes em que o uso do Pret Perlect muito comum: indicar urna ao iniciad passado que continua no presente e que no sc mas quando no passado ela (a ao) iniciou-sr
O tuturo simples, em ingls, tambm  uro lempo verbal composto.
Vamos conhec-lo: se algum dissesse 'no ano dois mil e vinte e trs todos naTerra sero felizes, atome acabar, as doenas no mais existiro,,.", note que nenhuma evidncia no presente indica com exati do que as coisas acontecero dessa maneira, daio emprego dos termos "sero", e no "vo ser", "aca bar", e no "vai acabar" etc. Esse  o tempo que, em ingls, denomina-se "Future", algo distante, pouco provvel, que "pode" acontecer, que no "vai acon tece r" necessariamente.
Nota de uso: quando tomamos decises momnent neas, que no estavam anteriormente programadas, utilizamos o "Future". Porexemplo: quando voc  convidado para umatesta -voc no sabia da testa antes iem de dara resposfana mesmo momento, voc diz em ingls: " go" (eu irei), ou "1 won' go" (eu no irei).
Auxiliar WU a marca do "Future" em ingls. Ele  o auxiliarqueaparece sempre, em todas as pessoas gra maticais e em todas as situaes, se(am aiirmaes, negaes ou perguntas. O verbo que seguir o auxiliar
O Present Coolinuous (Presente Continuo)  um tempo verbal da tingua inglesa utilizado para relatar mos um acontecimento que ocorre no mesmo mo mento em que datamos.
Ex.: They are leaving lhe airport now. (Eles esto deixando o aeroporto agora,i
1V!? sempre vir em sua torma mais comun infinitivo, para todas as pessoas gramaticais, lo conjugao  sempre a mesma.
 Afirmaes: Basta acrescenear anles dato comum de cada verbo, ou a contrao 'ii.
Ex.: Peter utIl leave Jutia, (Pefer deixar ,julia.) We witI go lo t Mcoti one da (Ns irer
 Lua um dia,)
I take you home. (Eu levarei voc para ca
 Negao: Acrescentamos will not ou a contra wont antes datorma de cadaverbo,
Ex.: Mysisterwon'i acceptyour proposal. (Mi irm no aceitar a sua proposta.)
They will notwin the race. (Eles no venct a corrida.)
Vou won't forget lhe right answer. (Voc
esqtiecera resposta carreta.)
 Interrogao: WiIt  colocada  frente do 50)
da orao.
Ex,: When wtil you drlve tirai beauuiful car? (Ot
do voc dirigir aquele lindo carro?)
How wtJl you lix tirai machmne?(Como consertar aquela mquina?)
..:
7
A
'a
fleba s Present Continuous	_______
1 am teavtng
Forma: Vou / We /They are leaving
242 Ingls
He/SlieJlt isteaving
ltrterrogao: Are you leaviog? is ii ieavtng'
Negao: We arent leaving. 'te isn't leavitu
1

4
Note que o verbo "te be"  parte integrante de todas as formas do Present Continuous. E ele que est  frente do su da orao nas frases interrogativas, e  a ele que acrescentamos "not" nas frases negativas. Nesse caso, ete ocupa a po sio de um verbo auxiliar.
.0 verbo principal (lo leave", no caso do exemplo acima) est no gerndio, que  formado em ingts pelo acrscimo da parlicula -ing como sutixo da forma do infinitivo do verbo. Exemplos: leave (infinitivo), leav (gerndio); go (infinitivo), gcing (gerndio),
Por se tratar de um tempo de presente imediato, cujo acontecimento est se dando ao mesmo tem po em que estamos retatarido-o, as expresses uiow (agora) e at fi momeiot (neste momento) so muito comuns.
Vocabulrio
attend: assistira,freqentar(atender answer, consider)
cigar: charuto (cigarro: cigaretie)
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
coilege: faculdade (colgio: highschool)
comprebensive: completo, total (compreensivo:
understanding)
estale: tens, propriedades (estado: state)
eventuatty: finalmente, posteriorpiente (eventual-
mente: casualty, accidentally)
exil: saida (xito: success)
exquisite: refinado, requintado (esquisita: odd,
strange)
tabric: tecido, pano (tbrica: factory, ptant)
hazard: risco (azar: bad tuck)
ingentous: criativo (ingnuo: naive)
large: grande (largo: wide)
lecture: conferncia (leitura: reading)
tibrary: biblioteca (livraria: bookstore)
notice: aviso (notcia: news)
novel: romance (novela: soap opera)
ore: minrio (ouro: gotd)
parenis: pais (parentes: retatives)
'1
31. (FUVEST) Reescreva colocando no passado:
a) WI rnust you leave s early?
b) Can'l you stay longer?
4$. (UFMG) Alter ... yoo at your home, l'tlgo to my o ice.
a) te live o) eaviiig
b)toleave d)leave
41. (FUVEST} Ptit the verta is brackets inta i correct tom, or tetise.
a) TI baby will never live without (take)
some medicine.
fi) One sflouldn't (by) (drive)
cas belore otie hastinished (have) lessons
ia (drive)
42. (CESCEA-SP) Tive nvoney ... bi' ao uakown
persoil.
a) was stelen
b)stoleo
o) have been stolen
43. (CESCEM-SP) Heis... to tive doctor's.
a) beiag taken	o) took	e) beca taken
b) being takirig d) taking
44. (ITASP) Assinale a alternativa ccrreta.
a) My trouser Is beirig cleaned.
" My Irousei is beiag
o) My trousers are being cleaned.
d) My pair of trouser are being cleaned.
e) My pair oh trousers is being cleaned.
5
45. (PUC-SP) He ... many times but never ... gui a) will accuse/tinds
b) tias aecused / is finding
o) has been accused /tound
d) is accusing / hind
e) acused / is being tound
46. (PUC-RSJ Tive blackmail ... bytomorrow.
a) will discover d) will have been discovi
ti) would be discover e) would disoover
o) discovered
47. (FGV.SP) My birthday ... otthis month. a) takes placa at d) comes co the ei
ti) is in theend	e)isattheend
o) draws te an end
4$. (FGV-SP) Clve government oh tive peopte. lhe people and for lhe people back ... peap
a) te the	o) untowards	e) wi
b) trem the	cl) towards
49. (FUVEST) Reescreva completando com preposies corretas.
a) 1 tried te get in touch with lira ... telephone,
59.	(FUVEST} Traduza s as expresses
negrito.
He wanted to look ter tier, but @ave up the ide
51.	(FUVESTJ Complete com as preposir
adequadas.
They laughed ffie sight
eki woman green.
r
r
Linguagens. Cdigos e suas Teceotagias
Blocos . Questes de Vestibulares
38. (FAAP-SP) Heis charge ot ... the dog.
a) training	o) te train	e) trained
b) haviiig trained	d) trainning
39. (PIJC-RS) 1 can't help ... Mm.
a) te leve	o) Ioved	e) being loving
b) leve
d) toving
e) living
d) fias stelen e) were stolen
b) Myopinion is difterent ... Peter
fl4 . Ingls
52. (FUVESTJ Use as preposies corretas.
a)lstudiedlhere 1965 1969.
b)	She has bren telephoning hours,
10 o'clocl< the morning.
53. (UIQESP) lhe mayor ... 1 difticult lo refuse.
a) Md	o) tour,ded	e) lo Md
b) firiding	d) lound
54. (UNESP fie ... tu return te bis borne.
a) not wanted	c) did wanted	e) te wanl
b) wanled	d) does wanted
55. (FUVEST) 1 ... you as soou as my wori
a)wiII cali /flnishes	e) bave called/linlsh
b) called / will linish	d) had called / linish
o) was calling lis linished
55. (MACK.SP) Manha ... her parents uext holiday.
a) visiled	o) visit	e) is visited
b) will visit d) is visiting
5?. (ITA-SP) Marque a alternativa correta:
a) 1 md will da itloryou.
b) 1 witi do i dor you.
e)	wont did it dor yDU,
d) 1 ei have did l for you.
e)Wont 1 had do it you?
58. (UFUMG) "Sarne thieves sdole my car
yesterday." The passive temi od this sentence is:
a) My car had been stolen by some thieves yesterday.
b) My carwas steal yesterday,
o) My carwas stolen yesterday,
d) My car was beiilg stolen yesterday.
e) My ocr was stole yesterday.
59. (ITA-SP) You'd catch the traiu ityou ...eariier.
a)leave	c)Iived	e)Iett
b) had lelt	d) witi leave
50. (PVC-RS) I she... id have koown it.
a) Md arrived	d) wilI arrive
lo) would base arrived	e) has arrived
o) would arriue
linguagens. Cdigos e suas Tecnologias
61. (UEMA) Thad stedent apologized for ... lo
c
a) shouted	d) having shoul
lo) he shouts	e) shoul
o) shouting
62. PIJC.RS) it there ... enough rnoney, we would
travei around lhe world.
a) was being	o) were	e) have
b) have beato	d) was been
63. (UEL-PR)
The Iirst underground railway une Mii in Londan was lhe Metropolilan Raflway. AIeNouqft lhe public were suspicious ol underground travei at tirst, lhe Metropolitan was au lustant success.
A melhor iraduo para a parte destacada do texto acima :
a) Embora o pblico tivesse considerado a primeira viagem subterrneasuspeila, aestao "Merropolitari" tornou-se um sucesso imediato.
lo) Ainda que as pessoas tivessem suspendido as viagens sublerrneas a princpio, a linha Metropolitan" lei um sucesso.
c) Mesmo com a suspenso da primeira viagem subT lerrnea pelosetorpbteo, o "Metropolitan" tornou-se imediatamente um sucesso.
d) Ainda que a primeira viagem pblica sublerrnea tosse suspeila, o "Mettopolitan" dpi um sucesso ins tantneo.
e) Embora o pblico, a principio, desconliasse de viagens subterrneas, a linha "Metropolitan" foi um sucesso instantneo.
64. jUEMA) Which option brings the
correspoudent simpie past ot the doliewing verbs:
take - grow - epe - lose - draw:
a) took - grev.' - spent - losi - drawed
lo) taked - growed - spended - losed drawed
c) tal<ed - growed - spent - lost - dtawed
d) teoR - grew - spent - osc -. dtew
e) teoR - growed - sptnted - lost - drew
(UNAMA) Leia o texto para responder s questes de 65 a 69.
"todd and 1 Md been friends for abaul teo months by lhe lime my 151h birthday carne around. We
lagls . 245
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
waoted lo spend lhe day togethei bul we couldn't betause he was grounded. So instead 1 wentto see my friend, who lives down lhe streetlrom him. To my surprise, Todd showed up there. He told me he had snuck out o! bis house lo give me a surprise. Then he gave me a necklaoe engraved with my initiais and told me mal risking geuing rito trouble [ be with me rias worth it. Itturned out lo be lhe greatest birthday o! my Itte' (Chrissy, Rockaway. Ah
65. (UNAMA) Atrase "Todd and 1 had beentriends for abou twu months ..." significa que:
a) nunca foram amigos.
b) os dois so amigos h quase dois meses.
c) se conheceram h muito tempo.
d) no so mais amigos.
e) se conheceram na lesta de quinze anos.
66. fIJNAMA) A alternativa que apresenta o signifi cado correto da palavra "grealest" cal: "It turned out lo be lhe greatest bitthday ni my fite" :
a) o menos interessante.	d) e mais elegante.
b) o mais chato,	e) o melhor.
c) o menos animado.
61. {IINAMA) O adjetivo "the greatest" encontra'se
no grau:
a) super
b) comparativo de superioridade.
c) comparativo de interioridade.
d) comparativo de igualdade. e) no apresenta grau comparativo.
68. (UNAMA) lia frase: '1 went to see my trien who lives down the street froni him", a palav; wko refere-se:
b) aalgum distante, e) rua.
c) ao amigo.
89. (UNAMA) Identifique a alternativa que apr senta o mesmo tempo verbal da frase: 'ioc showed up"
a) We have been friends foralmost 3 years.
b) I'm working hard.
c) She will come back tomorrow.
d) He told me lo be here.
e) Do you believe lhis guy?
10. (UNAMA) lia frase: "He liad snnck out of
hoiise to give me a surprise", as palavras subi abadas so, respectlvamente:
a) pronome, preposio, verbo.
b) pronome, preposio, preposio.
e) verbo, preposio, pronome.
d) pronome, conjuno, substantivo,
e) substantivo, preposio, preposio.
[
37.a) Why had you lett co early? / b) Couldn't you stay longer?
39.d 40-e	41.3) taking / b) try to drive / having / dr
42.a	43.3	44.c	45.c	46.d	41_e	48_a	49.a) by
5&Procurar /	desistir $l.At / o! / in 52.a) From / lo /	untili / b) for!
sa.d 54.b	55_a	56.b	51.b	58.c	59.e	60.3
62.c 63-e	64.d	65.b	66.e	81.3	68.c	69.d
a) ao namorado.
d) aos amigos da lest;
38.3
b) from since / h
61.C
lo
246 ' Ingl
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
BJoco . Preposio
Ficha 1 - Preposies de Espao
A lngua inglesa  muito rica em preposies que
nos do informaes sobre a localizao, a origem.
o destino, o sentido do movimenlo etc., de alguma
coisa ou algum no espao.
As preposies in, on e ai nos dizem mais sobre a po sio que um corpo ocupa em determinado espao.
IN: utililizamos essa preposio para descrever a posio de um objeto ou de uma pessoa quando ele(a) est totalmente ou em parte envolvido(a) ou dentro de alga como uma caixa, um quarto eec.
Ex.: The passport is n lhe bag. (O passaporte est dentro da/na mala.)
Marlene is ia the bathroom, (Marlene est dentro do/no banheiro.)
ON: utilizamos essa preposio para descrever a po sio de um objeto ou de uma pessoa quando ele(a) est em contata com a superficie de um outro objeto.
Ex.: The vases are Da lhe tabte. (Os vasos esta sobre a mesa.)
lhe child is Da the boat. (A criana est sobre o barco.)
Ar: utilizamos essa preposio para descrevero local onde um evento acontece, ou onde uma instituio ou pessoaest situada. Ouando dizemos: "Peter is at szhool", estamos dizendo que ele no est no clube, no cinema, em casaetc.. mas est na escola, o que no ptdemos saber por meio dessa frase  se ele est na sala de aula, no pbo, na piscina da escola etc.
Ex.: lhe Morgans are at the tennis club. (Os Morgans esto no clube de tnis.)
lhe party is at tbe church. (Atesta  na igreja.)
As preposies from e tu so utilizadas para descre ver origem e destino, respectivamente.
Ex.: That gire is trom New Vork, (Aquela garota  de Nova lorque.)
This bus is going to Chicago. (Este nibus est indo para Chicago.)
Tambm existem as expresses ia front ot, behind, along, across e beside. Vamos conhecer seus signiticados e usos.
I front a em trente de.
Ex.: lhe child ia troet of the drugstore. (A criana est em frente da farmcia.)
Bebind: atrs.
Ex.: My house is behind the church. (Minha casa atrs da igreja.)
Along: por, pelo, do mesmo lado.
Ex.: Peteris driving along the road. (Peterest diri gindo pela estrada.)
Across: de um lado para o outro; em sentido de cruzamentc; do outro lado (da rua, do rio, do par que etc.).
Ex.: They are waiking across the Central Part. (Eles esto cruzando o Central Park.)
Beside:ao lado,
Ex.: My mother is beside lhe President. (Minha me est ao lado do Presidente.)
Ficha 2' There is / There are / How Many
Na lngua portuguesa, geralmente usamos o verbo haver, no sentido de existir, para expressarmos a exis tncia de a!guma coisa ou algum em uma certa quantidade. Por exemplo: "H duas crianas na pis cina". Em ingls, para os mesmos casos, utilizamos as expresses 'there is", quando h apenas uma
pessoa ou objeto; e "there are", quando h mais que uma pessoa ou objeto. Vejamos os exemplos:
Ttaere isa cat on the wall.
H um gato sobre o muro,
There is a mau in the house.
Ingls - 247
1
1
a
Unguagefls, Cdigos e suas Tecnologias
H um homem na casa.
There arethree bicycles in the store. -
Htrs bicicletas nalola.
There are tourty-fiVe peopte in the oftice.
Hquarentae cinco pessoas no escritrio. Para perguntarmos quantas(OS) pessoas ou obje tos existem em determinado lugar, utilizamos a ex press "how rnany", que signilica quantos" em portugus, seguida de "are there".
How many bathrooms are there in lhe hotel?
Quantos banheiros exislem no hotel?
How many oars are there lo lhe sicre?
Quantos carros existem na loja?
How many people are there in the oflice?
Quantas pessoas exislem no escritrio?
How many doors are there lo the house?
Quantas portas existem na casa?
F
1
T (PUC-RSJ Before turaing... doa torget lo twa lhe lights ia the hall, and lot ... the radiatar
lo keep the bedroom warm. a)out-ott-to
c) oH - out - on e)ott-to--back
72. (STA. CASA-SP) loa always blamed everythlng that gana wrong.
a)al	b) on	c)by	d)at	e)tor
73. (srA. CASA-SP) Cnderellamarried ... money.
a)by	b)o	c) throuqh	d)tor	e)to
74. (PUC'SP) We were ... tI talHe liavirig lunch when he carne in.
a) an	b) witliin	a) ia	d) inside	e)at
15. (PUC-SP) fie lias worked there ... May 1 a)at b)since c)untU d)betore e)in 76. (PUC-SP) He only trave ... plane.
a) a	b) by	a) with.	d) i	e) on
17.(PUC-SP)Tbe Museum is not ... Ox Street. a) between b)iarot c)at cl) near e) along 78. (PUC-SP) She lias cal been ber ...tbetragedy OCCUffed.
a) when b) unI a) trom cl) since e)as long as 19. (PtIC-SPJ 1 am goiag lo give ... amoking cigarettes.
a)in	b)up	c)oll	d)down	e)lor
30. (PIJC-SP) 1 was surprised ... his bad manners. a)witb b)al c)about d)of e)ior 81. (PVC-SP) fie starts ... an eatly I
a)	o	b) on	a) wilhin	c belore	e)at
82. (PUC-RS) She Is going te see her doctor. She is sul ... headaol,es.
a)trom b)ot c)with
[
72.a
8
88.up
cl) of
83. (PUC-RS) Delegates may vote ... or against a motion.
a) l b) Mli a) along c togehher with e) ler
84. (PUC-RS) We got ...the bus at nor destination.
a) o	b) a	e) oH	cl) Irem	e) away
35. (PUC-RS) My brother could swim ... the age otiive.
a)with	b)in	c)oI	d)at	e)upon
86. (FGV-SP) The chiei stares ... them astonlshed silence as they approach.
a) over - ia	b) wilh - with	e) o - wjth
81. (FGV-SP) Switxerland lies ... France, ltaly, Austria and Germany.
a) between b) on e) over cl) in e) among 88. (FUVESI) A mesma preposio  usada para todos os casos seguintes; qual  ela?
'It is vary hard lo bring chuldren'.
She made hhatstory".
Actars uva Lo be make expensas welr.
will ring you betore 7 o'clock".
89. (UEMA) Choose the option which completes correctly lhe spaces below:
'A study published 1994 the Centers Disease Contrai reported that 60 percent underage smokers aboca Marlboro, compared 24 percent lhe overali."
a) a tor, a, o!, wilh, te
e) ia, by, o!, o lo, oh
e) in, by, cl, o!, with, a

Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
Bloco Questes de Vestibulares
b) a - out - ao 1) away - on - ofl
d)
e)at-in
e) by
b) since, by, ai, o with, lo 1) in,by, o ot, lo, lo
13 .a
81 .e
89.e
74.e
82.b
75.b
83.e
76.b
84.a
71 .d
85.d
18.d
86.e
D
Ingls P249
y
e
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
RIoco Horas e Nmeros
Ficha l Dizendo as HDras em Ingls
As horas em ingls so ditas usando-se a estru tura It's + os nmeros que indicam a hora mos trada peto relgio. Quando a hora est no seu instante inicial, usamos a expresso o'clotk. fluarter signitica quinze minutos. At os vinte e nove minutos, dizemos quantos minutos se pas saram, seguidos da palavra past jpassado(s)] e da hora, Aos trinta minutos, dizemos halt past (literalmente, metade passada). Aps os trinta mi nutos, dizemos quanto falta para a prxima hora, usando to,
Vejamos alguns exemplos:
5:00	It's tive o'clock,
1 0:15	les aquarterpastten.
11:20	It's Iwenly past elevem
Para dislingirmosa manh datarde, ulilizamos siglas AM (at o meio-dia) e PM (para horas post riores ao meio-dia)
As Divises do Dia
Em ingls, temos quatro palavras que nomeiam partes do dia: morning, alternoon, evening e nigh Morning significa manh, o periodo que vai do am. nhecer ao meio-dia. Atternoon  a tarde, evenir tanto podesero anoitecerquanto o comeo da noi e night  a noite. O meio-dia  noan ou midulay e meia-noite midnight,
So chamados em ingls de numbers, Vamos co nhecer primeiro os nmeros cardinais:
- zero
1 -Ofle
2 -two
3-lhree
4-four
5-tive
6-six
7 - seven
8-eight
9- fline
lO-ten
11 -eleven
12-twe
13-lhirteen -
14-lourteen
IS-fi
16-sixteen
17 - seventeeri
250 Ing
18- eighteen
19 - nineteen
20-twenty
21 -twenty-one
22-twenty-twt
23- twenty-three
24-
25-lwenty-five
30-thir
40-eourty
50-
60-sixly
70- seven
80- eighty
90- ninely
lO - a hundred
101- a hundred and one
102- a hundred and two
110- a hundred and ten
130- a hundred and thirty
(
''11
9:30
5:45
19:55
It's ha past reine.
lIs tive lorty-fve, (ou lis a quarter ia si> les tive lo eight.
Ficha 2' Os Nmeros
400 - tour hundred
500- live hundred
600- six hundred
700- seven hundred
800- eiglit hundred
900 - nine liundred
1.000 - a tfiousand
1.001- a thousand and one
1.100- a thousafld and a hundred
2.000-twa thousand
100.000- a lrnndred tbousand
1.000.000- a rnillion
1.000.000.000- a l3illiorI
Exemplo de leitura de um nmero grande:
15,268 =tilteen tliousand two hundred and sixty- eight
Os nmeros ordinais so escritas do seguinte modo:
1"-
2
3
4
5"-IiIIh
6
71h_seventh
Bn_eighth
9
1O
llb_eleventh
1Z
13
14
1 5&_titteenth
1 6t_sixteenth
1 7L.severlteenth
1 8n
l
20
2l
22 lwenty-second
23
2e-twenty-tourth
25 twenty-iitth
30 thirtieth
40
8O sixlieth
70 seventieth
8O eightieth
9O ninetieth
100t_ bundredfli
101$'- hundred and first
llQa_hundred and tentil
120 hundred and twerttieth
2 tw hundredth
1 thousandth
Exemplo de leitura de um nmero grande:
l2.5Ol = twelve tliousand tive hundred and lirst
Contando o Tempo
Os anos em ingls so Udos do seguinte modo: pri meiro lemos o nmero formado pelo dois primeiros algarismos, depois lemos o nmero formado pelos dois ltimos algarismos.
Ex.: 1968 = nineteen sixty-eig li
Dias da Semana e Meses
Dias da semana
Os dias da semana, em Ingls, so os seguintes. co meando pelo domingo:
Quando perguntamos qual o dia da semana, utiliza mos a preposio o Vetamos:
E na sexta-leira.

200- two liundred
300- three hundred
Mnguagens, Cdigos e suas Tecnologias
5O
1
Sunulay
Monday
Tuesday
Wednesday
Tliursday
Friday
Saturday
domingo segunda-feira tera-feira quarta-feira quinta-feira sexta-leira sbado
- When is the show?
- It's ou Friday,
Quando  o show?
Ing 251
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
flcha 3 Advrbios
agosto setembro outubro novembro dezembro
A lngua ingtesa tambm possui muitos advrbios. Vamos aprender os mais importantes e freqentes
Nndpais gnipos de advrtion
Tipo	Advrbios e ajas tradues -
Frequmcy	wayn	sebom	moe
(Freqncia)	sempre	raramente	freqentemente	nunca	uma vez
Mannw	quicwy Ifase)	siowty	wdl	bad	kindly
(Modo	rapidamente	tentamente	bem	mal	-	gentimente
Time	now	som	stilt	thm	tomorow
jTempoj	agora	logo	ainda	efeto	amanh
Flace (Lugar)
hae aqui
there l
evaw/hee
tu ar
arwnd ao zedor
beside ao fado de
Degree o, inteinity
(trtentidade
Oaibt
(D
very muito
maybe talvez
eco demais - petheps talvez
hardly	[	] afmost
mel	-	bastante	Jquase
probabty	postbly	dwbtesdy
possivelmente	possivelmente	indubitavdmente
Enempla
ele are twa applet: ate nejefrer jNeittner rt trem mas inteli
Meses do Ano
Agora vamos aprender os meses do ano:
January February
Marota
August
September
O et oh ar
janeiro ftvereiro
Aprit
May
maro
November
Jure
abril
December
Jtily
maio
junho
No caso dos meses, utilizamosa preposio ia. jamos um exemplo:
julho
- When is velar birthday? - Quando  seu a' versrio
- Ir August. - Em agosto.
Tan
Eifae
A& de at,niaao e negao
Advio
A
Tndfl	Agicao
depoiu de verbse aueiLiaren	al
tambm	artes de vedara pnecrpeia	s elsa niego
faca sim sint loa?
(tambm	_ de trereu alirmatirau e irterrugatirnu	j sfne airgu. loa.
ds	 artes de adietirte e advdaim	iS  tm rrd.
Sue came loa esrlv.
E Here ynu bane
qvatqaer emial (de 2l em fmsen atirma rase	nwsapplea:
rentramla( Ide 21	em fratas regneinas	H me a:e twa arpier:
urrrl late eidler.
tam	em Imues negnoirao, qeanda hs epelia 1 didel ntudp and aba didnt utadr. eithc
da ferra verbal inicial (prece roan
Neither j senhamia) (de 2)	em frareunfimatirnu
252 Ingls
a
Caractersticas e exemplos:
 substantivos singulares, terminados ou no em -5:
f carof
The brotherot lhe Duchess
 substantivos plurais no terminados em s:
The toys of lhe children The room of lhe men
 substantivos compostos (no elemento final):
The eyes ot m brother-in-law
Thetie ot mytather-in-Iaw
rases transformadas usando-se 's
Pete(s car The Duchess's brother
The children's toys
T men's room
Mybrother-in-law's eyes
Mytather-in-law's tie
Recebem s (') na Relao Genitiva Caractersticas e exemplos:
 substantivos plurais terminados em -s:
The bool<s of lhe boys Themillotthecats
 nomes clssicos, famosos, terminados em -s:
The strength ol Hercules
The poems o Keats
Frases transformadas:
The boys' books
The cate' mill<
Flercules' strength
Keats' poems
FichaS" Ourect Speech and Indirect Speech
Vire c Speech (Discurso direto)
Nesse tipo de discurso, repetimos as mesmas pala vras do locutor,
Ex.: He said: "1 am going to Paris tomorrow." indirect Speecla (Discurso Indireto) Nesse tipo, usamos nossas prprias palavras,
Ex,: He said Ao was going lo Paris lhe next day. As transformaes de discurso direto em discurso indireto dependem do 'verbo introdutrio" (reporting ver
Se o verbo introdutrio (R. V.) tor uma estrutura de presente (5. Present, Present Continuous, 5. Future etc.), no haver alterao no verbo principal (Main Verb.M.V.
Ex.:
Ele says: "1 am tired."
Ele says heis tired.
Reported Speech
Se o mv." tor uma estrutura de passado (5. Past, Past Continuous, 3. Conditonal etc.), haver altera ono 'MV."
Ex:
Ele said: "Iam tjred." Ele said he was tired.
Para
Indireto
Simple Past
Past Continuous
Past Perlect
PastPertect
Continuous
Pastrerfect
Linguagens, cdigos e suas Tecnologias
Ficha 4.0 Caso Genitivo (ou Possessivo)
Recebem ,$ na Relao Gemitiva
r
O genitivo  o principal indicador de posse da lingua inglesa. Vamos conhec-lo?
Alteraes no Main Verb
De
Direto
Simple Present
Present Continuous
Present Perfect
Present Perfect Continuous
Simple Past
Ingls '253
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
1
5.	- -
Ex.:
Pasi Pertect
Simple Candilional
Candilional Perleel Conditiaiaal
Coa tin u O Lis
Could
He said: "Parailel lines never meet." He said (that) parailel lines never meet,
Alteraes nos Pronomes
He,she
Iwe
My, aur
Myself
Ourselves
Ex.: John said: "1 lave Mary Jahn said (Ihat) lavedMary.
254 Ingls
f
Casos Especiais Interrogativo
Ex,:
Otta said: "Da yau like her'T'
asked me
Otto wandered	ii	[ flked
wanted lo knaw	whether
She said: "Wliere da you live?"
asked me
She wandered [ where [ live wanted to know
Imperativo
Imperativo Afirmativa = Infinitivo (cam "ta") Imperativa Negativa = nat * nt initiva (com "lo
Ex..
He said ta Helen: 'Go hame.
fie told Helen Ia go bane. She said la me: "Don't do it." SIm Iold me natio da ii.
PastCanhinuaus Simple Future Simple Conditianal Future Conlinuous
Can
May
Today
Veste rday
Tamarrow
Last week/A weekaga
NexI week
Might
Thal day
The day betare
The next (foliowing)
The week betare
Thelallawing week
Atthe rnoment
Naw
Obs.: ought, might, shauld, oould, used to, leis uni versais e situaes ainda verdadeiras no mudam.
My
Myse
His,her Him (her)
Vau
Vour
Vou rsel
Vau rselves
Alteraes nos Advrbios
This	That
These	Thase
Here	There
lJngu Cdigos e suas Tecnologias
Bloco	 Questes de Vestibulares
90.	(VEMA) The transtation of the sentence
"Altohol always harms growin9 bacIlos and damages kid's judment" is:
a) O lcool quase sempre prejudica o corpo e o dis cernirne cito.
b) O lcool prejudica tanto o crescimento quanto o fortalecimento dos corpos.
c) O lcool sempre prejudica os corpos em cresci mento e dificulto o discernimento das crianas.
d) A e B esto corretas. e) 6 e C esto corretas.
91. (FMU-SP) Then he said tu me: "Goto bed and dont get up liii you are caltedl"
a) Then tio told me not lo goto bed and not lo get up Iam catted.
b) Tben he told meto goto ted and not to get up 1 was called.
c) Then he said to me to go to bed and not to get up 1 am calted.
d) Then he said tome not lo goto bed and nol tu get up tili 1 was called.
e) Then he totd me togo to bed and nor gol up 1111 1 am called.
92.	(FMU-SP) She said: "Many people do not
appear tu know very much."
a) She said that many people did not appear lo know
very much.
b) She said that many people do not appear to know very muoh,
c) She said that many people nor to appear to know very niuch.
d) She said that many peupte do no appear knew very much.
e) She said that people appeared not lo knew very muoh.
e) Me said tbat heis never going tu speakto her again.
d) Me said Ibal he would never speak to her again.
e) Me said that he never speaks lo her again.
95. (UCMB) One indirect speech transformatien aI "I've tound atol more things' her colisin sai to her is:
a) Mer cousin told her that he would have lound atol more things.
b) Mor cousin told her tbat he woutd find a lot more tbings.
o) Mer cousin told her that he had tound alor more things.
d) Her cousin told her that he was finding atol more things.
e) Her cousin totd her thathe had been finding atol more things.
96. (UFU-MU) Mark the atternalive with the cornec tom aI indirect speech.
Direc Speech: '1 went lo lhe movies."
a) Me saif that he went to lhe movies.
b) Me said that tio goes lo lhe movies.
c) Me satd that he had gone lo lhe movies. d) Me said lhat tio md went lo the movies,
e) Me said that he tias gone lo lhe movies. 97. (MACK "Don't you want anything else?" She asked him.
a) She asked tira dfdn't he want anylhing else. b) She asked him l he didn't wanlanything else, e) She asked him Itial he didn't wan anything else. d) She asked him if doesn't ht want anything Se, e) She asked Mm lI he wanlanything else. 98. (PUC-CAMPI2QAS) "taro your talher. Do Rol raise yottm volte."
lhe indirect (repareS) speecla would be: No la was her talher, and ... rabo her volte.
a) said; totd her todo nol
b) said her; totd her nol to
c) lotdthal; aslced herto tal
d) said; told her nor tu
e) Nono ot lhe above alternatives applies.
93. (UFPR) She to lhe childmen ... inthe garden,
a) wouldn't play	i" not lo ptay	c) dont play
d) stop ptaying	e)won'tptay
94. (IIFGO) He said: "Iwbtlneverspeaktoheragain".
a) Me said that te will never speakto her again,
1) Me said tiraI he was nevergoing lo speakto her again.
Ingls .255
Linguageas, Cdigos e suas Tecnologias
Suddeniy Reter said tome: 'Are you hungry?'.
99. (FUVEST) Qual  a forma indireta, correspon-	100. (FUVEST}Assinale a alfernafiva que equ
dente  fonhia direta: lhe feacher said: "Are you	le ao seguinfe:
sare youi have ali understood me?"
a) lhe ieachersaid it you are mire you had undersiood
him.	a) Sudderaiy PetersaLd Ihat 1 was hungry.
b) lhe teacherasked wheiher we were sure we did	b) Suddenly Petertol me that 1 was huntry.
understood hini.	c) Suddeniy reter asked if he was hungsy.
c) The feacher said 1 we ali are sure we have
understoad him.	d) Suddeniy Peter asked me wheiher 1 was hun
d) lhe teacher asked it fhey were sure they had ali	e) Pefer informed me ihai he was hungry.
understood him.
e) Theteacherasked them to besure lo understand him.
RESPOSTAS
I	90.c	91.b
lOOJ
258 . Ingls
92.a
93.b	94,d	95.c	96.c
97.b	98.d
Lnguagens, Cdigos a suas Tecnologias
8 . Descrevendo o Corpo
Ficha 1. Partes do Corpo
Paradescrevermos a aparncia tsica de pessoas, em ingls, precisamos saber, primeiro, como se chama cada pane do corpo.
ca - hair
cabea - lnead
olho -eye (lwo eyes)
orelha -ear (lwo sar
boca - mouth
dente-tooth (plural teeth)
nariz- liose
lbio - hp (two lips)
queixo - chin
pescoo - neck
ombro - shoutder
peito-chest)
barriga- belly (**)
brao- arrn (two arms)
rrno-hand
dedo da ruo linger (tn'o tingers)
unha - nail (lwo nails)
perna - leg (two legs)
joelho - l (Iwo knees)
p-foot (plural teel)
dedo do p - toe (twa tos)
ba costas
( Nocorpo da mulher, a palavra correspondente a seio  breast,
( Tambm pode ser encontrada a palavra stomacln no uso comum,
Exemplo: Au adule mau das one head, Otto cr or mouth, Oh! rty two tectO two hands. teu fr,gers, two knees, t feet,... (Um homem adul lo lem urna cabea, dois olhos, urna boca, trinla e dois dentes, duas mos, dez dedos da mo, dois joelhos, dois ps,
Cores
Para descrevermos a aparncia de urna pessoa, tam bm  necessrio conhecer as cores, pois h olhos azuis, olhos verdes, cabelos loucos, negros etc.
pink o range yellow green
Exemplo: The Brazilian flag has lour colors: green, yellow, blue and white. (A bandeira brasileira tem quatro cores: verde, amarelo, azul e branco.)
Ficha 2' As Partes do Corpo e seus Ad jetivos
H uma poro de adjetivos e frases tpicas usa das na descrio de cada parte do corpo para podermos dizer que algum  magro, alta, velho, bonito etc.
Obs.: utilizamos o verbo to be (no sentido de ser) para perguntarmos a idade em ingls: l-low old are you?
Vejamos alguns exemplos:
How old are you? Ou ai sua idade?
Quantos anos voc tem? l'm thirty-one years old. Tenho lrinta e um anos.
l'rn lwentyyearsold. Eu tenho vinte anos de idade.
And you, how old are you? E voc, quantos anos voc tem?
l'm t.'ienty-six. Eu tenho vinte e seis.
Ingls 257
1
red
vermelho
rosa laranja amarelo
white
verde
branco
Linguagens. Cdigos e suas Tecnologias
Quando no sabemos ao certo a idade de uma pes soa, mas temos uma idiaaproximada, utilizamosa palavra aboul (cerca de, porvoltade), antes da ida de. Por exemplc:
George is aboutfiftyyears old,
George tem cerca de cinqenta anos,
Quanto  idade. uma pessoa pode ser:
Young (jovem)
Old (velho)
Exemplo: Peler is Iitteen years old, Me is young.
Jack is sevenly-six years old, He is an old()
person. (reter 1cm quinze anos de idade. Ele 
jovem. Jacktem setenta e seis anos de idade, Ele 
uma pessoavelha.)
() Em ingls, os adjetivos vm sempre antes dos substantivos.
Height(altura)
Uma pessoa pode ser short (baixa), medium (m dia) outal (alta).
Sharon is 1.50 m, She is short.
Sharan tem 1,5Dm, Ela baixa,
1 am 1,85 m, l'm lalI,
Eu tenho 1.85 m. Eu sou alto.
Weight (peso)
How much do you weigh?
Quanto voc pesa?
What is yourweight?
Qual  o seu peso?
Uma pessoa pode ser thin (magra), medium (m dia) ou tat (gorda).
Joan isn't tal, She is thin,
Joan no  gorda. Ela  magra.
Eyes (olhos)
Quanto  cor, os clhos podem ser:
Black-t'Jegras
Brown - Castanhos Green-Verdes
Blue - ,Aiuis
Bair (Cabelo)
As caractersticas do cabelo (cor, tamanho e texl so descritas usando os seguintes nomes:
Cor
Black-Negro
Red - Ruivo
Brown -Castanho
B Loiro
Com exceo de lalack, as cores ainda podem te ber os adjetivos dark (escuro) e light (claro). Aso podemos dizer dauir-biond hair, light-brown hair
Tamanho
Bald - Calvo, careca Short-Curto
Long - Longo
Textura
Straight-Liso
Wavy-Qndulado Curly - Crespo
Beleza
Beautitul -Bonita Pretty - Linda
Qood-looking - Boa aparncia Ugly-Feia
Obs.: os adjetvosbeautiful e pretty so geralm usados apenas para mulheres. Para homens,  comum good-looking ou handsome (sinnim good-looking).
Ficha 3' I Clauses
As araes subordinadas adverbiais condicionais so aquelas iniciadas pelas coniunes ii (se) e uoless(a menosque, a no serque). Elas podem ser de trs tipos:

258 tn
1. No Present
Ex.: It she comes home,
no
- ou at
{ 1 miii cali you. calI me,
V
2.No lePast	- no
Ex.: I she carne borne, 1 wauld cali you.
I she were borne, 1 would cafl you.
Nas oraes condicionais desse tipa, o passado do
verbo lobo tematortna were paratodasas pessoas.
3.NoPastPerfect -.. No j (wculd have + Past Participle)
Ex: I she had come borne,! would have called yDU.
Casos Especiais	-
a) Quando o efeito da orao principal  sentido no presente ou no luturo, usa-se Simple Gonditional ao invs de Gonditional P
I you had boughl lhe tic we would go co the Ihealher lonight. [ condilionai1t
Linguagens, Cdigos e suas tecaologias
We could go lora drive now r he had repaired the car. sinip condicional
b) Em linguagem literria, pode-se omilir a conlun o 'rI na orao conditional. Quando isso ocorre, h a inverso suleitO X verbo auxiliar da orao.
I hail known the truth betore, 1 wou!d have avoided the acciden
l- / knowfl the truth betore, 1 would have avoided the accident.
c) As formas will e would podem aparecer nas i!-cIauseS como formas educadas de se pedir algo:
li you would do thislor me,! would be glad.
d) Whether tambm significa se, rnas  urna conjun o usada corno integrante, ou quando h uma opo (ou no) na orao.
1 don't know whetlier he will be here.
Were going tolhe beach whether it raios or nol. We'll do that whelher or nol he wants it,
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
101. (CESCEA-SP) I il ... vaie, 1 think lhat next Saturday l will sail i my nevd hoal.
a) there is	e) wili nol
b) donI	d) Nas not
102. (PUC-CAMPINAS) "II he ... present, he wotild
have known what was disctissed in class."
a) Na	b) Nad been
d)was
e) None ol lhe above alternahives applies. 103.(FMU.SP)"ltyOU... we shall miss lhe train." a) don't hurry e) didn't hurry e) doesn't hurry b) hurried d) hurry
104. (PUC "li you ... watch mil, you may gel killed."
a) woutdn't
e) nol	d) don'I
e) None ol lhe above alternalives appiies. 105. (UFGO) If Johnny... lhe bowi, he ... a good stroke eI business.
a) had boughtlwouid Nave made b) had boughtlhasmade e) did buy / hal made
d) would Nave boughil had made e) buys; would ma 106. (CESCEM-SP) 1... if 1... lhe exam.
a) go / passing	1) went / am passing
b) wili go / will pass	e) am go / Nas passed
e) wouid go / passed 101. (FMU-SP) "You seemtoenjoyMathematic
'les, il 1 ...smart. 1 would have taken Math in coliege."
b) had been
e) was
1) Nave been
108.(FPdIUSP)TheV ... ashackifthey ...thatwire.
a) get/touch	c)would get/ioueh
b)wiiigetlto
e) wit get/wili toueh
Bloco	 Questes de Vestibulares
e) doesflt
e) were
d)wears/witlbe e)wouidwearli
b) won'tto
109. (FMU-SP) li she ... Iess mak&ilp she ... ve atractive.
a) wears lis b) wore lwiil be e) wili wear / will be
110. (PUCCAMPIN#S)lfthese physicistshad be more persisteel, they . -. an importatit discove
a) woutd ma b) had ma e) wouid Nave mede d) would had made
e) None ol lhe above aiternattves appiies. 111. (CESCEM-SP) Selecione aalterliativa corre
a) Ii you Repi quiet, I wiii reward you. b) I you kept quiet. I would reward you. e) I you had kept qu I wiiI reward you. d) i you Nad keptquiel, I will rewarded you. e) llyou witi kepi quiel, will rewarded you. 112. (FAAP-SAP) Which islhe corTect form? a) I George were here wtth us, 1 woutd Icei eomtortabie,
b) I George was here with us, I would teci eomlortable
e) Ii George was Nere wiih US, eomiortable.
d) Ii George were Nere with us. I will teci com
e) II George is hera with us, i comtortabie.
113. (CESCEA-SP) What ... you
i wili Icei
would Icei
wailet?
a)wiIi
do if you
e) am
d) got/ Nave touched
a) did - toca	e) witi - Iost	e) wouid -
b)dtd-ioSt	d) would-Iose
114. (PIJC.CAMPINAS) Traduza: "Se ele prec se de diiohelro, escreveria a vocs."
a) Ii he needed money, he should Nave written b) If he'd needed money, he'd Nave written te e) lhe needs money. he'iI t toyou. d) lhe needed meney, hed Nave write lo you e) None ol lhe abate alternatives applies.
250' Ingls
a) woull have called
b) weuld cafl
e) would called
1) had called
e) None e the above al applies. 116. (MACK-SP) Itwe ... more time, we couldtnisti lhe work.
a) Mil liave	o) are having	e) n'e
li) had	d) lias
111. (CESCENI-SP) "If 1 had chance" said Mary "1 to spend my honeymoon in Hawail."
a)l{ked	c)mustlike	e)iike
b) woull lhe	d) wililike
118. (SO CARLOS-S}9 II tio comes Iate, he
a) would mias the etass
b) misses the class
e) micaS lhe class
d) Mil mies lhe ciass
e) mies lhe class
correct seipience ot tenses.
a) 1 worild hoje gene ti lis enough money.
b) 1 would go ti li liS enough money.
e) 1 would have weril I liS liS enough money.
d) 1 would have gene i liS had enough monay
e) 1 woull md gene ti md liS enough money,
120. (FMU-SP) 1,.. you if you ... me.
a) would have told / liS asked
b)wouldtell/ask
c) wotild teu [ ask
d) bate toid /wouid ask
e) MII teii)asked
121. (51*. CASA-SPJ Complete corretamente a frase seguinte:
I you, 1.. lo him seriousiy.'
a) were /would taik
e) was/wilitaik
b)werewiiita
d) wouid be/taiked
e) Mli be/laIk
-	IO
1t4.d	1
121.
1
115.(PUC-RS)lllthadbeenearlier,we... onyou. 119. (tIFO-Mi Mark lhe alternative with lhe
Idaguageas, Cdigos e suas Tecnologias
((
U tt.e
10B.b
li 5.a
102h
lOLd
116.b
lO3
110.0
117.b
104d
111 li
1
105.a
112.a
119.d
106.
113.e
120.a
Ingls
261
Linguagens, Cdigos e suas tecnWogias
R Question Words
Ficha i Who, Why, What
Question words so palavras (a maioria pronomes, e alguns advrbios) usadas em frases interrogativas.
So muito freqentes, por isso deve-se conh todas.
Whom
Which
W
Whose
Interrogativo
Who
de quem
qual, que, quais
que
When
Why
Where
Traduo
quem
quem
quando
por que
onde
Funo
sujeito
objeto
objeto
Exemplos
Who are you?
Who did you see? (coloquial)
Wbom did you see? (gramaticalmente corre
To whom were you tatking? ou
Whom were you fa (o? (desloc.)
identificao
do possuidor
apresentar uma
escolha
lisos comuns
WIial do you do in the moming? (ocupao)
What time is it? (hora)
What is the time? (hora)
Wi are you? (protisso)
pergunta sobre o tempo (cronolgico)
pergunta sobre
a causa, motivo
pergunta sobre
a localizao
When will yourfather arrive? When is she leaving lor Paris?
Why is she cryirlg?
Wbere are you going now?
Whose books are lhose?
mis is mycar; whose is that?
Which fruit do you hke best?
WhIcli oS meia is lhe sing&?
Em ingls, a palavra wbo  bastante utilizada para fazermos perguntas quando queremos saber algu ma coisa, 'quem'  tal pessoa etc.
Vejamos alguns exemplos.
Contrao: Who is Who's
Who is the secretary? Quem  a secretria?
Who'stalking? Quem est lalando?
Who's reler Faulkner? Quem  Peter Fautkner?
Who's is singing? Quem est cantando?
Who's that girI? Que  aquela garota?
When  uma "question word" muito freqente em ingls. Significa 'quando".
262 - ingis
Ex,: Wben islhe wedding? Quando  o casam
Wiien Is Easter? Quando  a Pscoa?
Wben isyeur biuthday? Quando  O seu aniversd E como dirlamos "hoje", "amanh" e "prx palavras que indicam tempo, em ingls?
Today'-I
Tomorrow - Amanh
Iiext - Prximo/a
Ex.: Today is my birthday. Hoje  meu aniversd TheweddIng Qcasamentoarnanhi
fim World Cup is lo the uexlyear. ACopade do  no prximo ano.
1
lJso comum pergunta sobre o modo:
llow did you lind il mil? (Como voc descobriu isso?)
Formas compostas
How deep (quo profundo)
How lar (quo longe)
How long (guo longo, quanto tempo)
How tall (qual a altura- pessoas)
How old (qual a idade)
How much (quanto)
How many (quantos, quantas)
How high (qual a altura - coisa)
Elow often (quo freqentemente)
llow tambm  usado quando perguntamos a idade de algum, combinado com o verbo to be. l old a,e you?
ishe?
is cine?
are they?
Quantos anos
1 am sixteen
He islitty
She is
Tliey are
Eu tenho
Ele tem
Ela tem
Eles tm
{ voc'etem? ele tem? ela tem? eles tm?
Ex.: P' l'm lwenty years old. And you, how old are you? (Eu lenho vinte anos de idade. E voo, quantos anos voc tem?)
R- l'm twenty-six. (Eu lenho vinte e seis.)
floha a Mnch, Many, Little Few
As palavras acima so utilizadas para nos referirmos a grandes quantidades de alguma coisa. Q que vai de finrque palavra usar, mais uma vez, so os subs luas. Se forem "count nouns" (substantivos contveis), utiliza-se many para 'muitos/as" e a tew para "poucos/as" se forem "uncouni nouns" (subs tantivos incontveis), utiliza-se muda, para "muito/a" e little para "pouco/a",
Ex.:
There isn'tmuch sugar into lhe box, (No h muito acar na caixa.)
Heten tates many tourists to the airport every day. (Helen leva muitos turistas para o aeroporto todos os dias
1 have little time and little patiencel (Eu tenho pouco tempo e pouca pacincia!)
There aretewstudents atschool, (H pouoosalunos na escola,)
Paula is bringing many boys and little tood, (Paula esttrazendo muitos rapazes e pouca comida.) Wesley doesn't have much money, But he has many problems, (Wesley no tem muito dinheiro, Mas ele tem muitos problemas.)
My pafents always say tem words to me. They never have little work todo. (Meus pais sempre dizem pou cas palavras para mim. Eles nunca tm pouco trabalho paralazer.)
Obs.:
1) As expresses a lot ate lots ai ("grande quanli dade de") so muito utilizadas no ingls informal para substituir Inany e moela. Com essas expres ses, tanto lar se o substantivo  contvel ou no.
Ex,: Therearea fot oS people outside. (H muitas pes so as l f o ra
Peter has a lot oS informaliori abouf my lite. (Petertem muitas informaes sobre minhavida.)
Ingls 263
1;
q
1
t.
linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
flcha How
Hcw (como)
years old.
}
1
thirly-Ihree
dezesseis cinqenta
t rin la e t rs
anos de idade.
1
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
Them's lota of waterin ehesea. (H muita gua no mar) 2) As expresses a little e a tevi ('um pouco"), embora refiram-se a pequenas quantidades, quan do so usadas querem dizer que, apesar de pouco, ainda h alguma quantidade de alguma coisa,
flvha 4 Some, Any
Ex,: l'm happy because 1 have a lew fniends. teliz porque tenho alguns amigos,)
We still have a little time, (Ns ainda temos
tempo.)
Essas duas palavras geralmenle de "indefialo em ingls. So utilizadas para aqueles casos em que no sabemos ao certo a quantidade daquilo que estamoslalando. Muitas vezes, so equivalentes a "al gum", 'alguns" etc. Any tambm  utilizado emfrases negativas com o sentido de "nenhum".
Some: palavra predominantemente utilizada em ora es afirmativas, em que geralmente indica quanti dade indefinida de alguma coisa.
Ex.:
There are some gir on the boat. (H algumas garo tas no barco.)
There is some food on the table. (H alguma comida sobre a mesa.)
flcha s Verbos Modais: Lan
Any: 1) Em o;aes interrogalivas, signili quantidade indefinida.
Ex.: Are there any ghls on Lhe boat? (H garo barco?)
Is there any food on lhe lable? (H comidas mesa?)
2) Em oraes negativas, signilicando "nen "nenhuma"
Ex.: There aren't any giris on the boat, (No numa garota no barco.)
Tliere isn't ariy tood on the table. (No h ne comida sobre a mesa.)
Vamos talar sobre habilidades e talentos? Ento, pre cisamos utilizaro verbo teu. Voc dana? Voc toca piano? Voc dirige? Voc fala alemo? Quando al gum nos pergunta algo assim, geralmente est perguntando se temos talento, habilidade suficiente pana desenvolver tais atividades...
Questions
(Perguntas)
Gan you drive?
Can you swim?
Can you teach English?
Can you cook?
Auswers
(Respostas)
Ves, 1 can.
No, 1 can't.
Descrevendo habilidades e talentos
1 can drive.
E san swim.
1 can teach Enghsh.
1 can coo
Descrevendo inabilidades
1 can'l drive.
lcan'lswim.
1 can't teach English.
1 can'tcook.
1 can't play the piano.
1 can
1 can'l write poetry.
Falando de atividades que fazemos bem
1 can sing well.
E san dance very well.
1 can speak Spanish well.
1 can play lhe piano verywell.
Falando de atividades que no fazemos 1 can'tcookveryweil.
1 can't teach Maths well.
l can'tdrive very well. 1 can't swim well.
264 - ingls
1
L
122. (PUC-SP) Selec the yerh cannot be used iii the biank:
She studyla lhal particuLar problem.
b) stapped d) daesn'l m
123. (STA. CECILIA-SI Vou cannol be a doctor without...tlard.
a)lostudy	b) studying	c)study
d) doesnI mmd	e) lo studied
124. (CESCEA-SP) fie enjoys... in lhe mauntailis. a) lo camp b) camping c) lo camping
d) camped	e) camp
125. (IJFBA) She ... read a great deal when she was i hospital.
a) may	e) can	e) will be abie
b) couid	d) mus
126. (CESCEM-SP) Two paraltel yellow lines olhe mlddle ai the road mean thal you ... nol overtake.
a) mighl	c) wouid	e) does
b)may	d)did
121. (CESCEM-SP) If you want lo catch up with por co you ... study at leasi tourbours a day.
a) can	c) niighl	e) mus
b)may	d) would
128. (CESCEA-SP) Etizabeth is able lo understalid ber Engiish teacher, iheretore she ... answer his que si ia ns
a) canflolia	e) could never
b) should	d) mus do
129. (PUC-CAMPINAS) Her molher ... be au hone. a) mus b) has
130. (CESCEA-SP) 'tI ralher stay ai hone, because it...raintoday.
e) mus
e) may
131. (PUC-RS) He ... speak italian when 1w was leu years old.
e) should
134. (Puc-CAMPINAS 'Uncie Seynour tooks sleepy and lired ihis morning". "He ... have stayed up ali night".
a) must b) should
d) oughl lo e) NoneofffieabovealterflatiVesapPlies 135. IUFGO) "Can you teH me lhe correct tine?"
if hadn't forgotten my watub.
a) can	c) might
d) may
136. (UFMG) Replace each ai lhe underiined expressions hy one cilhese anomalous hIay, ,nost a) Doctors have lhe obilgation lo expiam lhe danger ai operations lo their patients.
b) Dai have pernlission lo see your patieni?
e) must
e) cauld
1
a

Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
Bloco  Questes de Vestibulares
a) avoided
e) was prevented Iran
e) decided
a) needs nau
d) mustn't
b) have la
a) may
b) might
c) can
d) cauld
132. (EMU-SP) She ... study hard now, because she has no chance lo pass.
a) mus
d) needn't
b) can't
e) wan'i lo
e) shauidn't
133. (FMU-SP) Stap I children! Vou ... write ml lhe wall.
a) needn't
b) must
e) mustn't
d) will
e) shouid
b) coutd
e) mus
d) needs e) Emane ofthe aboveaitematmvesaPPiies.
Ingls- 285
Linguagens, Cdigos e soas Tecnologias
Bloco . Verbos Irregulares e Falsos Cognat'
Ficha 1' Verbos Irregulares
A lngua inglesa  muito rica em verbas cuja conju gao no passado (past) e no participio (past panticiple)  irregular Alguns possuem uma torma to diferente de seu infinitivo que por vezes no pa rece haver relao entre o verbo e suas tormas. E
Ficha 2 Falsos Cognatos
muito importante conhecermos as verbos irregul res mais comuns e como a variedade  grande, mas que decor-los. Voc encontrar, no encar deste livro, uma lista comas principais verbas irr guLares dc ingls.
Falsas cognatos so palavras estrangeiras que lem bram palavras da nossa lngua, mas cuja significado ou ser nomeado  muito diterente daquilo que pare ce, por isso devemos prestar muita ateno quando lemos ou usamos um talso cognato.
Aqui esto alguns pertencentes ao ingls.
actually: realmente, na verdade (atualmente: aI present)
appointment: encontro, consulta (apontamento:
note)
attend: assistir a, treqentar (atender: auswer,
cansider)
cigar: charuto (cigarro: cigarette)
coliege: faculdade (colgio: highschool)
comprehensive: completo, total (compreensivo:
understanding)
estate: bens, propriedades (estado: state)
eventually:tinalmente. posteriormente (eventual-
mente: casualty, accidenlalty)
exit: sada (xito: success)
exquisite: refinado, requintado (esquisit odd, strange)
FichaS. Wou
fabric: tecida, pano (fbrica: tactory, plant)
hazard: risco (azar: bad luck)
ingenious: criativo (ingnuo: naive)
large: grande (largo: wide)
lecture: conternria (leitura: reading)
library: biblioteca (livraria: bookstore)
notice: aviso (notcia: news)
novel: romance (novela: soap opera)
ore: minrio (ouro: gald)
parents: pais (parentes: relatives)
particular: determinado, especifico (parttcuh
private)
physician: mdica (fsico: physicist)
policy: poltica, linha de ao (policia: police)
pre]udice: preconceito (prejuzo: damage)
pretend: tingir (pretender: intend)
pusli: empurrar (puxar: pul
realize: perceber (realizar: pertorm, carry o ut)
scholar: erudito, letrado (escolar: soboolbay)
sensible: sensato (sensvel: sensitive)
tenant: inquilino (tenente: lieutenartt)
Voc j notou que h situaes que requerem maior grau de formalidade? Em um restaurante, porexem pIo, reservando lugar em hotis, teatros etc, Nessas horas, oferecer e pedir coisas so momentos em que essa retaoformal deve ser respeitada, Por exem plo, se voc fosse um garom e oferecesse a seu
cliente a sugesto da casa, voc no lhe diria: Ve quer pato com laranja?": mas, sim: 'O senhorg' taria de experimentar pato com laranja?'. Em ing essas situaes requerem ousado auxiliar woc que, ao colocar a frase no condicional (tania, got ria, aceitaria etc,), demonstra respeito e formal ida
26G Ingls
Sliort aflirmative allswer
he/she it lhey
Yes, f please.
thankyou.
lo see lhe menu?	short negative answer
he/she
No, ' we
t. they
E -
We are lhe most competitive company. Ns somos a empresa mais competitiva.
We have lhe highest prices.
Ns temas os ma altos preos.
We have lhe lowest COSI price. Ns temos o mais baixo preo de custo.
lngls 267
Linguagens, Cdigos e suas tecnologias
you he/she
Wotald	we	like
yotr
they
Forma: would, nas Irases afirmativas,  sempre uti lizado antes do verbo principal. Este, por sua vez, sempre vem em sua lorma inhinitiva, sem ato. Vejamos aluns exemplos:
May/Can 1 get vou another drint?
Fkha 4' Fazendo Comparaes
Comparaes com valor superlativo:
would, may.
Can.
wouldn't.
{would notj. Thankyou.
We are lhe bes company. Ns somos a meDia, Companhia.
We have the worst salaries. tls lemos os piores salrios.
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
Bloco__Questes de VestibuLares
137. (UFRi) The WestminslerAbbey is not ... fi Tower of Londoli.
a)asbigthan	c)asbigas	e) biggerlhan
b)	bigger	d) biggest
138. (FAAP-SP) Transiate into English: Esta  a avenida mais larga desta cidade."
a) This is lhe greatest avenue in this city.
b) This is the broadest avenue ii this city. c)This is lhe Iarae avenue in this city.
d) This is lhe bJggeravenue iR this city.
e) This is the most large avenue in this city. 139. (FAAP-SP) Assinale a alternativa correta: It seems that John's caniera Is ... Joe's.
a) more new than c) less new as e) newer than
b) newerthat d)the newestthan
140. (UFDF) Assinale a alternativa correta:
a) Peter is twa years olderthan George.
b) Peter is two years the alder than Gearge.
c) Peter is twa years older as George.
d) Peter is twa years more old than George.
e) Peter is tw years oldest thari George, 141. (CESCEA-SP) Traduza:  medida que voc
viaja para o Norte, o solo se torna mais seco. a) As you travei Narthward, the earth gets dry. b) Asin measure yau tra Narffiward, the sou gets dri c) Asyou travei Northward, the sou becames more dry. d) As yau travei Northward, the soU gets more dry. e) As you travei Narthward, the soU gets drier. 142. (FNIU-SP)Peter is ... talI ... John.
a) more/such	c)sa/than	e)as/more
b)as/mast	d)as/as
143. (FMU-SP) The black caris... thanthe orange
145. (FMIJ.SP)This dog is... dangerous ... a lion.
a) more/as	c)so/tban	e)as/more
b)as/mare d)as/as
146. (PUC.CAMPINAS) CarI is a hard worker. He works ... thae Peter.
a) hardly	c) more hard	e) most hard
b) harder	d) hardest
147. (PUC-CAMPINAS) Since 1 moved lo lhe counti)
1 have been ... tired than George. a)that b)mast c)iess d)sa e)as 143. (PIJC-CAMPINAS) This is one o? lhe ... tesh l've taken.
a) hardest o?	c) more hard
b) harder than	d) mast hard
e) Ncne a the abave aiternatives appltes. 149. (PUC.CAMPINAS) Their son is... Iam.
a)oidas	c)sooidas
b) aider than	d) so aid than
e) Nane a? the above aiternatives apphes. 150. (SANTA CASASP) Vou were bom belore me consequently you are ... than 1 am.
a) more oider	c) oidest	e) lhe aider
b) aider	d) as aid
151. (SANTA CASA4P) No ore was ... than Johi when he heard a lie.
a) angrier c) angriest
b) co angry d) most angry
152. (SANTA CASA-SP) 1 have been studying canto iearn English.
a) as hard as c) as harder as e) so hard si b) co hard as d) so harder so
153. (SANTA CASA-SP) Today ilhas no been was yesterday
a) sa hoterthan	e) more hotthai
b)sohatthan
154. (FUVEST) Complete com o grau adequad dos adietivos indicados:
They are three bralhers. Peter is (ali) c
them, but not lhe (inteiiigent
e) angr
olie.
c) srnafl d) newer
e) the most beauti?ui
a) newest
b) smaUest
144. (FMU.SP)Alice is... girl in lier classroom.
a) nicer	c) prettier	e) the nicesi
b) nice	d) pretty
c)ashatthan d) so hot as
268 Ingls
:	V

155. (UFMG) Rewritethe senlence, ctianging lhe conslruclioJ $0 that you San liso lhe soperlalive o
D C was siower Uian olhar doclors.
156. (tIFO-Ma) Check lhe alternativo lo which lhe comparativo lorm is used correctiy.
a) John is belter U Mary buc worse U me. b) John is more bellerthan Mary but warse Iban 1. e) John is belter than Mary bus more worse Ulan me. d) John is bes than Mary bul worse lhan 1.
e) John is lhe best lhan Mary bul worsl lhan 1. 157. (CESCEA-SP) Ali lhe poems that yDII have seiected are realiy very good, but oniy lhe ... one will get lhe prize.
a) worse	c) better	e) goodesl
b) best	1) goods
158. (SANTA CASA-SI') John is... slupid lhan Bob.
a) less	e) lhe'least	e) mosl less
b) lesser	c more lese
159. (SANTA CASA-SP) Mr. Landers bois moch toda
a)	good	e) bad	e)worsl
b)besl	d)worse
160. (SMITA CASA-SP)Joan sa Id, '1 go ... maples in my ciass because Iam lhe ... studenl in II. a) best - moer laz e) beber- beber b) worse - good d) bal - lajier e) wors laziesl
181. (SANTA CASA-SI') The more time he spends sludying, ... he seems Co know.
a) lhe leasl	e) lhe lese	e) lhe lesser
b) lese	ci) leseer
582. (PuC-CAMP1NAS) Tire sentence "1 peisonally liaink she's over 45' means approximalely lhe sarne as:
a) She oughl to be over 45.
b) She is 45.
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
e) She muel be over 45.
ci) She has lo be 45.
e) None ol lhe above allernalives applies, 163, (ITA'SP) Assinale a al correta.
a) Vou musl lo come earlier lomorrow. b) Vou ought Come earlier lomorrow. e) Vou will be able come earher lomorrow. ci) Vou may come earlier lomorrow. e) Vou can lo come earlier tomorrow. 164. (CESCEA-SP) Which Is lhe correct form:
a) would lave gone 1 trave lime. b) lwouldgoneit 1 hadtime. e) 1 would go i had lime. 1)1 would gone i have lime. e) 1 wou wenl i would have lime.
165. (ITA-SP) ,.. earlier, lia wacld nevar have missed lhe bus. He has no idea aI ali of punctualily.
a) Gould he arrived	e) Fie hal arriveri
b) Did he arrive	cl) Fie Uid arrive
e) Had he arrive
166 ,(P U C-CAMP NAS) if 1h ose physicisls ha ii been more persislenl, lhey - -- ao importanl discovery.
a) would make	e) would have made
b) had make	ci) would had mede
e) None ot lhe above al apples.
167. (UCMG) Miss Oeviin made few Iriends 001 because she was . . - lhan lhe athers, but because cl he, manners.
a) lese popular b) as popular e) Rol SO popular
168. (UFU-MO) Escolha a ailernativa em que a forma comparativa esteja empregada correta mente.
a) Planes are usually lhe moslias lhan lraine.
b) Planes are usually more Iast Ulan Irains.
e) Planes are usually more (asler Uian trains.
ci) Planes are usually as lasler lhan Irains.
e) Planes are usually tasler than Irains.
141, e	142.1	143. ci	1447
149.b	15O.b	151-a	152.a
155. Dr. G waslhe s ali doutore.
l6O.e	16	162.c	163.
168.e
Ingls .269
1
e) lhe most popular c Ule more popular
(RESPOSTAS:
137.
145.1
I	153.d
156.a
e
138. b	139- e	140. a
148. b	147. e	148. e
154. lhe oldesi / mos inleiligenI
157. b	156. a	159. c
155. e	166- e	167, e
(
-4-
j a
- Cludia Bruno Galvan
Linguagens. Cdigos e suas Tecnologias
BIoco Gramaticales
Ficha 1- EI Altabeto - Pronunciacin - AcentuaciOn
IL
elie
o
o
erre doble
v
uve
z
zeLa
w
uve
doble
PronunciaCifl
x
equis
Y
1 griega
 La bela v se pronuncian igual.
 Ei sonido de la s es tuerte. Igual a ia  o ss en
portugus.
La h es muda.
 La j suena como lar dei portugus.
 La q slo torna sonido k con ue y vi iAtencin!
Cuidado con Ia ortograta: cuarenta, cuatro, ou ou and o.
La  equivale ai sonido nh dei portugus.
 Lali tiene sonido de 1h en Espafia,jenArgentin Uruguai i en Mxico,
La oh equivale ai sonido tch en portugus.
 La x tiene, en Amrica Espa un sonido de en portugus.
 Laz, en Espafla, sumia igual queel th en ingls. un sonido que no existe en ei portugus.
En Amrica, lazno se pronunciaigual queen portug
Casos Especiales
Las letras k, w se usan solamenle en palab extranjeras.
En espa no existe ei sonido  y dei portugu , en espafloi = , en portugus; , en espafloi en poriugus.
ACENTUACIN
En espaoi sio existe ei acenlo grfico agudo tiene ia funcin de se Ia sulaba tnica paiabra, asi, no abre ni cierra ei timbre vocal e essas son vocales de timbre cerrado.
Lievan acento grtico o tiide ias palabras:
AGUDAS (acento en ia ltima slaba) - terminada n, s o vocal: meln, sot, francs, cancin.
CRAVES (acento en la penltima suaba) -termim en consonante menos n y s: azcar, hbil, lder, t ESDRJULAS (acento en ia antepenitima slial todas: rpido, qumica, teitono, pblico. SOBRESORJULAS (acento en Ia anterior antepenltima siiaba) - todas: cuntam devuiveselo, triganmeio, exphcaseio.
Encuentros Vocficos
Vocales abiertas (Va): a, e, o
Vocales cerradas (Vc): 1,
Alfabeto
Ei alfabeto espaoi es compuesto par veintinueve letras y presenia algunas variaciones con reiacin ai aitabeio portugus. Vea a seguirlos nombres delas letras dei abecedario espa
A
E
e
B
be
E
eta
C
ce
O
ge
o
de
H
flecha
J
jota
M
em e
P
pe
s
ese
K
ka
N
mie
au
T
te
1
ele
N
eLa
8
ere
U
o
272 - Espanhol
Siguen las regias generales de aoentuacin:
 Va tnica. Vc: cantis, linipi, idioma, biloga
 Vc  Vc: tuimos, inicio, perjuicio, Iingtstica
Se acenta Ia tnica , , independiente de Ias regias eu e rale s
 Vc tnica + Va: tio, maz, reno, oido La vocal tnica recibe ei acento,
triplongos: elogiis, oa, podriais, leia
Acento Diacrtico
En espatol. los monoslabos no Ilevan acento, excepto los de diferenciacin (diacriticos), que Ilevan tilde para diterenciar palabras que tienen la misma grafia pera significada diferente.
l (pronombre sujelo) eres bonita. Este es tu (posesivo) librd.
I (pronombre sujeto) es mi hermano. EI (artculo) coche es nuevo, A mi pronombre comptemento) me gusta viajar. Mi (posesivo) casa es muy moderna. Quiero que me d (verbo DAR) ms atencin. l es de (preposicln) Esparta. ' s (verba SABER) usaria coniputadara.
iVa se (pronombre retiexivo) despert?
Si(adverbio de atirmacin), estudiar espatol este arto.
Si (conjuncidn condicional) me caso, te invitar.
Guiem trabajarans (adverbia de canhidad).
Me encant, mas (conjuncln = pera) es muy caro.
Linguagens, Cdigos a soas TecnologIas
Carlos an (adverbia de tiempa = todavia) no ha terminado ei inlorme.
Aun (adverbio) los ms chicos entienden eso, Siempre tomot (sustantivo) con iimdn. Te (pranombre complemento) compr un libra muy interesnte,
Slo (adverbio = solamente) taba una semana para terminar ei curso de aiemn.
(Por qu quieres quedarte solo (adjetivo)?
Palabras Compuestas
En ias palabras compuestas, la primera pierde ei acen
lo:
Dcimo. sptimo = decimosptimo
Palabras Unidas por Guin
En las palabras unidas cori un guin, cada palabra mantiene su acento:
Terico-prctico
.Adverbios
LD5 adverbios formados por ei adjetivo + ei sulilo MENTE conservan eI acento dei adjetivo:
ntimo = intimamente
Pronombres
Los pronombres interrogativos y exctamativos se acentan siempre: qu, quin, cudi, cmo, cunto, dnde, cundo (y sus tormas de plural y temenino). Los pronombres demostrativos, en general, se ocentan, aunque hoye aoenla es facultativo:
se, ste, aqui, sos, stos, aqulios, sa, sta, aqulla
ei
Ia
(ysus formas de plural).
Ficha 2 Artculos
Plural
hino
-
- :
F	Plural
Masculino
los
unos
Femenino ias
uflas
El hombre es altisirno.
Ouise tomar u vaso de agua.
Hoysubi la temperatura.
Volvi una semana ms tarde.
Los hombres habian espatol.
Me he comprado unos zapatos.
Las ulitasvan a ira la excursn.
Me gustaria ilevar umas camisas.
Espanhol 273
Linguagens. Cdigos e suas Tecnologias
Contracciones AI. yflEl.	Atencifl.
Masculino Femenino Neutro
Preposiclon + Articulo coniraccuonj	S ogular ei la lo
U a	*	ei	ai	Plural	Los ias ______
[	de	*	ei	dei "	En espadol, exisie ei articulo neutro lo.
101	En general, aparece antes de un adjetivo adverbLc. o
antes dei pronombre relativo que.
Delante de los dias dela semana y dei mes, siempre	Etemplos:
se poDe articulo'	Lo anterior es mejor que todos.
E lunes pasado vi a Juan,	Lo que fica es melor que lodos.
Cambto de laluna por eilun anie sustantivos
Todos los lunes voy ai cine.	femeninos que empieoen por a o ha, con acento
Voy a pasear cl sbado,	intco en la primera silaba y en singular.
E/lo recibo mi mesada.	,	ei quila
E ie no p los:
Salgo para Madri ei dia 20.	mi aquila
Ficha  Sustantivos ___________________________________
Gnero de los sustantivos	yerno	nuera
hombre	mujer
En espaioi, los sustantivos son o masculinos	 Gnero indicado por ei artiouio:
lemeninos: ei coche ei arbol, ia camisa, ei vestido.	'
ei periodista	la periodista
Los sustantivos que indican sexo tienen los dos	ei joven	la joven
gneros:	ei mrtir	la mrtir
elgalo	lagata	elpiaflisia	lapianisla
ei niflo	la ni	Atencin:
Palabras femenilias eu portugus y masculinae
CasoS especiales	eu espalol:
duque	duquesa	ei rbol	ei dotor
sacerdote	sacerdotisa	ei colar	ei paisaje
rey	reina	ei origen	ei lenguaje
actor	actriz	ei,., (dias dela semana)	ei cutis
profesor	profesora	patabras masculinas eu portugus y femenina
Gnero indicado por palavras distintas paraet mas- eu espaol:
culino e para ei femeninO:	la sai	ia leche
padre	madre	ia miei	ia nariz
varn	hembra	la sangre	la baraja
Ficha 4 Adjetivos
Los adjetivos tienen ei gnero (masculino o	Masculino	Femenino
demenino) y ei nmero (singular o plural) dei	El estudiante hispano	La estudiante hispan.
sustantivo ai que acompafian:	Ei padre digno	La madre digna
274 Espanhol
-
Grados dei Adjetivo
a) Comparativo
Igualdad Interioridad Superioridad
Tan como	menos que	ms que
Ejemplos:
Esa nia es tan estudiosa como aquelia.
Esa fiOu es menos estudiosa que aqueila,
Esa nita es ms estudiosa que aqueila.
Casos especiales
H
Poslelvo
Inlerioridad
Superloridad
rnalo/bueno
peor
meior
peque
menor
niayor
b) Superlativo
Absoluto
Msde/Menosde
1 Relativo	H
Ms entre/Menos
Muy+adjeuivo
Ejemplos:
Esta bicicleta es muy linda. Esta bicicleta es la ms linda de ladas, Esta bicicleta es menos linda que ia otra.
Adjetivos Posesivos
Los adjetivos posesivos delerrninan posesin y se apocopan (pierden la silabafinal ante suslantivo mas culino ytemenino, singular o plural, coru excepcirl de maestro ' vuestro).
Persona Singular
2 Persona Singular
3C Persona Singular
i Persona Plural
Peruana Plural
Singular
mi. mio/a
tu. tuyc/a
m suyo/a
Singular
nuestrc /
nuestra
vuestrc /
vuestra
tu
Plural
mis
tus
sus
Plural
rrusstrcs /
nues
vusst rua
vuettras
nus
1
Feruona Plural
Linguageas. Cdigos e suas 'Tecnologias
Ejemplos:
mi casa - nues casa mi libra - nues libro
Adjetivos indefinidos
- Mucha/a pocola/os/as, bastanle, demasia- dois, algu
Ejemplo:
Tengo muchos amigos y pocas amigas.
0 cero
30 treinta
uno
31 treinta y una jun) una
2 dos
32 treinou y dos
3 tres
40 cuarenta
4 cuatro
50 cincuenta
5 cinco
60 sesenta
4 6 seis
70 setenta
47 siete
80 ochenta
4 8 acho
90 noventa
49 nuuve
100 cien
410 diez
01 ciento uno
11 once
150 ciento cincuenta
412 dcce
200 doscientos/as
413 lrece
3co trescienlos/as
14 catorce
400 cuatrociuntcs/as
15 quince
500 quinientos/as
36 diecisis
600 seisciontos/as
417 diecisieto
700 setecientos/as
38 dieciocho
800 ochocienlos/as
39 diacinueva
900 novecientos/as
20 veinte
1.000 m
421 veintiuno
1.150 mil ciente cincuenta
22 veintids
2.000 dos mil
1123 veintilrs
100.000 cien mil
424 veinticuatro
1000000 un mil
4 25 veinticincc
2.000.000 dos millones
.
:r
,
El
/
0/.
:3/
:00
i
El
/3/
/;
i
11	-
Plural
Los estudiantes hispanos	Las estudiantes hispanas
Los padres dignos	Las madres dignas
Adjetivos Numerales
Espanhol . 275
Linguagens, Cdigos e suas Tecnotsgias
Adjetivos Ordinales
Jorge estudia primera de Medicina.
Mis abuelos viven eri ei primer piso.
La tercera calie ala derecha es Hosana.
2 pnimero
22 segundo
E
3
4

- 52 quinto
62 sexto
72 sptimo
6 octavo
92 noveno
102 dcimo
FichaS Pronombres
Pesos
Medio <lo de cebolias.
Un coaria de gambas. 100 gramas de amn.
Una bctellade leche.
Una lata de atn.
Los pronombres personales soa palabras variabies que suslituyen sustanhivos propios o comunes. Cuando son complemenlos pueden tener la forma tona (no son precedidas de preposicin) a a tnica (son precedidas de preposicin).
Tratamiento formal: usted / ustedes
Tratamiento intomial: til / vosotros (
Coando traiamos a nuestro interlocutor de ur na ms respetuosa, formal, usamos ei proflc USTEO/USTEDES, que equivale a senhor/Se dei portugus
Si ei tralamiento es informal, usamos ei pranomb VOSOTROS (AS), que equivale a! voc dei portu
Anmifre S
Rumba -
rormskrm,
aresT&ius
h
A,coqm
T
Te
fu, reelinJ
1, Ora, usled
e, Ia, Ir, la
r,
tremor, ftart,rs
Ias
kesiers nar4trnn
\brjtrra. r,tar<rar
Is
tratem soremrs
UzBIasjtIe
AhSjraI#S
cSaD
En general hay ou contraste Hisp anoam rica:
dei uso de ias registros formales e inlormales entre Es
Lugar
:
INFORMAL	FORMAL
INGULAR	LURAL	INSULAR	PLURAL
Espata
T
Ivasotras as) Usted
Ustedes
Hispancamdca
T
Jstedes	sted
Ustedes
1
1
1
276 Espanhol
..
Pronombres Posesivos
Ejemplos:
l Persoaa Sina.
2 Persona Sing.
M a soa liso
este ate
Singular
Mio
Tuyo
Aqui esln mis maletas, pera tdnde estn las tuyas?
Ese coche es ei mio.
Aquel zapalo es tuyo.
Nt, esta carlera na es mia.
Demostrativos
a ou e 1
:
Plural
Masculinc
Femenino
estes
estas
SOS
asas
aqueilos
aquelias
Atenciii:
Esas formas arriba pueden tuncicnar como adjeti ves y como pronombres:
Esta bicicleta me gusla ms que aqulia. sto, so, aqullo funcionan slo como pronombres, nunca pueden acompaflar a un suslanhivo. Se utilizan sobretodo en preguntas. Siempre Ilevan acento.
A. &Qu es aqulto? B. No s,,. parece un globo.
Feme
este eta
aq es e lia
IJuguagens. Cdigos e suas Tecnologias
Mia Tuya
Mios
Tuycs
Mias
Tuyas
Pronombres Indefinidos
- Nada, nadie, algo, alguien, algn/o/a/os/as. ningn/c/a/os/as, mucho/a/os/as, peco/a/os/as, lodo/ a/os/as, tanto/a/os/as, demasiada/a/os/as, uno/alos/ as, cualquieralcuatesquiera, ta
r	Fem aceno
Masculino
cuanta cuantas
cuantc
cuantos
cuya cuyas
cuyo
cuyos
lnvareables
a Varia
/as
que
como cuando donde
Singular
cual
quen
Plural
cuales
quienes
femen,no
enascu//no
formas inva ria ble
Singula	Plural
Sengul	Plural
que
cundo
c
donde
cuanta cuarta
cunto ou nto
quin quines
quin qulne
cul cules
cul	cu'le
Singutari Plural
Siegular
Plural
Los pranombres posesinfos sustituyen ei sustantivo y loman la lorma plena.
Singular Masculino
Singular Femenino
Plural
Masculino
Plural
reinenino
3 Persota Sing.
Suya
Suya
Suyos
Suyas
V Persona Plur.
Nues
Nuesera
Nues
Nuestras
2i Persona Plur.
Vueslrc ,
Vuestra
Vuestros
Vuestras
3 Persona Plur
Suyo
Suya	Suyos
Suyas
L
Pronombres Relativos
3
Espanhol . 277
Linguagens, Cdigos e suas Tecnolo4jias
FichaS Adverbios, Preposiciones, Conjunciones
Clases de AdverbiQs
Los adverbios se clasif ican atendiendo principalmen te a su signiflcacin y segn la circunstancia que expresan.
Vea ei quadro.
Locuciones Adverbiales
De tiempo: cada vez, en seguida, de ahora en adelante,
cada dos portres.
De modo: a pies juntil a
sabiendas, sin ton ni son, a
duras penas etc.
De lugar: de aqui pan ali, de la Ceca a ia Meca.
De cantidad: a manos ilenas, ai por mayor, ai por menoretc.
Preposiciones
En espa Ias preposiciones San ias seguintes: a, ante, bajo, con, contra, de, desde, duran te, en, entre, hacia, hasta, in cluso, mediante, para, por, sal vo, segn, sin, sobre, tras.
278 'Espanhol
Conjunciones
Las conjunciones unen oraciones o partes de misma oracin.
Se olasifican en conjunciones coordinantes (ci do unen oraciones independientes) y en con clones subordinantes (cuando unen una ora principal con una subordinada).
T
Lugar
Cantidad
CLASES DE ADVERRIOS
Modo
Afirma clnhIleqaci n
Duda
ahora, luego
aqui
mucho
bien
si
despu ayer
ahi
muy
mal
cierto
quizs
hoy
alt, ac
peco
asi
lambin
acaso
entonces
at
alto, nada deprisa
no
tal vez
magana
cerca
demasiado despacio
nunca
temprano
lajes
bastante
rpidamente y
iarns
pronto, jarnds
detrs
ms
muchos de los
tarnpoco
nunca
delante
menos
acabados
seguramente
todavia, an
dentro
casi
en mente
ya
arriba
5db
anoche
abaio
adems
anteayer
luera
tanto
reci
alrededor
incluso
mientras
encima
tambin
etc,
etc,
etc,
1	CONJUCIONES COO
1 :!s
COPIJLATWAS
Y, e, ni
1 OiS'YUNTiVAS
O , u
DISTRIBUTIVAS
f
Bien bien
Uno otrc
Ya tia.
111 ADVERSATIVAS
L
l
h!
,
'

Mas, pero
Sino
Aunque
Sin embargo
En ei lenguaje coloquial, se prefiere usar pero en lugar de mas. Equivale a peru si y se usa despus de una negativa. Puede expresar opodcin entre las oraciones; o puede tener valor concesivo.
En porlugus, equivale a "todavia, entretanto".
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
CONJUNCIONES
USO
CAUSALES
Porque
(a que
Que
Como
.
INALES
'ara que A que Afindeque )e modo que
TEMPORAL
.
Ceando En cuanto ,Sentras
quivale a 'assim que". 1
apresa simu(taneidad y .1
quivale a "enquanto".
;iempre que
Daspus que
Apenas
Jesde que
Tan pronto como
Equivale a "to logo, logo que',
t
CONSECUTLVAS Luego
As que
Je modo que
Por eso
Por lo tanto
'Or consiguiente
Equivale a 'por :onseyuirrte. portanto'.
.quivale a "de modo lua, ento".
Ficha?" Verbos
e
CONJUNCIONES SUBORDINANTES
Clases de verbos
Alendiendo a las formas de que constan, es decir, morlolgicamenle, podemos olasifioar los verbos en Ias seguintes clases: auxiliares, regulares e irregula res, defectivosy unipersonales,
Grupos de Irregularidades
Irregularidad en:
Verhos Auxil lares
Presenle lndioativo: tango
Pretrito Perfeclo dei lndioativo: dir
Se extiende Ia Irregularidad a:
Son aqueilos que se usaR para formar las lormas compuesias o pasivas de los verbos: bebia leido un libro/el libro ice leido.
Presente de Subjuntivo: tenga
Pretrito Impertecto de Subjuntivo: quisiera
Futuro imperteoto de Subjuntivo: quisiere
Condioionai o Futuro Hipottico: diria
Espanhol '279
I
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
pensar > pienso adqusir > adquiero E > (tE) >
erguir > yerque
O, OU > UE
conear > cuento
O > RUE
oler > huelo
O > E
averqoilrar > averqenzo E>l
pedir> pido
O>U
mo > rTrurI
7
merecer > mererca
6
tener > eongo
Ol > OiQD
E
saber > sab(e(r
te > tit(i(
EC
decir> d(echr
E>O
tener > eendr
c>J
traducir > eradujo
leer> ley
6 > OU
regar > reguersos
coger > cojamos c>z
cocer > cueza
C > OU
sacar > saquemos
7>6
aplazar > aplacemos
OU >6
seguir > siga l>Y
,Igp Madio Irreiilaridades Verbais
Oiptongacin	E. 1 > E
Cambio por debilitacin
Adicin de un fonema
:
t.
Supresin de fonema
Cambio de vocal a consoante
Carnbio de consoante
lrreguladdades ortogrlicas
 ' -
280 Espanhol
Linguagens, Cdigos e sujas Tecnolo
Espanhol '281
V ,bo Auxil Se,
,a
soiO&1 no
Infinonu o na, Poe,c rw
ex	do
Conopxontno
ii 0	:0	su	o	"
Ftuonto
Prendo no Fvdd r Cor
feesorno f,r
avesso Fnuvcureopofocoo
ii S orou
lO os
no ode
s
Cosidos Cor nodo Cosido honuo ode hobdo silo bar ode
oro ono oro isonco so oras
vabiu sido Cubos sido Cabo sido Iroldooro sido CaNso odo hobie, sido
Iretoirln Po,focto Srnrolo
fosses lrr
fotuo Falsete
fui foja
 los
fomos fuorunu
O
s nodo sal
soorirou 0 a
'abril sido bubrdn siclo hubrd sido boloonse ode he Cobsin sido
.
fos Onorooseono
h,bfo sido hobdoo sido baCilo ode bobdonso ode hobdod ode luobilon sido
Cuoscin, Sorrislo s
soba
o
se
solos
00 Ou
i
o od ir oco
::
soem oussodos
er
soe usnod
o
Fo moo
Foolnto does, Conpe no
suo
soas
0
ora
biosvofoav
F,ondonolo o
FC	no o owsofcto
Ca sido Cavos ode
- sido hovonos sido Co sido hoion sido
frooso o Coso
- o -
Coou o sono
fodunoco o desonro Osoedos desde f,ooarr o 'asco
Cotiono otojbioue ode
deoou o hohioooo sido
baboso o b ode
hoddonuss bubosoeros sido Isobiobdo o boloodo ddo
o Codoosen sido
Linguagens. Cdigos e suas Tecnologias
V	Au	Haber
Siiiples
i	I
Iri'rit
fl Ii
Purtic'po: hs
bsb he ab
GYspEs
Ind
er
he
ha
horcs
hat&
hsri
Fsetento Frnfocto Ccns
he hebdo
hos hebuhn
h
hemos hahj
hahhu ha
boa halit
hheoheit Phelectn 8in
hu
huhiuno
huhj
hubhoss
hubhheis
hubh,oo
sd ond m
Feetnon Im
Feetnto Rocoarrm
h
hob&n bebido
ba
bebias baSe
bebia
balda biahdeb
batiamos
bebeenoabdoido
hab
habiais batido
tob
ba habe
Fast Irnaotocto
Funis Fodm
hobr
helutia l
babes
batido batida
bb
batahahida
mot
meabronos beb
babr
lnbrb bebido
h r
habrdtn hduhlo
Catar Con
Itati ba do
latino h bida
Mala lob'do
baltraneas ti
beasb tido
ha eti Moda
t
bar
ano 5 te
unt
Ao
F Inbret
Ro no flu raenfasto
M
bebria
habr
hobtu ao) a
ba
hobdai
betA
babe sosotrts
/
o
Fbebmto Ftimf o Caetnoesto
hr
houo
hn,or,ns
haaer -
bata ba batas hab'dr ba babado haqnamoa bebida ba balAda babei botAda
bubiama o bitrese bubiras o l ao o bebi oae Madornas o bubideeron tokiaoisn lnntaaoe,s tons hubisen
hublema o Miose batido
hub a hulioses hobido
bubleea o hubiete batido
bubadeanomo ohuh'oemos batido loalietah o tiuliotdos obdo Inoanohubesem lobado
282 Espanho
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
Espanhol 283
P Co"j gxx n L4	Ub!er
s
i
Infiniti'v: tm
RJndio:
Paiticip,x I
GJnvJe5tM
Mk
k
h
katjawos
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sabe adJ ha baUad,
Lrd i
R
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Ieooww
fl	9, u	o
h Im hrt F hS herr hrt habjo heSa la haa,
,a L ho h h Irr
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nLgas ba liatia ioUa Ir,Uar,ts htjad, haUa boSaibo babo
Foi lre
Fueiro Piorra,
a Fie ha hoUa ba tmb
baba hoiO F holiet lab hrNad boben haboM hahios bob bo hho
bobaa Finado habhn h Frabha hgrlo& Fobn, laMas bebaiS, laMas bab, f
1
>	Reldoro Piei,, Sr
Fub
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F
b
b
le
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m
ba
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bailartutr
hotiai
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I
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Presara PWectrr Cuapoerta
lelas bailes Fobia bailemos bebais
i
lo frq*terto
Ramo Aaoeeeaiei o,
Fo balas, FreioS, b biMada hwaaaao bailars hayrir bailaS hayre bailar,
bmbiama ohrlaai mUrra, o aSlaaes
o itlaao
hauraauss o IrrelS,outs FinaiS, afreinois Fruira, e loidrare
obrei a IreSirse habibr Firboas., o InSe Fobias, Fastio,, o latiram Falimut kuhras,r o hetrsartos laSSas, 'Sachou o FSrsaek biSar, FrUir e bolar,,, MOada
r
r	- - -
-
5: :..-  :.	.1:..::.
a
linguagens. Cdigos e suas Tecnologias
gund Canj dai Verbo cone
Sm*a	Cueipu os
Indicou cur h
rir alui l Pa arado
i
Prol o do au CorrFarutc	Pior ' lrraf cru	Reta Au o	ao
mio	de do	um	hsh	n'de
dou nada	h bL	e
Caere	Ii n'eis	c	subiu	arada
co h rara de acud h dormi mudo nele areal baba asile
conde h d'ar rondo
Pr a t Poidocro m	Fsei	Cotara det
or	c	da coei
co	btr nade
l curada
r	corraorm	hsb.orro ando
rol 1	uanm	buda curada
m a	correrei	b tear aio
Cuutmiod Searp	Ccud on Cempeuru
m	Isb urrada
co dr t. corre
con hote cmi
1 1 deMorara coe
liii ore aro a Mao cor de
iF	i
correto	ressoa
rreed metros	correr arredou
taudr$od*
Pr 00	d a ruo do r Cerrp tu	Petorio Irapuniocio	FOet010 A uomiwrfocao
cur	Cra	correra a coroasse	trabi o t	anda
coou	h ou au	anelos eir	beboo o leitosas coando
ursa	ha	cooasr o cosias.	bodes o da asa curada
cor	ba	da	um arar o critepres	beba	loto macerada
ursa	ha*s conde	urreorai o cara	Inibi	o bauboenas conde
casual	acorrida	anuira cume me	b r a bebamos conde
284 Espanhol
vomito
Liuguagens, Cdigos o suas Tecnologias
Te Conjuqadon V Vi
Siii
Coop.e sina
Foirrsjsi+1
InfiriMj.
rtjndo: s+1ieidj Paiticipio.
h '+
V
Mc&lndca
Resonie
Pren Peifecto Ccei
aeiso Importaflo
faeo'no RoocinnwPecto
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- si*rea sis4s i
heo+1do
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ira iiiids Porros oMds hab sPodo Pan s+1ia
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F Perfecta Swnpe
Ectura In
Fuso Prafron
ftj
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s sFainfe s*ak s+a+srms s+1ir*s s
hate s habs 0*45, hab Ms irabisonos Moi, foahois VoisSsi, hassn Mdc
Ceo45sn Coniseeste
hasta s+45, hasta, Moia hasta sissibi Pastamos M bastas shitia hasta, Ms
Via
siste
'nas
e
Matias
i
Cnadic toPo &ntitle
siaae t
Vi
i na 5w
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o sied
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Poetiana Penado Coeriaeaio
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si sie ia a vis 000 51 O sn5ass Micra o osMose soaiaraass a nisidacoos o oras O Vis meis MOrSO sicoses
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-
Espauhot 285
Linguagens. Cdigos e tuas Tecnologias
.
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Ve Jorag&ar Ver Hotr
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F
rito O d lo
Pr o rito Podutio Sinople
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Coro 'oral rorelir
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h i Iii
l har li
haror boi Irar
na
rir
ri
roer rira br trotou
Po o mito Fodacu Coovurrto
Puererruo P
Futuro Por! a
O orjciuerad Co erro
bo Ira Fecho habecloo borato boato babar bacia, bar
l bob bobo bali bea bairro rochas babo ho bobo rio ho
liabrrbectrr hobrar havia bahr habrom havia babab boa hhrar bo
laabaa ira batotas bacoro iaabr b boato baSe tocha hubdanhocho
"Ma
i 
Pio o 1
P Portavoo
Po 0 OclTarIectr
loot 00 flbucraaoeabaara
l baga liagaaaro bug
ho h Orajua tacho ha lraaraooao bombo hailirs beato loa
orou i Irr ri li ro na hrcjor roer o bocoararsas bicerar o bom o hacararraba oro
irubioroobub bola tarOs a baboso racho bati abob tocho huboara,aas o bobo miara lo bruboroir o hubia a hu Oatararano
iri	V Or
ri
r
r
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i M roer ri
iafiniOo Gemorodro orlo Paro ip ido
lora
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,drroro ia r arredo
Co roem a o a
soe
carmo
San
Aeuira Poaliaxo S
- Aaoiam Moraitalbob
iba
Ma
iba barros iboio doo
bol
Ir ir ou
frrisouir
saro
Fotoalliworteeta J Caoafa oral Sibola
rt
jorrar
'ro
riria
28S Cspanhol
idas
Ir
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lidnLnsv: sdor t podendo PorrE4pd: poildo
pondo t
pooded svs,Iroo
estE rai sotia usiedes
pjedo - pndosi IJsisdoS
Linguagens, Cdigos a suas Tecno
Mtiada &d$sitisn
Fbstiita Hcuttqieilesio
Pior
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50 tot,is Laraitecto
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i	sE	ido
M	aba	ido
Irubierchu ido ra abro atoida ba t 1 hLjhr a M tido
Los E Cor
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sto	L	E	ias
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r trar	toda, ndosiiado
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Skstehad
Presaste
Protesto Iarred
Coei ' Port o Srrri
Fut laei o
Ciol isrod i
iny
o
ia
'a
00005 (a
arroba estad osta esidowaou ssistei saMba,
a esturraste ruiram ss e osiwioaa
col a
ao
(001100
o iamy oit
e ar
es ca es es
Cos Pstasio Csnrueoto
Coeldijis l
tussa Ca to
Copo	o
E Meotado
ido
cio
'aos ido (sabe lado Es esPato
braeoiado lido iodo estado iates edo h o do abras iodo
od lado	(rabo atado
Edo e edo	adia ria
Esabr eoiacte	hosoa esiodo
hdseorrs rodo	hdoo
bati ardo	tuba is ad,
netudo	ar n ido
r
ai ttsi soa PaCato
arreio iapodmio
Psel
ir
Fa' nado
to
ha estada
hardi rodo
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raid, Las ralo l o to nodo
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Espanhol 87
28B. Espanhol
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Linguagens. Cdigos e suas Tecnologias
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Modo qooodo
Idade queda
Mano queda
Mavemot queda
Modo posada
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Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
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Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
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290 ' Espanhol
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Unguageins, Cdigos e suas Tecnologias
Blocos . Elementos Bsicos de Conversacln
flcha 1- Saludos
LQu tal? - Tudo bem?
tCmo ests? - Como est?
LCmo est usled? - Como est o senhor/a se nhora?
LCmo vamos? - Como estamos? tCmo estis? - Como esto?
LCmo esln mis? - Como esto vocs/os se nho res?
Mal -Mal
Muy mal - Muito mal
Bien -Bem
Muy blen - Muito bem
Regular - Mais ou menos
Estupeiidamente - Muitissimo bem
Vamos tirando - Vamos indo
Fatal -Terrvel
Gracias, y t? - Obrigado, e voc? Gradas, LV tu tamilia? - Obrigado, e sua tamilia?
L usted? - E o senhor/a senhora?
Y ustedes? E os senhores/as senhoras?
Despedidas
;Ilasta Dronto! - At breve! illasta luego! - At logo! Hasta la vista! -At a prxima! ;Hasta maiana! - At amanh!
Kruse.
Muito prazer.
 um prazer te co nhecer.
Muito prazer.
O praze r to do m eu.
Saludos
HoIa! -Ol! (para lodosos horrios). Buenos das - Bom dia ( para o perodo da manh). Bijenas tardes - Boa tarde (para o periodo da tarde).
Buen coches - Boa noite (para o perodo da noite).
Qu te vaya bienl -Passe bem! Saludos para todos! - Lembranas para todos! iAdis -Adeus!
Cltau! - Tchau!
Intormaciones Personales
Vea lo que usted debe preguntar para cbtener los datos personales:
Qual  o teu nome?
Meu nome  Paul.
E teu sobrenome?
1- Nombre
.tcul es tu nombre? Mi nombre es Paul.
o' tu apellido?
Kruse.
Encantado. / Encantada.
Es un placer conoceete.
Muclao gusto en conocerte. El gusto es mio.
2 - ProcedenciajNacionalidad De dnde eres?
Soy de Espolia. Madrid.
OU eres C?
Soy espaliol.
3- Protesin
Lflu haces?
Scy protesora.
D6nde trabajas?
En una escuela.
Oe onde voc ? Sou da Espanha.
Madri.
O que voc ? Sou espanhol.
O que voc taz?
Sou professora.
Onde voc trabalha?
Em uma escola.
4 - Lo que estudia
LQu esludias? (Estudio) Psicologa.
O que voc estuda? (Estudo) Psicologia.
Espanhol -291
1
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
Ficha 2. La Famlia
Pepa es hija de Andrs y Magda.
Andrs es marido de Magda y padre de Pepa.
Magda es mujer de Andrs y madre de Pepa.
Pedra es FUjo de Francisco, marido de Julia
padre de Joca, Claudia y Janete.
Janete
hija
hermana
r
loca hijo herm ano nie
292 Espanhol
Janete es herniana de Claudiay dejoca, hija de Pe y Juta y nieta de Francisca y Clara. Francisca es abuelo de Claudia, Jocay Janete, pr de Pedro, sueQro de Juta y mardo de Clara.
Jidia	Francisco
nuera	marido
niuter	padre
madre	abue
r
Vamos a conocer a lamilia de Andrs y aprender los parentescos en espailol:
Mafla
mujer
Pe hijo marido padre
Ficha 3 Localiziuiose
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
Esas son algunas de Ias posibilidades para uno
solicitarse a y informaciones acerca de lugares.
Observense los dilogos:
1. Ana: tEst cerca ei Museo dei Prado? Felipe: No lo s. No soy de aqui. Soy turista.
2. Jos: Perdn, tdnde est ei mercado? Pablo: Est a ires nianzanas/cuadras de aqu.
3. Pedro: LCmo voy ala calie de Ooya? flosa: Cruce esia caie. Despus tuerza la prinlera
aia detecta y luego la segunda aia izquierda.
4. Maria: tonde hay cerilias?
Gloria: En la estanterta.
Maria: No, no hay aqui.
Suaria: Enionces esiar bajo los papeles.
/ Estar debajo de los papeles.
5. Juan: Con permiso, test certa la Casa Rosada? Carlos: tCasa Rosada?
Juan: tNo est muy lejos verdad? tCmo voy ala Casa Rosada?
Carlos: Perdneme, pero no o s. No soy de Buenos Aires, pero tengo un plano de la ciudad.
Vamos a ver... No est lejos. Hay que cruzar esta cate.
Despus gire ala dereclia y tome ia cate de enfrente.
Luego gire ala izquierda y Ilegas a una plaoa. Ali)
hay una calie peatonai, AI final de dia esI Ia Casa
Rosada.
Juan: Murtas gradas. LCe dnde es usted?
Carlos: Soy de Cdrdoba. Aqui scy turista.
Juan: Ah, vale Venga con nosotros, si quierel Carlos: Certo, vmonos.
Preguntar y decir ia direccin
Dnde vives?
(Vivo) En a cate dei Oso.
LEn qu nmero?
En ei 23.
Preguntar y decir ei nmero de telfono
tOu (nmero de) ieltono tienes? No tengo teltono.
El 316 2024.
Ficha 4 Paises - Centilicios
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Pais
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ISto
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velei. o ar gennino
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Inglaterra
saidos tlrid
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enoja
sino
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Soctn,idaoe
Pe/s	Noctoallds
sete
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lidando roiooo
n,oeco
sueca
Portugal ontugnsni legeesa
'rugido
ngliee .
tcpaa	trairei opteie
francs
francesa
deeneani, demue emane
japons
iertnesa
'nagonros a Re,poaoras -. tte dnde ee j- snv Incoesa, de Podo. s? (- rio los) AletrIa de Frankfort-
Ficha 5e Dias de Ia Semana, Meses, Estaciones dei Ao
nambres de los planetas. AI media de unaaraein se escriben con letras minsculas. Elios son:
Los nombres de los dtas de la semana en espato)
(igual que en italiano y ao francs) derivan de los tunes (segunda-leira) - deriva de Luna (Lua)
Dia da Semana
Espanhol 293
linguagens. Cdigos e suas Tecnologias
Martes (tera-feira) - deriva de Martes (Marte)
Mimoles(quarta-feim)--deriva de Mercurio (Mercrio)
Jueves (quhiia-teira) -deriva de jpiter (Jpiter)
Viernes (sexta-feira) - deriva de Venus (Vnus)
Sbado (sbado) - deriva de Saturno (Saturno)
Doniin (domingo) - es ei dia de Dios
E) em p os:
Ei iunes por ia maana estudio espafloi.
Ei prximo martes iendr exarnen de maienitica.
Ei )ueves pesado l ai cine.
Meses
Los meses dei ato en espahoi s muy parecidos ai portugus: enero, febrero, marzo, abril, mayo, (unia,
viNa, agosto, septiembre, octubre, noviembr diciembre.
Ejern pias:
Fieiena cumpie atos ei 8 (acho) de septiernbre.
En diciembre comienza ei verano.
Estaciones dei alio
Las estaciones dei ato en espatoi tambiri son recidas ai portugus: laprimavera, eiverana, ei cl yeiinvierno,
Exempios: Ei verano pasado visit Buenos tire Barliache.
Mi estacin preferida es ia primavera.
flcha s Las Horas y Ias Fechas
Hora
Eu espafloi asi ie preguntamos ia hora:
tQu hora es?
Oasi:
Tienes horas?
Oas:
Qo hora tienes?
Hacemos uso dei y para aiadir ias minutos depuS de ia hora.
Ejempios:
12:35 Son ias doce y treinta y cinco.
13:20 Es la unayveinte.
18:10 San ias seis y diez de Ia tarde.
Quando se uiirapasa los 30 minutos de ia hora se dice ia prxima hora y se substraen los minutos que taitan.
E)ernpios:
17:35 San ias seis menos veloticluco. (Faitan veinticinco minutos para ias seis.)
19:50 San las ocho menos di
Para la media hora decimos 'y media'; cuando taitan quince minutos para cornpietarse una hora decimos "y" o menos" cuarto.
294 . Espanhol
Ejempios:
20:30 = San ias acho y media.
22:15 = San ias dier i' coado.
08:45 Son ias ,weve menos coado de ia malt
(Falta un cuarto de hora -15 minuios - para ias n
de ia matana.)
22:45 = Son las onDe menos cuarto. Ala hora exacta ia Remamos en punho".
Ejempios:
10:00 = Son ias dlv co ponto de ia matana.
17:00 = San ias cinco en ponto de ia tarde.
22:00 = Sou ias div co ponto de la noche.
12:00 = San ias doce cli ponto.
Atenclnt
Para saber que parte dei dia es, decimos:
ma 'de ia tarde" o de ia noche",
Fechas
En espani as!decimas ias fechas (datas):
Mi cumpieaas (aniversrio) es ei 12 (do se
__	1
-4
JT
Lin Cdigos a suas Tecnologias
Cristdbat Coln descubrini Amrica 112 (doce) de octubre de 1492 mil cuatrocienlos noventay dos).
Ficha 7 Falsos Amigos
Mi hermarrita naci 124 (veinticuatro) de agosto de 1992 mil novecientos noventa y dos).
o
ESPAIQCt
PORTUGIJS
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Aeeiraar
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Acordarse
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Atestaria
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Arnhc
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Aterrado
Caixa poori
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Alacrada
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Sacada	Engrasado
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Alho copola
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Linguagens, Cdigos a suas Tecnologias
GLOSARIO
A	E
echar - deitar, lanar el-o
entonces - enta espalda -cosIas estanteria- estante, prateleira
E
abajo - abaixo, debaixo abuelo - av ac- aqui adems - ademais, alm disso all- ali, alm amable - amvel aprisa - depressa aseo - asseio astilia - lasca rbol- rvore arriba-acima, em cima artculo - artigo an - ainda ayer- ontem azcar - aUcar
falda-saia lecha - data lemenino - feminino floja-frouxa trair-fritar
G
B
baraja - baralho
bienvenidos - bem-vindos
bolsil - bolso
borracho - bbado
boteila - garraia
c
cabos - pontas
calentar-aquecer, esquentar
caile - rua
cambio - mudana
cuchilio - faca
cumplea - aniversrio
cumplirrtientos - cumprimentos
cumplir- cuniprir,iazer aniversrio
O
gamba - camaro
gracias - abrigado
gris - cinzento
gustar- gostar
I
hablante-ta
hacer-fazer
haza - faanha
hermano(a) - irme()
hijo(a) - lilho
hombre - homem
hoy - hoje
a
igual - igua
1
delante-dianle derecha-direita despacio - devagar despuis - depois do - dor
298 spsahol
jamri - presunto jueves - quinta-leira
'1
mantener- manter manzafla - ma martes - tera-feira mircotes - quarta-feira mucho - muito mu)er - mulher
rascar - coar
contestar - responder
nieto(a)-fleto(a)
nirio(a) - menino(a)
noche - noite
nombre - nome
t - ch
temprano - cedo
todavia - ainda
trabajo -trabalho
obtener - obter
padre - pai
palo - pau
panaderia - padaria peatonal - (rua) de pedestres periodista - jornalista perrniSO - licena piso - andar (de editicio)
plano - planta, mapa
playa- praia
poner - pr
pregunta - pergunta presentacin -apresentao pronombre - pronome
i
vacaciofles - trias
valer-custar
veinte - vinte
viernes- sexta-feira
voseo -torma de tratamento em que se d prete
rncia a 'vos'
z
zapatos - sapatos
a
linguagens, Cdigos e suas Tecnologia!
quitar-tirar
L	Q
la - a leche-leite lejos - distante, longe lana - paroxilona (palavra) llcver - chover luego - ento, depois lunes - segunda-feira
I
madre-me
M	- salir- sair
saludar - saudar
solo - sozinho
sto-s
N
sonar- soar, ter som
de
sonido - som
sustantivo - substantivo
T
ya - j
spnnhol 297
1
Linguagens, Cdigos a suas Tecnologia.
Questes de Vestibulares
(IJNAMA) l.ea atentamente ei texto. liesponda ias preguntas de nmero 1 a 4.
La presin en ei interior
MAIZTEGUI A, P. Y SBATO J. k
imaginemos un vaso con agua en reposa. Pen semos en una de as gotitas dei interior: tapona ei peso de todas ias gotitas que tiene encima. Ese peso, dislntbuido sobre su superficie, ejerce una presin sobre ia gota. Como supanemas que ei liquido est en reposo, ia gota no se mueve. Pera si no se mueve, a pesar de soportar una presin de arriba bacia abajo, significa que existe a iavez una presin de abajo hacia arriba. igual a aquta. Una sencilla experiencia nos permitir coroprobario: tomemos un tubo abierto en sus dos exiremosy tapemos uno de eiios apoyando un disco de metal. introduzcamos ei tubo, con ei extremo tapado bacia abalo, tn un recipiente con agua; coniprobaremos que, a pesar de soltaria tapa, sta se mantiene adherida ai tubo. Conciusin:
Existe una presin de abafo bacia arriba.
2. Si despuis echamos agua en ei interiordet tubo, ei nivei dei agua ir subiendo, pera ia imina sigue obturando ei tubo, sin irse aifondo, has ta que, cuando ei nvei dei agua en ei interior iguale ei nivei exterior, ia tapa se desprender e ir ai tondo, parque ai iguaiarse ios niveies se iguaiaron ias presiones, y ia tapa cae par su propio peso. Conciusin: La presido de abafo bacia arriba es igual a la presido de arriba bacia abalo.
3. De esta experiencia podemos obtener otros datas: si incnamos ei tubo cuando ia imtna est adherida ai extremo, comprobaremos que tampoco cae. Canciusin: Tambin existe,, presiones oblicuas.
4. Si reahzamos ia experiencia con un tuba acadada, podremas comprobar que lambida existen presiones horizontaies. En resumen:
5, Era todo pun dei interior devo lquido hay presiones e todas direcciones y e,, todos los sentidos, y todas son iguales.
293 Espanhol
1. Ei prlmer prrato especifica
a) que ia tuerza Laica y principai es ia gravedad.
b) ia idea principai se desarraila sabre un grupo'
gatas de agua.
c) que tambin existen presiones oijticuas.
d) coma ia gota no se mueve indica que hay i presidn de abajo bacia arriba.
e) ia presin en ei interior es algo liusorio.
2. El asunto tratado se retiere a) aias ciencias de ia Biotoga.
b) a un tema dei ana de ia Fisica.
c) ei asunto es dominado porias Matemticas.
d) ai experimento en ei rea de ia Duimica.
e) ei terna es un abordaje Fiiosfico.
3. En ei segundo prraf o encontramos a) 3 pronombres persanaies, 2 regias de eutonia
b) 3 regias de eutonia, 5 contracciones,
c) 3 contracciones, 3 pronombres personaies.
d) 1 pronambre personat , 1 regia de eutonia.
e) 5 contracciones, 5 regias de eutonia
4. , es ia frase que contraria ai texto?
a) Ei experimento toma como base irnaginacione b) Para canciuir que existen presiones horizonia ser con ei use y un tuba con una imina adhtridt extremo.
c) La expentencia siempre ser comprotada.
d) Ei experimento se da en condiciones normaie e) Los materiaies para ei experimento san l encontrar.
(IJEMA) Textos para as questBes 5 a 13t
Milagres $e pueden explicar raclonaiment
01 Ei cristianismo, como casi todas Ias der rehgianes, sustenta ia creenciaen prodigios no se exphcan por causas naturaies, se atribu a una intervencibn divina y, por tanto, sio comprensibles desde ia te,
1
05 La Biblia es realmente ei iibro delas pradigios. En eta, tanto en ei Antiguo como en ei Nuevo Testamento, lnaymiiaqros de todas clases: por tentos que atectan ai curso de ia naturaleza, como ia apertura dei mar Rojo para que pasaran los israelitas y la conversidn dei agua dei Nilo en sangre.
ID Para los autores dei Antiguo y dei Nuevo Tes tamento ia concepcin dei milag ro es igual:
nada hay imposible para Dias, que puede mudar a su 1W re arbitrio las leyes de la uatura!eza. Jess, en especial, es seitor dela vida, dela muerte y dei orden dei cosmos. El milagra no es un simple hecho tantstico, sino que liende siempre aia ehminacidn de un adversario espiritual o de un obstculo que impide ei encuentro dei hambre con la divindad.
1? La crtica bblica moderna, sin embargo, es escptica respecto aia realidad histrica y la posibitidad de los mitagros, sobre todo de los adscritos ai capitulo dei quebrantamiento de ias leyes naturales. Sencit no cree en eilos. Su insercin en los libras sagrados se explica y se aclara por la redaccin de estas textos en una poca en laque todo ei mundo creia en hechos prodigiosos y se aceptatan sin cuestionarse. Esta clase de milagros san, segn la mayoria de los intrpretes, eyendas popuiares incorporadas a un texto sagrado.
Por su vez, la ciencia muestra una actitud tambin escptica sobre la historicidad de los textos que cuentan prodigios, creyendo que su forma y contenido son casi paralelos aios transmitidos como tundamentos de otras creencias muy estimadas en ia antigiiedad. La te, hoy, ha de fundarse eti algo distinto a los milagros.
5. Seleccione la alternativa que NO corresponde ai enunciado, eu ei texto lneas 01 a 64:
a) Casi todas ias religiones se tundamentan enlate,
b) La gran mayora de as religiones cree en hechos extraordinarios.
c) Todas las religiones dei mundo creen en hechos sobrenaturales.
d) Hay retigiones que no creen en prodigias
e) El cristianismo cree en prodigios.
Linguagens. Cdigos e suas Tecnologias
6. Bel texto, podemos deducir que:
a) Los prodigios se atribuyen ata intervencln natural.
b) Toda forma de religiosidad orce en milagros,
o) 5db ocurre milagro en quien no tiene te.
d) Existen religiones adems dei cristianismo que designan maravillas no explicadas cientificamente como serdo milagros.
e) Late mueve montanas.
1. A respecto de miiagros, comprendese, en ei texto, que:
a) Es un hecha irrelevante que sorprende ai liombre.
b) Representan una iniervencln de Dias y solamente aceptable si se tiene te.
o) Es la torma de manitestacln de ia religin que no posibihta ei encuentro dei hambre con Dias.
d) Surgieron desde la antigedad,
e) Son ei resultado delas estudios religiosos ti aten liticos.
8. Segn ei texto (lneas 26 a 31), podemos con cluiria signiente:
a) Los cientistas dudart de la veracidad de los do cumentos histricos que narran hechos prodi giosos.
b) Los cientistas aun aceptan ia veracidad histrica de los documentos.
c) Los documentos son muy antiguos, portanto, sin tundamento cientiticos.
d) Los documentos sou copias semejantes a otras mucho ms antiguos.
e) Los documentos son muy antiguos y sin condicln de ser avaliados.
9. Segn ei texto, pata los estudiosos bblicos actuales:
a) Los milagros son historias mal contadas.
b) Los milagros solamente ocurrian en tas pocas dei Antiguo y Nuevo Testamento.
c) Los honibres aceptan la reaiidad histrica y posibulidad delas mulagros.
d) Estos mitagros pueden zecibir la influencia de la naturaleza.
e) Nunca hubo milagros sino apenas una insercin de ieyendas en ei texto sagrado.
spanhot -299
26
-.
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
10. Seleccione ia alternativa que NO corresponde ai contenido dei texto, lneas 05 a 09:
a) En ei Antigua Testamento se mencionan milagros de diversos tipos.
b) En ei Nuevo Testamento se mencionan miiagros de diversos tipos.
c) Por los hechos mencionados en ei Nuevo, pero no en ei Anti Testamento, podemos concluir que la Biblia es ei libra de los prodigios.
ri) Eu ei Nuevo y en elAnliguoTestamento se mencionan hechos exnraordinarios.
e) Segn la Biblia, los israelitas pasaron porei Mar Bojo.
11. Seleccione la alternativa que NO corresponde ai contenido dei texto, lneas 20 a 37:
a) El roilagro, segn la Biblia, es un acontecimiento sobrenatural que objetiva inviabilizar ei encuentro de Dias COR ei hombre.
b) Los criticos actuales estn cuestionando la veracidad de los milagros que violan las leyes naturales.
c) Existen algunas personas que en la actualidad dudan dela existencia de los milagros.
d) Hay personas que creen que los milagros san eI producto de la interpretacln equivocada de la realidad.
e) Segn la Biblia, JesUs esei nico responsable por ei orden dei cosmos,
12. El texto presenta ideas:
a) sobre la conceptuacin dei cristianismo. b) que tratan dela invesligacin religiosa porlaciencia moderna,
c) sobre la duda de la te religiosa.
d) que cuestionan y busoan explicar la existencia de los milagros.
e) que reconocen ser os milagros resultantes dela intervencin de ia natura sabre ei hombre.
13. Analisando la interpretacln dei milagro para los autores dei Antigilo y Nuevo Testamento, conclyese que:
a) FUi todo puede ser realizado sin ia voluntad divina, b) Es un simple hecho fantstico y divina.
c) El milagro es un don para eliminar obstculos adversos no celestiales.
d) Libra dela muerte alas hombres.
e) Es un evento espiritual donde se congrega late humana y ei poder sagrada.
300 . Espanhol
(UEI Texto para as questes 14 a 24:
01.
La dieta dei antienvejeolmiento
touierevivtr ms? Goma un poca menos. El si creto dela eterna juventud no est en pcima hormonas de redente descubrimiento o pildorr mgicas. Reside, simpiemente, en Ias caloria Esta es ia hptesis de un grupo de cienliticc dedicadas ai esludio dei envejecimiento. Si conviccianes san truta de aas de investigaciU sabre los efectos de la dieta restrictiva en ratas manas, De ia misma forma, intuyen que en hombre ia reduccin diaria a 1.800 calorias es camino para que legue a cenlenario.
Las primeras resultados en ia bsqueda de milagra que pudiera retrasar ei reloj bioigic ocurrieran hace siete anos. En uno de tc laboratorios dela Universidad Come e oier titico Clive M. McCay y sus colaboradora realizaron un sorprendente hallazgo: ia diel restrictiva habla conseguido aumentaria expe tativa de vida de un grupo de ratas. De tres anc de vida pasaron a cuatra,
Posteriormente, este grupo de cientitcas pub comprabar que los animales que siguieron um dieta menos calrica se canservaban mt jvenes y sutrian menos entermedade asoci ad as ai envejecimienta que si oompa de estudio, los roedores alas qt les permitieron seguir con su dieta norm segn publica ScientifioAmerican.
Desde entonces. numerosas trabajos, como dela lJniversidad de Comeu, han demostral que cuanda se disminuye entre treintay setor porciento la ahmentacin normal en las ratas, media de esperanza de vida y ei tiempo incrementan en la mismacantidad.
La trascendencia de estas resultados semb la duda entre los cientiticos sobre si ei canti en ia ahmentacin proporcionaria los mista resultados en ei hombre. Para resolveria sC habia un camino: los ensayos coo monos.) es cama hace una dcada surgieron 1 primeras investigacianes con macacas. aunque todavia resulia aventurado asegu; que ias dielas espartanas prolongan supervivencia en estas animales, ya exist datas que muestran los beneficias de este ti de alimentacin.
09.
6.
22.
27.
Por otro lado, la duda sobre si eI ser humano podria conservarse ms eden, gil, sano ale gre siguiendo una dieta restrictiva est sin re solver Ningn estadia controlado que contem ple este obletivo ha sido realizado hasta la te dia. Exisfen si, en canibta, atguios artculos que recogen algunas trabajos en los que, de forma indirecta, se ha podido evaluar ei papel dela reduccin calrica en hombres y mujeres. Para algunos expertos, estos datas y los resul tados de los ensayos coo animales, baslan para considerar a la diela restrictiva como ei nico mtodo eficaz para liegar a centenario.
Patricia Matey La Revista)
14. A partir de las lneas TV 9 deltexto, oonclyese que Ias convicciones de un grupo de cientficos:
a) ernpezaron a produzir resultados hace siete atos. b) San las hiptesis de antienvejecimiento de los animales
e) son de que miliares de personas mueren paria falta de alimento,
d) muestrari que los estudios sobre restriccin calrica aumentan ei riesgo de males asociados ai paso dei tiempo y prolongar' la vida.
e) resultan de aflos de investigacin sobre los efectos de Ia dieta resiridtiva,
15. Conforme lo expuesto co ei texto, lnea 2 y 5, lo esencial para ei liombre alcanzar una juvented perpetua, est relacionado c
a) ei mantenimiento de una dieta rica en energia carbohidratos.
b) la utilizacin de pastitas ycpsutas para controlar
la obesidad.
c) ei consumo de produtos energticos.
d) elcontrol de la produccin de hormonas especificas.
e) la ingestin de muchas calorias proticas.
16. Conforme lo expuesto en ei texto, pudese deducir que:
a) la ingesiln diaria de calorias, hasta lo mximo de 1.800, aumenta la expectativa de vida dei hombre. b) los animales viven menos que los hombres.
e) fue realizada una apuesta basada en los estudios sobre restriccin calrica.
d) las dietas esparlanas lievan ei hombre a usar hormonas.
e) ei hombre quiere vivirnis ycorner un poo menos.
11. De acuerdo coo ei texto, pudese deducir que ia experiencla de los cientficos con ratas monos demostr quer
a) en estos animales los primeros resultados fueron desanimadores.
b) ti nesga de males asociados, cnn ei paso dei tienipo, pueden ser disminuidos con la reduccin det consumo de calarias.
o) la duda sobre si ei control en la alimentacin proporcionaria los mlsmos resultados cri otros animales.
d) eI ser humano se conserva ms joven, gil sano alegre.
e) ia alinientacln actual basada en una dieta de laboratorio retrasaet envejecimiento.
18. En la frase "... McCay y sus colaboradores realizaton un sorprendenfe lialiargo"... La palabra subrayada significa:
a) haya	o) alianado
b) investigaoin d) descubrimiento
e) haiago
19. La lnvestigacidn realizada, considerando ingeslindealimentoytiempo de vida, sugiere que; a) ia reiacin entre esperanza de vida y tiempo es pear para quien no se alimenta.
b) esa reiacin es directamente proporcional. c) no hay relacin.
d) la relacln entre esperanza de vida y tiempo es mejor para quien come ms.
e) esa retacin es inversamente proporcional.
20. La idea contenida en la frase "i.atrascnndencia de estos resuftados senabr la duda entre ias cien tficos" ... (lnea 37 ySS} indica que los resultados su
a) no fueron divutgados.
b) oniginaron incerteza entre los expettcs. c) fueron sembrados entre las dudas de los cien tificos.
d) dieron certeza a los investigadores. e) esciarecieron ia duda entre los expertas.
21. EI final delfext o (lneas 38 a 45j sugiere que:
a) estas resultados ya estn provados por los cien titicas dela Universidad Ccrnetl.
b) ei hombre seguir usando sus pildoras mgicas, pcimas y hormonas.
'1
36.
Linguagens. Cdigos e suas Tecnologias
Espanhol - Sol
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
c) eses resultados pueden provocar un cambio radi cal en los mtodos para retardar ei enve)ecimienlo de las personas.
d) las teorias cientiticas devern todavia ser demostradas en tremia te sesenfa porciento de los areimales.
e) los resultados obterridos mostraron electos expresivos en ratas de dos atos y no en monos,
22. Pcimas en la lnea 2 se retiere a:
a) brujerias
b) e)erciomos de yopa
o) un tipo de pescado marino
d) brebajes
e) remedios saladas
23. Espartanas e" Ia lnea 33 se refere a:
a) tacas
b) proticas	d) esparza
24. Expedes e" la lnea 42 se reflete a:
a) lalsificadores
b) investigadores cientititos
c) logos habilidosos
d) mdicos y nutricionistas
e) morajes estudiosos
( As questes de nmeros 25 a 30 referem-se ao texto abaixo.
En los itimosaflos dei si gioXX se ha acrecentado noestro inters por __, ienguaje y poria relacln que nos permite esta biecer coa nosotros mismos, con los denis y coo ia realidad. las refiexiones actuaies sobre ____lenguaje comprenden desde la especula do filosfica
ei intento de explicarei funciona miento de ia mente humana (...).
(.f Si no existe todav una ciencia dei lenguaje homognea y abarcadora es sobre todo por ia dlticultad de crear un objeto vlido, que no se superponga a otros, y que fenga carac feres nicos y__definidos.
25. Na ordem em que aparecem no texto, as la cunas devem ser preenchidas, respectivamen te, por
d) la demanda
e) ei pia no
29. De acordo como texto, nos ltimos antas sculo XX
a) tem crescido o nosso interesse pela linguagen pelas relaes que ela nas permite estabelecer. b) somou-se ao nosso interesse pela finguage aquele a respeito de tudo o que eia nos possibtF c) as relaes estabelecidas conosco aumentaras interesse pela linguagem.
d) ao interesse geral pela linguagem, acrescentou o nosso interesse por ns mesmos.
e) graas  linguagem, cresceu o nosso interet pelos vrios tipos de relacionamentos que poder estabelecer
30. Aluda de acordo com O text
a) No existe, assim, uma cincia da linguagem mognea e duradoura.
b) No existe, entretanto, uma cincia da linguac homognea e envolvente.
c) No existe uma cincia da linguagem tromog e monopolisadora.
26. a)a
b) con
c) bacia
d) por
e) hasla
27. a) buen
b) bueno
o) bien
d) buenos
e) bienes
28. No texto, o melhor sinnimo para e? intenta a) Iaaticin
b)la tentativa
o) gordurosas	e) rigorosas	o) ei tacto
a) la-la
b) un - e
c)lo-lo
d)el-el
302- Espanhol
d) No existe, ento, uma cincia da linguagem mognea e de longo alcance.
e) una - la e) Ainda no existe uma cincia da linguagem mognea e abrangente.
l&.
r
re.
{MACK-SP) A partir do texto abaixo, resolva as questes de 31 a 40.
1k nuevo invitado
Durante ei ai 2002 est previsto que se .1.. en tuncionamiento una de ias grandes joyas de ia astro noma ptica de ia prxima dcada: ei Grantecan (Gran Teiescopio de Canarias). Ser ins taiado en ei Roque de ios Muchachos, La Paima, .11.. cerca de 00 mitones de diares y ser capaz de distinguir una hormiga a 15 titmetros de dis tancia. Ei proyecto estavalado en su mayor parte porei Estado espaiioi, ia CQmunidad Autnoma de Canarias yta linin Europea, aunque se invitar a otros paises para invertir eu di.
Ei Grantecan atbergar un espejo de 10 metros III.. toneiadas de peso con ei que se podrn rastrear los confines dei universo eu busca de ias gaiaxias ms .1V.., aqueitas que se tormaron cuando ei cos mos era muy joven, ,.V.. unos 15.000 miRones de atos. Tambin se.. VI.. para la bsqueda de planetas extrasoiares, uno de los objetivos principaies de ios nuevos pianes de observacin en todo ei mundo. Otro de ios retos de esta mquina, de ia que todavia se desconocen sus VII,. reaies, ser ei estudio delas misteriosos cusares, objetos que tuigen como VIII,. de mittones de Xl...
Mui Interesante - Mano de 1999.
31. A alternativa que melhor preenche o es pao..I.. :
a) puso
32. A alternativa que melhor preenche o espa o ..Il.. :
a) costar
33. A altenativa que melhor preenche o espao .111.. :
a) diezeseis c) dieziseis
b)diecisseis	d) diezisseis
e) diecisis
34. A alternativa que melhor preenche o espa o..lL:
a) acerca
b) cercanas	d) cercas
Lingoagens, Cdigos a suas Tecnologias
35. A alternativa que meihor preenche o es pao ..V. :
36. A aiternativa que melhor preenche o espa o . . VI. :
a) empiear
c) emptearon	e) empteado
b) emptearn	d) empiear
37. A alternativa que melhor preenche o es pao ..Vll.. :
38. A alternativa que melhor preenche o espa o..Vlll..:
a)mt
39. A alternativa que melhor preenche o es pao ..IX..:
a)sdis
ti) sol	c) soies	d) sotis	e) sois
40. A alternativa que melhor interpreta a texto :
a) Ei Grantecan se instalaria en La Palma, costaria IDO miliones de diares y seria capaz de distinguir una tiorruiga a 15 kiimetros de distancia.
b) EI Grantecan se instaiar en La Paima, costar 100 miittones de dlares y ser capaz de distinguir una hormiga ai kiimetros de distancia.
c) El Grantecan se ha instaiado en La Paima. tia cos tado 100 mitiones de diares y ha sido capaz de distinguir una hormigaa 15 kilmetros de distancia.
d) E Grantecan se instai en La Paima, cost 100 niiillones de dlares y tue capaz de distinguir una hormiga ais kitmetros de distancia.
e) Ei Grantecan se instataen La Palma, cuesta 100 mitones de diares y es capaz de distinguir una hormiga ais kimetros de distancia.
(PUC-RS) INSTRUCCIN: Responder a las cuestiones de 41 a 45 de acuerdo coo eI texto 1.
TEXTO 1
01 Largamenteesperada porlectores
02 de todo ei mundo Hega a Internet la primera
03 bib virtuai dela iengua espanoia que
04 aibergar ios tesoros titerarios de ambos
Espanhol -303
-
a) hace
b) hacen
c) hicieron
d) has
e) hacer
a)iimite
ti) hmites
c)hmites
d) timitds
e) imites
b) miiiie
c) miies
d) milssimo
e) miissimos
ti) ponga
c) ha puesto
d) podnia
e) pudiera
b) custar
c) cuestar
d) custou
e) costaron
c) ejanos
e) iejanas
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
05	lados dei Atintico.
06	Dela mano dela Biblioteca
07	Virtual Mguel de Cervantes en
08	www.cervantesvirtuai.com, desde hoy se
09	podr acceder a ms de 20.000 textos
lO	integras de obras de autores clsicos
II espa y latinoamericanos desde sus
12	origenes hasta ei siglo XIX. Y gratis.
13	Se encontrarn desde obras de las
14	Cronistas de Indias hasta ei movimiento
IS	modernista, asi coma textos cientficos,
16	tanto de autores de renombre como de otros
17	menos conocidos o ditundidos e incluso
18	annimos.
19	Todos los grandes tienen cabida
20	dentro de esta pgina en ia Red, dei
21	espatal Duevedo ala mexicana Sorjuana
22	Ins dela Cruz.
23	Esta iniciativa que pone ai alcance
24	dei mundo entero las obras de cerca de 400
25	autores en espatol, naci hace un ato
26	escaso dela mano dela Universidad de
27	Alicante y tiene como obietivo Ilegar a
28	30.000 obras en los prximos cuatro aflos.
29	De acuerdo con la legislacin vigente sobre
30	derechos de autor. solo han podido incluirse
31	los escritores que publicaron y murieron
32	hasia ei sigio XIX, por ahora,
41. La alternativa que presenta una idea no
expresada en ei texto es
a) Aumeniar ei acervo de obras literarias dela Bi blioieca Virtual en un tuturo prximo.
b) Hasta ei momento se han incluido autores muertos hasta elsigloXlX.
e) Resulta escaso ei acervo de ia Universidad de Alicante.
d) Ser factibie consultar escritores dela Peninsula Ibrica.
e) La Biblioteca Cervantes ser una ms delas bibli otecasvirtuales.
304 . Espanhol
42. lin sinnimo dei trmino "solo" (lnea 30) e!
a) inclusive	c) nicamenie	e) an
b) todavia	d) casi
43.	Basndose en las informaciones acerca di
Ia Biblioteca Virtual Miguei de Cervantes, e incorrecto afirmar que
a) grandes obras podrn ser consultadas. b) esta idea surgi hace apenas un ato. c) ser posible acceder a autores annimos. d) cuenia con ms de 350 obras.
e)	las ieyes vigentes limitan ei nmero
pubhcaciones.
44 La expresin "cerca" (lnea 24) puede se reemplazada por
a) aproximadamente c) prximo e) apenas
h) alrededor	d) casi
45. La alternativa que presenta palabras de um
misma clase gramatical es
a) hoy (1.08)- cerca (1.24)- ahora (1. 32)
b)virtual(i. 03) -obras (1. 10)- derechos (1.30)
e) porO. 01)-sus(l. tl)-de(i. 16)
d) desde (1.11)- hasta (1.12) - dentro (1. 20)
e) los (1.04)-la (1. 06)- a (1. 09)
46. Si en la lnea 08 sustituyramos la expresi "desde hoy" por "elo 1990", ei verbo "podri (l.09)teadria, con ei cambio, como forma correci
a)	pude	c) puede	e) haya podic
b)	ha podido	d) pudo
(PUC-RS) INSTRUCCIN: Responder a la cuestiones de4l a 52 de aceerdo con ei texto:
TEXTO 2
01 Hoy ia educacin es la escuela y
02 mucho ms- Estn los medias de
03 comunicacin: coa sus luces y sus sombra
04 son una escuela sin paredes, una educaci
05 no formal."
06 Alfredo van Gelderen, dela Academia
07 Nacional de Educacin, comento asi su
08 inquietud por ei destase de los medios Lan
09 relacln a una ensetanza secundaria que,
10 atirm, se lia quedado "eu ei tnel dei
I liempo".
12 El represenlante de ia Academia
13 Nacional se pregunt que pasaria si todas
14 las personas que hablan por lelevisidn
IS conocieran bien ei lengua)e. "La TV siempre
16 enseta algo", dijo. Pero agreg: "Lo
17 importante es qu enseda", 7 senal la
IS responsabilidad que tienen los emisores:
19 que lo que se ense0e a diario niejore la
20 calidad devida.
21 La coordinadora lalinoamericana dei
22 canal Oiscovery suqlri que cuando se
23 pasen videos o programas de television en
24 un aula no se apaguen ias uces; hay que
25 daria idea de que se trata de un rato de
26 trab4o, no de descanso. 7 antes debe
27 motivarse ei inters de los alumnos.
28 A. van Geideren record que los
29 Estados Unidos se han planteado como
30 meta para ei 2000 voivera converlirse en un
31 pais de ledores y apunt que tambin los
32 docentes deben volver a leer.
47. La patabra "ufesfase" (lnea 8) puede ser
reemplazada por
a) incongruendia.
b) incompetencia.
c) discriminacin.
d) disyuncin.
e) desajuste.
INSTRUCCIN: Responder a ia cuestin 48 de acuereio san ias afinnaclonas a seguir, sobre Ias ideas dei texto 2.
1. La informaidad de la ensetanza escolar de pende de los medios de comunicacin,
II. La tecnologia moderna de los medios de comunicacln colabora efectivamente con ia enserianza secundaria.
itl. Los buenos programas contribuiran para ei logro de una niejoria en ia catidad de vida.
binguageiis, Cdigos e suas Tecnoiogias
48. Despus dei an de ias afirmativas, est correcta ia aiternativa
a)l	b)lyll	c)Ml	d)ilyill	e) Lilyti
49. Las paiabras "seiiai" (lnea 17) y "agreg" (lineals) pueden ser sostituidas, respectivamen te, sin cambio de significado, por
a) dernostr - apart.	b) simul - observ.
o) dedujo . ubc.	d) destac - a
e) ensefl - teslitic.
50. La expresin equivalente c portugus para "se han planteado" (lnea 29) es
a) desejaram.	b) decidiram,	e) destacaram.
c)traaram.	d) captaram,
INSTRUCCIN: Responder e Ia cuestin 51 de
acuerdo con Ias afimnaciones a seguir, sobre Ias ideas dei texto 2.
1. Latelevsln permite ei surgimiento de nuevas tecnologias.
li. La escue lia de(ado de ser ei nico vebculo educador.
IR. EEUU eu ei ato 2000 desea convertirse en un pas de ledores.
IV. EI representante de la Real Academia cree que todas las personas deberan conocer mejor eI lengua)e educador,
51. Despus dei aniisis de ias afimiativas, estn
correctas ias alternativas
a)tylV b)lyll c)l,ilylV d)l, ilylIl e)iiyllI
52. La alternativa que presenta una paiabra heterogeilrica es
a) rato.	b) origenes.	e) desfase.
o) videos.	d) academia.
(UERJ) Texto para as questes 53 e 54:
EL UNIVERSAL (EL GRAM DiARiO DE MEXICO)
internacional
Se consumen reservas forestales en Brasil
Co ai gobierno de Cardoso por sus "inerdia"
BRASILIA, 2 de septiembre (ANSA, AFP, EFE yAP). Los incendios eu Brasil crecieron en apenas 24 horas de 26.631 a 30.213 focos que devocan reservas forostales eu ei Norte, Sureste y Ceniro-Oeste dei pais,
Espanhot .305
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
segn Ia jntormacin satelital, ante lo cuai. ia organizacin ambieniaiista Fondo Mundial para ia Naturaleza (WWF) responsabihz ia nercia dei gobierno" brasileta poria gravedad de los incendios.
El Instituto Brasiieo de Medio Ambiente reconoci hoy que, pese a los estuerzos para extinguir ei incendio lorestai dentro dei Parque Nacionai de ia Sierra de os Organos - en Petrpolis, Rio de Janeiro-, ei luego contina sin controi y amtnaza con hacer desaparecer vaiio sas especies animaies y vegetaies, como ia brome imperial (Aicantarea).
Con 3522 nuevos incendios, ei E y ia Aero nutica ya fueron movihzados en ios estados de Mato Grosso (13.268 focos) y en Mato Grosso dei Sur (2.663), donde ei Ccmit de Previsin ai Fuego, que rene a ia Delensa Civii, de Media Ambiente yCuerpo de Bomberos, ya decidi sohcitar ei auxiho de ia Fuerza de Tarea Federai.
Esa fuerza integrada por ms de 500 hombres, adems de ias citadas unidades con sede en Brasita, tambin participan pilotos de ia Fuerza Area Brasileta.
Si en los prximos dias no se regis Ruvias en ias zonas afectadas por ei fuego, soldados dei Ejrcito especiaimenle entrenados pan ese tipo de lareas eslarn concentrados en ei combate a ios incendios torestales.
Segri ei director-ejecutivo dei F, Garo Bairnanian, pese a que ios incendios se repiten ato tras ato en esa poca, ias autoridades brasiletas siguen tratan do ei tema como una cuesiin de emergencia.
"Es un error. La amenaza seria mucho menos grave si luesen adoptadas medidas de iargo plazo", expres Bah-nanian, en deciaraciones que reproduce hoy e diario "0 Estado de So Paulo".
Ei dirigente ambientalista record que ios latitundistas y agricuitores brasiie sueien aprovechar ia temporada seca para prenderfuego a sus cultivos y paslajes, sin importarse con ei nesga de que los incendios saigan de controi y lerminen por devorar los bosques.
Segn Batmanian, esaprclica no seriatan genera lizada si ya estuviera en vigentia ia nueva Ley de Crimenes Arnbientaies, queestabiece penas de crcel muitas eievadisimas - de hasta 25 miRones de d iares - para ios responsabies de incendiostoresiaies.
306 . Espanhol
Ante esta siiuaoin. ei gobemo destinar 110 miliones de reaies (cerca de 60 miflones de dlares) er septiembre a incrementar programas de combate a sequfa que asoiaei noresie dei pais,segn responsabieo dei minisierio brasiieiqo de iniegracin Nacionai.
La presidenta dei insiituto Brasiietode Media Ambi ente (Ibania), Manha Cerquehra, afirm que ei 80 go ciento dei ternitorio nacionai corre ei riesgo de se afectado por los incendios, que no sio devoran coberiura forestai sino que iambin amenazan cor provocar apagones, segn advirti ei Ministerio di Minas y Energia.
53. Responda em portugus Segundo o artigo jornalstico, pode-se depreende
que o governo brasileiro  co-responsvel pel gravidade dos incndios nas resenas florestais
Aponte:
a) um argumento utiiizado peia organizao WW que jusiiliqtte essa viso;
b) uma medida do governo que, de acordo com texto, diminuiria os riscos de incndio.
54. Contesta en espailol
La cuesiin de ios incendios es gravsima y pued generar problemas ocasionando grandes prdida!
Expn una consecuencia nefasta, segn ei texto, par
a) ias urbes;
b) ei medio ambiente.
(IJFMG} INSTRIJCCItI: Lea ei texto atentamente continuacln seleccione la alternativa adecuad para cada una de las cuestiones que sigueli. Texto 1 . Cuestiones de 55 a 61
PAI1TOS SOLiDARiOS
Nada mejor para enternecer ei corazn ia gente que aigo lan entratabie como un pati de goma como ei que los oitos iienen en batera. Con esta idea, ia Cruz Rola de Sing pur organiz recientemente ou divertir evento, destinado a recaudar tondos para organiza
Para eito, ianz ai rio Singapur ms de 40.Oi patitos de goma, que bajaron ia corriente a deriva en una tarrera de dos kiimetros y m dia hora de duracin. Antes, los singaporens habian tenido un piazo de dos meses pa aportarsu granito de arena a una buenacau
5
adoptando uno de estas patitos por una cantidad de 1.470 pesetas, Y, para dar ms ali-
t i O ciente ai asunto, en ia meta esperaba un premio de 1.470.000 peselas para ei afortunado pa dre adoptivo dei patito ganador de ia carrera. El resultado dei evento no pudo ser mejor, ya que se recaudaron cerca de sesenta miRones de pesetas. Pero a hubo ms: ai mismo tiempo que se ceiebraba ia prueba, eu las oritas dei rio tenia iugar un gran testivai conto do tipo
l de atraccianes. A la vista de ios datas, no es exlraao que cada ato se ceiebren en todo ei mundo 200 carreras de palitas benficas, ideadas bate diez aflos por ia empresa Great Amenican Ouck Race de Arizona (Estados Unidos).
6W &raberactua/. maria 1999.
55. Segn ei texto, es correcto afirmar que Ia Cruz Roja de Singapur
a) decidi apoyar financieramente una industria de juguetes estadounidense.
b) tara ceiebrar una prueba deportiva y cm festival en ias alueras de ia ciudad,
c) promocion una carrera de patitos con tia pro psito tiumanitario.
d) trabaj en una campai para distribuir juguetes entre ios nihos pobres.
56. Segn ei texto, ia Cruz Rola de Singaperutiliiz los patitos de goma para
a) conseguir cierta cantidad de dinero.
bJ distraer a ias singaporerises. e) iienar de coiores ei rio Singapur. d) regaiarios a diversos ni
51.Segn ei texto, ei dtaeo dei patito que liegase prirnero ai punto determinado
a) adoptaria oiro palito.
b) ganaria un premio cri dinero,
e) se incorporaria a ia Cruz Roja de Singapu
d) viajaria a Arizona, eu ias Estados Unidos.
56. En ei texto, Ia palabraelo (lnea 05)se refere a
a) cobrar ms de md pesetas por cada patito parti cipante.
b) conseguir apiazar por dos meses ia reazacin dei evento.
L Cdigos e suas 'I'ecnotogias
e) encontrar un padre adoptivo para ei ganador de ia carrara,
d) organizarun evento para recaudarlondos para ia orgarii
59. Segn ei texto, es INCORRECTO afirmar que ei evento
a) aun ia diversidn y ia beneficencia,
ia) canmavi ei corazn de los singaporenses.
c) ronsisii en una carrera y un festival ai aire libra,
d) recaud un total de 40 miiiones de pesetas.
60. Ei texto ileva ese titulo parque
a) atravs de ios patitos, ias personas pueden cola borar oan una institucin benemrita.
ia) eu a carrara, todos los participantes van disirazados de patas por ei rio Singapur.
e) la idea en cueslin era divertir aios niOos pobres, regalndoies palitas de goma.
d) se trata de una danacin masiva de animales do msticas para una causajusta,
81. Segn ei texto, ia expresin 'aportar sia gra nito de arena' (lnea 08) significa
a) aguantar algo.
b) cargaralgo.
e) desembarcaraigo,
d) donar aigo.
{UFCE) Texto para as questes 62 a 71:
REFUGIADOS: Un acercamiento ai tema
3
4
5
los refugiadas son, por deflnicin, personas que se han visto obhgadas a tomar ia decisin de
abandonar su pais. Ei xado en ei que entran a
partir de ese momento. supane ia necesidad de recorrer un
largo y penoso camino que va desde ia sa dei pas de origen hasta alcanzaret derecho de asila en un pais
de acogida; aunque ei proceso, pasibiemente
para muchos, no cuiminar realmente tiastaque ei sueho
de retorno y la reubicacin no puedan
convertirse en un hect viable.
/
sr
2
6
El prooeso par eI que alguien se convierte en relugiada no es instanlneo. Se abre ramino a
Espan -307
travs de una serie de causas profundas que pueden funcionar como detonadoras dei xodo. Las razones para
h uir suele n ser co mplejas. Las causas inmediaias pueden ser persecuciones individuales, conflictos armados,
9	campaas de represln, ei violento derrumbe
de la sociedad civil .,.. Tras estos fenmenos
subyacen pautas
10 ms profundas y a menudo interrelacionadas, de presiones politicas, econmicas, tnicas, medioambientales o
1 1 de derechos humanos, que se complican an ms poria interaccira de factores nacionales e internacionates.
1 2 Ai cortar violentamente con ei cordn umbilical prprio - espacios, culturas, gentes, sentires,
13 pertenencias ... junto ai desarraigo surge, sin embargo, una situacin nueva que les conduce a dimensionaria
14 categoria de lo universal y ei concierto de los Estados y puebios que conslituyert ia comunidad internacional.
15 Desde eta se establece su nuevo marco de referencia y ia posibilidad de obtener ias garantias que les den
proteccin en su presente yfuturo amenazadas,
La proteccin que la comunidad internacional olorga...
18 Lacornplejidaddeiosliujosderefugiados,tan to en lo que se refiere a sus causas como a sus
19 manilestaciones, exige a su vez respuestas compiejas, No obstante, algunos elementos b sicos, especialmente
20 ei respeto a los derechos humanos, son comunes a todas eRas. Las vinculaciones con ias negociaciones por ia
21 paz y los planes de desarroflo asocian la proteccin con ia bsqueda de soluciones duraderas.
Para responderai desafio todos estn, estamos, enopiazados. Y nadie puede eludir a ia
responsabilidad que le es propia por su natu rateza, posicin ante ia reaiidad posibihdades. La concepcin,
diseo y realizacin de nu pian global no labor que compita exclusivamente aios org. nismos humanitarios,
25 sino a toda ia comunidad internacional.
(Tealo Adaptado de Gaaa da Recursns para los
Refugiados ao Espada. COLCHEA0, Maria Pilar: GARC1
JLJarl Carmelo. tNSERS0I EPALA. Madrid, 1995.1
62. Se ha suprimido ia continuacin dei cuari prrafo. Encuentre ia secuencia correcta. La proteccin que ia comunidad internacion. otorga...
Consbtuye un sustituto temporal de ias garantia normales hasta que ei refugiado pueda voivt a beneticiarse de ia proteccin nacional,
ti. Una poltica global induce, pues, tanto a creacin de mecanismos y servidos de acogic atencin a los refugiados
ti. a los refugiados reconoce ias necesidades et pecficas de aqueitas personas que tienen fur dadas razones para temer que sus propic gobiernos no les protejan contra los abusos, no puedan hacerio.
1V bien porque regrese voluntariamente ai pais origen o porque adopte otra nacionalidad.
V como ai dseo de pianes de cooperacin ir temacionai directamente dirig idos a potencia ia paz y ei desarrolto de los pases generadorc de ftujos migratorios.
Marque ia opcin que contiene ia secuenci correcta.
a) 1, i\',V, Miii	b) iii,, i\/, ll,V	c)?, 11V, liii'
d) Mi, it, V, 1, iV	e) i, IV, liv, til
63. De acuerdo c ei texto se puede atinnar qu
1	Ei xodo supone un recorrido largoy penos
que siempre culmina con ei retorno y 1
reubicacin;
t. La posibihdad de una respuestaa ia probiem tica de los refugiados no se la puede encara sin ia estricta observando de los derechos ht manos;
1
a
16
17
22
23
308 Espanhol
ti. En ei proceso que imputsiona ei xodo ha varos factores tnmediatos y profundos, que estn imbricados.
Marque ia alternativa correcta.
de los
Espanhol 309
Liuguagens, Cdigos e suas Tecnologias
a) Esln carreclas las proposiciones ly li. b) Esln correctas as proposiciones y 1H. c) Solo ia proposicin li est correcta.
d) Estn correclas las proposicianes ti y I e) SOlO ia proposicidn I esl correcta.
64. Anailce ei enunciado abajo:
Con relacin a ias causas que impuisionan ei xodo, eI texto identifica _.. corno mio de los
lenmenos inmediatos, y	como una
de as causas profundas.
De atuerda con ei segn prrata, marque ia apcin que coiutplementa correctamente I espacios eu bianco dei enunciado arriba. a) los derechos humanos/la diferencia tnica b) las presiones polilicas lia interaccin de taclores nacioruales e internacionales
c) ei violenta derrumbe de la sociedad civil / las persecuciones individuales
d) los coniliclos armados / presiones polilico eco nmicas
e) violentas campatas de represin lia iriteraccin de va rios fac to res
67. Se puede considerar ei texto como a) narrativo, ya que en i se observa una conourrencia de sucesos y personas en ei tiernpo.
b) predorninantemenle descriptivo, pues en su estruclura formal se deleclan coneclores espaciales y ei uso de a tuncin expresiva.
c) exposilivo. pues los conceptos se presenlan coo independencia dei espacio dei liernpo y presenta ei esquema: pianleamienio, observacio, expiicacin y solucln.
d) argumentativo, ya que predoniina ia tuncirr re presentaliva y se distinguen ias siguientes partes:
tema y exposicin.
e) apelativo, pues no condiciona ia actividad dei lector ys observa una preocupacin coo ia formatextual ei conienido transmitido.
68. Anaiice atrase: 'Desde dia se eslabiece su
nuevo marco de reterencia Ii. 15).
En ei texto, ei pronombre subrayado se retiere a
a) ia cornunidad internacional,
b) ia proteccin en su presente y futuro amenazados.
d) la posibitidad de obtener garanlas.
d) una siluacin nueva.
e) ia categoria dela universal.
69. Las formas pronoairinaies Je y suQ. 23) coei
texto se retieren a
a) nadie/nadie.
b) responsabitidad / respansabilidad.
c) nadie 1 responsabilidad.
d) problema de los refugiados / problema
retug lados.
e) nadie / problema delas refugiados.
70. Las paiabras subrayadas, en ei orden que apareoen co ei texto, pueden sustiluirse por a) acogidos / inmigracinl quedarse requeridos. b) exiladas/expatriacidn /marcharse convocados.
c) repalriados/huida/voiver/ famados. d) asilados / peregrinacin 1 permanecer! ubicados.
e) expatriados) regreso escapar! insiatados. 71. AI construir ei itlmo prrato dei texto ias autoressepropusierona acerun apelo ai ledor. Marque, entre Ias opciones que siguen, ia que mejor se identifica comi esa propuesta.
a) 'Tu casa puede sustituir ai mundo, ei mundo ams sustituir a tu casa." (Provrbio aiemn)
55. Con base en ei texto, por comunidad interna clonai se entiende que
a) esta constituda dei conjunto de ias Estados pueblos.
b) es una entidad inlernacionai de derechos hu manos.
o) es un organismo humanitario internacional, d) es una instilucin estatal que desarroita poliicas de proteccin aios retugiados.
e) rene solamente a los paises generadores de tiujos niigratorios.
66. Ei texto se propone principalmente a a) ensear soluciones para ia problemtica de los tetugiados.
b) jusliticar ias causas que propuisionan ei xodo. c) discutir po que garanticen ei retorno y la reubicacin de los retugiados.
d) presentar planes de cooperacio internacional que beneticien a los retugiados.
e) hacerun antisis dela situacin delas refugiados delas polticas de proteccin.
Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias
b) "1-lemos aprendido a volar como los pjaros y a nadar como los peces, poro no hemos aprendido ei sencilio arte de vivirjuntos como hermanos." (Martin Lutber King)
o) "La misma cerca que deja atuera a los dems, nos deja encerrados a nosotros," (B. Copeiand)
d) 'En la actualidad la gente solo se preocupa porsus derechos. Recordarle que ta tiene deberes y res ponsabilidades es un acto de valor que no corresponde exclusivamente a los polticos.' (Major)
e) "No es tato culpabte ei que desconoce un deber como ei que lo aceptay lo pisa." (Concepcin Arenai)
Texto para as questes 12 a 76:
Compreusln de texto
EI contrabando
Segn una historia que me contaron en la trontera pirenaica, un campesino aparecia en Ia aduana montado en una biciclttay cargado con un pesado saco.
- 1 levas alii?
- Arena.
- Arena, ceh? A descargarla.
Vaci ei saco sobre una mesa. Era arena, efectivamente. Los aduaneros se miraron perp
- Puedo Ilevrmela?
- Si..,
A los seis dias Hegaba otra vez ei hombre pedaleando, con ei saco a cuestas.
- Arena otra vez, teh? tRara qu la pasas?
- Estoy construyendo una casa.
- 1 no hay arena en tu pueblo?
- Como sia, no, seor.
- Anda, vacia ei saco,
Esta vez pasaron los granos a travs de un
tamiz ya preparado, los analizaron, los
sopesaron... y se dieron por vencidos.
- Anda, vete.
El traslado dela arena dur varias semanas y por tin ces. Unos
a\os despus ei aduanero, ya retirado, se encontr en ei pueblo donde se ttabia instala do coto ei misterioso transportador. Tomaron unas copas juntos ydespus le dijo:
310 Espanhol
25
- Estoy ya retirado, te juro adems, por hijos, que no har uso de lo que me di poro tengo una curiosidad, tT qu pasabas de contrabando con ei saco de arel El otro guii picarescamente los ojos.
- tPalabra que no nie per(udicar?
- Te lo juro. No he podido dormir rnucl
noches pensando en eito. lOu diablos pasa
todas las semanas montado en ia bicicleta?
- Pues, eso: bicicletas.
FERNANOO DIAZ-PL,
(extrado dei Cerso de Lecte ra, Conversarei Redarcin, de Jos Sues ArMO y .Jesds Snohez M
editorial Sci
Madrid, ltd.. 1997, p.
12. Se puede desprender dei texto que:
a) hay paso de mercancias ilcitas por los Pirine. b) ei hombre dei campo tiene costumbres dtador c) los aduaneros no logran liacer una bux inspeccin.
d) os campesinos suelen cruzar ias fronte pedaleando.
73. Dei transgresor se puede decir, excepto
a) era un honibre senciillo y coto sentido dei huts
b) conocia ias costumbres de las oficinas
inspeccidn.
c) era tjrt albai bastante astuto,
d) usaba siempre ei mismo distraz.
74. EI campesi solta:
a) cargar la bici a cueslas.
b) cambiar la bici cada seis dias,
c) construir casas en su puebio.
ei) lievarse la arena desde la aduana.
76. EI anlisis de la arena coo lan tamiz te
como fila:
a) impedir ai campesino de seguir en bici.
b) sopesarla a ver si contenta resduos sospechoe
c) saber si habia ia cantidad autorizada.
dj separar los gronos de ia meteria ilegal.
76. AlIos ms tarde ei campesino se enter dei
a) ei aduanero suf ra de insomnio.
b) ei aduanero seria su cmphce. c) ei aduanero seguia perp
d) ei aduanero no podria hacerle dano.
a
L	' .,
fl

30
5
'ia
15
20
E
Linguagens. Cdigos e suas Tecnologias
82. (IINAMA) Complete correctamente la slguiente oracin, seleccionando la opcin correcta:
Caso tienipo. maiiana te visiiare ata rd e o e r.
a)hay,ai
b) haya, ai
d) haya, Ia
e) hayan, ei
e)haya,eI
83. (GEMA) "La f, hoy, ha de tundarse en algo distinto a los milagros." La frase subrayada puede ser sustituida por:
b) h de
d) tienen que
77. (UNAMA) Coloque ei Artculo Determinante que corresponda a los siguientes sustantivos.
Alma:	_
Antena;	"A"
a) La, Las. La, La
b) Ci, Los, La, Ei
c) Una, Las, La, La
) Ei, Las, La, La
e) Ei, Las, Una, t
78. (IINAMA) Senale Ia atirmacin incorrecta so bre las regias de acentuacin.
a) Todas las patabras esdrjutas se acentan.
5) Las agudas terminadas en n, y, s, no se acentan.
c) Las ilanas y graves son as mismas palabras.
) Las palabras monosilabas no se acentan,
e) La palabra Rio se acenta como excepcin.
79. (UNAMA) El articulo neutro Lo se caracteriza
a) por ser un artiouto indefinido.
b) su forma plural es Los,
c) es propio dei idioma espatol.
d) nunca se emplear antes de adjetivos.
e) solo puede ser acompa por adverbio.
80. (UNAMA) Seleccione la opcin que completa
correctamente ia siguiente oracin:
"Ohf Dias, t eres _ para cori todos y amigo para ___. hombres mundo."
a) bueno - muy - los - dl
b) buen - mucho - gran - de ei
e) bueno - mucho - ei - de ei
d) bueno - muy - grande dei
e) bueno . muy los . dei
a) ha que
o) tiene que
e) tendrn de
84. (IJEMA) Relacione las palabras que expresan ei misnio sentido y seleccione Ia opcln correcta:
1. slo
2.tlaco
6. moro
3. campesino
4. rabe
5. solo
7. languido
8. solamente
9. paisano
0. desacompaado
a) 1- 2-7; 3.9; 4-6; 5-8 b) 1-ID; 2-6; 3-9; 4-7: 5-8
e) 1-8; 2-7; 3-6; 4.9; 5-10
d) 1-10; 2-7; 3-9; 4-6; 5-ID
e) 1-8; 2-7; 3-9: 4-6; 5-10
8 (IINAMA) Complete correctamente ia slgnniente oracin, seleccionando la opcin correcta
85. (UEMA) Relacione ias palabras que expresan
ei sentido opuesto y seleccione la opcin
correcta:
1. enfadado
2. harto
3. simptico
4.delgado
5. iargo
6. teo
7. risue
8. vacio
9. corto
"No___ en este mundo _ que sea bonita que t."
a) hay - nadie -ms d) ay - nada- ms
b) hay-nada - mas e) h - nadie - ms
c) ay - nadie- ms
10. grueso
a) 1-10; 2-8; 3-9; 4-6; 5-7 b) 1-9; 2-10; 3-6; 4-7; 5-9
e) 1-7; 2-9; 3-6; 4-ID; 5-8
d) 1-7: 2-8; 3-6; 4-10; 59
e) 1-7; 2-8; 3-lo; 4-9;5-6
Espanhol -311
Linguagens. Cdigos e suas Tecnologias
96. (VEMA) Seleccione la opcin que denota
adecuadamente ei tiempo de subluntivo o de
indicativo eu ias siguientes frases:
1) Queremos que se (I . dar) prisa.
2) Es lamentable que la (aftas - haber) ___.dejado
sola.
3)	Tenia mucha Iibertad aunque (etia - vivir)
________ con sus padres.
4)	Hasta que no (elios - tegar) _________ no te
quedars tranquilo.
5) Puede serqrje mataria (nosotros - ir) a ia piscina.
a) deen - hayan vivan - Ilegue - vayan.
b) d - hayan - vivia - Ileguen - vayamos.
c) d hayan -vivia - legue - vayan.
d) dee - han - vine - Ileguen - vayamos.
e) den - haya - vivian - Ile - vayamos.
87. (UEMA) En ias oraclones:
1. Nunca pens en comer menos hasta hoy.'
2. Con hambre hasta m mente viaja ms despacio.'
La palabra hasta expresa, respectiyamente, una idea de:
a) tiempo e inclusin. b) tiempo y tiempo c) lugar e inclusin.
88. (UEMA) De ei adecuado antnima en ambas columnas.
- enfadado	6 - delgado
7 - contento
8- gigante
9 - guapo
lO - corto
a) 1-6, 2-8, 3-9, 4-7, 5-6;
b) 1-9. 2-7, 3-8, 4-10. 5-6;
c) 1-10,2-9, 3-8, 4-6, 5-7;
d) 1-7, 2-9, 3-8, 4-6, 5-lO;
e) 1-8, 2-6, 3-lo, 4-7, 5-9.
89. (UEMA) Sustltuya por ei adverbio conespondiente y marque la opcln correcta.
- l comia (muitas) calorias diariamente. 2-Las investigaciones estn (longe) determinar.
3 - Saliste (cedo) para almotzar.
312 - Espanhol
4-Todos mis hilos comeu (ao redor) de mi.
5- Comiste poco arroz y (muito) frijol.
a) muchas - cerca - temprano - en torno - dem.
b) muy -tejos - temprano - alrededor - macho.
c) muy - cerca-tarde - alrededor - muy.
d) muchas - le - temprano - alrededor - mui
e) muchos - lejos - tarde - entorno - dems.
90. fUEMA) Eu ei texto, elsigniticado correci
ias palabras heterosemnticas pldoras - m
- duda - hormonas es:
a) plulas - mmias - incerteza - mamonas.
b) pitulas -macacos - dvida- hormnios.
c) chs - cachorros -dado - receitas.
d) plulas - camundongos - dvida - hormni
e) chs - macacos - dvida - mamonas.
91. (UEMA) Use adecuadaniente la com bina de verbos y demostrativos en la siguiente ti Los cientficos ________ a comprovar qui
calorias	disminuyendo ei tiem
__________ es una realidade. a) van -estn -esto.
b) vas - est - estos. c)voy-estarn -esto. d) irn -est - esto.
e) van - estn - isto.
92. (UEMA) Ei paradigma adecuado a los ve de la 3! con]ugacin, para ei preseete dei juntivo es:
a) 1 - iste - i - imos - isteis - ieron, b) o - es - e - imos - is - en.
c) as - a - a - amos - is - an.
d) iria - irias - iria - iramos - iriais - irian.
e) a - as - a - amos - is - an.
93. (UEMA) Complete los espacios eu bianco ia opoin correcta.
Esas peticulas, .__. ganaron un Oscar, son ricanas.
El doctor, _______ quebr ei brazo, es muy b El bandido, rob ei banco, tue pre Los mdicos, ________ tueron homenaje viajaron hoy.
d) nclusin y tiempo. e) negacin e inclusin.
2- teo
3 - mano
4 - grueso
5 - largo
1
a) ia cuales, ei que, quien, ias cuaies.
b) laque, ei cual, e! que, ios cuates.
c) ias que, quien, ias cual, los que.
d) ias coates. quien, ei que, quienes.
e) ias cuaies, ei que, ei que, ei cuai.
94. (DEMA) Cul delas opolones abajo completa
correctamente los espa en blanco.
1.	La investigacin ia dieta dei
antienvelecimiento present un buen resultado. 2. Todavia no he empezado investigar.
3. A ias persanas _______ mi casa na ies gusta dietas espartanas.
4. Ei problema dei envejecimiento no acaba la dieta restrictiva.
5. La Universidad va. demostrarias resuitadas,
a) de - eu - can - con - a,
b) de - dentro - sin - sin - en.
c) sobre - a - de - b'as - a.
d) sobre - en - con - sin - a.
e) de - a - de - hasta- de.
95. (IJEMA) Complete correctamente la oracin utilizando ei verbo adecuado:
Ei cientfica - ei resultado de su investigacin io a sus aiumnas para que ia en ia prxima ciase,
a) trajo, dia, discutan. d) traje, dia, discutn.
b) traer, da, discutieran, e) traja, dan, discutiesen.
c) trae, dar, discutieron.
96. (UFJF-MG) 'Vaci ei saco sobre alia mesa.
Era arena, efectivamente." (lnea 6). La palabra
Unguagens, Cdigos e suas tecnologias
subrayada puede sustituirse por cuaiquiera las siguientes opciones, excepto:
a) de hecha.	c) de veras,
b) con etecto,	d) ai revs.
97. (UFJE-MC) "- Puedo Ilevrmela?" (lnea es lo misnio que:
a) tPuedes ievarme ia arena?
b) La arena, tme ia puedo levar?
c) tPuedo ia Uevar conmigo?
d) Me ia lieva conmigo?
98. (UFJF-MG) Pedalear se aprende peda (lnea lO), construir se aprende consbuyendo (lnea 12).
Analtzar, bater y leer se aprende:
a) anaizeando, haciendo, ieiendo. b) anahzanda, hacyendo, ieiendo. c) anahzeando, hacyendo, ieyendo. d) anahzando, haciendo, ieyenda.
99. (UEJF-MG) Eu Como sta, no, soltar." (lnea
14), la palabra subrayada corresponde:
a) ai sujeta de un pronambre persanal. b) a un adjetiva demostrativa de 3 personatemenina singuiar.
c) ai gnerafemenina de un pranambre demastratvo singular.
d) a un adjetiva indefinida singuiar.
100. (UFJF-MG) En Te lo juro" (lnea 21). la tuncin de la palabra subrayada es la misma en:
a) Tamaran deciaracin ai detenida y ia encaitelaran.
b) Te ia voy a comprar manada. c) Ven a verme; te ia pida partavor. d) Vaci ei saca y se la entreg ai aduanera.
de
'1
RESPOSTAS:
1. d
9. e
17. b
25. d
33. e
41. c
2. b
lO. c
18. e
26. e
34. e
42. e
50.
3. b
11. a
19. e
27. c
35. a
43. e
51. e
4. a
12. d
211. b
28. b
36. d
44. b
52. b
5. c
13. e
21. c
29. a
31. e
45. a
6. d
14. e
22. d
311. e
38. c
46. d
7. d
IS. a
23. e
31. b
39. c
41. e
8. a
16. a
24. b
32. a
40. b
48.
Espanhol 3t3
1
/P53 a) Ainda que, nessa poca, as incndios se repitam ano aps ano, as autoridades brasileiras
continuam tratando o lema como uma questo de emergncia.
a) Aplicara Lei de Crimes Ambientais j existente.
54. a) Los incendios podrian provocar apagones en las ciudades.
b) La amerjaza de extincin de vaLiosas espcies animales y vegetales.
55.c	56.a	57.b	5&d	59.d	S	Sl.d	62.b
63.c	64.d	55.a	66.e	el.c	68.d	69.a	70.b
71.d	72.a	73.c	74.b	75.d	76.c	77.d	7&b
79.c	80.e	81.a	82.b	83.c	B4.e	85.d	86.b
87.a 88.d 89.d BtLb 91.a 92.e 93.d 94.c \95 96.d 97.b 98.d 99.c lOO.c
i _____________

:. ..i.. .: .:::...:..:... .. :.
314 Espanhol
.41 \
Cincias Humanas e suas Tecnologias
Bloco e Brasil-Colnia
Ficha i- Formao do Povo Brasileiro
A etnia brasileira  formada basicamente pelo branco europeu, pelo ndio, pelo negro e pela miscigena o desses trs elementos,
O elemento branco foi o mais importante na nossa lormao, principalmente o branco portugus. Ao lado dos elementos ndio e negro,  o branco qne se encontra na origem do nosso povo, desde o sculo XVI. Outros europeus vieram parac, ainda no sculo XVI, mas tiveram poucavivncia e influncia. Mais tar de, porm, italianos, rabes e japoneses emigraram para o Brasil e trouxeram importantes contribuies.
Os primeiros povoadores brancos do Brasil foram degredados, nufragos, comerciantes e os encarre gados das feitorias e fortalezas, Estes e os colonos, mais tarde, so os antepassadas de nosso povo,
O Elemento Indgena
Os Indios toram, sem dvida, os primeiros habitan tes do Brasil. Os ndios, cem caracteristicas fsicas diferentes da raa branca, espalhavam-se portado a Brasil na pocade seu descobrimento e estavam reunidos e organizados em tribos (naes), que se dividiam conforme a lngua, os usos e os costu mes. As tribos indgenas mais importantes foram os tupis, taquias, carbas e nuaruaques. Estes eram os mais adiantados culturalmente, mas os tupis  que tiveram contato com os primeiros colonizado res. Os usas e os costumes dos indios eram bem diferentes dos europeus e variavam de umatribo para outra. Ocorreu uma significativa mestiagem entre indios e brancos no incio de nossa colonizao.
Ficha 2- Colonizao do Brasil
Por isso, muitos dos seus costumes fazem par cultura brasileira de hoje.
O Negro
Onegro , como jvimos, um dos elementosto dores do povo brasileiro. Ele lei trazido para vdo ao processo de acumutao capitalista vl na cotnia. Portugal j se utilizava da mo-de escrava na Madeirae emoulras ilhas. Seu ingi toi iniciado no sculo XVI, mas toi intensifica sculo XVII, destinado paraaagriculturae prini mente para o cultivo da cana-de-acar. Pois,  saber, os indios no se adaptavam  vida do ca isto ,  vida agrcola. Os ndios eram ampar pelos padresjesutas que no permitiam queos cos os escravizassem,
Os Escravos
Logo no inIcio da colonizao, teve inicio a in tao de escravos. Os portos do Brasil setviarn o desembarque desses escravos, principalmer do Rio de Janeiro, da Bahia, de Pernambuco Maranho, Os negros que vinham, como escn eram de grupos sudaneses e bantos,
ContrIbuio do Negro
O negro teve importante papel na economia 1 leira, Participava de todas as atividades bra alm da contribuio da formao de nessa os seus usos e costumes intluenciaram basta cultura brasileira.
Expanso Martima Portuguesa
Para entender melhor a chegada dos portugueses ao Brasil e a colonizao  necessrio estudar um pouco sobre a expanso marifima iniciada em mea dos do sculo XV por Portugal e seguida pela
316 - Histria do Brasil
Espanha, que levou, no sculo XVI, alguns pais Europa a uma disputa acirrada por cotnias e cados consumidores.
As expedies portuguesas pelos mares inich se no sculo XV, alguns anos aps O. Joo, lv de Avis, conquistar o trono portugus, em
Situando-se na Pennsula Ibrica, Portugal possua urna excelente posio geogrtica para a navegao. Tambm foi de grande importncia para a expanso rnarilimaa famosa escola portuguesa denavegao, Sagres. A Escola de Sagres desenvolveu tcnicas avanadas de navegao para aquela poca; erafor mada por cartgrafos, viajantes e cosmg ratos, alm de possuir um grande acervo de mapas .Sagres no lormou apenas navegadores portugueses, mas nave gadores de toda a Europa.
As expedies portuguesas iniciaram-se em 14t5 com a conquista de Ceuta, no norte da Africa. J em meados do sculo XV, Bartolomeu Dias chegou ao sul da frica, regio que liceu conhecida como Cabo da Boa Esperana. Em 1493, Vasco da Gama contor nou toda acosta atricana e chegou  cidade de Calicute, na ndia e, em 1500 os portugueses chega ram Amrica, liderados por Pedro lvares Cabral.
A navegao espanhola iniciou-se somente em fins do sculo XV, aps serem resolvidos diversos pro blemas internas, como a expulso de udeus e ra bes (sculo Xl e XV) e a unificao de diversas re gies scb o comando de 0. Fernando de Castela. Apesar de terem sido iniciadas tardiamente em rela o a Portugal, as expedies maritimas espanholas causaram muito mais impacto, e isso se deu graas ao navegador Cristvo Colombo.
Segundo alguns historiadores, Cristvo Colombo (que se interessava pela navegao desde a juventu de) conseguiu financiamento de O. Fernando para navegarpara oeste e chegar, assim, s Indias. Outros historiadores, todavia, atirrnam que por meio de di versos estudos cartogrficos, inclusive da Escola de Sagres, j se sabia da existncia de terras a oeste, e que no eram as ndias. Colombo teria partido com a misso de constatar a existncia dessas terras.
Cristvo Colombo partiu do porto de Palos, na Espanha, em 3 de agosto de 1492, e, aps dois me ses de umaterrivel navegao, chegou a uma ilha na Amrica Central, em 12 de outubro, e acreditcu que a nova terra tinha aquela extenso, Alguns anos de poiso navegadortiorentino Amrico Vespcio per cebeu que a quantidade deterras era muito malore tormava umvaslo continente. Diante da nova desco berta, as ter,as receberam seu nome: Amrica.
Os portugueses chegaram s terras do Novo Mun do em 1500, camandados por Pedro Alvares Cabral. Os portugueses, assim como os espanhdis, busca vam acima de tudo metais preciosos, mas num pri meiro momento no os conseguiram encontrar, Alm disso, as novas terras no possuiam nenhum daqueles produtos vindos das Indias e que tinham grande aceitao na Europa. Existia apenas um pro duto que despertava a ateno desses homens: o pau-brasil. Apesar de no ter tariFa importncia para os portugueses, era levado em grandes quantida des para a Europa.
Os cotonizadores conseguiam o pau-brasil trocan do-o com os ndios por roupas. espelhos e outras bugigangas.
Entretanto, a decadncia do comrcio oriental e a preocupao com algumas invases de tranceses foraram a Coroa portuguesaa investir no Brasil (a colnia recebeu esse nome por causa do pau-brasil). Asoluo encontradafoi produzir um produto bas tante consumido na Europa e possrvel de se cultivar no Brasil, a cana-de-acar.
Foi a partir de 1530 que se iniciou a colonizao definitiva do Brasil e os conflitos contra os indios, pois os portugueses tentaram utilizar o indio como escravo. Apesar da resistncia indgena, que levou ao extermnio de vrias tribos, muitos deles foram escravizados pelos portugueses.
Grande nmero de indios morreu em combate, pois ficavam em desvaritagem com seus armamentos. Al guns tugiram para o interior do continente, negan do-se a trabalhar como escravos.
Por esse motivo, os colonizadores passaram abus car seus escravos eni outro lugar: a Africa, Os ne gros eram trazidos de regies como a Guin, o Congo e Moambique, e distribuidos no Rio de Ja neiro, Salvador e Recite. Foram os negros africa nos que passaram a trabatharnas lavouras de cana- de-acar do Brasil.
Modelo da Colonizao
Brasil: Colnia de Explorao
A colonizao do Brasil obedeceu a alguns princ pios condinzentes com o modelo de colonizao
Histria do Biasit 30
D.Joo recebia capelo daemergente burguesiapor tuguesa, interessada em expandirseus negcios para aturas regies,
Cincias Humanas e suas tecnologias
O Descobrimento do Brasil
Cincias Humanas e tuas Tecnologias
exploradora. na qual grupos de individuos vinham para c com a nica inteno de conseguir enrique cer rapidamente, sem necessidade de fixao (fixa o temporria).
Ao colonizador interessava a existncia de grandes propriedades agricolas com base na mo-de-obra escrava, com o controle e o monoplio comercial.
Exptorava-se o territrio at o esgotamento das ri quezas naturais.
Atiista da ocupao brasileira tem muito a ver oom o atraso econmico e social do Brasil de hoje.
As Capitanias Hereditrias
Em 1494,deu-seoTratadodeTordesilhas, que dividiu astenrasenire os pasesibricos paraaexplorao co meroiat maritirna. Pelo referidotratado, Portugal tinha direito a quase metade do atual Brasil. E para ocupar essaimensareaterrhonial, Portugal decidiu adotar o sistema de capitanias hereditrias, povoando o litoral e proponcionando defesa contra osestrangeiros.
As capitanias hereditrias eram grandes lotes de terras doadas a nobres e a altos funcionrios.
Os donatrios recebiam as capitanias e eram obriga dos a coloniz-las e defend-las, resguardando o direito do Estado, Tinham o direito de escravizar os ndios, aplicar a justia, receber alguns impostos, fundar vilas e distribuir sesmarias,
Apeimeira colonia
A prtmetra colonta fot fundada por Martim Afonso de Souza em Sao Vicente no litoral sul do Estado de Sao Paulo cidade hote com mais de 130 mil habitantes Foi fundada em 1532 depois de Martim Atonso ter explora do a costa e castigado piratas estrangeiros
Com a fundao das primeiras vilas, surgem as C maras Municipais. AsCmaraseram organizaes deadminisfrao poltica local e formadas por ve readores e outros funcionrios. Algumas dessas C maras ganharam fama e importncia na histria do Brasil. Aps l6 de experincia, o sistemade ca pitanias hereditrias no teve xito, devido avrios motivos, como: incompetncia de alguns donafrios. afalta de recursos e os freqentes ata ques de ndios. As nicas que de lato prosperaram foram as de Pernambuco e So Vicente.
3 - Histria do Brasil
Os Governos-Gerais
O governo portugus resolveu criar no Bnasit o tema de Governo-Geral, devido ao fracasso das tanias hereditrias. O regime de Governo-Geral i sisfia na centralizao administrativa do poder mes de um governador-geral, que devia coo nar a administrao da colnia e defend-la co os ataques dos ndios e dos estrangeiros.
O Primeiro Governador-Geral
O primeiro governador nomeado foi Tom de So Tom de Sousatrouxe consigo um regimento, is uma Constituio na qual estavam as obrigae cadaum. Vieram com ele mais trstuncionriosde categoria: um ouvidor-mor, um provedor-mote capito-mor.Tomde Sousafundoua cidade de S dor, na Bahia, e contou com a ajuda dos jesuitas,
O Segundo Governador-Geral
O segundo governador-geral foi Duarte da Costa, enfrentou inmeros problemas. Desentendei com os padres esuitas, pois estes eram coni escravizao dos ndios. Brigou com o bispo 1 Fernandes Sardinha e no conseguiu expulsa franceses do Rio de janeiro.
Terceiro Governador-Geral
Mem de S loto sucessor de Duarte da Cosia, Rei quislou a confiana dos jesultas e conseguiu, a lulas, expulsar os franceses do Rio de Janeiro, 1560 elevou So Paulo de Piratininga  categori vila. Estcio de S, seu sobrinho, fundou em 1 So Sebastio do Rio de Janeiro.
Brasil: Domnio Importante de Portai
Em 1572,0 Brasil foi dividido em dois governos. meses depois foi unificado itovamente, Em ISSO, tugal e suas colnias passamm para o domnio e nhol, que durou at 1640. De 1720 em diante, c elevao da colniaaVice-Reinado, o Brasil torr o domnio mais importante de Portugal.
A Catequese
Para o colonizador havia a necessidade de civ os chamados selvagens. Os portugueses iniciai colonizao visando ao aproveitamento econ
1
das terras descobertas. A civilizao dos selvagens vidafacilitaratareta colonizadora. A Igreja Caflica encarregou-Se dessatarela e, desde o descobrimen to do Brasil, mandou para c seus representantes No inicio, encontraram muita diticuldade no relacio naniento com os indios. Ento, a Companhia de Jesus ficou incumbida de tal misso e a desempe nhou com pleno xito. Os jesuilas conquistaram a confiana dos indigenas. Aprendendo sua lingua, aproximavam-se das crianas utilizando recursos te atrais, aproveitando para difundir a catequese e mi nistrar instruo. Desse moda era mais fcil conquis tar a confiana dos adultos-
Os Jesutas
Em meados do sculo XVI, chegaram ao Brasil as primeiras misses da Companhia de Jesus ou mis ses jesuitas. Alguns se destacaram, como Nbrega
Pacto Colonial
Tratava-se de um conlunto de normas que estabelecia as relaes econmicas entre a metrpole e a colnia. Um sistema que de tem claramente o pais dependente e o dominador. Toda produo brasileira era controlada por meio do regime de mono polio do comrcio e portostechados. isto , o Brasil s podia comerciar matrias-primas de interesse da metrpole e com a Coroa, sendo proibido o embarque de mercado rias para outros palses.
Cincias Humanas e suas Tecnologias
eAnchieta, pelo significativo desempenho quelive ram na colonizao. Os jesutas crtaram colgios, mis ses e aldeamentos. Nos colgios, ensinavam a lei tura, a escrita e o catecismo; eram verdadeiros cen lros de colonizao. Desses centros surgiram gran des cidades, como  ocaso de So Paulo. As mis ses procuravam separar o indio do contato como branco, a fim de proteg-lo, como aconteceu na Ama znia e no Maranho.
A maneira de "civilizar" o ndio que os jesuitas em pregavam consislia basicamente em educar a crian aea jovem.
Os missionrios no permitiam a escravizao do indio, mas eles utilizavam a mo-de-obra indigena em suas misses, que produziam e geravam lu cros. Outras ordens religiosas tambm auxiliarama ao colonizadora, como os capuchinhos e os Iranciscanos.
O Desinteresse pelo Brasil
Isso aconteceu nas trs primeiras dcadas aps o Descobrimento, pois a Coroatambm havia che gado ao Oriente, onde existiam os produtos que interessavam ao comrcio europeu. Olticultavatam bm ainexistncia de pessoas interessadas em vir para o Brasil.
O Pau-Brasil e a Cana-de-Acar
As primeiras expedies levaram pau-brasil, ma deira de que se extraia uma tinta empregada no fingimento de tecidos. A explorao do pau-brasil foi a primeira atividade econmicado Brasil, logo depois de sua descoberta. Os indios colaboravam nesse trabalho: cortavam e carregavam a madeira at os navios. Em troca, recebiam pequenos pre sentes como tacas, roupas, contas etc, A explora o do pau-brasil continuou at o sculo XIX, em bora lucrativa tenha sido apenas em seu inicio. Essa extrao causou enormes prejuizos ecolgi cos ao Pas.
A partir de 1530, Portugal resolveu colonizaro Bra sil. Percebera que seda diticil manter a soberania sobre suas terras de outra maneira.
Histria do Brasil - 319
Ficha 3' A Economia do Brasil-colnia
eSQuEMA Do coMRcio cOLONIAL ATO aCuLo Xvi
MERCANTIUSMO
zRLA-PPJMA
CNeROS cRO
COLNIA
I
METRPOLE
1
Cincias humanas e suas Tecnologias
Alm disso;a Espanha descobrira riquezas minerais em suas possesses, o que estimulou o interesse da Coroa em conhecer melhor sua colnia, e isso s seria possvel com a ocupao.
Para o modelo mercantilista (modelo econmico ento vigente), a introduo de uma atividade agri cola (monocultura) deveria obedecer alguns cri trios: grande aceitao no mercado europeu, pre o lucrativo e produo em larga escala. Isso inte ressava ao Pacto Colonial, que delerminava que as colnias s podiam comerciar com suas inetr poles (monoplio).
O produto escolhido laia cana-de-acar e os mo tivos que levaram a essa deciso toram:
 o produfo tinha grande aceitao no mercado europeu;
o preo era altamente fucrativo;
 possibilidades de se planlar em grandes exten ses de terra (sistema p/antation);
 solo e condies climticas adequadas (massap, clima quente e mido do litoral nordestino);
 experincia anterior bem sucedida de Portugal em Cabo Verde. Aores e nas ilhas da Madeira;
 interesse da Holanda em linanaiar a produo com
a garantia do monoplio sobre o refino e venda do
acar para a Europa;
 utilizao de mo-de-obra escrava (primeiro os indios e depois os africanos).
Isso tornou o Brasil o maior produtor de cana-de acarat oscuioXvll. Acanaera plantadaemtodo o Pais, como naZonadaMata nordestina, mas as reas mais produtivas se localizavam em Pernambuco e na Bahiaeaise estabeleceu o regimedas grandes pro priedades (latifndio), cujas atividades se baseavam na mo-de-obra escrava, O fabrico de acartazia-se nos engenhos, cujos proprietrios-os chamados 'senhores de engenho" - conseguiam grande prestigio politico e social.
Os Qullombos
Eram consfituidos por negros fugitivos dos engenhos Os quilombos eram tao nume rosos que nao se tem registro de todos eles. O mais conhecido foi Palmares,
320  Histria do Brasil
O Engenho
No inicio chamava-se engenho a unidade produtiva do acar (a moenda, as caldei ras, a casa de purgar e os gaipes), como tempo, significava lada a fazenda, in do a casa grande, a senzala, a capela, as habitaes dos frabalhadores livres, as ro as e as plantaes de cana.
Holandeses no Brasil
A parceria comercial entre Portugal e Holandatai, lada com a morte do rei portugus 0. Sebaslio. herdeiros diretos, o trono lusitanoloi entregue a A I rei da Espanha e (lo de 0. Sebaslio, que unto dois remos na Unio Ibrica, Com essa uni Espanha passou a dominar todas as colnias pr guesas, inclusive o Brasil. A Holanda, nessa p lurava com a Espanha em busca de sua indepeni cia, Em razo disso, a Espanha rompeu o acordo careiro feito anteriormente pelos portugueses.
Nada satisfeilos com a deciso do rei Felipe II tentativa de perpeluar seus ganhos com a lucrt indstria aucareira, os holandeses lizeram dua curses invasoras no Brasil.
A primeira, na Bahia, em 1624 foi prontam rechaada por um movimento de resistncia cor dado pelo bispo de Salvador, D.MamosTeixeira xillado por umatropa enviada da Espanha, em l
Na segunda, a Holanda conseguiu com sucess instalarem Pernambuco (pane de grande prodt de acar), onde permaneceu entre 1630 e IS
O Oom(nio Holands - Governo de Maurcio de Nassau
A capitania de Pernambuco aceitou com pc resistncia o dominio estrangeiro. O govern:
designado s terras holandesas no Brasil, o de Mauricio de Nassau, eslabeleceu uma cc vncia pacifica com os senhores de engenho, nando-lhes com emprstimos que visavam 1 mento da produtividade, realizou inmeras feitorias na cidades de Ohnda e Recite e garar liberdade religiosa,
Para adrninmstrarsua colnia na Amrica, os deses fundaram a Companhia das Indias Ocide  semelhana da Companhia das lodias Orlei
Cincias Humanas e suas Tecnologias
Depois de quase l5anos de procuraede buscas pe los bandeirantes, o ourodoi descoberto notim do s culo XVII. Aregio de Minas Geraisfloou a ma'mconhe cidade pais pelas jazidas descobertas em seu territ rio. Para controlar a explorao do ouro, o governo criou a Inlendncia das Minas, encarregada de aplicar a legislao sobre a minerao. Os funcionrios do governo taziam a diviso das datas', que eram tre chos de terra doados por meio de sorteio, paraaprti cada explorao, e cobravam o "quinto" (20% do ouro extrado). Para que a cobranatosse realizada, toram criadas as Casas de Fundio, que transtorma vamoouro em barraseas selavam. Em 1730,toi orla do uni novoimposto: a"oapitalizao" (17g de ouro poresoravo do minerador). O governo, desconfiado de sonegao, estipulou que o quinto deveria atingir o minimo de 100 arrobas ou 1.500 quilos anuais e que incidiria sobretoda regio auritera, e se essa quo ta nofcsseatirrgida seria decretadaa "derrama" (co brana para toda populao com bens pessoais). Esse tributo provocou protestos da populao das Minas, oulrninando no primeiro e mais importante movimento de emancipao, conhecido como Incon fidncia Mineira, organizado para 1789, exatamente quando seria cobrada uma grande "derrama". Os outros movimentos na regio mineradora foram con tra a ao tributAria da Coroa: Guerra dos Emboabas (1708-1709) ea Revolta de Vila Rica ou de Felipe dos Santos (1720).
Foram tambm descobertos diamantes no Arraial do Tijuco, atual Diamantina, Minas Gerais, em 1729. A
talta de tcnica e a explorao intensa levaram as ja zidas de ouro e de diamantes a se esgotarem rapida mente. As conseqncias da minerao foram:
 Grande imigrao: a regio auritera recebeu um
grande contingente de portugueses.
 Penetrao e povoamento do interior: Minas Ge rais, Gois e Mato Grosso foram os ptos de atrao,
determinando um alargamento territorial.
 Concentrao dos negros em Minas Gerais e no
Rio de Janeiro.
 Deslocamento do centro econmico, poltico e so cial do Nordeste para o centro-teste: a capital do Pais
deixa de ser Salvador e passa a ser o Rio de Janeiro.
 Grande crescimento demogrtico.
 Maior mobilidade social, provocada pelo apareci mento do pequeno e mdio proprietrio, que explo rava as rendosas atividades perifricas  minerao:
tavoura de subsistncia e pecuria.
 Desenvolvimento cultural: todas as conseqnci as anteriores refletiam-se nos movimentos culturais e intelectuais,
A Pecuria
Outro aspecto importante da economia colonial foi a peourta. Sua introduo se deu no inicio da colo nizao. O gado era utilizado como meio de trans porte e trao. Com a multiplicao do rebanho, o gado foi empurrado para o interior e se tornou im portante instrumento de ocupao e interiorizao,
O gado fornecia carne, transporte e couro. A carne tambm era exportada para Portugal. Os grandes cen tros da pecuria foram Bahia e Pernambuco, Rio de Janeiro e So Pauto, A partir de So Pauto, o gado penetrou no Rio Grande do Sul e, mais tarde, em Gois e Mato Grosso. A vida livre dos currais e das fazendas de criao facilitou a adaptao dos indge nas ao trabalho da pecuria,
A expanso territorial brasileira comea a partir do sculo XVII. Indo em direo oeste, os colonos rom piam a inha do Tratado de Tordesilhas. A expanso
foi, de oertaforma, facilitada pela Unio das Coroas Ibricas, em 1580. Com isso, o Tratado de Tordesi Ihas perdeu seu significado, Nada mais impedia que os portugueses atravessassem a linha, pois estes tambm eram sditos do rei espanhol.
Histria do Brasil - 321
c
cujo objetivo desta ltima eraa explorao econmi ca de suas colnias na Asiae Alrioa, Assim, participa vamos holandeses do comrcio do acar.
Com o um da Unio Ibrica em 1640, Portuga re cupera suas colnias.
A Minerao
Ficha 4- A Interiorizao da Colnia
Expanso Territorial
Cincias Humanas e suas Tecnologias
Entradas e Bandeiras
As nossastronteiras ultrapassaram as limitessraados peloTratada deTordesilhas, devida aa trabalho dosban deirantes. quefai completado portratadas de limites. As entradas eram expedies de carter alicial, ram objesivos diversas que no ultrapassaram a limite de Tardesilhas, As bandeiras eram particulares, cam a abjetiva de caar indias pan tarn-las escravas, a que era uma atividade bastante lucrativa, e de encontrar metais preciasos. Ullrapassavam as franteiras limitadas pela Tratada de Tardesilhas. A decadncia dacultura de cana-de-acar na ca pitania de So Vicente levou as bandeirantes a pra-
Ficha S Movimentos Nativistas
curar outras fontes de riquezas. Partindo da Vil So Paulo, que possuia boas condies de de sa, espalharam-se para o interior de So Pauh Minas Gerais, Mato Grosso, Gois e Amaznia, chi gando at o Rio Grande do Sul. Os mais ccnhtc dos bandeirantes foram Raposo Tavares. Maflu Preto, Ferno Dias Pais, Borba Gato e Bartolorne Bueno da Silva.
As mones que buscavam Cuiaberam expedii fluviais e surgiram nalasetinal do bandairismo. tratados de limites assinados entre Portugal Espanha no sculo XVII s confirmaram as conqui tas territoriais dos bandeirantes, dando a configur o atual do Brasil pelo Tralado de Madri,
Diversos movimentos nativistas se registraram no Bra sil. O que caraclerizou esses movimentos foi a repul sa aos abusos do fisco portugus, sem contestar, no entanto, o domnio luso. Ao contrrio, havia uma convivncia harmoniosa entre a aristocracia coloni al e a da metrpole. As revoltas relacionavam-se  defesa de interesses locais e regionais.
Principais Movimentos
Revolta de Beckman
Durante vrios momentos e em diversos locais da colnia, os interesses de colonos e missionrios se chocaram. Um exemplo desse choque de interesses ocorreu no Maranho em fins do sculo XVII,
322 Histria do Brasil
A capitania do Maranho no era rica, pois o culti da cana em suas terras no era vivel.
A possibilidade dos colonos de comprarem escr vos, muito caros, eram pequenas, poroutro lado, jesutas tambm no permitiam a escravizao di Indios, poiseles prprios exploravam o trabalho ind gena. Paraagravarasituao, aCompanhiaGera Comrcio do Estado do Maranho, que detinha O co Irole da regio, tambm desconlentava os colonos Revoltados com a situao, em fevereiro de 1684, colonos, liderados pelo rico fazendeiro Manu Beclanan, prenderam o Capito-Mor do Maranhc tomaram os armazns da Companhia do Maranh Com a deposio das autoridades, formaram um verno provisrio, expulsaram os iesuitase pedira providncias a Portugal.
Portugal agiu rapidamente e, aproveitando-se dafa de Consistncia do movimento, arrasou com a revi ta, sendo seus lderes, Manuel Beckman e Jor Sampaio, executados.
Arebelio ocorreucontraa CompanhiaGeral de C mrcio do Maranho, que no cumpriu os acord feitos com os colonos, e conira a Companhia de, sus, que era contrria  escravizao indigena.
Guerra dos Emboabas
Estudamos anteriormente que a descoberta das i nas de ouro mudou os rumos da economia colar Milhares de pessoas abandonaram suas regies
Fatores que determinaram a ocorrncia dos
mesmos foram.
 As contradies internas explorao e de senvolvimento
 A politica colonial portuguesa aps a Res'
tau rao.
 As idias luministas, liberdade, igualda de, fraternidade,
 A Revoluo Industrial e o liberalismoeco nomico.
 A Revoluo Francesa (1789).
 A crise da minerao e o arrocho na co brana de tributos pela metrdpole
procurar ouro, atraindo, inclusive, muitos portugue ses para a regio.
Essarnigrao no incio do sculo XVIII desagradou aos paulistas, que descobriram as minas e aos quais um ato real de 1694 garantia o direiio de posse das terras. No entanto, a grande quantidade de pessoas tue chegava  regio das minas tornou praticamen te impossivel o controle da posse das terras.
J vimos tambm que a descoberta do curo levou aum grande desenvolvimento da agricultura e da pecuria. O comrcio desses produtos era prati camente monopolizado pelos baianos, que deter minavam os preos desses produtos a valores
allisstmos. Tambm se tornou comum o contra bando de metais preciosos, controlados pelos ernboabas, apelido dado aos baianos e portugue ses ricos.
Essas discrepncias criaram um clima de hostilida de entre paulistas, baianos e portugueses (forastei ros). Aps alguns pequenos atritos e intrigas, es tourou um conflito, Os emboabas, liderados pelo lazendeiro Manuel Nunes Viana, conseguiram ex pulsar os paulistas da regio. Nunes Vtanaloi ento empossado como governador das Minas Gerais, Os paulistas retornaram  regio e reiniciaram os conflitos. Nessa ocasio, cerca deSoO paulistas lo' ram encurralados e rendidos e, aps terem largado as armas, foram dizimados. Esse talo ficou conhe cido como "Capo da Traio". Em abril de 1709. os paulistas, comandados por Amador Bueno da Veiga, retornaram s Minas e, em pouco tempo, fo ram obrigados a se retirar, pois chegaram reforos aos emboabas.
Para resolver o impasse e encerrar o conflito, Porto gpl criou a capitania de So Paulo e das Minas. Em 1720 toi criada a capitania das Minas Gerais.
Muitos paulistas, no entanto, abandonaram a regio e partiram para a busca de ouro em outras localida des, iniciando assim a explorao de ouro nas re gies do Mato Grosso e de Gois.
Revolta de Vila Rica
No perodo da minerao, havia muita sonegao e contrabando de ouro. Consciente disso, a Coroa res taurou a cobrana do quinto por meio das Casas de Fundio e criou vrias delas na regio das minas. A revolta de Felipe dos Santos foi uma revolta contra mais essa cobrana de impostos.
Clncias Humanas e suas Tecnolcglas
Felipe dos Santos liderou uma multido e se dirigiu  Vila de Ribeiro do Carmo (atual Mariana) paraexi gir do governador de Minas o fechamento da Casa de Fundio e a reduo dos impostos.
O conde prometeu alenders reivindicaOes. Depois de j acalmados os nimos, o governador desenca deou a represso.
As tropas portuguesas tomaram Vila Bica, prenden do vrias pessoas. Felipe dos Santos, o principal res ponsvel pela rebelio, foi executado e esquartejado.
Guerra dos Mascates
Desde lins do sculo XVIII, Otinda, capital de Pernambuco, demonstrava ntidos sinais de deca dncia, Em contrapartida, Recifeapresentava umex celente desenvolvimento comercial, A posse do novo governadorda capitania em 1707, Sebastio de Castro e Caldas. garantiaa realizao dos interes ses dos recitenses. Em 1709, foi aprovado um proje toque tomava Recife uma vila. As pretenses econ micas de Hecifetambmestavamsendo atendidas, o que descontentou muito Olinda e seus aristocratas (senhores-de'engenho), que enxergavam apossi bitidade de terem seus interesses econmioos es quecidos por Portugal.
Em Olinda, a ordem era no acatar  novadetermi nao, Em 10 de outubro de 1710, houve uma tentativa de assassinato contra Sebastio de Cas tro e Caldas, que rapidamente agiu e mandou pren der o Capito-Mor. A reao em Olinda foi violenta e obrigou o governador a fugir para a Bahia. Aps atuga de Castro Caldas, os olindenses invadiram Recite, Um novo governador foi ento empossado, o Bispo Bernardo Vieira Meio. Onovo governador se encontrava claramente a favor de Olinda, e rapi damente tomou providncias para impedir a rea o de Recite.
Recife possuiasuafrente de resistncia, formada por seus comerciantes, apelidados de mascates.
Diversos conflitos ocorreram entre as duas cida des at a nomeao de O. Flix Jos Machado de Mendona, mandado por Portugal para resolver os problemas. Sua posio era favorvel a Recite, que novamente subiu  categoria de vila e se tor nou capital. A reao de Olinda foi imediata, mas rapidamente sufocada, oulminando com a priso de vrios aristocratas e o desterro do Bispo Bernardo Vieira Meio,
Histria cio B  323
CiScias Humana, e suas Tecnologias
flecha 6 Movimentos Emancipacionistas
A presso portuguesa aumentava sobre os minera dores brasileiros, corno conseqncia da dependn cia de Portugal para com a Inglaterra. O aumento dos impostos, no principio, no incomodava muito, pois a colniaesbanjava ouro. Asittao comea a mu dar em meados de 1760, quando o ouro no era mais to abundante e no se conseguia arrecadar as 100 arrobas anuais.
O sistema colonial iniposloao Brasil dava mostras de seu esgotamento e entrava em franca crise.
As rebelies coloniais queriam a quebra das rela es politicas de dependncia cern ametrpole.
Nesse quadro se inserem trs tatos ocorridos rio mundo na segunda metade do sculo XVIII e que influenciaram os acontecimentos no Brasil:
 Revoluo Industrial
 Independncia Americana
 Revoluo Francesa
Principais Rebelies
A Conjurao Mineira
A revolta que apresenlou um cunho realmenle re volucionrio lol a Conjurao Mineira, em Minas Gerais (1789). A Conjurao Mineiraloi provocada pela politica opressora de Portugal na regio mi neira e teve a inspirao nas idias de liberdade que empblgavam a Frana e no exemplo dos Estados Unidos, que proclamaram sua independncia. Os conjurados (elite econmica) queriam lazer do Brasil uma repblica independente de Portugal, com o estabelecimento de um governo popular que des se incentivo  indstria e promovesse de tato o de senvolvimento do Pais.
A conspirao teve como figura principal o alteres Joaquim Jos da Silva Xavier, o Tiradentes,
A rebelio deveria explodir porocaslo da derrama, que j estava sendo preparada pelo governador da capitania. Acabou sendo delatada porum falso cons pirador, um portugus de nome Joaquim Silvrio dos Reis. Os implicados foram presos e submetidos a julgamento que durou trs anos. Tiradentes cha mou para si toda a responsabilidade. Dona Maria 1.
324 Histria do Brasil
rainha de Portugal, condenou ao degredo os co' radores, Tiradentes, contudo, sofreu a pena m foi enforcado e decapitado. Teve seu e, esquartejado. Isso paraservir de exemplo queIe ainda pretendiam organizar outros movimentro
Entre o final do sculo XVIII e as primeiras dc; do sculo XIX, o Brasil foi palco de outros movir tos emancipacionistas.
A Conurao Baiana
Alguns anos aps a Inconfidncia Mineira, a
vinda da Bahia abrigou um novo movimentoU
Ira Portugal.
A Conjurao Baiana foi motivada pela insat o popular contra a desigualdade social e nmica reinante. Em 12 de agosto de 1798, dade de Salvador amanheceu com cartazes e lhados por diversas igrejas, casas comerciais sidncias. Influenciada pelas idias populare Revoluo Francesa, como liberdade, igualda fraternidade, a Revoluo Baia,,a explodiu em 1 e pregava um governo livre, democrtico ei' pendente. A Conjurao Baiana tambm licor nhecida como a Revolta dos Alfaiates, pois 1 era a pro de seus principais lideres: Jo Deus Nascimento, Luis Gonzaga da Virge Veiga, Lucas Dantas do Amorim Torres e Ma Faustino dos Santos Lira. Esses chefes foram sos aps denncias leitas ao governado Fernando Jos de Portugal e foram punidos a pena de morte, em 1799.
A Conjurao Baiana diterenciou-se da Inconti cia Mineira pelo seu carter populare pela idia neira de libertar os escravos.
A Revoluo Pernambucana de 1817 Poucos anos depois, explodia em Pernambuc tra revoluo que tinha por objetivo a separa rivalidades existentes entre brasileiros e port, ses, mediante a instalao de um regime repu no independente de Portugal. Essa revoluc resultado do descontentamento provocadc administrao do ento governador e pelas de liberdade difundidas pela Revoluo Fra, Esse movimento chegou a se concretizar
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instalao de um governo republicano e conseguiu expandir-se por culras regies do fjordesle, mas por pouco tempo. Meses aps, o governo porlugus
Cincias Humanas e suaa Tecnologias
reagiu e sufocou a revolta, punindo os implicados. Alm desses movimentos emancipanistas, ocorreu tambm a Conjurao do Rio de Janeiro.
Ficha 7 A Famlia Real no Brasil e o Governo de O. Joo VI
Antecedentes
A Revoluo Industrial
l segunda metade do sculo XVIII, iniciou-sena Inglaterra um processo de Iransformao dos meios de produo. Surgiram as primeiras mquinas que substituiam o trabalho manual, produzindo muito mais rpido e em maior quantidade que o homem. Esse aumento considervel da produo exigia um grande mercado consumidor, lato que levou a bur guesia industrial (homens que possuiam os novos meios de produo) a procurar novos mercados. De tato, no linal do sculo XVIII, boa parte do mercado europeu j eslava dominado.
A Frana iniciou o seu processo de transformao e utilizao das mquinas um pouco mais larde, no inicio do sculo XIX. Ao disputar o mercado euro peu com a Inglaterra, provocou srios conllitos en tra os dois paises, ria primeira dcada do sculo XIX.
A Situao de Portugal
Em 1808, alamlia real portuguesa transferiu-se para o Brasil, movida pelos acontecimentos que se suce diam na Europa. Napoleo Bonaparte havia decreta- doo chamado Bloqueio Continental contra a Ingla terra e obrigou os paises europeus a execut-lo. Para no romper com a Inglaterra, o principe regente O. Joo, que estava na chetia do governo portugus, substituindo sua me O. Maria-a Louca", no cum priu o decreto, pois era aliado tradicional  nao inglesa. Tal fato ocasionou a invaso de Portugal e a lransterncia da Cone para o Brasil, como medida preservadora da monarquia de Bragaria.
Bloqueio Continental
O Bloqueio Continental foi uma medida im posta por Napoteo Bonaparte, imperador trancs que proibia as naoes europeias de comerciar com a Inglaterra. O objetivo de
Napolelo era provocar a latncia da inds tria inglesa e obter para a Frana a liderana do comrcio no continente e desenvolver a indstria francesa.
O Governo de O. Joo VI
A permanncia de lamBia real no Brasil foi hend tica para a colnia, pois fez acelerar o processo da independncia. Logo ao chegar, O. Joo de cretou a abertura dos portos (rompendo o Pacto Colonial). Isso significava a liquidao do mo noplio at ento exercido por Portugal. E mui tas outras medidas importantes foram tomadas nessa poca, tais como a permisso para o esta belecimento de indstrias, a criao do Banco do Brasil, da Imprensa Rgia e da Academia de Belas-Artes. A fixao da Corte portuguesa na cidade do Rio de Janeiro dinamizou todas as atividades da colnia,
Poucos anos depois, o progresso decorrente de certas medidas favorveis ao Brasil facilitou a eleva o do Brasil  categoria de Reino Unido ao de Portugal e Algarves. Tal fato significava a equipara oantiga metrpole. Em 1821, O. Joo Vi, que se tornara rei aps a morte de sua me (em 1818), votrou para Portugal pressionado que foi poruma revoluo que explodira na cidade do Porto em 1820 e que exigia sua volta sob pena de faz-lo perdero reino.
O que foi a Revoluo Liberal do Porto?
Os portugueses que no puderam fugir parao Bra sil junto com a familia real ficaram num pais arra sado pelas tropas francesas, numa enorme crise econmica. Alm disso, a ausncia do regente transmitia ao povo um total abandono por parte de seta rei.
Os ingleses, que expulsaram as tropas napolenicas de Portugal, assumiram o controle comercial e a
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burguesia lusa estava totalmente impossibilitada de se reerguer.
Diante disso, os portugueses deflagraram um movi mento em 20 de agosto de 1820 denominada Revo luo Liberal e Constitucional do Porto. Expulsaram os ingleses e exigiam o retorno da Corte, impondo a limitao dos poderes polilicos do rei par meia de uma Constituio.
Sem escolha, O. Joo e toda a Corte retornaram a Portugal, em abril de 1821.
A Regncia de O. Pedro e a Independncia
O retorno de O. Joo VI a Portugal foi decisivo para o o processo de Independncia do Brasil. Logo que o rei regressou a Portugal, as cortes tomaram uma srie de medidas para recolonizar o Brasil, Os deputados de Portugal sonhavam em restaurar o antigo pode rio na metrpole e restabelecera sistema colonial no Brasil. As cortes quiseram retirar certas regalias que D. Joo VI havia concedido  colniae aos brasilei ros- Ecertas medidas tomadas pelos parlamentares teriram aautoridade do prncipe O. Pedro, herdeiro do trono portugus e que O. Joo VI deixara gover nando o Brasil, na qualidade de regente.
Essas medidas encontraram oposio do Pais, in clusive por parte do prncipe regente.
O. Pedro comeou sua regncia com os cofres vazi os. Todo ouro e dinheirotoram levados por D. Joo VIAs animosidades entre brasileiros e portugueses nas provncias, cresciam.
O prncipe regente tomou algumas medidas paraacal maressas manifestaes, como baixar impostoseequi parar os militares brasileiros aos portugueses. Medi das essas que contrariavam as cortes lusitanas empe nhadas em recolonizaro Brasil. Exigiram aps oito me ses de governo de O. Pedro que o mesmo regressasse de imediatoa Portugal, e entregasse o Brasil auma(unta que aceitasse a submisso a Portugal.
Quanto mais inflexivel se mostrava a Coroa, mais au rnentavao sentimenlo nacionalistaantiportugus ncs brasileiros. O. Pedro era pressionado pelos dois Iadcs.
Tendo recebido ordens para voltar a Portugal, p refe riu desobedecer a elas. Esse gesto se chama 'Dia do Fico": Ode janeiro de 1822. A partir desse dia, Prncipe comportou-se como se fosse o soberano de uma nao independente: convocou tropas, fez compras no estrangeiro, contratou navics de guerra e oficiais de marinha inglesa e, em meados de 1822, convocou uma Assemblia Constituinte para dar leis prprias ao Brasil.
Durante a regncia de O. Pedro loi organizado um Ministrio no qual a ligura mais importante lei a de Jos Bonifcio de Andrade e Silva - o Patriarca da Independncia. O. Pedro defendeu a causa brasilei ra, pois a deciso das Cortes de anulara autoridade do regente, colocando-se em total dependncia de Portugal, deu-lhe impulso ao movimento eman cipador. E no dia 7 de Setembro de 1822, s mar gens do piranga (rio), em So Paulo, O. Pedro de clarou o Brasil separado de Portugal. E assim estava oficializada a independncia do Brasil.
A independncia foi um movimento exclusivo das elites brasileiras. que no queriam perder as vanta gens do comrcio externo adquiridas no governc joanino e que estavam ameaadas com as idias da metrpole de recolonizao. No houve nenhuma participao popular, no acarretou mudanas na ordem poltica (Monarquia), econmica (agroexportao) e no trouxe nenhuma mudanz na estrutura social do Pais (escravismo). O grupc queria integridade territorial, regime centralizado um projeto liberal-conservador, Introduziu-se en to no Brasil a Monarquia, devido a instalao da Corte anteriormente.
A manuteno dos interesses comerciais ingleseE no Brasil tez com que a Inglaterra atuasse no proces so de emancipao politica brasileira e o Brasil de pendesse do comrcio externo ingls.
326 Histria do Brasil
1. (STA. CASA-SI') O sistema de colonizao in troduzido no Brasil pelos portugueses baseou- se, fundamentalmente:
a) na explorao econmica da terra, com sua divi so em pequenos lotes - as feitorias.
no povoamento da terra pelos excedentes demogrficos da Pennsula Ibrica.
c) no trabalha da mo-de-obra excedente do merca do interna de 'ortugal.
d) na desenvolvimento de produtos coloniais para satisfao do mercado interno consumidor.
e) na monoplio do comrcio pela Estado ou reser vado  classe mercantil da metrpole.
2. (PUC-SP) Para a maioria dos autores, a adoo da regime das capitanias significou mais uma concesso do que doao.
Isso quer dizer que:
a) os donatrios, pela carta de doao, recebiam o direito de posse e explorao da ferra, reguardados os direitos do Estado.
b) pe "forais" se garantia aos donatrics o direito de revender suas terras aos colonos.
c) aos donatrios era concedido o direito de explo rar as jazidas minerais do subsolo sem taxao adicional.
d) a autoridade do donatrio era restringida pelo direito de nomeao das autoridades judicirias, resen,ado  Coroa.
e) as exigncias dos donatrios para comes colo nos assumiram carter de leis irrevogveis.
3. (FGV-SPJ A relao etttm a consolidao cIo Ab solutismo em Portugal, no sculo XVI, e a criao do Governe-Geral no Brasil, est no tato de que:
a) ambos os processos deram-se no marco histri co do dominio espanhol sobre a Coroa portuguesa, culminando na organizao autoritria do poder em Portugal e no Brasil.
b) na Metrpole e na Colnia o papel transformador exercido pela Igreja, sobretudo pela Companhia de Jesus, levou ao acirramento de suas contradies politicas, sendo o Absolutismo e o Governo- geral tornias de supera o da crise.
c} a criao do Governo-Geral implicou notortaleci mento dos instrumentos de combate aos invasores estrangeiros e na centralizao administrativa, pelas prerrogativas que eram atribu aos governado res em delrimento dos donalrios.
d) em Portugal, a novaformado Estado expressa no Absolutismo ampliou o espao politico dos produ tores de acar que se viram fortalecidos a ponto de instaurarem no Brasil uma novaforma de adminis trao - o Governo.
e) a talncia econmica da empresa colonial portu guesa no sculo XVI exigiu novas tormas de organi zao poltico-administrativas a tim de impedirque Portugal e suas colnias passassem para a rbita de dominao do Imprio Brirtnico.
4. (CESGRANRIO) No sculo XVII, a insero do Brasil na dinmica do antigo sistema colonial imps urna forma de organizao soolat assentada no predomnio da monocultora aucareira de base escravista. Isso porque:
a) o acar constituia-se, quela poca, no nico produto comercializado pelos portugueses nos mercados europeus.
b) a montagem dessa estrutura produtiva favorecia os objetivos metropolitanos de eliminar toda e qual quer forma de trabalho livre nas colnias.
c) a criao de Ialifndios aucareiros fixou a popu lao nativa no litoral, possibilitando a ao catequista planejada pela metrpole portuguesa.
d) o latilndio esoravista atendia aos interesses da metrpole portuguesa de garantir a produo de acar tm grande escala para o mercado externo. e) a prtica comercial portuguesa combinava os in teresses dos comerciantes lusos aos dos comer ciantes flamengos, que lucravam como monoptio da venda de escravos.
5. (VFV-IVIG)A en,presaagrcolaaucareiraa,o Bra sil-colnia teve como caractersticas bsicas:
a) latitndioe minitndio, trabalho seMi, lavoura de subsistncia.
b) grande propriedade monocultora, trabalho livre, produo de natureza capitalista,
e) trabalho escravo, produo de natureza capitalis ta, objetivo comercial interno.
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d) grandes propriedades pertencentes  Coroa e arrendadas a trabalhadores que possuiam a posse dessas terras, trabalho escravo, obletivo exportador. e) lalifndios monocultores de proprietrtos parti culares, produo de natureza capitalsla, trabalho esoravo nas lavouras e trabalho esoravo e livre assa lariado nos engenhos.
6. (UFRS) Portugal, ao promover a colonizao
do Brasil como um desdobramento da expanso martima, procurou:
a) integrar o Brasil dentro do sistema portugus do comrcio com o Oriente, que produzavultosos lucros, b) criar uma estrutura que produzisse em grande escala, segundo as necessidades do comrcio ex terno europeu.
c) desenvolver, especialmente, a circulao de mer cadorias, sobretudo a produo do pau-brasil, que lixava o colono ao solo,
d) adequar o sistema espanhol de repartimentos" ao Brasil, a de criar condies para oliorescimenlo da policultura.
e) estruturarum sistema prprio, pormeio das capi tanias hereditrias, desligando do sistema mercantilista europeu.
7. (UFSCAR-SP) Os negros chegaram ao Brasil ao longo do perodo colonial e parte do Brasil Inde pendente, Vinham como escravos para traba lhar sobretudo nas grandes lavouras de exporta o, nas atividades de mInerao e, complemen tarmente, nos servios urbanos. Dai a expressi va concentrao original de populaes negras:
a) nas lavouras de cana-de-acar do Maranho, na cidade do Rio de Janeiro e nas fazendas de caf do norte do Paran.
b) nas reas de lavouras de cana-de-acar da Zona da Mata e do Serto Nordestino, nas lavouras de tri go da Campanha Gacha e nas reas de minerao do atual Estado de Minas Gerais.
c) na cidade do Rio de Janeiro, nas fazendas de gado do Serto Nordestino e nas tazendas de gado da Campanha Gacha.
d) nas reas de lavouras de cana-de-acar da Zona da Mata Nordestina, nas reas de extrao da borra cha no Amazonas e na rea de ouro do atual Estado de Minas Gerais.
e) nas reas da lavoura de cana-de-acar daZona da Mata Nordestina, nas reas de minerao do atual Estado de Minas Gerais e na cidade do Rio de Janeiro.
8. (PUC-SP) "O ser senhor de engenho  ttulo. que muitos aspiram porque traz consigo o Se servido, obedecido e respeitado de mnitos"
Disso pode-se inlerirque, no Brasil colonial:
a) o respeito e a obedincia eram honrarias p res ladas aos portugueses.
b) a organizao da sociedade estava nttmamerit articulada  propriedade e  riqueza,
c) a organizao econmica dacotnia permitia in tensa mobilidade social.
d) a propriedade da terra dava direito  explora do trabalho indigena,
e) a concesso de titulos permitia o desenvolvi meu to de uma nobreza nacional.
9, (PUC-SPJ A pecuria, atividade econm essencial para o abastecimento interno, contri boiu tambm para:
a) absorver a populao excedente das regies li torneas.
b) incentivar a utilizao da mo-de-obra escrav em novas atividades,
c) incorporar novas reas e ocupar o interior e o campos do sul.
d) levar o cultivo da cana para as regies alm do ri So Francisco,
e) introduzir o sistema da pequena propriedade explorao intensiva.
10, (FIIVEST) No sculo XVII, contriburam para penetrao do interior brasileiro:
a) o desenvolvimento da cultura de cana-de-ata e o da cultura de algodo.
b) o apresamento de indigenas e a procura de rique zas minerais,
c) a necessidade de defesa e o combate aos frar
ceses.
d) o fim do domnio espanhol e a restaurao monarquia portuguesa.
e) a Guerra dos Emboabas e atransterncia da capit da colnia para o Rio de Janeiro,
II. (UFPR) O quadro poltico-econmico tund mentado na empresa agrcola, oa qual se b; seoti a colonizao do Brasil, solreu transtorm; es com a unio das coroas de Portugal Espanha, em 1580, A Holanda, que promove
328 Hislria do Brasil
guerra contra a Espanha, exerceu influncia direta na colnia portuguesa na Amrica:
a) ocupando grande parte da regio produtora de acar.
b) destinando capitais para a atividade mineradora, visando  explorao das Minas Gerais.
c) fazendo deslocar o eixo econmico do centro- oeste para o teste.
d) incentivando a indstria da pesca, nica atividade rendosa na poca.
e) implantando a cultura e modificando as bases do sistema econmico.
12. (fCV-SP)Q domnio holands na Bahia delB24a
1625, e em Pernambuco de 1630 a 1654, teve nu sas histricas relacionadas com acontecimentos polticos importantes do cenrio europeu, assim:
a) diante da impossibilidade de tocar em portos de Portugal, por proibio do rei Felipe Ilda Espanha, os holandeses organizaram a Companhia das mdi- as Ocidentais para conquistar a terra que produzia o acar e assim a continuidade de sua participao no comrcio desse produto.
b) liberto Portugal do dominio da Espanha em 1580, os holandeses resolveram entrarem contato direto com acolnia portuguesae assim manfersua parti cipao no comrcio maritimo do acar.
c) durante a dominao da Espanha sobre Portugal, os holandeses resolveram criar a Companhia das Indias Ocidentais para entrarem contato direto com os espanhis no comrcio maritimo de acar.
d) diante da impossibilidade de tocar em portos portugueses, por proibio do rei Felipe II, os holan deses resolveram conquistar a terra que produzia o acar e assim garantir o monoplio que, juntamen te com a Inglaterra, detinham sobre o comrcio tua ritimo do produto.
e) diante da crise da superproduo do acar, os holandeses organizaram a Companhia da Indias Ocidentais para conquistar a terra de onde vinha aquele produto, e assim organizar o mercado e con trolar os preos de acordo com seus interesses.
13. A atual configurao do territrio brasileiro foi definida em suas lintiasgeealsno sculo XVIII pelo:
a) Tratado de Tordesilhas, que fixou os dominios portugueses e espanhis na Amrica.
b) Tratado de Santo Ildetonso, pelo qual foram cedi dos a Portugal os Sete Povos das Misses.
Cincias Humanas e suas tecnologias
c) Tratado de Utrecht, que incorporou ao Brasil a Provncia Cispiatina.
d) Tratado de Lisboa, que garantiu os direitos de posse sobre o territrio do Acre.
e) Tratado de Madri, que reconheceu a ocupao territorial alm da Linha de Tordesilhas.
14. (PUC-SP) Foram osjesuitas os principais res ponsveis pela introduo da cultura europia no Brasil, visando:
a) ampliar os conhecimentos dos novos sditos da Coroa para que participassem da administra o colonial.
b) educar os colonizados para ler, escrever e falar o portugus a fim de que assimilassem os hbi tos, costumes e a religio do colonizador,
o) assimilar os comportamentos e prticas nativas, tendo em vista a formao de uma cultura que res peitasse os valores indgenas.
d) permitir que, por meio da educao formal, os colonizados pudessem freqentaras universidades eu ro p  ias
e) contribuir para a ampliao dos principios da livre escolha da religio.
15. (STA. CASA-SP) A economia mineradora, no sculo XVIII, no Brasil,toi responsvel, em gran de parte:
a) pela diminuio do fluxo de imigrantes portugue ses que deixavam a metrpole no sculo XVII.
b) pela consolidao do governo central sediado em Salvador(f 763).
c) pelo revigoramento do Nordeste aucareiro, que passou a ser financiado pelas capitanias me ridionais.
d) pelo desenvolvimento de uma civilizao rica nas Minas Gerais, graas  grande circulao do ouro.
e) pela acelerao do processo de interiorizao, ao mesmo tempo que determinou um alargamento territorial.
16. (IJC-BA)Aflestaurao de Portugal (1640) gera
cama srie de medidas de carter restritivo no
brasil colonial, provocando rebelies, das quais
a primeira foi a:
a) Guerrados Mascates. d) lnconfidncia Baiana.
b) Revolta de Becmoan. e) Confederao do Equador
e) Conjurao Mineira.
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17. (PIJC-SP) A causa imediata da Inconfidncia Mineira foi:
a) a priso de oliciais das unidades militares acantonadas nas Gerais, ordenada pelo Visconde de Barcelona com finalidade de impedir manifestaes contra o rigor do listo portugus.
b) a ordem baixada pelo governador de Minas, Visconde de Barbacena, para que se realizasse a "derrama",au seja, a cobrana dos tributos devi dos Coroa portuguesa.
o) a perseguio pelo governador das Gerais, O. Luis da Cunha Meneses, aos inletecouais da Vga Rica, d) a represso portuguesa aos protestos populares contra a instalao das Casas de Fundio, onde o ouro deveria ser "quitado" e translormado em barras. e) o autoritarismo do governador das Minas Gerais. conde de Assumar, famoso pela brutalidade com que rralava seus inimigos politicos.
18. (IJFRS) Sobre osquilombas no Brasi so lei tas as seguintes afirmativas:
Constituiam-se em agrupamentos de negros lu gidos, como forma mais significativa de luta con a
escravido.
I - O mais conhecido ncleo de escravos fugilivos surgiu no sculo XV sob o nome de Palmares.
I - O nmero de quilombos de que selem registro d uma imagem distorcida de sua lreqncia real, muito maior do Que aquela revelada por nossa historiogralia tradicional em suas descries.
Quais esto corretas?
a) decadncia da produo do ouro.
b) instalao das casas de fundio.
c) insatistao das populaes mais humildes.
d) invaso holandesa na Bahia,
e) revolta dos comerciantes portugueses. 20. (IJFSC)  caracterstica comum das trs lti mas rebelies do perodo colonial - Inconfidn tia Mineira Conjurao Baiana e Insurreio Pernambucana, o fato de:
a) terem sido conduzidas pelos mesmos grupos sociais.
330 - Histria do Brasil
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a) abolio da escravido no Imprio.
b) promulgao da Lei Fusbio de Queirs.
e) Proclamao da Repblica.
b) possuirem como objetivo a extenso do mb mento a todo o territrio brasileiro.
e) terem ocorrido em locais de economia agrl exportadora.
d) pretenderem organizar o mesmo lipo de goveri revolucionrio.
e) solrerem inllunr4ias de ideais polticos externc principalmente franceses e americanos.
21. (UFU-MC) O Pacto Colonial entre Brasil e P tugal encontrou seu declnio por ocasio da:
e) implantao das tarifas alfandegrias proteci nistas.
d) abertura dos portos porfl.Joo, principe regen em 1B08.
22. (IICMO) Em 1808, com a chegada ao Brasil prncipe regente de Portugal, so tomadas portanles medidas. Aquela que garante o fim estado colonial  a:
b) abertura dos portos brasileiros s naes amig e) assinatura dos Tratados de lelo com a lnglate
e) instalao dos rgos judicirios portugue no Pais.
23. (CESURANRIO) A t,ansle,nola da Corte po guesa para o Brasil, seguida da abertura portos, em 1808, significou:
1. afim do antigo sistema colonial, em razo datr
lormao do Brasil numa nova metrpole.
2. a ruptura do pacto colonial, com ainstaurai
regime de livre comrcio no Brasil,
3,o inicio de um penado de mudanas que leva
a emancipao poltica do Brasil.
4. a possibilidade de um maior desenvolvimen Brasil, beneficiando igualmente Portugal.
a) elevao do Brasil  categoria de reino.
a)Apenasl.
d)Apenaslell.
d) liberao das indstrias do Brasil,
e) 1, Ile I
b) Apenas II. c).Apenas I
19. 4DC-MG)A Inconfidncia Baiana de 1789 lem como causa a:
Esto corretas somente as alirmativas:
a)1e2	c)2e3
b)3e4	d)1,3e4
e) 1,
A
L ItJ
24. (PUC-SP) ssinaIe a afirmao que deve ser considerada correta a respeito do processo te Independncia brasileiro.
a) Aps o 7 de setembro de 1822,0 Brasil pode ser visto como pas independente poltica e economica mente, tendo sido reconhecido como tal imediata mente pelos pases, inclusive Portugal.
b) A Independncia do Brasil ocorreu no dia 7 de setembro de 1822, devendo-se principalmente ao carter generoso e a atuao exclusiva do principe 0. Pedro, condecorado justamente com o tituto de De fensor Perptuo do Brasil,
c) A Independncia brasileira foi resultado das pres ses exercidas sobre o governo portugus pelas independncias das colnias espanholas que esta vam se libertando naquela poca.
d) Como em alguns paises latino-americanos, a in dependncia brasileira foi fruto de um considervel movimento popular, o que contribuiu para que boa parcela da populao tivesse condies de influir na formao do Estado brasileiro.
e) As rebelies nativistas no final do sculo XVIII, o episdio daAbertura dos Portosem 1808, conferin do liberdade de comrcio ao Brasil, a Revoluo do Porto de 1820 em Portugal, exigindo a volta de 0. Joo VI a Portugal e ameaando o Brasil com a recolonizao podem ser considerados momentos importantes do processo de Independncia brasi leiro, liderado pela camada proprietria de terras.
25. (PUC-SP) Na Nistria brasileira, a Independn tia, em1822, no significou alterao qualitati va do sistema social. Isso porque:
a) apesardo rompimento com Portugal, notoi proi bida a vinda de imigrantes.
b) as relaes comerciais com a Inglaterra permiti' ram asubstituic de importaes.
c) a explorao dos escravcs no foi reconhecida como crime contra a pessoa,
d) o rompimento com a metrpole permitiu legisla o favorvel  distribuio de terras.
e) a organizao do trabalho persistiu baseada no brao escravo,
26. (UE-MG)A Independncia do Brasil represen tou, na realidade:
a) a quebra da autoridade da metrpole, apenas no setor luridico-administrativo.
b) a ruptura total da interferncia inglesa nos assun tos econmicos brasileiros,
Cincias Humanas e suas Tecnologias
c) a vitria dos grupos manicos interessados na criao de um imprio de provincias autnomas.
ri) a interferncia direta da Inglaterra na posse do poder polilico.
e) um ato polilico-administrativo e no uma ruptura com o passado colonial,
21. (FUVEST) A atoao da Inglaterra no pro cesso de emancipao poltica do Brasil tinha por objetivo:
a) dividir com os portugueses os lucros do comr cio de escravos,
b) garanlir a manuteno dos interesses comerciais ingleses no Pais,
c) organizar uma repblica parlamentar, ccnstituida de provncias autncmas.
d) implantar no Brasil ncleos coloniais de popula o inglesa.
e) anular os termos estabelecidos no tratado de Melhuen.
28. (UGF-RJ) A Escala de Sagres era:
a) uma escola propriamente dita,
b) uma reunio de cartgrafos, cosmgratos, marinheiros e viajantes.
c) uma instituio de carter religioso que visava  expanso da f.
d) uma organizao derivada da cavalaria. 29. OSEC-SP) Nos primeiros anos aps o desco brimento, Portugal demonstrou desinteresse em relao ao Brasil porque:
a) Portugal possua o monoplio do comrcio asiticoe enfrentava uma crise demogrfica;
b) Portugal tinha maior interesse pelo comrcio das especiarias e em outras colnias americanas;
c) Portugal concentrava todas suas foras para en contraro caminho martimo para as Indias;
d) Portugal. nesse perodo, buscava organizar suas colnias e no se interessava pelo comrcio;
e) Portugal estava mais interessado em seu desen volvimento agrcola e na exportao de seus vinhos,
30. (PUC-SP) Entre as vrias explicaes sobre o expansionismo e os descobrimentos portugue ses dos sculos XV e XVI, podemos citar:
a) combate aos turcos otomanos que, tomando Ceuta, colocaram em risco a soberania portuguesa;
Histria do Brasil - 331
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b) a busca de novas riquezas pelo esgotamento das minas de ouro da Africa;
c) o combate ao trfico de escravos, condenado pela moral religiosa da poca;
d) a procura de novas rotas comerciais, por causa da proibio real de expedies ao Oriente;
e) as aspiraes da burguesia comercial portugue sa. fortalecida, e a ascenso de O. Joo 1 ao Irono portugus.
3 (FUVEST) Sobre o Tratado de Tordesilhas, assinado em 1 de junho de 1494, pode-se afir mar que objetivava:
a) demarcar os direitos de explorao dos paises ibricos, tendo como elemenlo propulsor o desen volvimento da e, comercial martima;
b) estimulara consolidao do reino portugus, por meio da explorao das especiarias africanas e da formao do Exrcito nacional;
c) impor a reservade mercado metropclilano, porrneio da criao de um sistema de monoplios que atingia todas as riquezas coloniais;
d) reconhecer a transferncia do eixo do comrcio mundial do Mediferrneo para o Atlntico, depois das expedies de Vasco da Gama s indias; e) reconhecer a hegemonia anglo-francesa sobre a explorao colonial, aps a destruio da Invencivel Armada de Filipe I da Espanha.
32. (CESCRANRIO) Na poca de transio feuda Hsmo/capitalisma, o capitalismo mercantil vin culava-se a unia nova estrutura de Estado, ora beneficiado pelas prticas mercantilistas, ora pela montagem do antigo sistema colonial. Pode-se identificar como caracterstica do Pac to Colonial:
a) a compra de produtos coloniais por preos eleva dos e avenda de produtos manufaturados metropo litanos por preos irrisrios;
b) o estimulo  produo agrcola das colnias cbjetivando sua prpria subsistncia;
c) o consumo dos manufaturados metropolitanos pelas colnias e a exportao de bens lucrativos para a metrpole;
d) o predomnio de investimentos em atividades coloniais e no em atividades agrcolas;
e) o livre comrcio colonial com as metrpoles euro pias e com a sia, principalmente.
33. (FGV-SP) Com relao  regio Nordeste Brasil, nos primeiros tempos do perodo colonial uma atividade ecoamica constitui o elenient de fixao da corrente povoadora, cogitara outra foi grande fator de mobilidade e desla camento dessa corrente.
Trata'se, respectivamente, da:
a) criao de gado e cultura da tana; b) cultura da cana e criao de gado;
c) cultura algodoeira e criao de gado;
d) criao de gado e cultura algodoeira;
e) cultura da cana e minerao.
34. fPUC-SP)
A agricultura comercial  a soluo. Produ zem-se gneros tropicais de acordo com as ne cessidades do mercado externo: o que determin o empreendimento produtivo  a circulao, o cc mrcio.."
lendo em vista as caractersticas da ocupai portuguesa no Brasil, pode-se afirmar, a parti do texto, que a col&iia era uma rear
a) fornecedora de gneros de primeira necessidade
b) produtora de artigos manufaturados de luxo;
o) vinculada  demanda de bens de capital;
d) complementar da economia metropolitana;
e) sem importncia para a economia europia.
35. (FAFEOD-MG) A colonizao do Brasil sete sob farte impulso da ecoloonola europia, ent em ritmo acelerado de expanso. Sob esse pri, ma, a economia aucareira:
a) permitiu o inicio da ocupao efetiva do Brasil gerou lucros para a metrpole, que passou a ccl' car o produto brasileiro em larga escala nos merc dos europeus;
b) veio retardar o desenvolvimento daeccnomia pc tuguesa interessadaexclusiiamente no comrcio pr venientr das feitorias asiticas;
c) foi um momento inicial da explorao coloni logo abandonado pela minerao aurifera desc berta no serto centro-sul do Brasil;
d) nunca rendeu a Portugal o que a metrpole de, java, por ter sido o litoral brasileiro invadido por 1 landeses durante grande parte do perodo cotoni e) facilitou a interiorizao da colonizao brasite e criou um considervel mercado consumidor produtos europeus no nordeste brasileiro.
332- Histria do Brasil
33. ffUVEST) Forma caracterstica dominante da colonizao portuguesa na Amrica:
a) pequenas unidades de produo diversificada. comrcio livre e trabalho compulsrio:
b) grandes unidades produtivas de exportao, monoplio do comrcio e escravido;
c) pacto colonial, explorao de minrios e traba lho livre;
d) lalitndio, produo monocullora e lrabalho assalariado de indigenas;
e) exportao de malrias-primas, minitndics e servido.
37. (MACK-SP)
"O monoplio do comroio das colnias pela me trpole detine o sistema colonial, porque  por meio dele que as colnias preenchem sua funo hist rica." (NOVAIS, Fernando, "O Brasil nos quadros do antigo sistema colonial".)
Atuno histrica das colnias a que se refere o texto seria:
a) o carter complementar da colnia da economia das metrpoles;
b) a realizao do ideal cruzadistico cristo-euro peu, por meio do processo de colonizao;
e) abastecer o mercado local e metropolitano de pro dutos manufaturados produzidos com a utilizao de mo-de-obra escrava;
d) apenas aumentar os efetivas da metrpole com reflexo do ideal nacionalista que caracteriza o
perodo,
e) solucionar o problema de excedenees demogr tiros da metrpole por meio da emigrao para as zonas coloniais.
38. (UNIFOR-CE) 0 Sistema de Capitaniasileredi trias, estabelecido no Brasil por ti. Joo III, teve por finalidade principal:
a) favorecer a nobreza portuguesa limitando o cres cimento da burguesia, uma vez descoberto o cami nho para as ndias;
h) povoar o litoral em toda a sua extenso utilizan do a iniciativa privada para assegurar a posse do territrio brasileiro contra estrangeiros;
c) incentivar o desenvolvimento da lavoura algo doeira, em virtude dos altos preos do produto no mercado europeu:
Cincias Humanas e suas Tecnologias
d) utilizara costa brasileira como entreposto e centro de abastecimento das expedies que se encami nhavam  Africa em busca de especiarias;
e) povoar a faixa litornea e o interior do territrio, podendo assim desenvolver povoados alm da linha de Tordesilhas.
39. (FUVEST) No sculo XVII, contriburam pora a penetrao para o interior brasileiro:
a) o desenvolvimento das culturas da cana-de-a car e do algodo;
b) o apresamento de mndigenas e a procura de rique zas minerais;
c) a necessidade de defesa e o combate aos franceses;
d) o fim do domfrtio espanhol e restaurao da Mo narquia portuguesa;
e) A Guerra dos Emboabas e a transferncia dacapi tal da colnia para o Rio de Janeiro.
40. (UFSE) O texto abaixo refere-se  atividade pecuarista no Brasil-colnia:
"0 gado podia penetraro serto No tinhao problema serissimo do transporte, porque transportava-se a si mesmo. A mo-de-obraexigidaera pouca. Sem acom plexidade daagrlcultura, principalmente da canavieira, tinha na amplitude do serto o caminho de sua expan so, acompanhando os rios rumo ao interior."
Assinale a nica alternativa no contida no texto.
a) A criao do gado era pouco exigente com respei to  mo-de-obra,
b) A agricultura aucareira era atividade mais com plexa do que a criao de gado.
c) A penetrao do gado no serto no envolvia cus tos de transporte.
d) A pecuria no tinha maior produtividade do que as atividades agrtcolas.
e) O serto apresentou-se como o caminho adequa do para a expanso da criao de gado.
4'L
"No aldeamento
Quem mandava no era mais o chefe indigena.
Quem mandava era o missionrio.
Era o missionrio que mandava plantar roa.
Era o missionrio que mandava assistir missa.
Era o missionrio que mandava construir oasas. lclMl. Hisrria dos povos indgenarl
Histria do Brasil - 333
Cincias Humanas e a Tecnologias
O texto acima se refere ao ():
a) extermnio indgena na guerra dos brbaros;
b) ao das jesutas no perodo colonial;
c) declnio da colonizao portuguesa na Amrica;
d) supremacia dos ndios sobre os missionrios;
e) vida indgena anles da chegada do colonizador.
42. (FUVEST)
'Na minha primeira carta disse a V. Rev, a grande perseguio que padecem os ndios, pela cobia dos portugueses em os cativarem, Nada h de dizer de novo, seno que ainda continua a mesma cobia e perseguio, a qual cresceu ainda mais.
No ano de 1649 partiram os moradores de So Paulo para o serto, em demanda de uma nao de indios distantes daquela capitania muitas l guas pela terra adentro, com a inteno de os ar rancarem de suas terras e os trazerem s de So Paulo, e ai se servirem deles como costumam." (Pe. Antnio Vieira. Canta ao Padre Provincial, 1653, Maranho.)
Este documento do Pe. Antnio Vieira revela:
a) que tanto o Pe. Vieira como os demais esuitas eram contrrios  escravido dos indgenas e dos africanos, posio que provocou conflitos cons tantes como governo portugus;
b) um dos momentos cruciais da crise entre o governo portugus e a Companhia de Jesus, que culminou com a expulso dos jesuitas doterritrio brasileiro;
c) que o ponto fundamental dos confrontos entre padres jesutas e colonos releria-se  escravizao dos indigenas, em especial,  forma de atuar dos bandeirantes;
d) um episdio isolado da ao do Padre Vieira na luta contra a escravizao indgena no Estado do Maranho, o qual utilizava da ao dos bandeirantes para caar nativos;
e) que os padres jesuitas, em oposio  ao dos colonos paulistas, contavam com o apoio do go. verno portugus na luta contra aescravizao in dgena.
43. (IJNESP}Apartir de 1150, com os Tratados de Limites, lixou-se a rea ten-itorlal brasileira, com pequenas diferenas em relao  configura o atual. A expanso geogrfica havia rompido
os limites impostos pelo Tratado de Tordesiltia No perodo colonial, os fatores que mais conti buiram para a referida expanso foram:
a) criao de gado no Vale do So Francisco e  senvolvimento de uma slida rede urbana;
b) apresamento do indgena e constante proc ura riquezas minerais;
c) cultivo de cana-de-acar e expanso da pecur no Nordeste;
d) ao das donatrios das capitanias hereditrias Guerra dos Emboabas;
e) incremento da cultura do algodo e pene lrai
dos jesuttas no Maranho.
44. (OSEC-SP) O movimento das Bandeiras e criao extensiva do gado, no periodo colonia contriburam para o (a):
a) declnio da explorao de metais preciosos;
b) desenvolvimento da cana-de-acar;
c) ampliao territorial do Brasil;
d) manuteno do Tratado de Tordesilhas;
e) fixao do homem no litoral bnasileiro.
45. (UFMO) O interesse dos holandeses em oci par reas no Brasil est relacionado com:
a) a conquista territorial de pontos estratgicos sando quebrar o monoplio da rota da prata;
b) as barreiras impostas pela Espanha  partici pai tiamenga no comrcio aucareiro;
e) os contratos comerciais preteronciaisfirmadoseni Portugal e Inglaterra;
d) as solicitaes dos senhores-de-engenho, ins tisfeitos com o supermonoplio metropolitano;
e) a instalao de tcnicas mais avanadas, vi san  elevao da produtividade.
46.(UFPA)O domnio holandssobre Pernambuc no perodo colonial, foi um dos maiores reflex da Unio Ibrica sobre o Brasil. Afirma-se relath mente  presena holandesa no Brasil que:
a) os limites das suas conquistas ficaram rest rito Pernambuco, ento a capitania que mais produ. acar e cacau na colnia;
b) o governo de Nassau, refletindo os interesses Companhia das ndias Ccidentais, procurou, jun mente com os produtores locais, incrementarair mais a produo do acar;
334- Histria do Brasil
c) a partir de suas bases no Nordeste, os holandeses ampliaram o raio da sua dominao, chegando, em 1645, a conquistar a Amaznia oriental;
d) oriundo de uma Holanda dividida pelas guerras de re o protestante Nassau fez do seu governo, em Pernambuco, uma ditadura teocrtica
e) julitamenle com as regies que dominaram a Bahia, os holandeses Iranstormaram o Nordeste numa rea igualmente lucraliva para Portugal e Espanha.
47. (FUVEST) O governo de Maurcio de Nassau Siegen (1637-1044), no Brasil liolands, preocu pou-se particularmente com a:
a) consolidao do sistema produtor de acar;
b) eliminao da influncia portuguesa na vida pblica;
c) converso dos colonos  religio reformada luterana;
d) eliminao dos focos de insurreio dos baianos;
e) extino dos malef da agricultura latifun diria.
48. (MACK) A elevao do Brasil a Reino Unido estava vinculada:
a)  tendncia antibritnica do governo portugus, favorvel ao regresso da Corte aps a queda de Bonaparte.
b)  legitimidade da presena da Corte no Brasil e  aquisio do direito do voto para Portugal, elevado ao status de potncia.
o)  necessidade de anular a oposio da burguesia portuguesa que apoiava a emancipao gradual da Colnia.
d)  quebra do pacto colonial efetivado pela abertura dos portos e  necessidade de uma modernizao na estrutura poltica brasileira.
e)  influncia de Portugal lunto ao govenio brttnico. 49. (UFBA) Do ponto de vista do mercado Interna cional da acar no sculo XVII, as invases ho landesas no Nordeste brasileiro representaram:
a) a luta pela manuteno do papel de intermedirios; b) a lula pelo controle da distribuio do produto; c) a necessidade de controlar os centros produlores; d) o interesse no controle do transporte do produto; e) a presso pela baixa dos preos.
Wncias Humanas e suas Tecnologias
50. (UCM-RJ) NASSAU - A guerra entre Holanda e Portugal nunca existiu. Durante todos esses anos tivemos um inimigo comum: a Espanha. A vida Caslela dos Felipes que, no satisfeitos de humilhar Portugal, pretendiam estendersuas garras imperia listas at os Pases Baixos. Queria ocupar o trono da Holanda e conquistar o mundo, os Felipes. Mas, a Restaurao de Portugal vem marcar o inicio de um novo lempo. E ohm de um longo equivoco (abraa o Frei e enche os dois clices)-viva D. Joo IV, Rei de Pontugall (BUARQUE,C.eGUERRA, R. GalabaroElo gioda Traio.)
A leitura do texto acima leva-nos a concluir que:
a) a dominao holandesa lias reas aucareiras do Nordeste brasileiro  um fato no-verldico, uma vez que no houve guerra entre Holanda e Portugal;
b) a ilivaso dos Pases Baixos, por Felipe de Costela, motivou a invaso holandesa s reas produtoras de acar;
c) asubida ao trono de O. Joo Violo pretexto que os holandeses alegaram para justificar sua presena no Nordeste brasileiro;
d) a Unio Ibrica, sob o Reinado dos Felipes, incen tivou os espanhis  dominao territorial dos Pai ses Baixos;
e) Nassau reconhece a inexistncia de rivalidade entre Holanda e Portugal e atribui a invaso holandesa ao Nordeste brasileiro  Unio Ibrica.
SI. (FEFACEL-RJ) A luta entre paulistas e foras teiros pela posse das mInas de ouro tomou-se conhecida pelo nome de:
a) Guerra dos Mascates;
b) Revolta de Felipe dos Santos;
c) Confederao do Equador;
d) Conjurao Baiana;
e) Guerra dos Emboabas.
52. (IIEL-PR) A explorao das jazidas aurferas
no Brasil, a partir do incio do sculo XVIII, teve como uma de suas conseqncias a:
a) intensificao da handeirismo de apresamento para o trabalho de minneraa;
b) decadncia da economia da regio extremo-sul do Brasil;
c) diminuio do movimento bandeirante nos cam pos de Vacaria;
Histria do Brasil - 335
r
Cincias Humanas e suas Tecnologias
d) lormao de um ncleo de mercado inlerno que deu impulso  pecuria;
e) penetrao em profundidade de elementos castelhanos  procura de ouro no sul da colnia.
53. (FIIVEST) No sculo XVIII, a produo do ouro provocou muitastransfomiaes na colnia. En tre elas podemos destacar:
a) a urbanizao da Amaznia, o inicio da produo do tabaco, a introduo do trabalho tivre com os imigrantes;
b) a introduo do trfico atricano, a integrao do ndio, a desarliculao das relaes com a In glaterra;
c) a industrializao de So Paulo, a produo de caf no Vale do Paraba, a expanso da criao de ovnos em Minas Gerais;
d) a preseniao da populao indgena, a decadn cia da produo algodoeira, a introduo de oper rios europeus;
e) o aumento da produo de alimento, a integrao de novas reas por meio da pecuria e do comrcio, a mudana do eixo econmico para o sul.
54, (FURRN) A Guerra dos Emboabas e a Revolta de Felipe dos Santos, no sculo XVIII, foram movimentos relacionados com a (as):
a) cana-de-acar;
b) vinda de escravos;
c) cultura do caf;
d) economia do tI Reinado;
e) questes da minerao.
55. (UFMG) As chamadas "rebelies coloniais" no Brasil, situadas na segunda metade do scu lo XVIII, diferenciaramse das "rebelies aatlvlslas" porque:
a) apresentavam um nvel mais baixo de denio ideolgica;
b) incluam em seus objetivos o estabelecimento de um pacto colonial;
c) adquiriam dimenses nacionais ao articularem vrias capitanias;
d) constituam movimentos de reao ao poder da aristocracia territorial;
e) pretendiam o rompimento das relaes polticas de dependncia com a metrpole.
56.(UFRS)A Revolta de Beckman, no sculo XV
o Guerra dos Emboabas, a Guerra dos Mascat
e a sedio de Felipe dos Santos em Vila Rica,i
sculo XVIII, tiveram em comum o fato de que a) representavam uma tentativa de combate  ai desempenhada pelo sistema de explorao das Cor panhias de Comrcio;
b) visavam a promover a autonomia de ncleos gionais, com a valorizao o elemento nacional;
c) apresentavam medidas reivindcatrias sem, co, tudo, oferecerem um projeto de separao poltb de Portuga
d) tentaram promover, sem xito, o trmino daexpl rao do sistema de escravido africana;
e) pretendiam estabelecer medidas reformistas, fim de criar novas condies sociais menos suje tas  influncia do liberalismo portugus.
57. (UNICRUZ-RS) Durante quase dois scuir havia considervel identidade de Interesses ei tre o desempenho da elite colonial e a politicai metrpole. Cabia aos senhores rurais desbrav; o territrio brasileiro e desenvolver a econom da colnia.
A metrpole s recebia os lucros na tomia quintos reais e dos dzimos que cobrava. Com tempo, entretanto, os conflitos entre metrpo e colnia foram crescendo, alImentado por 'oro contradio inevItvel. O resultado foi a expi' so de revoltas, algumas sem objetivo separ; tista, outras com.
Constitui revolta separatista:
a) Guerra dos Emboabas. d) Conjurao Mineir
b) Guerra dos Mascates, e) Revolta de Beckma
c) Revolta de Vila Rica.
58. (UFPA) A chomada Revolta de 8eckman, Maranho (1684), ilustra lima realidade produa da peles peculiaridades do sistema colonial o Brasil. Sustenta'se, nesse sentido, que:
a) o movimento revelou os srios problemas de m de-obra enfrentados pelo Maranho,  poca, liii tando as prprias possibilidades econmicas capitania;
b) tratou-se de um movimento nascido no interii da crise da poltica pombatina para o Brasil, traduzid no caso, pelo fechamento da Companhia de Com cio do Gro-Par e Maranho;
336 'Histria do Brasil
1
a
e) a revolta revelou o descontentamento das elites locais diante da proibio, estabelecida pelo gover no de O. Joo IV para o funcionamento das manufa turas no Maranho;
d) o movimento buscou, contrariando os interesses de Portugal, o concurso de capitais holandeses para a agricultura maranhense, recursos esses no pro porcionados por Lisboa;
e) o contexto da revolta foi o da marginalizao eco nmica do Maranho, produzida pela decadncia da sua minerao, o que afastou Portugal da capitania,
59. (FGV-SP) A Guerra dos Mascates ops, como contendores, em alinda e Recife, respectiva- mente:
a) comerciantes e senhores-de-engenho;
b) pecuaristas e senhores-de-engenho;
o) comerciantes e pecuaristas;
d) senhores-de-engenho e comerciantes;
e) senhores-de-engenho e pecuaristas.
60. (UGF-RJ) Guerra dos Emboabas e Guerra dos Mascates foram movimentas nativistas ocorri dos, respectivameate, em:
a) Minas e Pernambuco;
b) Maranho e Par;
c) Rio Grande e Santa Catarina;
d) So Paulo e Bahia;
e) Rio de Janeiro e Alagoas.
61. (CCCHS LETRAS E ARTES-RI) Locais onde tive ram lugar a Revatta de Beckman e a Guerra dos Mascates, respectivamente:
a) Maranho e Cear;
b) Pernambuco e Paraba;
e) Maranho e Pernambuco;
d) Cear e Pernambuco;
e) Paralba e Cear.
62. Em relao aos movimentos revolucionri os do sculo XVIII, no Brasil, no podemos ai ir- mar que:
a) tanto a Conjurao Baiana quanto a Inconfidn cia Mineira toram movimentos nativistas e, por tanto, idnticos em todos os aspectos,
b) a Insurreio Pernambucana caracterizou-se pelo descontentamento em relao  alta de impostos e pulvilgios comerciais portugueses.
Cincias Humanas a suas Tecnologias
c) a Inconfidncia Mineira foi articulada unto  elite econmica e a Conjurao Baiana teve conotaes popu lares.
d) a metrpole reprimiu violentamente todos os movimentos revolucionrios.
63. (PUC-SP) Entre as propostas deteodidas pela Inconfidncia Mineira, pode-se indicar:
a) a Independncia do Brasil e o estabelecimento de um governo republicano;
b) o tdrmino das concesses especiais  Inglaterra, constantes dos Tratados de Comrcio e de Amizade; c) a mudana da sede do governo brasileiro da Pro vncia da Bahia para a de Minas Gerais;
d) arestrio da produo manufatureira, que impe dia a concentrao de recursos nas atividades mine radoras;
e) a abolio da escravatura no Brasil, mediante in denizao aos proprietrios.
54. (MACK-SP) A crise do sistema colonial gerou uma srie de rebelies, que refletiam as contra dies internas e a ruptura de interesses entre metrpole e colnia.
Nesse quadro est inserida a clebre Revolta dos Alfaiates ou Incontidncia Baiana, cujo trao marcante foi:
a) a ausnciade ligaes como movimento manico. responsvel por quase todas as revoltas do perodo; b) o combate s idias da Revoluo Francesa, de fendidas nos meios intelectuais da colnia; o) o cartereminentemente popular do movimen to e suas reivindicaes, o que desencadeou uma violenta represso da metrpole contra os lideres populares;
d) ter apenas combatido a poltica mercantilista da metrpole, sem contudo pensarem separao polca; e) a apurada organizao do movimento, que justi ficou sua vitria sobre as tropas coloniais,
65. (UFCE} Texto 1
Animai-vos povo bahtense! Est por chegar o tem po feliz da nossa libertaol O tempo que seremos todos irmos; tempo que seremos todos iguais.
Vamos lutar para que no haja mais diferena entre a cor branca, parda e preta. Seremos todos felizes, sem exceo de pessoas"
fPAIVA, Miguel e SCHWARCz. I Moniz. Da Colnia ao Imprio: um Brasil para ingls ver.. e latifundirio ne nhum botar defeito. So Paulo: Brasilierse, s/d, p27.)
Histria do Brasil '337
Cincias Humanas e suas tecnologias
Texto I
'Cada um, soldadoe cidado, mormente os homens pardos e pretos que vivem ecornados e abandona dos, sero iguais, no haver diferena, s haver liberdade, igualdade elraternidade."
(NADAI, eira e NEVES. Joana Histria do Brasil: da Coln Repiblica. 150 ed. So Paulo: Saraiva, 1993, p. 119.)
Os textos 1 e II so parte integrante de pantietos de lderes revolucionrios que expressam o iderio de tin, importante movimento social ocor rido no Brasil, no contexto da crise do sistema colonial, e que contou com expressiva partici paflo popular. Estamos nos referindo :
c) Revolta dos Alfaiates.
d) Revolta dos Cabanos.
e) Revolta dos Escravos Mals.
66. (UIIESP) A respeito da lncontidlicia Mineira
 vlido concluir que:
a) constituiu-se em uma conspirao que no che gou  fase da revolta armada;
b) visava, entre outras medidas, ao estabelecimento de um governo monrquico independente da cria o de indstria e supresso da escravatura;
o) participaram do movimento principalmenteelemen tos dos segmentos mdios e baixos da populao; d) chegou  fase da revolta armada envolvendo pes soas de diferentes segmentos sociais, em torno da figura deTiradentes;
e) foi um movimento revolucionrio genuinamente autctone.
61. (PUC-RJ) Entre as alternativas abaixo, assina le aquela que apresenta as caractersticas co muns aos denominados movimentos precurso res da independncia do Brasil:
a) o contedo de seus programas era baseado na ruptura dos laos coloniais e na abolio do traba lho escravo;
b) o carter urbano e o amplo apoio popular s Conjuraes;
e) o carter regional ou local dos movimentos e a influncia sobre os mesmos das idias liberais; d) os movimentos expressam tanto as transforma es introduzidas no Brasil pela Corte Portuguesa quanto as diferentes posies de seus participantes em relao ao problema da escravido;
338 - Histria do Brasil
e) as influncias da Revoluo Francesa e a estreita vinculao com os acontecimentos que conduzem  emancipao de 1822.
6L(CESCRANRIO) A Revoluo do Porto, em 1820, pode ser considerada decisiva para a Indepen dncia do Brasil porque:
a) garantia a autonomia da colnia implementada durante a permanncia do governo portugus no Brasil;
b) fortalecia os grupos literais radicais, cadavez mais ativos na colnia e articulados com os grandes pro prietrios;
c) impunha  colnia um programa de reformas li terais, com a proibio do trfico negreiro;
d) transferia  colnia o carter retormista do capita lismo industrial e do liberalismo;
e) ameaava os interesses dos grupos brasileiros, tentando reverter vrias medidas tomadas por O. Joo no Brasil,
69. (OSEC-SP) Assinale a alternativa correspon dente  ordem cronolgica dos principais acon tecimentos citados do processo de emancipa o poltica brasileira:
a) Abertura dos Portos, Elevao a Reino Unido, In dependncia e Dia do Fico.
b) Elevao a Reino Unido, Abertura dos Portos, Dia do Fico e tndependncia.
c) Abertura dos Portos, Dia do Fico, Elevao a Reinc Unido e Independncia.
d) Abertura dos Portos, Elevao a Reino Unido. Diz do Fico e Independncia.
e) Nenhuma das alternativas anteriores,
10. (UGF-RJ) Por volta de 1820, a burguesia por tugnaesa inicia uma revoluo liberal. Controlan do o poder, prope-se a recuperar a economi do Reino o exige medidas imediatas como:
a) desligar-se da dependncia inglesa e participard. Revoluo Industrial;
b) o regresso de O. Joo VI  metrpole e recolonizao do Brasil;
c) coroar D. Pedro Imperador de Portugal e adoto uma Constituio liberal;
d) a aplicao de leis protecionistas para a amplia do mercado interno portugus;
e) alianas com a Inglaterra e acordos para iniciar industrializao.
a
a) Balaiada.
b) Sabinada.
72. (FUVEST) Ao proclamarem a sua independn cia, as colnias espanholas da Amrica optaram pelo regime republicano, seguindo o modelo norte-americano, O Brasil optou pelo regime monrquico:
a) pela grande popularidade desse sistema de gover no entre os brasileiros.
b) porque a Repblica traria torosamente a aboli o da escravido, coma ocorrera quando da pro clamao da Independncia dos Estados Unidos.
c) como conseqncia do processo politico desen cadeado pela inslalao da Corte portuguesa na colnia.
d) pelo fasclnio que a pompa e o luxo da Corte monrquica exerciam sobre os colonos.
e) em oposio ao regime republicano portugus instituido pelas cortes.
73. (UNIFOR-CE) A transmigrao da Familia Real portuguesa para o Brasil em 1808 relaciona-se a iam processe no qual alguns fatos se sucederam e tiveram peso capital. quais sejam:
a) a decadncia do imprio portugus, o Bloqueio Continental e a submisso da Coroa lusitana aos interesses ingleses.
b) o Bloqueio Continental, a restaurao dos Braganas e a ascenso do imperialismo britnico. c) a invaso das lropas de Junot, a restaurao dos Braganas e o reconhecimento dos ingleses no Tra tado de 1810.
Ciocias Humanas e suas Tecnologias
d) o Congresso de Viena. a Santa Aliana e o Blo queio Continental.
e) a elevao do Brasil a Reino Unido, o Bloqueio Conlinental e o Congresso de Viena.
74. (MACK-SP) "Os homens que realizaram a inde pendncia eram conservadores e estavam bem cons cientes da insegurana que poderia advir das ten ses internas sociais, raciais e da fragmentao que poderia ocorrer devido aos interesses regionais das oligarquias, No lhes interessava uma lula pela independncia. Por isso, por meio do Prncipe Re gente Dom Pedro, simplesmente apropriaram-se do aparelho do Estado, que haviam organizado durante a estada da familia real no Brasil. O mesmo Estado que serviu  Corte portuguesa serviu  aristocracia que promoveu a independncia. Isso explica a ma nuteno da unidade do Brasil."
Baseado no texto acima, assinale a alternativa que caracteriza o processo da independncia brasileira:
a) O carterviolento da independncia brasileira mar cado pelas lutas intemasentre as oligarquias regionais. b) O carter pacifico e etitizante da independncia que mantm a estrutura socioeconmica dos tempos co loniais, evitando tambm a diviso do territrio,
c) A apropriao do aparelho administrativo estatal pelos brasileiros que toi seguida de radicais alteraes na economia e na organizao social do Pais.
d) A longa luta contra os portugueses realizada pe las camadas populares, que possibilitou a ascenso do povo ao poder, aps a independncia.
e) O aparecimento de vrias lideranas polticas na guerra de independncia, que terminou por provo' ca a fragmentao do Pais aps a emancipao.
75. (PUC-SP) A derrama, operao fiscal da Co roa portuguesa, realizada nas Minas Gerais, no tinal do sculo XVIII, correspondia:
a) s exigncias para completar o valor da cota mni ma de 100 arrobas de ouro.
b) ao pagamento data correspondente ao nme ro de escravos empregados na lavra.
o) ao recolhimento s Casas de Fundio da quinta parte de todo o ouro extraido.
d)  tentativa da metrpole de organizar e racionali zar a exptorao do ouro.
e)  inteno de atribuir aos mineradores a respon sabilidade pelos gastos da administrao da Fazen da Real.
71. (FUVEST-SP) A organizao do Estado brasi leiro que se seguiu  independncia resultou do projeto do grupo:
a) liberal-conservador, que defendia a monarquia constitucional, a integridade territorial e o regime centralizado.
b) manico, que pregava a autonomia provin cial, o fortalecimento do executivo e a extino da escravido.
c) liL que defendiaaconvocao de uma Assemblia Constituinte, a igualdade de direitos politicos e a manuteno da estrutura social.
d) corteso, que detendia os interesses recolo nizadores, asiradies monrquicas e oliberalismo econmico.
e) liberal-democrtico, que defendia a soberania popular, ofederalismo e a legitimidade monrquica.
Histria do Brasil - 339
Cincias Humanas e suas Tecnologias
76. (FGV-SP) O movimento poltico organizado na Bahia, em 1789, inclua em seu bojo e na sua liderana mulatos e negros livres ou libertos, li gados s profisses urbanas, como artesos ou soldados, bem como alguns escravos.
Os conspiradores defendiam a proclamao da Repblica, o fim da escravido, o livre comrcio, especialmente com a Frana, o aumento do salrio dos militares e a punio de padres contrrios  li berdade, O movimento no chegou a se concretizar, a no ser pelo lanamento de alguns pantietos e vrias articulaes. Aps uma tentativa de se obter o apoio do governador da Bahia comearam as prises e delaes. Quatro dos principais acusados foram enforcados e esquartejados. Outros receberam pe nas de priso ou banimento,"
O texto acima refere-se :
a) Conjurao dosAlfaiates.
b) Balaiada,
c) Revoluo Praieira.
d) Sabinada.
e) Inconfidncia Mineira.
77. (tINIFOR-CE) A descoberta de ricos veios aurferos na regio mineira gerou uma grande concentrao populacional. Esse processo aca bou provocando tenses sociais, pois os pau listas, pioneiros nas descobertas, opunham-se aos demais forasteiros, que chegavam  regio fascinados pelo ouro.
O acima exposto nos lembra:
a) a Revolta de Filipe dos Santos.
b) a Revolta de Beckman.
o) a deposio do Maneta.
d) a Guerra dos Emboabas.
e) a Guerra dos Mascates.
78. (FUVEST) A Inconfidncia Mineira, no plana das idias, foi inspirada:
a) nas reivindicaes das camadas menos favorecidas da colnia.
b) no pensamento liberal dos tilsotos da ilustrao eu ro p ia
c) nos principios do socialismo utpico de Saint-Simon, d) nas idias absolutistas detendidas pelas pensa- dores luministas.
e) nas trmutas politicas desenvolvidas pelos co merciantes do Rio de Janeiro.
340 - Histria do Brasil
79. (UFPE-UFRPE) A Inconfidncia Baiana, que ocorreu na ltima dcada do sculo XVIII, teve caractersticas bem pecutiares, que a distinguem dos demais movimentos precursores da Indepen dncia. Assinale, entre as alternativas, aquela que lhe corresponde exclustvamente:
a) Teve como meta nioa a integrao social dos brancos pobres, a exemplo dos altaiales,
b) Liderana formada por pobres, literatos e pela pequena burguesia urbana.
c) Pretendia o tim da capitao, imposto cobradc sobre o nmero de escravos.
d) Objetivava, alm da independncia, mudanas radicais, como a igualdade racial e o fim de privil' gios sociais.
e) Sofreu influncia do iderio da ilustrao e da atu ao de lojas manicas.
80. (UFRS) A economia brasileira, na primeira metade do sculo XIX, teve como aspecfc marcante:
a) Oferecer grandes estmulos s atividades comerci ais e, especialmente, s indstrias urbanas.
b) Dar continuidade a urna estrutura colonial agon dependente do comrcio externo da Inglaterra.
e) Centralizar sua produo em torno da grand indstria.
d) Esforar-se no sentido de etiminar a importao d produtos agrcolas.
e)	Tornar-se independente do domnio dt
mercantilismo ingls, conforme ocorrera no perto do colonial.
81. (FUVEST) No perodo colonial, o Brasil, exem pIo tpico de cot&nia de explorao, apresenta va as seguintes caractersticas:
a)	grande propriedade, policultura, prod ui
comercializada com outras colnias e mo-de-obr
livre.
b) pequena propriedade, cultura de subsistnci; produo para o consumo interno e trabalho livre
c) cotonato, produo manufatureira comercializad com a metrpole e mo-de-obra computsria.
d) latifndio, cultura de subsistncia, produo des tinada ao mercadc interno e mo-de-obra imigrantt
e) grande propriedade, monocultura, produo par o mercado externo e mo-de-obra escrava.
82. (UN Podem-se considerar as colni as de explorao como as mais tpicas da colo nizao europia na Idade Moderna. Dentre os trs principais alicerces que lhes davam vida, tivemos:
a) a grande propriedade, a policultura e o trabalho servil;
b) a mdia propriedade, a monocultura e a servido indigena;
c) a grande propriedade, a monocultura e o trabalho compulsrio
d) o mercado interno, o mercado externo e o traba lho livre;
83. (FUVEST) A produo de acar ao Brasil
colonial:
a) possibilitou o povoamento e a ocupao de todo
o territrio nacional, enriquecendo grande parte da
populao.
b) praticada por grandes, mdios e pequenos lavra dores, permitiu a formao de uma slida classe mdia rural.
o) consolidou no Nordeste uma economia baseada no latifundirio monocultor e escravocrata que aten dia aos interesses do sistema portugus.
d) desde o inicio garantiu o enriquecimento da re gio Sul do Pas e foi a base econmica de sua hegemonia na Repblica.
e) no exigindo muitos braos, desencorajou a im portao de escravos, tiberando capitais para ativi dades mais lucrativas.
84. (UnB-DF) Em relao ao Brasil-colnia, apon te a afirmativa correta:
a) O monoplio, o tatitndio e a escravido foram os elementos bsicos da colonizao.
b) A produo econmica colonial estava firmemente direcionadapara o mercado infemo e para o atendimen to das necessidades de consumo das classes mdias.
c) A presena de capitais holandeses, na economia aucaretra nordestina, foi paiticularmente decisiva para ofinanoiamento do plantio da canae inexistente naeta pa de refino e de transporte do produto para a Europa.
d) A minerao, no sculo XVIII, consolidou a regio nordestina como principal centro econmico e po titico da colnia.
Ciacias Humanas e suas Tecnologias
85. (OSEC-SP a primeira preocupao dos esta dos cctonizadores ser de resguardar a rea de seu imprio colonial diante das demais potncias, a ad ministrao se far a partir da metrpole, e a preocu pao fiscal dominar todo o mecanismo adminis trativo. Mas a medula do sistema, seu elemento definidor, reside no monoplio do comrcio colo nial. Em torno da preservao desse privilgio..,  que gira toda a politioa do sistema colonia!." (Fernando Novais)
Nesse texto, o autor define a poltica econmica utilizada por Portugal em relao ao Brasil. Essa poliuica econmica  conbecida como:
c) imperialismo industrial.
86. (OSEC-SP) A criao do Governo-Geral no Bra sil pode ser encarada como uma tentativa do governo portugus para:
a) diminuir a interveno do rei na administrao colonial,
b) delegar maiores poderes aos donatrios.
o) centralizar a administrao colonial.
d) dar maiores poderes aos donafrios.
e) acabar com o contrabando do pau-brasil.
87. Com respeito ao uso do escravo africano no Brasil, assinale a alternativa incorreta:
a) O trfico negreiro apresentava vultosos lucros para a metrpole.
b) Possibilitou a formao de um mercado interno de razoveis propores.
c) Era usado apenas em regies que tinham alta ren tabilidade econmica.
d) Era invivet o uso do assalariado europeu, pois no havia perspectivas de salrios compensadores.
e) Os escravos eram adquiridos na Africa, por meio dos "escambos"
88. (CESCEM-SP)
Em realidade, se o ouro criou condies favor veis ao desenvolvimento interno da colnia, no  menos verdade que o ouro tambm dificultou o aproveitamento dessas condies ao entorpecer o desenvolvimento manufatureiro da Metrpole. Houvesse Portugal acumulado alguma tcnica
e) o mercado externo, a grande propriedade e a policultura.
a) capitalismo industrial. b) feudalismo.
d) liberalismo. e) mercantilismo.
Histria de Brasil 341
r
Cincias Humanas e suas Tecnologias
manufatureira, e a mesma ter-se-ia transferido para o Brasil, apesar de disposies legislativas em con trrio, como ocorreu nos Estados Unidos".
1.0 ciclo da minerao dificultou o desenvolvimento manufatureiro no Brasil.
11.0 ciclo da minerao repercutiu desfavoravelmen te sobre a indUstria manufatureira em Portugal.
111.0 ciclo da minerao repercutiu destavoravelmente sobre a indstria manufatureira nos Estados Unidos.
O texto acima apia:
a) apenas aafirmativa 1.	d) asafirmativas 1 e li.
b) apenas a afirmativa li.	e) as afirmativas li e II
c) apenas a afirmativa I
$9. (FC CHAGAS-BA) A chamada Guerra dos
Emboabas (1707) foi basicamente:
a) uma tentativa frustrada de promover a libertao da escravido indgena no Brasil.
b) uma crise decorrente do arrocho fiscal imposto por intermdio das casas de fundio.
c) uma resistncia aplicao dostemios doTratado de Methuen, que atrelava aeconomiabrasileira inglesa.
d) uma luta contrria s atividades espoliativas da Companhia Geral do Comrcio do Estado do Brasil.
e) um conflito entre os primeiros povoadores, oriun dos de So Paulo, e os adventcios, que lhes dispu tavam a riqueza das minas.
90. (MACK-SP) A caracterstica bsica das cha madas 'colnias de explorao" reside no fato de que sua organizao econmica  voltada para o mercado externo, sendo praticamente uma extenso da economia metropolitana. Para alcanar esse objetivo foi montada uma estrutu ra de produo na qual predominavam:
a) o trabalho livre e a produo voltada para o con sumo interno.
b) o latifndio, a monocultura e o trabalho escravo. c) o minifndio e o livre comrcio.
d) a acumulao e o livre comrcio colonial para o desenvolvimento das manuf?turas.
e) a no-utilizao do Pacto Colonial nas relaes metrpole-colnia.
91. (CESCEM
"Ao expandir-se a economia aucareirado Nordeste,
a necessidade de animais de tirotende a crescer pois
342 - Hiseria do Brasi
a devastao das florestas litorneas obrigava a bus car lenha a distncias cada vez maiores. Por outro lado, logo se evidenciou a impraticabilidade de criar gado na faixa litornea, isto , dentro das prptias unidades produtoras de acar.
Dada a natureza dos pastos naturais doserlo nor destino, a carga que suportavam essas terras era extremamente baixa. Caia rapidez com que os reba nhos penetraram no interior cruzando o Rio So Francisco e alcanando o Rio Tocantins e, para o norte, o Maranho, nos comeos do sculo XVIII."
A alternativa que melhor expressa o contedo geral do trecho acima :
a) o acar e a ecologia do Nordeste,
b) a penetrao dos rebanhos no Maranho,
o) o papel do rio So Francisco na ocupao do
territrio,
d) a expanso da criao do gado no serto nor destino.
e) o papel do acar e do gado na ocupao do territrio,
92. (EGV-SP)
"A casa-grande, na sua robusta es no expri me apenas ordem privada, nem somente a persis tncia e a solidez com que ela se constituiu (,.,) Gru po de dominao ou por outras palavras, instituio que, desenvolvendo-se na grande propriedade, com base na grande propriedade, na monoculturae na escravido, exerce as funes econmica e poli ticae se constitui com sua capela, num centro de vida religiosa, contm, dentro de seus muros ou dos li mites de suas terras, tudo o que pode contribuir para enraiz-Ia, fortalecer-lhe o poder e alargar o seu raio de ao sobre as sociedades dispersas, urbanas ou rurais, que gravilavam suavolla (...)."
Casa-grande, grande propriedade, escravido so tpicas da:
a) sociedade mineira. d) sociedade aucareira.
b) sociedade cafeeira. e) sociedade algodoeira. c) sociedade urbana.
93. (FAAP-SP) A ocupao holandesa na regio nordestina teve, no governo de Maurcio de Nassau, as seguintes caractersticas:
a) Incentivo  produo canaviaira, tolerncia religi osae proteo s artes e cincias.
b) Perseguio religiosa, controle da pecuria e da produo aucareira.
c) Expanso do trfico negreiro, ataques ao sul, re formas urbanas em Recite e Salvador.
d) Grande expanso industrial e agropecudria, alia da  intensa campanha coiltra tribos liostis.
e) Expanso aucareira da capital para Bunda e paci ficao dos rebeldes nacionais.
94. (UCMG) No faz parte dos movimentos
emancipacionistas do grasii colonial:
a) Coniurao do Rio de Janeiro,
b) Guerra dos Emboabas.
c) Inconfidncia Baiana.
d) Inconfidncia Mineira.
e) Revoluo Pernambucana dei 617.
95 (DSEC-SP)
'(.,,) Quando lhes falar; diga-lhes assim: - o Povo tem intentado huma revoluo, a fim de fornaresta Capitania hum governo democrtico, neile seremos felices; porque s gouernaro as pessoas que tive rem capacidade para isso, ou sejo brancos ou par- dos, ou prelos, sem distino de cor, e sim de juzo, e he melhor do que ser governado pelos tolas e, logo os conventer" (excerfo do Manifesfo Revolu cionrio da Conjura Bahiana -1798),
Qual dos seguintes princpios bsicos defendi dos pelos revolucionrios est mais evidenciado
no texto?
a) Igualdade social. b) Liberdade de comrcio.
c) Trabalho livre.
Cincias Humanas e suas Tecnologias
d) Extino dos privilgios.
e) Extino dos preconceitos de cor.
96. (FC CHAGAS-SP) 'A Lei de 1 de abril de 1680, proibindo radicalmente a escravido dos ndios e o mooopliotrazido pela Companhia de Comr cio do Maranho, co, 1 682, foram as causas ime diatas do movimento."
Ortoovirroento aquoso refere o texto ficou conhe cido como:
a) a Revolta de Beckman.
b) a Guerra dos Emboabas,
c) a Inconfidncia Mineira.
d) a Guerra dos Mascates.
e) a Revolta de Vila Rica.
97. jMACK-SP) "Ao longo dos sculos XVII e XVIII teve inicio a formao da conscincia nacional bra sileira, cujas manifestaes deram origem aos movi mentos nalivistas, um deles eclodiu quando os co rnerciantes de Recife conseguiram elev-la condi o de vila, o que provocou a rivalidade da aristocra' cia de Olinda."
O texto refere-se ao conflito conhecido pcr:
a) Guerra dos Emboabas,
b) Guerra dos Mascales.
c) Revolta de Vila Rica.
d) Inconfidncia Mineira.
e) Aclamao de Amador Bueiro.
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0STAS:
te	2.a	3.c	4.d	5.e	&.b	7.e	8.b
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25.e	26.e	27.b	28.b	29.a	30.e	31.a	32.0
33.e	34.d	35.a	36.b	3?,a	38.b	39.ti	40d
4Lb	42.c	43.b	44.0	45.b	46.b	41.a	48.b
49.c	50.e	5t.e	52.rj	53.e	54.e	55.e	56.0
5'7.d	58.a	59.d	60.a	61.c	62.d	63.a	64.o
65.c	66.a	6T.o	68.e	69.d	7D.b	Tf.a	72c
73.a	74.b	?5.a	76.a	17.d	78.la	79.b	80.b
8I.e	82.c	83.c	84.a	85.e	86.c	87.b	88.b
89.e	90.b	91.d	92.d	93.e	94.b	95.a	96.a
9
b
Histria do
Brasil . 343
Cincias Humanas e suas Tecnologias
B1oca . O Brasil Imperial
Ficha 1. O PrimSO Reinado
O. Pedro enfrentou vrias dificuldades para consoli dar sua autoridade- Alguns governadores se nega vam a acatar a Independncia, e possuam o apoio dos militares e ricos comerciantes portugueses. Bahia e Gro-Par eram as provncias onde estavam os mai ores tocos de resistncia- Ambas, no entanto, foram vencidas pelas toras mercenrias contratadas por Jos Bonifcio
A Primeira Constituio do Brasil
D. Pedro convocou para a elaborao da Carta Mag na uma Assemblia Constituinte com representan tes da sociedade da poca, as elites que participa ram do movimento da independncia. Desde o prin cpio, os interesses de D. Pedro ledos parlamenta res divergiam.
Haviam dois grupos polticos com interesses defi nidos nessa Assemblia:
O Partido Portugus apoiava o absolutismo e re presentava os portugueses (funcionrios, comer ciantes e militares), com idias recolonizadoras.
O Partido Brasileiro queria uma Constituio na qual os poderes do Imperadorfossem limitados, Faziam parte dele dois subgrupOs:
 Os 'Aristocratas", liderados porJos Bonifcio, de sejavam um govemo de poder centralizado sob a lide rana dos grandes proprietrios de terra e escravos;
 Os "Liberais radicais", que reivindicavam o fede ralismo, em que as provncias desfrutassem de auto nomia e eleies democrticas
As diferenas ideolgicas entre os grupos; a influn cia de Jos Bonifcio, tentando neutralizar as outras faces; o descontentamento entre os membros; o clima anti-lusitano criado por alguns dos deputa dos influenciados pelos jornais liberais Tamoio e Sentine e o autoritarismo do jovem imperador, que no abria mo de poderes ilimitados, provocaram a decretao da dissoluo da Constituinte e a priso de vrios deputados, inclusive dos Andradas. Foi a Noite da Agonia (12 de novembro de 1823).
344 - Histtia do Brasil
Para dar continuidade aos trabalhos, 11 Pedro no meou e presidiu um Conselho de Estado, que con cluiu a primeira Constituio brasileira, outorgada em 25 de maro de 1824 e que considerava o poder do regente "inviolvel e sagrado", estabelecendo en tre outras prerrogativas:
o direito de dissolver a Cmara;
 extino do conselho de Estado;
nomear e demitirsenadores ouministros de estado;
 perdoar ou diminuir penas impostas pelo Judi
ci rio,
A Constituio tambm estabelecia:
 regimenonrquico, hereditrio, constitucional;
 quatro poderes: Executivo, Legislativo, Judiciric
e acima de todos esses, o Moderador (exclusivo d
imperador);
MOOtPMIOR
-I
L	cu	Ju
h,W
 eleies baseadas em voto censitrlo (que exig uma renda mnima);
 que as provncias no teriam autonomia;
 o catolicismo como religio oficial e a Igreja su missa ao Estado.
Confederao do Equador
A Constituio de 1824 e o governo autoritrio O. Pedro causaram descontentamento e revolta diversas provncias. Nesse mesmo ano, iniciou- um movimento em Pernambuco contra o gover do Imperador.
Nesse perodo, os portugueses praticamente cc trotavam o comrcio da regio, fato que revoltava
ricos proprietrios que viam seus interesses barrados pela presena portuguesa, A destituio do presi dente da provncia em favor de outro, nomeado por D. Pedro, foi a gota d'gua que deu incio  revolta. Atgumas outras provncias se encontravam na mes na situao, o que levou-as a aderirem ao movimen to. Formou-se assim uma aliana entre as provncias de Pernambuco, Rio Grande do Norte, Cear, Paraba e Alagoas,  qual se deu o nome de Contederao do Equador, cujo objetivo era o de negar o governo e a autoridadede D.Pedro, etormaruma Repblicate derativa independente entre essas provncias.
A Contederao, entretanto, no durou muito tem po, pois o imperador contratou Lord Conchrane e seu exrcito mercenriO para acabar com o movi mento. Tropas leais ao Imperador marcharam at a regio, e o movimento toi sutocado, Alguns lderes conseguiram tugir, outros, como Frei Caneca, no conseguiram e foram condenados torca, Avitrta de O. Pedro t sobreaConfederaodo Equa dor no melhorou a imagem de seu governo, pelo contrrio, aumentou ainda mais a inquietao po pular Seu governo se tomou insustentvel aps a derrota na Guerra da Cispatina
A Independncia Cispiatina
Em 1821, aps uma dcadade conttilose armistcios. a provncia da Csp que pertencia  Espanha, passou para o domnio brasileiro, A Csp no entanto, nunca aceitou essa anexao, Em 1825, li derados porJoo Antnio Lavalleja, e apoiados pela Argentina, iniciou-se uma guerra pela separao da provncia. Aps trs anos de combates, os cofres pblicos brasileiros esvaziavam-se, em razo do atto custo da guerra, A situao econmica, que nunca
Cincias Humanas e suas Tecnologias
tinha sido boa, agravara-se ainda mais, Em 1828, O. Pedro 1 toi obrigado a ceder, e ento a Cispiatina tor nou-se independente e transformou-se num novo pais, o Uruguai,
A Crise do Primeiro Reinado
Medidas autoritrias do Imperador, como a dis soluo da Assemblia Constituinte, a incluso do poder Moderador na Constituio, os em prstimos e acordos com a Inglaterra tetos sem a aprovao do Legislativo, desgostavam a aris tocracia local e aumentavam as criticas da impren sa ao seu reinado,
Em meio  crise de prestigio imperial, morre em Portugal D. Joo VI, em 1826, Herdeiro do trono portugus, O, Pedro 1 abdica em tavor de sua titha Maria da Glria, pois estava cnscio que os brasilei ros no admitiriam a unio das coroas,
Soma-se ao autoritarismo do Imperador uma cri se financeira, causada pelo pssimo desempe nho da balana comercial (as exportaes brasi leiras caam-enquanto aumentavam as importa es). A crise poltica agrava-se quando explode uma revolta entre brasileiros e portugueses (Noi te das Garraiadas), em que os brasileiros reivin dicavam um Ministrio tormado s por brasilei ros, O. Pedro 1 atende a essa exigncia, mas tem curta durao, pois as manifestaes contra o governo continuaram. O imperador demite o mi nistrio e nomeia outro tormado por amigos seus, recusando, assim, um ministrio popular As agi taes, lo entanto, continuam e sem alternativa o trono passou s mos de Pedro de Alcntara, de 5 anos de idade, sob a tutela de Jos Bonifcio at sua maioridade,
poca imediatamente anteriorabdicao,  exis tiam diversos grupos politicos, com as mais diferen tes tendncias, espalhados por todo o Pas. Aps a abdicao, trs grupos ganharam destaque, e os ou tros ou os apoiaram ou foram perseguidos. Os prin cipais grupos eram:
 Restauradores- Detendam o regime monrquico e a volta de O. Pedro 1 ao poder Era formado prnci
palmente por comerciantes portugueses estabeteci dos no Brasil.
 Exaltados - Defendiam a descentralizao do poder, maior autonomia para as provncias e a instaurao do Regime Republicano, Formado por protissionais liberais, funcionrios pblicos, membros da Igreja, comerciantes e baixos esca les militares,
*
1
Ficha 2 Perodo Regencial
Histria do Brasil 345
Cincias Humanas e suas Tecnologias
 Moderados- Defendiam a ordem social vigente, sem mudana alguma. Formado principalmente por grandes propretrios rurais.
Com a morte de D. Pedro 1 em Portuga no ano de 1834, o principal obfetivo dos restauradores caiu por terra. Aps vrios anos de disputas entre mode rados e exaltados, os primeiros levaram a melhore como resultado os exaltados foram expulsos do poder. 0 grupo dos moderados dividiu-se ento em dois: Regressistas (futuro Partido Conservador) e Progressistas (luturo Partido Liberal).
As Regncias
A Regncia Trina Provisria
Com a abdicao de D. Pedro 1, foi necessrio formar rapidamente um governo provisrio at que se rea lizasse a eleio dos regentes, O periodo era de gran de agitao ediversos grupos pretendiam assumiro poder. Formou-se ento a Regncia Trina Provisria, que permaneceu no poder de 7 de abril a li de ju nho de 1831, Participaram dessa regncia o sena dor Carneiro de Campos, o senador Campos Vergueiro e o brigadeiro Francisco de Lima e Silva.
A Regncja Trina Permanente
Em lide junho de 1831 foi eleita a Regncia Trina Permanente, composta porJoo Brulio Munis, Jos Costa Carvalho e o Brigadeiro Francisco de Lima e Silva, Formou-se um novo gabinete, no qual se des tacou o Ministrio da Justia, comandado por Ant nio Diogo Feij.
Feij deu amplos poderes ao Ministrio da Justia e criou aGuarda Nacional. Essas medidas, tomadas em suas primeiras semanas como Ministro, tinham o ob jetivo de reprimirtodae qualquer revolta contra os re gentes, pois havia insatisfao com o novo govemo.
Em 1834 foi feita uma reforma constitucional, co nhecida como Ato Adicional. Essa reforma, entre ou tras coisas, transformava a Regncia Trina em Re gncia Una, Tambm criava Assemblias Legislati vas Provinciais que formulariam leis de acordo com os interesses de cada provincta,
Nesse mesmo ano, realizavam-se eleies para a Regncia, e Antnio Diogo Feij foi eleito o novo regente do Brasil,
A Regncja Una de Fejj
Desde o inicio de seu mandato, Diogo Feij enfre tou forte oposio dos regressistas, principalmer aps eclodirem algumas revoltas como a Cabar gem e a Farroupilha.
Feij era apresentado pelos regressistas como potente e incapaz de reprimir as revoltas nas prov cias, As presses sobre seu governo aumentarai fazendo-o renunciar dois anos antes do trmino seu mandato. Em seu lugar, assumiu provisoriarner a Regncia Pedro de Ara o Lima. Aps a realiza de novas eleies, Arajo Lima foi eleito e assun' efetivamente o cargo.
A Regncia de Arajo Lima
Arajo Lima assumiu o cargo de regente em 1 831 permaneceu neste at a posse de 0. Pedro II, e 1840. Durante esse periodo, com o apoio do Partir Conservador, o regente enfrentou diversas revolt em todo o Pas. Quase todas essas revoltas tora esmagadas com crueldade, levando  morte mith res de pessoas.
As Revoltas do Perodo Regencial
A Cabanagem (183511840 - Par)
A Cabanagem foi, sem dvida, a primeira revolta carter popular do Imprio, O movimento receb esse nome devido ao fato de a maioria dos se integrantes serem negros, mestios, indios e trat lhadores miserveis que viviam em cabanas be de rios, Muitos tazendeiros tambm aderiram movimento, pois a situao econmica do Par i das piores.
Em t835,os cabanos tomaram Belm e forman um governo provisrio, autoproclamando-se dependentes do Brasil. Entretanto, o movimento extremamente desorganizado sendo que os in resses dos fazendeiros e dos cabanos no eram mesmos, fato que gerou discrdia e traies en seus integrantes, levando os cabanos a se retu rem no interior na segunda fase da evoluo, fa litando a ao das tropas dos governistas. Ape disso, foram necessrios cinco anos para contrc a revolta. Os cabanos foram ento esmagados ei cula-se que cerca de 30 mil revoltosos morrer em combate,
346 Histria do Brasil
A Sabnada (1837 - Bahia)
A Sabinada toi um movimento articulado por mem bros da classe mdia de Salvador, como mdicos, advogados, jornalistas etc, O lider desse movimento tal o mdico Francisco Sabino Alvares da Rocha Vieira, O nome do movimento provm do sobreno me de seu lider,
O objetivo da Sabinada era o de instaurar uni govemo independente e a Repblica, at a posse de D. Pedro II. Entretanto seus membros no obtiveram o apoio da populao baiana e por isso teve pouca durao.
As tropas leais ao regente agiram rapidamente, quei mando as casas de diversos manitestantes, O movi mento foi sutocado, deixando um saldo de quase mil mortos,
A Balaiada (1838/1841 - Maranho)
A provincia do Maranho tambm era extremamente pobre. Essa situao insatisfatria reuniu diversos grupos sociais (sertanejos, escravos, membros da classe mdia) num movimento conura a explorao imposta pelos grandes fazendeiros da provincia. Um dos principais lderes do movimento era Manuel Fran cisco dos Mios Ferreira, tazedor de balaios, fato que exptica a origem do nome do movimento,
Os revoltosos conquistaram a cidade de Caxias. Os membros da classe mdia, preocupados com ator a que os sertanejos e os escravos adquiriam dentro do movimento e com a possibilidade de conquista rem o poder, voltaram-se contra tais membros.
O coronel Luis Alves de Lima e Silva, posterlormente nomeado Duque de Caxias, foi enviado para a regio com a misso de conter o movimento. Em 1841, conseguiuencerrara revolta, o que ocasionoua morte de mais de 12 mil pessoas.
Clncias Humanas e suas tecnotogias
A Guerra dos Farrapos (1835/1 845 - Rio Grande do Sul)
A Guerra dos Farrapos, tambm conhecida como Revoluo Farroupilha, toi a mais longa das revol tas ocorridas no periodo regencial.
Tendo como principais (deres Davi Canabarro, Jos Garibaldi e Bento Gonalves, esse grupo, composto
pelos grandes fazendeiros criadores de gado do Rio
Grande do Sul, protestavacontra atorte concorrn cia do gado argentino e uruguaio. As taxas altaride grias tavoreciam a entrada de gado e charque (car ne-secaj desses pases, desbancando os produtos brasileiros e preiudicando os pecuaristas. uma po ltica que Favorecesse seus produtos era a meta des
ses tazendeiros,
Como no tocam ouvidos pelo governo, iniciaram uma revolta. Em 1835, invadiram Porto Alegre, e no ano seguinte i haviam se espalhado por toda a pro vincia, Separaram-se ento do restante do Pais, lor mando a Repblica de Piratini ou Rio Grandense,
Em 1839, invadiram Santa Catarina e tfundaram a Repblica Jutiana.
Em 1842, Duque de Caxias foi enviado ao Rio Gran de do Sul com a tarefa de dissipar a revolta, Somente em 1845 foi assinado um acordo com o governo (no qual se atendiam a algumas das exigncias dos larrapos), encerrando a revolta,
Economia do Perodo Regencial
A cafeicultura expandiu-se rapidamente no Brasil, nesse perodo. Aproveitando-se dos fatores de pro duo que a minerao, em franca decadncia, libe rava e devido s boas condies econmicas en contradas, o caf tornou-se a partir dessa poca o pmincipat produto da economia imperial.
As Disputas Polticas
O verdadeiro motivo dos liberais ao fundar o Clube da Maioridade e apoiara ascenso de O. Pedro II ao trono no era s o de acabar com as revoltas que ectodiamem diversas provncias, mas tambm subir ao poder, que era controlado pelos conservadores.
Em 1840, toram convocadas eleies para a Assem blia dos Deputados. Para conseguirem a maioria da Cmara, os liberais usaram de mtodosextremamente agressivos: colocaram capangas em diversos locais de votao, os eleitores recebiam pautadas caso no votassem nos candidatos do Partido Liberal. Poresse motivo, essas eleies ticaram conhecidas como as
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Ficha 3" Segundo Reinado
Histria do Brasil  347
Cincias Humanas e suas Tecnologias
eleies do cacete, HOUVe tambm fraudes nas ur nas, que lavoreceram os liberais.
Em 1847, toi criado o cargo de presidente do Conse lho de Ministros, iniciando o parlamentarismo no Bra sil, O presidente do Conselho de Ministros tinhaa fun o de organizar os ministrios e coordenaras medi das a serem tomadas por cada um deles, O primeiro- ministro era nomeado pelo imperador e formava um ministrio, que ficava sujeito  aprovao da Cmara dos Deputados. Entre 1840 e 1889, houve 36 gabine tes ministeriais, senda que a maioria foi formada por liberais (21 gabinetes). Os conservadores, porm, per maneceram mais tempo no poder (29 anos).
Os Conflitos internos e Externos Durante o Segundo Reinado
A Revoluo Praiera (1848- Pernambuco)
A Revoluo Praieira foi a ltima e uma das mais im portantes revoltas do Imprio.
A principal atividade econmica de Pernambuco era o plantio da cana-de-acar, apesar desse produto no sermais importante no mercado exlerno como era antes. A maior pane das terras e dos engenhos de acar estava nas mos da familia Cavalcanti, que h dcadas exercia grande poder sobre a capitania de Pernambuco. A cantiga abaixo  um exemplo da lor ados Cavalcanti:
Quem vive em Pernambuco
Deve estar desenganado
Ou ha de ser Cavatcantt
Ou h de ser cavalgado,"
Mas no eram apenas os Cavaloanti que exploravam e oprimiam a populao pernambucana. Boa parte do comrcio estava nas mos dos portugueses, que tambm desprezavam a populao pernambucana.
Alm dos problemas econmicos esociais, haviam muitas disputas polticas entre liberais e conserva dores. Em 1837, assumiu a regncia Pedro Arajo Lima, representando os interesses dos conservado res. Em 1844, os liberais assumiram o poder e em 1845, o desembargador Antnio Pinto Chinchorro da Gamaassumiu o governo, representando os libe rais. Durante esse perodo foi fundado o Partido da Praia, composto por alguns ex-membros do Partido Liberal, em geral pessoas da classe mdia.
348- Histria do Brasil
Alm de pregar os ideais liberais e socialistas, o P tido da Praia tambm ditundia as idias revolucior rias que chegavam da Europa,
Em 19 de abril de 1848, Antnio Pinto Chinchoi da Gamaloi exonerado do cargo de regente e em lugar assumiu o oonservador Padre vicente Pires Mota, tazendo explodira Revoluo Praieioa.
Os revoltosos espalharam-se e conquistaram pra camente toda a provncia. O movimento recebeu go de apoio popular. Houve grande destaque  alua; do comandante Pedro Ivo veloso da Silveira. conquistou vrias regies no interior da provncia inteno dos liberais era de voltar ao poder, mm populao lutava por melhores condies de vir por empregos, pelo direito ao voto e pela expu dos portugueses, o que fez com que os lideres movimento perdessem o controle sobre ele.
Atora dos revoltosos, porm, no durou muito ter po. No mesmo ano, tropas imperiais esmagaran movimento, com apoio dos fazendeiros. A nica te tativa de resistnoiatoi de Pedro Ivo, que noage tou durante muito tempo, rendendo-se em seguic com a promessa de anistia, Enganado pelo gove no, loi levado para o Rio de Janeiro e condenad Pedro lvo conseguiu escapar, mas morreu num vo que partia de Pernambuco para a Europa.
A Guerra Contra Oribe e Rooas (1 851-1852)
Apesar de haver diversas relaes econmioas ent o Brasil e o Uruguai, as relaes diplomticas ne sempre foram as melhores entre eles aps a proc mao da independncia do Uruguai, em 1828.
No Uruguai, existiam dois grupos polticos princ pais: o Partido Cobrado, que elegeu Frustoso Rive logo aps a promulgao da independncia. Rive tentou manter boas relaes como Brasil duran seu governo; e o outro partido poltico era o Partir B que assumiu a Presidncia em 1834, repri sentado por Manuel Onibe.
Ao assumir o poder, Manuel Oribe aliou-se ao Pres dente da Argentina, Juan Manuel Rosas, que tencir nava invadir o Uruguai.
O Brasil, temendo uma invaso ao Rio Grande do SL resolveu aliar-se a Frusloso Rivera. Assim, tropa brasileiras invadiram Monlevidu, forando Oribe render-se.
Cencias Humanas e suas rccnoiogias
Juan Manuel Rosas interferiu no conflito, apoiando Manuel Oribe. Ao mesmo tempo, iniciou-se urna re volta no centro da Argentina, nas provincias de En tre-Rios e Corriente, liderada pelo General Urquiza, que pretendia tirar Juan Manuel Rosas do poder. Urquiza obteve o apoio de tropas brasileiras e Rosas deixou a presidncia em 1852.
A Guerra do Paraguai
O Paraguai, aps sua independncia, em 1811, tornou-se a economia mais prspera de toda a Amrica do Sul e assim permaneceu at 1 865, quando se iniciou a guerra: Esse crescimento foi possivel graas ao desenvolvimento industrial artesanal e agrcola promovido pelo primeiro pre sidente paraguaio, Jos Gaspar Rodriguez Francia (que permaneceu no poder at 1840) e por seus sucessores, Carlos Antnio Lopez e Francisco Sotano Lopez. Em 1840, os indices de analtabe tismo eram quase nulos, diferentemente dos pa ses vizinhos,
O grande avano do Paraguai no passou desperce bido pelas naes vizinhas e principalmente pela tnglaterra. A indstria paraguaia contrariava os inte resses do capital ingls na Amrica do Sul,  medida que havia concorrncia entre produtos ingleses e paraguaios. Alm disso, o Paraguai no era merca do consumidorde produtos ingleses. Essasituao tez com que a Inglaterra, por meio de seus diploma tas, pressionasse o Brasil e a Argentina a investirem contra o Paraguai.
Somados a esses fatores, a soberania paraguaia in comodava a suposta supremacia do Brasil e da Ar gentina na Amrica do Sul. O ditador Francisco Solano Lopez no escondia suas pretenses de am pliar seu pas, por meio da anexao de reas perten centes  Argentina, ao Umguai e ao Brasil (Rio Gran de do Sul e Mato Grosso).
O clima de guerra pairava no ar desde 1840. Diver sas foram as crises diplomticas tomentadas pelo Brasil e Argentina antes de iniciar a guerra.
Em 1864, houve nova crise diplomtica entre Brasil e Uruguai. Aps alguns saques em territrio ga cho, o governo brasileiro exigia indenizaes do Um guai, no que no foi atendido. Em resposta. 0. Pedro I ordenou a invaso do Uruguai, que era ento go. vernado por Atanzio Aguirre, apoiado pelo Paraguai, que rompeu relaes com o Brasit, Foi o
inicio da guerra, Em 1865, Aguirre foi deposto e Venncio Flores assumiu o governo uruguaio, For mou-se ento a Trplice Aliana contra o Paraguai (Brasil, Argentina e Uruguai).
Em 1864, como respost  invaso do Uruguai, foi aprisionado o navio "Marqus de Olinda", que se dirigia para o Mato Grosso. Tropas paraguaias inva di ram cidades brasileiras, como So Borja e Uruguaiana. Solano Lopez aproveitou-se do mo mento para conquistar a to sonhada saida para o mar. Os soldados paraguaios apresentavam-se me lhor preparados para os conflitos armados, o que facilitou uma rpida invaso do Mato Grosso.
A guerra foi longa e catastrfica, encerrando-se apenas em 1870. Foi o maior contlito da Amrica Latina, A derrota do Paraguai comeou com a vi tria do Almirante Barroso na Batalha do Riachuelo ante as tropas que haviam atacada o Rio Grande da Sul, e se renderam em Uniuarama. Depois, houve a invaso do Paraguai - Batalha de Tuiuti - considerada a maior batalha sul-americana. Na se qncia, as tropas brasileiras, comandadas por Caxas, rumaram em direo  capital, vencendo os combates conhecidos como dezembradas. A vitria dos aliados foi consumada na Campanha das Corditheiras, aps a ocupao da capital paraguaia, em Cerro Cor, sob o comando do Con de d'Eu, onde morre Solano Lopez.
Ao tinal da guerra, havia morrtdo mais de 95% da populao masculina e 50% da populao femi nina do Paraguai. De 800.000 paraguaios, so breviveram apenas 194.000 habitantes, ou seja, 75% da populao do Paraguai foi exterminada, num conflito que serviu apenas aos interesses ingleses.
No Brasil, milhares de escravosloram levados fora para afrente de combate, Os cofres pblicosloram sugados para manter a guerra. No bastasse isso, loramfeitos emprstimosvultosos e uma conseqen te divida com a Inglaterra, aprofundando ainda mais a crise econmica, politica e social do Pas em busca de uma crescente importnca pctitica e social do Exrcito. Aps a guerra do Paraguai, os dias do im prio estavam contados.
o nico pais vitorioso na Guerra do Paraguai foi a Inglaterra, que conseguiu atingir seus objetivos: des truiraec000mia paraguaia, seu nico possvel con corrente na Amrica do Sul,
Histria do Brasil - 349
Cincias Humanas e suas Tecnologias
As Transformaes Econmicas
A Agricultura
A produo da cana-de-acar, que at o inIcio do sculo XIX rolo principal produto de exportao do Brasil, i estava num rumo decrescente desde o fim do sculo XVII, quando os holandeses passaram a cultivara carta nas Antilhas e conquistaram os nier cados europeus, desbancando o acar brasileiro. Durante todo o sculo XIX, a produo de cana dimi nua em ritmo acelerado, O mesmo aconteceu como algodo, que apesar de ser cultivado em escala bem menor, era o segundo produto mais exportado. Apesardisso, o Brasil no conseguiu concorrercom a produo norte-americana.
Ao mesmo tempo, um novo produto comeava a ser cultivado na regio Sudeste: o caf. Esse tipo de pro duo iniciou um novo ciclo econmico no Brasil, apesar de manter o sistema escravista latidundirio, a monocultura e a explorao.
O caf doi trazido para o Brasil ainda no sculo XVIII. Entretanto, s passou a ser produzido em carter comercial no sculo XIX, principalmente em 1880. As primeiras regies em que o caf passou a ser cul tivado em largaescaladoram o Rio deJaneiroe oVale do Paraba, em So Paulo. O caf tornou-se um pro duto muito procurado no exterior a partir de 1830. Aps a segunda metade do sculo XIX, a produo de caf aumentou extraordinariamente. As principais regies produtoras transferiram-se do Vale do Paraba para o Oeste paulista, abrangendo uma re gio que ia de Campinas at Ribeiro Preto, Essa mu dana de regio deu-se por causa do esgotamento da fertilidade das terras no Vale do Paraba e tambm pela descoberta de um solo excelente para o cultivo do caf: a terra roxa.
Os cateicultores, antigos comerciantes mdios das cidades ou mdios proprietrios de terra, tornaram se homens extremamente ricos e influentes na poli tica, principalmente a partir de 1870.
O Brasil toma-se o maior exportador de caf mundial.
A Indstria
Durante todo o periodo colonial, a presena de ma nuf aturas foi quase nula, fato ocasionado pelas res tries impostas pelo Pacto Colonial, Aps a Inde pendncia do Brasil, a situao praticamente no
350 - Histria do Brasil
mudou, pois as imposies inglesas e a incessa. invaso de seus produtos aniquilavam qualquer jeto industrial brasileiro, Duranle a monarquia, o prio parlamento, que geralmente representava os teresses dos latidundirios (principalmente os n destinos}, excluia qualquer possibilidade de n' timento industrial. Para eles, deveria ser dado tc apoio  agricultura, dando continuidade  estruti econmica e social de poca. Somente aps l a indstria deu alguns passos importantes, prir palmente na rea txtil. Muitas indstrias surgir; nesse perodo no eixo So Paulo - Rio de Janei no rastro da expanso cafeeira, A nova regio dutora de caf estava distante do litoral (e do porto Santos) e exigia meios de transporte que possit tassem a chegada de grandes quantidades de ao litoral. Os portos passavam porvriastransforr es significativas neste periodo.
A grande riqueza trazida pelo oad e o fim do trl levaram os cateicultores aos investimentos ind triais, principalmente aps a Proclamao da Be blica, que estudaremos mais adiante,
O Problema da Mo-de-Obra - Trabalho ESCraVO ou Assalariado
As Presses Inglesas contra o Trfico Negreiro
com o desenvolvimento industrial da lnglater partir da segunda metade do sculo XVIII, e o co qente aumento da produo, surgiu a neces, de de ampliar o mercado consumidor, Nesse mento, os ingleses compreenderam a necessi do dim do trabalho escravo, que seria substil pelo trabalho assalariado, Um trabalhadorassa do tornava-se, automaticamente, consumidor. era o objetivo dos ingleses,
O Brasil, desde o incio dacolonizao, foi, sem di um dos maiores mercados escravistas do mui tomou-se, portanto, um dos principais alvos das ses inglesas em favordo fim do trabalho escra
Em 183 1,cedendo  presso da Inglaterra, o fundirios (que exploravam o trabalho escravo) varam na Assemblia uma lei que tomava livre os escravos trazidos nos navios negreiros. 1 tanto, essa lei no diminuiu o trfico, que at'u impressionante nmero de 400.000 esc
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trazidos entre 1831 ei 850. A Inglaterra continuou insistindo e, em 1850, votou-se uma nova lei que proibia definitivamente o trfico de escravos. Tendo urna frota navat que ttne permitia vigiar os mares, a Inglaterra conseguiu anutar quase que totalmente o trfico negreiro.
Com o tim do trtico, o sistema escravista entrou em crise. Como a mdia de vida dos escravos no Brasil eramuito baixa, togo comeou ataltarmo-de-obra, Catcutava-se que um escravo raramente ultrapassa vaiS anos de trabatho na terra, pois, entre outros tatores, o trabalho dirio chegava at a 18 horas, a atimentao era pssima e diversas doenas mata vam os escravos, O indice de natatidade tambm era baixo e a mortatidade intantit uttrapassava 70%.
Diante dessa nova situao, os escravistas adotaram um novo mtodo para dar continuidade  escravi do: o trtico de uma provncia para outra, principal mente das provncias Norte e Nordeste para as pro vindas do Centro-Sut (Rio de Janeiro, So Paulo e Minas Gerais). Esse trfico doi benelictado principal mente pela decadncia das tavouras de cana e de algodo no Nordeste, e pela ascenso da cultura de cat no Sul, Mas o sistema reveta-se condenado, tor nando qualquer medida intil,
Os tmigrantes
Para resolver o problema da escassez de mo-de- obra, a soluo encontrada foi buscartrabalhadores no exterior, uma medida que se revetou mais econ mica. Vieram para o Brasil trabalhadores de diversas regies do mundo, como ltlia, Espanha e Japo, Esse corttingertte foi, quase em sua totalidade, ab sorvido pelas regies do cultivo de caf. Eles eram exploradose sublevaram-se muitas vezes. Aentrada de imigrantes aumentou bastante a partir de 1880,
Cincias Humanas e suas Tecnologias
quando foram criadas leis que estabeleciam regras para a entrada e a contratao de trabalhadores imigrantes.
A vinda de imigrantes para o Brasil acelerou o pro cesso de abolio da escravido.
A Abolio
O da escravido era desejado htempos por gran de parte dos brasileiros - principalmente os escra vos. Entretanto, o movimento pela libertao s ga nhou consistncia aps a proibio do trfico, em 1850. Homens como Castro Alves, Jos do Patroci nio, Joaquim l'Jatouco e Luis Gama engajarani-se na campanha atavordaabolio, pois estavam realmen te preocupados com asituao dos escravos ea con dioeconmica, Porm, amaloriadas pessoasenvol vidas na luta pela abolioestava preocupada naver dade com os altos custos exigidos pela manuteno dos escravos.
Alm disso, as transformaes econmicas que ocor riam naquele momento tambm os preocupava.
Oprocesso de libertao dos escravos foi lento. Duas leis precederam a libertao total:
Lei do Ventre Livre (1611)- Libertava lodos os nas cidos a partir daquela data, mas, como  vimos, o ndice de mortalidade infantil era altssimo e no mu dou em nada a situao dos escravos.
Lei dos Sexagenrios (1685)- Libertava todos os escravos com mais de 65 anos. Outra lei intil, pois os escravos vinham jovens para o Brasil, mas o tra balho duro acabava com a vida deles rapidamente, sendo muito poucos os que chegavam aos 65 anos,
Lelurea(1888)-Rnalniente.em 1888, a Lei Aurea libertavatotalmente todos os escravos.
Ficha 4' A Crise Monrquica e a Proclamao da Repblica
Desde o inicio da dcada de 1870 era notria a de cadncia do Imprio.
Os acontecimentos e as transformaes pelos quais passavam a sociedade e a economia brasileirasaps a segunda metade do scuto XIX, mais precisamente aps 1870, trouxeram em seu bojo mudanas no pensamento poltico das diversas classes sociais eco nmicas que ento existiam rio Brasil e cada uma por
um motivo passou a apoiar o ideal republicano, Os militares que retomavam da sangrenta Guerra do Paraguai e que esperavam maior reconhecimento por parte do govemo central, dando-lhes oportuni dades de participar mais ativamente das decises po lticas, o que na verdade no aconteceu: o clero, aps o incidente com os bispos de Dlinda e de Belm - pretos pomacatarordens papais que contrariavam a
Histria de Brasil 351
Cincias Humanas e suas Tecnologias
orientao imperial com relao  maonaria e mes mo aps o perdo de D. Pedra II, deixaram de apoi lo; a tradicional aristocracia rural que at ento linha expresso politica, mas se sentiu desprestigiada com a abolio dos escravos; e portim a nova elite produ zida pela industrializao, os cafeicultores de So Paulo e os empresrios urbanos que consideravam que a monarquia retardava a modernizao neces sria para expanso de seus negcios e principal mente porque queriam maior participao potiticae enlendiam que s na repblica seria possvel.
Por isso, costuma-se dizer que os fatores que pro vocaram o fim do Imprio foram: a questo militar, a questo religiosa e a abolio dos escravos, justa mente os trs alicerces de sua sustenlao: o Exrci to, a Igreja e a arislocracia escravista.
Foi diante desse jogo de interesses que foi prc mada a Repblica. Em 15 de novembro de 1. totalmente enfraquecido, o Imperador recebei Pelrpolis dois telegramas, intormando-o sob movimento militar,
O Imperador ignorou a situao, pois no tinha r fora politica. Lideradas pelo Marechal Deodor Fonseca, as Iropas do Exrcito cercaram o patc tarde, j empossados, iniciam as negociaes o banimento da famlia imperial, ocorrida em 1 novembro de 1889.
No houve participao popular, mesmo porque haveria mudanas significativas na conduo d ltca social e econmica e nem nos mandatrio grandes proprietrios de terra.
352  Ilistria do Brasil
Cincias Humanas e suas Tecnologias
RJoco 'Questes de Vestibulares
98. (UFPR)A Constituio Imperial de 1624, jura da por 0. Pedro 1 a 24 de maro, estabeleceu, entre os poderes, aquele que seria considerado a "chave de toda a organizao poltica":
c) Soberania Popular
99. (UNISA-SP) Estabelea as correlaes
exatas:
1. Noite da Agonia
II. Noite das Garraiadas
III. Capo daTraio
IV. Confederao do Equador
V. Regncia Trina Permanente
A. Promulgao do Ato Adicional
B. Dissoluo da Assemblia Constituinte (1623)
C. Episdio da Guerra do Emboabas
D. Revolta em Pernambuco
E. Incidente entre portugueses e brasileiros no Rio de Janeiro
a) 1(B), 11(E). 111(C), IV(D). V(A)
b) 1(E), 11(D), 111(C), IV(B),V(A)
c) 1(A), 1(C), 1 IV(E), V(B)
d) 1(C). 11(6), 11(D), IV(A), V(E)
e) 1(E), lI(A), 111(B), IV(D), V(C)
100. (FOV'SP) O tinal da Guerra do Paraguai acar retou para o Brasil dois efeitos internos princi pais. Foram eles:
a) o aumento considervel da divida externa e a cres cente importncia poltica e social do Exrcito. b) a reduo considervel da dvida externa e a osci lao na importncia poltica e social do Exrcito. c) o aumento considervel da dvida externa e a de crescente importncia poltica e social do Exrcito. d) a reduo considervel da divida externa e a cres cente importncia politica e social do Exrcito. e) o aumento considervel da divida externae a os cilao na importncia poltica e social do Exrcito.
101. (UFMG) A partir de 1840, a imigrao para o Brasil adquire novo impulso. Contribui para isso:
a) a crescente expanso da lavoura no Nordeste.
b) a presso exercida pela Inglaterra contra o trfico de escravos.
c) a consolidao do sistema escravocrata.
d) o estabelecimento da liberdade religiosa no Se gundo Renado.
e) o desenvolvimento das pequenas propriedades no Pais.
102. (UC-BA) O Vale do ParaR no sculo XIX, passa ter lmportncia decisiva no Brasil, porque:
a) a pecuria se desenvolve ao longo do seu curso. penetrando no norte de So Paulo.
b) as cidades da regio -Valena, VassDuras, entre outras -iniciam a revoluo industrial no Brasil.
c) o escoamento das riqtezas do Centro-Oeste bra sileiro se faz por meio de seus portos, como Parati, Ubatuba e So Sebastio.
d) o cultivo do caf se torna o estabilizador da eco nomia do Imprio.
e) o sistema de dominao dos senhores rurais  anulado graas ao trabalho pioneiro de introduo de imigrantes europeus na regio.
103. (VC-BA) A partir de 1880, o quadro da eco nomia brasileira comea a sofrer algumas mmli ticaes, destacando-se, entre oetras:
a) a lquidao dadvida externa brasileira, que pro vocava uma grande instabilidade financeiro e afetava sua estrutura.
b) a perda do carter monocultural que constitua sua principal tendncia, des& a inlioduo da cana- de-acar no sculo
c) a superao do carter agroexporlador de nossa economia que, assim, se libertava da influncia da Inglaterra.
d) o declnio da economia cafeelra, afetada em suas razes pelas sucessivas leis que visavam anular e, finalmente, suprimir a escravido,
e) a emergncia do oeste paulista na cultura cateeira, com a transio do trabalho escravo por meio da imigrao.
a) Liberal
b) Legislativo
d) Moderador
e) Nacionalidades
Hislria do Brasil - 353
r r
Cincias Humanas e suas Tecnologias
104. (UFMG)
1. Fatores Externos (Europa): novaes tecnolgicas:
transformaes na agricultura: xodo rural.
II. Fatores Internos: Expanso da lavoura cateeira;
acelerao do processo abolicionista.
A con)ugao desses fatores externos e internos permitiu ao Brasil no periodo de 1850-1888:
a) mecanizar a lavoura cafeeira e dispensar a utiliza o de mo-de-obra numerosa.
b) realizar a transio do trabalho escravo para o trabalho livre, utilizando mo-de-obra europia.
c) substituir o escravo pelo imigrante europeu como mo-de-obra da cateicuttura.
d) iniciara expanso da cafeicultura no Oeste Paulista. independentemente da mo-de-obra escrava.
e) acelerar a cateicultura no Vale do Paraiba com a introduo de mo-de-obra do imigrante europeu.
105. (FESP daescravatura no Brasil d-se sem graves convulses sociais, ao contrrio do que acontece nos Estados Unidos, onde a ques to escravista assume o carter de uma guerra civil:
a Guerra de Secesso (1 861-1865).'
Marque, entre as afirmativas abaixo, aquela que explica a transio do trabalho livre no Brasil.
a) Aps a abolio do trfico negreiro (1850), o problema da mo-de-obra encontrou soluo plena com a transferncia interna de escravos de economias pouco dinmicas para a cateeira, em ascenso.
b) A expanso da economia cafeeira amplia os recur sos pblicos de tal forma que permite ao regime imperial brasileiro encontrar solues intemas para o problema de mo-de-obra.
c) A crescente presena do trabalho livre promovida pela imigrao, de um lado, evdenciaa insuficincia do trabalho e, de outro lado, torna-se forte elemento de dissoluo do regime escravista,
d) A afirmao que se encontra no enunciado da questo  falsa, porque a expanso da economia cafeeira verificada a partir de 1830 refora o escravismo no Brasil, tornando atransio um pro cesso difcil e sangrento,
e) Dentre as formas utilizadas para superao da cri se do trabalho escravo, a colnia de parceria e a colonizaotoram mais eficienles que a imigrao.
a do Brnil
106. (USF'SP) Proclamada a Independncia, e
1822, a primeira constituio, dei 624, perduri por todo o Imprio- Dela se destacam, entre o tros, os seguintes aspectos:
a) no conseguiu evitar o carter autoritrio e pra camente assegurou uma verdadeira ditadura milil sobre o governo;
b) mantinha o sistema clssico dediviso em trs poC res, o quegarantiu umaestrutura bastante democrfil c) assegurou o pluripartidarismo, garantindo gra de rodizio no governo imperial;
d) de carter outorgada, institua o voto censitri criava o poder Moderador, ao qual era transmiti' uma grande parcela de participao no poder; e) assumindo uma postura profundamente naci nalista, rapidamente criou inmeros conflitos co os ingleses,
101. (tJEL-PR) A Confederao da Equador, e
1824, se caracterizou como um movimento
a) emancipao poltica de Portugal;
t) oposio  Abertura dos Portos;
c) garantia  poltica inglesa;
d) apoio aos atos do imperador;
e) reao  politica imperial.
108. (UERGS) Noniapa, os pontos 1,11 e III assin Iam os atuais Estados onde, durante o peno regencial, eclodiram as revoltas ou revolu conhecidas, respectivamente, como:
a) Farroupiltia, Sabinada e Balaiada,
b) Gabanagem, Balaiadae Farroupilha.
c) Balaiada, Cabanagem e Sabinada,
d) Cabanagem, Sabinada e Farroupilha.
e) Sabinada, Farroupilha e Cabanagem.
109. (UNICAMP-SP) O perodo regencial no Brasil
(1831-40), considerando-se o panorama das di versas provncias, sobretudo as do Par,
Maranho, Bahia, Rio de Janeiro e Rio Grande do
Sul, caracterizou-se como uma poca de grande:
a) estabilidade financeira; b) tranqilidade politica;
o) progresso econmico; d) agitao social;
e) desenvolvimento material.
110. (UNITAU-SP)A Contederao do Equadorfoi um movimei revolucionrio ocorrido:
a) em Pernambuco, em 1817. b) no Maranho, em 1838. c) em Pernambuco, em 1848. d) em Pernambuco, em 1 824.
itt. (IJC-BA) A Confederao do Equador, irrompida em Pernambuco, tinha como um de seus objetivos:
a) implantar no Brasil um regime republicano fede rativo.
b) eliminara influncia inglesa na economia brasileira. c) unir o Brasil s demais naes da Amrica confor me os planos de Bolivar.
d) exigir uma poltica de incentivos fiscais para a economia do Nordeste.
e) afastar do Brasil os politicos no identificados com a Monarquia.
112. (UFPA) A Cabanagem, ocorrida no Par, re presentou um dos grandes movimentos sociais e polticos do perodo regencial. Acerca do movi mento cabano, sustenta-se que:
a) as suas lideranas, a exemplo do que ocorrera na Inconfidncia Mineira, toram profundamente in fluenciadas pelas idias do iluminismo.
b) a revoluo cabana conheceu duas grandes fases. Nasegunda, desenvolvidaforade Belm,omovimen lo foi alvo da brutal reao das foras do Imprio. c) liderados pelo bonapartista Flix Clemente Maicher, os cabanos, ao conquistarem Belm, em 1835, pro clamaram a Repblica do Gro-Par, separada do restante do Brasil.
d) a razo principal da demorada luta que os cabanos mantiveram contra as foras do lmpriofoi a ajuda militar que os ingleses prestaram aos revolucion rios paraenses.
Cincias Humanas e anuas Tecnologias
e) a abolio do trabalho escravo e a instituio da Repblica na Amaznia, separando-a da unidade do Imprio, representaram os principais objetivos poli ticos da revoluo cabana.
113. (CESCRAPIRIO) O perodo regencial brasileiro foi marcado por uma profunda instabilidade po ltica gerada pelas divergncias entre os pro prietrios rurais quanto  forma de organizar o Imprio que, agora, controlavam. A criao da Guarda Nacional nesse perodo pude ser explicada, em linhasgerais
a) pela inexistncia de um produto de exportao que superasse a crise comercial do Brasil no merca do internacional, exigindo, dessa maneira, uma mi licia rigidamente organizada que preservasse a uni dade nacional;
b) pelaforte tendncia separatista das diterentes re gies econmicas que pretendiam a comercializao de seus produtos diretamente com os pases inte ressados, e viam na Guarda Nacional uma forma de garantir seus objetivos;
c) pela tentativa de aproximar os interesses dos pro prietrios locais, ainda que mantida a hierarquia as sentada sobre suas propriedades, a fim de que tais interesses fossem legitimados em mbito nacional; d) pela necessidade premente de controle dos focos insurreicionais que, expressando o descontenta mento da populao de diferentes regies, ameaa vam a unidade nacional;
e) pela manobra polilica do Partido Liberal Modera do, que via na criao da Guarda Nacional sua base de apoio para intervir na organizao politica do Impdrio, jque, nesse momento, os liberaisexalta dos possuam uma base social mais significativa.
114. (FGV-SP)
"A? de novembro deflagrou o movimento. No era um desses motins, uma dessas quarteladas sem di retrizes ideolgicas em que foi to frtil o Brasil nos anos turbulentos das regncias. A Revoluo Baiana de 1837 era alguma coisa mais, tinha os seus mar cos doutrinrios. Sabia o que queria. Era republi canaeseparatista."
A presente transcrio refere-se a um dos movi mentos ocorridos durante o perodo regenciat (1831/40) e que ticou conhecido como a:
a) Revoluo Praieira.	d) Confederao do Equador.
c) Guerra dos Farrapos.
b) Sabinada.
e) Cabanagem.
Histria do B - 355
8i -
11.4
r
A

Cincias Humanas e suas Tecnologias
115. PUC-PR) Em 1831 teve incio o perodo dos governos regenclais na Histria do Brasil, de gran de instabilidade poltica interna, decorrente em parte da ausncia do imperador. Assinale a al ternativa correta:
a) Como Ato Adicional de 1834, as provncias pas saram a eleger seus presidentes.
b) A rebelio denominada Sabinada teve a adeso das classes humildes da Bahia, o que explica a longa durao desse movimento,
e) A Revoluo Farroupilha sempre limitou sua ao ao solo do Rio Grande do Sul.
d) A Balaiada ocorreu em Pernambuco.
e) Eclodindo na Provincia do Par, a revoluo cha mada Cabanagem foi o nico movimento revolucio nrio popular do Brasil que implantou um governo regional, o qual chegou a exercer o poder durante alguns meses.
116- (CESGRANRIO) Durante todo o perodo impe rial, o Brasil teve na exportao de produtos pri mrios sua principal fonte de riqueza. Com plementando corretamente as informaes do mapa, podemos afirmar que:
a) o nmero 1 localiza a regio do produto que, desde o Primeiro Reinado, se constitui na principal fonte de recursos parao Imprio brasileiro;
b) o nmero 2 localiza a regio do algodo, produ to-rei nesse perodo em funo da Guerra de Inde pendncia dos filA;
e) o nmero 3 localiza a regio do produto que, por ocasio do estabelecimento de manufaturas txteis no norte dos EUA, observou o seu maior impulso;
d) o nmero 4 localiza a regio da cana-da-ar produto que, desde os primeiros anos do lmp encontrou possibilidades de expanso para o tenor do territrio brasileiro;
e) o nmero 4 localiza a regio do produto qu partir do Segundo Reinado, veio a se constituir principal tonte de recursos para o imprio brasile 117. Observe o esquema aba com aten responda ao que se pede:
FASE INICIALDAECONOMIACAFEEIRA
Economia Latifundiria
Ecunorni
Econo
9
Situando a economia cateeira no quadro da e nomia brasileira, voc verifica que:
a) a cafeicultura se ops  agricultura brasileira nial quanto ao regime de propriedade; b) a cafeicultura se ops  atividade aucareira 1 carter monocultor desta ltima;
c) a cafeicultura repetiu os padres da agricul brasileira colonial;
d) a cafeicultura foi a primeira atividade econl brasileira voltada para a exportao;
e) a cafeicultura manteve sem alterao o regin' mo-de-obra coloniat.
118. (EAMECA-SPJ Aps a independncia, a nomia dos paises latino-americanos se cl terizava essenciainiente pela:
a) permanncia de uma economia colonial, so para abastecero mercado interno;
b) independncia em relao ao capital ml ciorial;
c) manuteno de uma economia agrrio-Ia diriae exportadora;
d) dependncia em relao ao capital luso-esp e independncia tecnolgica, especilicarner bens durveis.
356 - Histria do B,asit
- -	2	-
119. (UNICRUZ-RS) O Paraguai, b pouco mais de cem anos, era uma exceo na Amrica Latina. Seu nacionalismo desagradava a Inglaterra. Assinale a alternativa correta:
a) A guerra contra a nao paraguaia acarretou para
o Brasil uma reduo considervel em sua dvida
externa, bem como uma crescente influncia poltica
e social do Exrcito.
b) Para combater as tropas do pas guarani, o Brasil se uniu a Argentina, Uruguai e Bolvia.
c) No incio da segunda metade do sculo passado, as importaes paraguaas chegavam ao dobro de suas exportaes.
d) O Paraguai perdeu em combate, na guerra contra o Brasil e seus aliados, apenas uma pequena parcela do total de seus soldados.
e) Desde o final da primeira metade do sculo passa do, o Paraguai j havia erradicado o analfabetismo e desenvolvia uma vasta indstria artesanal.
120. (1JFU-MC)
'Os reflexos da lei do trfico negreiro (1850) so Iranscendenles para a vida econmica do Pais, mo dificando, em parte. suafisionomia. O Pais dispunha de poucos capitais que se investiam, at ento, prin cipalmente no trfico negreiro. Proibido esse co mrcio, o capital que se mantm no Brasil fica sem aplicao.  certo que esse capital pode ser conser vado no comrcio interno de escravos, mas a maior parte tem que tomar outro rumo. O espirito empre sarial pode encaminh-lo, ento, para empreendi mentos novos e teis; abrem-se fbricas, constro em-se estradas de ferro, criam-se bancos e com panhias de todo tipo."
Seg o texto acima, os reflexos da lei de su presso dc trfico de escravos modificam a fisionomia eoonmlca do pas porque, aps a lei:
a) abrem-se possbitdades para o comrcio interno de escravos;
b) desenvolve-se o interesse dos empresrios es trangeiros pelo Pas;
c) inicia-se um surto de novos empreendimentos industriais e comerciais;
d) comea um vigoroso movimento de capitais es trangeiros para dentro do Pais;
e) instaura-se a economia baseada no trabalho livre.
Cincias Humanas e suas Tecnologias
7
2
00,,2,78
-
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7,228,
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-
7 '49
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7,07;
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3.07,
71%
8.972
7433-33	7333.
0.2% 77.2',
49.87;
0.2%
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3.80;
7,0%
8.0%
2.01,
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3,27,
130.8
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0061,
0.0';
007;
1.2'
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'38814
0,0 2,
0707;
4.23;
0.0 2,
7.0%
0
7,2%
A observao do quadro acima permite afir mar que:
a) no ocorre nenhuma modificao significativa ao comportamento econmico dos produtos bsicos da exportao brasileira entre 1821 e 1890;
b) o fator determinante da queda da exportao do acar  o crescimento da exportao de caf;
c) embora ocorra a substituio do produto domi nante da exportao brasileira, a economia mantm sua caractenisfica de produtora de artigos primrios para exportao;
d) o Brasil se atimia, no decorrer do sculo XIX, como o maior exportador mundal de caf;
e) o grfico traduz a especializao das regies na produo de determinados artigos.
122. {FA'TEC-SP) O lPoverno Provisrio, instituido logo aps a proclamao da Repliblica, repre sentava as diversas foras que derrubaram o Imprio, a saber:
a) as camadas mdias urbanas e a arisiocracia lati' fundiria do caf e do acar
b) o Exrcito, os ex-escravos e a burguesia industrial j fortalecida;
o) setores da igreja, a Guarda Naconal e as camadas urbanas;
d) o Exrcito, a Guarda Nacional e burguesaagrria canavieira;
e) o Exrcito, as camadas mdias urbanas e a bur guesia agrria cafeeira.
123. (PlIC-RS) Das alternativas abaixo, a nica que contm tini fato e sua correta conseqn cia, ambos relactonados diretamente com o
e
Histria do Brasil - 351
7
121. (PUC-RJ)
PORCENTAGEM DOS PRODUTOS SOBRE O VALOR
DA EXPORTAO
00
T
l
38.7%
7%'
80,0%
0.072
80.27;
7.2'
30,9%
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90.2%
0.07,
90,3%
2.2 7;
Cincias Humanas e soas Tecnologias
surgimento do movimento republicano no Brasil,  aquela que indica, respectivamente:
a) a formao do gabinete de Zacarias de Ces e a correspondente diviso do Partido Conservador em moderados e radicais;
b) a Lei Eusbio de Queirs e a conseqente inter rupo do fluxo imigratrio para o oeste paulista;
c) a queda do gabinete de Ouro Preto e a correspon dente diviso do Partido Monrquico em revolucio nrios e evolucionistas;
d) a Guerra do Paraguai e aconseqente adeso de setores do Exrcito brasileiro ao republicanismo;
e) o "Bi Aberdeen" e a subseqente presso ingle sa para a retirada dos subsidios ao caf.
124. (MACK-SP) O declnio da monarquia e a pro pagao dos ideais republicanos, no final do sculo passado, ligam-se, sem dvida, aos efei los que a Guerra do Paraguai nos deixou como herana. Isso porque:
a) avitrfadaTrpliceAtianasobre o Paraguai Impli cou enormes prejuzos no campo diplomtico, so bretudo em relao  Inglaterra;
b) a guerra acelerou as contradies internas, aba lando a mais slida base da monarquia - a escravi do - e fazendo emergir um Exrcito com conscin cia de seu poder;
c) a derrota brasileira obrigou a monarquia conces ses territoriais que abalaram a economia;
d) os partidos conservadores do imprio opunham se  guerra e defendiam a mudana das estruturas sociais internas;
e) embora nossa situao econmica se consolidas se com a guerra, a monarquia no logrou reconciliar as duas faces de nossapolitica na poca, o Partido Liberal e o Conservador,
125. Com relao a consolidao da monarquia brasileira, assinate a alternativa incorreta:
a) ARevottados Liberais, em 1842, foi conseqn cia da queda do Ministrio Liberal, aps as eleies do 'cacete".
b) No Parlamentarismo brasileiro, durante o Segun do Reinado, o primeiro-ministro eraescolhido pelo imperador e deveria ter seu nome aprovado pela Assemblia Geral.
e) Para manter-se no poder, um ministrio precisava lera contianatanto do imperador, como daCmara
dos Deputados e, por meio do poder Moderador, imperadorponderava quem deveria permanecer, n caso de uma discusso,
d) A Revolta Praieira teve, como uma de suas causas a queda do Ministrio Conservador, j que se consi dera que este movimento partiu da extrema-direita. e) De 1853 a 1856, tivemos o Ministrio da "Conci liao", dirigido pelo do Paran, no qual conjunta mente conservadores e liberais ocupam o poder.
126. (linitor-CE) No processo de formao di Estado nacionat brasileiro, o perodo regencia (1831-1840) foi decisivo. Esses anos, como se sabe, foram marcados por rebelies internas Uma delas chegnu de fato a ameaar a unidade territorial ao proclamar duas repblicas. Esta. mos nos referindo :
a) Sabinada.
b) Balaiada.
o) Cabanagem,
127. (UNICAMP)
a carne, o couro, o sebo, a graxa, alm de pagarerr nas Alfndegas do Pais o duplo dzimo de que se pro puseram aliviar-nos, exigiam mais 15% em qualque dos portos do Imprio. Imprudentes legisladores nt! puseram desde este momento na linha dos povos es trangeiros, desnacionalizaram a nossa provncia e di fato asepararam da comunidade brasileira,"
O texto acima refere-se:
a) ao problema dos altos impostos que recaiam sobp produtos do Maranho e que ocasionaram a Bataiada
b) aos fatores econmicos que motivaram a Revotu o Farroupilha iniciada durante o perodo regencia
c) s implicaes econmicas do movimento de ir dependncia da provncia Cisp
d) s dificuldades econmicas do Nordeste, que )uo tificaram a ecloso da Confederao do Equador. e) aos problemas econmicos do Par, que derar origem  Cabanagem.
12B. (PUC-PR) A causa imediata da abdicao Dom Pedro 1 foi:
a) o tratado comercial com a Inglaterra cml 827.
b) o exilio dos irmos Andrada.
e) a recusa do imperador a reconduzir ao poder
ministrio popular.
d) a morte de Frei Caneca.
e) a questo da sucesso do trono portugus.
d) Contederao do Equador e) Guerra dos Farrapos.
358 - Histria do Brasil
c) o acar.	e) o cacau.
d)ocat.
Esse  um artigo da:
a) Lei urea.
b) Lei Saraiva-Cotegipe.
c) Lei do Ventre Livre.
d) Lei fdabuco de Arajo.
e) Nenhuma das alternativas anteriores.
a) nas usinasaucareiras do Nordeste.
ti) nos seringais amazonenses.
c) nos cafezais paulistas.
d) nas tisinas siderrgicas, e) nos porias de exportao.
histria do Brasil  359
1
/ -$
129. (UnB-DF) O processo de independncia do Brasil e a tormao do Estado nacional esto marcados:
Cincias Humanas e sujas tecnolovias
e) pela fraqueza poltica do Governo do Marechal Floniano Peixoto, que se revelou incapaz de conter as revoltas que eclodiam em seu Governo.
132. jIJIUFOR-CE) Indiscutivelmente, o fim do tr fico negreiro em 1850 anunciou, de um lado, a condenao da escravido; de outro, contribuiu na sentido de:
a) por uma srie de 'conjuras" que, em Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia e Pernambuco, assinalavam, antes de 1822, as contradies exis tentes na colnia e que provocariam o fim do domnio lusitano,
b) pela conscientizaD de que, atendendo s refor mas das cortes portuguesas, estaramos perdendo a autonomia e a livre-comrcio aqui instalados, a par firdavinda dafamilia real portuguesa.
o) por duas datas significativas: 1822 e 1831. A primeira assinala a independncia poltica, e a se gunda assegura o controle do processo nas mos dos liberais.
a) coibir o trfico interno de escravos e desenvolver a fixao do imigrante europeu no Sul,
b) auxiliar o trfico interno e desencorajar a imigra o etiropta.
c) amadurecer a conscincia abolicionista e desen volver a imigrao europia.
d) desviar o capital gerado no trfico interno para a indstriae prejudicaras lavouras de caf.
d) pelo perodo regencial (183I-1840), fundamen tal para que uma das faces 'brasileiras" em luta assumisse a liderana de fato e estabelecesse o tipo de Estado que seria instalado.
133. (OSEC-SP) "Arf. 1'- Os filhos de mulher escra va que nascerem no imprio desde a data desta Lei sero consideradas de condio livre."
e) pela luta entre os elementos defensores da descentralizao politico-administrativa e os que pro pugnavam a centralizao, estes ltimos derrotados a partirda Lei Interpretativa do Ato Adicional,
fl petaorganizao da Guarda Nacional,fundamen tal para assegurar a participao popular na orga nizao do Estado.
134. (UFPRJ A introduo de imigrantes italianos, substituindo o trabalho escravo, por iniciativa do senador Campos Vergueiro, deu-se:
130. (UCMG) Constitui base econmica dosegtan do Reinado:
a) a borracha, b) a indstria.
131. (MACKJSe a Repblica foi, em grande parte, o freio da aliana entre Exrcito e fazendeiros de caf, o rompimento entre ambos, logo aps a proclamao, foi causado:
a) pelas divergncias politioo-ideolgicas j que os militares apoiavam um Governo forte  reformista e a oligarquia pretendia um federalismo que favorecia seus interesses,
b) pela detesa de um governo central forte, pelos fazendeiros, cem objetivo de anular as diferenas regionais.
35. (UFPE-IIFRPEJ Razes diversas, enfre as quais a restrio ao trfico negreiro, contribu ram para a progressiva enfrada de imigrantes no Brasil, a partir de meados do sculo XIX. Esses imigrantes que aqui chegaram:
c) pela oposio dos militares ao projeto de indus triatizao do Pais, defendido pelos cafeicultares, d) pela rejeio do federalismo pelas oligarquias agrrias, parque possibilitava constantes inleiven es da Unio nos Estados.
a) rapidamente substituiram, por sua capacidade de trabalho, os escravos da lavoura caf eeira,
b) sempre tiveram seus direitos respeitados, o que permitiu que a maioria deles logo enriquecesse,
c) aderiram  causa dos escravos, tornando-se seus fiis aliados.
Cincias Humanas e suas Tecnologias
d) enfrentaram srios problemas de explorao e muitas vezes se sublevaram.
e) demonstraram que o trabalho assalariado  pouco rentvel, unindo os lazendeiros na luta contra a abolio.
136. (IJFPR) Pela Constituio Imperial do Brasil, assinada em 25 de maro dei 824 por Dom Pedro 1, seu governo era declarado uma monarquia constitucional e representativa. Quais os pode' res polticos por ela reconhecidos?
a) Executivo e Legislativo.
b) Executivo e Judicirio.
c) Judicirio e Legislativo.
d) Executivo, Judicirio e Legislativo.
e) Executivo, Judicirio. Legislativo e Moderador. 131. (IJP1ESP) 0 resultado da discusso poliuica e da aprovao da antecipao da maioridade de Dom Pedro II representou:
a) o pleno congraamento de todas as toras polui cas da poca.
b) a vitria parlamentar do bloco partidrio liberal.
c) a trama bem-sucedida do grupo conservador que fundara a Sociedade Promotora da Maio ridade.
d) a anulao da ordem escravista que prevalecia sobre os interesses particulares.
e) a debandada do grupo poltico liderado por um proprietrio rural republicano.
138. (VEtE) Assinale a atirmao correta sobre a Revoluo Praieira de 1848:
a) Foi uma revoluo conservadora, empreendi da pelos senhores de engenho, sem participa o popular.
b) Foi um movimento liderado pelo jornal i Novo, editado na Rua da Praia, no Recife, afavorda monarquia e do controle do comrcio pelos por' tugueses.
c) A Revoluo Praleira no linha idias politicas e sociais definidas e restringia-se a uma disputa entre liberais e conservadores pelo controle da polutica em Pernambuco.
d) A Praieira tinha idias politicas liberais e idias socialistas influenciadas pelas revolues europi as de 1848, e leve ampla participao das camadas mais humildes da populao livre.
360 Histria do Brasil
139. (p1JC'SP) 'A Praieira, apesar de ter brotado em meio aos conflitos polticos entre liberais e conser vadores, foi, antes de mais nada, uma revolta social."
Isso significa que:
a) as reivindicaes expressas em seu programa questionavam as diferenciaes e os privilgios so dais existentes no Pais em geral e em Pernambuco em particular.
b) a rebelio toi apoiada essencialmeute na insatisfa dos proprietrios deterrada provinciade Pernambuco c) os proprietrios rurais se mostravam descontente com a proleo comercial dadaaos interesses inglese d) os assalariados dazona canavielra pernambucan se rebelaram contra a tenlativa do governo central impor limites ao seu trabalho.
e) seu iderio e sua plataforma de lutas estavam insp rados nos manifestos da social democracia da poc.
140. (UFBA) O interesse Ingls na extino do tr fico negreiro no Brasil decorreu:
a) da necessidade de ampliao do mercado cons' midor brasileiro para as suas mercadorias.
b) da preocupao humanitria e tilantrpica pe sorte dos escravos.
c) da necessidade de converso dos africanos protestantismo.
d) da ampliao do mercado de escravos nas co nias inglesas.
e) do crescimenlo do processo de industrializa no Brasil.
141. tias atas dos debates parlamentares e jornais brasileiros da dcada de 1850, enci tram-se muitas referncias, positivas ou nego vas  Inglaterra. Estas ltimas, em geral, deve se  irritao provocada em setores da sacie' de brasileira por presses exercidas pelo gov no ingls para:
a) diminuirgradativamentea utilizao de escra na agricultura de exportao.
b) dar ao protestantismo o mesmo status de relLl oficial que tinha o catolicismo.
c) impediro julgamento portfbunais brasileiros de oficial ingls que assassinou um cidado brasileiro d) a extino do trfico de escravos, lendo seus jetivos sido alcanados em 1850.
e) subordinar a poltica externa brasileira a mie ses ingleses na Africa e na Mia,
142. 'Aguerra chegara aotim. As cidades, asvilas, as aldeias estavam despovoadas. Sobrevivem um quarto da populao - cerca de duzentas mil pesso as - noventa por cento do sexo feminino. Dos vinte mil homens ainda com vida, setenta e cinco por cen to eram velhos acima de sessenta anos ou garotas menores de dez anos. Os prprios aliados ficaram
abismados com a enormidade da catstrofe, a maior jamais sucedida num pas americano." (Manha Cancogni e Ivan Bons)
O texto refere-se ao conflito externo em que se
envolveu o Imprio Brasileira, conhecida coma
a Guerta:
a) da Cispiatina.
b) do Chaco,
c) de Canudos.
143. (CESCEM) "Por meio do Ato Adicional sofreu a Constituio modificaes de grande importncia poltico-administrativa, como, por exemplo a cria o das Assemblias legislativas nas provincias e a extino do Conselho de Estado."
O texto se refere  Constituio Brasileira de:
a)	1824.	c) 1934.	e 1946.
ti) 1891,	d) 1937,
Cincias Humanas e suas Tecnologias
144. (FC CHACAS-BA) 'Os reflexos da lei do trfico (1850) so transcendentes para a vida econmica do Pas, modificando, em parte, sua fisionomia, O pais dispunha de poucos capitais, que se investiam, at ento, principalmente no trfiCo negreiro, Proibi do esse comrcio, o capital que se mantm no Brasil fica sem aplicao. E certo que esse capital pode ser conservado no comrcio intemo de escravos, mas a maior parte tem que tomar outro rumo. O esprito empresarial pode encaminh-lo, ento, para empre endimentos novos e teis: abrem-se fbricas, cons froem-seestradasde ferro, criam-se bancos e com panhias de todo tipo,"
a) abrem-se possibilidades para o comrcio interno de escravos,
b) desenvolve-se o interesse dos empresrios es trangeiros no Pais.
c) comea um vigoroso movimento de capitais es trangeiros para dentro do Pais,
d) inicia-se um surto de novos empreendimentos industriais e comerciais,
e) instaura-se a economia baseada no trabalho livre.
N
Ck
Segunda o texto, os reflexos da lei de supresso d) do Paraguai, do trfico de escravos modificam a fisionomia e) dos Farrapos, econmica dc Pas porque, aps a lei:
RESPOSTAS:
98. d
105.
112. b
119. e
126. e
133. e
140. a
99. a
lOS. d
113. d
120.
127.
134. o
141.
100.
107.
114.
121.
128.
135.
142.
a
e
ti
d
c
d
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101. ti
lOS. b
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111. a
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125. e
132. c
139. a
Histria do Brasil - 361
4
Aflepblicafoi feita pela unio dos militares efazen demos do caf, mas estes no apoiavam o modo de governar igualmente. Os militares queriam um go verno forte e reformista e os fazendeiros o Federalis mo, com isso houve o rompimento de ambos.
A Repblica Velha representa o periodo de nossa Histriacompreendido entre a Proclamao da Re
pblica e a ascenso de Vargas ao poder, com insta bilidade politica. Esse perodo costuma ser dividid em duas fases:
 Repblica da Espada (1889-1894)
 Repblica das Oligarquias (1894-1930)
flchaI RepUblica da Espada
O perodo entre 1889 a 1894 ficou conhecido como
a Repblica da Espada, pois se sucederam na presi dncia dois marechais: Deodoro da Fonseca e
Floriano da Fonseca.
O Governo Provisrio (1 889-1 891)
Os primeiros anos da Repblica noloram tranqi los, Apesardisso, o Marechal Deodoro organizou a transio de regimes, abolindo os organismos im periais; separou a lgre(a do Estado; liberou os cul tos; promoveu uma grande naturatzao dos es trangeiros que residiam no Pais e instituiu o casa mento civil. Na poltica econmica, realizou uma re forma bancria, e estabeleoeu por meio do Minis da Fazenda, Rui Barbosa, o encilhamelilo, que con sislianaemisso de dinheiro com o objetivo de su prir a carncia de numerrios. Deu-se o primeiro im pulso da industrializao brasileira, bancos enrique ceram, e houve o desequilbrio do balano de paga mentos, Essa medida se mostrou desastrosa, resul tando em inflao, especulao e falncias. Em 1891,  outorgada a primeira Constituio da Repblica, inspirada no modelo norte-americano, com caracle rsticas federalistas, presidencialistas e republicanas. No plano poltico, enfrentou a primeira Revolta da Armada, no conseguiu evitar os cheques com seu
ministrio e teve desenteridimenlos com o parlamei to, que por meio da lei de responsabilidades, dimLnu as atribuies do Poder Executivo. Logo, como preslia, Deodorolecha a Congresso. A presso governo central loi forte, principalmente aps eso tentaliva de golpe, que o levou  renncia em 23 novembro de 1891, passando o governo para o si vice, Flortano Peixoto,
O Governo Floriano Peixoto (1891-1 89
Passou para a Histria como o "Consolidador Repblica". Seu governo foi bastante atribulado, re tabeleceu o Congresso, assim mesmo en ficuldades polticas (Revoluo Federalista no Rio Janeiro e Rio Grande do Sul) e militares (Segun Revolta da Armada). A oposio levantou a ques sobre a constitucionalidade do continuismo de mandato. De carter autoritrio, o 'Marechal de E ro", como ficou conhecido, resolveu todas as crio com prises e deporlaes dos oponenles.
Contrariando seus partidrios que queriam permanncia na presidncia, ao final de seu m dato, entrega o cargo ao presidente eleito, dente de Morais, membro da oligarquia cafer paulista.
flcha z Repblica das Oligarquias (1894-1930
Poltica do Caf com Leite	nham, portanto, mais poder e influncia. Eram ju
mente os representantes desses Estados que o
Nesse periodo, os Estados com maior peso poltico	pavam, sucessivamenle, a presidncia da Repbi
e eleitoral eram So Paulo e Minas Gerais, que ti-	Os paulistas fazem parte do PRPE, os mineiros
Cincias Humanas e suas Tecnologias
Bloco . Repblica Velha (1889-1930)
362- Histria do Brasil
r
PRM. E, em aluso  produo de cat de So Paulo e leite de Minas, denominou-se essa alternncia de Poltica do Caf com leite,
Repblica das oligarquias
A Repblica das Oligarquias se iniciou com o domi nio dostazendeiros (oligarquia agrria) at o domi do dos militares.
Prudente de Moraes (1894-1898)
Foi o primeiro Presidente civil do Brasil. Encontra no Pas grandes agitaes nas questes polticas e so ciais, como, porexemplo, a Guerra de Canudos (Ga). Campos saltes (1898-1902)
Foi eleito com a potitica dos governadores, isto , troca de favores entre oligarquias e governo lederat, e esquema coronetista.
Campos Sa porintermdiodo Ministro Modinho, renegociou a divida externa por meio do acorda fs'nd/nq lean, fez cortes nos gastos pblicos, au mentou impostos, abandonou abras pblicas, con gelou salrios e desestimutou indstrias.
PROESIWTES DA kEPBucA 005 OL
11914-1918
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Cincias Humanas e suas Tecnologias
Rodrigues Moes (19112-1 906) Por meia do modelo da pol do caf-com-leite, toma posse o paulista Rodrigues Alves, o qual teve o seu governo marcado pelo:
Saneamento do Rio dejaneiro;
 Lei da Vacina obrigatria (todos eram obriga dos a se vacinar contra a peste bubnica, varola e tebre amarela);
 Revolta da Vacina;
 Convnio de Taubat;
 Compra do Acre.
Afonso Pena (1906-1909)
Foi o primeiro Presidente mineiro. Tinha o lema: "Go vernar  povoar", Logo estimulou a imigrao, Co- tocou em prtica o convnio deTaubat. Morreu antes de terminar o mandato. Assume em seu lugar o vice, NiloPeanha.
Nilo Peantia (1909-1910)
Criou oSPI (Servio de Proteo ao ndio), no qual o Mal. Rondon chetiou com o tema: "Morrer se pre ciso, matar nunca". Rondon percorreu todo o serto
brasileiro, Surgiu em seu govemo a Campa nha Civitista, comandada por Rui Garbosa, que detendia a presena de presidentes dvis no governo.
Hennies da Fonseca (1 910-1 91 4) Depois de grande disputa eleito rat, Hermes da Fonseca vence Rui Garbosa (poltico baiano, que leve apoio de So Paulo).
Nesse periodo destacou-se:
- Revolta da Chibala;
-. Politica das Salvaes, isto , substituio das oligarquias es taduais do poder que ofereciam oposio ao Presidente (O Satvacionismo);
- Guerra do Contestado,
Veoiceslau Brs (1914-1918)
Governou na poca da Primeira Guerra Mundial. Houve aumento da Indstria devido  entrada do Brasil na guerra para elevar a exportao. E ocorreu o 2' tundng /oao.
Ilisttia da Brasil 363
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Cincias Humanas e suas Tecnologias
Em 1918 foi eleito o ex-presidente Rodrigues Alves, que morreu antes de tomar posse. Seu substituto foi Delfim Moreira, que convocou novas eleies em 1 919, vencidas por Epitcio Pessoa.
Epitcio Pessoa (191 9-1922)
Seu governa foi marcado pela Revolta do Farte de Copacabana e aparecimento do Tenentismo (movimento poltico e militar, liderado pela jo vem oticalidade do Exrcito - tenente e capito), pela fundao do Partido Comunista do Brasil (PCB) e pela realizao da Semana de Arte Mo derna (1922).
Essa semanasignificou um movimento modernista que tratava a realidade e a vida cotidiana, abando nando a imitao e antigos valores culturais, foi a independncia mental em relao s sugestes eu ropias, geralmente francesas.
Os nomes que se destacaram foram:
 Escritores: Mrio de Andrade, Oswald de Andrade
e Manuel Bandeira;
 Pintores: Di Cavalcanti, Anita Maltatti;
 Msico: VilIa Lobos.
Artur Bernardes (1 922-1 926)
Governou em constante estado de stio, devido s agitaes: Revoluo Tenentista. em So Paulo; Co luna Prestese os movimentos operrios.
Washington Lus (1926-1 930)
Foi o ltimo Presidente da Oligarquia da Repblica Velha. Em seu mandato houve quebra da Poltica do Caf com Leite; crise econmica mundial de 1929 e a ccnstruo de rodovias importantes. Seu lema era:
'Governar  abrir estradas"
Os ca eicultores exerceram um poder quase absolu to sobre a poltica de 1894 at 1930, Esse perodo foi marcado por polticas econmicas que privile giavam exclusivamente a produo do cat. Sempre que a exportao do caf diminua, encontrava-se uma maneira de no deixar o preo cair, para no prejudicaros cafeicultores. A produo de caf, as sim como a do acar nos sculos XVI e XVII, estava totalmente voltada para o mercado externo,
o exemplo mais claro dessas polticas que privilegia vam o caf ficou evidente no Convnio dc Taubat.
Nessa reunio, realizada pelos governadores do Rio de Janeiro, So Paulo e Minas Gerais, discutiram-se medidas de proteo ao caf, tais como:
 os governadores estaduais deveriam manter preo mnimo para as sacas de cat nos porto:
embarque:
 o governodeveria comprar parte da produo no fosse consumida pelo mercado externo,
Dessa maneira, os produtores de cat no ter nenhum prejuizo se houvesse qualquer p robli nas exportaes. Esse tipo de poltica prejudicou 1 a populao, poiso caferacomprado com din ro pblico. A populao no chegava a ver a co caf, que apodrecia em grandes armazns.
Observe no quadro anterior, os governantes do 1 sil desse perodo:
O Coronelismo
Na realidade, o coronelismo j existia desde os t pos do Imprio. Os coronis eram em sua mai latifundirios estabelecidos no Nordeste e que e ciam podersobre extensas reas dessa regi 0,01 deste sofria com a misda, afalta de terras e guz coronis possuiam dentro de suas prop riedc grandes audes de gua, o que tazia com que ti sem grande poder sobre a massa de miserveis meio de favorecimentos e constrangimentos, bm controlavam todo o sistema eleitoral e os gos pblicos. Nas eleies, a maioria dos eleiton partir de 1889, o voto deixou de ser censitr qualquer homem com mais de 2t anos podiavc j recebia o seu voto pronto. Os agunos, agi como policiais do coronel, entregavam a cdula foral  com o voto marcado. Como no existia o' secreto, os coronis exerciam total controle sr seus eleitores, Esse tipo de voto ficou c onhe como "voto de cabresto"
O coronel eleito distribuia os cargos pblicos tre seus parentes, dando continuidade ao seu der. E interessante lembrarque aindaexisteni ronis no Brasil,
O Cangao
O cangao surgiu no serto nordestino em tom 1870. Os nordestinos estavam cansados da ter situao em que viviam porcausa dafalta de gu terra e da cweldade dos coronis, que submeti nordestino pobre a um regime de semi-es cra em seus latitndios.
364 Histuia do Brasil
Cincias Humanas e suas Tecnologias
Os cangaceiros eram, em grande parte, jagunos que no aceitavam mais as imposies dos coronis. Eles partiam em grandes grupos polo serto de vrios esta dos ncrrlestinos, saqueando vilas e tazendas. e espa
lhando a morte e o medo por onde passavam. Os vilarejos miserveis, no entanto, no tinham o que re clarnardos cangaceiros: eles eram visloscomoheris, poistraziam comidas remdios para essas localidades.
flcha3 Conflitos da Repblica Velha
A Revotta da Vacina (1904)
Os projetos de reurbartizao da cidade do Rio de Janeiro efetivados no governo de Rodrigues Alves no levaram em conta os interesses da populao mais carente. A demolio de cortios no centro da cidade desalojou familias, afastou os trabalhadoees das proximidades dos seus locais de trabalho, des traiu tradicionais espaos populares e provocou uma grande alta nos aluguis. Por tudo isso, o clima era tenso quando Oswaldo Cruz, responsvel pela Sa de pblica da cidade, cotacou em prtica o seu pla no de vacina obrigatrio,
Outro fator que ajudou a desencadear o movimento I a desinforrnao sobre os eleitos da vacina (Rui Barbosa se pronunciou contra). Setores militares se aproveitaram do episdio para organizar uma opa sioao governo dos caleicultores paulistas. Depois de uma semana de rebelio e com vrias mortes, as foras federais assumiram o controle em 16 de no vembro de 1904.
A principal razo da revoltaloi a condio de misria que as elites dominantes impunham  populao.
Canudos
Os desmandos dos "encilhamentos' e as emisses descontroladas lizeram diliceis os primeiros anos da Repblica. A moeda sofreu desvalorizao e di minuram no exterior as possibilidades de crdito. Embora Floriano Peixoto houvesse consolidado a Repblica e derrotado os descontentes, houve ver dadeiros levantes da populao pobre e miservel, castigada por uma seca de vrios anos no Nordeste. No interior da Bahia - o arraial de Canudos -, essas populaes loram fanatizadas por Antnio Conse lheiro, que loi considerado perigoso monarquista pelo governa central. Para combat-lo foram mobi lizadas toras lederais. Essa guerra durou dei 892 a 1896. Cantdos foi exterminada, aps fortes resis tncias, com a morte do lder
A Guerra do Contestado
No Sul, mais especificamente em uma regio reivindicada por Santa Cafarina e pelo Paran (dai o nome de Contestado), apopulao pobre sotreu com a modernizao. A construo da estrada de lerro Brasi!ian Railway e a implantao de serrarias da .Sbutkern Lumber, ambas norte-americanas, expul savam os pequenos posseiros das terras onde viviam e onde praticavam a agricultura de subsistncia. Os latitundirios aproveitaram-se dasituao paraaumen lar suas propriedades. Dessa forma, romphm-se as relaes detroca delavores entre os trabalhadores da terrae latilundirios, Essa situao de crise social deu origem aum moeimenfo messinico com trgicas con seqncias, que teve inicio entre 1912 e 1914.
Os seguidores do Monge Joo Maria lides religioso que deu origem ao movimento-houve outro mon ge, ligado ao movimento, com o nome de Jos Ma ria) foram tratados com viotnoia pelos poderes constituidos. Foram considerados tanticos monar quistas e que conspiravam contra a repblica. E re sisdmrn par quase quatro anos. O exrcito brasileiro utilizou-se na lase final de guerra de avies para bombardear as posies dos revoltosos. At hoje no se sabe o nmero correto de mortos.
A Revolta da Chibata
Essa revolta foi mais um exemplo de resistncia popular
A Marinha brasileira, dominada pelos setores mais conservadores, exigia uma disciplina trrea dos ma rinlaeiros. A "lei da chibata" era um castigo aplicado aos marinheiros por qualquer atitude considerada indisciplinada.
Na noite de 22 de novembro de 1910, marinheiros do navio Minas Gerais, sob a liderana de Joo Cn dido, depois chamado o Almirante Negro, se rebela ram e assumiram o comando da embarcao, ma tando vrios oficiais.
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Clncias Humanas e suas Tecnologias
Eles queriam aiim da 'lei da chibata". Os mari nheiros rebeladas ameaaram bombardear a ci dade da Ria de Janeiro. A principia, as reivindi caes foram aceitas e as marinheiros anistiadas, No entanto, depais eles foram duramenle casti gados. De positivo, resultou a abolio da chiba lana Marinha.
O Movimento Operrio
A anda imigratria de trabalhadores europeus, par causado cat,atingiu tambm as cidades. Apresen a de operrias estrangeiros tarnou-se comum nas fbricas de So Paula e Rio de Janeiro, que tinham pssimas condies de trabalho, As tbricas pare ciam prises comas portes vigiados par guardas armados que taziam revistas nos operrtos, As ins talaes sanitrias e os equipamentos eram inade quadas e a jornada de trabalha excessiva- Para pa gar salrios mais baixos, empregava-se mo-de-obra feminina e infantil. As primeiras organizaes oper rias faram as caixas beneticentes e associaes mutualistas, que tinham par objetivo ajudar oper rias em caso de doena, morte e perdatemporria do trabalho. Dessas associaes se evoluiu para um movimento sindical e partidria, embora a organiza o em partidos tosse condenada pela principal cor rente da movimento operrio durante a Repblica Velha: a anarquismo, trazido pelas imigrantes euro peus (principalmente italianas).
Os anarquistas propunham substituir o Estada por uma direo coletiva da saciedade. Outra caracte ristica do anarquismo era seu carter anticlerical:
a Igreja era vista como representante do atraso e obscurantismo. Esses ideais chegaram ao Brasil por intermdio dos imigrantes e eram divulgados por jornais operrios que circulavam principal mente em So Paulo. Esses jornais eram chama dos de "pasquins"
A grande greve de 1917 teve importante participa o anarquista. Nesse ano, vrios operrios do Cotanificio Crespi iniciaram o movimento grevista com adeso de vrias fbricas. No dia 9 de julho, a policia matou um sapateiro anarquista numa repres so, contribuindo para radicalizar a greve. Mesmo aumentando a represso, o governo no conseguiu desbaratar o movimento. Os industriais tiveram de negociar comas grevistas.
Depois da greve, a vigitncta operria se intensiticou.
A questo operria era tratada como caso de p olici e no como problema social.
O levante do Forte de Copacabana
A ordem de techamento do Clube Militar e a pris do marechal Hermes da Fonseca provocoua revclt. entrejovens oficiais do Exrcito. Aaa politicc-rni litar desses jovens cticiais na dcada de 20 teve nome de 'tenentismo"
Na madrugada de 5 de julho de 1922, vrics o ciais acantonadas no Farte de Copacabana dispa ramos canhes exigindo a renncia do presidenti recm-eleita. O alto comando, fiel ao poder, organi zou uma ao militarcontra os rebeldes. A maicri, dos rebeldes se entregou, mas um pequeno grup resolveu enfrentar as foras do governo. O epis dia ficou conhecido como os 18 do Forte
Copacabana, aluso ao nmero dos que resistiran' Com exceo dos tenentes Siqueira Campos Eduardo Comes, todos foram mortos.
A Revolta de 1924 e a Coluna Prestes
Os tenentes escolheram So Paulo como ncleo nova rebelio, No diaS de julho de 1924 (dois ano depois do levante do Forte de Copacabana), os jc vens militares iniciaram a revolta.
Tomados de surpresa, os quase 700 mil habitante da cidade foram colhidos entre dois fogos: o du "tenentes" entrincheiradas nos principais pontos cidade e o bombardeio das foras governistas.
No dia 27 de julho, o comando tenentista resolve abandonar a cidade, com mais de 3 mit soldadc marchando em direo ao Paran, onde iriam se e, contrar com uma coluna de rebeldes vinda do s Comeavaatamosa Coluna Prestes,
Luis Cartas Prestes e Joo Alberto organizaram da luna mititar que deveria percorrera Brasil, esperanc provocar uma revoluo para derrubara governo Artur Bernarrjes, Sob o comando de Prestes e M igu Costa, oticial da Fora Pblica de So Paulo, aderira revolta 24 mil soldados, que percorreram entre 2C 30 mil qutlmetros durante dois anos de marc ha,
Em fevereiro de 1927, os membros da coluna exilaram na Bolivia, depois de perceberem que ifi conseguiram sensibilizar a populao para um 1 vante armada.
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Ficha 4' A Economia na Repblica Velha
A Expanso da Lavoura Caf seita
No inicio do sculoXX, aeconornia nacional atingiu melhora. Para isso, muito concorreram os imigran tes, que eram orientados para as regies meridio nais. Italianos, portugueses e espanhis foram en carninhados para a lavoura e principalmente para o Estado de So Paulo. O caf brasileiro, nessa poca, no tinha concorrentes  altura. .4 produo era to grande e o produlo vendido a preo to baixo para os mercados estrangeiros que o Brasil era dono in contestvel do mercado, O Pais pagaria caro por basear sua economia em um nico produto, como veremos adiante,
As outras regides do Brasil no sentiram a mesma prosperidade que ocorria em So Paulo, De um lado, oRiolrandedo Sul, regio de gado, e o Distrito Fede ml (Filo de Janeiro), grande centro comercial, encon travam-se em condies econmicas muito boas. De outro lado, o Nordeste encontrava-se numa situao dificil, devido s secas e  crise da cana-de-acar. Os demais Estados pouco podiam lazer, pelas dificulda das das estradas e das vias de acesso para o mar.
A poca da Borracha
A bacia amaznicateve, nos primeiros anos do sculo XX, um avano econmico extraordinrio, em tudo capaz de igualar-se ao surto cafeeiro de So Paulo, Em a febre da borracha. Essa facilidade de lucros r pidos teve um fim at certo ponto desastroso.
O Brasil, at ento, era o nico produtor de borracha. A sua importncta era decisiva, mormente porque o mundo entrava na era dos automveis com pneu mticos e cmaras de ar. A borracha era muito cobi ada e procurada. O Brasil podia impor preos  bor racha, pois praticamente no havia outro concor rente, os lucros eram enormes e o dinheiro corria nas cidades do Par e do Amazonas, onde o movi mento comercial aumentou assustadoramente. Era comum as embarcaes subirem o "Rio-Mar" (o Amazonas) carregadas de mercadorias e descerem cheias de borracha,
Na Insulindia comearam a plantar-se seringueiras, cultivadas segundo processos cientfficos, graasaos agentes britnicos,
Em poucos anos, o Brasil j tinha concorrentes. Al gumas espcies vegetais cuja goma, aps tratamen to, podia substituir agoma das rvores amazonen ses, foram encontradas,
O entusiasmo logo cessou. As plantaes asiticas comearam a oferecer seus produtos a preos bem mais baixos e deu-se, ento, o enfraquecimento de nossos lucros, Foi um verdadeiro desastre, Muitas pessoas, levadas pelos ganhos enormes, fizeram grandes emprstimos. E a baixa da borracha impediu a esses senhores de saldarem seus compromissos e sobreviverem aos desastresfinanceiros, pois o dinhei ro conseguido com a borracha j havia sido gasto.
Ainda em 1910, o Brasil era o maior produtor de borracha. Quatro anos depois, ramos um simples concorrente, E por ocasio da Primeira Grande Guerra Mundial, o Brasil exportava muito pouco. NaAmaz nia, o ambiente era de desolao. Em Manaus, o Teatro Municipal  a lembrana bem viva dessa curta era de riquezas.
Na Bahia, aconteceu o mesmo com a exportao do cacau. Por muito tempo, o Brasil foi um dos maiores exportadores daquele produto,
Surgem as Indstrias
Sobreveio a Primeira Grande Guerra Mundial, em 1914, At ento, o caf era o propulsor de nossa economiae as indstrias iam paulatinamenle se im plantando. Com a guerra, ocorreu no Brasil a falta de artigos europeus surgindo as indstrias de substi tuio. O governo de Venceslau Brs proporcionou vantagensearnparo iniciativa fabril. Em So Paulo, porexemplo, surgiram numerosasfbricas dos mais variados produtos, Outras surgiram no Rio de Janei ro e em Minas. A qualidade de nossos produtos me lhorou sensivelguente, principalmente o tecido. No final da guerra, a proteo aduaneira garantiu aos industriais a manuteno do terreno por eles con quistado nos mercados internos.
A Crise do Caf
No Brasil todo se plantava caf. A nossaeconomia, por longos decnios, dependia de um nico produ to: o caf. O erro foi no procurar outros recursos,
Cincias Humanas e suas Tecnologias
i do Drasil 367
Cincias Humanas e suas Tecnologias
que pudessem numa eventualidade substituir acha mado ouro negro". A crise veio.
Muitos lalores contriburam para a crise do caf. As manobras e as especulaes no mercado interna cional concorreram paraa grande crise do cat, alm da errnea orientao oficial - governamental. A su premacia brasileira do caf no mercado internacio nal induziu os governantes e produtores a comete rem srios e graves erros. J em 1906 havia uma superproduo. Os lavradores paulistas pediram uma interveno governamental para solucionar o problema. Rodrigues Alves, ento Presidente, no achou conveniente a intercesso do governo. As au toridades paulistas, por suavez, tomaram a si defen der o produto e agiam de modo a manter o preo elevado-O caf sofrta sucessivas altas. Os nossas pro dutores, assim mesmo, mantinham-se interiores no preo aos concorrentes de outros paises no merca do internacional. Os consumidores eram obrigados a aceit-los. A Unio adotou tambm a valorizao, mesmo artificial. Os defensores da interveno go vernamental assim argumentavam: "Desde que po
demos impor os preos, e desde que o caf consti a base de nossa economia, claro est que, quar mais caro for vendido, mais rico licar o Pais". LV esses detensores se esqueciam de que a qualida de nosso caf era interior ao de outras procednci. E muitos comearam a oterecer o caf superior, ap veitando-se da alta, a ponto de atrapalhar seniame' o escoamento das colheitas,
O governo viu-se na obrigao de intervir Mas a tuao manteve-se assim at 1 929, quando sob veio a crise. A crise acarretou a queda da capacida universal de aquisio e a carncia de capitais trangeiros. E justamente o cat atingia a sua capa dade mxima de produo, pois inmeras foram plantaes nioiadas na fase da alta, Os nossos es ques estavam em excesso e acima do que era pos vel exportar. Os preos cairam.., As condies de m tos plantadores tornaram-se angustiosas. Baixou sustadoramente a entrada de valores estrange'u no Pais e o comrcio e a indstria ficaram amear dos de paralisao. Tudo indicava que o cal iria constituirnum desastre nacional.
368 ' Histria do Brasil
Cincias Humanas e suas Tecnoloyias
Bloco . Questes de Vestibulares
145. (FGV-SP) A poltica econmi adotada pelo Governo CamposSalies (1898-19Q2), pormeto de seu Ministro da Fazenda Joaquim Murtintio, apre- sentou como caractersticas a mobilizao das instrumentos clssicos de estabilizao. Essa mobitizaa consistiu em:
a) corte nas gastos pblicos, reduo dos impostos, desenvolvimento das obras pblicas, desestimulo s indstrias e congelamento dos salrios.
ti) incremento nos gastos pblicas, aumento dos impostos, desenvolvimento das obras pblicas, es tmulo s indstrias e elevao dos salrios.
e) corte nos gastos pblicos, aumento dos impos tos, abandono das obras pblicas, desestirnulo s indstrias e congelamento dos salrios,
d) incremento nos gastos pblicos, reduo dos impostos, abandono das obras pbticas, estimulo s indstrias e congelamento dos salrios.
e) corte nos gastos pblicos, aumento dos impos tos, desenvolvimento das obras pblicas, desestimulo s indstrias e elevao dos salrios,
146. (1)0-64)0 Convnio de Taubat (1906), cele brado como apoio doCoagresso Nacional, signi ficou:
a) uma interveno do Estada na economia, em be neficio dos produtores de caf.
ti) urna soluo para o conflito politico entre os Par tidos Republicanos de So Paulo e Minas Gerais.
e) um apaziguamento para a luta armada no Sul entre pica-po (republicanos) e maragatos (federalistas), d) umaassociao tntre foras politicasvisando deter acrescente influncia de Pinheiro Machada.
e) um esforo da comunidade brasileira a fim de con solidar a Repblica, ameaada por lulas regionais.
147. (UC-BA) A chamada Semana de 1922, por muitos considerada marco decisivo loa evoluo da cultura brasileira, procurou! detinir alguns pontos de sua filosofia esttica, dentre os quais se destaca:
a) a exaltao do regionalismo, pois somente esta pde apresentar a realidade existencial das grandes metrpoles.
b) a estruturao da poesia de modo a valorizar a riqueza da rima e da mtrica.
c) a continuidade dos processos tcnicos de repre sentao da vida para expressar os problemas atuais.
d) o apoio s grandes concepes artisticas divulgadas pelos romnticos e parnasianos. e) a independncia mental em relao s sugestes europias, geralmente francesas.
148. (CESGRANRIOj A polftica financeira adota da, no primeiro governo republicano, pelo Mi nIstro da Fazenda, Rui Barbosa, teve como ca ra et e rstic a
a) o corte dos gastos pblicos e a restrio do crdi to, permitindo a conteno da inflao e o sanea mento das finanas, mas tavorecendo a aplicao de capitais estrangetros na economia nacional;
ti) a reduo das emisses dos bancos particulares, mantendo-se as que eram teitas pelo Tesouro Na cional, o que unificou a poltica monetria, mas ge rou eteitos danosos para o comrcio e a indstria; c) o aumento significativo do papel moeda em circu lao, o que estimulou a retomada dos negcios, mas ocasionou tambm a in e a especulao drsentreada na Bolsa de Valores;
d) a alterao do padro monetrio, substituindo-se o mil-ris pelo cruzeiro, e a assinatura de uma mora tria, o que reduziu a inflao e estabilizou os pre os, mas treou o crescimento da economia do Pas; e) o acrscimo do meio circulante para atender s necessidades dos fazendeiros de pagarem sal rios aos trabalhadores livres, o que deu incio a um perodo de especulao financeira, sem reativar a economia.
149. Dentro do contexto da consolidao da Repblica no Brasil, alguns acontecimentos marcaram profundamente o perodo, chegando inclusive a ameaar a vida da nova Repblica. Entre eles destacamos:
a) a Revoluo Farroupilhae a Revoluo Federalista; ti) a Revoluo Federalista e a Bataiada;
c) a Revolta da Armada e a Revoluo de 30;
d) a Revoluo de 30;
e) a Revoluo Federalista e a Revolta da Armada.
Histria do Bnsil - 389
- -
Cincas Humanas e suas Tecnologias
150. (UGF-RJ) Entre as decises tomadas pelo Go verno Provisrio chefiado por Deodoro figurava:
a) separao da Igreja do Estado;
b) reforma bancria;
c) grande naturalizao;
d) liberdade de culto;
e) Todas as respostas acima.
151. (VOE-R No incio do sculo XX houve um au mento excessivo de produo no setor cafeeiro. Os produtores de caf comeam a ter problemas relacionados com a perda de rendas. Surge ento a idia de um apoio politico-tinanceiro aos catei cultores. No Convnio de Taubat (1906) definiram- se as bases da poltica de valorizao do produto. Fundamentalmente, o Convnio firmava:
a) estocagem pelo governo de toda a produo de caf a partir daquele ano;
b) financiamento para implantao de novas fazen das de cal;
o) interveno do governo comprando os exceden tes, afim de equilibraro mercado;
d) aumento da produo para o mercado interno;
e) queima do cat nos portos.
152. (CESCRANRIO) Sobre as caractersticas do movimento operrio brasileiro durante a Rep blica Velha, podemos afirmar que:
a) atundao de Caixas Beneticentes e Associaes Mutualistas era a forma que os trabalhadores tabris encontravam, nos primeiros passos de sua orga nizao, para a obteno de uma melhoria imediata das condies de vda;
b) a proliferao de inmeros pequenos partidos pobticos de base operria correspondia ao inten so debate que se travava entre os diversos setores tabris, visando ao atendimento de seus respecti vos interesses;
c) a fraca penetrao do contedo anarquista nas reivindicaes efornias de luta travadas pela classe operria se explicava pela resistncia dos mais intiu enles lideres nacionais do movimento operrio
influncia de ideologias estrangeiras;
d) o recurso  decretao de greves gerais por parte do movimento operrio refletia, sempre, as tentativas de supresso do Estado, enquanto ode greves par ciais relacionava-se a reivindicaes de natureza econmica;
!. Histria do Brasil
e) a rpida divulgao, no interior da classe operri:
da teoria marxista, devia-se  forte penetrao Partido Comunista Brasileiro nos sindicatos mai combativos, durante a primeira e segunda dcada da Repblica Velha.
153. (FAFEOII-MO) No perodo republicano, qu se estende de 1889 a 1930, conhecido com Repblica Velha, persiste como herana da fas' monrquica:
a) unitarismo po e o sistema de voto censitric exclusivo da populao de renda elevada; b) a supremacia da regio nordestina em termo econmicos e concentrao demogrtica; o) uma economia de impulso industriahzante, mau gurada com a "Era Mau", no sculo XIX; d) a hegemonia do Exrcito como principal susten tculo do poder poltico e da representao das das ses urbanas;
e) a produo agrcola centrada na agricultur cafeeira e na grande unidade agroprodutora.
1S4. (CESCRANRIO)
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1914
634.492
1918
9910
483.137
l.04Z295
1.129398
1977
374.499
l9O
2.179.709
'o- -
Observe os quadros, O primeiro retere-se ao fluo imigratrio para o Brasil. O segundo traduz uma ser sivel alterao nos setores importador e exportado da economia brasileira, durante a Primeira Gueri Mundial. Tomando por base os ndices neles repn sentados, podemos afirmar que:
- a Primeira Guerra Mundial, ao enfraquecer a e portao de bens primrios, estimulou a produ industrial intema, transferindo, desde ento, o dino mismo da economia brasileira para aquele setor;
1
I - os vultosos lucros obtidas pela exportao de gneros agrcolas, sobretudo o caf, durante os dois ltimos anos que precederam a Primeira Guerra Mun dial, favoreceram a macia importao de mquinas e equipamenlos induslriais, durante o conflito;
lIl-durantetoda adcadade Igloobservou-se um aumento do contingente de trabalhadores empenha dos na produo fabril, em virtude da chegada de um nmero de imigrantes europeus jamais supera do em tempos de paz;
I - a dcada de 1910 tavoi-eceu o crescimenlo da produo fabril nacional a partir dos recursos j existentes na regio Centro-Sul, uma vez que a importao de mo-de-obra e equipamentos euro peus diminuiu consideravelmente.
Assinale:
a) se somerte a atirmativa 1 est correta;
b) se somente a afirmativa I est correta; c) se somente as afirmativas te II esto corretas;
d) se somente as afirmativas lii e IV esto corretas;
e) se somente a afirmativa IVest correta.
155. (MCRAES JR-RJ) Os movimentos sociais ru rais que caracterizam a Primeira Repblica po dem ser explicados pon
a) crise da estrutura agrria brasileira, sobretudo no Nordeste;
b) pssimas condies naturais da regio nordestina;
c) grande afluxo de imigrantes, sobretudo nas reas decat;
d) tendncia dos elementos mais pobres a sempre procurarem uma soluo por meio da religio;
e) disputa entre o governo federal e os posseiros nordestnos pela terra.
156. (MACK-SP) No final da Iiepiibllca Velha, ea tre 1920 e 1930, as Instituies que garantiam a dominao da burguesia cateeira apresenta vam deterioradas e contestadas pelo movi mente denominado:
a) Integralismo.
c) Oueremismo.
d) Constitucionalismo.
151. (EUVEST) H mais de um sculo, teve incio no Brasil um processo de industrializao e cres cimento urbano acelerado. Podemos identificar,
Cincias Humanas e suas Tecnologias
como condies qee favoreceram essas trans formaes:
a) a crise provocada pelo fim do trtico de escra vos que deu incio  politica de imigrao e fibe rou capitais internacionais para a instalao de indstrias.
b) os lucros anferidos com a produo e a comer cializao do caf, que deram origem ao capital para a instalao de indstrias e importao de mo-de- obra estrangeira,
c) a crise da economia aucareira do nordeste que propiciou um intenso xodo rural e a conseqen te aplicao de capitais no seta r 1abril em outras regies brasileiras.
d) os capitais oriundos da exportao da borracha amaznica e da introduo de mo-de-obra assala riada nas reas agrcolas cafeeiras.
e) a crise da economia agrcola cafeera, com a abo lio da escravatura, ocasionando a aplicao de capitais estrangeiros na produo fabril.
158. (CESCRANRIO) Durante a Repblica Velha, a estabilidade dos governos acabou sendo asse gurada pela vigncia da poltica dos gover nadores. Na prtica, essa poltica traduzia-se:
a) na alternnciaentre paulistas e mineros no con trole do governo federal.
b) nas atribuies econmicas concedidas aos go vernos estaduais pela Consttuio de 1591 -
a) na criao das mlcias estaduais, base politca das oligarquias dominantes nos Estados.
d) no compromisso de apoio mtuofirmadoentre o governo tederal, o governo estadual e os chefes polticos municipais.
e) na substituio dos governadores eleitos por interventores mlitares, comprometidos com uma poltica de equilbrio entre os Estados.
159. (iJGF-RJ)A poltica de intervenes militares contra as oligarquias estaduais, sobretudo no Nordeste, ocorrida por volta de 1912, teve a de nominao de:
a) florianismo.
d) salvaciorismo.
e) tenentismo.
b) pinheirismo.
a) hermismo.
160. (FUVEST) "Voto de cabresto", "curral eleito ral", "eleio a bico de pena", "iuiz nosso",
t
b)Tenentsmo.
e) Coronelsmo.
Cincias Humanas e suas Tecnologias
"delegado nosso", 'capangas" e "apadri chamento" so expresses que lembram em nosso pais o:
a) liberalismo.
b) totalitarismo.
c) messianismo,
161. (UCPR) Da proclamao da Repblica at
1930, tivemos um periodo caracterizada por:
a) desenvolvimento da agriculturaalgodoeirae esta bilidade poltica.
b) desenvolvimento da policul industrializao e dominao de polticos nordestinos.
c) industrializao e estabilidade politica.
d) advento do grupo polilico paulista e mineiro e instabtidade poltica.
e) superproduo de caf e criao das leis traba lhistas.
162. (OSEC-SP) A Primeira Guerra Mundial pode ser considerada fator de acelerao econmi ca brasileira porque:
a) dificultou as importaes, originando a 'indstria de substituio.
b) desenvolveu no Brasil uma indstria blica para abastecer os aliados.
c) desenvolveu no Brasil uma indstria de base, com intuito de fornecer mquinas para os pases aliados.
d) aumentou as relaes comerciais com os paises do Eixo.
e) provocou o desenvolvimento agropecurio do Nordeste para abastecer os aliados.
163. (UCMG) O objetivo da Coluna Prestes :
a) apoiara Campanha Civilista.
b) combater o sistema oligrquico vigente.
c) defender a ordem no governo Artur Bernardes. d) promover a constitucionalizao do Pais.
e) reagir contra a ditadura de Vargas.
164. (UCMG)  marco inicial do Movimento Tenentista, na Repblica Velha:
a) a Coluna Prestes.
b) afirmao da Aliana Liberal.
c) o levante do Forte Copacabana.
d) a Revoluo de 1930.
d) coronelismo.
" poltica do caf com leite.
c) Aliana Liberal.
d) populismo.
e) movimento tenentista.
166. (OSEC-SP) Na primeira dcada do sculo constantes crises de superprodno do caf 1 varam os dirigentes dos estados cafeeiros a pe sar na retirada do mercado de parte dos e stoqu do produto, visando, assim,  valorizao do me mo. Na prtica, isso foi possvel devido:
a) ao acordo entre Minas, So Pauloe Perna rnt,u para retirar do mercado os excedentes.
b) criao do Instituto Brasileiro do Caf pelos feicultores paulistas.
o) ao Convnio de Tautat, pelo qual o governo deral compraria osexcedentes.
d)  queima de caf, realizada pelo governo GetC Vargas para eliminar os excedentes.
e) Nenhuma das alternativas anteriores. 167. No Brasil, dcada de 20 foi um periodo em q:
a) velhos polticos da Repblica, como Rui Garbo Pinheiro Machado e Henmes da Fonseca, alcan ram grande projeo nacional.
b) as foras de oposio s chamadas "oligarqu carcomidas" se organizaram, sem contudo apres tar alternativas de mudana.
c) as propostas de redormapermanecendo letra mo no se configurou nenhuma polarizao polti ideo
d) aaltana entre os partidos populares e as dissid das oligrquicas culminaram com a derrubada Repblicavelha nas eleies de 1 de maro de IS
e) ocorreram agitaes sociais e polticas e m
mentos armados. Entre eles a Coluna Prestes, e
as propostas de reforma foram debatidas.
168. "Uma veis uma escolta atirou em mim. Eu tendi dois, Eu era cabo eleitoral do PRP. Nts i deixava os pessoar do oiro lado entr na cidade vota Seehs entrava, nis encondiaasata." (N 0R. Oswald de. MarcoZero IL Cho.)
e) comunismo.
165. (MACK-SP)A predominncia dos estados cos no poder durante a Repblica Velha, por nu do revezamento do PRP e PRM, ficou conheci em nossa histria como:
a) poltica dos governadores.
e) a Revoluo Paulista de 1924.
169. (PUC-SP) Recentemente as pginas de um jornal paulista foram ocupadas pela polmica entre um renomado filsofo e um conhecido poltico do Nordeste brasileiro. Este ltimo foi apontado por seu debatedor como sendo prati cante do coronelismo".
A expresso "coronelismo", cunhada na dca da de 30, no Brasil, diz respeito a uma prtica poltica que se define:
a) pelaarticulao de governadores dos estados mais poderosos com o objetivo de sustentaralgum can didato ao poder Executivo.
b) pelo controle politico regional exercido por meio detavorecimentos e constrangimefltos pessoais.
c) pelo comando de lobbies no Congresso Nacional com atinalidade de assegurar posies pessoais.
d) pela aliana de proprietrios de terras com selares politizadcs do Exrcito.
e) pela utilizao de canais de comunicao de mas sa com objetivos politicos.
170. (UNIRIO-ENCE) As crises poltica, social e cultural das dcadas de 20 e 30 no Brasil esto associadas a vrios movimentos, entre eles o tenentismo, que pode ser definido como:
a) movimento social com marcada participao das classes papulares urbanas.
Cincias Humanas e suas Tecnologias
b) manifestao de parcela do Exrcito representada pelos oticiais mais jovens.
c) expresso das dissidncias poltico-eleitorais en lre as oligarquias dominantes.
d) revoluo agrria caracterizada pelo levante das populaes rurais em funo da Coluna Prestes.
e) unio das classes mdias urbanas com as oligar quias cafeeiras em oposio aos movimentos po pulares.
111. (FCV) O encilhamelito, fenmeno ocorrido no binio 1890-1891 e caracterizado por um perodo de grande int resultou:
a) no primeiro grande impulso da industrializao brasileira, no desequilibrio da balana de pagamen los e no enriquecimento de banqueiros.
b) na multiplicao de empresas produtoras de caf, subsdio governamental  industrializao e na morte de Rangel Pestana.
c) na crise do caf, causada pela sua superprodu o, na criao do Banco da Repblica do Brasil e em medidas fiscais por parte do governo.
d) no primeiro grande impulso da industrializao, na criao do Banco da Repblica do Brasil e em medidas fiscais por parte do governo.
e) Todas as altemativas esto corretas.
172. (FGV)A "Lei de Responsabilidades" do Pre sidente da Repblica, aprovada pelo Congresso Nacional em 1891, precipitou:
a) a Revolta da Chibata.
b) a tentativa de golpe do Marechal Deodoro da Fonseca
c) a Revolta da Armada.
d) o Encilhamento". e) a Revoluo Federalista.
o texto refere-se aos costumes polticos" que caracterizaram o perodo de nossa histria de nominado:
a) Repblica Velha.
b) Segundo Reinado.
c) Segunda Repblica.
d) Estado Novo.
e) Regencial.
(
145.c	146	147,e
152a	153.e	154.e
1 159.d 160.d 161-d L, 167.e 168.a
148.
155. a
162. a
189-
149- e
156.
163-
170. b
150. e
157. b
164.
171. a
151.
158. a
165.
172.
Histria do Brasil - 373
Cincias liamanas e suas Tecnologias
Bloco . A poca de Vargas (1930-1945
Ficha i O Declnio das Oligarquias e a Revoluo de 30
Ao lado da ascenso da burguesia urbanae da clas se mdia, outros fatores atuaram na queda da Rep blica Velha. Entreeles, accise de 1929, que, iniciada com a quebra da Bolsa de Nova York, colocaria por terma politica de valorizao do caf. O fator imediato da crise que levou  Revoluo de 30 foi a dissidn cia oligrquica: Washington Lus rompeu o acordo com Minas Gerais, indicando para asucesso outro paulista, Jlio Prestes.
Antonio Carlos, governador mineiro, vendo frustadas suas pretenses, uniu-se a Getlio Vargas, forman
Ficha 2 O Governo Provis
do a Aliana Liberal (unio das oligarquias; as dis sindentes), que lanou este ltimo como candidat.  presidncia. Para vice foi escolhido Joo Pessoa da Paraiba. Todavia venceu Jlio Prestes. Ocorri ento o assassinato de Joo Pessoa, que com plicoi o quadro politico: o tenente coronel Gos Monteiri rebelou-se no Rio Grande do Sul e Juarez Tvorz no Nordeste.
No Rio, Washington Luis toi deposto e tormou-si umajunta militar, que, em seguida, entregou o pode a Vargas.
A ditadura de Getlio Vargas foi, em principio, apre seutada como situao transitria, Prolongar-se-ia, contudo, por vrios anos com amplos poderes. Ge ttio inaugurou um novo modelo de politica: o populismo e o nacionalismo, Agindo com extrema habilidade, foi mediador e rbi tro das toras antagnicas que o apoiavam: massas proletrias e das classes mdias urbanas, burgue sia, oligarquias dissidentes e tenentes, reforando assim seu poder pessoal.
o poder pblico se tomava mais intervencionista na economia, iniciando um acelerado processo de in dustdaliz subsfltuindoas importaes, e contem plava outros interesses sociais, sob a tutela do Estado. Os tenentes, agora no poder, substituiram osgover nadores porinterventores nomeados e se incumbi ram de neutralizar as possveis resistncias dos ve lhos poderes locais e conseguir, assim, consolidar a Revoluo em plano nacional.
FichaS Governo Constitucional
Em 1932, em So Paulo, onde havia um desconten tamento com o governo centralizador de Vargas eclodiu o "MDvimento Constitucionalista", qui aps meses foi subjugado. Esse movimento recta mava avolta a um regime representativo. Os paulista foram derrotados, mas vingou a idia da Constituin te. Em 1934. a segunda Constituio Brasileira di perodo Repubticano foi conctuida e trazia como no vidade a "Legisla5o Trabalhista", que compre endia o salrio-minimo e as garantias deestabilida de no servio, o direito  Previdncia Social e  associaes de classe, o voto feminino, eleies di retas para todos os cargos, exceo feita  primeir eleio presidencial.
Em 1934, o Congresso elegeu Getlio Vargas pre sidente da Repblica para governar at 1 93 quando ocorreriam novas eleies. Esse period da era Vargas ticou conhecido como Covern Coe st it i c i a 1.
Periodo em que a poltica partidria toi fortemente influenciada pelas ideologias que agitavam a Euro pa. O nazi-tascismo inspirou a criao da Ao Integralista Brasileira (AIB) e o socialismo-marxismo,
374 - Histria do Brasil
a Aliana Nacional Libertadora (MJL). Esses dois gri pos promoveram aes de enfrentamento e espz lharam aviolncia. Foras do governo se opunhar s idias da ANL e propunham seu techamento,
Inicia-se a fase ditatorial da era de Vargas- presiden cialismo autocrtico, Esse sistema perdurou at 1945 e se caracterizou pelo poder centralizado no execu tivo e pelo aumento da ao inten,encionista na eco comia. Para atastar toda e qualquer oposio, ele techa os partidos polilicos e estabelece um rigido controle dos meios de comunicao. As associaes sindicalistas so conlroladas e so colaboradoras de classe. Na economia, deu mais importncia  in dustrializao do que  agricultura. Intensificou sua participao, conseguindo investimentos para a in dstria de base: siderurgia, metalurgia e petrleo. No inicio da guerra, Vargas procurou no deixar cla ra sua posio. Imagina-se que Vargas se identifica va com os regimes ditatoriais participanles da guer ra. Em seu governo haviam ministros simpatizantes do nazismo e tambm pr-aliados. Vargas, porm, sabia que no poderia sobreviver sem o apoio eco nmico dos Eslados Unidos.
Quando os Estados Unidos eniraram na Guerra em dezembro de 1941 (ataquejapansa Pearl Barbor), o Brasil lomou partido dos aliados (ingleses, france ses e norte-americanos) e passou a fornecer mat ria-prima a eles. O nordeste brasileiro se tornou uma
Cincias Humanas e suas Tecnologias
ses de envolvidos e simples suspeitos; decretou estado de stio e suspendeu as garantias constitu cionais deixando uma situao propicia a um golpe de estado.
Com pretexto da possibilidade de uma revoluo co nnunista(PlanoCoheri), em 193?,em plenacampanha eleitoral para sua sucesso, Vargas, apoiado pelas For as Armadas, d um golpe e institui o Estado Novo.
base estrangeira para as operaes aliadas. O Brasil se colocava, portanto, contra a Alemanha.
Em 1942, o Brasil declarou guerra ao eixo (Alema nha - llIia e Japo, paises lascistas).
Em 1943, comeava a se formar a FEB (Fora Expe dicionria Brasileira) para lutar ao lado dos america nos contra as toras nazistas na Itlia, Islo provocou uma contradio: internamente tinhamos um gover no auloritrio e no plano externo envivamos solda dos para combater diladuras.
A oposio ao governo Vargas se acentuou: mani festaes exigindo o fim do governo dila sur giam por meio dos estudantes, da elite mineira (ma nifesto dos mineiros em 1943), dos oficiais em ba talha na Europa, da Ordem dos Advogados do Brasil e dos escrilores.
Vargas, sentindo o novo rumo dos acontecimentos, decretou o Ato Adicional, que previa eleies presi denciais, Enquanto isso, articulava uma transio paraa democracia que o mantivesse rio poder, usan doo movimento chamado Quererismo (o lema era:
ueremos Gefliof). Fracassada essa idia, Getlio renunciou em 29 de outubro de 1945.
Histria do Brasil 375
que veio a acontecerem 1935. Mesmo na ilegalidade, em novembro desse ano, os alianciseas promoveram a revolta conhecida como a Intentona Comunista, que ?racassou em seu objelivo de envolver as massas num movimento revolucionrio de esquerda.
Esse episddio, no entanto, deu ao governo o argu mento necessrio para pr em prtica uma grande operao de represso, que inclua torturas e pri Ficha 4- O Estado Novo
Cincias Humanas e suas Tecuologias
BIoco . de Vestibulares
113. (IJFRS)0 Governo Provisrio de Getlio Vargas
(1930-1 934) sofreu, desde o seu inicio a oposi o de So Paulo, entre outros motivos, porque
o referido Estado desejava:
a) o afastamento do interventor Pedro de Toledo, em face do seu comprometimento como tenentismo.
b) aintroduo de representaes classistas dos sindi catos profissionais, o que cantradavaa politicagetutista.
c) a extenso do direito de voto s mulheres, solda' dos e analfabetos, a fim de democratizar o sistema ele i o ral.
d) a indicao de um interventor civil, assim como a
imediata constifucionalizao do Pas,
e) a implantao de um governo forte, centralizado, que dominasse a vida econmica, para garantia dos preos do caf.
174. (UC-BA) O golpe de estado de Gettio Vargas, que Instituiu o Estado Novo (1937'1945), usou, como pretexto para a sua realizao:
a) o perigo que representava paraa Nao a penetra o da direita nas Foras Armadas.
b) o desejo de conter a ideologia da direita apresen tada pela Ao Integralista Brasileira.
c) a inquietao social que existia no Nordeste em virtude da alta do custo de vida.
d) a possibilidade de uma revoluo comunista, conforme constava num documento em poder do Governo - o Plano Cohen.
e) anecessidade de conteraagitao politica promo da pela Aliana Uberal nos grandes centros urbanos.
175. (CESCRAt Com relao  Revoluo de
1930 no Brasil,  possvel afimiar que:
a) h uma relao de causa e eleito entre a trajetria
politico-eleitoral da Aliana Liberal e o movimenfo
revolucionrio, pois as foras que empreendem a
Revoluo so as mesmas que compem aAliana
e no se conformam com aderrota eleitoral; b) a Revoluo resultou da aliana temporria e, em larga medida, propiciada pela Crise de 1929, das oligarquias dissidentes, das classes mdias urba nas e do setor militar terientista contra o predomnio da oligarquia paulista expressado na eleio de J tio Prestes;
c) ela foi o resultado, em ltima anlise, das d ispu de interessesentre o grupo cafeeiro, representado Partido Republicano Paulista, e o setor industrial, presentado desde 1926 pelo Partido Democrtic' d) o movimento tenentista, por suas origens e ot tivos, expressava os anseios das classes mdias banas, constitudas pelos profssicnais tiben oper especializados, funcionrios pblico pequenos comerciantes, interessados em umas dadeira revoluo econmica; e) a liderana da oligarquia gacha sobre as fori de oposio ao predomnio oligrquico fez-se defesa de um governo liberal-democrtico no os grupos urbanos pudessem ter maior repres tatividade.
116. (UFPA) A queda do governo de Washing Luis, com a Revoluo de 1930, revelou uma si de foras que acabaram minando as bases sustentao do governo, como:
a) as campanhas que o Partido Comunista fazia tra o Presidente, acusado de no respeitar a legi o trabalhistae os direitos do operariado no P b) a reao de grande nmero de liberais brasi ros contra as iniciativas tomadas pelo Preside de implantar no Pais projetos eccnmicos de nho fascista;
c) a retirada do apoio que as oligarquias nordesti davam ao Presidente, elas que, reconhecidame eram as maiores foras polticas do Brasil; d) os graves efeitoseconmicos que a Primeirau Mundial produziu sobre o Pas, paralisando as indstrias e provocando o descontentamento pular contra o governo;
e) as conseqncias da crise geral do caf, cri se provocada tanto pela poltica das valorizaf como pelos efeitos iniciais da Grande Depress 1929 sobre o Brasil.
117. 4UCRS) Historicamente as constituie nham por atriboies somente regulamenta questes de ordem polftica, como as forma governo e a estrufura do Estado. Em face grandes transformaes sociais e do deseu vimenfo das atividades econmicas, as col fuies foram sendo alteradas incluindo em
376 - Histria do Brasil
b) no governo Jnio Quadros e provocaram a sua renncia;
c) na dcada de 30 e antecederam o golpe de Estado de 1937;
d) no Estado Novo e toram imporlaliles para o pro cesso de redernocratizao;
e) no segundo governo Vargas (1951-54) e contri buram para o agravamento da crise potilica que le vou ao suicdio do presidente.
lia. (FIJVEST) Na histria da Repblica brasileira a expresso "Estado Novo" identifica:
a) o perodo de 1930a 1945, em que Getlio Vargas governou o Pais de forma ditatorial, s como apoio dos mil sem a interlerncia dos outros poderes;
b) o perodo de 1950 a 1954, em que Getlio Vargas governou com poderes ditatonas, sem garantia dos direitos constitucionais;
c) o perodo de 1937 a 1945, em que Getlio Vargas fechou o Poder Legislativo, suspendeu as liberda des civis e governou por meio de decretos-lei;
d) o perodo de 1945 a 1964, conhecido como o da redemocratizao, quando foi restabelecida a plenitu de dos poderes da Repblica e das liberdades civis;
e) Em fins de 1943, toi divulgado o Maniteslo dos Mineiros, exigindo a redemocratizao do Pas,
"Restauremos a Nao na sua autoridade e liberdade de ao - na sua autoridade, dando-lhe os instru mentos do poder real e eletivo com que possa so brepor-se s influncias desagregadoras internas ou externas - na sua liberdade, abrindo o plenrio do julgamento nacional sobre os meios e os fins do governo e deixando-a construir livremente a sua Histria e o seu destino." (VARGAS, Getlio, in A Nabo Po loa do Brasil, RJ, Liv. Jos Olympio.)
a)  Revoluo de 1964;
c)  Revoluo Constitucionalista de So Paulo em 1932;
"Aliana (,,.) engloba parte de um eleitorado urbano- que representa porcentagem pequena no cmputo geral-, pequenas oposies estaduais e o siluacio nismo dos Estados do Rio Grande do Sul, Minas Ge rais e Paraiba: estasforas restdtas participam daselei es de 1 de maro de 1930 com margem minimade
Ciucias Humanas o suas Tecnologias
180. (ESAL-MO) So afirmativas verdadeiras so bre o Estado Novo, exceto:
a) O Estado Novo foi um perodo de ditadura exercida por Getlo Vargas, de 193701945.
redao questes de ordem econmica e social. A primeira constituio brasileira que Inclui um cap tulo sobre a or'tm econmica e social foi a de;
a) 1824;	t 1891;	c) 1934;
d) 1937;	e) 1946.
li (UNESP-SP)
"Sublamente, parecia que a esquerda havia ganho vida, Mais de 1600 sedes tocais da Aliana Nacional Libertadora haviam brotado (,,.), A plataforma da Aliana pedia o cancelamento das dividas imperia listas, a nacionalizao das empresas estrangeiras e a liquidao dos latitndios. Os radicalzantes esta vam igualmente ativos na direita. Um movimento fas cista chamado integralismo vinha por igual fora...". (SKIDMORE, Thomas, L Getlioa Castelo.)
b) Durante o Estado Novo os recursos externos, prin cipalmente norte-americanos, setizeram presentes, inclusive por motivos politicos: evitar que o Brasil apoiasse o Eixo e se poscionasse ao lado dos Alia dos, durante a Segunda Guerra Mundial.
c) A SegundaGuerraMundal mostrou aincoernca do Governo Brasileiro, que declarou guerraao Eixo, formado por pases fascistas, sendo que o tascsmo era uma das sustentaes do Estado Novo.
o texto refere-se a dois importantes e antagni cos movimentos, sobre os quais  verdadeiro afirmar que ocorreram:
a) na Primeira Repblica e mohivaram a Revoluo de 1930;
d) Quando o Estado Novo anunciou a realizao de eleies para a Presidncia da Repblica, para os governos estaduais e para uma Assemblia Consti tuinte, a oposio organizou o Partido Trabalhista Brasileiro (PTB).
i ai - (CAMPOS-RJ)
O texto acima serviu de justificativa:
b) ao Golpe de Estado de 1937;
d)  intentona Comunista de 1935;
e) ao Movimento Tenentista de 1920,
182.(FGV
e) o perodo de t93O a 1934 quando se atirmou o respeito aos prncipios democrticos, graas  Re voluo Constitucionalisla de So Paulo.
Histria do Brasil . 377
E
Cincias Humanas e suas Tecnologias
vitria. Porsuavez, Washington Luis aglutina o apoio de todos os Estados - exceo aos da Atiana."
O texto acima refere-se  unio das oligarquias dissidentes cujos interesses no estavam vincti lados ao cat. A tal unio deu-se o nome de:
a) Aliana Republicana.
b) Aliana Integracionista.
c) Aliana Renovadora Nacional.
d) Aliana Liberal.
e) Aliana Nacional Libertadora.
183. (Unificado-RS)
A escolha dos candidatos  sucesso presidencial funcionarcomo um estopim paraa mais imporlan te revoluo da histria republicana. (...) Os entendi mentos politicos evoluiram no sentido de agrupa rem-se em torno de Getlio Vargas as foras da opo sio (...) Realizaram-se, contudo, as eleies e o resultado foi favorvel aJtio Prestes. Entretanto, vinte e dois dias antes de terminar o mandato de Washing ton Luis, a revoluo estava nas ruas."
A que revoluo o texto faz referncia e quem
assumiu a Presidncia da Repblica sucedendo
a Washington Luis?
a) Revoluo de 1930; Jlio Prestes.
b) Revoluo de 1930; Get Vargas,
c) Revoluo de 1930; Joo Pessoa.
d) Revoluo Consftucionalista dei 932; Jlio Prestes. e) Revoluo Constitucionalista de 1932; Gellio Vargas.
184. (UFPR) Para eliminar os estrangulamentos de nosso processo de industrializao, teve in cio o desenvolvimento, no Brasil, de indstrias de base, Em que governo foram instaladas as siderrgicas?
a) Juscelino Kubitschek. d) Eurico Gaspar Outra.
c) ErriestoGeisel.
185. (UCMG) A Implantao do Estado Novo por Vargas, em 1937, provocou a:
a) adoo de um excessivo federalismo.
b) ascenso ao poder da Ao Integralista.
c) defesa do liberalismo econmico.
d) dissoluo de todos os partidos polilicos.
e) organizao da justia eleitoral.
186. (CESCEM-SP)
"Os entendimentos politicos para as eleies pn denciais evoluiram no sentido de agruparem-se torno de Getlio Vargas as foras da oposio. C seqentemente, Minas Gerais e Rio Grande do translormaram-se em dois grandes focos de re dia  politica dominante.
Na Paratba, contariam com o apoio de Joo Pess candidato  vice-presidncia. Formou-se, assin'
chamada Aliana Liberal."
O texto acima refere-se s eleies para a cesso de:
a) Washigton Luis e leram ganhas porJlio Prest
b) Eurico Gaspar Outra e foram ganhas por Gel Vargas.
c) Juscelino Kubitschek de Oliveira e loram gant pcrJnio Quadros.
d) Artur Bemardes e foram ganhas por Varg
e) Eurico Gaspar Outra e foram ganhas por Eduar Gornes.
187.(MACK-SP)
"Entre 1930 e 1934 os tenentes procuraram O ar o governo provisrio de Getlio Vargas  re tizao de seu programa renovador da vida pc fica e da economia do Pais, pleiteando elei livres, legislao trabalhista, nacionalizao
bancos estrangeiros, combate ao latifndio. meio dos interventores os tenentes atuaram Pernambuco, Paraiba e So Paulo, sempre e choque com as oligarquias estaduais, acaban. por contribuir para a ecloso da lRevolu Constitucion ai ista."
O texto analisa um dos fatores que levou  8ev luo Paulista de 1932. Nessesentido, podem entend-la:
a) como um movimento que pretendia a particir o das massas marginalizadas no poder.
b) como uma reao da velha oligarquia cafee paulista contra a nova ordem instalada em t 930
c) como uma ao burguesa de apoio aos tenente
d) como uma revoluo separalista contra o gov no central.
e) como uma luta que refletia as influnci alienigenas do nazi-fascismo europeu entre ns,
b) Gettilio Vargas,
e) Castelo Branco.
378 - Histria do Brasil
4,
188. (FAAP-SP) As medidas adotadas por Getlio Vargas aps a Revoluo de 1930 provocam um movimento militar que visa  reconstitui cionalizao do Pas. Tal fato ocorreu em:
a) Rio de Janeiro, iniciando-se em 25/0311934.
b) Rio Grande do Sul, em 24/0211 934.
c) So Pauto, em 9/07/1 932.
) Minas Gerais, em 24/10/1930.
e) n,d.a.
189. Ao negarapoio  Alianatiberal, LuisCarlos Prestes manifestava-se, a respeito do movimen to contestatrio, nos seguintes termos: "Mais uma vez os verdadeiros interesses populares foram sacrificados e vilmente mistificado todo um povo por uma campanha aparentemente democrtica, mas que no fundo no era mais que uma luta entre os interesses contrrios de duas correntes oligrquicas."
Prestes referia-se ao movimento que ficou co nhecido como:
a) Revoluo de 1964.
b) Revoltas Tenentistas.
c) Revoluo de 1930.
d) Intentona Comunista.
e) Ao Integralista.
Cincias Humanas e suas Tecnologias
190. (FIIVEST) O Governo Vargas, no perodo de
1937 a 1945, pode ser considerado um(a):
a) presidencialismo autocrtico.
b) parlamentarismo oligrquico.
c) ditadura socialista.
d) parlamentarismo populista.
e) presidencialismo democrtico.
191. (CV) Com relao  estrutura sindical brasi leira implantada no Estado Varguista, podemos afirmar que as associaes sindicais:
a) exerceram atividades mutualistas sem que hou vesse a interferncia direta do Estado, o que somente ocorreu em meados da dcada de 60;
b) foram controladas pelo Estado e definidas como rgos de colaborao de classes, dentro de um esprito em que predominou a orientao corporativa. c) foram criadas dentro de um espirito de autono mia e pluralidade, ocorrendo a interferncia do Estado nos momentos de agudizao dos confli tos de classe;
) pautaram suas atuaes dentro dos principios de harmonia entre o capital e o trabalho, totalmente li vres da interveno do Estado;
e) foram organizadas apenas para os trabalhadores rurais, sendo a sindicalizao dos trabalhadores urbanos um fenmeno mais recente.

I	113d	174.d	175.b	115.e	l7Lc	178.c	179.c 1
180. 	181. b	182. d	183. b	184. b	185. d	166. a
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Histria do Brasil - 379
r
Cincias Humanas e suas Tecnologias
Bloco  A Redemocralizao e e Populismo ( 19&
Ficha 1- Governo Dutra
Aps a renncia de Vargas, o governo foi entregue ao minisoro Jos Linhares, presidente do Supremo Tribunal Federal, que convocou eleies presiden ciais para o incio de dezembro do mesmo ano, com a participao dos principais partidos polticos en to criados: PSD (Partido Social Democrtico), que tem como base social os proprietrias de terra, in dstrias, banqueiros, grandes comerciantes, o elei torado rural e parte da classe mdia; UDN (Unio Democrtica Nacional); PTB (Partido Trabalhista Bra sileiro), que tem o apoio significativo dos operrios e PCB (Partido Comunista Brasileiro). O P50 e PTB, embora representados por grupos sociais opostos, tinham o mesmo presidente de honra: Getlio Vargas.
O General Eurico Gaspar Outra, ex-ministro da Guerra do Estado Novo, foi eleito presidente do Brasil com o apoio velado de seu antecessor.
Outra promulgou a quinta Consfluio Brasileira, em setembro de 1946, Essa nova Carta restaurou a de mocracia representativa, adiviso de poderes e ins tituiu eleies diretas e secretas paratodos os cargos em todos os niveis, mas deixou os analfabetos de tora do processo eleitoral,
Nesse periodo, cresce a movimento operrio e presso governamental a toda e qualquer manili o reivindicatriatrabalhadora,
Apesar disso, o governo deu alguns passas no po social e econmico, por meio de um plano grado de sade, alimentao, transportes e ed o. O Plano Salte foi o primeiro plano do gov colocado em prtica.
O alinhamento poltico do ps-guerra definiu srie de alianas do Brasil comas Eslados Unidi presena dos norte-americanos passou a ser co forte no Brasil,
Em 1948, dois anos depois da Constituio, o tido Comunista foi colocado na ilegalidade: os res mais conservadores temiam o avano elei dos comunistas. Jd os nacionalistas se opunha medidas liberais do governo,
Em 1950, Vargas foi eleito presidente da Rep pelo PTB, Os comunistas apoiaram a elei Vargas, pois lutavam pelo nacionalismo econl e conlrao imperialismo norte-americano.
Ficha 2 O Retorno de Getlio Vargas
Ajudado pelo seu carisma junto s massas trabalha doras urbanas (organizadas em sindicatos), Getlio Vargas retorna ao posto mximo, eleito pelo voto, pelo P18, partido que se firmava como uma das prin cipais toras polticas nacionais.
Vargas retoma sua politica nacionalista iniciada no Estado Novo e criaa Petrobrs, empresaestatal deten tora do monoplio da importao e explorao do petrleo. Assume uma postura populista (manipula o pelo Estado das camadas urbanas e suas reivindi caes) e sindicalista, Deixa descontentes setores conservadores, politicamente muito influentes, prin cipalmente com a nomeao de Joo Goulart (conhe
380 . Hist&ia do Brasil
cido por suas idias esquerdistas) para seu mir rio-A oposio ganhavatora, graas s denr de corrupo e clientelismo dentro do governo. ocaso que precipitou o fim da era Vargas foi o at do sofrido pelo jornalista e deputado Carlos Las seu maisveemente oponente, em que morreu o da Aeronutica Bubens Vaz e ficou comprov; participao do chefe da guarda pessoal do pres te. Pressionado a renunciar, Getlio se suicida e de agosto de 1954,
Deixou escrita uma carta-testamento em q cou famosa a frase: "Saio da vida para entn Histria".
Jnio foi eleito graas  sua tima oratria e s suas promessas de campanha, que atendiam, especial mente, s aspiraes da classe mdia nacional: o combate  corrupo,  int e  especulao: es tabilizar a economia; adotar uma polilica externa iri dependente. Goma presidente, mostrou-se dispos boa cumprir suas promessas.
A divida externa, herdada do governo anterior, dez com que Jnio implantasse uma poltica antin flacionria recessiva apoiada pelo FMI, o que lacili tou as negociaes com seus credores internacio nais. No plano interno, porm, essa medida desa gradou a lodosos setores da sociedade, pois todos se sentiram prejudicados: acassetrabalhadorateve seus salrios congelados, os empresrios perderam os subsldios e a docilidade ao crdito. Era a crise do estado populista.
Cincias Humanas a suas Tecnologias
O Plano no obteve xito nos setores da educao e alimentao, em que eram previstos modelos agri colas modernizantes; a politica clientelista dos coro nis emperrava qualquer iniciativa inovadora. Ode sequilibrio entre o campo e a cidade aumentou.
A classe mdia criticava o governo, pois a inflao corrola seus salrios. A construo de Brastia, assim como os investimentos estrangeiros recebidos para a industrializao, aumentou a dvida externa do Pas. Dentro desse panorama, ao final do mandato de JK,  eleito Jnio Quadros, o candidato da UDN,
A deciso de adolar uma poltica externa indepen dente, aproximando-se de pases socialistas (Unio Sovitica, Guba e Ghina), por acredilar estar expan dindo o mercado externo, gerou desconliana dos setores politicos mais conservadores, perdendo sua base parlamentar. Os policos progressistas no en tendiam suas atitudes, chegando a descontiar de suas intenes.
Sem apoio politico, renunciou em 25 de agosto de 1961, alegando 'toras ocultas" como causa de seu ato. Existe um consenso entre os historiadores que a renncia deJnio Quadrostoi Umatenlaftva malsucedida de golpe. O presidente acreditava que nem o Gongres so nem as Foras Armadas aceitariam seu gesto, para que o poderno dadoaseusucessorlegilimo, o esquerdista Joo Oou lart. E ele seria, ento, reempossado, com seus poderes tortalecidos.
Ficha 5 Joo Goulart e o Golpe Militar
Os ministros das pastas militares tentaram impedir a posse do vice-presidente eleito, Joo Belchior Marques Ooulart, oJango Goulart. O impasse sur gido foi resolvido com a criao do 'Ato Adicio nal", instituindo o regime parlamentarista, que di minuta a autoridade do chete da nao, transferin do parte dela ao Gongresso. Joo Goulart foi, en to, oficialmente reconhecido como presidente. Fra cassou, contudo, a experincia parlamentarista e
um plebiscito, realizado em janeiro de 1963, resta beleceu o regime presidencial.
Aps esse plebiscito, as articulaes do presidente para se manter no poder e a fragilidade do regime ampliaram os radicalismos.
Gom dificuldades para quebrar o circulo vicioso do aumento salarial ser corrodo pela inflao, gerando descontentamento e greves, o que lhe causava pre juzo popular, Jango decidru por em prtica as
1.	-	-
Ficha 3 * JK e o Plano de Metas
Em 1956,Juscelino Kubitschelcassumiu a presidn cia, sob proteo do exrcito, Estabeleceu como prioridade aconcretizao de seu Plano de Metas, o primeiro plano de ao econmica do Brasit. Gon sistia em atingir o desenvolvimento econmico nas reas de energia, alimentao, transportes, indstria de base e educao, Previa tambm a construo da nova capital federal, Braslia, dentro de seu mandato. Usou esse Plano para estimular, coordenar e atrair a iniciativa do empresariado nacional e estrangeiro. Seu lema era "50 anos em 5",
Ficha 4 Jnio Quadros e a Crise do_Pop
o Drasit 381
Cincias Humanas e suas Tecnologias
Retomias de Base (agrria, tributria, fiscal, educa cional, remessa de lucros etc.) previstas desde o ini cio de governo, ainda parlamentarista, mas que aos olhos de seus inimigos polticos tinha um carter claramente ideolgico.
Essa sua tentativa desagradou setores de toda or dem: investidores estrangeiros e inclusive o gover no americano no gostaram quando mudaram-se as regras para remessa de lucros das empresas mui tinacionais, a reforma agrriaencontrou uma dificul dade financeira do governo para compra de ferras, e outra poltica, por meio da no aprovao de qual quer medida que pudesse render apoio popular ao presidente, como era o caso da reforma agrria.
Diante desse cenrio, os setores mais conservadores desestabilizaram o governo Goulart, que foi encerra do por um golpe militar em 31 de maro de 1964.
0 golpe militar de 1964 pode ser entendido como
reajuste politico do Pais aos novos interesses do
capitalismo internacional na industrializao, esta 
a base do modelo econmico do regime militar.
Com a deposio de Joo Goulart, o controle passou para o Alto Comando Mililar, compos membros das Foras Armadas: Exrcito, Mar Paro nutica.
Em 9 de abril de 1964 foi decretado o Ato Ir cionat n' 1 (Al-l) (conjunto de normas super baixadas pelo governo, que se sobrepunham pria Constituio Federal), que dava ao Exei federal, durante seis meses, uma grande qua de de poderes. Por esse Ato, o Congresso rJa elegeu para presidncia da flepbuica o Mai Castelo Branco, um dos principais articulado Golpe de Estado.
Pormeio do Al-1, o Comando Supremo da Ri o cassou os direitos politicos dos ltimos tr sidentes, alm dos de vrios polilicos coiltrt Golpe de Estado.
Em junho de 1964 foi criado o SNI (Servio onal de Informaes), que tinha como objetil ler informao sobre atividades conside subversivas,
Caracteristioas do Popultsmo
O perrodo que vai de 1945 com a queda do Estado novo a 1964 com a queda de Jango denomin se Fopulusmo E um fenomerto latino americano do pos guerra resultado de crise polittca e deserwotvimento economico
Foi expressao da crise oligrquica (RepublicaVelha) da democratizaao e do autoritarismo Cnou se por meto de uma politica tntervenciontsla e ndustnalizante O Estado populista cria uma guesta tndustial e e mediador por meto uma regu tamentaao das relaoes de classes operaria Foi entao uma expressao politica do deslocamento do setor agrrio para o urbano por meto desenvolvimento industrial impulsionado na maior parte pela revoluao de 30 Foi lambem atoi df mantfestaao de tnsatisfaao da massa popular urbana e ao mesmo tempo o seu reconhecime e sua manipulaao pelo Estado
382 Histria do Brasil
192. (MACK-SP) O populismo, fenmeno poltico latiflo-americano no perodo ps-guerra, inicia se no Brasil com a queda do "Estado Novo" e estende-se at a deposio de Joo Goulart. Pode ser definido como:
a) amanipulao pelo Estado das camadas urbanas e suas reivindicaes.
b) a expresso poltica autnoma da classe operria. c) a ditadura do proletariado que alija do poder a burguesia e a oligarquia agrria.
d) a queda do regime democrtico e a instalao de um governa totalitrio e antundustrtal.
e) um movimento antinacionalista e de defesa do capital es
193. (UFRS) A implementao do Programa de Metas do governo de Juscelino Knbitschek foi de importncia para a economia brasileira, pois:
a) diversificou as exportaes e abaixou os ndices de inflao.
b) provocou o crescimento do setor industrial e o ingresso macio de capitais estrangeiros.
c) evitou o deslocamento da fora de trabalho do setor agrrio para o industrial.
d) nacienatizou o processo industrial do Pas, evi tando a interveno das mu
e) impediu que a estrutura social das cidades se modificasse por influncia da industrializao. 194. (UEL-PRV'... criou em 1945 um partido soci aI-democrata que, como todos sabemos, se consolidou como o mais importante partido agr rio do Pas (...) criou tambm um partido traba lhista, eh quem diga que buscou inspirar-se no Lalicur Parti
o texto permite associar:
a) Jnio Quadros ao POSe ao PSB; b) Eurico Gaspar Outra ao PCB e ao PFL; c) Juscetino Kubitschet ao PAM e ao POT; d) Gettio Vargas ao PSD e ao PTB;
e) Joo Balista Figueiredo ao MDB eao PRN. 195. (FATEC-SP) No Brasil, o Populismo-ten meno politico latino-americano do perodo ps- guerra, que consiste na manipulao pelo
Estado das camadas urbanas e suas reivindicaes
-  marcante no perodo compreendido entre:
a) a queda do Estado Novo e a deposio de Joo Goutart;
b) a ascenso de Campos Saies e o final da chamada Repblica Velha;
c) a vilria de Getlio Vargas em 1930 e o seu suic dio em t954;
d) a queda do Estado Novo e a renncia do Presi dente Jnio Quadros;
e) a vilria de Gettio Vargas em 1930 e a vitria da Revoluo de 1964,
196. (UFRS) O Populismo no Brasil, tendncia poltica ligada ao processo de desenvolvimento Industrial a partir da dcada de 30, tem o seu momento mais crtico e o seu fim com a:
a) morte de Getro Vargas em 1954; b) eleio de Jusoehno Kubitschek em 1956; c) renncia de Jnio Quadros em 1961; d) deposio de Joo Goutart em 1964; e) crise do Ato Institucional Nmero Sem 1968.
197. (MORAES JR- 1W) 'Sigo o destino qoe me  imposto. Depois de olecnios de domnio e espo lIao dos grupos econmicos e financeiros, fiz- me cbefe de uma revoluo e venci- Tive de re nunciar. Voilei ao governo nos braosuto povo (..j" O texto acima, extraido da Carta-Testamento de Vargas, expressa os vinculos do governo Vargas (195t-1954) com:
a) o capital estrangeiro aplicado, sobretudo em in dstrias de base e setores estratgicos para o desen volvimento nacional;
b) os grandes proprietrios rurais, que desde 1930 se constituiam na base social de Vargas;
c) os grandes proprietrios rurais, que viam na po Rica social de Vargas o caminho para impedir que os trabalhadores rurais se organizassem na luta pela RetormaAgrria;
d) as massas trabalhadoras urbanas, organizadas em poderosos sindicatos controlados pelo Estado; e) os trabalhadores rurais, que esperavam de Vargas uma legislao social, que lhes desse os mesmos direitos dos trabalhadores urbanos.
Histuia do Unil - a
-
Cincias Humanas e suas Tecnologias
Bloco  Questes de Vestibulares
Cincias Humanas e suas Tecnologias
198. (MACK-SP) A crise gerada pela renncia do Presidente ,Iitlo Quadros foi temporariamente controlada em 1961 por meio:
a) das reformas de base com vistas  modernizao do Pas;
b) do No Institucional nmero 5 e o fechamento lota! do regime;
e) da emenda parlamentarista, que possibilitou a posse do Presidente Joo Goulart, conciliando os setores em confronto;
d) do Golpe Militar, provocando a queda do governo Goutart;
e) da convocao de novas eleies, desfazendo o clima de acirrada oposio entre esquerda e direita.
199. (FATEC-SP)
'As reformas de base - reforma agrria, reforma administrativa, reforma bancria e reforma fiscal - li nham um nitido carter ideolgico. Tratava-se de um instrumento com o qual o governo buscava unirtodas as toras populistas mobilizadas e fazererer  opinio pblica a necessidade de mudanas institucionais na ordem potittca, social e econmica, como condio essencial ao desenvolvimento nacional."
O texto acima est relacionado:
a) como Programa de Reformas de Joo Boulars;
b) com os propsitos reto m da Revoluo de 1964;
c) com os objetivos da Revoluo de 1930;
d) como Programade Metas de Juscelino Kubitschek
de Oliveira;
e) com o Plano de Ao Econmica e Social do go verno Castelo Branco.
200. (UFSCAR-SP) Considere as seguintes propo sies:
1. A poltica 'desenvolvimentista" de Juscelino Kubitschek visava acelerar o desenvolvimento eco nmico pelo estimulo exclusivo ao capital nacional.
11.0 programa de Metas do govemo Juscelino foi o instrumento para estimular e coordenar as iniciati vas do capital nacional e atrair o capital externo. llI.A'Alianaparao Progresso" foi uma poltica eco nmica especial que visava obstaculizar a crescente influncia do capital externo no Brasil.
Assinale:
a) se as proposies 1 e I forem corretas.
b) se apenas a proposio I forcorreta.
384 . Histria do Brasil
c) se as proposies I e I forem corretas.
d) se as proposies 1 e I forem corretas.
e) se apenas a proposio I ter correta.
201. (C ES CEM)
"Juscelino Kubitschek ganhou as eleies d outubro. Mas ele recebeu pouco mais de urj do total dos votos.
A porcentagem de votes recebida por Just 36%. foi muito mais baixa que a recebida por nas eleies de 1950. isto , 49%, ou por Ou 1945. 55%, Mesmo o nmero absolulo de recebidos por Kubitschek (3.077.411) foi ir ao nmero de votos recebidos por Vargas, eo (3.849.040), ou mesmo por Outra, em (3.251.507), apesar de o eleitorado ter cr entre 1945 e 1955."
O texto permite peroeberquejuseelinc Mobi
a) ganhou as eleies de 1955 por longa m, de votos.
b) ganhou as eleies de 1955 por pequem gem de votos.
c obteve maior nmero de votos, em 1955,' Vargas em 1950.
d) obteve maior nmero de votos, em 1955, Outra em 1945.
e) obteve, em 1955, a mesma porcentagem que Vargas em 1950.
202. (51*. CASA-SPJ Aps a renncia Ir Quadros, em 25 de agasto te 1961, os mi militares julgaram inconveniente  seg nacional o regresso do vicepresident Ooulart feoto ao estrangeiro) ao Brasil, a tomar posse. Temendo a deflagrao i guerra civil ou golpe militar, o Congresso nau a crise, aprovando um Ato Adicional tituio de 1946, para limitar ospoderes presidente. Por esse Ato Adicional:
a) foi instalado o sistema parlamentarista de b) o vice-presidente no seria mais cone presidente do Congresso Nacional,
c) admitia-se a pena de morte para os subverso.
d) instalava-se a revoluo de 1964.
e) estabeleceu-se o Ato Institucional n' 5, gresso entrou em recesso.
b) energia, alimentao, comunicaes, cultura e indstrias de base.
c) indstrias de base, energia, gastos pblicos, ali mentao e agricultura.
203. (FGV-SP) Segundo vrios autores, o Plano de Metas (1956-I961J, pela complexidade de suas formulaes quando comparado com as tentativas anteriores de planejamento e pela profundidade de seu impacto, pode ser colisi derado como a primeira experincia de planeja mento governamental efetivamente posta em prtica co Brasi Abrangeu cinco setores espe cficos, quais Sejam:
a) transportes, servios, comrcio, educao e se gurana.
d) educao, transportes, mercado de capitais, se gurana e comrtio,
e) alimentao, indstrias de base, energia, trans portes e educao.
204. (EAAP-SP) Aps a queda de Getlio Vargas (29110/1 945) e eleito Eurico Gaspar Outra, no pri meiro ano de seu governo  concluida a:
a) Reforma partidria.
b) Pacificao interna dos estados.
c) Emenda Constitucional que consolida a Consti tuio de 1934,
e) Constituio, quinta do Brasil e quarta da Repbli ca, em 1946.
Clncia, Humaiia. e suas tecnologias
Bloco . O Regime Militar
Ficha i. Os Presidentes Generais
Humberto de Alencar Castelo Branco
(1 9641 961)
Responsvel pela consolidao do golpe. Todos os movimentos de oposio foram considerados sub versivos e colocados na ilegalidade e seus membros foram presos. A UNE, CGT, MIJTe Ligas Carnponesas lorarn eliminadas, Iniciaram-se os primeiros exilios. Extinguem-se os partidos polticos e define-se uma recomposio (ARENA-Aliana Renovadora Nacio nal, aliada ao governo e MOE - Movimento Demo crtico Brasileiro, aglutinava politicos que fariam a oposio permitida ao governo).
No campo econmico, aprincipal proposta era com bater a inflao, com medidas e eteitos impopulares.
Artur da Costa e Silva (19671969)
Em 1967 promulga-se uma nova Constituio ( do Brasil), na qual ficou reforado o poder do presiden te, eleio indireta para cargos executivos, enfraque cimento do Legislativo e Judicirio,
A proposta econmica era retomar a expanso das atividades e o crescimento: conceder facilidades de crdito e estimular operaes de investimento e incen tivar as exportaes.
Crescem nesse governo as manifestaes contraa ditadura, em resposta aumenta a represso e  cita do o Ato Institucional & 5 e o Congresso  colocado em recesso por tempo indeterminado pelo Ato Com plementar n 38.
O presidente adoece gravemente e se afasta do car go. Uma junta mil itar assume o governo do Pais, im pedindo a posse do vice, Pedro Aleixo.
Essa junta modifica a Constituio, alterando as re gras sucessrias para indicar um novo presidente,
Emilio Garrastazu Mdici (1969-1974)
Mdici d continuidade s reformas administrativas:
tributria, previdenciria, sistema habitacional e tele comunicaes.
Empreende grandes obras pblicas: Transamaz co, Ponte Rio-Niteri, Busca a popularidade pormeio da propaganda. lizava-se da rede de comunicaes em expanso msicas e slogans patriticos. Nesse governo surgiram as guerrilhas urbanas e rais, que foram desmobilizadas e dizimadas co' apoio tcnico dos Estados Unidos. Desenvolve-se a economia a altastaxas anuais, o mado "milagre brasileiro", A indstria, as expo es e a inflao crescem. Os aumentos salariais controlados.
Em 1973, a economia sofre seu primeiro revs:
mento do preo do petrleo no mercado mund, dastaxas de juros dos bancos internacionais. As sles se reorganizam em cima da crise econn e reivindicam o retorno  democracia,
Ernesto Geisel (1974-1979)
Geiset segue as metas traadas pelo I P (P Nacional de Desenvolvimento Econrnico). Cria novos rgos como o BNH - Banco Nacion. Habitao, IIVPS - Instituto Nacional de Previdi Social, INCRA- Instituto de Colonizao e Relc Agrria etc.
Inicia a "abertura" politica, que, segundo, a pro governamental, seria "lenta e gradual", decorreni' presses sociais contra o regime; extinguiu o AI
O crescimento econmico foi mais lento e os mi inflacionrios subiam.
Grandes obras como Itaipu e ALBRAS endivid o Pas,
Joo Raptista de Figueiredo
(1919-1985)
Rgueiredo d continuidade ao processo de red cratizao, concede anistia aos presos polticos fabelece as eleies diretas para governadore Estados e permite o surgimento de novos pa politicos
386 - Histria do Brasil
Surgem as primeiras greves contra o arrocho sala rial, no ABC paulista, soba liderana do sindicalista Luis Incio Lula da Silva.
A crise econmica aumenta, o endividamento exter no  muito grande e a tnllao supera os 200% ao ano, O Brasil recorre ao FMI.
A eleio de $982 serviu para o povo demonstrar seu descontentamento, elegendo a maioria de seus representantes dos partidos de oposio, surgindo, assim, o movimento popular das Dire tas J. A ditadura militar estava com seus dias contados.
Ficha . Os Atos Institucionais
Ato Institucional a 1 (Al-1). Decretado em 09/041 1964. Por meio desse ato, o Comando Supremo da Revoluo cassou os direitos polticos dos trs lti mos presidentes, alm dos de vrios politicos con trrios ao Golpe Militar.
Ato Institutional n2 (Al-2). Decretado em 07/101
1965. Extinguiu os partidos pol e estabeleceu
uma nova composio partidria.
Ato Insutucional n3 (Al-3). Decretado em 05/02/1965,
Estabeleceu o novo sistemaeleitoral. Elees indiretas
(Assemblia Legislativa) para os governos estaduais.
Ato Institucional n4 (,Al-4). Decretado em 06/1V
1966. Estabeleceu as normas para votao da sexta
Constituio.
Ato Institucional n5 (Al-5). Decretado em 13/12/ 1968. Foi o mais violento dos Atos Institucionais.
Alegando o estabelecimento da ordem democrlica, estabeleceu entre outras medidas que: sua validade era por tempo indeterminada; suspendia o direito de detesa (suspenso do 'habeas corpus"), sus pendia as garantias constitucionais de vitaliciedade, inamovibilidade e estabilidade; permitia decretar es tado de sitio sem consultar o Congresso; demitir e reformar militares; intervir nos Estados e Municipios e baixardecretos-leis e atos. Foi com atora contenda pelo Al-5 que 86 parlamentares toram cassados e vrios ministros do Supremo e propessores univer sitrios foram aposentados, entre eles o socilogo Fernando Henrique Cardoso, que anos mais tarde seria Presidente da Repblica.
Ato Institucional n6 (Al-6). Decretadc em 311011
1969. Reduziu o nmero de ministros e o poder do
Supremo Tribunal.
e '* ,,	.-.-	--
-	.1-
-	-7
205. (PUC-SP) O movimento popular conhecido como Diretas J marcou o fim do governo de:
a)Costae Silva
b)JosSarney.
c) Joo Figueiredo.
d) Ernesto Geisel.
e) Joo Goutar
206. (FAAP-SP) O violento e arbitrrio Ato lnstitucioual n'5(Al-5):
- dava ao presidente poderes para fechar o Con gresso Nacional, as Assemblias Estaduais e Cma ras Municipais e suspenderdireitos politicos de qual quer cidado por 10 anos;
I - suspendia a garantia do Habeas-Corpus; I -foi decretado por Castelo Branco;
IV - permitia que o presidente pudesse demitir ou aposentar sumariamente funcionrios pblicos e juizes de tribunais.
Esto corretas apenas as proposies:
d)t,lletV
207. (CESORANRIO) A poltica econmica dos go vernos militares brasileiros nas dcadas de 60 e 70, que possibilitou elevados ndices de cresci mento da economia brasileira, tem, entre suas caractersticas o (a):
a) aperfeioamento da legislao trabalhista com a introduo da estabilidade no emprego e descentralizao da Previdncia Social;
b) 'Milagre Brasileiro", caracterizando uma acelera da acumulao e rpido crescimento daeconomia, mas no eliminando os problemas sociais; c) estabilizao econmica, obtida aps o golpe de 1964, resultando em amplo acordo entre governo, patres e empregados;
d) restrio  participao do capital estrangeiro no Pas, favorecendo os grupos empresariais nacionais;
e) reduo gradual da interveno do Estado na economia e sua decisiva atuao em programas sociais.
208. (OSEC-SP) Dentre as medidas de abeeti poltica promulgadas durante o governo Cem podemos apontar
a) a promulgao do 'pacote de abril";
b) a criao do senador binico;
c) a abolio da Lei de Segurana Nacional e Salvaguardas potiticas do regime;
d) a revogao do 41-5;
e) a criao de novos partidos polticos. 209. (MACK-SP) O novo modelo poltico-eco mico criado pela revoluo de 1964 foi 1 ponsve
a) porum crescimento da participao do Estad economia,
b) pelo crescimento das pequenas e mdias presas.
c) pelo controle dos setores de base da nossa nomia pelas mulcinaciOnais.
d) pelo pequeno desenvolvimento do 5' energtico de nosso pais.
e) pela privatizao de um grande nmero de presas estatais.
210. (IIC-BA) O Ato Institucional ii 5, legi o excepcional editada durante o govi Costa e Silva, em 1968, resultou, entre ou fato res
a) da crise econmico-financeira, com acele processo inflacionrio, aps 1964.
b) da necessidade de reformulao da estn administrativa altamente burocratizada do Pais
c) do comportamento do Congresso Nacional recusou permisso para processar um de membros.
d) da possibilidade de surgimento de uma crie terna, em face da anulao do Acordo Militar 5 Estados Unidos.
e) de presses internas, com vistas a mod o processo eleitoral, estabelecendo eteii diretas.
388 - Histria do Brasil
Cincias Humanas e suas Tecnologias
Bloco . Questes de Veslibulares
a) te II
c) I e III
b) III e IV
e) ti, II e IV
1
Distribuio de renda no Brasil
E
Pcjnobo	1960	1980	1963
1986
8%
Pobres
12%	9%	8%
Ricos
37%	46%	46%
48%
Diferena de renda entre os 20%
mais ricos e os 20% mais pobres
EUA	11 vezes
Brasil	32 vezes
j
 0
4.
211. jANHEMBI.MORIJMDI-SP) Analisando os da dos das tabelas abaixo, podemos dizer que no final do regime militar (1 964-1 985):
a) o Brasil eslava conseguindo manter uma distri buio de renda e uma inflao equilibradas. b) diminuiram as disparidades na distribuio de renda no Brasil,
de renda.
d) o Brasil tem uma melhor distribuio de renda que os Estados Unidos.
e) as classes pobres tiveram sua renda sensivelmen te diminuida, podendo a intiao ter tuncionado como instrumento transteridorde renda.
p
Cincias Humanas e suas Tecnolo9ias
Rloco A Nova Repblica
Ftcha i Governo de Tra Democrtica
Tancredo Neves
Tancredo Neves, em seus discursos de campanha, trazia propostas de mudanas para todos os setores da vida nacional e suscitava esperana de melhorias ao povo brasileiro.
Todavia, na vspera de sua posse, em 14 de maro, de 1985, o presidente eleito adoeceu, sendo sub metido a sucessivas cirurgias, vindo a falecerem 21 de abril. Assumiu ento seu vice, Jos Sarney, que governou por um perodo de cinco anos,
Jos Sarney
Jos Sarney, desde o inicio de seu mandato, tentou implantar um estilo de governo mais democrtico no campo potitico e tomou medidas etetivas, como tirar da clandestinidade partidos politicos como os comunistas e socialistas; convocou a Assemblia Nacional Constituinte em 1986 e em 5 de outubro de 1986 promulgou a Nova Carta.
No setor econmico, assessorado pelo Ministro da Fazenda Dlson Funaro, decretou o Plano Cruzado emtevereiro de 1986, que instituiu um novo padro
monetrio - o Cruzado - congelou os prec previa uma inflao zero, O Pais teve um ano crescimento industrial e um aumento no po aquisitivo do povo e em reconhecimento, o pri
dente alcanou ndices altssimos na preferncia pular, O Plano fracassou, e no final de 1966,0 decreta uma Moratdria Externa e como resultac presidente fica desprestigiado at o tinal de seu rol dato, Em junho de 1987, decretou o Plano Ores:
nome do novo Ministro da Fazenda, cujo objet era conter a inflao, que jpassava de 20% ao rr Novamente o Plano no d certo e muda-se o nistro, entrando Malson da Nhrega. Em 198 inttao atinge os 100% ao ano, e, em janeiro 1989, o governo lana mo de outro plano eco mico, o Plano Vero, que estabelece como pad
monetrio o Cruzado Novo.
Dano de 1989 e marcado por cutro fato politicc importncia, a eleio direta para Presidente da pblica. E nessecenrio circulam 25 candidatos que mais se destacaram desde o inicio das cam
nhes foram: Fernando Coltor de Melto, Lec Brizota, Luis tncio Luta da Situa, IJtisses Gujmai e Mrio Covas.
Ficha 2 Governo Fernando Colior de Meio
o primeiro lugar nos dois tumoslicou reservado ao carl didato do PRN - Partido da Reconstruo Nacional-, Fernando Coltorde Met que se apresentavacomo can didato decentro-direita, com um discurso social-demo crataecomo tiderdos desamparados, chamados porete de "descamisados e ps-descalos",
Fernando Coltor de Melto assumiu a Presidncia em 15 de maro de 1990. Em seu segundo dia de man dato lana o Plano Brasil Novo, tambm chamado Plano Coltar, cujas medidas toram as mais drsticas de todos os programas econmicos at ento im plantados: a moeda do Pais voltou a denominar-se Cruzeiro; reduziu-se a quantidade de moeda em cir culao, mediante o bloqueio de contas bancriase
390 - Histria do Brasil
de aplicaes no mercado financeiro; estabelecer
se o controle de preos e a prefixao de satrics criado um amplo programa de privatizao de presas estatais e de corte nas despesas pbticaz decais e detinidas novas medidas fiscais e camb Foram retomadas as negociaes para o pagami de nossa divida externa.
Como resultado, o Pais mergutha na sua piorci cai o PIB (Produto Interno Bruto), aumenta o ni rode desempregados, enfim, uma violenta reces
Em meio  crise econmica, desencadeia-se uma po de enormes propores, Tudo comeou 4 a divulgao na imprensa de uma srie de gn denncias de Pedro Coitor, irmo do Preside
1
.
A Cmara dos Deputados, pressionada pela po pulao e pelos rgos de comunicao, sobre- ludo a imprensa escrita, instaura uma CPI - Co misso Parlamentar de Inqurito - para apurar o esquema PC, como ficou conhecido. Provas fo ram levantadas e vrias testemunhas contirmaram a veracidade das denncias, implicando cada vez mais afigurado Presidente.
Inicia-se, ento, nas ruas do Brasil, uma ampla cam panha popular exigindo tica na politica e O impeac/n-nent (afastamento) do Presidente. Nessas
o novo governo instaura-se num pas em crise de todas as ordens: econmica, social, politica e moral.
Na economia, as altas taxas de inflao (mdia men sal ultrapassando 40%), desemprego, encargos lis- cata elevados vm provocando uma violenta recesso, alm de uma das piores distribuies de renda do mundo.
Mudanas na Economia
Com esse quadro dramtico, que exige medidas efe tivas e urgentes, o governo de Itamar Franco, na ten taliva de reverter a situao econmica, coloca em vigor em maro de 1994, um novo plano econmi co: Plana d Estabilizao Econmica, fruto de intensas negociaes prvias, e que se dilerenciou dos demais por no trazer mudanas radicais, nem quebras abruptas e unilaterais dos contratos.
Na primeira fase do aj uste fiscal, o Governo conse guiu do Congresso Nacional a aprovao do Fundo Social de Emergncia (FSF), uma espcie de resen'a tcnica do oramento de 94. Na segunda fase, criou- se a Unidade Real de Valor, a URV- indexadorpelo qual os agentes econmicos equalizaram seus pre os, durante o perodo detransio entre o Cruzeiro Real e o Real.
A URVIo uma fase muito importante do plano, pois somente aps o ajuste dos preos, contratos e ativos tinanceiros,  que o governo implantou a terceira
Cincias Humanas e suas Tecnotogias
manitestaes, os estudantes so maioria, e se apre sentavam com as 'caras pintadas', nome pelo qual ficaram conhecidos,
O Congresso Nacional Cmara e Senado) abriu pro cesso de inpea chmeotcontra Cot 29 de setem bro de 1992, aps ter sido entregue o pedido por uma comisso da qualfaziam parte membros da OAB- Or demdosdvogadosdo Brasil-edaABl-Associao Brasileira de Imprensa. Em 2 de outubro, o vice-presi dente, Itamar Franco, assumiu a Presidncia.
Fernando Collorloi julgado, afastado definitivamen te do cargo (renunciou em 29 de dezembro), alm de ter suspenso por oito anos os seus direitos pol ticos, Nessa data, Itamar Franco foi empossado efeti vamente na Presidncia da Repblica.
fase, que foi a criao do Real (R$), nova unidade monetria nacional que substituiu o Cruzeiro Real (CR$), em 1" de julho de 1994.
Reviso Constitucional
Prevista na Constituio de 1988, a reviso constitu cional  um instrumento para se corrigir os deleitos que, porventura, ela contenha.
Iniciada em outubro de 1993, terminou em 31 de maio de 1994, com apenas seis emendas: Criao do FSE (Fundo SocIal de Emergncia); permisso para dupla nacionalidade; novas exigncias de ele gibilidade para candidatos (probidade administrati va e moralidade para o exerccio do mandato, consi derada a vida pregressa do candidato); permisso para que o Congresso convoque titulares de rgos subordinados  Presidncia; suspenso da renn cia de parlamentar submetido a processo que possa levar  perda de mandato; reduo do mandatt pre sidenciat de cinco para quatro anos, j incluindo o prximo presidente, eleito em 1994.
Eleies 1994
Em 3 de outubro de 1994 se realizou uma das mais complexas eleies do Brasil, na qual foram eleitos todos os deputados federais, 213 dos senadores, alm dos deputados estaduais. Escolheram-se ainda, em
sobre Paulo Csar Farias (PC), amigo pessoal e ex- tesoureiro de campanhas de Color e de seu envol vimento num amplo esquema de corrupo, propi nas e subornos.
Ficha 3 Governo de Itamar Franco
Histria do Brasil '391
Cincias Humanas e suas Tecnologias
dois turnos, candidatos aos governos estaduais e  presidncia da Repblica.
O carga de presidente, assim coma de alguns gover nadores, foram preenchidas j em primeiro turno
(issa ocorre quando o candidato mais valado tm mais de 50% dos votos vlidos).
Fernanda Henrique Cardoso foi eleito presidente i o penado de 1995 a 1998.
Ficha 4.0 Governo de Fernando Henrique Cardoso
Nascido na cidade do Rio de Janeiro, em 13 de u nha de 1931,possui uma das mais brilhantes bio grafias dentre os polticcs de seu tempo, Socilo go e professor universitria de prestgio interna cional por suas teorias e posies polticas, que lhe renderam o exlio durante a ditadura militar
Como poltica, foi senador e participou de todos os movimentos cvicos de seu tempo.
Governou o Brasil por dais mandatos consecuti vos, fato indito em nossa histria e que foi pos svel aps a aprovao de uma Emenda Constitu cional que permite a reeleio para cargos execu tivos em todos os nveis,
Fernando Henrique, em seus dois governos, teve como objetivo maior modernizar o Brasil para integr-lo  economia internacional. Para tanto, procurou manter o Plano Real, a estabilizao da moeda e o controle da int colocou em curso um polmico processo de privatizaes de em presas estatais, alm de reformar a Constituio Federal nos aspectos da ordem econmica. Devi- doa esse modelo econmico e s crises financei
ras mundiais que aconteceram nesse penar que afetaram as contas pblicas, o nvestime nas reas sociais no foram suficientes para a bar com a injusta distribuio de renda e as gualdades regionais de nosso pais. No obsta alguns indicadores sociais melhoraram duran seu governo, tais como a diminuio dos mdi de mortalidade infantil, o aumento do nmer crianas matriculadas nas escolas, o program combate  AIDS que  referncia mundial, cace a livros didticos pelos alunos das escolas p cas etc,
Outro legado de seu governo, e para o qua empenhou pessoalmente, foi o fortalecimento instituies politicas que transformaram o proc so de transio de seu governo ao de seu su sor num exemplo da consolidao democr que o pas alcanou.
Para suced-lo, o eleitorado escolheu o candic de esquerda e opostorao seu governo, Luz In; Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores, eleies presidenciais de 2002.
FichaS - O Governo de Luiz Incio Lula da Silva
Luz Incio Lula da Silva nasceu em Garanhuns/ Pernambuco, no dia 27 de outubro de 1945. Filho de humildes lavradores, ainda crianaioi com suafamflia paraa cidade de Santos, em busca de melhores condi es devida. Aos 15 anos, jem So Paulo, formou-se tomeiro mecnico pelo Senaie trabalhou como vende dorambulante, entregadcrde tinturaria e metalrgico numatabrca de paratusos.
Foi projetado politicamente quando de sua filiaoem 1969 ao Sindicato dos Metargicos do ABC,
Ex-deputado constituinte e lider das esquerdas brasi' leiras, foi candidato  Presidncia e derrotado em trs eleies consecutivas: 1989, 1993 e 1997,
392 - Histria do Brasil
Luiz lnco Lula da Silva concorreu novamente  sidncia da Repblica em 2002 comum discurso to  esquerda. Disputou o 2' turno como advers Jos Serra, candidato do PSDB. Desta vez, acar inigualvel vitria de 61,3% dos votos do povo b; lero, tornando-se o presidente mais votado dahis do pais, o que lhe confere poder e responsabilidac honrarseus compromissos de campanha: pram social e mudanas econmicas, tais como o comb fome (par meio do programa Fome Zero"), dis o de honrar os contratos, controlar anflao, o. tar-se pelos pressupostos da Lei de Responsabilic Fiscal, empenhar-se para realizar as reformas denciria, tdbutda e da legislao trabalhista.
.1
Cincias Humanas e suas tecnologias
Bloco . Questes de Vestibulares
212. (UFF-RJ) O ano de 1992 ficar marcado na
histria do Brasil como o ano do 'Brasil passado
a limpo". Entre os fatos marcantes que levaram
a essa caracterizao, temos:
a) a voltas ruas dajuventude brasileira, a criao da CPI de PC Farias, a votao do Jmpeachroent do presidente Fernando Colior.
b) as eleies municipais de 3 de outubro, as de' nncias de Pedro Colior contra o seu irmo, presi dente da Repblica, e a constituio do bloco politi co-partidrio chefiado pelo deputado Ricardo Fiza. c) a reorganizao do Paftido Popular (PP), o mcvi- manto Fura na Politica e avitria nas eleies muni cipais da cidade do Rio de Janeiro, no primeiro tur no, da candidata do PT, Benedita da Silva.
d) a implantao do parlamentarismo no Brasil, a morte de Ulysses Guimares e a vitria, na maioria dos munictpios brasileiros, do PRN nas eleies de outubro de 1992.
e) a incluso do nome de Drestes Qurcia na CPI da VASP, a implantao do Mercosul e a legalizao do jogo nas estncias hidrominerais,
213. (CESGRANRIO)O Movimento "Diretas J" que, ao longo do ano de 1984, promoveu intensa mobilizao populara favor da eleio direta para Presidente da Repblica, resultou na:
a) eleio de um governo popular e democrtico che fiado por Jos Sarney;
b) eleio do candidato da oposio. Tancredo Ne ves, ainda pela via indireta;
c) eleio direta do Presidente da Repblica, o pri meiro em quase trinta anos, Fernando Colior;
d) anticandidatura Ulysses Guimares ana convoca o da Assemblia Nacional Constituinte;
e) revogao dos atos institucionais, apesar da der rota da emenda das diretas.
214. (UFSC) Nos ltimos anos assistiu-se a cenas que demonstram a crise social em que se eocon tra o Brasil, tais como:
D - a mortandade de "crianas de rua", como ocor reu no "massacre da Candelria";
02. o assassinato de posseiros e de lideres rurais;
04. a chacina em favelas, como a de 'Vigrio Geral",
rio Rio de Janeiro;
08. o massacre no presidio paulista do Carandiru,
onde mais de cem pessoas toram exterminadas;
16. a prostituio intantil, principalmente nas zonas
do garimpo.
Obs: A resposta da questo  dada pela soma dos
nmeros dos enunciados corretos,
215. (UFU-MG} Com a deposio do Presidente
Joo Ooulart, em 1964, um novo modelo poltico
 implantado- Das afirmativas abaixo, uma  con trria ao modelo instalado ps-64. Identifique-a:
a) Afirmao dos partidos politicos existentes e esta belecimento da eleio direta para a Presidncia da Repblica;
b) Cassao de mandatos e suspenso de direitos politicos portO anos de lideresexpressivos davida politica do Pais;
c) Dissoluo das organizaes classificadas como subversivas, entre elas, a UNE (Unio Nacional dos Estudantes);
d) Presena de um Poder Legislativo mutilado, su bordinado s exigncias do Executivo;
e) Presena de um Executivo com poderes excepcio nais, entre eles o de decretar o estado de sitio sem prvia autorizao do Congresso.
216. (FUMEC-MG)AllovaRepiibllca, que emergiu no Brasil a partir do fim do regime militar-autori trio, Instalado em 1 964, teve como uma de suas caractersticas bsicas:
a) a manuteno do Colgio Eleitoral, que elegera
Tancredo Neves  Presidncia da Repblica; b) a adoo de Planos Econmicos heterodoxos, uti lizando-se o congelamento de preos e de salrios e substituindo a moeda, destacando o Plano Cruzado;
c) a liberao para serem criados os Partidos Politi cos, proibidos desde a adoo do Al-2;
d) a eliminao total das empresas estatais, pro movendo o processo de privatizao da econo mia brasileira;
e) a desvinculao com o F.M.l., vislumbrando uma politica independente das presses externas.
Histria do Brasil '393
Ciucias Humanas e suas Tecnologias
211. (MACK-SP) O confisco das contas bancrias descontentou todos os setores da poplJlaO. .4 inflao no foi controlada e o desemprego cres ceu, O servio pblico desorganizou-se, a aber tura para o capital estrangeiro e o fechamento de estatais faziam parte do plano e do governo, respe ct iv a me nf e:
a) Plano Coilor - governo Coltor de Melio.
b) Plano Cruzado - governo Jos Sarney.
o) Plano Bresser- governa Itamar Franco.
d) Plano Real- governo Fernando Henrique Cardoso.
e) Plano de Metas -governo Jusce Kubitschek. 218. (ANHEMB1-MORUMBI-SP Em 1989 ocorreu eleio direta para Presidente da Repblica no Pas. Foi eleito, com forte e bem planejado esquema de marketing, um poltico sem ex presso nacional de em minsculo parfido (PRN), o ex-Governador de Alagoas, Fernando teNor de Meilo. Os talos mais marcantes de seu Governo foram:
a) isolamento poltico; derrota do Plano Real; graves comprovaes de corrupo; irnpeachment, assu mindo o vice-presidente Itamar Franco.
b) maioria no Congresso; plano de estabilizao econmica (Plano Cruzado) mal-formulado e admi nistrado; relorno de hiperinflao; impeachment.
c) ampla maioria no Congresso Nacional; implanta o do Plano Real; graves denncias de corrupo; impeachment.
d) insucesso do Plano Cruzado; provas de corrupo contra membros do governo, principalmente PC Farias; irnpeachment, assumindo o vice-presidente Fernando Henrique Cardoso.
e) insucesso do plano de estabilizao econmica; retorno da hiperinflao; isolamento politico; graves comprovaes de corrupo conlra inmeros mem bros do Governo; impeactnment, assumindo o vice- presidente Itamar Franco.
219. IUGF-RJ) O plano econmico do presid Fernando Colio, de Meilo para reduo da ir o apresentou como principais pontos, ei outros:
a) a indexao de preos e salrios e o tioqi dos investimentos ligados ao mercado finance excluidas ai as cadernetas de poupana.
b) a reduo dos investimentos na rea tecnotgi dosincentivos e subsidios rea rural, com uma i tica monetria de aumento do dinheiro em circula o) o congelamento dos salrios, com excec salrio minimo, e a indexao dos preos  tax; inflao niensal,
d) o congelamento de preos e salrios e a na nalizao das empresas vinculadas s reas de tn formao.
e) a transformao dos cruzados novos em cruze e o bloqueio dos cruzadosnovos aplicados nome do tinanceiro, ai incluidas as cadernetas de poupai 220. (MAtK-SPJ A dcada de ISCO Mi marc. por uma evoluo negativa da economia br:
leira: baixo crescimento de MB, aumento do semprego, atraso tecnolgico. Tais fatos fui resultantes:
a) da rpida eroso das contas pblicas, agra mento do balano de pagamentos, exploso in cionria e poltica econmica fortemente reces adotada pelo governo.
b) de uma poltica social bem-sucedida, mas agravou os gastos pblicos.
c) de planos econmicos crionetaristas que, prer pados com aquesto do desemprego, tracassa no combate  inflao.
d) das sucessivas moratrias solicitadas pelos vemos da dcada e as conseqentes presses ir nacionais,
e) do crescimento do setor industrial durante foi perodo, anulado, no entanto, pelos desequilib da setortxtil.
394 - Histria do Brasil
- -'- - 1
i
(osTA&
212. a
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213.
220. a
214.31
215. a
216.
217. a
218.
1,.
Cincias Humanas o suas Tecnologias
Bloco . Introduo  Histria
Histria da Idade Mdia -  a designao dac poca entre a queda do Imprio Romano e atol da de Constantinopla pelos turcos em 1453. Histria Moderna -  o periodo que se este do um da Idade Mdia at a Revoluo Franc e 789).
Histria Contempornea -  o perlodo que se toma contar a parfirde 1789, da Revoluo Frar sa at nossos dias.
Esses dados servem para facilitar o estudo da 1 lria, mas  importante saber que a Histria  processo dinmico, em continua transtormai para o qual todos os seres humanos contribu
Ficha 2- O Calendrio
Como localizar uni fato dentro da Histria?
Os anos anteriores ao nascimento de Cristo so
tados de maneira decrescente, e se usa a abrevia
Para isso, temos de usar um calendrio. Nas socie-
a.C. para represent-los.
dades crists, utiliza-se o calendrio cristo, que tem
Essa diviso serve apenas para as sociedades ocic
como referncia para diviso do tempo o nascimen-
tais crists. Culturas como ajudai chinesa ou Ind
lo de Cristo.
utilizam outras referncias para a contagem do terr
2000	100	321
 1 :
123	100	2001
d.C. asa xt
Ficha 1- Conceito e Diviso da Histria
Pode-se conceituar Histria como a narrao criti ca dos fatos da Humanidade.
Paratacilitaro estudo da Histria, costuma-se di vidi-la em urna linha do tempo. A linha do tempo reparte a Histria em grandes penados, utilizan do como marcos os grandes acontecimentos de cada peniodo:
Pr - compreende desde o surgimento do homem na Terra, h 3 milhes de anos, at a inveno da escrita, em 3500a,C.
Histria Antiga -  o periodo que se inicia com o surgimento da escrita at o ano 476 d (fim do Imprio Romano do OcIdente).
a .C. as
NASCIMEITO
si cama
396  Histria Coral
Bloco Questes de Vestibulares
1.Histria:
a) Ligao dos diversos aspectos que no explicam a maneira de viver e produzir de um povo.
) A cincia que s estuda o futuro das civilizaes.
c) A narrao critica dos latos da humanidade.
d) O estudo dos seres humanos em um processo no dinmico.
2. A histria  dividida respectivaniente na or dem decrescente em:
a) Pr-Histria, Histria Antiga, Histria Moderna, Histria da Idade Mdia, Histria Contempornea. ) Histria Antiga, Histria da Idade Mdia, Pr-Hist ria, Histria Contenipornea, Histria Moderna.
c) Pr-Histria, Histria Antiga, Histria Moderna, Histria Contempornea, Histria da Idade Mdia.
d) Pr-Histria, HistriaAnUga. Histriada Idade Mdia. Histria Modema, Histria Contempornea.
3. Assinalar a alternativa correta:
a) Histria Moderna inicia no um da Idade Mdia at
a Revoluo Francesa (1789).
) Histria Moderna inicia a partir de 1789 at os dias atuais.
c) Histria Moderna  subdiviso da Histria Con tempornea.
d) Na Histria Moderna ocorreu o fim do Imprio Romano no Ocidente.
4. A contagem do tempo em maneira decrescen te em que se usa a.C. (antes do nascimento de Crista) e dc. (depois do nascimento de Cristo)  exclusivo da sociedade:
a) judaica. b) crist. c) chinesa. d) indiana.
5. A poca entre a queda da imprio romano e a tomada de Constantinopla pelos turcos em 1453 faz parte da:
a) Histria da Idade Mdia. e) Histria Moderna.
6. A inveno da escrita martou a passagem do perodo da Histria. Tomar respectivamente:
a) Passagem da Histria Antiga para Histria da Ida de Mdia.
b) Passagem da Histria Antiga para Pr-Histria,
o) Passagem da Pr-Histria para Histria Antiga.
d) Passagem da Histria da Idade Mdia para Histria Moderna.
7. O perodo que narra os acontecimentos em nossos dias :
a) Histria Moderna.
) Histria Contempornea.
o) Histria Atual,
d) Histria da Idade Mdia.
8. O nascimento de Crista ocorreu no perodo:
a) Pr-Histria
) Histriada Idade Mdia
c) Histria Antiga
d) Idade Moderna
9. A revoluo Francesa teve seu fim na idade:
a) Moderna.	o) Mdia.
10. O Brasil toi descoberto em 1500. Qual foi o perodo?
a) Idade Moderna
b) Idade Contempornea
c)Idade Atual
d) Idade Antiga
11.(0SEC-SP)
"Se o conhecimento da Histria nos apresenta uma importncia prtica,  porque nela aprendemos a conheceras homens que, em condies diferentes e com meios diterentes, no mais dasvezes inaplicveis  nossa poca, lutaram por valores e ideais anlo gos, idnlicos ou opostos aos que possumos ho)e:
o que nos d conscincia defazerparte de um todo que nos transcende, a que no presente damos con tinuidade e que os homens vindos depois de ns continuaro no porvir.
A consciitcia histrica existe apenas para uma atitu de que ultrapassa o eu individualista; ela  precisa mente um dos principais meios para realizar essa superao". (Lucien Go
Histria Geral 397
4 -
1
. ,
a
Cincias Humanas e suas Tecnologias
) Antiga.
d) Contempornea.
b) Pr-Histria.
d) Histria Antiga.
Cincias Humanas e suas Tecnologias
De acordo com o texto, podemos atirniar que: d) a conscincia histrica existe na medida em a) a 1-tistria  importante porquetornece atualida- o homem  capaz de se reconhecer no proce de os meios de resotverseus probtemas; historico;
b) o estudo da Histria mostra a universalidade e a e) a impcrtncia prtica da Histria  o estudo identidade dos vatores e ideais humanos; conhecimento do presente.
o) tem conscincia o homem que conhece os tatos histricos de sua poca;
(SPOSTAS:
1.c	2.d	3.a	4.b	5.a	6.c	1.b	8.c
1O.a	1l.d -_______________________________
Cincias Humana e suas Tecnologias
____ Bloco . Pr-Histria
Ficha i. A Evoluo
Desde o aparecimento do homem at o desenvolvi mento das primeiras civilizaes antigas, ocorreu um enorme periodo em cujo transcurso a organizao das sociedades humanas foi adquirindo crescente complexidade.
A partir de observaes e de estudos de material fs sil, e tambm experincias, os cientistas traaram a tinha da evoluo dos seres verlebrados, cujo surgimento ocorreu no mar, a pattir de organismos menores- Surgiram os peixes, depois os antibios, em seguida os rpteis, as aves e os mamiferos.
Entre os mamiteros, teria surgido h cerca de 13 milhes de anos a ordem dos primatas, incluindo atualmente os macacas e os homens. Milhes de anos se passaram desde os primatas mais simples, por meio da seleo natural, at o homem:
 Aesb! nafrica do Sul. Era bpede, mastinha um andarcambaleante.Viviaem bandos, mo rava em cavemas, cotetavalmtas, raizese sementes.
 Homohabllls-encontrado no continente africa no. Elaborava instrumentos de pedra ascada para quebrar sementes mais duras, cavar a terra e cortar a carne dos animais.
Ficha a Diviso da Pr-Histria
 Purecanthropus erectus e l erectas- apa receram no continente africano e asitico. Mais de senvolvidos que o Roma ha bl dominavam afogo e construiam suas prprias habitaes.
 liame sapiens es arquelogos encontraram duas ramificaes:
Cro-Magnon - percorreu diferentes regies da Eu ropa e Oriente Mdio atrs de mamiteros de grande porte. Tinha um nivel elaborado de organizao so cial e de pensamento: expressava o que pensava por meio de linguagem falada. Porm esse ramo do Ramo sapiens desapareceu comptetamente porvol ta de 35.000 anos atrs. tgnoram-se as razes de sua extino
O outro ramo do Ramo sapiens, o Romo sapiens sapiens,  que deu origem ao homem atual.
liame sapienssapiens- (homem que sabe que sabe). Viveu em vrias regies da Terra por volta de 35.000 a 40000 anos atrs. A conscincia re flexiva (sabe que sabe)  a caracteristica funda mentat que distingue o homem moderno dos ho mens primitivos.
A Pr-Histria  o longo periodo que vaf desde o
aparecimento do homem primitivo (homindeos) at
o surgimento da escrita.
Diviso da Pr-Histria:
Idade da Pedra Lascada - Paleotitico,
Durao aproximada: de 600 mil aiO mil a.C.
Os seres humanos eram nmades, viviam em ban dos e afudavam uns aos outros.
Produziam armas, ferramentas de madeira, osso e lascas de pedra.
Desse instrumento  que surgiu o nome Idade da Pedra Lascada.
O primeiro grande momento do homem foi quando ele conseguiu obter o fogo.
 Idade da Pedra Polida - Neo
Durao aproximada: de lO mil aS mil a.C.
Refere-se etapa da evoluo cultural do homem em que ele comeou a potir a pedra, melhorando seus instrumentas.
Passaram a viver em tribos.
Tornaram-se sedentrios, pastores e agricultores. Do mesticaram certas espcies de animais.
A inveno da roda deuse na periodo neoltico, representando grande avano na evoluo cultural do homem.
Histria Geral 399
Cincias Humanas e suas Tecnologias
Idade dos Metais
Inicia-se porvoliade 5 mil aO. e vai at o apasecirnen lo da escrita.
Nesse periodo, o homem aprende a utilizar os me tais, tundindo-os por meio do togo.
Misturando o cobre com o estanho, o homem con seguiu obter o bronze. Sendo um metal duro, tol utilizado na fabricao de espadas, lanas, enleites etc. A fundio do bronze representou um grande avano dentro da evoluo cultural do homem, A
vidahumanalornou-se maiscomplexa, surgindo a primeiras cidades,
Uma das primeiras civilizaes a empregara b rona tol a dos Sumrios.
A metalurgia do terra poslerior, Tem iniciO PC
volta de 1.500 a.C., na Asia Menor. Os povos qu
o utilizaram dominaram muitas regies do Vem
Mundo.
Enfim, o surgimento da escrita marca o tim da Pri Histria, ocorendo porvolta de 4.000 a.C.
    .
   
j
400 Histria Geral
1
12. O Honr Sapiens possui duas ramificaes
que so:
a) 1- Habi/is e Homo Sapiens Sapiens.
b) Homo Erectos e Pithecanthropos erectos.
o) Oro -Magnon e 1- Nab
d) Cro-Magnon e Homo &Jpiens Saplerrs.
13. O mamfero que elaborava instrumentos de pedra lascada para quebrar sementes mais du ras foi:
a) !-iojvo Na/filie.
b) Homo Sapiens.
14. Quem deu origem ao homem afual foi:
a)	Oro-Ma non.	e) HornoHabllis.
b) Komo Sapiens Sapiens. ri) l-iomo Erectos.
15. PlIhet Honr Erecwseram mais desenvolvidos que Noma Ifabilis porque ti nham domnio:
a) de instrumentos afiados. c) do logo.
b) da coleta de trutas. d) da pesca.
16. desmaie a alternativa correta sobre Crer Magnorr.
a) Vivia em bandos e linha andar cambaleanfe.
b) Tinha um nivel elaborado de organizao social e de pensamenlo.
c) Originou o homem moderno.
d) Todas as afirmativas acima so corretas.
17. Homo $apiensSapiens
a)  exclusivo da Amrica do Sul.
b)  aquele que tem conscincia relfexiva (sabe
que sabe).
c) viveu em vrias regies por volta de 35.000 a
40.000 anos atrs,
d) Duas aLternativas so corretas.
18. A linha de evoluo dos seres inverfebrados
iniciou-se:
a) no centro da ferra.	c) no a
b) na terra.	d) no mar
19.A diviso da Pr-Histria , respecfivamente,
na ordem decrescente:
a) Paleoltico, Neoltico e Idade dos Metais,
b) Idade dos Metais, Paleoltico e Neoltico.
c) Neoltico, Paleoltico e Idade dos Metais.
d) Nenhuma das alternativas.
20. A inveno da roda se deu no:
a) Paleoltico.	c) Idade dos Metais.
b) Neoltico.	d) Paleoltico Superior.
21. Com a fundio dos metais por meio do fogo
(idade dos Metais), o homem conseguiu:
a) obter o bronze.
b) tazerespadas, lanas.
t) misturar cobre com estanho,
d) Todas acima so corretas.
Cincias lluunanas e suas Tecnologias
Bloco Questes de Vestibulares
e) Ausfra
d) Homo Erectos.
[
12. d
19. a
13. a
20. b
14. b
21. ri
15. e
16. b
17. d
l
Histria Geral  401
Cincias Humanas e suas tecnologias
Bloco . Civilizaes do Oriente Mdio
As primeiras civilizaes se desenvolveram no Oriente Mdio.
O Oriente Mdio  formado por desertos, planaltos ri dos e alguns mies muito frteis. E foi num desses va les-o Crescente Ftlil,juntoaos dos Nilo,ligre e Eutrates
- que se desenvolveram as grandes cMlizaes da
Ficha 7. Egito
Antigidaderiental:egpcia, babtnica, persa, fenici assina etc. Os homens dessas civilizaes aprendera a controlar o excesso e afalta d'gua, a drenaros p tanos e a constnjirsistemas de irrigao.
Entre 4000 e 3000 aO., tcrmam-se duas grandt civilizaes: o Egito e a Mesopotniia.
A histnia do Antigo Egito est diretamente relacio nada  existncia do Rio MIo. A maioria da popula o egpciavivia s margens desse rio para uma ati vidade agropecuria. Segundo Herdoto, historiador grego do sculo V a.C., "O Egito  unia ddiva do filio". A histria egpcia divide-se em quatro pero dos: Perodo Arcaico (3200 a 2800 a.C.); Antigo Imprio (2600 a 2100 a.C.), Mdio Imprio (2100 a 1580a.C.) e Novo Imprio (1580 a30 a.C.).
 Perodo Arcaico - Foi marcado pela unificao dos dois retnos (alto e baixo), que submeteu a p
pttlao ao poder de um soberano, o Fara.
 Antigo Imprio - Perodo em que foram realiza das grandes obras de drenagem e irrigao. Tam
bm foi o perodo de grandes construes, como das pirnnides. Quops, amalor delas,  hoje anit das sete maravilhas do mundo antigo que ainda cor tinua de p e sua grandiosidade constitui um imer so mistrio. O Fara exercia o poder como um Deu
Era um teocrata,
 Mdia Imprio-Nesse perodo, a capital do Egil transferiu-se para Tebas. O Egito lol invadido pelc hicsos nessa poca.
 Novo Imprio - Perodo de decadncia do pod eglpcio. Aps a expulso dos hicsos, o pais sotrt
sucessivas invases: primeiro foram os assirk
(670 aC.), depois os persas (525 aC.), os gregi
(332 a e os romanos (30 a.C.).
Ficha 2 Mesopotmia _________	______________
Aprmeira civilizao mesopotmica surgiu entre dois rios, o Tigre e o Eufrates, e  ustamente por esse motivo que recebeu esse nome: em grego, a palavra Mesopotm!a significa "terra entre rios'. Essa re gio abrigou vrios povos: os sumrios, os babitnicos, os assrios e os catdeus.
 Os sumrios (4000 a 1900 a.C - Habitaram as regies pantanosas (atual traque) A Sumria  o bero das cidades-estado, das quais as principais foram Ur, tiruke Nippur. Osarquelogosatribuema inveno da escrita conhecida como cuneitorme aos sumrios (base cultural da Mesopotmia), As patavraseram gravadas em tabletes de barro mote,
que secavam ao sol- Acreditavam na criao do
mundo por Marouc.
4132  Histria Geral
 Os babilnios (1900a 1200 a -Fundaro seu reino ao norte da regio da Sumria, ten
como sua capital a Babilnia, Foram os printeir na histria a deixar um conjunto de leis escritas Cdigo de Hanrurabi. Esse nome deve-se ao babitnico Hamurabi, que conquistou a Sum por volta de 1750 a.C,
 Os assrios (1200 a 612 aO.) -Estabelecer um grande imprio com militarismo desenvotv aps conquistar regies vizinhas  Babitnia, A sar de serem conhecidos por sua crueldade e foi seu imprio no durou muito tempo, pois subr teu-se aos catdeus, que estavam em ascenso,
 Os catdeus (612 a 539 ao.)- ltimo gra
povo da Mesopotmia, os caldeus atingiram seu a
A sociedade na Mesopotmia era dividida em duas castas ou estamentos. Os sacerdotes, aristocratas, mi-
Os tenicios desenvolveram-se a partir dc ano 3000
aO. numa regio estreita do litoral do Mar Mediterr neo, onde hoje se situam o Libano e a Sria.
Ficaram conhecidos como grandes comerciantes e navegadores, devido  localizao geogrfica que
os favoreceram.
Fundaram povoados - como Cartago, importante cidade do norte da Africa - e mercados em vrias
Cincias Humanas e suas Tecnologias
litares e ricos comerciantes controlavam a socieda de, pois detinham o poder religioso, militareecon mico em suas mos, Os camponeses, artesos e es cravos eram obrigados a se submeter s regras im postas e no possuiam direitos.
A agricultura caracterizava-se porsolos frteise gran de mo-de-obra utilizada.
regies. Em 330 aO,, os fenicios foram dominados por Alexandre Magno, rei da Macednia.
A principal contribuio dos fenicios para a civiliza o foi a nveno do alfabeto. Eles criaram sinais
para representar o som das palavras: eram 22 sinais
correspondentes ao som das consoantes. Mais tar de, esse alfabeto foi aperfeioado pelos gregos, que
inventaram as vogais.
Ficha 5 Os Hebreus
Os hebreus formavam uma pequena comunidade de pastores que, chefiados por Abrao, vieram da cidade de Ur, na Mesopotmia, e estabeleceram-se na Palestina, entre o deserto da Arbia e o Mar Medi terrneo, por volta do ano 2000 a,C. Mais tarde, di rigiram-se para o Egito.
Por volta de 1200 aO., Moiss liderou uma grande
fuga para a Palestina, a terra prometida. Essa saida
do Egito  chamada pela Biblia de xodo-Foi Moiss
o responsvel pela implantao do monotesmo en tre os hebreus.
Com a morte de Moiss, outros patriarcas assumi ram o comando da viagem. Chegando  Palestina, encontraram vrios povos e, para melhorentrent los, escolheram Juizes para govem-Ios. Esses Juizes eram lideres militares e religiosos.
A partir dessa poca, entenderam que um governo
centralizado era a soluo para as conflitos intemos.
HisWria Geral - 403
com o rei Nabucodonosor, que invadiu a Babilnia e fundou o Segundo Imprio Babitnico, Apesar de formar um grande imprio, os caldeus no resisti ram  invaso dos persas, liderados por Giro, que submeteu a Babilnia ao seu domnio.
1
Ficha 3 O Imprio Persa
A Prsia se localizava a teste da Mesopotmia, onde
zaram vrias conquistas (sia Menor, Mesopotmia
atualmentefica o r. Porvoltade l300a,C., os medas
e Egito). A decadnciado Imprio iniciou-se no go
(odgindosdaAsiaCental)eos
verno de Oario, na tentativa de conquistar a Grcia
ai se estabeleceram, dando origem a dois remos iride-
(Guerras Mdicas).
pendentes.Osrnedasflcaramaonorteeospersas.aosut.
Enfraquecido,  invadido em 331 a porAlexandre
Os meda organizaram-se e dominaram os persas
Magno no reinado de Dano tIl.
no sculo VIII aO.
O Imprio Persa  restabelecido no perodo cristo,
O Imprio Persa iniciou-se com Oiro, o Grande, e con-
e estendeu-se da India  Asia Menor, Durou 400 anos
tmnuou porintermdio de seu filho, Cambises. Reali'
e foi conquistado pelos rabes.
Ficha 4 Os Fencios
Cincias Humanas e suas Tecnologias
As doze tribos que formavam o povo hebreu uni ram-se sob a autoildade de um rei- 0 primeiro rei foi Saul; depois, Davi e Salomo.
Mas como os reis cobravam altos imposlos, as tribos ficaram insalisteilas e se desenlenderam, provocando a diviso da Palestina. Formaram-se dois remos: o de Israel, ao norte, e o da Judia, ao Sul.
Enfraquecidos, o reino de Israel foi submetido pelos assinas e o reino de Jud, conquislado por Nabuco donosor, rei do segundo Imprio Babilnico.
A Palestina foi conquislada porAlexandre Magno,
no sculo IV a,G., e pelos romanos em 63 a.C. Em
65 d.C., os judeus se revoltaram contra os roma nos e sofreram violenlo castigo: foram escraviza dos, morlos ou espalhados por vrias partes do
Imprio Romano. Essa disperso dos judeu chamada de dispora.
O Estado de Israe
Depois do ano 70 d o povo israelila espalhoi pelo mundo, passando aviverem pequenas cot nidades, mas manleve ao longo dos anos sua i gio, seus costumes, sua lingua e seus objetivos muns (entre eles, voltar para a Palestina). Era t nao, sem possuir um Estado.
Somenle em 1948  que foi criado o Estado de Is organizando-se politicamente a nao israelita, o seu povo, seu territrio e seu governo.
Toda a cultura do povo judeu est ligada  relig A Biblia represenla a documenlao escdta da hi ria do povo hebreu.
Cincias Humauas e suas Tecnologias
Bloco . Questes de Vestibulares
22. (ENG. SOROCABA-SP) A grande faixa de terra produtiva que se estende para o noroeste do Gol fo Prsico, dai descendo pela costa do Mediter rneo at quase ao Egtto, regio que foi o bero das mais antigas culturas histricas, chama-se:
a) Vate da Produtividade;.	d) Vale Crescente;
b) Planicie MItica;	e) Vale do Nilo.
c) Crescente Frtil;
23. (OSEC-SP)Osfenicios dedicavam-se, primor dialmeiate, ao comrcio martimo porque:
a) era grande seu excedente agrcola;
b) sua organizao militar lhes garantia o dom dos mares;
c) sua localizao geogrfica os induzia a isso;
d) sua organizao poltica erafontemente centralizada; e) sua atividade militar lhes proporcionava numero sos escravos para atuar nas galeras como remadores.
24.(UnB-DF)
1. Os hebreus conheceram vrias formas de governo:
patriarcado, juizado e monarquia.
II. A retigio monotesta hebraica foi implantada por
Salomo, antes da Dispora.
De acordo com as afirmaes:
a) lei so verdadeiras.
b) l verdadeira e l falsa.
c) 1 falsaell verdacteira.
d)leltsofalsas,
Nas questes 25 e 26, assinale de acordo com o cdigo abaixo:
a), lteltl esto corretas. d) te IR esto corretas. b) 1,11 e III esto incorretas, e) Ite itt esto corretas. c) te II esto corretas.
25. (UnB-DF)
As exigncias das guerras determinaram o trao caracterstico da organizao assria, que era o miii laitsmo.
li. Armamentos novos e aperfeioados e tcnicas de combate superiores conferiram, aos soldados asslrios, vantagens insuperveis.
1H. Os assrios lanaram mo do terror como meio de subjugar outros povos.
25. (UnB-DF)
O alfabeto foi uma inveno egipcia.
li. A escrita cuneitorme dos lencios foi a base do alfabeto.
111.0 Cdigo de Hamurabifoi a mais importante con tribuio dos assrios para a civilizao,
27. (PIJC-SP) Na Histria Antiga, os surnrios so
necessariamente lembrados quando se estuda:
a) a evoluo econmica da civilizao tenicia;
b) a base religiosa das civilizaes iranianas;
c) o carter religioso da astronomia caldaica;
d) a base cultural da civilizao mesopotmica;
e) as origens culturais do povo egeu.
28. (51k CASA-SPJ A vida poltica do antigo imp rio do Egito possuia alguns traos peculiares, como o lato de que:
a) a separao entre o Estado e a religio era total, pois no havia religio oficial.
b) os governantes dos nomos eram diretamente elei tos pelo povo, ainda que subordinados ao fara.
c) a monarquia, a fim de evitar o despotismo, no tinha o carter de hereditrta.
d) o fara exercia o poder como vigrio de Deus; assim, era mais uma teocracia que uma autocracia.
e) os poderes executivo e judicirio confundiam-se, sendo o fara o juiz supremo, salvo nos casos que envolvessem crime pol'rtico.
29.(PIIC-RS)Aagricultura da Mesopctmla, das mais importantes da AntIg caracteri zava-se:
a) pelo ritmo da produo em funo das cheias do rio Mio.
b) pelo emprego do trabalho animal, especialmente do cavalo e do camelo.
c) pelo uso de uma tecnologia mais sofisticada, com emprego de adubos minerais,
d) pelo alto indice pluviomtrico, que favorecia cons tantemente as colheitas.
e) pela fertilidade do soto associada  quantidade de mo-de-obra usada.
Histria Geral - 405
Cincias Humanas e suas Tecnologias
30. (IJFPR) As condies geogrfltas da Fencia, regio mediterrnea, determinaram a dupla vo cao dos fenicios de:
a) comerciantes e industriais.
b) mercadores e navegantes.
c) agricultores e comerciantes.
d) mercadores e agricultores.
e) comerciantes e artesos.
31.(CESCEA-SP) As primeiras grandes civilizaes caracterizaram-se porse desenvolver beira dos grandes rios. Essa caracterstica se deve:
a) ao fcil encontro de argila, material necessdo para a fabricao dos tabletes sobre os quais puderam registrar os avanos de sua cultura;
b)  facilidade de defesa e  rapidez de deslocamen pelo rio no caso de ameaa externa;
c)  facilidade para a atividade agropecuria con meio de sobrevivncia;
d)  abundncia de metais indispensveis para fabrico de armas;
e)  possibilidade de navegao e, porfanto,  faci dade de comrcio com os povos vizinhos.
32. (UFCEFt. ao brilhante reinado de Salomo cedeu um perodo de crise poltica, resultando diviso do Reino em duas partes: o Reino deJudt o Reino de Israel.,."
Ao texto pode-se associar os:
a) hebreus;	c) muulmanos;	e)filisteu
b) cananeus;	d) cristos;
RESPOSTAS:
22.c	23.c
Le	30.b
24.b	25.a
31.c	32.a
401 - Histria Geral
26. b
27. d
28. d
Cincias Humanas e suas Tecnologias
Bloco 'As Civilizaes Clssicas
Localizao geogrfica, organizao social, pol tica e econmica foram fatores que diferenciaram as civilizaes greco-romanas da egpcia e da me sopolmica.
Aatividade comercial e martimaloi muito intensa nas civilizaes greco-romanas; Isso se explica devida  presena de peninsulas recortadas e montanhosas.
Diferentemente do Egilo e Mesopotmia, Grcia e Roma utilizaram a mo-de-obra escrava em todas as atividades, como na indstria, na agricultura, servi os domsticos e nos negcios. Os escravos repre sentavam a base do trabalho.
A antigidade greco-romana es centrada nas cidades. Tanto as cidadestestado gregas quanto aexuberante Roma representaram um alto nvel de
1. Grcia
organizao e cultura urbanas, que no foi igualado por outros povos antigos.
Contrariamenle  religiosidade egipcia e meso potmca, os gregos desenvolveram a crena na ra zo humana e em sua capacidade para explicar os lenmenos do mundo. Aclncia, afilosofia e as artes gregas tomaram umaforma baseada na razo e no homem, sendo a base cultural de todo o mundo ocidental que surgiu posteriormente, Por isso, a Grcia  considerada a mais influente civilizao da histria humana.
De Roma, o grande legado para a humanidade foi o Direito, isto , a preocupao com as leis escritas, A difuso da cultura ocidental processou-se graas s conquistas imperialistas romanas,
A Grcia se localiza na Europa, numa regio que se chama Pennsula Galcnica, banhada pelo Mar Me diterrneo, O litoral, muito recortado, facilitou o co mrcio externo.
A civilizao grega originou-se de sucessivas inva ses e do estabelecimento de quatro povos indo- europeus, que, vindos da Asia Menor e dispondo de armas de bronze e ferro, dominaram os povos lo cais. Esses invasores eram os aqueus, jntos, elios e drios. Da fuso de invasores com os povos lo cais, surgiram os gregos.
As comunidades iniciais organizaram-se socialmen le em cls palriarcais, denominados genos. A soci edade unia pessoas e bens, a terra era coletiva e tudo o que o grupo necessitava para sobreviver pertencia a todos,
Mas com o passar do tempo, a populao foi au menlando e a propriedade coletiva deu lugar pro priedade privada. A sociedade passou asa constituir em classes sociais, sendo que os proprielrios das ferras eram ritos que passaram a explorar os pobres e os chefes das comunidades lornaram-se reis com amplos poderes,
do rei e dominaram a sociedade. Surgem as cida des-estado (base da organizao poltica),
Cidades-Estado
No perodo arcaico, as cidades-eslado eram com pletamente independentes umas das outras. Tam bm conhecidas como plis, elas tinham seu pr prio governo e, s vezes, eram rivais entre si, unin do-se nos momentos de agresso externa ou de uni dade cultural, corno na poca dos jogos olimpicos, dos quais participavam diversos gregos. Mas, basi camente, o que unia essas cidades gregas eram fato res como a Ikigua, a religio e a proximidade territorial,
Atragmerriao do territrio - devido  presena de montanhas e domar-influenciou a fragmentao poltica. Certamente, uma das caracrersticas bsicas da Grcia  que nunca houve um Estado grego uni ficado, isto , um nico governo para lodo o povo.
Dentre as diversas cidades-estado gregas, destaca ram-se Esparta e Atenas.
Esparta
Essasituao tambm mudou: com o passar do tem- Situava-se na pennsula do Peloponeso, na regio p os prepnielrios de terras derrubaram o podar da Lacnia, e foi fundada pelos drios. A principal
Histria Geral 407
Cincias Humanas e suas Tecnologias
atividade econmicaera a agricultura. As proprieda des melhores, pertenciam ao Estado, Os drios eram um povo guerreiro, que, tendo como objetivo a con quista das terras frteis dos povos da regio, se tornaram militaristas, lutando com os povos locais, vencendo-os e escravizando-os.
A educao espartana era rgida com o ob)etivo de formargrandes soldados. O Estado tinha a prepon derncia pela lamilia e o individuo.
A sociedade espartana estava dividida basicamente em trs classes sociais:
 Esparclatas - cidados descendentes dos drios. Deviam,durantetoda avida, sersoldados de Esparta. Eram proibidos de exercer o comrcio.
 Periecos- antigos habitantes da Lacnia que no resistiram aos d'rios. Dedicavam-se ao comrcio e ao artesanato, Eram homens livres, mas sem direitos politicos. Serviam ao exrcito em caso de grande ne cessidade.
 Ililotas - aqueles que enfrentaram os drios, por tanto, vencidos, tornaram-se escravos. Eram servos presos  terra, Do seu trabalho agricola  que provi nha o sustento dos esparciatas. Eram desprezados e perseguidos pelos seus senhores.
Os esparciatas faziam leis, executavam-nas e ad ministravam a cidade, Sendo um governo de mi noria, era chamado de governo esparto de oh' garquia, que significa governo que tem a partci' pao de apenas um grupo, que exclui e domina os demais.
Atenas
Os jnios fundaram a cidade de Atenas, situada no centro da plancie da lica, prxima do litoral. O cen tro primitivo da cidade localizava-se numa colina alta, a acrpole, sendo, assim, uma proteo natural con tra ataques.
Devido aos solos pouco frteis da regio, os atenienses logo compreenderam a necessidade de se lanar ao mar. Aproveitando a proximidade do litoral, passaram a dominar grande parte do comr cio martimo leito pelo Mediterrneo.
Os jnios, quando chegaram  Anca, integraram-se bem com os povos locais, por isso, a sociedade ateniense sempre I mais variada e menos rigida que a sociedade espartana.
Evoluo Poltica de Atenas
No perodo da Monarquia (at meados do sculo\ ao.), Atenas era govemada por uni rei (Sasileu) acumulavaastunes desacerdote,juiz e chelemili
No sculo Vil aO., Atenas lorna'se oligrquica, somente os euplridas podiam participar Arepago (trihunal) e administrar a cidade. No tanto, tempos depois, os demiurgos enriquecir pelo comrcio e os thetas comearam a pressia os euptridas e exigir mudanas na politica. euplridas cederam e criaram leis para beneficiar classes sociais atenienses.
Democracia (510-50 ao.)
Clstenes assumiu o poder em Atenas para aproti daras reformas sociais e introduzir o regime den crtico na cidade, O principio bsico da democra todos os cidados tm o mesmo direito perante leis (isonomia).
Democracia  entendida como governo do povo, ir em Atenas s beneliciava a minoria (os euptrida cerca de 90% da populao (os escravos, os estn geiros, as mulheres e as crianas) no tinham dir tos politicos.
No sculo V aO., Atenas atingiu o seu apogeu so liderana de Pricles, que aperfeioou a democrai conferindo  assemblia dos cidados (Ectsia) deres para deliberar sobre os problemas polilic A democracia foi uma fabulosa herana deixada los atenienses ao mundo, possibilitando a atua do povo na poltica.
com o regime democrtico, a sociedade passou apresentar da seguinte torma:
 Cidadci - homens nascidos em Atenas, ir pendentes de sua condio social ou renda;
 Metec - estrangeiros livres, sem direitos
lticos;
 Escravos- estrangeiros caplurados, sutmet
 escravido.
A Sociedade Grega
Educao
o objetivo bsico da educao ateniense era cientizaros cidados da liberdade individual e da:
porisabilidadessociais no contexto da democr&
408  Histria Geral
Cultura
Atenas, ao contrrio de Esparta, valorizou a beleza artstica, a reflexo sobre as coisas do mundo e so bre a condio humana
Os gregcs destacaram-se em v ri os campos cientfi cos, nas aries, natilosotia a muito importantes nabormao cultural do mundo ocidental.
Os gregos que mais se destacaram foram: Pitigoras,
na Matemtica; Arquimedes, na Fislca; Esquilo e
Sfocles, no teatro; Herdoto, na Histria; Fidias e
Mirou, na escultura; Scrates e Plato, nalilosofia e
Arisideles em diversas reas,
Religio
A religio grega era politesta (adoravam vrios deu ses) e antropomdrfica (os deuses tinham corpo, sentimentos e comportamentos parecidos com os dos humanos).
Os gregos acreditavam que os deuses podiam des cer  Terra e se envolver com os homens. Os filhos dos deuses com os humanos eram chamados de semideuses ou heris,
As Guerras Gregas
Ouas guerras marcaram a civilizao grega:
 Guerras Mdicas (sculo Va.C.) - Com o aumen to da populao grega, os governantes procuraram outros territrios para expandir seus domnios. En tre os territrios ocupados estava o litoral da Asia
Cincias Humanas e suas tecnotogias
Menor, pretendido tambm pelos persas. No con fronto de gregos e persas. o rei persa Dano  derro tado na Batalha de Maratona pelos atenienses. Os persas abandonam o litoral da Asia Menor, deixando o comrcio do Mar Egeu aos gregos.
Inconformados com o fracasso, os persas organiza ram novas tropas para combater os gregos, agora sob o comando de Xeues (filho e suoessor de Dano). As cidades gregas se uniram e derrotaram novamente os persas.
 Guerra do Peloponeso (431 -404 a.C,) - Vito riosa nas batalhas contra os persas, Acenas alia-se s cidades gregas das ilhas e das cosias da Asia Menor, fundando a Liga de Delfos. Aos poucos, Atenas pas sou ase beneficiar da liga, utilizando-a para dominar todo o mundo grego.
A cidade de Esparta, revoltada com Atenas, junta-se
a outras cidades-estado e forma sua prpria confe derao, a Liga do Peloporieso.
Os dois blocos das cidades-estado entram em con lUio armado: a Guerra do Peloponeso. Atenas foi der' rolada e Esparta torna-se a cidade-estado dominan te da Grcia, sendo substituida depois porTebas.
Aps tantos anos de penosas guerras, a Grcia per deu sua independncia politica no ano de 335 a.C.. tomando-se colnia macednica.
Apesar dadominao, os macednicos preservaram a cultura grega, difundindo-a por todo o imprio at a India. Essa cultura mista - grega e macednica oriental
-tem o nome de cultura helenistica. Foi a contnua o da cultura clssica e seu aprotundamerolo.
A Itlia uma peninsula que avanapelo Mar Medi terrneo. A leste  banhada pelo Mar Adritico e a oeste pelo Mar Tirreno.
Porvoilado li milnio a.C., ocentro da Pennsuta Itlica foi sendo ooupado por povos originrios da Europa Central: os ilafolas (sabinos, latinos, volscos). Na mas mapoca, os etruscos - originrios provavelmente daAsia-fixaram-se ao norte. Eles migraram para o sul e dominaram a regio dos ilaliotas, dando origem  cidade de Roma e ao perodo monrquico.
Geralmente, a origem dos povos antigos  mistu rada a lendas que envolvem deuses e heris. Lan-
da contar uma histria oralmente ou por escrito, na qual os latos so modificados pela imaginao do povo, ou imaginao dos poetas. A origem de Roma  relatada pelo poeta romano Vicglio. Rmulo e Remo teriam fundado Roma. Eles eram netos do rei Numilor, de Alba Longa, cidade da regio do Lcio. O rei foi destronado por seu ir mo Amrico. O usurpador ordenou que Rmulo e Remo, recm-nascidos, fossem colocados den tro de um cesto e lanados nas guas do rio Tigre. Os dois teriam sido recolhidos e amamentados por uma loba.
Licha z Origem de Roma
Histria 0mw . 409
Cincias Humanas e suas Tecnologias
Posteriormente, um pastor chamado Fuslolo en controu as duas crianas e cuidou de sua guarda e educao. Segundo a lenda, Rmutoteria matado o irmo na disputa pelo territrio romano.
Perodos da Histria Romana
Realeza ou Monarquia (753 a 509 a.C.)
Durante a Monarquia, a sociedade j se dividia em grandes grupos sociais: patricios, clientes, plebeus e escravos. Esses grupos determinariam as princi pais lutas de classes da histria de Roma,
Os patrcios eram as grandes proprietrias de ter ras. Na qualidade de cidados romanos, desfruta vam de direitos polticos.
Os plebeus (comerciantes, artesos, camponeses) no faziam parte do povo romano; eram vindos, so bretudo, de regies conquistadas pelos romanos. Eram livres, mas no tinham direitos de cidado,
Clientes: quando um plebeu reoebia tavores de um patrcio (dinheiro, sementes, terras) aoabava se tor nando um cliente, isto , prestava servios.
Escravos, pessoas escravizadas devido  guerra e dividas.
O poder poltico dos patricios cresceu no perodo monrquico: deram um golpe de Estado e tomaram o poder. O ltimo rei, Tarqunto,  expulso da cidade pela ao de patricios e plebeus. Inicia-se a Repblica.
Repblica (509 a 27 a.C.)
Roma desenvolveu suas instituies sociais e eco nmicas e expandiu seu territrio, Tornou-se uma das maiores civilizaes do mundo antigo.
Os patricios desenvolveram umaeficiente organi zao administrativa, para que sua classe social des trotasse ao mximo dos privilgios do poder. O Se nado Romano passava a governara cidade. Eram os magistrados (executores das decises do Se nado) que comandavam o exrcito, julgavam os crimes, vigiavam os costumes pbticos, convoca vam o Senado.
Embora numerosos, os plebeus no tinham o direi to de participar das decises polticas, mas eram
410 Histria Geral
indispensveis ao exrcito romano. Conscientes seu poder, exigiram e conquistaram direitos,
Entre as instituies polticas da Repblica, de tacam-se:
 Os Tribunas da Plebe - eram magistrados co poderes especiais de vetar a aprovao de quai quer decises (do Senado, dos magistrados ou d Assembtias) que prejudioassem os interesses dir tos da plebe,
 Eleies dos magistrados - gradativamente, plebeus conseguiram ter aoesst s mais diversa magistraturas. Terminado o mandato de cnsul, pi diam ingressar no Senado.
A necessidade de ampliar suas terras e obter ma escravos levou os romanos a empreender conquit tas militares, noma consagrou-se como o maior in prio do mundo antigo.
Expanso de Roma e as Guerras Pnica
Os primeiros passos dessa expanso consistiram domnio romano de toda a Itlia, Mais tarde, teve in cio a guerra de Roma contra Carlago (Sicilia), cidac de origem tencia situada no norte da Atrica, O pot de Cartago era chamado pelos romanos de "punia (fencio), derivando o adjetivo pnicas.
As guerras com Cartago so chamadas de Guerra Pnicas, que duraram de 264 a 146 a,C,
Depois de duras e longas batalhas, os romano conseguiram dominar Cartago (Sicilia). Abre-m dessatorma, o caminho para a dominao de Rom em diversas regies do mundo antigo. O Mar Me diterrneo passou a ser inteiramente controlad pelos romanos,
As conquistas dos militares trouxeram  Roma:
 Cultura - principalmente a grega, que embor vencida militarmente, conquistou o povo roman vencedor, espalhando entre eles sua cultura,
 Sociedade - obrigados a servir no exrcito rc mano, muitos plebeus regressaram  tttia, e empc brecidos, tiveram que vender suas pequenas prc priedades. tnmeros camponeses plebeus emigra ram para a cidade, engrossando o nmero de pc bres e famintos. Surgiu uma poderosa classe
comerciantes. O Estado enriqueceu, Os rico
r
Periodo marcado peta influncia dos etruscos e	 A Lei das Doze Tbuas - leis escritas, vlidas pa
regos.	patricios e plebeus,
a
nobres romanos tornaram-se donos de grandes extenses de terras. A tenso social nas grandes cidades romanas aumentava dia a dia, pois os patricios no queriam abrir mo do poder.
0 exrcito, representado pelos altos generais, tor nou-se muito importante e passou a interferir nos destinos da poltica romana.
Resultou dessas crises o fim da Repblica e o inicio da Era dos Csares, ou seja, dos imperadores gover nando Roma,
Imprio (27 a.C. a 476 d.Cj
Depois de atingirsua fase de glria, Roma enfrentou inmeros conflitos internos e externos, que marca ram o incio de sua decadncia.
Os generais do exrcito romano passaram a disputar o podereem 60a.C., tit deles dividiram opoderdo Imprio (Pompeu, Crasso e Jlio Csar) -era o Pri meiro Triunvirato. Depois da morte de Jlio Cesar, assassinado por uma conspirao organizada por membros do Senado, instaura-se o Segundo Triunvirato, no ano 43 a.C., composto por Marco Antnio, Lpido e Otvio, Depois de disputas entre esses generais, Otvio, vitorioso, torna-se o primeiro imperador de Roma, em 27 a,C.
Otvio foi aos poucos conseguindo ttulos e privi lgios, at concentrar todos os poderes polticos em suas mos. Recebeu o ttulo de Augusto, e pas sou a serchamado de Dtvio Augusto. Esse trata mento era reservado, at aquele momento, apenas aos deuses. Esse fato marcou o fim da Repblica e o incio do Imprio.
.Apsa morte deAugusto, que ocorreu em 14 d.C., sucederam-se quatro dinastias de imperadores, den tro do perodo do esplendor de Roma, conhecido como Alto Imprio (27 a.C. a 235 d,C.). Terminado esse perlodo, teve inicio o Baixo Imprio, tase turbu lenta que marcou a decadncia romana (235 d.C, a
476 d.C.),
Imperadores romanos do Alio Imprio:
 Dinastla dos ,jlio-Cludios (14 a68 d, O.)
Os imperadores descendiam de famlias patricias:
librio, Caligula, Cludio e Mero. Aps a morte deste ltimo, inmeras revoltas dos povos dominados por Roma provocaram crise interna no imprio.
Dinastia dos Flvios (69 a 96 d.C.)
Os militares predominaram e mantiveram o Senado sob controle rgido:
Vespasiano, fito e Domiciano.
Dinastia dos Antoninos (96 a 192 d.C.)
Apogeu do Imprio Romano:
Nerva, Trajano, Adriano, Marco Aurlio e Cmodo.
 Dinasliados Severos (193 a235 dO.)
Declnio do Imprio Romano com as invases brbaras:
Stimo Severo, Caracala, Macrino, Herogbalo e Se vero Alexandre.
A Decadncia do Imprio Romano
Ao mesmo tempo que atingia o ponto mximo de sua expanso territorial, o Estado no teve condi es de manter a unidade poltica e administrativa do imenso territrio, habitado por uma quantidade enor me de povos, divididos em diversas classes sociais.
A maneira de governar dos imperadores, com abu so de autoridade e de poder, e a influncia da guarda pretoriana negociando a sucesso do trono foram motivos da desordem ocorrida no Estado.
Entre as causas da decadncia de Roma, lemos:
 Falta de escravos, devido  restrio feita pelo Cris tianismo  escravido. Portanto, surge o arrendamen fo da terra a camponeses. A falIa de escravos deu-se tambm devido  paralisao das guerras de conquis tas, principal fonte de abastecimento de escravos.
 Barbarizao do Exrcito.
 Aumento de impostos,
 Revolta dos povos dominados.
 Invaso de povos brbaros.
Apsamortedo ImperadorTeodsio, em 395 d.C., o imprio foi dividido em dois:
 Imprio Romano do Ocidente, com sede em Roma.
 Imprio Romano do Oriente, com sede em Cons tantinopla, que conseguiu se organizar e sobreviver at 1453, com o nome de Imprio Bizantino,
Os turcos conquistaram Constantinopla em 1453, marcando o trmino da Idade Mdia e o inicio da Idade Moderna.
Roma no leveorganizao interna para resistir aos sucessivos ataques dos brbaros. Em 476, o ltimo
-	, -
Cincias limnanas e suas Tecnologias
histria Geral - 411
Cincias Humanas e suas Tecnologias
imperador de Roma, Rmulo Augusto, doi deposto do poder por Odoacro, rei dos hrulos, um dos po vos brbaros.
O Cristianismo
A religio romana era politesta, isto , adorava uma grande quantidade de deuses.
Os romanos assimilaram dos gregos uma srie de di vindades, que loram rebatizadas com nomes latinos.
A religio romana, com seus rituais pomposos, era um dos fundamentos do Estado. No periodo impe rial, passou-se a venerar a tigura do imperador, que depois da morte ocupava lugar entre os deuses tra dicionais (apoteose).
No reinado do imperador Augusto, nasceu na pro vincia romana de Belm, na Galilia, Jesus de Nazar, o fundador do Cristianismo, Os cristos acreditavam uum nico Deus, portanto eram monotestas, e, por isso, no aceitavam a religio romaua, polite e nem
o culto aos imperadores. Numa sociedade marc; pela desigualdade, os cristos propunham a igual de entre os homens; numasociedade militarista, co era a romana, propunham a paz. Logo, os impera res romanos deram inicio  perseguio aos cristi principalmente nos governos de Nero e Dioctecia
Apesar das perseguies, o Cristianismo Ioi se senvolvendo cada vez mais e conquistando no' adeptos, principalmente entre as camadas opri; das dasociedade. Com o tempo, a perseguio cristos tornou-se mais branda e tolerante. No de 312, Constantino, imperador romano, com teu-se ao Cristianismo, liberando seuculto em tom os dcminios romanos por meio do Edito de Mil
Mais tarde, em 391, o imperador Teodsio prol todos os cultos pagos, tornando o Cristianism religio oficial do Imprio Romano. Paralelamen; esse processo de oficializao do Cristianismo, ganizou-se a Igreja Catlica, que adotou a es administrativado Imprio Romano.
412 Histria Geral
33. (FIJVEST) As cidades-Estados da Grcia:
b) apresentavam uma organizao econmica sou- d ria;
c) estavam toldas na poltica de colonizao do Mediterrneo;
d) possuiam principios religiosos antagnicos; e) mantiverem uma poltica comercial comum. 34. (MACK-SPJ As diferenas polticas e econ micas entre espartanos e atenienses culmina ram no conflito armado denominado:
a) Guerras Mdicas;
b) Guerras Pnicas;
e) Guerra do Peloponeso;
d) invaso macednica;
e) Guerras Gaulesas.
35. (FUVEST) Na Antigildade, o processo de helenizao, decorrente da conquista macednica sob liderana de Alexandre o Gran de, baseou-se acentuadamente na:
a) redistribuio forada das populaes; b) fundao de cidades de cultura grega; c) adoo do modelo democrtico de governo;
d) represso s prticas religiosas;
e) mobilizao econmica da populao rural. 36. (IJEMT) O enfraqneciruento das cidades gre gas, aps a Guerra do Peloponeso (431-404 aM4, possibilitou a conquista da Grcia pelos:
a) bizantinos;	d) persas;
b) hititas;
c) assrios;
37. (UFRH) A expresso 'educao espartana" significa educao:
a) artistica;	d) severa;
b) humanstica;	e) liberal.
b)  formao de bons cidados, acentnando a im portncia do amar Ptria, s cincias, letras e arfes; c) ao equilbrio harmnico entre o tsico e o esprito de seus cidados;
d)  formao poltica democrtica de seus cidados. 39. (UNESP) A histria poltica da Grcia, na An tigiidade Clssica, caracterizou-se:
a) por uma organizao teocrtica; b) por uma organi imperial;
e) pela existncia de cidades-estados que atuavam, politicamente, como unidades autnomas;
d) pela alternncia de dinastias hegemnicas;
e) por uma federao estvel, regida de forma dita-
to
42. Centre os valores fundamentais da educa o espartana na Grcia antiga, destacamos:
a) a preponderncia do Estado sobre a famlia e o individuo.
b) a supremacia do interesse individual sobre o
estatal.
c) amor vida e a averso  guerra.
d) pouca importncia da educao tsica e moral.
Cincias Humanas e suas tecnologias
Bloco Questes de Vestibulares
a) eram politicamente autnomas;
.40. Q*V-MG)A economia ria Esparta tinha corno urna de suas caractersticas principais o fato de que:
a) o trabalho dos periecDs sustentavam os cidados.
b) os itotas exerciam o dominio dos meios de pro duo.
c) a escravido foi abolida pelo poder central.
d) o comrcio era atividade exclusiva dos esparciatas.
e) a propriedade das melhores terras era do Estado.
41. ISTA. CASA-SP) A sociedade espartana ca racterizou-se, entre outros aspectos, por:
a) apresentar uma estrutura rgida, apoiada num sis tema militarista.
b) seguir a evoluo natural das cidades-estados ria Grcia, fixando-se na democracia. e) estabelecer rima grande abertura nas suas reta es com as demais cidades-estados da Grcia,
e) macednios. d) abolir o rgido sistema de classes que vigorou na maioria das cidades gregas. e) basear-se numa classe mdia que pmcurou dar s massas plena liberdade.
e) cientfica;
38. jOSEC-SP) O sistema educativo espartano
visava:
a) formao de soldadosfortese disciplinados para
a defesa da Ptria;
Nistria Geral . 413
Cincias Humanas e soas Tecnologias
43. (UCUA) O significado histrico de Clistenes (508 a.C.) decorre:
a) do seu estoro no sentido de estabelecer em Ate nas um governo democrtico.
b) da sua ao no Aerpago para despojar a monar quia de seus poderes.
c) do seu empenho para estruturar a economia de Esparta em bases capitalistas.
d) de ter conseguido a admisso de elementos da classe mdia no Conselho dos Quatrocentos. e) de assumir o governo de Atenas para governar como tirano, ainda que benevolente.
44. (UF A civilizao grega deixou  posteri dade muitos legados incorporados ao patrimnio comum da humanidade. Entre eles, destaca-se como a maior contribuio da Grcia a prtIca dos princpios:
c) educacionais
d) cientificos.
e) dernocrtioos
45. (WIESP) A civilizao da Grcia tola mais bri lhante de todas as do mundo antigo, e aquela que mais infhignciateve nas civilizaes do Dci dente, sobretudo na dos romanos, de qoem os gregostoram mestres, e na do imprio bizantino.
Em todas as manifestaes do esprito humano, a Grcia foi soperior a Roma, exceto:
a) nas Instituies jurdicas e na organizao politica.
b) nas matemticas puras e na histria.
c) na tilosotia, na botnica e na medicina.
d) na literatura.
e) na arquitetura.
46. (OFMT) O aparecimento da chamada civiliza o helenistica deve-se:
a) tuso de elementos culturais gregos e orientais
b) ao progresso da cincia e  contiana no poder do esprito, que caracterizava os ensinamentos da maioria dos tilsofos do penlodo helenistico.
c) ao aparecimento de um sistema econmico carac terizado de uma concorrncia desenfreada.
d) ao ideal da democracia que scbrepujou o despo tismo oriental.
e)  incapacidade politica dos lideres que se segui ram a Alexandre Magno.
414 - Histria Geral
47, (STA. CASA-SP) A implantao da Repbl
em Rema (509 a.C.), com a deposio de Tarqui
o Soberbo, teve Inmeras implioaes. pois:
a) as camadas sociais inferiores passam a exerci
poder, ao contrrio do que ocorria na Monarqu
b) o poder passaa ser concentrado na mo de nica pessoa-o lnterrex.
c) as assemblias so dissolvidas, concentrandc o poder natigura do Pretor.
d) o Senado deixa de tertuno, sendo substitt pela Assemblia Cudata.
e) o monoplio do poder passa s mos patrcios, sendo, assim, inicialmente aristocrtft
48. (STA. CASA-SP) As guerras de Roma coi Cartago, no perodo entre 264 e 146 a.C., ram amplas repercusses, entre as quais se destacar:
a) a perda das terras situadas no Mediterrneo Oi tal, que conquistara  Grcia e ao Egito, b) o desenvolvimento de uma poltica imperia que levaria  conquista da bacia do Mediterrn c) a diminuio da escravido, em virtude das di tas militares, o que signiticou a perda de seu sue tculo econmico.
d) o abandono dos centros urbanos por gn parte de sua aterrorizada populao.
e) a decadncia da classe dos cavaleiros, que grande parte de suas riquezas e poder politicc 49, (FUVEST) Na aotlgiiidade. a escravido foi instituio:
a) presente com igual importncia econmic. todas as sociedades mediterrnicas.
b) restrita s cidades-estado da Grcia e  Boi, publicana e imperial.
e) to importante nas sociedades do Egito Mesopotmia quanto nas da Grcia e Roma. d) marcante nas sociedades grega e romana partir de um determinado estgio do desen' mento de ambas.
e) desconhecida nas chamadas sociedades hi licas do Egito e da Mesopotmia e entre os hei e tenicios.
50. (FIIVEST)
"Usamos a riqueza mais como uma oporlun para agir que como motivo de vanglria: entr no h vergonha na pobreza, mas maior ver
a) religiosos.
b) econmicos.
& no fazer o possvel para evit-la.., olhamos o ho mem alheio s alividades pblicas no como algum que cuida apenas dos seus prprios interesses, mas como um intil., decidimos as questes pblicas por ns mesmos, ou pelo menos nos esforamos para compreend-las claramente, na crena de que no  o debate que  empecilho  ao e sim o falo de no se estaresctarecido pelo debate anles de se che gar a hora da ao,"
Essa passagem de um discurso de Pricles, reproduzida por Tucdides, expressa:
a) Os valores tico-politicos que caraclerizaram a democracia ateniense no perodo clssico,
b) Os valores tico-milhares que caracterizaram avida polilica espartana em toda a sua histria.
c) A admirao pela frugalidade e pela pobreza que caracterizou Atenas na fase democrlica.
d) O desprezo que a artslocraoia espartana devotou ao luxo e  riqueza ao longo de toda a sua hislria.
e) Os valores tico-pOltliCOs de todas as cidades gre gas, independentemente da suaforma de governo.
51. (PUC-SP) A decadncia da Grcia, que teve Inicio a partir do sculo IV a.C.,  explicada, e tre outros fatores, pela:
a) ausncia de unidade politica e pelas lulas entre as cidades-estados;
b) invaso cretense na cidade de Tria e pela destrui o de civilizao micnica;
c) evoluo da plis que colaborou para o desen volvimento do ideal de democracia na regio do Peloponeso;
d) organizao social das cidades-estados de Ate nas e Esparta estruturada no trabalho escravo dos indivduos oriundos da Messnia;
e) postura isolacionista desenvolvida pelas cidades estados sem condies de participar do comrcio
martimo e logicamente, sem oportunidades de de senvolvimento econmico.
52. (IJFCE) Nos seus traos fundamentais, a cul tura belenstica foi:
a) fruto das relaes comerciais entre povos ociden tais e o continente africano;
b) conseqoncia da cultura bizantina introduzida no Ocidente pelos rabes;
c) influenciada pelo pensamento filosfico e cientfi co tipicamente iluminista;
Cincias Humanas e suas Tecnologias
d) continuao da cultura clssicae, em muitos as pectos, representou um aprofundamento;
e) resultante da difuso do modo de vida romano e, em particutar, dos hbitos da vida privada.
53. (PUC-SP)A conquista do Mediterrneo provo cou grandes transformaes sociais e econmi cas em Roma, levando  crise das instituies politicas republicanas. Entre as conseqncias das guerras da expanso podemos destacar que:
1, Prisioneiros de guerra foram reduzidos  condi o de escravos e utilizados como mo-de-obra na economia romana,
II. A economia, antes baseada na pequena proprie dade e trabalho livre, foi transformada num sistema escravista de produo, provocando a runa dos camponeses
I Com a implantao do sistema escravista de pro duo houve um processo de concentrao de terra nas mos da aristocracia e surgimento de um gran de nmero de desempregados que migram do cam po para as cidades.
a)t,llelll	b)letll	c)tell	d)l	e)lt
54. (UNIFOR-CE)
era o centro religioso, poltico e econmico do distrito que a cercava. Os habitantes do territrio, exceto os servos, escravos, estrangeiros e mulheres, eram cidados, isto , juntos organizavam a vida poltica, econmica e religiosa..."
O texto contm caractersticas que identificam:
a) o arepago, o mais famoso conselho vinculado aos uobres gregos, que surgiu na poca homrica;
b) o aroontado, exercido pelos aristocratas gregos, que teve origem na era helenistica;
c) a suprema corte, a mais nobre das contribuies gregas, instituda no periodo clssico;
d) o senado, representado pelo povo grego, que se organizou no perodo pr-helnico;
e) a plis, a mais clebre instituio grega, que se estruturou no perodo arcaico.
55. (FIA-SP) Assinale a alternativa que apresenta uma definio para a Guerra do Peloponeso, ocorrida na Grcia entre 431 e 401 a,C.
a) Luta de defesa empreendida petos gregos contra a invaso dos porsas e a ameaa de perda de suas principais praas de comrcio no Mar Mediterrneo.
Histria Cera! . 415
t
TA
Cincias Humanas e suas Tecnologias
b) Lutaenlre driose aqueus napoca da ocupao do lerritrio grego que resultou na formao das cidades de Espartae Atenas.
c) Luta comandada pelas cidades de Esparta e Corinlo contra o aumento da hegemonia da Confe derao de Celos - liderada por Atenas - sobre o lerrilrio grego.
d) Guerra entre gregos e romanos, causada pelo desejo de implantao de uma cu hegemnica sobre os povos do Oriente Prximo.
e) Invaso do territrio grego pelas Iropas de Ale xandre - O Grande, na poca de expanso do Imp rio Macednico que herdara de seu pai.
56. (UNESP-SP) Com referncia  Grcia e sua ci vilizao, assinale a alternativa incorreta.
a) Um fato tsico-relevo montanhoso - dificultou a uniticaoe a integrao das tribos gregas numa s nao.
b) Os invasores aqueus e dros dominaram as populaes gregas sem, conludo, assimilar sua cultura.
c) A base de toda a organizao politica do povo grego era representada pela cidade-eslado.
d) Em Atenas, todos os direitos polilicos eram asse gurados aos seus cidados livres e no estrangeiros. e) Em Esparta, a educao destinava-se, exclusiva- mente, ao preparo de excelentes soldados e cida dos fiis.
51. (MACK-SP) Assinaleaalternaliva que Identifi ca, na hlst&ria da Grcia Antiga, o conflito en as diversas cidades-estados que acabou enfra quecendo o pas e tornando-o alvo de investidas estrangeiras:
a) Guerra cartaginesa;	d) Batalha de Maratona;
b) Batalha de Salamina; e) Guerra do Peloponeso.
c) Guerras Mdicas;
58. (MACK-SP) Dentre as vrias guerras enfrenta' das pelos romanos, destacaram-se as efetuadas contra os cartagineses, cujo principal fator cau sador foi:
a) a inteno romana de fundar colnias agricolas em solo cartagns;
b) a luta pela posse da Grcia;
e) a necessidade de escravos para abastecer o setor manufatureiro;
d) o choque de imperialismos na luta pela domino o da Sictia;
e) a defesa das tronleiras romanas,  que Cartago situada ao norte da Pennsula Itlica, ameaavas expandir.
59. (CEUB-DF) O expansionismo romano teve v rias conseqncias, dentre elas:
a) o aumento do poder dos pequenos proprielric rurais;
b) o emprego para toda a populao urbana; c) o aumento da mo-de'obra escrava;
d) o xodo urbano, incentivado pela retormaagrri;
e) a tomada de Roma pelos turcos otonxanos.
6G. (UNIFOR-CE) O empobrecimento dos campon sn, a concentrao de terras nas mos da aristi cracia, o desenvolvimento do comrcio e da m nufatura, o aumento da escravido e dos latifi ilios escravistas representam profundas transto maes econmico-sociais resultantes da:
a) expano romana no Mediterrneo, no period republicano;
b) desestruturao da organizaogenlilica, no p nodo monrquico;
c) constituio de um poderautocrtico romano, poca imperial;
d) urbanizao romana que se acentuou em deco rncia da localizao estratgica da Itlia;
e) organizao das comunidades romanas formo das por descendentes de antepassados comuns.
61. (IJNESP-SP)
O vinculo entre os legionrios e o comandante com
ou progressivamente aassimilar'se ao edstente ent
patro e cliente navida civil: a partir dapocade Mr
e Sila, os soldados procuravam os seus generais pa
a reabililao econmicae os generais usavam os sc
dados para incurses polticas.' (ANOERSON, Perr
Passageos da Aotigidade ao Feudalismo.)
O texto oferece subsdios para a compreens'
a) da crise da Repblica romana; lx) da implantao da monarquia etrusca;
c) do declnio do Imprio Romano;
d) da ascenso do Imprio Bizantino;
e) do fortalecimento do Senado.
416 . Histria Geral
63. (FUVEST) A expanso de Roma durante a Re pblica, com o conseqente domnio da bacia do Mediterrneo, provocou sensveis transforma es sociais e econmicas, dentre as quais:
a) marcada processa de industrializao, xodo urbano, endividamento do Estado;
b) fortalecimento da classe plebia, expanso da pequena propriedade, propagao do cristianismo; c) crescimento da economia agropastoril, intensifi cao das exportaes, aumento do trabalho fivre; d) enriquecimento da Estado romano, aparecimen to de uma poderosa classe de comerciantes, aumen todo nmero de escravos;
e) diminuio da produo nos latifndios, acentu ado processo inflacionrio, escassez de mo-de- obra escrava.
54. (MACK-SP} 'Deliberamos conceder aos cristos e a quem quer que seja a liberdade de praticar a religio de sua preferncia, a fim de que a divinda de que reside nos cus venha a ser favorvel e pro pcia para ns e para todos os nossos sditos."
Promulgado por Constantino imperador roma no, o documento acima refere-se:
(
1	34.c	35.b
42.a	43.a	44.e
	51.a	52.d	53.a
	k	6l.a	6
d) ao dito Mximo; e) ao dfto de Milo.
Cincias Humanas e suas tecnologias
65. (USF-SP) Sobre as chamadas civilizaes da Aiiti Clssica, leia atentamente os tex tos da poca enumerados em romano, e procu re relacion-los s letras correspondentes. 1- "A partir dos sete anos, as crianas do sexo mas culino eram erltrrgresao Estado para sua educao."
I - "Depois que Alexandre venceu os persas na pla nicie de tssos, Dano enviou-lhe a seguinte proposta:
o Imprio seria partilhado entre os dois.,." tIl-Tendo submetido os Tirrenos e os Samnitas e batido os Celtas (gauleses) em numerosos encon tros, empreenderam,. - atacar o resto da peninsula."
I - ".., entre tantos romanos, no h uru que possui um altar tamiliar,.. so chamados senhores do mun do e no tm para eles um pedao de terra." V- "Eu, Constantino Augusto,.. erre Milo para dis cutir todos os problemas relativos ao bem pbli co, entendemos dever regular, entre outras disposies, aquelas sobre as quais repousa o respeito pela divindade."
a) Trata-se do prembulo do dito que acabou por aceitar o cristianismo no Baixo Imprio Romano,
b) Texto e discurso no qual o autor lembra a neces sidade de urna retormaagr ria na criseda Repblica Romana.
o) Recorda o incio da expanso que culminaria com a ocupao da peninsuta ltlica e da regio do Medi terrneo.
d) Narra um segmento da campanha militar oompre end durante a expanso da Macednia rumo ao Oriente.
e) Fala-se de uma postura cultural tipica dos esparlanos no conjunto da Grcia,
Assinale a alternativa que apontar as correlaes corretas:
d) Ib; Ita; lIle; lVd;Vc. e) la; lle; llld; iVc; Vb.
1
41. a
50. a
59. c
62. (UI4ESP-SP) Roma, de simples cidade-esta da, transformou-se na capital do maior e mais duradouro dos imprios conhecidos, Assinale a alternativa diretamente relacionada com o declnio e a queda do Imprio Romano.
a) Triunfo do cristianismo e urbanizao do campo, b) Reduo considervel dos tributos e a abolio do poder desptico de tipo oriental,
c) Barbarizao do exrcito e crise no modo de pro duo escravista.
d) Ensino democrtico dos esticos e o aumento dos privilgios das classes superiores.
e) Estabilizao das fronteiras e a crescente oferta de mo-de-ebra,
a) ao dito de Caracala;
b) ao Cdigo de Justinano;
c) ao Cdigo de Hamurabi;
a) Id; ltc; 111h; tVa;Ve.
b) te; Id; ltlc; tVb;Va.
c) tc; lIb; lIa; tVe;Vd,
36. e
45. a
54. e
63. d
37- d
45. a
55. c
64- e
33. a
47. e
56. b
65. b
39. c
48. b
57. e
40. e
49. d
53. d
Histria Cesai 4
Cincias Humanas e suas Tecnologias
Bloco 'Idade Mdia	___
FichaI O Imprio Bizantino e a Civilizao rabe
Imprio Bizantino
O Imprio Bizantino corresponde ao Imprio Romano do Oriente, que resistiu s invases brbaras.
A capital era Constantinop antiga colnia grega chamada Bizncio, que era terminal das rotas prove nientes da Asia.
O perodo de maior prosperidade deu-se durante o reinado de Justiniano (521-565 d Durante seu governo, realizou uma srit de guerras contra os brbaros para reconquistar os territrios perdidos pela Imprio Romano do Ocidente. Ocupou o norte da Africa, parte da Itlia e o sul da Espanha.
Justiniano foi um grande legislador e construtor. Reu niu um grande conjunto de normas juridicas romanas, que deu origem ao chamado Cdigo de Justiniano. Essa tbra tem tido grande influncia at hoje na civili zao ocidental. Construiu vrios edifcios- hospitais, igrejas e tambm pontes, estradas e aquedutos.
Os sucessores de Justiniano no foram fortes o sufi ciente para dar continuidade ao perodo de esplendor do Imprio Bizantino. Enfraquecido por muitas guer ras, cornipoe assassinatos, o Imprio desabou com a tomada de Constantinopla pelos turcos otomanos em 1453. Essa data  usada para assinalar o fim da Idade Mdia e o inicio da Idade Moderna.
Cisma do Oriente
No Imprio Bizantino, os imperadores considera vam-se chefes supremos da cristandade, e isso pro vocava conttitos com o Papa. O constante desenten dimento entre o imperador e o Papa acabou por pro vocar o "Grande Cismado Oriente", em 1054. A par tir dessa data, a cristandade divide-se em duas igre as: Igreja Catlica t Oriente - conhecida como Igreja Ortodoxa, com sede em Bizncio, e Igreja Ca tlica do Ocidente, com sede em Roma, sob a au toridade do Papa.
Civilizao Islmica
Porvolta do sculo VI, na PentnsutaArbica- quetica entre o Mar e o Gotto Prsico-viviam tribos
de origem semtica, povos nmades que procurava se estabelecer nas regies litorneas ou nos osis.
Sua cidade mais importante era Meca, onde se contrava a Caaba, santurio que continha 360 id los. Uma vez por ano, aqueles povos, os rabes, dirigiam a Meca para rezar, eessa peregrinao re gosatavorecia o comrcio na Cidade Santa. Maom (570-632 d.C.), que foi o fundador islamismo, nascido em Meca, aos 40 anos tem ur viso do anjo Gabriel. O anjo lhe revela a existncia um s Deus: At. Maom, ento, passa a pregai nova religio monotesta (os rabes eram polite tas) baseada no cristianismo, Judasmo e nas pr prias religies rabes,
Istamismo vem da palavra islo, que significa to submisso do homem  vontade do Deus nico todo o universo, Ata.
O livro sagrado dos muulmanos  o Corn, contm vemos recitados e anotaes escritas pel seguidores de Maom.
Generosidade com os pobres, piedade, purez; boas aes so importantes para que aalma se sal portanto, Als receber os dignos evirtuosos, o Coro.
Os povos da Pennsula Arbica abraaram a doutr de Macme uniram-se em tomo de um nico gover
Para expandir at islrnica - e tambm os domin rabes - os sucessores de Maom freqenteme se utilizavam da chamada Guerra Santa (djihad
O ano de 630  considerado a data de fundao islamismo. Foi nessa data que Maom, com seus guidores, invadiu Meca e destruiu os idolos Caaba. Somente um notoi destruido: a Pedra Ne (provavelmente um pedao de meteorito), que tnuou a ser venerada pelos muulmanos.
Maom morreu em 632 e seu trabalho teve contir dade por seus sucessores, os califas, que conqi taram novas terras, por meio da Guerra Santa. Ass o imprio rabe expande-se sobre o antigo Imp Persa, o norte da frica, a Pennsula Ibrica e grai parte do Mar Mediterrneo.
418 - Histria Geral
Relaes entre Europa e o Mundo Muulmano na Idade Mdia
A Europa Ocidental, aps as invases brbaras (scu 10V) continuou a usar o Mediterrneo como meio de comunicao com o imprio bizantino Mas quando os muulmanos dominaram o Mar Mediterrneo, no sculo VII, e conquistaram a Pennsula Ibrica, no sculo VIII, esse momento histrico afetou demasia damente a Europa ocidental crist. A Igreja condenava o contato comercial com os muulmanos, embora alguns comerciantes italianos e os bizantinos conti nuassem o comrcio com os rabes,
O Mediterrneo, monopolizado pelos rabes, acen Iuou a decadncia comercial da Europa, que pas sou a se voltar para a terra, tornando-se dependen te dela. Assim sendo, o leudalismo forma-se na Eu ropa Ocidental.
Cincias Humanas e suas Tecnologias
Por outro lado, a contribuio cultural rabe Ioi de extrema importncia para o mundo ocidental. Alm de servir de intermedirio entre o antigo mundo bizantino co mundo cristo medieval, deu suas pr vias contribuies culturais nos seguntes campos:
matemtica, medicina, literatura e arquitetura,
Difundiram o papel, a bssola e a plvora, invenla da pelos chineses, Introduziram novas tcnicas agri colas e diversos produtos (cana-de-acar, arroz, laranja etc.).
Com relao aos bizantinos, devido  excelente loca lizao geogrtica de Constantinopla - no en mento de diversas rolas comerciais - exportavam pata a Europa Ocidental produtos confeccionados em Bizncio (peas de ouro, tecidos e objetos de marfim). No plano das artes visuais, ternos a contribuio na arquitetura (cpulas arredondadas), escultura e mo saicos coloridos com contedos religiosos.
Ficha 2' O Desmembramento da Europa
O en de Roma, no sculo V, deu-se no momento em que ocorreu a diviso de seu Imprio. O Imprio Romano do Oriente reorganizou-se e mante te-se at 1453, quando Constantinopla, sua capitai,toi tomada pelos turcos. Mas o Imprio Romano do Oci dente desabou com a invaso dos povos brbaros,
As Invases Brbaras e o Surgimento da Europa
O termo 'brbaros" era usado pelos romanos para todos os povos que no pertenciam  civilizao ro mana e se mostravam rebeldes  sua cultura.
Os principais povos brbarosforam os germnicos:
vndalos, visigodos, ostrogodos, suevos, anglo saxes, francos e lombardos.
O deslocamento das tribos germnicas, do norte para
o sul da Europa,  em grande parte explicado pelo
crescimento de sua populao, lato que levou aque les povos a procurar territrios com terratrtil e me lhor clima.
At a sculo III, a penetrao dos brbarostoi pacfica. Guerreiros eram aceitos no exrcito romano tomo saldadas, outros grupos obtinham pemiisso para sefixar em zonas agricolas do Imprio. Nos sculos IV
e V grupos brbaros invadiram o Imprio pela tora, conquistando diversos lugares da Europa e do norte da Africa. Esses brbaros formaram seus prprios rei- nos, destruindo a unidade poltica do Imprio Roma no. Eraa crise da mundo antigo edesuasinstitues, e o inicia de um longo perodo da histria europia, em que costumes germnicos combinados com os romanos dariam inicio sociedade feudal,
A queda do imprio romano no sculo V deu incio
 Idade Mdia, que costuma ser dividida em dois
grandes perodos:
Alta Idade Mdia (sculo V a sculo X) - Carac terizada basicamente pela desagregao da sacie dade antiga e pela formao e crescimento do siste ni a teu dai.
 Baixa Idade Mdia (sculo X a sculo XV) - Ca racterizada, basicamente, pela dissoluo do siste rnaloudal e pelaformao do sistema capitalista (co mrcoe burgues'ra).
Os Remos Brbaros
A invaso dos brbaros causou a fuga da populao das cidades.
Valtava a calma  Europa, O campo tola lugaronde a maioria do povo passou aviver. Surgem os castelos,
Histria Geral - 419
?
Ulenclas Humanas e suas Tecnologias
moradia dos grandes proprietrias de terra. Os cas lelos eram cercados de muralhas que serviam de pro teo para seus ocupantes e os moradores das re dondezas contra qualquer ataque. A agricultura tor nou-se a principal atividade econmica.
A maioria dos reinas brbaras tevevida curta. Ape nas os trancas conseguiram se estruturar e fincar razes na Glia. Expandiram-se depois para outros lerritrios, que hoje correspondem Frana, Alema nha, Blgica. Itlia e mais oito paises da Europa.
O reinofranco surgiu da reunio de todasastribostran
cas e expandiu-se soba governo de duas dinastias:
 Dinastia dos nierovngios (sculo V aVI - Os principais reis francos eram descendentes de Meraveu. O primeiro grande rei toi Clvis, que con seguiu promover a unilicao dos trancas, expan
diu seus dominios territoriais e converteu-se ao cris tianismo catlico, obtendo assim apoia da Igreja para seu reino- Contudo, com a decorrer do tempo, as constantes guerras e as partilhas por herana leva ram  diviso poltica do reino tranca.
No sculo VIII, as reis merovingios perderam opa- der e foram substituidos pelos caralingios.
 Dinastia dos reis carolngios (sculo VIII e IX) - Carlos Magno deu o nome  nova dinastia e foi o seu
mais importante soberana. Governou de 768 a 814.
Por meio de diversas guerras de conquista, Carlos Magna estendeu os dominios dos francos.
A Igreja Catlica aliou-se a Carlos Magna, pois dese java a proteo de um soberana poderosa e cristo que possibilitasse a expanso do Cristianismo. Por tanto, no dia 25 de dezembro de 800, a reina tranca recebeu da papa Leo III o titulo de imperador do Sacro Imprio Romano. Era uma tentativa de restau
raro imprio romano no acidente.
Carlos Magno procurou elevara cultura do povo Iran-
co- Fundou escolas nas mosteiros e na prprio gal-
cio real, Ele mesmo aprendeu a ler com 35 anos. Seu periodo de governo foi marcada par importante ativi dade cultural, que abrangeu os setores das letras, das artes e daeducao. Trata-se dachamada Renascena carolngia, que contribuiu paraa preservao e a trans misso de valores da cultura da Mtigidade Clssica,
Aps a morte de Carlos Magno, o reino franco entrou em decadncia, As principais causas dessa decadn ciaforamatragmentao do poderpolticoe as novas invases das sculos IX ex contra a Europacrist,
420 Histria Geral
O Feudalismo
O feudalismo foi o sistema econmica, social e tica predominante na Europa Ocidental durante a de Mdia. Foi de fragmentao poltica, forte reli sidade e saciedade de ordens.
A insegurana, gerada por tantas guerras e invas levou muitos pequenos proprietrias a entrega suas terras aos latifundirias, passando a traba para eles. Assim, encontraram proteo, poiso atitundiria tinha grupos de homens armados, defendiam a propriedade dele.
Todas essas pessoas que foram trabalhar nos latif as deram origem aos servos e viles, quelormava maioria das trabalhadores durante a Idade Mdia.
Certas insti germnicas, coma o comitati o benefcio, incorporaram-se ao sistema teuda
O comitatus era o grupo de guerreiras ligados a chete por juramento de fidelidade. A lealdade ao te era retribuida com a diviso dos saques de gu
(beneficio), principalmente de terras.
o comitatus e o benelcio esto associadc vassalagem da feudalismo.
Com o desaparecimento da comrcio e das cidar o centra de vida transfere-se para o campa, 001 agricultura lama-se umaatividade importante.
o feudalismo, portanto, tai um perodo de extre fragmentao da poder, no qual a Europafoi di da num sem-nmero de reinas e feudos.
As Obrigaes dos Servos
Em troca da proteo que recebiam, os servos am cumprir uma srie de abrigaes para com senhor As principais eram:
 Aconia-trabalho gratuito, durantealguns por semana, nas terras do senhor.
 A talha - obrigaes de entregar uma parte produo de seu prprio lote ao senhor.
 As prestaes - obrigao de hospedar o nhore sua comitiva durante suas viagens peloteL
 As banalidades - estabelecia o pagamento r utilizao de tornos, moinhos e outros bens que tendam ao senhorteudal.
 O dzimo - imposta pago  Igreja,
Os servos no eram al Acreditavam bruxas, fadas protetoras e que a Igreja salvarias
almas. A Igreja no admitia aIos que tossem contr dos  sua doutrina. Por isso, o clero punia por meio do Tribunal da Inquisio. Muitas vezes, os hereges (pessoas contrrias aos dogmas da Igreja) eram mor tos nas fogueiras. A tgreja justificou as diferenas sociais  reprovao do comrcio ao considerartudo vontade de Deus,
As Cruzadas
A expanso comercial foi imputsionada pela ao das Cruzadas, que expulsaram os muulmanos do Mar Mediterrneo. Este mar representou uro elo de ligao entre a Europa e o Oriente.
A Verdade sobre as Cruzadas
Foram expedies guerreiras, organizadas por cris fos da Europa Ocidental, com o objetivo de libertar Jerusalm e outras regies da Palestina, que esta vam sob dominio muulmano.
Alm do objetivo religioso, havia o objetivo politico, pois a convocao de cavaleiros pelos reis para par ticipardas expedies representada o enfraquecimento ia nobreza, pois muitos dos convocados no retorna dam, Dessaforma, o poder dos reis se tortaleceria,
o objetivo comercial tambm marcou presena. A quarta cruzadafoi desviada de sua rota original para atender interesses dos comerciantes de Gnova.
Organizaram-se oito cruzadas:
 Primeira Cruzada (1095 a 1099)- Popular.
 Segunda Cruzada (1)47 a 1149) -Tomada de
Jerusalm.
 Terceira Cruzada (1188 a 1192)- Derrota na con quista de Jerusalm.
 Quarta Cruzada (1202 a 1204)- Comercial.
 Quinta Cruzada (1217 a 1221)- Derrota na con quista de Jerusa
 Sexta Cruzada (1228) - Libertao de lugares santos.
 SlimaCruzada (1248 a 1254)-Cativeiro de Lus
I rei da Frana.
 Oitava Cruzada (1270)- Morte de Lus IX.
A Burguesia e a Expanso Urbana
A expanso do comrcio e do artesanato atraiu para as cidades grande nmero de caniponeses, os quais
Cincias ilumazia, a suas Tecuologias
almejavam trabalharem atividades diferentes daagri cultura, como comrcio eprestao de servios. Mer cadores das estradas da Europa juntaram-se aos artesos etamilias que abandonaram o campo ese es tabeleceram no lado de foro dos muros que cercavam os castelos, palcios episcopais e mosteiros. Foi-se formando um pequeno ncleo comercial. Era o burgo exterior ou subrbio, que dada origem  maio ria das ddades medievais,
tIo principio, grande parte dessascidades era cerca daporaltas muralhas,tormando um ncleo urbano torliticado que se denominava burgo. Com o aumen to da populao, as cidades foram obrigadas a atar garseus limites alm das antigas muralhas. Artesos e comerciantes que se estabeleceram nos burgos eram chamados de burgueses. Surge uma nova classe social: a burguesia.
A Decadncia de Sistema Feudal
Contrastando com a fase anterior, de relativa prospe ridade, os sculos finais da Idade Mdia foram mar cados por srias crises:
Servos
A explorao dos servos pelos nobres foi severa, surgindo revoltas camponesas.
Decljnio da Produo Agricola
A ocupao de solos menos frteis e a escassez de terras de boa qualidade provocaram a diminuio da produo de alimentos. A perda das colheitas um bm provocou diminuio da quantidade de alimen tos, acarretando alome de milhares de pessoas que morriam ou sobreviviam com forte desnutrio,
A Peste Negra
A populao enfraquecida pela fome adoeceu con taminada pela peste negra, doena transmitida por ratos que vieram nos pores de navios genoveses, causando a morte de um tero da populao euro pia. Para muitos, essa doena implacvel era sinal da ira divina, anunciando o fim dos tempos,
Guerra dos Cem Anos (1337-1453)
A disputa pela rica regio de Flandres, onde havia manufatura de l e sucesses dinsticas, provoca. ram conflito entre a Frana e a Inglaterra.
Histria Geral  421
Cincias Humanas e suas Tecnologias
Essa guerra (Guerra dos Cem Anos) empobreceu grande parte dos nobres teudais e prejudicou a vida econmica dos dois pases. Aps seu trmino, a au-
toridade do rei estava lortalecida,
O Cisma do Ocidente
como objetivo de manter boas relaes como rei Felipe IV, da Frana, o Papa Clemenle V transferiu a sede do papado de Roma para Avignon, no sul da Frana. Essa atitude gerou insatisfao dentro da igreja, culminando com a escolha de um outro Papa estabelecido em Roma. A Igreja ficou dividida entre
dois papas. Mais tarde, a Igreja recupera sua de, estabelecendo sua sede em Roma,
No periodo que durou o cisma ocidenla?, aum ram as heresias contrrias  doutrina da Igreja, lando a instituio.
Os reis fortaleceram-se com a ajuda da burgi e desenvolveram a navegao, e a parlir dos lo XV os comerciantes lanaram-se ao mar  cura de novos mercados e mercadorias p comrcio. Esses fatos continuaram na Idade derna. O capilalismo comercial vai lomando gar do feudalismo.
Citicias Humanas e suas Tecuotogias
Bloco Questes de Vestibulares
66. A expresso "Alta Idade Mdia" identifica:
a) uma lase de grande expresso no trfico da bacia do Mediterrneo, que licava definitivamente sob o domnio germnico.
b) o final da longa noile dos mil anos", na qual, sem dvida, mergulhou a Europa, at o incio da Idade Moderna.
c) uma fase de grande retrocesso cultural e cienllico apesar da intensificao do comrcio,
d) o perodo irnediataniente posteriorao final da Ida de Antiga, tratando-se de uma diviso que lacilita o estudo do tempo histrico,,
67. (UNESPj A Civilizao Bizantina floresceu na Idade Mdia, deixando em muitas regies da Asia e da Europa testemunhos de sua Irradiao sul twal. Assinale imporf ante e preponderante coe tribuio artstica bizantina que se difundiu ex pressando forte destinao refigiosa.
a) Adornos de bronze e cobre,
b) Aquedutos e esgotos,
c) Telhados de beirais recurvos, d) Mosaicos coloridos e cpulas arredondadas,
e) Vias caladas com artefatos de couro,
68. (UnB-DF) A manufeno do Imprio Romano do Oriente, ou imprio bizantino, deve-se:
a) ao desempenho normal das vias de comrcio com o exterior, em mos dos bizantinos,
b)  preservao de Constantinopla como um dos terminais das rotas de caravanas proven'entes da Asia.
c)  invaso dos brbaros em toda parte ocidental, desarticulando o que ainda restava do antigo esplen dor de Roma.
d) ao comrcio feito com todo o Mediferrneo orien tal e s rendas obtidas, que contriburam para a manuleoo de um poderoso exrcifo.
e)  importnciado imprio bizanfino para amanu teno do cristianismo no Orenfe, j que a queda prematura do imprio resultaria na morte do Cristia nismo naquela regio,
t) ao domnio de Constantinopla sobre a passagem entre o Mediterrneo e o mar Negro, controlando o
esfreito de Bsloro.
69. (PVC-SPJ A rpida e vitoriosa expanso ra be para o Oriente, Norte da Africa e Pennsula Ibrica pode ser explicada, dentre outros fatores:
a) pela imposio imediata da religio muulmana aos povos conquistados.
b) pela grande necessidade de conseguir novas fer ras gara uma populao numerosa.
c) pelos pesados tributas impostos s populaes vencidas, garantindo sua submisso.
d) pela adesc  Guerra Santa, ou seja, o paraiso para os que morressem combatendo pelo islamismo.
e) pela unidade poltica e religiosa dos muulma nos, a partir de Meca,
70. (FGV-SP) O feudalismo pode ser caraoteriza do, entre outros, pelos seguintes elementos:
a) economia agrria, torfe mobilidade social e vassalagem nobre-campons,
b) regtonalizao de defesa, sociedade estamental e economia urbana.
c) fragmentao polifica, mentalidade fortemente re ligiosa e sociedade de ordens.
d) culcura clericalizada, economia monelarizada e supremacia sociocultural dos labcratores,
11. (MACK-SP) O movimento das Cruzadas resul tou em importantes mudanas para a sociedade europla. Dentre elas, destaca-se:
a) o forfalecimento do poder dos senhcres feudais em razo de suas vilrias sobre os turcos,
b) a liberao do Mediterrneo, dominado pelos rabes desde o sculo IX, dando assim um impulso s atividades comerciais.
c) o monoplio dos produtos orientais passa a ser controlado pelas naes ibrioas,
d) o predominio do trabalho servil e o conseqente declnio do trabalho assalariado.
e) o crescimento do poder politico do papa e a reunilicao dos dois ramos do cristianismo (orien
tal e ocidental).
"1
1
Histria Geral - 423
Cincias Humanas e suas Tecnologias
72. (UPMG) Todas as alternativas apresentam fatos que podem ser associados  decadncia do feudalismo, exceto:
a) a ocorrncia da fome e da Peste Negra que dizima ram a Europa na prmeira metade do sc. XIV.
b) o aumento do nmero de cidades tanto de ori gem rural como surgidas de acampamentos de mercadores.
c) o desenvolvimento da cavalaria, que se empe nhou nas Cruzadas e difundiu pelo mundo os va lores cristos.
d) o desenvolviniento das atividades comerciais nos mares Mediterrneo, Negro, do Norte e Bltico.
e) uma srie de insurreies e perlurbaes sociais que ocorreram na Europa Ocidental e atingiram a cidade e o campo.
13. (PUC-MG) Durante a Baixa Idade Mdia (scu lo Xl-XV), o modo de produo feudal conheceu o seu apogeu, mas tambm foi nesse perodo que as contradies inerentes a esse sistema avolumaram-se, determinando a sua superao. So tatores responsveis pela desarticulao das estruturas feudais, exceto:
a) brusca queda da produtividade na agricultura, devido  resistncia dos senhores feudais a tcnicas agrcolas avanadas
b) desenvolvimento da atividade mercantil tanto a nvel inter-regional quanto  longa distncia.
c) orescente urbanizao, conduzindo a uma gra dual especializao da economia, caracterizada pela ciso entre campo e cidade.
d) surgimento da burguesia como um novo seg mento social que foi se definindo no rgido contexto da hierarquizada sociedade feudal.
e) organizao de expedies militares crists con tra muulmanos no Oriente Mdio, pondo fim ao domnio secular dos rabes sobre o Mediterrneo.
74. IFUVESTIFGV) A retigio, mais do que qual quer outro fator, foi o que deu identidade para as duas grandes civilizaes que se desenvolveram durante a Idade Mdia.
Estas duas grandes civilizaes, com suas res pectivas religies, foram:
a) apersacom o mttraismo e a rabe com o islamismo.
b) a rabe com o islamismo e a hebraica com o judasmo.
424 . Histria Geral
c) a europia-ocidental com o catolicismc bizantina com o cristianismo ortodoxo.
d) a chinesa com o budismo e a hindu cc hindu ismo,
e) a europia-ocidental com o catolicismo e a como islamismo,
7 (UNAMA)
"Pierre tinha treze anos e ouidar dos porcos er; responsabilidade, O pai e seus dois irmos mai Aliam e Gontran, cultivavam a terra, que fora pelo Marqus de Ptessis de la Tremilie. Em tro famlia tinha de prestar servios ao nobre: culti terra, trabalhar na forja, na carpintaria... Ali entregar, toda semana, parte dos ovos e da pr o de queijo feito com o bom leite das cabr:
regio; isso sem falar das galinhas, dos patos porcos, que tinham de ser entregues de quand quando". (STEINMANN, Heloisa & DEL OLMO Jos. No fempo do Feudalismo. Co!, O Co da Hisfdria, Ed. tica)
Por meio da leitura do texto acima, identifiq posio social de Pierre e sua famlia e os mi los feudais que so descritas no texto:
a) servos; corvia e talha,
b) escravos; banalidades e meao.
c) servos; mo morta e con,ia,
d) vassalos; banalidades e formariage.
e) escravos: formariage e talha,
16. (UEL-PRJ Pane integrante do mundo feur
Igreja medieval:
a) aprofundou a descentralizao poltica, a mralt
e enfeudalizao da Europa, ao defender o ide
unidade e universalidade no imprio romano, b) dominou o pensamento religioso do perior pregar a sacralizao dos bens materiais, o c' riquezae a necessidade de reforma moral e espi c) promoveu a universalizao do cristianisr criara concepo dualista, a do bem, represe por um Deus todo poderoso e a do mal, repres da pelo Sat,
d) fomeceu ajustiticativa religiosa para as desigi des sociais, a servido e avassalagem, ao cons a sociedade como manifestao davontade de e) questionou os fundamentos do mundo mer ao defender os direitos individuais, a equali social e a socializao dos bens do clero.
L
77. IFAFI-MU) Leia, atentanjeote, o texto abaixo:
O fator mais profundo desta crise geral reside pro vave porm, no colapso dos mecanismos de reproduo do sistema num ponto limite das suas capacidades Ultimas. Parece particularmente claro que o motor bsico que impulsionara durante trs sculos loda a economia feudal, a recuperao das lerras incultas, acabou por lev-lo para alm dos li mites objetivos da estmtura do terreno e dasocieda de.' (PERRY, Anderson. Passagens da Antiglda de ao Feuda/ismo.)
O autor (az referncia  crise geral do feudalismo, flue se expressou no sculo XIV Sobre e crise, podem-se fazer as afirmaes abaixo, exceto:
a) A rea de pastagens lora reduzida, o que redun dou numa diminuio do adubo, prejudicando a qualidade das terras,
b) Os primeiros anos do sculo XIV foram marcados por fome, o que debilitou a populao.
c) A ecloso da Peste Negra, num quadro de tome, contribuiu para reduzir de forma considervel a populao europia.
d) Apenas o setor comercial-urbano no foi afetado, devido s recentes descobertas de novas minas de ouro e praia na Alemanha.
e) A nobreza intensificou a explorao sobre os ser vos, o que fez surgir as revoltas camponesas.
e. (CEUB-W) O perodo histrico conhecido como Baixa Idade Mdia teve como caracterstica:
a) a estruturao do sistema feudal, baseado na eco nomia agrria e auto-suficiente;
b) a expanso islmica atravs da Pennsula lbrica; c) aexfino do Tribunal do Santo Oficio da Inquisio; d) o renascimento comercial e o sc,rgimento da burguesia;
e) a constituio do lmprio Franco, soba liderana de Carlos Magno.
79. (UNIFOR-CE)Ofeudatismo caracterizado pela economia:
a) agrria, intensa mobilidade social e Estado centralizado, 1" monetarizada, explorao burguesa da terra e mentalidade fortemente religiosa. e) auto-suficiente, cultura clericalizada e Estado monrquico fone.
Cincias Humanas e suas Tecnologias
d) agrria, sen'ido e fragmentao politica.
e) agrria, laos de vassalagem e centralizao po litica,
80. (UNIFOR-CE) O sculo Xl marcou o incio de profundas transtormaees que atingiram a or dem feudal, at ento, predominante. Entre essas destacam-se:
a) a manuteno da produo para a subsistncia. b) o desenvolvimento do comrcio, acompanhado pelo renascimento urbano.
c) a realidade belicosa, causada pelas invases normandas no norte da Europa.
d) a superao das aoividades agrcolas, em detri mento do comrcio,
e) apresei-rao dadescentralizao politica, elemen to fundamental para a formao das monarquias nacionais,
81. (PUC-MG) A expanso dos rabes, a partir do sculo UtI:
a) acarretou a queda do imprio bizantino; b) dificultou o comrcio no Mediterrneo, acentuan do a ruralizao da Europa Ocidental;
c) provocou o deslocamento das atividades mariti mo-comerciais do Mediterrneo para o Atlntico; d) incentivou o comrcio entre Ocidente e Oriente; e) incentivou a urbanizao na Europa Ocidental. 82. (PUC-RJ) Sobre as idias econmicas e so ciais da Igreja tia poca feudal, sabemos que:
a) estimulavam o comrcio e o enriquecimento in dividual;
b) condenavam a rgida estrutura econmica e so cial do feudalismo;
e) estimulavam os emprstimos a juros, porque ali viavam a situao dos aflitos;
d) justificavam a estrutura social do feudalismo e consideravam o comrcio reprovvel;
e) santificavam o trabalho como forma de ascenso social e econmica,
83. (FIJVESTj Politicamente, o feudalismo carac terizava-se Dela:
a) atribuio apenas do poder executivo aos senho res da terra;
b) relao diretaentre posse dos feudos esoberania, fragmentando-se o poder central;
Histria Geral - 425



ri) absoluta descentmlizao administrativa, com subordinao dos bispos aos senhores teudais;
e) existncia de legislao especfica a reger a vida de ca da te u do
84. (CESCEM-SP)As transtom,aes econmicas ocorridas na Europa Ocidental, a partir do scu lo Xl, tiveram conto conseqncias:
a) o desenvolvimenlo demogrfico e a formao de centros urbanos;
b) a decadncia dos servios especializados e a crise das corporaes de oficios;
c) o aumento da migrao para o campo e a deca dncia das cidades;
d) o tortalecimento das reservas senhoriais e a co brana de impostos em servios e produtos;
e) a mudana das lcnicas de explorao agricola e o abandono da servido.
85. (CRUZ ALTA-liS)
"Os diversos povos da Arbia no tormavam um Estado com unidade poltica, mas tinham elementos culturais comuns, como oidioma rabe e cenas cren as religiosas. Alm disso, eram politestas, adoran do cerca de 360 divindades.
O Estado muulmano era governado porcalitas (que signitica sucessor), detentores dos poderes religio so, poltico e militar."
Entre os fatores apontados para explicar a rpi da expanso muulmana, podemos destacar os
seguintes, exceto:	--
a) crescimento demogrfico da populao rabe, que pressionava o povo a procurar terras lavor veis aagricultura;
b) estimulo  guerra, coordenado pelos catitas, em nome da expanso da t islmica. Era a chamada Guerra Santa (djihad);
c) o imprio bizantino e o imprio persa guerrearam duranle sculos, enfraquecendo-se mutuamente;
d) no Ocidente a expanso rabe soube aproveitar as fraquezas dos Estados brbaros descentralizados, que sucederam o imprio romano;
e) o Alcoro no admitia a validade da guerra como instrumento de difuso da crena islrnica entre povos da religio crist.
426  Hust,ia Caral
a) fone centralizao potitica e igualdade social;
b) constanle possibilidade de ascenso social e in tensa atividade comercial;
c) valorizao das idias teocntricas e torte influn cia religiosa no comportamento social;
d) emprego da mo-de-otra escrava e abandono das prticas servis;
e) predomnio das relaes salariais e da vida urbana.
87. (USF-SP) Quando recordamos o sistema feu dal predominante na Idade Mdia europia,  conveniente considerar que sua economia e poltica foram marcadas poc
a) caractersticas auto-suficientes e de localismo de poder;
b) uma estrutura dependente e rigidamente uniticada;
c) intensa mcnetarizao e eficincia liberal;
d) marcado desenvolvimento industrial e postura imperiatsfa;
e) grande relao de trocas, estimulada por gover nos populares.
88. (UFCE) So caractersticas fundamentais do
feuda
1. Um campesinalo mantido em sujeio.
2. Uso generalizado do trabalho assalariado.
4. Realce de uma"classe"deguerreirosespecializados.
3. Vinculos de obedincia e proteo que ligam homem a homem.
16. Hegemonia poltica e econmica de mercadores.
32. Fragmentao da autoridade (poderpolftico).
Obs; A resposta  obtida pela soma dos nmeros das afirmaes corretas.
89. IPUC'RS) Os primeiros sculos medievais fo ram marcados por eta processo de ruralizao da economia e enrijecimento da hierarquia so cial. Das alternativas abaixo, a nica que no tpica dessa etapa Ijistrica :
a) a cl ericalizao das elites administrativas;
b) a militarizao das elites burguesas;
c) a solidificao dos laos de dependncia pessoa d) a sujeio do carapesinalo;
e) a atirmao das elites agrrias.
C
Cincias Humanas e suas tecnologias
c) relao devassalagem e suserania entre mercado-	86. (MACI(-SP) Podem ser consideradas caracte
res e senhores feudais;	tsticas do feudalismo:
90. (IJIIIFOR-CE) No perodo medieval, a Igreja, ao considerar a sociedade como de origem divina:
a) protegia os direitos individuais;
b) promovia a equalizao social;
c) incentivava a socializao;
d) preservava a cidadania;
e) jusliticavaa servido.
SI. (UFPR) O mapa Indica as divises, vigentes no sculo IX, do espao territorial que pertencera ao Imprio Romaria na AntigUidade. A respeito das mudanas histricas havidas,  corteto atimiarque:
as:
1. O Imprio Romano do Oriente constituiu o Imprio Bizantino, sobrevivendo at meados do sculo XV.
2.0 territrio do Imprio Romano do Ocidente foi ocupado pelos chamados povos brbaros", en tre os quais se identificam os francos e os anglo- saxes.
4. O Mar Mediterrneo deixou de ser fator de unida de, passando a serrea de fronteira entre o mundo cristo e o mundo islmico.
8. Apesar das divises, Roma continuou a sero cen tro do mundo ocidental at o perodo medieval.
i6. O Imprio Carolngio, considerado sucessor do Imprio Romano do Ocidente, na realidadetoi sendo dividido pela instituio de valores feudais.
32. O mundo islmico ocupava amplo territrio, envolvendo diversas reas continentais da Europa, Africa e Asia.
Obs.: A resposta  obtida pela soma dos nmeros das afirmaes corretas.
92. (UFBA) Em relao  organizao social da Idade Mdia, pode-se afirmar:
1.A utilizao em grande escala da mo-de-obra es crava, no Imprio Romano, modificou as condies
Cincias Humanas e suas tecnologias
de trabalho dos camponeses, motivando aamplia o das obrigaes do Estado, em decorr&acia do crescimento demogrfico das reas urbanas.
2. A pregao religiosade Maom atraiu signiticati vamente os rabes pobres, que a utilizaram como motivao para um guerra civil contra os mercadores judeus da Arbia.
4. A estrutura agricola da sociedade feudal funda mentou-se na grande concentrao de terras e no trabalho servil.
8. Aatividade urbana, na sociedade feudal, resultava da livre iniciativa dos banqueiros, artesos e comer ciantes e era regulada poruma rgida diviso social, nas relaes de trabalho, definida pela Estado. 16. A Igreja, no periodo medieval, tentou mostrar a harmonia da sociedade, formulando o principio das trs ordens', segundo o qual todos eram iguais, porque recebiam uma misso de Oeus e a cumpriam de forma fraterna.
Obs.: A resposta  obtida pela soma dos nmeros das atirmaes correta
93. (FURN) A religio isl pregada por Macm, no sculo Vil, teve grand para a Arbia, pois:
a) incorporou totalmente o Cristianismo;
b) implantou o politesmo;
c) impediu o expansionismo rabe;
d) deu-lhe unidade politica;
e) reafirmou os princpios da idolatria.
94. (tiPIlFOR-CE) Um dos fatores de supe da crise do feudalismo, no final da Idade Mdia e inicio dos tempos modernos, foi:
a) a exploso demogrfica;
b) a fragmentao dos feudos;
c) o desenvolvimento industrial;
d) o expansionismo maritimo-comercial; e) a excessiva oferta de metais preciosos.
95. (PUC-PR)
"Na Europa Ocidental, o excedente populacional representava situao perigosa para a sobrevivn cia do sistema feudal. Gente ociosa e com tome vagava de um lado para outro, assaltando, pilhan do e roubando as terras senhorlais e da Igreja. No Oriente, islamitas fanticos dificultavam a pere grinao de cristos at Jerusalm. Ainiciativa da
liistda Geral - 421
I.
Cincias Humanas e suas tecnologias
Igreja de combater os inlidis contou com o apoio c) apenas te til esto corretas.
de grande nmero de marginais, comerciantes e d) somente est correta
senhores feudais."
e) 1, I e til esto corretas.
Os fatos do enunciado acima aplicam-se ao
movimento que atingiu pleno desenvolvimento	97. (MACX-SP) Leia as seguintes afirmaes so
no sculo XI e que se denomina:	bre as transformaes ocorridas entre a Alta e a
Baixa Idade Mdia:
a) Santo Sepulcro; d) Questo das Investiduras;
- A descentralizao e a fragmentao politica de
b) Guerra Santa; e) Cruzadas.	ram lugar  unificao territorial e s monarquias
o) Cisma do Oriente;	nacionais.
96. (UNISINOS-RS)As Cruzadas marcam um peno- li -A produo rural auto-suticiente tol substituida do importante da Idade Mdia do sculo XI ao XIII. pela agricultura comercial
Sobre seus resultados podemos afirmar que: - O surgimento e o desenvolvimento da camada
-a burguesia foi quem mais lucrou com o aumento	burguesa reforou os laos de suserania evassalagem,
do comrcio, incentivado pelas Cruzadas.	1V-Os valores medievais e a cultura teocntria lo-
ti - devido s Cruzadas o comrcio, que antes estava	ram substitudos petas idias luministas e liberais.
paralisado, ressurgiu na Europa.
Assinale:
til -houve uma reaproximaotolal entreas Igrejas
do Ocidente (Roma) e a Ortodoxa Grega Oriental	a) se todas as afirmaes forem ccrretas;
(Constantinopla).	b) se todas as afirmaes forem incorretas;
Das atirmaes:	c) se apenas as afirmaes 1, te lii forem ccrretas;
a) apenas te ti esto corretas,	d) se apenas as afirmaes, ii e I corretas;
b) apenas ii e til esto corretas,	e) se apenas as afirmaes te tI torem corretas.
7 POSTAS
ti 66.d	87.d	68.b	89.d	1O.c	7l.b
73.e	74.e	75.a	76.d	77.e	78.d	79.d i
95.e	96.a	97.e
80.b	B1.b	82.d	83.b	84.a	85.e	86 c
88.45	89.b	9O.e	91.55	92.4
428 . Histria Geral
1
Clncias Humanas e suna Tecnologias
BIo Moderna
ficha 1' Mercantilismo
Politica econmica das monarquias europias que se caracterizou pera interveno do Estado na economia, cujo objetivo era o fortalecimento do prprio Estado. Seu prncipiofoi: a riquezade umanao detenninada pela quantidade de metais preciosos oblidos.
Prticas Mercantilistas
Balana Comercial Favorvel- exportar mais e im portar menos.
Protecionismo - preocupao com a proteo do mercado interno.
Pacto Colonial -que estabelecia a obrigatoriedade do comrcio da colnia com sua respectiva metrpole.
Interveno Estatal - para garantir o tortalecimen toda economia e do Estado Nacional.
Metalismo - que tinha por objetivo a acumulao de metais preciosos (ouro e prata), a fim de desen volver a riqueza nacional.
A Colonizao da Amrica
O sistema de colonizao que os europeus institui ram na Amrica apresentou dois modelos:
Colnias de Explorao -cem total controle da me trpole, que ocorreu, sobretudo, nas regies onde o clima era favorvel para formar as grandes lavou ras de p!antatiop.
Colnias de Povoamento - ocorreu principalmen te nas IS colnias inglesas da Amrica do Norte (EUA). Reproduziam as condies de vida que os colonos tinham na metrpole.
Mesmo assim, podemos distinguirdois tipos de or ganizao colonial entre essas 13 colnias.
Ao Norte:
-pequena propriedade, policultura e trabalho livre;
- formao de importantes centros urbanos e
manufatureiros;
- existncia de uma forte burguesia.
Ao Sul:
-desenvolvimento de uma economia agroexporta dera (algodo) em regime de plaotation;
- sociedade aristocrtica;
- mo-de-obra escrava;
- maiorcontrole exercido pela Inglaterra, Oferentemente do que ocorreu no Brasil-Colnia, os colonos ingleses fundaram universidades e de senvolveram a imprensa. Isso permitiu aformao de uma elite intelectual que foi influenciada pelos ideais iluministas,
A marcha para o oeste da Amrica do Norte foi reali zada com muita violncia contra os peles vermelhas ((ndios). Muitos filmes foram produzidos a esse res peito (laroeste), nos quais o indio aparece quase sem pre como vilo.
ficha 2' Expanso Maritimo-Comercial
Um dos grandes acontecimentos da Idade Moder natoi, sem dvida. aexpanso martima e comer cial dos sculos XV e XVI, que represenlou um dos aspectos bsicos da passagem do feudalis mo para o sistema capitalista. Dessa expanso, re sultaram o destobrimento de novas rolas marti mas para o Oriente e o descobrimento e a con quista colonial da Amrica.
Causas
A seguir, destacaremos os principais fatores econ micos, sociais e culturais que ccnlribuiram para a descoberta de lugares desconhecidos e para o de senvolvimento cultural:
Comrcio com o Oriente
Os produtos mais procurados na Europa eram as especiarias (canela, pimenta, cravo, noz-moscada e
ilistria Geral '429

-s
-
Cincias Humanas e suas Tecnologias
gengibre) e os artigos de luxo (porcelanas, marfim. peltumes etc.). Porm o comrcio desses produtos era monopolizado por ricos comerciantes genoveses e venezianos, que cobravam preos altssimos por seus produtos. Eles navegavam pelo Mediterrneo e recebiam essas mercadorias princi
palmenle pelo porto de Constantinopla. A situao piorou com a tomada de Constantinopla pelos tur cos otomanos em 1453. Esse lato foi decisivo para que os comerciantes europeus procurasssem no vas rotas comerciais.
Necessidade de Novos Mercados
A necessidade europia de venda e compra de pro dutos impulsionou a ampliao de mercados lora da Europa.
Crise Econmica
A talta de alimentos devido s escassas terras lr
teis; a alia mortalidade populacional como conse qncia da tome e de doenas; e depois o aumento da populao com o controle da pesle negra pro vocaram uma grave crise econmica no tinal da Idade Mdia.
Formao dos Estados Nacionais
O surgimento dos Estados Nacionais, com gover nos centralizados e objetivos mercantis, incentivou a burguesia expanso martimo-comercial.
Falta de Metais Preciosos
A falta de moedas de ouro e prata impulsionou a procura de jazidas tora da Europa.
Propagao da F Crist
A expanso martima, segundo seus lideres, propa garia a f crist, conquistando e convertendo povos no-cristos tora da Europa.
Outros fatores tambm impulsionaram aexpanso martimo-comercal,como O progresso tecnolgico (bssola, mapas geogrticos, caravelas etc.) e a
ambio material (querer mais riquezas).
Causas do Pioneirismo Portugus
O pioneirismo martimo pertenceu a Portugat, sculo XV.
430- Histria Geral
no
Portugal deu o primeiro passo em direo s gran des navegaes marilimas em mar aberto, em bus cada rota para as Indias. Esse pioneirismo foi pos sivel devido a vrios fatores. O mais importante fc a centralizao do poder nas mos dos reis, tu ranle a dinastia de Avis, que passaram a governa
em sintonia com os projetos da burguesia. O In fante Dom Henrique de Avis fundou um centro d. estudos nuticos que ficou conhecido como Es cola de Sagres. Esse centro reuniu astrnomos gegralos, navegadores, cartgrafos, matemtico:
e construtores de inbtrumentos de navegao. O:
portugueses contavam com conhecimentos tc
nicos na arte de navegar, tais como bssolas caravelas e astrolbios. A localizao de Portuga ajudou muito na expanso maritima portuguesa porque era (e ) um pais banhado pelo Ocean Atlntico em toda sua costa.
A primeira conquista maritima foi a cidade di Ceuta, no norte da Africa, em 1415. O Cabo W Boa Esperana, no extremo sul do continente atri cano, tol contornado por Vasco da Gama en 1498, quando finalmente chegaram s Indias Portugal passa a dominar o comrcio das espe ciarias de 1500 a 1530. Navegando para o oesu do Atlntico, chega ao Brasil em 1500, e em ter ras americanas, antes alcanadas pelos espa nhis, em 1492, cuja empreitada foi ccmandaw
por Cristvo Colombo,
Navegaes Espanholas
Preocupada em reconquistarterras espanholas ocu padas pelos rabes, a Espanha no se pde lanar i navegao maritima pelo Oceano Atlnlico. Aps expulso dos rabes, os reis espanhis confiam ar navegador italiano Cristvo Colombo o incio dar
nave que queria chegar s jndias contornan do a Atrica. Colombo atravessaria o Atlntico rumo oeste, baseando-se na idia de que a Terra era arre dondada e no quadrada. Colombo afinqe aAmri caem 1492, pensando ter chegado s Indias, pc isso oshabitantesda novaterratoram d ndios. cristvo Colombo realizou mais trsviagens em 1493, 1498e 1502.
O espanhol Ferno de Magalhes inicia em 1 stg primeira viagem de circunavegao da Terra (volh completa ao mundo). Essa viagem provou que Terra era realmente redonda.
)
Tratado de Tordesilhas
Os primeiros pases a desbravar o Oceano Atlntico
e atingir novasterras foram Porlugal e Espanha. Assim
sendo, com o apoio da Igreja Catlica, dividem o
Novo Mundo pelo Tratado de Tordeslllias, em
1494. Traou-se uma linha imaginria que passava
pela Brasil. A leste dessa linha, as terras pertenceriam
a Portu e as terras a Deste seriam da Espanha.
Navegaes Francesas, Holandesas
e Inglesas
Portugale Espanhatoram os primeiros pases a cen tralizar o poder na mo dos reis, talo que os impul sionou pionebamente  expanso martima. Frana, Holanda e lnglaterraatrasaram-se nesse objetivo, por-
Ficha 3 O Renascimento
Cincias Humanas e suas Tecno
que demoraram a passar pelo processo de centrali zao do poder. Assim sendo, ao aceitaram a divi so do Novo Mundo entre Portugal e Espanha, pois estavam em desvantagens martimas.
Conseqncias Econmicas das Grandes Navegaes
A expanso martima, com a descoberta de novas terras, trouxe-grandes transtormaes na vida eco nmica europi>qs burgueses estenderam suas aes comerciais do't4editerrneo para o Atlnlico, onde as terras descobertas se transformaram em co lnias que passaram a ser exploradas com objetivos comerciais, A Europa ficava mais rica e poderosa com a explorao do Novo Mundo.
O Alvorecer do Mundo Moderno
A agitao da vida urbana, o reaquecimento do co mrcio e o aparectmento de novas classes sociais (burgueses, banqueiros e arlesos) revitalizaram a Europa na Baixa Idade Mdia entre os sculos Xl e XV.
O homem submisso aos senhores feudais e  lgreja deu lugar a um homem consciente de sua importn cia como ser racional, livre e individual. Ele passa a prestar mais ateno em si mesmo, redescobrindo a sua importncia como criatura e criador do mundo em que vive.
Lentamenle, os europeus vo substituindo os valo res dominantes da idade Mdia por novos valores, baseados no homem como centro de um mundo compreendido de uma maneira moderna. Portanto, chamamos de Renascimento o movimento intelec tual e cultural que caracteriza a transio da mentali dade medieval paraa mentalidade moderna.
Os renascentistas rotularam o periodo medieval como "Idade das Trevas", de escurido no que diz respeito
 cultura. Ento, a retomada da cultura antiga, greco romanatraria "luzes" s trevas, a cultura nasceria de novo. Mas esse pensamento no  correto, pois uma cultura no pode renascer tora de seu tempo.
O homem, ao ser colocado como centro do mundo (antropocentrismo), contrrio ao pensamento
anterior, que era o teocen (Deus como centro de ludo), desencadeia um movimento amplo (s culos XVe XV o Humanismo.
Os humanistas, estudantes ou protessores das uni versidades medievais, dedicavam-se  reformula o dos estudos, tornando-os mais modernos e no to dependentes das idias da Igreja. Sendo admiradores da cultura greco-romana, os humanistas defendiam a idia de que os ensina mentos deveriam ser baseados no perodo antes de Cristo, portanto, provocaram umagrande revo luo na poca, pois eram cristos e a educao medieval se baseava nt Cristianismo. Esses novos ensinamentos tariam o homem "renascer" no que diz respeito  cultura.
A Itlia foi o bero do Renascimento. Cidades como Veneza, Florena e Gnova desenvolveram-se gra as aos contatos comerciais com o Oriente e suas idias, Outros tatores colaboraram para que o Re nascimento surgisse na Itlia:
 Os comerciantes ricos tinanciavam e protegiam os artistas. Esses protetores eram chamados de mecenas,
 Com a tomada de Constantinopla pelos turcos em
1453, muitos sbios bizantinos tugiram paraa ltlia,
levando consigo elementos da cultura clssica pre servados em Bizncio,
Histria Geral 431
'
Cincias Humanas e suas Teciiolo
 O tato de a lgre(a ter sido contempornea ao Imp rio Romano da Ocidente fez com que houvesse nes sa regio elementos da AntigOidade, como prdios, esculturas e livros.
 A inveno da imprensa, no sculo XV, contribuiu para a dituso das idias renascentistas na Europa.
O Renascimento leve representanles em vrios pases, por meio de artistas, escritores e cientistas. IVa Itlia, tivemos os seguintes representantes:
 Artes
Botticelli -. Nascimento de Vnus
Rafael - Madonas
Leonardo da Vinci - A Ceia: A Gioconda.
Michelangelo - PieM; David; Cpula da Catedral de So Pedro: teto da Capela Ststina.
 Literatura
Pelrarca- Cancioneiro
Boccaccio - Decameron
Ariosto - Orlando For! oso
Pietro Aretino -cartas e pant pollicos e sati
ricos.
 Cincia
Galileu Galilei - matemtico e lisico. Formulou atec ria da rotatividade da Terra e a da rbita da Terra err volta do Sol.
Coprnico - props a teoria heliocnlrica, em que e
Sol  o centro de nossc Universo.
Leonarda da Vinci - realizou hivenlos mecnicot
(principios da mquina a vapor, submarino ele.) e
estudos de anatomia, matemtica e astronomia.
Na Espanha:
Cervantes (escritor) - O, Ovixote.
Na Inglaterra:
Shakespeare (escrilor) - Pomeue Julieta,
Em Portugal:
Cames (escrilor) - Os Lusadas.
Na Frana:
Monlaigne (escritor) - Ensaios.
Sbios e estudiosos, procurando reviver os valore da Anligidade, juntamente com conhecimentos ad quiridos durante a Idade Mdia, resultaram numa cor rente cientfica e cultural que revolucionou a vida  humanidade. O Renascimenloloi palco do surgimentt do mtodo experimental que usamos at hoje,
Ficha 4 A Reforma
A Igreja Catlica vinha perdendo prestigio desde o tinal da Idade Mdia, sendo o alvo favorito das crti cas, pois era grande o descontentamemto com as desigualdades sociais, apesar do Renascimento ter cultivado nevos valores, Diversos cristos passaram a condenarenergicamen
te uma srie de abusos e de corrupes que estavam sendo praticados. Despejavam-se ataques contra o comportamento imoral dos sacerdotes, contra o cli ma de corrupo existente entre o clero, contra o comrcio de relquias sagradas (objetos pessoais dos santos, espinhos qua coroaram Crista etc.), bem como a venda de indulgncias (perdo dos peca dos, pelo qual mediante certo pagamenlo os tiis poderiam comprarasua salvao).
havia tambm o descontentamento dos comerciantes, que sentiam a necessidade deuma novatica religiosa mais de acordo com a ambio, pois a Igreja Catlica condenava o lucro excessivo (usura). Essamoral eco nmica se chocava com a ganncia da burguesia.
Poroutro lado, a Igreja insistiaem se apresentarcome instituio universal que unia o mundo cristo. Ess noo de universalidade perdia fora, pois crescia sentimento nacionalista que surgiu com o fortaleci mento das monarquias nacionais, Os reis passaran a encarara Igreja, que tinha sede no Vaticano e falav latim, como entidade estrangeira, interterindo en seus paises.
Todo esse processo de crtica contra a Igreja Catlin desencadeou um movimento de rompimento religio so: a Reforma Protestante, do sculo 1011. Foi essa re forma que provocou a quebra da unidade crist.
Luteranismo
Martinho Lutero (1483-1546)
Nasceu na Alemanha, estudou teologia na Universi dade de Frankturt e tornou-se monge agostinhano Revoltado com a venda de indulgncias, Luter
432 Histria Geral
1.
afixou na porta da igrejade Wittenberg, Alemanha, um manifesto pblico (as 95 teses), em que criticava e de nunciava os abusos da Igreja Catlicae tambm expu nha oselementos de suadoulrina. Essa atitude causou um conflito com o Papa Leo X, que, para punir Lutero, o excomungou em 1520. Para demonstrar firmeza e descaso para com a Igreja Catlica, ele queimou em praa pblica a bula papal que o condenava.
Apesar das perseguies da Papa e do Imperador CarlosV, Lutero conseguiu apoio dos principes ale mes. Assim protegido, traduziu a Bblia para o ale mo pcpular e escreveu os preceitos de uma nova igreja: a Igreja Protestanle.
Os ensinamenlos de Lutero se baseiam em dois gran des princpios:
a Biblia  a nica tonle da verdade religiosa;
 s at salva, A prtica religiosa no interfere na salvao do individuo,
Lulero tambm decretou o da venerao dos san tos e da Virgem Maria. Em seu lugar, props a medi tao e a leitura das Sagradas Escrituras, que po diam ser livremente interpretadas, possibilitando, dessa forma, novas religies, como o Calvinismo e o Anglicanismo,
Calvinismo
Joo Calvino (1509-1564)
Nasceu em Noyon, na Frana, e desenvolveu nesse pas seus estudos de Teologia e de Direito. Influenciado por Guilh Farei, aderiu s idias protestantes. Algumas de suas idias divergiam das de Lutero. Este criticava os hbitos burgueses, atribuindo a corrupo da Igreja Catlica ao tato da burguesia ter inslaurado a prlica do comrcio. Calvino, como vi via em um grande centro comercial, ao contrrio de Lutero, apoiava a prtica burguesa, embora criticas se os abusos da Igreja, Acreditava que o ser humano estava predestinado a merecer o cu ou o interno. O sinal da salvao do homem estava no enriqueci mento, pois o homem trabalhando, se conseguisse alcanar sucesso e poupar dinheiro, estaria tendo um sinal de Deus qua estava salvo. Tambm preco nizou a dependncia da religio ao Estado.
Alm da Sua, outros paises aderiram ao Calvinis mo, tais como a: Frana (os calvnistas eram chama dos de hunguenotes). Inglaterra (os calvinistas eram
Cincias Humanas e suas Tecnologias
chamados de puritanos), Esccia (os calvinistas eram chamados de presbiterianos) e Holanda.
Angticanismo
Henrique VIII (1509-1547)
Rei da Inglaterra, tinha sido um fiel aliado do Papa. Porm uma srie de questes politicas e econmi cas o levaram a romper com a Igreja Catlica e a fun dar na Inglaterra a Igreja Anglicana.
HenriqueV casado com Catarinade Arago, no tinha com ela um IlIbo homem para suced-lo no trono, Ento pediu ao Papa Clemente VIII a anulao de seu casamento. Oueria se casar com Ana Bolena. O-Papa recusou-se a daraanulao. Orei consegue se div por meio de juizes e se casa com Ana Bolena. O"Papa o excomunga, e Henrique VIII rompe com a Igreja Catlica,
Em 1534. o Parlamento ingl&s aprovou o "Ato de Supremacia", pelo qual considerava Henrique VIII o chefe supremo da Igreja e dono de seus bens. Cria va-se a nova Igreja Anglicana, porm sem moditica es em termos de doutrina e cutto em relao  Ca tlica, A diterena principal  que o chete da Igreja Anglicana  orei da Inglaterra e no o Papa,
A Contra-Reforma
o impacto causado pela Reforma levou a Igreja Cat licaa repensar sua estmtura e organizao. Diante dis so, ganhou fora dentro do catolicismo um amplo movimento de moralizao do clero e de reorganiza o das estmturas administrativas da Igreja, Esse mo vimento de retormulao da Igreja Catl co nhecido como Reforma Catlica ou Contra-Reforma. Para deter o avano do protestantismo, os lideres da Contra-Reforma colocaram em prtica um conjunto de medidas. Entre elas, temos a aprovao da Ordem dos Jesutas e o Conclio de Tranco.
Jes
O Papa Paulo III, no ano de 1540, aprovou a Ordem dos Jesutas ou Companhia de Jesus, fundada pelo militar espanhol Incio de Loyola, em 1534.
A misso dos jesuitas era combater a expanso do protestantismo, no com armas de togo, mas com as armas do espirifo. Criaram-se escolas religiosas, alm de utilizar a Catequese (converso dos no-cristos
Histria Geral 433
r
Cincias Humanas e suas Tecnologias
ao catolicismo) para converter as populaes dos continentes recm-descobertos.
Concifio de Trento
No ano de 1545. o Papa Paulo III convocou um concilio na cidade de Trento, na Itlia, O concilio
faltas. O Absolutismo
condenou os principios protestantes e apresentor um conjunto de decises deslinadas a garanlir unidade daf catlica e a disciplina eclesistica. Concilio de Trenlo, que durou af 1563, reatirmoi os princpios do Catolicismo,
Absolutismo  um regime poltico (antigo regime) no qual os poderes se concentram nas mos dos soberanos e ministros, com o poder de decidir so bre todos os assunlos,
Esse poder do soberano ocorre pelo fato de possuir direito divino,
Durante o feudalismo, os reis possuiam o poder de direito, mas no de tato.
A centralizao do poder foi um processo lento e gradalivo, que se concretizou a partir da aliana en tre os reis e a burguesia.
Foram elabcradas vrias teorias que forneceram a base ideolgica do Regime Absolutisla.
Exemplos:
Nicolau Maqtiiavel - foi o maior expoente, e em sua obra OPrncipe. afirma que um rei deve usar de to dos os meios para governar: 'Os fins justificam os meios", E lodos meios so honestos,
Thomas Hobbes - em sua obra Leviar, alirmou que orei deve estarinvestido de autoridade ilimitada,
Hugo Grotius -fundou a teoria do direito interna cional, por meio da obra Sobre o Direito da Guerra e da Pai
Jacqoes Bossuet - em sua obra Poltica Segundo as Sagradas Escrituras, defende que o poder do Rei  a vontade de Deus,
Jean Bodin - afirma em sua obra Repblica que o poderdo rei tem origem divina ("Direito Divino").
O Absolutismo Ingls
Teve inicio com a Guerra das Duas Rosas (1455- 1485), envolvendo as duas mais poderosas fami lias: os Lancastere os York,
434 . Histria Geral
Porm, a cdstalizao do regime ocorreu com Hendqu
VIII, que imps o dominio completo sobre a nobrezz
com aajudadaburguesia. Durante o reinadode Elizabet
1, completou-se a obra da centralizao.
Perseguiu-se os puritanas, catlicos e quakers, qu foram obrigados a abandonara Inglaterra, transfe rindo-se para a Amrica, onde fundaram as Trez Colnias Inglesas.
Em 1648, o Parlamento e a burguesia deram um go pe na monarquia quando Cromwell assumiu o gc verno com o nmIo de Lorde Protetor da Repblica.
Durante o seu governa, criou atos da navega pelos quais somente navios ingleses poderiam atn car em portos ingleses
Em 1688.foi deposto 11,0 ltimo rei absoIuti ta, quando o Parlamenfo conduziu ao poder o hc lands Guilherme de Orange.
Como esse episdio ocorreu sem violncia, ficc conhecido como Revoluo Gloriosa.
Na prtica, esse tato caracterizou a ascenso da bu guesia ao poder sob o regime parlamentarista, qual "O rei reina, mas no governa".
O Absolutismo Francs
At o sculo XVII, o Absolutismo na Frana no est va fofalmente consolidado.
O Governo de Luis XIII
Foi com Luis XIII, da dinastia dos Bourbon, que monarquia iniciou seu fortalecimento.
O primeiro-ministro Rictielieu foi um dos articulad res desse processo: primeiro controlou a nobrez depois levou a Frana a participar da Guerra dos Tri ta Anos na Alemanha, com vistas formalo de ur Grande Frana.
O Governo de Luis XIV
Perodo em que o Absotutisrno conheceu seu apo geu. Seu governo se baseou no Direito Divino e est sintetizado na frase: O Estado sou eu!"
A economia foi orientada pelo ministro Golbert, A pollica externa ficou marcada pelas guerras.
Cincias Humanas e suas tecaclogias
Durante o governo de Lus XlVfoi construdo o Pa lcio de Versalhes, onde o Rei Sol (como ficou co nhecido) vivia no luxo com milhares de pessoas, Os altos gastos com o luxo da corte e as guerras externas levaram o Absolutismo francs  decadn cia, que se manifestou mais expressivamente duran le o governo dos reis Luis XV eXVI, quando ocorreu a Revoluo Francesa,
Histria Geral 435
Cincias Humanas e suas tecnologias
Bloco . Questes de ltestihulares
98. (FUVEST) Sobre o Tratado de Tordesilhas, assinado em 7 de junho de 1494, pode-se afir mar que objetivava:
a) demarcar os direitos de explorao dos pases ibricos, tendo como elemento propulsor o desen volvimento da expanso comercial martima.
b) estimulara consolidao do reino portugus, por meio da explorao das especiarias africanas e da formao do exrcito nacional.
c) impor a reserva de mercado metropolitano, por meio dacriao de um sistema de monoplios que atingia todas as rquezas coloniais.
d) reconhecer a transferncia do eixo do comrcio mundial do Mediterrneo para o Atlntico, depois das expedies de Vasco da Gama s tndas.
e) reconhecer a hegemonia anglo-francesa sobre a explorao colonial, aps a destruio da invencvel Armada de Filipe II, da Espanha.
99. (FUVESTJFGV) Sobre o mercantilismo, polti ca econmica dos Estados modernos, pode-se afirmar que:
a) visava unificar e ampliar o poder do Estado, por meio da manuteno de treas coloniais e pelo esta belecimento de um sistema de monoplios. b)tinhacomo elemento definidoro desenvolvimen to do mercado consumidor, como condio da ampliao da economia mercantil colonial.
c) preconizava a alta tributao das mercadorias ex portadas e a manuteno de elevadas barreiras al fandegrias internas.
d) objetivava o enriquecimento da metrpole, por meio da defesa do livre-comrcio colonial e da for mao de exrcitos nacionais.
e) impunha a reserva do mercado metropolitano e do comrcio colonial, preconizando uma politica tarifria segundo os principios do laissez-taire.
100. (FUVESTIFG Vj A Reforma Retioiosa do scu lo XVI sign i ic ou:
1. Uma vitria do nacionalismo contra o interna cionalismo do Papado e do imprio.
II. A ciso da cristandade opondo beneditinos e franciscanos.
I Umaatirmao daburguesiacontra umaideolc gia contrria a seus interesses e atividades.
IV. A rejeio da autoridade pontitical por todc
os credos.
Pode-se afirmar que so corretas somente:
a)lell	b)lelll c)lel	d)lleIlt e)llle
101. (UNIFOR-CE) Assinado emi de junho de I4 o Tntado de Tordesilhas tinha catre seus objetivo a) estimular a consolidao do reino portugus. meio da explorao das especiarias africanas.
b) demarcar os direitos de expanso dos pases ib ricos, tendo como elemento propulsoro desenv vmento comercial maritimo.
o) impor a reserva de mercado metropolitano meio da criao de um sistema de monoplio q atingia todas as riquezas coloniais.
d) reconhecer a hegemonia anglo-francesa sobr explorao colonial, aps adestruo da Invenci Armada de Filipe II, da Espanha.
e) estimular a transferncia do eixo de comr mundial para o Mar Mediterrneo.
102. (UNIFOR-CE Considere os textos abaixo.
1. 'No sculo XVI, aexplorao das colnias daAr rica foi orientada por uma polinica que se traduzia explorao intensa dos recursos naturais - es cia no caso da Espanha, cujas colnias er riqussimas em metais preciosos..."
II. "Na Frana. destacadamente no sculo Y o verno procurou limitar as importaes e, ao mes tempo, aumentar o valor das exportaes, esttmul do as manufaturas, especialmente aquelas volta para a produo de artigos de luxo..."
I 'Na Inglaterra, o governo tavoreceu o des volvimento da trota naval e da marinha merca essenciais para a expanso do comrcio, incenti a produo manufatureira, protegendo-a dacoru rncia estrangeira por meio de uma rigida poli alfandegria,,"
Eles identificam fenmenos relacionados
a) ao ilumnismo.	d)  revoluo socialist;
b) ao liberalismo, e)  crise do antigo regi
c) ao mercantilismo.
436  histria Geral
103. (UNIFORE) Entende-se por humanismo o movimento:
a) moderno, inspirado na idia de perfeio do ho mem presente na arte greco-romana.
b) de resgate da importncia artistica e cultural da Idade Mdia.
c) religioso, que procurava valorizar o misticismo da sociedade europia do final do sculo XIV.
d) de cunho popular, que procurava resgatar o res peito  dignidade humana.
e) que objetivava dinamizaros 'estudos humanos" que incluam a poesia, afilosofia, a eloqnciae a histcia, 104. (PVC-SP) A Revoluo Comercial, em sua ltima fase, foi acompanhada por um novo cor po de doutrinas conhecida como mercantilismo e que visava fundamentalmente:
a) promover a paz social por meio de medidas de ordem interna;
b) promover a expanso do catolicismo como torma de aumentar o poder do Estado;
e) fortalecer militarmente o Estado para garantir sua supremacia sobre a nobreza;
d) limitar a ao do Estado  esfera poltica, com o no-intervencionismo em assuntos econmicos; e) promovera prosperidade nacional e aumentar o poder do Estado,
105. (CESCEM-SP) Das afirmaes que seguem, qual define um principio mercantilista?
a) Existem leis imutveis a operar no setor econmi co, Tais leis devem ser reconhecidas e respeitadas.
b) A concorrncia serve para manter os preos bai xos, para eliminar os produtores ineptos e assegu rara mxima produo compatvel com as necessi dades pblicas.
c) A riqueza de uma nao  determinada pela quan tidade de metais preciosos existentes dentro dos seus limites,
d) O valor das importaes deve exceder o das ex portaes.
e) O governo no deve exercer controle sobre os salrios, horas de trabalho, preos e qualidade dos produtos,
106. (CESCEM-SP} Calvino, ao exparsua doutrina religiosa reformista:
a) sustentou a tese da salvao pela gcaa; ti) desenvolveu e ampliou os servios do culto extertor
Cincias Humanas e suas Tecnologias
c) eliminou os sacramentos, inclusive a comunho;
d) limitou as funes do clero s atividades religiosas;
e) preconizou a dependncia da religio ao Estado,
107. (CESCEA-SP) Governar em nome de Deus e
somente a Ele prestar conta de seus atos foi a
teoria que justificou na Europa:
a) a concentrao do podertemporat na pessoa do rei; ti) a separao da Igreja do Estado, conforme os princpios do Liberalismo;
o) a prtica de que "o rei reina e no governa"; d) a questo das indulgncias;
e) o reconhecimento do poder espiritual dos papas. 108- (PUC-SP) A Revoluo Gloriosa, ocorrida na Inglaterra, em 1688:
a) estabeleceu a ditadura puritana de Cromwell; b) estabeleceu uma repblica constitucional; c) estabeleceu a supremacia do poder parlamentar sobre o poder monrquico;
d) derrubou a ditadura Cromwel, restabelecendo a monarquia;
e) fortaleceu o poder monrquico, ameaado pelo Parlamento.
109. (UFCE) A falta de metais preciosos para a cunhagem de moedas, a falta de terras para o
cultiva na Europa e a formao das Monarquias Nacionais so fatores que podem se associar o a) expanso martimo-comercial e  descoberta da Amrica;
b) dominao ibrica na sia e ao movimento das Cruzadas;
c) descolonizao dafrica e ao Iiberatsmo ocidental; d) dissoluo do Imprio flomano-Germnico e ao feudalismo;
e) fragmentao do poder poltico e  colonizao do Brasil.
110. (PUC-RSJ A descoberta da Amrica insere se no contexto do mercantilismo europeu. Os elementos utilizados para garantir a acumula o primitiva de capital na Europa, nesse peno do, fundamentavam-se nas seguintes estrat gias polticas e ecoomicas:
a) protecionismo e livre mercado; c) industrialismo e liberalismo;
ti) colonialismo e livre mercado; d) colonialismo e protecionismo;
e) liberalismo e exclusivismo,
Histria Geral 437
.
A
Cincias Humanas e suas Tecnologias
111. (PUC-SP)	questo das medidas de controle e proibio quan
mar salgado, quanto do leu sal	lo  salda dos metais preciosos, e  em conexo cor
So lgrimas de Portugalt essa questao quese definemtambm as medidas
incentivo e proteo das atividades produtivas qu
Por te cruzarmos, quantas mes choraram,	possam evitar ou diminuir as importaes de merca
Quantos filhos em vo rezaraml	donas estrangeiras."
Quantas noivas ficaram sem casar Refere-se esse texto ao:
Para que fosses nosso,  mal a) Metalismo. c) Agrarismo.
Valeu a pena? Tudo vale a pena	b) Mercantilismo,	d) Livre-cambismo
Se a alma no  pequena	e) Monetarismo.
Quem quer passar alm do Bajador 113. (CESGRANRIO) O Renascimento surgiu da
transformaes econmico-sociais operadas
Tem que passar alm da dor. itlia. Expandiu-se pela Europa ocidental, mar
Deus ao mar o perigo e a abismo deu,	tende caractersticas comuns, entre as quais
Mas nele  que espelho o cu,"	destacavam:
(PESSOA. Fernando. MarPoMugus. Rio dejanei-	a) individualismo, que deu nfase ao espirit
ro, Jos Aguiar, 1960.)	corporativista predominante napoca;
b) hedonismo, que condenava o prazer, a auto-si
O poema de Femando Pessoa se refere  con-	tistao e a plena realizao espiritual;
quista dos mares pelos portugueses, no Inicio da
era moderna. Se os resultados finais mais co-	c) teocentrismo, que se opunha ao antropc
checidos dessas "Grandes Navegaes" foram	centrismo, apresentando Deus como o centro
a abertura de novas rotas comerciais em tire-	universo,
o  ndia, a conquista de novas terras e a difu-	ti) naturalismo, que exaltava o fantstico e o sobru
so da cultura europia, alguns dos elementos	natural;
desse oontexto histrico cuja articulao auxi-	e) esprito critico, que valorizavaa experimentao,
lia na compreenso das origens dessa expanso	matemtica, a astronomia, a fsica e a medicina.
martima so:
1I44FUVEST) Com relao s artes e s letras 
a) o avano das tcnicas de navegao; a busca do	seu tempo, os humanistas dos sculos XV e X'
mtico paraso terrestre; a percepo do universo	afirmavam:
segundo uma ordem racional;	a) que a literatura e as artes plsticas passavam pi
b) o mito do abismo domar; a desmonetarizao da	um perodo de florescimento, dando continuidar
economia; a vontade de enriquecimento rpido;	ao perodo medieval;
c) a busca de ouro para as Cruzadas; a descen-	b) que a literatura e as artes plsticas, em protunc
tralizao monrquica; o desenvolvimento damate-	decadncia no perodo anterior, renasciam com
mtica;	esplendor da Antigldade;
d) a demanda de especiarias; a aliana com as cida-	c) que as letras continuavam as tradies medtevai
des italianas; a nsia de expandir o cristianismo;	enquanto a arquitetura, a pintura e a escultura ror
e) o anseio de crescimento mercantil; os relatos de	piam comas velhos estilos;
viajantes medievais; a conquista de Portugal pelos	d) que as artes plsticas continuavam as tradi
mouros,	medievais, enquanto a literatura criava novos estilc
112. (UFES) Leia com ateoo o pequeno texto	e) que o alto nvel das artes e das letras do periot
abaixo:	nada tinha a ver nem com a Antigidade nem com
"Basta um exame das prticas poltico-econmicas	perodo medieval.
adotadas durante o sculo XVI pelas principais mo-	li (FIA-SP) "0 pintor  amo e senhor de tod
narquias europias para verificar os seus traos	as coisas que podem passar pela imaginao
comuns. A rigor, todas elas preocupam-se com a	homem, porque ele sente o desejo de contempi
438  Histria Geral
belezas que o encantem,  o dono de sua criao, e se querver coisas monstruosa que causem terror, ou que sejam grotescas e risiveis, ou que provoquem compaixo, pode ser amo e criado (...)".
Esse trecho de autoria de Leonards Da Vinci ex pressa a concepo de arte caractrstica do:
a) modernismo;	d) antropbcentrismo;
b) teocentrismo medieval;	e) neo-classicismo.
c) barroco;
116. (UFES) Sobre a relao entre a Reforma Pro testante e o desenvolvimento do capitalismo a partir da sculo XVI,  correto atimia, que:
a) ela foi negativa,  medida que, para a doutrina protestante, a ganncia de riqueza e a avareza eram consideradas condenveis;
b) houve intluncia, porque a interpretao de Calvino de que o homem j nasce predestinado  salvao ou condenao eternas, sendo um dos sinais da salva o a riqueza acumulada por meio do trabalho, pro duziu uma tica adequada ao capitalismo;
c) no h evidncia de qualquer ligao porque, nos paises de maioria religiosa protestante, embora pre domine a convico da salvao pelas obras, o capi talismo permaneceu atrasado at hoje;
d) do ponto de vista histrico, no se pode estabe lecer um nexo entre o tato religioso e o econmico;
e) a Retorma Protestante foi um fato episdico e iso lado, sutocado imediatamente pela Contra-Reforma Catlica e, por isso, sem maiores conseqncias histricas.
111. (UFScy exclusivamente naminha pessoaque reside o poder soberano..,  s de mim que os meus tribunais recebem a suaexistancia e a sua autoridade; a plenitude dessa autoridade, que eles no exercem seno em meu nome, permanecesempre em mim, e oseu uso no pode nunca servo contra mim;  a mim unicamente que pertence o poder legislativo sem dependncia e sem partilha,., a ordem pblica inteiroemana domim e os direitoseinteissses daNao, de que se ousaiazer um corpo separado do Monarca, esto necessariamente unidos com os meus e repou sam unicamente nas minhas mos."
(FREITAS, Gustavo de. 900 textos e documentos de histdria,V. III. Lisboa, Pltano, 1976. p. 22 l MEILO. L. e COSTA, LC. Histria Moderna e Conte mpori nea. Ed. Scipione, t993, So Pauto, p. 57.)
a) liberalismo; b) absolutismo; c) anarquismo;
d) tascismo;	e) socialismo.
119. (FGV-SP) Vrios fatores poderiam ser apon tados como incentivos s exploraes martimas europias ligadas aos grandes descobrimentos. Entre os quais poderamos citar:
a) a crescente rivalidade religiosa europia que se refletia nas competies para a aquisio de novas terras e em melhorias na arte da navegao, b) as crescentes necessidades tinanceiras dos go vernos europeus que tornaram imperativo o desen volvimento de novas fontes de renda por meio de colntas ultramarinas.
c) o crescimento populacional europeu que tornava imperativa a descoberta de novas terras onde a po pulao excedente pudesse ser instalada.
d) o desenvolvimento da arte de navegao, bem como o desejo dos paises atlnticcs de ter ligaes diretas como oriente sem a intermediao dos itali anos e dos rabes.
e) uma mistura de idealismo religioso, espirito de aventura e desejo de enriquecimento em tudo seme lhante quilo que levou  formao das Cruzadas,
Cincias Humanas e suas Tecnologias
Das palavras ditas por Luis XIV da Frana,  cor reto deduzir que:
1, O poder centralizava-se nas mos de uma s pes soa, o soberano.
2. O dirigente da Nao tinha o controle da ordem pblica.
4. As decises do poder legislativo estavam basea das em uma constituio.
8. Os atos governamentais estavam voltados para os interesses da Nao.
16. Os juizes atuavam com autonomia jurdica nos tribunais.
Obs.: A resposta  obtida pela soma dos nmeros das afirmaes corretas.
"Toda a ao  designada em termos do tim que procura atingir".
Esta  uma frase de Ma-quiavel, conhecido terico italiano, defensor do:
118. (MACK-SP)
120. (PtIC-SP) Na obra O Prncipe, Maquiavel de fendia o Absolutismo como forma de consolidar e fortalecer o Estado. Dentro seus argumentos destaca-se
Histria Geral - 439
Cincias Humanas e suas Tecnologias
a) a necessidade do governante se cercar de bons conselheiros com os quais dividiria o poder. b) a idia de que somente a lei moral e religiosa limi taria os poderes do rei.
c) a constante utilizao da guerra como meio de demonstrar a tora do Estado.
d) o reconhecimento de que todas Os meiOs utiliza dos para conservar os interesses do governante e do Estado seriam honestos.
e) o principio da constante mudana das institui es, para que elas se adequassem sempre s novas situaes.
121. (FATEC-SP) O estado de anarquia em que se encontrava a Igreja; o conflito entre soberanos e papas; o interesse da posse dos bens clrigos; os pesados impostos eclesisticos; a difuso da Silha e a venda de indulgncias foram fatores que con trIburam com a Refomia Religiosa, iniciada na:
a) ltlia.	c) 1-lolanda.	e) fliissia.
b)Alemanha.	d) Espanha.
122. (CESCRANRIO)
"As colnas no podem esquecer jamais o que devem  me-ptria peta prosperidade que desfru tam, Oevem, porconseqnca: dar metrpole maior mercado a seus produtos; dar ocupao ao maior nmero de seus manutatureiros, artesos e marinhei ros; fornecer-lhes uma maior quantidade dos arti gos de que ela precisa."
O trechc acima, de um autor mercantilista, re ne princpios crientadores do 'Antigo Sistema Colonial" cuja expressa  o chamado 'pacto colonial", isto :
a) o predomnio de investimentos nas manufaturas coloniais e no na agricultura.
b) a liberdade para o comrcio colonial em suas re laes com as metrpoles europias e com a Africa. c) o incentivo  produo agrcola das colnias vi sando  respectiva subsistncia,
d) o consumo das manufaturas metropolitanas pe as colnias e exportao dos produtos lucrativos para a metrpole,
e) avenda de produtos manutaturados metropolita nos por baixos preos e compra de produtos colo niais por preos elevados,
123. (CESGRANRIO) A colonizao mercantilista do Novo Mundo deu origem a dois tipos bsicos de Dc. pao territorial e aproveita econmico: as
colnias de povoamento e as colnias de explora o, que se caracterizam da seguinte maneira:
1. As colnias de povoamento reproduziam bascr mente as condies de vida a que os colonas estz vam habituados na metrpole.
ti. As colnias de explorao estavam assentadas trabalhe livre e na exportao de seus excedentes. I As colnias de povoamento utilizavam mo-dt obra servil e dependiam dos tornecimentos melrc politanos para sua sobrevivncia.
IV. As colnias de explorao utilizavam o trabalh escravo ou servil e estavam voltadas para a exporti o de seus produtos bsicos.
V. As colnias de povoamento e de explorao 1 nham em comum a utilizao de mo-de-obra livn' mas destinavam sua produo  metrpole.
a) As afirmativas te II esto certas.
b) As afirmativas lii e IV esto certas.
c) As atirmatvas 11ev esto certas.
d) As atimiativas t e IV esto certas,
e) As afirmativas 1 e V esto certas.
124. (FATECSP) Balana comercial favorve protecionismo e monoplio foram elemente essenciais da poltica econmica:
a) liberal democrtica. d) liberal-nacionalist
c) social utpica.
125. (PUC-SP) No expansionismo europeu di
sculos XVI e XVII, mercantilismo e absotntisn devem ser vistos tomo ingredientes bsico tendo em vista que:
a) a aliana do Estado com a burguesia comerci tornou possvel a concentrao dos recursos cessrios  realizao das empresas martimas. b) atormao dos Estados Nacionais na Europa completara no sculo xv com o apoio da nobre enriquecida com as navegaes.
c) as descobertas martimas foram, em sua maior financiadas por nobres feudais enriquecidos cc os lucros das Cruzadas.
d) os planos de navegao e descobertas de nos territrios eram sempre propriedades do rei. e) o fechamento do Mediterrneo  navegao eu! pia obrigou os navios irlandeses e holandeses a aventurarem rumo ao Atlntico.
b) mercantilista,
e) te u dai.
440 Histria Geral
4
1
126. (FGV-SP) O absolutismo, como pensamento poltico; tem sua maior epresso na obra deno minada Leviaf. Seu autor discute, fte livro, a origem da autoridade do soberano ne sua origem divina, contraponto a idia de qu& sobe rano nasce da vontade dos bomens expre na celebrao de um contrata. O autor de Leviat:
a) Hohn Locte.	d) David Rume.
b) Hugo Grotius.
e) saac Newton.
e) Thomas Hobbes.
127. (PUC-MO) A descoberta da Amrica, em
1492, por Colombo, em nome dos reis espanhis, constitui um importante fator de superao da crise que atinge a Europa Ocidental nos sculos
XIV-XV, pois:
a) absorve o excedente populacional dos pases europeus, por meio da criao de colnias de po voamento.
b) neutraliza os conflitos entre as potncias euro pias. concentradas no processo de colonizao do novo continente.
c) amplia as reservas de metais preciosos, possibi litando maior circulao de moedas eacumutao de capitais.
d) promove o processo de partilha da frica, como fornecedora de mo-de-obra escrava, entre as po tncias europias.
e) estimula a produo agricola na Europa para aten
 der  demanda da populao do novo continente,
128. (PUC-SP) 1. "... esse Estado continua sendo a expresso da hegemonia da nobreza que, por meio da reorganizao estatal, refora sua dominao
 sobre a massa camponesa..."
li. "... foi um sistema de explorao regulamentado pelo Estado e executado por meio do comrcio
sendo essencialmente a poltica econmica de uma era de acumulao primitiva...'
III. '... a produo das Colnias s  vlida na me dida em que possibilite lucros elevados aos comer ciantes metropolitanos, detentores do monoplio sobre o comrcio de importao e de exportao das Colnias..."
Na evoluo histrica europia, os itensacinia iden tificam elementos que toxam fundaeiientais para:
a) o desenvolvimento do modo de produo asitico, b) o fracasso das Revolues Liberais do sculo XVII.
o) a politica de realinhamento imperialista do scu lo XIX.
d) o processo de transio do feudalismo para o capitaflsmo.
e) a rearticulao do poder feudal com as Corpo- raes de Oficio.
129. (PUC-M6) "O Renascimento toi, sem dvida, sensual, e optou, porvezes, especialmente em Pdua, por uma filosofia materialista," (DELUMEAU, Jean. A Civiliza  o do Renascimento.)
De acordo com o texto,  correto dizer que o Renascimento signiticou:
a) o apego aos valores aristocrticos e escclsticos. b) o desprezo pelo cientificismo e pelo classicismo. o) o descaso pelafilosofia humanista e materialista, d) o retorno aos dogmas e crenas da alta Idade Mdia.
e) o domnio do homem da razo em contraposio ao divino,
130. (
"O conceito de Renascimento' significa um proces so social total, estendendo-se da esfera social e eco nmica em que a estrutura bsica da sociedade foi afetadaat o dominio dacultura, envolvendo avda de todos os dias e as maneiras de pensar, as prticas morais e os ideais ticos quotidianos, as formas de conscincia religiosa, a arte e a cincia." (HELLER, Agnes. O/-domem do Renascimento.)
Tomando como referncia esse texto, o Re nascimento  mais do que uma volta ao passa do, pois:
a) a expresso literria renascentista demonstrava um dos principais pontos de contato entre as ex presses artsticas clssicas e as medievais.
b) a maioria dos mecenas renascentistas eram se nhores feudais que se ligavam tentativa de retoma da dos valores socioculturais clssicos.
c) o carter universalista da cultura medieval marca va aformao dos renascentistas, principalmente na rea do pensamento poltico,
d) as proposies dos pensadores liberais do pero do renascentistatinham suas razes nas transforma es social, poltica e econmica da vida medieval,
e) a busca de valores e da inspirao clssica fazia- se sem a negao da cultura medieval de que se re tiravam as noes de individuo,
Cincias Humanas e suas tecnologias
Histria Geral - 441
Cincias Hunuanas e suas Tecnologias
131. (PUC-MC) No  correto afirmar com relao Reforma Protestante:
a) O luteranismo apresentou a Reforma num plano mais filosfico e doutrinrio.
b) Houve um grande desenvolvimento do criticismo e do individualismo, a partir da contestao da auto ridade eclesistica.
e) O calvinismo fez com que as virtudes burgue fossem desvalorizadas e condenadas.
d) Ocorreu o fortalecimento do nacionalismo e instituies do Estado Moderno, como aumente poder real.
e) Houve um grande fervor missionrio catlico,' regies recm-descobertas da Amrica, para se O Impor  expanso protestante.
:
Ktsru 1
96.a	99.a
105.0	106.	e
112.	b	113.	e
119.	a	120.	d
126.	e	127.	c
100. b
101. a
114. b
121. b
128. d
101. b
108. e
115. d
122. d
129. e
102.
109. a
116. b
123. d
130. d
442 . Histria Geral
103. a
110. d
117.3
124. b
131.
104. e
111. a
118. b
125. a
Cincias Humanas e suas Tecnologias
Bloco ' do Antigo Regime
flcha i O iluminismo
Tal como o Renascimento. o movimento iluminista tinha como pilar o racionalismo.
- Essa manifestao cultural ocorreu durante o auge do regime absolutista, nos sculos Xvii e XVIII.
o iluminismo defendia o predominio da razo e com batia o absolutismo, a intolerncia religiosa, a desi gualdade social e a politica mercantilista.
Por meio das criticas, os iluministas anunciavam um novo tempo, que viria se traduzir mais tarde no pe nodo contemporneo (Revoluo Francesa).
Rend Descartes e Isaao Newtonloram alguns doslun dadores das novas idias,
o lluminismo comeou na Inglaterra, mas rol naFrana onde surgiram os maiores iluministas.
Afilosofia iluminisca, como veremos mais tarde, ser viu de pilar para os americanos do norte em sua luta pela independncia; serviu aos tranceses na luta con tra o absolutismo e serviu ainda aos lideres daAm rica Latina em seus movimentos de Independncia.
Principais Pensadores Iluministas
John Locke (1 632-1 704)
Em sua obra Segundo rmtaoo do Governo Civil, afirmou que os homens possuem avida, atiberdade e a propriedade como direitos naturais. Para preser var esses direitos, estabeleceram um contrato entre si, criando o governo e a sociedade civil.
Ateoria de Locke serviu de base para a elaborao da constituinte dos EIJA, em vigor at hoje.
Locke escreveu tambm Ensaio sobre o Entendi roento Humano, em que diz: 'a mente do recm- nascido  um papel em branco".
Charles Montesquieu (1689-1755)
Autor de QEsprito das Leis-com esta obra, siste matizou a teoria da diviso do poder em Legislativo, Executivo e Judicirio.
Em Cada Persa, criticava a vida parisiense, os vcios da sociedade, a nobreza e o clero.
Franois Voltaire (1694-1778)
Em sua obra Cartas Inglesas, criticou severamente a Igreja Catlica e a estruturaleudal ainda remanes cente na Frana.
Manifestou grande preocupao com a liberdade de pensamento e de expresso, evidenciada na seguinte frase: "No concordo com uma nicapalavraquedizeis, mas defenderei at a morte ovosso direito de diz-lo".
Jean Jacques Rousseau (1712-1 778)
Sua principal obra foi Do Contrato Social, na qual defende o voto como suprema vontade popular. O que a maioria decide  sempre justo no sentido po litico e obrigatrio para todos. Defendia a idia que a liberdade e a igualdade so a essncia de uma sociedade.
Rousseau criticava a burguesia e a propriedade pri vada, que seriam a raiz da inteticidade humana,
Suateoriaserviu de bandeira aos setores mais radi cais durante a Revoluo Francesa.
Os Economistas
Vrios pensadores dessa poca dedicaram-se  ela borao de teorias econdmicas que defendiam o fim da tutela do Estado sobre a economia.
Esses tericos so chamados de Iisiocratas.
Propunham que a economia luncionasse pelas eis naturais do mercado.
Os principais tericos fisiooratas foram Quesnay e Soumay, aos que se juntaram Turgot e Mirabeani, que acreditavam ser aterratonte de toda riqueza que o homem produzia. Caberiaao comrcio e  indstria o mero papel de fazer circularas riquezas. Esse mode lo terico licou conhecido como Escota Agrria.
Entretanto, a Escota Clssica, a que pertencia Adam Snnith, considerava o trabalho e no a terra como lente de riqueza.
Seu pensamento econmico, que se encontra na obra Riqueza das liaes, deu inicio ao capitalis mo moderno. Era o liberalismo econmico.
Histria Serai  443
'1
Cincias Humanas e sujas Tecnologias
A Enciclopdia
Sistematizada pelos pensadores Diderot e d'Alembert, A Enciclopdia  uma obra em 35 vo lumes que divulgavatodo o conhecimento existen
te. Alm de defender as idias ituministas, recebei colaborao de dezenas de fitsclos, inclusive triade mxima (Voltaire, Rousseau e Montesquie Tornou-se um importante instrumento para div garas idias iluministas
Ficha 2" A Independncia dos Estados Unidos
O processo histrico que levou  independncia dos Estados Unidos inaugurou o rompimento do siste ma colonial no continente americano.
Esse processo se iniciou, eletivamente, com o fim da chamada Guerra dos Sete Anos (1756-1763) entre Inglaterra e Frana, motivadas pela disputa de regies coloniais na Amrica do idorte. A Inglaterra tentou apertar os laos de dominao colonial so bre as treze colnias, mas a elite americana reagiu, dando incio ao processo de independncia dos Estddos Unidos.
As Leis Adotadas pelos Ingleses
Para dar maior vigor  dominao, a Inglaterra im ps uma srie de leis s colnias americanas, desa gradando profundamente a burguesia colonial. En tre essas leis, destacam-se: Lei do Acar (1764), Lei do Selo (1765) e Lei do Ch (1773), que tiraram a autonomia comercial da colnia,
Ficha A Revoluo Francesa
A Declarao de Independncia
Para se livrar da dominao, os colonos iniciaran luta pela independncia, dectarada oficialmente Thomas Jelferson em 4 de ulho de 1776.
Guerra pela Independncia
A guerra entre a Inglaterra e as colnias comeou e
1775 e prolongou-se por sete anos. Pode ser di
dida em duas etapas:
 de 1775 a 1778 (as tropas americanas tutarz
sozinhas contra os ingleses);
 1778 a 1781 (as tropasamericanas receberam au
de pases como Frana, Espanha e Provncias Unida:
A Constituio Americana
Instituida em 1787, adotou os seguintes pontos tu damentais: terma de governo republicano, separa dos poderes do Estado (Executivo, LegislativD e Jur cirio), livre exercicio dos direitos potificos e ciAs,
A Revoluo Francesa marca a transio do feudalis mo para o capitalismo. Vrios grupos sociais parti ciparam desse movimento. Ao tinai do processo re volucionrio, a nobreza havia cado e a burguesia estava no poder.
Causas da Revoluo Francesa
 A situao social: a populao francesa estava dividida em trs ordens ou estados: Primeiro Esta do (clero); Segundo Estado (nobreza);Terceiro Es tado (restante da populao, que incluia campo-
neses e burguesia). O Terceiro Estado revoltou- contra os privilgios do clero e da nobreza.
 A situao econmica: devido a vrios probi mas, a agricultura, base da economia franoesa, e trou em grave crise. A indstria tambm passava dificuldades, devido  concorrncia estrangeira. Tui isso gerou fome e desemprego por todo o pais.
 A situao poltica: a burguesia comeou a cada vez mais conscinciade seus interesses de cia se e de que o Estado precisava ser reestruturado..j idias dos burgueses tinham como base o pens mente ituminista,
444  Histria Geral
'5.
Estgios da Revoluo Francesa
A Revolta Aristocrtica
Nobreza e clero se revoltaram em 1787 e convence ram o rei Luis XVI a convocar a Assemblia dos Es tados Gerais. O objetivo era obrigar o Terceiro Estado a assumir as estatutos que a nobreza e o clero no queriam pagar.
 Constituinte
Revoltado contra o sistema de votao na Assem blia dos Estados Gerais, o Terceiro Estado procla mau-se em Assemblia Nacional Constituinte. A re volta burguesa espalhou-se pelas ruas- Em 14 de julho de 1789, o povo invadiu e tomou a Bastilha (priso onde estavam os crticos do governo); em agosto foi proclamada a Declarao dos Direitos do Homem e do Cidado; em 1790, as terras da Igreja toram contiscadas.
A Monarquia Constitucional
Em 1791, uma nova Constituio instituiu a monar quia constitucional na Frana, separando os poderes dn Estado e abolindo a diviso social em estamentos.
A alta burguesia controlava a Conveno Nacio nal, que elaborou uma nova Constituio. Iniciou se o Diretrio, com cinco membros para gover nar o pas. Em 1799, Napoleo Bonaparte dissol veu o Diretrio e estabeleceu um novo governo, denominado Consulado.
i Ficha 4 O Imprio Napolenico
Com a dissoluo do Diretrio, foi instalado o Con sulado, do qual participavam Napoleo Bonaparte e mais dois cnsules.
Em 1799, foi aprovada uma nova Constituio, que dava amplos poderes a Napoleo Bonaparte. ini ciando assim umaditadura militarque duraria quin ze anos. Durante o perodo do consulado, a burgue sia conseguiu consolidar seu poder. Foi um perodo marcado por uma nova politica econmica e total reorganizao administrativa. Veiamos suas princi pais medidas:
 Administrao: Centralizao administrativa. A nomeao para cargos pblicos, de confiana ou no, era realizada por Napoleo.
 Economia: Criao do Banco Francs (1800), que controlava a emisso de moedas e, conseqente mente, a intlao. Fortaleceu a indstria e o comrcio com tarifas protecionistas.
 Educao: Reorganizao do sistema de ensino, colocando a educao sob as "asas" do governo, para poder controlar o pensamento dos cidados. Tambm podemos destacar os acordos feitos entre Napoleo e a Igreja Catlica, com o objetivo de tornar a religio um meio de poder politico.
A Ascenso e Queda de Napoleo
Manipulando a opinio pblica, Napoleo foi eleito. por um plebiscito, Imperador da Frana em 1804, recebendo o ttulo de Napoleo 1.
J em 1800, Napoleo tinha derrotado a ustria, a Prssia e a Rssia. A Inglaterra, que tambm tazia parte da aliana antinapolenica, toi forada a as sinar uro tratado em que passava parte de suas col nias para a Frana.
Em 1805, tormou-se uma nova aliana liderada pela Inglaterra. Mesmo sendo derrotado pelos ingleses,
Cincias Humanas e suas tecnologias
O rei Luis XVI tentou fugir para organizar as toras contrrias  revoluo em 1791, mas foi preso. Os exrcitos da Austria e da Prssia tentaram invadir a Frana para deter o processo revolucionrio, mas fo ram derrotados na Batalha de Waimy em 1792. Em 22 de setembro toi proclamada a Repblica francesa.
A Repblica e a Conveno Nacional
Com a Repblica, formou-se a conveno Nacio nal, dominada pelos girondinos, jacobinos e gru pos da plancie. Orei Luis XVI foi condenado  morte. Os jacobinos criaram rgos para defender a revolu o. Teve inicio o Terror, com a instalao da ditadu rados jacobinos, liderados por Robespierre. Devido s ameaas de invases estrangeiras. osgirondinos e o grupo da plancie uniram-se contra os jacobinos. Robespierre toi guilhotinado.
O Governo do Diretrio
-s-,
Histrli Gerat . 445
-
Em 1812, Napoleo invadiu a Rssia para tentar ar o czarAlexandre 1 avol ao Bloqueio. O exr napolenico enconlrou Mascou incendiada pi prprias russos e a campanha conlra a Rssia le o imprio napolenico decadncia e  deslruk Dos 400 mil soldados que partiram com Napol para a Rssia, menos de IDO mil voilaram. O oeri inverno russo deslruiu o exrcito lrancs.
O irmo de LuisXVl, LuIsXVIII, assumiu enlo o verno da Frana. Napoleo foi exilado na ilha de E Em maro de 1315, Napoleo reuniu algumas pasparalentarreassumiropoder, masofezpor; nas 100 dias. Uma nova coligao intemacional rotou-o definitivamente, na batalha de Waterloo junho dei 815. Lus XVllltoi reconduzido ao tri
Napoleo lol preso e levado para a ilha de Santa lena, no Oceano Allntico, onde permaneceu at rer,em 1821.
Ficha 5 A Independncia da Amrica Latina
A independncia da Amrica Espanhola est rela cionada s transformaes que ocorreram no scu lo XVIII na Europa e que levaram  derrocada o Ab solutismo ou Antigo Regime (como diziam os re volucionrios franceses). A independncia das co lnias inglesas na Amrica do Norte, a Revoluo Industrial, o llumtnismo e a Revoluo Francesa cati saram um grande impacto na Amrica Espanhola.
A Situao Colonial
Como jvimos, no tirial do sculo XV e incio do XVI, a Espanhalormou naAmricaum vasto imprio co lonial, riquissimo em metais preciosas e que, at fins do sculo XVIII, foi a principal fonte de sustento da Coroa espanhola. Para governar um Imprio de ta manha extenso, a Coroa descentralizou a adminis trao em quatro vice-remos: Nova Espanha, Nova Granada, Peru e Rio da Prata, Tambm foram criadas quatro capitanias com funo de defesa: Cuba, Guatemala, Venezuelae Chile,
Outro aspecto muito importante da colonizao es panhola foi a instituio, como j vimos, do Pacto Colonial, que visava manter o monoplio comercial por meio de uma srie de restries comerciais e de
algumas obrigaes par parte da colnia, como exemplo, otomecimento de matrias-primas e a pra de produtos manufaturados da metrpole
As Causas da Independncia
Em meados do sculo XVIII, a riquezadas cotf espanholas j no era a mesma. A explorao de tais preciosos em sculos anteriores sugou pn mente toda a riqueza de algumas regies. Co Espanha era um pas extremamente atrasado ri desenvolvimento industrial, importava inmeros dutos da Inglaterra e da Frana, elomou-se gr devedora desses paises. Para tentar contomar situao, a Coroa espanhola encontrou duas es 'pouco comuns":
 aumentou os impostos;
 restringiu ainda mais o comrcio colonial.
Essas medidas desagradaram os colonos, patmente as elites coloniais, ou crioullos (de:
dentes de espanhis na Amrica), que conirol boa parte das atividades econmicas coloniais mais uma vez no viam seus interesses repres dos. Alm dessas restries econmica
Cincias Humanas e suas Tecnologias
Napoleo ccnseguiu brilhantes vilrias sobre a us tria (1805), a Prssia (1806) e a Rssia (1807).
No conseguindo invadir e derrotar a Inglaterra, Napcleo decretou o Bloqueio Continental a ela, determinando que todos os paises do continente europeu fechassem seus portos ao comrcio ingls.
Por volta de 1812, o imprio napolenico atingiu seu apogeu, estendendo-se por quase toda a Euro pa ocidental.
Apartir dei RIO, roentanto. o governo de Napoleo passou a ser criticado dentro da prpria Frana, pois o Grande Imprio custou avida de muitos milhares de soldados.
o Bloqueio Continental tambm no surtiu o eleito desejado. A Rssia abandonou o Bloqueio em 1810, poisentrentava umaterrvel crise econmica, e o czar Alexandre 1 no leve outra opo seno a de negociar sua superproduo de cereais com a Inglaterra.
446  Histria Geral
1 -
crioullos tambm eram proibidos de tomar decises politicas, poiso conlrple administrativo das colni as estava nas mos dos chapetones (espanhis es colhidos pela Coroa para governar as colnias).
Os ideais da independncia norte-americana e da Re soluo Francesa foram a mola propulsora de diver sos movimentos de independncia na Amrica Es panhola. O liberalismo econmico e a participao de alguns palses, como os EUA e a Inglaterra, tam bm foram lundamenlais. Diversos movimentos lo- ram financiados pela Inglalerra, que via, com o um dc Pacto Colonial, a atertura de um vasto mercado
entrada de seus produtos.
 muito importante salientar, no entanto, que as po pulaes indigenas e os mestios, em diversas re gies. no estavam preocupados com a indepen dncia, pois eram totalmente marginalizados nas de cises polilicas e econmicas, e seu trabalho era ex plorado pelos criocoilos. Portanto, a situao desses povos no se modificaria em nada.
Os Movimentos de tndependncia
Os primeiros conflitos entre espanhis e colonos ocorreram emlins do sculoXVlll. Entre eles, desta ca-se o movimento de Tupac Amaru, no Peru.
O movimento iniciou-se em 1783, com uma revolta de mais de 60 mil ndios, liderados pelo ndio Jos Gabriel Condorcanqui, conhecido como Tupac Amaru. A rebetio ocorreu por causa da grande ex plorao que sotriam os indigenas e se trans numatentativa de independncia do Peru. O movi rnento, depois de intensos combates, foi sufocado portropasespanholaseTupactoi assassinadosob brutaltortura, para servir como exemplo.
A Independncia do Mxico
Aprimeiratentalivade proclamao de independn ciaveio do vice-reino da Nova Espanha, em 1810, sob aliderana do padre Miguel Hidalgo. Enffelaolo, com o fim do domnio francs sobre a Espanha, a Coroa pde organizar seu exrcito e sulocar o movimento. A independncia delinitiva ocorreu em 1821, sob o comando do general Itrbide, que se declarou im perador. Em 1823,  proclamada a Repblica.
A Independncia de Nova Granada
A independncia do vice-reino de Nova Granada for mou trs paises: Venezuela, Colmbia e Equador.
Cincias Humanas e suas Tecnologias
Quem iniciou o movimento foi Francisco de Miranda, mas toi Simon Bolvar, conhecido como o Grande Libertador, que teve decisiva participa o na libertao da Or-Colmbia (1819), que reunia Colmbia e Venezuela. A Venezuela, no entanto, rompeu com a Colmbia e tornou-se in dependente em 1830. O Equador tornou-se in dependente em 1822, tambm por meio do apoio de Bolivar.
A Independncia do Vice-Reino do Peru
Desse vice-reino formaram-se trs repblicas: Peru, Chile e BoLivia. Em 1817, D'Higgins libertou o Chile, com o apoio de tropas de San Martn. Bolvar e San Martin tambm participaram da libertao do Peru, em 1821. A Bolivia conseguiu sua independncia por meio do general Sucre.
A Independncia do Vice-Reino do Rio da Prata
O processo de independncia do Rio da Prata ini ciou-se com a libertao do Paraguai, em 1811. Depois, foi a vez da Argentina libertar-se. O Uruguai s conquistou sua independncia em 1828, pois tora anexado ao Brasil no incio da dcada de 20, e s se libertou aps uma guerra que durou trs anos. o grande lider do movimento do Rio da Prata foi San Marlin.
A Tentativo de Unificao
Aps as guerras de independncia, alguns homens propuseram a unio desses diversos paises latino- americanos. O principal divulgador dessa idia toi Simon Bolivar, que acreditava que com a unio des ses paises a Amrica Latina se tornaria um pas ex traordinariamente rico, capaz de se manter sem ne nhuma interveno externa,
Em 1826, ocorreu o Congresso do Panam, que linha por objetivo criar uma Confederao de pases latino-americanos. Mas o Congresso foi um fracasso, pois houve grandes divergncias entre as elites latino-americanas. Palses como In glaterra e EUAtambm no viam com bons olhos essa unificao, que ia contra seus interesses; en to, tentaram de tudo para boicotaro Congresso, inclusive pressionando pases a no assinarem o tratado.
Histria Geral - 447
Cincias Humana, e suas Tecnologia,
A Influncia dos EVA na Amrica Latina Monrae, surgiu o ideal da "Amrica para os ai canos', tambm conhecido como Dou Monroe. Par meio da Doutrina Monroe", os conseguiram impor o seu domnio sobre a, rica Latina, tornando-a, assim, a Amrica pa norte america
flcha . A Revoluo Industrial
L
A afirmao da Produo Capitalista
O grande processo de transformao socloeco nmica iniciado na metade do sculo XVHI consoli dou a capitalismo como moda de produo. Era a Revoluo Industrial. Surgiram novas mquinas, novas donles de energia (o vapor e a eletricidade), novas relaes de trabalho e nova aposio de clas ses (operrios assalariados versus empresrios).
A indstria substituiu o comrcio como principal fon lede riqueza,
As etapas de crescimento de produo foram:
 produo artesanal: o arteso dominava todas as etapas do processo produlivo e era dono dos instrumentos de produo;
 produo manufatureira: predomnio do Iraba lho manual e surgimento da diviso do trabalho;
 produo mecanizada: aperteioametito dos mtodos produtivos e desenvolvimento de mqui nas industriais.
O Pioneirismo Industrial da Inglaterra
Vrios fatores favoreceram o pioneirismo ingls:
 acmulo de capitais;
 controle capitalistada campo;
 crescimento populacional;
 posio geogrfica,
Fases da Revoluo Industrial
 Primeira fase: de 1760 a 1860, basicamente limi tada  Inglaterra, Com o desenvolvimento da inds Iria de tecidos de algodo e o aperfeioamento das mquinas a vapor.
 Segunda fase: de 1860 a 1900, espalha-se pela Europa, Estados unidos e Japo. Principais inova-
448 Histria Geral
es iecnolgicas: utilizao do ao, aproveitam da energia eltrtca e dos combustveis petrolitero:
veno do motor  exploso, da locomotiva, do avapore desenvolvimento de produtos quimic
Conseqncias Sociais da Revoluo Industrial
 explorao do trabalho humano (baixos sal pssimas condies daslbricas);
 conflito entre operrios e empresrios;
 surgimento dos primeiros sindicatos operr
A Classe Operria
Como l vimos, a Revoluo Industrial trouxe des transtormaes, tazendo as pessoas acre rem que a mquina trazia enormes benefcios Pc humanidade, O mesmo no diziam os traba!hadi das fbricas.
A condio de vida dos operrios, at meadm sculo XIX, era degradante, A maioria deles moi em cortios sem mnimas condies de higit locais ideais paraa propagao de inmeras dc as. Apesar do grande crescimento industrial fez com que milhares de pessoas abandonass os campos em busca de melhores condies cidades), milhares de pessoas continuavam desi pregadas, e muitas se entregavam aos crimes prostituio. As cidades industrializadas eram verdadeiro caos.
J em fins do sculo XVIII, descontentes com situao, es operrios comearam a organizar pos, associaes e entidades com o obietivo de pt sionar os governos a mudarem a situao.
A lngtaterrafoi o primeiro pas a se industrializa tambm o primeiro pais a possuir organizai Operrias.
Os Estados unidos se apressaram em reconhecer as independncias latino-americanas. Manifestaram sua posio contrriaa qualquer tentativa de inva so europia na Amrica. Por meio do Presidente

Cincias Humanas e suas Tecnologias
O Socialismo Utpico
Essa corrente do socialismo recebeu esse nome porque a maior pane de suas idias era irrealizvel, e no levava em conla a dificuldade de se coloc-las em prtica.
Os principais socialistas utpicos foram Saint-Simon, Charles Fourriere Robert Owen.
Saint-Simon (1760-1825) acreditava na possibili dade de uma vida harmoniosa entre as diversas ca madas da sociedade. Para ele, o governo deveria ser composto por cientistas, artistas, operrios, indus triais e banqueiros.
Charles Fourrier (1772-1858) aplicou suas idias em sua prpria fbrica na Esccia, Reduziu a orna da de trabalho para 10 horas, construiu casas e deu ensino gratuito para os trabalhadores e seus filhos, alm de criar um armazm com produtos a preo de custo para os trabalhadores.
O Socialismo Cientfico
Essa corrente  representada por dois importante personagens: Karl Marx (1818-1883) e Friedric Engels (1820-1895).
Esses dois pensadores fizeram estudos profundo da histria da humanidade e da transtormao do modos de produo, Para eles, a nica classe cx paz de fazer transformaes verdadeiras era a dar se operria. Os operrios deveriam tomar os meio de produo (terras, mquinas e fbricas), que er lavam nas mos de alguns capitalistas, e sooi alizx los, O Estado tambm teria uma funo capital: tazi a distribuio da renda.
O pensamento de Marx e Engeis influenciou forti
mente a classe operria durante o sculo XIX e
cuttuado at hoie. Suas principais obras so CM
nitesto Comunista (Marx e Engeis), OCapital (Mar
e AS/tua oda Classe Operria Inglesa (Engeis
Ficha' O Imperialismo do Sculo XIX
Vimos que, em meados do sculo XVIII, a Europa entrou em um processo de grandes transformaes, principalmente por causa da Revoluo Industrial,
Essas transformaes nos meios de produo ge raram uma fantstica capacidade de produzir. S que esta superproduo necessitava de um amplo mercado consumidor, Alm disso, as mquinas ne cessitavam de grandes quantidades de minrios.
No sculo XIX, as potncias europias sairam em busca de novas cotnias, para que estasforneces sem matrias-primas para as metrpoles, alm de se tornarem mercados consumidores, Essa Nova Colonizao (tambm chamada de Imperialismo) diferenciava-se da colonizao do sculo XVI, pois no pretendia o monoplio comercial; o que regia a economia era a livre concorrncia, e a indstria mais forte venceria,
As regies colonizadas pelo Imperialismo foram a Asia e a Africa, que tinham mo-de-obra e matrias- primas baratas, Justif icava-se essa colonizao da mesma maneira que no sculo XVI: julgava-se que os povos africanos e asiticos no eram "civiliza dos", e a explorao era uma boa alternativa para torn-los "civilizados"; era a superioridade tcni ca, cientifica e cultural da raa branca,
450 - Histria geral
Os primeiros paises que sairam em busca de ccl nias foram a Frana e a Inglaterra,
A Frana iniciou sua colonizao em 1830- Su colnias ficavam ao norte da Africa e os pases qi ficaram sob o seu domnio foram Arglia, Guin Costa do Marfim e Marrocos. Na Asia, as regi sob o dominio francs localizavam-se na regio! Indochina (o sudeste asitico).
A colonizao inglesa iniciou-se em 1837" incio do reinado da Rainha Vitria. Os ingles colonizaram diversas regies da Africa, desd Egito at a frica do Sul, NaAsia, as princip1 regies de colonizao foram a India e a Chir Os ingleses realizavam um grande comrcio pio com os chineses. Em 1840, as autoridad chinesas resolveram proibir o comrcio do r na China, iniciando a Guerra do Opio, Esta rou dois anos e trouxe grande humilhao px a China, que acabou sendo forada a assina Tratado de Nanquim. Por meio dele, a Inglate conseguiu uma srie de vantagens eoonmic assim como o direito sobre a cidade porturia Hong Kong.
Outros pases tambm sairam atrs de colni Blgica, Alemanha e Itlia so alguns dos pair
1
que se industrializaram tardiamente, mas ainda as sim conquistaram algumas colnias. Alm das potncias europias, o Japo e os EUA
Cincias Humanas e suas Tecnologias
participaram ativamente do processo imperialista. Os japoneses ocuparam a Coria, enquanto os nor te-americanos anexaram o Havaie as Filipinas.
rocha s As Revolues_Liberais do Sculo XIX	__________
A partir de 1630, a Europa atravessa um periodc marcado por movimentosrevolucionrios. Asitua o econmica e as injustias sociais uniram a bur guesia e o proletariado. Eclodiram movimentos em vrios locais: na Frana, na Itlia, na Auslria, na Idan da, na Alemanha, na Sua, na Hung ria etc,
O Congresso de Viena (1814)
Aps a derrota de Napoleo, as naes vitoriosas (Austria, Prssia, Rssia e Inglaterra) realizaram em Viena um congresso cujo objetvo era reorganizar o mapa europeu, repartindo os territrios conquista dos por Napoleo-
Por deciso do Congresso, foi adotado o Princpio da Legitimidade, que determinava que cada pas vol taria a ser governado pela dinastia anterior  Revolu o Francesa,
Outra deciso importante tolo retorno do Absolutis mo, Para garantir a restaurao da antiga ordem, es sas naes, com exceo da Inglaterra, formaram a Santa Aliana, cujo objetiva era impedir qualquer manifestao de carter liberal e nacionalista,
Esses acordos no conseguiram conter novos pe rodos revolucionrcs,
Revolues Liberais de 1830 e 1848
A Revoluo de 1830
Com a queda de Napoleo, a monarquia francesa foi reslaurada par Luis XVIII, que adctou uma postura moderada, respeitando a Constituio e contrariando setores polticos ultra-realistas. Lus XVIII faleceu em 1824 e seu irmo Carlos X, um ultra-realsta, cola' cou em prtica uma poltica conservadora, autorit ria e antiliberal,
Carlos X criou leis que passavam o ensino para as mos do clero e que indenizavam aristocratas que haviam perdido suas terras durante a Revoluo Fran cesa: fechai, o Congresso e perseguiu os liberais,
Foi iniciado, em protesto, um movimento revolucio nrio que uniu camadas populares e a alta burgue sia, que obrigou orei Carlos X a abdicar e fugir para a Inglaterra em 1630.
o trono foi entregue a Lus Felipe de Odeans, nobre ligado  alta burguesia.
A Revoluo de 1848
Como governo de Lus Felipe, o povo francs no viu melhcria em suas condies. A pequena bur guesia, assim coma as operrios e os camponeses, ficou de fora das decises polticas, Grassava acorrup o e o favorecimento aos banqueiros franceses,
Em 1842, uma grave crise econmica  desen cadeada principalmente pelo setor agrcola (que bra de colheitas, pragas etc.) e agravada nos anos de 1845 e 1846, com repercusses na indstria, que amargou afalta de poderaquisitivo do consu midor, gerando desemprego, fechamento defbri cas efalncas.
Novamente burguesia e proletariado se unem e le vam s ruas um movimento contra as trepas gover namentais, que mais tarde se juntam aos revoltosos, promovendo a Revolu5o de 1848. Em 24 de feve reiro, orei Luis Felipe renunciou, estabelecendo-se um governo provisrio que prccfamou a Repblica.
O governo provisrio era constitudo par republica nos, liderados por Lamarfine; socialistas, comanda' dos por Louis Blanc; e bonapartistas. Apesar das diferenas entre os grupos dominanles, foram to madas medidas importantes:
 liberdade de imprensa;
 abolio da escravido nas colnias;
 legalizao dos sindicatos;
 reduo da jornada de trabalha;
 convocao da Assemblia Constituinte.
Em 23 de abril de 1848, foram reatadas eleies e os republicanas venceram os socialistas. Eles voltaram
- A
Histria Geral - 451
cincias Humanas e suas Tecnologias
atrs com relao  jornada de trabalho, fecharam sin dicatos e perseguiram jornais socialistas.
A populao reagiu, mas dessa vez levou a pior. Fo raro mortas mais de I mil pessoas.
Aps o massacre do movimento socialista, promul gou-se a nova Constituio francesa. e Luis
ncha e Unificaes Europias
Bonaparte foi eleito novo presidente. Em dezemt de 1851, o presidente aplicou um golpe de Esta e, no ano seguinte, tornou-se imperador como ti lo de Napoleo I Iniciou-se o Segundo lmp Nesse periodo, a Frana expandiu seu imprio e moveu uni grande desenvolvimento do capitalisr
A diviso dos territrios, promovida pelo Congres so de Viena, deixou muitos povos descontentes, pois seus territrios foram anexados ou repartidos e eles submetidos a dominios estrangeiros.
No tardou muito e esses povos se rebelaram era movimentos nacionalistas, que propiciaram o surgimento de Estados nacionais independentes. A burguesia foi incapaz de comandar os movimentos em virtude do atraso industrial.
A Unificao Itaflana
At metade do sculo XIX, a Itlia no era unificada. E tiamvrios ducados tidependentes, mas a unidade na cionalen um anffgo desejo dos italianos nacionalistas.
Os primeiros movimentos toram sufocados pelo exrcito austriaco. O movimento comeou a ter re sultado quando toi encabeado pelo ducado Sardo- Piemonts, o mais desenvolvido da Itlia sob a re gncia de Victor Emanuel II e por seu primeiro-mi nistro, o conde de Cavour, Com o apoio da Frana, Cavour deu inicio a uma
guerra contra a dominao austriaca e anexou v rios remos. O sul da Itlia se mobilizou sob o coman do de Giuseppe Garibaldi, que libertou essa regio. Com a aprovao desses territrios livres, Victor Emanuel foi proclamado rei da ltlia.
Faltava entretanto, para completar a unidade ilalia Veneza e Roma. A primeira foi conquistada em un com a Prssia, em 1866. Romaloi incorporada qu; do a Frana entrou em guerra contra a Austria, 1870, e os franceses que a protegiam foram obrii dos a abandon-la.
A Unificao Alem
O Congresso de [ dividiu os territrios daal Alemanha em 38 Estados sob o domnio austra Esses Estados eram essencialmente rurais e a culdade de avanar economicamente estava atrel s barreiras alfandegrias que existiam entre eles. a abolio dessas tarifas em 1834 (Zotlverein) inaugurao de uma linha ferroviria, o com entre eles intensificou-se, ajudando no desenv mento da indstria.
A unio aduaneira foi um tato decisivo para a cao da Alemanha. A Austria e a Prssia dis vam essa unificao em 1860. Aps a metad sculo XIX, os junkers prussianos passaram mandar, por meio de Bismarck, esse proressc ram necessrias trs guerras: tontra a Dinama Austria e a Frana, em 1864. Finalmente, em' Guilherme 1 foi proclamado Imperador do III (Imprio) alemo.
flcha lo A Guerra de Secesso Americana
A Colonizao na Amrica do Norte
O sistema de colonizao instituido pela Inglaterra em suas colnias americanas era o de povoamen to, baseado sobretudo na formao de centros ur' banos/manufatureiros e na autonomia em relao  metrpole, Entretanto, o sul das colnias seguiu um caminho um pouco diferente, pois l surgiu
452 'Histria Geral
uma sociedade aristocrtica e escravista, tund tada numa economia agroexportadora.
A Guerra de Secesso (1861-186
Essa guerra civil toi causada pelos antagot existentes entre o Norte Industrial e o Sul Ag
/
A burguesia nortista tinha conscincia do grande mercado interno que aumentou muito em virtude da imigrao e das attas taxas de natalidade.
Porm, a inttgrao s seria possivet com a abolio da escravatura, idia que no agradava aos proprie trios sulistas.
As tardas protecionistas tinham como objetivo eti minar a concorrncia europia, uma Vez que os Estados do Sut compravm e vendiam para este mercado, A expanso para o Oeste aumentou a tenso entre o Norte e o Sut, porque envotvia a questo da repre sentao no Senado e na cmara dos deputados. O Norte tinha mais Estados, portanto, maior repre sentao no Congresso. Acriao de novos Estados no meio-oesteloi disputada entre abolicionistas e os escravocratas.
Nesse ambiente conflitante, surgiu o Partido Repu blicano, que apresenta Abraham Linco como can didato s eleies presidenciais de 1860.
A plataforma bsica de Lincotn compunha-se de dois pontos:
 unio a todo preo;
 definio de tardas protecionistas.
Os Estados sulistas, derrotados, tiveram de aceitar a
abolio e o direito de voto aos negros, alm de per manecerem ocupados militarmente at 1877.
Cincias Humanas e suas Tecnologias
A Carolina do Sul proclamou adissotuo da Unio
e do seguida pelos demais Estados Contederados
do Sul. A capital dos rebeldes era flichmond e seu
presidente, .Jefferson Cavis.
O Sul destechou um ataque ao Forte Sumter, o que
provocou o inicio da guerra.
Apesar das vitrias iniciais dos Estados Confedera dos, a Unio tinha melhor estrutura rodoviria e ter roviria para transportar armas e suprimentos. Alm disso, suas indstrias produziam tudo que ne cessitavam.
Por outro lado, o Sul importava armas, remdios e munies que eram pagos com o algodo.
O Bloqueio Naval, que o Norte imps ao Sul.toi tun damental para vencer a guerra.
No decorrer do conttito, Linooln abotiu a escravido, Em 14104/1 865, j com a guerra terminada, o presi dente era assassinado por um tantico sulista.
Esses fatos sewiram de pretexto para a formao de sociedades secretas, entre as quais a Ku-Ktux-Ktan, atim de perseguir os negros.
1:0 absolutismo corresponde tase de transio entre
o feudalismo e a sociedade moderna capitalista.
II. Na Frana, no reinado de Luis XVI (1754-1793),
se consolidou o absolulismo.
III. A doutrina sobre "o direito divino dos reis' serviu como suporte ideolgico ao despotismo dos governantes da era moderna.
IV. Na Frana, Luis XIV, dspota esclarecido, apre senta-se como o modelo perfeito de soberano de mocrtico.
V, Da Revoluo Gloriosa, na lnglalerra(1688-1689), surgiram as idias antiabsolutistas que inspiraram as revolues Americana (1774) e Francesa (1789).
VI. O despotismo esclarecido dos soberanos euro peus inspirou-se no Iluminismo.
a) Todas so corretas.
b) Apenas II e IV so correlas.
c)Apenas 1, lll,Ve VI so corretas.
d) Apenas 11,1V, Ve VI so corretas.
133. (MACK-SP) Identifique o item abaixa que contm a crtica que pode ser feita ao modelo polftico de Tripartio dos Poderes, proposta por Montesquieu.
a) O Poder Legislativo passou hoje a exercer uma funo Judiciria.
b) O Poder Executivo exerce, em nossos dias, os Poderes Legislativo e Judicirio.
o) O Executivo passou a ser Estado Policial' exer cendo, portanto, uma funo de Policia Judiciria.
d) As Cmaras passaram a ser eleitas pelo povo.
e) Os Tribunais se tornaram os rgos mais impor tantes devido  poltica de Segurana Nacional.
134. (FUVEST) Entre as propostas formuladas no
sculo XVIII por Montesquieu, em sua obra Oh pfriw das Leis, podemos citar:
a) separao dos poderes em Executivo, Legislativo
e Judicirio.
b) sufrgio universal.
135. (PUC Montesquieu, em sua obra se teoria do Estado, advoga a:
a) hipertrofia do Executivo.
b) concentrao Executivo-Legislativo.
o) preponderncia do Judicirio,
d) tripartio de poderes. e) atrofia do Legislativo.
136. (MACK-SP)O Bloqueio Continental, ao i de contribuir para o fortalecimento da posi de Napolo Bonaparte, colaborou para o declnio. Isso porque:
a) ao restaurar a unio entre o Estado e a Igreja lica, esta passou a ocupar uma posio nilidam vantajosa que a capacilou a aumentar o seu f nos anos seguintes.
b) Napoleo no conseguiu eliminara Terceira Ugao composta pela Inglaterra, Austria, Su Rssia.
c) Patenteou-se a impossibilidade de forar a e so dos produtos britnicos do Continente, um que a maioniados pases dominados pela Franai naes agrlcolas que insistiam na troca de stus dutos pelas mercadorias manufaturadas inglesE d) apesar do Bloqueio Continental ter sido prop como uma politica de reconciliao, na realic visava garantir a formao da revolta espani devido aos problemas econmicos que se aol lavam neste pas.
e) devido ao Bloqueio, a Prssia viu-se subtrak metade de seu territrio e abrigada a pagar gra indenizaes, e isso levou-a a unir-se  Austni Inglaterra na Guerra de Libertao.
131. (FATEC-SP) O Bloqueio Continental, d tado por Napoleo Bonaparte, em 1806, Berlim, proibindo aos pases europeus e co cio com a Inglaterra:
a) tavoreceu a Santa S, aliada de Napoleo. b) prejudicou apenas Portugal, aliado da Inglal
Cincias Humanas e suas Tecnologias
Bloco . Questes de Vestibulares
132. (VECE) So proposies corretas sobre o ab-	o) parlamentarismo bicameral inteiramente de
solutisnio:	eletiva.
d) responsabilidade ministerial ante o Parlamer e) regime presidencialista.
454 - Histria Coral
e) prejudicou mais a Frana que a Inglaterra.
d) atingiu totalmente o seu objetivo.
e) n.d.a,
138. (FATEC-SP) O princpio da "Legitimidade ou das Nacionalidades" estabelecia:
a) a unio de todos os europeus paro a conquista do
Norte da Africa.	-
b) a necessidade de se estabelecer limites rgidos tntre as Naes europias para se evitarem novas guerras.
e) a interveno das Naes europias onde as mo narquias estivessem ameaadas.
d) a necessidade de reforar a Europa, diante do avano norte-americano.
e) o retorno dos Estados europeus nos limites ante riores  Revoluo Francesa.
139. (FGV-SP) O socialismo como movimento p0- litico tomou Corpo e Se firmou definitivamente no sculo passado. Entre seus expoentes deve mos citar, alm da figura de Karl Marx:
a) Tousslant L'Ouverture, Vo e Rousseau,
b) Louis Blanc, Peter Kropotkin, Bakunin, David Ricardo e Adam Smtttn.
c) Totsto, H. G. Welis, 3. Bernard Shaw e Georges Clemenceau.
d) HentidesaintSimon, FranoisEoudereRoberlOwen.
e) Edouard Daladier, Nevil Chamberlain e Grigory Potemcin.
140. (FQV-SP) A reunificao da Alemanha, a
partirde meados do sculo XIX, foi facilitada por
3 guerras, quais sejam:
a) as guerras da Crima de 1854/56; entre a Prssia e austdadel866eentreaPrssiaeaEranaem 1870.
b) as guerras entre a Prcissia,a ustria e a Dinamarca de 1864; entre a Prssia e a Austria de 1866, e entre a Prssia e a Erana de 1 870,
c) as guerras da Crimia de 1854/56, entre a Prssia e aSuciade 1654,eentreaPrssiaeaErana de 1870.
d) as guerras dos "sete dias" entre a Prssiae a Sucia
(1854); entre a Austria e a Bavra de 1869, e entre a
Frana e a Prssia de 1870.
e) as guerras entre a Prssiae a Polnia (1861), entre a Prssia e a Frana de 1865 e entre a Austria e a Bav ria (1869).
a
Clncias Humanas e suas Tecnologias
141. (FGV-SP) A unificao da Alemanha se pro cessou em estgios. Os mais importantes entre esses seriam:
a) o tratado de Viena de 1815, a guerra franco- prussiana de 1871 e o Congresso de Berlim de 1878. b) o tratado de Utrecbt, o tratado de Berlim e a Cons tituio Imperial de 1871,
c) a formao da Confederao do Reno, a Partilha da Polnia e a anexao da Silsia.
d) a criao do Zoilverein em 1834 e as guerras contra a Dinamarca, a.Auslria e a Frana.
e) a confederao dos Estados afemes do norte, a anexao da Sitsia e da Pomernia.
142. (UNIFOR-CE) A Guerra dos Sete Anos, a revol ta contra o sistema colonial, o desenvolvimento da burguesia do Norte e os ideais do liberalismo com criticas ao pacto colonial so fatores res ponsveis, dentre outros, pela:
a) ecloso da revoluo puritana;
b) independncia dos Estados Unidos; o) unificao dos pases balcnicos;
d) interveno napolenica na Espanha;
e) derrota do sociatismo utpico na Rssia.
143. (FAAP-SP) A Revoluo Francesa deu-se basicamente para:
a) extinguir definitivamente a influncia do clero no plano pottico;
b) concretizar as aspiraes dos camponeses, ope lrios e artestos;
t) depor Luis XVI;
d) permitir a ascenso da burguesia no plano eco nmico e poltico;
e) fomentaras desigualdades sociais existentes, 144. (FABRAI-MC) Em 28 de agosto de 1789, foi promulgada a "DecJarao dos iJiretos do Ho mem e do Cidado". Essa Declarao, que se tornou famosa,  um smbolo do(a):
a) Revoluo das Treze Colnias Inglesas na Amri ca, reagindo contra as imposies econmicas de sua Metrpole;
b) Revoluo inglesa que, estabelecendo uma alian a da burguesia e a nova nobreza, consolida sua posio poltica e econmica;
o) Revoluo Francesa que, afirmando os ideais da burguesia, proclamava a igualdade de todos pe rante a lei;
Histria Casal - 455
1
Cincias Humanas e suas Tecnologias
d) Revoluo Russa, cujo movimento vilorioso im planta o iderio socialista com a ditadura do pro letariado;
e) Revoluo Gloriosa que, independentemente da participao popular, consolida a nova ordem eco nmica paraa Inglaterra.
145. (UNESP-SP)
O processo de independncia na Amrica Lalina deve ser compreendido no contexto da con inter nacional, marcada pelo iderio luminista, a expan so industrial inglesa, as guerras napolenicas, alm das crises inerentes ao sistema colonial.
Assinale a alternativa diretamente relacionada com o processo de independncia na Amrica Espanhola:
a) Conflito social que no teve relao com a desi gualdade entre os nascidos na terra e na metrpole.
b) Ruptura Coltnia/Metrpole mais relacionada com a Guerra dos Sete Anos e sem relao alguma com as campanhas de Napoleo na Pentnsula Ibrica.
o) Abertura dos portos  livre concorrncia dos pro dutos manufaturados europeus para garantir a so brevivncia interna da pequena indstria txtil lati no-americana.
d) Movimento de libertao fundamentado na iden tidade protunda entre a independncia poltica e a independncia econmica.
e) Movimenlo emancipador conduzido principal mente pelos crioulos.
146. (UFJF-MG)
" uma idia grandiosa pretender formar de todo o Novo Mundo uma nica nao em que todas as par tes sejam unidas entre si e em conjunto por um mes mo elo. A origem  comum, assim como a lingua, os costumes e a religio. Por conseguinte deveria ter um s governo que confederasse os diversos esta dos que ho de se formar."
Embora proposto pelo lder Simon Bolivar no s culo XIX, o ideal de unificao latino-americana no teve a possibilidade de se efetivar 110 Con texto das Independncias porque:
a) o governo imperial brasileiro, embora defensor da unidade tnica e cultural da Amrica Latina no auxiliou os movimentos de separao entre os di versos pases e suas respectivas metrpoles; b) os Estados Unidos, por meio da Doutrina Monroe, detenderam e contriburam de modo significativo
para a manuteno do ideal de unidade latino-a ricana. Tal doutrina, no entanto, teve um peqi grau de penelrao entre os diversos paises; c) a fragmentao poltica e cultural aparecia uma importanle estratgia das elites vinculadar interesses externos, a quem no interessava Amrica Latina unida;
d) a Inglaterra, interessada na manuteno dei cados consumidores e produtores de matrias mas para suas indstrias estimulou os movime de integrao entre as diversos paises, choca se frontalmente contra as metr4poj europia e) o forte desenvolvimento industrial dos paise tino-americanos contribuiu para afragmentac mercados nacionais das antigas colnias it americanas,
141. (MACK-SP) Visando conteras,agitaes rrias, surgiram na Europa tgis transtomi res sociais que defendiam propostas que disc navam as relaes de trabalho, O pioneiro de refonaas foi Robert Owen, representante do a) socialismo cientificn;
b) anarquismo;
o) socialismo cristo;
d) sindicalismo revolucionrio;
e) socialismo utpico.
148. (CESCRANRIO)
"A partir de 1880, aproximadamente, uma sr mudanas relalivamente importantes comeam expanso colonial da Europa uma tision
nova." (Ren Remond - O
Dentre os fatores que geraram o imperialism segunda metade do sculo XIX, identificam
a) necessidade de desenvolvimento de novos cados produtores de manufaturados nas reas fricas da Ataca;
b) preocupao inglesa de fortalecer os movim populares de libertao nacional das regies asi c) reduo acentuada da populao europia ameaava a eficcia produtiva de suas indstri d) busca de novas regies fcrnecedoras de m:
as-primas e consumidoras de manufaturadot pases industrializados;
e) consolidao dos ideais democrticos base nos principias de soberania nacional e autogot dos povos.
458  Histria Geral
a
14g. (MACK-SP) leia as seguintes afirmaes a respeito do imperialismo:
1 - Iniciou-se somente no sculo XX e limitou sua atu ao ao nvel econmico, no refletindo nos demais. II - Teve como supoile a defesa da supefloridadetc nica, cientiticae cultural da raa brancafrentes demais. I - Foi um movimento que beneficiou economica mente as naes africanas e asiticas e procurou pre servare respeitaras tradies culturais destes povos.
Assina
a) se apenas a afirmao for correta;
b) se apenas a afirmao II forcorreta;
c) se aptnas a afirmao II for correta;
d) se todas as afirmaes forem corretas;
e) se todas as alirmaes forem incorretas. 150. (IVIACX-SP A proposta da criao da Santa Aliana, no contexto lo Congresso de Viena, visava:
a)  manuteno da ordem absolutista;
b)  implantao das idias liberais em todo o mundo;
c) garantiras revolues burguesas apenas no con tinente europeu;
d) apoiar a libertao das antigas colnias europias;
e)  defesa da soberania e autodeterminao dos pases europeus e americanos.
151. (PUC-RS) Aps a derrota de Napoleo Bonaparte f1814), reuniu-se, em Viena, o Co,, gresso a partirdo qual seria reorganizado o mapa europeu, bem como os regimes polticos Inter nes de vrios Estados da regio. Pode-se afirmar que, na Europa Continental, essa reorganizao esteve baseada na Ideologia de tendncia sob a Influncia marcante de potncias como
a) liberal- Portugal, Iffia e Rssia. b) absolutista-ustria, Prssiae Rssia.
c) liberal - Inglaterra, Frana e Alemanha.
d) liberal - Espanha, Rssia e Inglaterra.
e) absolutista-Austria, lnglaterrae Itlia.
152. (UFJF-MG) A propsito dos processos de uni ficao alem e italiana, podemos afirmar:
a) Ambos foram conduzidos pela burguesia liberal, instituindo-se, na Alemanha e na Itlia, regimes de mocrtico-representativos;
Cincias Humanas e suas reciiooyias
b) Os processos de unificao alem e italiana foram conduzidos pelos junkers prussianos e pelo reino Sardo, porque, em virtude do desenvolvimento in dustrial retardatrio dos dois paises, a burguesia revelou-se incapaz de conduzir movimentos libe rais vitoriosos;
c) No caso da Itlia, a ao de Garibaldi eseus "carni sas vermelhas" assegurou o predomnio dos soci alistas no processo de uniticao;
d) Porfora da exausto provocada pelos movimen tos de unificao, Itlia e Alemanha buscaram pre servar as condies de paz e equilibrio na Europa durante um longo perodo, de modo a garantir a reerguimento de suas economias;
e) A uniticao alem e italiana contribuiu para o declinio do nacionalismo na Europa, ao sufocar as aspiraes de independncia dos pequenos estados.
153. fUCE) O "ZoJlverein" foi importante no pro cesso de unificao da Alemanha porque:
a) criou um sistema de taxas alfandegrias internas, enriquecendo a burguesia;
b) permitiu o inialo de um desenvolvimento econ mico, tom o nascimento de um complexo industrial;
c) atraiu aaristocracia prussiana, que passou ante grar a Confederao Germnica;
d) possibilitou a unio dos estados do sul na luta
contra a Frana;
e) gerou condies para que surgissem reas de influncia necessrias  expanso irnperialista. 154. (USJT-SPj O primeiro passo para a unifica o alem foi formao do Zo em 1834, sob o comando da Prssia. Tratava-se de:
a) extino da liberdade religiosa entre os estados alemes;
b) um pacto econmico entre os estados alemes e italianos;
e) oficializao do puritanismo como religio oficial;
d) instituio formal de um militarismo obrigatrio entre os estados:
e) eliminao das barreiras alfandegrias entre os estados alemes.
155. (USF-SP)
'De uma maneira ou outra, estamos mais ou menos subordinados ao Norte; todos os dias de nossas vidas. Na infncia, nos envolvem em musselina do
Histria Coral - 457
Cincias Humanas e suas Tecnologias
Norte;... najuventude nos instrumos com Uvros do Norte; e porltimo, quando morremos, nossos cor pos inanimados so envoltos em panos do Norte.'
Os contrastes entre o Norte e o Sul dos Estados Unidos que levaram a chamada "Guerra de Se cesso" entre 1861 e 1864, foram mais amplos que uma simples questo escravocrata. Sobre eles, taxemos quatro afirmaes em alga rismos romanos:
- O Norte possuia uma estrutura mais industrial e capitalista. Concentrando a maior parte da populao livre, pretendia um protecionismo que assegurasse maior participao nos mercados do Sul.
- O Sul mantinha uma economia agrria e escravocrata. Mais elitista e de economia exportado ra, mantinhac livre-cmbio.
til-a Norte sempre predominara napoliticaamerica ria e dele vieram os melhores presidentes e a mais freqente orientao econmica.
IV- O Sul era muito mais nacionalista e, como tal, buscava uma economia autnoma sem trocas inter nacionais.
Assinale a alternativa que contiver duas afirma es corretas:
o) le li
156. (UME-SP) As grandes potncias tndustriais europias, em meados do sculo XIX, iniciaram uma expanso dirigida sobretudo para a Africa e sia, tendo como motivos:
a) o interesse cientifico do europeu em descobrir, povoare ajudaradesenvolverreas perifricas;
b) a superioridade racial do branco que, nestas re gies, levava s culturas primitivas os recursos de sua civilizao;
o) o espirito missionrio de defesa de f crist, trao marcante da cultura europia da poca, a Revoluo Industrial e a crescente competio entre os paises
capitatistas por mercados;
d) matrias-primas e mo-de-obra baratas;
e) a necessidade de trocar experincias tecnolgi e exportar modelos politicos para essas regies
157. (CESCEM-SP)A Guerra do pio (1841-42)ti como uma de suas consequncias:
a) a maior penetrao do imperialismo ingls China;
b) o fechamento dos portos da China ao comr ocidental;
o) a eliminao da influncia colonialista francesa China;
d) a queda do sistema de mandarinato na China
e) a instituio de um governo republicano na Ch
158. (FGV-SP) Nos fins da dcada de 1830 eni ge na Inglaterra um forte movimento cper visando  conquista do sufrgio universal e tras reivindicaes democrticas e sociais. A sar de derrotado, sua heranafol bastante pu tiva, espeoiatmente para o proletariado ing Este movimento foi o:
a) cartismo, cujo nome advm da "Carta do Po em que os operrios ingleses apresentaram seu grama contendo uma srie de reivindicaes;
b) owenismo, cujo nome advm do industrial Rol Owen, que iniciou o socialismo na Inglaterra e pr diu o primeiro congresso sindical dos trabalhado
o) marxismo, cujo nome advm de Karl Marx, iniciou o socialismo olentifico e a Liga Comuni organizao que representou os interesses e as tas dos trabalhadores;
d) ludismo, cujo nome advm de Ned Ludham, iniciou a prtica de destruio das mquinas e tbrioascomotormade demonstrararevoltaopert
e) jacquerie. forma como os nobres chamavam camponeses que, ao migrarem para as cidades, frontavam-se com precrias condies de vida, belando-se contra essa situao.
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458 - Histria Geral
4-
Cincias Humanas e suas Tenulogias
Bloco 'Os Conflitos Mundiais
Ficha 1. A Primeira Guerra Mundial (1914-1918)
A supremacia econmica e politica que a Europa exerceu sobre o mundo entrou em declnio a partir deste conflito.
s vsperas, no se acreditava num conllilo genera kzado. No mximo, os europeus levantavam a hip tese de uma guerra rpida e localizada.
A Europa estava carregada de antagonismos que motivaram a formao de alianas secretas entre v rias naes.
A ltliae aAlemanha, que chegaram mais tarde  com petio imperialista, reivindicavam uma outra rediviso das colnias.
Causas da Guerra
Tenses entre Pases:
 Anglo-gem,nlca; mouivada pelo rpido desen volvimento da Alemanha aps sua unificao, por que isto abalava a hegernonia inglesa no continente.
 Franco.alem: questes de Ironteira que gira vam em torno da Alscia e Lorena.
Movimentos:
 Pangerenanismo - a Alemanha pregava a unio dos povos germnicos da Europa Central.
 Pan - onde a Rssia se apresenlava como protetora' dos povos eslavos.
 Revanchismo - a Frana queria a desforra contra
a Alemanha pela humilttao sofrida em 1870 e re aver os territrios da Alscia e Lorena.
 A crise dos Blcs - em 1808, a ustria anexou
a regio da Bsnia-Herzegvina, ferindo os interes ses da Srvia e de sua a a Rssia, desencadeao do um importante movimento nacionalista srvio.
A atmosteratensa tevou os principais paises a forma rem duas alianas:
a) Triplice Aliana: Alemanha, ustria e tulia. b) Trplice Entente: Inglate Rssia e Frana.
O estopim da guerra foi o assassinato do imperador austrlaco Francisco Ferdinando (julho de 1914), em Sarajevo (Bsnia), por um estudante srvio.
A partir dai os acontecimentos se predpitaram. .Ale ."nianha e Austro-Hungria lutariam juntas como os
"Imprios ou as potncias centrais" e contariam com
o importante apoio da Turquia; as potncias da
'Triplice Entente" e a Itlia formariam o btoco dos aliados. No ltimo ano da guerra, sairia a Rssia, e em seu lugar entrariam os Estados Unidos.
Etapas da Guerra:
 1! Etapa - 1914 e 1915 - guerra dos movi mentos: a Alemanha invade a Blgica para penetrar em solo francs.
 2! Etapa -1915 a 1917- guerra de trinchei ras: a Itlia entrou na guerra ao lado da Entente, em troca das promessas inglesas de receber colnias alems na Africa e territrios ao norte da Itlia sob o domnio austraco.
 3!Etapa. guerra se justificou pelos altos investimentos reali zados com a Inglaterra e a Frana.
A campanha submarina alem ameaava os pases da Entente e uma derrota aliada colocaria em risco os investimentos norte-americanos.
No ltimo ano da guerra foram utilizadas as novas armas, como tanques, avies, gases venenosos etc.
A 2! Batalha do Mame definiu o conflito em favor da Entente, com a assinatura do armisticio pelos alemes.
Conseqncias da Guerra:
 a mulher ocupou espaos no mercado de traba lho, o que lhe deu projeo social;
 inflao galopante;
havia o risco de revoluo nos paises vencidos;
 fim dos grandes imprios;
 Surgiram novos pases na Europa;
 a Europa tornou-se dependente dos produtos americanos;
 criao da Liga das Naes.
Histria Geral 459
4
1
1
Cincias Humanas e suas Tecuologias
Formao da Uga das Naes:
Criada em 26 de abril de 1919, teve como objetivo agir como mediadora mundial. Sem a participa' o dos EUA, Unio Sovitica e Alemanha, a liga ficou impotente.
Os Tratados de Paz
Em aneiro de 1919, toi leita uma conterncia em Paris, da qual participaram dezenas de pases, menos os vencidos. de onde surgiu o Tratado de Versalhes.
O Tratado deVersalhes imps condies humilhan les Alemanha, como por exemplo;
 pagar uma enorme quantia em dinheiro aos pai ses vencedores;
 devoluo da Alscia e Lorena  Frana.
As clusulas humilhantes do Tratado de Versalhe:
se tornaram algumas das causas da Segunda Guerr. Mundial.
Alm do Tratado de Versalhes, toram assinados ou tros tratados, em que os palses derrotados daTrplic aliana perderam terras;
 ustria-Tralado de Sainl-Germaln;
 Hungria - Tratado de Trianon;
 Bulgria-Tratado deNeuly;
 Turquia-Tratado de Srves.
Ficha 2' A Revoluo Russa (1917)
Em fins do sculo XIX e comeo do sculo XX, a Rssia era ainda absolutista e teudal.
A partir dei 904-5 com a derrota para o Japo, ini cia-se uma srie de revoltas, que culminaram na gmn de Revoluo de 1917.
Etapas da Revoluo
1C Fase - Revoluo Branca (de maro a novem bro de 1917).
Teve como caracterstica a derrubada do Czar Nicolau I e aascenso de Kerensky.
2! Fase-Revoluo Vermelha (novembro de 1917
a 1916).
Caracterizada pela subida dos boicheviques ao poder.
3! Fase - Guerra Civil (de 1917 a 1918).
Foras ligadas ao absolutismo entram em choque com o governo boichevique.
O Estabelecimento do Socialismo
o descontentamento popular e a crise econmicale varam o govemo a optar pela NEP (Nova Politica Eco nmica), que permitiu algumas prticas capitalistas. Lniri criou tambm a Unio Sovitica ou URSS (Unio das Repblicas Socialistas Soviticas), reu nindo a Rssia e seus antigas domnios em pases igualitrios.
Aps a morte de Lnin, em 1924, houve uma disp' la pelo poder entre Stalin e Trctsky, saindo Stlin vit rioso desta disputa.
Stalin substituiu a NEP pelos Planas Oinquena' lixando como prioridade o desenvolvimento da i dstria pesada e do socialismo em um s pais. No campo, realizou-se a colefivizao da terra, or nizando dois tipos de unidades agrrias;
 Kotkhozes - nos quais Ds camponeses tinho uma certa autonomia para produzir;
 Sotthozes-tazendas estatais onde os campor ses trabalhavam como assalariados,
A URSS
Teve origem aps aconsolidao da Revoluo, qu:
do vrias regies e provincias se reuniram com aROs e formaram a Unio das Repblicas Socialistas So ticas, que contaria no total com 15 repblicas. Foi dada autonomia a cada Repblica Constituinte nova nao, repblicas estas que compunham o 1 prio Czarista. Inicialmente, a denominao dada novo paisloi Repblica Socialista Federativa Sovi Russa, que passou a adotara sigla URSS por ocas do X Congresso Pan-Russo dos Sovietes, em 19
As Repblicas da URSS
Integravam a URSS, separadas par regies hist co-geogrlicas, as seguintes repblicas:
460  histria Geral
1) Estendendo-se pela Eursia: a Rssia, com preendendo a Rssia propriamente dita (Rssia Europia) e a Rssia Asitica (Sibria, principal mente):
2) A oeste e sudeste da Rssia: a Bielorssia, a
Ucrnta e a Moldvia;
3) No Mar Bltico: a Eslnia, a Letniae a Litunia;
Cincias Humanas e suas Tecnologias
4) Na Transcaucsia: a Gergia, a Armnia e a Azerbaijo;
5) Na Asia Central: o Cazaquisto, o Uzbequisto, a Turcomnia, o Tad jiquisto e a Quirguizia.
Destas, com adeso da Gergia, apenas as Repbli cas Blticas no fazem parte da CEI (Comunidade dos Estados Independentes, lormada em 1991).
Ficha 3' O Perodo Entre Cuerras
A crise de 1929
Foi uma crise do capitalismo, da democracia e do liberalismo.
A aplicao de capitais norte-americanos na Europa critu condies para uma fase de prosperidade. Porm, a especulao financeira que se seguiu foi nociva ao desenvolvimento,
A superproduo industrial e agricola nos EUA, e a repercusso econmica na Europa provocaram a queda ou o Crad da Bolsa de Valores de Nova York em 24/10/1929. Essa data passou para a Flisl riacomoa Quinta-leira Negra.
Efeitos da Quebra da Bolsa:
 falncia generalizada, que causou desemprego e fome;
 o Brasil foi muito afetado, pois as exportaes de caf foram paralisadas;
 na Europa, a crise contribuiu para o fortalecimen todo nazi-fascismo,
O governo Rooseve dos EUA, elaborou o plano eco nmico New Deal, adotado em 1933, que se caracteri zou pela interferncia do Estado na economia.
O New Deal marcou a passagem do liberalismo eco nmico para o capitalismo monopolista.
Em 1933, com o fim da I etapa do plano, a crise comea a ceder, mas suas repercusses continua ram lorles na Amrica e na Europa, at a deflagrao da Segunda Guerra Mundial.
Enquanto a Inglaterra e a Frana buscavam solues por meio da unio de diferentes partidos, a Itlia e a Alemanha encontraram no nazi-fascismo a alternati va conveniente.
O Fascismo
Devido  grande crise em que a Itlia se encontrava aps a Primeira Guerra Mundial, surgiram entre as classes mais pobres as idias socialistas, que apavo ravam a classe mdia e a alta burguesia.
Foi nesse clima que surgiu o Partido Nacional Fas cista, liderado por Benito Mussolini, que criticava a fragilidade e a incompetncia da democracia liberal,
Em 1922, Mussolini organizou a Marcha sobre Roma, o que lhe proporcionou o cargo de Primeiro Ministro.
Mussolini cria o estado corporativista, reunindo empregados e patres em torno dos interesses do Estado.
Na dcada de 20, o governo de Mussolini conse guiu a recuperao da economia, mas a Grande De presso de 1929 abalou o pas,
A partir desse episdio, a Itlia iniciou a expanso imperialista para equilibrar sua economia e competir com as outras potncias. Assim, efetuou a conquista da Etipia e a ocupao da Albnia.
O fascismo apresentava as seguintes caractersticas:
 totalitarismo (o Estado decide pelo indivduo);
nacionalismo (opondo-se ao internacionalismo);
 idealismo (a ltliaa herdeira do Imprio Romano);
 militarismo (invaso da Etipia);
 negao da democracia parlamentar e do estado liberal.
O Nazismo
As imposies do Tratado de Versalhes agravaram o caos que se instalou na Alemanha do ps-guerra.
Historia Geral - 461
Cincias Humanas e suas Tecnologias
Durante esse caos, foi fundado o Partido Nacional Socialista dos Trabathadores Alemes (Partido Na zista) tiderado por Adoil Hitler, com carter tascista, de extrema direita.
Hitler tinha uma teoria sobre a superioridade da raa alem, que afirmava ser superior s demais (arianismo).
Em 1933, Hitler recebe o apoio daaltfburguesiae de setores do operariado para chegar ao poder, dando origem ao Terceiro Reich.
Com a morte do presidente em 1934, Hitiertornou se absoluto, isto , Fflrer (guia).
D Estado Nazistaassumiu umalorma personatista, em que todos deviam obedincia cega ao FObrer, que era o chefe supremo do unipaclidarismo.
A Gestapo (policia politica) tornou-se o brao dir to de Hitter.
O Estado Nazista dirigia a economia controtandr produo e os trabalhadores por meio das Irent de trabalho.
A poltica externa ficou marcada pela agressivic de, para se construir a grande Atemanha sonha por Hitter.
O anti-semitismo do regime nazista toi uma car1 teristica fundamentat que o diferenciava do tasc moda ttia,
Outros Estados Fascistas:
 Portugal (Satazarismo);
 Espanha (Franquismo).
Ficha 4' A Segunda Guerra Mundial
A guerra foi provocada principatmente por Hitler, que sonhava conquistar o mundo e impor a supe rioridade dos germnicos.
Atm disso, Japo, Alemanha e lttia queriam mu dar o Tratado de Versathes, e para que isso acon tecesse, foram feitas alianas e acordos secretos.
Exemplos:
 formao do Pacto Anti-Komintern, entre a Ale manha e o Japo, com o objetivo de combater o comunismo internacional;
 formao do Pacto Germano-Sovilico de no-
agresso (1939), pelo qual os dois paises selaram
o destino das Repblicas Blticas (Eslnia, Letnia
e Litunia), que passaram para o domnio soviti co, Alm disso, fizeram a partilha da Polnia;
 ampliao do Eixo entre a Illia e a Alemanha, para incluir tambm o Japo, quando a guerra j estava em curso (1940).
Contrastando com a Primeira Guerra Mundial, o novo conflito teve maior amplitude no cenrio das operaes militares, que se estendeu pela Africa, sia e Oceania,
As Etapas da Guerra:
1 Etapa (1939-1 941)
Em lede setembro de 1939, a Alemanha inva de a Polnia, sem qualquer declarao de
guerra, usando a ttica da Bfitzkrieg (gueru relmpago).
Um ano mais tarde, ocorreu a ocupao da Nori gae da Dinamarca, para garantir o abastecimer do minrio procedente da Sucia. At aqui era ct mada "Guerra de mentira ou de piada", porque havia o confronto direto entre as potncias.
Aseguir, a Alemanha invadiu a Blgica, a Holanc
Luxemburgo e a Frana, valendo-se novamente
Blitzkrieg.
Na Frana ocupada, foi estabelecido o gover colaboracionisla liderado pelo marechal Petain ao mesmo tempo, o general Charles de Gaulle ir tabu o governo da Frana Livre na Inglaterra,
Nessa fase, os soviticos ocuparam parte Polnia, da Finlndia e a Bessarbia, na flomn
A Itlia entrou na Guerra atacando ou ameaan Malta, Gibraltar e Alexandria, Dos ataques are passaria aos terreslres, com resultados cataslr cos para Mussolini.
O conflito se ampliou com a ofensiva italiana Blcs e no norte da frica, onde principalmer marcou presena o Africa Korps da Alemanha, mandado por Rommel.
Enquanto isso, travava-se a batalha da Inglaterra persistente bombardeio alemo aos pontos estt tgicos da ilha. A resistncia e o comando milil
462 - Histria Ceral
por parte dos ingleses foi liderado pelo primeiro- ministro Winston Churchill.
No extremo Oriente, o Japo j lutava na China, ata cou os americanos e ocupou as Filipinas, a Indochina e a Birmnia.
Em 1941, dois acontecimentos determinaram a soe ledo eixo:
a invaso da U pela Alemanha;
 o ataque japons  base de Peari Harbor, no Havai, falo que levou os EUA a se engajarem no conflito, ao lado dos aliados.
2e Etapa (1 942-1 943)
A contra-ofensiva dos aliados conteve o avano do Eixo.
Os EUA impuseram pesadas derrotas aos japone ses nas Batalhas dt Midway e Guadalcanal.
Enquanto isso, os soviticos resistiram heroica mente na batalha de Stalingrado, iniciando uma gi gantesca ofensiva contra as tropas nazistas, que s terminou com a tomada de Berlim.
No Egito, os ingleses derrotaram o Afrika Korps em El Alamein.
3 Etapa (1943-1945)
Caracterizou-se pela derrota do Eixo, quando os aliados fecharam o cerco sobre a Alemanha, evi denciando o poderio sovitico e norte-americano.
Os exrcitos dos EIJA, sob o comando de Eisenho wer, e da Inglaterra, sob o comando de Montgo mely, fecharam o cerco sobre o Africa Korps, cau sando sua capitulao.
A partir desse episdio, ficou fcil a invaso dos aliados ao sul da Iflia,
Mussolini foi deposto (1943) e a Itlia assinou o armisticio.
Em fuga, o ditador foi preso e assassinado no nor te da Itlia.
O desembarque na Norrnandia (Dia O) foi o inicio da libertao da Frana. Na seqncia, os aliados invadiram aAlemanha.
Na Europa Oriental, o Exrcito Vermelho foi ocu pando todos os paises, como se fosse um rolo compressor', at conquistar Berlim (02105/1945).
Ciacias Humanas e suas Tecnologias
A rendio alem deu-se oficialmente no dia 7, sen doo dia 8 considerado como o "Dia da Vitria".
A Alemanha se rendeu incondicionalmente, mas restava ainda o Japo, que resisfia aos bomhar deios dos EUA.
O lanamento de bombas almicas sobre Hiro shima e Nagasaki provocou a capitulao japo nesa (02/09/1 945), recebida pelo general Douglas Mac Arthur
As Conferncias e os Tratados de Paz
A Conferncia de Teer (1943)
Ocorreu durante a guerra, pela qual os '"trs gran des" Booseveli (presidente dos EUA), SI (di tador da URSS) e Churchill (primeiro-ministro da Inglaterra), representando os aliados, projetaram a libertao da Europa, por meio da operao conhecida como o Oia O" (o desembarque na Normandia).
Decidiu-se tambm o desmembramento da Ale manha,
Conferncia de falta (1945)
Foram fixados os pontos retafivos  ONU, que foi oficialmente criada por meio da Carta de So Fran cisco (EUA),
Nesse encontro, foi estabelecida a fronteira entre a Alemanhae a Polnia pelos rios Oder-Neisse,
Conferncia de Potsdam (1945)
Pelaqual foi criado o Tribunal de Nremberg, para julgar os crimes de guerra,
Essa conf erncia tratou basicamente de questes referentes  Alemanha, tais como:
 desmilitarizao;
 desafivao da indstria blica;
 abolio dos trustes e cartis que financiaram o nazismo;
 indenizaes de guerra;
cesso de terras  Polnia;
 diviso do pais em quatro panes, inclusive Berlim, governadas pela Inglaterra, Frana, E.IJ,A, e
U.R.S.S.
Histria Gerat - 463
Cincias Humanas e suas Tecnologias
Bloco . Questes de Vestibulares
159. (FATEC-SP) A partir dei 890 se iniciou a apro ximao da Frana com a Rssia e, logo em se guida, de ambas as naes com a Inglaterra. Da poltica de fazer frente  diplomacia alem surgiu:
a) a Liga das Naes.
b) a Liga da Neutralidade Armada.
c) a Trplice Aliana.
d) a Santa Aliana.
e) aTrplice Entente.
160. (FUVEST) O perodo entre as duas guerras mundiais (1919-1939) foi marcado por:
a) crise do capitalismo, do liberalismo e da demo cracia e polarizao ideolgica entre fascismo e co munismo.
b) sucesso do capitalismo, do liberalismo e da de mocracia e coexistncia fraterna entre fascismo e comunismo.
c) estagnao das economias socialista e capitalista e aliana entre os LUA e a URSS para deter o avano fascista na Europa.
d) prosperidade das economias capitalista e so cialista e aparecimento da guerra fria entre os LUA eaU
e) coexistncia pacifica entre os blocos americano e sovitico esurgimento do capitalismo monopolista.
161. (UME-SP) Com a morte de Lnin em 1924, a luta pelo poder na Rssia culminou com a vit ria de:
a) Trtski, que apoiava a revoluo mundial, ou seja, a destruio do capitalismo nos demais paises. b) Kolichak, lider dos russos brancos, que pretendia o retorno do capitalismo.
c) Stalin, que pretendia concentrar-se na implanta o do socialismo na Rssia e na posterior expan so do movimento para a Europa.
d) Kerenski, que defendia a continuidade da partici pao russa na PrimeiraGuerra Mundial.
162. (UFSCAR-SP) AI de dezerntaro de 1941, a Se gunda Guerra Mundial toma nova feio, qeando:
a) os russos, aps tonga resistncia, vencem o cerco de Stalingrado;
b) os Estados Unidos abandonam a neutralidade passam a combater a Alemanha;
o) os japoneses atacam a base americana Pearl Harbor;
d) os alemes atravessam a Linha Maginot e co quistam a Frana;
e) os norte-americanos invadem o Sul da ltli na Sicilia;
163. (UFRGS-RS) A expanso totalitria do nazi mo, na primeira fase da Segunda Guerra Mu dial, teve incio ai' de setembro de 1939 com invaso da:
a) Polnia,	d) Frana.
b) Dinamarca,	e) Tchecoslovquia
c) Holanda, 154. (CESCEM-SP) A Primeira Guerra Mundi
(1914-1918), depois de vrias fases de oper es militares, apresentou uma fase de guer submarina, iniciada em i9i cuja princip conseqncia imediata foi:
a) o abandono do principio da neutralidade pe Sua, Holanda e Espanha;
b) a entrada dos Estados Unidos da Amrica do Nor no conflito europeu;
c) a derrota da armada dos imprios centrais i batalha naval de Jutlndia;
d) o afastamento dos russos do conflito, aps assinatura do Tratado de Brest-Litovsk;
e) a vitria das foras militares alems na batalha Tanrienberg.
165. (FOV-SP) A brusca mudana de orientai que significou a implantao dos p lani qinqenais soviticos em relao  orientai de Nova Poltica Econmica (NEP) est ligada:
a) ao triunfo dos boicheviques na sua luta interi contra os mujiques;
b)  ascenso de Stalin e  adoo da poltica "socialismo em um s pas";
o) ao incio dos pogromg
d) adoo do internacionalismo comunista con doutrina oficial aps a deposo de Lnin; e)  subida ao poder de Trotsky.
464 - Histria Gerat
 .:.

166. (FGV-SP) A expresso Newea!nomeia, na histria dos EVA:
a) poltica de recuperao econmica aps a crise de 1929, expandindo a interveno do Estado na economia;
b) plano de desenvolvimento econmico sob o governo Truman, inclinado  expanso de dispn dios estatais em bem-estar social;
c) plano de recuperao adotado aps a crise que se seguiu  Guerra da Coria;
d) poltica de recuperao econmica aps a cri se de 1929, retraindo a interveno do Estado na economia;
e) plano de distribuio de renda por intermdio da tributao macia de lucros e renda da propriedade, sob o governo L. B. Johnson.
167. (UNIMEP-SP)
Tudo para o Estado, nada contra o Estado, ningum lora do Estado (,..)
O Estado (3 deve ser o zeloso guardio, o defensor
e o propagador da tradio nacional, do sentimento
nacional, da vontade nacional" (Benito Mussolini)
O principio Ideolgico bsico dos regimes po lticos surgidos na Itlia e na Alemanha, no perodo entre as guerras mundiais, linha por fundamento:
a) a recusa dos principios anti-racionais de exaltao da fora fisica e da viotncia;
b) o apoio potitico tanto ao internacionalismo prole trio quanto ao internacionalismo financeiro;
e) a crena no principio de que a liberdade indivi dual  o lim principal da sociedade industrial- tecnolgica;
d) a alirmao do nacionalismo e negao dos valo res da democracia parlamentar e do Estado liberal;
e) O respeito  existncia de dilerentes correntes de pensamento, expressa na participao de numero sos partidos na ctnduo dos problemas nacionais,
168. (LISF-SP)
'Somente atravs da propaganda perfeita
Podem-se convencer milhes de pessoas
De que o crescimento do exrcito constitui obra de paz
Que cada novo tanque  uma pomba da paz
E cada novo regimento, uma prova de amor  paz,"
Cincias Humanas e suas Tecnologias
Trata-se de uma obra do poeta alemo Bertold Brecht, criticando os regimes totalitrios, como o Nazismo e o Fascismo, que tiveram coma ca ractersticas
a) pluripartidarismo, coletivismo e cooperativismo;
b) nacionalismo extremado, racismo, expansionismo
e militarismo
c) liberalismo, individualismo e racionalismo;
d) igualitarismo,traternidade e solidariedade;
e) pacifismo, marxismo e democracia, 169. (FABRAI-MO) Em 4 de maro de 1933, Franklin Delano Roosevett assume a presidncia dos EUA, no auge da crise econmico-social; o desemprego atingia mais de um quarto da popu lao ativa. - -
O novo presidente, noseu discurso de posse, diz:
"O pas pede ao, e ao imediata ( Precisa mos agir, e agir com rapidez" -
A soluo encontrada  designada por:
a) NewDea!- (NovoAcordo)-Nova politica gover namental destinada a revitalizar e preservar o sistema capitalista;
b) NEP - (Nova Poltica Econmica) -Um misto de princpios socialistas e capitalistas, que reserva ao Estado o direito de propriedade sobre os meios de produo;
c) B/gStick-(Politicado Grande Porrete)-Desen volvida pelo presidente, com o direito de interven o na Amrica Latina;
d) Politica de Portas Abertas, na qual reivindicava a liberdade de comrcio para todas as naes;
e) Fair a!- (Tratamento Justo) - Poltica de esta bilizao dos preos agrcolas com subsidios aos produtos rurais,
170. (FUVEST) Unia das principais conseqnci as do imperialismo colonialista europeu do s culo XIX
a) dinamizao da estrutura industrial nas colnias,
ti) migrao das populaes coloniais para a Europa, c) rompimento do equilbrio europeu conduzindo  Primeira Guerra Mundial,
d) organizao da economia colonial segundo cri trios estatizantes.
e) concentrao da atividade colonizadora na explo rao de metais preciosos.
Histria Geral - 465
Cincias Humanas e suas Tecnologias
171. (UFGG) Foram caracteristicas do fascismo:	172. (UCSAL-BA) Ao terminar a Segunda Guerra
a) internacionalismo! liberalismo politicoe materia-	Mundial, a Alemanha foi dividida em quatro ao
lismo histrico	nas de ocupao governadas pelos pases:
b) internacionalismo, liberalismo polilico e liberda-	a) Canad! Inglaterra! Unio Sovitica e Frana.
de total do capital e do trabalho.	b) Inglaterra, Frana. Estadcs Unidos e Unio So
vitica.
c) totalitarismo! nacionalismo e militarismo,	o) Holanda. Estados Unidos. Unio Sovitica e 1
d) nacionalismo, materialismo histrico e totalita-	glaterra.
rtsmo.	d) Frana, Inglaterra, Estados Unidose Noruega.
Cincias Humanas e suas Tecnologias
Bloco 4
e O Mundo no Ps-guerra
Ficha i A Criao da 01W
A ONIJ (Organizao das Naes Unidas)
Em abril de 1945, lormalizou-se a Conferncia de So Francisco, que criou a Carta das Naes Unidas, mas aluno da ONU s foi referendada pela assem blia geral em 24/10/1945, inclusive com a parlici pao do Brasil, considerado, por isso, membro fundador",
Seus objetivos bsicos podem ser assim resumidos:
manlera paz e asegurana internacional; desenvol ver relaes de amizade e a cooperao para resol ver os problemas internacionais.
Aorganizao  composla por seis rgos principais, que so: Conselho de Segurana, Conselho Econ mico e Social. Conselho de Tutela, Secretariado, Corte Internacional de Justia e Assemblia Geral.
Htambm as instituies especializadas do Conse lho Econmico e Social, que so as seguinles, se' guidas da cidade onde se localiza sua sede:
 OMS-Organizao Mundial de Sade-Genebra.
 O - Organizao Internacional do Trabalho- Ge
nebra
 ONUID- Organizao das Naes para o Desen volvimento Industrial - Genebra.
 CAl Acordo Geral sobre Tarifas e Comrcio - Genebra,
 UNESCO - Organizao das Naes Unidas para a
Educao, Cinciae Cultura- Paris.
 CDH - Comisso dos Direitos Humanos - Genebra.
 FAO - Organizao para a Alimentao e Agricul
lura- floma.
 AIE-Agncia Internacional de EnergiaAtmica-
Viena.
 CEPAL-Comisso Econmica das Naes Uni-
das para aAmrica Latina - Santiago.
 UNICEF- Fundo Mundial de Assistncia  lntncia
-Paris.
licita 2 A Guerra Fria: O Confronto Leste-Oeste
Com o tinal da Segunda Guerra Mundial, o mundo ficou dividido em dois blocos antagnicos:
 Bloco Capitalista - liderado pelos EVA, j que a Europa ticou arrasada,
 Bloco Socialista-liderado pela URSS.
O Plano Marshall
Com o otjetivo de conter a expanso socialista na Europa, os EVA criaram o Plano Marshall em 1947.
Permeio desse plano, os paises capitalistas do oeste receberam ajuda econmica, o que possibilitou a sua estabilidade pol econmica e social.
Os resultados favorveis do Plano Marshall permiti ram a criao de vrias organizaes econmicas, tais como:
 BENELUX: Unio Econmica entre a Blgica, Holanda e Luxemburgo.
 CECA: Comunidade Europia do Carvo e Ao; em que a Alemanha Ocidental, a Frana e a Itlia se juntaram ao Benelux.
 MCE: Mercado Comum Europeu, que evoluiu para a CEE (Comunidade Econmica Europia).
O Plano Monet
Visou reconstruir a Europa. Os Estados Unidos inten sficaram aexpotlao de seus produtos para a Europa.
O Bloco Sociajista
O bloco socialistatioou sob a rbita da URSS, que se tornou poderosa a partir da expulso dos exrcitos alemes do Leste Europeu.
Histria Geral - 467
Cincias Humanas e suas Tecnologias
Nessa regto, a 0H55 implantou as democracias	 o enfraquecimento das potncias europiasap:
populares	o fim da guerra, tornando insustentvel a manuten
A recuperao econmica da URSS, a partir do 4	ao das colnias;
Plano qinqenal, levou o desenvolvimento s re -. a interferncia dos EVA e da 0H55 a favor d,
pblicas populares da Eurtpa Oriental por meio	descolonizao, com o objetivo de lazer com qu
doCOMECON (Conselho deAssislncia Econmi-	essas naes ficassem sob suainfluncia.
ca Mtua).
A partir dessa organizao, esses pases ficaram	A Descolonizao da frica
completamente dependentes do despotismo
stalinista.	A frica foi o continente que mais sofreu nfluncL
europia com o ne0 europeu. uase lo
As Alianas Militares	das as suas regies estavam nas mos doseuropeus
Os primeiros pases que conquistaram sua indepen
No plano poltico-militar surgiram duas novas alian-	dncia foram a L (1951), o Sudo (1956), o Mar
as, visando defender a unidade dos respectivos	rocos (1956), Gana (1957) e Guin (1958).
blocos, liderados de um lado pelo EVA e de outro	Em 1955, realizou-se na Indonsia a Coaternei
pelaURSS:	Alio-Asitica de Bandung, importante acontec
OTAN (Organizao do Tratado do Atlntico Nor-	mento que reuniu 29 pases e rejeitou a diviso d
te): composta pela Europa capitalista mais EVA e	mundo em dois blocos (capitalista/socialista), adc
Canad.	tando uma poltica de no-alinhamento s superpr
Pacto de Varsvia: composto pelos pases do Les-	tencias. Aps a Conferncia de Bandung, o pr
te Europeu-	cesso de descolonizao acelerou-se e, at 198'
quase todos os pases africanos se tornaram ind
Ao longo da Guerra Fria, havia o risco iminente de	pendentes.
uma Terceira Guerra e um possvel holocausto
nuclear.	Em algumas regies de colonizao inglesa, o pr.
cesso de independncia foi marcado por uma ru
Com a ascenso de Gorbalchov ao poder; na 0555,	fura pacifica. Entre esses casos podemos citaros
comearam as negociaes para o desarmamen'	Gana, Nigria, Serra Leoa e Gmbia, A independnt
lo nuclear,	do Qunia, entretanlo, foi marcada por srios coni
O Pacto de Varsvia foi desteilo e o Leste Europeu	tos entre negros e brancos, que no queriam perd
passou a respirar os ares da liberdade,	suas terras produtivas.
A queda do muro de Berlim, em 1969-90, simboli-	Nas regies de colonizao francesa houve inn'
zou os novos tempos.	ros conflitos. A independncia mais marcante te
da Arglia, que se iniciou em 1954 com a funda
da FNL - Frente de Libertao Nacional- e
A Descolonizao Atro-Asitica	tinha o apoio do bloco socialista. As lutas esten
Em meados da Segunda Guerra, j se observava na	ram-se at 1962, quando os franceses finalmei
frica e na sia um crescente desejo pelo fim da co-	reconheceram a independncia da Arglia, As gu
Ionizao promovida por algumas potncias euro-	ras entre Frana e Arglia levaram  marte mais
pias. Esse sentimento comeou a se concretizar a	25,000 soldados franceses e milhares de argelin
partir de 1945.	As ltimas regies da frica a conquistarem a
Algunslatoresforam comuns, tanto paraa indepen- dependnciaforam aquelas pertencentes a Por
dncia asitica como para a africana, tais como:	gal, A colonizao portuguesa encerrou-se 1
causa do fim da ditadura de Marcelo Caetano,
o engajamento de grande parte das populaes	cessar de Salazar, em 1974 (Revoluo dos C
desses pases em grupos (alguns extremamente	vos). A partirdai, Guin-Bissau, Gabo Verde,
pacifistas, outros extremamenle violentos) que exi-	Tom e Principe, Moambique e Angola conqi
giam o fim da colonizao;	taram sua independncia.
458  histria Geral
A conquista da independncia no continente africa no no significou, no entanto, o desenvotvimento econmico e industriat e o fim da misria nesse con tinente. A dependncia econmica permaneceu - e continua at hoje.
Aindependncia tambm no significou, para boa parte destes paises, o advento da democracia e da liberdade. A frica do Sut entrou na dcada de 90 sustentando o regime do Apartheid, ou seja, os negros (80% da populao) no tinham os mes mosdireitos que os brancos (20%). A situao sut atricana comeou a mudar em 1994 com a eleio de Nelson Mandela, grande ativista, para a presi dncia da Repblica.
A Descolonizao da sia
A descotonizao asitica foi marcada, na maioria dos casos, por inmeros conftitos e peta interven o das superpotncias.
A Independncia da ndia
Entre os diversos movimentos de tibertao, os in dianos merecem ateno especial pela sua singular luta contra o dom ingls.
Desde meados da dcadade 20, Mohandas 1<, Gandhi propunha aos indianos que enfrentassem os ingle ses por meio da resistncia pacifica e da no-violn cia, Extremamente coerente em suas idias, Gandhi conseguiu apoio em massa da populao, unindo, inclusive, hindus e muulmanos. Gandhi comandou marchas e greves, e pregava a desobedincia civil, ou seja, no comprar produtos ingleses, principal mente tecidos.
o movimento durou vrios anos e a conquista da independncia veio somente aps a Segunda Guerra, em 1947. No entanto, a independncia no ocorreu da maneira proposta por Gandhi, pois os muulmanos queriam formar um Estado indepen dente. Formaram-se, ento, a Repblica da tndia, para os hindus, e a Repblica do Paquisto, para os muulmanos.
Gandhi foi assassinado,em 1948 e as disputas poti ticas no cessaram na India, ocorrendo ainda hoie,
A Guerra da Coria (1950-1953)
Invadida pelo Japo em 1910, a Coria s conquis tou sua independncia aps a rendio aponesa,
Cincias Humanas e suas Tecnologias
em 1945. A Coria foi ocupada, nesse ano, pelos EUAe pela URSS, que se comprometeram a respeitar sua soberania.
Trs anos depois, a Coriatoi dividida. O Norte ficou sob influncia sovitica e o Sul sob influncia nor te-americana, Essa diviso foi mantida at as elei es gerais.
Em 1950. entretanto, diversas hostitidades e desen tendimentos fizeram com que o Norte invadisse o Sul, tentando anex-lo. Os sul-coreanos contra-ata caram. A comunista apoiou a Coria do Norte.
Em 27 de setembro de 1953, as negociaes de paz toramtormatizadas e delimitou-se afronteira que criou a Coria do Norte e a Coria do Sul.
A Guerra do Vietn
o Vietn, desde o sculo XIX, era uma colnia france sa ao sul da China, que conquistou sua indepen dncia em 1954, por meio de intensos combates, principalmente aps a Segunda Guerra. O grande mentordaindependnciadoVietnfoi Ho Chi Minh, que tambm liderou os revolucionrios contra os americanos, anos depois, Aps a independncia em 1954, formaram-se dois governos no pais:
 Ao norte, a Repblica Democrtica do Vietn, com capital em Hani e comandada por Ho Chi Minh, O governo do norte pretendia instalar o socialismo, com o apoio da China e da IJRSS. Houve vendas de armamentos russos para Hanoi, ameaando a paz mundial,
 Ao sut, o Vietn do Sul, com capital em Saigon e sob o comando de Ngo Dinh Diem, que tinha o apoio dos EUA,
Segundo o acordo leito em Genebra, em 1956 deve riam ser realizadas eleies que visavam  unificao do pais. Todavia, o governo do Sul no permitiu a realizao das eleies, iniciando um perlodo de hostilidades entre as duas regies.
Em 1960, foi fundada a FLN (Frente de Libertao Na' cionat), que se opunha ao governo de Saigon e tinha o apoio do Vietn do Norte e do bloco socialista.
Visando manter sua influncia na regio, os EUA resolveram intervir militarmente em 1963, inician do uma sangrenta guerra, Os norte-americanos con seguiram controlar a situao no Sul e investiram contra o Vietn do Norte, o que logo demonstrou
Histria Coral - 469
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Cincias Humanas e suas Tecnologias
ser um terrvel equivoco. As tropas americanas, mico  base de fsforo, que era capaz de devasta com cerca de 500 mil soldados, viveram um ver- florestas inteiras em segundos; quando alingiapes dadei ro pesadelo nas florestas tropicais soas provocavaterriveis queimaduras. vietnamitas. A participao de mulheres e crianas Apesar da morte de 2 milhes de vielnamitas, os ncr foi fundamental, pois os soldados norte-america- te-americanos noconseguiram sufocaro movimen nos no conseguiam distinguir quem era solda- to e, em 1973, foi firmado um acordo em Paris qui do e quem no era, previa a retirada das tropas americanas. Em 1975, a:
Numa tentativa de acabar com o conflito, os america- tropas sul-vietnamitas se renderam e os comunista:
nos utilizaram bombas de napalm, um produto qui- assumiram o poder, uniticando o pas.
Ficha 3 A Questo rabe-Israelense
A Criao do Estado de Israel	A Guerra dos Seis Dias (1967)
Aidiade restaurarumestadojudeuganhoutorasem	Nova guerra irrompeu, no diaS de junho de 1967
meados do sculo XIX, sobretudo entre osiudeus rus-	entre ara es eu eus. s oras israe enses, i e
sos,vitimas denumerosas medidasdiscriminatrias,	radas pelo general Rabin, deslocando-se segun
Subvencionados porsociedadesjudias, mirnaresemi-	do esquema traado pelo Ministro da Deles,
gramm paraa Palestina. Em 1914 j somavam i mil,	os e ayan, ocuparampa e a or rua e ert
espalhados por colnias agrcolas. o nmero cres-	salm e todo territorio ocidental do Jordao. Nasse
cente de judeus, a oposio deles  ocupao inglesa	en ou renunciar.
e oschoquescomosrabesoriginriosdaregiOflZe-	A Guerra do Yom Kippur ou
ramo problema ser levado  ONU, que em 1947, deci-	-
diupe	Ramada (1973)
Outra guerra entre rabes e judeus explodiu no dia
CQntl	de outubro de 1973. Lutaram nas colinas de Cola
e no deserto do Sinai, No dia lide novembro, A Guerra da Independncia (1948) tenda do quilmetro 101, na estrada Cairo-Sue.
-	,	Israel e Egito assinaram um plano de paz. Porm,
No dia seguinte  criao do Estado de Israel, mi-	escaramuas continuaram em 1974.
dou-se a primeira guerra entre arabes eludeus. Os
rabes foram repelidos.	Em 1979, Israel assinou acordo de paz com o Egiti
depois dos esforos do presidente Jimmy Carter
A Guerra do Sinai (1956)	dos presidentes que o sucederam. Em 1994, rabi
Proibidos de usar o Canal de Suez por Nasser, pre	e israelenses parecem ter encontrado finalmente
sidente do Egito, os israelenses ocuparam o Sinai.	caminho da paz, que prev a progressiva retirac
Nalula,destacou-seMoslle Dayan.AONU, paraasse-	dos israelenses de territrios ocupados, o relorr
gurar a paz, interveio, deslocando suas foras, for-	dos patestinos aos mesmos e outras medidas.
madas inctusive por brasileiros,  faixa de Gaza e ao	O sonho da criao do Estado Nacional Palestir
deserto do Sinai.	est prestes de se concretizar.
Ficha 4' America Latina e a Queda do Mundo Socialista
Amrica Latina	econmica dos palses hegemnicos mundiais (pi
meiro a Inglaterra e depois os Estados Unidos). A independncia politica dos paises da Amrica Lati- Essa situao se perpetuou por meio dos scuti na no signiticou na prtica o fim da denominao XIX e XX, o que contribuiu para que esses pasi
470  Histria Coral
continuem enfrentando srias diticuldades econ micas e problemas sociais.
A partir de 1950, crescem nesses paises movimen tos populares contra as injustias sociais e contra o imperialismo americano. Surgem, em contra-parti da e com apoio dos Estados Unidos, as ditaduras militares, com o otjelivo de conter esses movimen tos e manter a estabilidade.
Dentre as diversas ditaduras destacaram-se as do Chi le, Paraguai. Panam, Argentina e Brasil.
A Revoluo Cubana
Aps sua independncia'em 1698. Cuba tornou se um pas controlado petos Estados Unidos. Sua economia era baseada unicamente na exportao de acar.
Um golpe militar, tpico dos paises latino-america nos, levou ao poder Fulgncio Batista.
A populao, que vivia em sua maioria em estado absoluto de misria, apoiou o movimento de oposi o liderado porFidel Castro e que deps o ditador Fulgncio.
Em 1960, Cuba se tornava uru estado socialista e se aproximava da URSS.
A reao norte-americana toi imediata: um violen to bloqueio econmico e umatrustrada interven o militar.
Cuba se mantm no final do sculo XX como uma das poucas naes socialistas do mundo.
A Crise da URSS
Em meados da dcada de 70, a URSS, que vivia sob um regime autoritrio e burocrtico, comeou avi ver uma grande crise econmica. Sua produo agri cola e industrial caiu sensivelmente. Essa situao se manteve critica at 1985, quando Mikhail Gorbachev assumiu o poder.
Em seu governo, Gorbachev implantou um plano de reformas que visava recuperar a UHSS. Essas refor mas ficaram conhecidas como Peresb'oika(abertu ra) e Glasnost (transparncia).
Aps dcadas de uma economia totalmente estatal, foi autorizada a existncia de pequenas empresas particulares. Houve tambm uma decrescente parti cipao do Estado na economia e as principais de-
Ciucias Iluimacas e suas Tecuologias
cises passaram a ser descentralizadas. Tentava-se democratizaro pais.
o intenso andamento das reformas desgostou a ala conservadora do Partido Comunista, que desejava o fim das mudanas. Em agosto de 1991,os conser vadores aplicaram um golpe de Estado, tentando atastarGorbachevdo poder.
A reao da populao veio de imediato. Liderados por Bons Yeltsin, diversos grupos pediram a ime diata volta de Gorbachev ao poder, o que realmente aconteceu. No entanto, as diversas repblicas que fazia parte da URSS reivindicavam sua indepen dncia e Gorbachev no pde controlar esses movi mentos, apesar de saber que vrios desses paises no teriam condies de sobreviver como Estados independentes. Mesmo assim, dissolveu-se a Unio Sovitica, em 21/12/91.
UnifiCao da Alemanha e o Leste Europeu
A antiga URSS era o principal pas do bloco comu nistae grande parte dos acontecimentos que ocor riam f tinham grande repercusso sobre os ou tros pases.
A crise econmica que atetou a URSS, em meados da dcada de 70, refletiu-se sobre diversas regies do leste europeu. Dentro desse contexto, vrios paises lutaram pelo um da submisso  Unio Sovitica e por melhores condies de vida.
Um dos primeiros movimentos a contestar o au toritarismo comunista foi o do sindicato Solida riedade, na Polnia, sob o comando de Lecti Walesa. Em 1989, eclodiram movimentos em to dos os pases que taziam parte da chamada "Cor tina de Ferro"
o primeiro pais a se manitestarfol a Polnia. Logo em seguida vieram a Hungria, a Tchecoslovquia, a Bulgria, a Romnia, a lugoslviae aNemanha Oriental.
AAlemanha, aps a Segunda Guerra, foi dividida em duas partes, uma comunista e outra capitalista, o mesmo acontecendo com Berlim, dividida por um muro. Em 1989, realizaram-se diversos movimen tos pelo fim do autoritarismo e da diviso das duas Alemanhas. Em 9 de novembro de 1989, aconteceu a derrubada do Muro de Berlim, que na realidade simbolizava a diviso do mundo em capitalista e
Histria Ceraa - 471
'1
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Cincias Humanas e suas Tecnologias
socialista. Em maio de 1990, iniciaram-se os pro cessos de unificao econmica e monetria e, em 3 de outubro do mesmo ano, oficializava-se a unifica o das duas Alemanhas.
A Revoluo Chinesa (1949)
Essa revoluo determinou a ampliao do mundo socialista e a quebra do monoplio sovitico sobre os paises socialistas.
Os comunistas, liderados por MaoTs-tung, re beram auxlio da URSS duranle a guerra civil inter enquanto os nacionalistas (capitalistas), lidera por Chiang-Kai-Chet, receberam a)uda dos EIJP Contando com o apoio da massa camponesa es mentes da massa urbana, MaoTstung conseg expulsar os inimigos. Vencidos, os capitalistas rettraram para a Ilha de Formosa (Taiwan). onde 1 daram a China Nacionalista.
Cincias Humanas e suas Tecnologias
Bloco e Questes de Vestibulares
173. (PUC-SP) A organizao das Naes Unidas	barraraexpansa dosociahsmo, pondo adescoberto
estabelecida em outubro de 1945 em So Eran-	rivalidades antigas entre dois sistemas antagnicos.
cisco, com o apoio do Brasil e da maioria dos	b) umalase deexpanso dos regimessooiahstasque,
pases do mundo, tem como um de seus objeti-	sob a hegemonia da URSS e da China, ampliaram
vos bsicos:	suas bases no continente europeu, avanado sobre
a) o desenvolvimento de modelos econmicos a	reas que outrora se localizavam na esfera de in
serem aplicados nas novas colnias africanas e	fluncia do capitalismo.
asiticas,	c) um periodo de articulaes das relaes interna
b) a resoluo de disputas jurdicas internacionais,	cionais, a partir das iniciativas norte-americanas no
por meio da Corte de Haia.	sentido de solar-se da Europa lace s freqentes
ameaas de ecloso de movimentos revolucion
c) a cooperao internacional para solucionar pro
blemas mundiais de ordem econmica, social, cul-	rios em alguns pases deste continente,
tural e humana.	d) um momento de acirrada disputa entre norte-
americanos e soviticos pelo controle do monop
d) afiscalizao interna dos pases membros quanto	Fo nuclear, considerado como o mais importante
ao cumprimento dos Direitos Humanos Universais.	instrumento para imposio de hegemoniasobre as
e) a regulamentao do uso e desenvolvimento de	reas colonizadas.
novos tipos de armamentos,	e) a poca da 'guerra Iria", a subentendida a con
174. (CESGRANRIO) Os acoiltecimentos relacio-	juntura de rivalidades econmicas, polticas e deo
nadas abaixo representam importantes momen-	lgicas que no chegaram a se concretizar em con
tos das relaes internacionais, no perodo pos-	tlito armado, geral ou localizado,
tenor ao trmino da Segunda Guerra Mundial:	175. (FVVEST) O Mercado Comum Europeu tem
05! 03/ - Discurso de Churchill em Fulton	por objetivo especfico:
17/01/1947 - Churchill lana em Londres um	a) manter o controle poltico do continente europeu.
movimento pela unidade europia	b) promover integrao econmica de paises da
12/03/1947 - Lanamento da doutrina Truman	Europa Ocidental.
de ajuda  Grcia e  Turquia	c) organizar a defesa comum dos pases europeus.
05/06/1947 - Lanamento do Plano Marshall	d) controlar o intercmbio comercial entre os pases
05/10/1947 - Criao do Kominform	da Europa Ocidental e Oriental.
10/06/1948 - Bloqueio de Berlim	e) estimular o intercmbio cultural na comunidade
14/07/1949 - Exploso da primeira bomba at-	europia,
mica sovitica
01/10/1 949 - Proclamao da Repblica Popu-	(PUC-SP) A Guerra do Vietn, mais longa e
lar da China	perigosa ameaa  paz mundial depois da Se
gunda Guerra Mundial, teve inicio com:
31/01/1950 - Trumamautorizao planode desen
volvimento da Bomba n	a) o no cumprimento dos acordos de Genebra, que
14/02/1950 - Tratado sino-sovitico	previam eleies gerais em 1956.
25/06/1950 - Incio da guerra na Cordia	b) a deciso francesa de continuar a apoiar a Frente
de Libertao Nacional.
Podemos afirmar que todos eles lufluram 1	c) a entrada das tropas chinesas abaixo do paralelo
agravamento do tenso internactonal, caracte-	17, que dividia o Vietn em dois.
rizando-se o perodo como:	d) o bombardeio de Hano pelos norte-americanos,
a) a poca da "reverso das alianas", a subenten-	para impedir as eleies de 1956.
dido o novo agrupamento das naes a partir das	e) a venda de armamentos soviticos ao governo
iniciativas tomadas pelas potncias capitalistas para	de Hanol.
ilistria Geral - 473
Cincias Humanas a suas Tecnologias
177. (U Identifique as proposies corretas:	cionais, da Europa Ocidental, contra uma P055
1. A criao da ONU foi uma das conseqncias da	invaso sovitica;
Primeira Guerra Mundial.	b) se tratava de uma organizao paralins de coe
2. Lnin leio consolidador e mantenedor da revolu-	rao econmica entre os pases do Norte da Eurc
c bolchevista na Rssia durante a dcada de 30.	e) lei criada coro o cb de intimidar a URS
3. A Primeira Guerra Mundial atrasou o desenvolvi-	tinha no poderio britnico, nico detentor de arr
tento industrial dos Estados Unidos daAmrica.	nucleares, sua principal fora;
4.0 Plano Marshall dos ingleses permitiu a recons-	d) linha sua sede em Paris, onde um comit mil
truo da Europa aps a Segunda Guerra Mundial,	dirigia seus vrios rgos;
Assinale:	e) estimulava a realizao de aes militares in
a) se todas forem corretas.	pendentes entre os pases da Europa Ocidental.
b) se apenas 1 e 2fcrem corretas.	181. (FGVSP) A independncia da ndia do do
e) se apenas 2 e 4 forem corretas	 britnico deveu-se, em grande parte,  li
rana de (Mahatma) Mahandask. Gandhi. Em
d) se todaslorem incorretas,	lula pela independncia, algo que lhe valeu
118. (UFRGS-RS) A guerra de 1939 a 1945 trouxe guns anos de cadeia, Gandhi preconizava:
algumas conseqncias mundiais, destacando- a) a guerrilha urbana;
se, entre outras:
b) a guerrilha camponesa;
a) o torlalecimento polilico e econmico dos gran
des imprios coloniais na sia e na lrica;	e) a resistnciapacltica
b) a derrocadadahegemoniaeuropia, com aemer-	d) aqueima das plantaes britnicas;
gncia de duas superpotncias: Estados Unidos e	e) a greve geral.
Unio Sovitica;
162. (UFGO) Com a ocupao de Saigon pi
c) a maior impcrtnciadaEuropa ocidental no equi-	vietcongs, foi encerrada a luta de liberta!
lbrio de toras da polrffca internacional;	empreendida pelos vietnamilas durante cf
d) a emergncia das pases do Terceiro Mundo, com	te trinta anos- A unificao do Vletn implii
asuperaodastensesintemadonaisatmvsdaONU;	a) integrao do Vietn ao mundo capitalista;
e) a autonomia dos palses rabes, no Norte da trica,	b) adoo da politica de no-alinhamento;
em decorrncia dos principies estabelecidos na
Conferncia de Argel.	e) integrao do Vietn ao mundo socialista;
119. (UNESP) Como conseqncia da Segunda	d) adoo do neutralismo,
Guerra Mundial, deu-se o despontarhegemnico	e) afirmao da influncia norte-americana nc
da Rssia e dos Estados Unidos em detrimento	deste Asitico.
da Europa.	163. (FUVEST) Aps a Segunda Guerra M
No sentido de promover a reconstruo da Euro-	os Estados Unidos da Amrica organizaram o
pa, os Estados Unidos Intensificaram as ex-	no Marshall para a Europa objetivando:
porlaes de seus produtos para aquela rea-	a) recuperar economicamente os paises devast
A essa politica deu-se o nome de:	pela guerra;
a) Plano Monnet. d) Plano Dawes.	b) construirumasrie de bases militares parail
b) Plano Marshall. e) n.d.a.	dir um ataque sovitico;
e) Plano voung.	c) reunilicaro Estado alemo;
d) promover a reorganizao cultural europi.
180. (FATEC-SP) Sobre a Organizao do Tratado
do Atlntico Norte (OTAN), surgida em abril de e) incrementar o comrcio entre os paises ru 1949, pode-se atirmar que: pobres.
a) se tratava de um novo tipo de aliana militar, 184. (FAAP-SP) O Plano Marshall consistiu baseada na unificao de vrios exrcitos na- projeto de reconstruo da Europa apreser
474 - Histria Geral
pelo General George Marshall, em junho de 1947. Certamente a Sua causa no :
a) o interesse que os Estados Unidos tinham em for talecer a ordem capitalista na Europa Ocidental e, as sim, impedir a expanso do socialismo no continente;
b) a necessidade que a Europa tinha de reunir recur sos para enfrentar o seu principal credor, os EUA, que lhe lorneceu de alimentos a materiais blicos durante a Segunda Guerra Mundial;
r) a necessidade de se reconslruirem as cidades e de recuperarem a indstria e a agropecuria europias, devasladas durante a Segunda Grande Guerra;
d) o temor trazido pela criao do Mercado Comum Europeu (MCE);
e) o deslocamento do conlrole monopolisla do ca pitalismo no sculo XX da Europa para os EUAe sua crescente influncia sobre os paises europeus, enfraquecidos pelo declinio de seu poderio econ mico e pelo processo de dscotonizao.
185. (PUC-SP)
inspirado por razes humanilriase pelavonla de de defender uma certa concepo de vida ameaada pelo comunismo, constilui lambm o meio mais eficaz de alargar e consolidar a inllun cia norte-americana no mundo, um dos maiores instrumentos de sua expanso (.. - tem por conse qncia imediata consolidar os dois blocos e aprotundar o abismo que separava o mundo co munista e o Ocidente,.'
as partes esto de acordo em que um ataque ar mado contra uma ou mais delas na Europa ou na Amrica do Norte deve ser considerado uma agres so contratodas, e, conseqentemente, concordam que, se tal agresso ocorrer; cada uma delas (..) au xiliar a parte ou as partes assim agredidas..."
Os textos identificam, respectivamente:
a) a Doutrina Monroe e a Organizao das Naes Unidas (ONU);
b) o Plano Marshall e a Organizao do Tratado do Allntico Norte (OTAN):
c) o Pacto de Varsvia e a Comunidade Econmica Europa (CEE);
d) o Pacto do Rio de Janeiro e o Conselho de Assis tncia Econmica Mtua (COMECON);
e) aConferncia do Cairo e a Organizao dos Esta dos Americanos.
Cincias Humanas e suas Tecnologias
185. (UFU-MG) Como consequncia da Segunda Guerra Mundial, assinale q cal afirmativa no  verdadeira:
a) A Europa perdeu a hegemonia econmica e po ltica, ascendendo os Estados Unidos e a Unio So vitica,
b) Os Estados Unidos implementaram o Plano Marshal destinado a auxiliar a economia do bloco socialista.
c) Foi criada a ONU, como objetivo de substituira Sociedade das Naes na tarefa de preservar a paz mundial,
d) A Guerra Fria viabilizou a consolidao da diviso da Alemanha e o agravamento das tenses entre o bloco capitalista e o socialista.
e) Houve a expanso do socialismo no Leste Euro peu e em Pases do Terceiro Mundo.
187. (UNISANTOS-SP) O Oriente Mdio, considera do uma regio tensa, tem sido palco de guerras e disputas entre diversos grupos e interesses.
Uma das causas desse clima de tenso foi:
a) a instalao do Estado de Israel na regio, em 1946;
b) a desnacionalizao do Canal de Suezpelo Egito, em 195G;
c) a criao da OLP, que congregou israelitas e ju deus de Iodo o mundo;
d) a Revoluo tslmica, no r, que liquidou o poder dos muulmanos xVtas;
e) a ao militar-terrorista dos palestnos contra os rabes muulmanos da regio.
188. (UFIJ-MG) A conferncia de Bandung (Indonsia, 1955) foi importante para o processo de descolonizao da Asia e Africa. Acerca das resolues desse encontro, assinale a alternati' va correta.
a) A manuteno da diviso do mundo em dois blo cos politicos antagnicos.
b) Defesa do no-alinhamento automtico com as
grandes potncias
c) Reafirmao da politicaimperialistados Estados
Unidos.
d) Incentivo ao armamento e  produo de armas nucleares.
e) Criao de urna Assemblia Internacional para de cidir sobre as questes de descolonizao.
Histria Geral . 475
Cincias Humanas e sujas Teciuologias
189. (UFES)
A ebulio poltica e social, aps a Segunda Guerra Mundial, estabeleceu-se tambm nas regies em pro cesso de descolonizao, pois o um da guerra de marcara, na prtica, o fim dos impries coloniais eu ropeus. (V Cludio. (-listria Geral, Ed. Scipione, p. 315.)
Assinale, entre as proposies abaixo, a nica que no se refere  descolonizao alro-asi
tica:
a) Entre 1950-1960, mais de duas dezenas de co lnias conseguiram sua independncia, impulsio nadas pelo nacionalismo, pelo declnio da hege mania europia e pelo apoio de novos interesses emergentes.
b) A Conferncia de Bandung, na Indonsia, er 1955, debateu os problemas do Terceiro Mundo e questo do no-alinhamento, decidindo apoiar anti-colonialismo.
c) Aemancipao politicada maior parte dos pase conseguiu eliminar a condio de misria das pc pulaes locais, lacilitando a integrao das minoriz tnicas e religiosas.
d) A Indochina, dominada pelosiranceses, consegu sua independncia poltica, fragmentando-se em v rios pases, provocando sangrentas lutas arnadas, ni tadamente com a presena norte-americana no e) As colnias portuguesas loram as que mais ta diamente conseguiram sua independncia (ap 1970), principalmente em face da derrubada dor gime ditatorial salazarista.
r
Cincias Humanas e suas Tecnologias
Bloco . Conflitos da Nossa Era
Fic A Guerra Dos Blcs (1999)
Chama-se Blcsa regio geogrtica bastante mon tanhosa localizada no sudeste da Europa. Compre ende a Iugoslvia. Eslovnia, Crocia, Bsnia Nezergvina, Macednia e Albnia, A Grcia, Bulgria, Romnia e a Turquiaeuropia, embora sejam parte da pennsula, no esto diretamente envolvidas nos atuais conflitos de fronteiras e tnicos.
precedentes Histricos
um territrio que desde a Pr-Histriaatraiu po vos vindos de vrias regies do norte e leste da Europa, No sculo V, povos vindos da Asia, como os srvios e os croatas, de origem eslava e outros eslavizados, como os billgaros, de origem trtara, se estabeleceram na regio. As populaes autc tones, como os albaneses, foram expulsas para as montanhas.
Alm das diterenas de origem, convivem nos Bdlcs trs religies: aislmica, a catlica eacat lica ortodoxa.
Durante sculos, as diferenas geradas pelas tradi es culturais e principalmente religiosas mantive ram a regio em constante instabilidade poltica, o que facilitou a invaso turco-otomana no sculo XIV e que durou mais de cinco sculos.
A regio conheceu dois perodos de unidade politi ca: o domnio turco, que terminou em 1912, quan do so formados os Estados nacionais, e o outro, aps a Segunda Guerra Mundial,
sob a liderana de Josip Broz Tito, que instaurou o socialismo na Repblica da Iugoslvia, o pas vive um perodo (1945-1990) de unidade federativa constituda pelas seis repblicas (Srvia, Croca, Bsnia-Hezergvina, Eslovnia, Montenegro e Mace' dnia), alm das duas provncias autnomas de Kosovo eVolvodina, integrantes da Srvia,
Com a morte de Tito, em 1980, foi adotado um sis lema de rotao na presidncia da repblica: cada uma das repblicas ou comunidade autnoma de' tinha o cargo durante um ano, tentando manter a coeso poltica da Iugoslvia.
A Guerra
o sistema de alternncia presidencial mostrou-se in capaz de evitar os movimentos separatislas das re pblicas, gerados pelo aumento de influncia srvia na Iugoslvia, que pretendia criara"Irande Srvia", o que reforava os sentimentos nacionalistas e reacendia antigos antagonismos raciais e religiosos. Em 1991, Eslovnia e Croca declararam indepen dncia, A reao srvia  imediata. Irrompe uma san grenta e atroz guerra civil. Um ano aps, as con atingem a Bsnia-Hezergvina, que tambmprocla ma sua independncia. A violncia da guerra, que inclua aes de Fmpezalnca, faz com que aONU e a Otan intervenham no conflito. Com a presso intema cional, a guerra termina quando os srvios concorda ram em assinar um acordo de paz, em 1995. A paz na Bsnia est alicerada num governo tripartite, com um representante muulmano, um srvio e um croata.
Com a independncia dessas repblicas, a Iugosl via fica reduzida  Srvia e  Macednia. O Kosovo, antes uma comunidade autnoma da Srvia, perde ra essa condio na nova constituio srvia de 1990, fatoque provocou protestosporparte dapo pulao de origem albanesa.
No ano de 1997, com o apoio da Albnia, os koso vares desencadeam aes do Exrcito de Liberta o do Kosovo. Em resposta, o governo central da Iugoslvia envia tropas  regio. So travados vio lentos confrontos, que repetiam os mtodos brba ros de genocdio (limpeza tnica) realizados nos contlitos anteriores e que se arrastam pelos dois anos seguintes. Em 1999, a comunidade internacional prope uma soluo diplomtica para luta, O gover no srvio mostrou-se irredutvel e em 24 de maro desse mesmo ano, toras da OTAN, apoiadas pelos Estados Unidos e pelos pases europeus, iniciam ataques areos a alvos estratgicos na Srvia. Foram empregados nessa misso militar os equipamentos mais modernos e sofisticados. Isso no garantiu a preciso dos ataques que atingiram alvos civis, ma tando e lerindo, deixando um rastro de destruio e desolao, tanto na Srvia como em Kosovo.
Histria Geral 477
1
L
La
Cincias Humanas e suas tecnologias
flcha 2 Guerra da Independncia do Timor Leste
0 Timor Leste corresponde  poro oriental de Timor, ilha do arquiplago da Indonsia, cuja por o oeste, de colonizao holandesa, pertence  Indonsia. Foi descoberta pelos portugueses no ano de 1520.
Com o processo de descolonizao portuguesa (1974), a regio passou por um processo de guer ra civil, opondo dois grupos principais, urn vel sua integrao  Indonsia (Unio Democrti ca de Timor Leste - UDT) e outro que lutava pela independncia do pais, a Fretitin (Frente Revolu cionria do Timor Leste Independente). Em novem bro de 1975, a Fretilin proclamou a independncia, levando a Indonsia a invadir o pais, em 7 de de zembro daquele mesmo ano, ao quefoi reprova da pela ONU. Em julho do ano seguinte, a regio foi ento anexada pela Indonsia, tornando-se a sua 27 provncia. A partir da, a Fretilin iniciou um pro cesso de guerrilhas contra a dominao indonsia, que impunha a religio islmica e a sua lngua (o da contra uma maioria catlica e de lngua portuguesa. Essas guerrilhas foram intensamente combatidas pelo exrcito indonsio, que realizava campanhas de 'cerco e aniquilamento", prolon gando-se de 1977 a 1979.
Em 1987, os tmorenses criaram o Conselho Nacio nal de Resistncia, sob a liderana do lder separats ta Xanana que acabou sendo preso em 1992 e condenado  priso perptua, com pena comutada para vinte anos de priso em maio de 1993.
Em outubro de 1998, Portugal e Indonsia ciaram negociaes sobre a deciso de autor mia do territrio.
Para prfini aos conflitos, em 3Ode agosto de 19 foi realizado um plebiscito, organzado pela ONU, que os prprios tmorenses decidissem sobre a in pendncia do territrio ou a continuidade da domi o da Indonsia. Apesar da represso de grupos ramililares pr-Indonsia, a populao compare em massa s urnas. Em 3 de outubro foi divulgar resultado da votao, no qual 78,4% dos votar optaram pela independncia. Entretanto, esse res do causou reaoviolenta por parte de grupos co a ndependnca, com massacre de timorenses e tos atentados. A situao s foi amenizada com e viu de umafora de pazchefiada pela ONU (a mIe em 20 de setembro, para garantir a segurana e tomada das atividades dos timorenses.
A regio de Timor Leste tem um territrio de 14,1 quilmetros quadrados, com uma popula mais de 840 mil habitantes (segundo estimativ Indonsia, em 1995), possuindo enormes rese de petrleo, mas que ainda no foram inlensam exploradas. De clima equatorial, a sua principal dade econmca  a agricultura, especialmen cultivos de caf, trigo e milho. Alm do portug falado pela maioria dos habitantes com idade a de 40 anos, h idiomas locais, como: tefuin b od!k e baibenrr Entre as principais cidades rir ritrio esto Dili, Maubara, Baukau e Taluala.
Ficha s Conflitos enire ndia e Paquisto
Com a independncia da india, em 1947, lderes mu ulmanos desse pais decidiram criar um estado au tnomo a oeste, que originou o Paquisto. Isso le vou muitos indianos seguidores do hindusmo a desocuparem essa regio-A raiz do conflito entre os dois pases est tambm nesse choque religioso.
Durante o penado da Guerra Fria, a ndia passou a receber apoio dos soviticos e o Paquisto dos EUA. Em 1964, os dois paises entraram em guerra pela disputa do territrio da Caxemira, uma regio mon tanhosa, com cerca de 200.000 km quetica a NE
dos dois territrios. Em 1966, assinaram um; do de paz, dividindo parte do territrio.
Em dezembro de 1971, novamente entrarar confronto, quando a India passou a apoiar se tistas do Paquisto oriental. Os paquistar foram derrotados e foi criado o Estad Bangladesh.
Apesar do acordo anterior, persistem os cor tos no territrio da Caxemira, causados prin mente por muulmanos que buscam a ind dncia da rea ou a sua anexao ao Paquis
478 Histria Geral
flcha4 Conflitos na Chechnia
A Chechnia  uma pequena repblica Localizada no Cucaso. regio montanhosa do sudoeste da Asia, produtora e distribuidora de petrleo. Tem uma rea de 19.300 km' e uma populao de cerca de 1,3 milho de habitantes. Localiza-se prxima ao mar Cspio, tazendo fronteira com a Gergia (50) e o Daguesto (L). A religio predominante  a muul mana e sua capital  a cidade de Grosny.
Guerra na Chechnia
Oficialmente, aChechnia um dos pases que per tencem  Federao Russa.
Com ofini da URSS, aps a renncia de seu presiden te, Mithail Gorbachev. em dezembro de 1991, e a criao da Comunidade dos Estados Independentes (CE a Chechnia iniciou um movimento separatista, declarando independncia naquele mesmo ano.
Em dezembro de 1994, o presidente da ROssia, Bons Yeltsin, ordenou a inlerveno militar na Chechnia, iniciando o conflito armado. Aps um bombardeio macio, os wssos conseguiram vencer a resistncia dos chechenos e tomaram a capital Grozny, pren dendo os separatistas e matando seu principal Lder, Jokar Dudayev. Em agosto de 1996 foi assinado um tratado de cessar-logo entre russos chechenos, concretizado em maio de 1997, quando os presi dentes dos dois pases assinaram um acordo de paz, que ps fim ao con
Entretanto, em agosto de 1999, ocorreram vrios atentados em Moscou e ouoras cidades russas, que, segundo o governo russo, teriam como principais responsveis extremistas muulmanossupostamen te apoiados pelos chechenos. Isso levou a Rssia a iniciar uma ofensiva contra a Chechnia em setem bro daquele ano.
A Guerra contra o Terrorismo Internacional
Um fato inusitado chocou o mundo no dia II de setembro de 2001. Pilotados por terroristas suici das, dois avies colidiram contra o World Trade Centerem Nova um conjunto de doisedificios ttdos como as torres mais altas dos Estados Uni dos, simbolos da riqueza e supremacia da econo mia americana. Minutos mais tarde, um outro avio foi jogado sobre o Pentgono (Washington), onde ficam importantes rgos do governo.
Essa tragdia causou a morte de mais de 2 mil pessoas e mostrou a face de um inimigo antigo, mas que agora se tornara mais perigoso e auda cioso-
O responsvel portramaresses atentados  o milio nrio saudita Osama Bin Laden, principal lder da organizao Ai Oaeda. Procurado pela CIA, vivia no Ateganisto protegido pelas autoridades do regi meTaliban- grupo islmico radical que dominava o pais.
Aps vrios meses de negociao frustrada para que os governantes alegos entregassem Osama Bin Laden, os PUA, apoiados por paises da Unio Euro pia e legitimados por organismos internacionais, invadiram o Afeganisto em 7 de outubro de 2001, que estava com seu territrio e economia castigados por uma guerra civil de mais de duas dcadas.
Embora sem conseguir eliminar os lideres da AI Oaeda, posies Tatiban foram tomadas e reduzidas, forando a fuga de sua cpula. Sob a articulao internacional, uma nova coalizo politica foi forma da a fim de conduzir o arrasado Afeganisto, para dar inicio  recuperao econmica e social, enquan toque foras do exrcito americano e de seus alia dos mantm o controle de reas para impedir o cres cimento de resistncia ao novo govemo.
Algumas mortes de civis e politicos residentes nos Estados Unidos causadas por Anlhrax- um pode roso e falai bacilo produzido em laboratrio -,por meio de carta, fizeram com que autoridades america nas suspeitassem de uma resposta dos terroristas invaso no Afeganisto, sem contudo conseguir provar essa teoria.
Histria Coral - 479
1
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cincias Humanas e suas Tu
Ficha 5 Conflitos da Nossa Era

Cincias Humanas e suas Tecnologias
A Guerra dos Estados Unidos x Iraque
O trauma causado pelos ataques de 11 de setem bro, que revelou a vulnerabilidade dos america nos, fez com que os EUA procurassem seus inimi gos onde quer que eles estivessem. Nolim do ano de 2002, o presidente americano George W. Bush, apoiado incondicionalmente pela Inglaterra, comu nicou ao mundo sua disposio de atacar o fraque,
pais governado pelo ditador Sadan Husseini nos anos 90, prolagonizou com o ex-presidi americano George Bush, pai do atual, uma gu em que se defendia a soberania do territn3 Kwait, pais invadido inicialmente por lo' iraquianas.
o motivo alegado por Bush para esta guerra  de
o estado iraquiano produzia e mantinha em sei
ritrio armas de destruio em massa e o alvo
rencial seriam os Estados Unidos e seus aliad
Bloco . Questes de Vestibulares
a) Ideal srvio de conslruira'Grande Srvia", inde pendente da Tchecoslovquia.
b) Rivalidades tnicas, reUgiosas, histricas, cultu rais e territoriais entre os povos da antiga Iugoslvia.
c) Antiga oposio politica entre srvios e croatas na Romnia.
d) Idias separatistas reforadas pela glasnost e pela perestroka entre os povos das repblicas com ponentes da antiga Unio Sovitica.
e) Dominao estrangeira entre os blgaros da anti ga Iugoslvia.
lei. (IJNIS1NOS-RS)A puiverizaa regio em vrios estados, enquanto a Comiunida de Europla tenta alcanar o "paraso" de uma nova tederao com capital em Bruxelas. Sobre tudo, o conflito iugoslavo permite que os europeus voltem a contemplar os tantasmas do nacionalis mo exacerbado. Podemos apontar como um com plexo multicultural explosivo o que acontece entre a Bsnia4lerzegvina e a Srvia. Entre eles esto:
- Os dios tnicos"
li-A desconfiana religiosa(cristose muulmanos).
III - As ambies de expanso territorial (por parte da Srvia).
Das atirmaes:
a) Somente III est correta,
b) Apenas 1 el esto corretas.
c) Apenas II e III esto corretas.
d) Apenas 1 e III esto corretas.
e) 1,11 e III estocorretas.
192. (UFMS) A constante instabilidade poltica nos Blcsse deve a:
a) questes religiosas
b) sentimentos nacionalistas
c) aumento da intluncia srvia na Iugoslvia, com pretexto de criara Srvia
d) Todas as alternativas esto corretas.
193. Em 30 de agosto de 1999, tni realizado um plebiscito para a deciso da independncia ou no de Timor em relao  indonsia. Assinale a alternativa correta:
a) Com medo de grupos paramilitares, a populao compareceu em minoria nas urnas,
b) 78,4% dos votantes optaram pela independncia,
o) O resultado de Timor Leste tornou-se indepen dente e causou reao violenta por patte de grupos que eram contra.
d) Existem 2 alternativas corretas.
194. Timor Leste tem como caracterstica:
a) Possui enormes reservas de petrleo ainda no totalmente exploradas.
b) A principal economia  a soja,
o) O idioma usado em todas as regies  somente o portugus.
d) Nenhuma das alternativas acima.
195. A Caximira  um territrio de grande disputa entre:
a) Portugal e Timor Leste. b) Rssia e Repblica Chechnia.
o) ndia e Paquisto.
d) Bsnia e Grocia.
Cincias Humanas e suas Tecnologias
190. (UNESP) Desde o Incio do anos noventa, a rea assinalada no mapa tem sido palco de san grenta guerra civil.
Indique a alternativa que exprime as causas des sa guerra e o pais ao qual pertenciam essas por es territoriais.
Hislria Geral  481
Cincn Humanas e suas Tecnologias
196. Em relao  paz na Bsnia, assinale a correta:
a) Teve a liderana de Josip BrazTito.
b) Ocorreu antes da independncia da Crocia.
e) Est baseada num governo triparlite (um muul mano, um srvio e um croata).
d) Foi imediata apsa proclamao de sua indepen
d nc ia.
197. Quais so as trs religies presentes nos
BIc Some os pontos.
1. catlica	8. judaico
5-catlica ortodoxa	lO. islmica
198. Assinale a alternativa correta sobre age ra em Kosovo.
a) Surgiu com o pretexto de criara Grande Srvi b) Coma nova constituio srvia ( PCI condio de comunidade autnoma (Kosovo assim desentadeava ao de libertao.
e) Iniciou com a invaso de Kosovo pela Srvia.
d) Nenhuma das alternativas.
199. " localizada no Cucaso, regio moutanl sa dosudoeste da Asia, como movimento separal ta, iniciou-se um grande conflito at os dias de hoj
a) Paquisto	o) Timor Leste
b) judia	d) Chechnia
((RESPosTAS:
190.b	19i.e
l	198.
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Luiz Antonio Simes Doraci Elias Zanfolin
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Cincias Humanas e suas Tecnologias
Bloco e Espao, Terra, gua e Ar
Ficha I O Universo e a Terra
Astronomia
A Terra  pane do Universo. A Terra se formou h mais ou menos 4,5 bilhes de anos da mesma nuvem interestelar de gs que deu origem ao Sol e atodos os planetas do sistema solar. O Universo  o conjunto de tudo o que existe. Atormao do Universo se deu no big'ba o a, fenmeno ocorrido h IS bilhes de anos. O Universo  infinito,  com posto por bilhes de galxias, asterides, come tas, estrelas, meteoritos, meteoros, meteorides, planetas, satlites, gases, poeirae por nossagal xia- avia Lctea (do latim 'caminho deleite"). A Terra est localizada no sistema solar, que  forma da por planetas, satlites e inmeros corpos ce lestes, inclusive a Lua, nossa nico satlite natu ral, O Sol  uma estrela e todos os planetas gravitam ao seu redor, A Terra  o terceira planeta do siste ma solar, e recebe luz e calor do astra rei - o Sol. Os planetas do sistema solar so: Mercrio, vnus, Terra, Marte, Jpiter, Saturno, Urano, Netuno e Pluto. O menor planeta Plula; a Terra o quinto em tamanho e o maior  Jpiter.
Corpos Celestes
O principais corpos celestes so:
Asterides
Tambm conhecidos como planetides, em geral tm formato irregular e so menores que os planetas.
Cometas
Estrelas
Corpos celestes que tm luz prpria.
Meteorides, Meteoros e Meteoritos
So astros geralmente muito pequenos que esto no espao, girando ao redor do Sol. Ao entrarem na
atmosfera terrestre se desgastam e se aquecem. ca sando o fenmeno luminoso chamado meteoro, nhecido coma estrela cadente. Quando caem i superficie sem se desgaslarerTi completamente 5. chamados de meteoritos.
Planetas
Astros opacas (apenas ret luz estelar) gravitam em torno de uma estrela.
Medidas dos planetas do sistema solar:
Satlites
Corpos celestes que giram em torno de ot maiores.
uma eslrela, A Terra gira em torno do Sol e e 8,18 minutos-luz de distncia deste.
Lua
A Lua  o nico satlite natural daTerra, est loc da a 384.000 cm de ns, e gira ao redor da atraida pela sua tora de gravidade.
t	Dimetro	Distncia do
(em km)	SWmulhtet de Ri
Mercrio	4.878	58
12,104	107
12.756	150
6.794	225
Jpiter	143.760	778
120.416	1420
52.299	2870
49,493	4480
2.168	59
Pequenos corpos celestes que se movimentam ao
redor do Sol, em rbitas elipticas.	Sol
484 Geogralia
Ano-luz
 uma medida astronmica que corresponde a dis tncia percorrida pela luz em um ano. A velocidade da luz  de 300.000 km pdr segundo, ou seja, ela percorre 9,5 trilhes de km em um ano.
A distncia daTerra  Lua! medida em ano-luz!  igual ai .25 segundos-luz. J a distncia da Terra ao cen Ira davia-Uctea  de cerca de 26.000 anos-luz.
Terra
Dados Fsicos
Dimetro equatorial: 12.756km
Dimetro polar: 12.713 km
Clrcunterncia equatorial: 40.076 km
Cirounterncla polar: 40.009 km
Superfcie: 511.186.000 km'
Volume: 1.086.781 000.000 km
Cincias Humanas e suas Tecnologias
Ficha 2 Meios de Orientao
Formas de Orientao
Bstem inmerastormas de oentao. Uma das mais simplestomacomo reternciao movimento aparente do Sol, o sol nasce" sempre de um mesmo lado-a leste
-, no odente, e se esconde" - na poente - a oeste.
Uma das maneiras  esticar o brao direito para o lado onde nasce o Sol; ai teremos o Leste, ou nas cenle. O brao esquerdp indicar, ento, o lado opos to: o Oeste, o poente. Afrente, teremos o Norte, ou setentrio, e s costas, teremos o sul, ou meredio. Esse mesmo processo pode ser aplicado a partir do movimento aparente da Lua, que se dexatamente como o do Sol, isto , a Lua tambm 'anda" de Leste para Oeste, Dai que, se escolhermos esticar o brao direito para o nascer da Lua, teremos o Leste;  es querda, o Oeste; frente, o Nortee s cosias, o Sul. Lembre-se: esses deslocamentos dirios do Sol e da Lua, de Leste para Oeste, so sempre aparentes, pois, na verdade,  a Terra que est girando em torno dela mesma (como um pio).
 comum tambm a orientao por estrelas, princi palmente entre os habitantes do campo, navegado res e pescadores. No hemisfrio Sul, exclusivamen te,  possivel utilizar a constelao do Cruzeiro do Sul paraorientao. No hemisfrio Norte, exclusiva- mente,  possivel utilizar a estrela Polar, tambm de nominada estrela do Norte.
PDntos Cardeais
Norte(N)
Leste(Lo
Continentes
composta por seis continentes:
Continentes
ou
Ant
sia
Amrica
trica
Antrtida
Europa
Oceania
Oceanos
ndico
Pacifico
Allnlico
Ottros mares
km
44.444.038
42.217.063
30,279.096
13. 176. 727
10.396.421
8.942.252
km
73.000.000
180.000.000
105.000.000
3.000.000
Sul(S)
Oeste (DouW)
N
Geografia - 485
;V -: . :
-
Cincias Humanas e suas Tecnologias
Pontos Colaterais
Localizados entre dois pontos cardeais:
Nordeste (NE), Noroeste (NO), Sudeste (SE) e Sudo este (SO ou 5W).
Pontos SubcolateraiS
Localizados entre um ponto cardeal e um ponto cotat e r
Norte Nordeste (NNE) Norte Noroeste (NNO) Leste Nor deste (ENE) Leste Sudeste (ESE) Sul Sudeste (SSE) Sul Sudoeste (SSO) Oeste Sudoeste (050) e Oeste Noroeste (ONO).
A figura que indica todos esses pontos  denomina da rosa-dos-ventts ou rosa-dos-rumos ou ainda rosa-nutica. (Vide ao lado.)
Bssola
Foi inventadapelos chineses no sculo X, e evada  Europa pelos rabes, A bssola um instrumento
So um conjunto de linhas imaginrias, traadas pa ralelamenle ao Equador-os paralelos-e perpendi cularmente - os meridianos. O cruzamento de um paralelo com um meridiano indica a posio exata de um ponto no globo terrestre.
Equador
 a circunferncia imaginriaque atravessa a parte mais larga do planeta, determinando a diviso do globo em dois hemisfrios: Norte (Boreal ou Seten trional) e Sul (Austral ou Meridional).
Equador deriva do latim equales, que significa iguais
Paralelos
So circunferncias imaginrias traadas sobre o globo terrestre paralelamente ao Equador. Pode mos traar muitas paralelos sobre o globo e sua numerao varia de O a 9O no hemisfrio Norte e de O a 90, no hemisfrio Sul.
Meridianas
So linhas imaginrias com a forma de semicircun ferncias, traadas de um plo a outro. So traados 360 meridianos, numerados de O a 18O a Leste
de orientao, composto por uma base movei bre a qual se coloca a figura da rosa-dos-vent Em um eixo vertical, bem no centro da figura, inc la-se uma agulha imantada, ou seja, capaz de ati ou seratraida por objetos metlicos, particularme deferro. A bssola apontasempre aproximadam te para a direo Norte.
Rdia e Computadores
O rdio transmite e recebe sons. O radar aplicao do rdio que detecta e localiza obje fixos ou em movimento.  usado especialme na aeronutica e na navegao. So comuns almenle radares acoplados a computadores; tes ltimos analisam as ondas recebidas, foi cendo dados precisos para a agricultura, m rao, cartografia, monito rao do cli defeco de maremotos, furaces e para se terminar fronteiras com exatido.
do meridiano de Greenwich, e de O a 1 5O a Oes meridiano de Greenwich.
Latitude
 o nguloformado pela posio de um detem
do ponto e o plano equatorial. Varia de O a 9O 1
e O a 90 Sul, medidos a partir do Equador. Latitude vem do latim latitud!ixe -significa 'larc
Ficha a Coordenadas Geogrficas
486 . Ceojjraf ia
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Cincias Humanas e suas Tecnologias
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A exemplo do que acontece cornos outros planelas do sistema solar, a Terra apresenta dois movimentos importantes: ode rotao e o de translao.
Rotao
o movimento que a Terra realiza em torno de si mesma, e tem a durao aproximada de 24 horas. em conseqncia, temos os dias e as noites,
Transiao
 O movimenlo que aTerra descreve em torno do Sol,
percortendo uma rbita eliptica, Esse movimentotem
a durao de 365 dias e 6horas; arredondados para
365 dias ou um ano, A dtftrena  acertada a cada
quatro anos, como ano bissex que dura 366 dias
com a incluso do dia 29 de fevereiro no calendrio.
Em conseqncia desse movimento, lemos as esla es do ano: Primavera. Vero, Outono e Inverno. Durante o movimento de transiao, ocorrem os equindctos e soistictos.
Conseqncias do Movimento de Translao
Soistcios
Do latim solstare, que significa "parada do Sol". Ocor remos soisticios de vero aproximadamente no dia 21 de iunho, quando o Sol est em znite (znite:
palavra rabe que quer dizer o "ponto", no sentido de eslar no ponlo vertical) do Trpico de Cncer, no he mistrio Norte, que recebe o mximo de insolao. O hemisfrio Sul, ao contrrio, recebe o minimo de in solao nesse dia, O Norte tem o solstcio de vero,
com o dia mais longo e a noite mais curta do ano, enquanto o Sul tem o solstcio de inver no, com o dia mais curto e a noite mais longa do ano. Adiferena de durao entre o periodo diurno e o noturno chega a quatro horas. Ini cia-se o vero no hemisfrio Norte e o inverno no hemisfrio Sul.
Equincios
Do latim equi e nocce, que significa "noites iguais". Observando as ilustraes da pgina anterior note que, no dia23 desetembro. diaem que o Sol est no znite do Equadcre os dois hemisfrios recebem luz e calor em quantida des iguais, em todo planeta os dias e as noites tero,a mesma durao, com doze horas cada um. E o equincio de outono, no hemistdo
Longitude
pwoaLOu O Moe OtA OS
 o ngulo formado pela posio de um determina do ponto e o plano meridiano. Varia de O ai 80 para Lesle e de Dai 80 para Oeste, medidos a partir do meridiano de Greenwich,
na 0.4.
Longitude vem do lalim /ongitudine - signitica 'comprimento"
Ficha 4' Movimentos da Terra
A eomperalora vario coneorme a latitude. Por cosa rato,  ponsioel dividir a torra em regio lntertropical,
regio temporada e polar.
Geogralia .487
Projeo cilndrica, que representa melhor as re gies prximas do Equador. Foi criada em 1569 pelo belga Gerard Kremer - conhecido como Mercator.
Nessa projeo, as reas dos pases so respeitadas em detrimento das formas. Foi chamado de mapa para um mundo solidrio, porque deslaca os pa ses subdesenvolvidos.
Projeo Cnica
Numrica
Pode ser expressa por umalrao (115.000.1 por uma razo (1:5.000.000), signiticanc
exemplos, que a unidade de comprimento numerador da frao 115.000.000 ou no p membro da razo 1:5.000.000 vale 5 miii' vezes essa mesma unidade no terreno.
1cm  igual 5.000.000 cm, que  igual a 50 que  igual a 50km.
Grfica
Representa, por meio do desenho, a reiai natureza, A escala grfica  semelhante a um Assim, as distncias cartogratadas no mapo ser medidas por intermdio dela.
Os mapas contm simbolos utilizados na re tao de um fenmeno qualqueL Exemplos: capitais de Estados, grandes cick roportos, rios etc.
Cincias Humanas e suas Tecnologias
Norte e o equincio de primavera, no hemisfrio Sul.
Ao contrrio de 23 de setembro, no dia 21 de maro temos o equincio da primavera no hemisfrio Norte e o equincio de outona no hemisfrio Sul.
Zona Intertropical: tambm chamada de trrida ou zona tropical,  a faixa mais aqt do planeta.
No dia2 de dezembro, quando o Solestem znite do Trpico de Capricrnio, ocorre o solstcio de vero do hemisfrio Sul e o solstcio de inverno do hemistdo Norte.
Zonas Climticas ou Trmicas
Zonas Temperadas: possuem as quatro esi do ano bem definidas, pois localizam-se ao entre o Trpico de Cncer e o Circulo Polar Ar ao Sul entre o Trpico de Capricrnio e o Polar Antrtico.
A distribuio solar  desigual na Terra durante o ano, dando origem a trs grandes zonas climticas ou trmicas,
Ficha 5 Cartografia
Zonas Glaciais: localizam-se no inlerior de Circulo Polar, tendo o Plo Norte e o Sul com tros. Ao Norte, temos a zona Glacial Artica e ac zona Glacial Antrtica.
Escajas
A cartogratia tem como objetivo a representao da Terra ou de parte de Em sntese, busca a transcri o grfica dostenmenos geogrlicos. E aarte e a cincia de elaborar mapas ou cartas geogrticas. Um dos mapas mais antigos do mundo foi encon trado nas runas de Ga-Sur, na Mesopotmia (lraque), leito em argila. Acredita-se que lenha cer cade 4.500 anos.
Proje6es
Escala  a relao numrica entre as distncia! das em um mapa e as existentes na natureza. monstra quantas vezes as dimenses do terr ram reduzidas para serem representadas nor pode se, numrica ou grfica.
So quatro as possveis projees:
Projeo de Mercator
Projeo de Amo Peters
Representa apenas um hemisfrio.
Legendas
Projeo Central ou Azimutal
 ideal para representar pequenas regies.
480 - Geografia
flcha e A Litostera
Cincias Humanas e suas Tecnologias
Camadas da Terra
A htosfera corresponde camada rochosa slida que envolve o planeta.  tambm chamada de crosta ter restre, possuindo em mdia 30km de espessura. A Terra  composta por trs camadas: a crosta, que  a camada extema, o manto, que  a camada interme diria, e o ncleo ou camada interna.
o manta  a camada intermediria, que envolve o ncleo. E dividido em manto inferior e manto supe rior O ncleo  a camada mais interna da Terra, esten dendo-se desde 2.900 cm de profundidade at o centro do globo, a 6.370 km da crosta,
Rochas
So agregados de minerais, de um s tipo ou de tipos diversos, que se formam naturalmente na cros ta terrestre, compondo sua estrutura slida. Devido s suas diferentes origens, as rachas foram dividi das em trs grandes tipos: as magmticas ou igneas, as sedimentares e as metamrficas.
Rochas Magmticas ou igneas
So de formao muito antiga, tendo surgido do pro cesso de resfriamento natural do magma e, por isso, tambm so chamadas de magmticas. Ao se resfri ar, esse tipo de rocha forma cristais,
Rochas Sedimentares
So formadas a partir da acumulao de detritos ou sedimentos derivados da desagregao de outras rochas ou da acumulao e decomposio de res tos de seres vivos.
Rochas Metamrficas
Originam-se das transformaes ou metamorfoses ocorridas em outras rochas - tanto igneas como sedimentares-, que foram submetidas  ao de altas presses e temperaturas-
Eras Geo lgicas
A origem da Terra  bastante controversa, mas a maioria dos especialistas acredita que o planeta se formou h cerca de 5 bilhes de anos. A histria da
formao da Terra, do inicio at os dias atuais, pode ser dividida em cinco eras geclgicas.
A Herana Ceolgica
Os terrenos que se formaram durante a evoluo das eras geolgicas so dMdidos em dois grandes gru pos: os cristalinos ou pr-cambrianos, tormados nas duas eras mais antgas, Arqueozica e Proterozica, e os sedimentares, formados nas trs eras mais recen tes: Paleozica, Mesozica e cenozica.
Arque az  ic a
corresponde  formao da crosta terrestre, com o surgimento dos primeiros aglomerados rochosos, que so os escudos cristalinos.
Proteror loa
Caracterizada por intensa atividade vulcnioa, que trouxe o magma do inferior para a superficie, origi nando os grandes depsitos de minerais metlicos, como ferro, mangans, ouro etc.
Paleozlca
Era qe grande atividade transformadora dasuperfi cie- E dessa poca o surgimento de alguns conjun tos montanhosos, como os Alpes Escandinavos (Europa), os Montes Apalaches (EUA). Durante o pe nodo final dessa em, ocorreu o soterramento deflo restas em vrias poresdo globo, dando origem s jazidas de carvo mineral.
Mesozica
Foia era do gigantismo naTerra, com osurgimento dos grandes rpteis, como os dinossauros. Houve tambm um intenso vulcanismo e conseqente der ramamento de lava em vrias partes do globo. Gran de parte das jazidas petrotiferas hoje conhecidas se originaram do processo de sedimentao dos fun gos marinhos, ocorrido nessa era.
Cenozlca
Apresenta-se dividida em dois grandes penados.
O Tercirio, com grande atividade orogentica
(movimentos da crosta) que deu origem aos
Geografia 4e9
Cincias Humanas e suas Tecnologias
dobramentos modernos, como os Andes, os AI' glaciaoes. Foi nesse perodo que se deu o surg pes e o Himalaia. Jo Quaternrio, que se estende rnenlo do homem e os continentes e oceanos at at os dias atuais, caracterizou-se pelas grandes quiriram seus contorilos atuais,
Ficha? Geomortologia	________
A geomorlologia  a cincia que estuda as formas da superfcie terrestre, ou seja, o relevo.
Aplicaes da Geomortologia
 Hidreletricidade: a interferncia no curso de um rio com a construo de barragens exige conheci mentos e informates quanto aos processos de eroso, transporte e sedimentao que ocorrem, ou que podem vir a ocorrer, com a construo e o trmino da obra.
 Minerao: a pesquisa de recursos minerais, alm de considerar a estrutura geolgica, tambm deve levar em conta acamada superficial, como no caso dos depsitos aluviais (transportados por rios) de ouro, diamante e alguns outros.
 Servios pblicos: a construo de estradas, por exemplo, pode alterar o relevo, desencadeando um intenso e catas processo erosivo, caso no se(am considerados os dados geomorfolgicos da rea, como declive, lipo de rocha, espessura da ca mada de solo, reas de aterro elo.
Agentes da Dinmica Interna
do Relevo
Os agentes da dinmica interna so fenmenos que atingem asuperfcieterreslre, mas quetm origem nas aliaslemperaturas e presses do interiorda globo.
Considerados agentes formadores do relevo, so eles: feclonismo, dobramenfos, falbamentos, vul' canismo e abalos ssmicos.
Te ct o n ism o
So os movimentos que acorrem na crostaterrestre, originando as processos de dobramentos,
O oh ramo ntos
Quando as rochas so maleveis - caracteristicos de reas sedimentares e formao relativamente tenta.
Falhaniento
Quando as rochas so rigidas - caracleristi cosi reas de formao cristalina do Pr-Cambrian o e qi surgiram rapidamente.
Vulcanismo
Corresponde  formao e at do relevo meio do rompimento da crosta terrestre pela ao forte presso causada pelo magma. Ocorre quanc atravs de falhas ou fraturas, o magma em fuso so at a superfcie terrestre, podendo ou no ser atol panhado de gases e cinzas.
Abalos Ssmicos
Tremores que afetam a superficie terrestre devi aos movimentos rpidos do interior do plane causados pelo vulcanismo ou pelo tectonisn Correspondem aos terremotos (terra) e aos ma motos (mar).
Agentes da Dinmica Externa do Relevo
Fenmenos que atuam sobre a superficie do re vo, estando, na maioria das vezes, vinculados ai do clima. So os agentes modeladores do rele tais como: guas correntes, geleiras, venf intemperismo.
guas Correntes
o principal agente modelador externo da crc terrestre. Abrange o trabalho dos rios (eroso, trz porte e acumulao fluvial), das chuvas e enxu das (eroso, transporte e acumulao pluvial) trabalho do mar (abraso).
Geleiras
Por meio do trabalho glacial, pode ocorrer uma de transformao na paisagem. O material roch erodido, transportado e acumulado pela ac degelo  denominado mominas ou morenas.
490  Geografia
Ventos
o agente mais atuante na modelao do relevo das reas ridas ou semi-ridas. O trabalho de eroso, transporte e acumulad realizado pelo vento deno mina-se eroso eltca.
lo te m p e r is i o
Corresponde  alterao da superfcie terrestre por meio da ao do clima sobre as rochas, O intempe rismo causa a degradao das rachas quando a alterao  fundamentalmente produzida por pro cessas fsicos (temperatura e presso). Quando cau sa a decomposio das rochas a alterao  produ zida por processos qumicos, quase sempre pela ao da umidade. Nos dois casos, o processo  acelerado pela ao de seres vivos, partictiarmente de microrganismos.
As Formas de Relevo
A superfcie terrestre pode apresentar as mais varia das formas, sendo as mais importantes as monta nhas, os planaltos, as depresses e as plancies.
Montanhas
Correspondem s reas com terrenos bastante aci dentados, com escarpas, encostas ngremes, pcos elevados alternados com vales profundos e que, nor malmente, exercem a tuno de divisores de guas das bacias hidrogrficas.
Planaltos
Correspondem a grandes blocos de relevo em geral com topografia relativamente acidentada e altitudes superiores a 300 m.
Depresses
Correspondem tambm a grandes blocos de relevo, que normalmente apresentam uma topografia mais suave que a dos planaltos. As altitudes so pouco acentuadas, variando entre 100 e 500 m,
Plancies
Correspondem s reas de relevo muito suave e al titude inferior  dos terrenos vizinhos, apresentan do, por essa razo, processo de deposio de sedi mentos superior ao erosivo.
FQntes de Energia
Fontes de energia so determinados etementos que podem de algumalorma produzirou reatizartraba tho. Dentre os mais importantes atualmente, desta camos: o carvo, o petrteo, a gua e o tomo.
Carvo Mineral
Processo de Formao
o carvo minerat, tambm chamado de carvo de pedra,  uma rocha sedimentar orgnica, tormada pela decomposio de restos de vegetais, com en riquecimento em carbono, endurecida portim pro cesso bastante lento, sendo necessrios milhes de anos para sua tormao. Sua origem na terra est ligada  decomposio de grandes ttorestas que existiram em certas partes do globo terrestre e que foram soterradas durante o pertodo carbontfero da era Primria. Para iniciar a formao do carvo, so necessrias vrias condies: presena de uma
vegetao exuberante; condies para que no haja uma rpda decomposio dos vegetais, e isso pode ocorrer se houver uma cobertura de gua: acmulo constante de sedimentos. Acredtava-se que o car vo vinha de uma condensao do petrteo; ou tros achavam que a origem era norgnica: somen te a partir de meados do sculo passado, com os estudos realizados por Hutton e Link, comprovou- se detintvamente a origem vegetal do carvo, Sua principal utilizao como combustvel, emborase possa tambm extrair outros subprodutos como o alcatro do qual se destita o benzol, xilol, totuol, cido fnico e a naftalina.
Fases da Formao do Carvo
O processo de transformao do vegetal em car vo  denominado de hulheizao ou carbonza o. Essa transformao  lenta, passando por di versos estgios: turta, linhito, carvo betuminoso ou hulha e antrcito.
Cincias Humanas e suas Tacootogias
Ficha Mineraco
Ceogratia 491
Cincias Humanas e suas Tecnologias
Petrleo
Mineral de origem sedimentar-orgnica formado ervi ambiente subaqutico marinho, O petrleo  fluido, sendo encontrado em regies sedimentares, nos 'po ros" das rochas 'armazenadoras", como o arenito (dominante no Brasil) e o calcrio (Mxico, Oriente Mdio, Brasil- Campos), A importncia do petrleo no mundo moderno  cada vez maior e est 'direta mente" relacionada com o processo de industriali zao no mundo, que exige cada vez mais energia. O petrleo  importante no somente como fonte de energia, mas tamtaincorno fornetedorde matria- prima: produtos quimicos, plsticos, fertilizantes, gs. O petrleo  oriundo de substncias orgnicas, res tos de animais e vegetais que se depositaram em grandes quantidades notundo dos mares, Essa mas sa de detritos, sob a ao do calor, da presso das camadas que foram se depositando e pela ao do tempo, transformou-se em leo e gs.
Fontes Alternativas
As Energias Biolgicas
Biomassa
As fontes de energias biolgicas so aquelas produ zidas a partir de microrganismos aperfeioados ou da biomassa. Biomassa  o tonjunto de organismos
Ficha a. Hidrografia
que podem ser aproveitados como tontes de ener gia: a cana-de-acar e o eucalipto (dos quais se extrai lcool), diversos tipos de rvores (lenha e ca vo vegetal), o plncton (minsculos animais e al gas que vivem em suspenso, nas guas dos rios e mares), alguns leos vegetais (mamona, amen doim, soja, dend) etc.
Provavelmente as principastontes de energia do s. culo XXI sero de origem biolgica, produzidas a partir da biotecnologia.
Os Biodigestores
O biodigestor  um equipamento que aproveita res duos para produzirgs. O gs  liberado a partirdl decomposio, feita por certas bactrias, de esterco palha, bagao de vegetais e mesmo lixo, depois di uma separao dos elementos inutilizveis, comi vidro e plstico. O gs assim produzido pode se usado como combustivel para foges, motores c at mesmo, turbinas que produzem eletricidade.
Os biodigestores so apropriados para serem tons eruidos no em unidades gigantescas e sim em pv quenas unidades espalhadas pelas cidades e pel meio rurat. Na tndia e na China existem milhares biodigestores no campo e nas pequenas cidade, Em muitos outros paises, e mesmo no Brasil, si usados biodigestores nas reas rurais,
Oceanos
So enormes extenses de gua salgada ligadas entre si. Junto dos continentes situam'se exten ses menores, denominadas mares. Os mares so classificados em trs tipos: abertos ou ces teiros, quando a comunicao se faz por amplas aberturas; continentais, mediterrneos ou in teriores, quando so quase completamente en volvidos por (erras, comunicando-se por peque nas aberturas (estreitos ou canais); e fechados ou isolados, quando no possuem comunica o com os Oceanos.
Os oceanos so divididos em: Pacifico, Atlnfico, Indico, GlacialArtico e Glacial Antrftco.
A oceanografia  a cincia que estuda os oceanos.
Oceano Pacfico
 o maior de todos, representando 50% de toda extenso de guas salgadas, ocupa uma rea de milhes de km Est localizado entre as terras Asia, Amrica e Austrlia.
Oceano Atlntico
Estende-se por uma rea de 105 milhes de kr sendo o segundo oceano em tamanho, porm primeiro em importncia, pois liga aAmrica do N te  Europa s Africa, e essas  Amrica do Sul, si do, por isso, o oceano de maiorfluxo de navega
Oceano ndico
Ocupa a rea limitada pela frica, sia e Austrl estende-se por 73 milhes de km  o nico oce quase exclusivamente intertropical.
492 Geogralia
Oceanos rtico e Antrtico
Devida  sua localizao, no interior das regies polares, passam grande parle do ano congelados. Muitos estndiosas no os consideram como ocea nos, pois suas guas se misturam muito s dos gran des oceanos que os rodeiam.
Relevo Submarino
Relevo submarino so reas submersas que subdi videm-se em quatro niveis: Plalaforrna conl'uiental, Talude conlinental, Regio Pelgica e Regio Abissal.
Plataforma Continental
Corresponde  poro dos tundos oenicos em contato direlo com as terras emersas. E a continua o natural do relevo continenlal.
Talude Continental
Zona do relevo marinho limitada entre as cotas de 200 a 2.000 metros de profundidade.
Regio Pelgica
Ocupando 80% da superfcie ocenica,  a regio dominante dos fundos dos mares e seus limites eslo en as cotas de 2.000 a 5.000 melros de profundidade.
Regio Abissal
Corresponde  parte mais funda dos oceanos, com profundidades que ultrapassam 5.000 metros. E a poro menos conhecida do relevo marinho e ocu pa apenas 3,4% da rea tolal dos oceanos.
Caractersticas dos Oceanos
En as caraclertsticas importanles das guas ocenicas, deslacam-se: salinidade, densidade e temperatura.
Salinidade
Embora a gua do mar componha-se, na verdade, de inmeros tipos de sais, o dominante  o cloreto de sdio, ou sal de cozinha, que representa cerca de 80% de lodo o sal existente em todos os oceanos.
Densidade
A densidade da gua domar varia entre 1,02 e 1,07 gramas de sal par centmetro cbico de gua.
cincias Humanas e suas Tecnologias
Temperatura
Atomperatura da superfcie ocenicavaria diretamen te com a temperatura do ar, sendo mais elevada nas regies equatoriais (em torno de 35 e mais baixa nas regies potares (chega
Caractersticas Gerais dos Rios
Rio  uma corrente volumosa de guas que sedes- loca da maior para a menor altitude e que, no seu traieto, vai sendo acrescido pela recepo de gua de rios afluentes at atingiratoz, que pode estar em outro rio, em lago ou no oceano.
o rio pode ser dividido em trs partes: o alto, a m dio e o baixo curso.
O alto curso, ou curso superior, corresponde  parte mais prxima das nascentes, onde o volume de gua em geral  menor,
A seguir, encontmmos o curso mdio que apresenta efetivamente uma situao intemiediria em volume de gua e, finalmente, prximo  foz ou desemboca dura, temos o baixo curso, ou curso inferior, que  onde o rio apresenta o mximo de volume de gua.
A atividade realizada pelas guas de um rio sobre o relevo sofre a influncia de uma infinidade de fatores, tais coma: a declividade do terreno, o regime de chu vas etc. A ao fluvial d-se de trs formas: eroso, transporte e sedimentao.
Eroso
O trabalho de eroso  mais intenso no alto curso, pois o indice de inclinao  muita acentuado, au mentando a velocidade e a fora erosiva da gua.
Transporte
Os rios transportam materiais em diferentes formas, entre elas se destacam o transporte em soluo, ou sela, quando os materiais esto dissolvidos na gua, e o transporte em suspenso, quando os materiais se mantm em partculas.
Sedimentao
Quando o rio atinge o seu curso mdio e principal mente o curso inferior, diminui a sua inclinao e, portanto, a sua capacidade erosiva e de transporte de materiais.
Defeito mais importante desse processo de sedimen tao se d na faz ou desembocadura, quando o ria atinge o mar. Ao desembocar em outras rios, lagcs,
	A
Geografia 193
Cincias Humanas e suas Tecnologias
mares ou oceanos. os rios podem apresentar trs tipos de foz:
Foz em Esturio
Quando as guas fluviais desembocam naforme de um nico canal, sem encontrar obstculos.
Foz em Deita
Quando a foz abre-se em leque e o rio desemboca porinmeros canais, que contornam asvnias ilhas resultantes da sedimentao do prprio rio.
Ficha lO' Atmosfera
Foz Mista
 uma situao especial que ocorre verdadeiraniei apenas com o Rio Amazonas. Pelo fato de ser planicie, ele deveria apresentar-se apenas em dei mas, como  o rio de maior volume d'gua do mc do, tem uma grande tora de deslocamento e, isso, apresenta tambm um esturio, sendo ent um rio com foz mista. Parte das guas escoa pi deIta, a oeste da Ilha de Maraj, e parte escoa p esturio, ao sul da Ilha.
A atmosfera corresponde  camada de gases-sem cheiro, sem cor e sem gosto -que envolve o planeta Terra, ao qual se prende pela ao da gravidade, acompanhando todos os seus movimentos, A a mostera  de importnciavital paratodo mundo ani mal e vegetal e, por isso,  condio bsicapara exis tncia do homem na Terra, O ser humano  capaz de sobreviver alguns dias sem se alimentar, suporta muitas horas sem beber gua, mas consegue tioar apenas alguns minutos sem respirar.
As Camadas da Atmosfera
Atmosferavem do grego atmsque quer dizer "ar" e sphaira que e IQuat a "esfera',
A atmosfera apresenta uma espessuraindefinida, isto , no se conhece claramente o seu limite superior, calculando-se que esteia na faixa entre 750 e 1,000 km acima da superfcie da Terra. E possivel, no en tanto, definir na atmosfera uma diviso interna em trs camadas concntricas, mas de espessura desi gual, So elas: troposfera, estratosfera e lonosfera.
Troposfera
 a camada inferiorque seestende em mdiaat km de altitude, tendo espessura de 6 krn nos p e IS km no Equador, E nessa camada que se ano' tram 75% da massa gasosa total da atmosfera totalidade do vapor de gua e dos aerossdis. 1 tambm que ocorrem os fenmenos meteorotr cos que iro definir o tempo e o clima,
Estratosfera
 a segunda camada atmosfrica, estendendo-SE cerca de 80 km de alfifude. Nessa camada, que tm cerca de 25% da massa gasosa da atmcsfen temperaturas, ao contrrio do que ocorre na can anterior, aumentam com a elevao da altitude.
lonosfera
Corresponde  chamada atmosfera superior, cc ando rio contato com a estratosfera e estende se, como se acredita, at cerca de 1.000 km acirr n do mar,
O Tempo e o Clima
o estudo do tempo e do clima torna-se cada vez mais importante no m atual, seja parase obter me- bares resultados econmicos na agricultura, seja para se planejar melhor uma grande obra, ou at mesmo para se elaborar politicas de preservao do
494 ' Ceo
meio ambiente,  necessrio ento distinguir mente as diferenas entre os conceitos de ten clima, ou meteorologia e climatotogia, A no; 'empo refere-se a condies momentneas do mostrio em um determinado lugar.
o movimento de transtao, associado  esferic da Terra, provoca uma iluminao solar diteter
Ficha li O Clima
pelo globo terres Esse fenmeno  o respon svel pelas eslaes do ano, Porm, alm da dife rena de temperatura, o que vai caracterizar os di- versos lempos atmosfricos so tambm os se guililes elementos: presso atmosfrica e umida de, Estes trs elementos (temperatura, presso at mosfrica e umidade) conjugados determinam o tipo de tempo atmoslrico, num dado dia e local. Por exemplo: hoje em sua cidade, o lempo atmos frico pode estar quente (medido pela unidade
de temperatura) e chuvoso,
Mas, ento, qual a relao entre o tempo atmosfrico e o clima? Ctirna e tempo atmosfrico so duas coi sas diferentes. O tempo atmosfrico  estabelecido por padres de medidas dirias; j o clima s  pos sivel de ser estabelecido por observaes muitos maiores (no espao de alguns anos). No fundo, as classificaes climticas foram determinadas pelas concluses a respeito da sucesso dos tipos detem- pos atmosfricos 'rum dado perodo. Porexempto:
para os meteorologistas definirem o que hoje  cha mado de Clima Equatorial, observaram durante al gum tempo a sucesso diria dos tipos de tempo atmosfrico. Assim, chegaram a concluso de que naquele local observado a temperatura e umidade so elevadas o ano inteiro, constante quase todos os dias (clima equatorial).
A meteorologia  a cincia que estuda o tempo por meio de um mtodo de anlise fundamentado em trs fases: de tempo do passado recente, do tempo presente e previso de tipos de tempo.
A climatologia  o estudo do clima e trabalha sobre os registros dos estados do tempo de um lugar, lei tos diariamente, mas por muitos anos seguidos.
A Temperatura Atmosfrica
O calor da atmosfera e da superfcie terrestre de riva inteiramente do Sol, mediante umaforma de transferncia da energia denominada radiao solar. Entre os principais fatores que interferem navariao da temperatura, na superficie do glo bo, destacam-se: latitude, altitude, maritimidade e continentalidade.
Latitude
De forma geral, podemos afirmar que quanto maior a latitude, menor  a temperatura.
Ciucias Humanas e suas Tecnologias
Altitude
o contato com a superficie terrestre que aquece a atmosfera, de modo que, de forma geral, quanto maior a altitude, menor a temperatura,
Maritimidade (Maior ou Menor do Mar)
e Continentatidade (Regies muito Afastadas dos
Oceanos)
As reas martimas ou litorneas, sendo bastante midas, tm suas temperaturas amenizadas e, por tanto, a amplitude trmica diria (diferena entre tem peratura mxima e temperatura mnima)  bem pe quena. Todo esse processo resulta do lato de a gua ser um verdadeiro reguador trmico.
A Presso e a Umidade Atmosfrica
Dar que envolve a Terra, devido  ao da gravidade, apresenta um peso: a presso atmosfrica, Presso atmosfrica  ento a presso exercida pela atmosfe ra sobre cada ponto da superficie terrestre, Entre os principais fatores que causam a variao da presso atmosfricasobre a superfcie, destacam-se: latitude, altitude e umidade atmosfrica.
Latitude
Nas reas de baixa latitude, caracterizadas por altas temperaturas, a atmosfera apresenta-se com pres ses mais baixas, pois o aquecimento do ar equato rial faz com que as motcutas dos gases se dilatem e se expandam.
Altitude
Como a atmosfera  bastante compressvel nas reas de baixa altitude, as camadas superiores daatmosfe ra pressionam as camadas inferiores, aumentando a densidade do ar.
Umidade Atmosfrica
Corresponde  quantidade de vapor de gua conti da na atmosfera.
Os Tipos de Chuvas
Existem vrios tipos de precipitao, porm o mais importante  a chuva, Os principais tipos de chuva so: convectivas, frontais e orogrticas.
Geografia. 495
Cincias Humanas o suas tecaalogias
Convectivas
Correspondem s chuvas causadas pela subida do ar, fenmeno conhecido como ascenso ou conveco do ar, que se resina em maior altitude, condensao vaporde gua, queforma nuvens e pre cipita-se como chuva.
Frontais
So as chuvas que resultam do deslocamento hori zontal das massas de are do eventual choque enore massas de caractersticas dilerentes.
Orogrficas
Correspondem s chuvas causadas pelo choque
das massas midas de ar com o relevo, dai deri vando o seu nome, pois ros significa "monta nha", em grego,
Outras Formas de Precipitao
Entre as outrasformas de precipitao destacam-se:
nevoeiro, granizo e nevada.
Nevoeiro
Aglomerado de gotculas de gua em suspenso na atmosiera, que tem a aparncia de uma nuvem, s que ocorre em baixas altitudes, lormando-se junto  superficie. E tambm conhecido como nvoa mi
da, neblina ou cerrao.
Granizo
So golas de gua que, enfrentando baixas tempera turas em altilude, sofrem congelamento e se precipi
Iam na forma slida, geralmente redondas ou cnicas, com um dimetro mdio de 2 aS mm,
Nevada
Forma de precipitao slida com a cristalizao do
vapor de gua proveniente de um rebaixamento muito
rpido da temperatura,
Massas de Ar
Massa dear pode serdetinida como sendo umagran de poro de ar, com extenso da ordem de centenas de milhares de quilmetros quadrados e espessura de at alguns quilmetros e que apresenta condi
es internas de temperatura, presso e umidade re
lativamente homogneas.
Os principais grupos de massa so: equatoriais, tro picais e polares.
Massas Equatoriais
Formam-se nas baixas labtudes, junto ao Equador, entre 5" N e 5" 5.
Massas Tropicais
Formam-se nas latitudes subtropicais, entre 25e 30", lanto no hemistrio Norte como no hemis(
rio Sul,
Massas Polares
Formam-se nas regies prximas aos circulas Artico e Antrtico, sempre em latitudes supe rio res a 50".
Tipos de Clima
Os climas sobre a superfcie terrestre apresentam-se extremamente variados. Tal tato  causado pela ao de diferentes massas de ar em cada lutar daTe rra e pela influncia dos talores locais, coma relevo, for mao vegetal, proximidade do oceano, proximida de do Equador, ao humana etc.
Climas das Baixas Latitudes
As baixas latitudes correspondem taixa dastipenf cie terrestre localizada entre 30" N e 30 5, ultrapas sando um pouco o limite dos trpicos. O clima nesm taixa  controlado principalmente por massas equa toriais e tropicais. So eles: equalodal, tropical, tropi cal.de mones e desrtico.
Equatorial
Clima quente e supermido, cujas temperaturas ul trapassam quase sempre 25" 0. A precipitao 4 altissima, entre 2.000 e 2.500 mm anuais regular mente distribuldos pelos meses do ano.
Trep leal
Clima quente, cujas mdias lrmicas ultrapassam 2C 0. Chuvas em tomo de 1.500 mm por ano, porr tortemente concentradas no vero.
496 Ceogralia
Cincias Humanas o suas Tecnologias
Tropical de Mones
Clima do tipo tropical, caracteristico do Sul e Sudeste da Asia. No vero h chuvas torrenciais - total anual de 4.000 mm; o inverno  o perodo seco.
O es rt ir O
Clima quente e muito seco, com indices pluvio mtricos interiores a 250 mm anuais. Devido  aridez, de dia a temperatura chega a 45' C e a otite, a -5' C.
Ficha 12' Biosf era
Cumas das Mdias Latitudes
As mdias latitudes correspondem  faixa compre endida entre 30 e 60', tanto Norte quanto Sul. As massas que interterem no clima so subtropical. mediterrnea e temperada.
Climas das Altas Latitudes
As altas latitudes correspondem faixaacima de 60', prxima aos crculos potares. rtico e Antrtico. Seus dois prhlcipais tipos climticos so; frio e polar.
alosfera  a pane da Terra onde se encontram os seres vivos. Ela compreende a superficie terrestre e a poro interior da atmosfera e prolonga-se at o tun do dos oceanos. So muitos os tatores que interfe rem na vegetao e sua distribuio geogrtica, tais como; clima, solo e relevo.
Clima
o tator mais importante na determinao do aspec toda cobertura vegetal. Diz-se at que a vegetao  uro reflexo do ctima.
Solo
Serve como elemento de sustentao tisica da planta e como fonte de nutrio.
Relevo
um fator que interfere indiretamente, pois altera certas condies climticas que influenciam a distri buio vegetal.
Astormaes vegetais podem ser classuicadas, quan to ao porte, em: arbreas, que so as t arbustivas, as reas de savanas; herbceas, que so as tormaes campestres.
Principais Formaes Vegetais
Considerando que a vegetao est intimamente re lacionada com o clima, podemos reconhecer as se guintes formaes vegetais a partir do Equador em direo aos plos:
Florestas Equatoriais e Tropicais
Estes tipos de t s sobretudo bem repre sentados na Bacia Amaznica, naAtrica Tropical, na
Indo-Malsia. A temperatura nelas  constante e a umidade elevada. Encontram-se netas numerosas espcies de rvores representadas por individuos muitos dispersos numa vegetao bem techada, O estrato herbceo  abundante, os cips e as epifitas tambm so numerosos.
Savanas
Instalam-se nos climastropicais na frica, sia, Am rica e Austrlia. As savanas so tormadas pela asso ciao de vegetao herbcea com rvores e arbus tos esparsos na paisagem. Recebem nomes regio nais; cerrado e caatinga (Brasil), ilhanos (Venezuela), chaco (Argentina), ngal (India) e chaparral (EIJA).
Estepes
As estepes desenvolvem-se nas regies cuio clima tem periodo de seca prolongado. Existem noVe Mundo, onde formam uma faixa continua desde a Ucrnia at a Monglia, na Amrica do Norte, onde constituem a pradaria, e na Amrica do Sul, onde formam o pampagacho. Efundamentalmente tor mado porvegetao herbcea (rasteira).
Vegetao Desrtica
Destacam-se duas faixas de desertos: uma no hemis frio Norte com os desertos da Califrnia (E.U.A.), Saara (Africa), Arbia (Asta) e outra no hemistrio Sul como o Atacama (Chile - Peru), Kalaari (sul daAfrica) e o grande Deserto Australiano,
 uma vegetao rala, compreendida, de um lado, por plantas anuais de crescimento rpido, que flo rescem efrutificam aps os raros perlodos midos; de outro lado, por plantas vivazes adaptadas  seca.
Ceogialia - 497
Cincias Humanas e suas Tecnologias
Florestas Temperadas e Subtropicais
So bem desenvolvidas na Europa (floresla de car valho e de faias) e na Amrica do Norte (carvalhos e faias pertencentes a espcies d'rierentes das que exis tem na Europa). So florestas do tipo homognea (pequena variedade de espcies) e largamente ex ploradas economicamente.
Floresta Boreal ou de Conferas (Taiga)
A taiga constitui-se num cinturo de florestas que delimitaa lundra ao sul do hemisfrio Norte. Elorma da exclusivamente de coniferas: pinheiros, abetos! laricios. O clima da taiga  frio! os invernos longos e afauna  pobre em espcies.
Tundra
Pode se definir a tundra como a zona de vege o situada alm do limite natural das rvcr Esse limite passa aproximadamente no hemio rio Norte prximo ao Circulo Artico (latiU 6613'). Chega a 72 Sibria e desce a 53' Labrador e no Alasca.
A vegetao na parte sul da tund ra, que coa como limite das t compreende arbus anos. Mais ao norte, aparecem relvas e lurta, pois tapetes de musgos e tiquens, os nicos sobrevivem na parte mais setentrional,
'
4GB Geografia
Cincias Humanas e suas Tecnologias
Bloco 'Questes de Vestibulares
1. (MACK'SP) preencha o espao em branco com a alternativa que con$m:
O Brasil localiza-se a oeste do meridiano inicial ou de Greenwich, situando-se, portanto, inteiramente no hemisfrio ocidental. Sendo cortado, ao norte, pela linha..,, apresenta 7% de suas terras no hemis trio...e93% no hemisfrio.... Ao sul  cortado pelo trpico de...
a) do Equador - setentrional - meridional Capricrnio
b) do meridiano de Greenwich - meridional - seten trional - Cncer
c) inicial - oriental - ocidental - Cncer d) do Equador- ocidental - oriental - Cncer
e) do meridiano de Greenwich - setentrional- meri dional - Cncer
2. (UFPI) No dia 22 de dezembro, ou seja, no ve ro do hemisfrio sul, usai est em posio per pendIcular ao:
a) trpico de Cncer.
b) trpico de Capricrnio. c) Equador.
d) crculo polar rtico.
e) crculo polar Antrtico,
3. (FUVESI) O esboo 1 representa os continen tes segundo a superfcie. Os esboos II e III repre sentam cada parte do mondo com uma dimen so proporcional a diferentes lnfom.aes. So elas, respectivaniente:
H 1
a) renda percapilae volume da produo agricola, b) total da poputao e renda per capita.
c) valor da produo industrial e percentagem da populao altabetizada.
d) consumo de energia e renda percapla, e) total da populao e volume da produo de minrios.
4. (FUVEST) A origem do petrleo est asso ciada a:
a) rochas cristalinas e detritos orgnioos depositados em mares profundos.
b) rochas sedimentares e detritos orgnicos mari nhos depositados em mares rasos.
c) rochas metamrficas e restos vegetais alterados por temperatura e presso elevadas.
d) rochas sedimentares e detritos orgnicos conti nentais depositados em grandes pntanos.
5. (FArEC-Sp) Os terrenos cristalinos so cons tituidos por rochas:
a) sedimentares e metamrficas recentes.
b) igneas ou magmticas e sedimentares antigas.
o) igneas ou magmticas e metamrficas, de idades
geotgicas antigas.
d) metamrficas e sedimentares antigas,
6. (FUVEST) O Brasil apresenta 64% de seu terri trlo formado por bacias sedimentares e 36% por escudos cristalinos. Dos escudos, 32% pertencem  era Arqueozica e 4%  era Proterozica.
Apesar de reduzidos em rea, estes ltimos so importantssimos porque:
a) possuem petrteo e carvo.
b) possuem minrios, tais como granito e gnaisse.
c) possuem calcrio, importante para a fabricao de cimenlo.
d) possuem minrios, tais como ferro e mangans, e) o enunciado  incoerente porque minrios s aparecem na era Cenczica,
Geogralia - 49$
Cincias Humanas e suas Tecnologias
7. (FUVEST) Nos mapas 1,2 e 3, as reas assina ladas em preto correspondem. respectivalflen te, s rochas:
b) cristalinas, sedimentares e vulcnicas.
c) vulcnicas, metamrficas e sedimentares.
d) sedimentares, metamrficas e cristalinas.
e) magmticas, metamrficas e vulcnicas.
8. (PUC-SP) O relevo terrestre  resultante da atua o de dois conjuntos de toras denominadas agen tes do relevo, que compreendem os agentes inter nos ou criadores do relevo e os agentes externos ou modificadores do relevo. Podemos consideraragen tes intentos e externos, respectivarnente
a) tectonismO e intemperismo.
b) guas correntes e seres vivos.
c) vento e vulcanismo.
d) guas correntes e intemperismo.
e) abalos sismicos e vulcanismo.
9. (FG V-SP) O nvel das guas fluviais no decorrer do ano  varivel e est relacionado com as caractersticas climticas atuantes nos seus respectivos vales.
Essa variao Identifica:
a) o regime fluvial.
b) o dbito fluvial.
c) a drenagem.
d) o intemperismo climtico.
e) a amplitude de oscilao.
10. (UFJF-MG) Podem ser relacionadas ao cli equatorial as seguintes caractersticas, exce
a) possui temperaturas elevadas em todas as es es do ano, apresenlando amplitude trmica an muito reduzida.
b) apresenta indices pluviomtricos que variam tre 2000 e 3000 mm!ano, no apresentando eE o seca.
c) sua principal rea de ocorrncia no Brasil regio amaznica, especialmente na poro roeste.
d) a vegetao natural  bastante rica e diversifir; destacando-se uma densa floresta.
e) muito devastadas, as reas de clima equati so as mais intensamente ocupadas pelo honi
11. (FZL-SP) As chuvas frontais resultam doI a) encontro de duas massas de ar de igual ter
ratura.
b) condensao que se verifica diante de um re acidentado,
c) saturao atingida por duas massas de ar temperaturas diferentes.
d) ascenso de ar aquecido em reas de clima 1 cal mido,
e) encontro de uma massa de ar quente com massa de ar fria.
12. (UNIP-SP) quando o ar mido vindo do fico, em seu movimento, encontra uma corno a serra do Mar ou a chapada da Borbr e  obrigado a elevar-se, ocasion resfriamento, condensao e precipita' ocorrem as chamadas chuvas:
a) de relevo ou orogrficas.
b) de conveco.
c) de mones.
13. (PUC'MG) "quito (Equador). situada hei rima  linha do Equador, possui temper mdias semelhantes s de Paris (Frana), da em plena zona temperada."
A afirmativa pode ser explicada pela influnc
d) continental
e) vegetao.
a) sedimentares, cristalinas e vulcnicas,
d)fron
e) terra
a) maritimidade
b) latitude,
c) altitude.
500 - Geografia
a) sedimentares, cristalinas e vulcnicas.
b) cristalinas, sedimentares e vulcnicas.
o) vulcnicas, metamrficas e sedimentares.
d) sedimentares, metamrficas e cristalinas.
e) magmticas, metamrficas e vulcnicas.
8. (PIJC-SPJ O relevo terrestre  resultante da atua o de dois conjuntas de teras denominadasagen tes do relevo, que compreendem as agentes inter nos ou criadores do relevo e os agentes externos ou moditicadoresdo relevo. Podemos consideraragen tes Internos e externos, respectivamei,te:
a) tectonismo e intemperismo,
b) guas correntes e seres vivos.
c) vento e vulcanismo. d) guas correntes e intemperismo.
e) abalos ssmicos e vulcanismo.
9. (FGV-SP) O nvel das guas tluviais no decorrer do ano  varIvel e est relacionado com as caractersticas climticas atuantes nos seus respectivos vales.
Essa variao identifica:
a) o regime fluvial.
b) o dbito ttuvial.
o) a drenagem,
d) o inlemperismo climtico.
e) a amplitude de oscilao.
10. (liFJF-Mta) Podem ser relacionadas ao cli equatorial as seguintes caractersticas, cace
a) possui temperaturas elevadas em todas as et es do ano, apresentando amplitude trmica ar muito reduzida.
b) apresenta indices pluviomtricos que variam tre 2000 e 3000 mm/ano, no apresentando e o seca.
c) sua principal tea de ocorrncia no Brasil regio amaznica, especialmente na poro roesle.
d) a vegetao natural  bastante rica e diversitioz destacando-se uma densa floresta.
e) muito devastadas, as reas de clima equatc so as mais intensamente ocupadas pelo hom,
I (FZL-SP) As chuvas frontais resultam do/t a) encontro de duas massas de ar de igual tem ratura.
b) condensao que se verifica diante de um re acidentado.
c) saturao atingida por duas massas de ar temperaturas diferentes.
d) ascenso de ar aquecido em reas de clima Ir' cal mido.
e) encontro de uma massa de ar quente com massa de ar 1 ria.
12. (UN1P-SP) Quando a ar mido vindo do Ati tico, em seu movimento, encontre uma como a serra do Mar ou a chapada da Borbori e  obrigado a elevar-se, ocasiona resfriamento, condensao e precipitai ocorrem as chamadas chuvas:
a) de relevo ou orogrticas.
b) de conveco.
e) de mones.
13. (PUC-MC) "quito (Equador), situada bem alma  linha do Equador, possui temperal mdias semelhantes s de Paris (Frana), s da em plena zona temperada."
A atirmativa pode ser explicada pela intluncia
c) altitude.
J
- Cincias Humanas e suas TecnoIo
7. (FUVEST) Nos mapas 1,2 e 3, as reas assina ladas em preto correspondem, respectivamen te, s rochas:
d)tronta
e) terraie
500. Geografia
a) maritimidade. b) latitude.
d) continentatr e) vegetao.
14. IFUVtSl) O clima mediterrneo, presente na fachada meridional da Europa, pode ser carac 'evcttb te t
a) vero fresco, inverno rigoroso e chuvas de outono.
b) vero quente, inverno rigoroso e chuvas de vero.
o) vero curto, inverno rigoroso e longo e chuvas de vero,
d) vero quente e seco, inverno brando e chuvoso.
e) vero brando, inverno rigoroso e chuvas o ano todo.
15. (PUC-RJ) Entre as seqncias abaixo, a que mostra aumento de umidade :
a) pradaria, savana, ftoresta tropicat, tundra e estepe.
b) tundra, florestatemperada, floresta tropicat, taiga e savana.
c) deserto, estepe, savanaftoresta tropical e ftoresta equatoriat.
d) pradaria, turi.ra, savana, estepe e deserto.
e) tundra, taiga, floresta tropical, estepe e deserto.
16. (IIFGO) A gua da chuva tem comportamento distinto numa rea urbana e numa rea rural. Sobre o comportamento dessa gua lia regio urbana,  correto afirmar que:
(01) os canais de escoamento freqentemente no suportam a grande quantidade de gua das violen tas enxurradas, gerando inundaes de grandes propores.
(02) a gua infiltra-se no soto e nas rochas, origi nando os tenis treticos.
(04) o escoamento superficial  lento, e h grande intiltrao de gua.
(08) a infiltrao  quase nula, devido  impermea bilizao da superfcie por concrelos, asfaltos elo.
Obs: Some os nmeros correspondentes s alter' nativas corretas.
17. (UFJF-MG) "Estende-se entre 65' e 70' de la titude noite, formando um cinturo contnuo, in terrompido apenas pelos oceanos ( O clima rude, com vero extremamente curto de apenas 1 a 3 meses, durante o qual deve desenvolver-se todo o ciclo biolgIco,  responsvel pela sele o de espcies resistentes a essas condies; assim, predominam poucas, geralmente aciculiformes, formando florestas homogneas."
Cincias Humanas e suas Tecnologias
(TR Helmut. Si age ogratia e nieioambien te. fio Claro, Grassete, 1989, p 118-119).
0 trecho anterior refere-se :
a) floresta de lundras.
b) vegelao de estepes.
o) floresta deooniteras.
d) vegetao de savanas.
e) floresta pluvial r encosta
18, (FUVESTIFOV) Estabelecendo-se correlaes entre a explorao florestal no globo e as zonas climticas, pode-se inferir que:
a) Zona Tropicat - Floreslas heterogneas com apro veitanienlo econmico predatrio
b) Zona Temperada - FtDrestas homogneas com pequeno aproveitamento ecortmico devido  exis trtcia de poucas espcies vegetais.
o) Zona Tropical - Florestas abertas com grande po tencial para uso em pastagens e agricultura intensiva.
d) Zona Glacial - Florestas de taiga que apresentam o maior indice de aproveitamento no globo.
e) Zona Temperada - Floreslas com grande heterogeneidade de espcies vegetais e aproveita mento econmico predatrio.
19. (FMTM) No litoral brasileiro, os costes abrup tos recebem o nome de:
a) barcanas.
b) restingas.
o) tombolis,
d) falsias,
20. (VER" "0 que mais h na Terra  paisagem. (...) fjofajtam cores a esta paisagem. (...) Tem pocas do ano em que verde, outras, amarelo, e depois casta nho ou negro", (SARAMAGO, Jos. Levantado do cho, Caminho, Lisboa, 1979.)
O tipo climtico que, por sua bem definida su cesso das quatro estaes do ano, provavel mente Inspirou o autor, denomina-se:
a) polar.
b) equatorial.
21, (UFPI) Sobre a origem e formao das rochas gneas,  verdadeiro afirmar qoe:
a) se formam em camadas dispostas horizontal mente, oom permeabilidade e porosidade bastan te elevadas.
Geografia - BOI
d) tropical mido.
e) mameles.
c) temperado.
Cincias Humanas e suas Tecnologias
b) se formam em decorrncia de disposies de origem hdrica, a exemplo do calcrio e do arenilo. c) se originam da transformao do magma devido s alias temperaturas destacando-se, enlre elas, o carvo mineral e o argilito.
d) tm suaodgem vinculada ao intemperisnio quimi co e ao acmulo de sedimentos nos tundos dosvales.
e) resultam da solidificao do magma, podendo ser intrusiva (granito) ou extrusiva (basalto).
22. (UEMG) So agentes externos transformado res do relevo, exceto:
a) intemperismo
b) vulcanismo
e) vento
23. (UFJF-MG) A tuntira  caracterizada coma:
a) vegetao de carter xeromorfo, onde se desta cam cactceas e bromeliceas,
b) vegetao rasteira (ervas e gramneas) de excelen te valor para a pecuria.
c) vegetao do tipo mesotrmico, com poucas es pcies arbreas, como carvalhos efaias.
d) vegetao de vidaetmera constituida, basicamen te, de musgos e Uquens.
e) vegetao constituda por florestas bastante uniformes, formadastreqentemente por pinhei ros e abetos.
24. (OURO FINO) Assinale a alternativa correta:
a) Cometas so corpos ituminados, recebendo sua luz exctusivamente do Sol.
b) Planetas so corpos luminosos que descrevem rbitas elpticas, das quais o Sot ocupa um dos focos. c) Considerando-se as cores das estrelas, temos o seu tamanho,
d) Os so correspondem aos perodos em que, em relao ao Equador, ocorre uma durao idnti ca de horas do dia e da noite.
e) As estreias variam suas cores de acordo com a temperatura. Assim, as azuis so mais quentes; as amarelas, intermedirias e as vermelhas so Irias,
25. (EVNIGELJCA)AlitosferacOhnstitUidaPelascros tasterTestressuperiore interior. A crostaterrestre  formada pelo solo e subsolo. O solo pode ser
a) eluvial e quimico.	d) eluvial e aluvial.
b) massap e terra roxa,	e) qumico e orgnico.
c) aluvial e qumico. 502 - Uee9ralia
26. (CEFET-PR) Intemperismo Fsico ou Mecr co vexa a ser o agente externo resultante:
a) de grandes amplitudes trmicas, as quais prev cam a contnua dilatao e contrao das rocha fissurando-as, minando sua resistncia.
b) do intenso trabalho de abraso marinha.
c) dos seres vivos.
d) dos rios.
e) n.d.a.
a) coordenadas e latitude
b) meridianos e longitude
c) isbaros e presso atmosfrica
d) paralelos e longitude
e) crculos polares e temperatura
28. (UERJ) Relacione formas de vegetao cai tipo de clima:
1) taiga (floresta bcreal)
2) tundm
3) estepe
4) garhgue
5) pradarias
A numerao ser:
c) 4- 1 -2 -3-5
29. (UFPR) A destruio das rochas preexisteiti por fragmentao, origina unia outra categi de rochas denominadas:
a) metamrficas-sedimentares. b) plutnicas-magmticas.
c) sedi mentares-detritcas.
d) sedimentares-orgnicas.
e) magmticas-vulcnicas.
30. UFPR) O movimento de transiao da Te a)  a nica razo para o mecanismo das esta do ano,
b) nada tem a ver com as estaes.
27. (PUC-PR) Chamamos de ... as linhas geogu ficas que se cruzam nos plos e so perpendic d) chuva lares ao Equador terrestre. Tais linhas permiti e) homem detemuinar a ... entre dois pontos.
As expresses que taltam so respectivamele
clima medterrneo clima subpolar clima temperado contine
()ctma polar
clima sem
a) 3-2 -5- 1 -4 b) 3- 1 -4-2-5
d) 4-5-2-3 e)4-I -5-2
e) tem durao de 365 dias, 5 horas, 48 minutos e 48 segundos.
d) tem sempre a mesma velocidade.
e)  mais veloz na poca dos equincios.
31. (SANTOS) Nas zonas de altas latitudes predo minam:
a) altas temperaturas.
b) as altas montanhas.
e) mdias temperaturas.
32. (UFPR) O padro mundial de distribuio das paisagens de vegetao explica-se por vrios fatores geogrficos. Indique a alternativa que encerra o conjunto de fatores que melhor expli catal distribuio:
a) otima, rocha matriz e longitude
b) temperatura, distribuio de rios e latitude
o) longitude, rotao da terra e correntes martimas d) processos tectnicos, latitude e altitude
e) clima, latitude e altitude
33. (UFM-MA) A zona de perturbaes atmosfri cas fica situada oa:
a) tropostera.	c) ozonosfera.
5) estratosfera.	d) ionosfera,
34. (UFM-MAj Os ventos alsios sopram:
a) no hemisfrio norte,
b) nas zonas extratropicais.
e) dos trpicos para o Equador.
d) nas zonas polares.
35. (UFM-MA) Os campos limpos so formaes vegetais caracterizadas:
a) por possuirem espcies vegetais de grande pode. 5) pela ocorrncia de poucos vegetais de grande
porte.
e) peto predominio de arbustos.
d) por possuirem somente vegetao herbcea.
36. (CAL PELOTAS-RS) Uma das principais carac tersticas do curso inferior de um rio :
a) a pouca velocidade das guas.
5) o regime torrencial,
c) a sucesso de quedas d'gua.
d) o intenso processo de eroso.
e) o transporte de sedimentos.
Cincias Humanas e suas Tecnologias
37. (CAL PELOTAS'RS) A distncia medida em graus, do Equador ao Trpico de Capricrnio,  chamada de:
a) longitude oeste.
5) latitude norte.
c) longitude leste.
38. (UFPE) Superfcies elevadas, mais ou menos planas, delimitadas por escarpas que consti tuem declives, onde os processos de destruio superam os de deposio, formam:
a) depresses.
b) depresses perifricas. e) planicies.
39. (F. STA. MARIA) A savana  uma vegetao
dominante em regies caracterizadas por:
a) ausncia de chuvas.
b) longos periodos chuvosos,
e) irregularidade na distribuio das chuvas.
d) alternncia de uma estao seca e cutra chuvosa.
e) ohuvas bem distribuidas todo o ano.
40. (Mt-SJRP) "Trata-se de uma paisagem botni ca comum nas reas de altas latitudes do Hemisf rio Norte acima dos paralelos de 60 e 70 (depen dendo do Continente). E um hab/tataltamente ta vorvel ao desenvolvimento das camlias, dos criptgamos, das brifitas.
Nas afirmativas, a posio qeogrfica e a caracte rizao floristica so suficientes para identificar a) atioresta Boreal.
5) taiga Siberiana.
e) a paisagem da Tundra.
d) os grass!ands.
e) a paisagem do "Maquis" e do "Garrigue".
41. (UEMT) "Muitas vezes, em funo dos caprichos da natureza, o homem constata quetodo o seu tra balho foi em vo e que sua sobrevivncia est em perigo."
Qual das seguintes alternativas expressa melhor o tema principal desse texto:
a) Adegradao progressiva da natureza, pela ao do homem,
5) As restries impostas pela natureza  ao do
homem,
d) os ventos alsios. e) altas presses.
d) latitude sul.
e) equincio.
d) montanhas. e) planaltos.
Ceogralia . 503
Clncias Humanas a suas Tecnologias
c) Os fracassos do homem, obrigando seu retorno  natureza.
d) A impossibilidade do homem em conquistar es paos naturais.
e) A preservao da natureza como fator primordial para asobrevivncia do homem.
42. (IJFCEJA partir da observao do P ii do Re levo Submarino do Atlntico Sul,  correto coa clultqiie:
L
s
L
L ..L
-
a) as maiores profundidades do Atlntico Sul so encontradas nos litorais sul e sudeste do Brasil.
b) o relevo submarino do Atlntico Sul apresenta-se bastante uniforme.
e) no relevo submarino do Atlntico Sul apare cem elevaes superiores a 5000 m, com gran de freqncia, estando as mesmas situadas no meio do oceano.
d) a meio caminho entre aAmrica do Sul e atrica existem grandes elevaes, ao passo que entre es sas elevaes e os litorais dos referidos continen tes existem profundidades considerveis, ori ginando o que chamamos de bacias ocenicas.
e) afigura nada permite concluir a respeito do Atln tico Sul.
43. (LIFCE) identifique a regio do relevo sub marino, na qual foi encontrado petrieo no
Cear:
a) abissal
b) plataforma Continental
c) pelgica
d) fossa Marinha
44. (UPCE) identifique a paisagem vegetal pria deste meia. Solos secos e pedregosos, porao superior  precipitao e temper mdia em torno de 3O
a) caalinga arbrea densa
b) caatinga arbustiva esparsa
c) caatinga arbusliva densa
d) caalinga arbrea esparsa
45. (HEMA) Atualmente, o Brasil tem sofrid teraes cli mtIcas bas tante acentua das, como es cassez de chu vasnoNotdes-, te e chuvas abundantes no Sul, Isso est relacio nado ao fend mono repre sentado ao lado, denomi nado:
c)elNiho
46. jUEMA) Os mapas por muitos anos estit a servio do poder. No   toa que o traa mapa-mndi do nosso planeta-esfera traz centro a Europa, retratando a real dominadora da poca dos primeiros tra isto significa que os mapas:
a) mostram apenas realidades locais.
b) contm uma viso de mundo e um conte, litico-ideolgico.
e) interpretam o pensamento do leitor.
d) so neutros e sem ideologia.
e) so opes apenas tcnicas.
47. (UEMAI As reas hachuradas, no mndi, identificam em tipo de paisager tal com caractersticas de extrema ft umIdade, elevada ampiitudetrmioae i pluviomtricos Interiores a 250 mmfano tituindo-se em um grande desafio
-
L
-A
s- tY-.- '
a) friagem b) inverso trmica
d) geadas e) ilha de C
504 - Geografia
d) reqiestemperadas e) regies polares
a) regies desrticas
b) regies montanhosas
e) regies tropicais
48. (tdesc-SC) Eroso  o nome dado ao desgas te que as rochas sofrem. Assinale a alternativa que apresenta somente agentes de eroso:
a) vulcanismo, tectonismo e ao anlrpica b) as chuvas, os rios, as geleiras, os oceanos e mares e os ventas.
c) eroso pluvial, fluvial, marinha e elica. d) abraso, deposio e sedimentao; e) fatores internos externos,
49. (tJNlFDR-CE)A partir da anlise do mapa e dos conhecimentos sobre os movimentos das guas ocenioas, pode-se concluir
Con'entes martimas
a) 1 assinala a corrente de Humboldt,  uma corrente quente que aquece o litoral do Peru e do Chile, pos sibilitando a esses pases serem os maiores produ tores mundiais de pescado.
b) I representa a corrente do Golfo,  uma corrente quente que aquece as guas do Mar do Norte, impe dindo seu congelamento.
c) lii representa a corrente do Brasil,  uma corrente quente, responsvel petas elevadas temperaturas do litoral brasileiro,
Cincias Humanas e suas Tecnologias
d) As vagas so movimentos das guas ocenicas que s so percebidos no litoral, e sua origem est associada  intluncia que a Lua exerce sobre aTerra.
e) Os movimentos mais importantes das guas ocenicas so as correntes martimas, porque po dem dificultar ou facilitara navegao.
50. (UNER) "O sensoriamento remoto  um recur so tcnico para ampliar os sentidos naturais do homem. E um dispositivo ou equipamento (c mara totogrtica, radar, satlite) que capta e regis tra, sob atorma de imagens, a energia ret ou emitida pelas reas, acidentes, objetos e aconteci mentos do meio ambiente, incluindo os acidentes naturais e culturais." (Oliveira, p. 307.)
Com base no texto e nos conhecimentos sobre
sensoriamento remoto, pode-se concluir:
a) asfotografias teitas por satlites dispensam todos os tipos de cartas geogrticas temticas.
b) a totalidade da superfcie terrestre pode ser visualizada por meio de uma nica foto teita por sattiee.
c) as vantagens da fotografia area so a boa orienta o espacial, afacilidade de interpretao, o etevado nvel de preciso e rapidez, permitindo amplo campo de trabalho aos gegrafos, gelogos e urbanistas.
d) as imagens de radar, quando devidamente pro cessadas, oferecem detalhes milimtricos, tais como a deteco de pragas nas lavouras,
e) o mapa-mndi, de todas as representaes cartogrtioas,  a mais perfeita, por ter uma grande escala eapresentar o espao com todos os detalhes.
51. (UNEB)"O ptanetaTerraum geide,asuaforma
se aproxima de uma esfera achatada nos ptos e
dilatada no Equador, e executa, entre outros, dois
movimentos de grande importncia, ode rotao e
ode transtao." (Coelho, p. 15.)
Com base no texto e nos conhecimentos sobre os movimentos da Terra, pode'se oonotulr
a) a sucesso dos dias e das noites e a conseqente influncia na organizao da vida das pessoas esto relacionadas ao movimento de rotao.
b) a circulao atmosfrica e o movimento das corren tes martimas decorrem do movimento de transtao.
o) o achatamento dos ptos, a dilatao da regio equatorial e o deslocamento do Equador Trmico so resuttantes do movimento de rotao.
Geogralia .505
homem e sua sobrevivncia na regio. Identi tique- as:
S
1
Cincias Humanas e suas 'Tecnologias
d) o movimento orbilal daTerra se completa exata mente em 365 dias, ao percorrer 930 milhes de quilmetros em torno do Sol.
e) a inclinao da Terra, em relao ao plano da sua ecliptica, torma um ngulo de 23'27'30, que corresponde aos equincios.
52. (UNEB)Com base na ilustrao e nos conheci mentos sobre a posio de um lugar, conclui-se:
fl
1
a) os paralelos denominados trpicos encontram- sena metade da distncia entre o Equador e os cir culos polares.
b) o ponto em que o Meridiano de Greenwich cruza o paralelo do Equador (01, quando tomado como base, pode-se contar, a partir dele, 180' para o norte e 180' para o sul, como longitude.
c) a distncia, em graus, que vai do Meridiano Inicial aqualquerponto dasuperficieterrestre, inclusive os ptos,  denominada latitude.
d) o paralelo que marca, no Hemisfrio Norte, a po sio de 23'27' e 66'33' a partir do Equador, corresponde ao Crculo Polar Antrtico.
e) o plano da eclptica  formado pela interferncia solar, no momento em que aTerra reccmea o mo vimento de rotao.
53. (UJIER Com base na ilustrao a seguir e nos conhecimentos sobre climas, pode-se concluir:
a) as "ilhas de calor" so fenmenos climticos que ocorrem em pequenas e grandes cidades, porque os raios sotares incidem igualmente em todas elas.
b) ouso de grandes quantidades de combustveis fsseis pelas usinas hidrettricas  o responsvel pelas "ilhas de calor",
o) as ilhas de calor" se definem pelas alteraes tr micas produzidas pelas grandes queimadas e pelos altos tornos das siderrgcas
d) os materiais usados nas construes urbanas e os gases expelidos pelos veculos automotores so os responsveis pelas "ilhas de calor".
e) as "ilhas de calor" geralmente ocorrem na peru ria das cidades, tormando reas de baixa press para onde convergem os ventos.
54. (UNES) As inundaes, fenmeno que se tc nou freqente em Salvador, esto cada vez na volumosas, na medida em que o tecido urbai se expande, aumentando a quantidade de con trues de grandes edifcios, de extensas avei das de vale, de ocupao das encostas por mv ses e pavimentao asfltica das vias de circ lao de pessoas e veculos.
As aes municipais, para evitar essas inuod es, so altamente necessrias e exigem ga tos pblicos enormes.
Com base no texto e nos conhecimentos sob urbanizao, conclui-se:
a) a impermeabilizao do solo urbano provocc escoamento rpido nos vales, evitando aacumu o das guas pluviais.
b) a ampliao do tecido urbano modifica microclima, acarretando aumento das precipilaf pluviomtricas.
c) a queda das folhas e o lixo espalhado pelas vi pblicas entopem os esgotos, possibilitando a in trao e o escoamento natural das guas,
d) as invases das encostas impedem a reteno guas pelo sobe pelavegetao, facilitando o rpi escoamento sobre o manto de alterao das roch
e) o sitio urbano no tem relao nem com as m daes nem com o escoamento das guas, porq eles so determinados exclusivamente por at antrpicas.
55. (IJNEB) As aes antrpicas inadequadass responsveis por danos irreparveis, que podi ocorrer no ecossistema local, estendendo-se conjunto do meio ambiente.
Essa alIenao pode ser aplIcada :
a) canalizao dos rios e  produo de latossol b) formao de bacias hidrogrficas e  correo leitos dos rios,
508' Ceogralia
vo de agrotxicos.
d) constwode cavemasoalcrias e ao desmalamento.
e) abraso na orla marifmae a irdgao no-orientada
Para responder  questo 56, observe a figura da pgina 382.
56. (UNEB) Atualmente o movimento das placas tectnicas provoca em seus limites externos, nas terras ememas, deformaes e fenmenos como:
a) dobramentos antigos	d) lagos tectnicos
51. (UFCE) Observe e analise o esquema:
D. de OimI,deile de matde td,,ttdoe de o,tak, ,toaove ta sob I,,OI,000e do Sobe de
soe doe f ideia
1	______
Msoe( cisoddod. de Mor., MIIeido de
,eireided	igJ.
OlSbbMsSdOOeebe H .
Com base no esquema  verdadeiro afirmar que:
a) a degradao da coberturavegetal no interfere na dinmica do ciclo da gua. (01)
b) as perdas de matria orgnica ocorrem principalmente nos horizontes superficiais do solo. (02)
c) a capacidade de reserva de gua no solo independe de vegetao. (04)
d) o maiorescoamento superficial acelera a ao dos agentes de eroso. (08)
r
Cincias Humanas e soas Tecnologias
e) a degradao da vegetao tambm  motivada pelo homem ao executar atividades econmicas, como a agricultura, a silvicultura e a pecuria. (16)
f) o esquema representa, de modo simples, o meca nismo de degradao do meio ambiente. (32)
Ol,s.: Some os nmeros das afteniativas corretas.
58. (VEGO) Os bens de produo compreendem, dentre outros, os recursos da natureza, notadaniente os recursosminerais, os solose as fontes de energia. Assim, a natureza  parte fun damental do processo produtivo seja ele agrco la ou industrial.
Sobre os recursos da natureza, pode-se afir
mar que:
a) na Amaznia brasileira existe uma combinao de jazidas de minrios e fontes de energia, que muito interessa aos grupos econmicos interna cionais. (01)
b) existe uma vertente dos movimentos conser vacionistas ou ecoldgicos que defendem, naatuali dade, ouso racional dos recursos naturais, de modo que se possa beneficiar um maior nmero de pes soas por mais tempo. (02)
o) algumas reservas mundiais de recursos minerais no-renovveis podem se esgotar se persistir ouso intensivo e indiscriminado. (04)
d) o pelrleo  vital para a produo de energia e de matria-prima para a indstria petroquimica, O
seu transporte mundial tem resultado no apareci mento de zonas de poluio intensa, notadamen te os Grandes Lagos (EUA e Canad), o Mar Ver melho, o Golfo Prsico (Oriente Mdio) e o litoral norte da Europa, (08)
e) Os paises considerados pobres so grandes
importadores de minrios, porque possuem a me nor parte das reservas minerais do planeta. (16)
f) O conhecimento da dinmica das formaes superficiais da terra (geomorfologia)  fundamental para se identiticar, compreender e localizaras reser vas de recursos minerais. (32)
Obs.: Some os nmeros correspondentes s alter-
nativas corretas.
o) construo de grandes represas e ao uso intensi
b) terremotos c) desertos
e) vulces extintos
59. (UEMA) Observando o mapa abaixo ideatlf 1-
que a opo que corresponde corretamente 
seguinte situao:
Geografia - 507
508 . Geogralia
Um navio pede sococTo em pleno oceano, tendi seguinte posio: 500 latitude sul e 150 lontitt leste, O continente mais prximo desse ponto
60. (UEMA) rvores altas com muitas epfitas, a ndice de pluviosidade e predonhinncia de a mais arborcolas so caractersticas de um bio terrestre, do tipo:
a) taiga	c) floresta temperada	e) tun:
b) campos	d) floresta tropical
E
a
si
Ciencias Humanas o suas Tecnologias ;s 1j
.
a) Europa d) Amrica
b) Oceania e) Asia
c) tri
RESPOSTAS:
l.a	2.b
l0.e	11.e
18.a	19.d
26.a	27.b
34.c	35.d
42.d	43.b
50.c	51.a
58.	15	59.
3. b
12. a
20. c
28. e
36. a
44.
52. c
60. 1
4. b
13. c
21. e
29. c
31. d
45. c
53. d
5. c
14. d
22. b
30.
38. e
46.
54.d
6. d
IS. 
23. d
31. e
39. c
41. a
55. 
7. a
16. 1.8=9
24. e
32. e
411.
48. b
56. b
8. a9. a
li. e
25. d
33. a
41. b
49. b
51. 58
-
Cincias Humanas e suas Tecnologias
Bloco . Geopoltica
Organizaes Etiroplas
Aps a Segunda Guerra Mundial, o mundo mudou suatace: houve transfomiao radical naeconomiae nas relaes de poder; o bloco capilalisla consolidou se com a hegemonia dos EUA, pois a Europa estava totalmente arrasada pela guerra; e, no leste europeu, surgiu o bloco socialista, sob a liderana da Unio das Repblicas Socialistas Soviticas (URSS). Foienlo que alguns paises europeus comearam a estabelecer acordos econmicos mtlltilalerais.
Benelux
o primeiro, composto por Blgica, Pases Baixos (Holanda) e Luxemburgo, instituido em 1944! preteri- dia ampliar as relaes comerciais entre esses pases por meio de redues das tardas alfandegrias.
Comecon ou Caem (Conselho para Assistncia Econmica Mtua)
Foi lormado em 1949, comandado pela Unio das Repblicas Socialistas Soviticas, e tinha como membros europeus a Alemanha Oriental, Bulgria, Hungria, Polnia e Tchecoslovquia. Essa organi zao foi extinta em 1990 com o fim do socialismo naURSS.
CEGA (Comunidade Europia do Carvo e do Ao)
Em 1952,os pases quelormavam o Benelux se uni ram Alemanha Ocidental, Franae Itlia, e formaram uma nova comunidade; a CEGA. Mais tarde a Diria- marca e o Reino Unido se incorporaram  CEGA.
Essa comunidade tinha como obietivo a criao de um mercado comum para o carvo mineral, minrio de ferro, coq ue, terro-gusa e ao.
AELC (Associao Europia de Livre Comrcio)
Em 1959, quando tal formada, seus componentes eram: Islndia, Finlndia, Sucia, Noruega, ustria, Suia e Liechtenstein,
Mercado Comum Europeu
Em 1957, os seis membros iniciais da CECA tunda ram, por meia do tratado de Roma, o Mercado Co mum Europeu (MCE) ou Comunidade Econmica Eurcpia (CEE); deu-se aio inicio do megabl000 e conmico que  o mercado comum da Europa.
Em dezembro de 1991, a cidade de Maastricht, na Holanda, lei palco do tratado que leva seu nome. Esse tratado determinou a criao de um Banco Cen tral nico e de uma moeda nica, que circularia pri meiramente em transaes bancrias e com previ so de, a partir de 2002, substituir as moedas nacio nais entre os pases membros. Nesse tratado passa ria aexistir a plena e livre circulao de capitais, cida dos, bens e servios. Essas medidas transforma ram radicalmente o MCE (Mercado Comum Euro peu), o que modificaria at o seu nome para UE (em ingls, Unio Europia).
O passo definitivo paraaconsodao da VEfol dado em 1992, como Tratado do Porto, que criou o Espa o Econmico Europeu (EEE), organizao quelun diria os interesses da Unio Europia aos da Asso ciao Europia de Livre Comrcio (AEW), comple lando a transio.
Estava lormado e concretizado, depois de quase cinqenta anos, o bloco econmico mais bem estruturado do planeta, ancorado em tratados di plomticos e com um PIB de 5,45 trilhes; a Unio Europa, formada por 15 pases -Alemanha. Aus tria, Blgica, Dinamarca, Espanha, Finlndia, Fran a, Grcia, Irlanda, Itlia, Luxemburgo, Pases Bai xos, Portugal, Reino Unido e Sucia. Bruxelas, na Blgica,  o centro poltico da UE, que tem na Ale manha Unificada seu dnamo econmico. Estados membros: 15- Area: 3.233.722 km'- Populao; 367 milhes.
Organizao da Amrica do Norte
O NAFTA (Acordo de Livre Comrcio daAmricado Norte) foi a resposta norte-americana  UE (Unio Europia),
Geografia - 509
Ficha 1- Globalizao
Cincias Humanas e suas Tecnologias
Constitudo portrs pases: Estados Unidos daAm i :ca, Canad e Mxico, esse megabloco econmico tem mercado consumidor de 370 milhes de pes soas, e conoentrao maior PIO dos blocos mundiais:
U$ 6,5 trbes. O NAFTA prev acordos de zonas de livre comrcio e no a livre circuao de pessoas e moeda, como a ME (Unio Europia).
Bloco do Pacfico
o conjunto de paises da Bacia do Pacfico, ao con trrio dos outros dois, no est baseado em acordos diplomticos formais. Constitui esse agrupamento
umazonade farte integrao econmica polarizada pela maior potncia, o Japo, e caracterizada pelo intenso crescimento dos Novos Pases Industrializa- dos (NICs) ou Tigres Asticos". Participam desse agrupamento econmico Japo, Auslrla, Coria do Sul, Malsa, Cingapura, Taiwan, lndonsa, Nova Zelndiae Hong Kong, O PIO dos pases da Bacia do Pacfico  de 11$ 4,84 trilhes,
Organizaes Latino-Americanas
Em 1969, do criado o Pacto Andino, uma das mais importantes organizaes tatino-americanas,
Os pases que compem o Pacto Andino so: Bol via, Colmbia e o Chile, que se retirou em 1977, Em 1992, a unio aduaneira comeou a funcionar e no ano seguinte o comrcio entre seus membros au mentaria mais de 50%, alm de aumentar o PNB (Pro duto Nacional Bruto).
Em 1960, foi criada aALAIS (Associao Latino-Ame'
ricana de Livre Comrcio).
O Tratado de Montevidu (capital do Uruguai), em 1980, mudou seu nome para ALADI (Associao Latino-Americana de Integrao), quetem como ob jetivo criar um mercado comum entre seus mem bros. So pases participantes daALADI: Mxico, Co lmbia, Brasil, Chile, Uruguai, Paraguai, Bolivia,
Venezuela e Equador.
Na Amrica Central Continental encontra-se o MCCA (Mercado Comum Cntro-Americano), criado em 1960, pelo Tratado de Mangua. Seu maior sucesso Ioi a realizao de diversos acordos de 0000erao agricola-industrial e a criao de um modelo de integrao: Ioi abolido o controle de passaporte de eus cidados, houve integrao de suas bolsas de
510 - Geogralia
valores e a rede eltrica dos cinco pases foi moe da. Fazem parte do MCCA: Nicargua, Hcnd Guatemala. Costa Rica e Belize.
Outro importante bloco  o CARICOM lCarib
Community and Common Market - Comurrid, Mercado Comum Caribenho), criado em 1968 o nome de GARIETA (Caribbean Frue Association-Associao Caribenha de Livre Cc cio) para organizar as relaes comerciais er Jamaica, Barbados, So Cristvo, Nevis, Saci cia, Bahamas, So Vicente, Montserrat, Antii Barbuda, Trinidad e Tobago e Guiana. Em 1973,1 formou-sena CARICOM, incorporando mais ai pases do Caribe: Belze, Dominicae Granada, como objetivo maior a soluo dos graves pr mas sociais da regio.
Em 1994, seus 13 membros, untamenle comi Mxico, Venezuela e diversas ilhas no indepei tes do Caribe, criaram a AEC (Associao dos dos do Caribe).
Outras Organizaes
A Organizao do Tratado do Atlntico 1 (OTAN), criada em 1949, tem carter militar. Ali pases europeus, inclui outros dois banhador Atlntico Norte: Canad e Estados Unidos. Seu tivo lundamental  a cooperao militar e a defc seus membros, no caso de agresso internac
A OECD (Organizalion for Economic Cooperatio
Development ou Organizao para a Coope
Econmicae Desenvolvimento) foi estabeleok
1961 para promover bem-estar econtmco e!
entre seus membros e harmonizar a qualida
vida nos paises em desenvolvimento, Alm
paises europeus, engloba tambm Austrlia, d, Japo, Nova Zelnda e Estados Unidos.
Mercosul
Para o Brasil, a principal organizao latino-a cana  o Mercosul (Mercado Comum do Su qual fazem parte tambm a Argentina, o Param Uruguai. Criado peloTratado deAssuno em maro de 1991, previu o um das barreiras alt grias entre seus membros aps 1' de janei 1995.0 comrcio Brasil - Argentina foi o qi
nhou maior tora aps a assinatura desse tn Em 1990,0 Brasiltinha um dficit de 760 milhi
Cincias Humanas e suas Tecnologis
dlares com esse pas; em 1993, esse saldo trans formou-se em supervit de 1,1 bilho de dlares. A tendncia do Mercosul  ampliar seu nmero de par ceiros. Em junho de 1994, o Chile formalizou pedi do de associar-se  organizao, inicialmente como parceiro preferencial. Representando cerca de 30% dc mercado regional do Mercosul, o Chile revela-se um parceiro de grande importncia. [ 995, o Chile
tornou-se membro associado do Mercosul, o mes mo fazendo a Bolvia em 1997. Isso marcou a asso ciao do Mercosul com o Pacto Andino, um bloco econmico formado pelos paises andinos.
Sistemas Econmicos
Existem no mundo dois sistemas socioeconmicos:
capitalismo e socialismo.
Capitalismo
Definimos capitalismo como uma economia de mer cado e uma sociedade de classes, portanto, temos dtas classes sociais no capitalismo: a burguesia e o proletariado.
A ctasse burguesa detm o capital, e a classe oper ria vende sua fora de trabalho para a obteno de um salrio,
O sistema econmico capitalista passou a ser domi nante no mundo ocidentaL aps a decadncia do sistema econmico feudal a partir do sculo XVI.
A caracteristica maior do sistema econmico capita lista  a propriedade privada, querdizer, quem detm o capital  dono dos meios de produo.
O grande objetivo desse sisfema o lucro, H a expio' rao do homem pelo homem, No mbilo social no h igualdades de oportunidades entre os cidados.
O governo interfere pouco, ou muito pouco, nas re laes econmicas, pois o mecanismo de funciona mento  a economia de mercado, em que prevalece a "lei da alerta e da procura". Tambm h prticas sem concorrncia, em que o que impera s os mo noplios, oligoplios e cartis,
Os meios de troca so: dinheiro, cheque, carto de
crdito, duplicatas etc.
O capitalismo pode ser dividido em trs etapas: co mercial, industrial e financeiro. So exemplos de pases com economia capitalista: EUA, Canad, Bra sil, Argentina, Portugal.
Capitalismo Comercial
O capitalismo comercial ocorreu no perodo das grandes navegaes e descobrimentos, das con
quistas territoriais e da escravizao.
O Estado apoiava a expanso martima o colo nialismo e garantia alta lucratividade, pois as co lnias eram obrigadas a vender seus produtos a preos baixos para as metrpoles e a comprar delas, a preos altos, tudo o que necessitavam, Essa fase mercantilista foi fundamental para o de-
senvofvimento do capitalismo.
Capitalismo Industrial
O capitalismo industrial foi o resultado da Revoluo Industrial e causou profundas transformaes eco nmicas, sociais, politicas, culturais etc. A revolto Industrial ocorreu na Europa, mais precisamente na Inglaterra, no sculo XVIII. O invento da mquinaa vapor foi o que possibilitou o aumento cada vez maior de produtos (produtividade), o que multipli cava fantasticamente os lucros dos produtores (bur gueses). Alm da Europa, quem surgiu como po tncia industrial foram os EUA, no comeo dd sculo XIX, com a doutrina Monroe (aAmrica para os ame ricanos), delimitando a Amrica Central como rea onde exerceria influncia econmica e geopoltica.
Capitalismo Financeiro
O capitalismo financeiro teve inicio na virada do s culo XIX para o sculo XX (1875-1914) com o cres
cimento acelerado da economia, gerando um pro cesso de concentrao de capifais. Aps 1914 (Pri meira Guerra Mundial), ocorreu de fato a consolida o do capitalismo financeiro, quando as empresas transnacionais ou muttinacionais tomaram-se po derosas, influentes e comeou um processo de internacionalizao de capitais.
A formao de cartis, trustes, conglomerados fi nanceiros, monoplio, oligoplio, alm das bol sas de valores, bancos internacionais, corretoras de valores, seguros etc, so as marcas desse novo modelo capitalista.
Socialismo
Guem detm os meios de produo  o Estado. As caractersticas do sistema econmico socialista so:
no ha explorao do homem pelo homem, no h concorrncia, a economia  estatal, a economia  planificada pelo governo central, so produzidos
Geografia '511
-
Cincias Humanas e suas Tecnok.gies
planos em que  determinado o que ser produzido na agricultura, indstria e nos servios.
No sistema econmico socialista, o que se leva em conta sa as pessoas, os cidados, e no o capital, O sistema socialista no tem classes so ciais, os detentores do poder so os membros da classe operria. So exemplos de pases socia listas no mundo: Cuta, Coria do Norte, Vietn e China, considerada por analisdas como a prxi ma potncia mundial.
Globalizao
Globalizao  o pice da internacionalizao do ca pital. E o outro nome dado ao sistema capitalisla in ternacional, ou ao imperialismo do capital transnacional, em que os Estados Nacionais tm me nos poder, e as muttinacionas, ou lransnacionais, dispem de grandes volumes de capitais, movimen lados diariamente em bolsas de valores de todo o mundo, em que esse capital voltil no fica alm de dias ou poucos dias  procura de altos juros e de novos investimentos.
A globalizao tambm tem sua tareia na cultun que todos eslo ligados via computadores Internei, Intraneu, TV a cabo, recebendo inform em tempo real, realizando assim a massiticai informao, dos gostos, da roupa etc. Omundo vez mais est se tornando menor e mais semelh nos costumes e desejos. Quem detm o mono do capital so os pases desenvolvidos, prinr mente os E1)A, Japo, Alemanha etc., que oprij os pases em desenvolvimento. Esses paises di a mais alia tecnologia, em vrios segmentos,
o setor automobilstico at os de mirrotomput res, colocando em xeque at as tradies secu desses pases em lase de desenvolvimento. P0 lo, a globalizao s  beniica a quem detm pita, conquistando com isso mais capital, faz um circulo vicioso, no qual os pases em desei vimento ficam cada vez mais pobres, ou me miserveis, e os pases desenvolvidos cada vez ricos. Deveria haver uma cooperao iniernat entre os pases, uns ajudando os outros, para isso minorar o tosso que existe entre os mais f os mais pobres do planeta.
Ficha 2 A Nova Ordem_Mundial ______
Conflito NQrte-Sul ou Ricos e Pobres ou Pases Desenvolvidos e Subdesenvolvidos
O sistema econmico capitalista provocou um gran de tosso entre as reas dos pases desenvolvidos ou do norte e os chamados subdesenvolvdos ou peri fricos ao sul. Essa diviso geogrMica entre noite e sul corresponde ao norte desenvolvido da Amrica e Europa, e o sul subdesenvolvido da Amrica Lati na e continente africano.
A oposio entre esse norte industrializado e o sul dependente  predominanlemente econmica, na qual o padro de poder ou status  medido pela capacidade tecnolgica de produo e de compe tio no mercado internacional, O norte industriai zado  chamado de Primeiro Mundo, que so pa ses de economia capitalista, um seleto grupo que corresponde a 15% da populao mundial, que so: EUA. Japo, Canad, Israel, Austrlia, Nova
GIZ Geografia
Zernndia, e pases da Europa ocdental. Dessa os mais industrializados ou superindustralz. so: EUA, Japo e Alemanha, As caraclerstcas desses pases so infra-estru base industrial de grande capacidade de com o internacional, poso de vanguarda na pe
sateonocienttica, intormlica, tarmacutca, qui fina, telecomunicaes etc. So pases que etpc produtos manutaturados, e imporiam produtc mrios de patses perilrcos, ou em desenvolvi to a preos sempre masbaratos.
As sociedades desses pases j resolveram ao biemas bsicos, como educao, transportes radia etc., o que no ocorre em pases em dese vimento, a exemplo do Brasil, Os sete mais md lizados compem o chamado 07 -que so os mais ricos do mundo: EUA, Japo, Alemanha, a, Itlia, Inglaterra e Canad. A Rssia  cons sempre quando h reunies do 07, mas nn
ce otcialmente ao grupo, mesmo sendo uma de potncia industrial e blica.
i
LvI
O sul subdesenvolvido, ou periferia das grandes po tncias, tem a oterecer matrias-primas e mo-de- obra barata.
Os pases peritricos tm em seu sistema econmico o mais perverso tator de excluso social: o sistema capitalista ou pr-capitalista dai com que ocorra ex plorao dcs trabalhadores por parte da burguesia. Isso se reflete nas condies socloeconmicas de mais de 80% dessas sociedades; essa imensa por centagem de excludos forma boises de pobreza, em que o trtico de drogas, a prostituio, o abando no, as doenas, e a criminalidade so uma constan te. Os graves problemas sociais desses pases esto se aprotundando cada vez mais, e criando um circu lo vicioso, no qual parece no ter fim a angstia da classe operria.
O sistema econmico capitalista provoca vrias con tradies em pases subdesenvolvidos, ou peritri cos, como, por exemplo, o Brasil, que  a oitava eco nomia capitalista do mundo, mas tem em seu seio, em sua sociedade, problemas sociais de economias muito mais atrasadas, o que se nota, ento,  que no basta s ser um grande pais economicamente avan ado, mas sim ter uma sociedade mais equilibrada socialmente, e mais justa nas oportunidades de edu cao, sade, transporte etc.
A periferia privilegiada nesse contexto  formada pelos pases mais industrializados e que possuem razovel mercado interno. Os prncipais pases des se grupo so: Brasil, Argentina, Mxico, Chnae os "Tigres Asiticos".
A perileria intermediria corresponde aos pases de produo industrial e rendimento mdio, como Atri cado Sul, Egito, Turquia, Venezuela, Colmbia etc,
Os pases mais pobres e menos industrializados da frica, Amrica Central e da sia compem a perferia perifrica. Encontra-se nesses pases a mais elevada taxa de crescimento demogrfico do mundo, alm de imensos contingentes humanos sem perspecti vas de alimentao, trabalho, educao, moradia e sade. Exemplos de alguns pases considerados de economia pr-capitalista, mas com esses tipos de problemas: Botswana, El Salvador, Uganda etc.
"Assim caminha ahumanidade.,,"
A passagem para os anos 80 tol marcada pelo fim da dtente (distenso)e a volta da poltica de contron tao entre os EUA e a Unio Sovitica, pela queda das ditaduras na Europa e na Amrica Latina, pela
Cincias Huamauas e suas Tecuologias
revoluo sandinista na Nicargua e a revoluo islmica no Ir; assim como pela ecloso de guerras regionais no sul da Africa, no Oriente Mdio e no Extremo Oriente.
Por sua vez, a passagem para os anos 90 foi marcada pelaqueda do Murode Berlim, o fim da Unio Sovi fica e a renovao da hegemonia dos Estados Uni dos da Amrica.
"Ningum pe em dvida que os Estados Unidos so a primeira pofncia do globo. Basta o efeito do peso especfico dos seus recursos feonotgicos, econmicos, milifares e alimentares para assegurar- lhes um predominio indiscutivel. No que eles pos sam impor sua vontade  discrio; a era da sua oni pofnola j passou, se  que lenha alguma vez exis tido, A sua parceira, de apaziguamento, a UASS, no os igualaseno no terrena do "equilibrto do terror" Nos outros domnios, posta de parte a extrao de petrleo, ela fica num morno segundo lugar. Toda via  um fato: quer nos inclinemos perante a superioridade da Amrica, quer a desafiemos, ela j no apaixona ningum,.,
CLMENT, Alain. "AAmrica de trs da cortina." In:
FREITAS, Gustavo de. 900 textos e documentos de histria, Lisboa: Plfano, 1976, v. III, p. 362.
Esse texto de Atam Glment constata ao mesmo tem po a extenso do poderio norte-americano e a crise de sua influncia mundial durante a cada de 1970. Nessa poca, aps otracasso da interveno militar no Viefn, encontrava-se ainda em vigor a dtente (distenso), que, no inicio dos anos 80, cederia lugar a uma politica armamenfistae de contronta o com a Unio Sovitica, conhecida como "Se gunda Guerra Fria" - O final da dcada de 80, contu do, foi marcado pela ascenso em escala mundial do pluralismo e da democracia. Um a um, toram caindo regimes auforitrios de direifa e de esquer da, Esse processo de abertura ocorreu incialmente em Portugal, na Espanha e na Grcia. Do inicio dos anos 70 at a segunda metade da dcada seguinte foram se destazendo os regimes autoritrios daAm rica Latina e, logo depois, as "democracias papu lares' do Leste Europeu vieram abaixo com a que da do Muro de Berlim,
A nova ordem internacionaf foi detiagrada pela disparidade tecnolgica e econmica enfre o mun do capifalisfa e o mundo socialista, os dois plos de poder da Ordem Internacional da Guerra Fria. Os
Geogralia . 513
e:
1
'
Cincias Humanas e suas Tecnologias
pesados investimentos na corrida armamentista e aeroespacial favoreceram os pases capilalistas e se constituiram num peso para os regimes socialislas, gerando tenses e dificuldades econmico-polticas,
A crise do socialismo, que atingiu a Europa do leste desde o incio dos anos 80, foi conseqncia des ses fenmenos e acabou por conduzir o planeta a novas termas de organizaes das relaes interna cionais, alterando profundamente a ordem vigente desde a Segunda Guerra Mundial. A queda do Muro de Berlim no tinal dos anos 80  o marco inicial da nova ordem mundial. O Muro de Berlim simbolizava diviso de dois mundos, de dois sistemas econmi cos: o capilalista ocidental e o sistema econmico socialistado lesteeuropeu. Representavatambm o simbolo da Guerra Fria: a bipolaridade ideolgica entreEUAeUBSS.
Os constantes fluxos econmicos entre as empresas transnacionais fazem com que esse sistema econ mico capitalista promova a mais fantstica lorma de
espoliao: a globalizao. Com a queda dos' lismo no lesle europeu, a liegemorria dos Eu) surgimenlo de novas naes, produto de de bramento e guerras, desenhou-se. dessatormi novo mapa-mndi.
Outra grande questo dessa nova era que sei  o controle do capital e dos fluxos de investir tos, Oessa maneira, ampliam -se as diterena:
tre o Norte rico e o Sul pobre. Substituiu-se o Ilito ideolgico Leste-Oeste pelo conflito eo mico Norte-Sul.
A economia  a base de todatransformao dai Ordem lrtlernacional e veio acompanhada pelei lecimento de novas potncias como Japo e Alt nha e megablocos econmicos como o Nafta ei do Pacifico.
As prxImas guerras entre essas grandes polr sero teenolgicas, comerciais. A Nova Ordem 1 nacional comea cornos EUA sendo uma supe tncia unimultipolar.
Ficha 34 Pupulaces
Exploso Urbana
Aurbanizao contempornea  um lenmeno as sociado Revoluo Industrial. As metrpoles eu roplas, norte-americanas e japonesas do inicio do nosso sculo-Nova Yort<, Londres, Tquio, Paris
- decolaram graas s transformaes econmi cas que despovoaram o campo. O xodo rural foi o motordaurbanizao do Primeiro Mundo. No Pri meiro Mundo 75% da populao  urbana, contra 40% do Terceiro Mundo. Essa diferena reflete a existncia de patamares distintos de modemizao da agricultura desses paises desenvolvidos e a pou ca mecanizao do campo nos pases em desen volvimento, como o Brasil, porexemplo, reflete bem o xodo (saida) do campo em direo  cidade em busca de melhores condies de vida, principal mente de trabalho, educao e sade para os traba lhadores rurais.
O processo de descolonizao no continente africa no d bem a medida dessa "fuga" dos despossuidos aos palses desenvolvidos. A emancipao de mui- los pases africanostragilizou suas economias. Um exemplo  a Arglia, cuja independncia provocou a
514 'Geografia
fuga de imensos contingentes de argelinos em o  Europa, principalmente  Frana, pais co zador, provocando protestos da extrema direifa cesa, capitaneada pelo neotascista 1_e Pen, lidc Partido Nacional, que prega a volta dos imigrt africanos a seus pases de origem, culpando-os desemprego em solo francs, o que realmente  grande mentira.
Das 34 metrpoles do planeta, 25 se localizar paises subdesenvolvidos ou peritricos. A At confinente mais populoso do planeta, abriga sas cidades gigantescas, seguida de longe pela) rica (10), Europa(S) e Africa (2). Os grandes merados humanos so um dos maiores p rob a serem enfrentados pelas autoridades mun gerando instabilidade poltica permanente, fa' intra-estrutura, saneamento bsico, educaO,l porte, sade etc.
No inicio da era crist, a populao do munt calculada em 250 milhes de habitantes, con do-seque foram necessrios milnios para qu acontecesse. A partirdai, a humanidade, at m' do sculo XVII (1650), contava com uma popt de 545 milhes.
1
1
Na metade do sculo XVI apresentava 728 milhes.
Em 1850. 1 bilho e 171 milhes.
Em 1950,2 bilhes e 511 milhes.
Em 1998, j somos 5,90 bilhes e chegamos no linal de 1999 com 6 bilhes de habitantes, e, segun do as previses da ONU (Organizaes das Naes Unidas), no ano de 2015 o planeta contar com apro ximadamente 7, 5 bilhes de pessoas.
Como vemos, um dos problemas do mundo contem porneo  o acelerado crescimento de sua pcpula o, pois, como sabemos, as reas que apresentam o maiores ndices de crescimento demogrfico so as mesmas que apresenlam problemas de saneamento bsico, alimentares, educacionais ebc.
Teorias Demogrficas: Teorja de Maithus
O ingls Toms Ma publicou em 1798, sob o ttulo Ensaio sobre oprincipio da populao, uma obra na qual revela ter concluido em seus estudos demogrticos que as populaes crescem em pro' gresso geomtrica, ao passo que os meios de sub sistncia, ou melhor, os alimentos, s crescem em progresso aritmtica, resultando no agravamento do problema da tome no mundo.
Dos seus clculos, deduziu que em mdia as popu laes duplicavam a cada 25 anos e que, desde que no houvesse restries, essa superpopulao aca baria por se tornar ameaadora, sobretudo pela in suficincia de alimentos.
Karl Marx e Ma
Sustentava Marx que a causa da superpopulao  a forma de produo capitalista e que a sobrevivncia do sistema econmco capitalista exige um excesso relativo de populao. Questiona a dundo a doutrina de Ma iniciando uma reflexo sobre o assunto da seguinte torma: "a existncia de uma superpopu lao operria  conseqncia necessria da acu mulao e do incremento da riqueza dentro do regi me capitalista", e que "esta superpopulao se con verte, por sua vez, em alavanca da acumulao do capital e, mais ainda em uma das condies de vida do regime capitalista da populao".
Constitui exrcito industrial de reserva, contingente disponvel, que pertence ao capital de modo to absoluto como se criasse e mantivesse s suas expensas. Propicia-lhe o material humano sempre
Cincias Humanas e suas Tecnologias
disposto a ser explorado,  medida que o reclamem suas "necessidades variveis de explorao".
Continuando, observa que, com as crises cclicas do capitalismo, "a produo de uma populao sobrante relativa, quer dizer, sobrante em relao s necessidades mdias de explorao do capitatismo,  condio de vida da indstria modertia".
Teoria Neomatthusiana: enquanto a teoria de Malthus relaciona crescimento da poputao e produo de alimentos, a teoria neomatthustana relaciona as con seqncias do rpido crescimento demogrfico na estrutura da populao e no processo de desenvol vimento econmico,
Segundo ateorta neomalthusiana, o rpido crescimen to demogrtico de muitos pases subdesenvolvidos, resultante da altas taxas de natalidade, modificou aes truturadapopulao em idades. Isso possibilitou ator mao de uma pirmide de idades, caractersticas dos pases subdesenvotvidos, em cuja base a populao jovem  to numerosa que dominaquantitativamente o total do contingente populacional.
A numerosa populao jovem representa um nus ou sacrifcio para a populao economicamente ati va, que  reduzida nos pases subdesenvolvidos.
De outro lado, uma populao jovem solicita gran des investimentos de intra-estrutura, como escolas, hospitais, saneamento bsico etc, Isso acarreta, por suavez, uma diminuio nos investimentos produ tivos, dificultando o desenvolvimento econmico,
Diminuindo o contingente populacional, ocorre o aumento da renda percapitae, conseq haver desenvolvimento econmico, E essa a argu mentao neomalthusiana,
Grande parte dos socilogos e economistas do Ter ceiro Mundo diverge do pensamento neo- malthusiano, Surgem inmeras discusses sobre o assunto. Assim, as teses levantadas pelos neoma no seriam motivadas pelo inte resse de afastar a contribuio da presso demogr fica,  soluo de problemas econmico-sociais que em cerlos setores se preteriria adiar,
Alguns Conceitos Sobre PopuIa
Urbanizao
Podemos dizer que a urbanizao ocorre quando a populao residente nas cidades cresce, num dado
Geografia '515
Metrpole	Conurbao
o encontro de duas ou mais cidades prximas!
vida ao crescimento horizontal, por meio de ocui
o de novos espaos.
CiScias Humauas e suas Tecnologias
momento. mais que a populao total do pas. Oco nhecimento da urbanizao requer a conceituao de cidade. Cidade  um aglomerado humano con centrado, com atividades econmicas no-agrco las, que se apresenta mais ou menos organizadoem ruas, com servios de transporte, limpeza pblica. luz, gua, esgotos, alm das atividades de sade, educao, lazer etc.
gional). aquela que possui os melhores equipamt los tercirios (servios) e secundrios (indstria
reas Metropolitanas
Corresponde ao conjunto de municpios cor dos e integradas socioeconomcamente a ul cidade central, com servios pblicos de ind estrutura comuns.
Exemplo: So Paulo, Rio de Janeiro etc.  uma gran de cidade, a principal cidade de um pafs (metrpole nacional) ou de uma grande regio (metrpole re
Ciacias Humanas e suas Tecliotoaias
Bloco Questes de Vestibulares
61. (PUC-RS) Leia os dois textos abaixo e assinale
a alternativa que corresponde ao sistema eco nmico a que se reterem
Texto 1
"Ele se caracteriza em sua produo por uma dupla tendncia: sua reproduo no seio de uma forma o social ou espao econmico nacional, em que etc torna p, e estabelece sua dominao; e sua ex panso no exterior dessa formao - agindo os dois aspectos dessa mesma tendncia ao mesmo tempo, Essa dupla tendncia reassume uma importncia particularem seu estgio monopolista. Mais ainda, sua reproduo ampliada faz-se ao mesmo lempa em que desestrutura e conserva os outros modos e formas de produo, aambarcando seus elemen tos, como, porexemplo, afora de trabalho."
Texto 2
"De suas relaes de produo, que se apdiani na propriedade social dos meos de produo, resul tam duas conseqncias: primeiro, que a produo, tal como toda a atividade econmica, seja encami nhada para a satislao das necessidades da socie dade; segundo, que o principio organizador que rege a atividade econmica seja a planificao, En tendendo por planilicao a direo consciente do processo econmico pela sociedade,"
a) 1 - Capilalismo; 2- Socialismo
b) 1 - Socialismo; 2- Capitalismo
e) 1 - Capitalismo; 2- Feudalismo
d) 1 - Socialismo; 2-Feudalismo
e) 1-Feudalismo; 2-Socialismo
92. IIJFIIO) Sobre o modo de produo capitalis ta,  correto afirmar que soa base econmica:
a) est nas mos do Estado, que determina a distri buio dos bens produzidos.
b)  a propriedade social dos meios de produo. e) est em poder de companhias que detm os meios de produo.
d) est em poder da maioria que usufrui dos meios de produo,
e)  a propriedade privada dos meios de produo.
63. (FAAP-SP) A luerra Fria caracterizava uma poltica externa que se desenvolveu a partir a) daguerraentre muulmanos e judeus no Oriente Mdio.
b) da polarizao do mundo em dois grandes blocos politico-mililares, aps a Segunda Guer ra Mundial.
c) do medo compartilhado pelos aliados vitoriosos na Segunda Guerra de que regimes totalitrios e las cicias pudessem ressurgir na Europa dizimada,
d) dapalarizao do mundo em dois grandes blocos polticos-militares aps a Primeira Guerra Mundial.
e) da kaegemonia norte-americana, logo aps a as sinatura do Tratado de Versalhes (1919).
64. (FAAPSP) O princpio essencial do socialismo  ode que no existe propriedade particular dos meios de preduo mais importantes, que so coletivos, isto , pertencem a todas as camadas sociais. E um sistema implantado neste sculo, primeiramente aa:
a) Unio Sovitica,
c) Alb e Bulgria.
d) Polnia e Romnia.
65. (PUC-SP) Bespectivamente, os pases capita listas e os pases socialistas diferenciam-se se bret,,do:
a) pelo predomnio da economia urbano-industrial
e pela economia agrrio-exportadora.
b) pelo predomnio das indstrias de base e pelo predomnio das indstrias de bens de consumo, c) pela integrao ao mercado mundial e pela auto suficinoia comercial.
d) pela ausncia da planificao econmica pelo Eslado e pela presena da subordinao das empre sas privadas  planificao de Estado.
e) pelo predomnio da economia de mercado apoia da na propriedade privada dos meios de produo e pela economia planificada apoiada em empresas p blicas ou estatais.
66. (PUC-AP) Na poca atual, um Conjunto cada vez mais restrito de gigantescas empresas - denominadas multinacionais ou transnacionais
Geogralia 517
b) Iugoslvia.
e) China,
1
" ;
4,
Cincias Humanas e suas Tecnologias
- domina a economia do mundo. Comparadas com os trastes e cartis que marcaram presen a na economia mundial desde os fins do sculo XIX at asegunda Guerra Mundial, essas empre sas, que alguns economistas chamam de con glomerados, caracterizam-se pela:
a) concentrao vertical, mediante o domnio de todo um ramo da produo, desde as matrias- primas at os bens finais, passando pelos produ tos intermedirios, situando-se as unidades de pro duo em diversos pases.
b) concentrao horizontal, mediante a aquisio progressiva de indstrias de mesmo tipo, visando a monopolizar a produo de um produto acabado ou matria-prima, com as unidades de produo situadas essencialmenle em um s pais.
c) diviso do mercado internacional de determina das produtos, como o petrleo, mediante acordas feitos por essas grandes empresas que passam a monopolizar o comrcio desses produtos em deter minados pases ou regies.
d) integrao financeira e pela atuao nos mais va dados ramos de atividade produtiva, distribuidas deliberadamente em um grande nmero de regies e de pases.
e) concentrao de atividades em um pequeno n mero de ramos, mastortemente integradas no pro cesso produtivo, com as atividades distribudas em um pequeno e seleto nmero de pases.
67. (ENEM) Voc est fazendo uma pesquisa 50- bre a globalizao e l a seguinte passagem em um livro:
A Sociedade Global
As pessoas se alimentam, se vestem, moram, seco municam, se divertem, por meio de bens e servics mundias, utilizando mercadorias produzidas pelo capitalismo mundial, globalizado.
Suponhamos que vocv com seus amigos comer Big Mac e tomar Coca-Cola no McDonald's. Em se guida, assiste a um filme de Steven Spielberg e votta para casa num nibus de marca Mercedes.
Ao chegar  sua casa, liga seu aparelho de TV Philips para vera videocfipe de Michael Jackson e, em seguida, deve ouvir um CD do grupo Simply Aed, gravado pela BMG Ariola Discos em seu equi pamento AIWA.
fil - Geografia
Veja quantas empresas transnacionais estivera presentes nesse seu curta prcgrama de algum horas. Adap. Praxedesetaili. 1997. OMercosul. Paulo, Ei Atica, 1997
Com base no texto e em seus conhecimentos. Geografia e Histria, marque a resposta correi
a) O capitalismo glabalizado est eliminando as p ticularidades culturais dos povcs da Terra.
b) A cultura, transmitida por empresas trar nacionais, tornou-se um fenmeno criador das vas' naes.
c) A globalizao do capitalismo neutralizou surgimento de movimentos nacionalistas de te cunho cultural e divisionista.
d) O capitalismo globalizado atinge apenas aEurc e aAmrica do Norte.
e) Empresas transnacionais pertencem a paises uma mesma cultura.
68. (FAAP) 'Das relaes de produo, que apiam na propriedade social dos meios de duo, resultam duas conseqncias: primei que a produo, tal como toda atividade econt ca, seja encaminhada para a satisfao das nec sidades da sociedade; segundo, que o princi organizador que rege a atividade econmicas a planificao."
O texto caracteriza adequadamente o siste econmico, social e potftico dos pases:
a) capitalistas desenvolvidos.
b) capitalistas.
c) socialistas.
d) de economia mista,
e) neoliberais.
69. (FUVEST) O Indicador de Desenvolvme Humano (10H) vem substituindo o Produto In' no Bruto por habitante (PlBbab.) co parmetro mais adequado para avaliar o mdio de prosperidade e bem-estar da popt o de um pais. O 1 leva em conta o PIB/b; corrigido pela diferena do poder de coei em cada pais, e as respectivos nveis mdio! instruo e sade. A tabela mostra, para alg pases da OPEP, sua posio na cIassif!cal feita em ordem decrescente, de oada um ses indicadores.
t
PlBiab.
10H
Emirados rabes
16
40
Catar
22
57
Kuait
25
54
Arbia Saudita
31
70
Om
35
71
Analisando-a e usando conhecimentos gerais so bre a geografia desses pases,  possvel afimnar que as diferenas sistemticas entre as duas classificaes tm como origem comum:
a) o fracasso da OPEP em conseguirum preo justo para o petrleo bruto no mercado internacional. b) uma elevada densidade demogrfica que dificulta um atendimento satisfatrio aos problemas de sa de e instruo.
c) a submisso ao poder dos grupos transnacionais que controlam a comercializao do petrleo. d) uma estrutura socioeconmica arcaica que, privi legiando a concentrao de renda, agrava as desi gualdades sociais.
e) a ocorrncia de grandes extenses desrticas, imprprias para agricultura e pecuria.
70. (FATEC-SP) As sociedades perifricas ou sub- desenvolvidas se caracterizam por:
a) elevado consumo d energia, baixa taxa de mortalidade e baixa expectativa de vida.
b) baixo crescimento populacional, predominio de produtos indusirializados nas exportaes e alto indice de analfabetismo.
c) predominio de matria-prima nas exportaes, dependncia econmica, nivel de instruo defi ciente e grandes desigualdades sociais.
d) legislao que favorece as elites dominantes, ele vada taxa de natalidade e alta expectativa de vida.
e) internacionalizao da produo nacional, eleva:
da renda percapita, poiltica econmica identificada pelo endividamenlo interno e pela inoperncia da administrao pblica.
71. (UnB) Em relao aos pases capitalistas sub desenvolvidos e Industriallzados, julgue os se go itens:
1. A presena de um maior nmero de indstrias de base (bens de produo)  uma caracterstica des ses palses.
Cincias Humanas e suas Tecnologias
II. A renda produzida pelo setor industrial desses paises  superior produzida pelas atividades de agropecuda e do extralivismo.
tE Os novos pases industrializados (Nics) so uma extenso das indstrias japonesas, que encontra ram ali mo-de-obra barata, ausncia de legislao antipoluio e baixos impostos para exportao e remessa de lucros.
IV. A presenado capital norte-americano  preponde rante no desenvolvimento industrial da Africa do Sul. V. A necessidade de importao detecnologia avan ada se deve ao fato desses pases investirem pou cos recursos em pesquisas cientficas.
Esto corretas as afirmativas:
d) III, IVeV
72. (ESAPP) A partir da crise global que assolou a economia mundial capitalista no final da dca da de 60 e meados de 70, o capitalismo vem passando por um processo chamado de globali zao, que significa:
a) acumulao de capital e flexibilidade da pro duo.
b) introduo de novas tecnologias, novos mlo dos de gerenciamento da produo, aumento con sidervel da produo e de empregos.
c) mundializao das relaes econmicas e internacionalizao da produo.
d) rpida circulao de capitais e tlexibilizao da produo.
e) ampliao do mercado de trabalho devido  internacionalizao da produo.
73. (FATEC-SP) Cartes de crdito, iast4ood e
rede informatizada interbancria so exemplos
da mundializao do capitalismo, que  muito
mais do que a pura e simples intemacionalizao
e expresso:
a) da nova territorialidade econmica e tecnolgica, facilmente identiflcdvel nos Estados Unidos, Unio Europia e Japo.
b) do tato de que as empresas multinacionais neces sitam dos Estados Nacionais para enfrentar a nova diviso horizontal do trabalho.
c) da lgica das velhas alianas Estado-empresa, que permitem o surgimento de novas organizaes de controle na economia mundial.
Geografia - 519
t
-
r
a) 1, Ile IV
b) 111ev
c) apenas ali
e) todas
d) dos fatores: prtsena de custos crescentes em pesquisa e desenvolvimento, encurtamento da vida til dos produtos e centralizao do capital dos paises ricos.
"Um dos traos mais importantes do fenmeno do subdesenvolvimento sua complexidade, a superposio de sintomas sociolgicos e econmi cos e o emaranhado de suas interaes.
Observa-se, pelas diferentes estalfsticas e avaliaes. que os pases considerados subdesenvolvidos re presentam aproximadamente 3/4 da populao mun dial." Yves Lacoste, Os Pases Subdeseavoi vides, Coleo Saber Atual.
Qual das formoilaes melhor retrata o conjunto do mundo sutidesenvolvldo?
a) Crescimento demogrfico ainda acelerado: eco nomia com fortes bases rurais e relaes de depen dncia com os paises industrializados.
b) Populaopredominantemenle rural; economia in dustrial baseadaem indstdas leves e mercado intemo auto-suficiente para produo industrial agricola.
c) Industrializao acelerada com destruio de al deias rurais; economia essencialmente de pia ntaionse comrcio exterior superior, em volu me, ao comrcio interno,
d) ndice de analfabetismo elevado; mortalidade geral e intantil muito alta e vida mdia em torno de 60 anos-
e) Baixa densidade demogrfica: rea agrcola de subsistncia interior  da agricultura comercial e ci dades com pequena expresso regional.
75. (FATEC) Considere os diagramas abaixo:
Diagrama esquemtico do fluxo comercial pre dominante entre pases desenvolvidos e sub desenvolvidos:
OIAGMMA I DE7DO5
vAlsEs suBoesEnvolvIcos 1
Os diagramasi e I representam, respectivame te, o comrcio internacional de produtos:
a) minerais e alimentcios ia natura.
b) manulaturados e agropecurios.
c) agropecurios e primrios.
d) manufaturados e minerais.
e) primrios e manufaturados.
16. (FUVEST) As naes do chamado Terce Mundo apresentam condies de vida muito tenores quelas dos pases desenvolvidos. A! nale a alternativa cuja afirniao no est ri cionada ao problema.
a) M distribuio de renda entre a populao.
b) Altas taxas de mortalidade infantil.
c) Dependncia de capitais e decises do exteri
d) Tropicalidade do clima.
e) Economia basicamente rural.
77. (FOV'SPj O bloco subdesenvolvido dos pa latino-americanos Industnializados abrangi seguintes pases, alm do Brasil:
a) Mxico, Chile e Uruguai, produtores de mmi para as indstrias modernas dos pases desent dos do hemisfrio norte, dependendo, portanto mercados de consumo externos.
b) Mxico, Argentina e Chile, e o valor das exp es industriais apresentam percentual supei 70% do PIB, demonstrando que as economia pendem muito das exportaes.
c) Argentina e Venezuela, que tiveram a industri
o apoiada na substituio de importaes, a
dcada de 1930.
d) Mxico, Argentina e Chile, sendo o valorda portaes industriais interior a 10% do P18, ei modo, as respectivas economias dependent mercado interno.
e) Uruguai, Argentina e Peru, que tiveram a ind alizao apoiada na substituio de importa aps a crise do petrleo, durante a dcada de
78. (MACK-SP) "lima estrutura do sistenla nmico caracterizada pelo predomnio d( torestercirioe secundrio, pela distribui renda relativamente equitativa, que peroi consumo de massa, por uma grande divere o do sistema produtivo e que pressupi
Cincias Uumanas e suas Tecnologias
e) do processo de transformao do capitalismo industrial e financeiro centrado nas economias naci onais, em um capitalismo centrado na economia mundial.
74. (PUC-SP)
DIAGRAMA 1 IP DE5EN\/OOADtsJ
IpAs 5UBDESENVtI.t1005 1
520 Geografia
)aWbb fl ttt	t ,
racteriza:
a) um pas de economia dualista.
b) um pais desenvolvido.
c) um pas em fase de desenvolvimento.
d) um pais de economia eslalizada.
e) um pais de economia dependente-induslrialiaada,
79. (UNIRIO) Como fim da Guerra Fria, a diviso do mundo em trs grupos de pases (capitalistas desenvolvidos, capitalistas subdesenvolvidos e socialistas) teve suas bases enfraquecidas, o que deu origem a uma nova ordem econmica. Po demos relacionaraessa nova realidade todas as opes abaixo, exceto uma. Assinale-a.
a) Os plos de poder da Nova Ordem Mundial" apresentam contornos supranacionas, sendo uma conseqncia da internacionalizao dos fluxos de capitais.
b) Na Europa, aAlemanha unificada tunciona como eixo de ligao entre o leste e o oeste do Continente.
c) As retormas econmicas chinesas representam uma reorganizao radical do espao do leste asitico.
d) Os "drages asiticos" e os paises pobres da sia Meridional tuncionam como reas de transborda mento dos capitais japoneses.
e) A nova ordem criou uma situao de estabilida de e segurana, o que no existia na ordem da Guerra Fria.
80. (MACK-SP) 0 subdesenvolvimento  um fen meno que afeta a vida de 4/5 da humanidade, levando  misria bilhes de seres humanos. As causas que o provocam so muitas. Qual alter. nativa apresenta o fato mais caracterstico des sas naes?
a) alta renda per capita
b) elevada taxa de mortalidade infantil
c) grandes desniveis sociais
d) baixa expectativa de durao de vida
e) baixo consumo de calorias
81. (PIIC-SP) O sculo XX foi marcado por um grande movimento de populaes do campo para as cidades, chamado Exodo Rural. As coo seqaclas negativas no 32 Mundo toram
Cincias Humanas e suas Tecnologias
ssiw senta uma delas.
a) aumento de produo de alimentos, dada a meca nizao das lavouras.
b) surgimento defavetas, mocambos, cortios.
c) desemprego, subemprego, dada a fraca capa- citao profissional dos migrantes.
d) aumento da criminalidade, muitas vezes gerada pela impossibilidade de sobrevivncia das pessoas nos grandes centros urbanos.
e) macrocefalismo urbano, j que a populao cres ce mais rpido que ainfra-estrutura das cidades.
82. (tIEMU) Sobre a economia dos pases do Les te Asitico, assinale a alternativa incorreta:
a) a participao do capital estrangeiro nessas eco nomias  limitada por uma legislao restritiva que garante a p redominnoia da iniciativa nacional.
b) o crescimento de alguns paises toi parcialmente sustentado pelo nivel de poupana interna e garan tido por impostos, medidas tiscais e controle de importaes.
o) os paises atingiram a situao de supervit valen do-se do baixo custo da mo-de-obra, que facilitava as exportaes, e do baixo valor da moeda, que di ticultava as importaes.
d) os pases do Leste Asitico vm desfrutando um prolongado surto de prosperidade na manufatura, no comrcio e nos investimentos produtivos. 83. (UEMG) "Na era do Pacifico, a China se prepara para ser uma das maiores potncias econmicas do mundo, nas primeiras dcadas do prximosculo" (flevista Veja, 13/12195.)
Os tatores relacionados abaixo explicam essa rpida transformao da China, exceto:
a) a democratizao do pas.
b) a implantao de uma economia de mercado.
c) a mudana da poltica agricola.
d) a abertura ao capital estrangeiro.
e) a criao de zonas especiais para o setor in dustrial,
84. (TUITI-PR) Os estudos referentes  populao do planeta so feitos pela:
a) etnografia
o) demogratia.	e) n.d.a.
b) gerontologia.	d) etnia.
Geogralia - 521

c anula. nu.na..a. ..ua.'rau.
85. (PUC-RJ)
"Um dos traos mais importantes do fenmeno do subdesenvolvimenlo  sua coniplextdade, a superposio de sintomas sociolgicos e econmi CO5 60 emaranhado de suas interaes. Obsenra-se pelas diferentes estatisticas e avaliaes que os pai ses considerados subdesenvolvidos represenlam aproximadamente trs quartos da populao Mun dial.' (Yves [ - Os Pases Subdesenvolvidos
- Coleo Saber Atual.)
Qual das tormulaes abaixo melhor retrata o conjunto do mundo subdesenvolvido?
a) crescimento demogrlico acelerado; economia com fortes bases rurais e relaes de dependncia com os pases industrializados.
b) populao predominantemente rural; economia industrial baseada em indstrias leves e mercado in terno auto-suficiente para a produo industrial e agrcola.
c) industrializao acelerada, com destruio de aldeias rurais e economia essencialmente de pia olations, com comrcio exterior superior, em volume, ao comrcio interno.
d) ndice de analfabetismo elevado; mortalidade geral e infantil muito altas, vida mdia em torno dos 40 anos.
e) baixa densidade demogrfica; rea agrcola de subsistncia menor que rea daagriculturacomer cial; cidades com pequena expresso regional.
86. (CESCRANRIO)
"Fracasso da Perestroika Irustra a URSS. J havia escurecido, naquele final de tarde de inverno, quan do Marina Kizilova entrou no supermercado de um subrbio moscovita paracomprarbatatas..- Dez mi nutos de fila, chegou sua vez, As batatas tinham aca bado, Furiosa, ela passou a xingar o presidente Gorbachev, o governo, o Partido Comunista, O que lazer para o jantar transtormou-se, de repente, em um problema srio: Como minha tamlia vai viver?" (Jorna/do Brasil, 7/4/91.)
O texto revela uma prvia da crise sovitica com desdobramentos polticos, sociais e econmicos tais como:
- a desintegrao da economia a uma velocidade que nem a mais pessimista das previses ousaria imaginar.
522 - Geografia
I - a incapacidade de uma nao rica em recurs naturais e matrias-primas de atender s prpr necessidades.
II -a ineficcia da estrutura politica, cujo resulta  o desmoronamento da prpria unio das Fte blicas.
Assinale a opo que contm a(s) afirmativa correta(s):
c) somente til.
87. (IJFRN) Percebendo baixos salrios, sem c dies econmicas para habitar nas graac cidades, os trabalhadores moram em subrb distantes, s vezes a dezenas de quilmetros i seus locais de trabalho, sendo obrigados ad locar-se da casa para o trabalho e desse p; casa, diariamente. Este movimento do trabati dor  conhecida por:
a) movimentos sazonrios, d) imigrao.
b) movimentos pendulares. e) migraes inter
c) emigrao.
88. (VUNESP) Na anlise econmica dos pais h um determinado conjunto que exprime o lortotal da produo de bens e servios de te as atividades econmicas- Quando desse junto se deduzem as remessas lquidas par exterior, assim como os lucros, os juros e 'royalties", o valor ento obtido corresponde
a) produto nacional bruto.
b) produto interno bruto.
c) produto nacional per capita
d) valor da produo capitalista.
e) valor de integrao econmica.
89. (IJFM-MA)O crescimento vegetativo da pc lao consiste:
a) na relao entre as taxas de natalidade e mc
lidade.
b) na elevao do ndice de natalidade da popula
c) no crescimento populacional decorrente da grao.
d) no nmero de nascidos vivos em cada mil Cantes.
a) somente 1.
b) somente li.
d)le iu.
e) todas.
-4
90. (I A estrutura etria da populao de um pas retlete, de imediato, aspectos da sua situa o socioeconmica. Podemos afirmar que um pas classificado como de populao jovem apre sentaria:
a) baixa indice de mortalidade geral e predomnio da agricultura comercial.
b) alto desenvolvimento econmico e mo-de-obra abundante.
c) populao homognea e bem distribuida por ida des, mas com baixa renda perca pita.
d) vida mdia da populao muito baixa e renda per capita muito elevada.
e) elevada taxado crescimento vegetativo, com pre juizo do desenvolvimento econmico.
91. (UFCO) Sobre o modo de produo capitalis ta,  correto afirmar que sua base econmica:
1-est nas mos do Estado, que determina a distri buio dos bens produzidos.
-  a propriedade social dos meios de produo. t - est em poder de uma minoria que detm os meios de produo.
IV- est em poder da maioria, que usufrui os meios de produo.
v -  a propriedade privada dos meios de produo.
Assinale:
a) se apenas as atimiativas 1,11 e lVforem verdadeiras, b) seapenas asafirmativas III, lVeVforemverdadeiras,
c) se apenas as afirmativas II e IViorem verdadeiras.
d) se apenas as afirmativas II e Viorem verdadeiras.
e) se todas as afirmativas forem verdadeiras. Nas questes numeradas de 92 a 100, assinale a nica alternativa correta:
92. A atual fase de transformao do mundo  a chamada globalizao, sobre a qual podemos afirmar:
a)  um processo apenas econmico, evidenciado principalmente pelo intenso comrcio de mercado rias e presena de multinacionais nos pases subde senvolvidos.
b) com esse prooesso, mundializaram-se tambm os problemas sociais e econmicos e ocorreu uma pronta aceitao das naes ricas em transferir re cursos e tecnologias para promover o desenvolvi mento das naes pobres.
Cincias Humanas e suas Tecnologias
c) no  apenas ria economia que esse processo avana, mas tambm na cultura, nos hbitos, na tecnologia, nos valores e tambm nas comunicaes.
d) as transformaes mundiais ligadas a esse pra' cesso impedem o surgimento ou a intensificao de movimentos nacionalistas, uma vez que nas diver sas naes do mundo ho anseio por uma socieda de global.
e) tal processo contribuiu para a diminuio das diferenas entre o norte rico e o sul pobre.
93. As imigraes internacionais so fluxos de populaes que atravessam fronteiras polticas, deslocando-se em diversas direes. Na atualida de as migraes internacionais mais significativas tm causas econmicas: so transterncias de fora de trabalho, de uma economia para outra.
Nesse contexto..
a) as regies industrializadas da Europa de noroeste tornaram-se plos de atrao de populaes prove nientes do sul do continente e do norte da Africa.
b) os Estados Unidos, que no sculo XIX era o principal ponto de atrao dos movimentos imigratrios europeus e latino-americanos, hoje tm imigrao bastante reduzida, devido  severi dade das leis de imigrao.
c) o Brasil  considerado um pas de forte Emigrao devido, principalmente, aos problemas econmicos, enfre eles o desemprego.
d) os imigrantes latinos (considerados hispnicos) so absorvidos facilmente no mercado de trabalho dos Estados Unidos, porconslituirem mo-de-obra especializada.
e) a Europa Ocidental enfrenta uma crise social muito sria, decorrente da prpria prosperidade econmi ca que necessita cada vez mais de mo-de-obra, que no  ofertada no prprio continente devido ao en velhecimento da populao, daa plena aceitao de imigrantes.
94. A urbanizao da populao  um fenmeno Irreversvel que cresce em todo o mundo de maneira desigual.
Assim...
a) nos pases subdesenvolvidos, o crescimento desordenado da populao uetiana e a falta de sanea mento bsico contdbuem para o aumento do desem prego, dafome, da misriae davio urbana.
Geografia - 523
Cincias Humanas e suas Tecnologias
b) nas reas urbanas do nordeste dos Estados Uni dos, as condies de infra-estrutura das cidades so ainda um entrave  melhoria de vida da populao.
o) os paises asiticos tiveram seu desenvolvimento urbano associado ao surgimento da tecnologia de ponta e dos meias de comunicao.
d) os espaos urbano"industriais da Comunidade Europiasurgiram ese desenvolvem erntuno dos recursos energticos da regio.
e) os centros urbanos latino-americanos se origina ram e se desenvolveram a partir daglobakzao da economia.
95. A partir dos anos 30 do sculo XX, o espao brasileiro passou por uma fase de reordenao, quando deixa de ser un, pas de populao pre dominantemente rural. Esse processo de urba nizao rresenta como uma de suas caracte rsticas:
a) inexistncia de excedentes populacionais nas gran des cidades, as metrpoles.
b) formao de apenas Ires grandes metrpoles: Rio de Janeiro, So Paulo e Porto Alegre.
c) intenso dinamismo econmico nas cidades con sideradas centros regionais, impedindo ou dificul tando as migraes para as metrpoles.
d) maior concentrao populacional em alguns pon tos do pais, em especial as metrpoles, principal mente onde h concentrao industrial.
e) um setor primrio liipertrofiado, em que predomi nam trabalhadores avulsos e subempregados.
96. No final do sculo XX, o cenrio internacional organiza-se em torno de plos de poder geoeconmicos principais e secundrios, rom pendo astradicionais tinhas de antagonismo Les te/Oeste e Norte/Sul. Nesse contexto, o BrasiL..
a) atravessa uma tase de declinio econmico, devido aos vultosos emprstimos feitos junto ao FMI (Fun do Monetrio Internacional).
b) juntamente com outros paises da Amrica, como Argentina, Bolivia e Venezuela forma a ALADI (Asso ciao Latino-Americana de Desenvolvimento e In tercmbio), na tentativa de ampliao de seu merca do internacional.
c) apresenta reduzida importncia na Amrica Lati na, conseqncia de sua economia fechada e difi culdade de integrao, fato associado  diferena lin
gt]stica.
d) associado a outros paises do Cone Sul da Am ca, imprime uma dinmica de integrao e inser no novo panorama da economia mundial, valer lizada por meio do Mercosul.
e) no acompanha as mudanas estruturais da ei nomia mundial, pois possui tecnologias indrstri, ultrapassadas, no lhe possibilitando competio mercado externo.
97. A intensificao do processo de ocupa da Amaznia  recente. No contexto dessa ex pao  expressivo destacar a(s):
a) industrializao, que proporciona absoro mo-de-obra dos recm-chegados  regio. b) ferrovias, que se constituem no mais importar fluxo para a circulao regional dos produtos.
c) atividade pastoril, que se intensiticou com ai' plantao de projetos agropastoris. evidenciandi vocao natural da regio para essa atividade, d) atividade extrativa vegetal racional, surgida cor criao das chamadas 'reservas extrativistas" proporcionaram  regio uma mudana em seu pe econm
e) expanso das fronteiras agrcolas: a regio, ltimas dcadas, transformou-se em uma das pi cas alternativas de acesso  terra para o peque produtor.
98. (UEMA) Brasil e EstadosUnidostm diveri das em relao  tormao de uma zona de II comrcio no continente americano. Qual a pc o do Brasil em relao a essa zona?
a) Criar um grande bloco latino-americano, participao de Cuba.
b) Criar um grande bloco que se estenderia do Ata  Terra do Fogo.
c) Organizar um bloco sem participao dos pai sul-americanos, perlencentes ao MERCOSUL. d) Estruturar um grande bloco sem a participa dos pases da Amrica Central.
e) Integrar novos membros sul-americanos  sul-americana antes de se filiar  ALCA.
99. (UEMA) A nova ordem geopoltica mm apresenta o mundo multipolar dos anos nou ta, constitudo pelos trs principais pios centros da economia mundial:
a) Oceania, Inglaterra e China.
b) Canad, Amrica Latinaetrica,
524 - Geogralia
c) Unio Europia.
101. IUNEB-BA) Sobre populao e seu cresci mento,  correto afirmar:
a) O crescimeneo da populao mundial vem se ace le ran do nas ltimas dcadas, e a exploso demogrfica  um falo irreversvel,
b) O crescimento da populao mundial continua se processando em rilmo geomtrico, e o crescimento de atimenlos, em progresso arilrnlica.
c) O maior lndice de crescimento demogrfico regis trado no mundo ocorre nos pases denominados peri
d) A participao da mulher no mercado de lrabalho no contribuiu, em absolulo, para a diminuio do crescimento da populao.
e) A revoluo sanitria ocorrida no mundo desen volvido ainda no chegou ao mundo subdesenvot vido, por isso a expectativa de vida  to baixa.
102. (UNES-BA) Aps a Segunda Guerra, surge uma Nova Ordem Mundial, que se caracteriza, sobretudo, pela formao de megablocos, pela globalizao e pela fragmentao.
Com base nos conhecimentos sobre o assunto, pode-se afirmar:
a) Todos os pases dc mundo fazem parte de um megabloco, participam igualmente da globalizao e tambm sofreram um processo de fragmentao.
b) O NAFTA tolo primeiro de todos os megablocos, razo pela qual todos os seus componentes j atin giram o mesmo grau de desenvolvimento.
c) A Iugoslvia, apesarde toda tentativa de fragmenta o, conseguiu conservara unio politica e cultural existente antes da Segunda Guerra Mundial,
Cincias Humanas e suas tecnologias
d) A globalizao desestabilizou a estrutura comer cial e industrial dos pases em desenvolvimenlo, em razo da concorrncia e da competitividade.
e) As fragmentaes que j ocorreram em alguns paises estiveram associadas a fatores econmicas e foram totalmente desvinculadas de causas culturais.
103. ftJNEB-SA)"A organizao mundial da desi gualdade no se altera pelo tato de que o Brasil, por exemplo, exporte automveis Voll<swagen para outros paises lafino:americanos e para os longn quos mercados da Africa e do Orienle Mdio. Afi' nal de conlas, foi a empresa alem que decidiu que  mais conveniente exportar automveis para certos mercados, a partir de sua html brasiteira:
so brasileiros os baixos custos de produo, os braos baratos, e so alemes os altos lucros." (Gateano, p. 199.)
Com base no texto e nos conhecimentos sabre Industrializao, pode-se concluir:
a) A partir do momento em que atingem o ponto crtico, muitas empresas fogem das deseconomias de concentrao, como j est acontecendo no Plo Petroqumico de Camaari.
b) A estratgia de internacionalizao da produo envolve a desconcentrao do processo industriate a concentrao da pesquisa e do projeto.
c) A tera de trabalho politizada e outras batores, nas regies tradicionalmente mndustrializadas, limitaram a liberdade do empresariado, provocando a busca de novas localizaes para a indstria de alta tecnologia, nos subrbios e guetos das cidades do Terceiro Mundo.
d) A indstria de alta tecnologia representa o setor mais importante para o crescimento dos novos par' ques industriais, por no necessitar de mo-de-obra especializada, nem de matria-prima sofisticada.
e) Atabricao de componentes dos automotores se dispersa no espao planetrio, gerando uma divi so internacional do trabalho da indstria automo bilistica, mas a linha de montagem continua concen trada nas bbricas de origem,
104. (IINEB-SA) 'Aproduo do espao  resultado da ao dos homens agindo sobre o prprio espao, atravs dos objetos naturais e artificiais. Cadatipo de paisagem  a reproduo de nveis diferentes de tor as produtivas, materiais e imateriais, poiso conheci mento tambntaz parte do rol dastoras produtivas.' (Santos, p. 5.)
-
c) Estados Unidos, Japo e Europa.
d) Europa, Canad e Japo.
e) China, Estados Unidos e Alemanha, 100. A padronizao da legislao econmica, fiscal, trabalhista e ambienta, abolio de bar reiras alfandegrias internas, liberao de cir culao de capitais e implantao de uma moeda nica so ideais de integrao da bloco econmico:
a) NAFTA.
b) Mercosul.
d)ALCA.
e) Bacia do Pacifico.
Geogralia - S25
O acima possibilita concluir:
a) A primeira natureza foi totalmente destruda pelo homem, em funo das grandes mudanas climti cas ocorridas no perodo do ps-guerra.
b) Ainternacionalizao da produo e do comrcio acarretou a mundializao do espao geogrfico e da prpria natureza, pois esta  parte integrante do processo produtivo.
c) Os espaos tnicos se fragmentam, em virtude das grandes lranstormaes econmicas e polbicas dos pases onde esto inseridos.
d) O homem, em funo da devastao da natureza, criou substitutivos que o tornou totalmente livre das influbicias do meio fsico,
e) Uma mesma tecnologia aplicada em ambientes naturais diversos favoreces conservao da nature zae, conseqentemente, o equilbrio do ecossistema.
105. (UNEB'SA) Com base rios conhecimentos sobre globalizao, conclui-se:
a) A polmica em torno da informatizao da produ o, no Brasil, tem sido muito aguerrida, pois a robotizao, nas grandes empresas, concorre para o desemprego de grande massa de trabalhadores.
b) O deslocamento geogrfico de unidades produ tivas para novas regies da periferia do mundo capi lalisla Iam como causas a abundflnS de mo-de- obra qualificada, a existncia de matrias-primas de baixo custo e atraqueza dos meroados internacio nais consumidores.
c) O desenvolvimento da inlormtia tem sido muito mais rpido nos Estados Unidos, na China, no M xico e no Japo, que foram os pioneiros na instala o do sistema globalizado Internet.
d) O problema da "reserva de mercado" proibiu s indstrias estrangeirasacomercializao de seus pro dutos no Brasil, por no terem controle de qualidade.
e) O uso da intormtica tem puovocado mudanas nos padres de concorrncia entre as transnaoionais e os pases, contribuindo para a acumulao de ri quezas nos pases perif ticos.
106. (lIEGO) tia questo seguinte assinale:
a) se apenas as afirmativas 1,11 e tVtorem verdadeiras.
b) se apenasas afirmativas lll,lVe Vtorem verdadeiras.
o) se apenas as afirmativas II e IV lotem verdadeiras.
d) se apenas as afirmativas 111ev forem verdadeiras.
e) se todas as afirmativas forem verdadeiras.
528 Beognlia
Sobre o modo se produo capitalista,  corre afirmar que sua base econmica:
1 - est nas mos do Estado, que determina a disi buio dos bens produzidos,
I -  a propriedade social dos meios de produi
I - est em poder de unia minoria, que detm meios de produo.
1V-est em poder da maioria, que usufrui os mel de produo.
V- a propriedade privada dos meios de produi
107. (IJNEB-BA) Pelo Tratado de Assuno, estabeleceu o alicerce para a formao MERCOSOL, a partir de l janeiro de 1995, mercadorias passaram a circular livremente e tre os quatro pases:
a) Chile, Argentina, Bolvia e Paraguai.
b) Venezuela e Guianas.
c) Colmbia, Peru, Bolivia e Brasil,
d) Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai.
e) Uruguai, Paraguai, Botvae Peru,
108. (UEB) Dentro da tendncia econmica m dial daglobalizao e cooperao internaciona os pases mais desenvolvidos tm procurado mar blocos de Influncia dIreta, ou seja, ri sobre as quais exeram dominia e que peniiit seu fortalecimento no cenrio mundial. Os El mantendo seu grande poder e influncia, vcif se com mais intensidade joara seus vizinhos:
nad e Mxico, formando o bloco:
a) ODECA,	o) NAFIA.
b) OEA,	d) AELC,
109. ftJF-CE) So caractersticas do onome atual:
a) a consolidao de blocos de pases visando ranlir a hegemonia poltico-econmica. (1)
b) o desmoronamento do modelo bipolar de po pautado no conflito - Guerra Fria - EUA x URSS
c) o forfalecimento do modelo de govemo neolib fazendo com que ocorra a diminuio da pob nos pases subdesenvolvidos. (4)
d) o estabelecimento de uma nova ordem dial, em que passam a figurar, no quadro infe cional, fambm como grandes potncias, a E paeoJapo, (8)
Cincias Humanas e suas Tecnologias
e) ALAI
1
e) a migrao dirigida dos pases subdesenvolvi dos aos pases desenvolvidas e a crise econmica por esles vivida, fazendo com que se fortaleam movimentos reacionrios, como o das cabeas ras padas na Alemanha. (16)
Dbs.: Some os nmeros das alternativas corretas. tio. (IIFGO) A expanso das empresas multinacionais para os pases do 35 mundo de senvolveu-se principalmente aps a Segunda Guerra Mundial, com a busca de mercados e re servas de matrias-primas. Esse processo adqui riu contornas bem definidos, especialmente na atualidade.
Nesse contexto, pode-se dizer que:
a) no sudeste asitico, desenvolveu-se, nos ltimos 20 anos, um setor industrial moderno com tecnologia de ponta, destacando-se os setores ele trnico, qulmico, automobilistico e siderrgico. (1)
b) os investimentos de capital estrangeiro, leitos no sudeste asitico, provm da dominao econmi ca exercida pelo Japo, que por sua vez se benefi cia da mo-de-obra barata, impostos reduzidos e facilidades para exportar manufaturados e remeter lucros. (2)
c) os grandes grupos econmicos mundiais com binam atividades indusfriais, comerciais, financeiras, extrativas e agricolas. Assim, controlam o processo produtivo desde a extrao da matria-prima at a comercializao. (4)
b) aCEI (Comunidade dos Estados Independentes)
no constitui um pais, como o Brasil, umavez que
cada Estado conserva a sua soberania polilica. (2)
'1
ativa:
Cincias Humanas e suas Tecnologias
d) um pais pode conter vrias naes diferentes, como ocaso da Iugoslvia, flssia, Africa do Sul, da mes ma forma que uma nao (rabes, bascos, srvios etc.) pode estar divididaem vrios paises. (8) e) o termo Estado expressa uma entidade politico administrativa, de limites tertitodais bem definidos, (16) f) as fronteiras entre os pases so definidas porfato res de ordem natural, como o contorno dos rios e cadeias de montanhas. (32)
Obs.: Some os nmeros correspondentes s al ternativas corretas.
112. (SELESSUL) Considera-se como populao
a) aquela que exerce uma atividade remunerada.
b) o nmero total de habitantes de uma rea,
c) a populao formada por crianas e velhos que
no exercem atividades remuneradas. d) a populao feminina que exerce exclusivamente atividades domsticas.
e) o nmero de habitantes por quilmetro quadmdo. 113. (tJFGO) O espao urbano expressa e retrata as desigualdades e contradies das relaes que se estabelecem na sociedade.
Desse modo, pode-se afirmar que:
a) a escolha do lugar da moradia nas cidades no  conseqncia da livre vontade do cidado, mas determinada pela relao da renda corp a qualidade dainfra-estrutura urbana. (1)
b) os terrenos baldios existentes principalmente nas grandes cidades, aparentemente desordenados, relacionam-se com a transformao destes em mer cadorias que podem valorizar-se intensamente. (2)
Obs.: Some os nmeros das alternativas corretas.
ii (UFGD)A dinmica atual das fronteiras pol ticas entre os pases, o surgimento de novas Estados e a reorganizao de antigas naes resultam em favas tomiaes territoriais e re querem, para sua compreenso, o domnio ele fatos e conceitos, tais como:
a) os chamados mercados suprariacionais ou a for mao de blocos econmicos, como a CEE (Comu nidade Econmica Europia), surgiram da nova di viso internacional do trabalho. (1)
c) a melhoria da circulao urbana (meios de trans portes e rede viria) possibilitou o distanciamento dos locais de trabalho dos de moradia, o que tem resultado na expanso da mancha urbana, (4)
d) as associaes de moradores de bairros surgi ram como forma organizada de luta para reivindicar uma gesto mais democrtica da cidade, com o ob jetivo de construir um espao mais adequado aos seus interesses e necessidades. (8)
e) os loteamentos em reas peritricas, destinados s classes de baixa renda contm a estrutura urbana necessria e objetivam a melhoria da qualidade de vida dessas classes sociais. (16)
c) o termo nao expressaa estrutura cultural, a etnia, valores morais e religiosos de um povo. (4)
Obs.: Some os nmeros das alteniativasverdadeiras.
Cincias Humanas e suas Tecnologias
114. (UFP) So proposies verdadeiras sobre o fenmeno urbano:
a) Plo regional  uma cidade que, no contexto de uma rede urbana, presta servios a urna regio. (1)
b) Megatpoles so grandes regies urbanas cons titudas por duas ou mais metrpoles, com a presen a entre elas de cidades mdias ou pequenas, com torte integrao econmica. (2)
c) Metrpoles so cidades que contam com mats de um milho de habitantes de origens tnicas va riadas. (4)
d) Cidades comerciais so aquelas em que a maior parte da populao ativa se dedica ao comrcio e geralmenle se localizam em portos ou pontos de contato de reas geogrficas diferentes. (6)
e) Cidade turistica  um tipo de rea urbana onde mais da metade da populao economicamente ati va se dedica ao apoio  atividade de lazer. (16)
Obs.: Some as alternativas verdadeiras.
d) duas reas de expanso capitalista.
e) dois mundos socioeconmicos, o desenvolv e o subdesenvolvido.
111. (UEMA) Sobre a globalizao, podemosa mar que  um processo:
a) mundial, em que as naes ricas transferem rec sos para as pobres.
b) apenas econmico.
c) no apenas de mudanaeconmica, mas cultu tecnolgico e de comunicao.
d) que impede a intensificao de movimen nacionais.
e) de diminuio das diferenas entre o norte dc o sul pobre.
118. (DEMA) Existem hoje questes que exig solues internacionais, pois possuem signifi' do co mais nacional e sim global, tais com a) o aumento dos t de migraes interna nais e a poluio dos mares, oceanos e atmosfe
o) atalta de alimentos em paisessubdesenvolvk
e o endividamento de paises de Terceiro Mun& d) o aumento da temperatura do planetae as co gantes secas do Nordeste do Brasil.
e) a pollticaambiental das reas polares e a presei o das reservas indgenas do Peru.
119. (UFGO) Que Isso, aglobalizao? Ela re ta, de um lado, da produo de condies nc riais favorveis, mas, tambm, condies po cas, em que a poltica deixa de ser exercida los Estados e passa a ser exercida pelas emi sas. Ns temos um conloato de toni extraordinrios, que poderiam servir human de como um todo, mas que por cenas olrei tuclas acabam por servir s empresas. E l! No  s empresas em gerai,  um on pequeno de empresas que comandam o mui Ento, a gente pode datar de qualquer
como 20 anos para c, porque esse movim comea no norte, estende-se ao sul e ga direta eu liodlretamente, forte ou tracam todos os continentes.
Entrevista do Prol. Or. Miltan Saint
OPopu/ar em
I	0
,
115. So ind de ponta na terceira Revolu	b) a dominao dos paises desenvolvidos e a ex
o Industrial:	so demogrtica em paises subdesenvolvidos.
a) metalrgica - construo civil - naval.
b) petroquimica -automobilistica - siderrgica.
e) eltrica-eletrnica-txtil.
d) informtica- microeletrnica- biotecnolgica.
e) alimenticia - de bebidas tinas - de cosmticos.
116. No mapa abaixo, a unha divisria norte/sul indica a existncia de:
- -
7
a) duas reas de alta concentrao populacional.
b) duas reas ecolgicas, atemperadae atropical.
c) duas etnias diterentes do globo.
528 Geografia
0
Considerando-se esse texto e os conhecimen tos sobre globalizao,  correta afirmar que:
a) A globalizao provocou o desemprega em gran de escala, em diversas partes do mundo, devida s novas estratgias econmicas. (01)
b) A globalizao se efetivou por meia da hegemonia da poder das grandes empresas. (02)
c) Com a globalizao as economias nacionais se fecharam ao comrcio exterior. (04)
Cii.cias Humanas e suas Tecnologias
d) A globalizao no atinge de maneira unitorme toda a extenso dos territrios nacionais. (08)
e) As empresas transnacionais constituem um con glomerado econmico que tem um centra de deci so empresarial a uma rede de atuao mundial. (16)
f) A globalizao conquistou as pessoas; mas no conquistou as grandes empresas multinacionais. (32)
Obs.: Some os nmeros das alternativas corretas.
62.e
63.b
84.a
65.e
66.d
61.a
68.c
1l.b
72.c
73.e
74.a
75.e
76.d
17.d
80.c
81.a
82.a
83.a
84.c
85.a
86.e
89.a
90.e
91.d
92.c
93.a
94.a
95.d
9Le
99. c
100. c
1111. c
102. d
103. b
104.
107. d
108.c
109.27
110.6
111.53
112. a
113.15
116. e
117. c
liS. c
119.27(1+2+6+16)
IS. b
87. b
96. d
105. a
114. 18
Ceogralia - 529
Costuma-se dividir o mundo em seis continentes:
Europa,Asia, Africa, Pnrica, OceaniaeMlrflda, Essa diviso , acima de tudo, didtica, pois no corres ponde  efetiva distribuio dos continentes na su pertcie do planeta, j que Europa e Asia compem um nico bloco continental, a Eursia. O estudo dessa rea como dois continentes isolados se expIE capela grande diversidade existente entre Europa e Asia, principalmente do ponta de vista humano.
r
Essa diviso tambm no obedece, rigorosamen  detinio geogrfica de continente - poro terras emersas continuas de grande extenso, pc a Oceania abrange em seus domnios, alm dotr cho continental australiano, uma uasta rea insut Nessa rea, localizam-se milhares de ilhas de red ilda extenso territorial espalhadas pela maior cc ano do planeta, o Pacifico,
Posio Geogrtica
Em relao aos circulos imaginrios que definem os hemisfrios, o Equador e o Meridiana de Greenwich, pode-se dizer que a Europa se localiza em sua tota lidade no hemisfrio Norte, ou Setentrional ou Boreal, pois seu territrio se situa ao norte do Equador; em sua quase totalidade no hemisfrio oriental, uma vez que a maior parte de suas terras se situa a leste dL Meridiano de Greenwich.
O Litoral
Medindo cerca de 28,000 cm, a litoral europeu  extenso e muito recortado, com reentrncias que favorecem a instalao de portos naturais.
Entre os inmeros acidentes litorneos da Europa, destacam-se: no Atlntico, em sua poro ociden talas ilhas dar-Bretanhaeda Irlanda (llhas Brit nicas) e, em sua poro setentrional, onde se forma o Mar Bltico, as peninsulas Escandinava e da Jutlndia. No Mediterrneo, as peninsulas Ibrica, Itlica e Balcnica, as llhas de Creta (Grcia), Sicia e Sardenha (Itlia), Crsega (Frana) e Baleares (Espanha), o Estreito de Gibraltar e os estreitos de Bstoro e de Dardanelos, que interligam o Mediter rneo aos mares de Mrmara e Negro.
Os Estreitos
O Estreito de Gibraltar localiza-se entre a Espanha
(Europa) e o Marrocos (frica do Norte) e interliga o
Mar Mediterrneo ao Oceano Atlntico.
530 Ceogralia
Os estreitos de Bsforo e de Dardanelos, entri
Turquia europia e a asitica, interligam, resper
varnente, o Mar Negro ao Mar de Mrmara e este
Mar Egeu.
O Relevo
As planicies e os macios antigos (baixos planal e os conjuntos montanhosos de pequeno poi ocupam a maior parte da Europa.
As plancies ocupam a maior rea do confineni concentram-se, em sua grande parte, ao longo poro central da Europa, estendendo-se das V Britnicas aos montes Urais, na Rssia,
Os macios antigos estendem-se por vastas es no interior do continente, como o macio trai francs (que ocupa cerca de um quinto do te tnio da Frana), o macio xisto-renano e o mar dafloresta negra (ambas naPJemanha).
Entre os dobramentos modernos presentes no tinente europeu destacam-se, de oeste para lest
Pirineus
Estendem-se por cerca de 450 km ao longo da leira da Frana com a Espanha,
Alpes
Formam um arco de aproximadamente 1.100
abrangem terras da Frana, Itlia, Alemanha, 5
e Austria,

Cincias Humanas a suas Tecnologias
Bloco . Os Continentes	___
Ficha 1 Europa
Apeninos
Estendem-se por cerca de 1.500km do norte ao sul
da Itlia.
Crpatos
Estendem-se por cerca de 1.500 km em terras da Eslovquia, Polnia, licrnia e Romnia,
Cu caso
Situado entre os mares Negro e Cspio, em terras da Rssia, Gergia, Armnia e ,Azerbaijo. Nesta cordi beira encontramos o pico culminante de toda a Europa, o Monte Etbro (5.642 m).
A Hidrografia
Os rios europeus, em geral, so de pequeno curso e pouco volumosos, se comparados aos das reas tropicais midas.
Os rios europeus mais importantes so:
Reno (1.326 km)
O mais importante rio europeu, nasce nos Alpes, taz
a fronteira da Sua com Liechtenstein e a Austria
(antes de chegar ao lago Constana) e, posterior-
mente, da Suia com a Atemanha.
Sena (776 km)
 a grandevia de circulao da bacia parisiense, ou se)a, das terras mais planas da Frana.
Rdano (812 km)
Tambm localizado na Frana, nasce nos Alpes
suos, passa pelo Lago Genebra e estende-se at o
Me dite r rn e o
Danbio (2.860 km)
Nasce nos Alpes alemes e desgua no Mar Negro, banhando a Austria, Eslovquia, Hungria, Crocia, Iugoslvia, Bulgria, Romnia e liornia, Ao longo de seu curso, banha quatro capitais: Viena (Austria), Bratislava (Eslovquia), Budapeste (Hungria) e Bel grado (Iugoslvia).
Volga (3.531 krn)
O maior rio europeu, nasce no Ptanalto de Valdai, a noroeste de Moscou, corta a Plancie Russa e des gua no Mar Cspio.
Cincias Humanas e suas Tecuolegias
O Clima
Entre os principais climas do continente, destacam-se:
Subpolar
Tipico da regio lica, apresenta duas estaes b sicas: um inverno prolongado, cu temperaturas chegam a atingir -60 e um vero curto, ou tem peraturas oscilam entre l6 6 e 2l
Temperado Ocenico
Dominante na Europa Ocidental, caracteriza-se pe los elevados indices pluviomtricos (principalmen te no inverno e na primavera) e amplitudes trmicas pouco acentuadas.
Temperado Continental
Predomina na Europa Central e Oriental, apresen tando ndices pluviomtricos menores que o clima temperado ocenico e amplitudes trmioas mais acentuadas.
Mediterrneo
Tipico da Europa Meridional, apresenta veres quentes e invernos menos rigorosos que os de mais domnios climticos europeus.
A Vegetao
Destacam-se, do norte para o sul, as seguintes paisa gens vegetais:
Tundra
Paisagem tipica de regies sob domnio do clima subpolar ou rtico, E marcada pela presena de musgos, tiquens, gramineas e arbustos,
Floresta Boreal
Ao sul da tundra,  caracterizada pelo domnlo das coniferas (pinheiros).
Floresta Temperada
Ao sul da floresta boreal,  mais diversificada do que esta, pois, alm de pinheiros, observa-se a presena de rvores como a tala e o carvalho.
Geografia 531
Cincias Humanas e suas Tecnologias
Estepes
Domnios de campos que marcam a paisagem ao sul da Iloresta temperada, caracterizam-se pelo dominio de herbceas (ervas) ou gramneas e pela ocorrn cia de solos mais frteis que os das florestas,
Vegetao Mediterrnea
No sul do continente, caraclerizada pela presena de xerfilas, vegetais adaptados a ambientes secos, como os maquis e os garrigues.
Europa Humana
A populao absoluta do continente  superiora 700 milhes de habitantes, resultando numa densidade de aproximadamente 68 habitantes por quilmetro quadrado.
Embora detentora de grande populao absoluta, a Europa possui atualmente um ritmo de crescimento populacional interior a qualquer outro no mundo. Certos pases alcanaram o crescimento zero (n mero de nascimentos igual ao nmero de mortes) e alguns outros acusam at mesmo uma regresso populacional, isto , a populao tem diminudo ao invs de aumentar.
A Illia entrou, nos anos 90. com crescimento popu lacional igual a zero. Isso equivale a atirmar que, a cada ano, o nmero de nascimentos no pais  igual ao nmero de mortes. Essa condio tem suas van tagens, pois o governo ter gastos bem menores com escolas, empregcs e sade; por outro lado, suas despesas crescero muito com os aposentados, que tambm precisam ser assistidos.
Os Pequeninos Pases da Europa
Apesar de ser um pais independente, o principado de Andorra tem uma forma de governo bastante pe culiar est sob a autoridade de dois co-prncipes, nomeados respectivamente pelo presidente da Fran a e pelo bispo da cidade espanhola de Urge, e de um primeiro-ministro eleito pelo povo. Situada entre a Catalunha, na Espanha, e a Frana, Andorravive do turismo, que suplanta a criao de ovelhas e a pe quena agriculturapraticadas em suas terras.
Malta, composta por trs pequenas ilhas, est situa da entre a Itlia e a Libia, o que a torna muito im portante do ponto de vista estratgico.
532 Ceogralia
Principal produtor europeu de dentaduras e croscpios, o principado de Liechtenstein, lor lizado no vale do Reno, possui populao de gem germnica e o alemo como idioma oficial turismo e a venda de selos so importantes par economia local,
Mnaco, localizado no sul da Frana, tem nos gos de azar sua principal fonte de renda. E net principado que se localiza o famoso cassino de Moi Carlo, que atrai grande contingente de turistas,
Encravada na l san Marino  a mais antiga rei blica do mundo, lendo sido fundada no sculo Seus habitantes, de origem italiana, falam italian vivem do turismo e da venda de selos, alm da dstria e da agropecuria.
D centro do catolicismo mundial  o Vaticano menor unidade poltica europia.
Migraes na Europa
Os movimentos migratdrios sempre fizeram parte histria do continente europeu. At a Revoluo dustrial, a Europa caracterizava-se pela emigra, ou seja, uma regio de repulso populacional. A a Primeira Guerra Mundial, os fluxos populacion inverteram-se e o continente passou a terforte grao, ou seja, passou a ser uma regio de atrar populacional.
A maioria dos imigrantes era proveniente das colnias europias, Aumentava, tambm, o fli migratrio intracontinental, dos pases eu rop mais pobres para os de crescente industriatiza Com a crise econmica da dcada de Soe o aume do desemprego em toda Europa, foram intensif dos os sentimentos e movimentos xenfobos - averso a imigrantes, Isso se evidencia sobretudt Atemanhae na Frana.
Conflitos na Europa
Irlanda
Aithada Irlanda abriga a Repblica do Eire, ou Ir da, cu)a populao  composta - em sua maior porcatlicos, e a Irlandado Norte, ou Uster, gu parte do Reino Untdo, com a maioria da popul proteslante,
o conflito entre catlicos e protestantes acentuou- se como surgimento do tRA (Exrcito Republica no trtands), na dcada de 60. Criada petos cat licos, a organizao t peta reuniticao da Ir' anda, usando, entre outras estratgias, aes terroristas.
Os governos britnico e irlands vm se reunindo, nos ltimos anos, buscando acordos que apontem para a possibitidade de urna Irtanda unida,
A Questo do Pais Casco
Os territdros bascos esto localizados no norte da Espanhae no sudoeste da Frana, na regio do Gotto de Biscaia, no Oceano Attnoico,
O povo tasco tuta pela criao do Estado Casco.
A principal organizao envolvida na luta pela
sua autodeterminao  o ETA (Ptria Rasca e Li berdade), que se manifesta por meio de aes
terroristas.
Cincias Humanas e suas Tecnologias
A Guerra de Kosovo
Kosovo  uma provncia iugoslava localizada ao sul do pais, na Ironteira com a Albnia. A populao da provincia  composta de 90% de mulumanos, des cendentes de albaneses. Em 1999, toma corpo o movimento de independncia de Kosovo, liderado pelo ELI< (Exrcito de Libertao de Kosovo). O go verno iugoslavo, controlado por srvios (cristos ortodoxosj, reagiu militarmente a esse movimento, dando inicio a um genocidio (limpeza tica) e expul sando do pais aproximadamente um milho de ci dados, que se retugiaram principalmente nos pai ses vizinhos, Albnia e Macednia. A OTAN (Organi zao do Tratado doAtlntieo Norte), liderada pelos EIJA, interveio no conflito, e, com a recusa de um acordo de paz pelo presidente iugoslavo, Slobodam Milosevik, inicia um violento bombardeio areo, que destruiu economicamente o pas. Em junho de 1999, ocorre a retirada das toras srvias e a ocupao de Kosovo pelo exrcito da OTAN,
Posio Geogrfica
A sia est localizada na poro norte oriental do Velho Mundo, principalmente nos hemis Se tentrional e Oriental e parcialmente nos hemisfrios Meridional e Ocidental. Com 44,060.000 km',  o mais extenso dos continentes,
Ocorttinenteasitico estende-se entreas latitudes 81' te, no Glacial Artico, e 1 1' S, no Oceano Indico; entre as longitudes 2? E, nos limites com a Europa, e I69'W, noEstreito de Bering, entre o Glacial Articoe
o Oceano Pacilico.
Nos seus aspectos tisicos, o continente asitico se caracteriza por apresentar uma srie de singutarida des geogrficas, tais como:
 Picofverest, com quase B.900m de altitude, pon lo culminante do relevo terrestre, locatizado na Cor diliteira do Himalaia, entre o Nepal e a China Popular.
 Mar Morto, ou Lago Asfailite, a depresso ab soluta mais baixa do mundo, quase 400 m abaixo do nivel do mar, localizado entre Israel e Jordnia, que  tambm o lago-mar mais salgado do mundo, com salinidade de 250%.
 Lago Bailcal, com 1.620 m de profundidade, o mais profundo do globo, na CEI, ao norte da Monglia.
 Plo - Frio da Terra, Verkolansk, na CEI (Sibria), onde a mdia trmica de janeiro  da ordem de -48' C, ou seja, 48' abaixo de zero,
 Lugar mais chuvoso do mundo: Cherrapunji, na India, com mais de 11.000 mm de pluviosidade.
 Segundo deserto mais extenso do globo, o Cobi, com 1.294.000km', em terras da China Poputare da Monglia.
 Territrio mais extenso do globo pertencente a um s pais - a Rssia.
 Primeiro e segundo paises mais populosos do globo, respectivamente, China Popular e Iradia.
As terras asiticas so atravessadas pelo Circulo Polar Artico, na Sibria (Rssia); pelo Trpico de Cncer, que atinge a Arbia Saudita, Om, India, Bangladesh, Mianmar, China Popular e China Insular (Formosa ou Taiwan); pelo Equador, na Indonsia, e pela Li nha Internacional da Data (LID).
Por constituir uma grande exienso continental de norte a sul, a Mia ocupa todas as reas climticas do
Ceog - 533
Ficha 2 - sia
1
Cincias Humanas e suas Tecnologias
hemisfrio Norte: equatorial, tropical, temperada e polar.
Seus limites territoriais so: ao norte, o Oceano Gla cial Artico; ao sul, o Oceano Indico; a este, o Oceano Pacilico; e a oeste, os Montes Uvais, o fio Ural e os mares Cspio, Negro, Mediterrneo e Vermelho.
A Paisagem Natural da sia
O continente asitico apresenta contrastes: vastas plancies aluviais e costeiras e grandes planaltos com altssimas cordilheiras, qte se estendem por uma vasta rea do centro-sul, desde a Turquia at a Indonsia, Isso tudo faz da Asia o nico continente com quase 1.000 metros de altitude mdia. As mais altas montanhas localizam-se na Cordilheira do Himalaia, mas h outras espalhadas por todo o terri trio, estando localizadas na Asia as 15 montanhas mais altas do mundo.
Diviso Poltica e Regional
Devido  grande extenso de seu territrio, onde vive cerca de 60% da populao mundial, a Asia apre senta acentuada diversidade de paisagens naturais e de caracteristicas humanas. Em toda sia, as terras continentais e insulares esto divididas, politicamen te, em mais de 40 paises, assim distribuidos e com diversidades que diterenciam grandes regies no continente, tais como:
sia Setentrional
Corresponde  poro asitica da flssia (Sibria).
sia Central
Abriga as cinco ex-repblicas da Unio Sovitica, (Cazaquislo, Uzbequisto, Turcomenisto, Ouirguisto, Tadiiquisto). E a mais extensa das por es da sia.
Oriente Mdio
Tambm conhecido como Asia Ocidental,  princi palmente habitado por povos rabes e muulma nos. Fazem parte: Ateganislo, Arbia Saudita, Barein, Catar, Chipre, Emirados Arabes Unidos, lmen, Ir, Iraque, Israel, Jordnia, Kuait, Libano, Om, Sina e Turquia.
534 'Ceogralia
Sudeste Asitico
Fazem parte Brunei, Cambola, Cingapura, Filipi
Indonsia, bus, Mianmar, Malsia, Papua-P
Guin, Tailndia e Vietn.
sia Meridional
Ma(oritariarnente habitado por povos indian' indochineses. Fazem parte: Bangladesh, Buto dia, Maldivas, Nepal, Pasquisto e Sri Lanka.
Extremo Oriente
Tambm conhecido como sia Oriental, que responde ao dominio dos povos amarelos na) como os chineses e os aponeses. Fazem p; China Popular, Coria do Norte, Coria do Hong Kong, Macau, Monglia, Taiwan (Form. e Japo.
sia Setentrional e sia Central
Quadro Natura!
Territrio russo localizado a leste dos mentes U corresponde, em sua maior parte,  Sibria. 1 imensa regio, com cerca de milhes de kn mita-se ao norte com o oceano glacial Artico; a' com a Asia Central e Oriental, e a oeste com 000' Pacifico. A Sibria  cortada ao norte pelo Ct Polar rtico, determinando que grande parte de terras se situe na zona glacial rtica.
Quadro Humano
A populao absoluta da sia Central  supe'
55 milhes de habitantes. Os dois pises mal
pulosos da regio so o Uzbequisto (23,
lhes de habitantes) e o Cazaquisto (17,2 rol
de habitantes).
Quadro Econmico
A economia da sia Setentrional apla-se prin. mente na industrializao de seus inmeros sos minerais e energticos.
Muito rica em recursos minerais, a sia Centra taca-se pela produo de carvo mineral e rio de terro, no Cazaquisto e no Duirguisfc petrleo e gs natural, no Uzbequisto Turcomenislo.
Relevo e Hidrografia
O relevo do Oriente Mdio  formado predominante mente por planaltos, limitados por importantes con iuntos montanhosos. Entre os planaltos, destacam- se o da Anatlia, na Turquia, o do Ir e o daArbia.
dma e Vegetao
A paisagem climtica e botnica do Oriente Mdio  desoladora, pois cerca de 90% de seu territrio  do minado por climas dotipo rido e semi-rido. Para se ler idia da hostilidade natural da regio, basta lem brar que os desertos ocupam cercade 70% doterri tdodo lredoAfeganistoe9o%dodakbiaSaudlta
Quadro Humano
A populao do Oriente Mdio  superior a 210 mi lhes de habitantes, sendo os paises mais populo sos o r e a Turquia, que untos abrigam cerca de 112 milhes de individuos, ou sela, mais da metade da populao regional.
Economia Tradicional
A maior parte da populao do Oriente Mdio no vive do petrleo nem da indstria, que  ainda incipiente, mas de atividades tradicionais, como a agropecuria.
Cincias Humanas e suas Tecnologias
o pastoreio nmade, uma das atividades mais primi tivas do planeta, tem grande importncia em vrios paises, inclusive nos exportadores de petrleo, o que demonstra que grande parte da populao no tem acesso aos beteficios das exportaes petroliteras.
A agricultura, devido s condies climticas, con centra-se em reas restritas, tais como:
 Turquia - nas planicies costeiras, onde a presena de clima mido permite a cultura do tabaco e do algo do, iunto  costa meridional, e de culturas mediterr neas, como a oliva e os citricos, junto costa ocidental,
 Mesopotmia - onde a presena dos rios Tigre e Eulratts e de solos frteis, particularmente no lraque, permitem o desenvolvimento de significativas pro dues agricolas, principalmente cereais,
 Arbia- onde os desertos ocupam mais de 80% da territrio, a atividade agricola restringe-se a al guns trechos midos do litoral ocidental, unto ao Mar Vermelho. Sobressaem as produes de cereais, tmaras e caf (no lmen).
 Levante - territrio abrangido por Sina, Libano,
Jordniae Israel. Destacam-se as produes de cereais
e culturas mediterrneas, como vinha, oliva e citricos.
A Indstria
Excetuando-se Israel, onde o processo industrial se encontra relativamente avanado, a industriali zao do Oriente Mdio  bastante incipiente. o pro cesso industrial apia-se, via de regra, nos setores txtil e alimenticio.
A Importncia do Petrteo
A fonte de renda que proieta internacionalmente o Oriente Mdio , sem dvida, o petrleo, ruias iazi das mais significativas so encontradas na Mesopo tmia (Iraque) e na regio do Golfo Prsico, onde se situam as maiores reservas mundiais. Os grandes produtores regionais so: Arbia Saudita, r, trague, Kuait, Emirados rabes Unidos, Calar e Barein, que fazem parte de um dos mais importantes cartis (as sociao de produtores) do planeta, a Organizao dos Pases Exportadoresde Petrteo (OPEP)
Conflitos no Oriente Mdio
Os Curitos
O Curdisto - regio rica em petrteo, onde vive o povo curdo - est localizado na fronteira entre lr,
Geogralia  535
Oriente Mdio
Posio Geogrfica
O Oriente Mdio  banhado ao norte pelo mares Ne gro e Cspio; ao sul pelo Mar Arbico, formado pelo Oceano Indico; e a oeste pelos mares Vermelho e Mediterrneo. Os acidentes litorneos mais impor tantes da regio so a pennsutas Arbica e da sia Menor ou da Anatlia.
Com uma rea territorial de aproximadamente 6,6 milhes de km, o Oriente Mdio abrange 15% da rea continental. A regio  bastante fragmentada po liticamente e abriga 16 paises independentes.
As pequenas naes totalizadas no Golfo Prsico - Kuait, Barein, Catar e Emirados Arabes Unidos - possuem, ao todo, uma rea de 113.584 km, pou co menor que o Estado de Pernambuco, e os paises situados no Mediterrneo - Israel, Libano, Sina e Jordnia -tm 314.000 km de rea, equivalente  do Estado do Maranho.
,.t j
Cincias Humanas e suas Tecnologias
Iraque,Turquia e Sina. De origem indo-eurapia, os curdos lutam! sem xito! desde o sculo XVI! por sua independncia, sendo sempre reprimidos com muita violncia. Desde 1991! O Curdisto transtormou-se em uma zona de segurana controlada pela ONU (Or ganizao das Naes Unidas), que trabalha para impedir o genocdio contra os curdos.
A Questo Palestina
A questo palestina tem origem em 1947! quando a ONU (Organizao das Naes Unidas) aprovou o plano de partilha do territrio paleslino em dois Es tados! um rabe e um judeu.
Diversos conflitos entre rabes e judeus ocorreram aps a partilha e as vitrias israelenses prevalece ram. A parte palestina que a ONU designou para a formao da Ptria Palestina transtormou-se nos chamados territrios ocupados, conirolados pelo exrcito israelense.
A luta do povo patestino pela formao de um esta do independentetem sido promovidatanto por or ganizaes militares terroristas, como por organi zaes polticas,
Os acordos de paz entre a OLP (Organizao pela Libertao da Palestina), liderada por 'nasser Arafat (presidente daAutoridade Palestina), e Israel come aram a ser assinados a partir de 1993, patrocina dos pelos EUA, Todavia, aexistncia de grupos radi cais, tanto no lado judeu como no palestino, contr los a qualquer acordo, contribuem para colocar as tentativas de paz em risco.
Subcontinente Indiano e Sudeste Asitico
Subcontinente Indiano
Posio Geogrtica
O subcontinente indiano compreende os paises lo calizados na peninsuta do Cec (voltada para a Baa de Bengala, no Oceano jndico) e arredores:
Paquisto, India, Nepal, Buto, Bangladesh, Sri Lanka e Maldivas.
Relevo e Hidrografia
No subcontinente indiano, distinguem-se trs gran des unidades de relevo: a cordilheira do Himalaia, o planalto do Dec e a planicie Indo-ganglica.
536 Geografia
A Cordilheira do Himalaia, dobramento mode mais portentoso do mundo, ocupa toda a  fronteiria dn suboontinente indiano com o Tibete China, numa extenso de aproximadamente 2.4DO 1
O planalto do Dec, tormado por rochas muito tigas e, portanto, bastante aplainadas pela erot ocupa a poro meridional da peninsula.
A plancie Indo-gangtica, uma das reas mais pulosas e povoadas do mundo, situa-se entr Himataiae o planalto do Dec.
Clima e Vegetao
O clima dominante na pennsula do Dec  o trop sujeito ao regime das mones, ventos que ocor na regio provocando, conforme sua direo, s prolongadas ou grandes quantidades de chuv
Quadro Humano
O subcontinente indiano  uma das regies mais pulosas e povoadas do mundo, onde vivem apr madamente 1,2 bilho de habitantes (cerca de da populao mundial). A India  o pais mais p loso da regio e o segundo do mundo, abriga um bilho de individuos.
Agrupecuria
A atividade agricola  a base econmica do sub tinente indiano, pois nela se concentra mais de1 da populao economicamente ativa regional seja, t50 milhes de pessoas (125 milhes ap na India) dedicam-se a essa atividade.
Minerao, Energia e Indstria
No subcontinente indiano, destaca-se, como expresso industrial, a India, pais relativamente em recursos minerais, mas pobre em recu energticos. As principais ocorrncias minerait as de ferro, mangans e carvo, encontrada reas prximas a Calcut e Madras, onde a impi; o de siderrgicas foi tavorecida.
Nos dias atuais, a jndia vem se destacando uma das mais importantes alternativas de in mentes em toda a Asia. Isso decorre de tradicii fatores, como mo-de-obra e matrias-prima ratas e um grande mercado consumidor: dent India existem cerca de 150 milhes de pessoas sideradas (pelos padres locais) de classe ni num conceito que abarca aqueles cuja renda sal vai de US$180 a US$ 700. Essa populao pe expressiva parcela da parte educada do
indiano, sustentando uni parque industrial que se diversilica cada vez mais e em alguns casas j ple namente estabelecido, cama, por exemplo a mer cada cinemaiagrfico, a segunda do munda, per dendo apenas para os LUA (Bambaim  considera daa HollywOOd daAsia).
Conflito entre ndia e Paquisto
A Cachemira
Colnia Britnica, a regio da sia Meridional conse gue sua independncia aps a Segunda Guerra Mundial (agasta de 1947). A antigacolniafOi divi dida em bases religiosas, entre a India hindu e o Paquisto muulmana ACachemira, situada ao norte da Planalto da Dec, com uma populao de maioria muulmana ficou sob dominio da India. Contudo! o Paquisto contestou esse dominia, levando os dois paises a travarem duas guerras pela posse da regio. uma em 1949 e outra em 1965.
A situao na regio agravou-se em maio de 1998, quando a India testou no local cinco artefatos nu cleares. Em resposta! o Paquisto tambm realizou no final do mesma ms cinco lestes nucleares.
Na tentativa de levaras dais paises a chegarem a um acordo sobre a passe da regio da Cachemira, ins tituies internacianais (ONU, FMI, entre outros) rea giram com um boicote financeiro aos dais paises
Sudeste Asitica
quadro Natural
As pennsulas da Indochina e Malaia so ocupadas predominanlemente por baixos planaltos e p as vezes cercadas por cadeias montanhosas- So drenadas por rios como o lrrawaddy, em Mianmar:
e o Mekong, o mais importante de toda a Indochina. O Mekong, bem cama os demais rios regionais! nas ce no Tibete (China). A populaa distribui-se prin cipalmente pelos deitas desses rios.
Esta regio  fcrmada por dez paises independen tes: Mianmar (antiga Birmnia)! Tailndia, Laos, Vieln, Camboja Malsia e Cingapura na peninsula da Indochina -, Indonsia, Brunei e Fi - que constituem o arquiplago da Insulindia. A Malsia tem uma parte de seu territrio localizada na pennsula da Indochina e outra na Ilha de Bornu, cuja maior parte pertence  ndonsia, Brunei localiza-se inteiramente nessa ilha.
Clncias Humalias e suas Tecnologias
quadro Humano
No sudeste asitico vivem cerca de 400 milhes de pessoas, sendo que os pases mais populosos - Indonsia. Vietn, Filpinas, Tailndia e Mianmar
- abrigam cerca de 90% da populao regional.
As religies mais professadas na sudeste asitico so o budismo, na Indochina e na Malaia; o islamismo na Indonsia: e o cristianismo, nas Fitipinas.
Quadro Geopoltico
Timor Leste
Timor, cDm cerca de 34 mil km', est situado no arquiplago da Indonsia A ilhafoi colonizada por portugueses e holandeses, que nela se instalaram na segunda metade do sculo XVI, A convivncia entre os colonizadores foi marcada pela hostilida de. Somente no inicia do sculo XX foi assinado um acordo que demarcou os dominiOs portugue ses (poro leste) e holandeses (poro oesge) na ilha. Durante a Segunda Guerra Mundial, devido  sua posio estratgica no Oceano Indico, Timor toi invadido por tropas australianas, holandesas e japonesas, que permaneceram na ilha de 1942 a 1945. As invases foram acompanhadas de farte reao interna, sempre violentamente reprimida pelos invasores,
Com a retirada dos iaponeses em 1945, os portu gueses retomaram a seu espao em Timor Leste, promovendo uma srie de obras de reconstruo. paralelamenge. comearam a crescer os ideais na cionalistas e os movimentos em prol da indepen dncia. Esses ganharam vulto na dcada de 70, obri gando Portugal a negociar a independncia de Timor Leste, marcada para ocorrer em 1978,
Nesse perodo de transio, no entanto, a Indonsia anexou o Timor Leste em 1976, transformando a ilha em sua provncia- A reao timorense foi for temente reprimida pelo governo da Indonsia. Desde ento, tm acorrido inmeras chacinas, vi timando os habitantes inconformados com a ane xao de seu pais.
Economia
O principal destaque econmico do sudeste Asiti co  a explorao de minrios para exportao, principalmente na Indonsia e na Malsia. A Indonsia, um dos grandes exportadores mundiais de petrleo, dispe de ricas lazidas nas ilhas de Bornu, Sumatra e Java. A Malsia  rica em petrleo
Ceog - 537
1
'e
Cincias Humanas e suas Tecnologias
e minerais metlicos, com destaque para estanho, fer ro, bauxita e ouro. O sultanato de Brunei depende ba sicamente da exportao de pelrleo e  um dos pases de renda por capita mais alta do mundo,
Apresentando uma indstria pouco desenvolvida, seu principal destaque  o processamento de matrias- primas para exportao, como as manufaturas txteis na Indochina e as usinas de acar na Indonsia.
Cingapura conslilui exceo, pois  um dos "Tigres Asiticos", pases de industrializao recente e cres cimento econmico acentuado,
A Monglia ocupaa parte mais central do territrio asitico. Localizada en a China e a Rssia, foi por muilo tempo motivo de rivalidade entre esses paises. Sua atividade principal  a agropecuria e sua prin cipal cidade  a capital, Ulan Bator.
Alm de contar com a a)uda de capitais provenientes dos Estados Unidos e do Japo, Taiwan ou Formosa projetou-se economicamenle, no plano agricota e industrial graas  abundncia de recursos minerais e mo-de-obra barata. Sua base econmica  a pro duo e exportao de manutalurados, especialmente para os Estados Unidos eJapo.
Taiwan  um dos ligres Asiticos, assim como Hong Kong, colnia britnica que toi reanexada  China em 1997, funcionando como regio admi nistrativa especial,
Extremo Oriente
Posio Geogrtica
Fortim, no Extremo Oriente localizam-se o Japo -a nao mais desenvolvida do continente asitico-, as Corias e a China.
O Japo  um Estado monrquico, altamente desen volvido e industrializado, constituldo por mais de trs mil ilhas, embora apenas as quatro mais exten sas sejam economicamente Importantes,
Seu ponto traco est na deficincia energtica e mi neral e no pequeno aproveitamento econmico de seu restrito territrio,
Adeticincia de matrias-primas  solucionada pelo Japo com importaes, enquanto o pequeno terri trio, muito acidentado, obriga sua populao a con centrar-se nas zonas urbanas, criando grandes n cleos, como Tquio, Osaka e Nagia.
Nessa regio, vol para os mares da China e Japo, ambos tormados pelo Oceano Pacifico, vem mais de 20% da populao mundial. A m concentrao ocorre na China, o pais mais pcpt so do mundo, com mais de 1 bilho de habitani
Localizadas na Peninsula da Coria, esto a Rep ca Democrlica Popular da Coria (Coria do Nor e a Repblica da Coria (Coria do Sul), queaf formavam um nico pais. A diviso em dois Esta decorreu da ocupao do territrio por scvilic no norte, e norte-americanos, no sul, por ocasiC trmino da Segunda Guerra Mundial.
Relevo e Hidrografia
O relevo da China  caracterizado pela ocorrncia terras altas, elevados planaltos e dobramenlos demos, a oeste; e de terras baixas, baixos plaaal e extensas planicies, a leste.
A Monglia  dominada por extensos planaltos, c altitudes variam de 1.000 a 2.000 m e conjuntos m fanhosos, concentrados a noroeste. Entre esset destacamos Montes Altai, cujos picos culminan ultrapassam 4.000 m de attilude.
A Peninsula da Coria  um terrilric bastante m tanhoso, particufarmente no norte e no lesle. As gr des planicies situam-se na poro ocidental, volt para o MarAmam onde se conoenfra a maior p da populao.
OJapo situa-se num arquiplago de mais de 3 ilhas, com quatro delas pertazendo cerca de 97'/, territrio (377.5t5 km'). So elas; Hokkaido (78.1 kma), llonshu (225.000 km'), Shikoku (18.000k e Kyushu (35.000 kma).
A Ilha de Taiwan ou Formosa (36.202 kma), disfa 150 km da costa da China,  bastante montanhi particularmente a leste, onde as elevaes chega ter picos que ultrapassam os 500 m de altilude terras baixas caraclerizam a poro ocidental da i banhada pelo Estreito de Formosa.
ORna e Vegetao
A diversidade climtica da China  considervel poro ocidental, ocorrem climas frios de mo nha, como no Tibete, e desrticos, como no Sink (regio autnoma chinesa) e no extenso Desert Gobi (na fronteira com a Monglia),
o quadro vegetal, extremamente alterado pelo pao humana,  caracterizado pelo dominio
52B Geografia
J.
eslepes e vegetao desrtica a oeste. Na poro leste do pas, sobressaem as pradarias e as flores tas sublropicais. Na Pennsula da Goria, observa- se o domnio do clima temperado ao norte e do subtropical, sujeito ao regime das mones, ao sul. Na paisagem vegetal, prevalecem as florestas tem peradas e subtropicais, que cobrem parte conside rvel das montanhas da pennsula. Na Monglia, os climas dominantes so do tipo rido, como o deserto de Gobi, e semi-rido. Na paisagem vegetal, predominam as estepes. No Japo, o clima sofre forte influncia das correntes martimas e das mon
Ficha 3 Oceania
Cincias Humanas e suas Tecnologias
es. Os climas dominantes so do tipo temperado. As temperaturas mdias nas ilhas de Hokkaido e Kyushu (os dois extremos do pais) so, respectiva- mente, de 21 e 2 6, no vero e de 5 e -5 6, no inverno, A vegetao dominante no Japo so as florestas temperadas e subtropicais, que cobrem a maior parte dos conjuntos montanhosos do pais, o que o coloca entre as naes mais arborizadas do mundo. O clima dominante em Taiwan  o subtropical, sujeito ao regime das mones, e a pai sagem vegetal  tipicamente de florestas, concen tradas na poro oriental.
Posio Geogrtica
O novssimo Mundo - assm chamado por ter sido descoberto apenas em meados do sculo XVII -  formado por milhares de ilhas de diversas extenses, desde pequenos ats coratigenos at a Austrlia, pouco menor que o Brasil. O continente estende-se de 21 graus de latitude norte a 50 graus de latitude suledelil grausdetongtudetesteall9grausde longitude oeste.
Alm de inmeras possesses no independentes, administradas por pases europeus, pelos Estados Unidos ou por naes desenvolvidas do continen te, a Oceania inclui 14 Estados soberanos. Entre eles se destacam a Austrlia e a Nova Zelndia, pelo grande desenvolvimento econmico, e a Papua- Nova Guin, o segundo pas do continente em po pulao e rea territorial.
Os demais, de extenso reduzida, populao nume ricamente inexpressiva e economia subdesenvolvi da, so: Fiji, Samoa Ocidental, Nauru, Tonga, Ilhas Salomo, Vanuatu, Kiribati, Tuvalu, Palau, Micronsia e llhas Marshall,
Devido ao grande nmero de ilhas, costuma-se divi dir o continente em:
 Austrlia e o arquiplago da Nova Zelndia: so as maiores ilhas.
 Melansia: ilhas pouco extensas, localizadas. em sua maioria, ao norte, nordeste e teste da AustrlIa. As que constituem pases independentes so Papua- Nova Guin, tthas Salomo, Vanuatu, Fiji e Tonga,
 Micronsia: tormada por ilhas muito pequenas, situadas ao norte e nordeste da Melansia, Tuvatu, Kiribati, Patau, Estados Federados da Micronsia, llhas Marshall e Nauru so os pases independentes desse grupo.
 Polinsia: corresponde s ilhas mais distantes da Austrlia, dispersas por uma grande rea do Pacfi co. So em sua maioria possesses francesas e ne ozelandesas,
O nome Melansia significa "ilhas negras" e  deri vado de melanina, pigmento escuro da pele. Diz resp eito  cor dos habitantes dessas ilhas. Micronsiasignitica "pequenas ilhas", e Polinsia, "muitas ilhas", So habitadas por populaes de pele mais clara.
Austrlia
Banhada ao sul e a oeste pelo Oceano jndico, a noroeste pelo Mar de Timor e a leste pelos mares de Coral e da Tasmnia, a Austrlia  uma "ilha- continente" (assim chamada devido  sua vasta extenso).
Devido ao tenmeno da deriva dos continentes, a Austrlia comeou a separar-se da massa continen tal original, chamada Pangia, h 1tO milhes de anos, Primeiro, destacou-se da Africa e posterior- mente - h 80 milhes de anos - daAntrtida. Iso lada no meio do oceano, sua fauna desenvolveu-se de maneira nica, sem sofrer interferncia de outros ecossistemas. Dai os animais desse pas no serem encontrados em nenhum outro lugar,
Coogralia 539
Cincias Humanas a suas Tecnologias
Na Austrlia, desenvolveu-se uma fauna nica, em que se destacam o ornitorrinco, um mamilero com bicoe plo, e os marsupiais, como os oangurus e os coatas, animais cuf os filhotes sito criados numa bol sa existente no corpo da me durante o periodo de amamentao.
Nova Zelndia
Alm de algumas pequenas possesses territoriais e de pequenas ilhas que a circundam, a NovaZelndia  formada por duas ilhas principais, a do Norte e a do Sul, separadas pelo Estreito de Gook. De origem vul cnica, a ilha do Norte apresenta vulces ativos, fon tes termais e giseres (fontes quentes com erupes peridicas), enquanto a ilha do sul se caracteriza pelo relevo acidentado que contorna todo o litoral. Os Al pes Neozelandeses, que tm como ponto culminan te o Monte Cook, com 3764 metros, so a mais des tacada elevao
Melansia, Micronsia e Polinsia
Espalhadas por urna enorme rea do Oceano Paci tico, essas milhares de ilhas tm origem vulcnica ou ooraligena,
Quadro Humano
A Oceania  chamada de Novssimo Mundo, pois foi o ltimo continente a ser descoberto pelos euro peus, que l chegaram no sculoXVll. S nofim do sculo XVIII teria inicio a colonizao, com a chega da de prisioneiros britnicos obrigados a trabalhar na lavoura.
Excetuando-se a Austrlia e a Nova Zelndia, em que os brancos europeus-entre os quais predominam os de origem britnica - constituem a maioria dos habitantes, quase todas as ilhas da Oceania tm a populao composta principalmente por nativos.
Despreparados para enfrentar os colonizadores eu ropeus, os aborgines australianos foram quase to talmente dizimados. Hoje, correspondem a menos de 1% da populao total.
Na Nova Zelndia ocorreu o mesmo, e os maoris representam hoje menos de 9% da populao,
As principais cidades da Oceania so Sydney, Mel bcu me e Brisbane. na Austrlia; Auckland e Wellington, na Nova Zelndia; e Port Moresby, em Papua-Nova Guin.
Eco no m j a
Coro exceo da Austrlia e da Nova Zelndia, ter os demais pases da Oceania apresentam caracte ticas de subdesenvolvimento. Devido s ccndi territoriais da maioria deles, as principais ativida' econmicas so o extrativsmo e, com raras ex es, a agricultura.
No plano do extrativismo vegetal, a copra (am doa seca do coco, da qual se extrai leo)  impori te fonte de divisas para quase todos os pequet paises da Oceania, As llhas Salomo e Samoa ex tam tambm madeiras tinas.
A pesca  significativa nas llhas Salomo. em em Kiribati; este ltimo tem no guano (depsitcr fostato derivados do excremento de aves marint outro importante recurso ecot
Cnmo, em geral, o solo se mostra pouco propici atividade agrcola na maioria das ilhas no alca grande destaque, produzindo quase sempre a nas para consumo interno. So excees: Pap Nova Guin, com suas colheitas de caf, cacau eec em menor grau; Samoa, onde se cultiva cacau, e e banana; e Tonga, que exporta bananas e semer oleaginosas. A pecuria nas pequenas ilhas  in! nificante ou inexistente,
A Austrlia, Nova Zelndia e vrios outros pase Oceania- antigas possesses do Reino Unido - fazem parte daComunidade Britnicade Naes (C monwealth).
Nas pequenas ilhas em Papua-Nova Guin, as in trias, quando existem, so em geral instaladas beneficiar algum produto originado do extrativisi Enquadram-se nesse caso Papua-Nova Guin (a te de dend e borracha), Fiji (acar), Kiribati (col e llhas Salomo (pescado em consenia),
Condies totalmente diferentes so as encontra na Austrlia e na Nova Zelndia, cujo amplo par 1abril compreende desde as indstrias de base at de bens de consumo, So os nicos pases des volvidos do continente.
Na Austrlia, a indstria responde por cerca de 2 do Produto Nacional Bruto. Destacam-se as inc trias de ao, de automveis, mecnicas, de prodr qumicos e as teImarias de petrleo, concentra no sudeste.
Para a Nova Zelndia, menos industrializada a Austrlia, a atividade industrial represe
540 Geogralia
cerca de um quarta do Produto Nacional Bruto, sendo significativa a produo de alimentos, se guida dos setores txtil, de construo, siderr gico e outros,
Ficha 4 frica
Cincias Humanas e suas Tecnologias
Uma atividade que vem ganhando cada vez mais im porlncia em toda a Oceania  o turismo. Vtajantes de todos os continentes buscam nas tthas do Pacifico Sut o ctima ameno e as paisagens paradisiacas.
O continente onde a espcie humana deu seus pri meiros passos  atuatmente marcado porfome, con ftitos tnicos, guerrilhas, misria,
Enquanto o ptaneta caminhaimputsionado pela g batizao da economia, a Africa parece ficar  mar gem, esquecida.
Vamos conheceresse continente, comeando porseus aspectosfsicos e caracteristicas de sua populao.
Posio Ceogrfica
Com uma rea territoriat de pouco mais de 30 mi lhes de quitmetros quadrados, o continente atri cano  o terceiro em extenso. Cortam a frica trs dos principais paratetos terrestres: Equador, Trpi co de Cncer e Trpico de Capricrnio, atm do Me ridiano de Greenwich.
Paisagem Natural da frica
o relevo africano, predominantemente ptanltico, apresenta considervel altitude mdia- cerca de 750 metros. As regies central e ocidentat so ocupadas, em sua quase totalidade, por planaltos intensamente erodidcs, constitudos por rochas muito antigas e limitados porgrandes escarpamentos.
A frica no possui muitas ilhas ao seu redor. No Atlntico, localizam-se algumas, formadas por picos submarinos, como as ilhas Canrias (Espanha). os arquiplagos daMadeira(Portugal),SoTom ePrin cipe, Cabo Verde e algumas ilhas pertencentes ao Reino Unido, No Oceano Indico, encontram-se uma grande ilha - a de Madagscar - e outras de exten so reduzida, entre as quais Comores, Mauricio e Seychel
Orlo mais importante  o Nilo, o terceiro mais extenso do mundo, com comprimento de 6.670 quilme Iros. o Rio Nilo nasce nas proximidades do Lago Vitria, percorre o nordeste africano. desgua no Me-
diterrneo e forma, com seus afluentes, uma bacia de quase trs milhes de quilmetros quadrados, cin co vezes mais extensa que o Estado de Minas Gerais.
Alm do Nilo, outros rios importantes para a frica so o Congo, o Niger e o Zarnbezi, Menos extensos, mas igualmente relevantes, so o Senegal, o Orange, o Limpopo e o Zaire.
Distinguem-se na frica os climas equatorial, tropi cal, desrtico e mediterrneo.
A grande civilizao egipoia da AntigUidade existiu em funo do ciclo anual de cheias do Rio Nilo. Um estudioso chegou a dizer que o Egito era uma "d diva do Nilo", Medies realizadas nos ltimos anos estabeleceram que o Nilo  o terceiro rio mais exten so do mundo. Os dois maiores so o Amazonas (7.800 quilmetros) e o Mississipi-Missouri (6.800 quilmetros).
Localizados no inlerior do territrio africano, os de sertos ocupam grande parte do continente. Situam- se tanto ao norte (Saara) quanto ao sul (Namibia e Calaari).
O Saara  o maior deserto do mundo.
Populao Africana
Apesar de ser o terceiro continente em extenso terrilotial, a Africa  relativamente pouco povoada. Abriga cerca de 633 milhes de habitantes - popu lao muito menor que a de paises como a China e a 1 ndia -, cifra que lhe confere uma densidade demogrtica semelhante  brasileira: 21 habitantes por quilmetro quadrado.
Como parte significativa de sua vegetao est pre servada, a Africa conserva ainda numerosos espci mes de suafauna: atioresta equatorial constitui abti- go, principalmente , para aves e macacos: as savanas e estepes re anlilopes, zebras, girafas, lees, leopardos, elefantes, avestruzes e animais de grande porte em geral.
Geografia - 541
Cincias Humanas e suas Tecnologias
Economia
A frica  um continente que abriga apenas pases subdesenvolvidos, excetuando-se a Africa do Sul, devido  sua riqueza mineral e ao seu nvel indus trial. Mais da metade da populao ativa africana tra balha em atividades agropecurias, pouco produti vas e praticadas com tcnicas primitivas, destinadas  subsistncia, dai o predomnio do cultivo de sorgo, milho e mandioca e da pecuria seminmade.
Devido ao seu passado colonial, a frica enfrenta uma herana de conflitos tribais, guerras e golpes polti cos que s agravam os inmeros problemas sociais e econmicos do continente.
Distinguem-se no continente duas grandes regies:
a Africa Branca (ou islmia), ao norte, e aAfrica Negra, ao sul, separadas por uma faixa de transio que coincide com o deserto do Saara. Para fins de estu do, as duas grandes regies podem ser divididas em vrias outras menores,
Atividades Econmicas
Os setores econmicos em que os palses africanos apresentam algum destaque constituem herana do seu passado colonial: o extrativisnio e a agricultu ra - setores em que so baixos os investimentos e o custo da mo-de-obra -,cuja produo  destinada aabastecer o mercado externo,
A frica detm grandes reservas minerais, destacan do-se o ouro e os diamantes da Africa do Sul, da Re pblica Democrtica do Congo (ex-Zaire) e de Cana, que respondem pela maior parte da produo mun dial. E igualmente rica em fontes energticas como petrleo e gs natural, exptorados principalmente na Nigria, no Gabo, na Lbia, na Amlia e no Egito.
O subsolo africano fornece tambm em abundncia os seguintes minerais: antimnio (Africa do Sul), fosfatos (Marrocos, grande produtcrmundial), man gans (Gabo e Africa do Sul), cobre (Zmbia e Re pblica Democrtica do Congo) e urnio (Africa do Sul e Gabo).
A caa, a pesca e a coleta de produtos naturais ainda constituem importantes fontes de renda para grande parcela da populao africana, O extrativis mo vegetal fornece como principais produtos ma deiras, resinas e especiarias, nos pases cobertos par ciaimente pelafloresta equatoria; leo de palmeira,
542 Geo
no Benin e na Costa do Marfim; e tmaras, nos p
do Saara,
A agricultura africana apresenta-se sob duas mas: a de subsistncia e a comercial, A prime rudimentar, itinerante e extensiva - planta-se grandes extenses de terra, que so cultivadas seguidos, at ocorrer o esgotamento do selo.
Os principais cultivos so inhame. mandioca, r batata e arroz.
Agropecuria
Devido s condies naturais pouco propicias ao de gado bovino, a Africa tem na pecuria 1 atividade econmica de limitado alcance, em praticada de forma nmade ou extensiva, O m destaque  para a criao de carneiros na Alric. Sul e na Etipia, alm de pequenos rebanhos duzidos por nmades nas regies de estepes. pases situados ao norte do Saara, criam-se cam e dromedrios, animais de grande porte utiliza como meio de transporte. Nessa regio, os rebar caprinos e ovino tambm so significativos.
A incipiente industrializao africana est restr alguns pontos do territrio. Iniciou-se tardiame aps o processo de descolonizao, motivo i qual as indstrias africanas levam grande desva gem em relao ao setor industrial de pases de volvidos, ou mesmo de pases subdesenvolvit mas i ndustrializados, como o Brasil, E e distanciamento agrava-se dia a dia com permani aprimoramento industrial e tecnolgico dos pa desenvolvidos.
Quadro Geopoltico
A atual diviso politica da frica somente se conf rou nas dcadas de GO e 70. Durante sculos, o tinente foi explorado pelas potncias europias- no Unido, Frana, Portugal, Espanha, Blgica, lt Alemanha-, que o dividiram em zonas de influi adequadas aos seus interesses, Ao conseguire independncia, os pases africanos tiveram dr moldars fronteiras definidas pelos colonizado Estas, por um lado, separavam de modo artificial pos humanos perfencentes s mesmas tribos, la tes dos mesmos dialetos e praticantes dos mesr costumes e submetia-os, por outro lado,  inllut de valores europeus.
1
Fim do Apartheid
Em nenhuma outra parte do mundo a questo racial assumiu propores to graves como na Africa do Sul. Embora os negros, mestios e indianos consti tuam quase 85% da populao, eram os brancos que detinham todo o poder politico, e somente eles gozavam de direitos civis.
A origem desse sistema, denominado apartheid. data de 1911, quando os africnders (descen dentes de agricultores holandeses que emigraram para a Alrica do Sul) e os britnicos estabeleceram uma srie de leis para consolidar seu dominio so bre os negros. Em 1948, a poltica de segregao racial foi oficializada, criandd direitos e zonas residenciais diferentes para brancos, negros, asiticos e mestios.
Na dcada de 50, foi fundado o Congresso Nacional Atricaflo (6NA), entidade negra contrria  segrega oraciat naAlrtcado Sul. Em 1960, oCNAloi decla rado ilegal e seu lider, Nelson Mandela, condenado  priso perptua. De 1958 a 1976, a politica do apartheid se fortaleceu com a criao dos bantustes (territrios onde os negros so segregados), apesar dos protestos da maioria negra.
A presso intemacional, deltagrada na dcada de 80, levou ao fim do apartheid em 1993.
frica do Norte
Agrupar os palses da frica em conjuntos homo gneos no constitui tareia simples. Entretanto, por razes didticas, vamos dividir o continente em cin co regies principais: frica dotiorte, fricaOci dental, Africa Ceiitro-ocldental, Africa Centro- oriental e Africa Meridional.
CiScias Hemanas e suas tecnologias
frica do Norte
 a mais extensa, comportando trs subdivises: os
paises do Maghreb, os paises do Saarae o vale do Nilo.
Os pases do Maghreb so o Marrocos, a Arglia e a
Tunisia.
A palavra ,mghreb, de origem rabe, significa "onde
o Sol se pe", ou seia. o ocidente.
Os poises do Soara so Mauritnia, Mali, Niger, Chade
e Libia.
O Vale do Nilo abrange o Egito e o Sudo.
frica Ocidental
Conhecida pelos europeus a partir das grandes na vegaes, essa regio se situa entre o Deserto do Saara e o Golfo da Guin e abrange 17 pases inde pendentes, alguns de reduzida rea territorial.
frica Centro-ocidental
Essa regio agrupa quatro pases: Repblica Cen tro-africana, Congo, Repblica Democrtica do Congo e Angola.
frica Centro-oriental
Compreendida entre a bacia do Congo e as guas do MarVemielho e do Oceano Indico, esta regio agrupa dezpaises: Eritria, Etipia, Diibuti, Somlia, Qunia, Tanznia, Uganda, Ruanda, Burundi e Seychelies.
frica Meridional
Esta regio, atravessada pela Trpico de Capricmio,  composta por doze Estados independentes, onde se veriticam os maiores contrastes econmicos do continente. Destaca-se a minerao na Africa do Sul (ouro, diamantes, cromo e mangans) e na Zmbia (cobre e cobalto).
natas * Amrica
AAmrica  o continente de maior extenso no sen tido norte-sul ou lalitudinai, e apresenta, por isso, grandes diversidades em seu quadro natural, hu mano e econmico, permitindo sua diviso de duas formas distintas-
A segunda analisaaS diferenas humanas e econmi cas do continente, dividindo-o em duas grandes uni Aprimeiratorma de dividiraAmdcaconsiderapflri' dades: An Amrical.atina.

cipalmente a posio geogrfica e identifica trs grandes unidades no continente: Amrica do Mor te, Amrica Central e Amrica do Sul.
Geogralia 543
Ciincias Humanas e suas Tecnologias
Amrica Anglo
Diferenas entre a Amrica Anglo-saxnica e a Amrica Latina
Entre as diferenas da Amrica Anglo que abrange os Estados Unidos e o Canad, com relao  Amrica Latina, que engloba o Mxico, a Amrica Central e a Amrica do Sul, destacam-se aquelas referentes ao quadro histrico, humano e econmico
Quanto ao quadro hislrico, porexemPo, h olato de a Amrica Latina ter sido explorada predominan temente pelos espanhis e portugueses, enquanto a Amrica Anglo.saxnica foi colonizada pelos brit nicos e franceses.
As maiores diferenas entre os dois blocos, contu do, se do na estrutura socioeconmica. pois a Am rica Ang  desenvolvida e a Amrica La tina  composta por pases subdesenvolvidos.
Localizao Geogrfica
A Amrica Anglo-saxnica  composta pelos dois maiores pases da Amrica: o Canad e os Estados Unidos, Sua reatotal  superior a 19 milhes de qui lmetros quadrados. e os limites dessa poro do continente so o Oceano Atlntico, a leste; o Oceano Pacitico, a oeste; o Oceano Glacial Artico, ao norte; o Mxico e o Golfo do Mxico, ao sul.
Diviso Poltica
Com 9.363.123 quilmetros quadrados, os Esta dos Unidos so um dos quatro maiores pases do mundo. Politicamente,  dividido em cinqenta Es tados e um Distrito, o Distrito de Colmbia, onde se situaWashington, a capital do pais. Os trs maiores Estados so o Alasca (1.530.700 km), o Texas (691.080km') eaCalilrnia (41 1 .049 km'). Os qua tro menores so: Rhade Istand (3.140 Km9, Delaware (5.295 km'), Connecticut (12.973 km') e Havai (16.759 km').
o Canad, com quase ID milhes de quilmetros quadrados,  o segundo pais do mundo em exten so territorial, sendo dividido em dez provincias dois territrios e um territrio semi-autnomo para os esquims (Nunavtit). As trs maiores provn cias so Qubec (1.540.000 1cm Ontrio (1.068.5801cm') e Colmbia Britnica (947.800 1cm'); as trs menores, Ilha Prncipe Eduardo
(5.660 Nova Esccia (55.490 1cm') e 1 Brunswick (73.4401cm').
Alm desses dois pases, localizam-se na Ami Anglo.saxnica a Groenlndia (possesso dinar quesa), St. Pierre e Miquelon (departamento tramar francs) e as Bermudas (colOnia britnh
Relevo
O relevo da Amrica Anglo.saxnlca, a exemp que ocorre em lodo o continente, caracterlza-s sua diviso em lrs pores bem definidas:
 a poro oriental, voltada para o Atlntico;
 a poro ocidental, voltada para o Pacifico;
 a poro central.
Hidrografia
A Amrica Anglo.saxnica  muito rica em ag bretudo os de origem glacial, concentradosi nad. O pais possui aproximadamente 150 gos, que ocupam mais de 8% do seu territrio de 800.000 1cm Entre as principais tom lacustres destacam-se OS Grandes Lagos- Si Michigan, -luron, Erie e Ontrio -, na tront Canad com os Estados Unidos, As Catar, Nigara, visitadas por turistas do mundo mli tuam'se entre os lagos Erie e Onlrio.
O Canad e os Estados Unidos so muito ri rios, aproveitados tanto para a navegao plancies) como para a produo de energia (rios planlticos).
Principais rios:
 So Loureno;
 Mississipi;
 Colmbia e Co
Grandes Domnios Climticos
Os principais domnios climticos daAmri saxnica so:
 Subpotar;
 Temperado Continental;
 Subtropical
 Temperado ocenico;
 Mediterrneo
 rido e Semirido.
544 Ceogralia
Vegetao
Agrande divrsidade climticadelermina a ocorrn cia das seguintes paisagens vegetais na Amrtca
Anglo
 Tundra;
 Floresta boreal ou canadense;
 Floresla temperada;
 Pradarias;
 Estepes e vegelao xerdfila.
Canad
Em 1763, a Frana perdeu para o Reino Unido parte do atual Canad, e o pais reflete, ho(e, as influncias francesa e britnica.
Freqentemente apontado como um dos mais per feitos exemplos de bem-estar econmico e social,
o Canad tambm entrenta problemas. H os de natureza fisica (a maior parle de seu territrio  composta por extenses geladas), social (a pro vinda de Oubec, predominantemente de lingua francesa, deseja separar-se do restante do pais)e at econmica, devido ao pequeno aproveitamen to de seu extenso territrio e  sua forte ligao com os Estados Unidos,
Um Pais Industrializado e Desenvolvido
O Canad  o maior pais do continente americano e
o segundo da Terra, aps a Rssia. E. entretanto
demograficamente vazio, abrigando menos habitan les que o Estado de So Paulo (31,5 milhes). Muita
rico e desenvolvido, o Canad  um pais praticamen te sem analfabetos, com elevada expectativa de vida para seus habitantes, alta renda percapita e indices
muito baixos de mortalidade infantil.
Regies Geogrticas do Canad
Para conhecer melhor a realidade humana e eco nmica desse pais, as provincias e os territrios canadenses podem ser agrupados em quatro re gies, que apresentam semelhanas fisicas, huma nas e econmicas: Grandes Lagos e Vale do So Loureno, que abrange as provincias de Ontrio e Oubec; Litoral Attnttco, constitudo pelas pro vincias de New Rrunswick, Nova Esccia, Ilha Prn cipe Eduardo e Terra Nova; Colmbia Britnica e pradarias (provincias de Alberta, Saskatchewan e Manitoba); e Norte, tormado petos territrios de Yukon e do Noroeste.
Cincias Humanas e suas Tecnologias
litoral Atlntico
Essa regio, porta de entrada para os Grandes Lagos e o Vate do So Loureno, caracteriza-se pela ativi dade pesqueira. O centro de maior destaque  o parto de Elalitax, que ampara o porto de Montreal na expor tao de gros - dos quais o Canad um dos maio res produtores mundiais - e de artigos industriais.
Grandes Lagos e Vale do So Loureno
A poro mais importante dessa regio est situada no sudeste do Canad, no limite com o nordeste dos Estados Unidos, que  uma das regies industriais mais importantes do mundo. Apresenta como ele mento mais importante do quadro natural o conjun todos Grandes Lagos e o Vate da Rio So Loureno, que os liga ao Oceano Attntico.
Por ser rea de excelentes solos, grandes riquezas minerais (ferro, zinco, cobre e niquel) e fcil comu nicao com o litoral, seu desenvolvimento tai not vel -atualmente, constitui o verdadeiro corao eco nmico do Canad. J o norte da regio-com inver nos frios e tangos, veres curtos e midos - no favorece a ocupao humana.
Os Problemas do Canad
Embom seja muito rtco, desenvolvido e prspero, o Canad  escassamente habitado e pouco aproveita do economicamente; as terras agricolas correspon dem a apenas 4,6% da extenso total do pas.  que em seu extenso territrio predominam os climas trio e polar.
Por ser um pas despovoado, de tempos em tem pos o Canad abre suastronteras  imigrao es trangeira, tentando conter o dMicit populacional, pois seu crescimento vegetativo  praticamente nulo, O incentivo  imigrao procura tambm ate nuar o progressivo envelhecimento da populao e afalta de mo-de-obra, especializada ou no, em determinados setores,
Outros problemas do pais decorrem do fato de a eco' nomia canadense estar intimamente tigada norte- americana, o que torna o Canad quase um apndi ce dos Estados Unidos. No plano sooiocuttural, como reflexo dessa situao, surge outro problema: a inte grao cada vez maior da sociedade canadense  sociedade norte-americana.
Em Oubec, de colonizao e influncia marca damente francesa, grupos nacionalistas e separatis tas, temendo serem assimilados pela cultura da
Geogralia - 545
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Cincias Humanas e suas Tecnologias
Amrica Anglo-saxnica, reclamam a independn cia da provlncia. Essa questo cria problemas pol ticos entre as provncias canadenses e, em momen tos de crise, chega a pr em xeque a unidade do Canad. Alm disso, Qubec  muito importanle eco nomicamente, graas  sua industrializao e s suas riquezas naturais.
Em virtude das presses polticas do partido separa tisla de Oubec, o governo canadense realizou um plebiscito, em 1995, para decidir sobre a indepen dncia ou no de Oubec. O resultado do plebiscito apontou a vitria apertada do "no". por uma dife rena aproximada de 1% dos votos.
Estados Unidos
Os Estados Unidos representam uma referncia sem a qual no  possvel entender o mundo contempor neo. Sua importncia estabelece-se pela extenso territorial,  reforada por sua grande populao e considera seu poder econmico e poltico, Em pou co mais de um sculo, esse pais dominou e expandiu seu extenso territrio, povoou-o e enrtqueceu. Nos ltimos 150 anos, estendeu seus domnios e intludn cia, a partir de sua vizinhana imediata no continente americano, para a Europae o resto do mundo.
Nao Rica e Poderosa
Os Estados Unidos so uma repblicafederativa di vidida em cinqenta Estados, dois dos quais Alasca e Havai no integrados s terras continuas. Sua capi tal  a cidade de Washington e o ingls  a lngua oficial. Mais de 72% da populao vive nas cidades, o que testemunha anotvel vocao industrial e co mercial do pais,
Regies Geogrticas dos Estados Unidos
Para methor compreender o desenvolvimento eco nmico, social e cultural dos Estados Unidos, dividi mos o pais nas seguintes regies geogrticas: o Nordeste, a Bacia Central, o Sul, as grandes plan cies, as montanhas, os desertos e a costa oeste, alm dos novos Estados, o Alasca e o Hava.
Problemas e Desafios
Apesar de todo o seu desenvolvimento e riqueza, os Estados Unidos no esto livres de problemas:
a questo tnica, a falta de matrias-primas e a ma nuteno de sua balana comercial esto entre os principais.
546 Ceogralia
r
At a dcada de 70, a questo tnica restringia praticamente  populao negra e atingia reais Estados do sul, onde os negros e outras rninor tnicas sofdam maiores restries sociais. Esse b foi se tornando mais grave na medida em se avolumou o fluxo de imigrantes latino-ameril nos e asiticos nas duas ltimas dcadas. As taxas natalidade dessas minorias so, em geral, mais ai que a do restante da pcpulao, fazendo com sua presso demogrtica torne seus problema:
reivindicaes cada vez mais presentes e expres vos na sociedade norte-americana.
As maiores concentraes de imigrantes latino:
asiticos esto em Nova Vork, Miami, Los Angele nos Estados da sul e sudeste do pais,
Embora em igualdade de condies legais e uri cas, a populao de origem negra encontra-se, dai e economicamente, defasada em relao  brr caem geral. Calcada em razes histricas, a integ o entre brancos e negros  lenta e difcil. Dura dcadas houve srios contlilos raciais, especialmei nos Estados do sul, mas mesmo recentemente li ocorrido exploses de violncia, como em 19l em Los Angeles.
O nmero de pobres, desempregados e presas Estados Unidos  propordionalmenle maior enir populao negra do que entre os brancos.
A estrutura da economia colonial norte-america entre os sculos XVI e XV separava drastcame senhorese escravos, no admitindo qualquerap ximao. A esse tato somou-se a Guerra de Secos:
(1661-1865) que, culminando com a libertaoi escravos, ocasionou a decadncia econmica muitos fazendeiros sulistas. Estes passaram enti hostilizar ainda mais aqueles que a nova lei equi rava atrabathadores comuns.
Amrica Latina
A Amrica Latina situa-se no hemisfrio Ocider sendo atravessada pelo Trpico de Cncer, na central da Mxico; pe linha do Equador, que pa pelo Brasil, Colmbia, Equador e norte do Per pelo Trpico de Capricrnio, que atravessa o Be, o Paraguai, aArgentinae a Chile.
Suas terras esto nos hemistrios Nortte Sul. Os limites daAmrica Latinaso: ao norte, os E dos Unidos; ao sul, os oceanos Atlntico e Paci aoeste, o Oceano Pacifico, a leste, o Oceano Atln
r	-
a
Relevo
0 releva da Amrica Latina apresenta as seguintes tarmas:
Plancies casteiras junta ao Oceano Pacifica.
 Altas cordilheiras com altitudes superiores a 5.000 me picos cobertos de neve.
No F essas ebvaes so chamadas Sierra Ma dre Oriental e Ocidental. Na Amrica Central, aconti nuaa dessa cordilheira  chamada Isabela e Talamanca. Na Amrica do Sul, surgem as Andes, cola pica culminante  a Monte Aconcgua (6.959 m), na Argentina.
 Extensas planiciesfiuviais da Plancie Amaznica, do Rio Orenoca, do Rio Madalena, da Platina, do Pantanal edo Chaco.
 Planaltos desgastados na parte leste da Amrica da Sul, com altiludes baixas, como os planaltos das Guianas e Brasileiro, cujos pontos mais elevados so os Picos da Neblina (3.014 m), 31 de Maro, daBan deira, das Agulhas Negras etc,
Plancies costeiras junto aa Oceano Atlntico.
Hidrografia
A grande maioria dos dos da Amrica Latina  drena da de oeste para leste, devido  disposio do retevo.
A regio  bastante mida, possuindo umavasta rede hidrogrfica, em que se destacam:
 Rio Patuca, em Honduras.
 Rio Madalena, na Colmbia.
 Rio Orenoco, na Venezuela.
 Rio Amazonas, na parte central da Amrica Latina (Brasite Peru)
 Rias Paran, Paraguai e Uruguai, que formam a Bacia Platina.
AMirica Latinaapresenta inmeras lagoas costeiras, como a Lagoa dos Patas, no Brasil; lagoas de inunda o nas plancies Amaznicae do Orenaco; e lagos de altitude, como o Titicaca, entre o Peru e a Bolivia.
Clima
Na Amrica Latina, predaminam altas temperaturas, que va se reduzindo em direo ao sul. A parte meridional, chamada de Cone Sut, apresenta veres amenas e invernos trios.
Cincias Humanas e suas Tecnotogias
Na Amrica Latina, destacam-se os climas tropi cais, midos ou secos, aparecendo em algumas partes a tropical de altitude. Existe um trecho de clima equatorial com elevadas temperaturas e chu vas constantes.
Abaixo do Trpico de Capricrnio, predominam os climas temperadcs e trios.
Coma toda regio predominanlemente tropical, a Amrica Latina apresenta algumas reas muito mi das e outras desrticas au semidesrticas.
As reas midas so comuns na parte equatorial da Amrica do Sul ou em reas litorneas,
As reas desrticas surgem quando a releva impe de a passagem de ventos midos para o interior, como os desertos Mexicano (no Mxico); de Atacama (entre Chile e Peru); e da Patagnia (sul da Argentina). As reas semidesrticas se localizam nos planaltos mexicanos e no polgono das secas, no nordeste do Brasit.
Vegetao
A vegetao da Amrica Latina  bastante variada:
 Vegetao de clima equatorial: florestas densas como as da Amaznia e de parte da Am rica Central.
 Vegetao de clima tropical: florestas ou savanas, na maior parte da Amrica Central e nas partes norte e central da Amrica do Sul. As reas mais midas so recobertas por densas florestas, e, nas regies menos midas, aparecem as savanas. Nas reas de clima tropical semi-rido, aparece a ve getao da caatinga.
 Vegetao de clima temperado: florestas tem peradas ou subtropicais e pampas, na Argentina, no Uruguai, no Chile e no sul do Brasil.
 Vegetao de clima trio: formao florestal arbrea (coniferas), no sul da Argentina e no Chile.
 Vegetao de altas montanhas: variada, devi do s elevadas altitudes (aparece nos Andes).
 Vegetao de clima desrtico: formao vege tal muito esparsa, aparece no deserto de Atacama.
Economia da Amrica Latina
As atividades econmicas podem ser divididas em trs setores:
Geografia 547
Clncias Humanas e suas Tecnologias
Abrange as atividades de extrativismo vegetal, pesca e caa, agricultura e pecuria.
Setor Secundrio
Atividades relativas ao extrativismo mineral e s in dstrias de construo e de transtormao.
Setor Tercirio
Atividades relacionadas aos servios de comunica es, transportes, comrcio, fornecimento de gua e energia eltrica, atividades bancrias e de profis sionais liberais.
A Amrica Latina rene pases de economia sub desenvotvida; portanto, grande parte da popula o ocupa o setor primrio, Somente alguns pa ses apresentam uma parcela da populao eco nomicamente ativa no setor secundrio, O seta tercirio tem crescido bastante em quase todos os paises latino-americanos.
Diviso Socioeconnhica
Embora os problemas sociais, econmicos e polti cos dos pases latinos sejam basicamente os mes mas, eles apresentam diferenas. Portanto, para estud-los, iremos dividi-los em quatro grupos:
Grupo 1
Pases com graves problemas econmicos, mas sem muitos desnveis sociais. Os pases desse gru po so: Cuba, Panam, Costa nica, Argentina, Uru guai e Chile.
Cuba o nico pas socialistado continente, e atual mente enfrentagraves problemas.
O Panamtem a interferncia norte-americana no seu territrio desde a construo do Canal do Panam (1914), que liga o OoeanoAtlntico ao Pacfico,
A Costa Rica possui baixo ndice de analfabetismo, baixa taxa de mortalidade infantil e ampla democra cia poltica.
Argentina, Uruguai e Chile apresentam baixas ta xas de analtabetismo, elevado percerttual de es tudantes universitrios e satisfatrias condies de moradia, sade e alimentao. No entanto, a Argentina enfrenta uma crise poltico-econmica muito sria, acentuando a pobreza e causando a insatisfao da populao desde o tinat da dcada
de 90. A maioria da populao  composta brancos, com exceo do Chite.
Grupo 2
Paises com acentuadas diterenas sociais e ecol micas entre os meios rural e urbano, Os pases de:
grupo so: Mxico, Brasil, Colmbiae Venezuel
Esses pases possuem grande extenso territori revelam disparidades entre o meio urbano ind trializado e desenvolvido (com bolses de m misria) e o meio rural, onde as terras concentro senas mos de tatifundirios, e os caniponeses 1 muito pobres.
Esses pases so chamados pases de contras por terem essa diviso to ntida.
A Colmbia tem entrentado srios problemas ri cionados  produo e ao trtico de drogas, alrr guerrilha poltica.
Grupo 5
Pases pobres com estrutura social e econmica
caica. Os pases desse grupo so: Equador, P
Bolivia, Paraguai, El Salvador, Guatemala, Hondu
Nicargua. Jamaica, Haiti e Repblica Dominicar
Os paises desse grupo tm como semelhana renda p capita muito baixa, problemas subnutrio da populao, altas taxas de natalid e de mortalidade, altos ndices de analfabetisn' distribuio desigual de terras.
Nesses pases, as zonas rurais so pobres e o n urbano, pouco desenvolvido e industrializado,
Na Amrica Central, alguns pases enfrentam vio tos choques, sob a torma de guerrilhas entre detentores do poder, defensores de ideais capito tas e seus opositores, com teses socialistas.
Grupo 4
Paises minsculos, Os pases desse grupo Guiana, Suriname, Bel ize, Antigua e Barbi Bahamas, Barbados, Dominica, Granada, Santa cia, So Cristvo e Nevis, So Vicente e Granad e Trinidad e Tobago.
A maior parte desses pases tornou-se indepenr te nos ltimos 20 anos, sendo suas atividades nmicas principais: o turismo, a agrtcultu ra, ai duo de banana e cana-de-acar e a exporta de algum mineral.
1
A
Setor Primrio
548 Geografia
O Continente Gelado
A Antrtida  composta por uma enorme calota gla cial com espessura de at 4 mil metros, ocupando uma rea de 13.176.727 km situada no interior do paralelo 6 de latitude sul. E banhada pelo Oceano Glacial Antrtico, constituido pela confluncia dos oceanos Pacfico, Atintico e Indico.
o climada Antrtida registra temperaturas baixssimas, chegando a alcanar -7O interior, Devido a isso, a evaporao diminui, tornando pouco midas as massas de ar originrias dos plos.
Economia
A pesca da baleia, em parte j controlada por uma comisso internacional existente desde 1946, cons titui iniportante atividade econmica realizada na Antrtida, principalmente pelas japoneses.
Antrtida um continente que mudade tamanho todo ano. Parece impossivel. mas  verdade, Durante o Ve ro, aAntrtida possui umarea territorial interiora 14 milhes de quilmetros quadrados. Durante o inver no, entretanto, umavasta poro do oceano que rodeia o continente se congela e a rea slida da Antrtida chega a 19 milhes de quilmetros quadrados.
O Brasil na Antrtida
Alguns brasileiros j percorreram ilhas e pontos do continente gelado, trabalhando em cooperao
Ciucias Humanas. suas Tecnologias
Ficha S Antrtida
com cientistas e militares de vrias nacionalidades. A bandeira brasileira toi fincada vrias vezes no solo antrtico durante essas expedies. Uma vez que, durante muito tempo, essa regio foi "terra de nin gum", em 1959 assinou-se, em Washington, o Tratado Antrtico, oficializando a interna cionalizao das terras antrticas e reconhecendo a liberdade de navegao maritima e exploraes geogrficas que asseguramos direitos territoriais, Entretanto, alguns paises, principalmente os que esto mais prximos, reivindicam pores doterrt lrio antrtico,
O Brasil aderiu ao Tratado Antrtico em 1975 e, a partir de ento, vem se interessando pela regio, Em 1982, foi feita a primeira expedio brasilei ra, que utilizou o Baro de Tett, navio polar da Marinha e o Professor Besnard, navio oceano grfico pertencente  Universidade de So Paulo, O pais pretende instalar e desenvolver sua pr pria base de pesquisas, da mesma maneira que outros paises, como Estados Unidos, flssia. Frana e Gemo Unido, todos trabalhando em re gime de cooperao.
O navegador brasileiro Amyr Klink, utilizando uma pequena mas bem equipada embarcao, permane ceu alguns meses na Antrtida. Enfrentou sozinho as baixissimas temperaturas, as tempestades e a so lido do inverno antrtico.
e
Ceogralia - 549
120. (FGV-SP) Responda 'a questo com base no mapa apresentado.
A rea delimitada no mapa transtontiou-se eco im pedante Regio Geoeconmica do Canad e Esta dos Unidos, devido interao de vrios fatores his tricos e tambm  presena dos Grandes Lagos. Sobre o desenvolvimento econmico da regio e a relao com os lagos,  ve,'dadeiro afimiar qlne:
a) por sua grande extenso, os lagos contribuem para amenizar o rigor climtico da regio, permitin do que as guas se congelem apenas superficial- mente no inverno, apesar de a regio ser invadida pela massa de ar polar rtica durante o ano todo,
b) formados pelo recuo das geleiras durante o quaternrio, constituiu-se em verdadeiro complexo tlvio-lacustre para o transporte de grandes tonela gens de carga, sobretudo, quando os referidos paises se tornaram industriais,
o) torniados pelo recuo das geleiras constitulram um imenso corpo de guas que umidificou a atmosfera regional, permitindo o cultivo de gros em quanti dades suficientes para o meroado interno e externo. d) na Histdria do Canad e Estados Unidos, os primei ros imigrantes ocuparam, no sculo XVII, as margens desses lagos, tornando suas terras produtivas e ote' recendo alimentos e matrias-primas para as ativida des industriais instaladas nos sculos seguintes.
e) nos Estados Unidos, formou-se principalmente uma rea industriat, enquanto o Canad se constitui em importante regio de produo agricola,estabe tecendo-se uma complementariedade entre os dois paises.
550 ' Ceogralia
121. (MACK-SP) A rea em destaque no mapa Canad  ocupada.
a) pelo cultivo de cereais. b) pela pecu ria extensiva.
c) pcr cultivos variados.
d) por florestas boreais.
e) pela pecuriaintensiva.
122. (MACK-SP) Assinale a atternativa incorr sobre as caractersticas da tndustrialirao Estados Unidos.
a) A integrao das empresas domina a estrutura indstrias em todos os aspectos.
b) A automao, largamente disseminada, pernil economia de mo-de-obra.
c) A cresoente especializao da mo-de-ol condiciona uma economia de tempo e uma racio lizao.
d) Aformao das linhas de montagem  respons pela produo em massa e permite baratear es cust e) A concentrao da produo numa nica rep tact o escoamento para o consumo interno e a exportao.
123. (MACK-SP) Nova regIo industrial dos El tem o seu desenvolvimento baseado nos gr; des tenis petroliferos da rea. Suas princtp indstrias esto ligadas ao petrleo. Trata-si a) do Texas. d) da regio dos Grandes Lag
b) da Calitrnia. e) de Seattle.
e) do Nordeste.
124. (FUVEST) A prosperidade industriat dor deste dos Estados Unidos, principalmente ar nal do sculo XIX e inicio do scuto XX, deves- em grande parte, s lazidas minerais de:
a) terro do Lago Superior e carvo dos Apatacb b) terro do Alabama e petrleo do Golfo do Mx c) carvo dos Apalaches e ferro do Labrador, d) petrleo do Texas e Cklahoma e carvo Califrnia.
e) carvo das plancies centrais e ferro dos Apalac
t
Cincias Humanas e suas Tecnologias
Bloco . Questes de Vestibulares
CANA	- - -
ESTADOS UNIDOS " - - - Ocea
M
Oceano	-
Pacifico	-
125. (MACK-SP) O mapa dos EVA apresenta uma regio destacada que corresponde a um belt, zona especializada de produo, cuja produto  parte das chamadas "atividades associadas". A que belt se refere a pergunta:
126. (PVC-PS) A populao dos EVA apresenta uma grande mobilidade espacial. Assim, se numa dada regio as condies de vida so melhores que aquelas da regio wide vivem, muitos norte- americanos no hesitam em mudar-se, muitas vezes atravessando o pas. Qual  a regio que atualmente mais est atraindo os norte-ameri canos?
a) Nordeste e Sul dos Grandes lagos, devido sua capacidade industrial e aos grandes centros urda-
nos.
b) O Sul, onde a eliminao dos problemas raciais criou condies para rpido enriquecimento,
c) As Planicies Centrais, ande a necessidade de pro duzir maiores quantidades de alimentos tem levado inmeras pessoas a se deslocarem para l, em busca de terras.
d) O Oeste, com a extrao mineral tradicional que, agora acrescida da descoberta de grandes jazidas de pelrteo. teve seu horizonte econmico largamen te ampliado,
e) A Costado Pacifico, regio de clima mais quente, onde adiversidade econmica proporciona melho res condies de vida,
127. (MACK-SP)O Canad, segundo pais em exten so do mundo, com baixssima densidade demogrfica e elevado nvel de vida, apresenta problemas externos e internos. Qual das alteniati vas abaixo no relaciona nenhum dos problemas?
a) Com um quadro natural adverso, apresenta difi culdades na ocupao de territrios.
b) Pobre em recursos miuerais, o pais depende da importao de toda a matria-prima necessria ao seu desenvolvimento.
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c) Seu mercado interno  muito reduzido, devido  pequena populao.
d) Oependnca de capitais externos, especialmente americanos,
e) Rivalidades potiticas entre canadenses de talatran cesa e os de idioma ingls.
128. (UNEB-BA) Os Estados Unidos produzem cerca de 100 mlhes de toneladas de milho por ano, quase 50% da produo mundial. Essa gigantesca produo de milho destina- se, em sua maioria:
a)  exportao, depois de industrializado.
b)  produo de alimentos para consumo interno.
o)  fabricao de raes para consumo animal.
d)  produo de leo comestivel e demais deri vados.
e) a atenders necessidades da populao rural nos prprios centros produtores,
129. (UNlRlOj Os EVA, apesar de serem o segundo produtor mundial de petrleo, so Os maiores importadores, da o interesse norte-americano em qualquer acontecimento no Oriente Mdio que possa afetar o fornecimento do leo. A re gio do pais onde a indstria petroqumica se concentra :
a) Golfo do Mxico.
b) Regio Nordeste e sul dos Grandes Lagos. c) Regio de Seattle, no noroeste do pais.
d) Na regio do Alabama.
e) Oispersas pelo pais.
130. (MACK-SP) Podemos definir o Nordeste dos Estados Unidos como:
a) uma regio de clima subtropical, tradicionalmente agricola, com pequeno surto industrial nas ltimas dcadas.
b) um centro de polarizao econmica, com po pulao basicamente urbana;  a regio do nua nufacturing-belt.
o) uma regio de clima temperado continental, co nhecida como o corao agrcola do pas.
d) a rea de culturas irrigadas e de intensa atividade mineradora, destacando-se o mangans.
e) a regio marcada por um clima ameno, onde as culturas de trigo e algodo se alternam ao lado das frutas cit
...
-
L
a) wheat b) cctton
c) cern
d) dairy
e) green
Ceogralia - SEI
r
Cincias Humanas e suas Tecnologias
131. (UFLA-MO) Marque a alternativa que com pleta o enunciado corretamente:
Na rea industrial do Vale do Silcic, na Califrnia, Estados Unidos da Amrica,
a) destaca-se a indstria aeronutica.
b) situa-se a estao de lanamentos espaciais de Cabo Kennedy
c) esto centralizadas as maiores siderrgcas do pas. ri) concentram-se os grandes fabricantes de com putadores.
e) localiza-se Detroit, centro da produo automobi
lstica,
132. (FGV-SP) O mapa mostra o Alaska, Estado norte-americano separado da parte principal do pais pelo Canad. As baixas temperaturas rei nantes limitam a ocupao humana. Qual  a ati vidade econmica principal do Alaska?
a
a) altas te mpe raturas;
b) elevadas concentraes demogrficas
c) altos indices pluviomtricos;
d) florestas latitoliadas; e) indstrias extrativas vegetais.
134. (IISJT-SP) Em relao  distribuio da po lao no Canad, assiuale a aiternativa corret a) o Canad  o pais mais poputoso do contine americano, junto como Mxico.
b) o Canad  um pais fracamente povoado, c populao relativa no ultrapassa os 3 hab.Ikm o) a populao do Canad est concentrada, sot tudo, na regio norle, poiso clima  tavorvet. d) o Canad  o pais mais populoso da Am Anglo-saxnica.
e) a populao do Canad  a que mais cresce e os pases da Amrica Latina.
135. (MACK-SP) Considerando as afirma abaixo, relativas  economia norte-america esto corretas:
1 -Ainformtica, smbolo de uma nova era indusi vaicrizou, no Vale do Silioio, a Califrnia. li- grande o consumo energtico, smbolo dai. da sua economia.
til - No setor agrcola, os Estados Unidos sen produziram com interesses comerciais, no se ocupando com a produo de subsistncia. IV- Hoje, a riqueza americana tem a sua origeni atividades primrias, setor do qual a populao; depende para a oferta de empregos.
c) apenas 111 til
136. (FATEC-SP) Sobre o espao urbano-in trial dos EVA  correto afirmar:
a) A concentrao industrial na poro centro-i
do litoral attntico  a mais antiga e deve-se sob do disponibilidade de minrio deterro, petr jazidas de carvo. Atualmente, abriga a n megalpote americana, que se estende de Dos Washington e onde se localizam grandes meu tes, como Nova York, Filadlfia, Chicago e Baitir
b) A regio do Golfo do Mxico, que se estere Ftrida ao Texas, teve um grande desenvoivn' industrial a partir da dcada de 60, principain devido petroqulmicatexana e  instalao de espaciais, o que provocou um elevado crescin da populao urbana.
c) A regio sul, prxima aos Apataches, apes diversificao industrial verificada a partir da di de 50 e da transformao significativa do p;
Noite
a) apenas ti, I e IV
a) pesca;
b) apenas, II e IV
b) caa de peles raras;
d) apenas I e
e) 1,11,111 e IV
d) petrteo;
c) agricultura de trigo;
e) pecuria leiteira,
133 (UNiP-SP) As reas identificam:
destacadas
no mapa
552 - Geografia
,
1
,
urbano-industrial local! continua sendo um centro industrial tradiciona txtil.
d) A regio dos Grandes Lagos! que se desenvolveu a partir do sculo Xix graas tacilidade de transpor te e disponibilidade de recursos minerais! apresenta uma forte indstria automobilistica e siderrgica e grandes concentraes urbanas como Detroit! Pittsburg e Bfalo, que formam a segunda maior megalpole
e) AcoseaoeSte iniciou seu desenvolvimento indus trial aps a Segunda Guerra Mundial, assentado fun damentalmente no setor blico, aeronutico e de componentes eletrnicos. Ocupa posio estratgi ca em relao ao Pacifico e, nesta regio, concentra se outra megalpole do pais, quese estende de Seattle a Los Ange
l37.(uFu-Mc)Considere, 0 asseguintes regies: Nordeste, Centro-Norte, Sul e Oeste. Nos ltimos anos, tm ocorrido grandes destacamen tos populacionais entre elas. As duas regies que tm recebido maiores copotlngentes so:
a) Nordestee Centro-Norte.
b)Sule Oeste!
c) Centro-Norte e Sul,
d) Centro-Norte e Oeste,
e) Nordeste e Sul,
138V (FUVESI) O clima mediterrneo, situado na fachada meridional da Europa, pode ser carac terizado da seguinte tona:
a) vero fresco, inverno rigoroso e chuvas de outono.
b) vero quente, inverno rigoroso e chuvas de vero,
c) vero curto, inverno longo e rigoroso e chuvas de vero.
d) vero quente e seco e inverno brando e chuvoso.
e) vero brando, inverno rigoroso e chuvas o ano todo.
139. (MACK-SP) No mapa da Europa a seguir, as sinale a alternativa que caracteriza a regio destacada.
a) O clima  influenciado pelos Alpes, as precipita es so intensas e responsveis pela exuberante floresta.
b) O inverno  ameno e mido, e a secaexiste porque a regio  influenciada pelas condies atmosfricas do Saara.
c) O solo calcrio e pedregoso permite a existncia de riquezas minerais responsveis pela principal ati vidade regional.
d) Com vegetao degradada, apresenta amplitudes trmicas elevadas que facilitam a excelente produo agrcola.
e) O inverno  longo, frio e seco, e sua vegetao  formada por rvores resinosas que alimentam a in dstria de papel.
140- (MACK-SP) Nasce na Sua, atravessa a Frana e  utiiizado no transporte do petrieo que chega ao seu porto do Mediterrneo, Mar selha:
a) Danbio
d) Tejo
141. (tINAMA) O rio em destaque no mapa atra vessa uma das regies
mais industnializadas do mundo. Trata-se do:
a) tReno,
b) Danbio,
c) Bdano.
d) P.
e)Votga.
SUia
142. (FUVEST) Separada do restante da Europa
peios Pirineus, a agricultura  a base de sua eco nomia, embora um de seus pases tenha impor tante setor industrial. E a pennsula:
d) Arbica. e) Ibrica,
e) tReno
Cincias Humanas e suas Tecnologias
b) Rdano
c) P
a) Itlica.
b) Batcnica.
o) Escandinava.
fleogialia - 5S3
Cincias Humanas e suas Tecnologias
143. (PIJC-RS) 0 rigor do clima das altas latitudes, principalmente em reas litorneas, pode ser moditicado pelas correntes martimas, justitican do a existncia de cidades, vilas e povoados. A Corrente de Colto (GuiSbeam)  um exemplo, pois:
a) suaviza o inverno da Europa, permitindo o p voamento da Peninsuta Nrdica at alm do Crculo Polar Artico.
b) suaviza o inverno da Peninsulado Labrador. per mitindo o povoamento da Groenlndia at alm do Circulo PotarArlico, como a cidade de Thule.
c) suaviza o inverno do extremo sul da Amdca, per mitindo o povoamento da Patagnia, na Argentina.
d) permite o povoamento da Terra do Fogo, no extre mo sul daAmdca, e daTerra deGraham, naAnlrlida.
e) permite a ocupao do Canad at alm do Crculo PotarArtico de formaetetiva, mesmo no inverno. 144. (FUVEST) Em relao  Europa, podemos afirmar que:
a) a maior parte de suas terras encontra-se na zona temperada do Hemisfrio Norte.
b) apresenta um litoral pouco recortado e grande fragmentao poltica.
c) as plancies dominam o relevo da regio medi terrnea.
d) suas diversas regies conseguiram um grau de desenvolvimento homogneo e avanado.
e) os pases da poro noroeste so pouco urbanizados.
145. (UFC-CE)  a via fluvial mais Importante da Europa, foi retificado e corrigido nos seus tre chos encachoeirados, permitindo a navegao numa distncia de cerca de 800 km, desde a Basilja at o Mar do Norte:
a) Danbio	d)Tmisa
o) Volga
146. (MACK-SP) Dsseldorf, Essen e Dortmund so cidades da Alemanha que fazem parte do complexo industrial mais importante do pas, situado:
a) nos arredores de Hamburgo.
b) no vale do Danbio.
e) no vale do Ruhr.
d) no setor siderrgico de Lile.
e) no baixo Reno, em Roterd.
147. (MACK-SP) Considerando-se os aspectos raisda populao europla  incorreto afimiurqu a) as terras baixas da Blgica e da Holanda, com rios obstculos naturais, abrigam uma das menor densidades demogrficas europias.
b)  muito irregular a distribuio da popula eurcpia, havendo muita inditerena entre paise:
regies da mesma nao.
c) as reas interiores da Pennsula Escandinava, on os invernos so longos e rigorosos, so regies ti ramente povoadas.
d) o vate do rio Reno, devido  grande concentra industrial na regio do Ruhr, apresenta alta conce trao populacional,
e) atualmente a populao da Europa apresentacu cimento tento e equilibrado devido  diminuio natalidade,
148. (MACK-SP) Ocupando a regio de frontei entre a Espanha e a Frana, este povo de origi desconhecida luta por um Estado independe te. Trata-se dos:
a) celtas,	c) bascos.	e) andatuze
b) ciganos.	d) estovenos.
149. (UFPB) No Reino Unido e na Espanha, veri caiu-se conflitos de cunho separatista. Trata-t respectivamente, das questes nacionalista:
a) bsnia e srvia.	d) gatesa e tasca.
b) escocesa e catal,	e) irlandesa e srvi
c) irlandesa e basca,
150. (UNIR Com o obletivo de retomada de Ul posio de principal centro econmico m dial, Estadosda Europa Ocidental, desde osar 50, vm procurando viabilizar o processo deu ticao do continente, por meio da Comunida Econmica Europia (CEE). So metas da ati UE, com exceo de:
a) permitir o direito de Iivre-trnsto aos oidadi dos pases membros, no mbito da Comunidad t) elaborarleis que disciplinem questes e confli entre os paises associados, por meio do Pariame Europeu.
o) assegurar a toda empresa de origem europ ocidental a abertura de filiais em qualquer regio cidade da CEE.
554 - Ceogralia
:
r
b) Reno
e) P
d) criar um Banco Central que gerencie o euro isto , a moeda emtida pela Europa Uniticada.
e) absorver grandes contingentes de trabalhadores e imigrantes, provenientes do antigo espao geopoltico sovitico.
151. (UNS-DE) Este pais liderou a criao da Co munidade Econmica Europia,  muita rico em recursos naturais e, devido  sua posio geo grfica, possui ca,acteristicas continontais e ocenicas. Identifique-o.
a) Espanha	c) Alemanha	e) Frana
b) Portugal	d) Holanda
152. (MACK-SP) So caractersticas geoeco nmicas da poro destacada no mapa da Chi na, abaixo:
a) Plancies de solos frteis, cortadas pelo rio Vang ts, com economia industrial,
b) Planaltos elevados e pecuria nmade e seminmade,
c) Baixos planaltos, solos tipos 'loess" e economia agrria.
d) Planaltos rebaixados ocupados pela pecuria agrria.
e) Planicies aluviais, clima monnico e monocultura do arroz.
153. (1 Os paises asiticos so grandes pro dutores e consumidores de arroz. No Oriente, essa gramnea  produzida cama:
a) lavoura itinerante de subsistncia.
b) grande lavoura tropical extensiva.
c) cultivo monnico comercial com rotao.
) cultivo extensivo de climatempetado com rotao
trienal.
e) monocultura de subsistncia, intensiva,
Cincias Humanas e suas Tecnologias
154. (MACK'SP) Colonizada pelos chineses a par tir do sculo XIX, esta regio, de clima tempera do, com invernos muito frios, destaca-se pelos seus solos frteis e pelas atividades industriais, especialmente a siderurgia. Assinale a alternati va em que se encontra o nome da regio citada aoima.
c) Tibete
155. (PUC) Assinale a alternativa que corretamen te caracteriza a realidade chinesa.
a) As plancies e os deitas, embora se)am as regies menos povoadas da China, possuem solo extrema mente pobre para a agricultura.
b) A Mandchria, mesmo sendo a regio chinesa mais pobre em recursos minerais, possui os mais Importantes centros industriais do pas,
c) A produo agrcoia daChinaem parte planifica da, e o pais produz cerca de 30% do arroz e 27% da soia mundial.
) Anshan caracteriza-se como o maior centro in dustrial txtil localizado nas terras frteis do Planalto do Tibete.
e) A China do Oeste caracteriza-se pelas elevadas densidades demogrficas, onde se cultivam arroze
sola.
156- (MACK) A rea destacada no mapa da China
corresponde:
a) s Plancies Cr'ientais.
b) Mandchria,
c) ao Vale do Yang-ts.
151. (PUC-SP)
"A colheita de arroz, de trigo e de outros gros vem aumentando nos ltimos anos, permitindo ao pais praticamente sua auto-suficincia nessa categoria de alimentos. A modernizao de sua agricultura d absoluta prioridade aos insomos que proporcionam rendimentos malotes sem re duzir o nmero de empregos. A mecanizao se taz, antes de tudo, para tornar mais eficiente o tra balho humano, introduzindo-se gradualmente instrumentos mais adiantados na medidaem que
a) Monglia
b) Sin-Kiang
d) Mandchria
e) Vaie do Yang-ts
d)aoTibete.
e) ao Sin-t<iang.
Geografia - S55
sejam indispensveis para o aumento da produti vidade agrcola."
d) Unio Sovitica e) Frana
158. (PUC-RJ) H grandes diferenas entre a Chi na Continental de Deste e a de l.este. Dentre elas, podemos dizer que a China Oriental:
a)  mais populosa que a Ocidental,
b)  mais seca que a Ocidental.
c)  socialista e a Ocidental, capitalista.
d)  agrcola e a Ocidental, industrial.
e) coincide com o domnio do arroz e a Ocidental, com o do trigo.
159. (FOVEST)A Repblica Popular da China apre senta-se principalmente como una pas:
a) agrcola, produzindo por meio das Comunas Poputares e mantendo-se fechado ao comrcio in ternacional,
b) de economia estatal e cooperativa, cem algumas zonas de tivre-mercado abertas aos capitais inter nacionais.
c) economicamente ligado a Taiwan, Cingapura e Coria, compondo os "Tigres da Asia".
d) socialista industrializado e dotado de uma agri cultura extensiva mecanizada.
e) de economia pastoril, nas plancies dos grandes rios, e de agricultura intensiva, nas encostas do Himalaia.
160. (FUVEST) Em relao s caractersticas populacionais da Repblica Poputar da China, podemos afirmar que:
a) as maiores densidades de habitantes ocorrem nas montanhas e planaltos interiores, devido s inundaestreqentes nas plancies e deitas do leste do pais.
b) os individuos jovens tm uma alta participao em sua composio, distribuindo-se a maior parte dos habitantes pela zona rural,
c) a sua populao ativa est mais ligada ao setor secundrio da economia, aps as profundas altera es dos ltimos anos.
556 - Geogralia
d) h uma relativa homogeneidade na distbui espacial da populao, pois o nmero excessivo habitantes torou a ocupao integral do seuterritric e) sua imensa populao sobrevive graas ao alt rendimento da tradicional rizicultura, praticada regio centro-ocidental do pas.
161. (FGV-SP) No mapa abaixo, os pases 1 e II sc respectivamente:
a) Vietndo Norte e Vietn do Sul: divididos na Que ra Fria, hoje constituem um s pais de regime s cialista, iniciando um processo de abertura para economia de mercado.
b) Laos e Tailndia, exemplos da contradii econmica no SE Asitico: grande produtor i arroz e importante centro de indstrias txtei etetroeletrnicos e turismo.
c) Coria do Norte (socialista) e Coria do Sul (cai talista): desenvolvem um dispendioso prngrar nuclear devido  ameaa de um confronto po entre ambas,
d) Tailndia e Camboja, pases divididos e colonizad porfranceses: nas ltimas dcadas, sediaram conflit que causaram a morte de milhes de pessoas.
e) Laos e Vietn: separados dos demais paises SE Asitico pelo fato de constiturem economi centralmente plane)adas e trilharem o caminho socialismo.
162. (FGV-SP) "Aps a Segunda Guerra Mundi este pas conheceu um extraordinrio cresi mente econmico, marcandt avanos na pro o industrial, na organizao de glgantesc
-
Cincias Humanas e suas Tecuologias
A qual dos pases abaixo o texto se refere?
a) China
b) Israel
c) Estados Unidos
1,
Cincias Humanas e suas Tecnologias
'1
-
r
empresas transnacionais e n crescimento de seu P16 per capita." O texto se aplica:
a) aos Pases Baixos, pais de exiguo territrio, mas de grande produtividade agnicola, com ampla parti cipao do Estado na vida econmica e um ensino superior obrigatrio para toda a populao.
e) 4 maior parte das regies industriais localizara-se na poro centro-sul, no chamado cinturo do Pacifico.
b)  Alemanha, de grande riqueza mineralgica, a sua auto-suficincia em petrleo e sua estrutura ur bano-industrial bastante concentrada em torno de Berlim.
165. FAAP-SP) * economia do Japo, segunda potncia Industrial do mundo,  marcada pela:
a) talta de mo-de-obra especializada.
b) taila de um mercado externo voltado  sua pro duo.
c) carncia de enecgia e de matrias-primas. d) participao direta de investimentos interna cionais.
o) ao iapo, que recebeu macio investimento inicial de capitaisamericanos e um custo relativamente baixo de mo-de-obra muito produtiva e disciplinada. d)  Blgica, que apresentava importante tradio cultural-urbana, contingente de sua mo-de-obra altamente qualiticadae uni grande percentual de seu territrio ocupado para a produo de matrias-pri mas e alimentos.
e)  Frana, que embora envolvida na Segunda Guer ra no sofreu invases em seu territrio, tendo con dies dese refazerdo ponto de vista econmico e de organizar melhor os servios e instituies.
e) situao econmica instvel do pas.
ias. MACK-SP) Assinale a alternativa incorreta sobre a economia do Japo.
a) A modernizao agrcola  retratada pela pequena porcentagem de mo-de-obra empregada no setor. b) A escassez de terras agrcolas, provocada pela montanhosidade e pelo alto ndice de preservao florestal, constitui um srio problema.
c) O progressivo aumento do consumo de produtos de origem animaltransiormou a pecurta nasegunda ativi dade agrda, em reaocupada e em valorda produo.
d) Predominam as grandes e mdias propriedades, com mo-de-obra assalariada e alto nvel tcnico. e) A indstria pesqueira, desenvolvida com tcnicas sotsticadas, garante ao pais a primeira posio mundial no setor.
163. (FUVEST) Como caractersticas marcantes do quadro natural japons, destacam-se:
a) clima marcado pela maritimidade, cobertura vege tal herbceae relevo montanhoso.
b) dma subtropical mido, cobertura vegetal horas tal e topografia plena.
c) clima ocenico, cobertucavegetal arbrea e relevo montanhoso.
d) clima monnico, vegetao arbustiva e relevo planltico.
e) clima temperado continental, vegetao florestal e topografia plana.
IS?. IFU-MGI Seu territrio situa-se num arqui plago. E o maior produtor de petrleo do Su deste Asitico. Antiga cotnia holandesa. Sapo putao, uma das maiores do mundo, predomi na a religio muulmaaa. Trata-se da(s):
a) Indonsia. o) Tailndia. e) Nova Zelndia.
b) Filipinas.	d) Birmnia.
164. (IIEL-PRI Assinale a alternativa incorreta so
bre a economia do Japo.	168. (UNICRtIZ-RS) Os dados abaixo referem-se a
um pais que Integra:
a) Um dos maiores problemas do pas  a escassez de terras cultivveis, que correspondem a apenas 15% do territrio.
b) A atividade rural, bastante mecanizada, ocupa cerca de 7% da mo-de-obra
o) A maior parte do espao agrrio  ocupado pela pecuria.
N0ZCADORE5 1970 1980 1993
(eilflesde ussi 8,62 62,14 322,50
Consumo energia
niUs&es de ) 20,9 52,3 130,4 ra OMs,dasink-sn - Ed,L 5
d) A atividade industrial depende, quase que total mente, da importao de matrias-primas e de fontes de energia
a) a frica Equatorial. d) os "Tigres Asiticos".
b) as Antilhas.
o) a Amrica Angto-saxnica.
e) a ex-URSS.
neografia - n57
A
-e
M
Cincias Humanas e suas Tecnologias
169. (UNESP) Pelas caractersticas geogrficas,
o Japo tem srias dificuldades para suprir suas
necessidades de energia e matrias-primas in dustriais. Essa realidade fez com que o pas pro curasse desenvolver, sobretudo:
a) produo de carvo vegetal junto s usinas side rrgica
b) agroindstrias localizadas na zona rural.
c) grandes usinas siderrgicas localizadas prximas s jazidas minerais,
d) grandes reservatrios para a produo de ener gia hidreltrica nas proximidades dos centros in dustriais,
e) indstrias de tecnologia avanada, como eletrni ca, plica e informtica, em novos plos industriais.
170. (CESCRANRIO) Em agosto de 1995, na cida de de Coruimbiara, em Rondnia, houve um mas sacre dos sem-tema. Em setembro, o presiden te Fernando Henrique Cardosc dizia nos meios de comunicao que  necessrio lazer-se a Reforma Agrria. Isso indica que a Reforma Agrria no , como se ouve muitas vezes, "Idia de comunistas e baderneiros". Alguns pases j a promoveram, como pane de um pro jeto mais amplo de desenvolvimento capitalis ta, que inclui uma poltica de produo de ali mentos para o abastecimento da populao urbana industrial.
 o caso:
c) do Canad.
171. (PUC-SP) A grande recuperao econmi. co-social que marca sua histria recente, fun damentada em um "milagre" modernizador que, entre outros condicionantes, se apoiou em for midveis Injees de capitais externos e na ex plorao interna de sua abundante mo-de-obra barata, transformou o pas em moderna super potncia do mundo capitalista.
Hoje, juntamente com seu grande rival, trava uma agressiva concorrncia ligada  conquista e manuteno de mercados em nvel mundial, da qual, porm, no escapam seus importantes mercados internos. Esses dois pases, que jun tos so responsveis por cerca de 1)3 do produ
558 - Geografia
to bruto mundial e que esto envolvidos nel formidvel conflito de interesses, so:
a) Estados Unidos e Frana. d)PJemanha e Frar
c) Japo e Estados Unidos.
172. (IJCSAL-BA) Entre os pases do Extremo i ente, o Japo caracteriza-se por:
a) ser altamente industrializado, porm muito dep dente de matrias-primas importadas,
b) apresentar maior produo de arrozquea Re bhca Popular da China, apesar de menos extei eog raf iam e n te
c) possuir uma economia baseada no setorprimd
d) extrair grande quantidade de petrleo de sua i latorma continental.
e) situar-se numa rea de passagem entre o Orir Mdio e o Sudeste Asitico.
173- (UFMT) A apropriao de recursos natui no mundo contemporneo se faz cada vez ir pelos pases onde existem muitos recursos nanceiros e tecnologia avanada. Poden indicar, como exemplo disso, um pais onde escassez de recursos naturais, que expo navios, ao, txteis, equipamentos eletrnic produtos qumicos e veculos motorizados, ei importa petrleo, carvo, minerais
ferrosos, madeira, minrio de ferro e prodo alimentcios. Esse pas :
a) Estados Unidos da Amrica, d) Venezue
c)Japo.
114. (MACK-SP) Assinale a altemativa que cai teriza as reas assinaladas no mapa da mdi
a) Maiores reas cuiloras da Peninsi
b) reas de rarefa demogrtica.
c) Regies de pohcu de subsistncia.
d) Principais concel es industriais do i
e) reas de baixos pluviomtricos.
r
- -
b) Japo e Rssia.
e) Alemanha e Rs
a) da Argentina.
t" do Japo.
d) da frica do Sul. e) da Arbia Saudita.
b) Brasil.
e) Hong Ko
a) cerca de 3/4 da populao economicamente ativa habita na rea rural e existe grande nmero de ptantations onde se cultivam, principalmente, amen doim, cana-de-acar e algodo.
b) exisle grande nmero de planta lions, onde se cultivam, principalmente, ch, cana-de-acar, algo do e 30% da populao economicamente ativa encontra-se no setor primrio.
o) existe grande nmero de plantati aos de algodo e amendoim e 40% da populao economicamente ativa insere-se no setor primrio cultivando arroz em propriedades de menos de S heclares.
d) a ndia, apesar de situar-se na primeira colocao em termos de populao,  auto-suficiente na pro duo de alimentos lendo, nas ltimas dcadas, aca bado com sua tome histrica.
Cincias Humanas e suas Tecnologias
177. (FUVEST) As direes de ventos indicadas no mapa abaixo refletem um mecanismo que controla o ritmo climtico e influi em grande parte das atividades de urna vasta poro da conti nenee asitico.
Geografia
5,
JDr
e	-
-
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1.
4
- E
a
a
1
175. VNESP) D prtico abaixo representa a distri buio da temperatura e da pluviosidade de Bom baim, india.
Assinale a alternativa que indica otipo climtico caracterstico da rea onde se localiza a referi da cidade.
000
500-
400
300
200
000'
T
'o.
5.
00'
J	co,	A	MJ	J	AO	O	O	O
trata-se de uni regime tipico de:
a) Monnico	c) Temperado	e) Equatorial
a) mones de inverno.
b) aliseos de sudeste,
c) mones de vero.
d) aliseos de nordeste.
b) Semi-rido	d) Mediterrneo	e) ventos equatoriais de leste.
116. (FGV-Sp) A ndia, emboratentia grande pro-	(PtiC-MG) Elevada densidade demogrfica,
duo Industrial, ainda  considerada como uni	baixo padro devida e a existncia de em enor
pais agrcola,	me rebanho de pequena importncia econml
Essa classificao pode ser justificada porque:	ca caracterizam:
a) o Oriente Mdio. d) as Mtilhas.
b) a ndia, e) a frica do Sul.
c) a/drica Oriental.
119. (MACK-SP) Na rea em destaque no mapa, foca
e) a ndia possui o maior rebanho bovino do mundo e a produo de leitee manteiga  bastante Importan te na alimentao da populao, o que leva  expor tao de matrizes para outras regies da Asia.
a) a Plancie Indo-Gangtica. b)o Deitado Ganges. o) o Planalto do Tibefe.
d) o Himalaia. e)ovaledo Rio Mekong.
180. (PIJC-RS) A Ind ia  um pas:
a) de mais de 900 milhes de habitantes, brmane e de alto PNBjbabitante,
Liencias Humanas e suas
b) da Asia Meridional, monnico e grande produ tor de algodo.
o) planltico, de baixa renda percapita e de alias latitudes.
d) da Comunidade Britnica de Naes, rico em pe trleo e de grande densidade demogrfica. e) do Hemisfrio Norte, socialistae de grande produ o de arroz.
181. (MACK-SP) Com quase 70% de sua popula o ativa no campo,  o segundo pais mais po puloso do mundo e j domina a tecnologia nu clear. Trata-se:
a) da China.	b) da ndia.	c) do Japo.
d) de Israel.	e) da Coria.
182. (FAAP-SP) A vida econmica do sudeste asitico  simples, sendo o cultivo do an'oz o mais importante e realizado principalmente nos deI tas, onde os elevados rendimentos decorrem, prfncipalmente:
a) da demanda interna do produto e da elevada mecanizao e qualificao da mo-de-obra,
b) da 000rrncia do clima monnico e do sistema intensivo de mecanizao utilizado.
o) do emprego de grandes cuidados manuais e da abundncia de mo-de-obra.
d) da fertilidade dos solos aluviais edo emprego de energia mecnica,
e) do sistema conhecido porjardinagem oriental", com grandes propriedades exploradas com reduzi da mo-de-obra,
183. (CESCEA) A populao atual indiana  es sencialmente rural, sendo que cerca de 80% vive em aldeias agrcolas. Possui densidades rurais muito elevadas:
a) na Plancie de Bramaputra e regio de DlI
b) na Planicie do Indo e regio de Madras.
c) na regio de Madras e Calcut,
d) na regio de Calcut, Dlhi e Plancie do Ganges. e) na Plancie tndo-gangtica e nas regies de Nagpur e Bangatore.
184. (CEFET-RJ) A distribuio da populao australiana, observada no mapa,  decorrente:
a) da colonizao.
b) das oondies climticas.
560 . Geografia
e) da vegetao. d) da urbanizao.
e) do subdesenvcl mento do pais.
Comparando estes dois mapas do Continente Ai traliano, podemos afirmar que:
a) enquanto as reas de plancie correspon dem regies sedimentares, as reas de plana correspondem s cadeias da Era Primria, basta elevadas em relao ao resto dc pas.
b) as reas mais elevadas da Austrlia so cade recentes, ligadas  orogenta alpina, que atetou regies de escudos cristalinos, no final da 1 PrImria.
c) as reas mais elevadas correspondem s cade e aos planaltos, de onde so retirados, por eros sedimentos que tormaram e continuam a forma planicies.
d) como rebaixamento das cadeias da Era Prim devido  intensa eroso, puderam ser construir por sedimentao, tanto os escudos cristalP quanto as regies sedimentares,
e) na Austrlia, o relevo  um reflexo perfeito geologia, pois as regies mais antigas so as menor altitude, enquanto as regies mais recer apresentam altitudes elevadas.
186. (MACK-SP) A base da economia australi  a exportao de:
a) produtos agropecurios.
b) petrteo.
o) manufaturados.
d) madeira, e) produtos metalrgicos,
e
e,
1,
1
185. (CESURANRIO)
TJ
'5-
rv
187. (UERJ) Observe o mapa:
Cincias Humanas e suas Tecnologias
190. (MACK-SP) As reas destacadas no mapa da frica correspondem s regies:
o
a) de maior aridez, b) industrializadas. c) de maior densidade demogrf
d) mais chuvosas. e) de conflitos tnicos tribais.
Nele se assinalam es recursos minerais e indus triais da:
e
a) Sucia. b) Dinamarca.
c) Noruega.
d) Nova Zelndia.
191 (UFG-GOJ Uni dos pontos de identidade natu ral entre o Brasil e a Africa :
a) a existncia de extensas plan sedimentares. b) a presena de vulcanismo ativo.
e) Austrlia.
c) a intensa orognese cenozica.
d) o relevo predominantemenle planltico.
188. (UNESP) Assinale a alternativa que indica corretamente as principais caractersticas da populao australiana.
a) Predominantemente branca, numerosa e bern dis tribuida no espao.
e) as elevadas altitudes.
192. (MACX-$P) Assinale a alternativa gue Carac teriza a rea destacada no mapa da Atrica.
b) De origem amerindia, rural, com altas taxas de natalidade.
c) Predominantemente branca, urbana, com elevada esperana de vida,
d) De origem britnica, urbana, com altas taxas de mortalidade intantil.
e) De origem americana, numerosa e concentrada na poro centro-norte do pais.
a) Desrtica, mamada pela presena da Corrente de Ben guela que impede a penetrao da umi dade ocenica. b) Equatorial, quen te e mida, com den sas florestas e solos muito lixiviados. c) Subtropical, com elevada amplitude trmica diria, apresentando forte calor diurno e baixas lemperaturas noturnas.
d) tropical de altitude, temperaturas amenas e bos ques de plantas espinhenlas.
e) Mediterrnea, com veres secos e invernos chu vosos, "picos das baixas latitudes da regio,
189. (UFES) Na frica Centro-Oriental, destaca- se a presena do rift-valley, uma talha geolgica de grandes dimenses que se eslende aproxi madamente da Somlia  Taninia. Essa regio:
a)  rica em formaes lacustres e nela se situam os picos culminantes do continente.
b)  ocupada por vastas plancies aluvionais, que se estendem por todo o continente.
c) apresenta planaltos tabutares de baixas altitudes, devido  prolongada ao erosiva,
d) caracteriza-se por um relevo de baixas altitudes e formas arredondadas.
193. (FATEC-SP) A poltica do Apartheid deve ser Identificada como:
e) apresenta serras cristalinas de modestasaltitudes,
a) potica de segregao racialins&uciona ca do Sul, rea de dominao inglesa, entre 1948 e 1994,
b) o xodo da populao branca da frica do Sul devido aos constantes ataques dos negros das co munidades tribais da regio.
Ceogralia - 561
1
d) renascimento do movimento negro, cujas idias sobre aconscincia negra e a conservao da iden tidade cultural o bjelivavam desenvolve a auloconliana e a dignidade da raa.
e) a repercusso internacional dos conflitos entre negros e brancos, com milhares de jovens negros martirizados pelas tropas inglesas.
194. (MACI(4P A regio destacada no mapa abaixo tem:
a) chuvas concentra das em apenas dois meses, vegetao de estepes e muito de gradada.
b) estao chuvosa no inverno;  o do mnio das savanas, que aparecem inter caladas de vegetao herbcea.
c) clima com inver nos brandos e ventos midos, pois a regio  uma zona anticiclonal.
d) clima quente, mido, com ocorrncia de densas florestas ricas em grande nmero de espcies.
e) predomnio de bosques, vegetao degradada, marcadapor um climacom grande amplitude trmica.
195. (IIFMS) o desenvolvimento agrcola da frica Negra se apresenta sob duas formas principais:
a) pouco mecanizada e diversificada.
b) extensiva e agricultura exportadora.
c) itinerante e de jardinagem.
d) agricultura intensiva e moderna.
e) subsistncia e pkantatiofls
196. (PUC-SPj Seu interior  formado por um plat de mais de 900 metros de altitude, drenado pe losrios Orange e Limpopo. Emtoillo do plat existe uma acentuada escarpa, abaixo da qual o terre no desce para o mar em desnvel. A agricultura  limitada pelo solo pobre, mas ovinos e bovinos so criados extenslvamente nos campos. Vinho
582 - Geogralia
 um importante produto de exportao.  rica em minerais: diamantes, ouro, platina, urnio, cobre, mangans e asbesto so extrados.
a) Arglia	c) Egito	e) trLca do Sul
191. (UNESP)
d) Sudo
'Essa regio faz parte do mundo rabe e, coma ele, possui significativa importncia poltica econmlca. Nessa regio, exploram-se o! fostatos na Marrocos e na Tunsia. No deserto exploram-se jazidas de ferro na Mauritnia e di petrleo e gs natural na Arglia, Lbiae Tunsia Nessa regio, como nas demais reas subdesen volvidas, os contrastes so uma constante. En quanto mquinas sofisticadas extraem, benefi ciam e transportam os produtos minerais, a ma oria da populao local continua pastoreand os seus rebanbOs ou praticando a agricultura subsistncia como h centenas de anos."
Esta descrio assinala caractersticas regim
a) do Oriente Prximo Asitico
b) da trica Oriental
c) da frica Ocidental
d) do Centro-Oriente Asitico
e) da frica do Norte
198. (PUC-Pll) Na figura a seguir, as reas assu ladas representam a localizao de um tipo vegetaO
a) florestas
b) estepes
c) savanas
d) desertos e) mediterrneo
199. (PUC-PR) Sobretudo a partir da dcad:
60, o continente africano tem passado pai
processo de descolonizao, isto , de inde
dncia poltica formal que:
a) tem permitido s jovens naes superar o a econmico motivado pela explorao das an metrpoles.
- -

Cincias Humanas e suas Tecnologias
c) interrupo do processo de transio democrtL ca iniciada pelos ingleses na dcada de 80, como parte do processo de descolonizao.
b) Lbia
b) desacompanhada da respectiva independncia econmica e financeira, no conseguiu alterar de forma eletiva as precrias condies de vida da po pulao.
a) A e E b)BeC
c) O e E
d) A e D
e) De A
201. (FGV) Goma-Zaire (Congo) - Vrias pessoas ficaram feridas ontem em Goma, no leste doZaire (Congo), ao serem pisoteadas quando os rebel des tutsis dispararam para o alto na tentativa de impedir cerca de mil pessoas de se apoderar das ltimas reservas de alimento num armazm da ONU. (OEsfado de 3 Paulo, 9/11/96)
Esses trgicos acontecimentos no Zaire (Congo) demonstram que a ex-colnla:
a) inglesa, ricaem diamantes, ainda tem problemas srios para resolver, do ponto de vista da sobrevi vncia, ligada  obteno de alimentos.
b) inglesa, rica em produtos tropicais, apesar de ter construdo excelentes hotis para os turistas ameri canos e europeus que ali gastam os dlares nos meses de inverno do hemisfrio norte, no resolve ramos problemas alimentares da populao.
c) francesa, rica em minrios e que, mesmo depois da independncia politica, continua a vender mat rias-primas para os pases da atual Unio Europia, a preos irrisrios, mantendo permanente guerra en tre os vrios grupos nativos.
d) belga, rica em minrios e diamantes que, aps a independncia, ainda sofre com a dependncia po Iltico-econmica dos paises ricos e ainda no con quistou uma unidade entre os diferentes grupos nativos.
e) holandesa e posteriormente inglesaque, como a
Africa do Sul, os brancos ainda constituem a minoria
dirigente, apesar da independncia poltica em 1960. 202. (F1JVEST)Atabela abaixo fornece alguns in dicadores sobre demografia, sade e educao no Brasil, Cuba, Paraguaio Uruguai, em 1992.
P P odLdta Escolai ,r4da titd t, 4l tmlin 114 1 aJto irdanri 541
(oral
1.	8,1	20
II. 74 94.5 80 14 itt 4? 948 99 47
25	8V	4,0	51
Indique o conjunto de indicadores que caracte riza, na ordem, o Brasil e Cuba.
a)llel b)lllel c)ltlell	d) IVeli	e)lVellt
203. (FGV-SP) Na Amrica Latina, pases como o Brasil, o Mxico, aArgentinaeoChile deflagraram processos industriais antes da Segunda Guerra Mundial, baseados ao desenvolvimento do mer cado interno (substituio de importaes) e, maistarde, em estmulo  indstria de base, en quanto os "tigres asiticos' ingressaram na in dustrializao no ps-guerra, utilizando como modelo a exportao de bens de consumo para o mercado Internacional.
Refletindo para alm do texto, podemos afirmar qae os pases subdesenvolvidos:
a) mencicnados industrializaram-se em momentos diferentes da h4stdra do capitalismo e porcaminhos diferentes; no entanto, vm superando a situao de potreza econmica e social,
4---,-
Geografia - 563
- -
e'
Ciacias Humanas e suas Tecnologias
c) reestruturou economicamente as novas naes, uma vez que elas deixaram de produzir para os mercados externos evoltaram-se pam as necessida des da populao local.
d) alterou sensivelmente o papel das antigas col nias na diviso internacional do trabalho, uma vez que estas passaram a ter autonomia econmica.
e) possibilitou a superao das relaes de subor dinao econmica das antigas colnias, por meio do desenvolvimento de atividades industriais modernas.
200. (MACK-SP) Relativamente aos grfloos, Moi ca e Europa oorrespondem, respectivamente, a:
cr.a&nento D'moo raero 9% anual)'
Eopedalva da vida
1
u
b) mencionadas podem servir como modelos para as demais que desejarem sair da condio de sub desenvolvimento, poiso caminho  a urbanizao. c) mencionados demonstram que a situao de pobreza das populaes permanece apesar da in dustrializao, porque persiste a dependncia em vrias dimenses da vida em relao aos pases de capitalismo avanado.
d) no mencionados podem, de modo geral, seguir o exemplo dos chamados "tigres asiticos" e torna rem-se desenvolvidos, distanciando-se do tipo de industrializao latino-americana,
e) no mencionados apenas esto atrasados na in dustrializao, pois ela ainda  muito recente, mas de acordo com a ordem mundial, ps-Guerra Fria, po dero encontrar o rumo do desenvolvimento.
204. (MACK-SP)
Pais A
Produto
petrleo
%Sobrentolal 1 das [ 1
62
O
ca
61
O
bananas
69
e
tia tabela acima, relativa s exportaes dos pases aadinos, Venezuela e Equador correspondem, respectivameate, a:
a)AeB b)CeD c)AeC d)BeD e)eD
205. (PdIACK-SP)
"A atividade econmica a desenvolvida possui uma reduzida expresso comercial no mbito de cada pais e da regio. Predominam culturas de subsistncia realizadas pelas comunidades em propriedades minitundirias. E uma agricultura com mtodos tradicionais herdados dos seus an tepassados: sistema de afolhamento com pouso e associao da lavoura com o gado, para uso de seu esterco como adubo. A pecuria  bovina, ovina, de alpacas e Itiamas."
0 texto faz referncia:
a)  Patagnia.
b) aos altiplanos andinos.
c) ao Chaco paraguaio.
d) aos rampas argentinos.
e) aos lhanos venezuelanos.
206. (FAAP-SP) Pases Platinos - so os pases qui possuem territrio na Bacia do Prata, isto , ba n pelos rios Paraguai, Uruguai e Paran Embora o Brasil e a Bolvia possuam territtio fli Batia do Prata, a denominao Pases Platinos si aplica, tradicionainiente. ao coujuntotormado par a) Peru - Equador- Colmbia.
b) Argentina - Paraguai '- Uruguai
c) Colmbia - Venezuela - Equador.
d) Chile - Peru - Argentina.
e) Uruguai - Peru - Chile.
201. (FAAP-SP) Pases Andinos - correspoarton aos pases da Amrica do Sulque apresentam um unidade tsica dada pela Cordilheira dos Andes Logo, os pases cortados por essa cordilheira sc ChIle, Bolvia, Peru, Equador, Colmbia e:
a) Venezuela.	c) Brasil.	e) Urugua
b) Argentina, d) Paraguai.
208. (UNICRUZ-RSJ A Integrao latino-amenici na por meio do Mercosul  hoje motivo de inter sa troca de idias nos meios empresariais e gi vernamentais. Historicameate essa integra latino-americana j formou uma identidade ccl tineetai. Observaudo a charge abaixo, que outi bloco econmico busca integrar-se ao Wiilr nosso novo parceiro?
iE5TA SERIA LA	.'	v,I'
VERDAL ERA
IR TE O C IONI
0-
a
a) Pacto Andino	b) GATO	c) Sela
d) Nafta	e) Aladi
209. (UNIFOR-CE) Com base uo grfico e consid rando seus conhecimentos sobre a popuslai latino-americana, assinale a opo que mdii corretamente as fases em que se encontram seguintes pases: Chile, Brasil, Bolvia e Uruga
taxa
a) 3,2, 1,3	m
b)3,3,2,4	rS	cr,scao:nto
1 T
-1
______	d
Cincias Humanas e suas Tecnologias
O
se
554 - Geografia
210. (UFMS) A cordilheira dos Andes  a principal forma de relevo comum a diversos pases sal-ame ricanos. Por essa razo, o potencial de recursos minerais  semelhante entre os pases andinos. Assinale quais so esses recursos:
a) ferro, cobre e alumnio.
b) carvo, petrleo e mangans.
c) prata, estanho e cobre.
d) urnio, monazita e outros radioativos.
e) foslato. enxofre e bauxita.
211. (FUVEST) O mapa apresenta caractersti cas da Amrica do Sul. Qual a alternativa que melhor as apresenta:
a) demogrfica e urbana.
b) de densas florestas tropicais.
c) da agricultura caleeira.
d) de indstrias siderrgicas. e) bacias petroliferas.
Cincias Humaiias e suas Tecnologias
212. (FGV-SP)Ascidadesde Belm,BuenosAires, Lima, Rio de Janeiro e Valdvia esto assinaladas no mapa acima, respectivamente. por:
a)l,2,3,4e5.	d)3,
c) 2, 1,4,3 e 5.
213. (F6V-SP) A rea demarcada rio mapa cor responde s terras:
a) da Cordilheira Andina, Dnde os incas construiram seu imprioe hoje no se tem vestigio algum desua cultura, a no ser por meio dos relatos de viagens dos canquistadores espanhis do sculo XV b) da Cordilheira Andino, onde os incas conscruiram o seu imprio, baseado em uma sociedade urbana que atingiu dimenso mxima no inicio do sculo )CJI.
c) da Amaznia, onde os astecas construram suas aldeias e cidades, deixando construes grandio sas quase intactas que servem de documentos para se estudar a vida desse povo e hoje, sculos aps, servem de estimulo ao turismo.
d) do Chaco, onde os astecas viveram, mas no dei xaram vestigios de sua cultura por terem sido dizima dos pelos espanhis e ingleses, nos sculos XVe)&l. e) dos planaltos and'inos, onde maias deixaram pir mides aos eg!pcios, nas quais enterravam seus morfos considerados importantes e hoje, cinco s culos aps, servem de estimulo ao turismo.
214. (UFLA-MG) Sobre a Amrica Latiria, marque:
a) se todas as afirmativas forem lalsas.
b) se todas as afirmativas forem verdadeiras.
c) seapenas as afirmativas 1 e III toremverdadeiras.
d) se apenas as afirmativas II e III forem verdadeiras.
e) se apenas as alirmativas 1 e II torem verdadeiras.
A Amrica Latina conserva ainda traos do perodo colonial, principalmente a dependncia eccnmica em relao aos paises desenvolvidos.
LA integrao da economia da Amrica Latina no conjunto da economia mundial deu-se por meio do fornecimento de alimentos e matrias-primas. II. A depresso provocada pela crise de 1929 abalou a economia latino-americana, pois limitou os merca das internacionais para produtos primrios. III. A maiordiflculdade econmicadaAmrica Latina resultou do lato de ns preos dos produtos prim rios exportados no subirem na mesma proporo dos produtos industrializados importados.
Geografia 565
5)1,2,4,3 es.
e) 4,5,1,2 e 3.
o
Responda s questes 212 e 213 com base no mapa da Amrica do Sul:
215. (UNEB-BA) Apesar da IndustrialIzao, os pases latino-americanos no conseguiram ain da romper o elevado grau do dependncia em relao aos centros da economia mundial capi talista. Essa dependncia deve-se, principal mente, :
a) ausncia generalizada de medidas que incenti vem a integrao econmica por meio da criao de blocos regionais.
b) necessidade de fluxos de capitais internacio nais para incrementar as atividades econmicas nacionais.
c) brusca reduo das alternativas de exportao provocada pela crise dos pases socialistas.
d) ausncia generalizada de dispositivos legais que privilegiem o ensino bsico, facilitando a incorpora o de cidados no mercado de trabalho.
e) hipertrofia do setor secundrio da economia, pro vocando grande desequil na balana comercial dos pases.
216. (FAAP-SP) Com expectativa mdia de vida de SI anos,  um dos pases mais pobres do mundo- isolado de mar, o pais comea nos An des Orlentais e estende-se por frios e elevados altiplanos at atingir a Fleresta Amaznica e os
cerrados do Centro Oeste. A receita econmica baseia-se na explorao de recursos minerais e a agricultura de subsistncia ocupa a maior par te da populao. Petrleo, gs natural, estanho, zinco o minrio de ferro constituem os principais depsites minerais.
d) Uruguai
e) Paraguai
217. (UNAMA) A Amrica do Sul  uma regio subdesenvolvida, com caractersticas prximas entre os pases. Qual alternativa apresenta a correta caracterstica do pas nela assinalado? a) A Venezuela  uma nao localizada prximo  linha do Trpico de Capricrnio, cujo principal pro duto  o petrleo,
b) A Colmbia tem como produto principal a co caina e possui boas reservas de minrios de ferro e mangans.
d) O Equador, nao andina com predomnio de culturas de banana, tem na Cordilheira dos Mdes um grande obstculo a seu desenvolvimentc. e) A Argentina, nao de clima temperado, tem na exportao de carne e trigo seu suporte econmico, 218. (FGV-SP) Considere o mapa para responder  questo.
Dentre os paises do Oriente Mdio assinalados nc mapa, indique os nomes e a localizao correta so mente dos pases no-exportadores de petrleo e no pertencenles  OPEP.
a) 1 Lbano, II Israel e II Sria
b) 1 Israel, II Jordniae IV Iraque
c) II Sria, III Jordnia e IV Kuait
d) III L IV Iraque eV Kuait
e) III Sria, IV Iraquee V Kuait
219. (FATEC-SP) Os conflitosdo Oriente Mdio IS expressivo destaque no panorama internacicna da atualidade. Apesar das discusses sobre assunto e das diversidades regionais, a origei desses conflitos situa-se:
a) na complexa miscigenao cultural e tnica, 4L provoca divergncias irreversiveis.
b) exclusivamente nos interesses estrangeir sobre uma das reas de maior riqueza petrolle do globo.
c) no processo de colonizao europia e americ na que subjugou a regio por dcadas.
d) nos problemas geopolticos de demarcao fronteiras com Israel.
e) na m distribuio dos lucros do comrcio petrleo. que no contemplam a maioria da popu o rabe.
Cincias Humanas e soas Tecnologias
Identifique o pas de que se fala.
c) O Chile, nao de clima rido, tem no deserto de
Atacama boa produo de cobre,
220. (MACK-SPJ No mapa, as setas e as reas pontilhadas representam, respectivamente:
a) principais rotas de emigrao e reas de hui grao.
b) as ralas de exportao de caf e seus maiores centros consumidores.
c) as ratas das petroleiros e reas industriais.
d) as reas de contato de placas tectnicas e zonas vulcnicas.
e) a trajetria de massas de ar e reas desrticas
221 . (UFPG-PR) A rea destacada no mapa  ocu pada por um povo sem ptria, perseguido e dis criminado em quase todos esses pases. H d cadas tentam obter um Estado, porm sem xi to. Ao tim da Guerra do Golfo, em 1991, rebela ram-se contra Sadam Hussein e sofreram o con tra-ataque, de imediato. O texto refere-se:
Cincias Humanas e suas Tecnologias
222. (FIJVEST)No Oriente Mdio, a gua  uma 1 on te de vida e de conflitos. Alguns pases tm condi es de obt-la de fontes naturais; outros preci sam destilar a gua do mar para poder us-la.
o mapa permite a anlise de vrias relaes, dentre as quais apenas  correta dizer que:
a) a Turquia tema controle da gua por ler em seu territrio as nascentes dos rias Tigre e Eufrales. b) as lutas mais sangrentas na regio visam ao domi nio da Mar Moio, principal fonte de gua potvel para Israel e Lbano.
o) os curdos, dominando a regio en Turquia, Sitia e Iraque, so os que mantm o real controle das guas.
d) o ire Om, situados nafoz da Tigre edo Eulrates, so privilegiados por disporem de grande volume de gua doce.
e) as barragens da Tigre, construidas no Iraque, anulam a importncia de sua tascente se situar naSir
223. (FAAP-SP)  um grande pas montanhoso situado entre o Mar Cspio e o Golfo Prsico. O pas  rico em petrleo e gs natural, cujas re ceitas tm sido utilizadas para melhorar as co municaes e as condies sociais em geral. A guerra com o fraque, entre 1980 e 1983, restrin' gin seriamente o crescimento eoonmico e afe tou particularmente a indstria pelrolfera, no Golfo Prsico. As condies para agricultura so precrias, exceto ao redor do Mar Cspio.
a) Kuait b) Jardnia c) Sina d) Ir e) Israel
224. (FAAP-SP)  uma das raras monarquias res tantes no Oriente Mdio. Seu territrio  predo eelnantemente desrtico, com poucos bolses
a) aos drusas. b) aos curdos.
L
c) aos palestinos.
d) aos abkhaios. e) aos uzbeques.
Ceogralia - 587
'
1
Cincias Humanas e Suas Tecnologias
b) Arbia Saudita	d) Ir
d) Jordnia	e) Lbano
568 ' Beogralia
em bauxita, que proporciona mais da metade receitas de divisas estrangeiras. As principais i dstrlas manufatureiras so de alimentos, ti teis, de mquinas agrcolas e de cimento.
a) Colmbia	c)Jamaica	e) Pei
b) Venezuela d) Equador 228. (MACK-SP) So caractersticas da Amri
Central:
a) constituda por grandes e pequenas ilhas, colo zadas pelos espanhis e portugueses, apresentE do baixo crescimenlo vegetativo.
b) reade intensonlfcaiiismo, economias independ tes, mercado interno numeroso e pcpulao brancE c) politicamente fragmentada, paisagens natur diversificadas e economia baseada na exportao produtos agrcolas.
c) Kuat	d) relevo montanhoso, economia bastada no i
mrcio de minerais, predomnio de goverr
monrquicos.
e) agricultura diversificada, intensa atividade turi ca e grande desenvolvimento da pecuria e sE derivados.
229. (PUC-SP) As nas plantabes de cana- acar so de grande importncia pan a e nomia do pais. Essa produo, que se dest; em escala mundial, destina-se  exportao acar, do lcool e do rum. E basicamente esses produtos e o tabaco fino que o pais abastece, no exterior, de moedas fortes. A pas latino-americano o texto se refere?
a) Venezuela	c) Mxico	e) Jama
b) Cuba	d) Brasil
230. (MACK) Sabre as caractersticas geogrfi do Caribe Continental, podemos afinuar que a) uma regio de clima quente e mido, com veg o campestre e terras muito planas.
b) uma continuidade de terras baixas, com grar reas aproveitveis para a agricultura.
c) uma superticie com paisagens bem peculiz onde a unidade do relevo e do clima apresentc racteristicas muito diferentes.
d) uma imensa bac4a sedimentar, resultado da posio de aluvies carregados pelos numert rios da regio.
e) um istmo montanhoso, vulcnico, marcadc planaltos, onde se concentra a populao.
frteis. Am  o centro manufatureiro, fornecen do brometo e potssio extrados do Mar Morto. As indstrias txtil e de alimentos tambm so consideradas importantes.
a) Jordnia	c) Kuait	e) Iraque
225. (FAAP-SP) Situado na entrada do Golfo Prsico, fica sobre desertos ondulados e baixos, com temperaturas de at 520C, e chuvas anuais apenas de 10 mm a 370 mm. A descoberta de petrleo em seu subsolo o fez um dos pases mais ricos do mundo, tornando-o fornecedor do pro doto para o Japo, Frana, Holanda e Reino Unido, desde 1946. A invaso e a tentativa de anexao pelo Iraque em 1990/91 causaram grandes danos  economia.
a) Sria b) Ir
226. (MACK-SP) A economia dos pases que apa recem no mapa pode ser definida como:
r	Me
o
-
D	O
o
o
a) essencialmente industrial, baseada na explorao do pelrteo e do carvo.
b) policultora, predominando grandes proprieda des voltadas para a subsistncia.
c) totalmente extrativista, dominando a silvicultura e aextrao de minerais.
d) diversificada, predominando entre as atividades agrrias os cuttivos do trigo, fumo e beterraba.
e) essenciatnlente agricola, apoiada na monocuttura de exportao.
227. (FA.AP-SP) Parte das cadeias de ilhas das Grandes Antilhas, no Caribe,  fonnada por picos emersos de uma cadeia de montanhas submarl na. O pas tem abundncia de frutas tropicais como melo, banana e goiaba. Os principais pro dutos so cana-de-acar, banana e caf. E rica
231. (ruC-R) Cuba vive atualmente uma profun da crise econbmica. Essa situao tem provo cado a elevao do nmero de "balseroS", fugi tivos cubanos que tentam, com grande risco, a travessia para chegar aos EUA. O volume desses fugitivos amplia-se a cada dia, tendo superado, nos ltimos meses, a cifra ole 50 mil (1995). Ana lise as alircnaes
- A situao econmica de Cuba agravou-se deck sivamente com a dissoluo dos regimes socialistas na Europa Oriental e URSS, pois esses paises com pravam o acar cubano, seu principal produto, a preos acima do mercado,
li - A imposio do embargo econmico e comercial pelos EUA mantm Cuba num esrado de isolamento em relao ao mercado mundial. Esse tato prejudica imensamente Cuba, j que na economia moderna nenhum pais vive isolado.
iii - O tato de o territrio cubano distribuir-se num arquiplago de pequena dimenso explica sua inviabilidade econmica, j que existe sempre uma relao direta entre tamanho do territrio e desen volvimento econmico.
IV - Os "balseros' so retugiados politicos. nica e exclusivamenle. So pessoas descontentes com o regime politico e com afalta de perspectiva de aber tura democrtica. Nesse caso, a motivao econmi co-material no tem tanta importncia.
V - A escassez de recursos naturais em Cuba, em especial o petrleo. compromete o futuro cubano, caso no haja imediatamente a suspenso do em bargo econmico promovido pelos EUA.
Qual  o conjunto de afirmaes verdadeiras?
232. (PUCCI 'A revoluo cubana promoveu sensi veis transtormaes sociais.' (1990)
Cincias Humanas e suas Tecnologias
233. (MACK-SP) Privilegiado em recursos natio rais, o Mxico, embora no taa parte da DPEP, explora o seu petrleo principalmente:
a) na poro setentrional do Planailo de Anahuac.
b) na faixa do Golfo, de Tampico a Vera Cruz,
c) na estreita Peninsiila de Guadalajara.
d) nos antiplanOs da cidade de Toluca.
e) na bacia do Orenoco.
234. (PUC-RJ) A dominao espanhola na Amri ca estendei da Mxico aos Andes- Sobre ela, assinale a alternativa correia:
a) Foi feita paciticamente. pois os espanhis ocupa ram regies desabitadas.
b) Foi teita com muita violncia, subjugando e exter minando muitos dos primitivos habitantes da regio. c) Foi leita aps muitas lutas contra os portugueses, que acabaram expulsos.
d) Foi feita mediante uma notvel ao diplomtica junto aos chefes locais.
e) Foileita paraevilar a expanso inglesa nas Amri 235- (MACK-SP) As composies tnicas da p0- pulao da Mxico, de alguns pases centro- americanos e da costa do Pacifico na regio Andina, em termos de populao, podem ser ca racterizadas por:
a) grandes percentagens de negros e mulatos. b) grande presena de brancos, sem participao significativa de indigenas.
c) pequena participao de mestios e Indios. d) forte presena de negros que foram trazidos para trabalhar como escravos nas lavouras canavieiras. e) grande percentagem de mestios e indios. 236. (MACK-SP) Observe o mapa abaixo e assina le a alternativa incorreta sobre os recursos eco nmicos deste pas.
/
(
a) I - I - IV -V
b) li - IV .-V
c) 1-11 -
d) - l - III -v
e) III - lV-V
Continnaado a frase, Cuba pode ser identiticada, na tabela, pelo nmero:
a)l	b)lI	c)lll	d)IV	e)V
Geogralia - 569
Cincias Humanas e suas Tecnologias
a) Suas riquezas minerais so amplas e distribuidas por todo o pais.
b) Avertente leste da serra Madre Oriental  importan te regio agricota.
e) O turismo  uma das suas grandes fontes de
divisas.
d) Embora rico em minerais, o pais  carente de fon tes energticas, especialmente de petrleo.
e) O milho  o principal produto da agricultura de subsistncia,
237. (MACK-SP)A rea assinalada no mapa abai xo corresponde:
a) ao trecho da Sierra Madre onde so cultivados variados produtos de exportao.
b) ao Planalto Central onde, na poro sul, os solos frteis de origem vulcnica facilitam o desenvolvi mento agrcota.
c) s Planicies Centrais onde aparece uma agricultu ra irrigada de milho e de trigo.
d) s montanhas de Chiapas em cujas encostas apa rece uma produtiva agricultura de subsistncia.
e)  regio do Yucatn onde os minifndios com provam o bom resultado da reforma agrria.
238. (MACK-SP) Na estrutura agrria mexicana, jidos so:
a) grandes propriedades de origem colonial que
esto sendo modernizadas.
b) comunidades indgenas que ressurgiram com a retorna agrria de 1934.
c) minifndios distribudos pelo governo em 1917 para resolver o problema de falta de terras.
d) regies independentes da tiscalizao teden treqentadas pelos "braceiros", trabalhador migrantes.
e) grandes propriedades monocultoras, dedicad ao plantio de bananas.
239. (UFR-R.J) O acordo Norte-Americano de Lin
Comrcio (Nafta) surge para consolidar um
mrcio j intenso.
O acordo prev:
- livre circulao de trabalhadores.
li - unificao das economias dos pases enu
vidos.
I - formao de uma zona de tivre comrcio p atrao das empresas num espao protegido.
Das afirmativas acima,
verdadeira(s):
b) apenas aafirmativa I
c) apenasaafirmativa I
240. (UEL-PR)
admite-se cor
e)asafimiat
'Alm da perda de territrios, as interterncas p1 ficas e militares e a influncia econmica dos Es dos Unidos motivaram um antigo dirigente deste a exclamar: 'Pobre..., to longe de Deus e to pe dos Estados Unidos"
O pas que completa corretamente a citao
241. (PtiC) A poro do litoral atlntico da Mui ca do Norte, na regio de New Yorlc, aprese condies climticas rigorosas com inveri muito trios. Na Europa, na mesma latitude, mos a Pennsula Ibrica, onde os invernos! mais brandos, qual a causa dos rigorosos los nos na regio de New York?
a) Maiores altitudes na regio de New York.
b) A existncia de um corredor plano e livre permite a chegada de frentes polares.
e) A presena em frente ao litoral de uma corre martima fria, a do Labrador.
d) O choque de massas de ar quentes (tropica fras (polar) que ocorre na regio.
e) A afirmativa no  verdadeira.
'a
570 - Geogralia
Oceano Aeantico
a) apenas a atrmatva 1.
Oceano PacirLco
d) as atimiatvas te
a) Panam
b) Porto nico
c) Cuba
d) Canad
e)Mx
242. (&ohembi-Morumbi-SP)
"Trata-se de uma vegetao constituda por mus gos e Uquens e de espcies ans (Davi). No curto perodo do vero (de junho a agosto), depois do degelo das camadas que cobrem o solo, reapare cede forma magnfica, cobrindo de flores exten sas reas. Serve de pastagens para os animais da regio, como o caribu, hoje quase extintos. Avida humana  representada principalmente pelos es quims.' (ADAS, Melhem.. Geografia da Amr! ca, p. 35.)
O leito se refere:
a)  estepe fria.	c) tundra.	e) aos lhanos.
243. (PUC-SPj Nas plancies centrais norte-ame ricaflas, as ostitaes t,n,icas so bastanle acentuadas. Os Veres so quentes e os inver nos so muito frias. Qual a causa principal dessa situao?
a) A ao da corrente fria do Labrador que, no atuando no vero, propicia uro forte aquecimento na regio.
b) A existncia de um corredor plano que une a re gio polar ao quente Golfo do Mxico, De acordo com a direo dos ventos, as temperaeuras podem variar bastante.
c O bloqueio que os Apalaches exercem sobre as massas de ar mido do Atlntico, que poderiam suavizar o inverno na regio.
d) O desmatarooento generalizado, realizado no ini cio do sculo XX, para proporcionar espao para o cultivo do trigo jwheatbe/t).
e) A afirmao comida na questo no  verdadei ra, no ocorrendo fortes variaes trmicas na regio.
244. (ESAL-BA) Sobre a hidrografia do confina- te americano so afirmativas verdadeiras, exceto:
a) O Mississipi  um rio de planicie, navegvel em quase todo o seu curso.
b) A bacia Platina  formada pelos rios Paran, Paraguai, Uruguai e seus afluentes.
c) Os grandes centros dispersores de gua na Am rica do Norte so as Montanhas Rochosas e os Mon tes Apalaches.
CiScias Humanas e suas Tecnologias
d) O Rio So Loureno, que coloca em conlato os Grandes Lagos como Oceano Atlndico, corta uma regio pouco povoada devido  sua dificuldade de navegao.
e)O Rio Bravo  a fronteira natural entre os Estados Unidos da Amrica e o Mxico.
245. (FUVEST) "Menino travesso: El filo retorna mais poderosa e ameaa enlouquecero tempo em todo mundo." (Revista Veia)
A notcia acima exemplifica a ampla cobertura da mima sobre esse fenmeno, geralmente re lacionado :
a) atuao inesperada da massa doar mida que, ao esfriaras guas do Oceano Pacifico, eleva os ndices de evaporao e intensifica as chuvas de mones no SE asitico,
b) presena de correntes maritimas tom baixas tem peraturas na coslaociden americana, justificando a diminuio dos cardumes no Chile e as estiagens no SE do Brasil e dos EUA.
c) inverso trmica ocenica que aquece parte das guas superficiais do Pacifico, aumenta o nmero de tempestades maritimas e desregula os ndices de chuva na regio tropical,
dj temporada de furaces e episddios de seca nas costas ocidentais americanas, devido ao aumento da lora dos ventos tropicais quesopram da Asla em direo  Amrica do Sul.
e) formao de ondas que trazem  tona as guas maistrias do fundo do Dceano Pacifico, intensifican do os indices de aridez no Peru e Sul do Brasil e as inundaes na Asia tropical.
246. (PUVEST) Quanto s formas de relevo, as Amricas do Norte e do Sul apresentam, em co mum, a peedominitcia de:
a) cadeias montanhosas do tercirio a oeste e plan cies sedimentares a leste,
b) grandes planicies sedimentares na poro central e dobramentos recentes na poro oriental,
c) cadeias montanhosas do tercirio a oeste e planal tos antigos a teste.
d) grandes plancies sedimentares na poro central e planaltos erodidos na poro ocidental.
e) escudos cristalinos a oeste e planaltos antigos
a leste,
e-
b)  taipa.
d) s punas.
Geografia 571
T '1
-a
e
Cincias Humauas e suas tecnologias
247. (ESPM-SPJ Considere o mapa apresentado abaixo:
Os noimeros 1 e 2. assinalados no mapa, repre sentam reas:
a) subdesenvolvidas. b) de formao geo lgica recente.
o) de criao de bo vinos
d) agricalas mecani zadas.
e) de baixos indices demogrficos.
248. (MACK-SP) No mapa do relevo da Amrica do
Sul, A, D e C correspondem, respectivamente:
a) s Plancies e Terras
Baixas da Amaznia, do
Chaco e do Pampa. b) aos Planaltos das Guianas, Brasileiro e da Patagnia.
572- Geografia
c) aos Andes Setenlrio nais, Centrais e Meri dionais.
d) aos Planaltos Central, Atlntico e Meridional.
e) s Plancies Amazni ca, do So Francisco edo Paran.
2511. (UFES) Depois da Segunda Guerra Mvnc surgiu uma nova Africa com naes livres certo destaque em vrias atividades econi cas. Dentre as reas relacionadas, uma no e corretamente caracterizada. Identifique-a:
a) frica do Norte- Agricultura tipo Mediterrnec produto mineral mais importante na regio  o
trleo.
b) frica Ocidenlal - Economia agriccla Plantation determina uma importante posio seus pases no cenrio da agricultura tropical:
cau, caf, amendoim,
c) Meridional -A principal nao da regi a Africa do Sul que tem a economia mais desen vida da Africa,
d) frica Mediierrnea - Corresponde   Norte onde se encontram o Reino de Marrocos Repblicas da Arglia, Tunisia, Lbia e Egito. Culti de: oliveira, trigo, vinha e frutas citricas,
e) frica Equatorial-o deserto de Saara ocup maior parte desta regio, caracterizada pela suas dez e ausncia de chuva, com agricultura desen vida nos osis,
251. (UFES)
Para o conjunto da populao do Oriente Md o petrleo  uma riqueza estranha.
Porque
O homem do campo est alienado das renc recebidas pelos governos.
a) As duas afirmativas soverdadeiras e a segund uma tustilicativa da primeira,
b) As duas afirmativas so verdadeiras e a segur no  uma justificativa da primeira.
c) A primeira afirmativa  verdadeira e a segun
 falsa,
d) A primeira afirmativa  falsa e a segunda  d ad e ira
e) A primeira e a segunda afirmativas so falsas, 252. (VEES) Os contrastes !sicos, humanot econmicos so comuns na Asia. Assinale a  ca afirmativa incorreta.
a) No territrio asitico esto localizados os pio mais elevados com mais de 8.000 metros e depri ses com quase 400 metros abaixo do nivel do ni
b) Existem reas de grande concentrao POf iacional e imensas regies praticamente vazias,
1
249. (MACK-SP) O Meridional de 100 graus oeste, representado no mapa, divIde oterritrio dos Es tados Unidos em duas pores. Na poro Leste predominam:
a) as altas alti tudes das Ro chosas,
b) os climas de srgicos e semidesrticos,
o) as reas de rarefao populacionaf,
d) as reas de plancies e velhos planaltos,
e) as florestas boreais,
c) Encontram-se paises de notvel desenvolvimento econmico e naes entre as mais pobres e atrasa das do mundo.
d) Possuem o rebanho bovino mais numeroso do mundo, mas que nada contribui para a alimentao em vrias regies asiticas que no se utilizam de sua came por razes de crena religiosa.
e)  a maior das regies da Terra e abriga uma par' cela insignificante da populao mundial.
b) Os mais importantes cursos de gua tm suas nascentes na chamada AltaAsia Chinesa e desguam no Oceano Pacitico.
c) Na China do Norte, aparecem exlensas reas co bertas por um solo argiloso muito trtil, lavorvel  cultura do trigo.
d) Na Chinado Sul, o clima muitotrio, com chuvas muito escassas, impede a cultura do arroz.
e) Nas grandes plancies da China Oriental, concen tram-se as atividades agrcolas e a maior parte da populao.
256. (FESP-PE) Observe o mapa a seguir,
Nesse mapa, a letra A est indicando um grande anticiclone situado sobre o continente asitico, numa determinada estao do ano. O que as setas esto representando?
a) Os alisios de sudeste.
b) As mones de inverno.
c) Os alsios de teste, d) Os contra-alisios de vero.
e) As mones de vero.
257. (FMTM'MC) A maior parte dos pases latino americanos apresenta baixo nvel de industriali' zao, classificando-se entre aqueles de eco nomia de base primrio-exportadora. Assinale a
Geografia . 573
Cincias Humanas e suas Tecnotogias Assinale a alternativa que indica o nome desse rio.
a) Danbio
d) Zambeze
b)	Congo	c) Niger
e)	Nilo
255. (UFMG) A respeito do quadro natural da Chi na qual a afirmativa errada?
a) A poro ocidental do pais possui elevadas altitu des e climas secos, o que dificulta a ocupao agr cola.
253. (UFMG) A respeito da populao da ChIna, qual a afirmativa errada?
a) A maioria da populao chinesa reside no meio rural, fato ligado ao estgio em que se encontra a economia do paIs.
b) Percentualmente, a taxa de crescimento demogrfico da China interior  taxa de crescimen to demogrfico da populao do Brasil.
c) Apesar da reduo da natalidade, a populao chinesa , ainda, essencialmentelovem.
d) Em virtude de apresentar uma das mais altas den sidades demogrticas do mundo, o territrio chins  homogeneamente povoado.
e) A maior cidade da China Xangai, que , tambm, o maior porto e o maior centro industrial do pais.
254. (EFOA) O rio representado no mapa  um dos mais extensos do mundo, com 6.500 1cm de ex tenso. Atravessa reas pantanosas e desrticas e desemboca no Mar Mediterrneo. Nas reas desrticas permite a irrigao ao longo de ca nais e o cultivo de vrios produtos em solas mar gens. No EgIto teve seu curso regularizado com a construo da Represa de Assn, com vistas  gerao de energia.
Mar Mediterrneo
lexandri
Cair
Cincias Humanas e suas Tecnologias
alternativa que indica corretamente os nicos pases da Amrica Latina que constituem exce o a essa regra.
a) Brasil, Mxico e Venezuela. b) Venezuela, Argentina e Mxico. o) Brasil, Argentina e Mxico. d) Mxico, Venezuela e Chile.
e) Chile, Uruguai e Brasil.
258. (VEtA Sobre os recursos minerais e energticos do continente africano, a afirma o errada :
a) O minrio de ferro extraido do Continente Africano tem quase toda a sua produo consumida pelas siderrgicas locais.
b) Africa possui importantes jazidas petrolteras eal guns palses africanos  esto exportando o produto.
c) A frica contribui com mais da metade da produ o mundial de ouro e essa produo  quase toda proveniente da Repblica Sul-Africana.
d) As reservas de carvo mineral do Continente Afri cano esto quase todas localizadas na parte sul e a Repblica Sul-Africana  o nico pas que tem uma produo significativa.
e) A frica dispe de importantes reservas de gs natural, localizadas na parte norte, mas a sua produ o  ainda muito pequena.
259. (VFMG)A respeito dactiina, qual a afirmati va errada?
a) A existncia de espaos montanhosos ou ridos explica, em parte, o fato de que menos da metade da China seja aproveitada pela agropecuria.
b) A China tomou-se, depois da Segunda Guerra Mundial, um dos importantes produtores de carvo do mundo.
c) A Mandchria  uma das principais reas indus triais da China, possuindo reservas de carvo e de minrio de ferro.
d) A China no comerciaflza com os pases capitalis tas, por causa do isolacionisrila do seu regime po titico e econmico.
e) A agricultura chinesa apresenta grande destaque na produo de arroz e de trigo.
260. (EVANGLICA) O Japo  um exemplo tipico de pas:
a) populoso e povoado. b) povoado apenas.
574 - Geografia
c) povoado e pouco populoso.
d) populoso apenas.
e) mais populoso e menos povoado.
261. (UFMG) A China, desde meados dos as setenta, tem passado por grandes transfon es sociais e econmicas.
Todas as alternativas apresentam caracterstic da China atual, exceto:
a) A China permanece oficialmente socialista, e Partido Comunista continua a exercer o controle poder no pais.
b) A propriedade do Estado continua marcar apesar da expanso dos setores ccoperativistz privado.
c) Os ramos vitais da indstria, os bancos, as ferr Vias, as telecomunicaes e o setor energtico co tinuam sendo controlados pelo Estado.
d) O setor agricola permanece intocvel e nofoi ai tado pelas medidas da modernizao da econor de mercado.
e) O sistema econmico continua planificado e ce tratizado, embora este ltimo aspecto tenda a descaracterizado.
262. (CESGRANRIO) O grande desenvotvlmenl alcanado pela Indstria Japonesa, ao lado outros fatores,  uma decorrncia:
a) da disponibilidade de grandes recursos minera e abundncia de mo-de-obra feminina.
b) da existncia de uma rede ferroviria bem ai culada e abundantes fontes de combustiveis so udos.
c) de grandes reservas de minrios de ferro e grandes jazidas petrolif eras.
d) da prcduode matrias-primas diversificadas imigrao de mo-de-obra especializada.
e) da grande produo de energia eltrica e exist' cia de mo-de-obra numerosa, hbil e laboriosa. 263. (CESGRANRIO) J h alguns anos, a imprei sa Internacional vem considerando aChina con a economia de maiores taxas de crescimento r mundo, O processo de abertura de sua econ' mia ao comrcio mundial, Iniciada em 1970,  responsvel por esse desempenho. Entretanto, xito desse processo no serIa alcanado se pas j no contasse com slido setor industrio
-
(4
montado na poca urea do Mao 1s-tung, que se caracterizava por forte nfase nos segmen tos de:
a) perfumaria e cosmtcos,
b) eletrodomsticos e automveis,
c) informtica ealimentos.
d) tecidos e roupas acabadas.
e) siderurgia e equipamentos pesados.
265. ((lER)) Leia com ateno:
- Os famosos solos tchernazion ocupam 3/5 do territrio da URSSe so os responsveis pelo cons lante excedente agricola.
2 - rea denominada Baku  importante centra carloonitero.
3 - A Sibria ocupa a extremo norte da ex-IJRSS e possui vegetao de tundra,
4- Os principais centros industriais soviticos so:
Oo-netz, Leningrado e Berlim.
5-A represa de Bratsk  uma das maiores do mun do e abastece grande parte da Lfcrnia,
a) todas as trases esto certas.
Cincias Humanas e suas Tecnologias
e) Todas as frases esto erradas, exceto ao.
ri) todas as frases esto erradas, exceto 2 es.
e) Todas as frases esto erradas, exceto 3 e 4.
266. (PUC-PR) Continente atravessado pela tinha do Equador e Meridiano de Greenwicti:
b) Amrica do Sul
e) Europa
e) Senegal.
270. (PIJC-RS) O avano industrial dos pases da Amrica latina, entre eles o Brasil, ocorreu nas grandes crises polticas e econmicas - prictci palmente nos anos 30 e na Segunda Guerra Mundial - quando o processo de industrializa o nesses paises se caracterizou loredominan temente pela:
a) implantao de indstrias estrangeiras.
b) substituio da importao de bens de capital.
e) implantao da indstria automobilistica.
d) substituio da importao de bens de consumo.
e) implantao do indstria de material eltrico e de comiinicabes.
271. (RIO GRANDE) .4 grande extenso territorial de em pais pode proporoionar enormes recursos que nem sempre se refletem no seu grau de de senvolvimento. identificar, respectivamente, um
a) sia
254- (PUC-RJ) O Oriente Mdio tem sido alvo das atenes mundiais nos ltimos anos. Dentre os tatares que justificam essa ateno, podemos citar
d) Oceania
e) t rica
1-Grande parte do petrleo consumido no mundo provm dessa rea, que exporta quase a totalidade de sua produo.
267. (PUC-RS) Localiza-se na Argentina uma gran de rea econmica, cuja agricultura e criao de gado apresentam elevados nveis tcnicos. Essa rea denomi
a) Cliaco.
b) Patagnia,
d) Gueco.
2 - A instabilidade politica de muitos paises, que resulta, quase sempre, de um passado de domina o externa ou do neocolonialismo europeu. 3 - Os contlitos que ocorrem nessas reas, como o caso recente do conflito entre Ir e Iraque, que po dem ter repercusses extra-regionais.
4 - As lutas entre os grupos nmades habitantes dos desertos, que provocam crises econmicas ra dicais e mesmo internacionais.
e) Pampa.
e) Pantanal.
268. (UCPEL-RS) Duas cadeias de montanhas que servem como limites naturais da Europa so:
a) Pirineus e Alpes.	d) Cucaso e lirais.
b) Crpalose Cucaso,	e) Pirineus e Apeninos.
e) Btcs e Apeninos.
269. (UCPEI-RS)  um pais da Africa Mediter' rnea:
a) Sudo,
b) Angola.
Assinale:
a) se somente as afirmativas 1, 2 e 4 esto corretas,
b) se somente as afirmativas 1,2 e3 esto corretas.
c) se somente as afirmativas 2,3 e 4ssto corretas.
d) se somenteas afirmativas 1,3 e 4 esto corretas.
e) se as afirmativas 1,2,3 e 4 esto corretas.
d) Moambique.
e) Arglia.
b) Todas as trases esto erradas.
Ceogratia -
c) Sudo e Japo
A questo 212 deve ser respondida com base no mapa abaixo.
272. (MED. UBERABA) Na zona contiagrada do Oriente Mdio, situam-se Egito, Sria, Jordnia, Lbano e o Estado de Israel (marcados com aste riscos), diretamente envolvidos no conflito. Veri fique, pela seta 1, que Israel ocupa posio dif cil relativamente  sua sada para o Mar Verme lho. Por outro lado, as setas 2 e 3 indicam pases rabes que tm hoje grande poder de deciso- Identifique, nas alternativas, o que mostram as setas 1, 2 e 3.
a) Solto deAqaba(l), ArbiaSaudita (2) e lraque(3). b) Golfo de Aden (1), Iraque (2) e men (3).
c) Golfo Prsico (1), Prsia (2) e lmen (3).
d) Golfo de Suei (1), Prsia (2) e lraque (3).
e) n.d.a.
273. (UEMT) Israel possui, atualmente, frontei ras com o Egito, alada, com:
a) Jordnia, Libano e Turquia. b) Jordnia, L e Sria. o) Jordnia, Lbano e Iraque. d) Jordnia, lraque e Sria. e) Arbia Saudita Lbano e Turquia.
576 - Geografia
Esse pais :
b) a Arbia Saudita. d) o Ir.
275. (FUNFARME-SP) Num dos pases repri fados, vm ocorrendo lutas urbanas entre rilbetros palestinos e um grupo politico-re so (talangistas). Esse pas, indicado pelo ro 2, :
b)	Lbano.	d) Iraque.
277. (FUNFARME-SP) O mar Vemielho, qu rece no mapa, separa:
a) o Eg to da Sria.

Cincias Humanas e suas Tecnologias
extenso pas subdesenvolvido e um pais de pe- As questes de nmeros 214 a 277 devem queno territrio, mas altamente desenvolvido: respondidas de acordo com o mapa abaixo a) Paraguai e China d) Canad e Gr-Bretanha
b) Guiana e Alemanha e) Brasil e Unio Sovitica
274. (FUNFARME-SP) Qual das alternativas; xo rene apenas pases rabes?
a) 1, 2 e 3
c) 2,3 e 6
d) 4, beL
b) 1, 3 ei
275. (MEO. SJRP) Entre os pases represent
o de nmero 7 vem se caracterizando por 1
des exportaes de petrleo e por sua
proximidade poltica em relao ao Ocider
a) o Egito.
c) o Iraque.	e) a Jor
a) Sria.
c) Jordnia.
e) 1<
b) o Egito do Iraque.
e) a L ibia da S ria.
d) a Asia da At ri e) a Europa da,
278. (UNB-OF) As discordncias entre ra Israelenses apresentam as seguintes cal risticas, exceto:
a) cantrote de rotas martimas.
b) interesses industriais,
e) interesses raciais e religiosos.
d) interesses ideolgtcos.
279. (UN6-UFJ os pases componentes da Organi zao dos Pases Exportadores de Petrleo en contram-se localizados nos seguintes co,oiuntos tegion ais:
a) Europa, Oriente Mdio e Amrica do Norte. b) Extremo Oriente, Amrica do Sul e URSS. o) Oriente Mdio, Africa e Amrica do Sul. ) Amrica do Sul, Extremo Oriente e Oriente Mdio, 280. (OSEC-SP) As guerras entre rabes e judeus que se verificam no Oriente Mdio tiveram como causa principal:
a) a guerra civil, no Llbano.
b) o problema de uma populao sem terrilrio, os relugiados palestinos, que surgiu com a criao do Estado de Israel.
c) o tato de que as maiores reservas mundiais de petrleo se localizam nos paises rabes.
d) um discurso do lider Yasser Arafat, na Assem blia na ONU.
e) o controle do Canal de Suez, por parte do Egito. 281. ( "A pobreza em recursos naturais! a escassez de lerras agricolas e a lorle presso demogrfica caracterizavam esse paIs como rea totalmente invivel para o crescimento econmico. No entanto, a atitude da sociedade em relao ao desenvolvimento, a Irugalidade da populao, o talento humano e a abertura da economia para o comrcio exterior superaram os entraves das con dies cruciais,"
o texto melhor se aplica:
a) ao Japo	c) a Israel.	e) ao Egito.
b)  ndia.	d)  Gr-Bretanha.
282. (UEMT) O desenvolvimento industrial do Ja po, a partir do tinal da Segunda Grande Guerra, pode ser Justificado:
a) pelo acmulo de capitais oriundos da agricultura e pequena indstria.
b) por sua grande produo de matrias-primas.
e) pela oferta de mo-de-obra qualificada.
d) pela alta potencialidade energtica,
e) pelo imediato crescimento do mercado interno. 283. (IJECE) Entre os pases mencionados abai xo, qual apresenta o maior nmero de habitan tes por quilmetro quadrado?
a) Unio Sovitica c) Brasil e) Estados Unidos b)Tchecoslovquia d)Japo
Cincias Humanas e suas Tecnologias
284. (FMEIIJUN-SP) "Graas s abundantes reser vas carbonileras existentes em seu territrio e  gran de importao de outras matrias-primas, o pas trans formou-se em centro econmico-industrial, no s culo XIX."
O texto melhor caracteriza:
a) o Reino Unido, o) a Itlia, e) os Estados Unidos,
b) a Alemanha, d) o Canad.
285. (UEMA) A anlise do esquema abaixo, rela tivo ao Canad, nos permite afirmar que:
Fecursos agricolas
indstrias
a) o oeste canadense  pouco industrializado, por que  pobre em recursos minerais,
b) o oeste canadense  importante do ponto de vista agrcola, embora toda a produo seia consumida loca
o) o leste canadense concentra grande parte da po pulao e das indstrias do pais.
d) o leste canadense  uma rea desfavorvel  agri cultura.
e) o oeste oanadense  uma rea destavorvel  in dstria,
286. (IJFRN) Embora hole diversificadas as ativida des econmicas nas Pradarias Centrais dos Esta dos Unidos, predomina tanto em quantidade como em ocupao do espao a produo de:
a) frutas citricas,	d) carvo.
b) cereais,	e) indstrias tradicionais,
o) petrleo
287. (UFBA) Verifica-se que os litorais da Groanlaidia e na Noruega so, alm de con trontantes, situados na mesma latitude. No
Ceogralia . 577
1
OESTE	1	LESTE
7
populao
a
Cincias Humanas e suas Tecnologias
obstante, as condies climticas no so as mesmas. Por exemplo: os rigores das baixas tem peraturas afetam muito mais as reas litorneas da Groenlndia do que o litoral noruegus. Um fato pode ser, parm, perfeitamente explicado:
a) por uma anomalia na declinao dos raios
solares.
b) pela influncia dos venlos quentes que, sopran do na Africa, chegam a atingir a Escandinvia.
c)  uma simples questo de albedo.
d) as costas bem abrigadas da Nornega. do tipo ofjordrr. e a influncia da Corrente do Golfo explicam o fato satisdatoriamente.
e) nenhuma das alternativas est correta, visto que as condibes climticas so rigorosamente iguais nas
reas citadas.
288. (UEIYIT)  mais provvel que entre os moti vos polticos Invocados pelo embaixador irania no estivesse a hIptese de um novo fechamen to do Canal de Sueique, no mapa, est indica-
do pela letra:
289. (UNIFOR-CE) Assinale a alternativa que apre senta as caractersticas contrastantes mais sig nificativas entre os rios africanos 1Db e Congo.
RIO Nilil	RIO ONcO
Percorre rea e e	Percorre oea subtropical e
a)	apreseotu opendecolenee de	apreometo rdua de
e e eco erdo	prrmooere-eere
Percorre rea euberceioel e a5ooeoerre obdes de carece- inerme
Percorre rea desroice. moe no seca preqore e abeoeeorde por olo,rao de vers ou se no es te
Percorre rea eqre0000  e opreoeoRO erde rolasse do onese eco rede
Percerrereu oreprrdesoroo ciretes deperrderrr. percipelreerete. do deeelo das montanhas urde esto es reto enrer
Percorre rea erooiool e apresesOtch rode sero
h)
cl
Percerre rea roncaS eererdeodorcee cheios de sero Peroorre rea semrdeorOice. riras re Sece porqrie e ebasOec ido por obaees de ser' ao na
dl
Pepcooe rea euosrceiel e epresmrro cheias de rere
290. (UNIFOR-CE) Considere a tabela e as afirma' es apresentadas abaixo-
r
1 ASIA 'APR
f
1
1
r
24
.t
1
1
1
oa
r
rsi
Ia
1
e
lc.Roee
1 AM. CENTRAL E
1
DO SUL	1
tu
0e,3
1
1

e
- Aeliminao das barreiras imigraofacilitarar a entrada macia de estrangeiros nos Estados lJnidm
I - No perodo considerado houve uma grande a terao no perfil do imigrante que chega aos Est:
dos Unidos,
III- Os novos imigrantes que chegam aos Estadc Unidos geralmente vo ocupartunes que exigel pouca qualificao.
IV - Muito mais que no passador os imigrante atuais tendem a se integrar rapidamente  sociedar
norte-americana.
Esto corretas somente:
a)lell b)lelll c)IelV d)Ilelll e)Illel
291. (UNIFOR-CE) A denominao 'pas emerge te" foi dada a pases que:
a) desenvolveram tecnologias de ponla em vrir setores industriais e reduziram drasticamenle o co sumo de energia nuclear ou ternioeltrica, comc Coria do Sul e a Tailndia.
e)
1
IMCRPSTES Pu 05 ESIADOS oepxncs teso
1	o	1	reao
a) A, ligando o Golfo Prsico ao Oceano Pacifico.
b) A, ligando o Golfo Prsico ao Oceano ndico,
c) B, ligando o Mar Vermelha ao Oceano Pacifico.
d) Br ligando o Mar Vermelha ao Oceano indco.
e) C, ligando Mar Mediterrneo ao Mar Vermelho.
578 Geografia
292. (UNIFOR-CE) Considere os textos que seguem sobre a distribuio da Pesqu e Deseeevolvi rnento (P50) no mundo.
- "Os pases que se tornaram potncias econnhi cas investem somas considetaveis em pesquisa cient como forma de se manterem na condio de lideres mundiais na produo de tecnologia."
I "Em muitos pases de industrializao recente, a situao dos investimentos em pesquisa clentifica  critica e insuficiente para acompanhar as novas de mandas da modernizao
a) e II esto corretos e apontam para atormao de um abismotecnolgico cadavez mais profundo entre pases desenvolvidas e subdesenvolvidos.
b) te II esto corretos e indicam uma realidade que perdurou at o incio dos anos CO, isto , antes de se iniciar o processo de globalizao.
c) 1 e lI so ultrapassados, porque com a mundializao da produo todos os pases indus trtais buscam competitividade e, portanto, so obri gados a investirem pesquisa, eliminando as lideran as isoladas.
d) 1 talso, porque atualmente se observa que as gran des naes industrializadas do mundo esto submersasem problemas sociais como o desempre go e pouco tm investido em pesquisa tecnolgica,
e) I  fa porque quase todosos pases de industriali zao recente tm promovido polticas de reto mutao do Estado e, portanto, ampliado a participao da ini ciativa privada em pesquisa tecnolgica.
Cincias Humanas e suas Tecnologias
293. (IJEMA Pa(s que vem se modernizando tan to lia economia como nos armamentos e que se levanta conto a grande potncia dos prximos sculos:
a) Camboja	b) jndia	c) Vietn
d) China	e) Laos
294. (tINES) 'Na sia, a pobreza anda lado a lado com a excessiva densidade demogrtica sobre as terras cullivveis."
Com base nessa afirmao e nos conhecimen tos sobre crescimento populacional, pode-se concluir:
a) a China atingiu, em 1995, uma populao abso lula de 3,5 bilhes de habitantes.
b) o crescimento populacional acelerado agravou um velho problema asitico: altas densidades demogrficas nas terras trteis das planicies, foran do o aumento da produo de arroz nas montanhas.
c) o crescimento econmico do Japo estimulou a dinamizao da economia dos "pequenos drages", como Bangladesh, Nepal e Tailndia,
d) o clima temperado, com as quatro estaes bem de limita a produo de alimentos, agravando a situao de pobreza no sul da Asia.
e) a China registrou, nas quatro ltimas dcadas, uma queda expressiva no crescimento vegetativo, pro gressos importantes na atividade agricola e investi mentos elevados na sade pblica,
295. (SEI,ESSUL) As migraes podem ter causas econmicas, polticas e religiosas. Entre as mi graes provocadas por causa econmica, po demos citar a dos:
a) iudeus que abandonaram a Alemanha durante o perodo nazista.
b) muulmanos que abandonaram a ndia para viver no Paquisto aps a independncia dos dois paises.
c) italianos que vieram para o Brasil na poca da expanso da agricultura cafeeira.
d) judeus para Israel aps a Segunda GuerraMundial. e) brasileiros para o Paraguai aps a queda de Lopez. 296. (U&S) Os contrastes !sicos, humanos e econmicos so comuns na Asia. Assinale a t oa afirmativa incorreta.
a) No territrio asitico esto localizados os picos mais elevados com mais de 3000 metros e depres ses com quase 400 metros abaixo do nvel do mar
b) saram recentemente de srios conflitos internos e passaram a reconstruir suas economias a partir de polticas estatais de planejamento, como a Iugosl via e a Repblica Checa.
c) ativaram ocrescimento do papel do Estado como investidor e reduziram a participao de capitais transnacionais nas empresas de alta tecnologia, como a frica do Sul e o Chile,
d) impulsionaram a criao de parques industriais destinados a abastecer o mercado interno e amplia ram a participao dos capitais nacionais em suas economias, como a Argentina e a Indonsia. e) promoveram retormaseconmicas e apoiaram sua economia no ingresso de capitais especulativos para equilibrar suas balanas de pagamento, como o Mxico e o Brasil,
Sobre os textos  correto afirmar que:
Geografia . 579
CiSacias Humanas e suas Tecnologias
b) Existem reas de grande concentrao populacional e imensas regies praticamente vazias.
c) Encontram-se paises de notvel desenvolvimento econmico e naes entre as mais pobres e atrasa das do mundo.
d) Possuem o rebanho bovino mais numeroso do mundo, mas que nada contribui para aalimentao em vrias regies asiticas que no se utilizam de sua carne por razes de crena religiosa.
e)  a maior das regies daTerra e abriga uma par cela insignificante da populao mundial.
297. (UFF) A cidade do Mxico, uma das maiores aglomeraes urbanas da Amrica Latina,  tam bm "rea de alto risco ambielltal" do planeta.
Entre as explicaes para essa trgica situao da cidade do Mxico, pode-se destacar:
1-alto grau de poluio atmosfrica provocado pela concentrao de atividades industriais e pelo inten so trfego de automveis, agravado pela elevada al titude da cidade.
2-as edificaes e aterros sobre o Lago Texcoco (j assoreado) aumentam as possibilidades de tremo res de terra.
3-as condies desubmoradiae ainsuficinciade redes de gua potvel e esgoto nos bairros de popu lao de baixa renda.
Assinale a opo correta:
a) Somente a afirmaliva 1 est correta.
b) Somente a afirmativa 2 est correta.
c) As afirmtivas 1 e 3 esto corretas.
d) As afirmativas 2 e 3 esto corretas.
e) Todas as afirmativas esto corretas. 298. (UNB-OF)A bacia do Ruhr, na Europa Ociden tal,  uma regio caracterizada:
a) por um microclima extremamente frio e seco.
b) pela presena de um complexo urbano-industrial.
o) por umaatividade agricola altamente desenvolvida.
d) pela existncia de lenis petroliferos.
299. (ECC-BA) "Alguns possuem muita terra e outros nada ou quase nada. Uns cultivam produ tos para a exportao ou plantas industriais em grandes propriedades e outros nem sequer con seguem obter da terra o minimo para a sua
580 . Geogeafia
sobrevivncia.' O texto pode ser melhor a; cado :
a) Amrica do Sul e Mxico.
b) AmricaCentral e Estados Unidos.
c) Amrica Central e Canad.
d) Amrica Andina e Canad.
e) Amrica Anglo-saxrlica e Brasil.
300. (UFPR) A Itlia ocupa uma das peninsula Europa Meridional. Considerando-se elemer de sua geografia,  correio afirmar que (assin; as proposIes verdadeiras):
a) o espao do pais no apresenta unidade fis econmica ou social, distinguindo-se duas rec regio norte e a regio peninsular e insular (01 b) o pais adota, aps 1948.0 regime monrqui a forma de governo parlamentarista. (02)
c) na regio norte da Itlia pxedomina um clim tipo mediterrneo, com invernos midos e tem luras amenas. (04)
d) a ptanloie do Rio P concentra uma agricu intensiva, baseada na presena de solos lrteis pografia baixae sistemas agrrios modernos. e) na poro meridional, localizam-se vulces vos ou extintos, e os terremotos so freqente regio. (16)
Obs.: Some os nmeros correspondentes s pr sies verdadeiras.
301. (UFBA)  a mais povoada e induslriali regio gececonmica da Argentina. Apres excelentes condies topogrficas e pedo cas, o que explica a elevada produo agr e pecuarista pampeana, destacando-se produo de cereais
e carne. A referida regio est as sinalada no mapa com a letra:
a) A
b) B
c)C
d)0
e) E
:

k
"
302. (FCC-BA) Observe o mapa a seguir:
1
Cincias Humanas e suas Tecnologias
Responda de acordo com o mapa apresentado, assinalando a alternativa que apresenta a afirma-
o correta sobre um desses espaos.
a) A oeste, domnio de climas ridos e semi-ridos,
elevadas altitudes e solos pobres.
b) A oeste, domnio de climas subtropicais, com
baixas altitudes e solos lrleis.
c) A oeste, dominio de climas midos, com baixas altitudes e pradarias.
d) A leste, domnio de climas ridos e semi-ridos, elevadas altitudes e estepes.
e) A teste, dominio de climas subtropicais midos,
baixas altitudes e florestas.
Pia Amrica do Norte, o meridiano de I00 W se para o continente em dois grandes espaos meito diferenciados.
RESPOSTAS:
120. b	121.	d
128. c	129.	a
136. b	137.	b
144. a	145.
152. b	153.	e
160. b	161.	a
168. d	169.	e
176. a	177.
184. b	165.	c
192. a	193.	a
200. a	201.
206. d	209.	c
216. c	217.	e
224. a	225.
232. e	233.
24te	241.c
24$. a	249.
256. b	257.	c
264. b	265.	b
272. a	273.	b
280. b	281.
288. e	289.
296. e	297.	e
122. e
130. b
138.
146. c
154.
162.c
170.
178. b
186. a
194. d
202.
210.
218. a
228. e
234.
242.
250. e
258. a
266. e
274. e
282.
290.
298.
123. a
131.
139.
147. a
155.
163.c
171.0
179.
187. e
195. e
203.
211. a
219.
227.
235. e
243.
251.
259.
267. e
275.
283.
291. e
299. a
124. a
132.
140.
148.
156.
164.
172. a
18t b
188. c
196. e
204. c
212. d
220. c
228. c
236. d
244. d
252. e
260. a
258. d
276. b
284. a
292. a
300. 25
125.
133.
141. a
149.
157. a
165.
173.c
181.
189. a
197. e
205. b
213.
221.
229.
237.
245.
253.
261.
289. e
277.
285. c
293. d
301. a
Seografia S
a
Cindas Humanas e suas Tecnologias
Bloco  Quadro floral do Brasil
Ficha 1' Brasil Fsico

582 Geografia
Coordenadas Geogrtic2
Brasileiras
O Brasil  um pas cariado simul neamente pelo Trpico de Cap crnio e Linha do Equador.
A linha do Equador corta o No
do pas nas seguintes unidades
derativas: Par, Amazonas, Ama
e Roraima,
O Trpico corta o centro-sul do pE nas seguintes unidades federativ So Paulo, Paran e Mata Oras do Sul.
Quanto ao posicionamento geag fica, levando em canta as coar' nadas acima, pode-se concluir a Brasil apresenta:
 apenas 7% de suas terras no 1 misfda Norte;
 93% de suas terras no hemis rio Sul (Austral);
 8% de suas terras encontram
nazana temperada sul (parte de
Paulo, Paran e Mala Grossa da
e toda a rea de Sanla e;
Grande do Sul);
Apesar de imenso e com inmeras riquezas a explo rar, o Brasil  um pas onde acrescimento da misria tem aumentado a distncia entre ricos e pobres. Portanto,  um pas que precisa mudar, que precisa dar trabalho e educao a seus cidados para alterar seus desequilibrios.
Na Amrica da Sul, est localizado na pari centre-oriental, em cantata direta coma Ocear Atlntico,
Posio Geogrtica do Brasil
Portanto, pode ser considerado como uro pa Oriental (Amricado Sul) e um pais Ocidental (91! bo Terrestre).
O Brasil est localizado na globo terrestre totalmente na hemislrio Ocidental, au seja,  esquerda da Meridiana de Greenwich,
O Brasil est localizado na para centro-oriental Amrica da Sul e apresenta a maior linha de frantei maritima como mais importante dos oceanos. Trai se de um pais voltada comercialmente para o ore no Atlntico. Na Amrica da Sul, as Ironteiras brar leiras sa lormais.
3,
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 92% de suas terras encontram-se na rea inter- tropical.
Trata-se do maior pais tropical no globo terrestre, tato que se reflete diretamente nos seguintes as pectos:
 agricultura lipicamenle Iropicalizada;
 predomnio de climas quentes;
 mdias trmicas anuais superiores a 20 6;
 apenas o Sul sofre aes do inverno;
 grande parte do pais apresenta alternncia de es taes (secas de inverno e chuvas de vero),
Extenso Territorial do Brasil
Trata-se de um pais-continente com dimenses ape nas superadas por quatro pases.
Em terras contnuas, s  superado pela Rssia, Canad e Repblica Popular da China; em terras descontinuas,  superado, pelos EUA (contando com Atasca e Havai).
Comparando
Atitulo de comparao, podemos dizerque, dentro de nossa rea territorial, caberia quase toda a Euro pa: 3 a Inglaterra; 2avezes a Itlia; 17 vezes a Espanha; IS vezes a Frana e quasea totalidade dos demais pases sul-americanos.
Os Limites do Brasil
O Brasit imita-se com todos os pases da Pjairica do Sul, exceto Chile, Equador e Trinidad e Tobago.
 Norte - Venezuela, Guiana, Guiana Francesa e Suriname.
 Noroeste - Colmbia,
 Oeste - Peru e Bolvia.
 Sudoeste - Paraguai.
 sul - Argentina e Uruguai.
Os paises de maiores extenses fronteirias com o Brasil so, respettivamente, a Bolivia e o Peru.
O pais de menortronteira coma Brasil  o Suriname.
A maiortronteira brasileira notada no contato com o Oceano Atlntico (nordeste, leste e sudeste).
Cincias Humanas e suas Tecnologias
Pontos Extremos
O Brasil apresenta seu trmino de territrio nos se guintes tocais:
 t - Nascente do Rio Ail, na Serra do Caburai, em Roraima (5 de latitude ti).
 Sul - Arroio Chui, no Rio Grande do Sul, divisa com Uruguai (33M5' de atitude SI.
 teste- Pontado Seixas ouCabo Branco, na Paraba, contato com o Atlntico (34'45'de longitu-de O).
 Oeste - Serra de Contamana, no Acre, divisa com o Peru (73'59' de longitude O).
O Brasil  um pais que apresenta uma equidistncia entre os pontos extremos 14-5 e 0-1; sendo -1.31 9km leste-oeste e 4.394 km norte-sul, portanto, o pais apresenta distncias equivalentes.
Nosso pais  atravessado pelo Equador e pelo Tr pico de Capricrnio.
O BrasiJ  um Pais da Amrica
No continente americano, o Brasil  o terceiro pas em extenso territorial - ocupa quase a metade da Amrica do Sul (47,3% de sua superlicie) - e o se gundo em populao, aps os Estados Unidos.
A Localizao Espacial do Brasil
O Brasil  o quinto maior pais do mundo um exten so territorial, ocupando uma rea de 8.511.996, 3 quilmetros quadrados. E o terceiro pais do con tinente americano, aps o Canad e os Estados Uni dos, e o primeiro da Amrica do Sul.
O Estado e a Nao Brasileira
Dizemos que o Brasil  um pais porque ele ocupa um territrio no mundo e  habitado por uma po pulao. Dessa maneira, a idia de pas identifica-se conto coniunto formado por um povo e um territ rio.Tambm podemos dizer que o Brasil  um Esta do, pois ele posstji organizao poltica prpria, re conhecida internacionalmente.
O Brasil, tal como a Argentina, o Canad, a Frana, a India, a Austrlia e dezenas de outros,  lndepen sente e, dessa maneira, constitui no apenas um pais, mas tambm um Estado.
Geografia	S83
e
Ciocias Humanas e suas Tecnologias
A palavra Estado pode ser utilizadatambm para dar nome s divises polticas internas de um pais. des de que gozem de relativa autonomia, O Texas, o Arkansas e o Mississipi so Estados dos Estados Unidos, assim como Minas Gerais, Amap e Bahia so Estados brasileiros.
O sentido de nao  bem mais amplo, De uma ma neira mais simples, pode significar "povo", isto , um conjunto de pessoas que falam a mesma lingua, possuem o mesmo passado histrico e guardam tradies comuns. Em um sentido mais amplo, na o  uma sociedade politicamente organizada, que adquiriu conscincia de sua prpria unidade e con trola, soberanamente, um territrio.
A Diviso Regional
Segundo a Constituio de 1988,0 Brasil compe-se de 27 unidades polticas, sendo 26 estados e o Distri to Federal, onde se localiza Bras a capital do pais,
Quadro Natural
Relevo
A maior parte do relevo brasileiro  constituida de
planaltos: o Planalto das Guianas. ao norte, e o enor me Planalto Brasileiro, dividido em extenses meno res. A maior parte de nossasterras situa-se em baixas
e mdias latitudes.
Clima
Uma das caracteristicas marcantes do Brasil  a tropicalidade, devido ao fato de a maior parte de suas terras ocupar a faixa entre o Equador e o Trpico de Capricrnio. A mdia de chuvas no pais oscila de 1.500 a 2.500 milimetros,
Vegetao
A Amaznia, dominada por uma densa floresta equatorial, ocupa mais da metade do pais. Atm da Floresta Amaznica, possumos tambm extenses de florestas tropicais ao longo do litoral e florestas subtropicais em trechos das regies Sul e Sudeste. Atualmente, porm, grande parte dessasfiorestas est devastada.
Hidrografia
A hidrogratia brasileira apresenta as seguintes ca racten'sticas gerais: muitos rios e poucos lagos; pre
584 ' geografia
dominncia de rios de planalto; direta ou indiri mente, a maioria dos rios desgua no Oceano At tico e apresenta regime tropical austral, ou cheias no vero e estiagem no inverno, Em gen desembocadura dos los brasileiros d-se em foi de esturio e a de alguns poucos, em deita,
, sem dvida, uma das mais ricas do mundo,ta pela enorme quantidade de cursos de gua que rem sobre o territrio nacional, como pela incr diversidade que eles apresentam. Atinal, tocalizz no Brasil a maior rede hidrogrfica do mundo i principais bacias hidrogrficas do globo: a BaciaAi znica, a Bacia Platina, a BaciaTocantins-'Araguz a Bacia do So Francisco.
Bacia Amaznica: tem cerca de 7,050.000 lhes de kma e  a maior do globo. O Rio Amu nas, com 6.280 km,  o maior do mundo em tenso, e suas nascentes esto localizadas Cordilheiras dos Andes,
Bacia Platina: tem cerca de 4 milhes de km2, segunda maior do planeta, formada pelas bacias rios Paran, Paraguai e Uruguai. O Rio Paran siderado o dcimo stimo maior rio do mundc
Bacia Tocantins: Araguaia: ocupa uma rea 603.250 km'. O seu principal afluente  o Araguala, esse rio nasce em Mato Grosso, nafror ra com Gois e une-se ao Tocantins no extremo do Estado de Tocantins, detinindo ai o contorni regio denominada Bico do Papagaio, Antes d porm, o Rio Araguaia circunda uma rea que maior ilha tiuvial do mundo - a ilha do Banan com cerca de 20.000 km de superlicie.
Bacia do So Francisco: drenando terras de ci Estados: Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Alas e Sergipe, ocupa uma rea de 631,133 km', Faz, t tanto, a ligao entre o Sudeste e o Nordeste do 1 sil. O Rio So Francisco possui 1.300km de ex so navegvel, em um trecho que se estendi Pirapora(MG) ajuazeiro (BA) e Petrolina (PE).
Domnios Morfoclimticos
 dominio amaznico;
 dominio do cerrado;
 dominio da caatinga;
 domnio das florestas tropicais;
 domnio das terras baixas do interior gachi
 domnio da mala de araucrias,
Fcha a Brasil Humana
Cincias Humanas e suas Tecno
O arasil  o quinto pais mais populoso do mundo e
o primeiro da Amrica Latina. Segundo dados pre liminares do ltimo Censo (2000), abriga cerca de
171 mllies de habitantes.
O crescimento da populao brasileira s setor- nau conhecido com eratido no final do sculo passado.
Populao
- Grupo mestios - - - -
m branca 4- ITCDiO
mame indio + branco
cal s = ndio + negro
branco = 54,4%
p = 41,1%
negra = 4,9%
In 0,1%
Em cada cem brasileiros, aproximadamente 45 lm menos de 20 anos de idade. No entanto, a maioria da populao brasileira atual  composta por adultos (pessoas com idade entre 20e 59 anos), e o nmero de idosos (acima de 60 anos) no pra de aumentar.
A populao brasileira apresenta grande variedade do ponto de vista racial.
A formao tnica da populao brasileiraloi realiza da a partir do indgena, do branco e do negro. A partir de 1820, outros povos vieram contribuir para a tormao do povo brasileiro e da cararteristica multirracial do Brasil.
t4o Brasil, existem grupos mestios que se origina ram da cruzamento entre as variadas etnias aqui es tabelecidas (lndio, branco, negro e asitico).
Crescimento da Populao
A populao brasileira  uma das maiores do mun do. Somente a China, a India, os Eslados Unidos e a Indonsia tm populao maior que a nossa.
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Veja no grtico a seguir os dados gerais do cresci mento da populao brasileira referente aos on censos oficiais realizados.
Messe perodo, a populao brasileira apresentou um acelerado crescimento populacional, prximo a 1.500%. Podemos citar duas causas paraesse cres cimento acentuado: o crescimento veqetatiso, como causa fundamental, e a entrada de imigran tes, como causa secundria.
Crescimento Vegetativo
Penado
Taxa de
natalidade
%
Taxa de
mortalidade
Crescimento
vegetativo
%
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3961/70
1971/80
1981)91
1995
44,4
43.2
38.7
33,0
26.8
23,0
20.9
14,2
9.8
8,1
7,9
7,8
23,559
2953
28,9
24,9
18.9
35,2
a diferena percentual entre as taxas de natalidade e a de mortalidade,
Distribuio da populao brasileira segundo a cor
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146.411.419
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3.430,434	-
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9.934.419
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Geografia -
Cincias Humanas e suas Tecnologias
Exemplo:
No Brasil, lanlo as taxas de natalidade como de mortalidade vm declinando nas ltimas dcadas.
Atribui-se para a queda das laxas de natalidade:
 diminuio do casamento entre jovens;
 integrao da mulher no mercada de trabalho;
 eslerilizao leminina e utilizao de mlor contraceplivos em larga escala;
 aumento do nmero de abortos (maioria ilegai As taxas de mortalidade esto mais baixas devidc
 melhorias no saneamento bsico;
 desenvolvimento da medicina prevenliva;
 progressos na medicinas bioquimica. e em especi a descoberta e o desenvolvimenlo dos antibiticos.
Ficha 3 Brasil Econmico
Economia Brasileira
As milhares de atividades so divididas em Irs seto res: o setor primrio, que envolve o trabalho na agri cultura, pecuria e extralivismo; o setor secund rio, em que se enquadram as atividades industriais; e o setortercirio, cujas atMdades so voltadas para o comrcio e a prestao de servios.
Litoral Extenso
O tato de termos um litoral extenso lacilita nossas relaes comerciais com outros paises e permite o ativo desenvo da pesca e da explorao pe trclilera submarina, da qual obtemos cerca de 70% do nosso petrleo. Com a intensificao da produ o, reduzem-se nossas necessidades de importa o do produto,
Alm disso, nosso litoral tem salinas que garantem a auto-suficincia brasileira na produo de sal. Nos sas belas praias ainda proporcionam grande poten cial turstico,
Recursos Minerais
O subsolo brasileiro  muito rico em minrios, so bretudo ferro, mangans, estanho, aluminio e ouro.
O extrativismo mineral tem se expandido muito' pais, principalmente na Amaznia, colocando o Bi sil numa posio de destaque entre as naes e portadoras de minrics. O ferro e o mangans, e traidos no Quadriltero Ferrilero (Minas Gerais) e Amaznia (Carajs e Serra do Navio), so os prin. pais minrios exportados.
Potencial Energtico
A energia  indispensvel a qualquer plano de senvolvimento. O Brasil, cortado por vasta rede rios, principalmente de planalto, dispe de gran potencial de energia hidreltrica.
A maior parte da energia hidreltrica produzida Brasil  utilizada pelas indstrias, sendo muitt portante para o desenvolvimento do pais.
O Maior Conjunto de Indstrias da Amrica Latina
O Brasil conta com umagrande e variada produ industrial. Possui desde indstrias alimenticias e teis at as de alta tecnologia, como de automvei computadores, o que o coloca oomo uma potn entre os palses subdesenvolvidos. Dentro do terri rio nacionat h uma grande concentrao industr sobretudo no Sudeste e no Sul, especialmente Estado de So Pauto.
Ficha 4 Diviso Regional do Brasil
Atualmente, nosso pais est dividido em 26 Esta dos e um Distrito Federat. Mas o que  exatamente uma regio?
Primeiramente,  preciso lazer uma distino tre regio naturat e regio humanizada. D-s nome de regio natural a uma rea que aprese
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588' Geografia
um conjunto de semelhanas fsicas (relevo, cli ma, vegetao e hidrografia). Regio humanizada, por outro lado,  uma rea em que os aspectos humanos (densidade demogrfica, nvel econ mico, costumes, tipos tnicos predominantes, grau de desenvolvimento ind ustrial e agrcola
etc.) so muito parecidos e predominam na paisagem.
Um territrio que apresenta aspectos fsicos mais ou menos uniformes e, principalmente, caracleristicas hu manas e econmicas homogneas forma uma regio geogrtica.
A mais mcente regionalizao, ela- ' borada pelo Instituto Brasileiro de Geograta eEslatista (IBGE), dMde o Bra sil em cinco macronegies:
 Norte; ainda pouco povoada e marcada por gran des espaos naturais (floresta equatorial, grandes rios, altas temperaturase muitas chuvas),
 Nordeste; de ocupao antiga e bastante subdesen volvida, possuindo vasta rea de clima semi-rido.
 Centro-Oeste: que recebeu imigrantes primeira mente do Nordeste e, mais recentemente, do Sul e do Sudeste, devido  expanso agrlcoia, Nessa regio, situa-se o Distrito Federal.
Cincias Iluminas e suas Tecnologias
 Sudeste: a mais populosa e industrializada, abrigando os maiores centros urbanos e indus triais do pas.
 Sul: onde a subtropicalidade e a influncia euro pia so caractersticas marcantes.
Geogiafia - 587
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Cincias Humanas a suas Tecnologias
Ficha 5 Regio Norte
Diviso Poltica
A regio Norte  a maior das cinco macrorregies
brasileiras. Com uma rea total de 3.851,557 km
(45, 3% do territrio nacional),  composta por sete
Estados: Acre, Amap, Amazonas, Par, Rondnia,
Roraima eTocantins.
Relevo e Hidrografia
O relevo da regio Norte  caracterizado pelo domi nio das terras baixas, como planicies, depresses e planaltos pouco elevados. Asp ocupam es treitas faixas de terra ao longo dos rios, como a p nicie do Rio Amazonas, do Rio Araguaia e do Rio Suapor. O restante das terras baixas corresponde s depresses ou aos planaltos sedimentares de baixa altitude.
Encontramos ai as maiores allitudes da regio e do pais, como os picos da Neblina (3.014 m) e 31 de Maro (2.992 m), localizados na Serrado Imeri, que faz parte dos planaltos residuais Norte-amaznicos.
A hidrogratia  caracterizada pela presena do maior sistemafluvial do mundo, a Bacia Amaznica, cujo eixo  o Rio Amazonas, com 6.280km de ex dos quais 3.200km esto no Brasil.
Clima e Vegetao
O clima dominante  o equatorial mido, que se es tende portodaa regio Norte, com exceo do Esta do de Tocantins e de trechos do Par e Roraima.
Refletindo esse clima quente e mido, a paisagem vegetal dominante se caracteriza pela presena da mais exuberante formao florestal do planeta: a flo resta Iatitoliadaequatoriatou Floresta Amaznica.
A Devastao da Floresta Amaznica
A regio Norte vem sofrendo um intenso processo de devastao florestal sob as mais diferentes formas. O custo dessa devastao para o meio ambiente  mais elevado do que qualquer compensao tinanceira.
 Alagamento: a construo de duas grandes usi nas hidrettricas na regio implicou a criao dos
respectivos lagos de barragem que, juntos, inunda ram 4 mil km de floresta equatorial.
 Queimada: a Floresta Amaztnica j sotreu quei
madas em cerca de t 0% de sua rea total, ou seja
350 mil km'.
 Derrubada:  realizada de dilerentes tormas. Pan se derrubar 1 hectare de mata, seis lenhadores mu nidos apenas de machado e foice gastariam um lota de oito dias.
Quadro Humano
A Regio Norte deixou de sera menos populosa dl pais, situao que manteve at 1980. Segundo O:
dados do Censo de 1996 e as projees divulgada:
pelo IBGE, a populao absoluta regional  di 11.868.723 habitantes, superando, em quase 901 mil pessoas, a populao do Cenlro-Oesle.
Agricultura
Apesar de a agriculturatersotrido um acentuado pro cesso de expanso nas ltimas dcadas, ainda possi pequena participao relativa na economia naciona
o domnio de solos fracos, cidos e arenosos, asse dados a um clima de chuvas freqenles e intensas favorece um forte processo erosivo, espedialment nas reas onde a produo agrcola ocasionou devastao da mata natural.
Os principais produtos da agricultura regional so pimenta-do-reino e ajuta.
Pecuria
A criao de gado na regio Norte  caracterizada pt um baixo rendimento, com ocupao mdia de O boi por hectare. Alm disso, emprega pouca ml de-obra, com uma mdia dei trabalhador para ca lO mil hectares, ou 1 trabalhador para cada 1.81 cabeas de gado.
Extrativismo Vegetal
O extrativismo vegetal na regio Norte  sem dvii a mais tradicional atividade econmica a que
588 - Ceogralia
44
-
dedica grande parte da populao, e entre os seus principais produtos esto a borracha, a castanha' do-par e as madeiras.
A borracha, produto derivado do ltex encontrado ernvrlas espcies da Floresta Amaznica, em particu larnaseringueira(Hevea rasiens!s),  comum na mata de vrzea dos Estados do Acre e do Amazonas.
O castanheiro, do Qual se extrai a castanha-do-par.
 uma das espcies mais altas da Floresta Amazni ca, atingindo de a 60 metros de altura.
Minerao
A minerao apresenta grandes possibilidades de desenvolvimento na regio Norte. A atividade tem sofrido um forte incremento com a implantao, em vrios pontos da regio, de empresas mineradoras de grande porte.
Entre as principais reas, tem-se a Serra dos Carals, as serras do Navio e Oriximin.
A Serra dos Cara)s est localizada entre os rios Tocantins e Xingu, no sudeste paraense.
A Serra do Navio, localizada no Amap,  rica em mangans, minrio utilizado na indstria siderrgi
flcha &- Reg Nordeste
Cincias Humanas e suas Tecnologias
ca para aumentar aelasticidade do ao e na indstria quimica para adabricao de pilhas, alm de diversas outras aplicaes.
Orirtmin tocaliza-se no Norte do Par, na foz do Rio Trombeta. A produo anual de bauxita daordem de 4 milhes de toneladas, sendo realizada pela em presa Minerao Rio do Norte, consdrcio formado pela CttmpanhiaVale do Rio Doce e algumas empre sas nacionais e transnacionais.
Indstria
As possibilidades industriais da regio Norte so bastante fortes, contando com dois importantes fa tores: aocorrncia de enormes jazidas minerais e a capacidade energtica,  que o potencial hidreltri co disponvel  o maior do pas.
A Zona Franca, instalada em Manaus em 967, pro vocou uma industrializao fundada no grande ca pital privado nacional e principalmente no capital transnacional. As empresas implantaram unidades de montagem, especialmente do setor eletroelelr nico, que se beneficiam de isenes fiscais e da livre importao decomponentes.
Diviso PohtCa
A regio Nordeste possui 1.552.614 km' (18,2% do territdrio nacional), sendo a terceira macrorregio mais extensa do pais. E a mais subdividida politica mente, possuindo nove Estados: Alagoas, Bahia, Cear, Maranho, Paraba, Pernambuco, Piau, Rio Grande do Norte e Sergipe.
Relevo e Hidrogratia
O relevo nordestino subdivide-se em sete unidades, sendo quatro planaltos, duas depresses e uma pIa nicie, porm apenas trs delas apresentam uma ex tenso territorial significativa.
A hidrografia nordestina  composta por uma gran de rede de rios que se agrupam ria bacia do So Francisco ou nas bacias do Nordeste e do Leste. A bacia de maior destaque, sem dvida,  a do Rio So Francisco. Esse rio tem uma extenso que su
pera a marca dos 3000 Ias, e atravessa terras de quatro Estados nordestinos: Bahia, Pernambuco, Alagoas e Sergipe.
Clima e Vegetao
A regio Nordeste est localizada em baixas latitu des, nadaixa intertropical do pais, por isso seu cli ma est sob o domnio de temperaturas elevadas o ano todo, porm com grandes disparidades na quantidade e distribuio das chuvas. Nessas con dies,  possvel distinguir-se trs climas no inte rior do Nordeste: o tropical, o semi-rido e o equa torial mido,
Avegetao, quase sempre,  um reflexo do clima, e no caso da regio Nordeste, essa relao  facil mente percebida, pois a distribuio das princi pais formaes vegetais reflete a diversidade cli mtica regional,
Geog 589
I
Cincias Humanas e suas Tecnologias
Quadro Humano
Com uma populao absoluta de 44.974700 habi tantes, o Nordeste  a segunda regio mais populosa do pais, sendo superada apenas pelo Sudeste. Em virtude de ser tambm de grande extenso (cerca de 1,5 milho de km), apresenta uma densidade de mogrfica de 23,96 habitantes por quilmetro qua drado, indice interior apenas ao Sudeste e ao Sul.
Os Estados mais populosos so Bahia, Pernambuco
e Cear& que juntos representam 60% do total de ha bitantes da regio, e os Estados mais povoados so
Alagoas, Pernambuco e Sergipe, todos com mais de
70 habitantes por quilmetro quadrado.
Agropecuria
A agropecuria  a principal atividade econmica do Nordeste, tanto pelo valor da produo quanto pela quantidade de mo-de-obra empregada- A regio possui 43,2% dos estabelecimentos rurais e ocupa 20,5% de toda a rea rural brasileira, absorvendo um contingente de mo-de-obraequivalente a 44,6% do total dos trabalhadores brasileiros do campo.
De acordo com essas diferenas,  possivel distin guirmos no Nordeste quatro sub-regies: a da Mata, a mais desenvolvida de todas: o Agreste, uma estreitafaixade terras vizinhas zona da Mata; o Ser to, a de maior extenso e tambm a com maiores problemas; e o Meto-Norte, a menos ocupada po' pulacionat e economicamente.
Indstria
Apesar do crescimento das trs ltimas dcadas, a produo industrial nordestina representa apenas 8,6% do total produzido no pais, ocupando a 3! posio entre as regies, aps o Sudeste (68,7% da produo nacional) e o Sul (16,2%). A regio Nor deste possui certa de 20% do total de estabeleci' mentostabris e absorve 9% da mo-de-obra indus tnial brasileira.
Entre as bases da industrializao regional, destaca- se a riqueza em matrias-primas:
 De ordem agricola: cana-de-acar para a produ o de acare lcool, algodo para a indstriatxtil, frutas paraa indstria de sucos, cacau para a inds tria alimentcia e tabaco para a indstria de charutos, hoje em franca decadncia.
 De ordem extrativa vegetal: cera de carnaba,
leos de babau e de oiticica e libras vegetais, come
a caro, a piaava e o sisal.
 De ordem extrativa mineral: cobre e chumbo (Bahia),tungstnio (Rio Grande do Norte) esal (Bit Grande do Norte e Cear).
Destaque-se que a produo salineira nordestino corresponde a cerca de 80% do total nacional, o quest deve, em grande parte, s condies naturais de cimo quente eseco e um litoral raso, quefavorecem extrema menteaelevadasalinidade das guase aextrao do sal
O potencial hidreltrico do So Francisco  de gran de importncia parao desenvolvimento regional. At principais usinas so Sobradinho, Itaparica, Com plexo de Pauto Atonso e Xing. No Rio Parnaiba destaca-se a usina Casteilo Branco. Outros recurso energticos importantes so o petrteo e o gs nalu ral, explorados sobretudo nos litorais do Rio Grand' do Norte, de Sergipe-Alagoas e no Recncavo Baianc Juntos, so responsveis por quase 35% da produ o nacional desses combustiveis.
A Seca
H uma afirmao que contm uma grave dennch mas que  extremamente vlida: 'No Serto, o prc b no  a seca, mas a cerca", Isso significa qt a estrutura tundiria, altamente concentradora, ir pede que a maioria dos sertanejos tenha acesso propriedade daterra.
Aliado aessadesigual distribuio daterra, est outi tato muito srio: as principais obras de combate preveno s secas, como os audes, esto localiz das quase sempre no interior de uma grande propi edade, cujo dcno atende inicialmente s suas nece sidades, s depois permitindo que outros usufrua dessa obra pblica "privatizada" ilegalmente.
Oque mata no  atalta d'gua, mas a misria, eI seis milhes de pessoas em estado de misria abs luta no Serto.
 preciso ter claro que a causa dessa situao nc climtica e sim estrutural, pois a questo no est ocorrncia ou no da chuva, mas na propriedade terra, na concentrao da renda, na explorao trabalho e ao do Estado que tem, historicamen beneficiado o grande proprietrio em detrimento massa de desesperados, que a cada seca aumer seu nmero de torma extremamente rpida.
590 - Ceogralia
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Cincias Humaaas
e suas Tecnologias
fliviso Poltica
O Centro-Deste  a segunda macrorregio brasileira em reaterritorial, possuindo 1.604850 km(18, 9% da rea do pais), E formada por trs Estados - Gois, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul-alm do Distrito Federal, onde se localiza Grasilia, acapital do pais.
Relevo
O relevo regional, embora apresente grande nmero de unidades, no  muito diferenciado no seu mo delado, mas sim na origem geolgica das rochas que o compem. Predominam as formas tabulares, tambm denominadas chapadas, que funcionam
comograndes divisoras de gua entre as principais bacias hidrogrficas brasileiras. As principais forma-
ges so:
Planaltos artigos;
Planaltos recentes;
 Depresses;
 Planicies.
Hidrografia
As nascentes de alguns dos mais importantes afluentes da margem direita do Rio Amazonas esto localizadas no Centro-Oeste, como o Guapor, que forma o Madeira, o Juruena e o So Manuel, que formam o Tapajs, e o Xingu, que nasce em Mato Grosso e aps perrorrerquase 3.000km desembo ca no Rio Amazonas.
A bacia do Tocantins-Araguaia tem sua origem no interior do Centro-Oeste, pois os dois rios nascem em Gotas.
Clima e Vegetao
O clima dominante  do tipo tropical, com duas esta-
es bem definidas: vero chuvoso e inverno seco. As temperaturas so elevadas o ano todo, E impor- Mote ressaltarque a diterenaentre essas duas esta es  muito bem marcada, pois durante o vero veriftca-se a ocorrncia de chuvas freqentes e in tensas, mas concentradas em um curto periodo do
ano. O inverno, por sua vez,  extremamente seco, com a umidade relativa doar atingindo valores to baixos que chegam at a causar srios problemas de
sade  populao.
Avegetao dominante na regio Centro-Oeste  o cerrado, caracterstico do clima tropical. Traia-sede uma formao arbustiva, ou seja, vegetao de pe queno porte, que se apresenta com O tronco e os galhos bastantes retorcidos e recobertos par uma grossa camada de cortia. Espalha-se por uma ex tensa rea no interior do Centro-Oeste, inclusive al canando terras de outras regies brasileiras,
Quadro Humano
Com uma populao absoluta de 10.272.600 habi tantes, o Centro-Oeste  a regio menos populosa do pais, tendo tomado o lugar da regio Norte na dca
da de 80.
Sendo asegunda regio brasileira em rea territorial e a quinta em populao absoluta, o Centro-Oeste  pouco povoado, com uma densidade demogrfica de apenas 6,4 habitantes por quilmetro quadrado.
Agropecuria
A Regio Centro-Oeste tem sua histria de ocupa o econmica fortemente relacionada  agrope curia, pois os primeiros contingentes popu lacionais que para lse dirigiram, no sculo XVIII, instalaram fazendas de gado e de produo agrico ia. Essas fazendas tinham o objetivo econmico de abasteceras reas de minerao que estavam sen do implantadas naquele momento em Minas Ge rais. At ento, somente tribos indgenas viviam na regio, dedicando-se s atividades de caa e pesca ou  lavoura de subsistncia, sem objetivos econ micos e Comerciais.
Minerao e Indstria
A origem geotgica de grande parte do territrio do
Centro-Oeste, datada do Pr-cambriano e do
Paieozico, permite que a regio apresente grandes
possibilidades de ocorrncia de recursos minerais.
Ceo S9
_ -
Cincias Humanas e suas Tecnologias
A produo de minrios, no entanto,  ainda pouco signiticativa quando comparada  de outras regies brasileiras, como o Norte e o Sudeste.
Entre as ocorrncias registradas, merecem destaque as produes de ferro e mangans encontrados no macio de Urucum, no interior do Pantanal Mato Grossense.
Entre as outras reservas minerais da regio, destaca- se a de niquel, importante recurso paraaindslriado ao. que tem sua maior ocorrncia na cidade de Niquelndia, ao Norte de Gois. Essa resetva respon svel por 80% da produo brasileira do minrio.
No extrativismo vegetal, sobressaem a extrao de ltex (borracha) e de madeiras em geral, na poro setentrional da regio, e de erva-mate e madeiras, na poro meridional.
O setor industrial  multe precrio e se restringe s atividades ligadas  produo agrcextrativa, como as indstrias de beneticiamento de arroz, pequenos trigoriticos, indstrias de couro, alm de algumas metalrgicas e madeireiras.
Ficha s Regio Sudeste
Brasilia, a Capital das Esperanas
A histria da criao de Brasilia data do perodo co lonial. Em meados do sculo XVIII, o Marqus de Pombal  acreditava na necessidade de se localizar a sede da colnia no interior. Os participantes da lo contidncia Mineira, na segunda metade do sculo XVIII, tambm pretendiam a interiodzao da capital, que deveria ser So Joo DeI Rei (Minas Gerais).
Em 15 de maro de 1956.Juscelino Kubitschekas sinou a Mensagem de Anpolis", criando a Com panhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) e oticializando o nome de Braslia para a capital a ser construda. Em setembro desse mesmo ano, o ar quiteto Oscar Niemeyer foi convidado para dirigir a construo e, em maro de 1957. presidiu o jri que, por unanimidade, escolheu o projeto urbanstico de Lcio Costa, ou seja, o plano-piloto.
Finalmente, Brasilia toi inaugurada em 21 deabrtl de 960, passou a ser a capital da Repblica Federativa do Brasil, e toi considerada, durante vrios anos, a cidade mais bem planejada do mundo.
A regio Sudeste ocupa cerca de 10% de nosso ter ritrio, mas abriga mais de 40% de nossa popula o. Alm disso,  responsvel por quase 70% do valor da produo econmica nacional. E, portanto, uma regio bastante povoada e muito desenvolvida. Por esse motivo, apresenta o quadro natural mais alterado pelo trabalho humano: relevo dominado pe las estradas, rios colocados a servio do progresso e formaes vegetais quase inexistentes.
Diviso Poltica
A regio Sudeste  a quarta do pas em extenso, com 924.265 kni (10,86% do territrio nacional). Entretanto, a mais importante macrorreglo brasi leira, concentrando 42,5% da populao e partici pando com mais de 75% da renda nacional. E com posta porquatro estados: Esprito Santo, Minas Ge rais, Rio de Janeiro e So Paulo.
Relevo
O relevo regional  dominado por um conjunto de terrenos elevados, em que metade das terras se si-
tua acima dos 500 m de altitude e t 0% acima doe 1.000 m, tornando essa ,rea conhecida como "regio das terras altas'. E possvel detinir uma di viso em seis unidades de relevo, sendo trs pia naltos - dois deles correspondendo s unidade dominantes territorialmente -,duas depresses uma plancie.
Hidrografia
A regio Sudeste  drenada pelas bacias hidrogr ficas do Paran, do So Francisco, do Leste do Sudeste.
A bacia do Paran  a de maior importncia na re gio, pois alm de ocupar mais da metade do espa go regional,  a de maior aproveitamento na predL o hidreltrica do pas. O Rio Paran, juntament com seus formadores e seus afluentes, ao desce os desnveis do relevo planltico da bacia do P ran, apresenta inmeras quedas d'gua. Essessa tos foram aproveitados em usinas hidreltricas tim de atender ao maior parque industrial do pai:
que  o do Sudeste.
592 'GeograF
'9
r
1
Cincias Humanas e suas Tecnologias
Clima
A regio Sudeste apresenta umagrande diversidade climtica, em funo de fatores como a posio geogrfica em baixas aliludes, a presena de um relevo com altiludes elevadas, a i ntluncia da maritimidade, a ao de diferentes massas de ar etc.
Vegetao
A vegetao da regio Sudeste reflete o clima regio nal, sendo por isso bastante diversificada. As princi pais formaes so:
 Floresta tropical
 Mala de araucria
 Cerrado
 Caatina
 Campas
 Formaes litorneas
Quadro Humano
A regio Sudesle  a mais populosa e povoada do pais, com uma populao absoluta de 66.288.000 habitantes e uma densidade demogrfica de 71,72 habitantes por quilmelro quadrado. Abriga os Es tados mais populosos do Brasil: So Paulo (33,7 milhes) e Minas Gerais (16,5 milhes), e tambm o mais povoado, o Rio de Janeiro, com 304,59 hab.! kma. So Paulo, com 135,74 habjkm',  o 3 em densidade demogrtica, seguido do Distrito Federal, que lem 299,93 hab./kma
Urbanizao
A regio Sudeste  a mais urbanizada do pais, com 88% dcs seus habitantes vivendo em cidades, um contingente que gira em torno de 58 milhes de pessoas. Tal concentrao urbana, superior ao n dice de urbanizao do Brasil, que  de 75,2%, se d em conseqncia da importncia da atividade industrial no desenvolvimento econmico da re gio e do pais.
Agropecuria
A regio Sudeste  a mais importante do pas econo micamente, tanto no setor industrial quanto no
agropecurio.  a maiorprodutora de cat, cana-de- acar e laranja, alm de possuir o maior e melhor rebanho bovino do pas e a maior produo de leite e derivados.
Indstria
O Sudeste  a regio mais industrializada do pais, sendo responsvel por 71% do valor de produ o industrial nacional, 50% do nmero de esta beiecimenlos industriais e 55% do pessoal em pregado no setor.
A concentrao industrial do Sudeste  bastante irre gular, pois s algumas reas tm um maior adensamento de indstrias, Entre as principais esto:
 regio metropolitana de So Paulo
 regio metropolitana do Rio de Janeiro
 regio metropolitana de Belo Horizonte
Problemas de uma Regio Privilegiada
A regio Sudeste apresenta como caractenisticastun damentais:
A Regio Mais Populosa e Povoada do Brasil
Com uma populao de aproximadamente 63 mi lhes de habitantes, o Sudeste abriga 43 de cada cem brasileiros e rene os trs primeiros Estados do pas em populao. A densidade demogrfica brasi eira  baixa, uma vez que no chega a 20 habitantes por quilmetro quadrado; a regio Sudeste, entre tanto, atinge amarcade 68 habitantes parquilme tro quadrado.
A Regio Mais Industrializada do Brasil
Alm de ser a regio brasileira que apresenta a agri cultura mais desenvolvida, destaca-se pelo seu de senvolvimento industrial: o Sudeste  responsvel por mais de 70% do valor da transtormao indus trial do pais.
Com um parque industrial concentrado em torno das trs cidades mais populosas da regio - So Paul Rio de Janeiro e Belo Horizonte-, a indus trializao dessa parte do Brasil se assemelha, em alguns aspectos,  dos pases desenvolvidos do he mistrio Norte.
neografia	593
Cincias Humanas e suas Tecnologias
Desenvolvimento Econmico
Como nenhuma outra regio brasileira, o Sudeste
exerce uma grande atrao sobre a populao de reas menos desenvolvidas. Isso acarreta a super populao das grandes reas industriais e, como conseqncia, a proliferao de lavelas, com todos os probtemas sociais que as caracterizam.
Deve-se citar ainda outro aspecto problemtico do Sudeste: o padro de desenvolvimento no  uni tormeem todas as partes da regio; b desigualda des entre estados e at mesmo entre pores do mesmo estado.
flcta 9. Regio Sul
Mas, apesar de ludo isso,  a regio do pais com maior
nmero de escolas, melhcratendimento mdico-hospi talare melhores condies paraa pesquisatecnolgica; alm disso, possuia maiorfrotade meios de transporte e o mais aperteioado sistema de comunicaes.
Como a indstria, o comrcio e a prestao de servi os so as atividades que empregam mais trabalha dores na regio, cerca de 90% da populao do Su deste vive nas cidades. Essa circunstncia facilita seu acesso aos servios mdicos, de saneamento bsico, de transportes, de fornecimento de energia,
gua, alm de atividades culturais.
Diviso Poltica
A regio Sul, com 577.214 km, correspondendo a
6,8% dasupertcie total brasileira,  amenordetodas as
regies em edenso, mas seus 23.128.000 milhes
de habitantes lhe do o terceiro lugar em populao
absoluta e o segundo em densidade demogrfica.
A regio Sul  a segunda regio em desenvolvimento, aterceiraem populao absoluta,o menorespao re gional do pais, e possui populao predominantemente branca (imigrantes europeus). O tipo de relevo predo
minante so os planaltos levemente ondulados e mcli-
nados de teste paraoeste, e os rios correm para o mie riorpor causa das escarpas da Serra do Mar. O gacho  otipo humano mais caracterstico, e a criao de gado cons grande riqueza paraa regio, untamente com o caf, o primeiro produto agrcola da regio.
As duas grandes metrpoles so: Porto Alegre e curitiba; Porto Alegre  a mais industrializada, Curitiba  o centro comercial e industrial do norte da regio.
Em 1997, o Sul contava com 34 cidades com popu lao superiora 100 mil habitantes: 15 no Rio Gran de do Sul, 8 em Santa Catarina e 11 no Paran.
A urbanizao da regio Sul ocorreu recentemente e de maneira bastante acelerada. At 1970, a populao era predominantemente rural e, nessa mesma dca da, houve a inverso, causada paio xodo rural, O relativo abandono do campo se iustifica pela intensa mecanizao daagricultura, exigindo menornmero de mo-de-obra, e a conseqente industrializao nas cidades, ampliando o mercado de trabalho, e causan
594 - Geografia
do tambm grandes problemas sociais, tais como ca rncia de escotas, hospitais, moradias etc., devido grande invaso populacional nos centros urbanos.
Relevo
O relevo da regio Sul apresenta-se subdividido em seis unidades, sendo trs planaltos, duas depres ses e uma plancie, com o domnio das mdias e baixas altitudes - variando em torno de 600 a 800 m
- com exceo da faixa allnlica, que atinge marcas superiores aos 1.000 m.
Hidrografia
A hidrografia da regio Sul  marcada pela presena de trs grandes bacias: a do Paran, a do Uruguai e
a do Sudeste, sendo que as duas primeiras lazem parte da bacia hidrogrfica Platina.
O grande destaque da hidrografia regional  a Bacia do Paran, que no Brasil ocupa uma rea de 1,4 milho de km' (25% desse espao est na regio Sul) e apresenta uma enorme capacidade de gera o de energia hidreltrica. No Rio Paran-que o principal rio dessa bacia - no trecho localizado na fronteira entre o Brasil e o Paraguai, foi instalada a Usina de Itaipu, uma das maiores do mundo.
Clima
O clima da regio Sul  subtropical: os invernos so nitidos, em muitos pontos rigorosos, as chuvas bem distribudas durante o ano. Precipitaes de neves
tambm so comuns. O resultado, muitas vezes,  uma paisagem europia na regio.
Vegetao
A destruio da vegetao ocorreu, no incio, para a fixao dos colonos na rea; depois, para a utiliza o como energia a tini de implantar espaos agropecuaristas; e, mais recentemente, para atender s necessidades das grandes madeireiras e inds trias de papel e celulose- Assim, a paisagem botnica original j foi quase totalmente extinta.
Quadro Humano
A regio Sul possui uma populao absolula de 23.128.000 habitantes, o que a coloca em 32 lugar no pas, superada pelas regies Sudeste e Nordeste. O Rio Grande do Sul  o seu Estado mais populoso (9,5 milhes de habitantes), seguido do Paran (8,7 milhes de habitantes).
A regio  bastante povoada, se comparada com as demais, apresentando uma densidade demogrfica de 40,2 habitantes por quilmetro quadrado, que a classifica como a segunda do pais, atrs apenas do Sudeste. O Estado de Santa Catarina  o de maior densidade demogrlica da regio, com 50,74 habi tantes por quilmetro quadrado.
Cincias Humanas e suas Tecnologias
Agrapecuria
A economia da regio Sul sempre dependeu da agro pecuria, seja para abastecer a populao regional de alimentos, seja para a gerao de divisas com a exportao, ou para atender s necessidades da im portante indstria que l se implantou,
Hoje, a agricultura regional  uma das mais moder nas do pais e  tambm bastante diversificada, sendo responsvel por grandes produes de soja, trigo, uva e fumo, que tm um peso maior na economia da regio, alm de arroz, milho, batata, cana-de-acar, algodo, amendoim e feijo, entre outros.
Indstria
A regio Sul  a segunda mais industrializada do pas, participando com 16,2% de toda a produo nacional, sendo superada apenas pelo Sudeste, que participa com 68,7%-Entre os principais fato res de seu desenvolvimento industrial, esto as matrias-primas de origem agropecuria, produ zidas na prpria regio, a mo-de-obra qualifica- dado imigrante europeu e a presena de recursos energticos, como o potencial hidrulico e as mi nas de carvo mineral,
(
Geografia - 595
1
Ciincias Humanas e suas Tecnoto&as
Bloco e Questes de Vestibulares
303. (FUVEST)O Brasil ocupa uma rea imensa e com um quadro natural bastante diversificado. Assinale a alternativa que relacione corretamen te alguns de seus aspectos fsicos:
a) Grande parte dos velhos escudos cristalinos brasileiros integra o Planalto Meridional.
b) As regies sedimentares esto restritas s terras baixas amaznicas, quentes e midas.
c) H uma faixa larga e contnua de plancies costei ras, pouco recortadas, na orla atlntica,
d) Os problemas pedolgicos explicam a ocorrncia dacaatinga na parte orienta do Planalto Nordestino.
e) O Planalto Central corresponde, dominantemenle, ao cimatropical, com estaes secas e midas alter nadas, exibindo vegetao de cerrados.
304. (UEL-PR) A fachada costeira oriental do Bra sil, no trecho que se estende do sul da Bahia at a Paraba, possui um clima dominantemente:
a) equatorial com pequena estao seca no inverno.
b) tropical mido com chuvas de outono-inverno.
c) tropical com chuvas de vero e secas no inverno.
d) tropical seco com chuvas de vero-outono.
a) temperaturas ni* dias anuais mais ele vadas.
b) maiores mdias pluviomtricas anuais. c) maiores altitudes.
d) maiores amplitu des trmicas mensais.
e) maior ocorrncia de geadas
306. (FUVEST)
"Jos Leonardo e Antnio Vale despediram-se - e com eles o serto desapareceu, Xique-xiques e mandacarus foram substituidos por uma vegetao densa e muito verde; nos caminhos escuros os cho
calhos calaram-se; surgiram regatos, cresceraro transformaram-se em rios e atrasaram a marcha. ( de Graciliano Ramos)
o autor descreve uma viagem realizada tio Nai deste Oriental, percorrendo provavelmente:
a) Caatinga, Agreste, Zona da Mata.
b) Cerrado, Caatinga, Agreste,
c) Agreste, Zona dos Babauais, Hilia Amaznicc
d) Caatinga, Cerrado, Campos Limpos.
e) Campos Limpos, Zona da Mata, Cerrados,
301. (FUVEST) O que representam as reas pai tilhadas no mapa?
a) Bacias hidro grficas
b) Bacias sedi mentares.
c) Regies de alta pluviosidade.
d) Regies com grandes reservas de petrleo.
e) Grandes plani cies.
a) equatorial mido,
b) tropical permaner
mido.
c) tropical semi-ridi
d) subtropical midi e) tropical alternar mente mido e seco
1
e) subtropical com chuvas bem distribuidas.
305. (UNIRIO) As reas assinaladas no mapa in-	308. (FUVEST) A rea
dicam:	corresponde ao clima:
assinalada no ma
309. (FLIVEST) O perfil topogrfico represent. relevo paulista na direo noroeste-sudeste. letras A e 8 indicam, respectivamente:
596 Geogialia
a) Planalto Ocidental e Depresso Perilrica
b) Planalto Atlntico e Depresso Perifrica.
c) Planalto Atlntico e Vale do Paraiba.
d) Planalto Ocidental e Serra do Mar.
e) Vale do Paran e Serra do Mar.
31Q. (FUVEST) Em consequncia da grande extenso territorial, da posio geogrlica e da configurao do seu territrio, o Brasil  abran gido por 4 (quatro) fusos horrios, delimitados no mapa. Assim, quando em So Paulo forem 12 horas, em Manaus e So Lus sero, respecti
vamente:
a)12el1 horas.
b) li e 12horas.
c) 12 e 13 horas.
d) 13 e 12horas.
e) I e 13 horas.
311. (FIJVEST) A regio haciiurada corresponde
 ocorrncia de:
a) rebordo sedi mentar do Planal lo Meridional! onde se localizam importantes )22i- das de mangans.
b) rochas sedi mentares! onde se localizam im portantes jazidas de carvo.
c) campos e pradarias dealtitude, onde se concentra afruficuitura de clima temperado.
d) reas prirnitivarnente ocupadas pela Mata Attnti ca, hoje utilizadas para agricultura.
e) serras cristalinas! ocupadas pela criao de gado
ovir
312. {FVVEST) Domnio sujeito a climas tropicais
midos, com forte decomposio das rochas cristalinas e submetido atualmente a um con junto expressivo de processos erosivos, desci, cadeados ou acelerados pelas atividades huma loas, corresponde, no mapa, ao setor identifica do pelo nmero:
313. ftiFG-UO) Das paisagens naturais aiteradas pela construo da rodovia 'fransamaznica, as maiores mudanas em relao s condies ao feriormente reinantes foram registradas no do-
minio das:
a) chapadas tropicais com cerrados.
b) reas mamelonares tropicais tiorestadas.
c) terras baixas fiorestadas equatoriais.
d) depresses semi-ridas com caatingas.
e) coxilhas subtropicais com pradarias.
314. (UFIJ-M6) Regio planltica, recoberta primitivamente pela floresta da araucria, po voada por populaes de origem europia dedi cadas policultura. A regio atravessa atojaimen te importante processo de modernizao e im'
plantao de ind de beneliciamento de produtos agrcolas. Corresponde  bacia liidro grfica identificada no mapa pele nmero:
a)l	c)3	e)5
a) 1
Cincias Humanas e suas Tetnoiogias
b) 2
c) 3
d) 4
e) 5
b) 2
d)4
400 Iqn
Geogralia - 597
Ir
Cincias Homanas e suas Tecnologias
315. (UFSC) A Terra  dinmica. O relevo  cons trudo e destruda continuamente pelos diferea les agentes. As proposies abaixo mostram as caractersticas da estrutura geolgica dc Brasil edo seu relevo.
Assinale aquela(s) que  (so) correta(s).
01) As bacias sedimentares ocupam reduzida rea e caracterizam-se pela ausncia de recursos minerais.
02)0 territrio brasileiro possui uma estrutura geo lgica antiga.
04) O Brasil no possui movimentos geolgicos recentes, como os dobramentos modernas.
08) O nosso pais possui um relevo de altitudes bai xas, reflexo da eroso e ausncia de movimentos geolgicos recentes.
16) Os escudos ou macios antigos esto profun damente desgastados pelaeroso.
316. (FUVEST) Na bacia hidrogrfica amaznica ocorrem dificuldades para a Implantao de usinas hidreltrlcas porque ela apresenta:
a) oscilao na vazo fluvial maior que em outras bacias, o que exige grandes reservatrios e altas barragens.
b) relevo de altiplanos com sotos fhveis que dificul tam a execuo de barragens.
o) relevo com pequena variao altimtrica, exigindo extensos reservatrios que podem acarretar forte impacto ao ambiente natural.
d) relevo plano, regularidade na vazo t e ex tensa coberturatlorestal.
e) quedas d'gua nos baixos cursos dos afluentes do Amazonas, que nas enchentes dificultam a gera o de energia
SI?. (FUVEST) Os rios so perenes e as chuvas bem distribudas durante o ano. Possui tanto solos cidos e pobres em minerais como man chas de terra roxa bastante exploradas pela agri cultura. A floresta acicelifoliada (conferas), ca racterstica deste domnio, foi profundamente alterada pela ocupao humana.
O texto corresponde ao seguiote domaio mor foclimtico:
a) Araucria: planaltos subtropicais com araucria-
b) Cerrado: chapades tropicais interiores com cer rados e florestas galerias.
c) Pradarias: coxilhas subtropicais com pradai mista.
d) Mares de Morros: reas mamelonares tropicai:
atlnlicas t
e) Amaznico: terras baixas tiorestadas equatorial
318. (FUVESTI A propsito das grandes planci
e terras baixas brasileiras e de sua distribuii
geogrtica, pode-se afirmar que elas:
a) predominam em rea com relao aos planalto:
a mais continua  a planicie lilornea.
b) ocupam extenses menores que os planalt apesar de sua grande expresso na Amaznia.
c) equivalem em rea aos planaltos, com a ptani amaznica representando a metade de sua extens;
d) integram um sistema nico e continuo de der sitos sedimentares quaternrios.
e) correspondem geologicamente s bacias se mentares antigas.
319. (uFSC) Considere os versos de Asa-Brasa
Quando olhei a terra ardendo qual fogueira (So Joo,
Eu perguntei a Qeus do cu, ai!por que tanta (judiao.
Que braseiro! Que fornalha! Nenhum p de p1 (ta
Portalta d'gua perdi meu gado, morreu de (meu a/a
At mesmo a asa-branca bateu asas do ser
Eofo, eu disse: Adeus, Rosinha! Guarda con [ cora
Hoje longe, muita lguas, numa triste solicfi
Espero a chuva cair de novo pra eu volta (meu seno
Quando o verde dos teus olhos se espalha (plantao
Eu te asseguro, no chores no, viu?Eu vol (pro meu ser
(Luiz Gon
Assinale a(s) prcposigo(es) verdadeira(s).
01) A ietra da cano popular apresentada a descreve a vida e o ambiente natural da caa nordestina.
598 - Geog
Cincias Humanas e suas Tecnologias
a)	1:10.000
b)	1:100.000
c)	1:300.000	e) 1:1.000.000
d)	1:500.000
1
02) 0 cenrio descrito pela cano corresponde a urna rea onde a vegetao  higrfila e as chuvas bem distribuidas durante o ano inteiro.
04) "Que braseiro! Que fornalha! Nenhum p de plan tao", so expresses que remetem s caracteristi cas do clima Iropica! semi-rido,
essas cidades em um mapa com escala de
1 :1 00 .00 0?
a) 50 cm
b) 25cm
c) 5,5cm
08) A aridez do terrena e a pobreza do solo explicam
a exuberncia da cobertura vegetal descrita nos ver sas da cano,
d) 5,0cm
e) 2,5cm
323. (UFRS) A prefeitura de uma cidade turstica quer fazer um mapa da cidade em que constem as ruas, com seus nomes, e a localizao dos pontos tursticos, dos hotis e dos restaurantes. Para que esses objetivos sejam alcanados,  fundamental a escolha de uma escala adequa da para o mapa.
Qual das alternativas corresponde  escala mais adequada para esse caso?
16) Tanto aasa-branca como o sertanejotogem desse ambiente devido aos prolongados periodos de seca, 320. (UNAMA) A partir dos anos3o do sculo XX, o espao brasileiro passou por uma fase de re cordao, quando deixou de ser um pas de po pulao predominantemente rural. Este proces so de urbanizao apresenta como uma de suas caractersticas:
a) inexistnciade excedentes populacionais nas gran des cidades, as melrpoles.
b) formao de apenas trs grandes metrpoles: Rio de Janeiro, So Paulo e Porto Alegre.
c) intenso dinamismo econmico nas cidades con sideradas centros regionais, impedindo ou dificul tando as migraes para as metrpoles.
324. (FUVEST) A cidade de So Paulo est situa da no tuso borrio 45' Oeste. Quando em So Paulo forem 13 loras, que horas sero numa cidade localizada no fuso 75' Leste?
a)	5horas	c) IS horas	e) 21 horas
b)	11horas
325. (UNISA-SP) As horas, no Brasil, esto atrasa das em relao a Greeawich porque:
a) as horas do dia variam de acordo com a longitude,
d) 19 horas
d) maior concentrao populacional em alguns pontos do pais, em especial as metrpoles, princi palmente onde h concentrao industrial.
b) o meridiano inicial passa a oeste do Brasil.
c) somente sobre o mesmo meridiano  que temos a mesma hora.
e) um setor primrio hiptrtrofiado, em que predomi nam trabalhadores avulsos e subempregados.
321. (FIIVEST) Algumas caractersticas demo grficas prprias de pases em desenvolvimento ainda apresentadas pelo Brasil so:
a) baixa natalidade e baixa mortalidade infantil, gran de participao de velhos na populao.
d) todo o territrio brasileiro se situa no hemisfrio ocidental.
e) existe diferena entre hora local e hora oficial.
b) alto ndice de crescimento, mortalidade infantil ele vada, grande participao de jovens na populao.
c) maioria da populao distribuda pela rea rural, taxas crescentes de natalidade e mortalidade,
326. (UNAMA) Um avio estava na seguinte pos o: latitude 45' N e longitude 90W quando o relgio marcava 10horas da manh. Nesse ins tante, ele emitiu um pedido de socorro, que foi captado numa base localizada na latitude 313' ti e longitude 45' 1. que horas marcava o relgio da base?
d) desequilbrio na distribuio geogrfica e baixo Indice de mobilidade da populao.
a) 1 hora
c) IS horas
d) 7 horas
e) maioria da populao vinculada ao setor prim rio, crescimento da populao rural em ritmo mais intenso que a urbana.
322. (UFRS) A dlstucia entre Porto Alegre e So Leopoldo  de 25 km. Qual a distncia entre
e) 16 horas
b) 19 horas
327. (ACAFE-SC) A Terra executa movimentos no espao muito importantes para a existncia e manuteno da vida. Sobre os movimentos de rotao e transiao, a alternativa verdadeira :
a) entre 21 de maro e 21 de junho, o hemisfrio meridional encontra-se na primavera.
Ceogralia- 599
Cincias Humanas e suas Tecnologtaa
b) a inclinao do eixo da Terra e o movimento de Iransiao explicam a existncia das estaes do ano.
c) a Terra descreve, ao redor do Sol, uma rbita
circular.
d) devido  sua rbita, a Terra permanece sempre com a mesma disfncia em relao ao Sol.
e) a conseqncia do movimento de rotao  so mente a interierncia na circulao atmosfrica e nas correntes martimas.
328. (VFPE) A(s) rota(s) area(s) que darf o) maior probabilidade aos passagelros para obser var o Canal da Mancha, o Rio Tniisa e as guas do Mar do Norte (so}:
a) MadrVAtenas	d) Copenhague/Moscou
b) Lisboa/Oslo	e) Sfia/l-telsinque
c) Roma/
329. (UFMG) Observe os planisfrios, construdos
a partir de projees diferentes. Com base na
anlise e na interpreta o dos planisfrios, to das as alternalivas esto corretas, exceto:
a) a representao correspondente ao Planisfrio 1 expressa as reais propores entre os diferentes continentes que compem a superficie terrestre. b) a representao correspondente ao Planisfrio 2 mostra deformaes de reas que so tanto maiores quanto mais elevadas as latitudes.
c) a representao correspondente ao Planisfrio 1 possibilita a percepo correta da configurao das massas continentais, principalmente nas regies intertrOpicais.
d) a representao correspondente ao Planisfrio 2 utilizada intensamente na navegao area e mar tima pela viabilidade de setraarem nela, com preci so, os rumos de uma rota.
e) a cartografia das reas situadas nas latitudes supe riores a 6O t e S invivel nas duas representaes devido ao excesso de deformao decorrente do processo de projeo.
600 - Beografis
330. (FGV4P) Observe o texto: O navio de sal menfo deve atingir o ponto de... com 1V de... ar de. - - 0, para efetuar o resgate dos nufragm Complete a frase de modo correto:
a) posio geogrfica; longitude; latitude
l coordenadas geogrficas; latitude; longitude c) latitude; longitude; posio geogrtica
d) longitude; latitude; posio geogrtica
e) latitude; coordenadas geogrticas; longitude 331. (UFMCJ Todas as alternativas apresem Informaes corretas sobre as diferentes tom usadas para expressar a posio geogrtica Brasil, exceto;
a) a posio atlntica, considerada uma vanta para o pas, tendo em vista o papel desse oceano relaes comerciais internacionais, tende a ser nos valorizada com a ampliao do comrcio er os pases da orla do Pactico.
la) a posio austral  depreciada em tuno da premacia dos paises do Norte, desenvolvidos, bre os pases do Sul, predominantemente sub senvolvidos.
c) a posio equatorial tem sido vatorizadaem ra da importncia atributda, na atualidade biodiversidade que caracteriza a extensa porc territrio nacional incluida nessa rea.
d) a posio ocidental  valorizada, pois a popi o brasileira identitica-se com os valores do m do ocidental e aspira a atingir o padro de vida nveis econmicos dos paises ricos desse Nor
e) a posio subtropical  desvalorizada por considerada a fonte de vrios problemas nacion ao dotaro pas de climas deslavorveis s ativida econmicas.
332. (UFSC) Com base no mapa a seguir, assir as proposies corretas.
a)O co pais sul-ameri cano que tem suas terras distribudas por trs tiemistri os: o Norte, o Sul e o Oeste.
b) Santa Catarina est situada total mente ao Sul do
Planisfrio 1 Proieo Moo Perera
Planistrio 2 Projeo Mercarar
e) O ponto 'A' tem como coordenadas geogrficas
0 de longitude e 60 de latitude Oeste.
d) O Noite e o Nordeste so as duas nicas regies
dc Brasil totalmente localizadas em zona intertropical. e) O Brasit faz fronteiras com todos os pases da Amrica do Sut, com exceo do Chile e do Equador
334. (UPMG) Sobre a populao brasileira, pode mos afirmar, exceto:
a) apesar dos contrastes regionais, o Brasil  um dos pases mais povoados do mundo.
b) o processo de urbanizao acelerado aps 1960 e mtodos contraceptivos ajudaram no declirlio das taxas de natalidade.
c) como a maior parte da populao brasileira pos sui baixa renda, sua expectalva de vida ser tambm relativamente baixa.
d) a regio Nordeste, apesar de ser a segunda mais populosa, apresenta grandes contrastes na distri buio espacial da populao.
e) o grande nmero de inativos, como conseqn cia da composio etria, represenla um pesado encargo  parcela ativa da papulao brasileira.
Esta explos5o populacional  resultado, entre outros fatores:
a) do aumento da taxa de mortalidade, b) do declinio brusco da taxa de natalidade.
c) da reduo violenta do crescimento vegetativo.
d) da reduo violenta do crescimento vegetativo e da elevao da taxa de mortalidade.
e) do declnio da taxa de mortalidade.
336. (tfF-VIGSA-MGj
- As taxas de natalidade vm diminuindo paralela- mente a um processo de urbanizao que se inten sificou aps a industrializao.
I - Ocorreu nas ltimas dcadas um envelhecimento da populao, com um aumento do nmero de ido sos e adultos e com uma pequena reduo na por centagem de jovens.
I - uma das causas mais significativas do xodo rural est ligada  capitalizao do campo, e  conse q modernizao que introduz mquinas e tc nicas modernas de cultivo.
1V-A intensa urbanizao que vem ocorrendo no Brasil est dissociada do processo de metro polizao, uma vez que o aumento mais consider vel na populao urbana corresponde ao das cida des de pequeno porte.
Com base nesses Itens, pode-se afirmar gele s corretos:
a) apenas os itens I lhe IV
ti) apenas os itens li e lii
c) apenas os tens liii e I d) apenas os tens 1,11 e III
e) os tens 1,11,111eV
Cincas Humanas e suas Tecnologias
Trpico de Capricrnio, o que influencia na sua ca-	335. (FAAP) Analise o grfico que retrata o cres
racterizao climtica,	cimento da populao brasileira.
Esto corretas:
a)b-d-e	c)todas
b) apenas a	d) nenhuma
50
120
110
l
55
la
70
ao
50
40
30
20
H
e) a - c - e
/
333. (FAAP) Observe o mapa e responda  esto.
Predoneia na regio norte o clima:
a) equatorial b)tropical
c) semi-rido
d) tropical de altitude e) subtropical
Geogralia a 601
-1
Cincias Humanas e suas Tecnologias
337. (MACK-SP)  comum no Nordeste o desloca mento de populaes do Agreste e das regies semi-ridas do Serto para a Zona da Mata. So pessoas em busca de trabalho na zona canavieira que voltam aos seus lugares de origem depois de terminada a poca da colheita. Esse movimento recebe o nome de:
a) nomadismo
b) migraes pendulares
c) migraes sazonais
d) transumncia de pastoreio
e) nomadismo comercial
338. (FUVESI) Em relao  imigrao italiana para o Brasil, em sua fase mais importante, po demos afirmar que:
a) foi dirigida para reas coloniais novas, organizadas em grandes propriedades nos vales do Itajale Tubaro. b) foi planejada visando criar reas coloniais novas, estruturadas com base em pequenas propriedades no Estado de So Paulo.
c)tormou os importantes ncleos coloniais de Gaxias do Sul e So Leopoldo, respectivamente, em Santa Catarinae FUo Grande do Sul.
d) reforou o contingente deempregados rurais servin do  cultura comercial do caf no infedorde So Paulo. e) convergiu inicialmente para as reas urbanas, constituindo um proletariado a servio do setor se cundrio na cidade de So Paulo.
339. (UNAMA) A intensificao do processo de ocupao da Amaznia  recente. No contexto dessa ocupao,  expressivo destacar a(s):
a) industrializao, que proporciona absoro de mo-de-obra dos recm-chegados  regio
b) ferrovias, que se constituem no mais importante fluxo para a circulao regional dos produtos. o) atividade pastoril, que se intensiticou com a im plantao de projetos agropasloris, evidenciando a vocao natural da regio para essa atividade.
d) atividade extrativavegetal racional, surgida com a criao das chamadas "reservas extrativistas", que proporcionaram  regio uma mudana em seu perfil econmico.
e) expanso das fronteiras agricolas: a regio, nas ltimas dcadas, transformou-se em uma das pou cas alternativas de acesso  terra para o pequeno produtor.
602 Qoogra
340. (FAAP-SP) No Nordeste, a economia at senta dificuldades para progredir; em tenhlo5 dustriais, o "gargalo" mais significativo enc tra-se na:
a) falta de mo-de-otra qualificada.
b) inex desistema de transportes adequ;
c) talta de disponibilidade energtica suficiente.
d) falta de uma pclitica de incentivos do gove
federal.
e) resistncia oferecida pelo grupo que contro indstria da seca.
341. (UCSAL-BA) A vegetao do Pantanal  cipalmente:
a) florestal, com presena da mata tropical.
b) formada por arbustos e grama entremeados palmei ras.
c) o extremo sut da ftoresta amaznica.
d) formada porcampos geraise algumas reas restais esparsas.
e) complexa, formada por vrios tipos de paisapt
342. (IINB-DF) Na Centro-Oeste predominam qc formas de relevo?
a) chapades
b) planaltos escarpados
c) planicies sedimentares
d) escarpas de planalto e uma baixada sedimen e) extensa plancie cristalina
343. (CESBRANHIO)Na regio Nordeste, a dive dade do quadro natural produziu ocupaes ferenciadas. A regio que apresenta a ice o baseada na subsistncia  chamada:
a)ZonadaMata c)Serto e)Matadoscc
344. (FATEC.SP)
Ano
1950
1960
1970
1980
1991
Brasil
136,6
105,2
92,0
87,3
51,0
Nordeste
206,9
183,6
149,3
130,0
83,0
b) Agreste
d) Meio Norte
Evoluo daTaxade Mortatidade Infantil
(1 950-1 991)
Associando-se os dados da tabela aos conheci mentos que temos sobre o Nordeste, podemos afirmar que:
a) as taxas de mortalidade infantil do Nordeste 5 semelhantes s das demais regies brasileiras b) a implantao da indstria de forma generalizada no Nordeste provocou sensvel diminuio da mor tatidade infantil,
e) o aumento da produo de cultivos destinados alimentao na zona do Agreste e do Serto contri buiu para a diminuio da mortalidade infantil. d) a sensNel diminuio do plantio de cana-de-a' ca na Zona da Mata nordestinafacilitou a diversifica o de cultivos destinados  alimentao, diminuin do a mortalidade,
e) a mortalidade infantil continua elevada trai relao  do Brasil, devido aos problemas econmicOs e sociais ainda no superados.
345. (MACK-SP)  incorreto afirmar sobre a eco nomia brasileira que:
a) afaixa litornea mdado Nordeste  caracterizada pelo predomnio da tradicional agricultura comer cial em torno de grandes propriedades
b) o Planalto Ocidental paulista concentra suas ativi dades numa policultura comercial, especializada em agroindstrias.
e) a economia rural transformou-se em fornecedora de matrias-primas para o setor industrial.
d) modernizando aagricultura, a regio Centro-Sul vem mecanizando cadavez mais as suas atividades.
e) na regio Centro-Oeste, nas ltimas dcadas, as atividades indusiriais vm ultrapassando as agropecurias acabando. destatorma, com as tradi cionais atividades regionais.
346- (FGV-SP) Considere as afirmaes abaixo sobre as regies brasileiras:
1 - No tem uma participao marcante na indstria nacional. As cidades cresceram e sua populao urbana, que somava cerca de 25% em 1950, pas sou a mais de 80/e na dcada de 1990. "A regio no  mais um vazio demogrfico nem uma rea onde se praticava, quase exclusivamente, uma pe curia superextensiva O setor primrio moderni zou-se, a agricultura de gros tomou vulto." (Arbex Jr&Bacicolic)
I - A grande diversidade de produtos da agricultu ra, fruto da forma de ocupao pela imigrao, vai
Cincias Humanas e suas Tecnotogias
gradativamente dando lugar  homogeneizao baseada em alguns produtos como a so)a e o trigo. (..) Sua industrializao apoiou-se historicamen te na presena de matria-prima de origem agropecuria e na mo imigrante" (Garcia &Garavello)
As afirmates leU referem-se s regies:
a) Centro-Oeste e Sul
b) Nordeste e Sudeste
c) Norte e Sul
e) Centro-oeste e Sudeste
d) Norte e Sudeste
341 (FIJVESTI
"O periodo de 1974 ai 983 representa o alastramento 0 o territrio brasileiro, (...) O Par, MaranhoeeXteriloNofle deGod5-atu
-vo representararea mais sangrenta do pais." Aviolncia mencionada no texto intensifica-se a partir dos anos 70, provavelmente devido:
a)  luta travada pelos posseiros de Trombas e For moso para a organizao das Ligas Camponesas contra as injustias sociais do campo.
b)  interveno da SUDENE 0 mental de assentar excedentes demogrficos do Nordeste nessa rea.
e) ao perigo representado pelo grande contingente de nordestinos que vieram especialmente para o tra balho da extrao do ltex nas seringueiras. d)  luta pela posse da terra nas reas de maior con centrao dos profetos agropecurios incentivados basicamente pela SUDAM.
e)  revolta de indigenas e pees contra os posseiros que se apoderam ilicitamente de suas terras por meio de ttulos falsos ou grilados
348. (UNESP) A urbanizao acelerada ocorrida no Brasil durante os anos 50 e 6 provocou, en tre outros fatores, o surgimentO de favelas nas grandes cidades- Entre as caractersticas fsi co-sociais das favelas, relacionadas abaixo, assinale a incorreta-
a) Alto ndice de mortalidade infantil.
b) Significativo adensamento populacional
c) Carncia de saneamento bsico.
d) Populao empregada na economia informal-
e) Ocupaes regulares de terrenos pblicos e pri vados.
Geografia 603
r
4
Cincias Humanas e suas Tecnologias
349. (UFRS) O capitalismo "selvagem" e depen dente  predominante no Brasil e tem se mani festado no meio ambiente pelas seguintes ca ractersticas:
a) as devastaes florestais so praticamente inexistentes na Amaznia, onde se observa que a primeira natureza se mantm intacta.
b) as metrpoles ainda apresentam baixos indices de poluio, pois possuem sistemas de controle de emisso de gases das chamins e escapamentos de veiculos.
c) as reas verdes nas grandes e mdias cidades correspondem s medidas internacionais de 16 m por habitante, como as de muitas cidades eu-
ropias,
d) as reas rurais tm sido poupadas dos problemas ambientais, especialmente aquelas que passam por um processo de modernizao agrria.
e) os intensos desmatamentos, as queimadas, a monocultura e a pecuria tm levado  desertificao de reas agrcolas, principalmente no Nordeste e no Rio Grande do Sul,
350. (UEL-PR) Sobre a rea assinalada com
o nmero VI  correto afirmar que apresenta
clima:
a) tropical, domnio de chapades recobertos por cerrados e ocupao baseada na policultura ex tens iva,
b) tropical de altitude, domnio de planaltos recobertos de araucrias intensamente utilizadas para o extrativismo vegetal,
c) subtropical, domnio das coxilhas recobertas por pradarias largamente utilizadas pela pecuria de corte.
d) subtropical, dominio de terras baixas recobertas de vegetao de carvo e xisto betumirioso.
e) tropical de altitude, do minio de planaltos des gastados com "ilhas" de vegetao ttorestal em meio a estepes e ocupao ba seadaem minifndios.
351. (FMTM) Em terras do Rio Grande do Sti Paran, duas lavouras comerciais mantm o s ocupado durante o ano todo pelo sistema oultivos continuas. Assinale a alternativa indica, corretamente, esse binmio.
e) cacau e arroz
353. (FMTM) Na Amaznia brasileira, empres nacionais e internacionais toram responsveis grandes reas de desmatamento. No entanto, produo agropecnria regional no se benefici muito com esse processo, pelo tato de as referid empresas estarem mais interessadas em:
a) garantir a posse t a valorizao das terras. b) aumentar a produtividade das terras, c) garaneir a fertilidade natural do soto, d) aumentar os investimentos em pecuria leitein e) garantir a posse dos territrios indgenas, 354. (UFES-ES) Identitique o tato geogrfico no est correto:
a) o planalto meridional brasileiro  formado pi Serra Geral, constituda por rochas arenitic baslticas, e pela Serra do Espinhao, modelada rochas do complexo cristalino brasileiro,
b) As serras do Mar e da Mantiqueira fazem parte macios cristalinos do sudeste brasileiro.
c) A Chapada Diamantina forma na Bahia o divisor guas dos rios que drenam diretamente para o ano Atlntico e daqueles que vo ter ao Rio So Fra cisco pela margem direita,
d) O relevo da Amaznia caracterizado pela plani e pelos planaltos peritricos  grande plancie.
e) O relevo do Nordeste  marcado por duas fei topogrficas: a Borborema e os grandes planalt sertanejos.
a) algodo e trigo	d) soja e algodi
b) soja e trigo	e) arroz e teijo
c) arroz e soja
352. (FMTM) Na Zona da Mata nordestina, di produtos agrcolas destacam-se como os mi importantes no cenrio agrcola das grand propriedades, ocupando a maior parte das tu ras e da mo-de-obra rural. Tais produtos sc a) cana-de-acar e tibras vegetais
b) cacau e algodo
o) cana-de-acar e melo d) cana-de-acar e cacau
604 - Geografia
-
1
355. (SELESSUL) As migraes podem ter causas econmicas, polticas e religiosas. Entre as mi graes provocadas por causa econmica po demos citar a dos:
a) udeus, que abandonaram a Alemanha durante o perodo nazista.
b) muulmanos, queabandonaram a ndia para viver no Paquisto aps a independncia dos dois pases. c) italianos, que vieram para o Brasil na poca da expanso da agricullura cateeira.
d) udeus para Israel aps a Segunda Guerra Mundial.
e) brasileiros para o Paraguai aps a queda de Lopez. 356. (SELESSUL) Entre as conseqncias que o processo de urbanizao trouxe para o Brasil, de
a) a alta taxa de natalidade.
b) o aumento de reas verdes urbanas.
c) o aumento do indice de analfabetismo.
d) o aumento da mo-de-obra especializada.
e) a diminuio da mo-de-obra no campo. 35?. (UERJ) No conjunto das regies metropolita- ias brasileiras, a do Rio de JaneIro vem se desta cando nas ltimas dcadas porapresentar um dos reais baixos ndices de incremento demogrtice. A forte desacelerao de seu crescimento populacional deve-se fundamentalmente :
a) elevao da taxa de mortalidade, ligada ao aumen to daviolncia na rea metropolitana.
b) reduo da taxa de natalidade, promovida pela polirca municipal de planeamento tamiliar, c) elevao do fluxo migratrio para a periferia me tropolitana, preferida pela qualidade ambiental,
d) reduo da capacidade de atrao de fluxos mi gratrios, relacionada  baixa oferta de empregos. 358. (DEMO) Observe o perfil morfolgico da Ba cia Amaznica.
A regio indicada pela letra 9 representa:
a) plancies e terras baixas da Amaznia.
b) regio de plancie, onde predominam processos de decomposio.
c) rea de planaltos crista com processo de eroso.
d) rea de plats sedimentares, com processo de eroso,
e) rea do Planalto Central ao sul, rea do Planalto das Guianas ao norte.
359 (UEMO)
"0 pais do caf, do eca-tatu, possui urna respel base industrial e concentra 70% de sua populao em reas urbanas,.. Contudo, o campo brasileiro continua produzindo sangue cassistindo, como no passado, ao desfile de bandeiras vermelhas, entre multido de miserveis, agora sob o tomando do MST. (Follta de 5. Pauto, 19/5/96)
Abaixa esto relacionadas as microrregies onde ocorrem - em maior nmero e Os mais graves - conflitos de terra, exceto:
a) Desre de So Paulo
b) Sul do Par
c) Noree do Paran
d) Tringulo Mineiro
e) Regio central de Santa Catarina
350, (DEMO) Em todas as alternativas abaixo, a correlao entre a formao vegetal e o relevo esto corretas, exceto:
a) Domnio Amaznico - plancies e baixos plats.
b) Domnio do Cerrada - chapadas.
c) Domnio da Mata deAraucria-planicies.
d) Domnio da Caatinga - chapadas e /nse/bergs.
e) Domnio das Florestas Tropicais - escarpas e mares de morros.
361. UFOP) Caracterlzam.se como grandes mo vimentos da populao brasileira, exceto:
a) deslocamento de sucessivas levas de nordestinos para Amaznia, durante a tase da borracha, entre 1870 e 1912.
b) ocupao das reas marginais  zona aucareira nordestina no perodo de expanso do produto, ao fim do sculo XVI.
Cincias Humanas e sua, Tecnologias
c
o
Rio
Ciogralia - 606
Cincias Humanas e suas Tecnologias
c) ocupao do Planalto Mineiro, do Mato Grosso e Gois, provocada peta descoberta de minas, no s culo XVIII.
d) povoamento da regio centro-oeste porpopulaes oriundas das antigas reas de colonizao do Rio Gran de do Sul, nos primeiros decnios do sculo XX.
e) penetrao no agreste e serto nordestino no s culo XVI em funo da atividade pastoril.
362. (PASES/UFII-MG) Brasilia, atual capital brasi leira, foi projetada h pouco mais de quarenta anos, durante o governo de Juscelino Kubitschek. A proposta de centralizao geogrlica do poder poltico-administrativo nacional de JK seguia exemplos anteriores, desde o tempo do Brasil- colnia. Naquele perodo, a partir da descoberta de ouro na regio central do pais, tornou-se ne cessrio o deslocamento da sede do poder colo aial, transferindo-o do Salvador para urna outra localidade, que permaneceu como capital do pas at 1960, ocasio em que houve a transferncia para Braslia. A segunda capital brasileira foi:
a) So Sebastio do Pio de Janeiro.
b) Recife.
c) So Paulo de Piratininga.
d) Vila Rica.
e) Olinda.
363, (UFOP) O clima brasileiro que apresenta maior amplitude trmica :
a) equatorial
b) subtropical
d) tropical e) tropical de altitude
364. (UCMG) A rota martima estabelecida entro
os portos de Laguna e lmbituba (Santa Catarina),
e Angra dos Reis e Rio de Janeiro, destaca-se
pelo transporte de:
a) carvo mineral.
d) produtos agrcolas. b).derivados da pecuria. e) produtos alimenticios. c) madeira.
365- (CONTACEM) As osinas hidreltricas dos rios
Tocant Parnaiba e So Francisco so, res pectivamente:
a) Castelo Branco, Tucuruie Paulo Afonso.
b) Paulo Afonso, Castelo Branco e Tucurui.
c) Paulo Afonso, Tucuruie Castelo Branco.
d) Tucuru, Paulo Afonso e Castelo Branco.
e) Tucuru, Castelo Branco e Paulo Afonso,
366. (PUC-PR) Conforme o Projeto Gran
Carajs, o minrio de ferro extrado da Serra
Carajs dever ser
a) exportado pelo porto de Itaqui, no Maranho
b) exportado pelo porto de Belm,
c) aproveitado nas usinas siderrgicas do sudoet
d) utilizado totalmente nas usinas siderrgicas regio Norte.
e) incorporado ao sistema de Icomi.
367. (PUC-PR) H, no Brasil, quatro grandes redores de exportao. Os terminais de dois les situam-se na regio Sul, nos portos de:
a) Itajai e Porto Alegre.
b) Antonina e Paranagu.
o) Laguna e Pelotas.
d) Paranagu e Rio Grande.
e) Porto Alegre e Imbituba.
366, (UEL-PR) No Brasil, representam reas expulso e de atrao da populao, respei vamente, o:
a) norte goiano e a grande Belo Horizonte.
b) sul paraense e o Vale do Jaguaribe.
o) oeste paulista e o interior da Amaznia.
d) recncavo baiano e o Vale do Ilaja.
e) serto do nordeste e o ABC Paulista.
369. (PUC-PR)  correto afirmar que, fisio ficamente, a Brasil  um pais amaznico, quase 50% de seu territrio est na Amaz Legal, que se compe das Unidades Polticas regio Norte, s quais so acrescidas parte
Estados:
a) Mato Grosso do Sul, Piaui, Maranho.
b) Mato Grosso e Maranho.
o) Bahia, Mato Grosso e Piau.
d) Gois, Maranho e Piaui.
e) MaIo Grosso, Mato Grosso do Sul e Gois.
370. (CESCRANRIO) Com referncia ao prec se de industrializao e modernizao da e nomia brasileira, Helga iloftmann alirma:
Brasil, contado, o Interesse pelo tema nau-se especialmente intenso a partir constatao, amplamente divulgada desdt
c) semI-rido
606' Geografia
fins da dcada de 60, de que, em nosso caso, um ritmo de industrializao e nebanizao dos mais acelerados era acompanhado de um n dice de absoro de mo-de-obra pela inds tria dos mais baixos do mundo." Este modelo de industriatizao, no entanto, provocou pro fundos efeitos na estrutura socioeconmica do nosso pais, dos quais so verdadeiros os seguintes, exceto:
a) aprofundou a diviso de trabalho entre campo e cidade, representada por uma especializao cres cente.
b) propiciou a transferncia deatvidades artesanais e manufatureiras para a cidade, antes realizadas no campo.
c) aabsoro relativamente pequena de mo-de-obra na indstria fez crescer desoompassadamenle a ocu pao no Tercirio.
d) a oterta de no-de-obra maior que a procura, na economia urbana, criou inmeras lormas de desem prego e subemprego.
e) a acumulao de capital, que passou a ser leita rapidamente, no chegou a afetar a distribuio de renda da populao como um lodo.
311. (COLGIO I4AVAL-RJJ O xodo rural brasiteiro:
a) aumenta a populao rural.
b) aumenta a populao urbana.
o) condiciona um aumento de populao relativa do pais.
d) determina uma corrente migratria das cidades para o campo,
e)  conseqncia da melhoria da condio socioeconmica da populao rural,
372. (UFSC) Este cho sem (amanho que, durante tanto tempo permaneceu catado, vazio e quase mor ta, viu suas pastagens enriquecidas e suas terras corrigidas e tertilizadas."
O texto refere-se  ocupao:
a) da campanha gacha, com a pecuria intensiva,
b) do Vate do Paraiba do Sul, com a pecuria leiteira,
c) do oeste paranaense, com o cultivo da soja.
d) do cerrado mineiro e goiano, com o cultivo da soja e do arroz,
e) do norte paranaense, com o cultivo do trigo.
Cincias Humanas e suas Tecnologias
373. (UFSCJ Em relao ao Estado de Mato Gros so do Sul, criado pelo desmembramento do Es tado de Mato Grosso, so certas todas as afirma tivas com exceo de uma. Assinale a afirmativa errada:
a) O novo Estado est na rea de influncia de So Paulo, com escassas relaes, do ponta de vista eco nmico, com o norte.
b) A parte sul  menor, mais povoada e de maior concentrao urbana,
c) A rede ferroviria  pequena, destacando-se ape nas a E. F. Noroeste, que, partindo de Bauru (SPj, atinge Corurnb at Santa Cruz dela Sierra (Bolivia).
d) O Estado sotre um desenvolvimento orescente com a construo das rodovias de integrao na Amaz nia, como a Braslia-Acre e aCuiab-Santarrn,
e) Sua capital  Camporande, importante plo eco nmico, secundado pelos subplos de Corumb e Dourados,
374. (IIFSC) Considere as atirmaes retereotes ao sistema ferrovirio brasileiro.
- O atual sistematerrovirio continua sendo obso'
teto.
li-A flede Ferroviria Federal SfAfoi criada em 195T com o objetivo de reorganizar, equipar e melhoraro sistema ferrovirio.
111-0 sistematerrovirio sempre visou  integrao regional.
IV - O grande desenvotvimento terrovirio ocorreu na segunda metade deste sculo, com odesenvolvi' mento da agricutrura cateeira,
So corretas as atiomativas:
a)tlle b)Iell c)lelV d)llettt
375. (LIFSCJ
e) ile IV
A partir de 1980, o pais escandalizou-se com as freqentes noticias de casos de anomalias congni tas ocorridas (...) associadas  poluio. Esse muni cpio paulista localizado na Baixada Santista, junto  Serra do Mar, tornou-se um centro de grande con centrao industrtal, As inmeras indstrias do com plexo petroqu(mico (...) lanam no ar grande quan tidade de potuentes entre os quais o dixido e trixido de enxofre (pelas indstrias de petrleo), fluoretos (principalmente pelas industrias de tertilizantes), gs sulfdrico, amnia (...), cido sulfrico, cloro e monxido de carbono e tantos outros. Esses
Ceogratia - 601
1 -
e
Este texto refere-se a um municpio e a uma vila que ostentam a fama de ser "o lugar mais po luido do planeta". Assinale a alternativa que corresponde aos mesmos:
a) Vila Soc no Guaruj- SP
b) Vila Brasilndia em So Paula - SP
c) Vila Capuava em So Bernardo da Campo - SP
d) Vila Barcarena no Embu - SP
e) Vira Parisi em Cubato - SP
376. (UFSC) Assinale a alternativa correta:
a) So Paulo tem se caracterizado por ser uma me trpole onde a questo da violncia no existe mais, em funo dos planos governamentais que tm feito crescer a oferta de empregos e elevar os salrios reais dos trabalhadores.
b) As capitais regionais no Brasil so cidades provi das de toda infra-estrutura industrial e agrcola, com o problema de dficit habitacional solucionada gra as  a o do B N E
c) A questo habitacional no Brasil est resolvida, poiso governo da Nova Repblica, com o objetivo de resgatar a dvida social para com os trabalhado res, est implantando grandes projetos de constru o de habitaes extinguindo com isso as favelas do pais.
d) As metrpoles brasileiras tm se caracterizado pela elevada concentrao demogrfica e industrial e pela deficincia no setor habitacional.
e) A Baixada Fluminense  urna regio do Grande Rio caracterizada pela presena do maior parque indus trial do pais e por ser local de resistncia da popula o rica da cidade.
377. (UFSC) O Brasil, ocupando o quarto lugar ao mundo em terras 000tauas, depois da Unio Sovitica, Canad e China, conta com uma van tagem bastante expressiva, que  a seguinte:
a) espao integralmente habitvel.
b) nivel de desenvolvimento elevado.
c) espao habitado.
d) tropicatidade,
e) ausncia de grandes elevaes,
608. Geografia
378. (SELESSLIL) A Regio Nordeste pode si dida em duas partes: e Nordeste agrcola e deste pastoril. Aponte uma das caracteri do Nordeste pastoril:
a) localizado no litoral oriental b) boa pluviosidade
c) vegetao: caatinga
d) rios perenes
e) grande densidade populacional
379. (FVVEST)
'Quando o pessoal via ns como matulo na:
tas j sabia:  corumba, Era tempo que che empreiteiro da usina aucareira, o cabo, e cha aquelas turmas, 10,12 at trabalhadores de umo Ah dona moa, ningum segura o trabali do agreste nas trovoadas de janeiro, aquilo  festa, ver que j pode botar roado no seu sitio, tar sua mandioca, seu milho, seu feijo" (1 Saies, Agreste, Agreste)
O texto reproduz palavras de um agricultor
a) se dedica  pecuria e migra sazonalmente o serto,
381. (PUC'PR) H, no Brasil, quatro grandes redores de exportao. Os terminais de dois les situam-se na regio Sul, nos portos de:
a) Itajale Porto Alegre.
b) Antonina e Paranagu.
c) Lagunae Petotas.
d) Pararagu e Rio Grande,
e) Porto Alegre e Imbiluba,
1
A
Cincias Humanas e suas Tecnologias
poluentes so gradativamente absorvidos por seus moradores, provocando srias alteraes fisiolgi cas (,,,). A populao residente nos bairros mais pobres  a mais afetada,'
b) se dedica a culturas do mercado e migra de vamente para a Zona da Mata,
c) se dedica  agroindstria e migra sazonajrc do Agreste parao serto,
d) se dedica a culturas de exportao e migra da rural para a zona urbana,
e) se dedica a culturas de subsistncia e migra nalmente para a Zona da Mata,
380. (IIFM-MA) O Rio Amazonas recebe esse exatamente:
a) ao penetrar no Brasil, b) desde a sua nascente,
c) na confluncia dos rios Negro e Solimes, d) ao passar em Manaus.
Cincias Humanas e suas Tecnologias
382. (FATEC.SP) O cais de Santana, em Macap,
 especializado na expoi'tao:
a) da juta e da castanha-do-par
b) do minrio de ferro.
e) do cacau.
d) do minrio de mangans.
e) nUa,
383. (UEM-PRj Associe corretamente a segunda coluna com a primeira:
(1) Parecia, Guimsrea, ( ) Pitonisa Nordestino Veadeirot
(2) Araripe, Apadi, Ibaiapaba
(3) Tacuniaque, Navio, Acara
(4) Canastra, Martiqueira, Espinhao
(5) Mararaju, Esperana. Caips
a) 5 -3-4-1 -2
b) 2-3-1 -5-4
c) 2-5-4 _3_.
384. (UFM-MA) O clima subtropical brasileiro  caraterstica dos Estados de:
a) Sanca Catarina e Rio Grande do Sul
b) So Paulo e Pernambuco
c) Paran e Par
d) Rio de Janeiro e Paralba
385. (UFM-MA) Dada atropicalidade do pas, csrios brasileiros so, na sua grande maioria, de origem:
a) Nival,	b) Glacial.	c) Pluvial.	d) Misto.
386. (VEM-MA) Mata de lgap  um tipo de vege tao curacteristica da:
a) Floresta Amaznica. c) MataAtlnuica.
As questes 337 e 388 reterem-se ao mapa abaixo:
387. (tIEPA) Observando-se o mapa, podemos alinitar que:
a) a capital do Territrio de Roraima, assinalado no mapa com A,  Boa Vista, enquanto a capital do E Rio Branco.
b) os Estados E, C e O so atravessados pela linha do Equador,
c) o maior Estado Brasileiro  o Amazonas, identifi cado no mapa por O.
d) so Estados interioranos na regio Norte A,
C, E e E.
e) o ponto extremo norte do Brasil  a Serra do Caburai, situada no Territrio de Roraima, enquanto
o extremo oeste  a Serra de Contamana, no Estado do Amazonas, identificado com C, no mapa. 388. )VFPA) Na cidade de Belm, situada no Par, soS horas- Que horas sero nos Estados Moa titicados no mapa com G e E?
a) rt)7e6liocas
e) 8 e 7 horas
As questes 389 e 390 esto ligadas aos textos 1 e I apresentados abaixo:
- "Cuanda, em fins de 1977, as guas represadas pela barragem de Sobradinho atinglrtm a capacida de mxima do imenso lago, de 370km de extenso, que se formar no extremo norte do serto baiano. ostortes ventos da regio podero formar ondas de at 3,5 rn de altura."
li - Desde o sculo passado, as tradicionais barcas do rio, tona calado de 1,20 me que navegam com gua quase at o convs, figuram como o principal meio de transporte comercial para centenas de cida des, lugarejos e fazendas ao longo de 1.300 cm, desde Pirapora em Minas Gerais, at Juazeiro e Petrolina, na divisa da Bahia e Pernambuco."
389. (UEMt'} Ou acordo com informao cantida no texto 1, pode-se afirmar que, a curto prazo:
a) o clima do serto baiano sofrer moditicaes.
b) a rea agrcola irrigada no Nordeste ser baslanle ampliada.
c) a vegetao da caatinga desaparecer, pelo me nos na Bahia.
d) a caatinga ser substituida porformao vegetal mais rica em espcies.
-J
Planalto das Guianas
Planalto central
Planalto Meridianal
Planalto Atltrtica
d) 5-3- 1 -2-4 e) 3-5-4-1 -3
b) iDe I horas
e) Se 5horas
b) Mata de Araucria.
d) Cerrados,
Geografia' 6Q9
1
Cincias Humanas e sujas Tecnologias
390. (UEMT) Como conseqncia das informa es contidas nos textos I e II, barqueiros, indus triais e cerca de mil pessoas que trabalham, direta ou indiretamente, ligadas  navegao do mdio So Francisco, esto vivendo momentos de grande expectativa que se refletem num:
a) otimismo, provavelmente porque as guas do imenso lago poro fim aos freqentes encalhamentos das barcas que atualmente navegam as guas rasas.
b) otimismo, provavelmente porque o percurso na vegvel ser aumentado, proporcionando comr cio mais amplo.
c) pessimismo, provavelmente porque, navegando oom gua at quase o convs, as barcas eslariam impedidas de cruzarem guas agitadas,
d) pessimismo, provavelmente porque o percurso navegvel ser diminuido, impedindo o comrcio em importante trecho do norte de Minas Gerais. e) pessimismo, provavelmente porque o transporte fluvial entre Pirapora e Juazeiro ser impossivel para qualquer tipo de barco ou navio.
391 .(ENG. ITA,JUB) No Brasil, existem trs gran des regies climticas:
a) equatorial, temperada e desrtica
b) equatorial, tropical e subtropical
c) tropical, subtropicale temperada
d) desrtica, equatorial e tropical
e) subtropical, desrtica e temperada
A questo 392 esU ligada aos textos 1 e I apre sentados abaixo:
- "O Sudeste, desde sua ocupao agrcola, ca racteriza-se por grande dinamismo e elevado crescimento demogrtico, decorrentes, em par te, de sua condio de principal centro de atra o dos fluxos de migraes internas do Pas"
I - 'Os vazios do oeste paranaense e catarinense e
do Sul do Mato Grosso vm pioneiras partidas do Sudeste, sobretudo de So Paulo e das ve lhas zonas coloniais do Sul."
392. (UFBA) Sobre os textos acima, pode-se afir mar qoe:
a) se contradizem, l que o primeiro nega o segundo.
b) no se relacionam,j que o primeiro trata de mi graes e o segundo, de frentes pioneiras que par tem de outras reas.
610 - Geografia
_	-L
c) se relacionam, j que o primeiro trata da econo do Sudeste e o segundo, da expanso dessa ecc mia para outras reas.
d) se relacionam, Iri que ambos tratam de probler demogrficos do Sudeste,
e) so complementares, j que ambos tratam de graes internas em diferenles reas do territrio 1 sileiro.
393. (UNIFOR-CE) Considere o mapa apresent:
abaixo.
O conlunto de rios indicados no mapa torna prioritrio para a
a) elaborao de
projetos de irriga o que capacitaro o Brasil a tornar-se o p ri n oipal abas tecedor de gneros agricolas do Mercosul.
b) construo de hidrovias que facilitaro o sistema de transporte entre os pai do Mercosul.
c) organizao de pro jetos ecolgicos que te- co como objetivo pre servar a biodiversidade da regio com vistas fu tura integrao pela Aba.
d) construo de microhidreltricas que abas ro de energia as novas reas industriais criada regio graas ao Meroosul.
e) organizao de projetos internacionais de ins o de colnias agropastoris, destinadas a aba cer os paises membros da Aba,
394. (UNIFOR-CE) Duas reas brasileiras, caractersticas naturais distintas, tiveram a curia como fator de ocupao e povoame
As reas a que o texto se refere so:
a) o Serto nordestino e o oeste de So Paulo.
b) a Campanha gaoha e a Zona da Mata mine
c) A Zona da Mata mineira e o norte de Mato Grc
d) o Serto nordestino e a Campanha gacha.
e) o oeste de So Paulo e o norte de Mato Grot
.
395. No comrcio Internacional, a posio lo Brasil coma pas "subdesenvolvido industrializa do' lhe confere o papel de grande:
a) abastecedor de produtos alimentcios industriali zados do mundo.
b) exportador de matrias-primas beneficiadas como lerro-gusa e aluminib.
c) lornecedor de produtos agrcolas, platrias-pri mas e tambm de produtos industriais.
d) exportador de produtos da indstria de bens de capital.
e) produtor de matrias-primas de grande valor no mercado.
396. (IINIFOI Analise o grfico apresentado abaixo.
A leitura do grfico e seus conhecimentos sobre
a dinmica demogrfica brasileira e mundial
permitem afIrmar que:
a) o forte crescimento da esperana de vida est relacionado  melhor distribuio de renda entre a populao, tato indito na Amrica Latina.
b) embora seja considervel o crescimento da espe rana de vida, a mdia brasileira  interior a de alguns pases lati no-americanos.
c) o crescimento da esperana de vida no alterou a composio etria da populao, fato que torna o Brasil o pais com maior percentual de jovens da Amrica btina.
d) apesar da constante elevao da esperana de vida, o Brasil continua senda o pais de mais baixos percentuais de velhos da Amrica Latina.
e) o aumento da esperana de vida elevou a posio do Brasil  liderana nos Indices de Desenvolvimen to Humana (1DM) da Amrica Latina.
391. IUNIFOR-CE) No Nordeste, esta vegetao ocupa parte dos Eslados do Maranho, Piaui e Bahia e est relacionada com a predominrlcia de um clima tropical com uma estao chuvosa e
Cincias Humanas e suas Tecnologias
outra seca, tato que propicia o aparecimento de vegetais de razes profundas e folhas pequenas recobertas de cera."
l texto refere-se  vegetao de:
a) cerrado. c) caalinga. e) florestas residuais.
b) cocais.	d) campos su)os.
398. (UNIFOR-CE) Considere ogrlico e as afirma es abaixo.
Nordeste: Dcmicilios com abastecimento inadequa do de gua (%)
- Os Estados nordestinos com maior rea no Polgono das Secas so aqueles que apresentam pior abastecimento da gua.
I - Os trs Estados mais industnializados do Mordes te tm melhor abastecimento de gua.
III -Todos os Estados que possuem terras na regio do Potigono da Seca tm deficincias de abasteci mento de gua.
l - Os dois Estados menos urbanizados do Nor deste so aqueles que apresentam os maiores percentuais de domicilios inadequadamente abas tecidos de gua,
Esto corretas somente:
a)Ietl b)Iellt c)leIV d)Ilelll e)tlleIV
399. (IJEMA)A reta traada sobre o mapa davege fao do Maranho mostra-nos, ordenadamen te, de A para 1, os seguintes tipos de vegetao:
______________	1
ti
1940 0950 1960 1970 1980 0991 9906 Fonto: luar
Seogralia - ali
Cincias Humanas e suas Tecnologias
a) Campas Inundveis, Floresta Amaznica. Cerra do, Mata dos Cocais e Vegetao Litornea.
b) Campos Inundveis, Floresta Amaznica, Vege tao Litornea, Mata dos Cocais e Cerrado.
e) Vegetao Litornea, Campos Inundveis, Floresla Amaznica, Cerrado e Mata dos Cocais.
d) Floresta Amaznica, Cerrado, Campos Inundveis, Mata dos Corais e Vegetao Litarnea.
e) Floresta Amaznica, Campos Inundveis, Vege tao Litornea, Mala dos Cocais e Cerrado.
400. (UEMA) Um viajante que se desloca da foz do Ourupi  foz do Parnaiba encontra, eni seu traje to, aspectos geogrficos que caracterizam a li toral maranhense, exceto:
a) muitos encofllros de rios formando esturios. b) reas salinares de maior produo do Nordeste.
e) a maior rea de manguezas do Brasil.
d) uma das reas mais piscosas do Brasil. e) extensas reas marcadas pelos lenis mara nhenses,
401. (UEMA) lhe limitrofe do Maranho, com 2.7l km'e mais de 70 ilhas recobertas por florestas de manguezais, dunas, igaraps, lagoas e praias, cujo deita representa o nico em mar aberto das Amricas e um dos trs maiores do mundo:
a) l'oeantins	e) Gurupi	e) Pamaba
402. (URU) Tendo como ideologia o lema "terra no se ganha, se conquista", milhares de traba lhadores rurais, pessoas oriundas das favelas e periterias jarbanas, desempregados ou sub-em pregados, que formam o MST, mobilizam-se em diversas pontos do pais. Pontal do Parana' pateema (SPJ, Marab (PA) e Corumbiara (E so fortes exemplos dessa luta. Esse movimento no campo  uma conseqncia da(s):
a) falta de crditos bancrios para os lavradores e pequenos proprietrias rurais.
b) dinmica de expanso de fronteiras e expropria o dos camponeses.
c) mecanizao da agricuttura, requerendo mais es pao para ptantar.
d) insatisfao generalizada dos Irabalhadores que conclarnam para a reforma agrria.
e) precrias condies de armazenamento e colheita da produo agrcola.
403. (UEMA) Nos ltimos anos, o Bras experienciado mudanas substanciais lao ao movimento m Milhares soas deixam sua ferra em busca de me condies de vida. Os pases de maior coni de brasIleiros so:
a) Chile, Paraguai e Argentina, b) Estados Unidos, Paraguai e Japo.
c) Angola, Estados Unidos e Portugal. d) Bolivia, Frana e Peru.
e) Estados Unidos, Japo e Alemanha. 404. (VEMA) So fatores que colocam o Br; situao privilegiada, se comparado a pases do mundo, apesar de enfrentar sri biemas que exigem stiperao ImedIata:
a) a devastao de nossas florestas.
b) a diversidade das regies geogrficas.
e) a variedade de recursos minerais e hidrici
d) a diversilicao dos produtos de exporta
e) b ec esto corretas.
405. (UEMA) No Brasil, cerca de 32% da re cola nacional  constituda porferra para produtiva, voltada 'a especulao imobili conseqncia disso:
a) a oterta de empregos ao pequeno trabalh
b) uma grande produo agrcola.
e) a excelente relao de trabalho na zona r d) a perpetuao dos domnios dos lalitond e)a participao do Brasil no mercado deexpe
.406. (UNEB-84) Os conhecimentos sobre do Brasil permitem afirmam
a) 1 corresponde ao clima equato rial, com chuvas concentradas no inverno, tempe raturas elevadas e estaes deti
nidas,
b) I corresponde ao clima semi-rido, com distribuio irregular de chuvas, elevadas temperaturas e apresenta a maior amplitude trmica do B
b) Mearim
d) flapecuru
A
Bl Geografia
c) til evidencia o clima tropical, com chuvas bem distribuidas durante o ano e pequenas amplitudes lrrniicas,
d) IVoaracteriza o ctma subtropical, com ctttNas bem distribudas e estaes mais delinidas.
e) V corresponde ao clima tropical mido, com Ve res amenos e baixas temperaturas, possuindo o mais alto indice pluviomtrico do pais.
407. (UNEB-BA) Com base tios conhecimentos sobre os movimentos da populao brasileira e suas conseqncias, pode-se alirmar que:
a) o movimento mais expressivo da populao bra sileira  o pendular.
b) o movimento pendular 000rre do campo para as grandes cidades.
c) a imigrao foi o movimento que permitiu o po voamenlo da regio Sul.
d) o xodo rural  o movimento que s ocorre no
Bras
e) a transumnoia. no Brasil, s ocorre na regio Su deste, em luno do desenvolvimenlo econmico.
408. (UNEB-BA) Os conhecimentos sobre os seto res das atividades econbmicas no Brasil permi tem afirmar que:
a) a populao brasileira rural est sendo absorvida pelo setor secundrio.
b) a hipertrofia do setor tercirio revela a falta de qualificao da mo-de-obra e a retrao do merca do de trabalho.
e) o setor primrio absorve a grande maioria da populao ativa.
d) a populao que vive no espao urbano  absor vida predominantemente pelo setor primrio.
e) o avano tecnolgico contribuiu para o cresci mento da populao que trabalha no setor secun drio.
409. (UNES-BA) Como catacterstioa da a tura brasileira pode-se citar:
a) a elevada produtividade.
b) o predomnio da agricultura de subsistncia.
o) a grande dependncia dos fatores naturais.
d) o predomnio de empresas rurais.
e) a utilizao da mo-de-obra sazonal nas culturas
de subsistncia.
Cincias Humanas e suas Tecnologias
410. (IJNEB-BA) Com base nos conhecimentos sobre os sistemas agrcolas, pode-se concluir que:
a) o siseema itinerante  utilizado nas regies onde a agricultura  capitalizada.
b) a agricultura itinerante  praticada de forma inten siva, mas a produtividade  muito baixa.
o) a agricultura de jardinagem  amplamente utiliza dano Nordeste, principalmente nas reas do cultivo da cana-de-acar.
d) a p/anration  o sistema agrcola que utiliza gran des extenses de terra e monocuttura.
e) as grandes empresas agrcolas s atuam no Nor- desae e sua caracterstica principal  a utilizao de mo-de permanente.
411. (UI4EB-8A) O produto agrcota que mais se expandiu nas ltimas dcadas no Brasil foi:
a) o arroz cultivado no Paran, que tem grande valor no mercado internacional.
b) o fumo, cultivado principalmente na Bahia e no Rio Grande do Norte, com produo destinada ao mercado interno.
c) o cacau, cultivado no sul da Bahia, cuja produo  absorvida totalmente pelo mercado americano. d) a borracha, cultivada na regio Amaznica, que alcanou elevado preo no mercado interno devido ao crescimento da indstria automobilistica.
e) a soja, cultivada, entre outras reas, no Oeste Baiano, no Rio Grande do Sul e no Paran, cujo des tino  o mercado externo.
412. (UNE Sobre as metrpoles brasileiras e reglies metropolitanas, pode-se atinnar quer
a) as metrpoles nacionais so Brasfia e So Paulo.
b) o Brasil possu nove regies metropolitanas, trs delas na regio Norte, onde o crescimento das capi tais  o mais recente e acelerado do Pais.
o) as metrpoles regionais so todas as capitais dos Estados que constituem uma regio.
d) a conurbao ocorre  medida que as cidades se vo expandindo horizontalmente.
e) uma rego metropolitana  constituda exciusi vamente do municpio onde est situada a capital do Estado.
413. (liMES-DA) Sobre o desenvolvimento indus trial brasileiro, pode-se afirmar que:
a) todas as regies brasileiras possuiam iguais condies econmicas e de intra-estrutura que
Ceopralia - 623
__________r
II
1
t
Cincias Humanas e suas Tecnologias
possibilitariam a industrializao, porm, pordeci so apenas poltica, ela concentrou-se na regio Sudeste.
b) as indstrias de bens de consumo duriveis, so bretudo a automobilstica, tiveram como marco ini cial a dcada de 50.
c) a entrada do capital estrangeiro na economia ia dustrial possibtitou uma melhor distribuio de renda  populao.
d) com o chamado milagre brasileiro", ocorrido na dcada de 70, ficou constatado um grande desen votvimento alcanado pela populao do pas.
e) a industrializao do pas fez diminuir as diferen as regionais.
414. (IJNEB-BA)ASVDENE foi criada com a finali dade de:
a) explorar o petrleo exislente na regio.
b) mecanizar o campo para diminuir atome da po pulao regional.
e) construir ferrovias objetivando a integrao da regio ao processo produtivo nacional.
d) promover o desenvolvimenlovisando adiminuir os contrastes regionais.
e) povoar o semi-rido para impedir o xodo rural.
415. (IIP1EB-BA) Com base nos conhecimentos sobre a regio Nordeste, pode-se concluir que:
a) o Nordeste  o principal produtor agropecurio do pais.
b) a policultura para fins comerciais  praticada so bretudo na Zona da Mata,
e) a tradio da prtica da pecuria intensiva na re pio tem cantribuido para evitar o desgaste do solo.
d) o segmento industrial do Nordeste esteve sem pre ligado  concesso de incentivos criados pelo
governo.
e) o sistema de p tio no  mais utilizado no Nordeste porque se trata de uma monocultura que apresenta baixo rendimento.
416. (UNEB-BA)
"Implanlar, ou no, uma retarmaagrria, independe da vontade exclusiva de pessoas ou partidos. A re forma agrria, narnedidaem que interfere na ques to da 'propriedade privada',  alvo de presses contrrias e, ao mesmo tempo, contraditrias de v rias camadas da populao, tais como trabalhado-
G - Ceografia
res agricolas, proprielrios de terras, burguesia (Pereira. p. t7t)
Com base no texto e nos conhecimentos espao agrrio, pode-se concluir que:
a) a agricultura  uma das atividades econc que mais dependem do meio natural, permitir nterombio comercial entre pases de zonas ficas diferentes.
b) o processo de colonizao e de ocupar sofreram os paises do Terceiro Mundo destr esquemanativo de produo, implantou as cri de subsistncia e desarticulou a estrutura indu existente.
o) urna reforma agrria implica to-somente buir terras para os que no as possuem.
d) todos os patses quej efetuaram sua retormaal se tornaram desenvolvidos e independentes er miramente.
e) uma reforma agrria etirtente transfere par populao urbana para o meio rural, reverter processo de urbanizao.
417. (IINEB-BA) Com base nos conhecime sobre os recursos minerais do Brasil, pof afirmar que:
a) a regio da Serra dos Garajis detm a maio, duo de minrios de ferro do Pais e encont hoje em mos da United States Steel, que cor tambm a sua exportao.
b) o Quadriltero Ferridero responde por quase o minrio de ferro destinado s siderrgicas nais situadas na regio Sudeste,
e) aCcmpanhia Vale do Rio Doce atua exclusiva te na explorao do ferra do Estado de Minas Gi d) a Serra dos Garajs constitui a maior ano' geoligica do mundo, porm s o minrio de pode ser economicamente explorado.
e) o ferro  o recurso mineral mais importan Brasil e suaexportao  realizada, sobretudo, portos de Santos e Paranagu.
416. (IIFPA) A definio das fronteiras nt' no Brasil esteve associada  expanso
voament ao controle da terra e/ou do ar de recursos ou ainda a estratgias geopol de ocupao e organizao territorial. Na znia, a definio dos limites pottico-adu frativos estaduais teve, certamente,
1
motivaes. A criao dos territrios federais do Amap, Roraima e Rondnla em 1944:
a) foi motivada por preceitos geopoliticos de ocupa o e controle territorial das reas de fronteiras da regio norte do Brasil.
b)foi motivada por movimentos separafistas que ti veram como base a estruturao e organizao da(s) sociedade(s) local(is).
c) foi motivada por conflitos entre diterel gru pos sociais, pelo controle da terra e pelo acesso aos recursos naturais e tiorestais existentes nesses terrtt rios.
d) foi motivada por contlitos entre os governos esta duais do Amazonas e do Par e governo federal pela apropriao de excedente econmico gerado pela explorao exfrativista da borracha.
419. (UEL-PR) Considere as seguintes afirmaes
sobre a hidrografia brasileira:
1 Apresenla lagoas tectnicas, formadas pela ocu pao das depresses pelo mar, como a Lagoa dos Patos (RS) e a flodrigo de Freitas (RJ).
I
I
A ocorrncia de rios tempordos  predominante no serto nordestino, onde o ctimasemt-rido.
Predominam rios de planicie, tacitttando o apro veitamento do potencial hidreltrico.
Todos os rios brasileiros, com exceo do Ama zonas, possuem regime pluvial.
Esto corretas somente:
d)llelV
420. (UFMIMA) Os campos limpos so formaes vegetais caracterizadas:
a) por possuirem espcies vegetais de grande porte.
b) pela ocorrnia de poucos vegetais de grande porte.
c) pelo predomnio de arbustos.
d) por possuirem somente vegetao herbcea.
42L (uFrbvMA) O crescimento vegetativo da po pulao consiste:
a) na relao entre as taxas de natalidade o mortali dade.
b) na elevao do indice de natalidade da popu lao.
Cincias Humanas e suas Tecnologias
c) no crescimento populacional decorrente da mi grao.
d) no nmero de nascidos vivos em cada mil habi tantes.
422. (U. CAXIAS DO SU1-RS) Um grupo de gegrafos, em setembro de 1998, partiu do Rio Grande do Sul em direo a Roraima para visitar
o Monte Caburai. Considerando a diferena ho rria entre os dois estados e o tempo de dez horas de viagem, os gegrafos, para chegar a Roraima s 11 horas, deveriam ter partido de Porto Alegre s:
d) 8 horas.
e) 9horas.
423. (SELESSUL) A indstria de papel e celulose do Brasil localiza-se, principalmente, em So Paulo e no Paran, porque, dentre outras cau sas, utiliza madeiras brandas, oriundas:
a) da floresta Amaznica. d) dos cerrados.
e) da araucria.
o) das caatingas.
424. (SELESSUL) No Brasil, as precipitaes de neve ocorrem exclusivamente nas reas de do mnio do clima:
a) equatorial.
b) semi-rido.
d) tropical.
425. (FCC-BA) A questo est relacionada como grfico apresentado a seguir.
Parttoipaa da regiia x ao quantidade produzida de fumo, trina e sota
reaio X
autuo regies
Na legenda do grfico, a lefra X pode ser substi tuida por:
o) Centro-Oeste
d) Sudeste
.0
e) uda.
a) 3 horas.
b) 5 horas.
c) 7 horas.
b) dos cocais.
a) 1 e I
c) subtropical.
b) te I
c) I e I
e) I e IV
IDO-
a) Norte
b) Nordeste
1
e) Sul
uleogralia - 615
Cincias Humanas e suas Tecnologias
426. (UFRS) Na dcada dei 970)38, o crescimento vegetativo do Brasil foi de 2,42% ao ano, verifican do-se um decrscimo em relao  dcada ante rior, quando o crescimento foi de 2,99% ao ano. Aponta-se como uma das causas desse decrs cimo:
a) o programa de controle de natalidade desenvolvi do pelo governo.
b) a queda na taxa de natalidade.
c) a abertura de novas frentes pioneiras.
d) o aumento de produtividade no setor primrio.
e) a dislribuio mais uniforme da renda nacional. 427. (UFRS) Um dado comum a todas as regIes brasileiras :
a) o baixo indice de urbanizao.
b) a insuficincia de energia para provimento de ati vidades econmicas.
c) o equilibrio na distribuio da populao. d) a maior concentrao da populao ativa no setor tercirio.
e) a maior proporo de populao ovem na compo sio etria.
428. (UFPA) A Siderrgica de Volta Redonda, estrategicamente estabelecida para receber o
RESPOSTAS:
303. e
311.
319.21
327.
335. e
343.
351.
359.
367.
375. e
383.
391.
399. e
407.
415.
423. e
ferro de Minas Gerais e o carvo de Sa Catarina, localiza-se no vale do rio:
a)Tiet.	e) Doce.
b) Paran.	d) Jequitinhonlia.
429. (SELESStIL) Na regio Sudeste, os mal produtores de cana-de-acar so:
a) So Paulo, Paran e Minas Gerais. b) So Paulo, Paran e Rio de Janeiro. e) Minas Gerais, Esprito Santo e Rio de Janeirc d) Rio de Janeiro, Bahia e Minas Gerais. e) So Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.
430. (UFRN) Recebendo baixos salrios e condies econmicas para habitar nas des cidades, os trabalhadores moram em sr bios distantes, s vezes a dezenas de lmetros dosseus locais de trabalho, sendo gados a deslocar-se da casa para o trabal desse para casa, diariamente. Esse movim do trabalhador  conhecido por:
a) movimentos sazonrios. b) movimentos pendulares. c)emigrao.
d) imigrao. e) migraes internas.
1
e) Paraba do
.
304.
312.
320.
328. b
336.
344. e
352.
360.
368. e
375.
384. a
392. e
400. a
408.
416- e
424.
305.
313.
321.
329.
337.
345. e
353. a
361.
369.
377. a
385.
393-
4411. e
409.
417.
425. e
305. a
314. a
322.
330-
338.
346. a
354. a
362. a
370. e
378.
386. a
394.
402. d
410. d
418. a
426. b
307.
315. 30
323. a
331. e
339. e
347.
355.
363.
371. b
379. e
387. a
395-
403.
411. e
419.
427. e
308. e
316.
324. e
332.
34tc
348. e
356. e
364. a
372. d
380. c
388-
396. b
404. e
412. d
420. d
428. e
309. a
311. a
325-
333. a
341. e
349. e
357.
365. e
313.
381.
389.
397. a
405. i
413. b
421.0
429. e
310.
318.
326.
334.
342.
350.
358.
366.
374-
382.
390.
398.
406.
414.
422.
430.
616 . Qeogralia
1
Portugus nos Concursos Pblicos
Portugus nos Concursos Pblicos
1. (TTN) Assinale a frase incorreta quanto 'a neo tuao grfica:
a) Afuncionria remeter os formulrios at o inicio do prximo ms,
t) Ningum poderia prever que a catstrofe traria tamanho nus para o pas.
c) Este voo est atrasada; os senhores tem que em barcar pela ponte aerea e fazer ccnexo no Rio para Florianpolis.
d) O pronunciamento feito pelo diretor na assem blia revestia-se de carter inadivel.
e) Segundo o regulamento em vigor, o rgo com peferafe tomar as providncias cabveis.
2. (TTN) A coiecordncia nominal est incorreta no item:
a) " um filme para aquelas pessoas que tm uma certa curiosidade sobre si mesmas." (Spielberg) b) "Salvo alguns desastres, obtm-se bons resulta dos, desde que no se tente tilcsotar no palco de maneira confusa," (T. Guimares)
c) Ficaram bastantes contrariados com a negligncia de algum companheiro durante os treinamentos. d) A folhas vinte e uma do processo encontra-se o comprovante do pagamento,
e) Estando o carn e a procurao anexos ao pro cesso, faltavam-lhe dados para explicar o caso.
3. (T'TN) Marque o conjunto de palavras que completam da lorena mais adequada as lacu nas do texto.
"Levo - nesta Meca dos seringueiros - vida e fatigante. Foi um esta parada
obrigatria, que no sei at quando se prolongar. Mas resigno-me, bem certo de que a minha boa vontade no afrouxar com ________ e contiante na minha abstinncia _,_,, no reagir ao clima." (Euclides da Cunha)
a) tumulturia; plcida; mau; tampouco; espartana. b) movimentada; tormentosa; mau; tampouco;
monstica.
c) tumulturia; perturbada; mal; to pouco; espartana.
d) tumultuada: tranqila; erro; tampouco; religiosa. e) deserta; esttica; equvoco; tampouco; monstico,
618 Concursos Pblicos
4. (TTN) Marque o texto em que Onolre erre pontuao.
a) "Os estabelecimentos fundados por portu ses, l pelos anos de 1 618, comeavam no
quase sob o Equador, e terminavam em Canar alm do trpico.
b) Entre uma e outra capitania havia longos e:
os desertos, de dezenas de lguas de extens populao de lngua europia, cabia folgadam em cinco algarismos.
c) A camada intima da populao era formada escravos, filhos da terra, atricanos ou seus des dentes.
d) Os filhos da terra eram menos numerosos pouca densidade originria da populao ind na, pelos grandes xodos que os afastaram da ta, pelas constantes epidemias que os dizimar pelos embaraos, nem sempre inteis, opesto seu us vizamento.
e) Acima desta populao, sem terra e sem libe de, seguiam-se os portugueses de nasciment origem, sem terra, porm livres: leitores, mes de-acar, oficiais mecnicos, vivendo dos salrios ou do feitio de obras encomendad (Capistrano de Abreu, com adaptaes)
5. (AFC) "Na Idade Mdia, ao contrrio da te oficial, o carnaval era o triunfo de tema espe de liberao temporria da verdade domine e do regime vigente, da abolIo provisri; todas as relaes hierrquicas, privilgios 1 bus." (M. Bakhtin, A Cultura Popular na Ir Mdia e no Renascim ente. So Pauto, Iluc Brasilia, Ed. da (toB, 1987.) Indique o ftem que as festas cliciais da idade Mdia so ca teriradas de acordo coem o que se deprce do texto acima.
a) essas festas, elaboravam-se fcrmas espe'
de comunicao, francas e irrestritas, impregn:
de uma simbologia da alegre relatividade das dades e autoridades no poder.
b) Essas festas tinham por finalidade a consa o da desigualdade; nelas, as distines hi' quicas destacam-se intencionalmente.
c) Eram autnticas testas do tempo futuro.
alternncias e renovaes.
-i ,
PortuguS aos Concursos Pblicos
d) Essas festas opunham-se a toda perpetuao, a toda regulamentao e aperfeioamento, apontavam para um ideal utpico.
e) Conlraslando coro a excepcional segmentao em estados e corporaes da vida diria, essas festivida des sustavam a aplicao dos cdigos correntes de etiqueta e comportamento.
6. (AFC) Assinale a opo correta.
a) Essa medida  aquela que, ainda ontem, nos pe diram para implement-la.
b) Se eu no mais o vir, espero que voc saiba convenc-lo de que suas reivindicaes nada tm de sensatas,
c) Todas as questes que tinham na prova reduzi am-se a algumas poucas exceses.
d) No o comunicamos antes o ocorrido devido s modificaes que foram introduzidas,
e) No se cogilou de assunto to delicado que, como se observou, muitos de ns sequer conhecamos o seu significado.
in (A) sociedade, como a contempornea, divi dida por vrias "filosofias' e por diversos 'huma nismos", tornaja (A) difcil  (C) razo estabelecer critrios nicos quejflt (O) permitam distinguir, com eficincia, obem do mat,averdade do erro,eobelo do feio, Ela no oferece, por isto, ao homem contempo rneo convi (E) seguras, mas apenas, opinies vacilantes em todos os domnios da atividade huma na (Sobral Pinto, com adaptaes)
a)A	b)B	c)C	d)O	e)E
8. (TRT/SPJ Assinale o trecho que (ci transcrito tona erro de concordracia.
a) 'No combate  fome ho germe da mudana do Pais, Comea por rejeitar o que era tido como inevitvel. 1" Todos podem e devem comer, trabalhar e obter uma renda digna, ter escola, sade, saneamento bsico, educao, acesso  cultura,
c) Ningum deve viver na misria. Todos tm direito  vida digna,  cidadania,
d) Fora disso, s existem a presena do passado no presente, projetando no futuro o fracasso demais uma gerao.
e) A sociedade existe para isso eoEstado, a potica, os partidos, as instituies, as leis s tm sentido como instrumentos dessas garantias." (Herbert de Souza)
9. (TRT)SPJ Indique o trecho que apresenta pon tuao incorreta.
a) " impossvel que o caminho da mudana no Brasil seja aberto com exptoses soc'mis. Aenergia que pode ser usada agora para fazer um futuro diferente est, aparentemente, em outras fontes de transformao. b) E preciso observar que h mudana no Brasil, Ela no corre, mas anda. No corre, mas ocorre. c) Seus sinais esto, por exemplo, no melhoramento das cidades em plena crise da administrao federal, no basta  corrupo, no movimento pela tica na politica, na emergncia de movimentos em favorda mulher, da criana ou da ecologia, no anti-racismo. d) So antdotos contra a cultura autoritria que sem pre ditou a receita do desastre social. Eles esto na confluncia de duas tendncias,
e) Parte da elite, no quer viver do apai'theid sul africano e, cada vez mais, os pobres querem sua cota de cidadania," (Nerbert de Souza)
"Meu pai eu nem mesmo sei quem , Eu seio nome dele porque a minha me me contou, mas eu nem lembro de ter visto ele. A bem dizer eu e meus irmos s tivemos mesmo foi me, Aonde ela ia, ns ia. Ela casou trs vezes mas ns sempre ficamos com ea", Com base nessa tala,  correto estabelecer qual infernc
a) Anstabilidade dc grupo domstico e sua dinmica afetam a concepo defamia e a rede de parentesco. b) O conjunto de parentes com os quais uma pessoa de tato mantm contato regular, trocando risitas e ser vios,  marcado pelo predomnio da figura paterna. c) Em algumas comunidades, marca-se o conceito de famlia pelatora dos valores masculinos associ ados  paternidade.
d) Nas famlias com chefia feminina, os filhos do sexo masculino associam-se aos homens parentes do pai, para suprir a ausncia paterna
e) Relaes de compadrio surgem nas organizaes domsticas com forte domnio feminino,
I (AFTN) Indique a opo que d seguimento ao perodo seguinte, respeitados os requisitos te coeso e coerncia do texto.
"A estatizao na economia brasileira se aprofundou em um perodo histrico em que a interveno esta tal nos setores de infra-estrutura, insumos bsicos e
Concuesos Pblicos 619
5 ' -
10. (AFTII) teia com ateno o depoimento abai xo, extrado do livro 4 Fam rija das Mulheres,de
7. (TRI/SPj Indique o item sublinhado que apre- t(Iaas Woortmann:
senta erro quanto ao padro culto da lngua,
w
Portugus nos Concursos Pblicos
r ri
servios pblicos era vista (...)" (Octvio Tourinho e Ricardo Vianna)
a) no apenas como benfica, mas como necessria para a consolidao da produo ou prestao de servios naqueles setores.
b) sob a ptica de uma polilica de atuao estatal privalista, alicerada tanlo em investimentos internos quanto em financiamentos estrangeiros.
c) pelos meios acadmicos e intelectuais como me dida necessria para implantar no Pas a livre con corrncia cuja comercializao de bens de consu mo sup rfluos.
d) enquanto oportunidade histrica, social e econmi ca, cujo resgate da 'divida social" que havia se acumu lado com as camadas mais carentes da populao. e) como a forma mais eticaz de implantar no mbito da estera pblica, de que  tributria a parcela mais necessitada e pobre da sociedade brasileira.
12. (AFTN) Assinale, entre as substituies pra-
pastas, a que corrige adequadamente o erro do trecho seguinte:
"Se algum se deter em olhar natev, delalhadamenle, o rosto do presidente Femando Collor, vai verificar que esto aparecendo alguns tios de cabelos brancos em sua cabea". (Jornalde Brasilia, 26/3/91, p. 7)
Substituir:
Por:
a)
alguns fios de cabelos brarcos
algu mas cts
b)
em sua cabea
era suas tmporas
o)
deeer
detiver
)
tev
televiso
e
em olhar
a observar
13. (AFTN) Indique operado correto:
a) Se voc reaver seus cruzados relidos, empreste- me algum dinheiro,
b) Setu reaveres teus cmzados retidos, poders me emp restar uma parte?
o) Caso voc reaveja seus cruzados retidos, pode me emprestar-me uns cem mil?
d) Se eu reavesse meus cmzados retido, emprestar- te-ia uma parte.
e) Todos neste pais reaveremos os cruzados blo queados, nos prazos estipulados pela lei.
14. (AFUfl Marque o conjunto que apmsenita uma concordncia no compatvel com a nonna-padro.
a) Atitudes e gestos belicosos, Belicosas atitudes e gestos.
620- Concursos Pblicos
b) Amor e ira eternos, Eterna ira e vingana.
c) Os preocupados pai e me. Os famosos Machado e Alencar.
d) Seguem em anexo as fotos. Seguem anexas as lotos,
e) Os candidatos no eram nenhum bobocas, No votaram em candidato nenhum.
15. (AFTN) Indique a seqncia de palavras completa adequadamente o texto abaixo, d do-lhe coerncia e objetividade.
"Josu de Castro, autor do livro A Geografia Fome, dizia que a cana-de-acar  uma lave
ra	41) porque devora tu
em torno de si,	(2) terra!
mais lerras, dissolvendo o hmus do so (3) as pequenas cu in
tesas e o prprio capital humano, do qual sua cul ra tira toda a vida.' (Folha de S,Pau,lo, 21/5/94
a)
autatrlica
sd
3
reservand
autocida
estrancand
p
autctone
o
pau perizaeid exaurindo:
d)
auttaga
engolindo
16. (AFTN) Indique a opo que completa c coerncia e coeso o trecho abaixo (extrado Manifesto dos Pioneiros da (durao Nova
Na hierarquia dos problemas nacionais, nenhi sobreleva em importncia e gravidade ao da edu o. Nem mesmo os de carter econmico lhe 1 dem disputar a primazia nos planos de reconst o nacional. Pois, se a evoluo orgnica do sis ma cultural de um pais depende de suas condii econmicas,
a) subordina-se o problema pedaggico  ques maiorda filosofia daeducao e dostins a que dev se propor as escolas em todos os nveis de ensir b)  inipossivel desenvolver as foras econmi ou de produo sem o preparo intensivo das tor culturais.
c) so elas as reais condutoras do processo histi co de arregimen-tao das toras de renovao cional.
d) o entrelaamento das reformas econmicas e e cacionais constitui fator de somemos relevncia o soerguimento da cultura nacional.
I!
e) s quais se associam os projetos de reorganiza o do sistema educacional com vistas  renovao cultural da sociedade brasileira.
l (AFIM) Indique a seq correta que trans forma os fragmentos abaixo em um texto coeso e coerente.
1) Assiste-se hoje a um momento de superao do
conceito de Estado-Nao;
2) Novembro de 1959. Anoitece em Berlim e milha res de pessoas se dirigem ao Muro de Berlim;
3) Em questo de horas, o Muro em desfigurado, e, com
ele, a ordem intemacional implantada no ps-guerra;
4)0 fenmerto tem atraido a ateno de acadmicos
e analistas polticos de todo o mundo;
5) Na nova etapa histrica que se inaugurou a partir
de ento, o mundo assistiu, perplexo,  desintegra o da Unio Sovitica e da Iugoslvia.
a)4-3-5-I	d)4-l -5-2-3
b)I -4-5-2-3	e)2-3-4-l-5
c) 2-3-5-4- 1
IS. jTTN)lndlque a letra em que ostermos preen cheia corretamente, pela ordem, as lacunas dos trechos dados.
"Os que agora se estarrecem com a provocadora rea defrontam, no se sentem em condies de avaliar coisa alguma, nem mesmo de tentar compreender o que se move e se alteia diante de seus olhos siderados. No h livros, nem mestres
os coloquem lace a face com nossos prece dentes histricos, proporcionando uma abordagem ao menos controntativa entre esses precedentes e a
nossa coetaneidade,	consigam extrair al
guma itao, alguma premissa possa detlagrar um novo processo de anlise e de investi gaolundamentada." (Ilildon Bocha)
a} que - os quais - que -  que; b) com que - que - dos quais - que; c que - que - de que - que; dj a que - em que - que - de que; e) com que - em que - com que - de que.
19. (TTN) Marque a opo que no completa, de forma lgica e gramaticalmente c O SCU te trecho:
Todo ano, nessa poca, So Paulo testeja o Santo Gennaro, padroeiro dos napolitanos. A rua San Gennaro  pequena e apresenta riscos para os lreqiientadores das atividades. Em virtude disso,
Portugus nos Concursos Pblicos
a) as barracas ficaro espalhadas pelas caladas das ruas adjacentes.
b) a assessoria da preleilura entrou em entendimen tos com a comunidade do bairro visando  transfe rncia de local.
c) recomenda-se aos pais que a presena de crian as na testa no ultrapasse as 21 horas.
d) os lesteiros detiniram, para este ano, a realizao dos testejos na rua San Gennaro,
e) a comunidade napolitana solicita seja indicado local alternativo para as festividades.
20. (TTft) Considere o trecho abaixo.
- Eu queria saber  quem est no aparelho.
-Ah, sim. No aparelho no est ningum.
- Como no est, se voc est me respondendo?
- Eu estou lora do aparelho. Dentro do aparelho no cabe ningum.
- Engraadinhol Ento, quem est ao aparelho?
- Agora melhorou. Estou eu, para servi-lo.'
(Carlos Drumrnond de Andrade)
Marque o par de verbos com problema de refln cia Idntico ao do texto.
a) Meditar num assunto -medilarsobre um assunto
b) Sentar mesa -sentarna mesa
e) Estarem casa - estarna casa
d) Assisdr o doente - assistirao doente
e) Chamar o padre - chamar pelo padre
leia o texto abaixo e responda s questes 21 a 23.
O jovem e a droga
Vera Malagrei Saciara A economia liberal  a tora motriz do desenvolvimento do mercado de drogas legais e ilegais. O consumo delas  regulado pela lei da oferta e da demanda. Mas, alm disso, h uma carga ideolgica e emocional em torno do assunto, que criou o mito da droga, disseminado pela mdia e acolhido pelo imaginrio social, a partir de uma estratgia dos paises capitalistas, responsveis pela demanda por drogas no mercado internacional.
Na verdade, o problema da droga  econmico e ideolgico. Com a transnacionalizao da economia, materializam-se novas tormas de controle.
5
10

Concursos Pblicos - 621
Portugus nos Concursos Pblicos
Foi criado um sistema jurdico penal cem o fim de criminalizar e penalizar determinadas drogas. E curioso observar que se penaliza sobretudo aquelas vindas das economias perifricas (maconha e cocaina produzidas na Amrica Latina) enquanto se permite as ligadas  grande indstria (lcool e anfetaminas).
o sistema neoliberal produz uma viso esquizofrnica das drogas, especialmente a cocaina, Por um lado.
estimulaa produo e circulao dela; e por outro lado constri um arsenal jurdico e ideolgico de demonizao e criminalizao desta mercadoria.
Para compreender o impacto da cocaina dos anos 70 em diante,  importante mencionar a crise mundial a partir de 1967 e o modelo recessivo que se segue at 1982, com o aumento da inflao e desemprego gerando uma reestruturao da economia mundial.
A rentvel cocaina passa a contar com um sistema de diviso de trabalho. Algumas regies da Amrica Latina se especializam na produo de folhas, outras na fabricao da pasta e refino, outras na comercializao.
No Rio de Janeiro, que no produz cocana, a partir dos anos 70 houve o fortalecimento gradual do seu consumo. A disseminao traz como contrapartida a especializao da mo-de-obra das comunidades perifricas na venda ilegal. Comeam a aumentar nas delegacias, no juizado de menores, nas unidades de atendimento ao jovem as infraes relacionadas  sua posse, consumo ou venda. So criados juridicamente dois esteretipos. Aos jovens e classe mdia que a consomem aplica-se o esteretipo mdico, e aos jovens pobres que a comercializam, o esteretipo criminal. (...)
Num contexto de aprofundamento de uma economia recessiva e de enfraquecimento das polticas sociais bsicas, um contingente cada vez maior de jovens pobres vai sendo recrutado a cumprir sua triste sina, seu papel trgico na nova diviso internacional do trabalho. A cocana
622 Concursos Pblicos
t , 1 r,
- a droga neoliberal, simbolo de xito e de status entre seus consumidores f,yuppies high-tech, jovens empresrios, executivos de bolsa de valores) - tem como contrapartida a destruio da juventude pobre das nossas favelas, lanada pela lei de mercado,  criminalizao e ao crculo viciado da violncia urbana.
(Cadernos do Terceiro Mundo n 178 Editora Terceiro Mundo.)
21 . (TREJRJ) De acordo com o Leito, do ponto de vista jurdico foram criadas duas matrizes. A pri meira para aquele que se serve da droga e a segunda para o que a negocia. Essa dicotomia , respectivamente
d) neol iberal ! liberal e) consumo / comrcio
22. (TRE/RJ) Segundo a autora, uma das causa! de participao dos jovens pobres no mercaS Ilegal das drogas :
a) a violncia urbana.
b) a economia recessiva,
o) uma busca de status.
d) a existncia de favelas,
e) a ausncia de poltica cultural,
23. (TREJRJ) No texto, a autora estabelece vria relaes de causa e conseqncia. Essa vela o (mantida a ordem causa -consequncia est presente em:
a) consumo de cocaina - crise mundial; b) aumento da inflao - novas tcnicas comercializao;
o) criao de novas delegacias - aumento de infr; es jurdicas;
d) sistema neoliberal - demonizao e criminalin o da cocaina;
e) disseminao da cocana - desenvolvimento c grande indstria.
24. (TTN) Identifique o ltem sublinhado que co' tm erro de natureza ortogrfica ou gramatic ou ainda impropr vocabular e marque letra correspondente.
A Guerra dos Meninos, livro-reooaclfl (1) do jc nalista Gilberto Dimenstein e dafotgrafa Paula Simz jflflQ (2) o leitor ojJ (3) dos mais terriveis brbaros fenmenos em curso no Brasil desde
20
70
25
30
35
a) rico / pobre
b) crime / pena
c) mdico! crime
40
45
50
55
60
65
dcada de 70: o assassinato de crianas e adoles centes por grupos de etrir io (4). com a partici pao direta ou a ggflj (5) de poltico. (Bene dito Rodrigues dos Santos, com adaplaes)
a)1	b)2	c)3	d)4	e)5
25. (AFRF) Indique o nico item que serve conto argun favorvel defesa da legalizao da pena de morte ao Brasil.
a) A incapacidade de um ser humano julgar o oucro com iseno de nimo-
b) O sistema carcerriO encontra-se privado das con dies necessrias capazes de promover a reabilita o para a plena convivncia social.
c) A irreparabilidade do erro judicirio.
d) o sensacionalismo da mdia ao expor o sentimen to dos familiares e amigos do ru diante da consu mao da pena.
e) Os estados americanos que legalizaram a pena de morte apresentaram um recrudescimento no nme ro de crimes violentos.
26. (AFRE) Marque a opo que no constitui partrase do segmento abaixo:
O abolicionismo, que logrou prfim  escravido nas Antilhas Britnicas, teve peso pondervel na poltica antinegreira dos governos britnicos durante a primeira metade do sculo passado. Mas tiveram peso tambm os interesses capitalistas, comerciais e industriais, que desejavam expandir o mercado ul tramarino de produtos industriais e viam na inevit vel misria do trabalhador escravo um obstculo para este desiderato."
(E Singer, A formao da classe operria, So Paulo, Alual, 1988, p. 44)
a) Na primeira metade do sculo passado. a despeito da forte presso do mercado ultramarino em criar consumidores potenciais para seus produtos indus triais. foi o movimento abolicionista O motor que ps cobro  misria do trabalhador escravo.
b) A politica antinegreira da Gr-Brelanha na primei ra metade do sculo passado foi fortemente influen ciada no s pelo iderio abolicionista como tam bm pela presso das necessidades comer-dais e industriais emergentes.
c) Os interesses capitalistas que buscavam ampliar o mercado para seus produtos industriais tiveram peso
Poetugus nos Concursos PtblicOS
considervel na formulao da poltica anlinegreira inglesa; mas teve-o tambm a conscincia liberal antiescravista.
d) Teve peso considervel na poltica antinegrera britnica o aboli-Cionismo. Mas as foras de merca do tiveram tambm peso, pois precisavam dispor de consumidores para seus produtos.
e) Ocorreu uma combinao de idealismo e interes ses materiais, na primeira metade do sculo XIX. na formulao da poltica britnica de oposio  escra vido negreira.
21. (AFRE) Indique a opo que meltioe reformula
o trecho abaixo, em tensos de adequao  nor ma culta, conciso e eticincia comunicativa.
"Ao final de cada exerccio apresentamos balano para aps minuciosa apresentao/explicao e aprovao em assemblia."
(Extraido de comunicado de uma AssociatO de Senrrdores)
a) Ao final de cada exerccio, apresentamos o balan otinanceirO para apreciao dos scios e posterior aprovao em assemblia.
b) Ao fim de cada exerccio, apresentamos um balan o para, aps minuciosa explicao, sua aprovao em assemblia.
c) No final de cada gesto administrativa, l divulgado balano cuja apresentao e explicao minuciosa  aprovado em assemblia.
d) Ao trmino de cada gesto administrativa, apre sentamos balano financeiro para aps aprovao em assemblia, com minuciosa apresentao e ex plicao aos scios.
e)  compromisso desta Associao apresentar aos seus dignssimos scios, ao final de cada mandato de sua direo, um balano minucioso de todo o dinheiro que entrou e saiu, para aps apresentao explicao, votao em assemblia.
28. (TAl) Marque o item que melhor poder subs tituir as palavras sublinhadas, sem prejuzo do sentido do enunciado.
"A leitura da sentena erudita e cheia de citaes durou duas longas horas; ao aliQdefas eram todos os infames condenados  forca e a alguns cabia ain da mais o horror de, nsepultos e esquartejados, servirem os seus membros, espetados em postes, de p da execrvel ga (Joo Ribeiro)
a) decorrer; modelo; conjurao b) longo; insignia; fidelidade
Concursos Pblicos - 623
1
Portugus nos Concursos Pbticos
c inicio; emblema; lealdade d) teor; chancela; deslealdade e}final; smbolo; traio
45
Leia oferto abaixo e responda s questes 29a 31.
Caminhando para a ltima tragada
50
5
55
-lo
60
I
65
20
de alcatro e nicotina. Os pases que aboliram a propaganda de cigarras incentivaram outros afazer o mesmo. O qw comeou como um movimento contra cigarros acabou por tornar-se uma condenao genrica de todos os modos consumir tabaco. A maior contribuio da Amrica do Norte para acampanhade abandono do fuma relacionava-se descoberta de formas inovadoras de ataquE entre as quais a iniciativa das agncias gcvernamentais americanas de classiticar o fumo como draga e afirmar que o lumante passivo" (o que se expe  fumaa de cigarros alheias) podia desenvolver cncer, O Canad fez um projeto para exigir que todos os cigarros fossem vendidos em embalagens neutras, sem ilustraes de marca, Nos dois lados do Atlntico, tumantes inveterados sentiram que a campapha linha criado um aparlheirt, colocando tumantes contra no-fumantes e extinguindo atolerncia mtua que havia nos pases desenvolvidos.
Nos outros dois teros do planeta, onde a maior parte do tabaco foi consumid, quase todos os paises adotaram uma polt'u anticabagista, taxando os cigarros e imponc restries variveis, ora de lato rigorosas, como em Cingapura e na Australsia, ora apenas formalmente bem-intencionadas. Nos paises maiores e mais populosos do Terceiro Mundo, onde houve ditiouldade o desleixo na aplicao das leis, o impacto da no orientao foi forte nas classes ricas e educadas, mas baixo entre as demais, Em suma, realizou-se como que uma arrancada em direo a uma reforma total quanto a um dos vcios favoritos da mund
(Livro do Ano 1995. So Pau
Encyclopaedia Britannica do Brasil, 1995, p. 22
70
A Organizao Mundial da Sade (DM5), vendo no fumo a causa de doenas mais ao alcance de preveno no mundo, chegou em 1994 um pouco mais perto do seu objetivo de um planeta livre do cigarro e disps que o ano 2000 seria o prazo tinal para atingir a meta. A 0MS previu que, se as tendncias em curso continuassem inalteradas, o cigarro ainda mataria cerca de 500 milhes de pessoas. Nos pases desenvolvidos, onde a campanha antitabagistafoi foradapornormas rigidas, a mensagem j se coroara corriqueira, e Os poucos que continuavam fumando eram. talvez, irrecuperveis. Os paises menos desenvolvidos, contudo, apresentavam grandes cbstoulos a mudanas. considerando-se que havia 21 milhes de pessoas, nesses pases, economicamente dependentes da indstria do fumo. o consumo do cigarro continuou a cair nos Estados Unidos e em muitos outros pases desenvolvidos. Certos, via de regra, de que o fumo enure os jovens era uma ponte para o vicio das drogas, os govemos, com a midia em geral como aliada, desenvolveram campanhas educacionais sobre os riscos do fumo para a sade. Em 1994, advertncias a respeito disso apareceram em maos de cigarros em todo o mundo, enquanto placas proibitivas diminuram em muilo os lugares onde os lumantes podiam legalmente permitir-se o seu hbito. Ao mesmo cempo, um aumento nos impostos sobre o fumo rendeu para os governos cerca de 125 bilhes de dlares em 1994. Tentativas de conduzir os 850 milhes de fumantes do mundo a hbitos de vida mais saudveis surtiram mais efeito onde o movimento antitabagista se iniciou: a Amrica do Norte e a Europa Ocidenfal. A Europa superou o Novo Mundo em legislaes restritivas, com os limites impostos pela Unio Europia para os teores
25
75
30
80
35
40
29. (TCDF) Assinale a opo correta.
a) Segundo a Organizao Mundial da Sade, o fur  uma das doenas mais ao alcance de preveno mundo,
b) Pode-se afirmar que o objetivo da OMS de, 1994, livrar a Terra do cigarro fracassou. c) At o ano 2000, apesarda alterao verificada hbitos dos fumantes, cerca de meio bilho
f Pbticos
pessoas ainda levero morrer de cncer provocado pelo cigarro.
d) O fumante irrecupervel  aquele que acredita que o tabaco no faz mal  sade.
e) Infere-se do texto que um dos obstculos para a criao de leis antitabagistas mais radicais  o lato de que, com a venda de cigarros, os governos dos di versos pases obtm grandes lucros em forma de impostos.
30. (IGOF) Assinale a opo correia.
a) O projeto feito pelo Canad, exigindo que todos os cigarros fossem vendidos em embalagens neutras, sem ilustrao de marca, toi imitado nos dois lados do Atlntico.
b) Do ponto de vista da legislao antitabagista, a Europa se mostrou mais rigorosa do que o Novo Mundo.
c) NaAmdrica do Norte e na Europa ocidental existem 850 milhes de lumantes.
d) Como propsito de diminuir o nmero de luga res pbliccs onde os fumantes podiam legalmente permitir-se o seu hbito, placas proibi-tivas foram colocadas nos maos de cigarros.
e) O exemplo dos pases que aboliram a propaganda contra o cigarro levou outras naes a la2eTo mesmo.
ai. (TOM') Assinale a opflo correta.
a) Atualmente, a propaganda antitabagista tem se li mitado ao cigarro.
b) Nos pases do Terceiro Mundo, as campanhas anttabagistas surtiram mais eleito entre os represen tantes das classes ricas e educadas,
c) Fumante passivo  aquele indivduo que, apesar de no fumar, tampouco prolesla contra o tumo, d) Em alguns pases, em funo do apaflheld, os tu mantes negros no podem misturar-se aos brancos. e) Cingapura eAustralsia so exemplos de regies onde os impostos sobre os cigarros e as restries a seus adeptos tm sido bastante amenos.
32. (AFRFJ Assinale o trecho construdo em lin guagem correta, segundo o padro oficial da ln gua portuguesa
a) Ontem, a Cmara Legislativa suspendeu o paga mento da taxa de licenciamento. Agora, todo veiculo que tiver com o IPVA em dia, seguro obrigatrio e nenhuma multa pendente estar automaticamente
licenciado,
Portugus nos Concursos Pblicos
b) Porum erro de avaliao, o lugar reservado para a cerimnia foi o auditrio da Faculdade de Cincias da Sade, com capacidade mxima para 500 pes soas, embora houvessem mil.
c) Ao prestar depoimento, Carlos Fernando disse que agia com outro traficante, que a polcia prefere man ter sigilo, para no prejudicar as investigaes.
d) O manifesto defende a universidade pblica e gra tuita. pois  esta que pode, com o ensino de 1 ee 2 graus e outros setores da sociedade brasileira, ofe recer os conhecimentos e meios para as transforma es necessrias.
e) Se ver atendidas essas revindicaes, Genebado acha que d para negociar os atuais patamares de reajustes. No entanto, o parlamentar acha pouco os 20 por cento oferecidos aos servidores.
33. (ICMS/SP) O emprego de pronomes relativas precedidos de preposio est correto apenas em:
a) Recebeu promoo a servidora a cuja dedicao tanto deve nosso setor,,.
b) Olhem as noticias de cujas vocs vo saber os detalhes no jornal das cineo.
c) Esse  o tipo de assunto sobre o que no temos certeza nenhuma.
d) J se vislumbra o prejuzo do qual sua atitude acarretaria.
e) Verificou-se a procedncia do recurso ao qual os contribuintes pedem reviso dos clculos.
34. (ICMS/SP) Assinale a alternativa correta quan to  grafia das palavras.
a) A cidade tem muros e paredes pisados, e h muita rixa entre os polticos.
b) E crime de esa-magestade dirigir-se diretamente a membros da realesa,
c) O meritssimojuiz mostrou total descortino ao re solver a pendncia.
d) H remdio mais eficiente para a desjnteria, o qual acaba com o mau-estar.
e) Passou mal e, porisso, foi internado na Bene ficincia Portuguesa.
35. (ICMSISP) Assinale a atternativa que preen che, correta e respectivaniente, as lacraras dos enuncindos a seguir.
Aguarda-se a _________ do terreno para a constru o do prdio.
Para dar conta da tarefa, a equipe precisou
a Camisa.
Concursos Pblicos '625
Portugus nos Concursos Pniblicos
Trata-se de quantia __, que poder lev-lo  falncia.
a) cesso - suar -vultosa; b) sesso - soar -vultuosa; e) seo - suar - vultuosa; d) cesso - soar- vultosa; e) seco__-_soar--vUltuosa.
(AFRF) Nas questes 36 a 43, cada um dos textos contm um erro, que pode ser de natureza gra matical, de propriedade vocabular oo de ade quao ao estilo culto e formal da lngua. Iden tifique, entre os itens sublinhados, aquele que deve ser corrigido para que a sentena em que ele ocorre se torne correta e adequada.
36. "Encontrar seu meio de expresso pr 
problema srio
para um artista. Casos; rniavido em que, at
envelhecer,	2	3
o artista no o encontra. Em nossos dias, Isso 
menos qj pela simples razo de que a
teadncia dominante no  a do confinamento individual em um s gnero ou ramo, mas a da experimentao generalizada de todos ou de muitos, ainig!taiioaiBei!te." ( Pedrosa, com adaptaes) 5
a)5	b)4	c)3	d)2	e)1
37. Uma das coisas que j insigne mestre era a
infinita multiplicao, banalizadora e inspida, de textos que tentam justificar-se pelas refern cias acumuladas a outros tga!jns, como se o
2
sImples nmero dos EgMos pg4saQ
3
emprestar-lhes algum valor e revestir-!ii de erudio.
39. A beleza clssica; nica e soberana, aaajo 2
ag! pela consagrao dos tempos, o sculo XVIII contrape, a um s tempo, a diversidade dos estilos, a originalidade do gnio e a mdlvi dualidade do gosto. Fora inesgotvel, o podei criador&i uma multiplicidade de formas que
no se pcixam reduzir. Ax$izado pelo sentimento
4	5
o belo torna-se aquilo que agrada a mim e ao homens de uma determiaada poca: o moderno
a)2	b)1	c)5	d)4
e) 3
40. No raras vezes nos acreditamos ai co
2
a obra que admiramos. Mas isso  ilus6rio. Entu gjj e a obra h sempre uma preseaa: as outu
3
obras e meu conceito de arte. Julgo amar se razo; contudo, saiba-Leu ou o ignore, a perce
4
o artstica equivale sempre s vozes de ur conscincia.
a)5	b)4	c)3	d)2	e)l
41. Os ensaios de Celso Cunha, sobre o riti potico das cantigas trovadorescas, xi
prestando grandes servios editores de texi mg4jeifl que, se por vezes discordaram
2	3
algumas afirmaes aeles contidas, e fizer
4
em questes de gj
a)3	b)2	c)l
d)5	e)4
42. Nas reunies da APM, os pais se mosti mais auslosos PM saber 4a. desempel
1	2
escolar de seus filhos do que pat conhu
3
os oblotivos que se pr agiam alcaax
'7
A
3
a)3	b)2	c)1
d)5	e)4
38. Brasileiros e latino-amerl ao 5 !a coas
tantemente	1
a critica da prenhe n ia dos modismos estran
geiros nas nos' 3
sas manifestaes culturais, cotidianas, de que  exemplo notrio o
Papai Noel enfrentando a ajajcI!la em roupa de
esquim. 5
a) 4
b)3	c)2	d)l	e)5
5
pelos alunos no processo de sua aprendlza
a)4	b)3
e) 2
d)1	e)5
626' Concursos Pblicos
43. "Ao receber dos seus colegas da Frana a informao de que Nahas fj em Paris e,
2
em seguida, QhtfLa da Justia francesa a ajuda
de uma ordem de priso do foragido, imediata mente Romeu Tema revelou g saiiffla
5
4
entrevista.' (Folha tia S.Paulo, 1 A'5)
b) 1
c)5	d)4	e)3
(AFRF) Considere o fragmento abaixo para as questes 44 e 45:
"Um dos mais respeitados colgios particulares da cidade de So Paulo est fechando suas portas por causa da briga crnica entre pais de alunos e donos de escolas em torno das mensalidades escolares." (Veja, 2719/89, p. 114)
44. Assinale a alternativa que contm uma con seqncia do fato relatado.
a) Duas escolas se prontificaram a admitir os alunos da escola extinta. Uma delas est contratando boa parte de seu corpo docente.
b) A interferncia do governo na fixao dos ndices de reajuste das mensalidades escolares  conseq ncia do lobby bem-sucedido dos proprietrios de escolas privadas junto ao MEC.
c) 0 triste desfecho desse fato  emblemtico da si tuao da educao brasileira.
d) Dois meses depois que o governo federal liberou os preos das mensalidades escolares, a Justia de So Paulo decidiu que os reajustes voltam a ser con trolados, no podendo exceder os Indices mensais de inflao.
e) 0 Sindicato dos Professores de So Paulo reali zou um levantamento segundo o qual esta  a escola que melhor remunera os professores.
45. Assinale o trecho que constitui uma premis sa do fato relatado.
a) As escolas que pagam salrios baixos a seus pro fessores e funcionrios so as que mais do lucros. b) Para manter a qualidade do ensino requerida pela sociedade, as escclas privadas esto incrementando convnios com empresas e indstrias.
o) O ensino privado custa caro e tende a ficar mais caro com as necessidades tecnolgicas impostas a cada dia pela moderna educao.
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d) No vcuo criado pela ausncia do Estado no en sino secundrio proliferaram as escolas privadas. e) Como decorrncia do crescimento populacional urbano, existe hoje, nas grandes metrpofes, um grande dficit de safas de aula.
46. (AFR9 indique o nico segmento que serve como argumento contrrio  defesa da manu teno do ensino superior gratuito no Brasil. (Com base em texto de Roberto Leal Lobo e Silva Filho.)
a) -l um principio de justia social segundo o qual o pagamento por bens e servios deve se fazer desi- gualmente, conforme as desigualdades de ganho. b) A Europa Ocidental considera investimento a for mao de quadros de nvel superior.
c) Nos EUA, a maior parte do oramento das melho res universidades  composta por doaes, conv nios com empresas ou rgos federais, fundos pri vados, cursos de atualizao profissional.
d) Nos EUA, o montante arrecadado pelas universi dades de seus estudantes, a titulo de taxas escolares, no chega ao percentual de 20% de seu oramento global.
e) No Brasil, pas com renda por capita de aproxi madamente US$ 2 mii, uma taxa escolar de US$13 mil/ano por aluno, conforme estimativa do Banco Mundial,  quantia astronmica.
41. (AFRF) Marque, entre as opes propostas. aquela que no confen, ainda que parciaimente, as mesmas idias expressas no trecho abaixo:
'A reificao do escravo produzia-se objetiva e sub jetivamente. Por um lado, tornava-se uma peacuja necessidade social era criada e regulada pelo meca nismo econmico du produo. Por outro fado, o escravo auto-representava-se e era representado pelos homens livres como um ser incapaz de ao autonmica." (EH- Cardoso, Capitalismos Escra vido no Brasil Meridional, Rio, Paz e Terra, 1977.) a) "Do ponto de vista jurdico  bvio que, no sul como no resto do pas, o escravo era uma gisa, sujeita ao poder e  propriedade de outrem..."
)'.o escravo no encontra a condio de pessoa humana objetivada no respeito e nas expectativas formadas em torno de si pelos homens livres, pelos senhores.
c) "A liberdade desejada e impossvel apresentava-se, pois, como mera necessidade subjetiva da afirma o, que no encontrava condies para realizar-se concretamente.
a) 2
Concursos Pblicos - 627
i
A
Portugus nos Concuesos Pblicos
d . o escravo seapresenlava, enquanto ser huma no tornado como algum que, embora tosse capaz de empreender aes com sentido', pois eram aes humanas, exprimia, na prpria conscincia e nos atos que praticava, orientaes e signiticaes sociais impostas pelos senhores."
e) ".. .a conscincia do escravo apenas registrava e espelhava, passivamente, os sign sociais que lhe eram imposlos."
(AFRF) As questes de 48 a 50 so baseadas no seguinte texto:
Nas origens, a magia  inseparvel da religio. No se pode conceber uma sem a outra e torna-se difcil mesmo cindi-las. O sacerdote primitivo  ao mesmo tempo o mago, o adivinho, o homem-medicina. Mas, se a religio  a crena em entidades extra-humanas, implicando uma atitude em lace dessas divindades, a magia torna-se um fenmeno social comportando atos especiais que visam  sujeio dessas foras. 'O ato religioso', diz M ' urna prete, o ato mgi co aexpmsso de uma vontade'. Ora essa vontade se dirige aos seres sobrenalurais, e  o ritual mgico propriamente dito, ora se dirige s toras naturais e ento temos as cincias ocultas. A primeiralorma de magia, que Maxwell chama sobrenatural ou evocatria, confunde-se, entre os povos primitivos, com o prprio ritual religioso. Todas as tormas ele vadas ou degradadas, do espiritualismo decorrem da magia evocatria. E o que descrevemos nos cul tos de procedncia banto e suas transformaes no Brasil. Alguns povos primitivos estabelecem, contu do, uma distino entre o sacerdole, evocador de divindades benfazejas, e o feiticeiro clandestino, que tem pactos com os maus espritos e usa de proces sos mgicos para malfazer ao grupo. Entre alguns povos banlos. essa distino  marcada. O gro-sacerdote, Ganga, ou Gui mbanda, no se con funde com o Mloge ou Meloge, o leiticeiro Intruso, Todos os males advindos ao grupo - desastres. doenas, cataclismos,.. - so atribudos ao Mloge, cuja sorte fita dependendo da vontade do Ou! rnaoda. Esse carter proibido, privado, defini ria mesmo, paraalguns autores, o rito mgico, Mas, em geral, magia e rilual religioso se fusionam, com a Onica dislino do aspecto social da primeira, em funo do grupo. O gro-sacerdote em prece sim ples s suas divindades est fazendo religio; mas, se essa prece tem umafinalidade social, ento se loma magia.' (Artur Ramos, com adaptaes)
48. As seguintes leses so apresentadas no t to, exceto:
a) Enfre os banlos, o gro-sacerdole tem poder cisrio sobre o teiticeiro,
b) Nos primrdios das civilizaes, magia e retig apresentam-se como processos indistintos. c) O ritual mgico  a evocao tanlo dos entes brenaturais quanto das toras naturais.
d) A magia evocatria  primordial no procee evolutivo das atividades espirituais.
e) O conceito de magia  inseparvel do de religi porque tanto um quanto outro visam  sujeio toras naturais.
49. Se substItuIrmos a palavra sublinhada pu palavra entre parnteses no alteramos o Ser do dos enuanclados, exceto em:
a)  o que descrevemos nos cultos de QtQ banto. (provenincia)
b) Torna-se dificil s magia e religio em si origens, (fundir)
c) A forma de magia gtzggatfia confunde-se con prprio ritual religioso. (invocatria)
d) Alguns povos fazem distino entre o sacerdol
o feiticeiro j tigil. (escuso)
e) Em geral, magia e ritual religioso sefuslonam. (ara
gamam
50. As sentenas que formam cada par est gramaticalmente corretas, exceto em:
a) No se pode conceber uma sem a outra. f imp sivel que se conceba uma sem a outra.
b) A magia evocatria se contunde, entre os po primitivos, com o prprio ritual religioso. / conli de-se o ritual religioso, entre os povos primitiv coma magia evocatria,
c) Ora essa vontade se dirige aos seres sobren; rais, ora se dirige s foras naturais. lOra essa lade dirige-se aos seres sobrenaturais, ora dirige s foras naturais.
d) Entre alguns povos bantos, essa distino  n tida. / Mantm-se essa distino entre alguns pc bantos,
e) O gro-sacerdote, em preces simples s sua vindades, est fazendo religio, /0 gro-sacert em preces simples as suas divindades, est taa religio.
828 'Concursos Pblicos
w.
51. (AFRF) Indique a letra que completa com cor reo gramatical e com coerncia as lacunas do trecho abaixo, pela ordem de aparecimento.
Diante do aumento da populao de idosos, a soci edade brasileira comea a tomar conscincia de que a questo exige uma poltica social imediata e enr gica, que permita no s e ____________ de sobre
vivncia, mas	 comunidade e
 fora produtiva, _, a completa dimenso de cidadania,
a) sustent-los, fornecer-lhes, inserir-lhes, restituindo-lhes
b) ampar-los, dar-lhes, reinlegr-los, devolvendo-lhes c) asil-los, garantir-lhes, recolh-los, subtraindo-lhes d) acolher-lhes, garantir-lhes, introduzi-los, rocambjando-lhes
e) assisti-los, prover-lhes, readmiti-los, alijando-lhes
52. (AFRF) Indique a ordem em que os perodos devem organizar-se no texto, de modo que pre Ser a coeso e coernola.
1, 0 Pais no  um velho senhor desencantado cem
a vida que trata de acomodar-se.
2. O Brasil tem memria curta.
3.  mais como um desses milhes de jovens
mal-nascidos cujo nico dote  um ego dominante
e predador, que o mpeto para a frente e para cima,
impedindo que a misria onde nasceu e cresceu lhe
sinta de freio.
4 "No lembro", responde, "faz muito tempo",
5. Lembra o personagem de Humphrey Bogart em
Casablanca, quando lhe perguntaram o que fizera
na noite anterior.
6. Mas esta memria curta, de que politicos e jorna listas reclamam tanto, no , como no caso de Bogari,
uma tenlativa de esquecer os lances mais penosos
de seu passado, um conjunto de desiluses e per das que leva ao cinismo e  indiferena. (Baseado em
texto de Jos Onolre)
e) 2,6,1.3,5,4
(AFRE) Leia o trecho a segeir para responder s questes 53 e 54.
O lazer era parte integrante da cultura caipira; condio sem a qual no se caracterizava, no devendo,
Portugus nos Concursos Pblicos
portanto, serjolgado no terreno tico, isto , ser condenado ou desculpado, segundo  costume. Ele se encon alis, por assim dizer racionalizado graas  observncia dos dias de guarda-os dias desastrosos, nos quais se acre dita que o trabalho pode causar prejuzo grave. devido ao
desrespeito pela norma religiosa. Menos a ela, porm, do que a um calendrio especial, nem sempre coincidindo com o estabelecido pela Igreja, pois quando esta restringiu o nmero de dias santificados, o caipira continua a seguir a tradio. (Antnio Cndido, Os Parce/ros do Rio Bon/to -Estudo sobre o caipira paulista e a trans!orrnao rios seus meios de vida. SP, Duas Cidades, 1977.)
53. Indique a substituio proposta para os segmentos sublinhados que resulta em erro morfossijittico ou semntico.
ajo lazerem parte integrante da cultura caipira; sot gjk.g (sem cuja condio no se caracterizava...)
b) me, (conforme  usual.) c) - os dias desastrosos, nos quais se acredita que o trabalho oode causar Dreiui ... (em que o trabalho. acredita-se, pode causar prejuzo grave, d) . pois quando esta reslrinqitr o nmero de dias santificados, ... (limitou)
e) Ele se encontrava racionalizado oracas  obser vncia dos d guarda.. (em virtude do hbito de no se trabalhar nos feriados religiosos,..)
54. Identilique a alirinao errada.
a) O sujeito de "no se caracterizava" (1.2)  lazer,
b) O termo "portanto' (1.3) equivale, no trecho, a por conseguinte.
c) "dias desastrosos" (1.7)  expresso sinnima de "dias de guarda" (1.6).
d) em "Menos a ela' (1.10) o pronome pessoal se refere a "obseruncia dos dias de guarda" (1.6). e) "esta" (1.12) refere-se ao termo 'Igreja" (1.12).
55. (AFRF) Escolha o conjunto de palavras que pode substituir, na ordem apresentada, as pala- v sulrlirilradas, sem alterao do sentido dos enunciados.
Ao otimismo jofo ne daqueles que, sob o regime da ilimitada liberdade de crdito, alcanavam riquezas
Concursos Pblicos . 629
6
9
a) 1, 2, 6, 6, 4,3
b) 2,5,4,6,3. 1
d) 1, 5, 4, 6, 3, 2 e) 2, 5, 4, 1, 6, 3
1
Portugus nos Concursos P
rpidas, correspondia a perplexidade e o descon tentamento dos outros, mais duramente atingidos pelas ccnseqncias da cessao do trfico. Num depoimento citado por Nabuco, l-se este expressi vo desabafo do esprito conservador diante dos cos tumes novos, acarretados pela febre das especula es: "Antes bons negros da costa da frica para felicidade nossa, a despeito de toda a mrbida filantropia britnica, que, esquecida de sua prpria casa, deixa morrer de fome o pobre irmo branco, escravo sem senhor que dele se compadea, a hip crita ou i chora, exposta ao ridiculo da verda deira filantropia, o {fln de nosso escravo".
(Srgio Buarque de Holanda)
a) descomedido; parva; destino
b) desenireado; estica; sofrimento
c) iniringvei; estulta; vaticinio
d) insacivel; estvel; sorte
e) nscio; esttica; ritmo
56. (AF Indique a opo que completa tom coerncia e coeso o trecho abaixe (extrado de Manifesto dos Pioneiros da Educao NoS).
Na hierarquia dos problemas nacionais, nenhum sobreleva em importncia e gravidade ao da educa o. Nem mesmo os de carter econmico lhe po dem disputar a primazia nos planos de reconstru o nacional. Pois, se a evoluo orgnica do siste ma cultural de um pas depende de suas condies econmicas,
a) subordina-se o problema pedaggico  questo maiorda filosofia da educao e dosfins a que devem se propor as escolas em todos os nveis de ensino. b)  impossvel desenvolver as foras econmicas ou de produo sem o preparo inlensvo das foras culturais.
c) so elas as reais condutoras do processo histrico dearregmentao das foivas de rencvao nacional. d) o entrelaamento das reformas econmicas e educacionais constitui fator de somenos relevncia para o soerguimento da cultura nacional.
e) s quais se associam os projetos de reorganiza o do sistema educacional com vistas  renovao cultural da sociedade brasileira.
(AFRF) Nas questes a seguir, marque o segmen todo texto que coetm erro ele estruturao sin ttica ou semntica.
630 - Concursos Pblicos
51. a)  de crer que o fenmeno de emergnci uma "lngua geral" tenha ocorrido em mais de ponto do terrifrio brasileiro,
b) Dois casos so incontroversamente dc mentados: um  de Jos de Anchieta, a Arte de citica da lngua mais osada na costa do Bra s publicada em 1595 em Coimbra, quando ses que tivera elaboraes e prestava servio bem an
c) Dutra dde Lus Vicncio Mamiami, Arte gramtica da lngua braslica da nao cariri publicada em Lisboa em 1699, embora hajam le lamentos de gramticas e lxicos de muitas outras guas indgenas, que Darcy Ribeiro balanceou em 1
d) Mas h referncias a linguas gerais de africana em vrios pontos do Pas, lnguas essas porforte presuno, eram as dos quilombos, quec deosculoXvl semulfiplicaramnotereifrio,quilom que, quando no intercomunicantes, no feriam que tera mesma lngua geral de base africana.
e) E na Bahia, em Salvador em particula nag chegou a ser lngua comum dos escravos. pelo menos, de muitos escravos.
(Antnio Houaiss, com adaptai
58- a) Um dos pesquisadores mais notveis daI
triaanflga de Portugal salientou, com apoio em ao
documentao, que a nobreza, por maior que lo
a sua preponderncia em certo tempo, amais log
constituir ali uma aristocracia fechada,
b) A generalizao dos mesmos nomes a soas das mais diversas condies - observa -  um fato novo na sociedade portuguesa; explic assaz a troca constante de indivduos, de uns quc ilustram, de outros que voltam  massa popular de haviam sado.
c) Acentua ainda Alberto Sampaio como consignada nas ordenaes confessa que h homens da linhagem dos Filhos d'algo em toda profisses, desde os oficiais industriais at os arr datrios de bens rsticos,
d) A comida do povo - declara ainda - n distinguia muito da dos cavalheiros nobres, por i que uns e outros estavam em continuas relaeu intimidade; no s os nobres comiam com os po lares, mas ainda lhe entregavam a criao dos fui'
e) Prova est na instituio do amdigo, qual os nobres davam a educar seus filhos aos les, que desfrutavam, nesse caso, de alguns pi lgios e isenes.
(Srgio 9. de Holanda, com adaptai
Portuguis aos Concursos Piblicos
59. a) Nas termas de vida coletiva, podem assinalar-se deis principios que se combatem e re gulam diversamenle as atividades dos homens. Es ses deis princpios encarnam-se nos lipos do aven tureiro e do trabalhador.
b) J nas sociedades rudimentares mani festam-se eles segundo sua predominncia, na dis tino fundamental entre os povos caadores ou coletores e os povos lavradores.
o) Para uns, o objeto fnal, a mra de todo esfor o, o ponlo de chegada assume relevncia to capi tal que chega a dispensar, por secundrio, quase suprfluo, todos os processos intermedirios.
d) Esse lipo humano ignora as fronteiras. No mundo tudo se apresenta a ele em generosa ampli tude e onde quer que se erija um obslculo a seus propsitos ambiciosos, sabe fransformaresse obs tculo em trampolim.
e) O traba ao confrrio,  aquele que enxerga primeiro a dificuldade a vencer, no o triun fo a alcanar. O esforo lento, pouco compensador e persistente, que, no entanto, mede todas as possibi idades de esperdioio e sabe lirar o mximo proveito do insignificante, tem sentido bem ntido para ele. (Srgio Buarque de Holanda, com adaptaes)
60. a) Aos portugueses e, em menor grau, aos castelhanos, coube, sem dvida, a primazia no em prego do regime que iria servir de modelo  expIo rao latifundiria e monocultora adotada depois por outros povos.
b) E a boa qualidade das terras do Nordeste brasileiro para a lavoura altamente lucrativa da cana-de-acar fez com que essas ferras se tornas sem o cenrio onde, por muito tempo, se elaborari am, em seus traos mais nitidos, o fipo de organiza flo agrria mais tarde caracteristico das colnias europias situadas na zona trrida.
o) A abundncia de ferras frteis e ainda mal desbravadastez com queagrande propriedade rural se tornasse, aqui, a verdadeira unidade de produo.
d) Cumpria apenas resolver o problema do tra balho. E verificou-se, frustradas as primeiras tentati vas de emprego do brao indgena, que o recurso mais fcil estaria na infroduo de escravos africanos.
e) Pode dizer-se que a presena do negro re presentou sempre fator obrigatrio no desenvolvi mento dos latifndios coloniais,
(Srgio 5. de Holanda, com adaptaes)
(AFRF) Leia o feito seguinte para responder s questes 61 a 63:
Admitida a existucia de um direito constitucional econmico, cujo mbito prprio est diretamente determinado pelo fenmeno da socializao, que marca a passagem do Estado liberal para o Esfado social, impe-se analisar at que ponto e em que medida a chamada constituio econmica  dotada de fora normativa bastante para, dirigindo juridica mente a economia, realizar o ideal de justia perseguido pelo Estado de Direito de ndole social.
Noutras palavras, impe-se refletirsobre os limites e possibilidades da tora normativa das regras de direito que estruturam a ordem econmica, tanto as que se encontram no prprio texto da Constituio - compondo a chamada constituio econdmica (omia- quanto aquelas que, mesmo situadas fora ou abaixo da Carta Poltica, integram a constitui o econmica material.
Posta a questo nesses termos, torna-se evidente que nossas reflexes esto situadas no contexto da disputa, antiga mas sempre renovada, entre aqueles que consideram o direito um simples reflexo da infra-estrutura social - por isso autodenominados realistas - e os que. embora admitindo a influncia dos fatos sobre as normas jurdicas, lhes atribuem uma certa autonomia, um certo poder de contormao da realidade sobre a qual atuam. Nomeando personagens nessa contenda, apontamos Ferdinand Lasaile como o mais expressivo representante da primeira corrente, cujas idias fundamentais se encontram no opsculo Que  uma Cons!iluioZ texto de uma conferncia pronunciada em Berlim, no ms de abril de
1962.
Nessa conferncia, que se tornou a bblia do sooiologismo jurdico em tema constitucional, Lasaile levou ao extremo o discurso daquele sociologismo, a
tese da submisso das normas jurdicas aos chamados fatores reais do poder existentes nas sociedades polticas, os quais, para ele, informam todas as leis e instituies jurdicas.
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Portugus nos Concursos PSbancos
fazendo com que, em essncia, no possam
ser mais do que so e como so.
40	Da a concluso, at hoje prestigiada pelos
seus adeptos, de que a Constituio escrita, para
ser boa e duradoura, deve refletir necessaria
mente e fielmente os fatores reais do poder
existentes na sociedade, pois um eventual
descompasso en o texlo
45	escrito e a Constituio dar com que, mais cedo
ou mais tarde, a Constituio folha de papel sela
rasgada e arrastada pelas foras sociais.
Em posiodistinta, embora no radicalmenle
contrria, situam-se aqueles que, embora
admitindo a
50	influncia dos fatos sobre o direito, enlendem
que as nor jurdicas possuem um razovel
grau de autonomia em face da realidade social,
sobre a qual atuam, conformando-a segundo
padres de justia idealmente considerados,
65	Entre as figuras mais representativas dessa
correnla de pensamento, desponta, nos dias
atuais, o constitucionalista alemo Konrad
Hesse, a quem se deve a mais elaborada defesa
da fora normativa da Constituio.
(lnocncio M. Coelho, com cofles e adapeaes)
(AFRF) tias questes 61 a 63, marque cola (li) as afirmaes verdadeiras e coin(Fj as falsas e indi que, em seguida, a seqacia correta:
SI. ( j A questo principal do feno sobre a qual se debrua o autor est explicitada no primeiro par
grato.
A constituio econmica formal dispe detora normativa que falta constituio econmica material.
A constituio econmica material est explicita na Carta Poltica.
O Autor perfila-se com os que vem no direito um simples reflexo da infra-estrutura social.
O segundo pargrafo  uma ampliao da idia central do primeiro.
a)V,V,F,F,V c)F,F,V,V,V e)V,V,V,F,F b)V,F,F,F,V d)V,F.F,V,V
62. ( ) "socializao" (1.4) pode ser substituida por "sociabilizao", sem prejuzo no sentido do enunciado,
"bastante"(l.B)  o mesmo que "suficiente". O pronome "lhes" (1.29) refere-se a 'nor mas juridicas".
832 - Concursos Pblicos
Os integrantes da "primeira ccrrente" atribuem s normas um certo poder de contorm da realidade,
O sociologismo jurdico enfatiza a ss macia dos fatores sociais
a)V,V,V,F,F	c)F,V,V,F,V	e)F,V,l
b)V,F,F.V,V	d)F,F,V,V,V
63. ( ) "opsculo" (1,36), "versculo" e "nr lo" so palavras diminutivas.
"contenda" (1,31) tem como sinnimr texto, "controvrsia",
O sujeito da orao "no possam sr (1.49)  "fatores reais do poder" (1,45).
"concluso" (1,50) refere-se tese que boi s normas jurdicas certa autonomia.
A chamada corrente realista faz a defes fora normativa da Constituio.
a)F,F,F,V,V	c)F,F,F,V,F	e)V,V,I
b)V,V,F.F,V	d)V,F.
64- (AMF) Leia o texto-
Monumento ao ecletismo, com uma faceu
neoclssica, uma sala de espetculos
noveau e um salo nobre veneziano, o'te
Amazonas completa 100 anos. Filho da
5	megalomania e do dinheiro dos bare,
borracha, numa poca em que os serin
garantiam mais da metade dos recurso,
Unio, esse Teatro produziu uma infink
de lendas e mitos.
1 O	No bastasse, consolidou-se como obra de
com destaque maior que qualquer o
montada em seu palco. Hoje  um carto p
(o importante para o turismo amazone
quanto os igaraps ou o encontro das 
15	do rio Negro e as do Solimes. O orgulho
amazonenses em ter em seus domnios
edifcio histrico desde porte faz sentjf
cerca de 25 mil pessoas j visitaram o te
nos ltimos seis meses,
(IstoE, 28/2/96)
Assinale o Item incorreto em relao ao ter
a) A palavra eclelisnio (1,1) significa, nof justaposio de estilos estticos diversos,
b) A palavra megalomania (1 .5) signific texto, mania de grandeza.
1
c) Em que qualquer outra montada em seu palco" (1. 11/1 2/13) h elipse da expresso obra de arte.
Portugus nos ComcursOS Pblicos
d) Os tens gramaticais to e quanto (1,13/14) estabelecem uma relao de conseqncia.
e) Na linha 16 em ter pode ser substitudo pela forma por tete o texto continua correto.
(AFI Nas questes 65 a 67 indique, entre os itens sublinhados, o que contm erro gramatical ou impropriedade vocabular.
nas 5 (A), ganha a sociedade com a "concorrncia fiscal" entre os municpios. O imposto imobilirio  fiscal e flf cal(S), no campo e na cidade. Doravante compete aos gncles (C) orientar a poltica agrria e a po ltica urbana, como melhor !ht (O), podendo utilizar a progressividade das alquotas no tempo para forar 'o uso da pro priedade em conformidade com a sua funo social. Aos municpios compete definir como querem o entorno roral, se produtivo, preda trio ou iflarme (E). (Sacha Calmon Navarra Colho, com adaptaes)
a)A b)B c)C d)D e)E
65. No so poucos os desafios qg (A) est sub metida a doutrina constitucionaliwdiellla (8)-Se, como afirma Krlele, cada gerao desenvolve sua prpria Teoria do Estado,  sj)tgM (C) a moderna doutrina constitucional est 'n (II) vol tas com o problema relativo ao desenvolvimento de Instituies que, de um lado, consigam Impor o interesse pblico em face das pode-rosssimas organizaes privadas como sindicatos, associ aes e conglomerados econmicos. e, de ou t logrem assegurar um regime democrtico e de liberdades na acepo mais ampla, que te' ntia como aj (E) a prpria concepo de dignidade humana. (GlImar Ferreira Mendes, com adaptaes)
(AFRF) Considere o texto abaixo para responder s questes 68 e 69.
5
a)A b)B c)C d)O e)E
lo
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necessrio formar ntida conscincia de que a audtora penetra em todos os meandros dos negcios adniinistravos e que, porisso, oauditor tem condies para reunir um acervo de informaesvitas sobreoorganismo auditado as quais, se escaparem do controle de sua administrao, podem servirat para preludicar aquele organismo ou interferir na sua administrao. Maior se torna o perigo quando empresas de auditoria conseguem prestar servios a clientes concorrentes do mesmo setor econmico, o que propicia quelas reunir informaes econmicas, financeiras, patrmoniais. administrativas e mesmo tecnolgicas. no disponveis por nenhuma das empresas auditadas, soladamente. Na hiptese de as auditorias serem feitas por sociedades estrangeiras ou por contadores nacionais a servio daquelas, a concentrao de informaes relativas s empresas auditadas pode pr em risco a prpria Segurana nacional, mesmo na ausncia de confrontos intemaoionais, aofaciltar a transferncia ao exterior das informaes aludidas e o controle dos mais importantes setores econmicos do Pais, especialmente quando os crgansmOs auditados so empresas vitais  economia, quersejam estatais, querselam
do setor privado.
rrecho extrado da justificao de ora pra dele!)
66- Nos sistemas jurdicos dos pases de regime capitalista, a represso ao abuso do poder eco nmico faz-se, geralmente, mediante dois tipos de legislao ou afldflta (A) o principio do abu so, em que as prticas comerciais tidas como potenclalmeute anticoncorrenciais so analisa das no contexto econmico gjr (B) se desenvol vem, aplicando-seilis (O) a regra da razo (vele efreason), ouse segue o princpio da proibio (per se conden,naUon), segundo o qual deter minadas condutas so consideradas por si pr prias lesivas MD) concorTncia, dispea-sarldo-Se qualquer anlise das condies em que ocor rem- A maioria dos sistemas jurdicos a (E) ambos os princpios. (Neide Teresinha Malard, com adaptaes)
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a)A b)B c)G d)O e)E
67. O legislador municipal  inteiramente livre para tributar, fixar as alquotas e Isentar. Com Isso, mormente nas regies metropolitanas e
68. As idias contidas no trecho podem ser apresentadas como argumentos em favor de
Concursos Pblicos - 633
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Portugus aos Concvnsos Pblicos
determinadas teses. Indique a letra que apresen ta uma tese sustentvel com tais argumentos.
a) H necessidade de dotarmos o exerccio da audi toria de normas regulamentadoras e disciplinadoras da atividade.
b) Poucas empresas multnacionas de auditoria de vem dominar o mercado mundial de servios auditoriais.
c) Associaes de auditores independentes apresen taram libelo contra informaes sigilosas obtenveis em servios de auditoria.
d) Para exercer a auditoria,  preciso conferir aos profissionais completa independncia para dispo rem livremente das informaes sob seu domnio. e) A concentrao de informaes recolhidas de or- ganismos audtados da mesma rea econmica neu traliza a prtica da espionagem econmica.
69.0 fato que serve de fundamento, de base, de premissa para o alerta contido no texto, e do qual decorrem as demais informaes, est centrado no fato de que:
a) informaes pertinentes a empresas audiladas po dem sertransferidas ao exterior.
b) empresas de auditoria podem prestar servios a clientes concorrentes do mesmo setor econmico. c) o auditor pode reunir um acervo de informaes vitais sobre o ente auditado.
d) contadores nacionais podem estar a servio de sociedades estrangeiras.
e) auditorias podem ser feitas por multinacionais a servio de ermpresas estrangeiras.
10. (AFRF) Marque o item em que um dos dois perodos est gramaticalmente incorreto:
a) A reformatributria brasileira envolve tanto a refor mutao da estrutura e da sistemtica tributria vi gentes quanto a complexa questo da necessidade de recursos adicionais por parte da Unio/A refor ma tributria brasileira envolve tanto a reformulao da estrutura e da sistemtica trbutria vigente quan to a complexa questo da necessidade de recursos adicionais por parte da Unio.
b) A maioria das propostas apresentadas no debate sobre a reforma tributria sugerem a estatizao do atual estoque de beneficirios da seguridade social,! A maioria das propostas apresentadas no debate sobre a reforma tributria sugere a estatizao do
634  Concursos Pblicos
atual estoque de beneficirios da seguridade soi (Baseado em Rui de Britto Alvares Affonso e Pe Luiz Barros Silva (crgs.))
c) A complexidade da reformulao do sistema butrio  ainda maior, considerando que so ju mente as receitas contributivas' do Oramente Unio as que tm fomentado o contencioso un entre o Governo Federal e o setor privado/A com xidade da retormulao do sistema tributrio  ai maior, considerando que so justamente as rece contributivas' do Oramento da Unio que tin' mentado o contencioso jurdico entre o Govc Federal e o setor privado.
d) Os principais focos de questionamento do si na tributrio, no que diz respeito  tributao cascata,so os tributos sobre o taturamento (COF e PIS/PASEP)./Os pdncipais focos de questionam' do sistema tributrio, no que concerne  tributz em cascata, so os tributos sobre o faturami
(COFINS e PIS/PASEP).
e) Dependendo da perspectiva, se do Goverm dos contribuintes, trata-se, a reforma, de recup ou ampliar a receita pblica ou, alternativamente reduzi-Ia, restringindo, tambm, o gasto pbli Dependendo da perspectiva, se do Govemo Du contribuintes, trata-se de recuperar ou ampliar ceita pblica ou, alternativamente, de reduzi-la, tringindo, tambm, o gasto pblico.
(AFRF) Nas questes 11 e12, marque o item blinhado que apresenta erro de estrutura sinttica ou de propriedade vocabular.
11. Na Europa de hoje, a principal tegs!o ( insolubilidade  o desemprego. Fala otimisticamente, at na 'monte da Inflao' virtude da competio global, que refreia(8) os, e do salto da produtivIdade tecnolgic objeto de angstia passou a ser a renitnci do desemprego, da ordem de 11% na Fran na Alemanha. Noe,pg culparatecnolc porque os Estados Unidos e a Inglaterra, de densidade tecnolgica, tm desemprego me A que se ressaltar (E), porm, a diferench entre o novo trabalhismo ingls, que fala de mento de enipregabilidade' por meio de privado, e osoclalismo francs, que fala da ao de empregos' por interveno pblica. seado em Roberto Campos, Veja, 8Q/1998
a) A
b)B c)C d)D e)E
-t
72. Seria insensato e irreal proibir assentamentos de famlias p-rr(4) na Amaznia. Afinal gxi tJ(B) l mais de 5 milhes de quilmetros quadra dos de rea, O que est errado  o mtodo utiliza do pelo Intra para determinar p (C) sero rea lizados os assentamentos. Como o governo no quer problemas com os grandes fazendeiros, que detm pores gigantes de terra j desmatada (II), coloca as familias assentadas em reas de floresta, o que provoca novos desmatamentos e incndios, coma o que atingiu Roraima no Incio deste ano. O letra precisa caoscientizar-se.dtnias (E) no pode continuar a destinar rea de floresta para assentamentos (Philip Fearn ride, Veja, 27/ 6/tgga, com adaptaes
a).A	b)B	c)C
d)D	e)E
jF't-MTb) Leia o texto abaixo a responda s ques tes 73a75,
Otraotodo davida  para muitos um desenho da criana esquecido pelo homem, e ao qual estater sempre que se cingir sebi o saber... Pela minha parte acredito no ter nuncatransposto o limite das minhas quatro ou cinco primeiras impres ses... Os primeiros oito anos da vida foram assim, em cedo srnlido, os de
minha formao, instintiva ou moral, definiti va,.. Passei esse perodo inicial, to remoto e to presente, em um engenho de Pernambuco, minha provncia natal, A terra era urna das mais vastas e pitorescas da zona A do Cabo,.. Nunca se me retira da vista esse pano de fundo da minha primeira existncia... Apoputao do
pequeno domnio, inteiramente fechado a qualquer ingerncia de lora, como todos os outros feudos da escravido, compunha-se de escravos distribuidos pelos compartimentos da senzala, o grande pombal negro ao lado da casa de morada, e de rendeiros ligados ao pro prietrio pelo beneficio da casa de barro que os agasalhava ou da pequena cuilura que ele lhes consenlia em suas terras, No cen do peque no canto dos escravos levanlava-sea residn cia do senhor, olhando para os editicios da moagem, e tendo por trs, una uma ondulao do terreno, a capela sob a invocao de So Mateus. Pelo declive do pasto, rvores isoladas abrigavam, sob sua umbela impenetrvel, grupos de gado sonolento, Na plancie esten
Portuguts nos Concursos Pblicos
diam-se os canaviais cortados pela alameda tortuosa de antigos ings carregados de musgos e cips, que sombreavaria de lado a lado o pequeno rio Ipojuca, Era por essa gua quase dormente sobre os seus largos bancos de areia que se
embarcava o acar para o Recite; ela alimenta va perto da casa um grande viveiro, rondado pelos jacars, a que os negros davam caa, e nomeado pelas suas pescarias, Mais longe comeavam os mangues que chegavam at  tosta da Nazar... Durante o dia, pelos grandes calores, dormia-se a sesla, arrespirando o
aroma, espalhado por toda a parte, das gran des rachas em que cozia o mel. O declinar do sol era deslumbrante, pedaas inteiros da plancie Irantormavam-se em uma poeira d'ouro; a boca da noite, hora das boninas e dos bacuraus, era agradvel e balsmica, depois o silncio dos cus estrelados majestoso e
profundo. De todas essas impresses nenhu ma morrer em mim, Os filhos de pescadores sentiro sempre embaixo dos ps o roar das areias da praia e ouviro o ruido da vaga, Eu por vezes acredilo pisar a espessa camada de canas que cercava o engenho e escuto o rangi do longnquo dos grandes carros de bois.,.
(Joaquim Nabuco)
(Ft'PMb) tias questes73 a76, referentes ao texto lido, assinale a opo que no  verdadeira.
73. a) Os elementos "ao qual" (1.2) e "o" (1.3) referem-se, ambos, ao antecedente 'desenho da criana" 1.112).
b)A prcise em "secingir" (1.3)  recomendvel.
c) 'se cingir" (1.3), no contexto, significa se unir. d) "Nunca se me retira da vista" (1.12113) equi valea Nunca se retira da minha vista.
e) Em "Nunca se me retira" (1.1 2/13) e "compunha-se de escravos" (1.17/18), a palavra su blinhada desempenha a mesma funo sinttica,
74. (FT-MTb)
a) As vrgulas que ocorrem depois de "senza la" (1.19) e "morada" (1.20) esta relacionadas e tm carter obrigatrio.
b) Os termos "de escravos (1.17/18) e 'de ren deiros" (1.20) exercem a mesma funo sinttioa e
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vm explicados pelo aposto ligados ao propriet rio (1.20/21).
c) "ele" (1.22) e suas" (1.23) so co-referentes.
d) Segundo os gramticos ortodoxos, a cons truo 'olhando para os editicios da moagem" (1.25/ 26) no tem cunho vernculo.
e) Entende-se por"umbela" (1.29) a copa con vexa das rvores,
75. (FT-MTb)
a) "seus" (1.35) refere-se a "gua" (1.34).
b) Em "a que os negros davam caa" (1.39), est sublinhado o objeto direto preposicionado.
c) "nomeado" (1.40) pode ser interpretado como renomado.
d) Em "at  costa' (1.42), o sinal de crase pode ser suprimido.
e) Em 'dormia-se asesta" (1.43), o "se" apassiva
o verbo.
76. (FT-MTb)
a) Pode-se dispensar o artigo em 'por toda a parte"
(1.45).
b) Em "cozia o mel" (1,46), o sujeito  indeterminado. c) "bonhias" a "bacuraus" (1.49/50) reterem-se. res pectivamenle, a um tipo de planta e de pssaro.
d) "pisar a espessa camada de caas" (1,56/57) poder-se-ia tambm escrever com correo pisar na espessa camada de caas,
e) "majestoso e profundo" (1.51/52) referem-sea "si tncio dos cus estrelados" (1.51).
77. ff7) As palavras couve-flor, planalto, aguar dente so formadas por:
(CEF) As questes 78 a 80 reterem-se ao texto que segue.
"Vrias tamilias percorrem dez ou mais quilmetros com destino  Serra daCantareira, mais precisamen te  Chcara do Frade, com seus dezessete hectares tomados poralface, rcula, pepino, cenourae deze nas de outras hortalias. As pessoas caminham en tre os carneiros, trocam informaes sobre o plantio, escolhem o que comprar e levam produtos tresqui nhos, jamais 'batizados' por agrotxicos.
"Cada vez mais hortas instaladas perto da capi esto abrindo suas pcrtas aos visitantes, O prop etrio, Jos Frade, lucra com a venda direta, O cc sumidor, por sua vez, garante a qualidade do est comendo.
"Na Europa, isso  muito comum. Desde a Ida Mdia, durante a poca da colheita, as planta dos vilarejos vizinhos s cidades se transformam verdadeiras feiras livres, Por aqui, a onda est a nas comeando. Num raio de cem qtilmetros capital j existem pelo menos nove sitios e chcaj que trabalham nesse sistema."
78. (CEF) Considere as seguintes afirmaes:
1. Muitos consumidores das cercanias de So Pat passaram a cultivar hortas domsticas, em quer dem colher verduras no contaminadas.
II Um hbito da Idade Mdiainspirou vrias tamil que, morando nas cercanias da Serra da Cantarei resolveram fazer das hortas comunitrias aulntic feiras livres.
II A venda de hortalias diretamente do produl para o consumidor traz, para aquele, variagens nanceiras e, para este, a garantia de produtos m saudveis,
Em relao ao texto, est correto somente o se afirma em
a)t_	b)ll.	c)lll,	d)IelI, e)llell
79. (CEF) So grandes as vantagens da compra direta de hortalias
dos em geral); sabem disso aqueles q
j se e pensaram nos males
agrotxicos.
Completam corretamente as lacunas do pe acima:
a) adviriam- hortitrutigranjeiros - detiveram
b) adveriam - hortilrutigranjeiros - detiveram
c) adviriam - horlistrutisgranjeiros - deteram
d) adveriam - horlistmtisgranjeiros deteram
e) adviriam- hortifrutigranjeiros - deteram
80. (CEF) A frase corretamente construda 6:
a) Alface, rcula, pepino e outros legun espalham-se aos dezessete hectares na Chc do Frade,
638 - Concursos Pblicos
....
a) derivao;
b) onomatopia;
c) hibridismo;
d) composio.
b) As pessoas preferem os legumes de cujo risco de agrolxicos sela evitado.
c) Foi na Idade Mdia onde comeou a surgir a ven da direta do plantio ao consumidor
d) Os agrotxicos, com que esto contaminados os
legumes nos supermercados, so evitados pelo pro dutor Jos Frade.
e) Comprar hortalias do prprio produtor  urna providencia de que muitas pessoas  comearam a se habituar.
.Pr
r
Conc Pblicos. 637
PorbipuM nos Concursos Pblicos
Ing nos Concursos Pblicos
Ingls nos Concursos Pblicos
1. (CEF) Qual o sinnimo de tools?	9. (AFRF) Escolha a palavra certa que comp
a) things lo workwilh	c) things lo cook with	a frase.
b) things totightwilh	d) lhings to wear	My head aches and 1 think Ive gol a temperal
teel...
2. (CEF) Qual o sinnimo de goods?	a) usetul	o) careful	e) beaul
a) nice thinQs	o) expensive things	b) awtul	d) wondertu
b) things lo buy and seu d) things te workwilh ia. (AFRE) Traduza a frase para o porlugu
3. (CEF) anal o sinnimo de complicated? Vou can depend on me.
a) slow b) not simple c) ditticult d) no a) Voc pode contar comigo. 4. (AFIlE) Escolha a palavra certa que complela b) Voc deve depender dele.
a frase	c) Voc deve ficar dependenle.
d) Voc pode me conlar
The man islalking lothe boys. Ht istaiking lo....	e) Voc pode pender-se sobre mim
a) there b) theirs c)their d) them e) they
11. (AFRF) Traduza a frase para o portugu
5. (AFIlE) Complete a frase com a palavra certa. The doclor gave you a prescription.
llhas rained evetyday ... 1 arrived,	a) O mdico deu-lhe um preservalivo.
a) because	c)that	e) for	b) O mdico deu-lhe uma bula.
b) since d) however	c) O mdico deu-lhe uma receita.
d) O mdico deu-lhe um diagnstico,
6. (AFIlE) Complete a frase com a palavra certa,	e) O mdico deu-me uma prescrio.
1 have a brother ... is a teenager.
12. (AFRF) Passe atrase para o ingls.
a) when	c) which	e) who	Abrasuamala, portavor.
b) where	d) whose
a) Open yourshirt, please.
7. (AFRF) Complele atrase com as palavrascertas.	b) Open your door, please.
Alter ,.. lhe tilI, Barbara .,, the shop.	c) Open your pockel, please.
a) will check/Pocking	d) Open yoursuilcase, please.
b) to check/looked	e) Open your moulh, pitase.
c) checking /tlocked	13. (ARE) Complete a frase com a(s) palavr
d) have checked / lodos	certa
e) checks/locks	Trade associations work lo develop coopera
8. (AFRF} Escolha a resposla certa.	advertising the whole membership may beneti
Where is Carol? Wasn't she going to meet you?	a) thal c) ot which e) trem wi
Perhaps she forgot.	b) trem what d) trom whom
a) Ves, she needs te torget, but il's unlikely.	14. (AFRE) Complete atrase comas palavrasce'
b) Yes, sIm can lorget, bul it's unuikely.	Is lhere ... more wine? Ves, Ibere's 5h ...
c)Ves,shemaytorget, bul Is unlikely.	cupboard.
d) Ves, she may have torgolten, bul its unlikely.	a) some / a lot of c) no / some e) any/a 1
e) Ves, she can forgel, but it's unlikely.	b) arvj /some d) any/many
638 . Coacursos Pblicos
Ingls nos Concursos Pblicos
15. (AFRF) Complete atrase com a palavra certa.
l .. in Florida is sunny and pleasant.
a) time b) beaches
e) wealher d) temperature
e) prices
18. AFRF) Traduza a frase para o portugus.
lhe pliysician advised me nor te go on holiday.
a) O fsico avisou sobre o feriado.
b) O mdico aconselhou queeu no tirasse frias.
c) O lisico recomendou que eu no tirasse lrias.
) O fisioterapeuta no me alertou sobre as lrias.
e) O mdico aconselhou que eu no sasse noteriado.
17. (AFRF) Passe a frase para o lngls.
Os empresrios resolveram adotar a poltica traada por Mitchell.
a) The entrepeneurs relused lo adopt the policy outlined by Mitchetl.
b) fl,e direclors resolved lo adopr lhe polilics outtined by Milchell,
e) lhe understakers decided lo adopt lhe policies proposed by Mitchetl.
d) lhe entrepeneurs decided lo adopl the policy ou by Mitchell,
e) The caregivecs deeided lo carryout lhe potiey traced by Milchell.
4-
Questes de Concursos Pblicos
Respostas
Portuguls
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1. e
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Concursos Pi.blicos . 639
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